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APRENDENDO

PRATICAN

f\ Lâm ada
V Mágica
Modu o' Sensor
de Impacto
(Multi-uso )
f\ Super V.U.
VSem Fio))
Dimmer de
Toque com
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Seleção econômica de instrulnentos básicos
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MULTíMETROS DIGITAIS DE BOLSO


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de diodo e de continuidade com alarme. Indicação de bateria fraca e sobre escala.

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• Retenção de leitura • Teste de diodos • Injetor de sinais • Retenção de leitura
Escala manual .4 funções • Precisão: ± 0,75% + 5 dígitos
• • Corrente DC até 10 A

MULTíMETROS ANALÓGICOS PORTÁTEIS

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continuidade comalarme
• 6 funções com teste AM-201 .19 escalas • Proteção por diodo e fusível
de baterias • Proteção a fusível • Escala com espelho • Chave reversora de polaridade
• Proteção a fusível e diodo e diodo .4 funções • Sensibilidade: 20 KQ/V
• 5 funções com teste PreCisão: ± 3% do F.E.
Sensibilidade: 20 KQ/VDC • • Fusível de 250 V •

e 8 Kn/VAC de bateria • Sensibilidade: 2 KQ/V • 6 funções com teste de baterias


• Corrente até 10 A. • Sensibilidade: 2 KQ/VDC • Precisão: ±4% do F.E: • Escala de temperatura

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Sensibilidade: 1 mV/div a 1 Vjdiv.
r--------------------------, Impedância de entrada: 1 MW •
Cadastre sua empresa para receber informações I Voltagem máxima de entrada: 500 Vpp LI)
I • 110/220 V • Leve e compacto • �
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de novos lançamentos, catálogos e promoções.
I Baixo desvio. Medições de sinais com c
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vídeo.Medições X-V __ para diferença
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CEP:____Tel.(DDD):
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I Envie este cupom para Caixa Postal 4861
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.,ii)! -"
1
I AO LEITOR

�aprDm EDITORA
Aqui estamos, em pleno Carnaval, guardando ainda um pouco de "ressaca" (no
bom sentido.. ,) das festividades de Ano Novo, e "atolados" num monte de cartas altamente
incentivadóras, resultantes do fantástico nQ 20 de APE que, pela primeira vez, ofereceu ao
Leitor/Hobbysta un. valioso ENCARTE prático sobre UHF (incluindo a constUção de uma

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ótima antena, mais "uma pá" de dados objetivos e de fácil entendimento, ..).

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Foi uma verdadeira "chuva" de elogios e de pedidos para que continuemos a mos­
trar "especiais" ou encartes do gênero... Podem ficar tranquilos que está nos nossos pIa­
.. nos manter essa nova postura, apresentando, de tempos em tempos, uma "Edição R efor­
llllIliIIill1i!liilim _ .... çada", contendo anexos de alta validade prática (como foi o ES PECIAL UHF ...).
EMARK ELETRÔNICA Com o lançamento (está na boquinha do forno...) da nossa "irmã caçula", a R evista
ABC DA ELETRÔNICA, APE ganha novo e fantástico impulso dentro do Universo Hobbys­
Diretores ta, já que todo aquele que pretenda adquirir conhecimentos também teóricos, em bases
mais sólidas, poderá recorrer à Revista "companheira"... Na verdade, o L eitor assrduo de
Carlos W. Ma.lagoli APE só tem a ganhar, acompanhando tarmém ABC! Essa fantástica dupla (APE e ABC)
Jairo P. Marques ainda "dará muito o que falar', pois se uma constitui a base te6rica da outra, a "outra" é o
Wil son Malagoli suporte prático de "uma", num casamento ou complementação absolutamente harmônicos!
Entre confetes e serpentinas (ainda bem que esse ano o Carnaval "pintou cedo", de
modo que podemos começar 1991 "real" já em fevereiro...) o Hobbysta encontra, na pre­

APRENDENDO& I • sente APE, a costumeira quantidade de projetos e montagens práticas, úteis, fáceis, diver­
tidas e elucidativas: a LÂMPADA MÁGICA para os "começantes", o SUPER V.U. "SEM


FIO" para os que gostam de novidades, a CHAVE ELETRO-MAGNÉTICA SEM FIO e o
CONTROLE REMOTO FOTO-ACIONADO para os hobbystas experimentadores, o MÔ­
DULO SENSOR DE IMPACTO (MULTI-USO) para as aplicações profissionais e, finalmen­
te, o DIMMER DE TOQUE (COM MEMÓRIA) para utilização doméstica! "Para variar, só
tem de tudo", por aqui...
Diretor T écni co A abrangência e a amplitude dos interesses atendidos sempre, aqui em APE, cons-
tituem a "marca registrada" dessa nossa (vossa...) publicação, cujo papel na Imprensa
Bêda Marques Técnica brasileira (e em Irngua portuguesa, no geral...) não há mais como ignorar...

Colaboradores
José A. Sousa (Desenho Técnico)
João Pacheco (quadrinhos)

Publicidade
KAP RON PROPAGANDA LTDA.
(011) 223-2037

Composição
Kaprom

NÚMERO:
FotoHtos da Capa REVISTA Nº 21

NESTE
DELlN
Tel. 35.7515

Fotolitos do Miolo
FOTOTRAÇO LTDA.
7 • "CHAVE" ELETRO-MAGNÉTICA SEM FIO
Impressão 16. LÂMPADA MÁGICA
Editora Parma LIda. 20 • DlMMER DE TOQUE COM MEMÓRIA
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APRENDENDO E PRATICANDO
ELETRÔNICA' É vedada a reprodução total ou parcial de textos, artes ou fotos que compo­
(Kaprom Editora, Distr. e Propagan· nham a presente Edição, sem a autorização expressa dos Editores. Os Projetos
Eletrônicos aqui descritos destinam-se unicamente a aplicações como hobby
da Ltda - Emark Eletrônica Comer­
ou utilização pessoal, sendo proibida a sua comercialização ou industriali­
ciai Ltda.) - Redação, Adm i n istração e zação sem a autorização expressa dos autores ou detentores de eventuais
Publicidade: Rua General Osório, 157 direitos e patentes, A Revista não se responsabiliza pelo mau funcionamento
CEP 01213 - São Paulo - SP. ou não funcionamento das montagens aqui descritas, não se obrigando a
nenhum tipo de assistência técnica aos leitores,
fone: (011)223-2037
5MBof<A �M A.�. (170J2, K'Alê5fs lIf PADRONIZA�ÃO) ... f2SlÀN0UI..-Ae I UM
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Instruções
Gerais para as
Montagens
As pequenas regras e Instruções aqui descritas destinam-se aos principiantes ou hobbystas ainda .
sem muita prática e constituem um verdadeiro MINI-MANUAL DE MONTAGENS, valendo par<a.;:
a realização de todo e qualquer projeto de Eletrdnica (sejam os publicados em A.P.E., sejam os
mostrados em livros ou outras publicações ... ). Sempre que ocorrerem dúvidas, dur ante a montagem
.
de qualquer projeto, recomenda-se ao Leitor consultar as present�s I�struç e�, cUJO caráter Geral e �
.
Permanente faz com que estejam SEMPRE presentes aquI, nas primeiras paginas de todo exemplar
de A.P.E.
dações, contudo, faz com que elas tam­ dúvida, consulte os desenhos da re�ec-< .
OS COMPONENTES bém sejam válidas para eventuais outras tiva montagem, e/ou o "TABELAO".
• Em todos os circuitos, dos mais simples técnicas de montagem (em ponte, em
• Durante as. soldagens, evite sobreaque­
aos mais complexos, existem, basica­ barra, etc.). cer os componentes (que podem danifi­
mente, dois tipos de peças: as POLARI­ • Deve ser sempre utilizado ferro de soldar. car-se pelo calor excessivo desenvolvido
ZADAS e as NÁO POLARIZADAS. Os leve, de ponta fina, e de baixa "watta­ numa soldagem muito demorada). Se
componentes NÃO POLARIZADOS são, gem" (máximo 30 watts). A solda tam­ uma soldagem "não dá certo" nos pri­
na sua grande maioria, RESISTORES e bém deve ser fina, de boa qualidade e meiros 5 segundos, re tire o ferro, espere
CAP ACITORES comuns. Podem ser liga­ de baixo ponto de fusão (tipo 60/40 ou a ligação esfriar e tente novamente, com
dos:. "daqui prá lá ou de lá prá cá", sem 63/37). Antes de iniciar a soldagem, a calma e atenção.
problemas. O único requisito é reconhe­ ponta do ferro deve ser limpa, remo­ .Evite excesso (que pode gerar corrimen­
cer-se previamente o valor (e outros vendo-se qualquer oxidação ou sujeira tos e "curtos") de solda ou falta (que
parâmetros) do componente, para ligá-lo ali acumuladas. Depois de limpa e aque­ pode ocasionar má conexão) desta. Um .
no lugar certo do circuito. O "TABE­ cida, a ponta do ferro deve ser levemente bom ponto de solda deve ficar liso e bri­
LÃO" A.P.E. dá todas as "dicas" para a estanhada (espalhando-se um pouco de lhante ao terminar. Se a solda, após
leitura dos valores e códigos dos _RESIS­ solda sobre ela), o que facilitará o con­ esfriar, mostrar-se rugosa e fosca, isso,.
TORES, CAPACITORES POL}ESTER, tato térmico com os terminais. indica uma conexão mal feita (tanto elé­
CAPACITORES DISCO CERAMICOS, trica quanto mecanicamente).
• As superfícies cobreadas das placas de
etc. Sempre que surgirem dúvidas ou Circuito Impresso devem ser rigorosa­ • Apenas corte os excessos dos terminais
"esqueciIl1entos ", as Instruções do mente limpas (com lixa fina ou palha ou pontas de fios (pelo lado cobreado)
"TABELAO" devem ser consultadas. de aço) antes das soldagens. O cobre após rigorosa conferencia quanto aos
• Os principais componentes dos circuitos deve ficar brilhante, sem qualquer resí­ valores, posições, polaridades, etc., de
são, na maioria das vezes, POLARIZA­ duo de oxidações, sujeiras, gorduras, todas as peças, componentes, ligações
DOS, ou seja . seus terminais, pinos ou etc. (que podem obstar as boas solda­ perifé_ricas (aquelas externas à placa),
"pernas" têm posição certa e única para gens). Notar que depois de limpas as etc. E muito difícil reaproveitar ou COF
serem ligados ao circuito! Entre tais ilhas e pistas cobreadas não devem mais rigir a posição de um componente cujo,s',
componentes, destacam-se os,?IODOS, ser tocadas com os dedos, pois as gor­ terminais já tenham sido cortados.
LEDs, SCRs, TRIACs, TRANSISTORES duras e ácidos contidos na transpiração • A1ENÇÃO às instruções de calibração,
(bipolares, fets, unijunções, etc.), CAPA­ humana (mesmo que as mãos pareçam ajuste e utilização dos projetos. E vite a
CITORES ELETROLITICOS, CIRCUI­ limpas e secas... ) atacam o cobre com utilização de peças com valores ou carac-·
TOS INTEG RADOS, etc. É muito im­ grande rapidez, prejudicando as boas terÍsticas diferentes daquelas indicadas
portante que, antes de se iniciar qualquer soldagens. Os terminais de componentes na LISTA DE PEÇAS. Leia sempre
montagem, o leitor identifique correta­ tam bém devem estar bem limpos (se pre­ TODO o artigo antes de montar ou uti­
mente os "nomes" e posições .relativas ciso, raspe-os com uma lâmina ou esti­ lizar o circuito. Experimentações apenas
dos terminais desses componentes, já que lete, até que o metal fique limpo e bri­ devem ser tentadas por aqueles que já
qualquer inversão na hora das soldagens lhante) para que a solda "pegue" bem.,. têm um razoável conhecimento ou prá­
ocasionará o não funcionamento do cir­ • Verificar sempre se não existem defeitos tica e sempre guiadas pelo bom senso.
cuito, além de eventuais danos ao pró­ no padrão cobreado da placa. Constatada Eventualmente, nos próprios textos de�,
prio componente erroneamente ligado. alguma irregularidade, ela deve ser sana­ critivos existem sugestões para experl".\
O "TABELÃO" mostra a grande maioria da antes de se colocar os componentes mentações. Procure seguir tais sugestões
dos componentes normalmente utiliza-, na placa. Pequenas falhas no cobre se quiser tentar alguma modificação...
dos nas montagens de A.P.E., em suas podem ser facilmente recompostas com .ATENÇÃO às isolações, principalmente
aparências, pinagens e símbolos. Quan­ uma gotinha de solda cuidadosamente nos circuitos ou disp ositivos que traba­
do, em algum circuito publicado, surgir aplicada. Já eventuais "curtos" entre lhem sob tensões e/ou correntes eleva-'
um ou mais componentes cujo ''vi�ual'' ilhas ou pistas, podem ser removidos ras­ das. Quando a utilização exigir conexão
não esteja relacionado no 'TABELAO", pando-se o defeito com uma ferramen ta direta à rede de C.A. domiciliar (l10
as necessárias informações serão forne­ de pon ta afiada. ou 220 volts) DESLIGUE a chave geral
cidas junto ao texto descritivo da respec­ da instalação local antes de p.romove!; •
tiva montagem, ,através de ilustrações
• Coloque todos os componentes na placa
orientando-se sempre pelo "chapeado" essa conexão. Nos dispositivos alimen­
claras e objetivas. tados com pilhas ou baterias, se forem
mostrado junto às instruções de cada
montagem. Atenção aos componentes deixados fora de operação por longos
LIGANDO E SOLDANDO POLARIZADOS e às suas posições rela­ períodos, convém retirar as pilhas ou
• Praticamente todas as montagens aqui tivas (INTEGRADOS, TRANSI�TORESJ baterias, evitando danos por ''vaz.amen:
publkadas são implementadas no sistema DIODOS, CAPACITORES ELETROLI­ to" das pastas químicas (fortemente
de CIRCUITO IMPRESSO, assim as T ICOS, LEDs, SCRs, TRIACs, etc.). corrosivas) contidas no interior dessas
instru�ões a seguir referem-se aos cuida­ fontes de energia).
dos basicos necessários à essa técnica de • Atenção também aos valores das demais
montagem. O caráter geral das recomen- peças (NÃO POLARIZADAS). Qualquer
'TABELÃO A.F? E:
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REStSTO'tES
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ALGARISh40
/ , . ALGAR ISMO 2
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2' ALGARISMO
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3- - .3. - " ' . -- MULTIPLICADOR

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FAIXAS VALOR EM OHMS 'TENSÃO
VALOR EM
OHMS FAIXAS
PICOFARAOS

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PlCOFARAQ5
1.a e 2.­ COOIGO -11- EXEMPLOS

Tle 206 - Tle 216


4,a faixa
TIC2 26 - T e
l 2;,6
faixas 3.a faixa
COR
1 � e 2.-
COOIGO
TOLERÂNCIA seR.
preto o COR faixas 3� faixa 4� faixa 5� faixa

K� J:
1 x 10 1%

rr
marrom
vermelho 2 x 100 2% ATIÔ lOpF ACIMA DE 10pF
preto O 20%
laranja 3 x 1000 3%
marrom 1 x 10
amarelo 4 x 10000 4%
vermelho 2 x 100 250V 8 = O,lOpF F = 1% M = 20%
verde 5 x 100000
6 laranja 3 x 1000
= =
azul x 1000 000
C = 0,25pF G 2% P +100% - 0%
violeta 7 amarelo 4 x 10000 400V
verde x 100000 D = 0,50pF H = 3% S = + 50% - 20% EXEMPLOS
cinza 8 5
Tle 106 - Tle 116
=
branco 9 azul 6 x 1000000 630V F 1pF J = 5% Z = + 80% - 20% TlC 126
ouro x 0,1 5% violeta 7
G = 2pF K = 10%
prata x 0,01 10% cinza 8

�i�� �i:
(sem cor) 20% branc o 9 10%

EXEMPLOS_
EXEMPLOS
EXEMPLOS
MARROM AMARELO VERMELHO

MARROM VE'RMELHO MARROM PRETO VIOLETA VERMELHO


472 K 4,7 KpF (4nF) 10% IN4002
PRETO VERMELHO PRETO LARANJA VERMELHO AMARELO
I N4003
MARROM LARANJA VERDE BRANCO PRETO BRANCO 223 M 22KpF 122nF) 20%
1 N4004
OURO PRATA MARROM VERMELHO AZUL AMARELO 101 J 100 pF 5% IN4007

�c
103 M 10KpF 110nF) 20%
l00n 22 Kn 1 Mn 10KpF 110nF) 4K7pF 14nF) 220KpF 1220nF)


10% 20% 10%
5% 10% 1%
250 V 630 V 400 V

SÉRIE
BC
� TRANSíST'ORES BIPOLARES

- SÉRI
BF
- SÉRIE
TI
B


PNP


4> 4>
C'

C' (Tc
E XE MP LO S �
CHAVE H·H
PN P EXEMPLO EXEMPLOS EXEMPLOS
N PN
NPN PN.
BC�6 BC556 Bf 494 I NPN) NPN PN.
BC&47 BC!5!57 TlP 29 TIP30
80135 80136 T 1 P '1 TlP32
BC�48 BC558
B 0137 B0138 TIP41 TIP 42
BC &49 8 C !559
80139 80140 TIP 49

�2

TUJ POTENCIÔMETRO

We,

=;:J==f1'I[] r---11
CAPACITORES ElETROllTlCOS

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A XIA L RADIAL



CIR CU ITOS
INTEGRAOO!
PUSH - BUT T ON

d VI STO S p",,�
_o. OC:J
CINA - EXEMPLOS
1 2 3 4 5 6 1 e 8


1 2 3 q !5 6 7 g

I 4001-4011- 4013-4093 VIS


- TOS POR CIMA- EXEMPLOS
556- 741- 3140

I I - LM 3915-TOA1<XX>

m
LM380N8 - LN 386 U432�t'LM380-4069-T8AB20 4011-4049- 4060 - UAA 180 lM 3914

DI O D O ZENE R FOTO-TRANSíSTOR .. ,e. ELETRETO _


PILHAS
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� CERÂMICO PLÁSTICO
5
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Aqui são respondidas as cartas dos l eitores, tratando exclusivamente de dúvid�s ou questões quanto
aos projetos publicados em A.P.E. As cartas' serão respondidas por ordem de chegada e de impor­
tância, respeitado o espaço destinado a esta Seção. Também são benvindas cartas com sugestões e
colaboraç?>es (idéias, circuitos, "dicas", etc.) que, dentro do poss(vel, serão publicadas, aqui ou em
outra Se�o espec(fica. O critério de resposta ou publicação, contudo, pertence unicamente à Editora
de A.P.E., resguardado o interesse geral dos leitores e as razões de espaço editorial. Escrevam para:
"Correio Técnico", AlC KAPROM EDITORA, DISTRIBUIDORA E PROPAGANDA LTDA
Rua General Osório, 157 - CEP 01213 - São Paulo - SP

"Um baratinho" (em todos os sentidos ) •.• montagem. Outra coisa que deve se no­ mento e testes do Projeto, levou-se em
o MINI-LABIRINTO ELEFRÔNICC tar é que o "apagamento" normal do consideração que - normalmente - lu­
(APE 15)... Minha tunna tem se divertido LED indicador do MILE não se dá re­ minárias com lâmpadas fluorescentes
muito disputando a "mão firme" uns com pentinamente, já que devido ao próprio trabalham sob "wattagens" bem mais
os outros ... Embora o circuito esteja per­ "desenho" da curva de descarga do ca­ baixas (principalmente na iluminação de
feitamente de acordo com a descrição pacitor, ocorrendo um toque no labirin­ corredores ou áreas de uso coletivo em
contida na Revista, eu queria fazer UI1U1S to o LED acenderá firme e totalmente edíficios de apartamentos... ). Na solução
pequenas modificações e aperfeiçoamen­ por um ou dois segundos para, em se­ do seu problema, recomendamos as se­
tos, e por isso recorro ao CORREIO guida, apresentar um declínio progressi­ guintes experiências: colocar starters
TÉCNICO, na esperança de ser atendi­ vo no seu brilho, por outros 2 ou 3 se­ novos nas luminárias e/ou modificar o
do (sei que a demora é grande, devido gundos, até o "apagamento" total... valor do capacitor de gafe original do
ao número de cartas...): seria poss(vel a TRIAC (1oon no projeto básico da
colocação de um botão de "rea17rUIT', MIPCOB). Tente, inicialmente, valores
que forçasse o apagamento do LED as­ "Trabalho com instalações elétricas re­ de 47n e 2200 ... Detetado o sentido da
sim que fosse desejado (sem ter que es­ sidenciais, comerClOlS e industriais "melhora", volte a modificar o valor,
perar forçosamente os cerca de 5 segun­ (também alarmes, sistemas de segurança até obter um acionamento mais firme
cWs que ele demora para desligar, deva­ e aviso, instalações prediais, etc.) já há das lâmpadas. Em último caso, tente agir
•••
garinho ...) ? Por outro lado, como pos­ bom tempo... Desde que conheci a APE sobre a elevada frequência de cIock (ge­
so aumentar o tempo de indicação do tenho aproveitado muitas das boas rada, no circuito do MIPCOB pelo gafe
LED... ?" - Ricardo S. Meolli - São Pau­ idéias publicadas (algUl1U1S com adap­ do 4093 delimitado pelos pinos 8-9-10 -
lo - SP tações)... Em Eletrônica propriamente eu figo 1 - pág. 12 - APE 15), modificando
não sou perito, mas com as explicações experimentalmente o capacitor original
Obviamente, Ric, o MILE foi desenvol­ dadas na Revista, não tenho encontrado de 2n2, inicialmente dentro da faixa que
vido pensando num mínimo de custo e dificuldades... Uma das montagens que vai de In a 4n7, verificando se a melho­
"c<;>mplexidade zero", como é o espírito· aproveitei em meu serviço foi a MINU­ ra ocorre com a modificação "para me­

fundamental da MINI-MONTAGEM. TERIA PROFISSIONAL (COLEFNA­ nos" ou "para mais" e, em seguida, pro­
Assim, inevitavelmente, também seu BITENSÃO) (APE 15) que já utilizei em curando adequar um valor que mostre o
comportamento e controles são extre­ instalações prediais... Só encontrei um acionamento mais perfeito. Para fmati­
mamente simples e "enxugados"... En­ probleminha: dependendo da potência zar, verifique se as luminárias que pre­

tretanto, as modificações que Você pede das lâmpadas fluorescentes controladas tende controlar, em funcionamento
são perfeitamente possíveis, sem gran­ (com lâmpadas incandescentes tudo normal (acionadas por interruptores)
des gastos ou alterações na placa básica: OX.) parece haver uma certa dificulda­ também não apresentam o mesmo com­
observe a figo A que mostra, nos pontos de na "partida", com as luzes piscando e portamento instável na partida (isso é
marcados com asteríscos, o que Você instabilizando no começo do acionamen­ muito comum em instalações velhas...).
deverá acrescentar ou modificar.O to... Com conjuntos de até 80W (4 x Se isso ocorrer, obviamente que a "cul­
push -button de reset (que fará o LED 20W) tudo bem, porém com luminárias pa" não é da MIPCOB! Tratar-se-á de
apagar imediatamente, colocando o MI­ maiores (4 x 40W), ocorre esse proble­ um defeito inerente à "idade" dos reato-

