Você está na página 1de 19

ANATOMIA

INERVAÇÃO

Nervo trigemio:

1- OFTALMICO 1- Lacrimal: + lateral, gl lacrimal, conjuntiva, pele e região lateral da PS


2- Frontal: 1) SupraTroclear: Parte Med. PS, Pele da raiz do nariz e região frontal vizinha
2) SupraOrbital: Mucosa do seio frontal, conj. parte media PS, pele da região frontal

c 3- Nasociliar: Ciliares longos: SIMPATICA do MUSC. CILIAR, DIL. DA PUPILA E ÍRIS. Inerva a coroide
e a retina (relação à DOR na Panfoto entre às 3 e 9 horas)
Obs: Sinal de Huntchinson – Lesões na pfgsonta do Nariz, no HZO, possível acometimento intraocular (uveíte
herpética ou ARN).
Inervação AFARENTE SOMÁTICA

2- OCULOMOTOR - ORIGEM: Sulco oculomotor no pedúnculo cerebral na face medial.


- 1- Fibras Eferentes Somaticas: Musc. Extrínsecos do olho (Exceto RL e OS)
- 2- Fibras Eferentes Vicerais: PARASSIMPÁTICO no musc. CILIAR, ESFINCTER PUPIL (Nucleo EW)
- 3- Fibras Aferentes Somaticas Gerais: Propioceptivas dos musc. Extraoculares

3- TROCLEAR Fibras propioceptivas OS

4- TRIGÊMIO -ORIGEM: Face lateral da ponte em duas raízes (Sensorial e Motora)


- Ramo Oftalmico: Nervo Lacrimal/Frontal/Nasociliar
- Ramo Mandibular
- Ramo Maxilar

5- ABDUCENTE - ORIGEM: Sulco do Bulbo Pontino – Inerva o RL

6- FACIAL (MISTO)- Ação motora: Musc. Orbicular


- Ação sensitiva: Sensibilidade profunda da face, gosto da língua, pavilha AURICULAR

INERVAÇÃO AUTONOMA OCULAR:

Ganglio cilicar – CG
-LOCALIZAÇÃO: Entre o musc. Reto lateral e N. Optico AAO: 1cm à frente do anel de Zinn
- Raiz Sensorial: tem origem no ramo nasociliar (r. nasociliar – oftálmico- tri.), INVERVA Córnea e Globo
Ocular.
- Raiz Motora: tem origem no M. Oculomotor, INERVA esfíncter da pupila e os musc. Ciliar
+ N. Ciliar Curto:
- Raiz Simpática: Vem através de SEIO CAVERNOSO, caminhado pela carótida interna.INERVA: Dil. Pupil;
Muller e vasos sang. Da coroide.
+ NERVO CILIAR LONGO: Simpático, INERVA M. Dilatador da Pupila

SEIO CARVERNOSO

- LOCALIZAÇÃO: Acima do seio Esfenoidal (N.O. NÃO FAZ PARTE )


- CONTEUDO: - Arteria Carotida
- Pares cranianos: III (Oculomotor) sem divisão, IV(Troclear),
V (Trigemio – Ramos superiores) VI (Abducente)
ANATOMIA DA ÓRBITA

1 PAREDES:
- 07 Ossos: Etmoide, Frontal, esfenoide, lacrimal, zigomático, maxilar e palatino
- Medial (Quadrilatera): Etmoide (Maior Parte), lacrimal, processo frontal maxilar e face lateral do esfenoide
++FOSSA TROCLEAR: Situada no osso frontal, medialmente ao forame supraorbital.
- Lateral (Triangular): Asa maior do esfenoide, zigomático e pequena porção do frontal (Tubérculo de
Whitnal – estrutura localizada a 11mm abaixo da sutura fronto-zigomatica, onde estão inseridos os lig. Cantal lateral,
Lig. Suspensor do globo ocular, Lig. Palpebral lateral e a aponeurose do levantador da pálpebra)
- Superior(Triangulo base ant.): Lamina orbital do frontal e asa menor do esfenoide
- Inferior (Triangular): Maxilar, zigomático e face sup do processo orbital do palatino (região de fraqueza na
maxila, parte medial é a mais acometida nas fraturas em Blowout)

2 RELAÇÃO COM SEIOS


-Sup: S. Frontal e fossa anterior do crânio.
- Med: S. Esfenoidal e etmoidal.
- Inf: Seio Maxilar.
- Lat: Fossa temporal e fossa cranial média.

3 FISSURA E FORAMES
- Forame Óptico: Formado pela ASA MENOR do ESFENOIDE, Arterira Oftalmica / Fibras Simpáticas / Nervo
Óptico
- Fissura Órbitaria Sup: + Dentro do Anel de Zinn> N. Nasociliar; Div. Sup e Inf. do N. Oculomotor; N.
Abducente, Fibras simpáticas do gânglio ciliar.
+ Fora do Anel> N. Troclear, N. Frontal, N. Troclear, N. Lacrimal, V. Ofltamica Sup e Inf.
- Fissura orbitária inf: Art. E Nervo Infraorbitario e Zigomatico (Ramo do V2), Veia oftálmica inf. (Conecta com
plexo pterigoide antes de drenar para seio carvenoso)
AAO: Veia Of. Inferior pode variar, passando por dentro ou por baixo do anel de Zinn.

- Tunica Fibrosa é homologa à Dura Mater


- Túnica Vascular é homologa à Pia Mater
PÁLPEBRAS

-ANATOMIA:
Abertura Vertical: 8-11 mm
Abertura Horizontal: 27-30 mm
Borda PS fica: 1,5 – 3,0 mm abaixo do Limbo
Borda PI: Nível do limbo

