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FÍSICA

PRÉ-VESTIBULAR
LIVRO DO PROFESSOR

Esse material é parte integrante do Aulas Particulares on-line do IESDE BRASIL S/A,
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© 2006-2008 – IESDE Brasil S.A. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos autores e do
detentor dos direitos autorais.

I229 IESDE Brasil S.A. / Pré-vestibular / IESDE Brasil S.A. —


Curitiba : IESDE Brasil S.A., 2008. [Livro do Professor]
732 p.

ISBN: 978-85-387-0576-5

1. Pré-vestibular. 2. Educação. 3. Estudo e Ensino. I. Título.

CDD 370.71

Disciplinas Autores
Língua Portuguesa Francis Madeira da S. Sales
Márcio F. Santiago Calixto
Rita de Fátima Bezerra
Literatura Fábio D’Ávila
Danton Pedro dos Santos
Matemática Feres Fares
Haroldo Costa Silva Filho
Jayme Andrade Neto
Renato Caldas Madeira
Rodrigo Piracicaba Costa
Física Cleber Ribeiro
Marco Antonio Noronha
Vitor M. Saquette
Química Edson Costa P. da Cruz
Fernanda Barbosa
Biologia Fernando Pimentel
Hélio Apostolo
Rogério Fernandes
História Jefferson dos Santos da Silva
Marcelo Piccinini
Rafael F. de Menezes
Rogério de Sousa Gonçalves
Vanessa Silva
Geografia Duarte A. R. Vieira
Enilson F. Venâncio
Felipe Silveira de Souza
Fernando Mousquer

Projeto e
Produção
Desenvolvimento Pedagógico

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Termometria
e dilatação
térmica A verificação da temperatura é feita com um
termômetro que, após ser mantido por certo tempo
em contato com um corpo, apresentará a mesma
temperatura que este corpo, ou seja, o termômetro
entra em equilíbrio térmico com o corpo.
Este é o tópico de introdução ao estudo da ter-
mologia; neste tópico estabelecemos a diferença en-
tre dois conceitos muito importantes: a temperatura, Temperatura e equilíbrio
que estudaremos na termometria e o calor.
térmico
Distinção entre calor e Diz-se que vários corpos ou sistemas estão em
equilíbrio térmico quando, postos em presença mú-
temperatura tua, suas propriedades físicas não variam, mesmo
se alteradas suas posições relativas. Os sistemas
Os corpos se constituem de moléculas que es- em equilíbrio térmico estão todos com a mesma
tão em constante movimento e a energia associada temperatura e, por isso, podemos dizer: temperatura
a esse estado de movimento é chamada energia de um corpo ou de um sistema é a propriedade que
interna do corpo. determina se este pode estar ou não em equilíbrio
Quando dois corpos são colocados na presença térmico com outros corpos ou sistemas.
um do outro, estando eles com temperaturas diferen- Para verificarmos o equilíbrio térmico ou igual-
tes e termicamente isolados do meio, nota-se que dade de temperatura entre dois corpos, não há obri-
após um certo tempo ambos estarão com a mesma gatoriedade de pô-los em presença mútua; podemos
temperatura, ou seja, em equilíbrio térmico. Assim usar um instrumento de comparação (termômetro),
pode-se dizer que o corpo mais quente perdeu ener- em virtude do princípio conhecido como Lei Zero da
gia para o mais frio, pois sua temperatura diminui, Termodinâmica, de Fowler: “Se dois sistemas estão,
enquanto que o corpo mais frio teve um aumento de separadamente, em equilíbrio térmico com um ter-
temperatura, pois ganhou energia. ceiro, estão em equilíbrio térmico entre si”.
Dessa forma, concluímos que houve uma trans-
ferência de energia do corpo mais quente para o
corpo mais frio, até ambos terem chegado a mesma Escalas termométricas
temperatura. Essa energia transferida de um corpo
para outro é o que chamamos de calor, assim pode-se O instrumento para comparação de temperatu-
afirmar que o calor é energia em trânsito. ras chama-se termômetro. Para graduá-lo, devemos
escolher duas temperaturas de referência ou pontos
Deixa-se claro que o termo calor é usado para fixos que são, geralmente, a temperatura de fusão do
indicar a energia que se transfere de um corpo a outro gelo e a temperatura do vapor da água em ebulição,
e não a energia que o corpo possui. ambos sob pressão normal.
Como a medida do grau de agitação da molécu- Conforme os números escolhidos para essas
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las que constituem o corpo não pode ser medida de temperaturas de referência, distinguimos três esca-
forma direta, faz-se então a medida da temperatura las termométricas: Celsius, Réaumur e Fahrenheit.
através das propriedades que variam com ela.
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Na escala Celsius marca-se 0° no gelo fundente 100x = 80y = 180z (1)
e 100° no vapor da água em ebulição, ambos sob Quando levados a uma temperatura, por exem-
pressão normal; nas escalas Réaumur e Fahrenheit, plo, superior a 0°C, os três termômetros indicam C, R
essas mesmas temperaturas são indicadas pelos e F; o comprimento do número 0 ao número C abrange
números 0, 80 e 32, 212, respectivamente. C graus Celsius e vale Cx; esse mesmo comprimento
Os intervalos entre os pontos de referência são abrange R graus Réaumur e vale Ry; no termômetro
divididos em partes iguais, chamando-se cada parte: Fahrenheit, o mesmo comprimento abrange F – 32
grau Celsius, grau Réaumur e grau Fahrenheit, res- graus Fahrenheit e vale (F – 32)z.
pectivamente. Segundo resolução da 9.ª Conferência Podemos, então, escrever:
Geral de Pesos e Medidas, incluída na Legislação Me- Cx = Ry = (F – 32)z (2)
trológica Brasileira, ficam abolidas as denominações
Dividindo ordenadamente a igualdade (2) pela
grau centígrado e grau centesimal, devendo usar-se
igualdade (1) temos:
exclusivamente grau Celsius.
Cx Ry (F – 32)z
Outras escalas termométricas usadas são a = =
100x 80y 180z
Escala Termodinâmica ou Escala Kelvin e a Escala
Eliminando x, y, z e multiplicando por 20 cada
Rankine.
fração, teremos:
A Escala Kelvin tem como zero o chamado zero
absoluto ou zero termodinâmico de temperatura, que C R (F – 32)
= =
corresponde a – 273°C (rigorosamente, a – 273,16°C); 5 4 9
uma temperatura dada por essa escala chama-se Para quaisquer duas escalas de temperaturas po-
temperatura termodinâmica e designa-se pelo sím- deremos, então, escrever, baseados na figura abaixo:
bolo K (kelvin). É evidente que entre a temperatura
termodinâmica (K) e a temperatura Celsius (C) existe A’ B’
a seguinte relação:

K = C + 273
a b

Conversão das escalas


A B
termométricas
Suponhamos três termômetros geometricamente
iguais, graduados nas três escalas, respectivamente. °A °B
100 212 80
(a – A) (b – B)
=
(A’ – A) (B’ – B)

