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DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA - DDS - SOUZA PINTURA

DSS
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DIÁLOGO SEMANAL DE SEGURANÇA

"Trabalhar com segurança é acreditar que você é a ferramenta mais importante para a
empresa"

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Procedimento Saúde,Segurança e Meio Ambiente do Trabalho PSSMAT Nº 01/18
Elaborado por : Edson de O. Ramos Data: 00 / 00 / 0000
Atualizado em : Data: 00 / 00 / 0000
Aprovado Por: Sr. OSVANIO
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DDS Nº 01 Protegildo - O Perigo das Poeiras


DDS Nº 02 Protegildo - PROTEÇÃO DE MAQUINAS
DDS Nº 03 Protegildo Precauções a serem tomadas no manuseio de Ferramentas Manuais
DDS Nº 04 Protegildo Protegildo - Cintos de Segurança
DDS Nº 05 Protegildo Aprendendo a Respeitar Riscos
DDS Nº 06 Protegildo Instalações Elétricas
DDS Nº 07 Protegildo Alerta Mutuo
DDS Nº 08 Protegildo Saiba Lidar Com Situações de Riscos
DDS Nº 09 Protegildo Cuidados necessáeios para não Escorregar, Tropeçar e Cair
DDS Nº 10 Protegildo Apertando o Cinto
DDS Nº 11 Protegildo Informações que podem ser úteis na Prevenção de Acidentes de
Trajeto
DDS Nº 12 Protegildo Não se esponha á Perigos no trabalho Seguindo os 10 Mandamentos
da Prevenção
DDS Nº 13 EPI cuidados com os Equipamentos de Proteção Individual
DDS Nº 14 Porque devo usar EPI´S
DDS Nº 15 Porque devemos usar corretamente o EPI
DDS Nº 16 Como Proteger as mãos
DDS Nº 17 Proteção dos olhos
DDS Nº 18 Transporte Manual de cargas
DDS Nº 19 Veja como saber a peridiocidade de substituição de EPI e o impacto no uso e
durabilidade
DDS Nº 20 Riscos no uso de Ferramentas Manuais e Elétricas
DDS Nº 21 (A) Trabalho em Altura
DDS Nº 21 (B) A importência da Linha de vida para o Trabalho em Altura
DDS Nº 22 Exigências da NR 35
DDS Nº 23 Porque Acidentes Aconecem
DDS Nº 24 Ninguém pode fazer mais pela sua segurança do que você mesmo
DDS Nº 25 Zona de Perigo
DDS Nº 26 Quase Acidentes são de o sinais de Alertas
DDS Nº 27 Comportmento Seguro no Ambiente de Trabalho
DDS Nº 28 Suas Fámilia Pede: Use EPI sempre
DDS Nº 29 O Poder da Gratidão
DDS Nº 30 Isolamento de Área
DDS Nº 31 Obedeça aos Avisos de Segurança
DDS Nº 32 Proteja já seus Olhos, Proteja já sua vida
DDS Nº 33 Desvendando o Alcolismo
DDS Nº 34 Como Evitar Acidentes com a Panela de Pressão
DDS Nº 35 Os Serviços Domésticos mais Propensos a Causar Acidentes
DDS Nº 36 Como Montar uma Coleta Seletiva?
DDS Nº 37 Queda de Materiais - Parte 1 - Tome Todas as Precauções Possiveis Contra a
Quedas de Materiais
DDS Nº 38 Parte 2 Queda de Materiais - Olhe para Cima e para Baixo
DDS Nº 39 Ttrabalho em Cadeira Suspensa - NR 35
DDS Nº 40 Você sabe o que é fator de queda nos trabalhos em altura?
DDS Nº 41 Condições para Trabalho em Altura que você deveria saber
DDS Nº 42 Acidentes típicos em altura, você conhece?
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DDS Nº 43 Acidentes nos olhos


DDS Nº 44 Procedimentos de segurança na realização de serviços de pintura de
fachadas
DDS Nº 45 Importância da Ordem de Serviço
DDS Nº 46
DDS Nº 47
DDS Nº 48
DDS Nº 49
DDS Nº 50
DDS Nº 51
DDS Nº 52
DDS Nº 53
DDS Nº 54
DDS Nº 55
DDS Nº 56
DDS Nº 57
DDS Nº 58
DDS Nº 59
DDS Nº 60
DDS Nº 61
DDS Nº 62
DDS Nº 63
DDS Nº 64
DDS Nº 65
DDS Nº 66
DDS Nº 67
DDS Nº 68
DDS Nº 69
DDS Nº 70

DDS Nº 01

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DDS Nº 02
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DDS Nº 14 - Por que devo usar EPI’s?

Essa pergunta é feita todos os dias, todas as horas, todos os minutos, sempre.

Definir motivos para usar os EPI’s é muito fácil.

Os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) são fundamentais para proteger a saúde e integridade
física do trabalhador, porém, mesmo com toda proteção oferecida muitas vezes o trabalhador não
quer usá-los.

Nesse artigo iremos listar uma série de vantagens de usar o EPI.

HIGIENIZAÇÃO DO EPI É FEITA PELO EMPREGADOR OU EMPREGADO?

Depende do tipo do EPI, ok.

Por exemplo, um protetor auditivo o próprio usuário pode higienizar, afinal, é bem simples fazer.

Já uma máscara com ar mandado, é necessário que o empregador faça a higienização, pois é um
equipamento complexo a não tão fácil de higienizar.

Hoje vamos mostrar a importância do EPI na vida do trabalhador, e assim estimular o uso.

Principais vias de exposição aos riscos no ambiente de trabalho:

– Inalatória (Nariz), – Ocular (Olhos)– Oral (Boca)– Cutânea (Pele)

O EPI usado corretamente proporciona proteção ao trabalhador através do controle da


exposição ao risco.

Vejamos o exemplo do protetor auricular, ele não impede que o ruído exista, mas controla a
quantidade que penetra no corpo do trabalhador. E assim, evita os danos ao organismo do mesmo.

Um exemplo na construção civil: o trabalhador está em nível do solo e um tijolo cai da 5ª laje em cima
da sua cabeça. O fato de ele usar capacete não impede o tijolo de cair, mas, com certeza irá minimizar
o estrago em sua cabeça

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DDS Nº 15 - PORQUE DEVEMOS USAR CORRETAMENTE O EPI ?

È necessário, porém observar que não basta usar EPIs, temos que usá-los direito.

Tem muito trabalhador que só usa EPIs para não levar bronca do chefe, e por isso acaba não usando
da forma correta. Trabalhador inteligente valoriza sua saúde usando o EPIs para protegê-la, e não
somente usando para se livrar de advertido pelo chefe.

Usar EPI é importante para o bem da sua família

Quando alguém da família se acidenta e fica incapacitado, se torna um peso a mais para a família, e
ás vezes sobrecarrega os familiares. Os problemas mais comuns são:

– Menos dinheiro em casa:

O empregado acidentado recebe o benefício acidentário do INSS. O benefício do INSS é apenas


cerca de 70% do salário do funcionário.

– Mais gasto em casa:

O acidentado terá gastos que não fazem parte do orçamento normal da família, tratamentos médicos,
remédios, fisioterapias, etc.

– Transporte de pessoa incapacitada:

Transportar uma pessoa incapacitada geralmente gera algum trabalho extra, e dependendo da
gravidade da lesão esse transporte só poderá ser feito por profissionais capacitados, e esse serviço
quase sempre custa pago!

Usar EPI é importante para o seu desenvolvimento profissional

Quando o trabalhador usa EPI ele mostra para a empresa sem dizer uma palavra que é uma
pessoa comprometida com o regulamento interno da empresa. Isso faz com que seja bem visto
pelos superiores e isso aumenta as chances de uma promoção interna. A guarda do EPI é de total
responsabilidade do trabalhador, a legislação até permite que o patrão cobre do funcionário o valor
total pelo EPI em caso de extravio.

Além de guardar adequadamente o trabalhador é responsável também pela higienização do


EPI, e manter em condições de uso (limpo e descontaminado) é fundamental para evitar problemas
posteriores. O EPI só deve ser usado para a função a que se destina, antes de usar
busque orientação de um profissional em Segurança do Trabalho ou de uma pessoa preparada para
tal. É importante lembrar, que todo EPI antes de ser colocado a venda é testado e aprovado por
órgão que tem ligação com o Ministério do Trabalho, esse órgão hoje é o INMETRO.

O EPI não substitui os demais cuidados do trabalhador no ambiente de trabalho, ele é só um


complemento dos cuidados, e deve ser levado á sério! Lembre-se: o incomodo causado pelo EPI é
passageiro mas as sequelas de um acidente ou doença, podem não ser…

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DDS Nº 16 - Como proteger as mãos

As mãos são um bem de incalculável valor a vida, e contribuem com a maioria de nossas ações
diárias.

Com as mãos, nós pintamos, apalpamos, prendemos, soltamos, agarramos, batemos, lançamos,
sinalizamos, escrevemos, desenhamos, acariciamos…

Podemos diferenciar o que é duro, mole, áspero, molhado, seco, quente, frio, afiado.

A mão é um das partes mais complexas do corpo, contendo: nervos, ossos, tendões e tecidos.

Nossas mãos são constantemente vítimas de acidentes, cerca de 30 por cento dos acidentes de
trabalho envolvem as mãos, segundo dados recentes do Anuário Estatístico de acidentes de trabalho.

Principais perdas em decorrência de acidentes com as mãos:

. Dificuldades de ingresso em emprego;

. Alteração da função no trabalho;

. Dificuldades de realizar a função;

. Dificuldades de promoções de emprego na empresa;

. Restrições e dificuldades de realização de atividades de lazer;

. Impossibilitado à prática de esportes;

. Privação de tocar em pessoas coisas ou objetos;

. Dificuldades de alimentar, vestir e higiene pessoal;

. Problemas psicológicos, inclusive no meio familiar;

. Dependência de pessoas;

. Limitação física.

