PROVIMENTO CONJUNTO Nº 15/2010 Dispõe sobre o recolhimento das custas judiciais, da Taxa Judiciária, da fiança das despesas processuais

e de outros valores devidos no âmbito da Justiça Estadual de primeiro e segundo graus e dá outras providências. O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, o Primeiro Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e o Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais; Considerando o disposto na Lei nº 14.939, de 29 de dezembro de 2003, que “dispõe sobre as custas devidas ao Estado no âmbito da Justiça Estadual de primeiro e segundo graus, despesas processuais e dá outras providências”, e na Lei nº 14.938, de 29 de dezembro de 2003, que “altera a Lei nº 6.763, de 26 de dezembro de 1975, que consolida a legislação tributária no Estado, e dá outras providências”; Considerando o disposto na Portaria Conjunta nº 51, de 26 de maio de 2004, que “dispõe sobre a forma de recolhimento das receitas judiciárias e dá outras providências”; Considerando que o valor da Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais (UFEMG) para o exercício de 2010 corresponde a R$ R$ 1,9991 (hum real, nove mil, novecentos e noventa e um décimos de milésimos), conforme Resolução nº 4.169, de 03 de dezembro de 2009, do Secretário de Estado de Fazenda. Considerando os valores das tarifas em vigor cobradas pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos; Resolvem: DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O pagamento das custas de Primeiro e Segundo Graus, inclusive dos Juizados Especiais, do preparo de recursos, do porte de remessa e retorno dos autos, da Taxa Judiciária, da fiança e demais valores devidos ao Poder Judiciário do Estado de Minas Gerais será efetuado de acordo com o disposto nas Leis estaduais 14.938, de 29 de dezembro de 2003; 14.939, de 29 de dezembro de 2003; e neste Provimento Conjunto. Art. 2º O recolhimento das custas, da Taxa Judiciária e demais valores previstos no art. 1º deste Provimento Conjunto será efetuado na Guia de Recolhimento de Custas e Taxas Judiciárias – GRCTJ, por intermédio da rede bancária. § 1º As guias emitidas deverão ser pagas dentro do seu prazo de validade e utilizadas para a distribuição no mesmo ano civil; § 2º A comprovação do recolhimento somente será válida com o original da via “Autos/TJMG” devidamente preenchida e autenticada; § 3º Nos dias em que não houver expediente bancário, ou após o seu encerramento, o juiz de direito ou o desembargador competente poderá autorizar a realização de atos urgentes sem o recolhimento antecipado das custas, taxas e despesas processuais, para evitar a prescrição da ação ou a decadência do direito; § 4º Nas hipóteses do § 3º deste artigo, obriga-se a parte interessada a comprovar o recolhimento das custas, taxas e despesas processuais no primeiro dia útil subsequente em que houver expediente bancário, sob pena de nulidade dos atos praticados.

Art. 3º As tabelas das custas e das despesas processuais, em conformidade com a Lei nº 14.939, de 29 de dezembro de 2003, e da Taxa Judiciária, com base na Lei nº 14.938, de 29 de dezembro de 2003, expressas em unidade monetária nacional, integram os Anexos I e II, respectivamente, deste Provimento Conjunto. Art. 4º Para a utilização da GRCTJ, deverão ser preenchidos os campos obrigatórios e lançados, na linha correspondente, os valores a serem recolhidos. § 1º Em caso de recolhimento de “Verbas Indenizatórias de Oficiais de Justiça” e de “Receitas Ocasionais / Outras”, será discriminada a quantidade e a espécie dos atos e dos valores no campo de “Informações Complementares”; § 2º - Para fins de identificação na GRCTJ, são consideradas “Receitas Ocasionais / Outras” as decorrentes de: I - alvará de folha corrida judicial; II - alvará judicial; III - carta de arrematação, de adjudicação e de remição; IV - certidões; V - cópia reprográfica com ou sem conferência; VI - desarquivamento de autos; VII - despesas de citação e intimação postais; VIII - formal de partilha; IX - fiança; X - laudos de Assistente Social, Psicólogo e Médico Judicial; XI - multa em condenação da Lei Federal nº 8.429, de 2 de junho de 1992, que “dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências”; XII - porte de remessa e de retorno; XIII - protocolo integrado; XIV - transmissão via “fax” ou meio eletrônico; XV - medida socioeducativa / Multa ao Fundo Nacional Antidrogas - FUNAD (§ 6º do art. 28 da Lei Federal nº 11.343, de 23 de agosto de 2006); XVI - indenizações e multas impostas pelo Judiciário ao responsável por danos causados ao meio ambiente e à administração ambiental, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico e a outros bens ou interesses difusos e coletivos, destinados ao Fundo Estadual de Diretos Difusos – FUNDIF (Lei nº 14.086, de 06 de dezembro de 2001) ;

§ 3.º A pena de multa prevista no art. 49 do Código Penal, decorrente de sentença penal condenatória ou de transação penal, deve ser recolhida em favor do Fundo Penitenciário Estadual – FPE, conforme previsto na Lei n° 11.402, de 14 de janeiro de 1994 . § 4.º A pena restritiva de direitos consistente em prestação pecuniária será destinada para a vítima, para seus dependentes ou para entidade pública ou privada com destinação social, vedado o seu recolhimento através da GRCTJ. Art. 5º As custas e o porte de retorno relativos aos recursos dirigidos ao Supremo Tribunal Federal, ao Superior Tribunal de Justiça e ao Tribunal Regional Federal serão recolhidos conforme leis específicas e normas expedidas por aqueles Tribunais. § 1º É de responsabilidade da parte interessada se inteirar sobre os valores devidos aos Tribunais referidos no “caput” deste artigo, bem como sobre a forma de recolhimento, ficando vedada a utilização da GRCTJ para este fim; § 2º Os recolhimentos previstos no “caput” deste artigo deverão ser efetuados sem prejuízo dos valores devidos à Justiça Estadual; § 3º Havendo recurso para o Tribunal Regional Federal em processo que tramitou perante a Justiça Estadual, além dos valores devidos àquele Tribunal, a título de preparo, deve ser recolhida para o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, pela GRCTJ, a importância correspondente a cinquenta por cento do valor previsto para a remessa dos autos da comarca de origem para Brasília, no Distrito Federal, conforme Tabela H do Anexo I deste Provimento Conjunto. DAS CUSTAS JUDICIAIS Art. 6º As Custas são referentes aos atos judiciais praticados em razão de ofício, especificados nas tabelas da legislação de regência, constantes do Anexo I deste Provimento Conjunto, que abrangem o registro, a expedição, o preparo e o arquivamento do feito. Art. 7º As custas judiciais têm natureza tributária, não se confundindo com as despesas estabelecidas na legislação processual e não disciplinadas na legislação estadual ou neste Provimento Conjunto. Art. 8º O recolhimento das custas e das despesas processuais devidas na Jurisdição de 1º grau, quando da interposição de recursos e nos processos de competência originária do Tribunal de Justiça, será exigido no ato da distribuição, inclusive nas hipóteses de embargos à execução, ação monitória e ação penal privada. Art. 9º As custas prévias são aquelas cobradas no ato da propositura da ação ou de interposição do recurso, conforme as tabelas constantes do Anexo I deste Provimento Conjunto e a natureza da ação ou do recurso. §1º Por ocasião da propositura de ações ou da interposição de recursos, serão cobrados os valores relativos à Taxa Judiciária, à verba indenizatória dos oficiais de justiça e à citação postal, se for o caso; §2º Os órgãos que fazem parte da Administração Indireta deverão, antes da distribuição da ação, recolher a verba indenizatória de transporte dos oficiais de justiça, salvo nos casos de convênio firmado com o Tribunal de Justiça para este fim específico, conforme o disposto no art. 24 deste Provimento Conjunto, ou providenciar o pagamento da citação postal. Art. 10. As custas intermediárias são aquelas geradas no curso do processo ou, ainda, quando: I - houver a determinação de alteração do valor da causa, por decisão judicial no incidente de impugnação do valor que foi atribuído pelo autor;

do assistente técnico. nas publicações impressas no “Diário do Judiciário”. o Município. IV . nos termos do art. V . § 2º As custas e despesas não recolhidas previamente em decorrência de previsão legal ou autorização judicial serão computadas e quitadas ao final.for apurada diferença entre o valor devido e as custas prévias recolhidas. inclusive nos casos do inciso II do art. o Estado. do agrimensor e do médico judicial. realizadas no jornal “Minas Gerais”. As custas e despesas finais referentes aos atos praticados durante o trâmite do processo e não recolhidas. reembolsará as custas judiciais e despesas processuais.a veiculação de aviso. do tradutor. § 1º Haverá recolhimento de custas e despesas finais nas hipóteses de abandono da causa. Para os casos previstos neste artigo. a parte será intimada a efetuar o recolhimento no prazo de 5 (cinco) dias. em favor do Tribunal de Justiça.as despesas necessárias para arrombamento. § 4º As partes pagarão. Art.o reembolso de despesas com os serviços postal. arbitrada pelo juiz. VI . VII . III . Parágrafo único. remoção ou despejo de bens. 185 do Código de Processo Civil.o reembolso das verbas indenizatórias de transporte dos servidores da Justiça. 11.II . . em favor do Tribunal de Justiça. X . do Anexo I deste Provimento Conjunto. citação ou intimação. prévia ou intermediariamente. edital. serão computadas. nos casos de réu pobre e em feitos criminais de ação penal pública e diligência do juízo. II . apreensão.as custas das cartas precatórias cumpridas dentro do Estado de Minas Gerais.a remuneração do perito. VIII . desistência da ação. a autarquia ou a fundação pública. serão apuradas antes do arquivamento do feito.as certidões e os instrumentos previstos na Tabela F.o documento eletrônico ou a comunicação por meio eletrônico. nos que tramitem perante os Juizados Especiais. IX . mesmo que seja a União. nos termos da condenação. telefônico.o reembolso do valor de laudo do Psicólogo Judicial e do Assistente Social Judicial. demolição. as custas e despesas finais nas ações divisórias e demarcatórias. em razão de interpretação errônea da natureza do feito ou inclusão em faixa de valor diverso daquele dado à causa. pagas em processos cuja parte goze dos benefícios da assistência judiciária.a penhora. telegráfico. de cópias reprográficas e do protocolo integrado. proporcionalmente aos seus quinhões. a saber: I . em favor do Tribunal de Justiça. § 5º Desde que não tenha ocorrido o recolhimento. transação que ponha fim ao processo ou quando houver diferença entre o valor dado à causa e a importância a final apurada ou resultante da condenação definitiva. ao final. o arresto ou o sequestro de bens. do intérprete. § 3º A parte vencida na demanda. as custas e as despesas. de transmissão por "fax" ou "fax-modem”. 23 deste Provimento Conjunto.

de competência do Juízo da Infância e da Juventude. Art. quando houver locomoção de servidores em rodovias em que ocorra esta cobrança.o reembolso das verbas indenizatórias de transporte dos oficiais de justiça pagas em feitos de interesse dos órgãos da Administração Direta. e XIV . ressalvada a hipótese de litigância de má-fé. XIII . no computo das custas e despesas finais.a União. 13. 128 da Lei Federal nº 8. que “dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências”. II .de "habeas-corpus". Art. 12. contam-se as custas e despesas devidas até a fase concluída. § 8º As despesas enumeradas no §5º deste artigo serão calculadas. III . considerado o valor em relação a cada autor. V .os requerimentos de certidões sobre a existência de processos cíveis e criminais. que “dispõe sobre o Código de Defesa do Consumidor”. § 6º Fica vedada. em favor do Tribunal de Justiça.o reembolso do pedágio.o réu que cumprir o mandado de pagamento ou de entrega da coisa na ação monitória.o reembolso de despesas com a travessia de rios e lagos. Não há incidência de custas nos processos: I . de 24 de julho de 1991. arbitrada pelo juiz.de "habeas-data". pela comprovação de sua realização.o autor da ação relativa aos benefícios da previdência social. ressalvada a hipótese de litigância de má-fé.os beneficiários da assistência judiciária. XII . IV . de 11 de setembro de 1990. Não estão sujeitos ao pagamento e recolhimento de custas: I – as ações de competência dos Juizados Especiais. quando houver litisconsórcio ativo. II . quando em atividades fora do Município-Sede da comarca.000 (vinte e cinco mil) UFEMGs. o Distrito Federal. os Municípios e as respectivas autarquias e fundações. nas ações civis públicas e nas ações coletivas de que trata a Lei Federal nº 8. quando for o caso.213. até o valor previsto no art. o arrolamento e o pedido de alvará judicial. III . a inclusão dos valores da verba indenizatória dos Oficiais de Justiça recolhidos por meio de convênio firmado com o Tribunal de Justiça. São isentos do pagamento e recolhimento de custas: I .o autor nas ações populares. § 7º Encerrado o processo de conhecimento. mediante notas ou recibos devidamente juntados aos autos.XI . II . desde que os valores não excedam a 25. .078. 14. os Estados. III . salvo os casos previstos em lei e os recursos para as Turmas Recursais. Art.o reembolso do valor da condução e da hospedagem de auxiliares e servidores da justiça.o inventário.