C F R
NOTA - Não se deve confundir a conversão de
temperaturas com a conversão de variação da tem-
peratura. Se um sistema está a 100°C e queremos sua
temperatura em °R ou em °F, usamos a fórmula acima
0 32 0 indicada; mas, se um sistema sofreu uma variação
de 10°C na sua temperatura e queremos calcular o
valor da variação nas outras escalas, basta armar
°C °F °R proporções com base nas seguintes igualdades :
variação de 100°C = variação de 80°R ou
Designemos por x, y e z os comprimentos corres-
pondentes a 1 grau, em cada uma das três escalas. variação de 100°C = variação de 180°F
Sendo assim, o comprimento entre 0 e 100 da escala As escalas mais utilizadas são a Celsius, a
Celsius vale 100x; esse mesmo comprimento, no ter- Fahrenheit e, principalmente, a escala Kelvin, que é
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mômetro Réaumur, vale 80y e, no termômetro Fahre- a escala usada para medidas de temperatura dentro
nheit, vale 180z. Podemos, então, escrever: do sistema internacional de unidades.
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Sensibilidade dos III. Termômetro clínico: é um termômetro de
máxima, porque a coluna mercurial do tubo
termômetros só se movimenta espontaneamente quando
a temperatura se eleva; ao baixar a tempe-
Para que o termômetro tenha capacidade para ratura, o mercúrio do tubo não pode voltar
indicar pequenas variações de temperatura (sensi- ao reservatório porque sua pequena força
bilidade), é necessário que a haste seja muito fina, de contração é insuficiente para vencer a
de modo a permitir subdivisões no comprimento de resistência do estreitamente ou cotovelo, à
1 grau, devendo o reservatório ou bulbo do termôme- entrada do reservatório.
tro ser volumoso; no entanto, esta última condição
aumenta a inércia térmica, isto é, diminui a sensibi-
lidade quanto ao tempo, pois só quando a massa de
mercúrio é pequena, o termômetro pode colocar-se
rapidamente em equilíbrio térmico com o meio.
Temperatura
Termômetros especiais normal

Além dos termômetros comuns, nos quais o


líquido usado pode ser mercúrio, álcool, tolueno,
empregam-se ainda termômetros especiais como:
I. Os pirômetros: servem para altas tempera- Estreitamento
turas ; aproveitam a contração da argila pelo
calor (pirômetro de Wedgwood) ou aumento
de pressão do nitrogênio (pirômetro de mos-
trador) ou as qualidades da luz emitida (pirô-
metros ópticos) ou a dilatação de uma barra
metálica (pirômetro de quadrante).
IV. Termômetro de máxima e mínima de Six
e Bellani: tem a forma de um tubo em U;
funciona com álcool e mercúrio e leva dois
índices de metal, os quais indicam a máxi-
ma e a mínima temperaturas atingidas pelo
instrumento.
Domínio público

II. Termômetro normal de hidrogênio : é o


termômetro padrão, baseado na variação
de pressão de certa massa de hidrogênio
sujeita a volume constante. A definição do
grau Celsius é feita de acordo com o funcio-
namento desse termômetro, nos seguintes
termos: é a variação de temperatura capaz
de produzir a centésima parte da variação
de pressão que experimenta certa massa de
hidrogênio, quando passa, sob volume cons-
tante, da temperatura de fusão do gelo para
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a temperatura do vapor da água em ebulição


sob pressão normal.

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Dilatação térmica
É a variação de, no mínimo, uma das dimensões
lineares dos corpos sob a ação do calor. Nos sólidos
em forma de fios ou hastes de pequenas espessuras
e nas colunas líquidas contidas em tubos capilares,
a dilatação é apreciável apenas no comprimento e
chama-se dilatação linear; nos sólidos em forma de
lâminas, chapas ou placas delgadas, a dilatação é
apreciável no comprimento e na largura, ou seja, na
superfície, e chama-se dilatação superficial; quando
a dilatação é apreciável em todas as dimensões, ou Definimos coeficiente de dilatação linear ( ) como
seja, no volume, chama-se dilatação volumétrica ou a razão entre a variação de comprimento e o produto
cúbica. do comprimento inicial pela variação de temperatura
Vamos considerar os três estados básicos da sofrida, ou seja:
matéria:

=
0

sólido líquido gasoso


O coeficiente de dilatação linear varia com a
pressão e a temperatura, podendo-se indicar um
forma constante forma variável forma variável
coeficiente de dilatação verdadeiro a uma dada tem-
e e e
peratura; como a variação é pequena, admitimos um
volume constante volume constante volume variável coeficiente de dilatação linear médio para uma ampla
faixa de variação de temperatura.
Existem estados intermediários entre o sólido A unidade de será U ( ) = 1 e, geralmen-
e o líquido: o estado pastoso, que pode estar mais U( )
perto do sólido que do líquido ou vice-versa; o estado te, trabalhamos com U ( ) = ° C – 1 = K – 1
coloidal etc. A ordem de grandeza de é , para a maioria
Nos corpos isótropos, a dilatação se processa das substâncias, de 10 – 6 °C – 1; damos abaixo uma
igualmente em todas as direções, o que não se veri- tabela mostrando alguns coeficientes de dilatação
fica nos corpos anisótropos. linear médio.

Dilatação de sólidos Material (°C–1)


Vamos, para facilitar o nosso estudo, inicialmente invar (Fe - Ni) 0,05 x 10-5
considerar a dilatação dos sólidos, dividindo-os em três vidro pirex 3 x 10-6
tipos: dilatação linear, dilatação superficial e dilatação vidro comum 9 x 10-6
volumétrica.
platina 9 x 10-6
aço 11 x 10-6
Dilatação linear
ouro 15 x 10-6
Consideremos uma barra, de espessura despre- bronze 18 x 10-6
zível em comparação com o seu comprimento, sub-
prata 19 x 10-6
metida a uma temperatura 0 e vamos aquecê-la até
uma temperatura . Notamos que o seu comprimento alumínio 22 x 10-6
sofre um aumento que chamaremos dilatação linear zinco 26 x 10-6
( ) e é tal que: chumbo 27 x 10-6
= – 0
gelo 51 x 10-6
.
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Podemos, então, definir o comprimento de uma
barra em função de seu comprimento a uma dada
temperatura inicial, do coeficiente de dilatação linear
médio e da variação de temperatura sofrida; como
= , podemos escrever:
0 .

