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Universidade Católica de Angola

Preparação para o Exame de Admissão 2018

CURSOS:
Economia e Gestão, Contabilidade e
Administração, Engenharia Informática, de
Telecomunicações e de Petróleos

Matemática
Matéria Resumida e Exercícios
Introdução

O presente folheto destina-se aos alunos que pretendem fazer exame de Matemática para
terem acesso à Universidade Católica de Angola.

Os conteúdos aqui desenvolvidos (resumidos) e mais explorados são os que constituem


matéria para o referido exame.

Sendo um folheto que se destina essencialmente à preparação para o exame de admissão à


Universidade Católica de Angola, teve-se como primordial preocupação sistematizar os
conhecimentos fundamentais e enquadrá-los numa perspectiva programática de êxito no
referido exame.

Para os alunos que irão frequentar os cursos das Faculdades de Economia e Engenharia da
Ucan, este folheto terá ainda um interesse acrescido, uma vez que sintetiza os conteúdos
programáticos do ensino de Base e como tal serve de elemento de consulta e revisão.

A todos os estudantes que pretendem fazer o exame de admissão à Universidade Católica de


Angola desejamos os maiores sucessos.

2
A W

*E *
V RITAS V ITA

Universidade Católica de Angola

Curso de Preparação ao Exame de Admissão

Programa de Matemática

Capítulo I – Conjunto dos números reais, expressões algébricas.

1.1. Conjunto dos números reais.


1.2. Potências e radicais.
1.3. Decomposição de expressões algébricas em factores.
1.4. Simplificação de fracções algébricas.

Capítulo II – Equações e sistemas de equações.

2.1. Equação do 1º grau a uma incógnita.


2.2. Equação do 2º grau a uma incógnita.
2.3. Equação biquadrada.
2.4. Equação fraccionária.
2.5. Equação irracional.
2.6. Sistema de equação com duas e três incógnitas.

Capítulo III – Inequações e sistemas de inequações.

3.1. Condições e conjuntos.


4.1. Intervalo dos números reais.
3.2. Operações com conjuntos.
3.3. Inequação do 1º grau.
3.4. Inequação do 2º grau.
3.5. Inequação fraccionária.
3.6. Inequação irracional.
3.7. Sistemas de inequações.

3
Capítulo IV- Polinómios.

4.1. Conceito de polinómio.


4.2. Igualdade de polinómio.
4.3. Condições e conjuntos.
4.4. Divisão de polinómio.
4.5. Valor numérico de um polinómio.
4.6. Teorema do resto. Teorema de D’Alembert.
4.7. Representação de um polinómio na forma factorizada.

Capítulo V – Funções reais de variável real.

5.1. Noção de função.


5.2. Estudo analítico do domínio de uma função.
5.3. Estudo analítico e gráfico dos zeros de uma função.
5.4. Função par e ímpar.
5.5. Função inversa. Determinação analítica do contradomínio
de uma função.
5.6. Estudo de funções simples: funções do tipo y  ax  b, y  ax2  bx  c,
5.7. Função modular. Equações e inequações com módulos.

Capítulo VI – Funções logaritmicas e exponenciais

6.1. Noção de logaritmo de um número.


6.2. Propriedade dos logaritmos.
6.3. Função exponencial e logarítmica de base maior do que e
de base positiva e menor do que 1.
6.4. Resolução de equações e inequações exponenciais e
logarítmicas.

Capítulo VII –. Sucessões

7.1. Definição, sucessões monótonas e limitadas, convergência.


7.2. Progressão aritmética e geométrica.

4
Capítulo I – Conjunto dos números reais, expressões algébricas.

1.1. Conjuntos numéricos dos números reais

Números
irracionais
Números reais Números fraccionários
Números naturais
N
R
Números
racionais
Q Números inteiros Zero
Z

Números inteiros
negativos

 O conjunto dos números naturais N é o conjunto que todos nós aprendemos em


primeiro lugar.

N  1, 2, 3, 4, 5,

 Se ao conjunto dos números naturais N juntamos o zero, obtém-se o conjunto N 0


também conhecido como o conjunto dos números inteiros positivos.

N 0  0,1, 2, 3, 4, 5,

 Aos números negativos, juntou-se aos elementos de N 0 e obteve-se o conjunto dos


números inteiros relativos.

Z  ,  5,  4,  3,  2,  1, 0,1, 2, 3, 4, 5,

 Aos números fraccionários, juntou-se aos elementos de Z e obteve-se o conjunto o


conjunto dos números racionais, Q .

Q  Z números fraccionários

 Se ao conjunto Q juntarmos o conjunto dos números irracionais, obtém-se o conjunto


dos números reais, R .

R  Q números iracionais

5
 Logo N  Z  Q  R

Propriedades dos números reais

No conjunto dos números reais podemos observar as seguintes propriedades:

 Se a, b  R , então a  b  R e ab  R

 a  b  b  a e ab  ba → Propriedade comutativa

 a  b  c  a  b  c e abc  abc → Propriedade associativa


 ab  c  ab  ac → Propriedade distributiva

 0  a  a e 1 a  a → Elemento neutro

 0  a  0 → Elemento absorvente

1
 a  1 , a  0 → Existência do inverso
a

Valor absoluto

O valor absoluto de um número a representa-se por a .

Para qualquer número real a ,

a se a  0
a 
 a se a  0

 Propriedades do valor absoluto

▪ a 0 ▪ a  a ▪ a b  ba

a a
▪ ab  a  b ▪  ; b0
b b

1.2. Potência

Um produto de factores iguais pode ser escrito sob a forma de potência

a n  a
a a
a  
 a se n  N
n factores iguais a a

 Propriedades da potência

▪ a 0  1, a  0 ▪ a 1  a, a  0
6

▪ a  a se n par
n
m n
a mn
▪  a  n
 n

 a se n impar

n n
a b
     , a  0eb  0
1
▪ a n  , a  0 ▪ b a
a

am
▪ a m  a n  a m n , a  0 ▪ n
 a mn , a  0
a

▪    n , b  0
an
▪ a  b n  a n  b n
a
b b

1.3. Radicais

A radiciação é a operação inversa da potenciação


m
m
a n  n a m , a  0, n  N, Q
n

Definição: sendo n  N e a  R , chama-se raiz enésima de a (ou raiz de índice n de a ) a


todo o número x que verifica a condição: x n  a

Consequência da definição:

 Só existe raízes de índice par de números não negativos.

Ex:  4 não existe, porque não existe nenhum número que elevado a 2 seja igual a  4

 Os números positivos têm duas raízes de índice par: uma positiva e uma negativa.

xn  a x   n a se a  0 e n é par

 Só existe uma única raiz de índice impar de qualquer número real.

xn  a x  n a se e n é impar

 A raiz índice n de zero é zero. n


0  0, n  N

 A potência de expoente n de n
a é a.  a
n
n
a

 A raiz de índice 1 de qualquer número é o próprio número. 1


a  a , a1  a

7
 a  a
n
n  m

n m m
● a n   am
 
 

Propriedade dos radicais

 Só se multiplica e divide radicais com o mesmo índice

n
a  n b  n ab exemplo: 3
2 3 4  3 8

n 3
a a 8
n
n , b0 exemplo: 3
3 4
b b 2

 mn
a 
mn
a exemplo: 3
5 6 5

 Para n par;
n
an  a exemplo:  32  3  3

 Para n impar;
n
an  a exemplo: 5
 35  3

Radicais equivalentes

Podemos multiplicar ou dividir o índice de um radical e o expoente do radicando por um


número natural que obteremos um radical equivalente.
m mp

a n  a np am 
np
logo n
a mp

exemplo: 3  24 314 6


3 2  62 3 22

Adição de expressões com radicais

Só é possível somar expressões com radicais se estes tiverem o mesmo índice e o mesmo
radicando (radicais semelhantes).

Exemplo:

3  2 3  4 3  1  2  4 3

 3

Por vezes os radicais a adicionar não têm o mesmo índice e /ou o mesmo radicando,
devemos fazer operações de forma a tornar a soma possível.

8
Exemplo:

3  26 33

32 6 3
333  3  2 3  1  2  3  3 3

Racionalização.

Racionalizar, é um processo que consiste em eliminar do denominador (numerador) de


uma fracção o radical, ou seja transformar um denominador (numerador) irracional
em racional.

Para racionalizar o denominador (numerador) de uma fracção devemos multiplicar os termos


dessa fracção por uma expressão com radical, denominado factor racionalizante.

