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CURSO: PEDAGOGIA

AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E OS JOGOS NA CONSTRUÇÃO DO


CONHECIMENTO.

Goiânia/GO
2019
SIMONE DE ARAUJO SANTOS SANTANA

AS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E OS JOGOS NA CONSTRUÇÃO DO


CONHECIMENTO.

Trabalho apresentado como um dos Requisitos para


obtenção de nota parcial da N1 na Disciplina de
trabalho de Conclusão de curso da turma 8/PN.
Orientador: Prof. Ms. Ezequiel Martins Ferreira

Goiânia/GO
2019
1. RESUMO
2. ABSTRACT

SUMÁRIO
CAPÍTULO 1 - AS CRIANÇAS E AS FORMAS DE UTILIZAÇÃO DA AQUISIÇÃO
DO CONHECIMENTO.

Os anos iniciais na educação são os primórdios no alicerce educacional infantil e esse


caminho deve ser bem mediado, pois toda a vida escolar depende da maneira que lhe é
apresentada é nessa fase no processo de aprendizagem das crianças e em seus aspectos
culturais e influências familiares que se diversificam e também criam uma gama de variantes
distintas quanto a sua capacidade na construção do conhecimento. Ao longo da fase infantil
haverá uma aquisição muito extensa de informações que levará há várias respostas,
construindo assim, o conhecimento mediante a sua existência. Segundo Antunes,

Nenhuma criança é uma esponja passiva que absorve o que lhe apresentado. Ao
contrario modelam ativamente seu próprio ambiente e se tornam agentes de seu
processo de crescimento e das forças ambientais que elas mesma ajudam a formar.
Em síntese, o ambiente e a educação fluem do mundo externo para a criança e da
própria criança para seu mundo. (ANTUNES, 1998, p.16)

Antunes apresenta que o conhecimento no contexto social que é adquirido por uma
criança fará com que própria, vá atribuindo as mudanças para seu conhecimento de mundo
exterior. Piaget (1986) destaca que há etapas nessa aquisição do conhecimento no contexto
social chamados de estágios em que a criança passa para o seu desenvolvimento
primeiramente os hábitos e posteriormente o conhecimento e essas são as primeiras
ferramentas investigativas a serem analisadas.

A inteligência não parece, de modo algum, num dado momento do desenvolvimento


mental, como um mecanismo completamente montado e radicalmente diferente dos
que o procederam. Apresenta, pelo contrário uma continuidade admirável com os
processos sobre os quais ela se baseia, ao mesmo tempo que os utiliza. Convém,
pois, antes de analisarmos a inteligência como tal, investigar de que forma o
nascimento dos hábitos e mesmo o exercício dos reflexos que lhe preparam a vinda.
(PIAGET, 1986 p. 35)

A criança vem de um ambiente que o favoreceu em conquistar conhecimentos no


percurso do caminho e é vital que observamos os nascimentos dos hábitos e sequencialmente
dos reflexos para se obter uma compreensão da repercussão no comportamento da criança. O
Exercício dos Reflexos atribui à analise a uma criança ainda nas suas primeiras semanas de
vida. Onde o senso motor elementar da criança ainda é pouco desenvolvido. A primeira ação
da criança se dá nas primeiras horas de vida quando suga o seio materno. Essas ações
instintivas se desenvolvem na criança apresentam-se como assimilação que consiste em a
criança adaptar-se a nova ideia ou esquema (hábito) a sua consolidada estrutura de
conhecimento adquirido e quando essa ideia mescla as pressões exercidos pelo meio em que a
criança esteja inserida chamamos de acomodação.
Há adaptação a partir do momento em que o organismo se transforma em função do
meio, e que esta variação tenha por consequência um aumento das trocas entre o
meio e o organismo que sejam favoráveis à sua conservação (...) Se chamarmos
acomodação ao resultado das pressões exercidas pelo meio, podemos então dizer
que a adaptação é um equilíbrio entre a assimilação e a acomodação. (PIAGET,
2010, p. 30)