16. se condenada ao pagamento. b) na ação proposta por parte beneficiada pela isenção do pagamento das custas. §3º. III . § 2º. mesmo em parte. DA TAXA JUDICIÁRIA Art. antes da distribuição da ação ou do despacho do pedido inicial ou da reconvenção. 15. A Taxa Judiciária incide sobre a ação. e) nos embargos à execução previstos nos artigos 741 e seguintes do Código de Processo Civil. hipótese em que a Taxa Judiciária será paga pelo réu. II . e VII . A Taxa Judiciária não incide: I . quando. d) na ação de alimentos. 17. 107 da Lei nº 6. c) na ação penal pública.como regra geral.na reclamação trabalhista proposta perante o Juiz Estadual. f) no mandado de segurança.nos processos de competência do Juízo da lnfância e da Juventude. A Taxa Judiciária será recolhida com observância do disposto no art. com as alterações posteriores. a reconvenção ou o processo judicial. ordinário. na primeira e na segunda instâncias. juntamente com a conta de custas.938. Não haverá cobrança de custas no pedido de desarquivamento. pelos Municípios ou demais entidades de direito público interno. se condenado o réu. especial ou acessório. de 2003.nos processos de competência dos Juizados Especiais. inclusive na ação monitória.no processo de "habeas-data". quando não for caso de isenção. pelos Estados. Art. se vencido.a Defensoria Pública.no processo de "habeas-corpus”. o Juiz deferir o benefício da justiça gratuita. § 1º. ressalvada a hipótese de litigância de má-fé. sendo observados os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. Os beneficiários da assistência judiciária estão isentos do recolhimento das custas e despesas referentes à certidão e à cópia reprográfica simples e com conferência.763. ajuizado perante qualquer juízo ou tribunal. II . especialmente da Lei nº 14. IV . salvo os casos previstos em lei e recursos para as Turmas Recursais. As pessoas elencadas no inciso I deste artigo não são isentas das despesas processuais. pela União. no requerimento formulado pela parte interessada. de 1975. e V .ao final: a) no inventário e no arrolamento.VI . da seguinte forma: I . Art. se a ordem for denegada. .o Ministério Público. a fim de se coibir eventuais abusos.

§ 2º O disposto no “caput” deste artigo não se aplica à ação penal pública e aos casos determinados pelo juiz. IV .no inventário. VIII . Ao Oficial de Justiça é devida indenização de transporte. intimação e cumprir diligência fora das dependências do Tribunal ou do Juízo de 1º grau onde esteja lotado. XI – para o réu que cumprir o mandado de pagamento ou de entrega de coisa na ação monitória. Art.na ação de interesse de partido político ou de templo de qualquer culto. exceto o valor previsto no item 1. 21. os valores previstos na Tabela D do Anexo I deste Provimento Conjunto. até o valor previsto no art. será devida uma verba indenizatória única. . 20. III . V . Art. IX . conforme a natureza da diligência. de 1991.nos incidentes distribuídos ou julgados nos mesmos autos da ação principal. serão pagos. VI .nos pedidos de recuperação judicial e falência.078. 18. VII .na prestação de contas testamentárias.no perímetro urbano e suburbano. XII – para o autor da ação relativa aos benefícios da previdência social.000 (vinte e cinco mil) UFEMGs. para fazer citação. ressalvada a hipótese de litigância de má-fé. desde que os valores não excedam a 25. Há isenção da Taxa Judiciária: I – para o autor nas ações populares. salvo os casos previstos em lei.2. § 1º Quando mais de um mandado for expedido para cumprimento no mesmo endereço. O recolhimento prévio da verba indenizatória de transporte devida ao Oficial de Justiça far-se-á da seguinte maneira: I . XIII . O recolhimento prévio do valor da diligência é condição para a expedição do mandado. de tutela ou curatela.na desapropriação. 128 da Lei Federal nº 8. X – para o Ministério Público. de 1990. nas ações civis públicas e nas ações coletivas de que trata a Lei Federal nº 8.Art. pelo mesmo Oficial de Justiça e na mesma data. no arrolamento e no pedido de alvará judicial.no processo em que for vencido o beneficiário da assistência judiciária ou a pessoa jurídica de direito público interno.no conflito de jurisdição.213. 19. DAS VERBAS INDENIZATÓRIAS Art. a título de ressarcimento de despesa realizada com locomoção. considerando o valor em relação a cada autor quando houver litisconsórcio ativo. II .na habilitação para casamento.

bem como durante plantão dos feriados compreendidos entre 20 de dezembro e 6 de janeiro. por mandado efetivamente cumprido. na forma do “caput” deste artigo. farão jus aos valores especificados no “caput” deste artigo. e R$6. por quilômetro rodado. II – para os mandados expedidos nos processos cuja parte goze dos benefícios da assistência judiciária. para recolhimento no primeiro dia útil subsequente ao plantão. nos casos de réu pobre.50 (seis reais e cinquenta centavos) para os mandados cumpridos na região rural. 21 deste provimentoconjunto. será devido somente o valor correspondente ao ato principal praticado. processos da Justiça Eleitoral e de Serviços Notariais e de Registro. o Oficial de Justiça. os Oficiais de Justiça. Assistentes Sociais Judiciais e Comissários de Menor. por diligência cumprida. fará jus à verba indenizatória de R$30. processos. de 26 de maio de 2004. bem como naqueles que sejam de interesse de órgãos da Administração Direta do Estado de Minas Gerais.º. 23. o valor previsto no item 1. por mandado efetivamente cumprido.2 da Tabela D do Anexo I deste Provimento Conjunto. § 1º Não haverá o pagamento da indenização prevista no inciso II deste artigo se o Tribunal de Justiça fornecer transporte ao Oficial de Justiça para o cumprimento do mandado.II . devendo ser observados os valores previstos nos incisos I e II do art. em feitos criminais de ação penal pública e nas diligências do juízo. dentro ou fora do perímetro urbano e suburbano. em feitos criminais de ação penal pública e nas diligências do juízo.º 51.00 (cinco reais) para mandados cumpridos na região urbana. observando-se. § 1º Os Psicólogos Judiciais.º da Portaria Conjunta n. Nos processos cuja parte goze dos benefícios da assistência judiciária. 2. o limite máximo de 160 quilômetros. independentemente da distância percorrida. farão jus a verba indenizatória de R$5. § 3º Não haverá o pagamento da indenização prevista no “caput” deste artigo se o Tribunal de Justiça fornecer transporte ao servidor para o cumprimento do mandado ou da diligência. § 2º Caso a diligência envolver a prática de atos contínuos especificados em um único mandado. independente da distância percorrida. . Art. 22. § 2º O pagamento ao Oficial de Justiça da verba indenizatória prevista no inciso I deste artigo será feito semanalmente.00 (trinta reais). durante plantões destinados à apreciação de “habeas corpus” e de outras medidas de natureza urgente. os valores previstos na Tabela D do Anexo I deste Provimento Conjunto. Art. nos que tramitem perante os Juizados Especiais.fora do perímetro urbano e suburbano. por diligência efetivamente realizada. conforme a diligência. nos que tramitem perante os Juizados Especiais. § 4º É vedada a expedição de mandados para entrega de ofícios. A expedição e o cumprimento de mandados em comarca diversa daquela em que esteja lotado o Oficial de Justiça. com exceção do previsto no item 1.2 da mesma Tabela. entrega de ofícios e outros expedientes administrativos em geral não geram qualquer direito à indenização prevista no “caput” deste artigo.o mandado será emitido e cumprido antes do recolhimento da respectiva verba indenizatória. § 1º O Oficial de Justiça companheiro receberá. do art. sendo a respectiva GRCTJ entregue à parte pelo Escrivão. o valor mínimo previsto nos demais itens da mesma Tabela. pagos pelo Tribunal de Justiça. será pago. exceto os voluntários. nos termos do § 1. em qualquer caso. § 2º O cumprimento de diligências relativas aos processos administrativos. plantonista ou não. assegurando-se. nos casos de réu pobre. deverá observar o seguinte procedimento: I . alvarás e outros documentos por parte do oficial de justiça.

observando o seguinte: I . e dos artigos 24 e 25 deste Provimento Conjunto serão efetuados mensalmente.25.os convênios referidos no “caput” deste artigo deverão ser padronizados e compatíveis com os sistemas de informatização do Tribunal de Justiça. eliminando qualquer possibilidade de pagamentos em duplicidade. o formulário a que se refere o § 2º deste artigo poderá ser encaminhado sem o preenchimento do campo destinado ao número do processo. § 5º Para as diligências cumpridas pelos Assistentes Sociais Judiciais. nos feitos de interesse destas entidades. § 2º Para os setores ainda não informatizados. inciso II. até o décimo dia útil do mês subsequente. § 2. Art. para fins de prestação de contas. pela Diretoria-Executiva de Finanças e Execução Orçamentária . por meio da GRCTJ.os valores objeto do convênio deverão ser repassados ao Tribunal de Justiça após a assinatura do termo e antes da expedição dos mandados. será processado e creditado na conta corrente do servidor pela DIRFIN. § 1º Caberá à Assessoria Técnica e Jurídica para a Gestão de Bens. devidamente justificado pelo Escrivão ou Contador-Tesoureiro. no verso do próprio formulário. a fim de que possam ser processados em tempo hábil.084-0. § 1º O pagamento das verbas indenizatórias será processado por meio eletrônico. os dados para pagamentos das verbas indenizatórias deverão ser encaminhados à DIRFIN. sob sua responsabilidade. código 10. de que aqueles pedidos não foram remetidos anteriormente. § 3º O reembolso das despesas. § 4º O formulário a que se refere o § 2º deste artigo deverá ser encaminhado com todos os campos devidamente preenchidos. Art.Art.º A celebração de convênio com o Tribunal de Justiça exclui a possibilidade de recolhimento de verba indenizatória. O Tribunal de Justiça poderá celebrar convênios com pessoas jurídicas de direito público. III . por meio do formulário “Solicitação de Reembolso de Verbas Indenizatórias”. 24. Comissários de Menores e Psicólogos Judiciais. o pagamento somente será processado se houver a remessa no prazo máximo de noventa dias. 26. contados do mês de referência. O Tribunal de Justiça pagará aos Oficiais de Justiça as verbas referentes ao cumprimento de mandados em feitos de interesse de órgãos da Administração Direta do Estado de Minas Gerais.ASCONT conduzir a celebração de novos convênios e a revisão daqueles em vigor. desde que devidamente justificado.as informações sobre os mandados cumpridos serão encaminhadas às entidades conveniadas. com os dados extraídos do Sistema de Informatização dos Serviços das Comarcas . Serviços e Patrimônio . . após o cumprimento dos mandados ou das diligências. na forma deste artigo. com o esclarecimento do motivo do atraso e declaração. assinado e sem rasuras. II .SISCOM. no primeiro dia útil do mês subsequente ao do cumprimento. § 6º Caso o formulário “Solicitação de Reembolso de Verbas Indenizatórias” não seja regularmente remetido no mês subsequente ao do cumprimento dos mandados ou das diligências. Os pagamentos das verbas indenizatórias de que tratam os artigos 23. em caso de necessidade de laudo técnico que antecipe a formalização do processo judicial. pelo conveniado. visando ao pagamento de verbas indenizatórias de transporte aos Oficiais de Justiça.DIRFIN. 25.