Principais tipos de acidentes envolvendo as mãos

– Cortes;

– Prensamentos;

– Esfolamentos;

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– Choques;

– Perfurações;

– Fraturas;

PRINCIPAIS FONTES DE PERIGO PARA AS MÃOS

– Pontos de enrascamento e atrito:

São os espaços existentes entre componentes de uma máquina, tais como: engrenagens em
movimento, polias, etc…

Nunca introduza as suas mãos nestes espaços, somente o faça com a máquina parada e a chave
geral desligada.

– Pontos Quentes:

São locais que geram um calor considerável e que são responsáveis por queimaduras, muitas delas
graves.

Exemplo: tubulações de vapor, máquinas de solda, motores etc…

O uso de luvas adequadas livra as mãos dos problemas causados por queimaduras.

– Superfícies Giratórias:

São atividades desenvolvidas com uso de esmeril, policorte, discos de corte, etc, são extremamente
perigosas.

– Máquinas automáticas:

Cuidado! Muitas vezes parecem estar desligadas, mais podem estar apenas hibernando e voltam a
funcionar inesperadamente, causando acidentes.

– Anéis, pulseiras, jóias e Roupas Largas:

São um perigo diante de certos equipamentos. Através deles as engrenagens e polias puxam a vítima
para dentro da máquina, podendo causar amputações e outros tipos de acidentes graves.

Antes de iniciar as atividades é necessário se desvencilhar de todos os acessórios que possam causar
esse tipo de acidente.

Dicas de segurança para proteção das mãos

– Nunca opere nenhum equipamento sem antes conhecê-lo bem.

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– Antes de iniciar seu trabalho verifique se o equipamento usa alguma proteção. As vezes as pessoas
tiram a proteção e não a colocam novamente. Só inicie seu trabalho depois de recolocá-las.

– Ao manipular algum material verifique se é agressivo ao corpo e faça uso da luva adequada.

– Se tiver alguma dúvida quanto ao funcionamento de alguma máquina ou processo, procure seu
superior imediatamente.

– Seja crítico! Ao notar alguma falha de segurança no equipamento faça a sugestão de melhoria.

– Seja ativo! Ao notar que uma peça é pesada demais use alavanca, proteja seus dedos que são
sensíveis, e não podem suportar uma carga demasiadamente pesada.

– Facas, estiletes, representam um risco para as mãos e dedos. As lâminas são afiadas e leves,
requer menos força no manuseio, portanto, muito cuidado para não perder o controle.

– Nunca manuseie um objeto cortante em direção ao próprio corpo.

– Nunca guarde objetos cortantes sem proteção.

– Luvas são muito importantes o para o bom desempenho de diversas funções:

Nunca use luvas muito grandes ou folgadas, elas diminuem muito o tato, com isso tornam-se
ineficazes.

Tratamento

Dependendo do tipo da lesão o tratamento pode ser demorado, exigir fisioterapia, etc…

A prevenção é sempre o remédio mais barato! A saúde da suas mãos está em suas mãos!

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DDS Nº 17 - Proteção dos olhos

Os olhos são um órgão do nosso que corpo que tem extrema importância. Imagine o quão seria difícil
nossa vida se não pudéssemos enxergar.

Por mais improvável que possa parecer segundo as estatísticas de acidentes cerca de 20%
dos acidentes envolvem os olhos.

Objetivo do texto

Como todos sabem para que aconteça um acidente basta um descuido, as vezes é questão de
segundos!

Prevenção é coisa séria

Medida de Proteção Individual - EPIs – Equipamento de Proteção Individual:


– Óculos de segurança; É eficiente para proteger, dependendo da atividade e do equipamento a ser
utilizado e do risco que o trabalho oferecer é melhor utilizar a Máscara de Proteção total.

– Máscara de proteção Facial; É ideal para a proteção contra partículas em alta velocidade e até
aquecidas.

Segurança do Trabalho se faz com consciência, portanto não adianta ter o melhor equipamento do
mundo se não o usarmos da forma correta.

Proteção dos olhos é coisa séria!

Não abra mão de sua segurança por nada nesse mundo. Lembre-se sempre existe alguém que te
ama e precisa de você.

Importante: Se acontecer o acidente sempre se lembre de lavar as mãos antes de tocar os olhos, seja
para lavar, etc.

DDS Nº 18 - Transporte manual de carga


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O transporte manual de carga é uma das formas de trabalho mais antigas e comuns do mundo.

E hoje é responsável por um grande número de lesões e acidentes de trabalho especialmente em


transportadoras e na indústria da construção civil.

As lesões por causa de transporte de forma inadequada em sua grande maioria afetam a coluna
vertebral, mas, também podem causar outros males como, por exemplo, hérnia escrotal.

Nesse texto vamos aprender como transportar uma carga de forma prática e segura.

Nunca podemos esquecer o valor de um corpo são e uma coluna saudável. Sendo
assim, ao transportar uma carga devemos observar:

– Peso, forma, volume, tipo, condições gerais;


– Posicionar-se sempre próximo a carga;
– Não torcer o corpo para pegar ou movimentar cargas;
– Usar sempre a musculatura das pernas para erguer a carga, os pés levemente separados e o corpo
equilibrado;
– Mantenha a carga sempre que possível perto do corpo;
– Procurar segurar a carga com as duas mãos sempre que possível, centralizando a carga em relação
às pernas;
– Utilize as pernas como apoio e sustentação do movimento;
– O esforço tem que ser na coluna vertebral, para levantar peso mantenha a coluna na posição
vertical;
– Observar quais Equipamentos de Proteção Individual a carga exige;
– Ao manusear peças com rebarbas use luvas;
– Jamais tente transportar a carga quando tiver peso, tamanho ou forma a adversas;
– Lembre-se que outros colegas de trabalho, poderão auxiliá-lo quando necessário, não tenha
vergonha se precisar peça ajuda.

É muito importante evitar acidentes e lesões pois, nesses casos, todos perdem:

– O Trabalhador perde: Perde recebendo menos no final do mês, pois o benefício do INSS é bem
inferior ao salário de um trabalhador ativo (trabalhando).
– A família perde: Menos dinheiro em casa e mais uma pessoa que precisará de ajuda dos familiares,
pois está impossibilitado de se cuidar sozinho.
– A empresa perde: Terá que pagar os primeiros quinze dias depois do afastamento. Terá que
contratar um substituto para o cargo.

Tudo depende apenas de mudança de atitude, fazer o certo é possível e vale a pena, sua
saúde agradece!

DDS Nº 19 - Veja como saber a peridiocidade de substituição de EPI e o impacto no uso e


durabilidade

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Mesmo com todos os cuidados em relação a higienização e conservação, os EPIs precisam ser
substituídos após um tempo de uso.

Sigla para Equipamento de Proteção Individual, o EPI é um dispositivo ou produto de uso individual
destino a proteger o trabalhador dos riscos capazes de prejudicar sua segurança, saúde ou bem-estar.
De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), é dever do empregador oferecer os EPIs
necessários para manter colaboradores protegidos, bem como fornecer informações sobre como usá-
los corretamente.

Para garantir que os dispositivos não percam suas características e permaneçam em condições ideias
de uso, também é fundamental que todos os equipamentos de segurança sejam conservados e
higienizados de maneira adequada (confira 10 dicas de higienização e conservação para seu EPI
durar mais!). Mesmo com todos os cuidados, porém, os EPIs possuem uma validade de uso, e devem
ser substituídos após este tempo.

Qual a durabilidade de um EPI?

Embora o período de durabilidade de um EPI esteja diretamente ligado a seu uso, a maioria dos
fabricantes e especialistas em segurança do trabalho aponta a durabilidade dos produtos. Confira, a
seguir, a periodicidade indicada para substituição dos principais tipos de equipamentos de proteção
individual:

 Luvas de PVC: 5 a 10 dias; Luva de raspa: 1 a 2 semanas; Avental de PVC: 30 dias;


 Protetor auricular tipo plug: 1 a 2 meses; Avental de raspa: 2 meses;
 Perneira de raspa: 2 meses; Manga/gola de raspa: 3 meses;
 Calçados de segurança: 6 meses; Óculos de proteção: 6 meses a 1 ano;
 Abafador de ruído concha: 6 meses; Capacete de segurança: 1 ano;
 Máscara de Solda: 1 ano; Respirador de fuga com filtro: 1 ano;
 Cinto de segurança: Indeterminado.

Também é importante considerar os setores que mais causam acidentes de trabalho, que necessitam
de um controle ainda mais rígido sobre a periodicidade de substituição de EPI.

Periodicidade de substituição de EPI

Apesar dos fabricantes desses equipamentos geralmente estabelecerem recomendações sobre o


tempo máximo de uso, há diversos fatores que influenciam na durabilidade do EPI — como tipo de
atividade desenvolvida pelo trabalhador e os cuidados que cada um tem com seus equipamentos de
segurança.

DDS Nº 20 - Riscos no uso de Ferramentas Manuais e Elétricas

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DDS Nº 21 (A) - Trabalho em Altura

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Esta atividade é de extremo RISCO de ACIDENTES FATAIS, por isso é obrigação do


EMPREGADOR, CUMPRIR TODOS OS ITENS QUE DIZ RESPEITO AS NORMATIVAS TÉCNICAS
SOLICITADAS Á NORMA EXPECIFICA DESTA ATIVIDADE DA NORMA REGULAMENTADORA -
NR 35 TRABALHO EM ALTURA.

Todo o trabalho em altura para ser bem executado; é obrigatório em primeiro lugar:

- O Estudo e Planejamento do que e como será realizado, bem como de suas etapas diárias; as
ferramentas manuais especificas á esta atividade, elétricas e EPI´s também adequados a serem
utilizados, como o cinto de segurança e os equipamentos de guindar das peças que serão içadas para
execução do projeto.

- Deve também estar previsto todo o planejamento de execução de como será realizado caso haja
necessidade o resgate do trabalhador que vier a sofrer acidente ficar pendurado, necessitando rapidez
na sua retirada.

- Todos os trabalhadores envolvidos são obrigados á estarem em perfeitas condições de saúde e


psico sociais na apresentação do ASO, Também todos treinados ao trabalho especifico de Altura com
a apresentação deste Certificado.

