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Universidade Anhembi Morumbi / Fenômenos de Transporte / Lista de Exercícios 02

Parte 01

Ex_1: A água escoa num tubo que apresenta diâmetro de 19 mm. (a) Determine o tempo
mínimo para encher um copo de 359ml com água, se o escoamento for laminar. (b)
Determine o tempo máximo para encher o mesmo copo se o escoamento for turbulento.
Dados: ρ = 999,7 kg/m3 ; µ = 1,307x10-3 N.s/m2.

Ex_2: No exercício 1 o peso específico e a viscosidade dinâmica de água foram fornecidas


para a temperatura de 10ºC. Imaginando um escoamento de água aquecida a 60 ºC
(ρ=983,2 kg/m3, µ = 4,665x10-4 N.s/m2), recalcule os tempos requeridos nos itens (a) e (b)
do exercício 1 e compare os resultados.

Ex_3: Um tubo admite água (ρ=1000 kg/m³) num reservatório com vazão de 20 L/s. No
mesmo reservatório é trazido óleo (ρ=800 kg/m³) pó outro tubo com uma vazão de 10 L/s.
A mistura homogênea formada é descarregada por um tubo, cuja a seção é de 30 cm².
Determine a massa específica da mistura no tubo de descarga e a sua velocidade final.

Ex_4: O tempo necessário para 8,2 cm3 de água escoe pelo tubo capilar instalado no
viscosímetro da figura abaixo é igual a 20 s. Determine o tipo de escoamento no tubo
capilar (laminar ou turbulento). Adote, ρ = 1000 kg/m3; µ= 1,0x10-3 N.s/m2.

Ex_5: Determinar a perda de carga por km de comprimento de uma tubulação de aço de


seção circular de diâmetro 45 cm. O fluido é óleo (υ = 1,06x10-5 m²/s) e a vazão é 190 L/s e
ε = 4,6x10-5 m.

Ex_6: Óleo de viscosidade cinética igual a 1,1x10-4 m2/s e peso específico γ = 900 kgf/m3 ,
a temperatura ambiente, escoa no interior de um tubo com inclinação “α” e diâmetro
0,0127m. Sabendo-se que o escoamento é laminar e que a vazão é de 0,142m3/h,
determinar:
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a) Para um ângulo α = 30º, qual a variação da pressão interna, a cada metro, entre dois
pontos quaisquer?
b) Se a pressão interna é constante ao longo do comprimento, qual o valor do ângulo
α?
Ex_7: A água escoa num tubo de aço inclinado de diâmetro interno igual a 76 mm.
Considere que a seção de alimentação do tubo esteja numa cota superior àquela da seção de
descarga. Sabendo que o comprimento da tubulação é igual a 1609 m e que a pressão é
constante ao longo do escoamento, determine a máxima inclinação do tubo de modo que o
escoamento permaneça laminar.

Ex_8: Um, massa específica e viscosidade dinâmica iguais a 1.000 kg/m3 e 0,30 Ns/ m2 ,
escoa em regime permanente num tubo vertical que apresenta diâmetro e altura iguais a
0,010 m e 10 m. O escoamento é para baixo e o fluido é descarregado do tubo como um
jato livre. Determine a máxima pressão na seção de alimentação do tubo para que o
escoamento permaneça laminar ao longo do tubo.

Ex_9: A água é bombeada,em regime permanente, de um tanque grande e aberto para outro
tanque que também é grande e está exposto a atmosfera, conforme figura a seguir.

Sabendo que as cotas superfícies livres da água nos tanques são iguais, determine a máxima
transferência de energia para o fluido de modo que o escoamento permaneça laminar ao
longo das tubulações conectadas à bomba.

Ex_10: Um fluido escoa num tubo horizontal que apresenta diâmetro interno e
comprimento iguais a 2,5 mm e 6,1 m, respectivamente. Sabendo que a perda de carga no
escoamento é 1,95 m quando o número de Reynolds é igual a 1500, determine a velocidade
média do escoamento.

Ex_11: Óleo (peso específico = 8900 N/m3, viscosidade dinâmica = 0,10 N.s/m2 ) escoa no
tubo mostrado na figura a seguir. O diâmetro interno do tubo é igual a 23 mm e um
manômetro diferencial em “U” é utilizado para medir a queda de pressão no escoamento.
Qual é o máximo valor de h para que o escoamento do óleo seja laminar?
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Ex_12: Óleo (densidade= 0,87 e υ = 2,2x10-6 m2/s) escoa num tubo vertical. A vazão do
óleo é 4x10-4 m3/s. Determine a leitura do manômetro h.

