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Crônica: sintomas por mais que 3 meses, com

IVAS - Infecções de Vias ocorrência de sintomas persistentes residuais como


Aéreas Superiores tosse, rinorreia e obstrução nasal.
Aguda recorrente: infecções que duram menos de 30
dias cada com remissão completa nos intervalos por no
Sinusite mínimo 10 dias. Caracterizada por 3 episódios em 6
meses ou 4 episódios em 12 meses.
Anatomia: principais seios da face - seio frontal, Crônica agudizada: os pacientes têm sintomas
esfenoidal, seio maxilar. O seio frontal é o mais respiratórios residuais e sofrem agudizações, havendo
acometido, é o que leva a uma maior repercussão remissão dos sintomas de agudização e permanência
clínica. dos sintomas residuais após tratamento
- São os mais acometidos. antimicrobiano.
- Leva um incomodo esse incomodo é provocado pelo
aumento da pressão local, sensação de peso. São - São fatores individuais que predispõe a uma sinusite,
fatores que levam o paciente a procurar o médico. por exemplo: O indivíduo atópico, onde tem uma
mudança brusca na temperatura, período de estresse.
Etiologia: quanto a etiologia, pode ser viral, bacteriana
e raramente fungica. Segundo a Etiologia
- Existe a possibilidade de cura espontânea, porém é
mais difícil, pois depende de vários motivos, como grau
de mobilidade (?) do paciente, se é crônica de
repetição, ou se é em um indivíduo que raramente tem
sinusite, da imunidade previa do indivíduo, entre
outros.
- Independente da etiologia, a clínica será sempre
muito semelhante.

Diagnóstico: O diagnóstico de sinusite não necessita de


exame de imagem nem de hemograma. Apenas o
exame clínico é capaz de diagnosticá-la.

- Na literatura mais moderna, não fala em


sinusite isoladamente, eles referem a sinusite
como uma rinossinusite pois na imensa maioria
das vezes a sinusite vem acompanhada de
sintomas de rinite (espirro, coriza, prurido
ocular).
- A sinusite fungica é mais rara pois vai Fatores Predisponentes
depender de uma situação especifica, como o
déficit de imunidade especifico. Fatores Locais: edema de mucosas, rinite alérgica,
- Atenção a pacientes com corpo estranho, desvio de septo, trauma alterando a anatomia local,
como por exemplo ao uso de sondas corpo estranho, tumor nasal, uso de drogas (cocaína,
nasogastricas (por tempo mais prolongado), ex) e medicamentos (descongestionantes tópicos),
pois são fatores que propiciam sinusite de exposição à fumaça de cigarro, atresia coanal que
repetição. interfere na drenagem nasal, infecção dentária (seio
maxilar).
Classificação:
Fatores Sistêmicos: condições debilitantes como
Segundo a Duração dos Sintomas desnutrição, uso prolongado de esteróides, diabetes
mellitus descompensado, quimioterapia,
Aguda: duração menos que 4 semanas. Os sintomas transplantados com imunossupressão,
resolvem completamente. imunodeficiências (80% dos pacientes que contem
Subaguda: 4 semanas a 3 meses. Os sintomas resolvem AIDS têm sintomas de rinossinusite), vasculites,
completamente. alterações das secreções exócrinas (mucoviscidose).
- A própria doença, como neoplasia, já é Água fervida/filtrada 300 mL
imunossupressora. Não necessariamente precisando o Sal marinho ou grasso (1 colher de chá rasa)
paciente estar em tratamento para estar Bicarbonato de sódio (1 colher de chá rasa)
imunossuprimido. Como é a tuberculose, AIDS.
- Condições debilitantes = DPOC, asmático, Específico: para rinossinusite de etiologia bacteriana
enfisematoso, cardiopata, insuficiência cardíaca - Aguda: amoxicilina com clavulanato de potássio
congestiva, hipertenso (um dos fatores sistêmicos mais (resumindo).
importantes). - Aguda com paciente alérgico a penicilina e/ou
cefalosporinas: claritromicina. (azitromicina), pois
Fatores Preditivos e Sugestivos: existe a possibilidade de posologia única diária.