Para trabalho em altura devem ser utilizados dispositivos dimensionados por profissional legalmente
habilitado e que permitam a movimentação segura dos trabalhadores.

É obrigatória a instalação de cabo guia ou cabo de segurança para fixação de mecanismo de ligação
por talabarte acoplado ao cinto de segurança tipo paraquedista.

O cabo de segurança deve ter sua(s) extremidade(s) fixada(s) à estrutura definitiva da edificação, por
meio de espera(s) de ancoragem, suporte ou grampo(s) de fixação de aço inoxidável ou outro material
de resistência, qualidade e durabilidade equivalentes.

Nos locais sob as áreas onde se desenvolvam trabalhos em altura, é obrigatória a


existência de sinalização de advertência e de isolamento da área capazes de evitar a ocorrência de
acidentes por eventual queda de materiais, ferramentas e ou equipamentos.

É proibida a realização de trabalho em altura em caso de ocorrência de chuvas, incidência de Raios e


ou Trovões, ventos fortes ou superfícies escorregadias.

Os serviços de execução, de trabalho em altura devem ser precedidos de inspeção e de elaboração


de Ordens de Serviço ou Permissões para Trabalho, contendo os procedimentos a serem adotados.

É proibida a fixação de carga na mesma corda de instalação das cadeiras de pintor, como também na
instalação do trava quedas do pintor.

DDS Nº 21( B ) - A IMPORTÂNCIA DA LINHA DE VIDA PARA O TRABALHO EM ALTURA

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O trabalho em altura oferece bastante risco ao trabalhador, já que uma queda acima de 2 metros de
altura pode significar fraturas, torções e até mesmo algo mais grave. Por isso a importância de se
utilizar as Linhas de Vida e respeitar as orientações estabelecidas pela NR-35 para o cuidado com a
execução de tarefas em situações de elevação.

O profissional que faz uso da Linha de Vida para a execução de suas atividades precisa estar
conectado a um cinturão de segurança, que pode ser de cabo, fita de material sintético ou aço
galvanizado. Esse cinturão deve estar ligado a um trava-queda retrátil, equipamento automático de
travamento que tem a função de travar a movimentação do cinturão de segurança quando ocorrer uma
queda. O uso do trava-queda retrátil atende a exigências descritas na norma NBR 14628, que está
relacionada com o Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual da ABNT.

DDS Nº 22 - Exigências da NR-35

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O trabalho em altura exige atenção redobrada por parte dos profissionais que estão realizando as
atividades, como pelos empregadores que são responsáveis por fornecer equipamentos com
certificação e o devido treinamento aos seus trabalhadores para garantir a segurança necessária
durante a realização das atividades.

As principais responsabilidades do empregador são:


 Garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas na NR-35.
 Desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras do trabalho em altura.
 Garantir que qualquer trabalho em altura só comece depois de adotadas as medidas de proteção
definidas na NR-35.
 Assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela
análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade.

As principais responsabilidades do trabalhador são:


 Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura, inclusive os procedimentos
expedidos pelo empregador.
 Colaborar com o empregador na implantação das disposições contidas na NR-35.
 Zelar pela sua segurança e saúde e a de pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou
omissões no trabalho.

Segurança nas alturas

É essencial que o empregador e os trabalhadores entendam a importância das medidas de segurança


para se trabalhar em altura, carregando e descarregando caminhões, para que levem a sério as
normas estabelecidas na NR-35 e instalem as Linhas de Vida com material certificado e de forma
adequada. Você costuma trabalhar em alturas? Concorda com as medidas de segurança e precaução
destacadas aqui? Compartilha com a gente a sua experiência sobre o trabalho em altura e com a
carga e descarga de caminhões. Queremos criar um mercado de EPIs cada vez mais seguro e
queremos que você venha conosco.

DDS Nº 23 - PORQUE ACIDENTES ACONTECEM?


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Os acidentes ocorrem devido a dois fatores:

Prática de Ato inseguro

e/ou existência de :

Condição insegura.

ATO INSEGURO

É maneira como as pessoas se expõem à riscos de acidentes.

EXEMPLO: Subir sobre o equipamento ou máquina, deixar ferramentas ou objetos espalhados pela
área, descer uma escada sem utilizar o corrimão, etc.

CONDIÇÃO INSEGURA

É a condição ou circunstância física perigosa existente no ambiente, máquina ou equipamento que


pode provocar um acidente.

EXEMPLO: Máquina ou equipamento instalado de forma inadequada, ferramentas ou objetos


espalhados pela área, escadas sem corrimão, equipamentos ou ferramentas com defeito, etc.

DDS Nº 24 - Ninguém pode fazer mais pela sua segurança do que você mesmo

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Esse DDS é para ser ministrado aos funcionários. A intenção é despertar a conscientização, e mostrar
que cada um é responsável pela própria segurança.
É interessante notar como delegamos algumas de nossas obrigações a outras pessoas. Esse erro é
mais comum do que parece.

AUTO-REFLEXÃO:
DE QUEM É A OBRIGAÇÃO DE GARANTIR SUA SEGURANÇA NO TRABALHO?
(Tempo para pensar…) Resposta: O maior responsável pela sua segurança é você mesmo!
De que adianta normas de segurança se você não segui-las. De que adianta, CIPA, Técnico em
Segurança, líderes de setor pegando no seu pé, se você não der ouvido?

O MAIOR PREJUDICADO EM CASO DE ACIDENTE DE TRABALHO


O empregador também tem prejuízos em caso de acidente, existem casos de empresas que tiveram
que fechar devido um acidente trágico. No entanto, para o empregador a vida continua, o que ele
perde aqui pode recuperar ali, e mesmo se não recuperar, ele continuará INTEIRO. Já o funcionário
corre o risco de morrer, de ficar incapacitado, de ficar limitado e de se tornar um peso a mais para sua
família.

Em caso de acidente o maior prejudicado é a vítima! Ninguém perde tanto quanto ela. Muitas vezes o
sofrimento atinge até os familiares, por causa de:
– Sofrimento por ver uma pessoa amada doente ou incapacitada.
– Sentimento de incapacidade por não poder mudar a sorte da pessoa amada.
– Incômodos por ter que cuidar de uma pessoa invalida.
– Falta de dinheiro em casa.
Esses são apenas alguns de vários outros sofrimentos que ocorrem em casos de acidente.

O maior responsável por sua segurança no trabalho se é VOCÊ!


NÃO NEGLIGENCIE SUA SEGURANÇA!
Lembre-se, existem pessoas que te amam, e se você vier a faltar, fará falta para elas. Você é único
para as pessoas que te amam, é insubstituível, ninguém poderá ocupar seu lugar.

MULTIPLIQUE SEGURANÇA
Seja um multiplicador da Segurança do Trabalho contagiando as pessoas próximas na busca por um
ambiente harmonioso, agradável e seguro. Todos ganham com isso!

COLABORE COM O PESSOAL DA SEGURANÇA DO TRABALHO


– Se não conseguir ajudar, não atrapalhe!
– Não retire as placas de sinalização de segurança existentes na empresa.
– Faça os exames médicos quando solicitado.
– Não obstrua o acesso aos extintores.
– Acate as normas internas de segurança na empresa.
– Participe das palestras de segurança oferecidas pela empresa. Aprender nunca é demais. Se a cada
palestra conseguir absorver o mínimo, com o tempo isso será de grande valia para você!
– Use os EPI’s indicados para seu trabalho. Eles são sua proteção, não menospreze sua saúde.
Ninguém pode fazer mais pela sua segurança do que você mesmo! Seja o seu maior vigia e contagie
os que ainda não estão nessa corrente. Vamos contagiar com a prevenção.

DDS Nº 25 - ZONA DE PERIGO

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Muitas das vezes você está entrando num ambiente que aparentemente não demonstra risco de
acidentes, por ele nunca ter acontecido ou pelo fato de você o achar seguro.

Isso não quer dizer que nunca poderá acontecer, basta ter atividades para o risco de acidentes estar
presente, seja em casa, no trabalho, na escola, no deslocamento de percurso ou realizando uma
tarefa arriscada.

Você não prevê o acidente, ele simplesmente acontece sem estarmos esperando por ele. Para isso
devemos estar atentos na tarefa que realizamos no nosso dia-a-dia. É de suma importância ter em
mente que cada pessoa é responsável pelo seu ato.

No lar podemos encontrar várias atividades perigosas que muitas das vezes não percebemos, mas
elas estão lá, seja nos produtos de limpeza, nas tomadas de energia que podem provocar choques e
no fogão podendo até mesmo provocar queimaduras graves ou no vazamento de gás. Neste caso
temos que tomar muito cuidado com as crianças, devido a falta de conhecimento que elas tem.

A conclusão é óbvia, os acidentes acontecem; mas podemos evitá-los, eliminando, neutralizando e ou


reduzindo as condições dos RISCOS. Salientando também que o papel de cada pessoa é estar
sempre e atento. " Lembre-se que os quase acidentes, chamados de incidentes, são um sinal de
alerta!"

DDS Nº 26 - QUASE ACIDENTES SÃO SINAIS DE ALERTAS

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Quase acidentes são aqueles que não provocam ferimentos apenas porque ninguém se encontrava
numa posição de se machucar. Provavelmente, se nós tivéssemos conhecimento dos fatos,
descobriríamos que existem muito mais incidentes que não causam ferimentos do que os que os
provocam.
Você deixa algo pesado cair e não acerta o próprio pé. Isto é um incidente, mas sem ferimento. Você
sabe o que geralmente faz com que um quase acidente não seja um acidente com ferimentos?
Geralmente é uma fração de segundo ou uma fração de espaço.

Pense bem. Menos de um segundo ou um centímetro separa você ou um amigo de ser atropelado por
um carro. Esta diferença é apenas uma questão de sorte? Nem sempre. Suponha que você esteja
voltando para casa à noite e por pouco não tenha atropelado uma criança correndo atrás de uma bola
na rua. Foi apenas sorte você ter conseguido frear no último segundo?
Não. Outro motorista talvez tivesse atropelado a criança. Neste caso, seus reflexos podem ter sido
mais rápidos, ou talvez você estivesse mais alerta ou mais cuidadoso. Seu carro pode ter freios
melhores, melhores faróis ou melhores pneus.