0 = ou 0 = – 0
S = S – S0
Definimos coeficiente de dilatação superficial
Passando 0
para o primeiro termo, = 0+ 0 , (   ) como a razão entre a variação da área e o produto
donde: da área inicial pela variação de temperatura sofrida,
ou seja:
= 0
(1 + )
= S
S0
Fazendo-se 0 = 0, o termo ( 1 + ) é chamado
de binômio de dilatação linear médio à temperatura .
O gráfico será : O coeficiente de dilatação superficial varia com
a pressão e a temperatura, podendo-se indicar um
coeficiente de dilatação verdadeiro a uma dada tem-
peratura; como a variação é pequena, admitimos um
coeficiente de dilatação superficial médio para uma
ampla faixa de variação de temperatura.
A unidade de será U( ) = 1 e, geralmen-
U( )
te, trabalhamos com U( ) = 0C – 1 = K – 1.
Podemos, então, definir a área de uma cha-
pa em função de sua área a uma dada tempera-
tura, do seu coeficiente de dilatação superficial
médio e da variação de temperatura sofrida;
S
como = , podemos escrever S0 = S ou
S0
S0 = S – S0; e passando S0 para o primeiro termo
temos:
tg = = 0

S = S0 ( 1 + )

Dilatação superficial Vamos determinar a relação entre e : pela


equação dimensional de área notamos que qualquer
Consideremos uma chapa, de espessura despre- área pode ser expressa por S = k . comprimento . com-
zível em comparação com o seu comprimento e sua primento, onde k é uma constante matemática que
largura, submetida a uma temperatura 0, e vamos depende da forma da figura. Como o nosso estudo
aquecê-la até uma temperatura . Notamos que a sua está sendo feito para corpos isótropos, a variação de
área sofre um aumento, que chamaremos dilatação área manterá a forma da figura, isto é, para qualquer
superficial ( S) e é tal que S = S – S0 temperatura, a chapa mantém a sua forma inicial; a
expressão S = S0 (1 + ) pode ser escrita:

k 2=k 0
2
(1 + ) (I)

Como para a dilatação linear, temos:


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= 0
(1+ )

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elevando-se os dois termos da igualdade ao
quadrado e multiplicando-os por k temos:

k 2=k 0
2
(1 + ) (II)
2

dividindo-se membro a membro (I) e (II), para


0
 = 0, teremos

(1 + ) = (1 + )
2

Definimos coeficiente de dilatação volumétrica


e desenvolvendo ( ) como a razão entre a variação de volume e o pro-
duto do volume inicial pela variação de temperatura
1+ =1+2 + 2 2 sofrida, ou seja:

= V
cortando-se a unidade e dividindo-se todos os V0
termos por , vem

=2 + 2 O coeficiente de dilatação volumétrica varia


com a pressão e a temperatura, podendo-se indicar
um coeficiente de dilatação verdadeiro a uma dada
e como a ordem de grandeza de é de 10– 6, o temperatura; como a variação é pequena, admitimos
termo 2 é tão pequeno que pode ser desprezado ou um coeficiente de dilatação volumétrica médio para
2 . Portanto, para efeitos práticos podemos fazer uma ampla faixa de variação de temperatura.

=2 A unidade de será U ( ) = 1( ) e, geralmen-


U
te, trabalhamos com U ( ) = °C – 1 = K – 1.
e constatamos que, a ordem de grandeza Podemos, então, definir o volume de um corpo
de é, para a maioria das substâncias, igual à de em função de seu volume a uma dada temperatura,
, isto é, 10 – 6 °C – 1. do seu coeficiente de dilatação volumétrica médio
É interessante observar a dilatação de uma cha-
e da variação de temperatura sofrida; como = V
pa provida de um orifício. V0
Notamos que a dilatação do orifício é na mesma podemos escrever: V0 = V ou V0 = V – V0
proporção que a dilatação da chapa, ou seja, um furo e, passando V0 para o primeiro termo, temos
em uma chapa dilata-se como se estivesse preenchi-
do pelo material da própria chapa. V = V0 (1 + )

Dilatação volumétrica ou cúbica Vamos determinar a relação entre e : pela


equação dimensional de volume notamos que qual-
Admitamos um corpo no qual as três dimen-
quer volume pode ser expresso por V = k . compri-
sões lineares são consideradas, submetido a uma
mento . comprimento . comprimento onde k é uma
temperatura 0. Aquecendo-o até uma temperatura
constante matemática que depende da forma da
, notamos que o seu volume sofre um aumento, que
figura; como o nosso estudo está sendo feito para
chamaremos dilatação volumétrica ou cúbica ( V) e
corpos isótropos, a variação de volume manterá a
é tal que V = V – V0.
forma da figura, isto é, para qualquer temperatura,
o corpo mantém a sua forma inicial; a expressão
V = V0 (1 + ) pode ser escrita:

k3=k 0
3
(1 + )(I)
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Como para a dilatação linear temos: = 0 (1 + ), a) Dilatação real ou absoluta: imaginemos um
elevando-se os dois termos da igualdade ao cubo e vaso completamente cheio de um líquido; esse
multiplicando-os por k vem: vaso é provido de um bico por onde, no aqueci-
mento, o líquido extravasa para um outro vaso,
k 3=k 0
3
(1 + )3 (II) conforme as figuras:

dividindo-se membro a membro (I) e (II), para


0
= 0 teremos

(1 + ) = (1 + )3

e desenvolvendo
1+ =1+3 +3 2 2
+ 3 3

cortando-se a unidade e dividindo-se todos os Quando aquecemos o líquido, uma parte dele
termos por , vem extravasa para o vaso menor. A nossa primeira ideia
é que a dilatação do líquido é o próprio volume ex-
=3 + 3 2
+ 3 2
travasado; obviamente, quando aquecemos o líquido
estaremos aquecendo também o vaso que o contém,
que também sofrerá dilatação; a dilatação do líquido
e como a ordem de grandeza de é de 10–6, os será, então, a dilatação que o vaso tiver sofrido mais
termos 2 e 3 são tão pequenos que podem ser des- o volume extravasado:
prezados ou
Vliq = Vvaso + Vextravasado
3 ;

portanto, para efeitos práticos podemos fazer: b) Dilatação aparente : como acabamos de
perceber, o volume extravasado parece ser
=3 a dilatação do líquido e por isso é chamado
dilatação aparente; da equação anterior po-
demos escrever:
e constatamos que, a ordem de grandeza de
é, para a grande maioria das substâncias, igual à de V0 = V0 + Vaparente ou
liq vaso
, isto é, 10–6°C–1.
Vaparente = V0 ( liq
– vaso
)

Dilatação
V aparente= V0 aparente
térmica de líquidos Se e considerando o
mesmo V0 anterior, para o mesmo teremos:
A dilatação térmica dos líquidos é mais simples
do que a vimos para os sólidos; não faz sentido falar de V0 aparente
= V0 ( liq
– vaso
)
um fio de líquido ou uma chapa de líquido.
Nos líquidos só estudamos a dilatação volumé- e eliminando os termos comuns, vem:
trica; então, podemos escrever, baseados na dilatação
cúbica de um corpo sólido ( V = V0 + ) absoluta liq
= vaso
+ aparente
onde, como sempre, V é a variação de volume, V0 é o
volume inicial, é a variação de temperatura e é um
coeficiente de dilatação volumétrica; o problema apa- Em consequência, devemos considerar para
rece aí: um líquido não pode ser aquecido diretamente; cada líquido um coeficiente de dilatação absoluta,
para ele deve ser colocado em um vaso, que também se característico do líquido, e vários coeficientes de di-
dilata por ação do calor; por isso, temos de distinguir latação aparente, os quais dependem da substância
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em um líquido dois valores da dilatação: a dilatação do vaso que serve de continente.