LE "em prontidão" para o novo "teste ma ... Será uma questão de potência ou res, que devem ser substituídos!
de mão firme" ...) deve ser ligado eletn- . algum outro fator que eu possa aperfei­
camente em para1elo com o capacitor çoar.. . ?" - Tenório de Souza - Belo Ho­ "O MÓDULO AMPLIFICADOR LO­
eletrolítico, de maneira que, ao ser pres­ rizonte - MG. CALIZADO PARA SONORIZAÇÃO
sionado, ocorra a imediata descarga do AMBIENTE (APE 14) mostrou uma fide­
dito capacitor, com o que o transístor Embora os limites de potência da MIP­ lidade e_ potência tão boas gue resolvi
"corta", apagando o LED! O "prolon­ COB sejam suficientemente amplos para usá-lo também como simples amplifica- -
gamento" do aviso luminoso pode ser qualquer aplicação profissional mé­ dor... Constru( um módulo duplo e liguei
conseguido facilmente, pelo simples au­ dia (6ooW em 100V ou 1.2ooW em à sarda de um tape-ded, porém, para
mento do valor do referido capacitor (0- 220V), os limites mais altos referem-se minha surpresa, o desempenho "caiÍl'!
riginalinente 47u) para - por exemplo - unicamente à utilização no controle de A qualidade do som continuou ótima,
100u. O tempo será proporcional, ou iluminação convencional, com lâmpadas mas o volume ficou "lá em baixo" ... On­
mais ou menos 10 segundos, na sua incandescentes. Durante o desenvolvi- de foi que eu errei... ? Terá sido no ca-
BBBBBBBBSBBBBBBBBBBBBBBSgggg
6

sarnento de impedâncias ? É poss{vel


••• tom no MALOSA, introduza a rede num conjunto estéreo), mais do que su­
uma adaptação no sentido descrito ? ••• formada por um capacitor de 47n e um ficiente para audição doméstica!
Outra coisa: nesse uso como amplifica­ potenciômetro de lOK - lin. (ambos
dor "convencionar', senti necessidade marcados com asteriscos dentro de cír­
"Querfamos (eu e colegas ) saber se •••
de um controle de tonalidade (que a culos, na figo B) entre o pino 1 do 2002
••• .
MALOSA não tem ) Será poss{vel a co­ e a linha de "terra" (negativo da alimen­ está nos planos da KAPROM EDrrORA
o lançamento também de Iivrm As Re­ •••
locação também desse controle ?" ••• - tação). Com tais modificações (o layout
Tlrcio Nogueira - Londrina - PRo geral da placa - figs. 2 e 3 - pág. 8 - vistas estão "tão ótimas" que a gente fi­
APE 14, pode ser "aproveitado", sem ca torcendo para surgirem livros, ma­
Realmente, Tércio, o desempenho do grandes problemas ...) Você transfor­ nuais, etc., com o mesmo nfvel..." - Joil­
MALOSA (modéstia à parte ...) é muito mará o MALOSA num excelente e son Neves (e amigos) - Salvador - BA.
bom, desde - obviamente - que seja usa­ completo amplificador para uso geral,
do para o fim descrito no artigo original perfeitamente compatível - por exemplo Embora esse assunto seja da alçada dos
e dentro dos esquemas de ligação pro­ - com o tape deck que tentou "casar" altos (todos eles têm mais de 1,6Om...)
postQs em APE 14! Você mesmo já com o circuito original! Nesse caso es­ executivos da KAPROM,
podemos
identificou onde está o seu erro: no ca­ pecífico, recomendamos que se use, na adiantar que, se depender da Equipe de
A
&amento de impedâncias! rede original alimentação do MALOSA, um trans­ Produção de APE, num futuro bastante
de entrada do MALOSA foi dimensio­ formador com secundário para 12-0-12 próximo os livros inevitavelmente sur­
nad;t: para sinais de baixa impedância e x 2A, com o que a potência fmal ficará girão, lô! Nós também estamos "tor­
alto nível (normalmente encontrado nas na dezena de watts (cerca de 20 watts cendo'� . .. Aguarde .•. .

"saídas para falante" de qualquer equi­


pamento de áudio ...), enquanto Você
tentou ligá-lo numa fonte de sinal com
impedância alta e nível relativamente
baixo! Para um perfeito desempenho,.
Você terá que fazer pequenas alterações
nessa rede de entrada, conforme sugere LABIRINTO
a figo B. Primeiro elimine o resistor ori­ +
ginal de IK (marcado com um asteriscos
- 3v
41K
dentro de um quadradinho, na figo 1 -
pág. 8 - APE 14), simplesmente não o +
100.u
ooIocando na placa. Elimine também o
lev� �
resistor original de 4K7 (marcado com
um a&terisco dentro de um pequeno cír-

®
. culo, na mesma figura mencionada ...),
porém, nesse caso, substituindo-o, na
placa, por um jumpcr (pedaço de fio).
ENT. r;;..----.
Com tais providências, o potenciômetro
original de 100K (volume) ficará prati­
came nte "sozinho" na detenninação da

impedância de entrada do MALOSA,


além do que o nível de atenuação do si­
nal será drasticamente "maneirado". Pa­
ra uma melhor "passagem" de frequên­
10K-LIN.
cias, dentro dessa nova utilização, subs­
(TON.I
titua também o capacitor eletrolítico de
entrada original (l0u) por um de 4u7 @
(asterisco num quadradinho, na figo B).
Finalmente, para inserir um controle de

BB888SB�BBBB8BRRB8BBRSBRBBBB
��:.������������������
� ��
ESQUEMAS AVULSOS - MANUAIS DE SERVIÇO - ESQUEMARIOS

,.,
(para S OM, TELEVISM, VIDEOCAS S ETE, CAMERA, CDP)

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KITS PARA MONTAGEM
Y.
(p/Hobist as, Estudantes e Técn icos)


,.,
CONSERTOS


(M ultímetros, Microf o n es,

FERRAMENTAS PARA ViDEOCASSETE


Galvanômetros)

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Y.
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Rua Aurora nº 174/178 - Sta Ifigênia - CEP 01209 - São Paulo - S P - Fones 222-6748 e 223-1732
·

�������c:c:c:c:c:c:c:c:c:c:c:c:c:�
7

{(Chave" Eletro­
Magnética Sem
Fio

DISPOSITIVO QUE PERMITE (ENTRE OUTRAS APLICAÇÕ ES...) A zado, "pilotagem" por LED e saída
-ABERTURA "PERSONALIZADA" DE PORTAS (INCLUSIVE DE VEícu­ por relê, cujos contatos permitem
LOS) APENAS PELA PESSOA PORTADORA DA "CHAVE" ELETRO­ o comando de cargas "pesadas"
MAGN ÉTICA (UM PEQUENO BASTÃO, PORTÁTIL, ALIMENTADO POR (motores ou solen6ides, no caso de
UMA Ú NICA PILHA PEQUENA E COMANDADA POR PUSH-BUTTON). abertura de portas), sejam elas
CAMPO DE ATUAÇÃ O DA "CHAVE" (CERCA DE 10 A 30 CM.) RES­ normalmente alimentadas por C.C.
INGE A POSSIBILIDADE DE INTERFERÊ NCIAS OU DE ACIONA­ ou C.A.
MENTOS "NÃO AUTORIZADOS". UM SISTEMA DIGNO DA TRIPU­ Enfim, um conjunto prático e
LAçÃO DA "ENTERPRISE", AVANÇADO, ÚTIL, APLICÁVEL E MUI­ avançado, porém de construção
TAS SITUAÇÕ ES E COMANDOS I muito fácil, a um custo muito infe>­
rior ao de qualquer outro dispositi­
Nos filmes de Ficção Cientí­ seguindo" .essa máxima portabili­ vo de semelhante função e apli­
'fica (tipo ".tornadaÍlas Estrelas" e dade que- chegamos à "CHAVE" cação!
que tais ) vemos, com frequência,
.•. ELETRO-MAGNÉTICA SEM AO Embora a idéia básica da qual
o personagem aproximar-se de uma (CHEMASF) cujo acionador pode nasceu a CHEMASF seja a "aber­
porta ou passagem, apertar. um ser acondicionado num pequeno tura automática e personalizada de
botão num minúsculo dispositivo bastão (cerca de 12,0 x 1,8 cm.) le­ portas" (residenciais, em ambientes
no seu pulso, cinto ou portado na ve, fácil de ser transportado pelo de trabalho ou em veículos), nada
mão - e como "milagre" - obter a usuário, num bolso ou preso à cor­ impede que o dispositivo seja adap­
abertura automática da dita porta! rente de um chaveiro convencional! tado (sem nenhuma complicação ) •••

Essa "brincadeira útil" tecnol6gi­ Como o âmbito de atuação é para outros usos, como ligar ou
ca, hoje não é mais um fruto da
_ restrito (para a aplicação básica de­ desligar um sistema de alarme "de
imaginação dos roteiristas e escrito­ sejada), optamos pela praticidade fora" do ambiente ou local protegi­
res, mas pode ser realizada com se­ de . um sistema por indução magné­ do; acessar o uso de máquinas ou
gurança, até por um simples tica, que permitiu a confecção da equipamentos eletro-eletronicos
liobbysta, como VOCÊ, Leitor de dita "chave" no menor formato apenas a pessoal autorizado, etc.
APE! É certo que diversos tipos de possível, alimentada que é por uma Uma montagem que "não de­
comando "sem fio" para atuação única pilha de 1,5V tamanho pe­ ve passar em branco" Coisa para
•..

em distâncias restritas podem queno (se o Leitor tiver acesso a usar e mostrar aos "incrédulos" ou
atualmente ser produzidos, usando pilhas tipo "palito" ou "mini", "leigos" , como prova viva dos
como "veículo" um sinal codifica­ menor ainda ficará a "chave", con­ avanços da tecnologia e das mara­
do de rádio (radiocontrole), um fei­ forme veremos nas explicações, vilhas da moderna Eletrônica!
xe modulado de luz "invisível", in­ mais adiante... ).
frayermelha, um "bip" inaudível de O m6dulo de recepção e co­ CARACTERíSTICAS
ultrassom, etc. Contudo, ao nível mando é também pequeno, formado
dos>.componentes à disposição de por um circuito com poucos com­ - Sistema para comando eletro­
qualquer montador, nas lojas, a ponentes (nenhum deles "especial" magnético sem fio a pequenas
por1&bilidade da "chave" ou co­ ou "difícil" ), funciona sob ali­
.•. distâncias (especialmente dese,.
mando é sempre sofrlveI... Ú ideal mentação de 6 volts (opcionalmente nhado para abertura automática de
é que tal "chave" secreta e pessoal até 12V - VER TEXTO), sob bai­ portas, porém multi-aplicável).
seja tão pequena quanto possível, xa corrente em stand by (pode ser - "Veículo" do controle: pulso
de dlod9 a poder ser levada no bol­ enel'gizado por pilhas, bateria ou magnético eletricamente gerado
so, no chaveiro, etc. Pois foi "per- fonte), apresenta comando tempori- por uma pequena "chave", ali-
8
MONTAGEM 108 - "CHAVE" ELETRO-MAGN ÉTICA SEM AO

6v-150m A
o
mentada a pilha, portada pelo
usuário autorizado.
- Alimentação da "chave';: 1,5V
(pilha . urÍica, pequena), sob 2M2
baixíssimo consumo médio de
corrente (grande durabilidade da
pilha, como convém a um sistema
Ll
desse tipo).
- M6dulo de recepção e comando:
pequeno, facilmente instalável e
acoplável a qualquer sistema elé­
trico convencional de abertura de
porta, por motor, solen6ide, etc.
- Alimentação do módulo de re­
cepção: 6V x 150mA (corrente de
@ 2s/.uF

"pico", apenas durante a tempo­


rização do acionamento - corrente :
,
em stand by inferior a 20mA).
:L2
Opcionalmente (a partir da troca e I
I

adequação do relê original) o cir­


cuito também pode ser alimentado Fig. l
por 9 ou 12V - VER 1EXTO.
- Saída do Módulo de Recepção: (1,5V) carrega, em staod by, um plificador Operacional c/entrada
por relê, com contactos para car­ pequeno capacitor eletrolítico FEn, num arranjo amplificador de
gas de c.c. ou C.A. de até (220u) através de um resistor de I K altíssimo ganho... A bobina L I ,
1200W ou até 1OA. (que limita a corrente momentânea sensora d o PU\SO magnético emitido
- Comando da carga: temporizado, de carga, preservando a "vida" da pela "chave" (�onstruíqa facilmen­
com período de 0, 5 segundo com pilha ao máximo•••). Um pUsh­ te pelo aproveitân:tentó de um dos
os componentes originais, porém buUon Normalmente Aberto permi­ enrolamentos de um pequeno trans­
facilmente alterável essa tempori­ te a instantânea descarga do capaci­ formador de força convencional,
zação, pela adequação do valor de tor sobre uma bobina com núcleo conforme veremos mais adiante)
um único componente - VER de ferrite que então, pelo fenômeno gera, em suas extremidades, um
1EXTO. do eletro-magnetismo, gera um. pequeno pulso de tensão induzido
- Alcance (distância entre '�chave" campo instantâneo, um pulso pelo campo magnético da "chave".
e Módulo de Recepção, no acio­ magnético forte nas imediações da Esse sinal elétrico, ainda débil, é
namento): de 10 a 30 cm., mesmo dita bobina, suficiente para excitar apresentado diretamente às entradas
havendo madeira, alvenaria, vi­ o sensor do Módulo de Recepção. inversora (pino 2) e não inversora
dro, etc. no percurso. Observar que o resistor de IK, no (pino 3) do Amp.Op. cujo ganho é
- Imunidade a interferências: boa. momento do acionamento de posb­ basicamente determinado pelo re­
Salvo campos magnéticos muito buttoo, também evita que a pilha sistor de 2M2 entre a saída (pino 6)
intensos e pr6ximos, pulsados ou seja intensamente solicitada em e a entrada inversora (pino 2). O
oscilantes, ou ainda uma' forte termos de corrente (com o que sua resistor de l OOK entre a entrada
descarga elétrica atmosférica pró­ vida útil seria drasticamente encur­ não ·inversora e a linha de "terra"
xima, o Módulo de Recepção tada. ), na prática "obrigando" a
•.
polariza o Operacional (e também
apenas reagirá ao comando da bobina a "beber" apenas a energia ajuda a determinar o ganho, em
"chave". MAIS DETALHES previamente armazenada no capaci­ conjunto com o resistor de 2M2).
SOBRE O ASSUNfO, NO tor! O conjunto é suficientemente Grandemente amplificado, o
TEXTO.. pequeno para ser embutido num sinal presente na saída do 3140
bastão plástico de reduzidas di­ (pino 6) faz uma rápida excursão
O CIRCUITO mensões, fácil de ser carre.sado negativa, capaz de gatilhar o mo­
(também muito leve). Embora pre­ noestável (temporizador) circuitado
A figo 1 mostra, em (A) o es­ visto o uso de pilha pequena con­ em torno do Integrado 555 (especí­
quema do Módulo de Recepção e vencional (mais fácil de adquirir), fico para esse tipo de função - ape­
Comando e em (B) o diagrama da se o hobbysta poder obter uma pi­ sar da sua imensa versatilidade•••).
"chave" eletro-magnética portátil. lha ainda menor (tipo "palito" ou Esse disparo é efetuado via pino 2
Analisemos primeiramente a "cha­ "mini"), menor ainda ficará a do 555, através do divisor/polari­
ve" (fig. 1-B) que não poderia ser "chave", cujos detalhes constru­ zador formado pelos resistores de
mais simples (a idéia é justamente cionais serão vistos mais adiante. I K e l OK (os quais, em espera,
reduzir os componentes ao mínimo O Módulo de Recepção (fig. mantêm o gatilho do 555 "positi­
absoluto, para "ganhar" portabili­ l -A) é também simples. Seu bloco vo", portanto não disparado..;_). A
dade•••). de entrada está estruturado em tor­ temporização do monoestável é de­
Uma única pilha- pequena no de um Integrado CA3140 (Anr terminada pelos valores do resistor
9
MONTAGEM 108 - "CHAVE" ELETRO-MAGN ÉTICA SEM AO

um relê, através de um diodo de


SECUNDÁRio proteção 1N4148 (outro diodo
Nio USAR
"110"
(6-0-51 1N4148, em "anti-paralelo" com a
bobina do relê, exerce mais uma
função de proteção ao Integrado
contra transientes de tensão "de­
volvidos" pela dita bobina). Um
conjunto formado por LED e res­
pectivo resistor limitador (470R)

"
monitora o tempo ativo do mo­
noestável (o LED acende simulta­
ao· 100 ESP.(CERRADOI
Fl02�·2e·2e
neamente com a energização do
� ,.-- NÚCLEO' relê).
:
""",, ' •• ' 0,00.
Finalmente, através dos con­
0
5, c m I. I Crl'l I. 0.5 em tactos de utilização do relê, a carga
desejada (até. 1200W ou até l OA,
em C.e. ou C.A.) pode então ser
Fig. 2
facilmente controlada. No caso da
de 2M2 e capacitor de 22On, que tor (no caso, eletrolítico) de 10u abertura de uma porta, a "carga"
ligam os pinos �7 do 555 respecti­ dará uma temporização de cerca de poderá ser um solen6ide de fecha­
vamente à linha do positivo da ali­ 20 segundos, já um (poliéster) de dura elétrica, um motor de "puxa­
mentaçào e linha de "terra". Com 100n dará cerca de 2110 de segun­ mento" mecânico da porta, etc.
tais valores, a temporização é de do, e assim por diante. Quem preci­ A alimentação (e o relê origi­
aproximadamente 0,5 segundo (su­ sar de um ajuste absolutamente nal assim o pede) é de 6VCC, sob
ficiente para a energização de um preciso do tempo de funcionamento corrente (com "folga"...) máxima
solen6ide convencional de controle do monoestável, poderá ainda subs­ de 150mA. Embora uma fonte seja
elétrico de porta), entretanto, na tituir o resistor fixo de 2M2 (pinos recomendada, até pilhas ou bateria
medida da conveniência ou neces­ 6-7 do 555) por um resistor de - podem ser utilizadas, já que a
sidade aplicativa
específica, tal por exemplo - 1ooK, em série com maior demanda apenas ocorre du­
tempo �acilmente alterado um potenciômetro ou trim-pot de rante a temporização (momentos em
pela FI?les
m.odificação do valor 2M2, através do qual tempos es­ que o relê está "ligado"), permane­
do capacitor original (marcado com pecíficos e rigorosos poderão ser cendo a corrente, durante a "espe­
um asterísco, no esquema) à razão obtidos. ra", em menos de 20mA. Observar
aproximada de 2 segundos por mi­ Para o comando da aplicação, ainda que a eventual conveniência
crofarad. Por exemplo: um capaci- o pino de saída (3) do 555 aciona de se alimentar o circuito com 12V
(para uso num carro, por exemplo)
pode ser perfeitamente atendida,
pela simples substituição do relê
original por um com bobina para
12V (G1RC2, "Metaltex"), já que
o restante do circuito pode; perfei­
tamente, funcionar sob tal tensão.
Da mesma forma, a troca do relê
por um para 9 volts, permitirá a
.-' alimentação por esta tensão, sem
problemas..;
Um par de capacitores (1oou
Fig. 3 e In), em qualquer dos casos, desa­
copIa a alimentação do circuito.