Obs.: Para simplificar a explicação vamos falar na racionalização dos denominadores.

1º Caso: O termo da fracção a racionalizar é constituído por um único radical ou por um


produto de um radical por um número.

Exemplo:

1 1 3 3 3 3
1.  .   o factor racionalizante é
3 3 3 3 2
3 3

1 3 5 5 3 5 52


3 2 2 2 3
1
2. 3  3 .   o factor racionalizante é
5 5 3 52 3 53 5 3
52
2º Caso: O denominador é uma soma ou diferença de dois termos em que um deles, ou
ambos, são radicais. Neste caso, o factor racionalizante será a expressão conjugada do
denominador, onde a expressão conjugada de a + b é a – b.

Exemplo:
2 3 2 3 2 3 2 3
 .  
2 3   
2
2

74 3
2  3 2  3 2  3 22  3
2
43

2 3
O factor racionalizante é:
2 3

9
1.4. Decomposição de expressões algébricas em factores.

Chama-se expressão algébrica a toda a combinação de números relativos, alguns dos quias
representados por letras e ligados entre si por qualquer operação algébrica.

A factorização de polinómios nem sempre é possível.

Para transformar uma expressão algébrica num produto de factores podemos usar os seguintes
métodos:

1.5. Por em evidência o factor comum.

Exemplo: ab  ac  ab  c

1.6. Aplicando os casos notáveis:

a 2  b 2  a  b a  b 

a 2  2ab  b 2  a  ba  b  a  b
2

1.7. Para polinómios completos de grau  2 usamos o método de Ruffini

Exercícios:

1. Decompõe em produto de factores

1. 20x  50x 2 9. 4 x 2   x  32

2. 2m 2  m 3 10. x 2  16x  64

3. xx  2  5x  2 11. a 2  20a  100

4. 71  x   x1  x  12. 18  12x  2 x 2

5. ax  y   bx  y  13. 4 x 2  8 x  4

6. x 2  16 14. 6 x  7 y 2  3 x  3 y 2

7. 100  y 2 15. a 2  ab  b  1

8. a 2 b  b 3 16. x 3  x 2 y  xy 2  y 3

10
2. Simplifica as expressões

x 2  2bx  b 2 2 3 y 2  x 2 xy  y 2
1. 7.   2 2
mx  mb xy xy 3 x y
6a  3 y x 2  2 x  1 x 2  x  12
2. 8. 
12a  12ay  3 y 2
2
x3 x2 1

x 4  2x3  x 2  2x  1 1   x2  y2 
3. 9.    
x2  4 x y xy   2 y 
2x 2 2x 2 ab   ab
4.  10.   1   1  
x 2  y 2 x 2  xy ab   ab
y3  x 1 
11.  x  1  
1 2
5.    x  1
y 1 2y  2 2  2y2  x 1
2

x3 x2 9 3x 2 x 2  x
6.   2 12. 
x 3 3 x x 9 x  3 9  x2

3. Efectua as operações

2 3 a 3b 4 c 2
1. 6. 18  2 50  72
2 4 a 1b 2 c 2

4 yx 1  xy 1
2. 7. 56 64a 2  53 27a  9 a 3
2 x 1  y 1
xy x  y 10 3 3
3. 3
54x 6 y 3 z 2 8. 5   x y
x y xy
4. 4x 2  4x  1 9. 3
a3  a  a2  a
a
5. 4 5 52 5 10.
ab

11
Capitulo II: Equações e Sistemas de equações

Equações

Classificação

possíveis 2 x  3

Equações impossíveis 0 x  3
indeterminadas 0 x  0

2.1. Equações do 1º grau

Chama-se equação 1º grau em x a toda equação redutível à forma ax  b  0 , a  0

a e b são números reais.

2.2. Equações do 2º grau

Chama-se equação 2º grau em x a toda equação redutível à forma ax 2  bx  c  0 , a  0

a , b e c são números reais.

Resolução de equações do 2º grau incompletas

Equação do tipo ax 2  0

Uma equação do tipo ax 2  0 tem uma e uma só solução o número zero.

Exemplo: ax 2  0 x2  0 x0

Logo, S  0

Equação do tipo ax 2  bx  0

Uma equação do tipo ax 2  bx  0 tem sempre duas soluções reais, sendo uma delas o número
zero.

Sabendo que a  0 ;

Resolução: ax 2  bx  0 xax  b  0 x  0  ax  b  0

b
x0 x
a

Equação do tipo ax 2  c  0

12
Uma equação do tipo ax 2  c  0 tem duas raízes simétricas se a e c têm sinais contrários e é
impossível se a e c têm o mesmo sinal.

c
Resolução: ax 2  c  0 ax 2   c x2  
a

c c c c
Se   0 , a equação é impossível. Se   0 , vem x 2   x 
a a a a
c
Também se pode resolver a equação do tipo ax 2  c  0 , se   0 usando a factorização
a
x2  a2  0 x  ax  a   0 e aplicando a lei do anulamento do produto.
Lei do anulamento do produto: se o produto de dois (ou mais) factores é zero, então pelo
menos um deles é zero.

Resolução de Equação do 2º grau completa


Podemos resolver uma equação do 2º grau completa usando ou não a fórmula resolvente.

 b  b 2  4ac
x → Fórmula resolvente das equações do 2º grau
2a
Se b for um número par, a fórmula resolvente pode ser escrita de uma forma simplificada

 k  k 2  ac b
x → Fórmula resolvente simplificada. Sendo k 
a 2

Número de soluções de uma equação de 2º grau


Se b 2  4ac  0 , a equação é impossível em R.
Se b 2  4ac  0 , a equação tem duas soluções.
 b 
Se b 2  4ac  0 , a equação tem uma solução S   
 2a 

2.3. Equação biquadrada

Chama-se equação biquadrada em x a toda equação redutível à forma ax 4  bx 2  c  0 ,


a0

a , b e c são números reais.

13
Podemos resolver a equação biquadrada fazendo uma troca de variável x 2  y e resolver a
equação do 2º grau resultante, por um dos métodos ou usando a fórmula resolvente

 b  b 2  4ac
x
2a

2.4. Equação fraccionária

Chama-se equação fraccionária a toda equação em que a incógnita figura no denominador


Ax 
 0 sendo Bx   0
B x 
Resolução de uma equação fraccionária

1º Determinar o domínio D da equação.

Ax 
2º Reduzir à forma 0.
B x 

3º Resolver a equação Ax   0 .

4º Indicar as soluções que são solução da equação Ax   0 e que pertencem ao domínio D .

2.5. Equações irracionais

Numa equação irracional a incógnita figura no radicando

Resolução de uma equação irracional

1º Eleva-se ao mesmo índice do radicando ambos os membros equação.

2º Resolver a equação Ax   0

3º Verificar se as soluções encontradas são solução da equação dada.

4º Indicar as soluções que são solução da equação.

1. Resolva as equações

1. x  22  25 6. 2x  3  x  6

2. 4 x1  2 x  2 x  1  0 7. 2x  3  2  x  2

10
3. 3x 2  x  2  0 8. x  x5 
x

14
9.  x  2 4  16
1 1 1
4.  
2x  1 2x  1 4

5 1 1
5.   10. x 4  9 x 2  14  0
3x  3 18 2 x  2
2

2.6. Sistema de equações com duas e três variáveis.

Existem vários métodos de resolução de sistemas de equações, os mais usados são: os métodos
de substituição, de redução ou de adição, de comparação e de cramer.

Neste capítulo iremos tratar só de dois métodos, o de substituição e de redução ou de adição.

Na resolução de um sistema de equações deve-se transformar o sistema na forma canónica:

a1 x  b1 y  c1

a2 x  b2 y  c2

ou

a1 x  b1 y  c1 z  d1

a 2 x  b2 y  c2 z  d 2
a x  b y  c z  d
 3 3 3 3

15
Capítulo III – Inequações e sistemas de inequações.

Inequações

Uma inequação é uma expressão onde aparece um dos símbolos  ,  ,  ou  e pelo menos
uma incógnita.

Intervalos dos números reais

Resumo

 Intervalos limitados

Intervalos Condição Representação


Geométrica

a , b a xb
a b

a , b a  x b
a b

a , b a  x b
a b

a , b a xb
a b

 Intervalos ilimitados
Intervalos Condição Representação
Geométrica

a , xa
a 

 , a xa
a 

a , xa
a 

  , a xa
a 

 O conjunto R é um conjunto ilimitado


R  -  ,  

16
3.1. Inequação do 1º grau:

são inequações do tipo ax  b  0 .