real ou absoluta e a dilatação aparente.
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Dilatação anômala da água Gráfico da dilatação
A água apresenta notável irregularidade em sua
anômala da água
dilatação. Aquecida de O°C a 4°C, a água se contrai
e só desse ponto para cima é que se dilata, de modo
que a 4°C a água apresenta volume mínimo e, por-
tanto, densidade máxima.
Em consequência dessa irregularidade, a água a
0°C é menos densa que a 4°C e coloca-se à superfície;
se houver congelamento da água, este inicia-se pela
superfície e abaixo da camada de gelo encontra-se
água a 4°C. Esse fenômeno, que se processa nos
mares, rios ou lagos congelados, pode ser observado
em laboratório por meio do aparelho de Hope que se
constitui de um cilindro que contém água e é muni-
do de dois furos atravessados por termômetros A e
B; a parte central do cilindro é circundada por uma
proveta contendo mistura de gelo e sal.
IESDE Brasil S.A

1. (CESGRANRIO) Utiliza-se como termômetro um reci-


A
piente cujo volume é constante e contém um gás cuja
pressão é medida nas seguintes situações:
PRESSÃO DO GÁS
(em mm Hg)
1 - Com o recipiente em equilíbrio
térmico com uma mistura de água e
gelo (também em equilíbrio térmico). 300
B
2 - Com o recipiente em equilíbrio
térmico com vapor de água em
ebulição (sob pressão normal). 420
3 - Com o recipiente em equilíbrio
As temperaturas das partes superior e inferior térmico com óleo aquecido. 480
são tomadas em intervalos regulares de tempo e, a Na escala Celsius desse termômetro, a temperatura
partir daí, construímos um gráfico. do óleo é:
De início, a água fria da parte central é mais densa a) 60ºC
que a água acima e abaixo do cilindro; na metade inferior
do cilindro inicia-se um movimento da água fria para baixo b) 100ºC
e a temperatura tende rapidamente para 4°C; ao atingir c) 120ºC
esta temperatura, a água da parte inferior se torna mais
densa e a temperatura aí se mantém estacionária. d) 150ºC
A água da parte superior, porém, se resfria e, ao e) 180ºC
atingir a temperatura de 4°C, torna-se mais densa que
a da parte central; inicia-se a circulação de água na `` Solução: D
metade superior, descendo a água mais aquecida e PV
subindo a água mais fria; o termômetro superior atinge Como temos que PV = nRT, então: T =
nR
rapidamente a temperatura de O°C, enquanto que o
inferior continua mostrando a temperatura de 4°C. V
Para o volume de um gás sendo constante: T = P
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nR

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V 3. O gráfico abaixo estabelece a relação entre uma escala
sendo T proporcional a P e o termo sendo uma cons-
nR hipotética de temperaturas e a escala Celsius.
tante, podemos montar o seguinte esquema envolvendo
as duas escalas: (°H)

C 480
40

100 420

–50

0 300 (°C)

A temperatura da água em ebulição, sob pressão


atmosférica normal, vale:
°C mm de Hg a) 60°H
Os segmentos geométricos proporcionais nos darão: b) 80°H
C – 100 100 – 0 e, portanto, c) 100°H
=
480 – 420 420 – 300 d) 120°H
C – 100 100 ou C – 100 = 50 e) 150°H
=
60 120
C = 150°C `` Solução: D

Letra D. O gráfico nos mostra que – 50°C 0°H e 40°H 0°C e a


escala é linear. Podemos montar o esquema clássico:
2. (Mack) A indicação de uma temperatura na escala
Fahrenheit excede em duas unidades o dobro da 100 H
correspondente indicação na escala Celsius. Essa
temperatura é :
a) 300°C
0 40
b) 170°C
c) 150°C
d) 100°C
-50 0
e) 50°C

`` Solução: C
Pegando-se a equação de correspondência entre °F e °C:
°C °H
C (F – 32) ; tirando-se do problema
=
5 9 Os segmentos geométricos proporcionais nos darão:
F – 2 = 2C ou F = 2C + 2 e substituindo na equação H – 40 40 – 0
= e, portanto,
9C = 5(2C + 2 – 32) 9C = 10C – 150 100 – 0 0 – (– 50)

ou C = 150°C H – 40 = 2 x 40 ou H = 120°H

letra C. Letra D.
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6. (Fuvest) Considere uma chapa de ferro, circular, com um
orifício circular concêntrico. A temperatura inicial de 30ºC, o
orifício tem um diâmetro de 1,0cm. A chapa é então aquecida
a 300ºC. Qual a variação do diâmetro do furo, se o coeficiente
de dilatação linear do ferro é 12 . 10–5ºC– 1?
4. (UFRJ) Em uma escala termométrica, que chamare-
mos de Escala Médica, o grau é chamado de grau `` Solução:
médico e representado por °M. 2πR = 2πR0 (1 + )
A escala médica é definida por dois procedimentos D = 1 . 12 . 10-5 . (300 – 30) D = 3,24 . 10-2cm
básicos: no primeiro, faz-se corresponder 0°M a
36ºC e 100ºM a 44°C, no segundo, obtém-se uma
unidade de ºM pela divisão do intervalo de 0°M a
100ºM em 100 partes iguais.
a) Calcule a variação em graus médicos que cor-
responde à variação de 1°C.
7. (EFOMM) Na figura, a barra metálica vertical, de
b) Calcule, em graus médicos, a temperatura de 25,0cm de comprimento, é iluminada pela fonte pontual
um paciente que apresenta uma febre de 40°C. indicada. A sombra da barra é projetada numa parede
vertical.
`` Solução:
a) Existe proporcionalidade entre as variações, por-
tanto:
x 100 – 0 x = 12,5 °M
=
1°C 44 – 36
b) Montando o esquema:
100 44

M 40
Aumentando-se de 100°C a temperatura da barra,
observa-se que a sombra da extremidade superior
da mesma se desloca de dois milímetros. Qual o
0 36 coeficiente de dilatação térmica do material de que
é feita a barra?
a) 2 . 10 – 5°C – 1
b) 3 . 10 – 5°C – 1
°M °C
c) 4 . 10 – 5°C – 1
M–0 100 – 0
=
40 – 36 44 – 36 d) 6 . 10 – 5°C – 1
M 100 e) 8 . 10 – 5°C – 1
= M = 50°M
4 8
`` Solução: A
30 90 + 30
5. (Santa Casa) A temperatura de um corpo homogêneo Pela semelhança de triângulos; =
25
aumenta de 20°C para 920°C e continua em estado sombra

sólido. A variação percentual do volume do corpo foi 30


sombra
= 100cm após aquecimento
de 3,24%. Determine o coeficiente de dilatação linear 25 (1 + . 100)
médio do material. 90 + 30 30
= ou =
+ 0,2 25 (1 + . 100)
`` Solução: sombra
120 , portanto, 100,2 = 100 (1 + 100 )
3,24
EM_V_FIS_013

V = = 8 900 100 + 0,2


V0 100 0,2
= 36 . 10 – 6 e como 3 =12 . 10–6°C –1 = ou = 2 . 10-5°C -1 (opção A).
10 000
10
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8. (USP) Nos países de inverno rigoroso, verifica-se a 11. (PUC) O coeficiente de dilatação aparente de um
congelação apenas da superfície dos lagos e rios. A líquido é:
água não se congela completamente porque:
a) menor que o real.
a) o máximo de densidade da água se verifica a 4°C
b) menor que o coeficiente de dilatação do recipiente.
e o gelo , razoável isolante térmico, é menos denso
que a água. c) maior que o real.
b) o ar se esfria antes da água, congelando-se pri- d) igual ao real.
meiro a superfície dos líquidos em contato com o
e) não tem relação com o real.
referido ar e daí propagando-se a congelação em
profundidade. `` Solução: A
c) a água em movimento dificilmente se congela. Se = + e esses valores são sempre positivos
liq vaso aparente
d) a água se comporta como a maioria dos líquidos em teremos > .
liq aparente
relação às variações de temperatura.