§ 3º Para expedição de qualquer alvará judicial em um processo autônomo.Art. inciso II. para se manifestar no prazo de dez dias. a Taxa Judiciária e demais despesas judiciais. O pedido de alvará. incluindo-se aí a expedição do alvará e demais atos previstos no Anexo I deste Provimento Conjunto. conforme Anexo I deste Provimento Conjunto.notificar. § 2º Não serão cobradas custas pela expedição de alvarás em favor das partes beneficiárias da justiça gratuita. deste Provimento Conjunto. a fim de que. § 3º Ao decidir os embargos. se condenado. por meio idôneo. de ofício ou por provocação de terceiro.000 (vinte e cinco mil) UFEMGs. que houve o recebimento indevido de verba indenizatória. deverá ser exigido o pagamento constante da Tabela F. Os processos de inventários e arrolamentos não se sujeitam ao pagamento das custas judiciais e da Taxa Judiciária. § 2º Para oferecer embargos. quando houver atuação de Oficial de Justiça. Parágrafo único. não se sujeita ao pagamento das custas judiciais e Taxa Judiciária. § 4º O levantamento de valores relativos a honorários periciais. § 1º O réu que cumprir o mandado de pagamento ou de entrega de coisa ficará isento do pagamento de custas. . nos termos da lei. através de procedimentos e critérios legais. reembolsará os valores recolhidos pelo autor. aí. do Código de Processo Civil. Anexo I. exceto para o levantamento dos honorários advocatícios. será isento das custas previstas na Tabela F do Anexo I deste Provimento Conjunto. mas. competirá à parte autora recolher as custas. o juiz de direito deliberará sobre o pagamento das custas e despesas finais e da Taxa Judiciária. sendo exigido o pagamento pela sua expedição. inclusive a verba indenizatória devida ao Oficial de Justiça. o formal de partilha. 27. Não havendo manifestação ou sendo esta considerada improcedente. § 1º Os valores depositados à disposição do Juízo somente serão levantados mediante alvará judicial mandado de pagamento. depósitos em ações de execuções contra a Fazenda Pública. DOS CASOS ESPECIAIS Art. Apurado pelo Tribunal de Justiça. de precatórios ou requisições de pequeno valor e os depósitos a que se refere o art. Art. Parágrafo único. Nas hipóteses previstas no “caput” deste artigo. 30. o servidor que recebeu tais valores. incluindo-se. haverá recolhimento de verba indenizatória. cujo valor não exceder a 25. a Diretoria Executiva de Administração de Recursos Humanos – DEARHU. efetive o desconto do valor devido ao erário. de acordo com formulário padrão especificado pelo Tribunal de Justiça. Quando da distribuição da ação monitória. os alvarás e as cartas de adjudicação. no vencimento ou remuneração do servidor. 488. 29. o réu não recolherá custas prévias nem Taxa Judiciária.000 (vinte e cinco mil) UFEMGs. Art. desde que o valor partilhável não exceda a 25. 28. será comunicada. inclusive em feitos que tramitem na Vara da Infância e da Juventude. competirá à Coordenação de Administração de Repasses Especiais – COREP .

da Taxa Judiciária. III – as verbas indenizatórias previstas na Tabela D do Anexo I deste Provimento Conjunto ou as despesas de citações postais. O Magistrado competente designará.5 do Anexo I deste Provimento Conjunto. previsto na Tabela H do Anexo I deste Provimento Conjunto. em razão de contumácia da parte autora. ter recolhido: I . exceto nas seguintes hipóteses: I – quando reconhecida a litigância de má-fé. V . se for o caso. a título de reembolso.o valor do porte de retorno. Grupo 1. a parte recorrente deverá recolher: I . 32. III . Art. obedecendo.o valor de preparo do recurso. .Grupo 2 do Anexo I deste Provimento Conjunto. o que determinar a sentença ou o acórdão. não há pagamento de custas judiciais. II . quando for o caso. § 1º Havendo pluralidade de recursos. previsto na Tabela B. 34. No âmbito dos Juizados Especiais.2. da verba indenizatória e das despesas e citações postais.o valor da Taxa Judiciária. a parte recorrente deverá recolher os valores constantes nos incisos II e III do “caput” deste artigo. se a parte já houver recolhido as custas. um Servidor da secretaria dos Juizados Especiais para auxiliar na apuração das custas.Item 1. caso em que o segundo arcará com todas as despesas.Grupo 2 . a parte recorrente deverá comprovar.DOS JUIZADOS ESPECIAIS Art. 33. Havendo recurso inominado perante as Turmas Recursais. Parágrafo único: Na hipótese do inciso II deste artigo. II – quando forem julgados improcedentes os embargos do devedor.2 do Anexo I deste Provimento Conjunto. IV . III – quando extinto o processo.as custas previstas na Tabela A . independente de intimação e no prazo de 48 horas contados da interposição do recurso. no 1º grau. § 3º Os recursos oriundos da comarca de Belo Horizonte e os dirigidos às Turmas Recursais que tenham sede na própria comarca não estão sujeitos ao pagamento do porte de retorno.o valor do porte de retorno. 31. II. quando necessário. § 2º As verbas indenizatórias ou despesas de citações postais referidas no inciso IV do “caput” deste artigo serão destinadas ao Tribunal de Justiça.1. Art.as verbas indenizatórias previstas na Tabela D do Anexo I deste Provimento Conjunto e/ou as despesas de citações postais. Havendo apelação na ação penal que tramite perante os Juizados Especiais. por ocasião da interposição de recurso. item 1. deverá recolher apenas os valores relativos às diligências iniciais da execução. da Taxa Judiciária e das demais despesas processuais. quando houver. previsto na Tabela H do Anexo I deste Provimento Conjunto. Art.as custas previstas na Tabela B . exceto se o primeiro recorrente gozar dos benefícios da assistência judiciária. previsto no Grupo 2 do Anexo II deste Provimento Conjunto.

). o que determinar a sentença ou o acórdão. 522 do Código de Processo Civil. 35. serão apuradas imediatamente após a comunicação do trânsito em julgado. no Tribunal de Justiça.CORAC.º Nos processos cíveis. impetrante. exceto se o primeiro recorrente gozar dos benefícios da assistência judiciária. 38.099. devolvidos à comarca de origem após o trânsito em julgado. Não será cobrada a emissão de certidão no âmbito dos Juizados Especiais. 40. § 5. cobrança de custas para o desarquivamento de processos. Art. deverá ser encaminhada à Comarca de origem. Taxa Judiciária e demais despesas processuais finais será anexada aos autos do processo. § 3º Havendo pluralidade de apelações. 39. o réu deverá recolher as custas e despesas finais constantes nos incisos do “caput” deste artigo. Art.. Após apuradas as custas e demais despesas processuais finais.§ 1º Na apelação em ação penal privada o preparo deverá ser prévio. apurar as custas. ré. após o trânsito em julgado. § 2º Na apelação em ação penal pública não haverá preparo quando da interposição do recurso. na 1ª e na 2ª Instâncias. caberá ao Escrivão Judicial. serão devolvidos à comarca de origem. devendo o Contador-Tesoureiro incluir no cômputo das custas e das despesas finais. §1º A memória de cálculo dos valores das custas. desde que seja para instruir qualquer ato processual relativo aos feitos amparados pela Lei Federal nº 9. Art.º A conta de custas e despesas finais relativas aos recursos cujos processos foram digitalizados nos Tribunais Superiores.. § 3.º 01. de 26 de setembro de 1995. § 4.. §1º Os comprovantes do recolhimento serão anexados aos autos do processo.. entretanto. intimada para o recolhimento da importância de R$.º A memória de cálculo das custas devidas em 2. Não há incidência de custas no mandado de segurança. intimar o advogado da parte devedora para pagamento do débito em 10 (dez) dias.. independente do descarte dos autos. para fins de baixa e arquivamento. no prazo de 10 (dez) dias. 36. 37. no caso de revisão criminal julgada improcedente. por decisão transitada em julgado. etc. a parte recorrente deverá recolher os valores constantes nos incisos I e II do “caput” deste artigo. Compete à Contadoria-Tesouraria. caso em que o segundo arcará com todas as despesas. e à Coordenação de Arrecadação e Contadoria .. nos seguintes termos: “Fica a parte (autora. que intimará o réu para o pagamento das custas e despesas finais. as custas e despesas processuais devidas em 2º grau pelo réu condenado. Não haverá. quando for o caso. a Taxa Judiciária e demais despesas processuais. serão incluídos na conta de custas e despesas finais os valores devidos e ainda não pagos.. de 22 de maio de 2009.. 796 e seguintes do CPC. a título de custas e demais despesas processuais finais. Art. caso o pagamento ocorra dentro do prazo. através de publicação no Diário do Judiciário Eletrônico – DJE.. referentes ao agravo de instrumento previsto no art. obedecendo. DA COBRANÇA DE CUSTAS E DESPESAS FINAIS Art. e às medidas cautelares previstas nos arts. nos termos da Portaria Conjunta n. se houver condenação transitada em julgado. . em Primeira Instância.ª Instância. Não há incidência de pagamento pela extração de cópia reprográfica no âmbito dos Juizados Especiais.. sob pena de inscrição em dívida ativa”. nos Juizados Especiais. §2º Os autos dos processos da ação penal pública. além dos valores devidos em 1º grau. Art..

código da agência e número da conta). 44. § 1º A destinação a ser dada aos valores recolhidos como fiança. serão recolhidos pela GRCTJ. § 4º No caso de destinação do valor recolhido como fiança para pagamento de custas e despesas finais. das custas e despesas judiciais compete à Corregedoria Geral de Justiça. Art. após o encerramento do expediente bancário. emitir a “Certidão de Não Pagamento de Custas e demais Despesas Processuais Finais”. Em caso de pagamento extemporâneo das custas. ensejarão cobrança de valor complementar quando de sua efetiva realização. Procuradores e Representantes da Fazenda Estadual. Art. em dinheiro. mas já pagos pela parte. membros do Ministério Público. nos termos do parágrafo único do artigo 331 do Código de Processo Penal. devendo ser informado. A fiscalização do recolhimento da Taxa Judiciária. serão cobradas pelos valores vigentes na época de seu efetivo pagamento. devidamente atualizados. As custas e despesas judiciais. para as providências a seu cargo. deverão ser transferidos para o Tribunal de Justiça. e II – o nome do favorecido e o número do CPF ou CNPJ do titular da conta. Art.§2º Decorrido o prazo previsto no “caput” deste artigo e não havendo quitação do débito. §1º Excepcionalmente. a respectiva GRCTJ a ser quitada. § 1º Os atos ainda não praticados. 45. conforme disposto no “caput” deste artigo. o recebimento e guarda do valor da fiança. § 2º Os valores arbitrados pela Autoridade Policial e que tiverem sido recolhidos como Depósito Judicial. informando sobre o pagamento. 41. onde serão processados. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. § 3º A restituição será processada mediante solicitação. O valor recolhido a título de fiança poderá ser restituído ou destinado a pagamento de custas e despesas finais. caberá ao Escrivão. conforme dispuser a decisão judicial.os dados bancários do beneficiário para o crédito do valor da restituição (nome do banco. e encaminhá-la à Advocacia Geral do Estado – AGE. Juízes de Direito. para fins de concretização da restituição: I . está limitada ao valor recolhido. Escrivães. assim como a Taxa Judiciária. por meio da GRCTJ. ficando responsável pelo seu recolhimento junto ao banco. da Taxa Judiciária e demais despesas processuais. sob a vigência de lei ou tabela antiga. 43. § 2º Os expedientes relativos à solicitação de restituição ou pagamento de custas e despesas finais deverão ser encaminhados para a DIRFIN. deverá ser anexada à solicitação encaminhada para a DIRFIN. 42. Contadores e Distribuidores Judiciais. aos Relatores. . o Escrivão juntará o comprovante aos autos e enviará correspondência à Advocacia Geral do Estado – AGE. Os valores relativos à fiança. ainda. DA FIANÇA Art. devidamente instruída com o número da GRCTJ e do processo relacionado. no primeiro dia útil subsequente em que houver expediente bancário. caberá ao Escrivão Judicial na 1ª e 2ª Instâncias certificar o fato nos autos. conforme modelo padronizado constante no Anexo III deste Provimento Conjunto.