Ex_13: Óleo cru a 60ºC (γ = 8436 N/m3 e µ= 3,83x10-3 N.s/ m2) é bombeado através do
Alasca numa tubulação de aço (ε = 0,045 mm) de diâmetro 1219 mm e comprimento de
1286 km. Se a vazão de óleo for 3,31 m3/s, determine a potência da bomba necessária para
transportar o óleo nesta tubulação.

Ex_14: Na instalação da figura a seguir, o sistema que interliga os reservatórios A e B é


constituído por uma tubulação de diâmetro constante e pela máquina M. Admitindo-se
desprezíveis as perdas de carga singulares na tubulação e sendo conhecida, no trecho CD, a
diferença entre a linha de energia e a linha piezométrica (paralelas) pede-se:
a) O tipo de máquina M
b) A potência (em CV) da máquina cujo rendimento é 75%.
c) A cota Z da LP na seção C
Dados: ν = 10-6 m2/s; γ = 1000 kgf/m3
Tubo de ferro fundido ( E = 2,6 x 10-4 m); D = 0,1m
(LE – LP) = 0,2 m
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Ex_ 15: A potência da turbina esboçada na figura a seguir é de 37,3 kw. A tubulação de
alimentação da turbina apresenta diâmetro interno e comprimento de 305 mm e 91,44 m,
respectivamente. Admitindo que a rugosidade absoluta é da ordem de 1 mm, determine a
vazão de água na turbina, admitindo que as perdas de carga na tubulação são desprezíveis.

Ex_16: Água a 10ºC (ρ=1000 kg/m³, ν=10-6 m2/s) escoa de um reservatório A para um
reservatório B através de uma tubulação de ferro fundido (ε=0,26 mm) que apresenta 20 m
de comprimento. A vazão de água é Q = 0,0020 m³/s. O sistema contém uma entrada em
canto vivo (Kentr = 0,5), seis cotovelos de 90º (Kcot = 1,5 cada) e saída (Ksaída = 1,0).
Determine o diâmetro desta tubulação.
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Ex_17: Na instalação da figura a seguir são dados: Potência fornecida ao fluido pela bomba
(B) é de 1 cv; diâmetro constante igual a 3,0 cm; vazão de 3 L/s; coeficientes de perdas de
carga singular em cada seção: k1=0,5; k4=1,3; k5=1,3 e k6=1,0. Fator de atrito é
aproximadamente igual a 0,02 e os comprimentos dos trechos são: L1-2 = 2 m e e L3-6=10
m. Pede-se: a) o desnível entre os reservatórios; b) a rugosidade do conduto e c) a altura h
para que a pressão efetiva na entrada da bomba seja zero.

Ex_18: Uma tubulação de 6 polegadas escoa água no sentido de A para B, com uma
distância entre eles de 550 m. Sabendo-se que a cota piezométrica em B é igual a cota
geométrica de A e a energia cinética do sistema é cte e igual a 0,5 m, determine a carga de
pressão disponível no ponto A (em mH2O). Além disso, faça o desenho das linhas de
energia entre os pontos A e B.

Ex_19: Água escoa em um tubo liso (E ~ 0,0 mm), com o número de Reynolds igual a 106.
Depois de vários anos de uso, observa-se que a metade da vazão produz a mesma perda de
carga original. Estime o valor do fator de atrito “f” do tubo deteriorado.

Ex_20: Mostre que a condição corresponde a

Ex_21: Medições de velocidade em um tubo muito rugoso levaram aos seguintes


resultados:
a) para y/R = 0,30 a u = 3,0 m/s
b) para y/R = 0,60 a u = 3,30 m/s
Determine a velocidade média.
(OBS: R é o raio do tubo e y a distância da parede do tubo)

Ex_22: Em uma tubulação circular de raio R, a velocidade do escoamento medida a uma


distancia da parede é de 0,5 R é igual a 90% da velocidade na linha central da tubulação.
Determine a relação entre a velocidade máxima e a velocidade média da seção.

Ex_23: Água escoa em um tubo de 50 mm de diâmetro e rugosidade absoluta de 0,8mm. A


velocidade na linha de centro 3,0m/s. Determine a perda de carga unitária.

Ex_24: Em um escoamento estabelecido em um tubo com 250 mm de diâmetro, foram


estimados os valores da velocidade na linha central do tubo e a 20 mm da parede,
resultando nos valores de 4,5 m/s e 3,8 m/s, respectivamente. Determine a perda de carga
unitária do escoamento.