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Mestrado em Psicologia da Educação

Necessidades Específicas na Educação


2.º Semestre
2018/2019

Perturbação do Desenvolvimento: Síndroma Alcoólica Fetal

Discentes
Ana Sofia Fernandes, 39398
Duarte Tavares, 43330
Marina Correira, 42277

Docente
Professora Doutora Isabel Leite

Data de entrega
12 de junho de 2019
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Índice

Introdução..................................................................................................................... 2
Perturbação do Desenvolvimento: Síndroma Alcoólica Fetal ........................................ 2
Prevalência ................................................................................................................ 3
Causa–Efeito ............................................................................................................. 3
Hábitos Culturais ....................................................................................................... 4
Alterações Fisiológicas .............................................................................................. 5
Contexto Educativo ................................................................................................... 6
Intervenção ................................................................................................................ 7
Conclusão ..................................................................................................................... 8
Referências ................................................................................................................. 10
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Introdução
A Síndroma Alcoólica Fetal compreende-se como um tema de emergência
universal, uma vez que o consumo de álcool apresenta valores muito elevados, e as suas
repercussões podem ser permanente, se não ocorrer uma intervenção precoce, o que
implica a total abstinência de álcool durante todo o ciclo de gravidez (Ribeiro, Ponte &
Araújo, 2010).
Desta forma, torna-se imperativo sensibilizar e informar a população sobre a
gravidade da situação, especialmente, quando pode estar em risco a vida de um ser
humano. Neste sentido, o conhecimento científico apresenta-se crucial para o
desenvolvimento de campanhas preventivas e de intervenção. (Ribeiro, Ponte & Araújo,
2010). Torna-se necessário que os profissionais de saúde proporcionem ajuda e
acompanhamento aquando da intervenção, as mulheres que possuem dificuldades em
abandonar o consumo de álcool, quer seja por motivos de dependência, quer de outra
natureza (Ribeiro, Ponte & Araújo, 2010).
A intervenção em diversos períodos, inicialmente no período pré-natal, que se
incide sobre a mulher grávida com dependência de álcool, seguidamente no período pós-
natal que pretende acompanhar a criança – i.e., avaliar o grau dos efeitos do álcool – e,
ainda, acompanhar a família após o nascimento, na medida em que a síndroma pode
provocar complicações no futuro, quer sejam elas de cariz cognitivo, comportamental,
emocional, físico e até mesmo, psicopatológico.
É neste âmbito, em particular, que o psicólogo poderá prestar contributo, através
de um trabalho multidisciplinar com o pediatra – e se necessário outro profissional de
saúde e/ou educação -, não só no que diz respeito à avaliação psicológica, mas também à
intervenção (Pinho, Pinto & Monteiro, 2006).

Perturbação do Desenvolvimento: Síndroma Alcoólica Fetal


A Síndroma Alcoólica Fetal (SAF), foi considerada por Clarren e Smith como o
ato de consumo excessivo de álcool por parte da mãe durante a gravidez, que resulta no
nascimento de uma criança com deficiência mental – i.e., observar-se uma causa-efeito,
nomeadamente, consumo de álcool-perturbação de desenvolvimento na criança –
contudo, só em 1980 foram estipulados os critérios de diagnóstico da SFA pelo grupo
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Fetal Alcohol Study Group da Research Society of Alcoholism (Pinho, Pinto & Monteiro,
2006).
Desta forma, a síndroma caracteriza-se por apresentar perturbações quer ao nível
cerebral, quer de outros órgãos, o que se compreende como uma consequência da ação
teratológica tóxico-metabólica do álcool , que afeta o embrião ou feto, no decorrer do
consumo alcoólico no momento da gravidez (Lima, 2008 citado por Ribeiro, Ponte &
Araújo, 2010).

Prevalência
A prevalência está muitas das vezes associada a fatores de risco, tais como, o
baixo nível socioeconómico, o consumo excessivo de álcool, quer por parte da mulher
grávida, quer por parte do seu cônjuge, para além disso existem fatores como o consumo
excessivo de tabaco e de/ou juntamente com outras drogas e, por fim, o stress emocional
que influenciam a taxa de prevalência (Nwaigwe, 2017).
Desta forma, o consumo de bebidas alcoólicas em Portugal, é de
aproximadamente 74% no sexo masculino, e de 49% no sexo feminino, ambos na faixa
etária entre os 15-64 anos de idade. Relativamente ao sexo feminino, o mesmo apresenta
uma prevalência de consumo de bebidas alcoólicas superior na faixa etária entre os 35-
44 anos de idade, no entanto, os valores encontrados na faixa etária entre os 15-34 anos
de idade são igualmente preocupantes, sendo esta faixa etária a mais propensa ao
planeamento da gravidez, ou gravidez não planeada (Balsa, Vital, & Urbano, 2014).
Segundo o III Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na
População Geral, a gravidez e a amamentação surgem apenas como o 5.º motivo para as
mulheres abandonarem o consumo de álcool, sendo que os motivos apresentados, como
de maior relevância, são motivos de saúde, ou qualquer outro motivo, sendo este último
não discriminado quanto ao que se refere (Serviço de Intervenção nos Comportamentos
Aditivos e nas Dependências).