a contravenção penal. Art. despesas judiciais e de Taxa Judiciária. 51. licitação. 54. Não há incidência de custas nem de Taxa Judiciária para o cumprimento de sentença e impugnação ao cumprimento de sentença.3. adjudicação ou remição correm por conta do arrematante. quando realizadas pelo Oficial de Justiça. Art. as custas. Havendo dúvidas sobre o deferimento do pedido de assistência judiciária ou sobre a cobrança das custas e despesas finais. haverá o pagamento de importância igual à paga pela parte autora. as interpelações. Art. previamente pagos. 47. não haverá novo pagamento de custas nem de Taxa Judiciária. assim como da Taxa Judiciária. As custas referentes aos incidentes processuais deverão ser recolhidas a final. observadas as Tabelas C (valor das custas) e F (expedição da carta). Art. o Escrivão poderá remeter os autos ao setor competente para a conferência dos valores devidos e apuração de diferenças. 48. do litisconsorte ativo voluntário e do oponente. 50. Art. Art. sendo devidas apenas despesas processuais. e II – no prazo de 12 (doze) meses transcorridos após a alteração das tabelas das custas e despesas judiciais. deste Provimento Conjunto. Art. ambas do Anexo I deste Provimento Conjunto. 53. não haverá restituição de custas. Em caso de dúvida. item 1.5. o crime a que seja cominada pena de detenção. adjudicado ou remido. ressalvado o caso de serem diferentes os valores das causas. O Escrivão deverá fiscalizar o recolhimento dos valores das custas e despesas judiciais. 49. os autos deverão ser promovidos ao Juízo para esclarecimento ou decisão. Quando o feito for redistribuído a outra Comarca ou Vara da Justiça Estadual. 52. As custas e as despesas judiciais devidas pelos atos de arrematação. Tabela A. cabendo-lhe verificar se houve recolhimento compatível entre o valor mencionado na petição inicial e o valor efetivo da causa. não será efetuada: I – quando a demora na prática do ato decorrer de inércia dos serviços judiciários. Quando houver declínio de competência para outros órgãos jurisdicionais. .§ 2º A cobrança do valor complementar. 55. tendo como base de cálculo o valor mínimo da tabela correspondente. se houver. Para admissão do assistente. prevista no §1º deste artigo. Art. em razão de variação do valor da UFEMG. Grupo 5. as notificações. hipótese em que a base de cálculo será o valor atribuído à reconvenção. Na reconvenção. licitante. Art. adjudicatário ou remidor. os procedimentos cautelares e a reabilitação. 46. cabendo. previstos no Anexo I. intimando a parte ou procurador para proceder ao recolhimento complementar da diferença eventualmente apurada. A Taxa Judiciária é devida integralmente. Art. bem como da Taxa Judiciária. Parágrafo único. as custas corresponderão à metade do valor das custas atribuídas à ação. na fase de execução da pena. Parágrafo Único – As custas da Tabela C serão calculadas pelo valor arrematado. Consideram-se “Outros Feitos de Natureza Criminal”. apenas a apuração de despesas. Parágrafo único: Nos processos de natureza penal. Parágrafo único. despesas e taxas serão calculadas na fase de conhecimento.

inclusive as folhas da petição recursal. 57. bem como para a comprovação do exercício da advocacia. o Provimento Conjunto nº 8. e na CORAC. parágrafo único do Código de Processo Civil e art. fora do horário de expediente bancário. salvo decisão judicial em contrário. de 16 de dezembro de 2009. § 1º Ao Escrivão caberá a guarda dos valores de que trata o “caput” deste artigo e a obrigação do seu recolhimento. Este Provimento Conjunto entrará em vigor na data de sua publicação. § 2º O porte de remessa e/ou retorno é devido na apelação adesiva (art. orientar as partes ou seus procuradores sobre os valores a serem recolhidos de acordo com a legislação em vigor. Art. a critério do juiz de direito ou desembargador. mediante despacho fundamentado. desde que devidamente comprovadas as finalidades. Art. Belo Horizonte. inciso V deste Provimento Conjunto. e. pensão alimentícia e outros valores destinados à preservação dos direitos e das garantias fundamentais da pessoa natural poderá ser autorizado. Compete aos servidores lotados na Contadoria-Tesouraria. de 29 de janeiro de 2009. de 19 de março de 2010. Art. As certidões para fins eleitorais. em Primeira Instância. § 5º. § 3. as custas e demais despesas processuais deverão ser integralmente suportadas pelos litisconsortes aos quais não houver sido deferido o benefício. Compete ao Escrivão. o Provimento Conjunto nº 10.º e 2. de 30 de setembro de 2009 e os Provimentos Conjuntos 12. de 04 de julho de 2005. 56.º 119/2008. o peso dos autos que exceder ao valor máximo da tabela deverá ser identificado na faixa correspondente na referida Tabela e.º .º do art. em Segunda Instância. 59 As publicações e os editais são veiculados gratuitamente no "Diário do Judiciário Eletrônico DJE". o Ofício 45/2003. 11. intimar as partes para o seu efetivo pagamento. § 2º A fiança deverá ser recolhida pela GRCTJ e os valores de pensão alimentícia deverão ser depositados à disposição do beneficiário. de 10 de dezembro de 2008. 26 de abril de 2010. 500. de 21 de maio de 2003. de 2003) e também pelo segundo apelante e seguintes. se houver. (a)Desembargador Sérgio Antônio de Resende Presidente .Na aplicação da Tabela H do Anexo I deste Provimento Conjunto. § 1º O porte de remessa e/ou retorno deverá ser cobrado computando-se todas as folhas dos autos até a data de interposição do recurso. 61. O recolhimento de fiança.939. o Aviso n. serão gratuitas. quando assim o exigir a legislação processual. 58. em seguida. sem prejuízo da publicação pela imprensa local. ressalvado o disposto no art. 60. o Aviso 28/CGJ/2009. 63.Havendo mais de um litisconsorte e não sendo todos beneficiários da assistência judiciária. o Provimento Conjunto 11. conforme §§ 1. bem como sobre o correto preenchimento da GRCTJ. as folhas dos apensos e dos processos conexos.Parágrafo Único . 15 da Lei nº 14. Ficam revogados o Provimento Conjunto nº 7. inclusive quando necessário o desarquivamento dos autos. de 1º de fevereiro de 2008. para cálculo do porte de remessa e/ou retorno. após apuradas as custas e demais despesas processuais. Art. Art. de 02 de março de 2010 e 13. somado ao valor do peso máximo nela previsto.º da Portaria Conjunta n. o Provimento Conjunto nº 9. de 15 de maio de 2009. no primeiro dia útil subsequente. Art.º 33/CGJ/2005. Art. 2.

81 160.59 159. Anexo I (a que se refere o art.6 1.977.94 DE ATÉ 0.59 79.2.93 239.016.21 800.224.3 1. da Vara de Fazenda Pública.280.1.6 1.04 319.280.96 DE ATÉ 0.016.1.09 800.280.3.80 111.60 48.4 1.53 Pedido de Alvará Acima de 49.112.1.056.072.09 640.09 800.96 16.21 719.112.3.86 320.86 399.96 ATÉ 112.Processo de Competência da Vara de Família.6 1.2.64 GRUPO 4 .112.2.1.1.1.3.68 Acima de 800.00 16.51 112.3 1. da Vara de Conflitos Agrários e dos Juizados Especiais Cíveis Valor inestimável 79.05 320.2.039.016.016.93 16.039.08 479.2 1.93 160.08 239.056.977.005.1 1.005.072.224.60 48.3.21 319.Processo de competência da Vara Cível.005.95 48.3.4 1.96 GRUPO 2 .280.81 160.1 1.2 1.3 1. da Vara de Falência e Concordata e da Vara de Registros Públicos Valor inestimável 127.2 1.8 1.2.056.3 1.91 48.82 799.1.89 319.2.280.18 Acima de 79.21 111.112.4 Valor da Causa (R$) Valor da Taxa (R$) PRIMEIRA INSTÂNCIA GRUPO 1 .1.7 1.3.2 1.112.80 207.08 640.280.5 1.04 159.86 Acima de 800. 3º do Provimento Conjunto nº 15/2010) TABELAS DE CUSTAS TABELA A Item 1 1.(a)Desembargador Mário Lúcio Carreira Machado Primeiro Vice-Presidente (a)Desembargador Célio César Paduani Corregedor-Geral de Justiça Disponibilizado no Diário do Judiciário Eletrônico em 28 de abril de 2010.2.7 1.1 1.21 399.50 79.00 16.Processo de competência da Vara de Precatórias Cíveis e da Vara de Precatórias .85 320.Processo de competência da Vara de Sucessões Valor inestimável DE 49.3.5 1.5 1.78 320.86 160.89 320.21 1.95 159.039.005.22 208.056.112.23 208.1 1.17 800.05 320.4 1.82 GRUPO 3 .7 1.

016.59 16.1 Valor inestimável DE ATÉ 1.89 319.1.6 1.1.00 TABELA B Item 1 1.6.86 399.82 10.92 119.6.056.10 1.92 119.82 1.005.60 48.96 111.95 119.005.1.1.7.21 Acima de 800.280.1.95 119.5.93 GRUPO 6 .95 119.3 1.1.60 48.05 320.1 1. Carta Rogatória e Carta Precatória Cível Carta Precatória Criminal 119.95 119.016.056.4.7.1.04 1.1.Processo Cautelar e Procedimento de Jurisdição Voluntária Valor inestimável DE ATÉ 0.81 160.95 167.21 1.3 1.92 119.005.5.7 Acima de 800.95 119.1.6 1.056. do valor da causa.2 1.Processo de competência da Vara Criminal e da Vara de Execuções Criminais Ações criminais privadas 271.4 1.95 119.95 167.9 1.1 1.96 111.4.112.4 1.5 1. da Gratiudade Judiciária Valor da Taxa (R$) 119.6.13 Valor da Causa (R$) SEGUNDA INSTÂNCIA GRUPO 1 .05 320.7 Criminais (ação penal privada) Carta de Ordem.1.1.96 79.280.80 1.2 1.280.1.93 239.1.7 GRUPO 7 – Mandado de Segurança 1.2 1.3 1.7.112.016.1.21 79.016.1 1.00 16.1.1.280.5 160.09 800.11 1.6 320.6.6.5 1.95 119.1 Primeiro impetrante 1.005.056.1.1.89 319.6.95 167.1.93 239.112.6 1.08 1.7 1.4 48.95 GRUPO 5 .00 16.81 160.95 .7.Feitos Cíveis Ação Cautelar Ação de Competência Originária Ação Direta de Inconstitucionalidade Agravo de Instrumento Apelação Cível Carta de ordem do STF e do STJ Carta de Sentença Carta Rogatória para exequatur do STF Embargos a Execução Embargos de Nulidade Embargos Infringentes Exceção da Coisa Julgada Incidente de Falsidade.96 79.5 1.1.91 Outros feitos de natureza criminal 159.08 320.21 1.5.1.86 399.80 48.2 Segundo impetrante e seguintes (cada impetrante) 79.2 0.12 1.04 160.6.8 1.3 16.88 Crime Cominado com pena de reclusão 207.1 1.112.95 159.7.7.59 1.1 1.7.95 159.7.7.09 800.2 1.