- CAMADAS DA PÁLPEBRA
1- PELE: - Pele mais fina do Corpo: 6-7 camadas – Granulosa, basal, espinhosa e córnea – Pigmentação
se dá pela presença de melanoforos peri vascular e ao redor dos folicios (pig. em algumas dçs sistêmicas)
2 – MARGEM PALPBRAL: - Linha Cinzenta: porção mais superficial do musculo orbicular (RIOLAN), porção
avasc.
- Cilios: 2 – 3 fileiras, + na PS, Gl. de Zeis (sebácia) associado aos cílios, Gl. de Mols
(Sudoripara Apócrinas).
3- TEC. CONECTIVO SUBCUTÂNEO: O tecido conjuntivo solto da pálpebra não contém gordura. Sangue ou
outros fluidos podem acumular-se por baixo da pele e causar um rápido e dramático inchaço das palpebras.
4- M. ORBICULAR: - Orbital: VOLUNTÁRIO, Insere no tendão cantal medial, na rima orbital e no
corrugador do supercilio, que se une ao Ducto Nasolacrimal e a parte posterior desse canal.
- Palpebral (Pré tarsal + Pré septal): Origem sobre a fascia do canal lacrimal.
ORIGEM PRÉ TARSAL: Aderido ao tarso e MLPS. ORIGEM PRÉ SEPTAL: Solto
- Pré –Tarsal: Firmemente aderida ao Tarso, MUSC. HORNER (Bomba no canal lacrimal)
-Riolan: Margem palp. , corresponde a uma peq. porção do orbicular NA linha
CINZENTA
5- SEPTO PALPEBRAL: - Extensão do periostio, Entre o M. Orbicular e a gordura orbitaria.
6- MLPS: - Musc + Tendão: 50 – 55 mm. Mede 4mm na origem e 18mm no lig. Whitnall
- Origem: Osso esfenoide, atraz do anel de Zinn?. Se incere DIRETAMENTE sobre a ASA
MENOR DO ESFENOIDE, sobre o ângulo tendinoso comum (Tendão de Zinn).
- Dividido em 2 partes: - Vertical (Orbitopalpebral, se divide em uma porção muscular atrás e
outra aponeurotica à frente) e Horizontal (Orbital)
- Lig. Whitnal: Formado por condensação de tecido do RS e MLPS
- Perto do ligamento de Whitnall, o MLPS muda de direção de horizontal para mais vertical, e
divide-se anteriormente na aponeurose e posteriormente no músculo tarsal superior (Müller).
- Aponeurose: Se insere na superficie anterior do tarso, e parte perfura o orbicular e se insere
na pele, formando a prega palpebral superior.Há tbem aponeurose na conjuntiva tarsal sup e fornex conjuntival.
- Medialmente compartilha a mesma BAINHA DO MRS.

7- Müller: - LOCALIZAÇÃO: Origina na PORÇÃO INFERIOR DO MLPS, Fibras estriadas LISAS, Simpático, se
insere na borda superior do tarso (ápice do fórnice).
- TAMANHO: 10-12 mm de comp. e 15 mm de largura
- O musc. Da PI (M. Capsulopalpebral) é muito mais fraco
8- Tarso: - Tec. conjuntivo denso e fibras elásticas. Em sua constituição estão gls SEBÁCIAS de
Meibomius (Holocrinas multilocadas, 35 Sup e 26 inf.).
- Comprimento 28-30 mm e 1mm de esperssura (ESPESSURA SEMELHANTE).
- Verticalmente Sup 11mm e Inf. 4mm
9- Cilios: - 3-4 fileiras na PS. Em torno de 160 na PS e 80 PI.
- Subtituidos a cada 3-5 meses e possui cerca de 2 gls por cílio
GLANDULAS PALPEBRAIS:

1- ZEISS: ECRINA (não há perda celular), produtoras de gordura, base dos cílios.
2- MOLL: APOCRINA, Sudoripara, margem palpebral, são grandes e tubulares.
3- MEIBOMIUS: HOLOCRINAS (toda a célula se transforma em secreção que é liberada nos ostios). Sebáceas,
paralelas entre si e perpendicular à margem papebral, Possui um longo ducto central e vários ácinos
terminais (Cels cuboides basais que se dividem formando cels poligonais produtoras de secreção sebácea)

VASCULARIZAÇÃO DAS PALPEBRAS


- METADE NASAL: Arteria Angular (Ramo da facial – Carotida externa). Importante na cirurgia de dácrio.
- METADE LATERAL E DEMAIS: Arteria palpebral medial (ramo da oftalmica) e lateral (ramo da lacrimal)

- DRENAGEM VENOSA: - SUPERFICIAL: Porção pré-tarsal (Veia Angular medialmente e para superficialmente
para região temporal) – DRENA para jugular interna e externa
- PROFUNDA: Porção pós-tarsal (Veias orbitarias) – DRENA para SEIO CAVERNOSO

- SISTEMA LINFÁTICO: - Vasos presentes nas pálpebras e conjuntiva. Não contem LN na orbita.
- Medial: Drena para Sub Mandibular
- Lateral: Drena para LN preauricular SUPERFICIAL

- INERVAÇÃO SENSITIVA
- Ramos do oftálmico (Supraorbitario, supratroclear, lacrimal e infraorbitário) e Maxilar do TRIGÊMIO.

- ESTRUTURA ACESSORIA DA PÁLPEBRA


- Caruncula: Localizada inferomedialmente à placa semilunar,
Contem glândulas, pelos finos e incolores. Epitélio escamoso estratificado não queratinizado
- Placa Semilunar: Localizada lateralmente e levemente abaixo da carúncula.
EPITÉLIO rico em cels caliciformes, o ESTROMA contém gordura e músculos não estriado.
SISTEMA LACRIMAL

GLANDULA LACRIMAL PRINCIPAL


- LOCALIZAÇÃO: Fossa para a glândula lacrimal, no OSSO FRONTAL.
- DUAS PORÇÕES: Orbitaria e Palpebral (Menor porção/acessória e ocupa 1/3 sup. Do fórnice sup). Dividida
pela aponeurose (expansões tendinosas) do MLPS.
- DUCTOS: TOTAL de 12 e estão inseridos no fórnice conjuntival sup.
2 a 5 na porção inferior e 6 a 8 na porção sup.
Ductos da porção posterior atravessam a parte anterior da GLP
-HISTOLOGIA: EXOCRINAS, COMPOSTA, TUBULOACINOSAS, MEROCRINA E SEROSA.
ESTROMA: Tec. conjuntivo frouxo, com fibroblastos, linfócitos e plasmócitos.
UNIDADE SECRETORA: Cels. piramidais, cujo ápices delimitam um lúmem central amplo.
GRANULOS SECRETORES: Estão localizados acima dos núcleos e as cels MIOEPITELIAIS,
localizadas na membrana basal do tuboloácino.
Tubulos: Revestidos por epitélio simples cúbico com células mioepiteliais.
- INERVAÇÃO: MOTORA (Secretora/parassimpatica), fibras pós ganglionar do N. Lacrimal.
SENSITIVA (Simpática): Ramos do trigêmeo.
- IRRIGAÇÃO: A. Oftalmica.
- DRENAGEM: V. Oftalmica.