De qualquer maneira, não se trata de sorte apenas o que faz com que um quase acidente não se torne
um acidente real. Quando acontece algo como no caso da criança quase atropelada, certamente você
reduzirá a velocidade sempre que passar novamente pelo mesmo local. Você sabe que existem
crianças brincando nas calçadas e que, de repente, elas podem correr para a rua.

No trabalho, um quase acidente deve servir como aviso da mesma maneira. A condição que quase
causa um acidente pode facilmente provocar um acidente real da próxima vez em que você não
estiver tão alerta ou quando seus reflexos não estiverem atuando tão bem.
Tome, por exemplo, uma mancha de óleo no chão. Uma pessoa passa, vê e dá a volta; nada
acontece. A próxima pessoa a passar não percebe o óleo, escorrega e quase cai. Depois de dizer
algumas coisas, ela também continua seu caminho. Infelizmente, a terceira pessoa que passa
escorrega, perde o equilíbrio e cai – bate com a cabeça ou esfola as costas.

Tome outro exemplo: uma pilha de material não travada. Ela cai, quase pegando alguém que esteja
passando por perto. Pelo fato de não ter atingido esta pessoa, ela apenas se refaz do susto e diz: –
“Puxa, esta passou por perto !” Mas se a pilha cai em cima de alguém que não conseguiu ser rápido o
bastante para sair do caminho e se machuca, faz se um barulho enorme e investiga-se o acidente.

A conclusão é mais do que óbvia. Nós devemos estar em alerta para os quase acidentes. Assim
evitamos ser pegos por um acidente de verdade. Lembre-se de que os quase acidentes são sinais
claros de que algo está errado.
Por exemplo: nosso empilhamento de material pode estar mal feito; a arrumação do nosso local de
trabalho, do nosso material e de nossas ferramentas pode estar mal feitas ou em más condições e as
proteções no local podem não estar funcionando bem. Assim, vamos ficar de olhos abertos para as
pequenas coisas que possam estar erradas. Façamos alguma coisa para corrigi-las.

Relate e corrija estas situações. Vamos tratar os quase acidentes como se fosse um acidente grave –
vamos descobrir suas causas fundamentais enquanto temos chance. Não podemos deixar de lado o
aviso dos quase acidentes.

DDS Nº 27 - COMPORTAMENTO SEGURO NO AMBIENTE DE TRABALHO

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Neste DDS vamos falar resumidamente sobre o nosso comportamento quanto às normas pré-
estabelecidas, bem como nossa conduta perante elas. Para seu conhecimento, a maioria dos
acidentes de trabalho ocorridos tem um histórico em comum: O COMPORTAMENTO.

Vamos criar duas situações de comportamento de risco e avaliar cada situação. Nesse DDS a sua
participação é fundamental. Leia e siga as instruções.
Caso 1) Um colaborador da limpeza realizava manutenção de uma sala administrativa: encerava o
piso. Quando a cera secou, este, por sua vez, para não marcar o piso com a sola da botina de
segurança, retirou a mesma e entrou na sala para colocar os mobiliários nos seus devidos lugares. Ao
apanhar uma cadeira de escritório para levar ao seu local original, esta se desmontou vindo a cair no
seu pé, causando uma luxação, ficando afastado por 03 (três) dias.
Obs.: Este colaborador recebeu as recomendações de segurança acerca do uso constante da botina e
demais EPI’s quando forem exigidos e todos estão registrados e protocolados em ficha de anotação.

 Qual a sua avaliação diante de tal situação:


 A lesão poderia ter sido evitada se ele tivesse com a botina?
 A culpa foi da cadeira que estava danificada?;
 Ou será que ele não tinha ciência dos riscos que estaria exposto?
 Foi um ato inseguro ou uma condição insegura?

Registre as suas opiniões nos comentários logo abaixo.

Caso 2) Uma colaboradora recebera uma recomendação de lustrar uma estante metálica utilizando o
brilha inox spray, pois no dia haveria uma visita importante. Um detalhe: Faltavam 15 minutos para o
encerramento de seu expediente e ao executar o serviço, a colaboradora não apanhou a luva de látex
e os óculos de segurança incolor para executar o serviço.
Qual foi o resultado? Ao utilizar o produto, que é um aerossol, este veio a respingar no seu olho
provocando uma ardência insuportável e ela precisou ser conduzida ao hospital ficando afastada por
02 dias devido a uma pequena lesão na córnea.

 O que dizer desta situação?


 O que ela fez que desse errado?
 Será que havia uma forma diferente de executar o serviço?

Registre as suas opiniões nos comentários logo abaixo.

As duas situações expressam claramente o fator comportamental que a maioria dos trabalhadores tem
com relação à sua própria segurança. As empresas têm se esforçado para que a nossa cultura
prevencionista seja a mais aguçada ministrando treinamentos, fornecendo ferramentas adequadas e
EPI’s de qualidade. Contudo, aplicar estes conceitos e usar os EPI’s e ferramentas adequadamente é
responsabilidade sua.
Você pode usar várias desculpas para não usar EPI e pode até dizer que está desmotivado para não
querer cumprir com as determinações que lhe são propostas. Agora a questão é:
Se você se acidentar por descumprir um determinado procedimento, quem perderá mais? Você ou a
Empresa?
“A sua segurança é bem mais que motivação. É um compromisso com a sua própria vida.”

DDS Nº 28 - SUA FAMÍLIA PEDE: USE EPI SEMPRE

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Ao sair de casa, nós como profissionais que temos responsabilidades, nos tornamos porta voz de
quem espera nossa volta.

Para que isso aconteça é preciso muita responsabilidade no que se faz.


É preciso deixar os problemas e as preocupações fora da empresa.
É preciso se importar somente com aquilo que nos trará de volta ao aconchego da familia.
Executar a atividade com cuidado, respeitando os limites, as normas de segurança e usando os
equipamentos de proteção individual, como:

1. Luva – protegendo suas mãos para acariciar o rosto da pessoa amada


2. Óculos de Segurança – Protegendo o bem mais valioso para enxergar as bençãos da VIDA
3. Calçados de Segurança – Saberemos que voltaremos com os pés no Chão.

Trabalhando com atenção e sabedoria sabemos que iremos poder beijar o rosto dos filhos e das
pessoas que amamos!!!
Fazendo e cumprindo as determinações sabemos que a volta pra casa vai ser tão boa quanto a vinda
para o trabalho.
Para que tudo isso aconteça, é fundamental o uso do EPI, ou seja, o Equipamento de Proteção
Individual.

Hoje no mercado existem inúmeros equipamentos destinados a proteção do trabalhador, cada um com
sua função, mas temos que nos atentar a algumas informações necessárias para o uso do mesmo.
Será que o equipamento que estou utilizado é realmente o certo para essa atividade?
Será que está me dando a devida proteção?

É importante que o colaborador participe das definições de escolha e de sugestões para empresa
fornecer o EPI.
O EPI deve ser adequado a sua atividade e lhe proteger adequadamente, para isso, trabalhe em
conjunto com os responsáveis do setor de segurança e observe o que de melhor pode ser feito pela
sua segurança.
Trabalhando assim teremos a certeza que a segurança será de melhor qualidade e a produção nunca
será interrompida por um acidente.

O importante da vida é ser bem mais daquilo que podemos ser, é sonhar, é correr atraz dos objetivos
e ser e ter o que queremos, é avaliar a situações e entrar nelas de forma segura.
Antes de começar sua atividade avalie sua condição física e psicológica, avalie o seu BEM ESTAR,
sua condição de trabalho e veja o que de melhor poderá fazer.
Saber se instalar no seu ambiente, analisar seus riscos, comunicar aos colegas que sua atividade é de
risco e tomar os devidos cuidados ao se aproximar é importantíssimo para evitar futuras surpresas
desagradáveis.

Mantenha o seu local de trabalho sempre organizado, limpo, livre de obstáculos.


Faça dele seu melhor ambiente, isso lhe fará um funcionário de destaque e com certeza muitos irão
seguir seu exemplo.
Com isso o reconhecimento irá aparecer e com certeza aquele tão esperado sonho poderá se realizar.
Tenham todos um bom dia de trabalho.

DDS Nº 29 - O PODER DA GRATIDÃO

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O DDS de hoje vai ser diferente.

Não vamos falar de EPI, de segurança com máquinas ou eletricidade, nada disso.

Vamos falar sobre o poder da gratidão.

Sim !

Porque o objetivo do DDS pode ser também motivacional, sabia ?

Agora me diz uma coisa…

Você conhece alguém reclamão, que só sabe reclamar da vida ?

Você conhece aquela pessoa que tem tudo, mas só reclama, reclama, reclama?

Talvez tenha alguém bem pertinho aí de você.

Por isso hoje vamos praticar a gratidão.

O que é gratidão ?

É reconhecer que temos coisas boas na nossa vida.

Temos coisas ruins também, que não gostamos, mas também temos coisas que desejamos
agradecer.

Infelizmente, muitas vezes, colocamos o foco no negativo e não percebemos todas as boas que
temos ao nosso redor.

Veja bem, não estou falando aqui que é para não reclamar nunca de nada, não é isso.

Apenas estou lembrando que é saudável para o corpo e para a mente agradecermos pelo que está
bom em nossas vidas.

Então vamos juntos fazer esse exercício?

Pelo que podemos agradecer agora?

Por exemplo, nossa saúde.

Se estamos aqui, agora, no trabalho é porque temos saúde.

Temos nosso corpo perfeito e isso nos permite trabalhar.

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Se não fosse nosso estado de saúde, nossa capacidade para o trabalho poderia ser reduzida e,
consequentemente, nossa renda poderia ser limitada.

Então, podemos ser gratos pela nossa saúde.

Outro exemplo, podemos ser gratos por nossa aptidão única para o trabalho.

O que é isso ?

Cada um de nós sabe fazer alguma coisa muito bem.

No seu trabalho, você se destaca em alguma coisa.

É aquilo que você sabe desempenhar com maestria, essa é sua aptidão única para o trabalho.