2.11 1.00 16.1.3 1. de Litispendência e de Ilegitimidade Incidente de Falsidade Interpelação Judicial Notificação Judicial Criminal Recurso em Sentido Estrito Recurso Especial Recurso Extraordinário Recurso Ordinário Revisão Criminal Suspensão de Execução de Sentença GRUPO 3 .92 167.96 107.88 341. de Impedimento.92 167.89 319.3 1.60 48.1.96 119.1.12 1.54 89.002.2.815.22 Acima de ATÉ 16.1.68 67.3.8 1.18 1.9 GRUPO 2 .55 89.3.4 1.2.95 119.81 16.84 167.Da Ação Rescisória DE 0.83 33.95 119.81 112.1.2.2.92 167.92 167.10 1.223.95 85. de Impedimento.7 1. de Coisa Julgada.92 95.14 1.2.81 523.407.40 4.59 16.69 67.80 48.631.4 1.7 1.005. de Incompetência.2.92 167.95 159.15 1.77 44.78 44.1.95 119.76 TABELA C ARREMATAÇÃO.95 167.96 11.92 167.21 Pedido de Intervenção Recurso Especial Recurso Extraordinário Recurso Ordinário Suspensão de Liminar Suspensão da Tutela Antecipada Mandado de Segurança .039.2.2.1. de Coisa Julgada.92 167.93 199.22 168.611.1 1.95 155.3.5 1.91 271.22 1 2 3 4 5 6 79.2.95 167.24 Exceção da Verdade.039.segundo impetrante e seguintes (cada impetrante) 1.1.Ação Privada Ação Penal Privada Apelação Criminal Carta Testemunhável Exceção da Verdade.92 119.2 1.primeiro impetrante Mandado de Segurança .00 4.91 239.631.20 1.92 167.001.3.6 1.22 Acima de 112.9 1.8 1.60 22.3.84 33.5 1.37 112.Feitos Criminais .95 119.815.17 1.59 22.3 1.80 8.6 1.002.19 1.38 112.16 1.95 119.93 199.2.1.99 119.407.1.039.058.005.13 1.3.85 415.84 168.95 167.001.2.92 119.23 Suspensão de Execução de Sentença 1.039.92 167. de Litispendência e de Ilegitimidade 1.92 119.93 163.058.223. ADJUDICAÇÃO E REMIÇÃO DE ATÉ 0.005.016.2 1.3.41 8. de Incompetência.1 1.2.1.016.005.2 1.3.3.22 Restauração de Autos 1.86 .611.1.

6 Formal de Partilha .2 1.por folha (ainda que seja apresentada a cópia pela parte interessada) 1.5 1.4 1. de arrematação. 1 1.2 Cópia reprográfia.5 Veiculação de Aviso.60 1.80 71.ato único 30.28 Citação.12 360.ou impressão eletrônica) por folha 1.Para cumprimento de mandado fora do perímetro urbano e suburbano.79 Fora do perímetro urbano e suburbano (por Km rodado) 1.80 8.22 NOTA 1 .22 Imissão de posse ou reintegração de posse 51.12 360.Primeiro Instrumento 1.1 1. edital ou assemelhado 0. caso a caso pelo Juiz.3 Transmissão via fax.1 Cópia reprográfia.3 1. demolição. há o limite de 160 Km (cento e sessenta Kilometros) rodados ( ida e volta ).00 (cm / coluna) .12 TABELA F DAS CERTIDÕES. fax-modem ou meio eletrônico 1.4 Alvará de Folha Corrida Judicial 1.95 119. datilografada. penhora e a avaliação.6 TABELA E REEMBOLSO DE LAUDOS TÉCNICOS AO ORGÃO PAGADOR NATUREZA Laudo de Psicólogo Judicial Laudo de Assistente Social Judicial Laudo de Médico Judicial 1 1. simples .97 23. cópia reprográfica. penhora e avaliação . apreensão ou despejo de bens 51.93 119. de adjudicação ou de remição 1.1 1. arresto. Aplica-se tal regra para citação.TABELA D Reembolso de Verbas Indenizatórias de Oficial de Justiça-Avalidador CUMPRIMENTO DE MANDADOS Na área urbana e suburbana 12.95 79. NOTA 2 – O excedente desses valores será apreciado. com conferência .00 77.3 Alvará Judicial ou Mandado de Pagamento 1.5 Formal de Partilha . remoção de bens 64.por folha 1.41 Arrombamento.2 Carta de Sentença.1 Certidão em geral (manual.96 TABELA G DOS SERVIÇOS EM GERAL 1 NATUREZA 1.20 4.01 Sequestro.a partir do segundo instrumento 4.3 360.2 1. CARTAS E OUTROS DOCUMENTOS 1 NATUREZA 1.4 Desarquivamento de Autos 1.

48 84.80 170.80 131.20 .80 106. de 29 de dezembro de 2003) VALORES EM REAIS (R$) Número de Folhas dos autos (somar as folhas dos apensos.42 82.80 156.08 47.80 186.60 149.98 52.30 78.00 206.00 112.36 80.88 74.66 90.20 118.00 137.78 70.00 196.00 191.60 72.20 165.20 53.60 88.34 72.88 49.80 100. se houver) Até 180 181 a 360 361 a 540 541 a 720 721 a 900 901 a 1080 1081 a 1260 1261 a 1440 1441 a 1620 1621 a 1800 1801 a 1980 1981 a 2160 2161 a 2340 2341 a 2520 2521 a 2700 2701 a 2880 2881 a 3060 3061 a 3240 3241 a 3420 3421 a 3600 3601 a 3780 3781 a 3960 3961 a 4140 4141 a 4320 4321 a 4500 4501 a 4680 4681 a 4860 4861 a 5040 5041 a 5220 5221 a 5400 Peso correspondente em Kg 1 KG 2 KG 3 KG 4 KG 5 KG 6 KG 7 KG 8 KG 9 KG 10 KG 11 KG 12 KG 13 KG 14 KG 15 KG 16 KG 17 KG 18 KG 19 KG 20 KG 21 KG 22 KG 23 KG 24 KG 25 KG 26 KG 27 KG 28 KG 29 KG 30 KG Origem ou Destino No Próprio Estado R$ 23.40 31.60 79.00 211.00 201.60 93.68 39.00 162.00 46.20 143.88 36.24 26.52 55.60 86.78 Brasília – DF R$ 39.22 33.60 124.939.28 45.24 76.24 67.00 65.72 92.54 86.80 175.80 180.20 60.06 28.48 42.06 57.70 65.60 60.16 62.TABELA H PORTE DE REMESSA E RETORNO DOS AUTOS (Valores atualizados em conformidade com o artigo 33 da Lei nº 14.

1.3 1.2 1.64 1.Processo de Competência da Vara Criminal e da Vara de Execuções Criminais .396.2 1.97 20.57 29.56 20.08 Acima de 1.966.842.855.212.966.53 1.27 GRUPO 4 – processo de competência da Vara de Precatórias Cíveis e da Vara de Precatórias Criminais ( ação penal privada ) Carta de Ordem.2.3.3.36 838.009.969.3 1.27 GRUPO 3 – processo de competência da Vara de Sucessões Valor Inestimável DE ATÉ 0.5 1.57 29.587.396.946.3.969.08 6.870.870.587.969.57 29.1.8 1.969.08 2.3 1.16 2.7 1.96 419.4 1.009.25 195.9 1.966.4 1.2 1.2.50 57.1.587.587.Carta Rogatória e Carta Precatória 57.009.00 20.25 195.587.027.7 1.087.90 83.027.16 838.5 1.212.1.4.00 20.2 1.95 195.63 838.96 419.8 1.2.1.3 1.56 31.3.212.049.212.25 195.8 1.842.70 838.3.95 767.65 195.27 419.1. 3º do Provimento Conjunto nº 15/2010) TABELAS DE TAXA JUDICIÁRIA LANÇAMENTO E COBRANÇA DA TAXA JUDICIÁRIA Valor da Causa (R$) Valor da Taxa (R$) Primeira Instância GRUPO 1 – processo de competência da Vara Cível.396.84 83.6 1.049. da Vara de Conflitos Agrários e dos Juizados Especiais DE ATÉ 0.212.26 Pedido de Alvará Acima de 49.53 419.24 83.870.39 171.97 GRUPO 2 .1 1.08 3.1.4 1.processo de competência da Vara de Família.1 1.894.98 Acima de 1.78 195.2 1.1 1.40 83.966.027.2.966.855.009.24 363.40 83.587.7 1.35 1.969.95 485.966.08 4.35 419.3.97 DE ATÉ 0.97 GRUPO 5 .95 229.396.027.96 419.1 1.2.2.1.212.78 1.009.63 2.396.40 83.2.67 Acima de 1.9 1.90 485.396.4.36 838.2.870.2.009.67 3.3.027.9 1.64 1.623.10 1.99 101.5 1.39 101.95 29.64 1.870.35 1.99 20.56 57.3.4 1.92 29.969.36 838.1.493.027.6 1.99 31.39 29. da Vara de Fazenda Pública.6 1.97 Cível Carta Precatória Criminal 57.08 Item 1 1. da Vara de Falência e Concordata (habilitação) e da Vara de Registros Públicos Valor Inestimável 57.946.3.870.00 20.24 229.1 1.Anexo II (a que se refere o art.63 1.1.977.5 31.

1.98 127.40 2.7 2.6.2 1.57 2.7.311.1.98 127.3 20.6.95 195.Mandado de Segurança e Ação Cautelar 2.92 29.870.587.96 419.969.009.35 838.870.396.87 607.84 1.00 20.64 1.27 419.966.65 195.587.24 195.36 1.801.5.96 71.00 20.212.1.966.3 1.98 Acima de 1.73 1. Ação Direta de Inconstitucionalidade Valor Inestimável 57.98 ATÉ 20.587.7 419.009.70 838.2 0.6 1.682.009.6.Processo Cautelar e Procedimento de Jurisdição Voluntária Valor Inestimável DE ATÉ 0.870.1.5 83.2 0.7.97 39.212.87 607.1 2.98 ATÉ 20.40 83.1.3 2.7.1.212.969.36 838.08 1.6.9 39.3 1.009.4 29.870.027.2 1.00 2.95 39.57 29.63 1.1.6 1.1.7 GRUPO 7 .969.870.5.2 Segundo impetrante e seguintes (cada impetrante) 2 2.4 29.966.009.7.027.969.64 1.587.6.39 29.08 Acima de 1.41 2.6.5.1 Primeiro impetrante 1.73 .027.25 39.6 2.318.97 20.96 419.63 838.1.96 3.41 2.8 838.1 Valor Inestimável DE 2.8 2.1.6.96 1.587.25 195.39 83.009.1 Primeiro impetrante 2.9 Ações criminais Privadas Crime cominado com pena de reclusão Quaisquer outros feitos de natureza criminal GRUPO 6 .95 419.969.00 1.96 3.94 287.396.1.7.5 2.24 363.587.1 1.2.009.7.2.396.39 171.6.73 1.966.396.97 DE ATÉ 0.318.587.1.801.1.894.5 83.Mandado de Segurança 1.26 2.87 607.56 29.34 4.5 1.34 4.212.35 419.623.56 57.2.25 195. Ação de Competência Originária.1.1.Ação Rescisória.966.396.009.7.1.84 19.7.40 83.57 29.39 83.25 1.870.870.94 287.1.7.027.966.966.95 91.63 2.57 1.56 20.2.2.1.36 838.1.1.64 1.98 39.969.212.24 195.56 29.9 Acima de 1.3 20.6.870.493.027.4 1.2 GRUPO 2 .98 127.6 195.396.08 4.682.8 1.1.40 1.1 1.1 Valor Inestimável DE 1.027.35 1.1.08 6.212.7.311.08 39.2.7 1.7.1.24 83.966.087.2 2.08 121.84 83.99 Segunda Instância GRUPO 1.4 2.94 287.95 767.1.1 2.