GLANDULA LACRIMAL ACESSÓRIA 10% DA MASSA TOTAL DA


- MESMA HISTOLOGIA DA GLP
- KRAUSE – ESTROMA Fornice sup e inf
- WOLFRING ()

LOCALIZAÇÃO DAS GLÂNDULAS


- Cels. Caliciformes: Localizada no epitélio e se encontra em maior número na região nasal e bulbar.
- Criptas de Henle: Localizada no 1/3 sup. Da conjuntiva tarsal superior e ao longo do terço inf. da
conjuntiva tarsal inf.
- Gl. de Manz: Circundam o LIMBO.

VIAS LACRIMAIS
- PONTO LACRIMAL: - Abertiura 0,2 mm (0,3 mm), voltados para o globo ocular.
- EPITELIO ESTRATIFICADO PAVIMENTOSO (Continuo com o epitelio da palpebra)
- Envolto por tec. conjuntivo RICO em Fibras Elasticas
- CANALICULOS LACRIMAIS: - Número de 2 que se uniem para formar a Ampola. Em 90% das vezes,
perfuram a periorbita e se fundem no CANALICULO COMUM (permite aumento de até 3X), que desenbocam no
SACO LACRIMAL.
- Sup. 6,0 mm, Pouco menor que o inferior.
-Inf. 6.5 mm,
- SACO LACRIMAL: - Localizado no OSSO LACRIMAL
- EPITELIO BIESTRATIFICADO PRIMÁTICO COM CLULAS BASAIS, C/ CELS PROD. MUCO
- A lamina própia é rica em tecido linfoide, possuindo 2 camadas, com rico plexo
venoso e gls. Serosas
- DUCTO NASOLACRIMAL: - Dividida em 2 partes (Ósse e intraMEATAL), percorre a parede lateral da mucosa
nasal, atravessa o osso maxilar, terminando no meato NASAL INFERIOR.
- EPITELIO semelhante ao do saco lacrimal SEM GLS. SEROSAS

BOMBA LACRIMAL
- Musc. Orbicular: Acumulo de lagrima no menisco lacrimal, junto à PI e é levado à região cantal MEDIAL, por
CAPILARIDADE e por SUCÇÃO, entram no canaliculo.
- A cada piscada, as cabeças superficial e profunda do MUSC. ORBICULAR PRÉ-TARSAL, comprimem a
ampola, ENCURTAM OS CANALICULOS HORIZONTAIS E MOVEM O PONTO LACRIMAL MEDIALMENTE.
- As cabeças profundas do MUSC. PRÉ SEPTAL,contraem e expandem o saco (pressão negativa).
- Olhos abrem, os musc. RELAXAM, o saco colapsa e a pressão +, força as lagrimas para p ducto nasolacrimal.
VÁLVULAS
- HUSHKE: Entrada do canaliculo comum
- ROSEMMÜLLER: Entre o canaliculo comum e o saco lacrimal
- KRAUSE: Entre o saco lacrimal e o ducto nasolacrimal
- HASNER: Impede o refluxo de ar e secreção NASAL para as vias LACRIMAIS

VASCULARIZAÇÃO
- A. Palpebral medial; Infraorbital, Angular e ramo Nasal da esfenopalatina

CONJUNTIVA

HITOLOGIA:
- EPITELIO: ESTRATIFICADO, NÃO QUERATINIZADO, COM MULTIPLAS FILEIRAS DE CELULAS.
COLUNAR: Região do fornice – CUBOIDE: Na região tarsal – ESCAMOSO: Na região Globo Ocular
PARTE INTERNA: Aderida à camada basal pelos de Hemidesmossomos, possui capacidade MITOSE.
ACIMA DA MEMBRANA BASAL: Cels poligonais,e superficiais, cilindricas, cúbicas e pavimentosas
GLANULOS DE MELANINA, são sintetizados pelos melanocitos da camada basal e transf. Para epitelio.
FIBROBLASTOS SÃO AS CELS + ABUNDANTES NA CONJUNTIVA.
- LAMINA BASAL: - Separa o Epitelio do estroma
- ESTROMAS: - CAMADA ADENOIDE (Sub.Propria ou Camada Superf. do Estroma): Mais superficial, vasos,
nervos, gls, e corpúsculos tácteis de Krause e Meissner.
- FIBROSA (Tec. conjuntivo fibroso elastico, é mais profunda, espessa e desaparece proximo
ao limbo, encontramos arterias maiores, veias e vasos linfaticos).

CAPSULA DE TENON
- Formado: Fibras colagenas, POBRE EM FIBROBLASTOS, é MAIS FINA POSTERIOR E MAIS ESPESSA ANTERIOR.
- FIXA POSTERIORMENTE com o NO e NATERIORMENTE com a SÉTPTO INTERMUSCULAR
- Musc. Penetram 10 mm ANTES DA INSERÇÃO.
- A degeneração relacionada à idade, pode gerer ESTRABISMO.
- Lig. De Lockwood é uma fusão da bainha do músculo RI e Músculo tarsal inferior e dos ligs. RL e RM, Ele
fornece suporte para o globo e a órbita anteroinferior
VASCULARIZAÇÃO / INERVAÇÃO

ARTERIAL:
- 20 art. Ciliares Posteriores Curtas
- Vasos perfuram a esclera ANTERIOR AOS MUSC.
- Circulo intermuscular da íris: DESCONTINUO, formado pelas art. Ciliares posteriores – ARRANJO RADIAL

INERVAÇÃO
- 10 Nervos ciliares posteriores Longos

VEIAS VORTICOSAS
- 4-7 em cada olho
- Localizada: 14-25 mm do LIMBO, entre os MUSC. RETOS.
- Ampola: 8-9 mm da ORA SERRATA, visualizada pelo OBI
CÓRNEA

GERAL
- Raio de curvatura: 7,8 mm Anterior e 6,5 Posterior: SUSPERFICIE POSTERIOR É + CURVA
- Horizontal: 11 – 12 mm / Vertical: 10 – 11 mm
- ASFERICA : ESPELHO ESFEROCILINDRICO CONVEXO (TAMPÃO CORNEANO)
- ADULTO: Centro + Curvo, Astigmatismo A FAVOR DA REGRA
- CRIANÇA: Periferia + Curvo, Astigmatismo CONTRA REGRA (ao nascimento)
- Inervação: Nervos ciliares posteriores Longos
Neurotransmissores: Subst. P, Calcitonina, Peptideo relacionado-gene, neuropeptideo Y, peptídeo
intestinal, galanino e e metionina encefálica.
- Nutrição: Glicose e O2 (Vasos perilimbicos, humor aquoso e filme lacrimal)
- Baixa capacidade de elástica: 0,25%
- Indice de refração geral 1.373: Epitelio (1.401) Estroma (1.380) Final, 1.373
- Concentração de água: 78%.
- Desidrogenase aldeído e transcetolase: 40-50 % das prots solúveis no estroma corneano (semelhante as do
cristalino). Contribuem para propriedades óticas da córnea, absorvem UVB.
- Epitelio: Moleculas Lipofilicas penetram com facilidade (Hidrofilicas NÂO), mols < 500 daltons.
- Estroma: Moleculas Hidrofilicas