Para resolver aplicamos regras idênticas às da equação do 1º grau com uma excepção.

Quando multiplicamos ambos os membros da inequação por um número negativo temos que
inverter o sinal da desigualdade. a  b  a  b

Propriedade da monotonia da adição: a b ac bc

Propriedade da monotonia parcial da multiplicação:

se a  b e c  0, então  ac  bc

se a  b e c  0, então  ac  bc

Outra propriedade

1 1
se  ab
a b

Casos particulares

se 0 x  k  k  0  S  0 inequação impossível

se 0 x  k  k  0  S  0

se 0 x  k  k  0  S  R condição universal

se 0 x  k  k  0  S  R

Resolva as inequações

2
x x
1  3x x 1 3  x 4
a)  1 d)
2 3 3 3

1 x x 1 x 3x  1
b)  1 e) 1   
3 3 2 4

x 1 x 2 x  1 3  8x
c)   1 f) 2 x  1  3 
2 5 5 3

3.2. Inequação do 2º grau:

são inequações do tipo ax 2  bx  c  0 com a  0 .

17
Resolução da inequação do 2º grau

1º Reduzir a expressão a forma ax 2  bx  c  0

2º Igualar a zero a expressão e determinar as raízes

3º Fazer o quadro de sinais ou o esboço gráfico da parábola

4º Determinar a solução

Resumo:

 A função tem dois zeros   0

a0 a0

+ + +

_ x _ _ x

 x1 x2 

Sinal de a 0 Sinal de  a 0 Sinal de a

 A função tem um único zero 0

a0 a0

+ + +

x _ _ _ x

18
 x1 

Sinal de a 0 Sinal de a

 A função não tem zeros reais   0

a0 a0

+ + +
_ _ _x
x

 

Sinal de a

Resolva as inequações

a) 1  x 2  0 e) x  3x  1  0

b) x 2  1  0 f) x 2  2 x  8

c)  x 2  0 g)  x 2  16  0

d) x 2  2 x  1  0 h) x 2  2 x  82 x 2  x  3  0

3.3. Inequação fraccionária

Chama-se Inequação fraccionária a toda equação em que a incógnita figura no denominador


A x  
0 sendo Bx   0
B x  

Resolução de uma inequação fraccionária: Para resolver uma inequação fraccionária teremos
que atender simultaneamente ao sinal do numerador e do denominador.
19
De um modo geral, o processo mais simples de o fazer é construir um quadro de sinais depois
A x  
de dar à inequação a forma 0.
Bx  

Exemplo: resolva a inequação

x2
0
5 x

1º Zero do numerador e do denominador

x20  x  2
5 x  0  x  5

2º Elaborar o quadro de sinais

 2 5 

x2 _ 0 + + +

5 x + + + 0 _

Fracção _ 0 + s.s. _

3º Determinar a solução, o intervalo em que a função é positiva.

S  2 ; 5

Resolva as inequações:

1 x 2  8 x  16
a) x e) 0
x 2x 1

3 5 3
b) 1 f)  2
x 1 2x 1 4x  2

1 x 3 6 x 1
c) 0 g)  
x  2x  3 x  2 6  3x 2

x 2 1 1 1
d)  x h) 
x 3x  1 x

20
3.4. Sistema Inequação

Resolver um sistema de inequações é determinar o dos valores de x que verificam


simultaneamente as duas inequações.

Para isso resolvemos separadamente cada uma das inequações e procuramos a intersecção dos
respectivos conjunto - solução.

3x  1  4
Exemplo: 
5 x  3  8

3x  1  4  3x  3  5x  3  8  5x  5 
 x  1  x 1

-1 1

S  - 1,1

Resolva os sistemas de inequações:

 x 2x 1 1 1
2 x  5  3 x  2    x
a)  e)  2 5 5 5
5 x  5  3 x  1  x  3x  0
2

 1  3x  4
3 x-5  2  0
b)  f)  4
  2  x  3   1  x  2x 1  2
 3  2 x  1

 2x 1  2x  3
 3  2  1  x   2  0
c)  g) 
1  x  1  0 5  x  0
 2  x  1

1 x3 x5
d)   10 h)  1  2
3 2 2x  3

21
Capítulo IV- Polinómios.

4.1. Conceito de polinómio


Chama-se polinómio na variável x a toda a expressão do tipo;
a 0 x n  a1 x n 1    a n em que n  N 0 e a0 , a1 ,, a n  R.

Num polinómio temos:


a 0 x n , a1 x n 1 ,  , a n  São ao termos (monómios)

a0 , a1 ,, a n  coeficientes

an  termo independente

Reduzir um polinómio é escrevê-lo sem que apareçam monómios semelhantes.


x 5  2 x 3  x  x 3  3x  1  x 5  x 3  4 x  1
Ordenar um polinómio é escrevê-lo segundo as potências crescentes ou decrescentes de.
Grau de um polinómio é o maior dos expoentes da variável x , com coeficiente não nulo.
Polinómio nulo tem grau indeterminado 0 x n  0 x n1    0
Polinómio completo tem não nulos os coeficientes da variável x .

4.2. Igualdade de polinómios


Dois polinómios são iguais se e só se são iguais os coeficientes dos termos do mesmo grau.
Polinómio identicamente nulo ou nulo se e só se todos os coeficientes são iguais a zero.
Exemplo:
ax  b  2 x  3
a  2

b  3

4.3. Divisão de polinómios


Para dividirmos dois polinómios procede-se da seguinte forma:
 Ordenam-se os polinómios, dividendo e divisor do maior para o menor grau.
 A divisão termina quando o grau do resto parcial for menor do que o grau do
divisor.

22
Divisão inteira
P x  D x 
em que Px   dividendo, Dx   divisor, Qx   quociente e
R  x  Q x 

Rx  resto.

Então: Px  DxQx  Rx

Método dos coeficientes indeterminados: usa-se a igualdade de dois polinómios. Tendo em


conta que: Px  DxQx  Rx e sabendo que os graus:
g r Qx   g r Px   g r D x 
g r Rx   g r Dx 

Regra de Ruffini: serve para determinar a de forma simples e rápida a divisão de polinómios
pelo binómio da forma x  a .

Exemplo: determina o quociente e o resto da divisão de:


Px   x 4  3x 2  x  3 por Dx   x  2

1 0 3 1 3
2 2 4 2 6
1 2 1 3 3  Resto

coeficientes do quociente

Então: Qx   x 3  2 x 2  x  3 e Rx   3


Nota: se a divisão for por um binómio ax  b divide-se o quociente por a .

4.4. Valor numérico de um polinómio: para x  a ao número que obtém

substituindo x por a .
4.5. Teorema do resto: o resto da divisão de um polinómio por um binómio xa é o

valor numérico do polinómio para x  a .


Pa   R

4.6. Teorema de D’Alembert: um polinómio é divisível por um binómio x  a se e

só se PR   0 ou seja a é um zero ou raiz do polinómio.

23
4.7. Decomposição de um polinómio em factores: se

Px  a0 x n  a1 x n1    an na forma factorizada


Px   a0 x  x1 x  x2 x  xn  sendo x1 , x2 , , xn raízes do polinómio

Exercícios sobre polinómios


1. Determina o valor de a e b para que o polinómio Px   ax 3  bx 3  bx  2 x seja nulo.
2. Determina o valor de a e b para que o polinómio Px   ax 2  2bx 2  ax  x  3 seja
idêntico à Bx   2 x 2  5 x  3 .
3. Determina o valor de a e b de modo que sejam equivalentes as expressões
a b 2x  4
 e .
x2 x x x  2 
4. Divida os polinómios utilizando os diferentes métodos
a. Px   3x 3  20x 2  6 x  2 por D x   x 2  7 x

b. Px   2 x 4  3x 2  5 por D x   3 x 2  2 x  1

c. Px   x 3  3x 2  1 por D x   x  1

d. Px   3x 3  5 x 2  x  5 por D x   3 x  1

5. Dado o polinómio Px   2 x 3  3x 2  8 x  9 determina


a. O valor numérico do polinómio para: x  2 , x  3
b. P 2  3P0

6. Sem efectuar a divisão, determina o resto da divisão de Px  por Dx  .


a. Px   x10  x 7  x 2  x por D x   x  1

b. Px   5 x 3  x 2 por D x   x  2

c. Px   x 3  2 x 2  7 por D x   x

7. Determina o valor de k , de modo que:


a. O resto da divisão de Px   x 3  kx 2  5 x  1 por x  2 seja 11.
b. O polinómio Px   x 3  x 2  kx  k seja divisível por x  3
8. Determina o polinómio do 1º grau sabendo que P1  8 e P2  11

24
Capítulo V – Função real de variável real.
5.1. Noção de função: y é função de x se cada valor de x corresponde, um e um só
valor de y e escreve-se y  f x 
5.2. Estudo analítico do domínio de uma função
Domínio: é o conjunto de valores que a variável pode tomar de modo que a expressão
represente um número real.