É o que você sente orgulho de fazer e sabe que faz bem.

Então você também pode ser grato por isso.

Agora é a sua vez ?

Pelo que mais você pode ser grato nesse momento ?

Faça uma reflexão.

O que na sua vida está bom nesse momento e para você é motivo de orgulho e gratidão ?

Quem quiser, pode compartilhar com os colegas.

Tenhamos todos um excelente dia!

DDS Nº 30 - ISOLAMENTO DE ÁREA

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Isolar a área também faz parte da consciência. Muitas vezes fizemos trabalhos que podem arriscar a
segurança de outras pessoas e, nem sempre isolamos nosso local.

Uma simples organização, onde movimentamos objetos, deixando o local temporariamente


desorganizado requer isolamento da área, impedindo assim a passagem de outras pessoas ou
empilhadeira;

Trabalhos em altura é um dos principais, o local deve ser isolado para que objetos que possam cair
não atinja ninguém;

O derramamento de óleo, produtos químicos e até mesmo água, se faz necessário o isolamento;

Buracos no chão, tampas trincadas ou que haja risco, equipamentos em manutenção, risco de quedas
de objetos, desordem, entre outras coisas que podem provocar acidente necessita do isolamento da
área.

Pense bem, evite acidentes.

DDS Nº 31 - OBEDEÇA AOS AVISOS DE SEGURANÇA

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De vez em quando você verá uma placa, um cartaz, uma etiqueta informando ou alertando sobre um
determinado risco de acidente, essa sinalização está afixada objetivando alertá-lo sobre a melhor
forma de proteger as pessoas que circulam pela aquela área.

Nada disso é feito à toa, pois uma das ferramentas de prevenção de acidentes é a divulgação dos
riscos e perigos existentes no local de trabalho.

Respeite as fitas de isolamento, placas e cartazes colocados na área.

Se você ignorar, desprezar ou fizer pouco caso dos avisos de prevenção de acidentes você pode se
acidentar.

Não seja negligente com os avisos e isolamentos dentro de sua empresa.

O desrespeito a essas sinalizações, pode até ser considerada como falta grave, pense nisso!

SINALIZE OS RISCOS; OBEDEÇA AOS AVISOS; CONSERVE AS PLACAS, CARTAZES, FITAS E


CORDAS DE ISOLAMENTO E EVITE ACIDENTES.

DDS Nº 32 - PROTEJA SEUS OLHOS, PROTEJA SUA VIDA

Prevenir os olhos está dentro das questões mais importantes em relação à prevenção de acidentes no
trabalho, se não for a mais importante.

Os olhos, muitas das vezes, agem como as mãos do trabalhador, pois são eles os responsáveis por
mostrar o trabalho que está sendo realizado.
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Grande parte das lesões oculares geram defeitos visuais permanentes, ou seja, uma vez que o dano
tenha sido causado, torna-se impossível a sua reversão.

A estrutura do olho é bastante delicada.

Formado pela córnea, a parte transparente que fica por cima da parte colorida dos olhos, chamada de
íris, e a pupila, a bolinha preta no centro dos olhos, que muitos chamam de “menina dos olhos”.

Por trás dessa estrutura está a retina, responsável pela visão.

Vamos aprender um pouco mais sobre a proteção aos olhos ?

E para que esse bem tão precioso não seja comprometido, existe um acessório de extrema
importância que não deve ser deixado de lado.

Ai entra em ação os óculos de segurança.

De nada adianta o trabalhador estar todo equipado e usando corretamente o EPI se esquece de
algum, e nesse caso, de um dos mais importantes.

É bastante comum ouvirmos as seguintes queixas:

“Esqueci de colocar”

“Esses óculos me incomodam”

“Com os óculos eu não enxergo direito”

Porém, nesse momento em que o trabalhador está reclamando, pode acontecer um acidente em
questão de segundos, e sua visão pode estar perdida para sempre!

Os óculos de segurança previnem cerca de 90% dos acidentes de trabalho, mas para que esse
equipamento exerça corretamente sua função alguns detalhes devem ser observados.

Todo EPI deve conter o CA (Certificado de Aprovação) e ser confeccionado segundo as normas da
ABNT e a aprovação do Inmetro.

Deve-se, também, observar o prazo de validade certificando-se que o produto está apto para uso.

Em relação ao seu uso e conservação, deve-se atentar à:

• Os óculos devem ajusta-se perfeitamente ao rosto do trabalhador;

• Deve se manter firme ao rosto do trabalhador, sem machucar;

• Deve ser utilizado durante todo o tempo em que estiver trabalhando;


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• Para colocar ou retirar os óculos, segure com as duas mãos, evitando que ele entorte ou quebre;

• Mantenha as lentes sempre limpas, utilizando um papel limpo e macio;

• Guarde os óculos e local apropriado, evitando que as lentes tenham contato com alguma superfície
que possa danificá-las;

• Não utilize os bolsos das roupas como porta óculos, existe um local apropriado para guardá-los.

No caso de algum trabalhador apresentar problemas de visão como miopia, hipermetropia,


astigmatismo, entre outros, óculos de segurança com grau poderão ser confeccionados, desde que
sejam feitos por pessoa capacitada de acordo com a receita do oftalmologista e as medidas
específicas do trabalhador em questão.

Assim, mesmo que a pessoa já apresente um problema de visão, ela de forma alguma se sentirá
prejudicada ao usar o EPI de segurança ocular.

Lembre-se que você precisa dos seus olhos não somente para trabalhar, mas também para ver a vida
e o que o mundo tem a oferecer.

Então não vacile! Use o EPI de proteção e viva feliz, sabendo que você ainda verá o que a vida
reserva para você!

DDS Nº 33 - DESVENDANDO O ALCOLISMO

Primeiramente vamos definir o que é alcoolismo.

Alcoolismo é definido como o consumo constante e de maneira excessiva de bebidas alcoólicas de


forma que esta conduta passe a ter consequências na vida de seu praticante.

Juntamente com o alcoolismo, podem surgir doenças psicológicas e fisiológicas, resultando no óbito.

Apesar de que a dependência de bebidas alcoólicas esteja presente na definição de alcoolismo, o


consumo de álcool moderado, para a maioria das pessoas, não oferece nenhum ou poucos riscos de
desenvolver vício.

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O que causa a dependência são outros fatores combinados, como por exemplo, o ambiente social em
que a pessoa está inserida, seu estado de saúde, seu estado emocional e psíquico, até mesmo sua
genética influenciará nas chances de se tornar alcoólatra, e você não vai querer testar para saber em
qual lado se encontra.

Normalmente, o contato com o álcool começa por meio dos amigos ou na própria família.

Passa a servir de muleta, pois torna o contato social mais fácil, fazendo seu usuário perder a vergonha
e conseguir se soltar mais. A pessoa se sente bem quando está ingerindo bebidas alcoólicas.

Estudos comprovam que a maior parte dos alcoólatras começou a beber quando eram adolescentes.

A bebida alcoólica os libertava momentaneamente das angústias da vida e da ansiedade.

A neuropatia periférica é muito presente nos alcoólatras, que é um estado permanente de


hipersensibilidade, dormência, formigamento nas mãos, nos pés ou em ambos.

O dependente tem depressões constantes, estados de euforia, ansiedade causada pela abstinência,
perda de memória, comportamento irregular e chega a ter delírios e alucinações.

Os alcoólatras estão mais suscetíveis a qualquer forma de câncer.

O álcool altera o equilíbrio dos hormônios reprodutivos tanto no homem quanto na mulher.

No homem, o álcool pode aumentar as chances de ocorrerem lesões nos testículos, o que prejudica a
produção de testosterona e a produção de esperma.

O uso contínuo do álcool pode agravar esses problemas, chegando a causar ginecomastia
(surgimento de mamas nos homens, similares as mamas femininas).

Se o abuso de bebidas alcoólicas continuar, o usuário pode chegar a desenvolver hepatite alcoólica: o
fígado fica inflamado e as células hepáticas vão morrendo, por causa da grande quantidade de álcool
ingerido.

Os sintomas dessa doença são caracterizados por fraqueza, febre, perda de peso, náusea, vômitos e
dor sobre a região do fígado.

E por final, a cirrose.

A cirrose é um dano permanente e irreversível ao fígado.

O fígado fica incapaz de realizar suas funções vitais, como a purificação do sangue e depuração dos
nutrientes absorvidos pelo intestino.

Problemas no coração, na tireóide, e com o hormônio antidiurético (a pessoa passa urinar mais que o
normal, são característicos em pessoas que abusam do álcool.

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Para ajudar quem tem problemas com o álcool, existem inúmeros grupos de apoio conhecidos como
alcoólicos anônimos e clínicas para reabilitação.

É importante ficar atento aos problemas que o álcool pode causar, e o quanto você é dependente a
ele, pois uma das etapas mais complicadas do alcoolismo é o reconhecimento por parte de quem tem
a doença.

Porém, o mais importante nesse processo é a vontade e a determinação do paciente querer se curar.

DDS Nº 34 - COMO EVITAR ACIDENTES COM A PANELA DE PRESSÃO

Bom dia turma! No DDS de hoje vamos falar sobre os riscos da panela de pressão.

Muitas pessoas tem medo da panela de pressão e, com certeza, esse é um medo que tem
fundamento. Uma panela de pressão quando “explode” pode causar sérios danos, tanto materiais,
quanto sobre a saúde humana, ou mesmo a morte em alguns casos mais graves.

Por outro lado, é difícil conviver sem esse artefato tão útil para cozinhar alimentos, os mais diversos.
Então, o que podemos fazer para evitar os riscos da panela de pressão? Vejamos algumas regras
básicas.

O primeiro cuidado começa na compra do equipamento. Apenas compre panelas de pressão que
possuam o selo do Inmetro. Peça sempre a nota fiscal, pois ela é sua garantia de troca em casos de
defeito. E nunca adquira uma panela de pressão no comércio ambulante, comumente chamados de
camelôs.