+ EPITELIO
- 5- 7 camadas, epitélio escamoso estratificado não queratinizado.
- 50 micra, turnover 7-14 dias.
- MENB. BASAL DO EPITELIO: - Sintetizada pelas cels. basais. 50nm de espessura, UNE o epitélio à MB,
semipermeável, cora de PAS e sais de prata.
- Rica em COLAGENO TIPO IV, proteoglicano e laminina
+ CAMADA BASAL: Cels. prismáticas, núcleos ovais, perpendiculares à superfície. Originadas das cels.
pluripotentes do LIMBO, no momento da mitose, uma célula permanece indiferenciada e outra modifica-se para
formar a camada basal, depois alada e superficial.
HEMIDESMOSSOMOS: Aderem à lamina basal (18 micra de comp. e 8 de diametro)
12 micra e densidade 6000 cells/mm²
- CELS. ALADAS: - 3 camadas de cels, entrelaçadas com TONOFIBRILAS.
- UNIDAS: Interdigitações, desmossomos e junções de adesão
- CELS SUPERFICIAIS: - 2-3 camadas, cels pavimentosas, NÚCLEO PICNÓTICO, projeções que entra em contato com
a mucina
- UNIDAS: Zonulas de adesão
- Presença de cels fantasmas (Linfócitos)

+ MEMB. DE BOWMAN (M.L.A.)


- NÃO REGENERA
- 8-12 micra, FORMADA POR CONDENSAÇÕES DE FIBRILAS COLAGENAS DISPOSTAS AO ACASO
- Fibrilas colágenas: I, II, V, VI E VII,NÃO POSSUI IV

+ESTROMA
- Constituido de proteoglicanos e fibrilas colágeno. A porção anterior e mais entrelaçada e com lamelas curtas e
estreitas(+ Seco: 3,0 mg/H²O), já a posterior apresenta lamelas LARGAS,LONGAS e com menor entrelaçamento (+
Umida 3,85 mg/H²O).
- FIBRAS COLAGENAS: I, III, V e VI e VII (forma as fibrilas de ancoragem)
Tipo I e tipo V estão entrelaçados com filamentos do tipo VI
- PROTEOGLICANOS: Decorina (Associado ao dermatan Sulfato)
Lumican (Assoc. Queratan Sulfato)
- Queratocitos (fibroblastos, 2,4 milhoes, 5% do estroma), cels alongadas com muitos prolongamentos, semelhantes
a pseudopodos que se unem formando redes. LOCALIZADOS na MATRIZ EXTRACELULAR entre as lamelas de
COLAGENO. DENSIDADE Declina com a IDADE,
- RARO: Macrofagos e linfócitos, serem vistos no estroma.
- RICO: Proteoglicano, condroitina e queratan sulfato (+ abundante 65%).
- UNIÃO: Gap Juntions
- TURNOVER QUERATOCITO: 2-3 anos

+ MEMBRANA DE DESCEMET
- É uma membrana BASAL, 10 -12 micra no ADULTO e 3-4 micra no RN, é umas das MB mais espessas do organismo.
- SECRETADA: Pelo endotélio, FROUXAMENTE aderida ao estroma
- FORMADA: Col. Tipo IV e laminina (Permite GRANDE ELASTICIDADE)
- CAMADAS: Anterior: Bandeada, formada durante a gestação
Posterior: NÃO Bandeada, formada durante a vida.

+ ENDOTELIO
- Única camada, cels. HEXAGONAIS INTERDIGITADAS, pavimentosa, dispostas em padrão mosaico com cerca de 4-6
micra de espessura e 20 micra de diâmetro (500.000 cels. no TOTAL).
- Rica em MITOCONDRIAS, reticulo endoplasmático bem desenvolvido, aparelho de golgi.
- UNIDAS: Zonulas de Oclusão (não apresentam desmossomos) e nexos
- BOMBA DE NA/K ATPase: Localizada na Membrana Lateral das Cels.
+- 3 Milhões de sítios por cels.
- Cencentração MAIOR NA PERIFERIA.

+ INERVAÇÃO:
- Trigemio: Ramo Oftalmico (V1)> NERVOS CILIARES POSTERIORES LONGOS (70-80 ramos)
- Perdem a MIELINA 1-2mm do LIMBO.
- Penetram em 3 planos: Esclera, episclera e conjuntiva
- Penetram na córnea radialmente pelo ESTROMA PROFUNDO.
- NÃO RECEBE INERVAÇÃO: Estroma posterior e MD.

+ HIDRATAÇÃO:
- Humor aquoso e lagrima são HIPERTONICOS
- O2: Proveniente do filme lacrimal, vasculatização palpebral e HA
- Substrato Metabolico para Epitelio, Estroma e endotélio: GLICOSE
- Estroma: Recebe através HÁ através do transporte mediado pelo endotélio
- Epitélio: Por difusão passiva através do Estroma
- Filme lacrimal e vasos perilimbares: 10% da glicose/o2
- Metabolização da glicose: 1. Ciclo do ácido tricarboxílico (TCA) – Mais ativo no endotélio
2. glicólise anaeróbia (Acido pirúvico é convertido em CO² e Água)
3. shunt de hexose monofosfato (HMP) – Epitélio e Endotélio 35-65%
LIMBO

- 1- 1,5mm, função de nutrição para córnea periférica e é uma via de drenagem do Humor Aquoso.
- Camadas: Epitelio, estroma e endotelio.
- Irrigação: Ramos das art. Ciliares anteriores.
- Estruturas contidas no Limbo: - Conjuntiva e paliçadas limbais - Capsula de Tenon
- Episclera - Estroma córneo escleral - Aparato de drenagem no HA

ESCLERA

- Rica em Colágeno e tec. conjuntivo denso desorganizadon, + HIDRATADO(68% de água) E DESORGANIZADO que a
córnea.
- Mais espessa nos homens em relação à mulheres.
- Espessura, 1mm PP, 0,4-0,6mm no equador e 0,3 sob os músculos (Desse ponto para frente vai se espessando
chegando a 0,8 mm no LIMBO).
- Diametro vertical médio 24mm.
- Em geral, as fibras de colágeno escleral externo têm um diâmetro maior (1600 Å) do que as fibras de colaGENO
internas (1000 Å). A camada interna da esclera (lâmina fusca), Mistura-se imperceptivelmente com as lamelas supra-
coroidais e supraciliares do tracto uveal. As fibras de colágenas nesta porção do ramo da esclera e se entrelaçam com
o corpo ciliar externo e Coróide.
- Colagenos I (predomina), III (<5%, restrito à camada externa, lamina crivosa e uma interzona entre a duramater e
esclera externa), V e VI
+ VASCULARIZAÇÃO:
-Art. e Veis ciliares anteriores: As art. cil. Anteriores e posteriores, penetram cerca de 4mm antes do limbo.
Suprem a episclera e a fascia do olho, formando o circulo arterial episclera (Vascularizando o LIMBO tbm). Vasculariza
o estroma da esclera.
- Região INTERNA: Irrigada por vasos da coroide.