97 51.587.35 838.5 GRUPO 3 .396.2.1 2.84 19.318.36 2.2.4 2.08 1. que os valores supramencionados não foram recolhidos pela parte devedora.969.3.3.212. O referido é verdade e dou fé.311. também.64 2. de 26 de abril de 2010.396. 40 deste Provimento Conjunto) CERTIDÃO CUSTAS E DEMAIS DESPESAS PROCESSUAIS FINAIS NÃO RECOLHIDAS POR PESSOA NATURAL / PESSOA JURÍDICA Dados do responsável pelas informações SECRETARIA: ESCRIVÃO: Dados do devedor Devedor (a): CPF / CNPJ: Endereço (completo): Dados do processo Número: Ação: Data da Distribuição: Outras Partes: Discriminação dos valores Custas R$__________ Taxa Judiciária R$__________ Reembolso ao TJMG R$__________ Valor Total R$__________ Certifico.1.7 419.969.08 1. _____ de ____________ de ________ Assinatura do(a) Escrivão(ã) Judicial .3.3. na conformidade do Provimento Conjunto nº 15.96 2.1.9 Acima de 2.2. a que se refere o §2º do art.Feitos Cíveis e Feitos Criminais Suspensão Liminar Suspensão de Tutela Antecipada Interpelação Notificação Judicial Ação Penal 419. ____________.6 195.97 75.212.027.34 4.8 838.2 Segundo impetrante e seguintes (cada impetrante) 2.41 2.1.682.3 2.801.98 Anexo III (Modelo de Certidão.1.2 2.2.027. que o processo se encontra devidamente arquivado na Secretaria deste Juízo. Certifico.97 75.63 1.97 75.3 2.2.99 75.2.3.96 3.

nome e endereço completos do responsável pelo pagamento das despesas processuais decorrentes do cumprimento da carta rogatória no país destinatário. solicitando os dados básicos à efetivação das medidas judiciais no Juízo Rogado.º São requisitos da Carta Rogatória: I . a fim de que sejam remetidas pela Presidência do Tribunal ao órgão competente para enviá-las aos países de destinatários. por magistrados da 1. RESOLVEM: Art.a indicação dos juízos rogante e rogado. a fim de serem cumpridas nos Países de destino. artigos 783 a 786 do Código do Processo Penal. se possível. CONSIDERANDO a necessidade de evitar-se que o Ministério das Relações Exteriores restitua as Cartas Rogatórias ao Ministério da Justiça.ª Instância. CONSIDERANDO o elevado número de cartas rogatórias encaminhadas. IX . VI – o nome e endereço completos da pessoa a ser citada. sua qualificação.PROVIMENTO CONJUNTO Nº 14/2010 Provê normas para o processamento de cartas rogatórias ativas. II . pelo respectivo juiz. e VIII . IV . data de nascimento. conseqüentemente. com vistas a unificar e conferir celeridade ao instrumento rogatório. intimada ou inquirida na jurisdição do juízo rogado. Tratados e Acordos Internacionais firmados pela República Federativa do Brasil com Países estrangeiros.a descrição detalhada da medida solicitada. e. Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais.o endereço do juízo rogante. CONSIDERANDO que as cartas rogatórias serão. 1. salvo as extraídas das ações: . O Desembargador Sérgio Antônio de Resende. III .o inteiro teor da petição. bem como as Convenções. VII – o encerramento com a assinatura do juiz. notificada. que as mesmas sejam devolvidas aos Juízes Rogantes.qualquer outra informação que possa ser de utilidade ao juízo rogado para os efeitos de facilitar o cumprimento da carta rogatória. sobre comunicação de Cartas Rogatórias. V . lugar de nascimento e o número do passaporte. CONSIDERANDO que não se insere nas competências institucionais dos Tribunais de Justiça Estaduais exercer qualquer função jurisdicional ou administrativa nas cartas rogatórias originadas de autoridades brasileiras. do despacho judicial e do instrumento do mandato conferido ao advogado.as finalidades para as quais as medidas são solicitadas. por falta de elementos essenciais e. no uso de suas atribuições legais. Portaria n. CONSIDERANDO o disposto nos artigos 202 e seguintes do Código de Processo Civil.º 26/90 do Ministério das Relações Exteriores. especialmente o nome da genitora.quando cabível. às autoridades estrangeiras competentes. mensalmente. Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e o Desembargador Célio César Paduani. remetidas ao Ministro da Justiça. CONSIDERANDO a necessidade de se abreviar a formalização das Cartas Rogatórias para sua transmissão ao Ministério das Relações Exteriores. a fim de ser pedido o seu cumprimento. por via diplomática.

caso se trate de matéria penal. 5. incisos I a VII. 3. f) as duas cópias dos originais da carta rogatória. Art. 56.Estatuto da Criança e do Adolescente). quando se tratar de matéria penal e de 180 dias. as cartas rogatórias deverão ainda incluir: a) texto dos quesitos a serem formulados pelo juízo rogado.a) que tramitam sob os auspícios da justiça gratuita. ficando cópia nos autos do processo. quando existente. Parágrafo único.069. (a) Desembargador SÉRGIO ANTÔNIO DE RESENDE Presidente (a Desembargador CÉLIO CÉSAR PADUANI Corregedor-Geral de Justiça Disponibilizado no Diário do Judiciário Eletrônico em 29 de março de 2010 . §§ 1º e 2º. e g) as outras peças consideradas indispensáveis pelo juízo rogante. e 148. c) os documentos instrutórios. promulgada no Brasil pelo Decreto nº. de 13 de junho de 1990 . ou observar-se-á a regra fixada em convenção internacional. b) a denúncia ou queixa. b) de prestação de alimentos no exterior. e) o original da tradução oficial ou juramentada da carta rogatória e dos documentos que a instruem. conforme a natureza da ação. Art. Belo Horizonte. Quando o objeto da carta rogatória for exame pericial sobre documento. a contar da remessa da carta rogatória à Autoridade Central. 4º. c) da competência da justiça da infância e da juventude (artigos 141. este deverá ser remetido em original.826. 2. quando se tratar de matéria civil. quando se tratar de matéria civil. Parágrafo único. letras “a” a “h”.478 de 25 de julho de 1968). parágrafo único. que. 8. proceda à remessa do instrumento rogatório às missões diplomáticas brasileiras situadas no exterior. da tradução e dos documentos que os acompanham. 23 de março de 2010. por sua vez. de 2 de setembro de 1965 (vide artigo 26 da Lei nº. b) designação de audiência. encaminhá-las-á ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil. d) o despacho judicial que ordene sua expedição. da Lei nº. para os países vinculados à Convenção de Nova Iorque. Este Provimento-Conjunto entra em vigor na data de sua publicação. Para interrogatório de réu ou oitiva de testemunha.º As cartas rogatórias ativas deverão ser dirigidas pelos próprios magistrados ao Ministro da Justiça.º São documentos que acompanham as cartas rogatórias: a) a petição inicial. Art. então. com antecedência mínima de 90 dias. para que o Itamaraty.

passam a vigorar com a seguinte redação: "Art. para utilização no ato de reconhecimento de firma. b) selo com a identificação "ISENTO'' . no Decreto nº 40.selo com a identificação "RECONHECIMENTO DE FIRMA''.cinza. para utilização no ato de autenticação de cópias. preservar a segurança dos atos notariais e de registro. de 15/01/02..azul. Considerando o disposto na Lei nº 12.Nas requisições deverão ser discriminadas as características dos selos de fiscalização.976. 3º O SELO DE FISCALIZAÇÃO será confeccionado nos modelos discriminados neste artigo. III . a saber: I . na Resolução nº 383. o § 4º do artigo 6º e o inciso IV do artigo 8º do Provimento Conjunto nº 001. 4.PROVIMENTO-CONJUNTO Nº 2/2004 O Desembargador MÁRCIO ANTÔNIO ABREU CORRÊA DE MARINS. 3.438.) § 4º . proteger os interesses dos usuários dos serviços notariais e de registro.vermelha. possuirá elementos de segurança que impeçam a sua adulteração ou falsificação e as características e especificações seguintes: I . . destinado à fiscalização judiciária da prática dos atos notariais e de registro e da contagem.roxa. f) selo com a identificação "RECONHECIMENTO DE FIRMA'' . distribuição e utilização do SELO DE FISCALIZAÇÃO. complementando a fiscalização permanente e direta exercida pelos Juízes de Direito Diretores do Foro e pela Corregedoria Geral de Justiça. e o Desembargador ISALINO LISBÔA. evitando falsificações e fraudes. servir como instrumento de fiscalização indireta da prática dos atos notariais e de registro. e) selo com a identificação "CERTIDÃO'' . c) selo com a identificação "ARQUIVAMENTO'' . d) selo com a identificação"AUTENTICAÇÃO'' .. Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais.marrom. com a redação dada pela Lei nº 13. 6º (. Provêem: Art.. de 15/01/02..selo com a identificação "AUTENTICAÇÃO''. para utilização no ato de expedição de certidão. do erário público e dos contribuintes. cobrança e pagamento de emolumentos''. 2. de 30/12/99.selo com a identificação "CERTIDÃO''.verde. II .'' "Art. Considerando a necessidade de aprimorar a utilização dos selos de fiscalização judiciária em face dos seus objetivos precípuos de: 1. de uso obrigatório pelos tabeliães e oficiais de registro.selo com a identificação "ARQUIVAMENTO''. que "Provê normas para a aquisição. de 28/03/00.727. e no Provimento Conjunto nº 001. IV .características e cores predominantes: a) selo "PADRÃO'' . no uso de suas atribuições legais. 1º O "caput'' e o inciso I do artigo 3º. propiciar um controle estatístico dos atos notariais e de registro praticados nos serviços notariais e de registro do Estado de Minas Gerais. Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. de 12/12/01. de 30/12/97. para utilização no ato de arquivamento..

. em face das alterações ora introduzidas no Provimento Conjunto nº 001.'' "Art. (a) Desembargador Márcio Antônio Abreu Corrêa de Marins. Presidente do Tribunal de Justiça (a)Desembargador Isalino Lisbôa. preferencialmente.''. nos termos dos incisos I a VI do § 4º do art. Art. na parte do documento onde estiver lançada a assinatura do notário ou registrador. 3º Este Provimento Conjunto entrará em vigor no dia 1º de outubro de 2004. Registre-se. de 15/01/02.V . para utilização nos atos gratuitos previstos em lei ou praticados por determinação judicial.selo "PADRÃO''. 6º deste Provimento Conjunto.. Belo Horizonte. editará e publicará ato administrativo cuidando das regras específicas a respeito da requisição. e em consonância com o disposto em seu artigo 17. distribuição e utilização dos selos de fiscalização judiciária da prática dos atos notariais e de registro.selo com a identificação "ISENTO''. 2º A Corregedoria Geral de Justiça..) IV . Art. Corregedor-Geral de Justiça publicado no Diário do Judiciário em 19 de agosto de 2004 . 8º (. Publique-se. Cumpra-se. 17 de agosto de 2004. para utilização nos demais atos notariais e de registro sujeitos à cobrança de emolumentos.. o correspondente selo de fiscalização que será afixado.cada ato notarial ou de registro receberá.. VI .

relacionar a arma ou o bem apreendido.lançar os dados acerca da arma e bens apreendidos no Sistema e anotar a apreensão na contracapa dos autos (modelo 1). manifestada pelo seu Alto Comando. além de desprestígio do Poder Judiciário. Resolvem: Art. procedimentos ou processos criminais. Procurador-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais. bens e instrumentos de crime apreendidos em inquéritos policiais. munições. a postura da Polícia Militar de Minas Gerais. conforme estabelecido neste Provimento. procedimento ou processo criminal que contenha arma ou bem apreendido. e o Dr. em 02 (duas) vias. furtos e roubos. caberá ao Escrivão Judicial. o Escrivão preencherá formulário próprio (modelo 3) em que constem as anotações do inciso II deste artigo. c) especificação pormenorizada do objeto. ao recolhimento e à remessa de armas de fogo e munições oriundas de inquéritos policiais. II . que anuiu em proceder. processos ou procedimentos criminais e dá outras providências. eventuais acidentes. e) número do registro no depósito forense. 1º . Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais. logo após. anexando uma nos autos e . inclusive. procedimentos ou processos criminais para o Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 4ª Divisão do Exército (SFPC/4 ou SFPC/Gu). d) data do recebimento do objeto. as seguintes providências para a guarda ou depósito da arma ou do bem apreendido: a) na Capital e nas demais comarcas onde exista. 2º . III . 3º do mesmo diploma legal. bem como o disposto no art. Considerando a dificuldade de aplicação dos artigos 122. ressalvados os casos previstos na legislação específica. no uso de suas atribuições legais e Considerando a possibilidade de deterioração de bens constritados judicialmente. com as seguintes anotações: a) número do inquérito policial. munições. nas comarcas do Estado.PROVIMENTO-CONJUNTO Nº 1/2003 Dispõe sobre a destinação de armas.Nas comarcas informatizadas pelo Sistema SISCOM/TJ. Nedens Ulisses Freire Vieira. que adotarão as medidas necessárias para sua conservação e guarda. ainda. f) destinação.As armas. setor apropriado para o depósito e guarda de armas e objetos apreendidos. Considerando. bens e demais instrumentos do crime apreendidos em inquéritos policiais.adotar. b) nome do autor do delito. procedimento ou processo criminal. na Administração do Fórum. ao receber inquérito policial. agir da forma seguinte: I . Considerando que os prédios dos Fóruns e dos Juizados Especiais Criminais carecem de espaço físico adequado para a guarda dos referidos bens. são da responsabilidade do Juízo Criminal e da respectiva Secretaria. com prejuízo às partes. data e assinatura do servidor. gerando sua desvalorização e onerando a respectiva guarda. O Desembargador Isalino Lisbôa. havendo que se prevenirem. Art. em livro próprio (modelo 2). 123 e 124 do Código de Processo Penal.