Piaget (2010, p.18) apresenta que assimilação precisa necessariamente da acomodação


para provocar os registros de adaptação e assim iniciar o processo de adaptação na construção
do saber infantil. Quando há um equilíbrio entre os mecanismos de assimilação e acomodação
se inicia o ponto de equilíbrio que é um fator regulador no processo da interação da criança
com o meio. “Alguns biólogos definem simplesmente adaptação pela conservação e pela
sobrevivência, isto é, pelo equilíbrio entre o organismo e o meio”
As crianças na educação infantil recebem uma forma
muito singular de atenção, onde as suas faculdades mentais são desenvolvidas com respeito as
suas inclinações etárias e metais. Essas inclinações são nomeadas de inteligências.
A palavra inteligência segundo o dicionário da Língua Poruguesa (p.1113) inteligência Commented [EM1]: sse é o nome do dicionárioPrecisa ser em
itálico o nome do
está atribuída a “faculdade de pensar e compreender”. Assim a ideia de que há varias formas Commented [EM2]: A, A P

de se pensar e compreender o mesmo assunto nos leva a analisar esses caminhos (escolhas)
que se obtém o conhecimento.
Assim as variedades dessa ação de distinguir consciente as escolhas são chamadas de
inteligências variadas ou múltiplas, logo segue-se o pensamento que se pode ter vários meios
(escolhas) para se obter o conhecimento e há uma variedade de inteligências. As inteligências
são fatores que determinam o caminho em que o conhecimento irá percorrer até chegar ao
cognitivo da criança.
Piaget já permeava a ideia de que o público infantil tem uma maneira particular de
pensar e aprender e demonstra que esse processo ocorra em estágios.

Estágios esses que demonstram que a criança nas idades de seis até onze ou doze anos
estão em uma fase mais produtiva em desenvolver o processo da ação de escolhas, por assim
dizer, estão em uma fase mais produtiva de desenvolver as inteligências.
Havia uma disparidade quando se afirmava que a inteligência era um padrão que era
avaliado em testes criados no século XX, pelo francês Alfred Binet (1857-1911), testes estes
que media a capacidade de dominar o raciocínio lógico, consequentemente quem não estava
na linha de raciocínio padrão era classificadamente de QI (quociente de inteligência) baixo.
Nos anos 70 um grupo de estudantes da Haward University inicia um estudo para mapear as
áreas que o cérebro atua para se obter compreensão do conhecimento. As primícias são o
mapeamento das inteligências que coexiste em cada pessoa, independente de sua cultura,
credo ou raça.
As inteligências múltiplas é fruto das pesquisas do norte americano Howard Gardner
(1943) psicólogo, neurologista e filosofo que enveredou em analise da funcionalidade da
mente humana. O resoluto afirma que a mente humana trabalha como organizador de
experiências e habilidades e nomeou-as de inteligências e as classificou em oito tipos, onde
cada uma tem um caminho próprio que conduz ao cerne da compreensão. Esses caminhos são
distintos, porém ligados na funcionalidade de um todo na compreensão de tudo que existe. A
teoria das inteligências múltiplas é um contrapeso à crença de um único tipo de inteligência.
As inteligências são denominadas lógica, linguística, corporal, musical, espacial, naturalista,
interpessoal e intrapessoal. Salvador (1999) atesta que as esfera sociais é eletivo ao
desenvolvimento das pessoas

“O ponto principal dessas preposições é a importância atribuídas aos componentes


sociais e culturais no comportamento e no Desenvolvimento das pessoas. Dentro
dessa perspectiva, à atividade humana está sempre inscrita num marco culturalmente
organizado e que a diferencia e a torna singular ao comportamento.”