Quadro clínico: dicas para o diagnóstico na anamnese - Recomendações de Antibióticos nas Rinossinusites Bacterianas
Rinossinusite Aguda (antibiótico de pri Amoxacilina
meira opção)
Maiores Menores (não menos
Rinossinusite Aguda (antibiótico de seg Amoxacilina com clavul
importante, mas menos
unda opção) anato de potássio
específicos para o diagnóstico) Cefurexime Axetil
Tosse Cefaléia Cefprozil
Febre – doença sistêmica? Halitose Rinossinusite Aguda, paciente alérgico a Claritromicina
Importante mas pode não penicilina e/ou cefalosporina Clindamicina
estar presente Gatifloxacina
Dor/pressão facial Dor na arcada dentária Moxifloxacina
Sensação nasal / retronasal Otalgia ou pressão nos ouvidos Rinossinusite Crônica Amoxacilina com clavul
purulenta anato de potássio
Hiposmia / anosmia Cefurexime Axetil
Secreção nasal ao exame Cefprozil
físico Clindamicina

Diagnóstico: anamnese + exame físico - Além da amoxacilina pode-se usar: clac ?, azitromicia
(macrolidios). A questão de primeira opção, vai
- Descarga nasal purulenta e retro faríngea (secreção depender muitas vezes do que o paciente pode pagar,
nasal ao exame físico), associada a uma cefaleia frontal pois existem n opções.
intensa, dignostico clássico de sinusite.
- Os exames complementares só são necessários se o Abordagem clinica
paciente parecer toxemiado.
- Por exemplo, um paciente que apensar que - TC não faz parte da investigação inicial. É feito a TC
queixas inicias serem referentes a cabeça, ele caso o tratamento clinico falhe ou haja recorrência da
apresenta mialgia, queixa de febre, calafrios, sinusite, além de sinais de complicação orbitária ou
tendo ele não apenas uma infecção restrita complicação intracraniana.
apenas ao seios da face ele pode ter uma
bacteremia. Que inicialmente foi nos seios da
face, mas ou por um tratamento retardado ou
um tratamento ineficaz houve a disseminação
dessa infecção a partir do sitio original. Devera
agora ser feito antibioticoterapia empírica com
a coleta de sangue para a hemocultura,com a
internação do paciente.

Tratamento

Inespecífico: tratamento(hidratação) dos seios da face Complicações


com solução salina.
- Tentativa de fluidificação da secreção, tornando-a - Complicação orbitária decorrente de rinossinusite
menos espessa e assim facilitando a excreção. Na aguda. Sua correta classificação só pode ser feita por
imensa maioria das vezes, será necessário juntamente TC dos seios paranasais.
com o tratamento inespecífico o tratamento
especifico. Diagnóstico Diferencial

Soluções Salinas - Não exclui o diagnóstico infeccioso, podem estar


Formulação Isotônica presentes simultaneamente
- Em relação à obstrução nasal: presença de pólipos Exame físico
nasais agiria como corpo estranho, fazendo com que - Otite média aguda: membrana timpânica abaulada e
ocorra a sinusite de repetição. hiperemiada.
- Endoscopia nasal mostrando pólipos; Tomografia
computadorizada mostrando tumoração maligna. Complicações

