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MCE-MEMORIAL DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO

1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
EMPREENDIMENTO: FAZENDA 15 DE DEZEMBRO
PROPONENTE: CARLOS HUMBERTO LEONEL DE SOUZA
Inscr.
CPF: 280.300.951-04 11.378.435-0 INCRA: 933.082.010.871-2
Estadual
Endereço RODOVIA GO-050 KM 65 A DIREITA 12 KM

Cidade/UF PARAÚNA/GO CEP 75960-000 Fone: (64)3636-7109

Atividade a
ARMAZÉM DE BENEFICIAMENTO DE GRÃOS SEM EMISSÃO DE WARRANT
Licenciar
Representante Legal
CARLOS HUMBERTO LEONEL DE SOUZA CPF(MF) 280.300.951-04

1. SITUAÇÃO DO EMPREEDIMENTO

Implantado: o empreendimento ARMAZÉM DE BENEFICIAMENTO DE GRÃOS SEM EMISSÃO DE


WARRANT está implantado, pleiteando a LAF – Licença Ambiental de Funcionamento para o empreendimento
em epígrafe, onde passamos a apresentar todas as suas características técnicas inerentes à sua caracterização
e funcionamento.
Área Operacional
Área total do empreendimento 7400 m2 construída para este 5050 m2
empreendimento:
Área destinada ao pátio de Instalações/Equipamento
manobras de máquinas e 1550 m² s (área): 4700 m²
caminhões:
Coordenadas em UTM –
Altitude:
S 17°03’14,9” SIRGAS2000 – 22K
Coordenadas Geográficas:
WO 50°54’37,2” 0509541.704
718,5 m
8114453.633

2. PERÍODO DE PRODUÇÃO E NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS

O empreendimento funciona em todos os dias úteis do ano (12 meses) com ênfase nos períodos de fim de safra onde os
trabalhos são desempenhados com maior volume, para beneficiamento, secagem e estocagem dos grãos, tendo o início das atividades
neste período às 07:00 hs e término às 19:00 hs, com intervalo de 02:00 (duas) horas para o almoço de segunda à sexta, e aos sábados
das 07:00hs as 11:00hs. Os períodos de entressafra, só ocorre o funcionamento básico do empreendimento, com manutenção do grãos
estocado e processo de venda de grãos e carregamento dos veículos de transporte.
Para o seu funcionamento ideal, o empreendimento conta com um quadro funcional composto por 5 colaboradores
operacionais, divididos nas funções inerentes ao beneficiamento dos grãos, limpeza e manutenção das dependências do
empreendimento e ainda, nos processos de transporte dos grãos das áreas de lavoura para o pátio do armazém.

Rua Anhanguera esquina com Dep. Honorato de Carvalho, 1562 – centro – fone (64)3631-0104
CEP 75800-061 – Jataí - Goiás
3. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO MCE
Anexo A (ART)
Nome: CLEIVER ROBSON ARJONA CHAVES
Formação profissional: Tecgo. Gestão e Saneamento Ambiental
Número de Registro: CREA Nº 21962/D-GO
Telefone: (64) 3636-7109
Endereço eletrônico: cleiver_robson@hotmail.com

4. PRODUTOS.

O empreendimento em epígrafe não tem a produção direta ou processual de nenhum tipo de produto ou subproduto inerente ao
beneficiamento dos grãos. Todavia devemos considerar neste contexto, que no processo de beneficiamento dos grãos, ocorre o
surgimento de um subproduto denominado vulgarmente como “quirela”, ou seja, grãos quebradiços e fora de especificação para venda.
Este subproduto é comercializado para ser aproveitado como matéria prima na produção de rações animais de acordo com as
especificações.
Os grãos beneficiados e dentro das especificações exigidas, são armazenados e comercializados posteriormente de acordo com
a demanda comercial do proponente.

5. CROQUI DE LOCALIZAÇÃO

O empreendimento está dentro da área da Fazenda 15 de Dezembro, tendo como ponte de origem, o povoado de Ponte
de Pedra no KM 65 da Rodovia GO-050, sentido Montividiu – Paraúna. Nesta estrada vicinal, desloca-se aproximadamente 12 Km,
adentrando à propriedade especificada. Todo o percurso é indicado através de placas de sinalização.

6. RELAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

O empreendimento em epígrafe, apresenta uma série de equipamentos que trabalham em conjunto para o serviço de
beneficiamento de grãos, sendo que o fornecedor principal é a CASP. Assim, passaremos a descrever os principais itens a
serem considerados nessa relação de equipamentos.

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Os secadores CASP são adequados para secagem dos mais variados tipos de grãos, proporcionando uniformidade de
secagem, alta qualidade do produto processado e baixo consumo energético. Devido à sua forma construtiva com sistema
modular, permite facilidade de ampliação da capacidade de secagem com simples adição de novos módulos.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:

CORPO GALVANIZADO
Os secadores CASP são totalmente executados em chapas de aço galvanizadas, possuindo as proteções, isolamentos e
blindagens necessárias à sua instalação ao tempo.

FUNIL DE CARGA
O funil de carga é equipado com plataforma e porta de inspeção, que permite acesso à parte superior interna do secador.
É dotado de controle de nível para bloquear a descarga, conforme o nível de produto no interior do secador, evitando saídas
indesejáveis do ar de secagem.

TORRE DE SECAGEM
A torre de secagem é executada em aço galvanizado com desenho adequado ao perfeito escoamento dos grãos e fluxo do ar
de secagem, proporcionando uma secagem homogênea, evitando choques mecânicos dos grãos e acúmulo de impurezas em
um sistema auto limpante.
Pode ser do tipo Colunas ou Cavaletes, composta por câmara de secagem e câmara de resfriamento, com sistema de
reaproveitamento de ar.
A torre de secagem CASP é padronizada e modular, permitindo ampliações no tamanho do secador com a adição de novos
módulos e seus acessórios.

DIFUSORES DE AR
Os secadores CASP têm a torre de secagem envolta em difusores executados em aço galvanizado, unidos por parafusos de
alta resistência, evitando a entrada de águas da chuva, reduzindo o acúmulo de impurezas e facilitando a manutenção.

VENTILADORES
Os ventiladores são axiais, com rotor balanceado e fixado direto ao motor elétrico. O corpo dos ventiladores é executado em
aço com o cubo em liga de alumínio e as hélices em alumínio, ideal para operação em temperaturas agressivas. São mais leves
e resistentes à abrasão com baixíssimo nível de ruído.

ACESSOS
Para facilidade e segurança dos operadores, os secadores são dotados de escadas de acesso com plataformas intermediárias,
tanto na parte externa, quanto na parte interna dos difusores de ar, conforme norma de segurança NR12.
Para acesso à parte interna, os secadores são dotados de portas com dimensões adequadas às normas operacionais.

SISTEMA DE DESCARGA
O sistema de descarga dos secadores CASP é formado por bandejas oscilantes, com tripla regulagem, que permitem variar a
velocidade de deslocamento dos grãos no interior do secador, fazendo uma secagem homogênea em toda a extensão de saída
do secador.
É acionado por motoredutor elétrico, podendo operar com inversor de frequência, que altera automaticamente a descarga.

BASE DO SECADOR
Os secadores CASP são apoiados sobre uma base executada em pilares de concreto ou metálico, agilizando a execução das
obras civis e consequente montagem do equipamento.

QUADRO DE CONTROLE
Para controle dos secadores, estes são equipados com quadro de indicação de temperatura com 4 termômetros e display digital
com alarme, que avisa os operadores em caso de temperatura excessiva do ar de secagem.
Opcionalmente, poderá ser acrescido um indicador automático de umidade dos grãos e um coletor de dados para registros
históricos de operação.

SISTEMA DE RETENÇÃO DE PARTÍCULAS


Os secadores CASP podem ser equipados com um sistema de retenção de partículas filtrando o ar de saída da secagem,
retendo as partículas sólidas e liberando ao ambiente o ar adequado às normas de controle ambiental.