As pessoas nascem com inteligências, e segundo o estudo já se conhecem oito que


foram nomeadas, porém desenvolvem-se aquelas mais estimuladas ou mais atenuadas quando
necessitadas. Em geral todas as situações da vida nos levam a hora ou outra fazer uso e
desenvolvermos uma percepção de receptividade àquela inteligência relacionada.
Normalmente vemos a utilização de duas inteligências a da linguística e o da logica que
são as mais estimuladas no âmbito escolar, porém há outras línguas que podem ser faladas no
processo de aculturação das crianças. Quando cantamos uma música para uma criança a
inteligência musical é ativada e a sua condição de buscar compreender e atenuada e logo uma
regra gramatical ou uma tabuada ou ate a mesmo a sequencia dos planetas se tornam algo
simples e fácil e até inesquecível ou quando nos deparamos com o ensinar sobre as partes do
corpo humano fazemos a coreografia de cabeça, ombro, joelho e pé, estamos reforçando o
aprender com a inteligência corporal esses são casos dos tipos de inteligências que são
utilizados de forma simples e cotidiana no processo de aprendizagem na educação infantil.
Quando inicia-se este projeto e a motivação é levar esse mesmo conceito antes intitulado de
ludicidade para uma utilização mais analítica e interativa com uma interdisciplinaridade na
esfera educação nos anos inicias do ensino fundamental que é o alicerce básico e eminente da
fase 2 da educação básica conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que priva
por desenvolver as potencialidade por meios da habilidades em cada área especifica levando a
uma alimentação das inteligências e sua internalização, interdisciplinarização e
contextualização levando as crianças da primeira fase a se alicerçarem do poder de construir
seus caminhos na aprendizagem voltadas para suas realidades intelectuais.
A inteligência que envolve os movimentos do corpo é denominada: corporal; a que
encontra as palavras ou meios para se comunicar e chamada de linguística; a intrapessoal
envolve o próprio individuo em seu autoconhecimento; entretanto a interpessoal está ligada ao
entendimento externo do ser; compreender através do meio em várias dimensões é a espacial;
distinguir e classificar sons, compreender padrões, semelhanças ou discrepâncias e a parte da
inteligência musical; e aquela que usa o racional para levantar e confirmar ou descartar
hipóteses e a lógica; a naturalista esta voltada as questões de origem e fim da vida. Logo
vemos que todas as esferas da consciência humana são divididas e catalogada com uma
funcionalidade especifica, logo entramos em contraste a testes de QI ou rotularizações
depreciativas ou segregativas.
Segundo Gardner (2008) o processo educativo têm duas vertentes distintas, sendo uma
a escola que tem duas funcionalidades, sendo a primeira modelar papéis sociais e a segunda a
transmissão de valores, e a outra vertente é a missão da educação que deve ser uma
confrontação com a verdade, a beleza, e a bondade, sem lhes negar as problemáticas ou
discordâncias entre as diferentes culturas. Essa visão produz um mapeamento de inteligências
na consciência humana, que delimita quais as inteligências que podem favorecer uma visão
integral do individuo e uma valorização da multiplicidade da comunidade escolar. Quando
Gardner (2008) afirma que “nunca encontrei nada de importante que só possa ser ensinada de
uma única maneira” ele refere-se a essa visão integral do individuo não o limitando somente a
uma área especifica, mas atribuir-lhe ação às outras faculdades mentais para acionar o
processo de construção do aprender na consciência humana. No mapeamento Gardner
denomina as inteligências como: área da capacidade lógica; capacidade de interagir-se;
capacidade de reconhecer e manipular os espaços; capacidade de utiliza-se (corpo) para
promover entendimento; capacidade de compreender as intenções e os desejos de outros;
capacidade de compreender-se como instrumento de produção e a capacidade musical de
encontrar padrões, semelhanças e discrepâncias.