Parágrafo único . 8º . III . leilão ou . ressalvadas as hipóteses previstas no art.Não contando a comarca com o SISCOM/TJ. 5º . sob pena de responsabilidade administrativa e criminal. no prazo de 90 (noventa) dias a contar da data da publicação deste Provimento. cabendo ao Escrivão Judicial. devendo uma delas ser arquivada na Secretaria do Juízo. a outra na Direção do Foro e a última encaminhada ao serviço próprio da 4ª Divisão do Exército. em pasta própria a ser anexada.os Juízes de Direito requisitarão às unidades regionais da Polícia Militar providências para o recolhimento e remessa das armas de fogo e munições apreendidas à 4ª Divisão do Exército. 6º . preencherá o formulário próprio (modelo 5). excetuadas aquelas relativas a processo de competência do Tribunal do Júri. o Escrivão anexará ao objeto etiqueta descritiva (modelo 4) e. ao qual caberá anexar ao objeto etiqueta descritiva (modelo 4). procedimento ou processo criminal. conforme o disposto nos incisos I e II deste artigo . no relatório da Correição Anual Ordinária obrigatória. Art. serão recolhidas à 4ª Divisão do Exército. promover os autos ao Juízo para as providências cabíveis.Procedida pelo Juízo a destinação das armas e bens apreendidos. observadas as seguintes formalidades: I . e anotará na contracapa dos autos. após a elaboração do laudo pericial respectivo. após preencher o formulário referido na alínea anterior (modelo 3). 7º . 14 deste Provimento e aquelas previstas em legislação especial de âmbito federal não poderão ser cedidas. o Escrivão Judicial lançará o dado no Sistema SISCOM/TJ. por empréstimo ou a outro título. 3º .remetendo a outra para o setor pertinente da Administração do Fórum.a entrega das armas e munições será precedida da elaboração de documento (modelo 6).Os Escrivães Criminais.O Inquérito Policial. o formulário será preenchido em 2 (duas) vias. o Escrivão relacionará a arma ou bem apreendido em livro próprio. em 03 (três) vias. anexando a primeira via aos autos e arquivando a segunda no setor próprio da Administração do Fórum. Art. que não comportarem restituição. Art. adotarão as providências determinadas relativamente aos processos findos e em andamento nas respectivas Secretarias. que se encarregará de sua destinação. anexará ao objeto etiqueta descritiva ( modelo 4) . a qualquer pessoa. oportunamente. a ser preenchido pelo Escrivão Judicial. se for o caso. não sendo caso de aplicação do disposto no artigo anterior. ou pelo Administrador de Fórum. b) nas comarcas onde não houver Administrador do Fórum.Nas comarcas ainda não informatizadas pelo Sistema SISCOM/TJ. Art. as armas de fogo e munições. inutilização. Art. anotará no livro próprio e na contracapa dos autos. sob pena de responsabilidade funcional. expedidas pelo Comando da 4ª RM do Exército.Transitada em julgado a sentença final. munições e demais instrumentos do crime apreendidos em inquérito policial. anexando a primeira via aos autos e arquivando a segunda na Secretaria do Juízo. 4º . preencherá o formulário próprio em 02 (duas) vias (modelo 3). oportunamente. anexando a primeira aos autos e arquivando a segunda na Secretaria do Juízo. procedimento ou processo criminal não poderão ser arquivados enquanto não for dada efetiva destinação à arma ou ao bem apreendido. II . em duas vias.As armas de fogo apreendidas que não tenham registro e/ou autorização de porte. Art. em pasta própria a ser anexada.o atendimento dessas requisições levará em consideração as normas operacionais da Polícia Militar e as normas regionais sobre fiscalização de produtos controlados. no relatório da Correição Anual Ordinária obrigatória. Parágrafo único .As armas. arquivará a segunda via na Secretaria do Juízo. a órgão público ou entidade particular.

10 . desde que nenhum interessado requeira a restituição dos mesmos. poderão ser doados a órgãos públicos ou entidades privadas. no prazo de 90 (noventa) dias. o Juízo providenciará a sua doação mediante termo próprio nos autos.tratando-se de bens perecíveis ou facilmente deterioráveis. no prazo de 05 (cinco) dias. procedimento ou processo autorizará a destruição. ouvido previamente o representante do Ministério Público.MG. observadas as formalidades do artigo anterior. Art. Art. II . poderão ser destruídos ou doados a Órgãos Públicos ou entidades privadas.As armas brancas e assemelhados.escoado o prazo previsto no inciso anterior. para a adoção das providências cabíveis. não havendo arrematante. procedimento ou processo correspondente. os bens móveis apreendidos que tenham valor diminuto. atendida a legislação pertinente. de caráter assistencial e sem fins lucrativos. contados da data da apreensão. lavrando-se o competente termo nos autos. enviá-lo ao Juízo. lavrando-se termo circunstanciado para juntada ao inquérito policial. Art. Parágrafo único .recolhimento a museu criminal. 11 . os bens terão a destinação prevista nos artigos 9º e 10º deste Provimento. ouvido previamente o representante do Ministério Público. ou ao Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados de Guarnição (SFPC/Gu). deverão ser encaminhadas. não havendo interesse de qualquer instituição em receber em doação os bens ali referidos. após emissão de despacho autorizativo da autoridade judicial competente. poderá ser dispensada a formalidade prevista no inciso I deste artigo. mediante ofício.os objetos e instrumentos de crime cujo fabrico seja considerado ilícito pela legislação própria deverão ser destruídos. III . desde que decorrido mais de um ano da apreensão do bem sem manifestação de possíveis interessados. Parágrafo único: Se for negativo o leilão. com prazo de 30 (trinta) dias. observadas as seguintes condições: I . depositando-se o valor apurado em conta bancária à disposição do Juízo. fica dispensada a expedição do edital mencionado no inciso I deste artigo.Caberá ao Escrivão Judicial informar ao setor responsável pela guarda das armas a situação descrita no caput deste artigo. proceder à destruição dos mesmos. cabendo ao representante do Ministério Público fiscalizar a realização do referido ato. previamente cadastradas e preferencialmente reconhecidas como de utilidade pública. não havendo interesse na restituição do bem. desde que não mais interessem ao inquérito policial. estando os bens depositados em unidade policial. deverá o mesmo ser repetido por mais uma vez e.nas hipóteses de processos atualmente em andamento ou naqueles já findos. o Juízo ordenará a expedição de Edital.ouvido previamente o representante do Ministério Público. §2º .Na hipótese prevista no artigo anterior. até o julgamento final do processo. devendo o representante do Ministério Público fiscalizar a realização do ato e a Autoridade Policial. após a lavratura do competente auto circunstanciado. . assim considerados aqueles de valor igual ou inferior a 01 (um) salário mínimo e desde que dispensáveis à instrução e julgamento de processos criminais ainda pendentes. Parágrafo único . ouvido o representante do Ministério Público. existente em várias Comarcas do Estado de Minas Gerais.Os bens móveis apreendidos que ultrapassarem o valor de 01 (um) salário mínimo. 12 . procedimento ou processo criminal. deverão ser leiloados. poderá o Juízo.na hipótese do parágrafo anterior. o Juiz responsável pelo inquérito policial.Ressalvadas as hipóteses previstas na legislação específica. bem como os instrumentos do crime que tenham valor diminuto e. Art. ao Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 4ª Divisão do Exército (SFPC 4). 9º . para que eventuais interessados ou lesados possam requerer a restituição dos bens que lhes pertencerem. §1º . sediada em Juiz de Fora .

o Juízo poderá colocá-los em depósito para uso de Órgãos públicos ou entidades privadas. 13 . a respectiva unidade do Exército Brasileiro. Cumpra-se. especificando a unidade setorial da respectiva Polícia que receberá as mesmas. para viabilizar e agilizar a cessão de armas de fogo às Polícias Civil. Belo Horizonte. em sentença transitada em julgado. 04 de agosto de 2003. Militar e Federal. Registre-se. serão alienados na forma da lei.Este Provimento revoga as disposições em contrário. sendo concretizada a cessão de armas. os bens imóveis apreendidos que forem declarados perdidos. 15 . sediada neste Estado. Art. 14 . Parágrafo único: Ouvido previamente o representante do Ministério Público. Parágrafo único: Na hipótese prevista no caput deste artigo. especialmente o Provimento nº 11/97. Art. Publique-se. (a)Desembargador Isalino Lisbôa Corregedor-Geral de Justiça (a)Nedens Ulisses Freire Vieira Procurador-Geral de Justiça publicado no Diário do Judiciário em 18 de agosto de 2003 . visando à conservação dos bens imóveis.Art.Sendo firmado convênio entre o Estado de Minas Gerais e a 4ª Divisão do Exército.Ressalvadas as hipóteses previstas na legislação específica. comunicará a autorização ao Juízo competente para fins de liberação de tais armas. serão observadas as disposições do aludido convênio. entrando em vigor na data de sua publicação.

distribuição e utilização do SELO DE FISCALIZAÇÃO. de 30. Corregedor-Geral de Justiça.00.727. obrigatoriamente. DO SELO DE FISCALIZAÇÃO Art. destinado à fiscalização judiciária da prática dos atos notariais e de registro e da contagem. 3º O SELO DE FISCALIZAÇÃO será confeccionado nos modelos discriminados neste artigo.534.99.12.97.976. Art. de uso obrigatório pelos tabeliães e oficiais de registro. 1º . b) selo com a identificação "ISENTO'' .2001. c) selo com a identificação "ARQUIVAMENTO'' .12. §§ 1º a 3º. 2º .12.cinza. de 28.727. com a utilização do SELO DE FISCALIZAÇÃO. 3º e inciso I com redação determinada pelo Provimento Conjunto n. distribuição e utilização do SELO DE FISCALIZAÇÃO judiciária da prática dos atos notariais e de registro e da contagem. possuirá a cor .12. destinado à fiscalização judiciária da prática dos atos notariais e de registro e da contagem.A prática de atos notariais e de registro no Estado de Minas Gerais. de 30. CONSIDERANDO que a Lei Estadual nº 12. que deverá ser utilizado nos atos sujeitos à gratuidade estipulada pela Lei Federal nº 9. na Resolução nº 383.características e cores predominantes: a) selo "PADRÃO'' . com a redação dada pela Lei nº 13.roxa. de 10.verde. e nas normas estabelecidas neste Provimento. em seu artigo 26. consoante o disposto no § 3º do artigo 26 da referida legislação.A aquisição. da egrégia Corte Superior do Tribunal de Justiça.99.438.01. O Desembargador GUDESTEU BIBER SAMPAIO.12.03.12. no uso de suas atribuições e competências legais. d) selo com a identificação"AUTENTICAÇÃO'' . "será regulamentada pela Corregedoria Geral de Justiça''.O SELO DE FISCALIZAÇÃO com a identificação "isento''. cobrança e pagamento de emolumentos.azul. de uso obrigatório pelos tabeliães e oficiais de registro.PROVIMENTO-CONJUNTO Nº 1/2002 Provê normas para a aquisição. CONSIDERANDO que a Resolução nº 383. Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e o Desembargador MURILO JOSÉ PEREIRA.438. (Art. e) selo com a identificação "CERTIDÃO'' . e CONSIDERANDO que a superintendência geral dos serviços da Secretaria do Tribunal compete ao Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. cobrança e pagamento de emolumentos. obedecerão ao disposto na Lei Estadual nº 12. PROVÊEM: Art. com a redação dada pela Lei nº 13. instituiu selo de fiscalização. cobrança e pagamento de emolumentos. de 12.97.97. possuirá elementos de segurança que impeçam a sua adulteração ou falsificação e as características e especificações seguintes: I . a partir de 02 de abril de 2002. CONSIDERANDO que a utilização do selo de fiscalização. será realizada. no Decreto nº 40. de 30. estabeleceu normas gerais para a Corregedoria-Geral de Justiça expedir Provimento para disciplinar a utilização do selo de fiscalização e controlar a sua aquisição e distribuição aos serviços notariais e de registro do Estado de Minas Gerais. f) selo com a identificação "RECONHECIMENTO DE FIRMA'' . de 30.marrom.º 002/2004) Parágrafo único .vermelha.12. de 12.