- Hiperemia retroauricular observada na otomastoidite


Otite Média Aguda aguda.
Anatomia: estruturas da orelha média: → A perfuração do tímpano provoca melhora imediata
da dor (devido à saída da secreção), entretanto o
- Membrana timpânica quadro pode piorar em decorrência da disseminação
- Células mastoides da doença (toxemia).
- Antro mastoide
- Tuba auditiva. - Sendo uma complicação essa hiperemia, na imensa
maioria das vezes, deve-se fazer uma TC.
→ Aorelha média é separada da orelha externa pela
membrana timpânica e comunica-se com a orelha Tratamento
interna pelas janelas oval e redonda.
- Se há uma infecção iniciada na orelha media, Sem complicações:
eventualmente ele pode evoluir para a orelha interna. - - Antibioticoterapia por via oral
Ou se houver um acumulo de secreção importante,
pode haver uma discreta perfuração do tímpano (pois 1 - Amoxicilina,
não suporta a pressão dessa secreção acumulada) e ser 2 - Amoxicilina-clavulanato, azitromicina
vista a exteriorização da secreção purulenta. 3 – Cefaclor (cefalosporina de segunda geração)
- Uma complicação muito importante e não tão rara é Com complicações:
a perfuração do tímpano. - Otomastoidite e demais complicações -
- Deve ser suspeitada quando um indivíduo que sentia
dor aguda, de uma hora para outra tem-se resolução 1 - Paracentese – punção de material purulento
completa dessa dor. 2 - Cultura de secreção com TSA
3 - Internação com antibiótico por via venosa
Definição: infecção da orelha média. Ocorre em geral (prováveis)
após um quadro de gripe ou rinossinusite.
- Não depender de absorção para a droga chegar na
- Pois tudo dentro da face tem possibilidade de corrente sanguínea. Interna o paciente e faz medicação
comunicação. É claro que não é necessário que ocorra por via venosa pra que se possa ter a certeza que a
um quadro de gripe ou rinossinusite. droga administrada atingira a concentração sérica
desejada.
Ectoscopia do paciente: posição antálgica, mão no - Se o paciente tem uma insuficiência renal, pode até
ouvido. ter uma concentração sérica alta mantida por muito
tempo, precisando reduzir a dose, pois devido ao dano
Etiologia: mais comum, bacteriana. renal tem-se uma deterioração lentificada.
Streptococcus pneumoniae e Haemophilus influenzae
Faringite
→ Em lactentes e em indivíduos imunossuprimidos:
bacilos gram negativos, destaque para Pseudomomas e Anatomia: rinofaringe, orofaringe, hipofaringe.
Proteus.
- Rino e hipofaringe não são evidenciadas pelo exame
Quadro clínico físico de cavidade oral.
- Faringite, o termo mais correto seria faringotonsilite.
Sintoma principal: dor
Definição: faringotonsilites são doenças inflamatórias
Outros sintomas: sensação de plenitude auricular e infecciosas que envolvem a faringe, tonsilas palatinas
(sensação de "ouvido cheio"), hipoacusia. (amígdalas) e tonsilas faríngeas (adenoide).
- Muitas vezes o paciente com faringite também tem gengivite grave,dor para deglutição, são
amigdalite, pela proximidade anatômica das sintomas dessa doença.
estruturas. - Aciclovir pomada ou creme é útil no início do
quadro de herpes orofacial recorrente, porém
Etiologia: entre as faringotonsilites de etiologia não alivia os sintomas. A pomada só é útil antes
infecciosa – do aparecimento das primeiras vesículas. Uso
de antiviral por via sistêmica é preconizado em
quadros severos e/ou pacientes
Virais (75% dos casos): imunodeprimidos. O exame - gol para
- Mais comum adenovírus (20%). diagnóstico é a cultura para vírus.
- Curso autolimitado e melhora espontânea. - O aciclovir minimiza um pouco o prurido e a
- Sem a presença de exsudato (exceção: Infecção por dor local, porém não vai aliviar os sintomas.
Epstein Barr - EPV). - Pode até usar antiviral para herpes simples
- Outras causas virais: Infecção pelo Epstein Barr labial mas somente tem indicação e somente
(mononucleose infecciosa). terá eficácia, somente ira abortar, impedir a
Infecção pelo Herpes simples. progressão da lesão se for usado antes do
aparecimento da primeira vesícula.
- Infecções também podem cursar com secreção, é - O paciente que tem a doença sabe identicar
encontrado em livros, porém não é um achado sintomas como, fisgadas,prurido,
comum em infecções virais e sim bacterianas. dor,sobretudo em um período de estresse, que
- Infecções bacterianas e infecção virais pelo EPV. O antecedem o aparecimento de vesículas.
diagnóstico diferencial é feito pois o EPV causa um - Outros tratamentos: Vasenciclovir.
quadro infeccioso sistêmico (não restrita a cavidade
oral como a bacteriana), a não ser que esta seja Fatores Desencadeantes de Herpes
prolongada, que também geraria um quadro Recorrentes
sistêmico. - Gripe comum
- No EPV, são sintomas comuns, linfoadenomegalia - Febre
com cadeia cervical anterior e posterior, - Estresse emocional
retroauriculares. Presença de visceromegalias intra - Trauma
abdominal (fígado e baco). - Exposição ao sol (raios UV)
- Cansaço
Hemograma Diferentes; - Menstruação
- Bacteriana: leucocitose com neutrofilia - Manipulação dentária