 
 
 racional inteira
função algébrica racional fraccionár ia
 
 irracional 
índice par
 
 índice impar

classifica ção das funções 

 exponencia l

função não algébrica logaritmic a
 trigonomét rica
 




Domínio da função algébrica racional inteira: são todos os reais. D  R ou D   , .


Exemplo: todos os polinómios.
Domínio da função algébrica racional fraccionária: são todos os reais excepto os que
anulam o denominador.
Ax 
f x   D  x  R : Bx  0
Bx 

Domínio da função algébrica irracional:


de índice par: são todos os reais que tornam o radicando maior ou igual a zero.
f x   Ax  D  x  R : Ax   0

de índice impar: são todos os reais.


f x   3 Ax  D  R ou D   , .

Domínio da função exponencial: aplica-se as regras das funções algébricas (depende da


expressão do expoente)
Exemplo:
1. y  3 x 1 D  R porque o expoente é uma função racional inteira.
25
x 1

2. y  3 x
D  x  R : x  0 , D  R \ 0 porque o expoente é uma função racional
fraccionária.
x 1
 x 1 
3. y  3 x
D  x  R :  0 , D  - ;-1  0;
 x 

Domínio da função logaritmicas: o anti-logaritmo é positivo, a base positiva e diferente de


um.
y  loga x  x  ay

a  base do logaritmo a  base do potência


x  logaritmando ou anti-logaritmo x  valor da potência
y  logaritmo y  expoente

D  x  R : x  0  a  0  a  1

5.6. Função do 2º grau


Definição: é toda a função do tipo ax 2  bx  c com a  0 .
O gráfico duma função quadrática é uma parábola.
Estudo do vértice de uma parábola:
 b  
Se y  ax 2  bx  c V   ; 
 2a 4a 

Se y  ax 2 V  0 ; 0

Se y  ax 2  h V  0 ; h

Se y  ax  k 2 V  k ; 0

Se y  ax  k 2  h V  k ; h
Também podemos determinar o vértice da função, usando o ponto médio dos zeros da função,
x1  x 2
xv  , y v determina-se substituindo x v na função y v  axv2  bxv  c
2
Eixo de simetria: é o valor de x do vértice.
Contradomínio de uma função quadrática: depende do valor de y do vértice e do valor de
a.
Se a  0 concavidade voltada para cima C D   y v ;
Se a  0 concavidade voltada para cima C D   ; y v 
26
Equação com módulo: usa-se as propriedades x  a 2 ou x  a  x  a  x  a
2
5.8.
5.9. Inequação com módulos:
Se f x   g x  fazer f x   g x 
2 2

Se x  a  x  a  x  a

Se x  a  x  a  x  a

1. Determina o domínio das funções


x 1
a. f x  0 g. y 
x2

x 1
b. f x   x 2  x h. y 
x2

x 25  x 2
c. f x   2 i. f  x  
x x x2  6x  7

x2 1
d. f x   7  x
3
j. y  2
x

x
x 1 x3
e. f  x   k. y 
2x  5 x

x2  4
f. f x   l. f x   3
3 x

3  9  2x 2x  x
2
x 4
2

2. Determina o vértice, os zeros e o contradomínio das funções quadráticas.


a. y  3x 2 d. y  3x  22
b. y  3x  22 e. y  2 x 2  7 x  5
c. y  3x 2  12 f. y  1  x 2  x 
3. Defina algebricamente uma função quadrática cujo gráfico.
a. Tem vértice em (0,3) e o coeficiente de a  2
b. Tem vértice em (2,0) e o coeficiente de a  2
c. Tem vértice em (1,2) e o coeficiente de a  1
4. Resolva as equações e inequações com módulos.
a. x 2  2 x  8 c. x 2  4  5

b. x 2  2 x  3 d. x 
12
1
x

27
Capítulo VI – Funções logarítmicas e exponenciais

6.1. Noção de logaritmo de um número


Logaritmo de um número, numa dada base, é o expoente a que é preciso elevar a base para
obter o número. A operação inversa do logaritmo é o exponencial e vice-versa.
6.2. Propriedades dos logaritmos:
 log a 1  0 loga a  1

 loga a n  n a loga n  n
Outras propriedades:
 loga A  B  loga A  loga B
A
 log a  log a A  log a B
B
 log a A P  P log a A
1
1
 log a A  log a A  log a A
n n
n
logc B
 Mudança de base loga B 
logc a

6.3. Equações logarítmicas


Para resolver uma equação logarítmica devemos aplicar as propriedades dos logaritmos e ter
em conta o domínio dos logaritmos.

6.4. Inequações logarítmicas:


Para resolver, aplica-se as propriedades dos logaritmos e tendo em conta o domínio.
Se a  1 base  1 mantém-se o sinal da inequação
Se 0  a  1 muda-se o sinal da inequação.

1. Resolva as equações logaritmícas


a. 2  log2 x  3  log2 x d. 2log x   7log x   2 log x  3  0
3 2

b. d. x 2  3 log 3x   0 e. log3 3x  log9 2 x  5  1


c. log2 x  log4 x  6 f. x 2 ln 7 x  x 2  0
2. Resolva as equações exponenciais
a. 2 2 x- 3  1 b. 2 x- 5  10
1 1 d. x 2 5 -x  3.5 -x  0
c. -x
 1-x  384
2 2
e. e x  7.ex  8 f. 2 2 x  6.2 x  8  0

3. Determina o conjunto solução de:


a. logx-2  logx  5  log3

b. x.e x1  x  0
c. 2 logx-1  logx  1  0
 1 
d. ln 1   x  0
 2x 1 
e

e. 1-7 2-x  0
4. Determina o domínio das funções

y  log2 3x   2 log1  2 x 


a.
5x2
y
b. e3 x  1

2x
y
c. 1-e x-5

29
Capítulo VII –. Sucessões
7.1. Definição, sucessões monótonas e limitadas, convergência.

7.1.1. Definição de sucessão, uma sucessão é uma função de domínio ℕ (conjunto dos
números naturais) e o contradomínio pertence ao conjunto dos números reais.
7.1.2. Sucessões monótonas, uma sucessão é monótona se for crescente ou decrescente.
Sucessão crescente: a n é crescente n  , an 1  an ou a n 1  a n  0
Sucessão decrescente: a n é decrescente n  , an 1  an ou a n 1  a n  0
7.1.3. Sucessão limitada, uma sucessão é limitada se o conjunto dos seus termos é
limitado, ou seja, admite um majorante e um minorante.
a n é limitada ou  a, b  R, a  an  b, n  N

ou a n é limitada  L  R  , a n  L, n  N

1
As sucessão a n  n , a n  e an  2 n são muitas vezes usadas como sucessões de
n
referencia,

Exemplo:
Verifica se as sucessões são limitadas:
 1 se n é par
1. a n   1
n 1
resolução: a n   a sucessão a n é limitada visto que:
1 se n é impar

 1  an  1

2. an  2 n não é limitada, porque quando n  1 a1  2 , quando n   an  

1
3. A sucessão a n  , e limitada de 0  an  1
n
2n  1
4. Verifica se a sucessão a n  é limitada.
n
1 1 1
an  2  tendo em conta que a n  é limitada em 0   1 então:
n n n
1 1
20 2  2  1 é limitada, 2  2   3 .
n n

30
7.1.4. Sucessão Convergente:
Teorema- toda a sucessão monótona e limitada é convergente.