FORNALHA
As fornalhas CASP podem ser metálicas ou em alvenaria, dependendo da capacidade.
Exigem o mínimo de obras civis e proporcionam a caloria necessária, sem risco de emissão de fagulhas com baixo custo de
obras civis e baixo consumo de lenha.
O dimensionamento da fornalha garante uma combustão eficiente, isenta de fagulhas, minimizando a contaminação dos grãos
por fumaça e outras impurezas.
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Para alimentação da lenha, é dotada de portas com tamanho adequado a facilitar a operação e evitar a perda de calorias com
melhor conforto operacional, conforme características técnicas dos produtos processados.

Os silos CASP são adequados para o armazenamento dos mais variados tipos de grãos, mantendo as qualidades dos mesmos
e melhorando a rentabilidade de sua unidade. Fabricados em aço galvanizado, com design e projeto avançado, resistem aos
esforços do vento e oferecem resistência e maior durabilidade.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:

CORPO GALVANIZADO
As paredes dos silos CASP são corrugadas e construídas com chapas galvanizadas ZAR 400, garantindo resistência e maior
durabilidade.

REFORÇOS
O corpo do silo é estruturado com reforços resistentes, adequadamente fixados ao corpo do silo e dimensionados dentro das
normas vigentes.

FIXAÇÃO
Os silos CASP são fixados à base de concreto, por meio de chumbadores, tipo âncora, executados em aço de alta resistência
e sapatas da base executadas em aço galvanizado, garantindo sólida fixação.

PARAFUSOS
Para fixação entre as chapas, são utilizados parafusos bicromatizados de alta resistência mecânica e ao intempere, com porcas
e arruelas de neoprene, garantindo assim a vedação do silo.

TELHADO
O telhado com chapa em lance único inclinado, garante aos silos CASP melhor adequação estrutural e vedação contra umidade.
São projetados para resistir à sustentação dos cabos de termometria, bem como o apoio central de passarelas no topo do silo.

RESPIROS
Os silos CASP são dotados de respiros, criteriosamente projetados para evitar acúmulo de impurezas e impedir a entrada de
águas da chuva. Dispõem de telas de proteção para evitar a entrada de pássaros e outros animais.

ACESSOS
Os silos CASP são fornecidos com portas redondas de inspeção tanto no teto como na parede do silo, bem como porta
retangular na parede do silo (item opcional). O acesso a essas portas é feito de maneira segura com escadas e plataformas
galvanizadas incorporadas às paredes do silo, conforme norma de segurança NR12. Estas escadas são instaladas na parede
do silo, no teto e na parte interna do mesmo. A escada da parede do silo poderá ser de forma caracol, facilitando o acesso na
mesma.

DESCARGA
A descarga do produto armazenado poderá ser feita de modo gravitacional com a incorporação de sistema lateral de descarga
na parede dos silos, bem como através de comportas inferiores, por de sistema de registro e cremalheira. Pertence também ao
sistema de descarga final dos silos a rosca varredora, que propicia a possibilidade de esvaziamento total do silo.

PISO
O piso dos silos CASP poderá ser totalmente perfurado ou por caneletas com chapa perfurada galvanizada, com um desenho
e furação para os diversos tipos de grãos, garantindo excelente vazão de ar ao produto armazenado, através dos seus
ventiladores, para boa qualidade do grão.

ESPALHADOR DE GRÃOS
O espalhador de grãos instalados são usados para distribuir de maneira homogênea a entrada de grãos e impurezas no silo.
Este sistema de homogeneização torna o sistema de aeração mais eficiente, garantindo o melhor fluxo de ar entre os grãos.

AERAÇÃO E CONDICIONAMENTO
A CASP disponibiliza uma completa linha de ventiladores para aeração de seus silos, proporcionando a garantia de qualidade
do produto armazenado.
Os ventiladores são fabricados com aço de alta resistência, balanceados para proporcionar melhor desempenho, com baixo
nível de ruído e economia de energia, com a opção com motores de alto rendimento.
Também há um sistema de termometria portátil computadorizada, com sensores que garantem precisão nas leituras, com fácil
operação na coleta de dados, facilitando o gerenciamento da temperatura da massa de grãos, conforme o peso específico dos
produtos armazenados.