+ INERVAÇÃO
- Anterior: Ciliares posteriores longos - Posterior: Ciliares posteriores CURTOS
+ VASOS LINFÁTICOS
- Existem vasos linfáticos bem formados na conjuntiva, MAS ELES ESÃO AUSENTES NA EPISCLERA E NA
ESCLERA. A drenagem da região episclera superficial ocorre no espaço subconjuntival e dai para o nodo
parotideo(Nasalmente) e submandibular (temporalmente) (cbo 504). O restante da esclera e episclera é esvaziada
nos troncos Jugulares (cervicais profundos).

EPISCLERA

- Delicada estrutura de tecido fibroso RICAMENTE VASCULARIZADO.


- Fibras colágenas são dispostas de forma irregular, são firmemente aderidas na perede dos vasos
- Contem MACROFAGOS, MELANOCITOS E LINFOCITOS.
+ ESTROMA: - Dispoem-se de forma concêntrica (Prox ao NO) e de maneira obliqua, mais anteriormente, já na inserção
no musc. é em banda paralela de colágenos tipo I e III (5%)
+ LAMINA FOSCA ou SUPRACOROIDE: - Fibras colágenas e elásticas muito finas, em conjunto com tec. conj. Frouxo.
- São estruturas, praticamente continuas com a parte externa do corpo ciliar e
coroide.

TRATO UVEAL

1- IRIS
- Lamina marginal anterior: - Modificação do estroma, rica em melanocitos e fibroblastos (Dispostos
superficialmente), POBRE EM COLAGENO.
- Estroma: - Tec. Conjuntivo Frouxo, composto por colágeno e substancia amorfa, com fibroblastos e melanina.
- A quantidade de pigmento melânico, o epitélio posterior e a espessura do estroma são responsáveis
pela coloração da íris.
- São encontradas 02 cels. pigmentadas: 1- Cromatoforos : Estreladas, contendo pigmento amarelo e
castanho (correlacionam com o Sist. Simpático) 2- Cels. de pigmento negro: Desde o nascimento.
- Musc. ESFINCTER da pupila esta localizado no estroma POSTERIOR, NA BORDA: Inervado
oculomotor (N. Ciliar Curto/ passa pelo gânglio ciliar).
- Epitélio: - Formado por duas camadas de cels. cubicas pigmentadas.
Epitelio Anterior: Parte muscular e parte epitelial
Epitelio Posterior: Cels cilíndricas, citoplasma ocupado por grânulos de melanina (Cai na perif., Pig. Vida Uterin
- O EPITELIO PIGMENTADO POSTERIOR, é continuo com epitélio pigmentado do CC, já o POSTERIOR
com o NÃO PIGMENTADO.
- Musc. DILATADOR DA PUPILA, está localizado no epitélio anterior – Inervação simpática, pelos
nervos ciliares longos (Fibras simpática EFERENTE) Cels Mioepiteliais.

+ VASCULARIZAÇÃO DA ÍRIS
- CÍRCULO MAIOR DA IRIS: formado pelas art. ciliares anteriores (4-7, ramos das art. musc.s) e pelas ciliares
posteriores longas (02) RAMOS DA OFTALMICA -
- Supre o Corpo Ciliar e a Íris, e dão ramos para formar o CIRUCULO MENOR DA ÍRIS
- 03 tipos de COLATERAIS: - Recorrentes: Formação da coroide
- Ciliares: Irriga o Musc. Ciliar e processo ciliares
- Iridianas: Formação do circulo art. MENOR DA IRIS
- DRENAGEM VENOSA: Drena para COROIDE, e consequentemente para as vorticosas.

+ INVERVAÇÃO DA ÍRIS
- Nasociliar (Trigêmeo) – Sensibilidade tato/DOR
- Nervo Ciliar LONGO (Simpático): Dilatador da pupila. Corpos cels no gânglio cervical superior, no pescoço, gânglio
do trigemio, nervo nasociliar e nervos ciliares longos.
Neurotransmissor: NorepinefrinA
Receptor Beta Adrenergico:
- Nervo ciliar CURTO (Parassimpatico): Esfíncter da pupila. Ocorre através do núcleo acessório do n. Oculomotor
(Nucleo de Edinger-Westphal), cujos axônios terminam nas cels do gânglio ciliar.
Neurotransmissor: Acetilcolina com receptor MUSCARINICOS (Ativação lenta, pois é por 2° mensageiro)
2° Receptor: Beta Adrenergico – Age fechando canais de ion – INIBINDO –

CORPO CILIAR

- Se estende do Ora serrata até a raiz da íris. Mesma estrutura da coroide, acrescida da do M. Ciliar e dos processos
ciliares e AUSENCIA da coroiocapilar.
- FORMA TRIANGULAR: Mais estreita na porção NASAL 6 mm, e 7mm TEMPORAL.
- Pars Plana: Relativamente avascularizada, Tem 4 mm de largura e se estende desde o ora serrata até os
processos ciliares. A abordagem cirúrgica posterior mais segura para a cavidade vítrea é através da pars plana,
localizada a 3-4 mm do limbo corneano.
- Pars Plicata (Coroa Ciliar): Contém os processos ciliares, 70, revestido por
epitélio ciliar e estroma vascularizado, rico em capilares FENESTRADOS que
nutrem a musc. ciliar.

+ Camadas: - Supraciliar: Prolongamento da supra coroide.