OS COMPONENTES

Tanto o M6dulo de Recepção


e Comando, quanto a "chave" são
formados por componentes standar­
tizados, de fácil aquisição na maio­
ria dos varejistas de Eletrônica. In­
clusive (para os experimentado­
res...) muitas equivalências podem
ser tentadas (menos no caso ..do
CA3140 e do 555) e pequenas alte­
Fig. 4
rações dos valores 99.S componen-
-

10

{COIOUTACÃO
MONT�108 - "CHAVE" EL�"""" ·.4GNÉ nCA SEM FIO

tes "passivos" (resistores e c�paci­


tores) não deverão influir mUlto no
funcionamento final do circuito A APLICAÇÃO 1200.
IOA
,--/'--..,
O importante mesmo é desta­
car, logo de início, os componen�s
cujas "pernas" d�vem ser identifi­

F-C-']
êadas e ' reconhecidas (Integrados,
", diodos, LED e capacitores eletrolí-
ticos), já que - polarizados - e�es
.
!:l>.- , IIIO N0"1
BLINDADO ,..----

I A.K I

!!(
não podem ser ligados ao crrcu}to C HEM ASF :+0 VERIIELHO �

I �
h
de forma invertida. O TABELAO ,; L LADOPOIIENTES
DOS PRETO � �O .. A
, APE e as próprias ilustrações da - L
COIO, -o>i''- - =--� I
(VERTEXTOI
J.�
presente matéria servirã� para eli­ LI
(VERrI8.21
minar . quaisquer dÚVldas dos
., hobbystas com menor prática.
'O LED
" .
•.

r �� �o Dois importantes componen-


'
, tes da CHEMASF deverão ser "fei­ Fig. 5

I I
td�" ou "modificados" pelo mon­
I ' , tador, e as instruções para tanto
'., - estão na figa 2. A bobina L I (sen­ LISTA DE PEÇAS ·
sOm do Módulo de Recepção e
"!" Comando) é "aproveitada" do
• 1 - Circuito Integrado CA3 140 • 1 - Pedaço de barra de conec­
transformador de força (ver LISTA
• 1 - Circuito Integrado 555 tores parafusáveis ("Sin­
DE PEÇAS) para 6V x 250mA, cu­
• 1 - LED vermelho, redondo, 5 dai") com 3 segmentos ,
jo núcleo e armação devem ser re-
" mm • 1 - Placa de Circuito Impresso
movidos (solte primeiro a armação,
. 2 - Diodos IN4148 ou equiva- específica para a montagem
depois cuidadosamente, puxe as .
lentes (7,3 x 3,5 cm.)
lâmin� do núcleo, até removê--Io
• 1 - Resistor 470R x 1/4 watt • - Fio e solda para as ligações
tOtalmente). Os fios corresponden-
. 2 - Resistores I K x 1/4 watt • - Cerca de 25cm. de cabo
'"tes ao secÍlndário (6-Q..6V) não
• 1 - Resistor l OK x 1/4 watt blindado mono.
'serão usados, e podem ser cortados • 1 - Resistor lOOK x 1/4 watt
rentes. No primário (0- 1 10-220), o OPCIONAIS/DIVERSOS
. 2 - Resistores 2M2 x 1/4 watt
' fio correspondente ao terminal de
• 2 - Capacitores (poliéster ou • 1 - Caixa para abrigar o circui­
" l I O" também não será usado.
disco) I n to do M6dulo de recepção.
Corte-o rente. Os fioS originais de
• 1 - Capacitor (poliéster) 2200 As dimensões e formatos
,''O" e "220" serão ligados ao cir­
-6u. ito da CHEMASF
.••
• 1 - Capacitor
lOOu x 16V
(eletrolítico) do contaioer dependerào
A bobina L2 (emissora do muito da alimentação e tipo
• 1 - Capacitor (eletrolítico)
",. .P1Iso magnético - "ch�ve") terá de instalação. Diversas
2200 x 1 6V caixas padronizadas dis­
; , 'que ser enrolada pelo Leitor: o nú-
• 1 - Relê c/ bobina para 6 VCC poníveis no varejo podem
cleo de ferrite pode sofrer pequenas
e 1 contacto reversível (ti­ ser utilizadas
, variações dimensionadas, sem que
' isso influa de maneira radical no po GIRC I , "MetaItex", ou • 1 - Tubo plástico para abrigar
equivalente) a "chave". Para aI�nta-
, funcionamento da CHEMASF; de
• 1 - Transformador de força , ção 'com pilha pequena co- .
86 á 100 espiras de fio de cobre
com primário para IJlum, as dimensões aproxi­
ésmaltado (calibre 24 a 28) formam
0- 1 l0-220V e secundário madas serão 12,0 cm. �e
,'o enrolamento, tipo "cerrado" (es­
piras bem juntinhas, porém não so­ para 6-O-6V x 250mA (será comprima x 1 ,8 cm. de
"modificado" - VER diâm. O uso de pilha e/ou
brepostas). Terminado o enrola­
. tnento, as espiras devem ser fixadas TEXTO) . bobina menor permitirá
;'êom fita adesiva, fita crepe ou cola • 1 - Núcleo de ferrite com me­ , uma proporcional redução
didas de 5,0 cm. de com­ " nessas dimensões básicas.
ele epoxy, para que a bobina não se
primento x 0,8 cm. de diâ­ • L - pilha' de 1 ,5V (pequena,
"desmanche". As pontas do fio, ,
metro, ou 5,0 x 1 ,0 x 0,5 "palito" o�' "mini") para a
ábviamente, deverão ter o esmalte
em. (Medidas um pouco
-
raspado, para que a solda pos�a "chave"
menores ou maiores • Alimentação para o Módu­
'�pegar" no momento de conexao
também poderão ser utili­ lo de Recepção e Coman­
da bobina aos demais componentes
zadas) do: normalmente por fonte,
da "chave".
• 4 - Metros de fio de cobre es­ 6V x 1 50mA. Pilhas ou ba­
Lembramos que os Leitores
maltado n!? 24, 26 ou 28 teria automotiva também
, que optarem pela aquisição da
. 1 - Pusb-buttoo tipo NormaI­ poderão ser utilizadas -
CHEMASF em KlT receberão to­
menté Aberto VER TEXTO.
dos os componéntes relacionados
EM FEVEREIRO � ��
IA PAlITlR OO DlA lS l
NAS BAN CAS

EU SOU O RESPONS Á ­
vEL PELA CORRENTE

OUE E QUE TEM A VER ESSE


NEGOCIO DE "CANO D'AGUA"
COM OS RESISTOAES? BA I

APERTE APENAS
O SUFICIENTE

Ql3SERVAR BEM CADA PEçA,


A IOENT1FICAÇÁQ DAS SUAS
"PERNAS" E A NUMEAAÇÃO
DA BARRA.., e FÁCU
12
MONTAGEM 108 - "CHAVE" ELETRO-MAGN ÉTICA SEM FIO

na LISTA DE PEÇAS (menos OP­


CIONAIS/DIVERSOS), incluindo
PUSH
aí a placa de Circuito Impresso, 8UTTON
prontinha e demarcada, bem como
os materiais para confecção e adap­
tação de LI e L2... De qualquer P I L H A I , !l v

modo, nada na CHEMASF é de ob­ e ff)


tenção impossível ou mesmo difícil,
colocando sua construção ao alcan­
ce de todos, indistintamente.

A MONTAGEM


A figo I mostra, em escala I : I
(tamanho natural) O lay out especí­
fico para o e"rrcuito Impresso da COR R ENTINHA I

CHEMASF (Módulo de Recepção � E ARGOLA Po\RA TUBINHO PLASTlCO


CHAVEIRO 12 em 11 "
e Comando) que deve ser cuidosa­ 1,8 em .

mente copiado e confeccionado pe­


lo Leitor. Notar as pistas grossas
nos pontos de conexão entre o -relê Fig. 6
e a saída para a carga, necessárias à
passagem das consideráveis corren­ segmentos parafusáveis de APLI­ De qualquer modo, a ideia é
tes que por aí poderão transitar. CAÇÃO e a conexão à bobina sen­ tomar a "chave" tão compacta
O Leitor principiante, antes $Ora L I via cabo blindado mono. quanto possível, para boa portabili­
de começar as soldagens, deve ler Quanto a esta última conexão, deve dade. A pr6pria figo 6 dá os deta­
as INSTRUÇÕES GERAIS PARA ser evitada cabagem muito longa, lhes da sugestão para acabamento
AS MONTAGENS (depois "não pois isso poderá instabilizar o fun­ externo da "chave", entubada num
adianta chorar sobre o leite derra­ cionamento da CHEMASF, ou pequeno cilindro plástico (muitas
mado" ), garantindo assim o aces­
••• tomá-la pouco imune a interferên­ embalagens de pílulas ou cosméti­
so a conhecimento e infonnações cias. É preferível, em instalações cos se prestarão ao improviso) do
muito importantes para . o sucesso remotas, que a placa do Circuito fi­ qual apenas se ressaltará o botão do
desta e de qualquer outra monta­ que próxima à bobina L I , "puxan­ push-button (se for removida a
gem. • . do-se" , no comprimento suficiente, "cabecinha" plástica do botão, o
A figo 3 dá o "chapeado" da os fios de alimentação e aplicação conjunto sofrerá uma conveniente
CHEMASF (lado não cobreado, (estes sim, sem restrições quanto ao redução no tamanho final ••• ). Uma
com os componentes principais já tamanho). pequena argola metálica poderá ser
colocados) que deve ser seguido A "chave" tem toda a · sua fixada ao "rabo" da "chave", para
com atenção, principalmente no construção, elétrica e mecânica, conexão mecânica a uma correnti­
que diz respeito às posições dos mostrada na figo 6. Observar que, nha dé chaveiro. Quem quiser "en­
Integrados, diodos e polaridades do por razões de compactação (e devi­ colher" ainda mais a chave deverá
capacitor eletrolftico. Quanto ao do ao reduzido número de compo­ tentar obter um núcleo de ferrite
relê, sua pinagem apenas permite nentes), as peças devem ser interli­ um pouco menor, para L2 (com­
sua inserção à placa na posição gadas ponto-a-ponto, através de pensando com um pouco mais de
correta (eventualmente os furos de­ $Oldagem direta entre terminais. espiras no enrolamento da bobina)
verão ,ser um pouco "alargados" Convém usar espagueti plástico em e uma pilha tipo "palito" ou "mi­
para melhor acomodação, depen­ todo, ou recobrir todas as partes ni" (usadas nos controles remotos
dendo do dimensionamento dos metálicas dos terminais com fita modernos de TVs e vídeos).
seus pinos). Terminadas as solda­ isolante, prevenindo curtos ou con­
gens nessa fase, tudo deve ser re­ tactos indevidos. Como a durabili­ O FUNCIONAMENTO
conferido, antes de cortar-se os ex­ dade das pilha será grande, toma-se
cessos pelo lado cobreado. prática a sua soldagem também di­ Tudo montadinho e conferido,
Na figo 5 temos o diagrama reta ao pequeno circuito, entretan­ ainda antes de abrigar o circuito
das conexões externas à placa do to, quem for mais "caprichoso" em sua caixa ou instalação definiti­
Módulo de Recepção e Comando poderá tentar obter um pequeno su­ va, o conjunto pode ser rapidamen­
da CHEMASF. Observar com porte para uma s6 pilha (desde já te testado. Alimente a placa com
atenção a polaridade da alimen­ advertimos que tal peça não é fácil 6V (pode usar pilhas ou um "con­
tação (com a codificação em cores, de se encontrar ), ou ainda impro­
••. versor" comum). O LED piloto p0-
convencional, para seus fios ), a
••.
visar um sistema de encaixe e con­ derá "piscar" no momento de se li­
identificação dos terminais do LED tacto com molas ou terminais metá­ gar a alimentação (isso é normal),
em relação aos seus pontos de li­ licos flexíveis, para acomodação e apagando (e assim permanecendo)
gação à placa, a identificação dos ligação da dita pilha. •• logo em seguida... Aproxime a
13
MONTAGEM 108 - "CHAVE" ELETRO-MAGN ÉTlCA SEM FIO

11 "chave" da bobina senSOTa (ver


figo 7) e aperte momentaneamente o
push-botton. Deverá ser ouvido o
"clique" do relê, simultâneo com o
acendimento (por cerca de meio se­ CABO BLINDADO A PLACA
gundo) do LED piloto. Verifique o oMAIS CURTO POSSI'VEL
alcance do sistema (que é natural­
mente restrito, conforme já expli­
cado - Você não conseguirá co­
, MADEIRA ,I
:
mandar a CHEMASF do outro lado I DO
VI R I

: Al.VEHARIA :
da saia •.. ) que deverá situar-se num t ETC.
máximo entre 10 e 30 cm. Experi­ CAixA
PLÁSTICA
mente colocar madeira, plástico, Fig. 7
vidro, ou mesmo tijolo, CIdIe a
"chave" e a bobina, senSOTa, com­ - 8-B - Conforme já foi menciona­ em alguns veículos moder­
provando que o acionamento é do, o circuito da CHE­ nos - seja de fibra ••• ) já que
possível mesmo com tais "obstácu­ MASF pode também fun­ a "lataria" bloqueará o pul­
los" (metais bloquearão o pulso cionar sob I2V, desde que so magnético da "chave".
magnético emitido pela "chave" e o relê original seja adequa­ - 8-C - Uma interessante variação
não podem interpor-se entre esta e do a tal tensão (usar um para o acionamento da
o Módulo de Recepção ••• ). GIRC2 no lugar do G I RC I CHEMASF consiste em
original). Essa possibilidade usar-se, no lugar da "cha­
torna bastante prática e fácil ve" eletro-magnética, um
INSTALAÇÃO E USO a utilização automotiva da pequeno nna permanente
CHEMASF, por exemplo, (preso à correntinha de um
para uma abertura de porta chuveiro ••• ). Com isso, per­
Os contactos de saída da (ou comando de alarme). de-se um certo alcance (que
No caso (ver diagrama) 'a deverá assumir um máximo
CHEMASF permitem aplicações
diversas, com grande versatilidade, CHEMASF simplesmente de aproximadamente .5 em.)
"compartiIhará" a alimen­ porém, ganha-se em minia­
deyido à sua elevada potência de
tação com a carga (um so­ turização e portabilidade. O
comutação e à sua condição de
" reversibilidade" proporcionada len6ide de comando da fe­ acionamento, no caso, deve
pelos terminais do relê. Alguns chadura da ' porta, no exem­ ser feito passando-se o imã,
plo). Lembrar que nesse ti­ num movimento rápido, à
exemplos básicos encontram-se na
po de aplicação, a bobina frente da posição ocupada
fig. 8:
senSOTa (LI ) deve ficar pela bobina senSOTa, con­
acomodada, por dentro do forme mostra a figura (um
- 8-A - Até duas cargas podem ser
veículo, junto a um dos vi­ movimento lento , ou tipo
simultaneamente comanda­
dros (a menos que a estrutu­ "aproxima-afasta" não será
das. No exemplo diagrama­ Ta do carro - como ocorre "sentido"pela CHEMASF... ).
do a CHEMASF, durante a
temporização do comando,
CAReA
MAX, { 1200.
)( ou Y ·
destigará a carga "X" (que
encontrava-se normalmente ® 10A


ligada. •• ) e ligará a carga
"Y" (normalmente desliga­

\
da. .. ). Quem precisar do A
MOVIMENTO
comando de uma única car­
Y RÁPIDO
ga (atenção aos limites de
potência e corrente) sim­
plesmente deverá usar �pe­ SOLENÓ ,.. �_.O
12. 'DE

67
nas os convenientes contac­
tos de saída como interrup­
tores de tal
ainda que os contactos de
carga. Notar ®
saída da CHEMASF, total­
mente independentes do
Ih
©
'CHEMASF"
restante do circuito, podem C,C,
perfeitamente comandar .;--+---<:;3
cargas de C.C. ou C.A.
(sempre dentro dos limites "MASSA"
Fig. 8
indicados) .
14
MONTAGEM 108 - "CHAVE" ELETRO-MAGNÉTICA SEM FIO

As possibilidades aplicativas ra" de interferênéias. O dispositi­ já que a própria temporização ine­


são inúmeras, bastando que o Lei­ vo não é um "Controle Remoto", rente ao sistema se encarregará
tor use com bom senso os contactos mas sim uma "chave sem fio", de, no devido período, colocar
de saída da CHEMASF, ou even­ para ser usada em posição próxi­ "as coisas" novamente em stand
tualmente faça . as alterações de ma da aplicação. by. Já em aplicações mais "sensí­
temporização ou alimentação suge­ - Grandes massas metálicas muito veis", ou de máxima segurança,
ridas no TEXTO. M vão algumas pr6ximas (ou em torno) da bobina isso deverá ser levado em conta.
sugestões e recomendações extras: sensora LI causarão uma automá­ Uma perfeita blindagem do cabo
tica redução na sensibilidade e al­ que vai à bobina sensora L I (fio
- Se for desejada ou conveniente cance. Leve isso em conta quando curto) e a acomodação do pr6prio
uma rédução na sensibilidade da da instalação ou utilização final. circuito em caixa metálica aterra­
CHEMASF, isso poderá ser obti­ - Ambientes "poluídos" eletro­ da, poderá reduzir muito essa in­
do pela redução no valor do resis­ magneticamente falando (proxi­ desejada sensibilidade.
tor original de 2M2 (entre pinos 2 midade de motores, transmissores - O acionamento da CHEMASF,
e 6 do CA3I40). Um aumento na ou qualquer outro dispositivo que conforme exaustivamente men­
sensiblidade pode ser conseguido gere ' fortes campos eletro-magné­ cionado, é ,do tipo monoestável
através de providência inversa ticos pulsados ou oscilantes) não (temporizado). Quem precisar de
(aumento no valor de tal resistor). são bons para o funéionamento da um sistema "Liga" (e fica liga.:.
Tais alterações deverão ser feitas CHEMASF. .••
do ) "Desliga" (e fica desliga- '
,experimentalmente, passo-a-pas­ - Uma descarga elétrica atmosférica do), deverá acoplar um bloco
so, até obter o desejado compor­ forte e pr6xima ("raio") pode ser biestável qualquer entre a CHE­
tamento. sentida pela CHEMASF e even­ MASF e a carga a ser controlada.
- N""ao tente aumentar o alcance do tualmente reconhecida como sinal Isso fica por conta da criatividade
sistema, pois isso apenas tornará a de comando. Em algumas apli­ e experimentação de cada um, de

I.
CHEMASF instável e "aceitado- cações isso não tem importância, acordo com suas conveniências.

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T
I\Lâmpada
VMágica

Aqui na MINI-MONTAG EM (uma Seção "semi-pennanente" de APE ...) o ,

lâmpada/foto-transístor, a lâmpa­
Leitor e Hobbysta principiante encontra sempre projetos de realização
da acende, assumindo, dai para a
muito simples, baseados em quantidade mínima de componentes,
frente, o papel de "excitadora lu­
porém i nteressantes e válidos, tanto para o aprendizado, quanto para o
minosa" do foto-transistor! Com
"lazer eletrônico". A própria fonna de descrever a montagem, aqui é rá­
isso o fósforo que "disparou" o
pida e clreta (estrutura um pouco diferente da usada Editorialmente pa­
processo pode ser removido ou
ra os demais projetos mostrados em APE ... ), baseada mais nas figuras
apagado, que o circuito se man­
do que no texto, justamente para "espantar o medo" dos iniciantes, de
terá na condição, já que a luz ne­
Se lançarem à sua primeira montagem!
cessária ao seu funcionamento é
- O PROJETO - A LÂMPADA nho. O acoplamento entre esses proveniente do seu próprio fun­
MÁGICA (ou somente "LAMA " , três transistores é absolutamente cionamento ! Para simular o "apa­
para simplificar. . . ) é u m brinque­ direto, dispensando resistores de gamento com um sopro" existem
do eletrônico ou uma "mágica polarização ou "casamento", com dois . contatos "secretos" (toque
tecnológica" muito interessante, o que se consegue uma grande re­ . "apagar") formados por despre­
que despertará a atenção de todos dução no número de peças, e tenciQsps parafusos que, ao serem
quanto a virem funcionar! B asi­ também uma certa economia no "curto-circuitados" pela resistên­
camente trata-se de um pequeno custo final do projeto. De maneira cia da pele de um dedo do opera­
circuito cuja única função é co­ simplificada, assim que a luz de dor, permitem a passagem de cor-o
mandar uma lampadinha, de modo intensidade suficiente atinge a fa­ rente de polarização de base para
que a dita . cuja possa ser acesa ce sensora do foto-transistor o primeiro BC549, o qual entran­
com um fósforo (igualzinho se faz (TIL78), este permite a passagem do em condução, "aterra" o ter­
com uma vela de parafina, co­ de corrente de polarização para o minal de base do segundo B C549,
mum... ), o que "espantará" a to­ terminal de base de segundo "cortando" este ttansistor e, con­
dos os leigos ! Para completar a BC549 que, após amplificar tal sequentemente, " cortando"
"mágica", um dispositivo de to­ corrente, fornece - por sua vez - também o B D 1 39, promovendo
que "secreto" permite ainda que polarização para a base do assim o "apagamento" da lâmpa-:­
se simule oerfeitamente o ato de transístor de saída (BD 1 39). Este, da controlada ! Assim que esta se
apagar a pequena lâlnpada "com como elemento capaz de manejar apaga, deixa de incidir luminosi­
um soprõ" (para embasbacar ain­ considerável potência, aciona a dade . mais intensa sobre o TIL78,
da mais os pobre coitados que não lâmpada, fornecendo-lhe corrente com o que todo o circuito se co­
entendem bulhufas de Eletrôni­ suficiente para o acendimento ... À loca na ·condição de "desativa­
ca. . . ). Apesar dessas funções nada primeira vista, assim que fosse do", aguardando novo "acendi­
simples, o circuito, em sí, é total­ removida a excitação luminosa so­ mento mágico" por um fósforo. . .
mente "descomplicado" , usando bre o TIL 78, a lâmpada controla­ O trim-pot d e I M 5 e m paralelo
poucas peças (todas de fácil aqui­ da apagaria. . . Acontece, porém, com o primeiro BC549 permite
sição . . . ), numa montagem ao al­ que o arranjo físico da montagem um aju.ste de sensibilidade capaz
cance de qualquer pessoa que sai­ prevê uma hábil realimentação de adequar o funcionamento da
ba usar um ferro de soldar, e se­ óptica, ou seja: a lâmpadinha, LAMA a qualquer condição de
guir instruções e figuras. uma vez acesa, passa a fornecer luminosidade ambiente normal
- AG_ 1 - "Esquema" do circuito conveniente excitação luminosa . (explicações sobre esse fácil ajus­
da LAMA. O foto-transÍstor para o TIL78 , "congelando" o te, mais à frente
••• ). Ainda na
TIL78 , o segundo B C549 e o circuito no estado que permite a FIG. 1 temos a aparência e o sim­
B D 1 39 formam um poderoso am­ energização da dita lampadinha ! bolo do foto-transistor TIL78, de­
plificador,num arranjo "tri­ Recapitulando: aproximando-se vendo o Leitor notar que o com­
Darlington" de elevadíssimo ga- um fósforo aceso do conjunto ponente se parece muito com um
17
MONTAGEM 109 -
LÂMPADA MÁGICA

breado (assim como na figo 3).

