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SIST.

ESTRUTURAIS (MAD E MET)


1.) Assinale a alternativa que representa a seqüência das etapas do diagrama de tensão x deformação do aço A36.
R: Região elástica; Escoamento; Encruamento; Estrição; 2.) O aço tem como matéria prima:
R: Carvão mineral, calcário e
minério de ferro;
3.) No processo de fabricação do aço o lingote de ferro gusa possui uma alta concentração de:
R: Carbono;
4.) A madeira é um material:
R: anisotrópico e não
homogêneo;
5.) Quais são os tipos de madeiras industrializadas:
R: madeira compensada, madeira laminada e madeira
recomposta;
6.) Quais são os tipos de madeiras maciças:
R: madeira bruta, madeira falquejada e madeira
serrada;
7.) Sobre o diagrama de TensãoxDeformação do aço analise as assertivas abaixo:

Região elástica → Diagrama se comporta como uma reta as tensões são prop orcionais à deformações -
R: Todas estão corretas
8.) Sobre o diagrama de tensão-deformação abaixo é correto afirmar:
R: I-região elástica; II-escoamento; III-endurecimento por deformação; IV-estricção;
CONTEUDO 3
1.) Em que consiste um estado limite:
R: É quando uma estrutura ou uma das suas partes torna-se imprópria
para o uso
normal, porque deixa de cumprir suas funções ou não satisfaz mais as condições para as quais ela foi concedida.
2.) Qual das condições abaixo NÃO caracteriza um Estado Limite Último:
R: Deformações excessivas que afetam a utilização normal ou a
estética.
3.) O que é um valor característico:
R: É um valor associado a uma determinada probabilidade de
não ser
ultrapassado no sentido mais desfavorável pelos elementos de um dado lote de material.
4.) Quais são as ações classificadas como excepcionais:
R: São as que possuem duração extremamente curta e probabilidade
muito baixa
de ocorrência durante a vida da construção, mas devem ser consideradas nos projetos de determinadas estruturas.
5.) Como são classificadas as cargas acidentais ou sobrecargas que atuam nas construções em função de seu uso:
R: Ações
variáveis.
6.) Qual das condições abaixo caracteriza um Estado Limite de Serviço:
R: Deformações excessivas que afetam a utilização normal ou a
estética
7.) Determinar a combinação última normal mais crítica para um edifício ind ustrial em estruturas pré- moldadas sujeitas a
seguintes ações usando a equação e as tabelas da NBR 8681:2003 abaixo:

R: Fdcr + = 398,5kN e Fdcr – não tem


8.) Determinar a combinação última normal mais crítica para um edifício ind ustrial em estruturas com adição in loco sujeitas a
seguintes ações usan
R: Fdcr = + 253,25kN e Fdcr = - 9Kn
Conteúdo 4
1.) Como é chamado o gráfico que mostra a velocidade básica do vento:
R: Isopletas.
2.) Qual expressão representa a pressão dinâmica do vento:
R: q=0,613Vk2
3.) São face de barlavento e face de sotavento respectivamente:
R: Região de onde sopra o vento e região oposta de onde sopra o
vento, em
reelação à edificação
4.) A velocidade básica do vento é multiplicada pelos fatores S1, S2 e S3 para obter-se a velocidade característica do vento.
Qual o objetivo desta multiplicação:
R: Corrigir a
velocidade
básica.
5.) Como se define uma abertura dominante:
R: É uma abertura cuja área é igual ou superior à área total das outras
aberturas
que constituem a permeabilidade considerada sobre toda a superfície externa da edificação.
6.) Onde pode ser encontrada zonas de altas sucções em uma edificação:
R: Junto às arestas de paredes e de telhados, e têm sua localização
dependendo do
ângulo de incidência do vento.
7.) Seja o mapa das isopletas da velocidade básica no Brasil (vo) segundo a NBR 6123:1988 abaixo. A pressão dinâmica do
vento pode ser dada pel a equação q=0,613·Vk2 sendo q em N/m2 e Vk em m/s. Vk é a velocidade característica do vento obtida
pela equação Vk=Vo·S1·S2·S3, onde S1 é o f ator topográfico, S2 é o fator que considera o efeito combinado da altura da
edificação, dimensões da estrutura e rugosidade do terreno e S3 é o f ator estatístico de ocupação. Admitindo S1=1,0 , S2=0,94
e S3=0,95 d eterminar a pressão dinâmica do vento, para cidade de Campo Grande/ MS (número 14 no mapa) que em KN/m 2
vale:
R: 0,99 kN/m2
8.) Para o edifício industrial com telhado duas águas mostrado abaixo podese determinar o coeficiente de pressão interna (C pi)
segundo a NBR 612 3:1988. Segundo a norma para abertura dominante em uma face e as ou tras faces de igual permeabilidade

abertura dominante na face de barlavento: Proporção entre a área de to das as abertura na face de barlavento e a área total das
aberturas em to das as faces submetidas a sucções externas:
A abertura dominante e o Cpi para vento de 0o vale, respectivamente:

R: 0,24 e Não tem

CONTEUDO 5
1.) Para o dimensionamento de barras tracionadas qual das áreas citadas abaixo representa a área bruta da seção transversal:
R: Ag
2.) Para o dimensionamento de barras tracionadas, no cálculo da área líquida, a expressão [(s2 t)/(4g)] representa:
R: Um aumento da resistência no caso de ruptura por zigue-zague.
3.) Para o dimensionamento de barras tracionadas o índice de esbeltez não deve superar:
R:
300
4.) Quais os estados limites últimos que deve ser considerado no dimensionamento de barras tracionadas:
R: Escoamento da seção bruta e ruptura da
seção líquida.
5.) No dimensionamento de barras tracionados dentro do método dos estados limites último deve ser atendida a seguinte
condição:
R: A força axial de tração solicitante de cálculo deve ser menor ou igual
à força
axial de tração resistente de cálculo.
6.) Sobre o coeficiente Ct utilizado no cálculo da área líquida no dimensionamento de barras tracionadas é INCORRETO
afirmar.
R: Nenhuma
das
anteriores.
7.) No dimensionamento de barras tracionadas, segundo a NBR8800:20
08, é necessário o cálculo do coeficiente de redução da área líquida C t . Para barras de seções transversais abertas, dupla
cantoneira, qu ando a força de tração for transmitida somente por parafusos é dado pela equação ct=1-
ec/Lc onde ec e Lc são mostrados na figura abaixo. Para dupla canton eira de abas iguais de 2½ x 2½ #3/16 mostrada abaixo e
diâmetro do parafuso de db=16mm o ct vale:

R: 0,818
8.) No dimensionamento das barras tracionadas, segundo a NBR 8800:2
008 uma das condições a ser respeitada é que Nt,Sd (Ag·fy)/ a1 para e scoamento da seção bruta, onde Ag é a área bruta da
seção transver sal da barra, fy (250MPa) é a resistência ao escoamento do aço e a1 é o coeficiente de ponderação das
resistências ao escoamento. Para dupla cantoneira de abas iguais mostrada abaixo N t,Sd=245kN e a1=1, 1 qual a cantoneira
que atenderia economicamente essa condição:
R: 2½ x 2½ #3/16
CONTEUDO 6
Analise as assertivas abaixo:
Quais das assertivas estão corretas:
R: I, II e IV
2.)Os primeiros estudos teóricos sobre instabilidade de coluna foi apresentado p or:
R: Leonhardt Euler;
3.)
Quais das alternativas abaixo NÃO pertence a coluna idealmente perfeita de Le
onhardt
Euler
R: Nenhuma das anteriores.
4.) Sobre a carga crítica da coluna perfeita de Euler analise as assertivas:
Quais das assertivas estão incorretas: R: Somente a I
5.)
Para o gráfico abaixo de fcr x (tensão crítica x índice de esbeltez) é correto diz er: R: I, II e III
6.)
Seja a treliça mostrada abaixo, analisando o banzo superior, axialmente compri mido, contraventado de duas em duas barras
(CTV), com seção transversal em dupla cantoneira de abas iguais 2L 3”x3”#1/4” com chapa de ligação de #5/8”. Sabe-
se que a relação entre o comprimento de flambagem pelo raio de giração é cha mado de índice de esbeltez =(kL)/r e
recomenda-
se que seja menor que 200. Qual o índice de esbeltez em relação a x e a y, res pectivamente: R: 84,746 e 107,239
8.)
seja a treliça mostrada abaixo, analisando o banzo superior, axialmente compri mido, contraventado de duas em duas barras
(CTV), com seção transversal em dupla cantoneira de abas iguais 2L 3”x3”#1/4” com chapa de ligação de #5/8”.

Dados: Aço MR250; ligações soldadas; E=200000MPa (módulo de elasticidade do aço); G=77000MPa (módulo de
elasticidade transversal do aço); fy=250MPa (resistência ao escoamento do aço) e fu=400MPa (resistência à ruptura do aço)
Nex=493kN→Para flambagem por flexão em relação ao eixo central de inércia x da seção transversal;
Ney=319kN→Para flambagem por flexão em relação ao eixo central de inércia y da seção transversal;
Nez=834kN→Para flambagem por torção em relação ao eixo longitudinal z;
Neyz=290kN→Para flambagem elástica por flexo-torção; Sabe-se força axial resistente de cálculo Nc,Rd=( ·Q·Ag·fy)/ a1 Onde:
→ é o fator de redução associado à resistência à compressão, dado por:
Para 0 1,5 → =0,658 o2
Para 0>1,5 → =0,877/( 02)
0 → é o índice de esbeltez reduzido, dado por:
1/2
0=[(Q·Ag·fy)/Ne]
Q=1,0 → é o fator de redução total associado à flambagem local;
Ag → é a área bruta da seção transversal da barra;
a1=1,1 → é o coeficiente de ponderação das resistências para escoamento, fla mbagem e instabilidade.
O valor da força axial resistente de cálculo Nc,Rd vale aproximadamente:
R: 216kN

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