- Estroma: Formado por tec. conjuntivo frouxo, contendo fibroblastos,
melanocitos, linfócitos, macrófagos e mastócitos, além de fibras
colágenas, vasos e nervos. Os vasos de maior calibre formam o círculo
maior da íris. Encontra-se o MUSC. CILIAR.
- Epitelio Pigmentado: Prolongamento do EPR, apresenta localização
externa e as cels. são unidas por desmossomos.
- Epitelio ciliar não pimentado: Produz HÁ, formado uma camada de células CUBOIDES na Pars Plana
e COLUNAR na Pars Plicata (Alta Conc. De Complexo Endoplasmatico rugoso – produção de HA),
apoiados em uma lamina basal. Frouxamente aderido ao EPC (Como a retina). Unidas pelos Ápices.
Permitindo Desc. Seroso nos casos de Melanoma uveal/uveíte.
+ Fibras Zonulares do cristalino.
- Zonulas equatoriais: Se inserem no corpo ciliar anterior
- Zonulas ant. e post: Se inserem no corpo ciliar posterior

+ Musculos Ciliaras: - Se inserem no tendão ciliar comum do esporão escleral, e os longitudinais na ora serrata.
- Ação musc. e produção de col. Tipo III
- Longitudinais: - Ao se contraírem (movem o CC para frente), provocam o relaxamento das zonulas,
INERVADO PELO SIMPATICO e relacionado com a acomodação para LONGE (Relaxa o musc).
- Obliquas (Radiais ou Bruke): - Irregulares e terminam nos processos ciliares, invervação SIMPÁTICA
(Relaxa o musc).
- Circulares de Muller-Rouget: - Esfincter da pupila, inervação PARASSIMPATICA. Controla a acomodação
para PERTO.

A inervação é derivada principalmente de fibras parassimpáticas da NC III através dos nervos ciliares curtos.
Aproximadamente 97% destas fibras ciliares são dirigidas ao músculo ciliar, e cerca de 3% são dirigidas para o
esfíncter da íris. Fibras simpáticas também foram observadas e podem desempenhar um papel na relaxação do
músculo. As drogas colinérgicas contraem o músculo ciliar. Como algumas das fibras musculares formam ligações
tendinosas ao esporo escleral, sua contração aumenta o fluxo aquoso abrindo os espaços da rede trabecular.
CRISTALINO

- DIMENSÕES:
- Peso: 3m > 93 mg – 90a > 258 mg considera-se normal 190 – 220 mg
- Diametro Frontal> 9-10mm / antero-posterior> 4mm
- Raio de curvatura: Anterior>10mm / posterior> 6mm (a tendência é diminuir o raio de curvatura com a
idade, 0,02 ao ano. Mas permanece com dimensões estáveis no eixo saginal)

- CAPSULA:
- Não celular, composto por colágeno do tipo IV, e outros componentes da matriz extra capsular
(Glicosaminoglicano, laminina, heparan sulfato ).
- A cápsula é uma membrana basal muito espessa, particularmente no lado anterior da lente, onde as células
epiteliais continuam a segregar material capsular ao longo da vida. No lado posterior da lente, onde não há epitélio, a
fibra posterior tem capacidade limitada de secretar.
- Barreira semipermeável. água, ions, outras moléculas pequenas ou proteínas até ao tamanho da albumina
sérica (que tem um peso molecular de 68 000/ 70 kd e hb 66 Kd) – Aquaporinas P1

- EPITELIO:
- Única camada de células que controlam o metabolismo e Íons e Agua para o interior da célula.
- Células centrais não são mitoticamente ativa e existe um anel anterior ao equador que tem função
germinativa.

- CORTEX E NÚCLEO
- A massa da fibra da lente adulta pode ser dividida no córtex (isto é, as fibras externas, Idade de
aproximadamente 20 anos) e o núcleo interno (isto é, as células produzidas a partir da embriogênese até a
adolescência).

- COMPOSIÇÃO QUMICA:
- LIPIDEOS: Representem apenas cerca de 1% da massa total da lente, constituem aproximadamente 55% do
peso seco da membrana plasmática; O colesterol é o principal lípido neutro (aumenta com a idade).
- Ac. Ascórbico: Concentração no HÁ 12-20 e no cristalino 30, não é produzido no cristalino
- PROTEINAS: Estão presentes principalmente nas fibras imaturas e no epitélio. As cristalinas correspondem à
cerca de 95% do total de proteínas.
+ CRISTALINAS: - Hidrossoluveis, presentes em outros tecidos com papeis diferentes.
- Alfa: Maior (600 – 800 Kd), contem 2 subunidades A e B (20 Kd, tem uma atividade
semelhante a uma chaperona através da qual ligam proteínas que estão começando a desnaturar e impedem uma
desnaturação e agregação adicionais e o Zinco auxilia nesse processo). Maior concentração na região Cortical e
apresentam relação reciproca com a distribuição albuminoide (31%).
- Beta: Composto por polipepitideos com massa de 23 – 33 KD, maior contração no cristalino,
não se sabe como é a distribuição entre o núcleo e córtex (53%)
- Gama: Menor, 20 KD, maior contração no Nucleo (1,5%)
- Citoesqueleto e Proteinas: As fibras tem 1 proteína dominante quantitativamente, MIP
(Proteina intrínseca Maior) que tem recebido muita atenção. O MIP é expresso apenas fibras e tem ação como
aquaporina (Antigamente era denominada conexina/ ga-juntion).
+ALBUMINOIDE: Fração que dissolva na porção aquosa. Composta por 2 partes (Ureia M7 e
elementos insuluveis )

- FISIOLOGIA:
- Níveis de sódio são baixos (~ 10 mmol / L) e POTASSIO elevado (~ 120 mmol / L); no HA, É O INVERSO (150/5)
- A água entra então em resposta ao gradiente osmótico, Causando perda de transparência ao interromper o
gradiente normalmente suave do índice de refracção.
- Bomba de NA/K, mantem o equilíbrio iônico e estão presente na principalmente na superfície anterior, no
epitélio e as fibras externas, imaturas.
- Canais seletivos para Potássio.

- METABOLIZAÇÃO DO AÇUCAR:
- A glicose entra no cristalino por difusão simples “Difusão facilitada”
- Glicolise Anaeróbica (Devido baixa tenso de O2): A maior parte da glicose que entra na lente é fosforilada
em glucose-6-fosfato pela hexoquinase, a enzima limitante da via glicolítica (Baixa conc. No cristalino). Em condições
normais, a maior parte da glicose-6-fosfato passa através de glicólise, em que 2 moléculas de ATP são formadas por
molécula original de glicose. 80% é convertida em acido lático que é metab. Pelo cilco de Krebs (limitada ao epitélio/
representa 3% do total de glicose e gera 20% do total de ATP) e a maior parte é difundida no HA.
Uma pequena proporção de glucose-6-fosfato é metabolizada através da via pentose fosfato
(Derivação de hexafenato de monofosfato). Esta via é ativada em condições de estresse oxidativo. Formando NADPH
(Cofator necessário na via sorbitol)
Aldose Redutase: Produz SORBITOL, cerca de 5%.
- CATARATA:
- DM tipo 1: Snowflake (Flocos de Neve).
- DEFICIENCIA DE GALACTOSE: uridiltransferase. Bebês com este erro inato de metabolismo desenvolvem
cataratas bilaterais dentro de algumas semanas de nascimento a menos que o leite (lactose) seja removido da dieta.
- VIA DO POLIOL: Em condições de alta glicemia, essa via é ativada, promovendo aumento do sorbital e
hidratação do cristalino.