2- CAPITULO -DESENVOLVER AS FACULDADES EM CONHECIMENTO

A inteligência que envolve os movimentos do corpo é denominada: corporal; a que


encontra as palavras ou meios para se comunicar e chamada de linguística; a intrapessoal
envolve o próprio individuo em seu autoconhecimento; entretanto a interpessoal está ligada ao
entendimento externo do ser; compreender através do meio em várias dimensões é a espacial;
distinguir e classificar sons, compreender padrões, semelhanças ou discrepâncias e a parte da
inteligência musical; e aquela que usa o racional para levantar e confirmar ou descartar
hipóteses e a lógica; a naturalista esta voltada as questões de origem e fim da vida. Logo
vemos que todas as esferas da consciência humana são divididas e catalogada com uma
funcionalidade especifica, logo entramos em contraste a testes de QI ou rotularizações
depreciativas ou segregativas.
Segundo Gardner (2008) o processo educativo têm duas vertentes distintas, sendo uma
a escola que tem duas funcionalidades, sendo a primeira modelar papéis sociais e a segunda a
transmissão de valores, e a outra vertente é a missão da educação que deve ser uma
confrontação com a verdade, a beleza, e a bondade, sem lhes negar as problemáticas ou
discordâncias entre as diferentes culturas. Essa visão produz um mapeamento de inteligências
na consciência humana, que delimita quais as inteligências que podem favorecer uma visão
integral do individuo e uma valorização da multiplicidade da comunidade escolar. Quando
Gardner (2008) afirma que “nunca encontrei nada de importante que só possa ser ensinada de
uma única maneira” ele refere-se a essa visão integral do individuo não o limitando somente a
uma área especifica, mas atribuir-lhe ação às outras faculdades mentais para acionar o
processo de construção do aprender na consciência humana. No mapeamento Gardner
denomina as inteligências como: área da capacidade lógica; capacidade de interagir-se;
capacidade de reconhecer e manipular os espaços; capacidade de utiliza-se (corpo) para
promover entendimento; capacidade de compreender as intenções e os desejos de outros;
capacidade de compreender-se como instrumento de produção e a capacidade musical de
encontrar padrões, semelhanças e discrepâncias.
3. JUSTIFICATIVA

A inteligência era medida, com base em testes padrões denominados QI, mas Gardner
um pesquisador cientista com formação neurológica e psicológica, fundamentaliza que há
outras formas de diagnosticar a inteligência humana e ainda afirma que mesmo um gênio em
exatas não era retentor de inteligência em todas as áreas do conhecimento. A ideia de que o
homem é um ser genial que quando suas inclinações são levadas a sério têm capacidade de
potencializar o processo de recepção do conhecimento por outros caminhos onde a
acessibilidade é mais compreendida. Ao realizar os estudos o psicólogo ainda coloca como
objeto de investigação as pessoas com capacidades de entendimento comuns, com lesões,
disfunções ou superdotados para testificar sua afirmação que todos têm a condição de ser
atenuado ou reencaminhado no processo de aprendizagem. Esses módulos de cada
inteligência inicia um processo de aprendizagem na utilização destes para a formulação de
caminhos novos, atalhos e ou caminho antigos todos que levem ao desenvolvimento das suas
potencialidades.

4. OBJETIVO
4.1 Objetivo geral
Desenvolver processos por intermédio das inteligências múltiplas como ferramentas
de acesso ao aprendizado.
3.1 Objetivo específicos
Definir os mecanismos das inteligências múltiplas.
Esclarecer o desenvolvimento das faculdades no processo.
Empregar a prática no processo da aprendizagem.

5. METODOLOGIA

As inteligências múltiplas é fruto das pesquisas do norte americano Howard Gardner


(1943) psicólogo, neurologista e filosofo que enveredou em analise da funcionalidade da
mente humana. O resoluto afirma que a mente humana trabalha como organizador de
experiências e habilidades e nomeou-as de inteligências e classificou-as em oito tipos, onde
cada uma tem um caminho próprio que conduz ao cerne da compreensão. Esses caminhos são
distintos, porém ligados na funcionalidade de um todo na compreensão de tudo que existe. As
teoria das inteligências múltiplas é um contrapeso a crença de um único tipo de inteligência.
As inteligências são denominadas lógica, linguística, corporal, musical, espacial, naturalista,
interpessoal e intrapessoal. Salvador (1999) atesta que as esfera sociais são eletivos ao
desenvolvimetno das pessoas
“O ponto principal dessas preposições é a importância atribuídas aos componentes
sociais e culturais no coportamneto e no desenvolviemtno das pessoas. Dentro dessa
perspectiva,a atividade humana está sempre inscrita num marco culturalmente
organizado e que a diferencia e a torna singular ao comportamento.”