`` Solução: A
Como a água faz uma dilatação anômala, a 4°C ela
apresenta densidade máxima.
9. (UERJ) Um frasco completamente cheio de água é 12. (Cesgranrio) Um petroleiro recebe uma carga de
aquecido e transborda um pouco desse líquido. O vo- 1,0 . 106 barris de petróleo (1,6 . 105m3) no Golfo Pér-
lume transbordado mede: sico, a uma temperatura de aproximadamente 50ºC.
a) a dilatação absoluta da água. Qual a perda, em volume (em barris), por efeito de
contração térmica, que esta carga apresenta, quando
b) a dilatação absoluta do frasco. descarregada no Sul do Brasil, a uma temperatura
c) a dilatação aparente da água. de cerca de 20ºC ? O coeficiente de expansão (di-
latação) térmica do petróleo é 1.10–3ºC– 1.
d) a dilatação do frasco mais a da água.
a) 3 barris. b) 3 . 101 barris.
e) a dilatação relativa do líquido.
b) 3 . 102 barris. d) 3 . 103 barris.
`` Solução: C
c) 3 . 104 barris.
Se o frasco está, inicialmente, cheio de água, o volume
transbordado mede sempre a dilatação aparente. `` Solução: E
10. (UFF) A relação entre o coeficiente de dilatação real de V = V0 + γΔθ
um Iíquido ( ), seu coeficiente de dilatação aparente (a) V = 106 . 10-3 . (20 – 50)
e o coeficiente de dilatação volumétrica do recipiente (K)
é dada por: V = – 30 . 103
K V perda = 3 . 104 barris
a) a =
+K
b) a = + K
c) K = a +
a+K
d) =
aK 1. (Cesgranrio) A correspondência entre as escalas termo-
e) = a + K métricas kelvin e Celsius se caracteriza pelo gráfico :
a) K
`` Solução: E
Como foi visto, teoricamente o coeficiente de dilatação
real do líquido vale a soma do coeficiente de dilatação do
vaso com o coeficiente de dilatação aparente.
EM_V_FIS_013

x C

11
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b) K d) 25ºC
273
e) 30ºC
4. (FCM-UEG) – C – A temperatura de fusão do mercúrio
é de –38,2°F; logo a sua temperatura de congelação na
escala termodinâmica é, aproximadamente:
C
a) 312K
c) K b) 311K
273 c) 234K
d) 235K
e) todas as anteriores estão erradas.
5. (AFA-Adaptado) Um termômetro de gás, à pressão
C constante, apresenta a seguinte equação termométrica:
T = 4V – 600, onde T é dada em °C e V em cm3. Nessas
d) K condições o volume do gás, na temperatura do ponto
triplo da água, vale, em cm3:
C a) 81
273
b) 150
c) 175
d) 600
e) K
6. (AFA) A relação entre a escala Fahrenheit e uma dada
escala P é determinada pelo seguinte gráfico:

F
135
273 C

2. (Associado) No grande Rio, observa-se que em Bangu, P


um dos bairros mais quentes no verão, os termômetros 25 100
chegam a marcar 40ºC, enquanto que no Alto da Boa Vista 25 oC corresponde, em oP, a
A temperatura de – 
essa marca chega, quando muito, a 26ºC. Tal variação, na 9
escala Kelvin, será de: a) 40
a) 14 b) 50
b) 213 c) 60
c) 277 d) –50
d) 287 7. (EN) Gradua-se um termômetro tomando-se para
e) 299 pontos fixos o da ebulição do álcool suposta a 80ºC e
o da ebulição da água. No ponto de ebulição do álcool
3. (Cesgranrio) Um termômetro foi construído de tal forma
marca-se 0 grau, e no da água marca-se 100 graus. A
que, para a temperatura de fusão do gelo, sua escala acusa
temperatura, na escala Celsius, que corresponde a 70º
10 graus, e para o ponto de ebulição da água, acusa
dessa nova escala é:
60 graus. A temperatura correspondente, na escala Cel-
sius, para quando esse termômetro estivesse acusando a) 92
20 graus, seria: b) 94
a) 10ºC c) 96
EM_V_FIS_013

b) 15ºC d) 98
c) 20ºC e) 135
12
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8. (AFA) Na figura abaixo, apresentamos três escalas ter- O coeficiente de dilatação linear α é expresso em:
mométricas : Celsius, Fahrenheit e uma desconhecida X. a) m2K
Os valores inferiores e superiores indicados representam,
respectivamente, as temperaturas de fusão e de ebulição b) mK-1
da água. Quando a escala X indicar 110, as leituras, nas c) m-2K
escalas Farenheit e Celsius, serão, respectivamente:
d) m-2
C F X e) K-1
100 212 200
14. (PUC-Rio) Uma porca está muito apertada no parafuso.
O que você deve fazer para afrouxá-la?
C F X

0 32 20

a) 106 e 50 a) É indiferente esquentar ou esfriar a porca.


b) 106 e 90 b) Esfriar a porca.
c) 122 e 50 c) Esquentar a porca.
d) 122 e 90 d) É indiferente esquentar ou esfriar o parafuso.
9. (Cesgranrio) A expressão que relaciona a temperatura e) Esquentar o parafuso.
de um corpo nas escalas Kelvin (T) e Celsius (t) é, 15. (Fuvest) O gráfico abaixo dá os comprimentos de três
aproximadamente, igual a: barras, A, B e C em função da temperatura.
a) T = t + 273
b) T = t – 273
c) T = t x 273
d) T = t
273
t
e) T = + 2
73 Quanto aos coeficientes de dilatação linear podemos
5 afirmar:
a) αA < αB < αC
10. Por que o vidro do tipo pirex não quebra quando o
colocamos no forno? b) αA > αB > αC
11. Explique como podemos utilizar o comprimento de uma c) αA = αB = αC
barra, como grandeza termométrica, na construção de um
d) αA = αB < αC
termômetro.
16. (Unirio) Um quadrado foi montado com três hastes
12. Suponha que para passar da forma mostrada na figura
de alumínio (α AL = 24 . 10 -6oC -1) e uma haste de
A à figura B, a lâmina bimetálica tenha sido aquecida.
aço(αAÇO = 12 .10-6oC-1), todas inicialmente à mesma
Qual das duas lâminas tem maior coeficiente de dilata-
temperatura. O sistema, é, então, submetido a um
ção linear?
processo de aquecimento, de forma que a variação de
temperatura é a mesma em todas as hastes. Podemos
afirmar que, ao final do processo de aquecimento, a fi-
gura formada pelas hastes estará mais próxima de um:
a) quadrado.
b) retângulo.
13. (Cesgranrio) A fórmula seguinte relaciona a dilatação
linear ∆L de uma barra de metal, em função de seu c) losango.
comprimento L e da variação de temperatura ∆T por d) trapézio retângulo.
ela sofrida:
EM_V_FIS_013