c�.
Observar mais atentamente a p0-
TOQUE laridade da alimentação (fio ver­
"APAGAR" mellio para o positivo e fio preto
para o negativo) e a ligação do
foto-transístor (TIL78), lembran­

��
do que qualquer inversão nessas
conexões impedirá o funciona­
mento do circuito. O comprimento
de toda a fiação externa à placa
TlL78 deverá ser dimensionado de forma
apenas suficiente para uma con­
fortável instalação (ver pr6xima
Fig. l figura) do conjunto... Fios muito
curtos dificultarão essa instalação,
LED comum (embora tenha cobreado da placa) da montagem,
enquanto que os fios muito lon­
função completamente diferen­ que deve ser seguido com grande
gos, além de "deselegantes",
te ••. ). O tenninal de coletor (C) é atenção pelo hobbysta. Observar
também podem causar problemas
mais curto, e que sai da peça em principalmente as posições dos de acomodação do conjunto.
posição pr6xima ao pequeno lados "chatos" dos dois BC549 e
- AG. 5 - Sugestão para "encaixa­
chanfro lateral. da lapela metálica do BD139 mento'; da LAMA e detalhes do
- FIG. 2 Lay out do Circuito Im­
- (voltada para o interior da placa).
conjunto 6ptico. Em 5-A temos a
presso específico para a monta­ As ilhas periféricas, destinadas às
"cara" final da LAMA, com a
gem da LAMA. O padrão é muito conexões externas à placa (ver
plaquinha do circuito e a bateria
simples, incapaz de "assustar" pr6xima figura) estão devidamen­
acomodadas numa caixa com me­
mesmo a quem vai tentar a con­ te codificadas: (+) e (-) para o
didas mínimas de 6,0 x 5 ,5 x 2,5
fecção da sua primeira placa. positivo e negativo da alimen­ cm. (sugestões: "Patola" CPO l l ,
Como o desenho está em tamanho tação, respectivamente; (L) (L) PB20 I , etc.). Sobre a caixa bási­
natural (escala 1: 1) pode ser co­ para as ligações à pequena lâm­
ca, um tubo (plástico) medindo
piado diretamentf sobre a face pada; (E) e (C) para conexão ao
aproximadamente 1 0,0 de altura
cobreada de um fenolite virgem, foto-transístor (respectivamente
por 2,5 cm. de diâmetro pode ser
usando-se decalques pr6prios, ou emissor e coletor) e, finalmente, fixado com cola de epoxy (tipo
tinta ácido-resistente, executan­ (f) (f) para as ligações aos para­
do-se, em seguida, os necessários "Araldite" ) ou de ciano-acrilato
fusos de "toque" (desligamento
procedimentos de corrosão na so­ (tipo "Super-Bonder"). No topo
"secreto"). Terminadas as solda­
lução de percloreto de ferro, lim­ desse tubo, uma campânula
gens de todos os componentes
peza, furação, etc. Quem quiser translúcida deve acomodar o con­
mostrados na figo 3 (quem for
"moleza" pode ainda aquirir a junto 6ptico, formado pela lanipa­
ainda muito "começante" deve ler
LAMA na forma de KIT completo dinha e pelo foto-transístor (deta­
atentamente as INSTRUÇÕES
(ver anúncio em outra parte da lhes em 5-B). É impodante que o
GERAIS PARA AS MONTA­
TIL78 tenha sua "cabeça" senso­
presente APE) que inclui, além de GENS , encartadas permanente­
ra apontada para a lâmpada, de
todos os componentes relaciona­ mente nas primeiras páginas de
modo a receber diretamente a lu­
dos na LISTA DE PEÇAS (me­ APE•••), tudo precisa ser conferi­
minosidade desta. Uma prática
nos OPCIONAIS/DIVERSOS••• ), do (inclusive a qualidade dos
sugestão para o tubo/campânula é
a plaquinha já prontá, furada, pontos de solda), antes de se cor­
o uso de embalagens de remédios
protegida . por verniz e com o tar as sobras ou excessos de ter­
"cbapeado" da montagem demar­ ou cosméticos (muitas têm a
minais, pelo lado cobreado da
forma e estrutura recomendada)
cada em silk-screcn pelo lado não placa•.•
que, frequentemente, já incluem
cobreado, - AG. 4 - Conexões externas à pla­
uma tampa plástica branca ou
- AG. 3 "Chapeado" (vista real
- ca. Notar que o Circuito Impresso
translúcida, bastante apropriada
. dos componentes sobre o lado não também é visto pelo lado não co-
para a finalidade. Observar que a
campânula ou tampa que recobrirá
o foto-transístor e a lâmpada deve
ser translúcida, mas não transpa­
rente... Se por acaso o Leitor ob­
teve uma tampa em plástico trans­
parente, basta lixá-la levemente
(usar lixa fina para madeira), por
dentro, para que a transparência
dê lugar à translucidez...
Fig. 2 - A "MÁGICA"/O AJUSTE - Para
quem achou estranho o uso de
18
MONTAGEM 109 - LÂMPADA MÁGICA

LÃMPAOA
6v-40mA
circunstantes que a LÂMPADA
MÁGICA pode ser acesa com um
fósforo, como se fosse uma vela . . .
Obviamente todos duvidarão .. .
Acende-se a LAMA com o fósfo­
ro (todos ficarão "invocados"
com o truque... ). Em seguida, avi­
sa-se que a LÂMPADA MÁGI­

�T. OU
VERMELHO
PARAFUSOS rE-C
.
+-..
-- C A pode ser apagada com um so­
DE TOQUE L L
I T
pro, também igualzinho a uma ve­
oaa�----------�O T
_ la . . . Novamente todos duvidarão.
OT
J
_ I LAMA PILHAS Sopra-se ostensivamente a lâmpa­

LADO DOS
COMPONENTES
h da (tocando momentâneamente os
PRETO contatos "secretos" com um de­
do •.. ), que apagará, para nova
Fig. 4
surpresa dos ingênuos espectado­
uma lâmpada para 6 volts num permanece ao remover-se o fósfO:­ res ! O "barato" do truque é que,
circuito alimentado por 9 volts, ro. . . ). Se assim ocorrer, não é ne­ embora qualquer outra pessoa
lembramos que o transistor cessário nenhum ajuste. Caso possa acender a LAMA com a
BD 1 39 promove uma certa "que­ contrário, atue sobre o trim-pot aproximação de um fósforo, quem
da" natural na tensão apresentada (recomenda-se começar o ajuste a não souber o " segredo" dos para­
à lâmpada. A "sobra" de tensão partir de uma posição "meio cur­ fusos de toque não conseguirá
permite compensar tal "queda", so" no knob incorporado. . . ), len­ apagá-la! Para que a coisa fique
promovendo um acendimento fir­ tamente, até obter do circuito o ainda mds interessante, os dois
me e forte da lampadinha, ne­ comportamento esperado: lâmpa­ parafusos de toque Podem ficar
cessário à perfeita excitação do da acendendo (e assim ficando •.• ) em posição não facilmente ob­
foto-transistor Outro detalhe: o
..• com a aproximação do fósforo servável, ou ainda "misturados"
circuito não tem interruptor de aceso, e apagando com um breve no meio de vários outros parafu­
alimentação: basta guardá-lo sem­ toque nos "parafusos secretos" ... sos "falsos" , colocados apenas
pre na condição de " lâmpada Notar que esse ajuste é condicio­ para confundir e "mascarar" a
apagada" que, nesse caso, não nado pela luminosidade média posição dos reais contatos efeti­
haverá dreno de corrente. Para ambiente. A LAM A dificilmente vos !
àjustar o trimp-pot serão necessá­ poderá ser ajustada para funcionar
rios alguns procedimentos sim­ corretamente ao ar livre, durante LISTA DE PEÇAS
ples: Tudo montado e instalado, o dia (a luminosidade ambiente
• 1 - Foto-transistor TIL78
coloque a bateria no respectivo será excessiva, bloqueando a sen­ • 2 - Transistores BC549
"clip". Se a lâmpada acender, to­ sibilidade do circuito). Entretanto, • 1 - Transistor BD 1 39
que com um dedo os contactos para funcionamento dentro de ca­ . 1 - T�pot (vertical) de l M5
"secretos" (parafusos de "apa­ sa (seja com iluminação ambiente . 1 - Lâmpada mini, para 6 volts
gar"). Se ocorrer o desligamento natural, proveniente de janelas, x 40 mA
da lâmpada, o circuito já estará seja sob iluminação artificial . . . ), • 1 - "Clip" para bateria ("qua­
semi-ajustado... Em seguida, após algumas tentativas e reto­ dradinha") de 9 volts
aproxime um fósforo aceso da ques no �pot, sempre será • 1 - Placa de Circuito Impresso
campânula (não precisa encostar, possível encontrar-se um ponto específica para a montagem
caso em que o plástico inevita­ ideal de sensibilidade para o cir­ (2,8 x 2,5 em.)
velmente derreterá ) e verifique••• cuito ! A "mágica", em si, já deve • 2 - Conjuntos parafuso/porca
se a lâmpada acende (e assim ter ficado clara: declara-se aos (3/32" ou 1 /8") para o
"toque"

® ®
• - Fio e solda para as ligações

OPCIONAISIDIVERSOS
• 1 - Caixa principal para abri­
gar o circuito, com medidas
mínimas de 6,0 x 5 ,5 x 2,5
em. ("Patola" CPO l l ,
PB20 1 , etc.�
• 1 - Tubo com tampa ou
campânula translúcida.
Medidas aproximadas: 10
em. de altura por 2,5 em.
de diâmetro.
Fig. 5 • - Adesivo de epoxy ou de
ciano-acrilato para fixações
gerais.
PREÇOS SUJEITO A REAJUSTE - CONSULTE-NOS

026 DXV 3 Vertical 10- 1 5-20 m 1 7.920,50


027 DXV 4 Vertical 1 0- 1 5-20-40 m 1 29.559,00
071 DXV B Vertical 1 0- 1 5-20-40-BO m 1 49.230,00
1 14 DXV BO Vertical BO m 1 29.559,00
115 DXV 40/BO Vertical 40-BO m 1 36.975,00
031 HDX l b/40M Dipolo encurtado 40 m 1 74.463,00
032 HDX 1 blBOM Dipolo encurtado 80 m 1 74.463,00
033 1 DX 2b/40m Direcional 40 m 2 1 57. 1 67,00
237 1 DX 2b/80m Direcional BO m 2 1 60.554,50
03B 1 DX 3120M Direcional 20 m 3 1 53.870,00
039 1 DX 3b/40m Direcional 40 m 3 21 4.842,00
238 1 DX 3b/BOm Direcional BO m 3 214.848,00
044 1 DX 4/20M Direcional 20 m 4 222 .876,00
1 33 1 DX 4b/40M Direcional 40 m 4 339.256,50
134 1 DX 6b/15M Direcional 15 m 6 222.258,00
051 3 DX 3 Direcional 10-15-20 m 3 1 1 7.4 1 1 ,00
052 3 DX 34 Direcional 10-15-20-40 m 3 1 58.91 8,00
239 3 DX 5 Direcional 1 0- 1 5-20 m 5 1 59.226,00
053 3 DX 6 Direcional 10-15-20 m 6 1 81 .828,00
054 4 DX 6 Direcional 1 0- 1 5-20-40 m 6 21 9.271 ,00
240 3 DX 7 Direcional 1 0- 1 5-20 m 7 239.560,00
055 Kit 3 DX 1 Irradiante (3 DX 3) 1 0 - 1 5-20 m 1 45.1 1 1 ,00
056 Kit 3 DX 2 Refletor (3 DX 3) 10- 1 5-20 m 1 40 . 1 67,00
057 Kit 3 DX 3 Diretor (3 DX 3) 1 0- 1 5-20 m 1 40.167,00
058 Kit 3 DX 30, 40 (3 DX 3) 30 ou 40 m 1 40.785,00
059 2 CO DX 3 Cúbicaoe Ouadro 1 0- 1 5-20 m 2 1 41 .643,00
295 4 DX CC 3 C ú bica de Ouadro 1 0- 1 5-20 m 4

1 ) OXV 4RR ANTENA VERTICAL P/1 0-15-20 m COMPLETA COM RADIAIS = Cr$ 65.388,00

2) PRR4 - PLANO TERRA DE RADIAIS RrGIDOS COMPOSTO DE 4 HASTES DE 2,5 m P/USO COM A
DXV-4 = 35.830

221 PXV 1 1 Vertical 1 6 .497,00


222 PXV 11S jr Vertical 60 canais 5/B onda 1 6.497,00
223 60.3 PX11 Direcional 60 canais 3 25.027,50
224 60.4 PXl l Direcional 60 canais 4 33.576,00
225 60.5 PX1 1 Direcional 60 canais 5 44.286,00
226 60.6 PX1 1 Direcional 60 canais 6 58.805,00
021 2 CO DX11 Cúbica Ouadro 60 canais 2 59.530,00
022 4 CO DX1 1 Cúbica Ouadro 60 canais 4 1 50 00
ANTENAS PARA VHF

, REF. '"á?,!AfODEt."�;:i;'i, , .

,;";/ 8..';' " ,,,%,1\,, FAIXA h ' ELEM. , 1!flf.ÇO,uNn;.,. Cij:'r,


070 DXV 1 /2M Ver!. "BrasOia 11" 1 44-148 MHz 2 x 5/8 1 7.473,00
231 DXV 1/2S Ver!. "BrasOia IIS" 1 44-14B MHz 2 x 5/B 50.91 9,00
1B3 DXV 1/3 Ver!. "Brasnia 111" 1 44-14B MHz 3 x 5/B 56. 1 60,00
049 1 DX 7/2 M jr Direcional 144- 1 4B MHz 7 26.n8,00
050 1 DX 1 1 /2 M jr Direcional 144- 1 4B MHz 11 44.281 ,00
074 1 DX 15/2 M jr Direcional 1 44-14B MHz 15 53.970,00
1 73 CVj 4 Colinear vertical 1 36- 1 74 MHz 4 1 47.880,00
121 DXM 160 Vertical M6vel c/cabo 136- 1 74 MHz 1 /4 22.350,00
EQUIPAMENTOS PARA RADIOAMADORES
REF. MODELO . .
"',
ESPECiiflCAÇÕES ' PREÇO iJNIT. Ct$ ,
1 13 BL 1000 Balanceador<Balum)Ferrite - 3-30 MHz 1 0.7n,00
124 F.P.B. 30 Filtro Harmônico - 30 MHz anti-TVI 18.786,00
30 1 0 TR 1 0 Torre de Alumrnio (auto suportada) - 10 m 435.271 ,00
301 1 TR 8 Torre de Alumrnio (auto suportada) - 8 m 394. 917,00
30 1 2 TA 6 Torre de A lumrnio (auto suportada) - 6 m 304.958,00
301 3 TR 4 Torre de Alumrnio (auto suportada) - 4 m 1 95.1 28,00
30 1 4 TR 2 Torre de Alumrnio (auto suportada) - 2 m 1 1 2.735,00
31 00 RT 1 Rotor e Comando 690.71 8,00
31 02 CCR Cabo para Rotor - 1 m 1 .585,00
+ 10% I.P.I. - * I.P.I. CABO '15% - VENDAS AO CONSUMIDOR
Os pedidos deverão vir acompanhados de cheque em nome de ANTENAS ELECTRIL. O transporte será por conta do comprador, o qual
deverá indicar a empresa de sua preferência. FACILITAMOS O PAGAMENTO - CONSULTE-NOS.
MONTAGEM

EMARK EXC LUSIVO

Dimmer de
Toque com
Memória

ligar novamente a lâmpada, basta


UMA REAL SOFISTICAÇÃO PARA OS "VELHOS" DlllIIERS D E PO­ um toque breve, que a dita cuja
TENCIÔ METRO: SISTEMA DE ATENUAÇÃ O CONTí NUA PARA ILUMI­ acenderá, "lembrando" o nível lu­
NAÇÃO AMBIENTE, CUJO CONTROLE É FEITO PELO TOQue SOBRE minoso ajustado antes do desliga­
UMA PLAQUETA METÁLICA SENSORA! PERMITE "LIGAR", "DESLI­ mento !
GAR", "DIMINUIR" OU "AUMENTAR" A LUZ, AL É M DE SER DOTADO Trata-se - (como se dá para
DE MEMÓRIA QUE G UARDA E REPRESENTA O N íVEL LUMINOSO perceber dessas breves explicações)
AJUSTADO ANTES DO Ú LTIMO DESLIGAMENTO! BASEADA NUM de um desempenho fantástico, tudo
INTEGRADO ESPECíFICO, A MONTAGEM E INSTALAÇÃO SÃO MUI­ isso, no entanto, conseguido a par­
TO SIMPLES! tir de um circuito muito simples,
poucos componentes, montagem e
Todos os Leitores e Hobbys­ E tem mais: seu funcionamento e instalação facflimas, ao alcance
tas já devem estar "carecas" de co­ atuação contém outras novidades .••
mesmo dos conhecimentos e prática
nhecer os dimmers eletrônicos con­ Estando a lâmpada controlada ini­ de um hobbysta principiante ! A
vencionais. formados por circuitos cialmente apagada, um toque breve potência nominal de comando é
geralmente simples, estruturados sobre a placa metálica promoverá o plenamente compatível com qual­
em tomo de um TRIAC mais uma acendimento da dita lâmpada. Ou­ quer utilização doméstica (até
rede R C de controle de fase , in­ tro toque breve (sempre inferior a 1 50W em 1 10 ou até 300W em
cluindo um potenciômetro através O, 4 segundos) faz com que a lâm­ 220).
da qual a luminosidade da lâmpada pada novamente apague . Já um to­ É normal aqui em APE ape­
controlada pode ser facilmente que mais prolongado sobre a placa nas publicar projetos cujos compo­
ajustada dentro de ampla gama, sensora determina automaticamente nentes possam realmente ser obti­
praticamenfê de "zero" até "tu­ a "subida" ou "descida" do nível dos no nosso mercado... Entretanto,
do" ... Na l istagem de KITs ofere­ luminoso, em "rampas" suaves para atender também aos "caçado­
cidos pela Concessionária Exclusi­ abrangendo praticamente qualquer res de novidades" , a Seção
va (EMARK) existe, inclusive, pe­ situação luminosa desejada pelo EMA RK-EXCLUSIVO traz, às vê­
lo menos um representante desse operador ! Atingido o nível lumino­ zes, uma montagem baseada em pe­
tipo de dispositivo, desenvolvido so desejado, basta "tirar o dedo" ças específicas (como é o caso do
pela mesma Equipe que produz que o DIMMER DE TOQUE. Cf Integrado S566B) cujo fornecimen­
APE, especificamente para uso pro­ MEMÓRIA "congelará" tal estado to (pelo menos na forma de KIT
fissional . . . por tempo indefiniqo (até que novo completo) é garantido formalmente
E J? tempos mais o u menos re­ comando de "apagamento" ou mo­ pela Concessionária. De qualquer
centes, surgiu um novo componen­ dificação do nível luminoso seja maneira, o Integrado específico que
te, criado pelo fabricante com a exercido, por toque . . . ) ! Como últi­ funciona como "coração" do
função espeCífica de promover um ma (e sensacional) sofisticação, en­ DIMMER DE TOQUE Cf
controle por toque para os dimmers tra a "MEMÓRIA", trabalhando da MEMÓRIA (DITOM, para os "ín­
convencionais. Esses componentes seguinte maneira: supondo que de­ timos" ... ) já começa a tomar-se
(Integrado S566B) permite, entre terminado nível luminoso foi ajus­ disponível na maioria das grandes
outras sofisticações, a eliminação tado (pelo toque prolongado, con­ varejistas, o que toma a construção
do tradicional potenciômetro de forme explicado . . . ). A lâmpada do dispositivo ora descrito, possí­
ajuste, substituindo-o por uma sim­ controlada, depois disso, é desliga­ vel a todos (ainda que tenham que
ples placa metálica de toque (para da (por um toque breve sobre a adquirir algum componente by
ser acionada "encostando o dedo". placa sensora). Quando se desejar post. )•. .
MONTAGEM 1 1 0 - DIMMER DE TOQUE COM MEM ÓRIA

220n IN4004
I K 400v
IW
"LÂMPADA" L\--->----.--C:.J---t - ��
.....
.......

I!!iO .IIIOI �o
. ...