As pessoas nascem com as oito inteligências, mas afloram aquelas mais estimuladas
ou mais atenuadas quando necessitadas. Em geral todas as situações da vida nos levam a hora
ou outra fazer uso e desenvolvermos uma percepção de receptividade àquela inteligência
relacionada. A inteligência que envolve os movimentos do corpo é denominada: corporal; a
que encontra as palavras ou meios para se comunicar e chamada de linguística; a intrapessoal
envolve o próprio individuo em seu autoconhecimento; entretanto a interpessoal está ligada ao
entendimento externo do ser; compreender através do meio em várias dimensões é a espacial;
distinguir e classificar sons, compreender padrões, semelhanças ou discrepâncias e a parte da
inteligência musical; e aquela que usa o racional para levantar e confirmar ou descartar
hipóteses e a lógica; a naturalista esta voltada as questões de origem e fim da vida. Logo
vemos que todas as esferas da consciência humana são divididas e catalogada com uma
funcionalidade especifica, logo entramos em contraste a testes de QI ou rotularizações
depreciativas ou segregativas.
Normalmente vemos a utilização de duas inteligências a da linguística e o da logica que
são as mais estimuladas no âmbito escolar, porém há outras línguas que podem ser faladas no
processo de aculturação das crianças. Quando cantamos uma música para uma criança a
inteligência musical é ativada e a sua condição de buscar compreender e atenuada e logo uma
regra gramatical ou uma tabuada ou ate a mesmo a sequencia dos planetas se tornam algo
simples e fácil e até inesquecível ou quando nos deparamos com o ensinar sobre as partes do
corpo humano fazemos a coreografia de cabeça, ombro, joelho e pé, estamos reforçando o
aprender com a inteligência corporal esses são casos dos tipos de inteligências que são
utilizados de forma simples e cotidiana no processo de aprendizagem na educação infantil.
Quando inicia-se este projeto e a motivação é levar esse mesmo conceito antes intitulado de
ludicidade para uma utilização mais analítica e interativa com uma interdisciplinaridade na
esfera educação nos anos inicias do ensino fundamental que é o alicerce básico e eminente da
fase 2 da educação básica conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que priva
por desenvolver as potencialidade por meios da habilidades em cada área especifica levando a
uma alimentação das inteligências e sua internalização, interdisciplinarização e
contextualização levando as crianças da primeira fase a se alicerçarem do poder de construir
seus caminhos na aprendizagem voltadas para suas realidades intelectuais.

6. BIBLIOGRAFIA

GARDNER, H. O cientista das inteligências múltiplas. Revista Nova Escola, Abril, 2008
p.128.

SALVADOR, C.C. Psicologia da educação. Porto alegre, Artimed, 1999 p.84

.”(ANTUNES, 1998, p.16) PRIMEIRA CITAÇÃO


https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/idiomas/conceito-de-
inteligencia/36714 - SEGUNDA CITAÇÃO DIRETA CURTA

Título: o Nascimento da Inteligência na Criança. Autor:


Jean Piaget. Colecção: Plural, n.° 10. 1971, Delachaux & Niestlé S.A. Título original: La naissance de
l'intelligence chez l'énfant. Tradução: Maria Luísa Lima, a partir da 9.~ edição francesa publicada por
Delachaux & Niestlé, S.A., Neuchâtel e Paris. Revisão tipográfica: José Marques. Capa: Fernando
Felgueiras. I.a edição: Outubro de 1986. Edição n.° 10 PL 1078. Depósito legal n.° 12.363f86. Todas
os direitos reservados por: Publicayões Dom Quixote, L.ea., Rua Luciano Cordeiro, 119, 1098 Lisboa
Codex, Portugal. Fotocomposição, impressâo e acabamento: Beira Douro, L.,n, em Outubro de 1986.
Distribuição: Diglivro, Rua do Ataíde, Pátio do Pimenta, 28, Li.shoa, e Movilivro, Rua do Bonfim, 98,
rés-do-chão, Porto. Para Valentine Piaget
A inteligência que envolve os movimentos do corpo é denominada: corporal; a que encontra
as palavras ou meios para se comunicar e chamada de linguística; a intrapessoal envolve o
próprio individuo em seu autoconhecimento; entretanto a interpessoal está ligada ao
entendimento externo do ser; compreender através do meio em várias dimensões é a espacial;
distinguir e classificar sons, compreender padrões, semelhanças ou discrepâncias e a parte da
inteligência musical; e aquela que usa o racional para levantar e confirmar ou descartar
hipóteses e a lógica; a naturalista esta voltada as questões de origem e fim da vida.