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A CASP oferece dois modelos de máquinas de limpeza: as convencionais e as oscilantes. Ambas são projetadas para trabalhar
em regime de 24 horas realizando eficiente limpeza dos mais variados tipos de produtos.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:

CORPO
Em construção robusta e estruturada. Para suportar a capacidade nominal de trabalho, possuem eficiente sistema de circulação
do fluxo de ar de limpeza.

PENEIRAS
As peneiras são construídas em aço facilmente cambiáveis e disponíveis em uma ampla variedade de furações. Possuem um
sistema de autolimpeza por esferas de borracha.

CICLONE
Executado em estrutura de aço com sustentação própria, libera ao meio ambiente o ar praticamente livre de resíduos, conforme
características técnicas dos produtos processados.

7. INFORMAÇÕES SOBRE O CONSUMO DE COMBUSTÍVEL

O empreendimento em epígrafe utiliza-se apenas do consumo de madeira in natura para aquecimento das fornalhas para
secagem dos grãos, sendo que estas madeiras são de origem de florestas plantadas, com predominância total do uso de madeira de
eucalipto por se tratar de uma fonte acessível e barata, onde não ocorre a degradação de madeiras nativas, o que provocaria antropizações
ao meio ambiente. Estas madeiras são de origem da própria propriedade rural, onde o proponente mantém florestas plantadas para tal
função. Em casos extremos, o proponente utiliza-se da compra de eucalipto de outros produtores legalizados. O consumo médio anual do
empreendimento não ultrapassa 100º m³.

8. FONTE DE ABASTECIMENTO E ESGOTO DOMÉSTICO / SANITÁRIO / ÁGUAS PLUVIAS

O abastecimento de água do empreendimento se dá através de um mini poço tubular perfurado exclusivamente para este
fornecimento. Por se tratar de um armazém de beneficiamento de grãos, o uso desta água é exclusivamente para os banheiros e para a
limpeza das dependências do armazém, uma vez que em nenhum momento do processo de beneficiamento de grãos, é utilizado água, o
que neste contexto, não ocorre a geração de efluentes oriundos do processo de produção.
Os esgotos dos banheiros são direcionamentos para o sistema de fossa séptica construído especificamente para este fim,
atendendo a todas as normatizações técnicas inerentes ao assunto.
Quanto ao sistema de coleta de águas pluviais, é importante ressaltar que a planta do armazém bem como o pátio, dispõe de
projeto topográfico que direciona toda essa água para a dispersão em solo, por não se tratar de efluente. Esse direcionamento ocorre de
maneira que não provoque o surgimento de processos erosivos.

9. GERECIAMENTO DE RESIDUOS SÓLIDOS.

Os resíduos sólidos gerados no empreendimento são oriundos do processo de limpeza e beneficiamento dos grãos. São
compostos essencialmente de pequenos pedregulhos e solo, além de cascas e restos das plantas da lavoura. Este material é todo
segregado e direcionado para cada um de seu destino de aproveitamento, devidamente detalhado em um PGRS – Projeto de
Gerenciamento de Resíduos Sólidos, documento parte integrante do processo de licenciamento ambiental de funcionamento pleiteado. O
importante em salientar, é que no processo de limpeza e beneficiamento de grãos, não ocorre o surgimento de resíduos considerados
perigosos e que possam provocar a contaminação ambiental de maneira significativa e que requeira maiores cuidados técnicos.

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10. FONTES DEPOLUIÇÃO DO AR / RUÍDOS E VIBRAÇÕES

Os equipamentos existentes no empreendimento são todos de origem da fornecedora apresentada no ítem 6 deste Memorial,
sendo assim da sua responsabilidade, a liberação dos mesmos para funcionamento de acordo com as legislações pertinentes. Todavia
cabe ao empreendedor manter os mesmos em perfeitas condições para que não provoquem ruídos fora dos padrões exigidos. Mesmo
assim, a utilização de EPIs por parte dos colaboradores que atuam diretamente nos processos de funcionamento do armazém, se torna
obrigatórios e necessários. Neste contexto devemos considerar que não existem equipamentos na empresa que venham provocar
emissões de ruídos ou vibrações em desacordo com os padrões exigíveis pela Tabela 1- Padrões Nacionais de Qualidade do Ar -
Resolução CONAMA nº 3, de 28/06/90. Da mesma forma, não existem equipamentos emissores de ruídos, que estejam fora dos padrões
das ABNT-NBR 10151 e 10152.