7.2. Progressão aritmética e geométrica


Progressão aritmética
Razão R  a n1  a n

Termo geral a  a  n  1R n 1


n 1
a  a  n  k R nk
n k

Soma a1  a n
Sn  n
2

Progressão geométrica
Razão a n 1
R
an

Termo geral a a R
n  1 n 1
n 1
a a R
n  k  nk
n k

Soma a1 1  R n 
Sn 
1 R

Exercícios saídos em Exames de admissão da Universidade Católica

31
Capítulo I – Conjunto dos números reais, expressões algébricas.
1. Simplifica tanto quanto possível as seguintes expressões algébricas

 8a 4 b 2 c 7  y  x 1 x  y 1   1 1 
1) 14)       
1 
2 a 5 b  3 c 8  x  y 1
y  x  x y
a a
2)  2 x 1  y 1 x 2  y 2
x  a x  a2 15) 
x 1  y 1 x  2  y  2
1 x2
2 x  2 1
3) x 16) 1
 2 x 1
1 2 x
1
x
a 1  b 1 a 2  b 2
17) 
a  b  2 b  a 2 2
1 1
1 2
x
4) x
1
1 x2  y2 x 3  xy 2  x 2 y  y 3
x 18) 
x  y 2 x 2  2 xy  y 2
x y  x y
5)    1    
x y  x  y 
a 2  1  1   a  an 3  n 4  n 
19) 2   
n  an  1   1 a2 
1 
5
 a  b   4  ab
 21

6)        n
 x  y    y x
 x2  y2  z2  1 1
1     
 1 1   x2  y2 
20) 
2 xy  x  y z 
7)    
x y x y   2 y 
1

1
x y z
8)  y  x   x  y   x 2  y 2 
1

x 2a  3x  x 2 
21)   1  
x5 3 5  2x 2 ax  2a 2 x 2  x  2ax  2a  3 x 
9)  
x 2x  1 2x 2  x

2x  3 4x  1 28
  2
3
10)  3 3 2
x2 x2 x 4  a : a 
22)  2 
 3 
x 2  3x 1 2  a : a 
11)  
x  x  12x x  4 x  3
3 2

23) 4
a3  8 a7  a
x x x
12)   2
x  2 x  1 x  3x  2 2 1 2
24) 
2 2 1
y  x 1 x  y 1
13) 
x  y 1 y  x 1 4
25) x3 x x
32
3 2 3 2 31) 24 9  3 16  48  6 256  3
26) 
2 2 1 2
32) 5 3  6 12  2 243
27)

2 2 1  2  2
2 1 2 2 33) 3
8  37  3 8  37

28)
x 1

x 1
2 34)  x  2  x 3   
2
2x  1 
2

x 1 x 1

3a x 3
29) 4 x  9a  ax
x 3a ax

30) 3 16x 4  3 54x 4  5x3 2 x

2. Prove que: x  2  y 2 x 2  y 2   xy2


1

3. Simplifica a seguinte expressão:


x 2
y4 
3

xy3

4 x 3  16x
4. Considere a seguinte expressão: 3
x  4x 2  4x

1) Simplifique a expressão e indique o seu domínio.

2) Para que valores de x a expressão é maior ou igual a zero.

Capítulo II – Equações e sistemas de equações.

1. Resolva em R as seguintes equações:

a. 4x  1x  3  5x  3 g. x 


1
 3x  2
x
b. 3x  12  x  52  0
x 1 x 1
h. 
c. xx  2  3x  2  0 x  2 2x  3

d. xx  1x  1  x 3  9 x 2 i.
1

1

1
4 x 2 x 4
x 2  2x
e. 0 6x 3 x
x 1 j.  
x 9 x3 x3
2

 x  1  x 2  2 x 
f. 0 k.
x

1

4
0
x3 x  4 x x  2  x x  2 
2

33
x2 x 1 x2  2 q. x  3  x  6
l.   0
x  x  2  x x  2 
r. x 1  x 1  2
1  2x 1  x 7x 1
m.   2
2  x 4  2x x  4 s. 2x  3  2  x  2

2x 2 1 17 t. 2 x 2  16  4  x
n.  x 3
x 3 x 3
u. x 2  3  6x  4  0
1 1 2x 2
o.   2
x 1 x 1 x 1
x 1 4
v. 3  x2 1  0
4 x 1 x 1 x 1
p.  2 
x x  2  x  4 x x  2 

w. 2x  4x 2  1  2 x. 2x  1  x  2

2. Determina os valores de x que satisfaz a equação x  x  1  2 x  1

3. Escreva uma t do segundo grau que admita as raízes 2 e 2 2

4. Resolva em R as seguintes equações sabendo que -2 é uma das raízes:

a. 2 x 3  10x 2  12x  0

b. 2 x 3  x 2  5 x  2  0

5. A soma das duas idades de Cinderela e o seu irmão Zola é meio século, e a diferença
entre elas é de uma dúzia. Sabe-se que a Cinderela é a mais nova. Quais são as suas
idades?

6. A soma de dois números é 48. A diferença entre o dobro do maior e o triplo do menor é
6. Quais são os números?

7. Numa sala de 38 alunos, a quarta parte dos aprovados excede em 2 ao número de


reprovados. Quantos alunos aprovaram e reprovaram?

Escolha uma das opções.

a. (6; 32) c. (34;4)

b. (32;6) d. (4;34)

8. Resolva os seguintes sistemas de equações:

34
 x  12   y  2 2  x x  3  y 2  1

a.  x  1 2 y  1 2 x  2 y  3
x 1 h. 
   1
 2 3 6 x  3 y  1
 2 3

2 x  3 y  13
1 1 i. 
 2 x  y   3  x  y  1,5
b. 
x  y  3 2 x  3  y  2  0
 3 2 j. 
4 x  6  3 y
 2 x  3 x  y  6
c.  7 x  8 y  5  0
4 x  2 y  8 k. 
x  2 y  1  0
 1
2 x  y  2  1
2 x  y  3
d.  l.  2
 y  2 x  2  x  2 y  1  0
 2

 2 x  y  5  0
 1 m. 
2 x  y  x  2 y  1  0
e.  2
 x  y  1
log7 (3 x  2 y )  1
n. 
2 x  3 y  0 log5 (2 x  y )  1
f. 
x  y  1
log2 x  y   3
o. 
 2  2  4
x y
1
2 x  2 y  3
g. 
x  3 y  1
 2 3

Capítulo III – Inequações e sistemas de inequações.

1. Resolva as seguintes inequações:

a.
8 x  1  2 x  5  2 x  32  2 x  75
d.
x  1  x 2  2 x  1  0
4 10 x 2  4x  4

x 2  6x  5
e. 0
b.  x 2  12 x  3  0 2x  1

c. x( x  3)  ( x  3) 2  0 x2  x
f. 0
3x  1
2x 2  x  1 3 x6 1
g. 0 l.  
x2  x  6 2  x 3x  6 2

x 2  7 x  10  x2  4
h. 0 m. 0
x  3x  4 x 1

1 1
x 2  7 x  10 n. 
i. 0 3x  1 x
x 2  5x  6
x3
4x 2  4x  1 o. 0
j. 0 2 x
2x  3
x x  2 
2x  1 x2 p. 20
k.  1 x 1
x7 x7

x2  3 x2  x
q. x r. 0
 x 1 x2

2. Resolva, em R, as seguintes inequações, sabendo que 2 é solução das quatro propostas.

a. 12x  4  3x 2  x 2 c. x 3  2 x 2  0

b. x 3  x 2  x  2  0 8
d.  x 3  x 2  11x 
10
0
3 3

x2  4
3. Considera a função f x real de variável real definida por: f x  
x3

a. Determina o domínio da função.

b. Determina os valores de x para os quais f x   0

4. Resolva os seguintes sistemas de inequações:

 x2  x  4  2 x  5  3
 1 
a.  x c.  x 2  2 x  5
 x 2  64  0  0
   x 2  2x

 2x  1 4x  5
 5  x  3
3 x  1  4 
b.   7 x  2  3x
2 x  3  8 
d.  5 2

36
Capítulo IV- Polinómios.

1. Considera o polinómio px   x 2  13  x  determina:

a. O grau do polinómio.

b. O coeficiente do termo de maior grau.

2. Verifica se os números reais propostos, x1  3  2 e x2  3  2 , são raízes do


polinómio px   x 4  10x  1 .

3. Determina o valor de k , de modo que o polinómio px   x 3  2 x 2  kx  2 seja divisível


por x  1 .

4. Determina o valor de k , de modo que o resto da divisão do polinómio


px   x 3  kx 2  5 x  1 por x  2 seja 11.

5. Determina o valor de k , de modo que o resto da divisão do polinómio


px   x 3  kx 2  5 x  1 por x  2 seja 8.