300w (220) ... : 1) 680K


"'I : Ll
"'I :
6 7
100n r'" � -- -
4
400v:i:: -
l!!Iv 416v7)1 BC!!i48 10M
d�
TIC218 D IW
8 !!i
-
T "TOQUE"

I�
��
T+ 8

[) 4M 7
l
,
--

4 70 p I 2 3
I) IOK F: =
"FASE" F
(110-2201
T 4-Tn � 7n

B O B I NA
L1
FERRITE
� -r-2em O, !!i em x

40-60 ESP,
FIO 22-24 Fig_ 1

zam suas funções internas, desaco­


pIam seus blocos e detenninam
O CIRCUITO
constantes de tempo necessárias ao OS COMPONENTES
seu funcionamento, de acordo com
A figo 1 traz o diagrama es­
as instruções fornecidas pelo fabri­ Eventualmente com algum
quemático do circuito do DITOM,
cante do componente. Através de probleminha quanto ao S556B , to­
na verdade baseado numa estrutura
um resistor de valor muito alto (que dos os componentes do DITOM são
convencional de dimmer com
assim elimina totalmente qualquer encontráveis nos varejistas de Ele­
TRIAC. A lém dessa estrutura bási­
possibilidade de "choque" ou "va­ trônica, sem "galhos" . Conforme
ca, temos o Integrado específico
zamento" de tensão para a mão do acontece aqui na Seção EMARK­
S566B (em cujas "tripas" são rea­
operador) , 10M, o pino 5 do Inte­ EXCLUSIVO, a Concessionária se
lizados sofisticados trabalhos e eta­
grado recebe e "aceita", o comando propõe, contudo, ao fornecimento
pas, que não serão discutidos ago­
de toque, efetuado pelo próprio de KITs completos do DITOM (in­
ra). Um transístor universal
ruído elétrico de 60 Hz também cluindo, obviamente , o Integrado
(BC548) age como driver do
presente na mão do operador, S566B) enquanto durarem seus es­
TRIAC, amplificando os sinais de
fenômeno que ocorre em todo am­ toques das peças específicas. . . Em
comando fornecidos pelo S566B
biente "cercado" de fiação de C. A . oütra página da presente APE <>
(através do seu pino 8). Os resisto­
convencional. Leitor encontrará o Anúncio, Cu­
res de 1 20R e l OK detenninam a
Finalmente , no setor de pom, instruções para pedido e pa­
polarização do gate do TRIAC e
potência do circuito, o TRIAC gamento, etc.
coletor do BC548. TIC 2 I 6D faz o trabalho "pesado " , Temos informações, contudo,
Uma pequena fonte (a reatân­
acompanhado de uma rede L C for­ que o Integrado S566B já se encon­
cia capacitiva) baseada no resistor
mada pela bobina L I e capacitor de tra disponível em muitos dos gran­
de I K , capacitor de 22On, diodo
l 00n x 400V responsáveis simulta­ des varejistas, facilitando as coisas,
I N4004 e zener de 1 5 V fornece a
neamente pela proteção do TRIAC pelo menos para os hobbystas que
baixa tensão ( l 5V) C.C. necessária
e bloqueio das interferências gera­ residem nas cidades maiores . . .
ao funcionamento do Integrado e
das pelo circuito (devido ao rápido U m componente d o DITOM
transístor.
chaveamento do TRIAC pelas deverá ser "feito em casa" pelo
Através de um resistor de alto
funções internas do S566B) que, se montador: a bobina LI (ver anexo à
valor ( l M5 ) os 60Hz da C.A. são
atingissem a rede, poderiam mani­ figo 1 ) . B asta enrolar entre 40 e 60
aplicados a uma entrada específica
festar-se em aparelhos de rádio ou espiras de fio de cobre esmaltado
do Integrado (pino 4), desacoplada áudio instalados em pontos próxi­ n2 22 ou 24 sobre o pequeno nú­
pelo capacitor de 47Op. Esses 60Hz mos. cleo de ferrite (ver LISTA DE PE­
são usados pelo S566B como c10ck O circuito apresenta apenas ÇAS), fixando bem o conjunto com
para suas "entranhas digitais", �o­ dois tenninais externos substituindo fita adesiva ou cola de epoxy (para
mandando os complexos blocos lll­ diretamente o interruptor normal da que as espiras não se soltem). Não
ternos do Integrado. Os demais re­ lâmpada, o que facilita enonnemen­ , esquecer de raspar o esmalte do ,fio
sistores e capacitores diretamente te a instalação, conforme veremos' nas extremidades, para possibilitar
ligados aos pinos do S566B polari- mais adiante. a soldagem posterior à placa.
22
:' , ' MONTAGEM 110 - DIMMER DE TOaUE CÓM MEMÓRIA

De resto, basta identificar


LISTA DE PEÇAS corretamente os terminais dos com­
ponentes polarizados (Integrado,
transístor, TRIAC, zener, diodo e
• 1 - Circuito Integrado S566B • 1 - Núcleo de ferrite pequeno
capacitor eletrolítico) e os c6digos
(Electronic Light Dimmer - (cerca de 2cm. de compri­
ICOTRON) - Não admite de valor dos demais componentes,
mento por 0,5 cm. de diâ­
eventualmente com a ajuda do TA­
equivalências. metro) para a bobina L I
. 1 - TRIAC TIC216D (400V x BELÃO APE (encarte permanente
(pequenas variações nessas
6A) ou equivalente da Revista, lá nas primeiras pági­
dimensões não são impor­
• 1 - Transístor BC548 ou equi­ tantes) nas ... ) .
valente • 1 - Metro de fio de cobre es­
A MONTAGEM
• 1 - Diodo zener para 1 5V x maltado, calibre 22 ou 24
1 W (lN4744, BZV85CI 5, (também para a confecção
etc.) da bobina L I ) Identificados componentes e
. 1 - Diodo l N4004 ou equiva­ terminais, confeccionada a bobina
• 1 - Placa de Circuito Impresso
L I , podemos passar à montagem
lente específica para a montagem
. 1 - Resistor 1 20R x 1 /4 watt propriamente, iniciando pela reali­
(6,5 cm x 4,0 cm)
. 1 - Resistor l K x 1 W (atenção • 1 - "Espelho cego" conven­ zação a placa específica de Circuito
à dissipação) Impresso, cujo lay out, em tamanho
cional para instalações elé­
. 1 - Resistor lOK x l /4 watt tricas domiciliares, tama­ natural, está na figo 2. Observar
• 1 - Resistor 680K x 1 /4 watt nho 4" x 2" cuidadosamente a disposição das
• 1 - Resistor l M5 x 1/4 watt (
pistas e ilhas, notando também a
• 1 - Par de conectores parafu­
• 1 - Resistor 4M7 x 1/4 watt sados (tipo "Sindal") para ocorrência de trilhas mais largas
. 1 - Resistor 10M x 1/4 watt as conexões de saída do n�.s regiões perco�das por corrente
• 1 - Capacitor (disco cerâmico)
substancial interligações do 1RIAC
DITOM
470p • - Fio e solda para as ligações com a C.A. e a lâmpada contr�lada.
. 2 - Capacitores (poliéster) 47n Ao principiante recomenda­
• 1 - Capacitor (poliéster) l00n OPCIONAIS/DIVERSOS mos que - ainda antes de começar
x 400V (ATENÇÃO à vol­ as soldagens - leia com atenção às
• 1 - Placa metálica para o sen­
tagem) INSTRUÇÕES GERAIS PARA
sor de toque. Medidas
. 1 - Capacitor (poliéster) 220n AS MONTAGENS (lá na "porta de
aproximadas 6 x 3 em. (a­
x 400V (ATENÇÃO. à vol entra<;!a" de APE, junto ao TA:
lumínio, cobre, latão, aço,
BELAO) que contém importantes
tagem) etc.)
"dicas" e conselhos, determinantes
• 1 - Capacitor (eletrolítico) 47u • - Parafusos e porcas para fi­
do sucesso de qualquer montagem.
x 1 6V xações diversas
Na figo 3 vemos o "chapea­
do" da montagem, com a placa
mostrada pelo lado não cobreado,
componentes já posicionados (o
KIT do DITOM tem sua placa
pronta com a disposição dos com­
ponentes demarcada em siIk-screen,
Fig. 2
exatamente como na figo 3, facili­
tando muito a montagem ) . Ob­
..•

servar a posição do Integrado,


transístor, diodo, zener, polaridade
do eletrolftico e valóres dos demais
componentes. O DITOM é um cir­
cuito que trabalhará sob tensões,
correntes e potências nada des­
prezíveis, e assim Os cuidados com
a isolação, ausência de "curtos",
perfeição nos contatos e soldagens,
devem ser redobrados.
Depois de soldados todos os
componentes à placa, uma verifi­
Fig. 3
cação final é conveniente, para s6
então cortar-se as sobras de termi­
nais e fios, pelo lado cobreado.
Explicamos por que não convém
cortar os terminais à medida que as
soldas . são realizadas: fica muito
23
MONTAGEM 1 1 0 · DIMMER DE TOQUE COM MEMÓRIA

ra realizar o contato do terminal de

�II
FURO "DUPLA FUNÇÃO"
( FIXAÇÃO - TOQUE I ) toque "T" com a placa metálica
frontal. Parafusos longos (que são
normalmente fornecidos juntamente
ló com o "espelho cego") prendem o

@
LÃIoIP. L
DITOM conjunto às "orelhas" existentes no
r--- --- -l. -- 11 &
I
I 1 ·.-- - ·
O interior da caixa (4" x 2" da insta­
& ti LADO DOS
I

; I!!OWI IIOI I
300 W(2201 :
I COMPONENTES
O
lação elétrica normal).
A figo 6 mostra como fica a
' ; I....F_---- ....... frente do DITOM, após a acomo­
I
dação do conjunto, identificando o
I
4 - ---0 0 - - - -1
I
parafuso que promove o contacto
C.A . •
de "toque" com o circuito. Por
1 1 0 - 220 .
Fig. 4 razões estéticas, a placa metálica de
toque deve ficar bem centralizada
difícil reaproveitar um componente 3 furos para fixação, em disposição no espelho. O uso de metal polido,
(que se verificou erroneamente co­ de triângulo is6sceles.- O orifício alumínio ou aço, dará um belo aca­
locado e soldado ...) depois das suas marcado com "T" tem dupla bamento ao conjunto... O uso de
"pernas" terem sido "amputadas" ! função : fixação e contacto elétrico outros metais, como cobre ou latão,
Enquanto os terminais estão intei­ para a placa de toque (observar, do também é possível, porém tais ele­
ros (ainda que já soldados), a re­ "outro" lado da placa, como existe mentos ou ligas são facilmente
moção e correção constituem ope­ uma larga ilha cobreada em tomo oxidáveis, resultando escuros com
rações relativamente simples (para de tal furo ) . Esse contacto (e fi­
.•.
o uso •••

quem tem, no mínimo , um sugador xação) será detalhado na pr6xima Para a instalação elétrica
de solda). Assim, enquanto o mon­ fase (Instalação). propriamente, o hobbysta deve re­
tador não obtiver a certeza de que portar-se ao diagrama da fig . . 4.
tudo está correto, os excessos de
INSTALAÇÃO E USO
Como normalmente o DITOM irá
terminais não devem ser cortados ..•
As figs. 5 e 6 dão detalhes vi­ substituir um interruptor comum,
A figo 4 mostra as (poucas) suais completos sobre a acomo­ basta remover tal interruptor e ligar
conexões externas à placa. Basica­ dação da placa do DITOM junto ao os terminais "L" e "F" aos fios
mente os pontos "L" e "F" (ver "espelho cego", fixações, posicio­ originais existentes no local (um
também' figo 3) são ligados (por fios namento da placa metálica de to­ indo à lâmpada e outro à "fase" da
curtos e não muito finos) a um par que, etc. Na figo 5 temos um perfil C.A.).
de conectores parafusáveis )"Sin­ geral do conjunto, devendo o Lei­ IMPORTANTE: durante a
daI"), os quais, por sua vez, ser­ tor notar que os 3 parafusos que so­ instalação do DITOM, a chave ge­
virão para ligação aos fios originais lidarizam a placa de Circuito Im­ ral da C.A. local (lá, junto ao
do interruptor da lâmpada a ser presso às "costas" do "espelho ce­ "rel6gio medidor de força") deve
controlada. Os pontos "I-I" corres­ go" também servem para fixar (e ser DESLIGADA ! Embora APE já
pondem às "antigas" ligações ao . um deles para estabelecer ligação possa contar com várias dezenas de
'
interruptor. A parte do diagrama elétrica. .. ) a placa metálica de to­ milhares de Leitores, não queremos
em linhas tracejadas . indica ' \ o cir­ que. É necessário o uso de contra­ perder "nenhum" torradinho por
cuito elétrico já existeme (lâmpada porcas (entre o Circuito Impresso e eletrocução ! Cuidados ao se lidar
e ligações à C.A. local). o espelho), tanto para promover um com fiação C.A. domiciliar são >
A placa do DITOM apresenta conveniente afastamento, como pa- obrigatórios...
O DITOM pode ser ligado in­
ESPELHO " CEGO" diferentemente em redes de 1 10 ou
PARAFUSO ( PARAFUSO LONGO 220V, devendo o Leitor apenas ob­
fiXAÇÃO / é 1flUCÃO OO"ESPELHO'" servar os limites de potência (wat­

L,
OE
E CONTAcrO
EI'*'==ISIDIII ..... -_/ tagem) controláveis, que são: 1 50W
/ CONTRA- PORCA ( 1 10) e 300W (220). Obviamente '
,..--- DECONTATO a(s) · lâmpada(s) controlada(s) de-
CI O COBRE ve(m) ter sua tensão de trabalho
00 IMP�ESSO '
adequada à da rede local.
PLACA METÁLICA ") Terminada . a instalação, a
DE TOQUE '- LADO DOS
r------. COMPONENTES chave geral da rede local pode ser
----' .
religada. Teste o funcionamento do
DITOM:
� PLACA DO
-.-/ "DITOM- - Um toque de dedo, sobre a placa
. sensora faz com que a lâmpada
controlada acenda.
Fig. S - Permanecendo com o dedo 'sobre
a placa sensora, por alg\lns se-
24
MONTAGEM 1 10 - DIMMER DE TOQUE COM MEMÓ RIA

DIVISOR (S PLIT) PARA FONTE


- � I ESTE PARAFUSO
(9 �'t-f.J( PROMOVE O
, 100K
CONTACTO ELETRICO

�""'''"O "",.
PLACA
V
V �
DA PLACA

METALICA -
DE TOQUE

..

( * 1 741 - 3 130 - 3 1 <4 0 - T L O X X , E TC

- Muitas das montagens cujos cir­


Fig. 7
cuitos sejam baseados em ampli­
ficadores operacionais Integra­
gundos, a luminosidade "subirá" circuito, em instalações original­
dos, requerem uma fonte dupla e
(durante 3,5 segundos, de "zero" mente mais "ruidosas" .
simétrica (split) o que, em equi­
a "tudo") para, em seguida "des­
pamentos portáteis, alimentados
cer" (por outros 3,5 segundos). CARACTERíSTICAS por pilhas ou bateria, toma as
- Removendo-se o dedo no instante
coisas um pouco complicadas ...
oportuno, qualquer nível interme­ - Circuito de DIMMER (atenuador
O CIRCUTIM mostrado permite
diário de luminosidade pode ser progressivo) automático para con­
a "divisão" precisa, de uma fon­
facilmente obtido e "congelado". trole unicamente de lâmpadas in­
te de alimentação simples (de
- Para apagar a lâmpada controlada, candescentes comuns.
tensão VE) num arranjo simétri­
basta outro toque breve na placa - Acionamento: por toque sobre co split (duas tensões, cada uma
sensora. placa metálica sensora (o risco de equivalente a 112 VE), capaz de
- Quando for desejado novo acen­ "choque" é totalmente eliminado,
energizar muitos circuitos con­
dimento, um simples toque breve se corretamente montado e insta­
vencionais baseados em Op Am­
ligará a l�pada, com o DITOM lado).
ps !
"lembrando" o nível luminoso - Ajustes: por "rampas" de lumino­
- Praticamente qualquer dos 0pe­
ajustado no áltimo ' acendimento. sidades, subindo por cerca de 3,5
racionais de uso corrente pode
Querendo, no momento, modificar segundos e descendo por outros
ser aplicado no CIRCUITIM
o nível luminoso, basta "ficar" 3 ,5 segundos, durante o toque so­
(74 1 , 3 1 30, 3 140, os da série
com o dedo sobre a placa metálica bre a placa sensora. Interrompen­ TLOXX, etc.). Surge, inclusive,
sensora, aguardando que as do-se o toque, a luminosidade fi­ uma interessante possibilidade:
"rampas" luminosas coloquem o cará "congelada" no nível exis­ existem vários Integrados do gê­
brilho da lâmpada no ponto dese­ tente naquele momento. nero, que contêm 2 ou 4 Op
jado, para novo "congelamento" - Acendimento e apagamento si� Amps, caso em que um desses
e memorização ! pIes da lâmpada é obtido por to­
Operacionais poderá ser usado
ques breves (menos de 0,4 segun­ na divisão (split) da fonte, en­
dos) sobre a placa sensora. No quanto o(s) sobrante(s) realizará
CONSIDERAÇÕES acendimento, o DITOM sempre
as funções circuitais requeridas,
"lembra" o nível luminoso em num arranjo prático e enxugado
O circuito do DITOM (graças que a lâmpada estava na "última que permitirá, assim, a alimen­
à condição altamente específica do vez" que foi ligada. tação geral com bateria (ou con­
Integrado S566B) é bastante imune - Tensão da rede local: 1 10 ou junto de pilhas) úirica.
à interferência ou transientes. Se 220V, indiferentemente (adequar - O único ponto a considerar é o
ocorrem problemas de funciona­ apenas a tensão quanto à lâmpada que se refere às tensões mínimas
mento ou sensibilidade, observar as controlada). (positivas e negativas) que re­
seguintes instruções: - Potência de comando: até 1 50W
querem cada um dos operacio­
em I IOV ou até 300W em 220V. nais ... Um 74 1 , por exemplo,
- Inverter as conexões "L" e "P' - Instalação: simples, apenas 2 fios, precisa de pelo menos +6 e -6
do DITOM aos contactos originais do inter­ volts para um funcionamento
- Substituir o resistor original de ruptor substituído. É necessário o perfeito (o que pressupõe um VE
4M7 (entre o pino 5 do S566B e a correto "faseamento" , que pode mínimo de 12V). Já o 3 1 30 ou
linha de "fase") por um compo­ ser experimentalmente obtido pela 3 140 podem trabalhar conve­
nente com valor menor (3M3 , simples inversão de tais fios (se nientemente desde + 3 e -3 volts
2M2, 1 M , etc.), o que corrigirá não houver funcionamento correto (o que permitirá um VE desde 6
eventual "hipersensibilidade" do na primeira instalação). volts, sem problemas ... ) .
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C I RCUITOS INTEG RADOS