e) trapézio isósceles.
T

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17. (FEI-SP) Qual o coeficiente de dilatação volumétrica 24. (UFSC) Quando aquecemos determinada massa de
de uma barra metálica que experimenta um aumento água de 0oC a 4oC:
de 0,1% em seu comprimento para uma variação de
a) o volume diminui e a densidade aumenta.
temperatura de 100oC?
b) o volume aumenta e a densidade diminui.
18. (UFRJ) As figuras ilustram como funciona o “pisca-
-pisca” de um automóvel. c) o volume e a densidade diminuem.
d) nada se pode afirmar a respeito.
e) o volume e a densidade aumentam.
25. (FEI-SP) O coeficiente de dilatação aparente de um
líquido é:
a) menor que o real.
b) menor que o coeficiente de dilatação do recipiente.
O circuito é fechado por duas lâminas metálicas – uma de c) maior que o real.
um material A e outra de um material B – soldadas e de
d) igual ao real.
mesmo comprimento à temperatura ambiente (figura 1). Ao
serem percorridas por uma corrente elétrica, elas se dilatam e) não tem relação com o real.
desigualmente e se encurvam, interrompendo o circuito 26. (UERJ) Um frasco completamente cheio de água é
(figura 2). Quando se resfriam, restabelece-se o contato e aquecido e transborda um pouco desse líquido. O vo-
assim sucessivamente. Compare os coeficientes de dilatação lume transbordado mede:
linear do material A(αA ) e do material B(αB) e verifique se
αA > αB, αA = αB ou αA < αB. Justifique sua resposta. a) a dilatação absoluta da água.
19. (UFV) Uma barra de alumínio com 10,000m de com- b) a dilatação absoluta do frasco.
primento a 20oC tem seu comprimento elevado para c) a dilatação aparente da água.
10,022m, quando aquecida à temperatura de 120oC.
Calcular o coeficiente de dilatação térmica volumétrico d) a dilatação do frasco + a da água.
do alumínio, em oC-1. 27. (UFF) Um caminhão-tanque é abastecido na refinaria,
20. Por que não é conveniente usar água para fazer um ter- às 4 horas da manhã, a uma temperatura ambiente de
mômetro? 15oC, com 10 000 de combustível.

21. Por que uma garrafa de vidro cheia d’água ao ser co- Após trafegar sob o Sol durante várias horas, o
locada no congelador, após certo intervalo de tempo, caminhão descarrega todo o combustível no posto, a
quebra-se? uma temperatura ambiente de 40oC. Sendo o coeficiente
volumétrico de dilatação térmica do combustível 1,2 . 10-3
22. Compramos petróleo a 50oC e vendemos a 15oC. Esta- C , o volume adicional descarregado pelo caminhão é,
o -1
mos tendo lucro ou prejuízo, se o preço de venda é igual aproximadamente, igual a:
ao de compra, mais despesas do transporte?
a) 50
23. (EsPCEx) Um posto recebeu 5 000 litros de gasolina
b) 100
a uma temperatura de 35ºC. Com a chegada de uma
frente fria, a temperatura ambiente baixou, e a gasolina c) 200
foi totalmente vendida a 20ºC. Sabendo-se que o coefi-
d) 300
ciente de dilatação volumétrica da gasolina é de 1,1 . 10-3
ºC-1, e considerando-se desprezível a sua evaporação, e) 400
podemos afirmar que o prejuízo sofrido pelo dono do
28. (UFRJ) Dois caminhões de transporte recebem 10 000
posto, em litros de gasolina, foi de:
litros de gasolina cada um, em cidades diferentes. A
a) 55 gasolina do caminhão 1 está na temperatura de 24o C e
a do caminhão 2, na temperatura de 12o C. Compare a
b) 82,5
massa da gasolina transportada pelo caminhão 1 (m1)
c) 100 com a massa da gasolina transportada pelo caminhão
2 (m2) e verifique se m1 > m2 ,m1 = m2 ou m1 < m2.
d) 110
EM_V_FIS_013

Justifique sua resposta.


e) 192,5

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c) 19º
d) 29º
4. (AFA) Tomando-se a pressão como grandeza termo-
1. Um tubo, como o da figura abaixo, contém uma bola de
métrica e escolhendo dois pontos fixos (t1, p1) e (t2, p2),
mercúrio, que pode, sob a ação da massa de ar que está
uma temperatura t qualquer é dada por:
no tubo, deslocar-se para cima e para baixo.
a) t = t1 + (t2 – t1) p
b) t = t1 + (t2 – t1) (p – p1)
c) t = t1 + (t2 – t1) (p – p1) / (p2 – p1)
d) t = t2 + (t1 – t2) (p – p1) / (p2 – p1)
5. (AFA) Um termômetro de escala Celsius, inexato, porém
ar h com seção interna uniforme, marca temperaturas de
2ºC e 60ºC quando outro termômetro exato acusa 1ºC
e 80ºC, respectivamente. Sabendo-se, porém, que em
determinada situação ambos marcarão a mesma tempe-
Colocando-se o tubo, no gelo fundente, a altura h é de ratura, conclui-se que essa temperatura (ºC) será:
4,0cm e, na água em ebulição, a altura é de 76cm. a) 1,5
Quando no laboratório a altura se estabilizou aos 30cm,
podemos dizer que a temperatura do laboratório é, em b) 4,76
ºC, de: c) 30
a) 40 d) 40
b) 35,8 6. (Associado) Em um termômetro de gás em evolução
c) 50 isobárica (mantendo a pressão constante), foram
encontrados os seguintes valores para as medições
d) 38,7
efetuadas:
e) 36,1
AB = 10,00cm AC = 3,00cm
2. (EMC-RJ) Uma temperatura foi determinada nas escalas
Celsius e Fahrenheit. O valor obtido na segunda escala A C B
era o quadrado do obtido na primeira. Assim, a tempe-
ratura Celsius pode ser:
a) da ordem de 40°C.
b) entre 6°C e 7°C.
c) entre 20°C e 25°C. (gelo e laboratório (vapor e
d) entre 46°C e 47°C. água) água)
gás
e) superior a 60°C.
3. (AFA) A relação entre as escalas termométricas X e
Celsius é dada pelo gráfico abaixo.
Utilizando-se, todavia, uma massa diferente de gás, a
tx (ºx) distância entre os pontos fixos, A e B, passou a 15,00cm.
Podemos dizer, então, que a distância AC, para o
laboratório, seria de:
20 tc (ºC)
a) 3,00cm
–10
b) 2,00cm