6. Determina o valor de k para que o polinómio px   6  2 x  kx 2  5 x 4 dividido por


x  1 dê resto 4.

7. Considera o polinómio px   2 x 4  ax3  bx 2  x  6 , sabe-se que é divisível por


x  3x  2.
a. Determina a e b .

b. Decomponha px  num produto de factores.

8. No polinómio px   x 3  k  5x 2  2 x  3k  2 , determina:

a. O valor de k para que px  seja divisível por x  3 .

b. O valor numérico de px  para x 


1
e k  2.
3

9. Dado o polinómio px   x 3  k  5x 2  2 x  3k  2 , determina utilizando o método de


Ruffini o valor de k para que px  seja divisível por x  3 .

10. Dado o polinómio px   2 x 3  kx 2  1  k x  3 , determina utilizando o método de


Ruffini o valor de k para que px  seja divisível por x  1 .
37
11. Considera o polinómio Ax   x 3  2 x 2  x  a :

a. Determina o valor de a , de modo que -2 seja raiz de Ax  .

b. Decomponha o polinómio Ax  num produto de factores do 1º grau.

12. Diga justificando se são verdadeiras ou falsas as seguintes afirmações:

a. px   x  1x 2  2 x  1 é um polinómio completo.

b. O resto da divisão de px   x 5  3x 2  2 x por x  1 é 0 (zero).

13. Diga justificando se são verdadeiras ou falsas as seguintes afirmações:

a. px  x  12  4x  12  xx 2  1 , tem grau 3.

b. px   x  2x 2  2 x  4 não é divisível por x  2 .

14. Diga justificando se são verdadeiras ou falsas as seguintes afirmações:

a. px  x  14  4x  12  x 2 x 2  1, tem grau 3.

b. px   x 3  kx 2  5 x  1 é divisível pelo binómio x  2 para k  1 .

15. Dado o polinómio Px   x 3  2 x 2  13x  10

a) Mostra que 1 é um zero do polinómio.


b) Determina o resto da divisão do polinómio dividido por Dx  x  2 .
c) Decomponha o polinómio Px  em factores de grau não superior ao 1º.
16. Determina os números a e b de modo que o polinómio Px   2 x 3  3ax 2  2 x  b
se transforme num polinómio divisível por x  1 e que dividido por 2 x  4 dê resto 3
17. Dado o polinómio Px   3x 3  (m  1) x 2  12x  4
a. Determina o valor de m , sabendo que Px  dividido por x  1 dá resto  2 .
b. Considere m  2 e decomponha o polinómio Px  em factores de grau não
superior ao 1º, sabendo que x  2 é raiz do polinómio Px  .
18. Determina k de modo que o valor numérico do polinómio Px   x 3  2k  3x 2  3x
seja 3 para x  1

19. Dado o polinómio Px   x 3  2 x 2  13x  10 ,Determina o resto da divisão do polinómio


dividido por Dx  x  2
38
14

20. No binómio  x  
1
, calcula:
 x

a. A ordem e o valor do termo independente.

b. O coeficiente do termo x 2 .

Capítulo V – Funções reais de variável real.


x 1
1. Dada a função f x   determina:
x

a. O domínio.

b. Os zeros da função.

2. Determina o domínio da função f x  2x  1  1  x .

x 2  3x  2
3. Calcula o domínio de: f x  
x2

x2  2
4. Calcula o domínio de: f x   x  2 
4x  1

5. Dada a função f x  
1
x2 1

a. Determina o domínio.

b. Analise a paridade.

6. Dada a função f x  
1
x2 1

a. Determina o domínio.

b. Analise a paridade.

x2  4
7. Considera a função f x real de variável real definida por: f x  
x 1

a. Determina o domínio da função.

b. Determina os valores de x para os quais f x   0

39
8. Considera as funções reais de variável real, definidas por:

f x   g x   x 2
1
e
x 1

x2  9
9. Dada a função f x  
1 x2
a. Determina o domínio da função.
b. Determina os valores de x para os quais f x   0

10. Dada a função f  x  


x
determina:
x  4x  3
2

a. O domínio.
b. Os zeros da função.
x3 1
11. Dada a função f x   determina:
x2 1
a. O domínio.
b. Os zeros da função.
x2
12. Dada a função hx   determina:
x2  2
a. O domínio.
b. Os zeros da função.
c. Analisa a paridade.
x2
13. Dada a função h x   determina:
4 x  1

a. O domínio.
b. Os zeros da função.
c. Analisa a paridade.
x 1
14. Dada a função hx   determina:
1 x
a. O domínio.
b. Os zeros da função.

c. Analisa a paridade.

40
3
x2  9
15. Dada a função f x   determina:
x3
a. O domínio.
b. Os zeros da função.
c. Analisa a paridade.
x x3
16. Dada a função hx   determina:
x2
a. O domínio.
b. Os zeros da função.
c. Analisa a paridade.
2 x3
17. Dada a função f x   determina:
 1
3 x  
 3

a. O domínio.
b. Os zeros da função.
c. Analisa a paridade.
x 2
18. Dada a função f x   determina:
2 x2
a. O domínio.
b. Os zeros da função.
c. Analisa a paridade.

x 2  8x  7
19. Determina o domínio de: f x  
 x5

20. Dada a função f x  x  22  1 :


a. Determina as coordenadas do vértice da parábola.
b. Calcula o contradomínio
21. Dada a função f x  x  22  3 :
a. Determina as coordenadas do vértice da parábola.
b. Calcula o contradomínio

41
22. Dada a função f x   x 2  4 x  5 :

a. Calcula as coordenadas do vértice.

b. Apresenta em forma de intervalo os valores de x para que f x   0

23. Dada a função f x  9  x  22 determina:

a) Os zeros da função.
b) As coordenadas do vértice da parábola.
c) O contradomínio da função.

24. Dada a função f x   2 x 2  7 x  5 determina:


a. Os zeros da função.

b. f x   0

c. As coordenadas do vértice da parábola.

d. O contradomínio da função.

Capítulo VI – Funções logarítmicas e exponenciais

1. Resolva em R as seguintes equações:

a. log 2 2 x  4 x 2  1  1 b. log5 2 x  log5 3  log5 10

c. 2  log2 x  2  log2 x d. log2 x  2  log2 x  2


e. 2  log2 x  3  log2 2x  4 3
h. log x 8  
4
f. log5 x  1
i. log(x  1)  log x  log 2 x
g. log3 2 x  1  log3 27  log3 81
1
3

 x 1   x 1  1
j. 2 log3   1 k. log9  
 x  2  x 2 2

42
2. Resolva em R a seguinte equação:

1 1
3x  b. 3 x  x 
2
a.
27 32 x

c. 2 2 x 3  1 1 x
12
d. 12 x

12 x

2 3 2 x  10 9
e. 6 3 x 3
 f.  x2
36 4 2

g. 3 x  2  3 x 1  3 x  93 k. e 2 x  e x  2  0

h. 4  6 x  5  12 x  24 x  0 l. 10  3 x 3  810

i. 3  5 2 x 2  2  5 x 1  0,2 m. 2 2 x  5.2 x  4  0

j. 4 x  5  2 x  24  0

3. Determina os valores de x par que exista y y  log2 3x  6

4. Determina o domínio de: f x   log x 2 x  1

5. Calcula o valor de log 2 3 4

x 2  5x  4
6. Dada a função y  determina:
log 2  x  1

a. O domínio.

b. Os zeros da função.

7. Dada a função y 

log3 x 4  5 x 2  4  determina:
x2

a. O domínio.

b. Os zeros da função.

8. Determina o domínio de f x   logx 2  x  2  log3  x 

x 2  11x  28
9. Determina o domínio de f x  
1 x

43
Capítulo VII –. Sucessões
1. Escreva o termo geral da progressão aritmética em que: u3  10 é r  5 .

2. Escreva o termo geral da progressão aritmética em que: u1  10 é u 4  20 .

3. Determina o termo geral da progressão geométrica em que: a 2  6 é a3  18 .

9
4. Numa progressão geométrica crescente o terceiro termo é do primeiro e o quarto
4
termo excede o segundo termo em cinco unidades. Determina a expressão do termo
geral.

5. A soma dos vinte primeiros termos de uma progressão aritmética é igual a 1200 e a
razão da progressão é o dobro do primeiro termo. Determina a expressão do termo
geral.