- TRANSPARENCIA:
- Índice de refração do Núcleo (1,41) e Cortex (1,38).
RETINA

- Pigmentos:
Luteina: Presente nos Bastonetes
Zeaxantinas: Presente nos Cones
Lipofuscina: Citoplasma, perifoveal das cels Ganglionares
Melanina: Na parte apical e intermediaria do EPR
Xantofila: Zeaxantina + luteína (maior concentração na NUCLEAR E PLEX. EXTERNA)

- Neurotransmissor dos Cones e Bastonetes- Cels Bipolares: GLUTAMATO

- Ora Serrata:
Interseção entre a retina e a pars plana. Sua distância da linha Schwalbe está entre 5,75 mm nasais e 6,50
mm temporalmente. A membrana de Bruch se estende anteriormente, além do ora serrata, mas é modificada
porque não há coriocapilar no corpo ciliar.

- Vítreo:
Se funde com MB do Epitelio não pigmentado da pars plana e com o MLI da retina
Adere-se 2 mm anterior e 4mm posterior à Ora Serrata
Hialocito: Maior concentração posterior, semelhante e marcofagos, fibroblastos e cels. epiteliais.
Proteina: Albumina (origem no plasma) seguida pela transferrina (origem no corpo ciliar)
Concentração de Cl- e Na são semelhantes a do plasma mas o K é maior e vit C é 1/2

- Fototransdução
No escuro a vitamina A é convertida em retineno e o retineno em rodopsina

- Bastonetes:
- Contem 1000 sacos (discos) nos segmento externo de casa celular com 1 milhão de moléculas de rodopsina
ligada em cada saco, com o intuito de capturar e ampliar a captura da energia da Luz.
- Hiperpolarização, por bloq os canais de Na e Ca levando ao bloq da liberação de glutamato. (Aumenta a
concentração de Ca++). No escuro, ocorre o inverso, e os níveis de Calcio valta ao normal e há uma despolarização.
- Os discos são DESCONECTADOS da Membrana plasmática externa: Possui 3 tipos de proteínas:
- Periferina e ROM 1 : Papel de desenvolvimento e manter a curvatura dos discos (tbem encontrado
nos cones)
- ABC: Presente apenas nos bastonetes.
- O seg. Interno que contem mitocôndria e o metabolismo oxidativo é confinado neste.

- Cones:
- Tres tipos: S (Onda curta – Apenas visão colorida – Menos numerosos – AZUL?)
M (Onda media) -
L (Onda Longa)
- Os S e M criam a cor azul amarelada em Mamiferos. Nos primatas as M foram divididas em L e M,
produzindo imagens Vermelho esverdeado.
- A maioria dos defeitos estão relacionados ao eixo vermelho-verde, ligado ao cromossomo X.

- Mutações de Bastonetes:
+ Rodopsina: Mais de 100 mutações diferentes no gene podem causar RETINOSE PIGMENTAR AUTO.
DOMINANTE (ADRP). A mutação mais comum é P23H Responsável por 10% dos casos RP nos Estados Unidos).
Mutações foram relatadas no gene da rodopsina que causa RECESSIVA (ARRP) é uma forma estacionária de
nyctalopia.
+ Arrestina: Nictalopia estacionária. Relacionado à doença de Oguchi. fenômeno de Mizuo-Nakamura,
+ Guanilato ciclase: Amaurose congênita de leber.
+ Transportador Bastonete ABC: Defeitos recessivos das proteínas transportadoras ABC causam a doença de
Stargardt. Existe heterogeneidade alélica, que reflete a gravidade dos defeitos genéticos. Defeitos leves causam
Degeneração macular, intermédios causam distrofia cônica-vara, e graves causam RP.

- Mutação de Cones e Bastonetes:


+ Periferina e RDS: Causam um espectro grande de doenças, ADRP, degeneração macular, distrofia padrão,
distrofia em borboleta, fundo flavimaculatos,
+ ROM1: Distrofia viteliforme, BEST,
+ Miosina VIIA: proteína encontrada nas células ciliadas cocleares e na conexão do cílio, seg externo dos
bastonetes. Síndrome de Usher tipo I. Os indivíduos afetados têm surdez e ataxia vestibular no nascimento e
Desenvolver ARRP.
- Mutação de Cones :
+ Opsinina de Cones L e M: Defeitos nas 3Opsinas dos cones: Acromatopsia OU monocropsia de bastonetes
SOMENTE EM HOMENS Defeito em dois L e M: Monocromatopsia azul
+ Opsina de Cones L OU M: Deficiencia no espectro vermelhor-verde.

- Camada Nuclear Interna:


+ Tem 3 classe de neurônios (Bipolar, Horizontal e amacrina) e uma Glial (Muller).
+ Bipolar: - Pode ser On e Off: Cone ou so ON: Bastonetes
- Existem células bipolares para cone L e M (Transmissão rapida) e nos casos da cone S e
Bastonetes, apenas uma célula Bipolar.
+ Horizontais: - São antagonistas, inibem os FR, Liberando GABA. Uma classe para os Cones L e M e outras
para os cones S. Os dendritos das cels horizontais recebem o glutamato dos cones de dos bast. E liberam GABA
como feedback Negativo.
+ Amacrinas: Subst. Ativa - Glicina, acetilcolina, serotonina, dopamina,
oxido nítrico, neurotensina, somstostina, subst. P. A maioria tem ÁCIDO GAMA-
AMINOBUTIRICO E GLICINA – TRANS. INIBITORIOS. 40-50%-
Maior concentração de AII (campo estreito)10%.
Starbuts cels (Visão de movimento), ÚNICO neurônio
colinérbgico da retina, maior concentração na camada de cels.
ganglionares.

+ Cels. Ganglionares: - 3 subgrupos:


1) Cels Tonicas que carregam cones L ou M,( P ou Anãs, 70%,
corpo celular pequeno, condução LENTA) : Concentradas na fóvea
(alta acuidade) e extra foveal. Projetam para o Parvocelulares no
corpo geniculado lateral – Alta resolução da visão espacial e de cores. São consideradas mais vítreas.