Causa–Efeito
Uma vez que a Síndroma Alcoólica Fetal provém da exposição pré-natal ao álcool,
que evidencia tanto no momento da gravidez como posteriormente, consequência
significativas no desenvolvimento da criança, como défices congénitos, atrasos mentais,
e défices de desenvolvimento neurológico (American Academy of Pediatrics, 2000 cit in
Antunes, 2016). Assim, existe uma relação de causa-efeito, na medida em que a ingestão
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de álcool durante a gravidez resulta num desenvolvimento deficitário da criança que irá
acarretar consequências graves devido ao comportamento da mãe. Relativamente às
consequências da exposição pré-natal ao álcool podem verificar-se 1) perturbações
cognitivo-comportamentais primárias, 2) perturbações secundárias associadas à
exposição pré-natal ao álcool, 3) alterações estruturais no sistema nervoso central
(Antunes, 2016).
O consumo de álcool excessivo ou moderado apresenta efeitos negativos, uma vez
que existe a presença do consumo substância durante a fase pré-natal da criança e, que
resulta em consequências graves para o resto da vida do bebé (Murray, Burgens, Zuccolo,
Hickman, Gray & Lewis, 2016). Existem alguns factores de risco que influenciam os
efeitos da exposição pré-natal ao álcool, sendo que se relacionam com a quantidade de
álcool consumida, antecedentes genéticos da mãe e do feto, idade materna, estatuto
socioeconómico, entre outros (Riikonen et al., 2005; Larkby, Day, Words, 1997; Lipinski
et al., 2012 cit in Antunes, 2016).
Segundo Grinfeld (2004 cit in Rossi, Santigo & Martins, 2012) e Freire, Machado,
Melo & Melo (2005 cit in Rossi, Santigo & Martins, 2012) o consumo de álcool na fase
pré-natal ocorre normalmente em mulheres solteiras, esta situação pode estar associada
ainda a fatores como a baixa escolaridade, gravidez indesejada, entre outros. E, ainda, a
existência de problemas emocionais, doenças afetivas - p.e., depressão (Rossi, Santigo &
Martins, 2012), assim, consideram-se que todos os fatores mencionados facilitam o
consumo do álcool e, consequentemente, à ingestão da substância no período de gestação,
uma vez que a mulher apresenta uma dependência (Rossi, Santigo & Martins, 2012).

Hábitos Culturais
Na Grécia Antiga, consideravam a existência de uma ligação entre o consumo do
álcool durante a gestação e as malformações no desenvolvimento das crianças, sendo que
os primeiros registos científicos são evidenciados no século IX (Sanctis, Memo, Pichini,
Tarani & Vagnarelli, 2011). Na atualidade, este continua a ser um problema emergente
proveniente do alcoolismo. Este deve-se pôr parte a fatores sociais e culturais que são
transmitidos de geração em geração, em que se observa uma aceitação social entre os
indivíduos face a esta problemática (Martins, 2007; Farias, 2007 cit in Rossi, Santigo &
Martins, 2012). A tradição cultural da ingestão de álcool por jovens na adolescência como
“ritual de passagem” para uma vida mais adulta, sendo que este é um elemento
fundamental para a inclusão social – principalmente no período da adolescência – e,
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posteriormente, para estabelecer a socialização e relações significativas (Farias, 2007 cit


in Rossi, Santigo & Martins, 2012).
Nesta linha de pensamento, podem ser referidos o uso moderado do álcool, no
entanto, segundo a OMS esta é suscetível a algumas dúvidas, dado que não existe uma
quantidade de álcool que defina uma determinada problemática de saúde, assim álcool,
como supracitado pode ser socialmente aceitável e, os indivíduos não tem consciência
e/ou percecionam da problemática que advém de costumes e motivações do que é
socialmente aceite (Andrade, Anthony & Silveira, 2009 cit in Rossi, Santigo & Martins,
2012).