6. A soma dos n primeiros termos de uma progressão geométrica é 2186. Determina n ,


sabendo que o 1º termo é 2 e a razão da progressão é 3.

7. Acha a soma dos noventa e nove primeiros termos duma progressão aritmética de razão
igual a um e que tem como primeiro termo o número um.

8. Acha o primeiro termo e o termo geral de uma progressão aritmética cuja soma dos
cinco primeiros termos é igual a 100 e o último termo é 32.

9. Escreva uma expressão do termo geral de uma progressão geométrica de razão 2.


Sabendo que a soma dos cinco primeiros termos é igual a 62.

10. O último termo de uma progressão aritmética é 240 e o primeiro termo e 20. Se a soma
dos termos é 2990. Determina:

a. A razão

b. A quantidade de termos somados.

11. Dada a sucessão (1; 4; 7; 10; 13; …)

a. Determina o termo geral.

b. É convergente a sucessão em causa? Justifica.

12. Seja a n uma progressão aritmética com a1  2 e r  10 . Determina:

A expressão geral da progressão aritmética.


44
 1 1 1 
13. Determina o termo geral da sucessão: 1; ; ; ; ... 
 2 3 4 

14. Determina o termo geral da sucessão: (2; 6; 10; 14; 18; …)

a1  1
15. Dada a progressão geométrica: a n   , n  1
a n 1  2a n

a. Determina o termo de ordem 8.

b. Determina a soma dos 8 primeiros termos.

16. Seja u n uma progressão aritmética cujos termos u10  9 e u17  17,4

a. Calcula u 21 .

b. Calcula a soma dos primeiros 20 termos.

1
17. De uma progressão geométrica sabe-se que: a1  32 e a razão é r  .
2

a. Calcula a ordem do termo a n  8 .

b. Acha a soma dos dez primeiros termos.

18. Considera uma progressão aritmética tal que: a6  4,6 e a10  9

a. Acha a expressão do termo geral.

b. Calcula a soma dos 10 termos.

c. Verifica se o valor 19 é termo da progressão.

1 1
19. Numa progressão aritmética o primeiro termo é a razão é
2 5

a. Acha a expressão do termo geral.

b. Calcula a soma dos 10 termos.

20. Se 3 é o primeiro termo de uma progressão aritmética de razão r  2 .

a. Diga qual a ordem do termo 27

b. Determina uma expressão para a soma dos n primeiros termos da progressão.

45

21. Dada a sucessão de números: 2; 2  2; 2  2 2; 2  3 2; 2  4 2 ;... 
a. Determina o termo geral.

b. Calcula a soma dos seis primeiros termos.

c. Analisa a monotonia da progressão.

22. Quantos termos tem a progressão geométrica, onde a n  54 , a 4  2 e r  3 ?

23. Seja a n uma progressão geométrica crescente com a 2  6 e a4  54 . Determina:


A expressão geral da progressão geométrica

24. Seja a n uma progressão geométrica com a2  6 e a4  24 . Determina:


a. A expressão geral da progressão geométrica.

b. A soma dos quatro primeiros termos da progressão.

25. Sabendo que o termo geral duma sucessão é a n  3n  2 .

a. Acha a ordem do termo igual a 10.

b. Acha S10

5n  3
26. Analisa a monotonia da sucessão: a n 
2n  1

2n  1
27. Considera a sucessão a n 
n2  2

a. Mostre que a sucessão é monótona.

b. Analisa a convergência.

2n  1
28. Considera a sucessão de termo geral: a n 
n

a. Mostre que a sucessão é monótona.

b. Verifica se a sucessão é limitada.

c. O que se pode dizer sobre a convergência? Justifica.

n
29. Considera a sucessão de termo geral: a n 
2n  1

a. Mostre que a sucessão é monótona.

b. Verifica se a sucessão é limitada.


46
1
2n 
30. Considera a sucessão de termo geral: x n  3
1
n
4

a. Mostre que a sucessão é monótona.

b. Verifica se a sucessão é limitada.

2n  1
31. É convergente a sucessão de termo geral a n  ? Justifica.
3n

32. Conhecendo o termo geral duma sucessão como an  2n  1 , acha a soma dos 20
primeiros termos.

33. Conhecendo o termo geral duma sucessão igual a a n  3n  2 ;

a. O termo de valor 10 a que ordem corresponde?

b. Acha a soma dos 20 primeiros termos.

34. Dadas as seguintes sucessões numéricas, quais delas são limitadas?

a. xn  3n  1 n
c. x n 
n 1
1
b. x n  n
n 1
3
 1
d. xn    
 2

35. Verifica se são limitadas as sucessões:

a. x n  4n  3
c. a n  7 
 1n
3n
b. y n   1 2n
n

4n  3
36. Verifica se a sucessão é limitada x n 
2

47
48
A W

*E *
V RITAS V ITA

Universidade Católica de Angola

CURSO: Economia e Gestão (todos)


Ano lectivo 2012 Data: 10/02

Classificação ____ (_______________) valores.

O docente___________________

ATENÇÃO: Não é permitido o uso da calculadora.

1) Efectua as operações e simplifica os resultados das seguintes expressões:


 1  x 2  2
a)  2
 1
  x  1 
1

2x  2
(2.0v)
1 x 

b) 2 48  3 27  75  3 (2.0v)

49
Exame de Admissão 2012

ATENÇÃO:

 Confira se a sua prova tem 5 páginas.

 Não é permitido o uso de telemóvel. Guarde-o por favor.

 Não é permitido o uso da calculadora.

 Escreva com caneta ou esferográfica azul ou preta. Respostas a lápis serão anuladas.

 Respeite o espaço reservado para cada questão.

 NÃO ESCREVA NESTE ESPAÇO

2) Resolva em R as seguintes condições:


a) x  6  x (2.0v)

2 x4 1
b)  2  2 (2.0v)
x  4 x  2x x  2x
2

50
c) log2 12  2 x   2 x (2.0v)

x2
d) 2 (2.0v)
x3

3) Determina o domínio de f x  logx 6x 2  5x  1 (2.0v)

51
4) Determina k sabendo que o resto da divisão do polinómio Px   x 4  4 x 3  kx  5 por x  1
é igual a 10. (2.0v)

5) Transforma o polinómio em factores do 1º grau Px   2 x 3  4 x 2  10x  12 (2.0v)

6) Determina a ordem do número 22 na progressão aritmética P.A (82,76,70, …). (2.0v)

52
A W

*E *
V RITAS V ITA

Universidade Católica de Angola

CURSO: Engenharia (todos)


Ano lectivo 2012 Data: 07/02

Classificação ____ (_______________) valores.

O docente___________________

ATENÇÃO: Não é permitido o uso da calculadora.

1) Efectua as operações e simplifica os resultados das seguintes expressões:


2
 2 x 1  2 1 x 
2
 1 
a)  1 1   2 
(2.0v)
 x 2   2x  x 

b) 3
128a  6 4a 2  3 16a (2.0v)

53
Exame de Admissão 2012

ATENÇÃO:

 Confira se a sua prova tem 5 páginas.

 Não é permitido o uso de telemóvel. Guarde-o por favor.

 Escreva com caneta ou esferográfica azul ou preta. Respostas a lápis serão anuladas.

 Não é permitido o uso da calculadora.

 Respeite o espaço reservado para cada questão.

 NÃO ESCREVA NESTE ESPAÇO

2) Resolva em R as seguintes condições:


2x 1 5x  1
a)   2 (2.0v)
x 1 x  2 x  x  2

b) 6 x  x  0 (2.0v)

54
c) log  x 1 3 x  1 (2.0v)

d) 4 x  9  2 x  8  0 (2.0v)

x 2  2x  3
e) 0 (2.0v)
2 x

55
1 x 4
3) Determina o domínio de f x    x (2.0v)
1 x

4) O polinómio Px   2 x 3  ax 2  11x  b é divisível por x  2 e P1  4 . Calcula os valores


de a e b .
(2.0v)

5) Determina o décimo termo de uma progressão aritmética de 20 termos onde o 1º termo é


igual a 5 e a soma de todos os termos dessa P.A. é 480.
(2.0v)

56
A W

*E *
V RITAS V ITA

Universidade Católica de Angola

CURSO: economia e Engenharia (todos)


Ano lectivo 2012 Data: 23/02 2ª Chamada

Classificação ______ (_____________________________)


valores.

O docente___________________

ATENÇÃO: Não é permitido o uso da calculadora.