O próximo cuidado é procurar saber qual a capacidade da panela de pressão, ou seja, quantos litros
ela comporta. Essa informação você encontra no manual do fabricante. Uma panela de pressão cheia
demais pode entupir a válvula de segurança, o que é muito perigoso.

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Observe a representação esquemática de uma panela de pressão logo abaixo:

Além dos cuidados na hora da compra, precisamos ter também os seguintes cuidados durante a sua
utilização.

1. a válvula com pino foi feita para liberar vapor, logo, se durante a operação da panela a válvula parar
de soltar vapor e fazer aquele chiado característico, pode indicar que ela foi obstruída. Nesse caso,
desligue o fogo imediatamente. Em seguida, com o auxílio de um garfo ou colher, faça um movimento
para cima com a válvula para que o vapor dentro da panela escape.

2. caso a panela apresente liberação de vapor pela área circular onde fica localizada a borracha,
significa que é borracha está danificada e precisa ser substituída.

3. quando a panela começar a soltar vapor, você pode diminuir o fogo, pois se a água no seu interior
já está fervendo, o fogo alto não vai mais alterar a temperatura do seu interior (propriedade física: um
líquido em ebulição não varia sua temperatura durante a transição de fases)

4. nunca abra uma panela sem que toda a pressão tenha caído.

Finalmente, após usar sua panela de pressão, lave todas as partes muito bem lavadas e guarde-as.

Dica: Caso você tenha uma panela de pressão velha e não deseja mais utilizá-la, não jogue-a fora.
Como os fundos das panelas de pressão são grossos, elas pode se transformar em ótimas panelas
para doces. Existem algumas lojas especializadas que transformam sua panela de pressão em uma
panela comum.

E você, o que mais pode acrescentar no nosso tema de hoje?

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DDS Nº 35 - OS SERVIÇOS DOMESTICOS MAIS PROPENSOS A CAUSAR ACIDENTES

“ATÉ que enfim, em casa!” Muitos suspiram aliviados quando voltam para a segurança do lar depois
de um dia agitado no trabalho. Mas será que estão mesmo seguros? Ironicamente, algumas pessoas
correm grandes riscos em casa e nem se dão conta disso. Principalmente quem tem filhos pequenos
deve analisar bem o assunto e tomar precauções para diminuir o número de acidentes domésticos,
pois, todos nós somos interessados e responsáveis por manter nossos lares em segurança. Para isso,
precisamos descobrir os riscos e eliminá-los. Nosso lar deve ser um local seguro, entretanto, a falta de
cuidado e atenção podem fazer com que ele se transforme em um local perigoso.

Usando a lista de conferência que se segue, que tal inspecionar a sua casa e anotar as mudanças que
precisa fazer?

Cozinha: Pratos saborosos, delicias e guloseimas, mas também um dos lugares onde existem mais
riscos de acidentes. Sabe por quê? Porque ao preparar pratos deliciosos precisamos utilizar
ferramentas e objetos de corte. Na hora de cortar um alimento a dica principal é sempre colocar a faca
no sentido contrário ao corpo, segurando a comida no centro da mão para proteger os dedos. Caso a
pessoa se corte, é importante observar o tamanho do corte – se o corte for maior de 1 cm, é melhor ir
ao médico para avaliar a lesão. Cuidado com latas, pois, elas oferecem grande risco de cortes além do
risco de contrair tétano. Ao jogar a lata fora, coloque a tampa cortante para dentro e embrulhe em um
jornal.

Fogão: Sempre vire os cabos das panelas para o lado de dentro. Se disponível, coloque anteparos na
frente e nas laterais. Instale no fogão um dispositivo para evitar que ele tombe caso a criança suba na
porta aberta do forno. A porta do forno também deve ter uma trava. A criança se queimaria se tocasse
na porta do forno? Então, coloque uma proteção ou grade para que ela não possa tocar na porta
quente.

Banheiros: Ao lavar o banheiro muito cuidado, pois, o excesso de água sobre o piso pode torná-lo
escorregadio e causar quedas e acidentes graves. Tenha piso antiderrapante ou de borracha e barras
de proteção para evitar escorregões e diminuir o risco de queda.

Ferro de passar: Mantenha-o fora do alcance das crianças. Nunca deixe o ferro elétrico na tábua de
passar e nem deixe o fio pendurado. Ao passar roupa tome cuidado para não se queimar e não
esquecer o ferro ligado para não correr o risco de causar um incêndio.

Produtos de limpeza: Serviços domésticos que envolvam o uso de saneantes devem ser
manipulados e observados de acordo com as normas de segurança, contidas no rótulo. Cuidado com
os produtos químicos de limpeza que podem intoxicar e causar a obstrução das vias respiratórias. Ao
manipular produtos químicos de limpeza, utilize os equipamentos de proteção – como luvas,
máscaras, calçados antiderrapantes, etc. Atenção: evite produtos clandestinos.

Escadas: As escadas são bem utilizadas pelas donas de casa para realizar limpeza de janelas,
armários e locais onde não alcançam. Por isso, inspecione as condições de sua escada, utilize
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escadas de abrir e fechar que possibilitam o apoio na hora de subir e descer e que ofereçam maior
segurança. Janelas de apartamento não devem ser limpas pelo lado de fora devido ao risco de altura
e queda, se possível, coloque barras de proteção que evitam que crianças caiam e que podem ser
facilmente retiradas por um adulto em caso de incêndio.

Choque elétrico: Não conserte antenas ou aparelhos elétricos de forma improvisada, sem
conhecimento técnico. Contrate um especialista que possa executar o serviço de maneira segura e
correta. Ao trocar lâmpadas, desligue a chave geral antes de fazer a troca e toque somente na
extremidade do suporte e no vidro da lâmpada elétrica. Nunca mexa nas partes interna de tomadas e
nunca deixe que crianças brinquem com as tomadas. As tomadas que não estão em uso devem ser
isoladas. Faça uma vedação em todas as tomadas com protetores especiais.

Cuidado! Seu lar pode esconder vários perigos que você possa desconhecer, por isso, conscientize
toda a sua família e tome todas as medidas preventivas.

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DDS Nº 36 - COMO MONTAR UMA COLETA SELETIVA?

Estamos vivendo uma época de muita importância, a era da sustentabilidade. Ser sustentável envolve
atitudes em todas as esferas de nossas vidas e principalmente em nosso trabalho, onde passamos a
maior parte de nosso dia.

A coleta seletiva é uma das ferramentas mais importantes e práticas quando o assunto é melhoria da
qualidade de vida e ambiente sustentável.

Ela funciona tão bem que muitas cidades incluíram o sistema junto a cooperativas para recolhimento
dos resíduos e lixos domésticos dos moradores. Em muitos prédios existe o sistema também, mesmo
que fragmentado e mais simplificado. E nas empresas, a coleta seletiva acaba se tornando uma
obrigatoriedade e apresenta muitas melhorias – tanto para os trabalhadores, quanto para a empresa e
comunidade.

O que é coleta seletiva?

A coleta seletiva é o nome utilizado para o recolhimento de materiais ou resíduos que podem ser
reciclados. Depois de recolhido, o material é devidamente encaminhado para o destino de reciclagem,
onde será tratado e voltará a ser utilizado sob outra forma ou como outro produto.

Para que esse recolhimento funcione, é preciso que o “lixo” seja separado de acordo com o material
de origem. Ao todo são cinco separações: papel, plástico, metal, vidro e lixo orgânico. Além disso,
existem os materiais radioativos, lixo hospitalar, resíduos perigosos e madeira.

Como implantar na sua empresa?

A implantação desse sistema é simples e começa com a instalação das lixeiras padronizadas por
cores e com identificação de qual material deve ser ali depositado.

Depois é necessário que as pessoas sejam informadas a respeito da implantação desse sistema e que
saibam como utilizá-lo.

Para isso, é importante que as pessoas aprendam a separar o material reciclado do não reciclado. A
grosso modo, é separar de acordo com as categorias.

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As cores das lixeiras são:

• Vermelho: plástico – embalagens, potes, copos, garrafas, canos de PVC. Não pode tomada, cabo de
panela, embalagem metalizada (como de salgadinho, etc)

• Amarelo: metal – latinhas, cobre, panelas, pregos, cabos, arames, etc. Não pode clipe, grampo,
esponja de aço, aerossóis, lata de tinta e vernil, pilha e bateria.

• Azul: papel – todos com exceção de fotos, papel metalizado, higiênico, guardanapo, etiqueta, fita
crepe, etc.

• Verde: vidro – todos com exceção de portas de vidro, cerâmica, óculos, porcelana, louça, etc.

Os lixos hospitalares ou utilizados no atendimento da enfermaria da empresa também não pode ser
reciclado. Ele deve ser depositado em um lixo da cor branca, dentro de um plástico próprio e levado
para a incineração por empresa autorizada.

As pilhas e baterias devem ser recolhidas e encaminhadas para local adequado. Não podem ser
misturadas com outros materiais ou jogadas no lixo comum.

É uma atitude simples e que traz melhorias para todos, principalmente para a comunidade que não
sofrerá pelas consequências de acúmulo de lixo e outros materiais. Participe!

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DDS Nº 37 - QUEDA DE MATERIAIS - Parte 1


Tome Todas as Precauções Possiveis Contra a Quedas de Materiais

Todos os pisos de andaimes, balancins, elevadores e plataformas elevadas de trabalho devem ser
mantidos limpos e desobstruídos permanentemente.

As atividades sujeitas a este risco deverão no planejamento de cada tarefa, prever a uso de baldes
metálicos providos de alças para o recolhimento de parafusos, porcas, rebites, peças, ferramentas,
pedaços de tubos, pontas de eletrodo, discos de desbaste, etc.

As peças de maior diâmetro como: pranchões, perfis, chapas, partes de equipamentos e


assemelhados devem ser mantidos em posição que evite o tombamento ou queda. Estas peças em
princípio não podem ficar soltas em níveis elevados. Caso tenham que permanecer nesses locais,
deverão estar travadas e amarradas.

As ferramentas manuais utilizadas nos trabalhos em altura deverão ter dispositivo que permita que a
mesma fique presa ao pulso do usuário.