3) Cels Fasicas (M ou Para-Sol 10% grande corpo celular, recebem estim. Dos bastonetes) São
grandes e menos concentradas na fóvea e tem condução rápida. Pojetas-se para região
Magnocelular no CGL, pode ser a mais importante na detecção de movimento/FORMA.

2) Cels tônicas que carregam cones S (k, Biestratificadas, koniocelular?) : Detecta contraste de
cores. São excitados por altas e baixos comprimentos de onda (Azul/amarelo e cinza/marron),
condução LENTA.

Magnocelulares: Flicker e FDT


Parvocelulares: Branco no Branco
Biestratificadas: Azul-amarelo

+ Cels. de Muller: - Desde os seg. internos dos Fr até MLI. Eles tamponam as concentrações iónicas no
espaço extracelular, selam o espaço sub-retiniano formando a membrana limitadora externa (ELM) e podem
desempenhar um papel no metabolismo da vitamina A dos cones.
+ Cone Azul: A concentração maior na zona 100-300 micra a partir do centro da fóvea.
EPITELIO PIGMENTADO DA RETINA

- Relação com FR é de 45:1, Mais de 80% do seu peso úmido é constituído por água. 30:1 cones na fovea e 22:1 na
periferia.
- Bomba de Na / K presente no ápice e Anidrase carbônica base e pode estar presente no ápice.
- Pigmentação começa no nascimento, continua ao longo da vida. Com a idade, os grânulos de melanina se fundem
com lisossomas e deixando a retina menos pigmentada. Existe uma relação inversas entre a concentração de pig.
melanina e lipofuscina.
NERVO ÓTPICO
- Cabeça do NO (1,5 mm), NO intraorbitario (3mm com MM e 6mm com Banhia NO )
Pré laminar:
+ Na cabeça do nervo, as células Müller que compõem a membrana limitante interna (ILM) são substituídas
por astrocitos. Os astrócitos constituem 10% do volume da cabeça do nervo e formam uma ILM que cobre a superfície
da cabeça do nervo e é contínua com a ILM derivada de células Müller da retina.
Laminar:
+ A lâmina contém colágenos tipo I e tipo III, elastina abundante, laminina e fibronectina. Os astrócitos cercam
os feixes de axônios, e pequenos vasos sanguíneos estão presentes. A lâmina cribrosa serve as seguintes 3 funções:
(1) andaime para os axônios do nervo óptico, (2) ponto de fixação para CRA e CRV, e (3) reforço do segmento posterior
do globo.

VASCULARIZAÇÃO:
+ Pré laminar: Piais, vasos da coroide e ramos da ACR
+ Laminar: Haller Zinn, / Vasos paraopticos, nutrem a esclera peri optico. NÃO PELA ACR
+ Intracraniana: Proximal: Pial e ramos da ACR. Distal: estas e ramos neurais da ACR.
+ Intracanalicular: Ramos da art. Art. Oftalmica .
+ Intracraniana: Ramos da art. Art. Oftalmica e Carotida interna

Quiasma óptico.
+ Localização: - Central 80% 1/3: Em cima da sela túrcica
- Pré-Selar10% 17%: Anteriormente à sela túrcica (TU de hipófise atinge 1° os tratos)
- Pós-selar 10% 4%: Post. à sela túrcica (TU de hipófise atinge 1° os NO)
+ Está cercado por pia e Aracnóide e é ricamente vascularizado.
+ O quiasma tem aproximadamente 12 mm de largura, 8 mm de comprimento na direção ântero-posterior e
4 mm de espessura.
+ As fibras extramaculares da retina inferonasal se cruzam anteriormente no quiasma no "joelho Wilbrand"
antes de passar para o trato óptico.
+ As fibras superonasais extracelulares cruzam posteriormente para o trato oposto.
+ As fibras temporais extra -maculares permanecem sem cruzamento no quiasma e no tracto óptico.
+ As projeções maculares estão localizadas centralmente no nervo óptico e constituem 80% -90% do volume
total do nervo óptico e das fibras quiasmais.
+ As fibras maculares temporais seguem um curso direto através do quiasma como um feixe de fibras não
cruzadas. As fibras maculares nasais se cruzam na parte posterior do quiasma.
+ Aproximadamente 53% das fibras do nervo óptico são Cruzado e 47% não cruzaram.
+ Irrigação: Carótida interna, Comunicante anterior, Hipofisal anterior, comunicante posterior e Art. Oftálmica.

Tratao óptico
+ As fibras (ambas cruzadas e não cruzadas) das projeções retinianas superiores viajam medialmente no trato
da óptica; Projeções mais baixas se movem lateralmente.
+ As fibras maculares adotam uma orientação dorsolateral à medida que se dirigem para o corpo geniculado
lateral
+ Vai até o corpo geniculado LATERAL.
+ Algumas fibras caminham para o hipotálamo, contribuindo para o sist. Neuroendocrino (Ritmo Circadiano).

Corpo Geniculado Lateral


+ O corpo geniculado lateral, ou núcleo, é a Zona sináptica para as projeções visuais mais altas.
+ É uma estrutura oval, como tampão, que recebe aproximadamente 70% das fibras do trato óptico dentro
das 6 camadas alternadas de Substancia branca e cinzneta.
+ As camadas 1, 4 e 6 do corpo geniculado lateral contêm axônios do nervo óptico contralateral. As camadas
2, 3 e 5 surgem do nervo óptico ipsilateral. Camadas 1 e 2 são denominadas Magnocelulares, 3,4,5 e 6 parvocelulares.
+ As 6 camadas, numeradas consecutivamente de baixo para cima, originam as radiações ópticas.
+ Irrigação: Art. Coroidais e comunicantes anteriores.

Radiografias ópticas
+ As radiações ópticas conectam o corpo geniculado lateral com o córtex do lobo occipital.
Córtex visual
+ O córtex visual, a área mais fina do córtex cerebral humano, tem 6 camadas celulares e ocupa os lábios
superior e inferior da fissura da calcarina nas superfícies posterior e mediana dos lobos occipitais.
+ A função macular é extremamente bem representada no córtex visual e ocupa a posição mais posterior na
ponta do lobo occipital.
+ A porção mais anterior da fissura da calcarina é ocupada apenas por fibras contralaterais da retina nasal. A
artéria cerebral posterior, um ramo da artéria basilar, fornece quase exclusivamente o córtex visual.
+ No entanto, o suprimento de sangue para o lobo occipital mostra variação anatômica; Em alguns indivíduos,
a artéria cerebral média contribui.