. diretamente à empresa contratada pelo Tribunal de Justiça. poderá ser requisitado um lote de 100 (cem) unidades de selos de fiscalização. hipótese em que os ônus das despesas de transporte e distribuição constituirão encargos do requisitante.Nas requisições emergenciais os selos serão entregues diretamente nas dependências da respectiva serventia. que devem ser utilizados nos atos sujeitos à gratuidade. DA AQUISIÇÃO. III .selo com a identificação "RECONHECIMENTO DE FIRMA''. 6º . distribuição e entrega. para utilização no ato de reconhecimento de firma.Não poderá ser efetuada mais de uma requisição mensal de selos de fiscalização. incluindo a confecção. em quantidade compatível com a demanda de atos praticados pelo respectivo serviço notarial ou de registro e em periodicidade não inferior a um mês. em até 4 (quatro) dias úteis. Art. 7º . 6º com redação determinada pelo Provimento Conjunto n. será contratada pelo Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais e custeada com os valores cobrados a título de fiscalização judiciária da prática de atos notariais e de registro. contados da data do recebimento da requisição pela empresa contratada. serão requisitados nos moldes dos §§ 1º a 4º deste artigo.Nas requisições deverão ser discriminadas as características dos selos de fiscalização. para utilização no ato de autenticação de cópias.º 002/2004) § 5º . DISTRIBUIÇÃO E ENTREGA DOS SELOS DE FISCALIZAÇÃO Art. VI . (§4º do art. deverão ser observados valores múltiplos de 500 (quinhentos). especificações e os elementos de segurança elencados nos incisos deste artigo. REQUISIÇÃO.A distribuição dos SELOS DE FISCALIZAÇÃO será realizada em até 7 (sete) dias úteis. § 4º . § 2º . conforme tabela de valores apresentada pela empresa contratada. Art. na primeira requisição ou uma vez por ano. devidamente cadastrados junto à Corregedoria Geral de Justiça. 5º . para utilização nos atos gratuitos previstos em lei ou praticados por determinação judicial. II . para utilização no ato de arquivamento. § 3º .A aquisição dos SELOS DE FISCALIZAÇÃO.Nas requisições em quantidade superior a 500 (quinhentas) unidades de selos. Art.selo com a identificação "CERTIDÃO''. IV .selo "PADRÃO''.selo com a identificação "AUTENTICAÇÃO''.Os selos de fiscalização com a identificação ``isento''. a saber: I .predominante vermelha e as mesmas características. constituindo ônus do requisitante as despesas com o transporte e a distribuição. contados da data do recebimento da requisição pela contratada. tabeliães. para utilização no ato de expedição de certidão. armazenagem. salvo em caso de emergência.selo com a identificação "ISENTO''. § 1º . controle. 4º . e a entrega será feita diretamente nas dependências dos serviços notariais e de registro requisitantes. substitutos legais ou prepostos autorizados/credenciados do respectivo serviço notarial ou de registro. aprovada e divulgada pela Corregedoria Geral de Justiça. V . § 1º . aprovada e divulgada pela Corregedoria Geral de Justiça. não gerando ônus para os notários e registradores.Excepcionalmente.Os SELOS DE FISCALIZAÇÃO deverão ser requisitados em lotes mínimos de 500 (quinhentas) unidades de selos. conforme tabela de valores apresentada pela empresa contratada. para utilização nos demais atos notariais e de registro sujeitos à cobrança de emolumentos. transporte.A requisição dos SELOS DE FISCALIZAÇÃO deverá ser efetuada pelos oficiais de registro.selo com a identificação "ARQUIVAMENTO''.

Os notários.o selo deverá ser utilizado na ordem sequencial da numeração alfa numérica do lote de selos requisitados. com observância dos seguintes procedimentos e regras: I .97. 8º . .º 002/2004) V .§ 2º . na parte do documento onde estiver lançada a assinatura do notário ou registrador. sob a responsabilidade direta do notário. nos termos dos incisos I a VI do § 4º do art.534. II . Art. a troca e a utilização indevida dos selos de fiscalização pelos serviços notariais e de registro constituem infrações disciplinares que sujeitam os oficiais de registro.cada ato notarial ou de registro receberá. de 10. III . Art.10 . repasse ou troca. os lotes recebidos e os selos de fiscalização utilizados. o correspondente selo de fiscalização que será afixado. substitutos legais e prepostos às penalidades administrativas e legais. com modelo de carimbo. VII .o selo deverá ser retirado da folha própria pela borda e afixado de imediato no documento que representa o ato notarial ou de registro praticado.Os SELOS DE FISCALIZAÇÃO deverão ser guardados em local seguro das dependências dos serviços notariais e de registro. a quantidade e numeração dos selos. tabeliães. nos moldes dos incisos anteriores. o recebedor deverá se identificar e lançar recibo no documento correlato. VI .a entrega do primeiro lote de selos de fiscalização será realizada no prazo de até 15 (quinze) dias úteis. 11 . devidamente cadastrados junto à Corregedoria Geral de Justiça. registradores ou substitutos legais deverão adotar livro ou sistema informatizado para controlar as requisições.Os selos de fiscalização deverão ser recebidos pelos oficiais de registro.nos atos sujeitos à gratuidade estipulada pela Lei Federal nº 9. registrador ou substituto legal. § 4º . proibido o seu empréstimo. § 3º . contado da data do recebimento da requisição pela contratada. 9º .o selo de fiscalização afixado no documento deverá ser parcialmente carimbado. 6º deste Provimento Conjunto.Na entrega dos lotes de selos de fiscalização. o selo de fiscalização com a identificação ``isento'' deverá ser afixado no documento que representa o ato praticado. (Inciso IV com redação determinada pelo Provimento Conjunto n.no documento que possuir mais de um ato serão utilizados tantos selos quantos forem os atos praticados. tabeliães. substitutos legais ou prepostos autorizados/credenciados do respectivo serviço notarial ou de registro. utilizado para identificar a especialidade do respectivo serviço notarial ou de registro. que será feita e comprovada mediante documentação contendo a identificação da serventia.no documento que possuir mais de uma folha e constituir-se em um único ato praticado o selo deverá ser afixado na folha onde houver a assinatura do notário ou registrador. em todos os atos praticados pelos serviços notariais e de registro. Parágrafo único . DOS DEVERES COMUNS A TODOS OS SERVIÇOS NOTARIAIS E DE REGISTRO Art.12.O SELO DE FISCALIZAÇÃO é de uso exclusivo do serviço notarial ou de registro requisitante. VIII . preferencialmente.O SELO DE FISCALIZAÇÃO será utilizado. o repasse. inclusive nos atos sujeitos à gratuidade. obrigatoriamente.no documento que possuir mais de uma folha e constituir-se em dois ou mais atos praticados serão utilizados tantos selos quanto o número de atos praticados.o selo de fiscalização é de uso exclusivo do serviço notarial ou de registro requisitante.O empréstimo. IX . DA UTILIZAÇÃO DO SELO DE FISCALIZAÇÃO Art. IV .

pela sua indevida utilização. antes e para os fins das providências do caput deste artigo. Belo Horizonte. através da publicação de atos administrativos no “Diário do Judiciário . de 04.Os selos recebidos pelo requisitante com defeito de fabricação. das normas estabelecidas neste Provimento e das instruções complementares que serão editadas pela Corregedoria Geral de Justiça. em local visível e de fácil acesso.As hipóteses e ocorrências elencadas neste artigo deverão ser anotadas no livro ou sistema informatizado a que se refere o artigo 11 deste Provimento. para publicação da ocorrência e do cancelamento da validade dos selos. registradores. como forma de compensação aos registradores civis das pessoas naturais pela prática dos atos sujeitos à gratuidade estipulada pela Lei Federal nº 9. § 3º .Os selos furtados ou roubados. o detalhamento técnico e as regras específicas a respeito da requisição. civil e penal pela não utilização do selo de fiscalização nos atos notariais ou de registro praticados. dano. extravio. CUMPRA-SE. substitutos legais e seus prepostos serão pessoalmente responsabilizados nas esferas administrativa. dano ou avaria. deverão ter ocorrência policial registrada pelo notário ou registrador.Os cartazes contendo esclarecimentos a respeito do SELO DE FISCALIZAÇÃO deverão ser afixados nas dependências de todos os serviços notariais e de registro do Estado de Minas. tabelião.Os casos omissos. 18 . 16 . o oficial de registro. à Corregedoria Geral de Justiça a quantidade e a numeração do respectivo lote de selos. Art.A fiscalização das normas constantes deste Provimento compete ao Juiz de Direito Diretor do foro. furtados ou roubados sob a sua guarda.Nas hipóteses de avaria. com modelo de carimbo utilizado para identificar a especialidade do respectivo serviço notarial ou de registro. sob a guarda e responsabilidade dos respectivos serviços notariais e de registro. imediatamente. observado o disposto no caput deste artigo. .20 (vinte centavos). Art.O SELO DE FISCALIZAÇÃO afixado no documento deverá ser parcialmente carimbado.Os notários. orientação e esclarecimentos pela Corregedoria Geral de Justiça.12. inutilizados. sem prejuízo da competência da Corregedoria Geral de Justiça. ou substituto legal do serviço notarial ou de registro deverá comunicar. 15 . § 1º . 13 . contados da data do recebimento da devolução dos respectivos selos. 12 . Art.Art. em até 7 (sete) dias úteis. por ato notarial e de registro praticado com cobrança de emolumentos. § 2º . PUBLIQUE-SE. extraviados. § 4º .534. furto ou inutilização do SELO DE FISCALIZAÇÃO. 17 . 15 de janeiro de 2002. pela requisição abusiva ou irregular dos selos e pela inobservância da legislação pertinente. distribuição e utilização do SELO DE FISCALIZAÇÃO serão objeto de deliberação.97. que disciplina o recolhimento e o repasse da importância de R$0. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. defeito. Art. deverão ser devolvidos diretamente à empresa contratada para a sua reposição. de 10. 14 .Ficam convalidadas as disposições da Portaria Conjunta nº 011. danificados.2001.06.Minas Gerais”.Correrão por conta dos notários e registradores os custos dos selos avariados. DA FISCALIZAÇÃO Art.

(a) Desembargador GUDESTEU BIBER SAMPAIO Presidente do Tribunal de Justiça (a) Desembargador MURILO JOSÉ PEREIRA Corregedor-Geral de Justiça publicado no Diário do Judiciário em 22 de janeiro de 2002. com alteração em 09/02/2002 .

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