Todos os materiais que precisarem ser movimentados por máquinas, deverão seguir técnicas
específicas de movimentação e de proteção. Essas atividades devem ser executados por profissionais
treinados e habilitados.

É expressamente proibido jogar peças, ferramentas, dispositivos, pranchões, andaimes de quadros,


tubos de andaime, etc. Tais itens deverão ser manipulados com cordas, tanto na subida quanto na
descida.

"Não fique alheio, converse com os integrantes de sua equipe, colabore dando sua opinião. Ela poderá
ser decisiva na proteção contra a queda de materiais."

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DDS Nº 38 - Parte 2 QUEDA DE MATERIAIS - Olhe para Cima e para Baixo

Objetos que caem e acertam pessoas embaixo representam uma das causas mais sérias de acidentes
industriais e são responsáveis por muitas fatalidades todos os anos.

Primeiramente, o trabalho está sendo realizado em locais elevados?

Como os acidentes podem ser evitados? Eis aqui alguns cuidados básicos a serem seguidos:

– Caso seja realizado em local parcialmente habitado; Adote bons meios de comunicação, alertando-
os, sobre o serviço a ser realizado neste local e quais são os riscos presentes.
- Isole o local com fitas zebradas, tapumes ou telas de cerquites, anexando cartazes de segurança:
Cuidado, Perigo em todo o perimetro isolado e também crie caminhos sinalizados de segurança para
saída e entrada dessa população presente no local.

– Não carregue ferramentas ou materiais ao subir escadas, nos bolsos, porque, quando se curvar,
elas podem cair e nem os deixem pendurados no guarda corpo da plataforma.
– Use um cabo ou corda, recipientes ou balde para içar o material;

– Antes de içar as ferramentas ou materiais com uma corda, esteja absolutamente ciente de que
estejam bem presos e que não possam deslizar;
– Nunca arremesse materiais ou ferramentas;

– Certifique-se de que a carga que está sendo içada por corda ou andaime esteja equilibrada e que
não há qualquer pessoa sob a carga;
– Planeje antecipadamente, indo até o local do serviço, estudando os meios seguros para á realização
e as ferramentas e equipamento adequado a serem utilizados,

– Comunique á toda a toda a equipe de como será realizado esta atividade, treinando-os e
monitorando passo a passo na execução;

- Certifique-se de que a carga/estrutura que está sendo retirada içada por corda ou andaime esteja
presa adequadamente quando ao ser retirada do local e ou equilibrada quando estiver sendo içada,
neste caso não permitindo que haja qualquer pessoa sob a carga;

– Mantenha as ferramentas e materiais afastados das bordas das plataformas e escadas e de


aberturas;
– Pratique a boa arrumação e ordenação em locais elevados e mantenha as ferramentas e materiais
que não estão sendo usados reunidos e guardados adequadamente;

Uma outra situação comum de queda de objetos causando ferimentos ocorre quando dois
trabalhadores estão transportando um pedaço de tubulação ou algum outro objeto pesado e a pega é
inadequada e um dos trabalhadores deixa cair seu lado da carga. Nesse caso os pés que serão
castigados pela falha.

Tudo que sobe tem que descer… mais cedo ou mais tarde.
Devemos nos assegurar de que descerão em segurança

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DDS Nº 39 - Trabalho em cadeira Suspensa - Curso NR 35

Quando não existir a possibilidade de instalar andaimes para execução da atividade, é permitido
utilizar a cadeira suspensa.

A cadeira suspensa deve ser sustentada com cabo de aço ou cabo de fibra sintética.

A cadeira suspensa deve dispor de:

 Sistema equipado com dispositivos que permitam a subida e descida com trava de segurança
dupla, quando o cabo de aço faz a sustentação e também quando a sustentação for por meio
de cabo de fibra sintética;
 Deve atender os requisitos mínimos de conforto exigidos pela NR17 – Ergonomia;
 Possuir sistema de fixação do trabalhador com a utilização de um cinto.

O trabalhador deve ficar atento e sempre utilizar o cinto de segurança tipo pára- quedista, conectado
ao trava-quedas em cabo-guia independente.

A cadeira suspensa deve possuir em sua estrutura a razão social do fabricante e o número de registro
respectivo no Cadastro Geral de Contribuintes – CGC, em caracteres visíveis e legíveis.

É proibida a improvisação da cadeira suspensa.

A fixação da cadeira suspensa deverá ser independente do cabo-guia do trava-quedas.

Veja abaixo os cuidados que o profissional deverá ficar atento quando ao tipo de cabo:

Cuidados com cabo de fibra sintética:

 Manutenção
 Inspeção

Cuidados com cabo de aço:

 Manuseio do cabo
 Colocação dos grampos
 Substituição
 Manutenção

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DDS Nº 40 - Você sabe o que é fator de queda nos trabalhos em altura?

Independente do peso do profissional, durante a queda à aceleração será de 10m/s², ou seja, mesmo
com peso diferente o tempo de queda é o mesmo. Porém um trabalhador em queda acima do fator 1
vai atingir uma força de impacto maior que 200 Kgf. Sendo assim o fator de queda pode causar muita
diferença no impacto da queda.

Fator de queda (FQ)

A relação entre a distância da queda e o comprimento da corda ou talabarte é chamado de fator de


queda. O fator de queda foi criado com objetivo de calcular a força de impacto exercida pelo corpo do
trabalhador no momento de uma queda.

Antes do cálculo do fator de queda os primeiros paraquedistas que abriam seus para-quedas sofriam
uma força de frenagem muito forte que em muitos casos provocavam lesões permanentes. Até que
depois de uma reunião entre os paraquedistas chegou-se a um consenso mundial onde a força de
frenagem não pudesse ultrapassar 6kN (600kgf), de modo a evitar lesões permanentes. Esse
combinado vale até os dias atuais.

Fator de queda < 1

Neste fator, em situação de queda, o trabalhador terá um impacto menor no corpo, pois o trava queda
ou equipamento de talabarte fica preso em um ponto de ancoragem acima da cabeça.

Fator de queda = 1

Nesta situação, o trava queda ou equipamento de talabarte, é fixado a um ponto de ancoragem


situado na altura do abdome, sendo assim, caso ocorra uma queda, o trabalhador sofrerá o impacto
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equivalente ao tamanho do equipamento de proteção de queda, e o impacto no corpo será


aumentado.

Fator de queda = 2

Este fator é considerado como o mais perigoso, nele o equipamento de talabarte ou trava queda fica
preso em um ponto de ancoragem abaixo dos pés do trabalhador, é altamente arriscado pois em caso
de queda o trabalhador terá um impacto equivalente a 2 vezes o tamanho do equipamento de
proteção de queda, o impacto sofrido no corpo será ainda maior.

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DDS Nº 41 - Condições para Trabalho em Altura que você deveria saber

Para realização de atividades em altura todo profissional deve ter uma boa preparação física, técnica e
psicológica, para que as atividades sejam executadas corretamente, e para que o trabalhador esteja
apto e preparado para execução das atividades com toda segurança. Vamos ver abaixo uma
descrição mais completa sobre esses três fatores.

Aspectos Físicos
– É recomendado que o profissional envolvido com atividades em altura pratique atividades físicas
regularmente. Seja praticando corrida ou caminhada, esportes como futebol, natação, escalada, etc,
ou frequentando academia.
– Realizar alongamentos antes de executar qualquer serviço pode ajudar a musculatura e o corpo a se
preparar melhor.
– Não faça uso de drogas e álcool, é preciso que o trabalhador tenha todos os sentidos funcionamento
muito bem na hora de trabalhar.
– Os exames clínicos periódicos devem estar em dia, como eletrocardiograma, eletroencefalograma,
labirintite e outros.

Aspectos Psicológicos
– É recomendado que todos os trabalhadores realizem um exame psicológico completo, para
temperamento, distúrbios de comportamento, acrofobia (medo excessivo de altura), dentre outros. O
trabalhador precisa estar bem preparado psicologicamente para atividades em altura em prol da sua
segurança e de toda equipe.

Aspectos Técnicos
– Através de treinamentos específicos e palestras o profissional pode aprimorar ainda mais suas
habilidades se tornando assim mais capacitado. É recomendado que o profissional já certificado
realize o curso de reciclagem antes do período de 18 meses.

Fatores Adversos
Medo: É natural e necessário para a sobrevivência do ser humano sentir medo, até certo ponto. O
medo age no sistema nervoso e funciona como um freio que impede o excesso de confiança e à
audácia. Só que em alguns casos, para as pessoas que tem medo excessivo (acrofobia), a atividade
em altura pode ser prejudicada, atrapalhando o desempenho do trabalhador. Sendo assim, a situação
ideal é o controle do medo e o respeito aos possíveis riscos.

Excesso: Algumas pessoas podem pensar que o funcionário ideal é aquele que não sente medo,
porém estas pessoas podem ser ainda piores se tiverem excesso de confiança, pois essa pessoa sem
medo ou respeito aos perigos das atividades em altura podem levar perigos a si própria e também aos
colegas de trabalho. Quando o trabalhador perde o medo o trabalho em altura pode se tornar algo
tranquilo e rotineiro, sem desafios, mas o perigo é justamente esse, o relaxamento, que em questão
de tempo pode fazer com que acidentes aconteçam.
Lembre-se de ficar sempre atento e trabalhar com segurança, pois a sua vida é mais importante que
qualquer atividade!
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DDS Nº 42 - Acidentes típicos em altura, você conhece?

Acidentes típicos em altura. Muitos dos acidentes típicos em altura acontecem no momento em que os
trabalhadores estão se deslocando em equipamentos de acesso, como andaimes, escadas, torres,
telhados, plataformas elevatórias, dentre outros. Por isso é obrigatório observar as condições de
segurança do equipamento, bem como a certificação do mesmo, seu funcionamento e também quanto
a utilização correta.

Lembrando quem não só ocorrem acidentes devido aos equipamentos, pois as causas dos acidentes
típicos em altura podem ter origem em aspectos relacionados a situação do trabalhador, ou seja, erro
humano. Veja algumas causas abaixo.