TIPOS PREÇO CD41 1 0 • . 260,00 SN741 2 • . • • 1 60,00 SN74LS74 200,00 TDA1 5 1 2 . 1 .000,00
CA741 P • . 1 50,00 CD45 1 1 • . 260,00 . SN7420 . . . . 160,00 SN74LS76 240,00 TDA1 51 5AL 1 .000,00
CA747 . • . 1 80,00 C04518 . . 260,00 SN7422 . • • . 1 60,00 SN74LS85 240,00 TDA1520 . 1 .000,00
E NA EMARK
CA748 . . . 160,00 CD40106. . 260,00 SN7430 . . • . 240,00 SN74LS86 220,00 TOA1524 . 1 . 000,00
SK- 20 . . . . . . . . . . . . . 25.000,00
CA1310 • • 21 0,00 CD40161 ' 280,00 SN7432 . • . . 240,00 SN74LS90 220,00 TOA2005 . 1 . 1 00,00
SK- 1 00 . . . . . , . . . . . . . 6 1 . 000,00
CA2002 • • 320,00 FLH541 • 2.900,00 SN7445 . . . . 1 20,00 SN74LS93 1 50,00 TOA2525 · . 880,00
SK- 1 1 0 . . . . . . 29.000,00
CA3089 . . 220,00 FZH l l l . 4.540,00 SN7447 . . • . 140,00 SN74LS132 . 200,00 TOA2540 . . 370,00
SK-2200 . . . . . . . . . . . . . 20.000,00
. . . .1 ·
CA3140 . . 51 0,00 FZH261 . 3.780,00 SN7453 50,00 SN74LS136 . 200,00 TOA2541 . 370,00
SK-651 1 . . . . . . . . . . . . . 24.000,00
C04000 . . 320,00 HAl l 96 • SN7474 . • . 270,00 SN74LSl38 . 1 80,00 TDA25n . 1 .600,00
SK-7100 . . . . . • . . . . . . . 45.000,00
. . . . 1 60,00 ·
C04001 B . 200,00 HA1366 • 600,00 SN7476 SN74LS139 . - - - - - - TOA26 1 1 . 540,00
SK- 7200 . . . . . . . . . " . . . 62.000,00
C04002 • . 200,00 lXOO27 1 . 950,00 SN7480 . . . . 240, 00 SN74LS151 . 160,09 TOA2791 · . 800,00
SK- 7300 . . . . • . . . . . . . 35.000,00
C04006 . . 200,00 l Y0042 330,00 SN7490 . . . . 300,00 SN74LS1 64 . 150,00 TDA3047 . . 560,00
SK - 9000 . . . . . . . 38.000,00
CD4008 . • 250,00 lY0096 . 1 . 900,00 SN7493 . . . . ------ SN74LS1 70 . 200,00 TDA3561 · . 830,00
IK-30 . . . . . . • . . . . . . . 1 5.000,00
CD4oo9 • • 200,00 LA4430 . . 600,00 SN7496 . . . . 1 60,00 SN74LS175 . 230,00 TOA3651 . 1 .000,00
IK·35 . . . • . . . . • . . . . 1 6.000.00
(;0401 1 . . 200.00 SN29764 · . . SN74LS1 93 . 210,00 TDA3810 · . 980,00
lA4460 . . 600,00 41 0,00 IK- l 05 . . . • . • • . . . • . . . 2 1 . 000,00
CD401 2 . . 230,00 . _ . SN29771 • • . 21 0,00 SN74LS194 . 21 0,00 TOA4427 . • 280,00
LF355 600,00 IK-180 . . . . . • . . . • . . . . 8.000,00
C040 1 3 . . 250.00 SN74109 · . . 1 60,00 SN74LS221 . TOA5580
LM308 . . . 280;00 240, 00 400,00 IK-205 . . . . . . . . . • • . . . 20.000,00
C04015 . . 280,00 LM3 1 1 . _ . 250,00 SN74121 · . . 130,00 SN74LS224 . TOA70oo .
240,00 520,00 IK-2000 . . . . . . . . • . . . . 30.000,00
C0401 6 . • LM317T . . 230,00. SN741 22 • . . 220,00 SN74LS245 . TlL1 1 1. . .
. . . . • • . • • . . . .
300,00 260,00 300,00 IK-3000 34.000,00
C04017 . . 260,00 LM324 . . . 180,00 SN7412B · . . 200,00 SN74LS258 . 1 50,00 TLOBl • . . . 240,00
AD-7700 . . • . . . • . . . . . 61. 000, 00
C0401 9 . . 250,00 L.M339 . . . 200,00 SN74136 · . • 200,00 SN74LS279 . 1 50,00 TLOB2 . . . . 160,00
AD-8800 . . . • . . . • . . . .1 1 6.000,00
CD4020 • . LM3BO . . . 800,00 SN741 47 · . . 280,00 SN74LS293 . 230,00 UA74B . • • • 325,00
200,00 LC-300 . . . . . . . • • . . . . 84.000,00
C04022 . . L.M555P . . SN74151 · . . 140,00 SN74LS295 . 250,00 UA75B . . . . 870,00
300,00 . 1 20,00 LO - SOa . . . . • . . . • . . . . 60.000,00
C04023 . . 300;00 LM567 . _ . 480,00 SN74153 · . . 1 40,00 SN74LS365 1 . 520,00 UAA170 . . 1 . 1 00,00
MD- 5660C . . . . . • . . . . . 62.000,00
C04024 . . 350,00 L.M709 . . . SN74173 · . . 300,00 SN74LS367 1 , 520,00 UAA1BO . . 1 . 100,00
. . . • . . .
440,00 12.000,00
MLDII
C04025 . . 350,00 LM723 . _ . 208,00 SN74175 , , , 200,00 SN74LS36B . 370,00 ULN2002 350,00 TD - 22 . . . . . . . . , . . . . 3.800,00
CD4027 . . . 350, 00 LM74B . . . SN74176 · . . 250,00 SN74LS373 , 250,00 ULN21 1 1 230,00
1 80,00 TO· 750 . . . • . . . . • . . . . 40.000,00
C04032 . . 300,00 LM3900 • . SN74279 · . . 250,00 SN74LS375 . 180,00 UPC1 023 . 230,00
205,00 TP -O l . . . . . . . . • . . . . 7.800,00
C04040 • • . 240,00 . . 1 . 2 1 0,00 SN742B3 · . . 220,00 UPC1025
LM3914 SN74LS37B . 300,00 300,00 TP-02A . . . • . . . . • • . . . 1 8.000,00
C04044 • . 240,00 LM3915 . .1 . 250,00 SN74365 · . . 200,00 SN74LS386 . - - - - - - Z80 . . . . 1 . 500,00
TP-03 . . . . . . . . . . . . . . 26.000,00
C04047 , , 240,00 SN74393 , , . 230,00 SN74LS393 7805 . . . .
M5B40 , , . 1 .600,00 . 300,00 200,00 ESTOJO . . . . . . . . . . . . . 3.200,00
C04049 . • 250,00 M51515 . . . 500,00 SN74LSOO · . 200,00 TA72D4 . . 1 . 200,00 781 2 . . . . 200,00
C04053 . . 300,00 MS8232 . . . 500,00 SN74LS04 · . 200,00 TBA520 . . . KS531 3 . '. 2.200,00

...
CATÁLOGO ICEL
CD4060 • . 400,00 MC1 458 . . 240,00 SN74LS05 · . 200,00 TBA530 . . . SAB0600 . 2.200.00
C040B6 . . 200,00 MCl4B8 . . '240,00 SN74LSOB · . 200,00 TBA820 . . . 400,00 NO CONTRA CAPA
C0406B � . 200,00 MC1489 . . 200,00 SN74LS10 · . 200.00 TBA1441 · . 430,00
C04069 . . 200,00 RC455B . . ' 240,00 SN74LS1 2 · . 200,00 TBP2451 0 . , 500,00
C04070 . . 200,00 SN7401 " SN74LS13 · . 200,00 TCA280 . . . 1 60,00
280,00
C04072 . . 200,00 SN7402 . . ' 280,00 SN74LS27 · . 200,00 TOA10l0 · . 560,00
C04073 . . 200,00 SN7404 . . 280,00 SN74LS2B · . 200,00 TOA1 0 l l · . 400,00
CABO S I M P L ES
·


C04076 . . SN7405 . . ' 280,00 SN74LS30 . 200,00 TOA1 01 2 . . 700,00
C04093 . . 260,00 SN7406 SN74LS38 · . 200,00 TDA1020 . . 560,00
280,00
CD4094 . . 1 60,00 SN7408 SN74LS40 · . 200,00 TOA10B3 . 1 . 1 00,00
· 280,00
C04096 . . 1 70,00 SN7410 SN74LS42 · . 200,00 TDA1510 . 1 .000,00
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dos de operação todos os resfduos de fluxos IDEM) • • • • • • • • • • • • • • • 650,00 2.400,00
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magnéticos existentes no cabeçote . 560,00 +-------;
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ITA
T IC 1 06 0 S C R 400V x 5 A . . 380.00
SCR 600V x 5A
T I C1 16B S C R 2 0 0V x BA . . 590.00

RECEPÇÃO
T IC 1 1 6 E S C R 500V x BA ' . 690,00
SCR 1 00V � 1 2A .
\
iT IC 1 268 SCR 2 00V x 1 2 A . 400,00 I,

DOS CANAIS
T lC1 26C SCR 300V x 1 2A . . . 450, 00
T IC 1 26 0 S C R 4 00 V x 1 2 A . 5BO,OO
T lC216A T riac 1 00V x 6A . . - . 540.00

DE UHF.
T lC I 26C T ri a<: 200V x 6A 580,00 '
T lC2 1 6 0 Triac 400V x 6A 620,00

T IC226D Triac 400V x 8A . 600,00


T IC226M T riac 600V x 8A . . 650.00
T fC236A Triac 1 0 0V x 12A 520.?O

T IC2360 Triac 400V x 1 2A


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AC188 . . 1 40,00 BDX33 _ _ 200,00 TIP31C _ . 160,00
LED vermelho - redondo - 5 mm 50,00
A0162 . . 100,00. BFI77 _ 1 . 040,00 TIP32A . . 120,00
LED vermelho - redondo - 3mm 50,00
Bl08 _ . . 230,00 BF178 _ 1 _ 040,00' TIP32B . _ 140,00
lED vermelho - retangu lar ou amare
B204 _ . . 250,00 B F 1 80 _ _ 400,00 TIP32C . . 1 60,00 lo ou verde . 50,00
BC107 . . 1 60,00 BF 1 82 _ _ ;340,00 TIP34A . . 200,00 LED amarelo - redondo - 5mm. 50,00
BCl08 . _ 1 60,00 BF184 _ _ 500,00 TIP41 . , . 1 80,00 LEO amarelo · redondo - 3mm. 50,00
BC109 . . 1 60,00 BF185 _ _ 300, 00 TIP41C . . 180,00 LED verde - redondo - 5mm . 50,00
BC140 _ . 1 60,00 BF198 _ _ _ 50,00 llP42A . . 1 20,00 r d
BC141 . . 1 60,00 BF199 _ _ _ 50,00 ' TIP42B . . 1 70,00 *��g ����7 � t � � � ��� �
o 3 r i e de
50 00
,
:.. 'V�I
melho . . . . . . . . . . . 1 70,00
BCl77 . . 130,00 BF200 _ . 1 50,00 TIP42C . . 1 50,00
BC178 _ . 1 30,00
BC 1 79 . . 160,00
BF241 . .
BF245 . .
_

_
50,00
50,00
TIP48
llP50
. . . 1 ao, 00
. . . 120,00
*LEO pisca-pisca - vermelho · 5 mm
3 , 7 5 a 7V só vermelho 220,00 ,..
____________ -1
DISPLAY
BC204 . . 200,00. BF254 . . _ 50,00 llP120 . . . 1 80,00 GAV E T E I ROS PLÁSTICOS
MC0560B - display 7 sego catodo co-
BC21 1 . . 300,00 . BF255 . . . 50,00 llP125 . . . 200,00 MODULARES
mum IMCD500/DI98KI . 450,00
BC307 . . _ 35.00 BF410 . . _ 50,00 TIPI26 . . . 200,00
PD567 - display 7 sego anodo comum
BC308 . . . 35,00 BF422 _ . . 50,00 TIP127 . . . 200,00 I D I 96A/DI98AI 450,00
BC328 . . . 35,00 BF423 . . _ 50,00 TIP2955 . . 270,00 '*MA 1022 - módulo p/relógio digital
BC337 . . . 35,00 BF451 . . . 50,00 TIP3055 _ . 620,00 m u lti/funções . . . . ..
BC338 . . . 35,00 BF480 . . _ 50,00 2N2218 . . 280,00 PO:JS1A - anodo comum _ .

BC380 . . . 35,00 BF483 . . _ - -


-- ­ 2N2222 . . 1 80,00 P0500 - catodo comum 450,00
0350 - catodo comum
BC546 . . . 35,00 BF494 . . _ 50,00 2N2646 . . 240,00
CCD500 - catodo comum
BC547 . . _ 35,00 BF495 . . . 50,00 2N2920 . 1 . 800,00
PD351K - catodo comum . . . . . .
BC548 . . . 35,00 2N3053 . . 240,00
BF496 . . . 50,00 *BARRA D E lEO's com 5 leds só ver·
BC549 . . . 35,00 2N3055 . . 340,00 melho - (retangular)
BF498 . . . 1 00,00
=
BC556 . . . 35,00 2N3771 . . 400,00 * novidades.
BSR60 . . . 80,00
BC557 . . . 35,00 2N3905 . . 90,00
BSR61 . . . 80,'00
2N5060 . . 1 40,00 Gaveteiro completo com 8 gavetas.
BC558 . . . 35,00 BU406 . . . 130,00
BC559 . . . - - - - - 2N5062 . . 200.00

I
BUW84 . . 250,00
BC560 . . . 70,00
BC639 . . . 70,00
MJE350 . .
MJE800 . . 1 00,00
90,00
2N5064
2N5486
. . 140,00
. . 90.00 I T R IM-POTS I CAPAC ITO R ES DE POLI ESTER I
BC640 . . . 70,00 2N5943 . . 2 1 0,00 (valores em n F I
MJE2955 _ 270,00
B01 35 _ . . 80,00 2A213 . . . 1 50,00 (vtl - Vertical
MJE3055 . 180,00 I n ; l n2 ; l n 5; l n8 ; 2 n2 ; 2 n 7 ; 3n3;

. �.....
B0136 . . . 80,00 2A243 . . . 200,00 lOCA - vt; 330R - vt; 1 K - vt; 2K2 - vt;
W'Fl02 . . 240,00 3n9; 4n7; 5n6; 6n8; 8n2; 1 0n ;
B0137 . . ."80,00 MPU131 . . 50,00
2A264 . . . 200,00 3K3 . .
v1; 4K7 . vI; 1 0K vI; 1 5K vI; . 1 2n ; 1 5n ; 1 8n ; 2 2 n ; 2 7 n ; 33n;
B01 38 . . . 80,00 pB6015 . . 50,00
2SA94O . . 380,00 22K . v1; 33K - vI; 47K . v1; 1 00 K VI;. 39n; 47n; 56n; 68n
BD139 . . 1 00,00 2SAl093 . 250,00 1 50 K - vt; 470K - vt; 1 M - vt; l M5 - vt;
pCl08 . . . 50,00 cada · 35,00
B0140 . . 100,00 2SA1 094 . 450,00 2M2 · vI; 3M3 · vI; 4M7 - vI
p0201 _ . . 50.00 1 00 n 60,00
B0235 . . 200,00 2SA122O . 1 00,00 (hz) - Horizontal 1 20n 60,00
pA6015 . . 5O,OC'
B0237 _ _ 200,00 pOl002 . . . 50 00 : 2SB546 . . 100,00 220R IÍz; 470R hz; 1 0 K hz; 1 50n 60,00
47K - h z ; 1 00 K hz; 2 2 0 K _ . ' _ .
B0238 . . 200,00 pEl07 . _ . 50,00 . 2SB642 . . 70,00
470K · hz; 1 M · hz; 2M2 · hz
hz; 1 80 n
220n
·
· . . . . .
60,00
B0262 . . 200,00 2SB778 . . 280,00 60,00
pEl 007 . _ . 50, 00 270n · . . . . -
B0263 . . 200,00 PN2907 . . . 70 00 : 2SC380
2SC710 . .
60,00
60.00
330n
60,00
60,00
B0329 . . 200,00
RE0512 . . 240,00
B0330 . . 200,00 RE0513 . . 440,00 470n 75,00
BD435 . . 200,00 680n
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B0436 _ _ 200,00 1 microF
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cada 1 00,00 2 ,2 microF .
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118" x 6"
volts)
1 x 1 00
1 x 350
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47 x 2 5
40,00
40,00
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___ VO LT De: 2 . 5 / 1 O / 50/500/ 1000V
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O-10M OHM (x1/xl0/x1K) wattagens abaixo mencionadas {não
REslsrtNClA: CORRENTE DC: . 500}J/l0m/250m'A.
DECIBtIS: ·8<18 alé+62d8 , '. iliill RESISTtNCIA: O-O,5M OHM Ixl0/xlK I
e squ eça de. na sua encome nda · ou pe-
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306 1 . 550,00 '\
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1 . 600,00
320 9+9 250m A 1 . 000.00

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321
311
9+9
9 +9
9 + 9
350mA
300mA
480mA
1 . 200,00
1 . 200,00
1 . 200,00
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a b c 315 1 2 + 12 350mA 1 : 1 00,00
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PL-551
PB107 100 70 40mm 31 7 12 + 12 1 Amp 1 . 550,00
da de ± 1SVcc, e uma de Capacipada Oip 14 pino é 1 2 52mm 650,00
PB 1 1 2 123 85 318 1 2 + 12 2 Amp 2.500,00
5Vcc, é constru(do em aço / Tie-poi'flts 550 / Sornes 7 4.350,00 800,00
PB 1 1 4 1 47 97 55mm 322 2x 1 9 + 6V 1 I\mp
b t cromatizado, tamanho da PL-552 D i mensões da base 1 1 6 x 1 99/
PB1 1 7 1 22 83 60mm 880,00 7 002 salda Transistor 1 .000,00
Capacidade Oip 14 pino é 1 2

0 --' -
base 1 65x 2 1 2 30.600,00 98 65mm 980,00 331 . 1 6 + 1 6 2A
/Tie-points 1 1 0 0 / Bomes : 8.450,00
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PL-556K Com fonte simétrica regula- PB 1 19 190 1 1 1 ,5 65,5mm 1 . 1 30,00 1023 ou 1 022 Râdio relógio
D i me n sões da base 1 62x 1 99/ 2. 1 00,00
da de ± 1 5Vcc constru rdo em PL-553
PB201 85 70 40mm 290,00
aço bicromatizado, tamanho Capacidade Dip 1 4 pino é 1 8
PB202 97 70 50mm 370,00

..
ITie·points 1 650/Bornes 4 �-�.OOO,O(
da base 2 1 5 x 3 1 0 45.900,00
PL-554H D i me n sões da base 2 1 2x200/
. Capacidade Dip 1 4 pino é 18
PB203
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97
1 40
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40 m m 400,00
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PB209
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1 30
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31

MONTAGEM 111

1'\ Super V.U.


V«Sem Fio))

UM V.U. QUE NÃO PRECISA SER ELETRICAMENTE LIGADO AO SIS­ move a indicação proporcional
TEMA DE SOM (FUNCIONA "SEM FIO"), SIMPLIFICANDO ENORME­ através éIo seu display em barra de
MENTE A INSTALAÇÃO E UTILIZAÇÃO! INDICAÇÃO TIPO LEDs (após o conveniente dimen­
BARGRAPH (BARRA DE lEDS) COM 10 PONTOS lUMINOSOS, SU­ sionamento da sensibilidade, pelo
PER-SENSíVEL (A SENSIBILIDADE É AJUSTÁVEL POR POTENCIÔ­ potenciômetro ... ). Obviamente que,
METRO), ACEITA A MONITORAÇÃO DESDE UM SIMPLES "RADI­ sendo um V.U. "escutador", a uti­
NHO" DE PilHAS, ATÉ SISTEMAS DE SOM COM POTÊNCIA DE CEN­ lização do SUVUSF não fica restri­
TENAS DE WATTS! TAMBÉM PODE SER USADO COMO EFICIENTE, ta a manifestações de amplificado­
SENSíVEL E CONFIÁVEL "DECIBElíMETRO" OU MEDIDOR DE R uí­ res de áudio ! Como o projeto cons­
DO AMBIENTE, EM A PLICAÇÕES CIENTíFICAS OU lABORATORIAIS! titui uma unidade totalmente inde­
FÁCil DE MONTAR E UTILIZAR, BONITO DE SE VER FUNCIONAR (A pendente (em termos elétricos ••• ),
ALIMENTAÇÃO DE 1 2V PERMITE A FÁCIL UTILIZAÇÃO EM CARROS, também pode ser usado para indicar
ALÉM DE FUNÇÕES "DOMÉSTICAS" ... ). os níveis sonoros de uma conver­
sação entre pessoas (mesmo falan­
. Em quase toda APE mostra­ B asicamente o SUVUSF é um do em tom normal . . . ). Utilizado
mos pelo menos um projeto tipo sistema de V . U. com indicação por num carro, por exemplo, mesmo
"atendendo a inúmeros pedidos" . . . barra de LEDs (bargtapb) de 1 0 com o rádio/toca-fitas desligado, a
Podemos garantir que esse proce­ pontos com display muito parecido sensibilidade pode ser ajustada para
dimento não é demagógico nem um com qualquer outro V.U. conven­ que o display "acompanhe" a con­
"truque editorial" , já que nossa cional . . . A semelhança, contud� versa do motorista: e passageiros,
atenção às cartas enviadas pelos termina aí. . . Ao contrário de todos num efeito inédito e interesantíssi­
Leitores é realmente constante (in­ os outros circuitos costumeiros, o mo !
felizmente, por razões ôbvias, a SUVUSF não precisa de nenhuma E tem mais: com a simples
seção do CORREIO TÉCNICO ligação elétrica ao amplificador, substituição de um componente
não tem como responder ou atender rádio, �k ou sistema de som (sem nehuma outra alteração no
às centenas de con'espondências que se deseja monitorar ! Com isso restante do circuito) o SUVUSF
que mensalmente chegam �s !1ossas desaparecem os problemas normais também pode atuar como confiável
mãos, com pedidos, sugestôes, etc. em tal implementação e, ao mesmo decibelímetro (medidor de nível de
Assim, cuidadosamente seleciona­ tempo, "universaliza-se" o proces­ ruído ambiente . . . ) em aplicações
mos os assuntos e pedidos " mais so. . . O SUVUSF pede funcionar sérias e profissionais !
viáveis" e que mostrem um reflexo anexo a praticament:.! rT.uUq,uer fon­ A indicação é feita no sistema
mais direto junto aos interesses ge­ te sonora, exercendo � capl:açiío do "barra luminosa" (não em "pon­
rais do nosso Universo/Leitor, en­ nível ou volume via sensível micro­ to", mais difícil de visualizar e me­
caminhando ao Laboratório para fone embutido, de eletreto (sensibi­ nos "bonito" . . . ) e inclui um efeito
análise e eventual desenvolvimen­ lidade ajustável por potenciôme­ de "retardo", de modo que o cir­
to . . . Aqui está o resultado de um tro), com um circuito de elevadís­ cuito pode indicar mesmo eventos
bloco considerável de solicitações: simo ganho, capaz assim de moni­ sonoros muito rápidos ou "picos"
o SUPER V.U. "SEM FIO" (SU­ torar desde um "mísero" radinho instantâneos dificilmente mor:litorá­
VUSF) intensamente pedido por de 2 pilhas até um "baita" amplifi­ veis em V.U.s convencionais.
Leitores que encontram dificulda­ cador profissional com potência fi­ Finalmente, a faixa de alimen­
des na implementação direta de in­ nal de centenas de watts ! tação, entre 9 e 1 2V, sob corrente
dicadores a LEDs nos seus amplifi­ O circuito do SUVUSF sim­ modesta, permite sua implemen­
cadores ou sistemas de som! plesmente "escuta" o som e pro- tação prática com diversas fontes
32
MONTAGEM 1 1 1 - SUPER V.U. "SEM AO"