11. INFORMAÇÕES E CONSIDERAÇÕES FINAIS

Todo processo de licenciamento ambiental, parte da pressuposição de que nenhum habitat natural pode ser alterado sem
comprometer o equilíbrio existente entre os elementos bióticos e abióticos que o compõe.
Assim, diante deste paradigma, devemos sempre buscar a menor interferência possível neste processo, relativos à sua área
direta e área de influência, mas ao mesmo tempo, garantir que outras consequências de degradação não comprometam ainda mais este
delicado equilíbrio.
Com base na avaliação dos impactos, serão identificadas a inexistência de processos e atividades humanas que devam ser
avaliados e controlados de modo a evitar ou minimizar a ocorrência de impactos negativos e maximizar os impactos positivos decorrentes
do projeto, e apresentados durante o processo da requisição de licença ambiental de funcionamento.
Sem prejuízo das medidas preventivas e mitigadoras específicas previstas, é possível apresentar algumas recomendações
gerais, a serem observadas:
a) As intervenções diretas na área de influência deverão visar, até a última instância, a restauração
dos processos ecológicos originais. Portanto, toda e qualquer ação que garanta isso, necessita ser colocada como
prioridade;
b) Durante o desenvolvimento das atividades de funcionamento do empreendimento, poderão surgir
esporadicamente, a presença de animais da fauna silvestre. Tal fato deverá ser comunicado ao órgão ambiental
competente para garantir assim, em caso de captura, a reintrodução do mesmo em seu habitat natural;
c) Nenhuma espécie da flora silvestre e endêmica, será suprimida durante o processo de
funcionamento do empreendimento, uma vez que toda área do mesmo, já é fortemente antropizada;

Toda e qualquer atividade industrial se apresenta como impactante ao meio que a cerca, independente das técnicas de produção
utilizada.
Em especial, a atividade da empresa, apresenta um grau pequeno de impacto ambiental, caso as medidas mitigatórias e de
operacionalização não sejam seguidas à risca.
É fundamental o acompanhamento e a fiscalização do órgão ambiental para a observação do comprimento das determinações
elaboradas que compõe o projeto de licenciamento ambiental de funcionamento.
Quando avaliamos a região onde se localiza empreendimento, podemos verificar que esta se encontra em uma das poucas
áreas onde não há discriminação específica de zoneamento ambiental, não estando a propriedade dentro dos limites de nenhuma área

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de proteção ambiental do Estado de Goiás, assim como esta fora dos limites das áreas de servidão, da resolução CONAMA n° 13 de
06/12/90, o que nos obrigou a embasar legalmente os procedimentos deste relatório pela legislação Federal, resoluções CONAMA.
Dentro deste contexto de qualidade ambiental, cabe ao empreendedor promover a sustentabilidade necessária ao constante
funcionamento de seu empreendimento, nos padrões de qualidade exigidos pela atual sociedade.

Paraúna-GO. 09 de agosto de 2017

_______________________________________
CLEIVER ROBSON ARJONA CHAVES
CREA Nº 21962/D-GO
Responsável Técnico pelo PGRS

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RELATÓRIO FOTOGRÁFICO

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Fachada do empreendimento

Sala de Espera

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Sala da administração (supervisor)

Sala atendimento ao cliente

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Sanitário

Placas informativas no interior do depósito

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Entrada do galpão de insumos

Sistema de Canaletas para escoamento de produtos oriundos do derramamento.

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Caixa coletora de resíduos oriundos de defensivos agrícolas

Sistema de alarme contra incêndios

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Extintor para contenção de principio de incêndio

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