- Viral: leucopenia com linfocitose - Fratura orofacial
- Radio ou quimioterapia para câncer oral
→ Na mononucleose pode haver angina aguda (dor de - Cirurgia orofacial
garganta). Na mononucleose infecciosa deve-se
observar linfoadenomegalia cervical posterior e - O vírus da infecção herpética mantém-se
exsudato membranoso das amígdalas. latente no organismo, por isso não existe cura
definitiva, mas sim cura do episódio atual. Não
Herpética tem a necessidade de reinfecção para se ter
novamente, em casos de pacientes que já
- Lesões vesico-bolhosas da mucosa oral. O possuem.
diagnóstico da gengivoestomatite herpética
primária é eminentemente clínico. Sintomas: Gengivite, angina de laringe,
- Se apresentam angina com uma infecção sialorreia.
herpética, e com sintomas de infecção
herpética na face, na imensa maioria das vezes Faringotonsilites de Origem Bacterianas:
essa angina tem a mesma etiologia, a não ser
é claro que o indivíduo seja imunossuprimido, e - Entre as faringotonsilites de etiologia infecciosa:
que tenha uma infecção por herpes simples - Streptococcus pyogenes (esptreptococo beta-
com uma faringite. hemolítico do grupo A)
- Como as vezes são lesões clássicas, facilmente - Staphylococcus aureus
identificáveis, leva ao diagnóstico de - Haemophilus sp.
gengivoestomatite herpética primaria. Angina - Moraxella catarrahalis
acompanhado por uma sialorreia importante,
- Não são as únicas bactérias que causam faringotonsi Paracoccidioidomicose
ites, porem são as mais frequentes
Quadro clínico: lesão de aspecto moriforme
Quadro clínico
Laringites Crônicas Infecciosas
Patógeno Achados Manifest Diagnóstic
- Tonsilite aguda bacteriana na ação o
laringosc Clínica
opia
mais
Etiologia (dicas da etiologia estreptocócica): comuns
- Paciente com erisipela, paciente com - - Lesão Infecção - Exame
pneumonia lobar, paciente com sopro. Paracoccidioido Paracoccidi localizad persisten histopatol
micose oides a ou te de vias ógico:
- Não dá para fechar o diagnóstico de forma brazilienses difusa, aéreas identificaç
definitiva a presença ou não de petequias. com superiore ão do
ulceraçã s agente
o ou associad com
Diagnóstico eritema, a a coloração
semelha rouquidã metianina
nte a o, tosse de prata
- Bacterioscopia (gram) não é essencial para escolha do carcinom produtiv Grocot
antimicrobiano. a a, - Cultura
hemoptis - Provas
e, febre Imunológic
- Em algumas ocasiões, quando se analisa a garganta baixa, as
tomada de pus, angina, febre, calafrios que sugerem perda de
peso e
uma bacteremia (disseminação hematogenica a partir frequeza
do foco de infeccaooriginal). Uma vez que ocorra a
disseminação hematogenica existe umas dicas para - Paracoco é um fungo que está presente no solo. Olhar
saber que aquela infecção observada em cavidade oral, sempre a epidemiologia. Se o indivíduo é procedente de
tem etiologia estreoptococica, que podem ajudar na uma área endêmica, se tenha residido em uma área
terapêutica. São essas dicas; erisipela, sopro cardíaco, endêmica.
esplenomegalia ou raio X de tórax com pneumopatia - Sitio mais comum de acomedimento: pulmões.
lobar.
- O diagnóstico não é essencial para a escolha do Tuberculose
antimicrobiano, pois tem-se junto um grupo comum de
bactérias residentes de vias aéreas superiores. E um Quadro clínico: atenção para perda ponderal
antibiótico vai tratar todo grupo. Epidemiologia: histórico de aglomeração e/ou
ausência de moradia.
Complicações
- Se o paciente foi ou é morador de rua, se ele foi ou é
- Abscesso peritonsilar direito presidiário. São fatores que possibilitam
aglomerações, além da ausência de uma dieta
Diagnóstico diferencial nutricional adequada.
- Sitio comum de acomedimento: pulmões.
- Carcinoma espinocelular em assoalho da boca
Laringites Crônicas Infecciosas
Patógeno Achados Manifestaç Diagnóstico
Laringite na ão clínica
laringosco
pia mais
- Muitas vezes será fornecido o diagnóstico pela clínica comuns
pela impossibilidade do exame físico (dependente de Tuberculo Mycobacteri Edema e - - Teste
se um hiperemia Rouquidão Mantoux
um aparelho). tuberculosis do terço , - Cultura
- Inflamação evidente das pregas vocais, uma dica para posterior odinofagia, (meio
seu diagnostico seria a rouquidão (alteração do timbre da laringe, dispinéia, Lowestein-
lesões - Sintomas Jesen)
vocal). exofíticas sistêmicos - Radiografia
e (febre, do Tórax
Diagnósticos diferenciais de Laringites crônicas leucoplásic sudorese - Escarro
as noturna e - Exame
infecciosas - perda de histopatológ
- Não precisa saber muito ainda, vai ter aula especifica peso) são ico
comuns
para cada doença dessas!
Sobretudo quando o indivíduo tem relações sexuais
Histoplasmose sem proteção.
Sífilis primaria (campo de inoculação): indivíduo
Epidemiologia: indivíduo que explora cavernas e aspira apresenta pequenas ulceras indolor na topografia de
as partículas fúngicas em suspensão das fezes do penetração do treponema (genital feminina ou
morcego. masculina), ou até ulcera em lábio.