Alterações Fisiológicas
Os fatores físicos, psicológicos, sociais, económicos e/ou culturais apresentam
uma determinada influência quanto ao relacionamento das mulheres face ao álcool – i.e.,
em que circunstância uma mulher ingere álcool e a forma de reagir do seu organismo
(Goodman, 2000). Desta forma, observa-se que a exposição intrauterina ao álcool durante
o período da gravidez provoca diversos efeitos no embrião ou feto, sendo que quanto
maior for a taxa de consumo de álcool, maior serão os riscos e/ou consequências para o
bebé, que vão perdurar ao longo do seu ciclo de vida (Bertrand, 2005).
Neste sentido, o efeito do álcool ao nível da ação teratogénica pode evidenciar-se
de duas formas: 1) diretamente, quando ocorre sobre o tecido fetal; e, 2) indiretamente,
quando interfere incapacidade de assegurar o crescimento do feto adequado, devido ao
organismo da mãe – p.e., má nutrição, que se demonstra incapaz de assegurar os nutrientes
necessários ao desenvolvimento do feto (Goodlett, 2001). Não obstante, as consequências
e efeitos da exposição ao álcool também se manifestam no período pós-natal, uma vez
que a criança através da amamentação continua a ser exposta a esta toxina. De salientar
que os efeitos deste recurso de alimentação, proporciona consequências negativas para o
bebé, na medida em que causa problemas ao nível do sono, do neuro-desenvolvimento e,
no período da infância e/ou adolescência, ao nível da aprendizagem (Grinfeld, 2009).
A Síndroma Fetal Alcoólico apresenta o quadro clínico mais grave da exposição
pré-natal ao álcool e, considera-se que as suas alterações se manifestam: 1) ao nível físico,
i.e., evidencia-se um padrão de anomalias e défice no desenvolvimento – p.e., restrição
no crescimento; 2) ao nível cognitivo, apresentam-se dificuldades de aprendizagem que
resultam da criança frequentemente apresentar um Quociente de Inteligência (QI) inferior
e, ainda, dificuldade de atenção e memória; e, por fim, 3) ao nível comportamental,
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observa-se a presença de no comportamentos inapropriados, hiperatividade e, ainda,


instabilidade emocional (Koren, Nulman, Chudley, & Loocke, 2003; May et al., 2007;
Mesquita, 2009).
Em suma, os efeitos que resultam da exposição pré-natal ou pós-natal ao álcool,
manifestam-se de forma diferente em cada indivíduo, sendo que apesar de existir critérios
estipulados para identificar a perturbação, os sinais/sintomas podem variar, tendo em
consideração também o grau de exposição, e a faixa etária do indivíduo. Desta forma,
após a gravidez pode identificar-se sinais como baixo peso à nascença, comprimento
reduzido, bem como, o tamanho da cabeça (i.e., microcefalia), as caraterísticas faciais
(p.e., olhos pequenos), irritabilidade, dificuldade na vinculação, problemas de sono e/ou
sução e, ainda, problemas cardíacos, renais ou esqueléticos. Não obstante, no período de
latência – amamentação -, evidenciam-se alguns sintomas como caraterísticas faciais,
alterações de neuro-desenvolvimento e restrições de crescimento (p.e., altura e peso). No
período da infância aquando à idade escolar, para além dos mencionados anteriormente,
acrescenta-se as alterações comportamentais (p.e., hiperatividade). E, por último, no
período da adolescência surgem novos sinais como as dificuldades de aprendizagem,
instabilidade emocional e dificuldades ao nível da inclusão social (Thackray, 2001).

Contexto Educativo
No contexto educativo, um aluno portador da Síndroma Alcoólica Fetal, possui
determinadas características que o diferenciam da maioria das crianças, tais como: 1)
dificuldades de aprendizagem, que são inicialmente visíveis aquando da aprendizagem
do alfabeto; 2) dificuldades em manter-se focado nos estímulos necessários para aprender
– p.e., memória e atenção; 3) dificuldades na resolução de problemas; e, por fim, 4) na
produção e/ou aquisição da informação, tanto ao nível verbal, como de escrita (Costa,
2012). Considerando estas dificuldades, evidencia-se uma necessidade por parte das
crianças portadoras da síndroma de adquirir e desenvolver estratégias e rotinas, que lhes
proporcione um desenvolvimento funcional adequado, i.e., que lhes possibilitem viver o
seu quotidiano de forma previsível, e baseada numa compreensão simples sobre a
aprendizagem (Tinoco, 2015).
Relativamente ao contexto escolar, a integração de uma criança neste ambiente
deverá ser alvo de análise e de acompanhamento por parte de profissionais especializados
– p.e., professor de educação especial, psicólogo, entre outros -, para que se proporcionar
um ambiente seguro e de iniciativa à aprendizagem. Assim, dever-se-ão criar mecanismos
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e desenvolver competências que promovam o sucesso académico da criança. De forma a