9-12v
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Fig. 1
de energia: pilhas, bateria, fonte, gama de intensidade s sonoras, tor de realimentação de 1 M. Para
bateria de carro, etc . , versatilizando desde que corretamente dimensio­ estabilizar o funcionamento desse
muito as possibilidades aplicativas ! nado. bloco, e, ao mesmo tempo, pré-di­
Uma montagem, sob todos os as­ mensionar o nível de tensão em
pectos, útil e bonita (além de fácil, O CIRCUITO . stad by presente na saída do
como tudo o que é mostrado aqui Amp.Op. (pino 6), sua entrada não
em APE. . . ) . . A figo 1 mostra o "esquema" inversora (pino 3) é "aterrada" via
do SUVUSF cujo arranjo toma-se resistor de l 00K.
CARACTERíSTICAS extremamente simples, graças ao O nível de tensão do sinal,
uso de versáteis Integrados de fácil presente no pino 6 do 3 1 40 é já su­
- Módulo medidor de V.U. (" uni­ aquisição no mercado nacional. . . ficiente para excitar o pr6ximo blo­
dades de volume" ou nível sonoro D a esquerda para a direita (sentido co do circuito, porém foi intercala­
ambiente) com captação por mi­ em que convencionalmente são de­ do um sistema de "retardo" forma­
crofone embutido (de eletreto), senhados os diagramas de circuitos, do pelo resistor de l K, diodo l N60
sem necessidade de acoplamento '
quanto ao "percurso" dos sinais (de germânio, com baixa queda de
elétrico direto com eventuais sis­ processados . . . ), temos, inicialmen­ tensão direta . . . ), eletrolítico de l Ou
temas de áudio existentes. te, o microfone de eletreto, peque­ e resistor de 47K. Esse arranjo
- DispIay: em barra de LEDs ( 1 0 no . e .sensível componente de cap­ permite que a tensão "cresça" ra­
pontos) com resposta rápida no tação sonora. Usa-se, no caso, um pidamente no catodo do l N60,
"ataque" .e lenta no "retomo" , eletreto de 2 terminais, polarizado porém "caia" com relativa lentidão
para perfeita visualização de indi­ pelo resistor de 4K 7 . O capacitor (determinada pela c:onstante de
cações de sons breves, "picos" de de 2200 retira o sinal do tenninal tempo do conjunto RC
volume, etc. • "vivo" do eletreto e o entrega para lOu/47K). Com isso, mesmo sinais
- Indicação: "em barra" , ou seja: uma pré-amplificação realizada pe­ provenientes de sons muito breves .
quanto mais intenso o som capta­ lo transístor BC549C (alto ganho e (com um estampido, estalar de de­
do, mais LEDs da barra de 10 baixo ruído) , cujas polarizações de dos, etc .) toma-se perfeitamente
pontos s e iluminam, numa visua­ base e coletor são feitas respecti­ "visível" no dispIay, acentuando
lização muito mais eficiente e bo­ vamente pelos resistores de 330K e bastante a sensibilidade aparente do
nita do que o convencional siste­ 5K6. O sinal, já pré-amplificado, e SUVUSF!
ma de "ponto" luminoso. então colhido no coletor do "Seguindo o sinal " , um sim­
- Curva de sensibilidade: linear, BC549C, diretamente, pelo poten­ ples divisor de tensão formado por
com os componentes originais, ciômetro de 1 M (o valor elevado do um par de resistores de l OK dimen­
podendo, contudo, ser alterada potenciômetro não exerce "carga" siona o sinal para aplicação direta
para logarítmica (3 dB por ponto de impedância sobre o bloco pré­ ao pino de entrada do Integrado
indicativo) em aplicações profis­ amplificador, com o que não se LM39 14, um componente específi­
sionais ou científicas. toma necessário o uso de -um capa­ co para a excitação de dispIay em
- Alimentação: 9 a 1 2 volts C.C. citor isolador de c.c., no caso ... ). barra de LEDs. O resistor de l K5
sob corrente moderada. Pode ser Após o dimensionamento do (entre a junção dos pinos 6-7 do
energizado por bateria "quadradi­ sinal, feito pelo ajuste dp poten­ 3 9 1 4 e a linha de "terra") ao mes­
nha" (em aplicações portáteis por ciômetro, este é então aplicado à mo tempo determina a tensão de re­
curtos períodos) , pilhas, sistema entrada inversora de um poderoso ferência pa.ra a fIla de comparado­
elétrico de carro ( l 2V) ou fonte (em termos de ganho) Amplificador res internos do Integrado, e dimen­
(9 a 1 2V x 350mA). Operacional Integrado (CA3 1 40) siona a corrente de funcionamento
- Ajuste: um único, de sensibilida­ com entrada FET (impedância ele­ dos LEDs (não entraremos aqui -
de, por potenciômetro. Permite o vadíssima) para nova amplificação, por não ser o caso - em detalhes
funcionamento pleno sob enorme cujo fator é determinado pelo resis- técnicos sobre as "entranhas" do
33
MONTAGEM 1:1 1 - SUPER V.U. "SEM FIO"

3914, dados que serão objeto de LISTA DE PEÇAS


um artigo especial em APE, qual­ OS COMPONENTES • 1 - Circuito Integrado LM39 14
quer número desses ) .
..•
(VER TEXTO)
O s 1 0 LEDs indicadores são Como sempre, não tem "bi­ • 1 - Circuito Integrado
ligados às saídas sequenciais e pro­ cho de sete cabeças" entre os com­ CA3 140
gressivas do 3914. Um capacitor ponentes dos SUVUSF... Entretan­ • 1 - Transfstor BC549C (alto
eletrolítico de l00u desacopla a to, não se deve tentar equivalências ganho, baixo ruído)
alimentação geral do circuito, que nos Integrados (que são específi­ • 5 - LEDs verdes, retangulares,
pode situar-se entre 9 e 12 volts cos) e no transfstor (devido às suas de alto rendimento luminoso
C.C. A corrente momentânea média desejadas características de ganho e • 5 - LEDs vermelhos, retangu­
requerida pelo circuito não é muito rufdo). Quanto ao diodo, deve ser · lares, de alto rendimento
elevada, de modo que, para apli­ uma unidade de germânio, para pe­ luminoso.
cações portáteis e por períodos cur­ quenos sinais (o l N66 também p0- • 1 - Diodo l N60 ou equivalen­
tos, até uma bateriazinha de 9 volts de ser usado), não se recomendan­ tes (germânio, pequenos si­
poderá encarregar-se da energi­ do a substituição por diodos uni­ nais)
zação. No entanto, em aplicações versais de silfcio, feito os onipre­ • 1 - Resistor l K x 1 /4 watt
que determinam funcionamento sentes l N4148 ou l N9 14... Os • 1 - Resistor l K5 x 1/4 watt
prolongado e ininterrupto, convém LEDs admitem variações nas cores, • 1 - Resistor 4K7 x 1/4 watt
alimentar o SUVUSF com uma fon­ tamanhos ou formatos, a critério • 1 - Resistor 5K6 x 1/4 watt
te (9 a 1 2VCC x 350mA). Conjun­ puramente estético do montador. O . 2 - Resistores 10K x 1/4 watt
tos de pilhas (acondicionadas no microfone de eletreto original (2 • 1 - Resistor 47K x 1(4 watt
devido suporte) também podem ser terminais) pode ser eventualmente � 1 - Resistor l00K x 1/4 watt
utilizados, em aplicações "seIÍli­ substitufdo por um de 3 terminais, • 1 - Resistor 330K x 1/4 watt
portáteis" ... porém isso exigirá a eliminação do • 1 - Resistor 1 M x 1/4 watt
• 1 - Potenciômetro de 1M (li­
near)
.2- Capacitores (poliéster)
220n
• 1 - Capacitor (eletrolítico) lOu
x 16v
. 1 - Capacitar (eletroHtico)
l00u x 16V
• 1 - Microfone de eletreto (2
terminais)
• 1 - Placa de Circuito Impresso
específica para a montagem
(7,9 x 5,3 cm.)
• 1 - Pedaço de cabo blindado
mono (cerca de 15 cm.)
• - Fio e solda para as ligações
OPCIONAIS/DIVERSOS.
Fig. 2
• 1 - Caixa para abrigar o circui:"
to. Esse ítem é apenas suge­
rido, já que diversos Iay
outs externos podem ser fa­
cilmente adotados pelo
montador. O circuito básico
do SUVUSF "cabe" direi­
tinho numa caixa "Patola'.'
modo PB202 (9,7 x 7,0 x
5,0 cm.).
• 1 - Knob para o potenciômetro
• - Se o montador optar pelo
uso de LEDs rendondos no
display, poderá acomodá­
los em soquetes apropria­
dos. OS LEDs retangulares
originalmente indicado po­
dem ser fixados com cola,
ou por simples pressão, na
Fig. 3
furação adequada.
34
MONTAGEM 111 - SUPER V.U. "SEM AO"

resistor de polarização (4K7), bem o tal "outro lado" está na figo uso de um flat cab1e de 1 1 vias tor­
como algumas modificações na co­ 3, que mostra o que chamamos de nará a "coisa" mais elegante.
nexão do dito microfone à placa ' "chapeado" , ou vista real das pe­ Além dos componentes prin­
(requerendo um cabo blindado tipo ças, sobre a face não cobreada do cipais, sobre a placa, existem ainda .
estéreo, inclusive ) . •.. fenolite. Atenção às posições dos as importantes conexões externas,
No mais, todos o s componen­ Integrados (referenciado pelo lado detalhadas visualmente na figo 4.
tes são de uso corrente,' sem pro­ "chato"), do diodo (o catodo é in­ Observar, na figura, a polaridade
blemas na obtenção •.. Um eventual dicado pela faixa constrastante), da alimentação (recomenda-se o
fator de segurança pode ser a aqui­ polaridade dos eletrolíticos (indica­ "velho" c6digo de fio vermelho
sição do conjunto completo de da na figura) e, principalmente, po­ para o positivo e fio preto para o
componentes (incluindo placa pron­ sição dos LEDs. Quanto a estes, a negativo ..• ), as conexões do poten­
ta, furada, protegida e com o "cha­ barrinha junto a uma das lateriais ciômetro e - principalmente - a
peado" marcado) . na forma de KIT, menores dos pequenos retangulos identificação dos terminais do mi­
comercializado por uma Conces­ que os representam indica o lado crofone de eletreto em relação aos
sionária exclusiva (o anúncio e Cu­ do terminal de catodo (normalmen­ fios "vivo" (V) e "terra" (T) do
pom de solicitação estão por aí, em te a "perna" mais curta do compo­ cabo blindado que o interliga à pla­
alguma outra página ) . ..• nente). ca.
Para não perder o costume Para efeitos estéticos perfei­
(que alguns acham "chato", embo­ tos, procure alinhar muito bem 'Os FUNCIONAMENTO, CAIXA
ra ábsolutamente necessário, para 10 LEDs, mantendo ainda suas E MODIFICAÇÕ ES
benefício dos iniciantes que che­ "cabeças" todas à mesma altura em �
gam à turma a cada novo exemplar �lação à superfície da placa. Um Tudo ligado e conferido (cor­
de APE •.. ) avisamos: observar com "truque" simples para obter o cor­ tadas as "sobras" de terminais e
especial atenção a identificação dos reto gabarito de posicionamento pontas de fios, pelo lado cobreado),
terminais dos componentes polari­ dos LEDs é o seguinte: colocar os um teste inicial pode ser feito, ali­
zados (Integrados, transístor, 10 LEDs nos respectivos furos, vi­ mentando-se o circuito com 9 a
LEDs, diodo, capacitores eletn;>líti­ rar cuidadosamente a placa "de ca­ 12V (bateria, pilhas ou fonte). A
cos e microfone de eletreto). Quem beça pra baixo", apoiando todos os princípio, manter o potenciômetro
ainda não pegou o "gingado da LEDs sobre uma superfície ou "en­ em seu ponto mínimo (todo girado
lambada" tem que consultar o TA­ costo" plano, ajeitar todos o s para a esquerda - anti horário... ).
BELÃO APE (lá perto da Hist6ria componentes cuidadosamente, e s6 Estalar os dedos frente ao microfo­
em Quadrinhos, sempre... ). De então soldar seus terminais. Peque­ ne fornecerá a necessária excitação
qualquer modo, quem seguir com nas correções de posicionamento e ao circuito... Basta, então, ir "a­
cuidado as ilustrações e diagramas alinhamento podem,. então ser feitas diantando" o ajuste do potenciôme­
do presente artigo (e ler com "à mão"... tro, até que os estalos sejam "ouvi­
atenção as presentes instruções já Lembramos ainda que embora dos" pelo SUVUSF, e claramente
que nenhuma montagem deve ser a figo 3 mostre os 10 LEDs solda­ indicados pelo dispIay de LEDs.
tentada baseando-se apenas nas in­ dos diretamente à placa, nada im­ Experimente falar, normalmente, a
formações visuais •.. ) não encon­ pede que - se assim o desejar o cerca de 1 ou 2 metros de distância
trará rdificuldades intransponíveis montador - eles sejam posicionados do microfone (eventualmente re­
na realização com êxito do SU­ num dispIay mecanicamente inde­ dimensionando o ajuste do poten­
VUSF ••• pendente, montado longe da placa ciômetro .•. ) , verificando a reação
"mãe", interligado a ela por fios do SUVUSF.
finos com o necessário comprimen­ Quem quiser acomodar o cir­
A MONTAGEM
to ... A fiação ficará um tanto volu­ cuito de forma independente,
p0-
mosa, mas tudo bem... b eventual ' derá aproveitar a sugestão da figo 5,
A face cobreada do Circuito
Impresso específico para a monta­
gem do SUVUSF tem seu Iay out,
em escala 1 : 1 , mostrado na fig.2,
SUVUSF
que deve ser cuidadosamente co­ VERMELHO
<B 9 - 1 2 .

"'o �
LADO oos
piada, usando-se tinta ácido resis­ + o I <8 350mA
COMPO.<Kn> � PRETO
tente e canetas apropriadas, ou ain­
M
da decalques especiais, sobre o fe­ V T P P P
nolite "virgem", para posterior cor­
BLINDADO
rosão, limpeza e furação. Posições, MONO �
tamanhos e padrões devem ser res­
MIC,
peitados com rigor, para que não
V

ELETRETO(1; POT.
ocorram falhas, "curtos" ou difi­ T
IM
culdades no posicionamento dos (VISTA FRONTA L !

componentes no "outro" lado da
Fig. 4
placa •••
MONTAGEM 1 1 1 - SUPER V.U. "SEM FIO" 35

usando outras cores, intercalando


vermelhos, verdes e amarelos, etc.
Quem for mais "conservador" p0-
CAIXA derá até usar uma barra simples,
PB202
monocromática (todos os LEDs
vermelhos, por exemplo ..• ).
• • • • •
Para usar o circuito do SU-

T
VUSF como um prático e confiável
"decibelímetro" basta substituir o
Integrado original LM39 1 4 (linear),
7,0 por seu "companheiro logarítnú­
co", o LM39 1 5 , que é totalmente

1! compatível , pino a pino, funções,


polarizações, etc. A curva
39 1 5 (em "degraus" de 3 dB) per­
log do

mitirá que o SUVUSF seja even­


tualmente calibrado (usando como
referência um decibelftnetro reco­
nhecidamente preciso) para exce­
SE VOCÊ QUER'
Fig. 5
lente resolução, podendo então o APRENDER
baseada num container "Patola" aparelho ser usado
mente, em medições sérias de ruído
profissional­
'" NAS HORAS VAGAS E
PB202, em cuja parte frontal po­
dem ser facilmente posicionados a ambiente, níveis sonoros em insta­ CANSOU DE PROCURAR,
barra de LEI)s, o microfone e o po­
lações de áudio de salas de espetá­ ESCREVA PARA A
tenciômetro de ajuste da sensibili­ culo, etc.

dade. Outras configurações, natu­ Uma última recomendação:


ralmente, também são possíveis pa­
ra o Iay out final do SUVUSF, ten­
do como único critério o gosto e a
em uso fixo ou semi-fixo , convém
que o circuito seja alimentado por
fonte. Já para uso portátil (como
A A u D S;_
habilidade do montador.
LEDs montados fora
Com os
da placa, in­
clusive um display em "arco" ou
decibelímetro ou medidor de ruído
ambiente ... ), toma-se prática a ali­
mentação por pilhas ou bateria
�-� P dTEl
"quadradinha" de 9 volts. Nesse É SIMPLESMENTE A MELHOR ESCOLA
em círculo (ou ainda em forma de
linha vertical . . ) podem ser facil­ caso, um interruptor de alimentação DE ENSINO À DISTÂNCIA DO PAís

,....-s.-�2.L-
mente implementados. tipo pusb-button N.A. permitirá as
EIS OS CURSOS :
Algumas experiências simples medições momentâneas, desligando
provarão o que já foi dito sobre a automaticamente o c ircuito sempre
que o dedo do operador for remo­
ELETRONICA INDUSTRIAL
ampla gama de ajustes para a sen­
pusb-button


sibilidad,e do SUVUSF: coloque o vido do (uma forma
dispositivo perto de um "radinho" prática e segura de "preservar" a ELETRONICA DIGITAL

+1

de pilhas, este em volume normal vida das pilhas ou bateria. . • ).
EM PRETO E BRANCO

MINICOMPUTADORES · �
para audição, e ajuste cuidadosa­ O eventual uso dentro de um TV
mente o potenci6metro. Uma clara carro é perfeitamente possível (in­
clusive em termos de alimentação, IMICROPROCESSADORES E

/ / / / 1 TV A CORES 1_
reação será mostrada pelo display -----'

do SUVUSF. Coloque o SUVUSF já que os 1 2V do sistema elétrico


--

numa sala onde existam caixas automotivo são compatíveis com a


acústicas "bravas", reproduzindo o faiXa de alimentação requerida pelo
som de um amplificador "pesado"
a bom volume: basta uma conve­
SUVUSF). No caso, convém dotar
o circuito em sí de um interruptor PROJETO D� CIRCUITOS \
1
niente acomodação do ajuste de independente, que permitirá o inte­ ELETRONICOS
sensibilidade, para que o circuito
também reaja com uma manifes­
tação clara no display, sem " satu­
ressante efeito já mencionado: en­
quanto o rádio ou toca-fitas, o
SUVUSF poderá permanecer "es­
/ / PRÁTICAS DIGITAIS
Preencha e envIe (, cupom abaixo
ração" ! cutando" , indicando agora as va­
Notar que a recomendação de riações sonoras presentes na con­ ARGOS I POT E l N
versação mantida entre os passagei­ R Clemente Alvares, 247 . São Paulo · S P ldV
usar-se 5 LEDs verdes para a pri­
Caixa Postal 11916 · C E P 05090 . Fone 261 2305
meira metade dodisplay e 5 LEDs ros do veículo (um interessante
No me __ � _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ___ _ _
vermelhos para a segunda metade é "truque" para entreter a "gatinha"
apenas uma convenção estética que - ou "gatinho" - naqueles gostosos Endereço _ __ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ._ _ _ _ _ _ _ _

nos pareceu bonita... O Leitor po­ namoricos e amassos "veicula­ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ __ __


Cidade ' CEP _ _ _ _ _ _ _

de, à vontade, alterar esse padrão, ·res" . . •) .