Quadro clínico: manifestações cutâneas. Candidíase

Laringites Crônicas Infecciosas Etiologia: exemplo - paciente asmático que usa


Patógeno Achados na Manifestaç Diagnóstic
laringoscopi ão Clínica o
corticoide em excesso, causa uma imunossupressão
a mais local e pode geral candidíase oral.
comuns
Histoplasm Histoplas - - - Sorologia Laringites Crônicas Infecciosas
ose ma Granulomas Manifestaç -
Patógeno Achados na Manifestação Diagnóstic
capsulatu nodulares ões Isolomento
laringoscopi clínica o
m superficiais sistêmicas do
a mais
e úlceras (perda de organismo
comuns
- peso, febra (coloração
Candidías Candid Rouquidão, Presença de Biópsia e
Acometime baixa, Giemsa)
e a sp odinofagia lesões em placas cultura da
nto fadiga - Teste
e ou lesão
principalme - cutâneo de
adinofonia pseudomembran
nte da Raramente histoplasmi
as. Normalmente
supraglote o na
associada a
acometime
candidíase
nto é
esofágica
apenas
laríngeo
- Dor, Candidose oral: é subjetivo de imunossupressão e não
rouquidão
é doença definidora de AIDS.
- Indivíduo que tem como hobby por exemplo explorar
- Uso de corticoide: leva a imunossupressão local (por
cavernas. Tem uma possibilidade de exposição muito
exemplo o uso de bombinha por um asmático).
grande. Pois ele está presente nas fezes do morcego e
é adquirido através da inalação dessas partículas. Não
- Laringite crônica não necessariamente tem origem
necessariamente é um lazer, pode ser a profissão do
infecciosa, pode ter origem em uma doença autoimune,
indivíduo.
doença do colágeno.
Sífilis

Epidemiologia: histórico de DST's, multiplicidade de


parceiros, drogadição

Quadro clínico: sífilis primária (cancro), sífilis


secundária (manchas pelo corpo)

Laringites Crônicas Infecciosas


Patógeno Achados na Manifestação Diagnóstico
laringoscopia Clínica
mais comuns
Sífilis Treponema Pápuas O - Sorologia
pallidum eritematosas, acometimento para sífilis
edema e é mais comum -
úlceras na fase Identificação
secundária do
treponema
na
microscopia
em campo
escuro

- Indivíduo que tem muitos parceiros sexuais, ou seja


sua profissão (profissional do sexo). E tenha histórico
de DSTs de repetição. Embora seja pouco comum. -