Causas dos acidentes típicos em altura

Existem empresas e instituições que são especialistas em pesquisa e investigação de acidentes


típicos em altura no trabalho, de acordo com algumas amostragens dessas organizações as causas
mais frequentes de acidentes são:

Falta de capacitação dos profissionais – Muitos profissionais trabalham ilegalmente sem realizar
o curso nr35 e por isso não são qualificados.

Falta de planejamento – Antes da execução de qualquer atividade em altura é necessário observar e


estudar o local de trabalho, bem como as atividades que ali serão exercidas.

Falta de equipamentos – Não é possível realizar trabalhos em altura sem a utilizar de equipamentos
que tem a função de auxiliar e dar mais segurança na execução das tarefas.

Falta de inspeção dos equipamentos – Os equipamentos devem possuir certificação e precisam estar
em bom estado.

Falta de comunicação – A chave para a ordem e organização é a comunicação, a equipe precisa estar
bem alinhada para que tudo dê certo.

Carga horária excessiva – O trabalhador deve estar apto e preparado para execução das atividades, o
tempo de descanso precisa ser respeitado.

Pressa – A pressa é inimiga da perfeição, realizar atividades correndo podem representar riscos fatais,
é preciso calma e concentração.

Consumo alcoólico ou drogas – O trabalhador precisa de todos os sentidos e total controle da mente e
corpo para execução de suas atividades.

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DDS Nº 43 - Acidentes nos olhos

Um dos sentidos muito importantes do corpo humano é a visão, e o órgão responsável é o olho. Uma
grande parte da comunicação das pessoas com o ambiente é realizada pelo sentido da visão, e existe
hoje uma grande porcentagem de acidentes oculares que geram sérios danos.

Veja abaixo os acidentes oculares ocorridos:

– Acidente de Trabalho;
– Contato com corpos estranhos, sejam insetos, poeira, dentre outros;
– Queimaduras nos olhos ocorridas por contato de produtos químicos;
– Uso exagerado de colírio anestesiado para aliviar sintomas que geram problemas sérios como a
cegueira e úlceras. Neste caso é necessário prescrição médica oftalmológica.

O que fazer nestas situações?

– Lave bem os olhos com água limpa ou soro fisiológico. Caso seja necessário remover o agente
agressor vá até um ambulatório médico;

– No caso de queimaduras ocorridas por produtos químicos o mais adequado é tratar com um
descontaminante específico, como um quelante anfótero, mas se não for possível utilize água ou soro
fisiológico em abundância por 10 ou 20 minutos, o que vai depender do agente agressor;

– Em situações de perfurações oculares procure um médico imediatamente;

– A recomendação é sempre buscar um oftalmologista, que é experiente no assunto;

– Nunca coçar os olhos, pois a lesão poderá ser agravada.

Métodos de Prevenção

– Utilize EPI’s adequados às atividades e os possíveis riscos, sempre atento com aqueles que usam
lentes corretivas para os óculos de sobreposição com proteção lateral.

Atenção: Cuidado com as lentes de contato. É proibido sua utilização em áreas expostas em algumas
indústrias. Fonte: Revista Dicas de Emergência.

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DDS Nº 44 - Procedimentos de segurança a serem observados na realização de serviços de


pintura de fachadas:

 Andaimes e cadeiras suspensas só podem ser operadas por pessoas habilitadas, treinadas
e com aptidão atestada em exame médico.
 Não utilizar andaimes e cadeiras improvisados.
 Usar andaimes ou cadeira suspensa com cinturão de segurança ligado a cabo guia com
trava-quedas.
 Deve ser usado capacete de segurança com jugular, além dos outros EPIs (Equipamentos
de
 Proteção Individual)de acordo com a tarefa.
 Só passar do edifício ao andaime ou cadeira suspensa após conectar o trava quedas ao
cabo guia e só se desconectar do cabo guia após retomar ao edifício.
 Não trabalhar com chuva ou vento.
 Não utilizar cabos de sustentação danificados.
 Utilizar ponto de ancoragem com resistência mecânica compatível.
 Isolar o local abaixo dos trabalhos em fachada para impedir a presença de pessoas que
poderiam ficar sob o local de trabalho.
 Existindo risco de queda de materiais nas edificações vizinhas, estas devem ser protegidas.

Planejamento do Trabalho com Andaimes e Balancins

 Todo serviço realizado em fachada exige um planejamento dos seguintes ite ns:
 Tipo de fachada, estado dos componentes e resistência dos beirais.
 Definição dos materiais e equipamentos necessários para realização dos trabalhos.
 Se a fachada estiver próxima ou junto ao passeio (calçada) deve ser instalada tela de
proteção de fachada e galeria de proteção sobre o passeio com altura interna livre de no
mínimo 3,00 m, para prevenir a possível queda de materiais sobre pessoas.
 Em caso de necessidade de realização de serviços sobre o passeio, a galeria deve ser
executada na via pública, devendo neste caso ser sinalizada em toda sua extensão, por
meio de sinais de alerta aos motoristas nos 2 extremos e iluminação durante a noite,
respeitando-se à legislação do Código de
 Obras Municipal e de trânsito em vigor.
 As bordas da cobertura da galeria devem possuir tapumes fechados com altura mínima de
1 m, com inclinação de aproximadamente 45º.

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DDS Nº 45 - A Importância da Ordem de Serviço

Assim que você é contratado por uma empresa, tem de passar por um ou mais treinamentos. Eles
são pra ensinar mais sobre a empresa, como ela funciona e, aprender mais sobre o trabalho que
você irá fazer.

No fim desses treinamentos, geralmente assinamos alguns papéis e recebemos mais alguns.Dentre
esses que recebemos, possivelmente estará uma OS ou Ordem de Serviço.
E o que muita gente não sabe, é a importância desse documento, dessa Ordem de Serviço.

E você, sabe a importância de uma OS?


Não se preocupe, é isso que você vai entender ao terminarmos esse DDS.
Primeiramente, vamos descobrir o que é a Ordem de Serviço.
Esse documento nada mais é do que um resumo, ou relatório, que a empresa entrega ao funcionário
para atestar os seus deveres, os deveres da empresa e os perigos encontrados em atuar naquela
função. Ou seja, lá vão estar.

⁃ Quais são seus deveres a serem cumpridos como trabalhador; ⁃


Perigos que o trabalho pode trazer a você; ⁃
Procedimentos de segurança ao executar as tarefas (um passo a passo para evitar esses perigos);
⁃ As normas de segurança gerais da empresa.

Agora, para que serve, na prática, esse documento?


Serve principalmente para sua segurança no trabalho.
Ela leva ao seu conhecimento dos perigos específicos que encontrará no local de trabalho.
Por exemplo:
Se a função for a de cozinheiro, deverá constar na Ordem de Serviço perigos como queimaduras ao
manipular o fogão ou forno, e cortes ao manipular as facas e outras ferramentas cortantes.

Constará também, qual o procedimento para cada tarefa, a fim de evitar acidentes e manter a
segurança no trabalho.
Seguindo com o exemplo anterior, o procedimento para evitar uma queimadura no fogão ou no forno,
será o de usar luvas térmicas.

Para evitar cortes com a faca, o ideal seria usar uma luva de malha de aço.
E assim segue para cada tipo de atividade ou função.
É bom lembrar também, que o não cumprimento dessas regras de segurança, pode acabar em
demissão “por justa causa” do funcionário, em casos extremos.

Mas, muito pior que isso: sua segurança vai estar em risco.
E o que é pior? Ser demitido por justa causa, ou perder um dedo, um braço, ou até mesmo sua vida?
Por isso, é sempre bom ler e saber o que consta na sua Ordem de Serviço… …
seus direitos e sua vida podem depender disso!
Tendo conhecimento de tudo que está escrito na Ordem de Serviço, você garante sua segurança no
trabalho, sabendo dos procedimentos para evitar acidentes e ficará mais tranquilo em seu dia a dia de
trabalho.
Além disso, seus direitos estarão também garantidos!
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DDS Nº 46 - 5S Ordem, Arrumação e Limpeza evitam acidentes

O 5S, que em algumas empresas já é chamado de 7S, contribui sensivelmente para a prevenção de
acidentes.

É fato que um ambiente desorganizado é propício para possíveis acidentes, porém, também é fato que
ambientes limpos e organizados, além de ficarem muito mais agradáveis, contribuem para se evitar
acidentes.
RELEMBRANDO O 5S

 Senso de Utilização

Desenvolver a noção da utilidade dos recursos disponíveis e separar o que é útil de o que não é.
Destinar cada coisa para onde possa ser útil.

 Senso de Ordenação

Colocar as coisas no lugar certo; realizar as atividades na ordem certa.

 Senso de Limpeza

É tirar o lixo, a poluição; evitar sujar, evitar poluir.

 Senso de Padronização

Padronizar comportamento, valores e práticas favoráveis à saúde física, mental e ambiental.

 Senso de Autodisciplina

Autogestão, cada um se cuidando, adaptando-se às novas realidades de modo que as relações com
o ambiente e pessoais sejam recicláveis e sustentáveis de forma saudável.

Todos os Colaboradores vão ajudar nos esforços de arrumação, fazendo o seguinte:

1. Manter os locais das realizações dos trabalhos, realizando a colocação dos isolamentos de cerquites
e retiradas dos mesmos, e também limpos após as realizações dos trabalhos e ou entrega final
2. Circular ida e volta nos locais de trabalhos uniformizados e utilizando o Capacete de segurança.
3. Guardar todos os equipamentos de proteção individual e ferramentas no containner em locais
adequados.
4. Zelar e manter os banheiros limpos, bacias e pisos, não danificando e ou fazendo mau uso de
higienização, também decartando-os nas lixeiras os residuos gerados.
5. Não descartar sobra de alimentos no chão e ou em qualquer lugar, faze-lo sempre nas lixeiras
espalhadas em toda as áreas.
6. Deslocar do canteiro/cliente aos locais de trabalho somente nos locais determinados pelo Encarregado
da obra, evitando transtorno ao cliente.
FAÇA SUA PARTE PARA MANTER UM AMBIENTE AGRADÁVEL, SAUDÁVEL E LIVRE DE
ACIDENTES
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