alcançar o desenvolvimento das competências académicas, é fulcral a elaboração de um
plano de currículo específico para a criança, que tenham como base as necessidades e, em
atenção as dificuldades da criança, para que a aprendizagem ocorre de um modo adequado
e, que vise a aquisição do conteúdos propostos no sistema educativo português (Costa,
2012).
Este currículo, deve abordar num primeiro momento as noções básicas e
essenciais da vida em sociedade, facultando à criança regras e valores básicos na vida
quotidiana, assim como, a interação social – i.e., aquisição e desenvolvimento das
competências sociais. De salientar ainda, que as temáticas a abordar no mesmo vão desde,
a promoção de competências cognitivas com o objetivo de atingir um sucesso académico
satisfatório, até ao desenvolvimento do autocontrolo em detrimento dos comportamentos
agressivos, o que facilitaria as relações interpessoais, quer com a família, com os pares
ou, até mesmo com o contexto em que está inserido (Costa, 2012).
Em suma, e para que a intervenção em contexto educativo apresente resultados
satisfatórios é necessário, apoiar e prestar acompanhamento à família, na medida em que
a sua relação com a mesma apresente um caráter de promoção para o desenvolvimento
adequado, tanto ao nível pessoal como social e/ou académico (Costa, 2012).

Intervenção
A intervenção mais eficaz, é essencialmente de cariz preventivo, uma vez que é
uma síndroma que pode ser 100% evitável. Desta forma, deve informar-se as mulheres
que planeiam engravidar, para se absterem de qualquer bebida alcoólica o mais cedo
possível, uma vez que existe um risco elevado de problemas ao nível do desenvolvimento
para o feto durante todo o período da gravidez, mas principalmente, durante o 1º trimestre
da gestação; por outro lado, quando uma mulher não planeia a gravidez deve também
proporcionar informação acerca dos efeitos do álcool e, compreender se até ao momento
existiu consumo e qual o grau de forma a que se proporcione uma intervenção caso seja
necessário (Pinho et al., 2006)
Quando a síndroma não é evitada, surge a questão da intervenção, sendo que a
mesma é realizada na sua totalidade de acordo com a sintomatologia apresentada pelo
indivíduo em questão, isto é, aquando da existência de problemas cardíacos, os mesmo
podem/devem ser resolvidos cirurgicamente; aquando de problemas ao nível da
linguagem, a mesma deve ser analisada por especialista da área, entre outras
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problemáticas (Pinho, Pinto & Monteiro, 2006). No mesmo sentido, aquando uma dano
cerebral devido ao consumo de álcool por parte das mães, é importante a intervenção ser
de forma mais precoce possível para evitar próximos danos ou gerar diferentes patologias
secundárias na criança (Memo, Gnoato, Caminiti, Pichini & Tarani, 2013).

Conclusão
O consumo de álcool tem sido um costume recorrente na sociedade sendo, ao
longo dos anos, que é praticado quer pelo sexo masculino como pelo sexo feminino
(Rossi, Santiago & Martins, 2012). Este costume prende-se muito à cultura em que nos
enquadramos sendo que cada vez mais as mulheres praticam e, por sua vez poderão adotar
comportamentos de risco, como o consumo de álcool aquando a gestação de um bebé.
Aproximadamente 49% da população feminina ingere bebidas alcoólicas, sendo que
dependendo da faixa etária e planeamento da gravidez podem influenciar nas decisões
posteriores a serem tomadas (Balsa, Vital & Urbano, 2014), como a decisão de abdicar
do consumo de álcool durante a gravidez.
Por vezes a ingestão de álcool no ínicio de uma gravidez ocorre pelo motivo de as
mulheres não ter conhecimento que estão grávidas, outras vezes o consumo é feito de
forma moderada sendo que acreditam que o pouco álcool não faz mal ao feto (Memo,
Gnoato, Caminiti, Pichini & Tarani, 2013). O consumo na fase pré-natal pode ter
diferentes factores de risco associados como o estatuto socioeconómico, baixa
escolaridade, gravidez indesejada (Rossi, Santigo & Martins, 2012), o que irá implicar
uma possibilidade de surgirem complicações/défices no desenvolvimento da criança,
como é o caso da Síndroma Fetal Alcoólica.
É de referir que mais uma vez esta doença de cariz neuro-desenvolvimental pode
ser evitada pois ocorre única e exclusivamente através do consumo de álcool,
relacionando-se depois com factores biológicos que irão influenciar o desenvolvimento
do feto e, posteriormente, da criança, que se prolongam ao longo do seu ciclo de vida. As
consequências provenientes poderão variar consoante diferentes factores como, a
genética de cada pessoa, a quantidade de álcool consumida, entre outros.
Por último, verificasse a necessidade de apoio para crianças com esta perturbação,
estas têm dificuldades em diferentes âmbitos como a aprendizagem, da linguagem, bem
como a nível físico. Assim, estes alunos requerem uma adaptação e integração no
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contexto educativo de forma a que o currículo seja adequado para a criança e o seu
desenvolvimento académico e social. É ainda de referir a importância da prevenção e
sensibilização para esta temática sendo que é cada vez mais frequente na atualidade
devido ao elevado consumo de álcool.
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