1) Efectua as operações e simplifica os resultados das seguintes expressões:


1
 x 1 y  xy 1 
a)  1 1 

  xy  x 2 1
(2.0v)
 x y 

b) a 5  2a 4  ab 4  2b 4  4a 3b 2  8a 2 b 2 (2.0v)

57
Exame de Admissão 2012

ATENÇÃO:

 Confira se a sua prova tem 5 páginas.

 Não é permitido o uso de telemóvel. Guarde-o por favor.

 Escreva com caneta ou esferográfica azul ou preta. Respostas a lápis serão anuladas.

 Não é permitido o uso da calculadora.

 Respeite o espaço reservado para cada questão.

 NÃO ESCREVA NESTE ESPAÇO

2) Resolva em R as seguintes condições:


x 1 4
a)  2  2 (2.0v)
x  4 x  2x x  2x
2

b) x x  2 (2.0v)

58
c) log2 4  x   log2 x  1  1 (2.0v)

d) 2 3 x 1  8 x 1  4 x 1 (2.0v)

x 1 x
e)  (2.0v)
2 x 3 x

59
3) Determina o domínio de f x   2 x  1  4 (2.0v)

4) Determina m e n de modo que o polinómio Px   2 x 4  x 3  mx 2  nx  2 seja divisível por


x2  x  2 (2.0v)

1
5) Determina o número de termo de uma progressão geométrica: PG (128, 64, 32, …… ).
256
(2.0v)

60
A W

*E *
V RITAS V ITA

Universidade Católica de Angola

CURSO: Economia e Gestão


Ano lectivo: 2013 Data: 08/03

Classificação _______ (___________________________)


valores.

O docente_______________________________________

ATENÇÃO: Não é permitido o uso da calculadora.

1) Efectua as operações e simplifica os resultados das seguintes expressões:


x2  y2  1 1  x 2  xy  3x  3 y
a) 2    (2.0v)
y  xy  x 2 y 2  xy  3 y

61
b) 32  2 12  75  3 72 (2.0v)

Exame de Admissão 2013

ATENÇÃO:

 Confira se a sua prova tem 5 páginas.

 Não é permitido o uso de telemóvel. Guarde-o por favor.

 Não é permitido o uso da calculadora.

 Escreva com caneta ou esferográfica azul ou preta. Respostas a lápis serão anuladas.

 Respeite o espaço reservado para cada questão.

 NÃO ESCREVA NESTE ESPAÇO

2) Resolva em R as seguintes condições:


a) x  9  x 2  3 (2.0v)

4 1 1
b)   (2.0v)
x 4 x2
2
x

62
9
c) 3 x  8 (2.0v)
3x

2x  5
d) 1 (2.0v)
x2

63
3) Dada a função: f x   log x 2  2 x 

a) Determina o domínio da função. (2.0v)

b) Determina o zero da função. (2.0v)

4) Determina k sabendo que o valor numérico do polinómio Px   x 2  kx  4 para x  3 é


igual a 19. (2.0v)

5) Determina o valor de x , de modo que (3x  1; x  3; x  9) estejam, nesta ordem, em


progressão aritmética. (2.0v)

64
A W

*E *
V RITAS V ITA

Universidade Católica de Angola

CURSO: contabilidade e ciências da saúde


Ano lectivo: 2013 Data: 08/03

Classificação ______ (_____________________________)


valores.

O docente_________________________________

ATENÇÃO: Não é permitido o uso da calculadora.

1) Efectua as operações e simplifica os resultados das seguintes expressões:


x2  y2  1 1  x 2  2 xy  y 2
a)   2  2   2 (2.0v)
yx x y  x  xy  3x  3 y

b) 5 2  3 50  288  3 16  33 54 (2.0v)

65
Exame de Admissão 2013

ATENÇÃO:

 Confira se a sua prova tem 5 páginas.

 Não é permitido o uso de telemóvel. Guarde-o por favor.

 Não é permitido o uso da calculadora.

 Escreva com caneta ou esferográfica azul ou preta. Respostas a lápis serão anuladas.

 Respeite o espaço reservado para cada questão.

 NÃO ESCREVA NESTE ESPAÇO

2) Resolva em R as seguintes condições:


a) x  2 x  15 (2.0v)

5x 1 1
b)   (2.0v)
x 1 x 1 x 1
2

66
9x  3 x
c) 3  0 (2.0v)
4

x3  x2  x 1
d) 0 (2.0v)
x2  x  2

e) log3  x  3  2 (2.0v)

67
3) Determina o domínio da função: f x    x 
1
(2.0v)
2 x

4) Determina m e n sabendo o polinómio Px   2 x 3  6 x  mx  n tem raiz igual a 2 e


f 1  6 é igual. (2.0v)

5) Determina a razão da progressão geométrica, de modo que (a, a  3, 5a  3; 8a) . (2.0v)

68
A W

*E *
V RITAS V ITA

Universidade Católica de Angola

CURSO: Engenharia (todos)


Ano lectivo 2013 Data: 09/02

Classificação ______ (____________________________)


valores.

O docente___________________________

ATENÇÃO: Não é permitido o uso da calculadora.

1) Efectua as operações e simplifica os resultados das seguintes expressões:


 x 2   y  x x  y   xy  
1
yx  x  xy 
a)     x    1   (2.0v)
 2 y  2x   1  xy   1  xy 

b) 27  48  12  33 54  73 250 (2.0v)

69
Exame de Admissão 2013

ATENÇÃO:

 Confira se a sua prova tem 5 páginas.

 Não é permitido o uso de telemóvel. Guarde-o por favor.

 Escreva com caneta ou esferográfica azul ou preta. Respostas a lápis serão anuladas.

 Não é permitido o uso da calculadora.

 Respeite o espaço reservado para cada questão.

 NÃO ESCREVA NESTE ESPAÇO

2) Resolva em R as seguintes condições:


2 x 2
a)   (2.0v)
x 1 x 1 x 1
2

1 1

b) x 2  2 x 2
1 (2.0v)

70
c) log x  log x 2  1 (2.0v)

25 x  125
d)  5 x 1 (2.0v)
6

x 1 x
e)  (2.0v)
2 x 3 x

71
x2
3) Dada a função: f x  
 x3
a) Determina o domínio. (1.0v)

b) Determina, caso exista, o zero da função. (1.0v)

4) Seja o polinómio Px   Qx   x 2  x  1 e sabendo que 2 é raiz de Px  e 1 raiz de Qx  .
Calcula o valor, de P1  Q2 . (2.0v)

5) Determina o valor de x , de modo que a sequência 3 x 1 , 34 x , 33 x 1  seja uma progressão


geométrica. (2.0v)

72
A W

*E *
V RITAS V ITA

Universidade Católica de Angola

CURSO: economia, Engenharia e


Ciências da saúde

Ano lectivo 2013 Data: 19/02 2ª Chamada

Classificação ________ (___________________________)


valores.

O docente___________________

ATENÇÃO: Não é permitido o uso da calculadora.

1) Efectua as operações e simplifica os resultados das seguintes expressões:


y x 1 1  x  y   y 2
2
a)         3 (2.0v)
 x y   x y  x  4y x
2

b) 3
  
3  3 9  23 3  5  3 9  3 3  23 9  2  (2.0v)

73
Exame de Admissão 2013

ATENÇÃO:

 Confira se a sua prova tem 4 páginas.

 Não é permitido o uso de telemóvel. Guarde-o por favor.

 Escreva com caneta ou esferográfica azul ou preta. Respostas a lápis serão anuladas.

 Não é permitido o uso da calculadora.

 Respeite o espaço reservado para cada questão.

 NÃO ESCREVA NESTE ESPAÇO

2) Resolva em R as seguintes condições:


x2 x2 x
a)  2  (2.0v)
x x  x x 1

b) 2x  1  8  x (2.0v)

74
c) log3 x 2  x  3  2 (2.0v)

25 x  125
d)  5 x 1 (2.0v)
6

x 2
e)  0 (2.0v)
x 1 x 1

75
2x 3 x 1
1 1
3) Determina o domínio de f x        (2.0v)
2 2

4) Dado polinómio Px   x 3  2 x 2  mx  1 , onde m R , determina m sabendo que:


P2  3P0 . (2.0v)

5) São dados quatro números positivos: (12, x , y , 4), sabendo que os três primeiros estão em
progressão aritmética e os três últimos estão em progressão geométrica, determina x e y .
(2.0v)

76