Quando a temperatura for 38ºC, X será igual a: c) 6,00cm


d) 1,67cm
EM_V_FIS_013

a) 9º
b) 18º e) 4,50cm

15
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7. (EMC) Em um recipiente com água quente, dois ter- 11. (Elite) Se uma temperatura Fahrenheit valesse 1,7
mômetros medem, simultaneamente, a temperatura. vezes a sua correspondente Celsius, qual seria essa
Sabendo-se que um desses termômetros usa a escala temperatura?
Celsius e o outro a escala Fahrenheit, qual é a tempe-
12. (UEL) O volume de um bloco metálico, sofre um aumen-
ratura da água admitindo-se que a diferença entre suas
to de 0,6%,quando sua temperatura varia de 200oC. O
leituras é igual a 100?
coeficiente de dilatação linear médio desse metal, em
8. (FCM-UEG) Mergulhado em um líquido, um termôme- C , vale:
o -1

tro Fahrenheit acusa uma elevação de temperatura de


a) 1,0 . 10-5
18º. Que elevação de temperatura indicaria, nas mesmas
condições, um termômetro Celsius? b) 3,0 . 10-5
9. (EMC) Um termômetro é graduado arbitrariamente, c) 1,0 . 10-4
marcando-se 230º no gelo fundente e 30º no vapor de
d) 3,0 . 10-4
água em ebulição, ambos sob pressão normal. Quanto
marcará esse termômetro à temperatura de –20ºC ? e) 3,0 . 10-3
10. (Cesgranrio - Adaptado) É bastante comum nas pesso- 13. (Unirio) A figura abaixo representa uma lâmina bimetáli-
as leigas, a confusão de febre com hipertermia; a febre ca. O coeficiente de dilatação linear do metal A é metade
é uma síndrome, isto é, um conjunto de sintomas e um, do coeficiente de dilatação do metal B. À temperatura
dentre eles, é a hipertermia; algumas doenças podem, ambiente, a lâmina está na vertical. Se a temperatura for
inclusive, provocarem o efeito oposto, uma hipotermia; aumentada em 200oC a lâmina:
assim, quando o médico avalia a temperatura de um
paciente, usa um termômetro para ter mais um sintoma
para ajudar no seu diagnóstico.
Um médico necessitou de um velho termômetro com
a escala totalmente apagada; para usá-lo, ele o coloca
a) continuará na vertical.
em equilíbrio térmico, primeiro, com gelo fundente e,
depois, com água em ebulição sob pressão atmosférica b) curvará para a frente.
normal. Em cada caso, ele anota a altura atingida pela
c) curvará para trás.
coluna de mercúrio: 10,0cm e 30,0cm, respectivamente,
medida sempre a partir do centro do bulbo. A seguir, d) curvará para a direita.
ele espera que o termômetro entre em equilíbrio térmico
e) curvará para a esquerda.
com o paciente e verifica que, nessa situação, a altura
da coluna de mercúrio é de 18,0cm. 14. (UFF) O gráfico mostra como varia o comprimento (L)
de uma barra metálica em função da temperatura (θ).
Podemos afirmar que o coeficiente de dilatação volumé-
(cm³) trica do metal é:
θv 30

? 18

θg 10

0 θ (ºC)
θg θv a) 2,0 . 10-5 oC-1
b) 6,0 . 10-5 oC-1
Qual a indicação da temperatura desse paciente, nesse
termômetro? c) 4,0 . 10-5 oC-1
a) 20ºC d) 8,0 . 10-5 oC-1
b) 30ºC e) 10,0 . 10-5 oC-1
c) 40ºC 15. (Cesgranrio) A diferença entre os comprimentos de
d) 50ºC duas barras vale 50cm, qualquer que seja a temperatura
EM_V_FIS_013

que suportem. Os coeficientes de dilatação linear valem


e) 60ºC respectivamente 1,6×10-5 oC-1 e 2,1 × 10-5 oC-1. Assim
sendo, podemos dizer que a barra maior mede:
16
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a) 160cm é o coeficiente de dilatação linear, L0 é o comprimento
b) 210cm da barra à temperatura mais baixa, ∆t é a variação de
temperatura e ∆L, a variação de comprimento. Com base
c) 320cm
no enunciado, responda:
d) 270cm
a) O que deveria acontecer com a barra para que o
e) 180cm coeficiente de dilatação linear do seu material fosse
nulo?
16. (FEI-SP) As barras A e B da figura têm, respectiva-
mente, 1 000mm e 1 001mm de comprimento a 20oC. b) Se a barra fosse constituída de cobre, o coeficiente
de dilatação calculado seria α = 17 × 10-5 o C-1. Qual
o significado físico desse valor?
21. Um comerciante de tecidos utiliza uma trena metálica
(metro), que foi graduada à temperatura de 18o C. Utili-
zando a mesma em um dia em que a temperatura é de
36ºC, ele cobra do cliente x reais. Se o preço correto do
Seus coeficientes de dilatação linear são tecido é igual a y reais, comparar x com y, isto é, verificar
o o
αA = 3 . 10-5 C-1 e αB = 10-5 C-1 se x > y, x = y ou x < y. Justifique sua resposta.
A temperatura em que a barra C ficará na posição horizontal 22. (Unicamp) Para medir um comprimento fixo X0 (por
é: exemplo, a distância de arremesso de um dardo numa
a) 50oC competição esportiva) utilizam-se duas trenas metálicas
b) 80oC de precisão, A e B, fabricadas com materiais diferentes
e calibradas a 20oC.
c) 60oC
Temperatura das trenas
d) 70oC
O0C 400
e) 90oC
Trena A X1 X2
17. (Fuvest) Um estudante decide construir um termômetro
Trena B X3 X4
utilizando a dilatação térmica de uma barra metálica, cujo
o
coeficiente de dilatação linear é α = 5 . 10-3 C-1. A barra
tem comprimento de 100cm à temperatura de 25oC. Se Imagine que essa mesma distância X0 tenha que ser
em um determinado dia a barra mede 105cm, qual a medida em condições climáticas de temperaturas
temperatura daquele dia? diferentes. Se as medidas do comprimento fixo X0 forem
18. (PUC-SP) Uma régua de latão foi calibrada para ser feitas com ambas as trenas a 0oC e a 40oC, obter-se-ão
utilizada em medições a 20ºC. Em que temperatura uma os resultados numéricos representados na tabela por
leitura de 30cm feita com essa régua terá um erro de X1, X2, X3, e X4.
cerca de 1mm de acréscimo? α d = 19 . 10-6ºC-1. Sabendo-se que o coeficiente de dilatação linear da
trena A é menor do que o coeficiente de dilatação linear
19. (UFBA) Uma barra tem 100,0cm de comprimento a 0oC;
da trena B, ordene em sequência crescente 5 valores
quando aquecida, a razão entre o acréscimo de seu
X0, X1, X2, X3, X4.
comprimento inicial e o comprimento inicial varia com a
temperatura de acordo com o gráfico abaixo. Quando 23. (Cesgranrio) Misturando-se convenientemente água e
a temperatura atingir 1 500oC, o comprimento da barra álcool, é possível fazer com que uma gota de óleo fique
será igual a . . . . . . .cm. imersa, em repouso, no interior dessa mistura, como
exemplifica o desenho abaixo. Os coeficientes de dilata-
ção térmica da mistura e do óleo valem, respectivamente,
2,0 . 10-4/oC e 5,0 . 10-4/oC.
Esfriando-se o conjunto e supondo-se que o álcool não
evapore, o volume da gota:

20. (UFRS) Os livros de Física definem o coeficiente de


dilatação linear do material que constitui uma barra,
EM_V_FIS_013

∆L
através da expressão matemática α = ; onde α
L0 . ∆t

17
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a) diminuirá e ela permanecerá em repouso. 28. (Unicamp) Ao guardar dois copos de vidro iguais, uma
b) diminuirá e ela tenderá a subir. dona de casa encaixou um dentro do outro. Quando
foi utilizá-los de novo, os dois estavam presos e ela
c) diminuirá e ela tenderá a descer. não conseguiu separá-los. Resolveu, então, colocar
d) aumentará e ela tenderá a subir. água quente no copo interno. Você acha que ela teve
sucesso? Explique e em caso negativo, sugira outro
e) aumentará e ela tenderá a descer. procedimento prático para separar os copos, evitando
24. (Osec-SP) Um recipiente de vidro tem a 0oC volume que eles quebrem.
interno de 45cm3. Sabendo que γγHg = 180 . 10-6 oC-1 e que 29. (Fuvest) A 10oC, 100 gotas idênticas de um líquido ocu-
γγvidro= 24 . 10-6 oC-1, calcular a quantidade de mercúrio pam um volume de 1,0cm3. A 60oC, o volume ocupado
que se deve colocar no recipiente, a fim de que o volume pelo líquido é de 1,01cm3. Calcule:
da parte vazia não se altere ao variar a temperatura.
a) A massa de 1 gota de líquido a 10ºC, sabendo-se que sua
a) 2,0cm3 densidade, a essa temperatura, é de 0,90g/cm3.
b) 3,0cm3 b) O coeficiente de dilatação volumétrica do líquido.
c) 4,0cm3 30. (UFOP) Um frasco de vidro, cujo volume é 1 000cm3 a 0oC,
d) 5,0cm3 está completamente cheio de mercúrio a essa temperatu-
ra. Quando o conjunto é aquecido até 200oC, transbordam
e) 6,0cm3 34cm3 de mercúrio. γγHg = 1,8 . 10-4oC-1
25. (AFA) Um recipiente cuja capacidade volumétrica a zero Calcule:
graus Celsius é 3 000cm3, está completamente cheio a) O aumento do volume sofrido pelo mercúrio.
de um líquido. O conjunto foi aquecido de 0ºC a 100ºC,
ocorrendo um transbordamento de 24cm3. O coeficiente b) O coeficiente de dilatação linear do vidro.
de dilatação aparente desse líquido, em ºC–1, é: 31. (UFRRJ) Pela manhã, com temperatura de 10oC, João
a) 8 . 10–5 encheu completamente o tanque de seu carro com gaso-
lina e pagou R$33,00. Logo após o abastecimento deixou
b) 8 . 10–3 o carro no mesmo local, só voltando para buscá-lo mais
c) 8 . 10–2 tarde, quando a temperatura atingiu a marca de 30oC.
d) 8 . 10–1 Sabendo-se que o combustível extravasou, que o tanque
não dilatou e que a gasolina custou R$1,10 o litro, quanto
26. (Unificado) Um copo de alumínio está cheio até a borda
João perdeu de dinheiro? Dado: coeficiente de dilatação
com um líquido, ambos em equilíbrio térmico a tempe-
térmica da gasolina é igual a 1,1 . 10-3oC-1.
ratura ambiente. Eleva-se então, muito lentamente, à
temperatura ambiente desde 15o C até 35o C. 32. (IME-RJ) A 0oC, o volume do bulbo de um termômetro
é V0 e a secção reta do tubo capilar é constante e igual
Sendo γγLiq = 10,7 . 10-4 oC-1 e γγAl = 0,7 . 10-4oC-1 , qual a A0. O coeficiente de dilatação linear do vidro é α ºC-1
a fração percentual do volume inicial do líquido que e o coeficiente de dilatação volumétrica do mercúrio
transborda? é γ ºC-1. Se o mercúrio enche completamente o bulbo
a) 1% à temperatura de 0 oC, mostre que o comprimento
da coluna de mercúrio no capilar é proporcional à
b) 2%
temperatura (q> 0oC).
c) 3%
d) 4%
e) 5%
27. (UFRN) Suponha um recipiente com capacidade de
1,0 litro cheio com um líquido que tem o coeficiente
de dilatação volumétrica duas vezes maior que o co-
eficiente do material do recipiente. Qual a quantidade
de líquido que transbordará quando o conjunto sofrer
uma variação de temperatura de 30oC?
EM_V_FIS_013

Dado: coeficiente de dilatação volumétrica do líquido


o
= 2 . 10-5 C-1

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15. B
16. E
o
17. γ = 3 . 10-5 C-1
1. C
18. αA>αB
2. A o
19. 6,6 × 10-5 C-1
3. C
20. A água sofre contração valumétrica entre 0oC a 4oC e
4. C
é transparente.
5. B
21. De 4oC a 0oC, a água sofre expansão, isto é, o gelo ocupa
6. A mais espaço que a água líquida.
7. B 22. Como pagamos por volume, estamos tendo prejuízo
devido à contração.
8. C
23. B
9. A
24. A
10. Porque tem um baixo coeficiente de dilatação.
25. A
11. ∆L = Lo . ∆T. A variação do comprimento da barra é
proporcional à variação de temperatura. 26. C
12. Observando a figura vemos que o arco (1) é maior que o arco 27. D
(2), então: ∆ 1 > ∆ 2∴ 0 α1∆θ > 0 α2 ∆θ e α1 > α2 .
28.
EM_V_FIS_013

13. E v1 = v2
14. C d1 < d2
m1 < m2 19
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23. C
24. E
25. A
1. E
26. B
2. B
27. 0,30cm3
3. A
28. Não, o copo externo deve ser mergulhado na água quente.
4. C
29.
5. B
a) 9,0 . 10-3g.
6. E
o
b) 2 . 10-4 C-1
7. 85oC
30.
8. 10 VARoC
a) 36cm3
9. ∆Tc = 10°C
b) 0,1 . 10-4 oC-1
10. 19 . 40°C
31. R$ 0,73
11. É impossível, pois a menor temperatura, em Celsius, é
–273°C (cuidado, nem sempre uma resposta matemática
32. L =
satisfaz uma questão física).
12. A
13. E
14. B
15. B
16. D
17. 35o
18. –155,4°C
19. 118cm
20.
a) O comprimento inicial da barra deveria ser muito
grande (tendendo ao infinito), como a relação entre
a variação do comprimento da barra e a variação de
temperatura é constante e vale Lo . α, o coeficiente
de dilatação linear tenderia a zero para manter essa
relação constante.
b) Significa que uma barra feita de cobre sofre 0,017%
em relação ao seu comprimento inicial quando sua
temperatura sobe 1°C.
21. A
18oC a leitura é correta e y é o preço. Quando utilizamos
a trena a 36oC a leitura é menor que o valor real, logo o preço
x < y.
22. Considerando as duas trenas à temperatura de 20oC,
temos a medida X0, à 40oC a trena B dilata mais que
a trena A, logo a marcação X4 é menor que a marca-
ção X2. Já à temperatura de 0oC a trena B sofre uma
contração maior que a trena A, logo X3 é maior que
EM_V_FIS_013

X1. Lembre-se que X0 é uma medida fixa, logo temos:


X4 < X2 < X0 < X1 < X3.

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