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PO'TtNCIA ECONOMIcA
lacidade ajustAvel, bi­ dele ter sido levado plla- cial para instalações de 00 (79--APE) Intercomuni-
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-- ------------------ � I ���!J[ I � - --
----- ----
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.
do o Prure � , obrend�se � s�
a sequência de eventos. Even­
M I NI -SEQUENCIAL 3 LEDs
tuais mudanças na velocidade do
�------�--��-+ sequenciamento podem ser fa­
9v, cilmenre obtid� pela modifi­

.
cação dos valores dos capacit�
res (valor maior = frequência
mais baixa, e vice-versa. . . )
Se ocorrer alguma "bagunça" no
sequenciamento , ou dificuldades
em "dar partida" ao efeito, b�ta
" arerrar" momentaneamenre
a base de um transístor cujo
LED esrej.a aceso (isso pode ser
feito até com um push-button
extra) .
Quem "quiser mais" poderá até
Embora a maioria dos "efeitos" meia dúzia de resistores e 3 ca­ substituir os conjuntos resis­
luminosos eletrônicos seja ba­ pacitores eletrolíticos ! O "resto" torlLED por pequenos relês, com
seada em circuitos com Integra­ são os LEDs controlados, num o que o sequenciamento poderá
dos (devido à relativa complexi­ circuito que funciona sob ali­ ser aplicadó em potência, co­
dade das funções), interessantes mentação de 9V, consumindo mandando, por exemplo, lâmpa­
resultados também podem ser ob­ baixa corrente (menos de 20mA). das incandescentes de boa "wat­
tidos a partir de circuitos muito Cada um dos 3 m6dulos constitui tagem" ! S6 uma coisinha: a car­
simples, apenas com componen­ um pequeno amplificador/remp� ga de coletor de cada transístor,
res discretos. .. É o c�o do pre­ rizador transistorizado, cuja saí­ para um funcionamento efetivo,
senre CIRCUITIM, a MINI-SE­ da (além de aplicada ao LED não convém ser menor do que
QUENCIAL 3 LEDs. respectivo) é injetada, na entrada 500R, devendo esse parâmetro
S ão 3 transístores comuns (que ' do seguinre', numa "cadeia sem s!,!r levado em conta, na eventual
admirem divers� equivalênci�), flm", com o último rea1imentan- aplicação de relês . . .
Controle Remoto
Foto-Acionado
(P/lniciante)

FINALMENTE, o CONTROLE REMOTO IDEAL PARA O HOBBYSTA RADAR ULTRA-SÔNICO (RU­


PRINCIPIANTE! SIMPLES, BARATO, FÁCIL DE MONTAR E DE UTILI­ SO) - APE n2 1 1
ZAR, UM ÚNICO AJUSTE SEM NENH UMA COMPLICAÇÃO: É O - CONTROLE REMOTO-ULTRA
"CORFAC", UM CONTROLE REMOTO SEM FIO, ACIONADO POR SÔNICO (CRUSO) - APE n2 12
LUZ, COM BOM ALCANCE (2 A 7 METROS), SENSíVEL E VERSÁTIL, - COMANDO SECRETO
PODENDO SER ADAPTADO A INÚMERAS FUNÇÕES E APLI­ MAGNÉTICO P/ALARME DE
CAÇÕES! BRINQUEDOS, ELETRO-DOMÉSTICOS, MOTORES, SO­ VEÍCULO (COSMA) - APE n2
LENÓIDES OU QUALQUER OUTRO DISPOSITIVO/APARELHO ELÉ­ 13
TRICO PODERÃO SER FACILMENTE CONT.R OLADOS PELOS "CO.R­ - SUPER S ENTE-GENTE (SU­
FAC", DIRETA OU INDIRETAMENTE! SEM "ONDAS DE RÁDIO", SIN­ SEG) - APE n2 1 9
TONIAS DIFíCEIS, " RAIOS INFRA-VERMELHOS" E QUE TAIS, O Além dos relacionados, neste
"CORFAC" É CONTROLADO POR UMA SIMPLES LANTERNA DE mesmo n2 2 1 de APE temos mais
MÃO, A PILHAS, NUM FUNCIONAMENTO S UR PREENDENTEMENTE um projeto do gênero: a CHAVE
SEGURO E CONFIÁVEL (PARA UM DISPOSITIVO TÃO SIMPLES )! ..• ELETRO-MAGNÉTICA SEM FIO
AGORA O LEITOR NÃO TEM MAIS "DESCULPAS" PARA "ARRIS­ (CHEMAS F). Todas essas monta­
CAR-SE" À SUA "PRIMEIRA MONTAGEM" NO GÊNERO ... (SUCESSO gens compreendem dispositivos ca­
GARANTIDíSSIMO EM "FEIRAS DE CIÊNCIA" E ATIVIDADES COR­ pazes de, sem · conexões elétriças
RELATAS) ! diretas (sem fios, portanto... ) moni­
torar, controlar, acionar, fiscalizar,
- CONTROLE REMOTO IN­ etc., situações ou dispositivos re­
Projetos de controles à FRA-VERMELHO (CRIV) motos, em distâncias que vão de
distância, sem fios, são (e sempre APE 02 I . alguns centímetros a muitos metros
foram ) um ítem dos mais "ama­
•.•
- ALARME DE PRESENÇA OU (dependendo do projeto e da apli­
dos" e solicitados pelos hobbystas, PA SSAGEM (ALPPA) - APE n2 cação).
estudantes ou mesmo profissionais 2 Embora todas essas monta­
de diversas áreas onde a Eletrônica - CONTROLE REMOTO SÔNICO gens situem-se dentro do espírito
lança seus "fluídos mágicos" ... (CRES) - APE n2 3 de descomplicação que norteia
Não é "de graça" que A PE já mos­ -, SIMPLES RADIOCONTROLE APE, infelizmente os absolute
trou inúmeros projetos do gênero, (SIRCO) - APE 02 4 beginers (como diria o David Bo­
todos eles fazendo enorme sucesso - ALARME SENSOR DE APRO- wie ) sempre temem encontrar di­
..•

até hoje entre os Leitores e monta­ XIMAÇÃO TEMPORIZADO ficuldades maiores nos ajustes, ca­
dores de KITs (informações estatís­ (ASAn - APE 02 5 líbrações, sintonias, etc., normal­
ticas da C oncessionária exclusiva - RADIOCONTROLE MONO- mente necessários em projetos do
indicam que tais KITs são - segu­ CANAL (RACON) - APE n2 6 gênero. Foi justamente para "exor­
ramente - os mais comercializados - CHAVE ACÚSTICA SUPER­ cizar" esse medo bobo que criamos
dentre toda a extensa Lista de SENSÍVEL (CHASEN) - APE n2 o CORFAC , um controle remoto
opções oferecidas aos Clientes ).
..•
7 sem fio efetivo que seguramente
Para relembrar (e para dar "água na - MICRO-RADAR INFRA-VER­ ganha a taça de Campeão Absoluto
boca" de quem s6 agora está che­ MELHO (MIRAIV) - APE n2 8 da Descomplícação, situando-se,
gando à turma de APE ), aí vai
.••
- BARREIRA I>ÓPTICA AU- sob todos os aspectos dentro do al­
uma relação das montagens já pu­ TOMÁTICA (BOA) - APE n2 9 cance dos conhecimentos, prática e
blicadas, referentes a controles re­ - DETETOR DE METAIS (DEME) "coragem" dos iníciantes! Apesar
moto§ sem fio e projetos do gênero: - APE 02 1 0 de "parecer um brinquedo" (e até
41
MONTAGEM 1 1 2 - CONTROLE REMOTO FOTO-ACIONADO (P/INICIANTE)

IN4001 e-12v
@
9
I" CARGA+
TO m A

14 5 3 12

" s+
CARGA
(MÁX . 1 A I
7 4 8 s-

e
Fig. l

poder ser usado como tal ) o ••. mente, exigiriam ajustes e equipa­ relê opcional na saída do COR·
CORFAC é muito mais versátil e mentos fora do alcance do hobbysta FAC, cargas (C.C. ou C.A. de
útil do que pode dar uma primeira médio ... ). Assim, aquilo que foi di­ mais de 1 KW ou até 10A poderão
impressão: controlado por uma to no "nariz" do presente artigo, ser facilmef?te controlatIas - VER
simples lanterna de mão, a pilhas sobre o CORFAC constituir uma TEXTO).
(pode até ser daquelas pequeninas, ideal "primeira montagem" de - AJUSTES: um único, por tOm­
de uma s6 pilhinha, se o alcance Controle Remoto, para o princi­ pots, da sensibilidade básica do
desejado não for muito longo ... ) e piante, é rigorosamente válido, sob CORFAC, adequando-o ao local
imaginado apenas para uso interno todos os aspectos. Como importan­ de uso, em função da luminosida­
(não é para ser usado ao ar livre, à te adendo às suas possibilidades, a de ambiente média lá presente.
luz do dia. ), as aplicações possí­
.• apresentação do C ORFAC numa - Monitoração: por 2 LEDs, um in­
veis são, na verdade, inúmeras. Em "Feira de Ciências", com toda a 'Úcando a "recepção" do sinal de
sua versão básica, o CORFAC p0- certeza brindará o Leitor/Estudante comando e outro pilotando o
de ser usado confortavelmente no com uma "nojenta" nota dez (que status da carga (ligada ou desliga­
comando remoto de qualquer carga ninguém gosta, né .. . ?). da).
ou alimentação C.C. entre 6 e 1 2V - Alcance: de 2 a 7 metros, na
(pilhas ou fonte). O circuito do CARACTERíSTICAS versão básica, podendo ser am­
CORFAC foi dimensionado para pliado com Q-uso de recursos 6p­
simplesmente "compartilhar" a - Circuito de Controle Remoto sem ticos extras (lentes, concentrado­
alimentação com tais dispositivos, fio, tipo biestável (Liga-Desliga), res, etc.).
cargas ou aparelhos controlados, de monocanal, com acionamento fo­ - Acionamento do controle: dire­
forma muito simples e direta! Ne to-elétrico (por pulso lllJIlinoso cional e em "linha de vísada", ou
cessitando aplicar o CORFAC no visível). seja, o operador deve poder "ver"
controle de cargas mais "pesadas" - Comando: uma simples lanterna a posição ocupada pelo receptor
(eventualmente trabalhando sob de mão, a pilhas, qualquer potên­ do CORFAC (assim como ocorre
C.A.de 1 10 ou 220V, corrente cia, é usada como "emissor" do nos controles remotos infra-ver­
substancial ) este poderá ser ali­
•••
CORFAC. O alcance do sistema melhos de TVs, vídeos, etc.).
mentado por fonte (entre 6 e dependerá, em parte, da potência
1 2VCC, sob baixa corrente) e ter e da "concentração" luminosa do O CIRCUITO
sua saída de controle intermediada facho emitido pela lanterna.
por um relê comum, o qual, por sua - Alimentação: 6 a 1 2VCC (sem O projeto do CORFAC "s6
vez, comandará a carga! No final nenhuma modificação no circuito tem receptor" , uma vez que o "e­
do presente artigo serão dados de­ básico) sob baixa corrente ( l0rnA missor" é constituído - como já foi
talhes e exemplos práticos diversos, máximos). Essa alimentação pode mencionado - por uma simples lan­
ressaltando claramente a grande ser fornecida por pilhas, bateria terna de mão. O receptor tem seu
versatilidade do CORFAC. .. ou fonte, ou ainda pode ser diagrama esquemático mostrado ria
Obviamente não se pode "compartilhada" ("roubada") do figo 1 , baseado em apenas 2 Inte­
comparar o CORFAC a um contro­ pr6prio dispositivo ou aparelho grados comuns, mais dois transísto­
le remoto via rádio sofisticado, de controlado, em muitos casos. res e alguns poucos componentes
longo alcance, multi-canais, etc., - Carga: na versão básica do COR­ também correntes .••

porém, para grande número de FAC, cargas que trabalhem sob O foto transístor TIL78 é o
aplicações mais simples e diretas, o tensões C.C. entre 6 e 1 2 volts, sensor luminoso, responsável pela
projeto nada ficará devendo a dis­ sob corrente de até IA, podem ser captação do sinal 6ptico emitido
positivos muito mais caros e com­ controladas diretamente. Com pela lanterna/emissora. Esse foto­
plexos (e cujas montagens, segura- eventual inclusão de um simples sensor está circuitado em divisor de
42
MONTAGEM 1 1 2 - CONTROLE REMOTO FOTO-ACIONADO. (PIINICIANTE)

'tensão juntamente com o resistot energizado todo o circuito. . . ) mos­ tivas, como motores, solenóides,
fixo de 4K7 e trim-pot de l00K tra, no seu pino 1 3 de saída, esta­ etc.), dentro de um considerável
(que permite o ajuste da sensibili­ dos digitais alternados, ou seja: um limite de corrente (até I A) e na
dade em função da luminosidade pulso "entrando" pelo pino 1 1 , o mesma faixa de tensão adotada para
ambiente). pino 1 3 vai a "alto", outro pulso a alimentação do CORFAC (6 a
Uma vez captado pelo TIL78, no pino 1 1 , o pino 1 3 "baixa", e 12V).
o sinal luminoso, já transformado assim por diante... Quanto à alimentação, notar
em sinal elétrico, é entregue a um Para monitorar o estado desse que o setor mais "delicado" do cir­
conjunto formado por dois gates de biestáveI, o gate sobrante do 4001 cuito (Integrados e sensoreamento
um Integrado C.MOS 4001 ou (ou 401 1 ) , delimitado pelos pinos de comando luminoso) é conve­
401 1 (pinos 1-2-3 e 4-5-6), sim­ 8-9- 1 0 atua como buffer de um se­ nientemente desacoplado pelo ca­
plesmente " enfileirados " , cada um gundo LEO, que assim pilota o pacitor de 47u mais o diodo
trabalhando como inversor, e am­ status (LEO aceso flip-flop liga­
= l N4OO1 que vedám a passagem ou
bos agindo conjuntamente como do, LEO apagado flip-flop desli-
= interferência de transientes de
conformadores do sinal, oferecendo gado ). Os dois LEOs, então mo-
___ tensão e/ou corrente, eventualmen­
no pino 4 do segundo gate um pul­ nitoram totalmente o funcionamen­ te gerados pelo chaveamento da
so positivo nítido, retangular e fir­ to do C ORFAC , sendo facílimo ao carga controlada (e que poderiam
me, a cada "piscada" de luz rece­ usuário "interpretar" as condições instabilizar o monoestável ou o
bida pelo TIL78. Um terceiro gafe dos circuitos, tanto durante o co­ biestável). Pelo próprio arranjo fi­
do 400 1 (ou 40 1 1 ) delimitado pelos mando remoto, quanto nos interva­ nal (saída) do CORFAC, é fácil
pinos 1 1- 1 2- 1 3, atua como buffer los entre dois acionamentos ! perceber que a alimentação do cir­
para um LEO piloto, que assim O mesmo pino de saída do cuito e da própria carga é única (na
monitora a recepção do sinal. Esse biestável (segunda metade do 401 3) configuração básica). É por essa
lED apenas acende quando o blo­ aciona, via resistor de 1 0K, um ar­ razão que o CORFAC foi calculado
co de entrada do CORFAC "acei­ ranjo Darlington formado pelos para ampla faixa de tensões de tra­
ta" ou "reconhece" um sinal de transístores BC548 e TIP3 1 . Esse balho, entre 6 e 1 2 volts, de modo
comando (pulso luminoso �mitido conjunto age como se fosse um a viabilizar seu "casamento" com
pela lanterna na mão do operador), único "super-transístor" de altíssi­ cargas diversas (obviamente que
constituindo excelente ajuda duran­ mo ganho e com elevada capacida­ trabalhem com tensão entre 6 e
te o único ajuste. necessário ao sis­ de de manejo de corrente (é como 12V, também... ). O cin:uito em sí
tema (feito no trim-pot). se as características do BC e do não requer mais do que 10mA (e
Depois que o sinal sofre esse TIP se "somassem" e se "multipli­ isso apenas quando os dois lEOs
processamento, " reconhecimento" cassem�', ao mesmo tempo... ). A monitores estiverem acesos . . . ), as­
e "aceitação" inicial, é então ofe­ carga é então energizada pelo pr6- sim praticamente, ao dimensionar a
recido à uma primeira metade do prio circuito de emissor" do corrente geral de alimentação: de­
Integrado C.MOS 40 1 3 B (que Darlington (devidamente protegido vemos nos ater às necessidades es­
contém dois flip-flops tipo "O"), pelo diodo l N4004, reversamente pecíficas da carga e nada mais (na
via pino 6. Esse primeiro flip-flop, polarizado, contra eventuais tran­ maioria das aplicações mais "pesa­
com o auxílio do resistor de 2M2 sientes produzidos por cargas indu- das", os 1 0mA requeridos pelo
(entre pino 1 e 4) e capacitor de
2200 (entre pino 4 e linha de "ter­
ra") age como monoestável ou mi­
ni-temporizador, sendo responsável

J� � I�7.' � I
final pela conformação do sinal e
eliminação de diversas interferên­
cias ou "falhas" no comando, apre­
sentando sempre um pulso retangu­
lar de largura constante (determi­
• c o " ,,,
1:7 a

nada pelos .valores do resistor/ca­ --- - -- - �- ----- - --- a;


Fig. 2
pacitor mencionados e não mais pe­
la eventual duração do pulso lumi­
noso emitido pela lanterna/emisso­ ------ -- - ------- -----

ra. . . ). Esse pulso então (presente no


pino 1 do 401 3 ) é usado para gati­
lhar a segunda metade do 40 1 3 , ar­
ranjada em biestável (flip-flop de
"memória" , tipo "liga-desliga").
Este segundo flip-flop (junto ao
qual outro conjunto de resistor de
2M2 e capacitor de 220n estabili­
zam o funcionamento e "resetam"
'o sistema, no instante em que é
43
MONTAGEM 1 1 2 - \;uN(ROLE REMOTO FOT..... 'I.(,ln�Ann í--···-II\NTE)

{
CORFAC representarão uma "titi­ ALIIIENT.
ca
"
frente à corrente geral maneja­
.••
da ). �L���... �-
Conforme já ftcou claro, car­

l +1
gas que trabalham dentro dos
�c
: f
parâmetros básicos (6 a 1 2 VCC x K-A
até I A) podem então ser acionadas � E ST
. diretamente. Para cargas mais "pe­ TIL11 LADO COR FAC + 0-;--
1 vEP�ETO
_ut.� @ CA�.A
AJ{_
K ----'-J-
5

sadas", ou de C.A., ver o adendo


DOS COllPONENTES ® IlAX.
IA
5 -o----
ao f'mal da presente matéria. __

H �:A�
OS COMPONENTES
..
Todos os itens do circuito são Fig. 4
comuns no nosso mercado e não
deverão apresentar dificuldades na BELÃO (encarte junto à Hist6ria ftg. 2 (tamanho natural, para facili­
aquisição. Vários deles admitem em Quadrinhos, nas primeiras pá­ tar a c6pia direta). Qualquer dos
equivalências (ver LISTA DE PE­ ginas de toda APE) e nas proprias métodos ou sistemas convencionais
ÇAS) ou são fabricados e ofereci­ ilustrações da presente matéria. para confecção poderá ser utiliza­
dos por muitas ftrmas. Quem não do, desde que o Iay out seja �
gostar de "bater perna" de loja em A MONTAGEM menIe reproduzido (qualquer pista­
loja, ou residir nas cidades meno­ zinha que faltar ou falhar inviabili­
res, onde não existam varejistas de o primeiro passo é a con­ zará o funcionamento do C OR­
componentes, poderá confortavel­ fecção da placa de Circuito Impres­ FA C , portanto ATENÇÃO ). •••

I I
mente recorrer ao sistema de KITs so, cujo padrão cobrado é visto na Quem preferir a aquisição do
vendidos pelo Correio, pela Con­
cessionária exclusiva (EMARK)
dos projetos de APE, cujo Anúncio
LISTA DE PEÇAS
e Cupom pode ser encontrado em
outro ponto da presente Revista. • 1 - Circuito Integrado C.MOS dai") com 2 segmentos ca­
Entretanto ós Leitores, de APE não 4013B da, para as conexões de

ftcam, absolutamente, " amarrados" • 1 - Circuito Integrado C.MOS Alimentação e Saída do
a um "truque sujo" de marlreting 400l B (ou 401 l B , indife­ CORFAC
(conforme ocorre por aí, Vocês sa­ rentemente, oestc circui­ • - Fio e solda para as ligações
.•.
to )
bem onde ... ) já que a ftlosofta de
trabalho aqui é: montagens real­ • 1 - Foto-transístor TIL78 ou OPCIONAIS/DIVERSOS
mente viáveis, cujos componentes equivalente
possam ser obtidos em diversas • 1 - Transístor TIP3 1 ou equi­ • 1 - Caixa para abrigar o circui­
fontes comerciais, possibilitando a valente to. Em muitas aplicações, o
realização independente dos proje­ • 1 - Transístor BC548 ou equi­ cootaincr simplesmente não
tos, por todo mundo .•.
valente será necessário, já que em
. 1 - Diodo l N4004 ou equiva- vários casos o circuito do
Como o CORFAC é basica­
lente CORFAC poderá ser "em­
mente uma montagem dirigida aos
• 1 - Diodo l N400 1 ou equiva­ butido" dentro da caixa
iniciantes, vale aqui - ainda mais -
lente original do dispositivo a
a "eterna" recomendação de obser­
• 1 - LED vermelho, re�ondo, 5 ser controlado. Outras pos- .'
var e identiftcar com cuidado os
terminais de todos os componentes
mm sibilidades indicam que o
• 1 - LED verde, redondo, 5 mm circuito pode ser abrigado
polarizados (que não podem ser li­
• 1 - Resistor 4K7 x 1 /4 watt' em cootainer que também
gados ao circuito de maneira inver­
• 1 - Resistor lOK x 1/4 watt "embuta" a pr6pria fonte
tida ou errônea, sob pena de não
• 2 - Resistores 2M2 x 1 /4 watt de energia (pilhas, bateria,
funcionamento do CORFAC e
. 1 - Trim-pot, vertical, l00K fonte C.A., etc.).
eventual dano à pr6pria peça ). •••

Nessa categoria enquadram-se os


. 2 - Capacitores (poliéster) • - Eventuais "apoios" 6pticos
220n para o foto-sensor (TIL78),
Integrados, transístores, diodos, fo­
• 1 - Capacitor (eletrolítico) 47u como lente, tubo, concen­
to-transístor, LEDs e capacitor ele­
x 16V tradores, etc.
trolítico. Quanto aos demais com­
• 1 - Placa de Circuito Impresso • 1 - Lanterna de mão ( 1 , 2 ou 3
ponentes, seus valores e c6digos
espec{ftca para a montagem pilhas, qualquer tamanho
devem ser perfeitamente interpreta­
(7,9 x 3,0 cm.) ou potência), para o "emis­
dos também antes de se iniciar a
• 2 - Pedaços de barra de conec­ sor' do CORFAC - VER .
montagem. Todos esses importantes
tores parafusáveis ("Sin- TEXTO.
dados são fornecidos no TA-
44
MONTAGEM 112 - CONTROLE REMOTO FOTO-ACIONADO lP/lNICIANTE)

CORFAC em KIT receberá a placa circuitos já foram "salvos" por es­ zinho" próprio .•• ). Aponte a lanter­ I
pronta, furada, protegida e com as sa providencial codificação ..• ). na para o foto-transfstor do COR­
posições dos componentes clara­ Identificar e ligar corretamente os FAC a uma distância de 30 ou 40
mente marcadas sobre o lado não terminais dos LEDs (o catodo ou cm. e acione por um breve instante
cobreado, facilitando muito as coi­ "K" é a "perna" mais curta, que o pulsador (fazendo com que a lan­
sas ••. Entretanto, mesmo quem fizer sai ao lado de um pequeno chanfro terna emita uma "piscada" de
sua pr6pria placa, desde que siga as existente no corpo da peça ... ) e do luz .. .,). O LED vennelho deve
figuras com cuidado, não encon­ TIL78 (o terminal de coletor ou acender momentaneamente, indi­
trará dificuldades ••• "C" é o mais curto, saindo junto ao cando que o CORFAC "recebeu" o
A figo 3 dá o "mapa" da mon­ pequeno chanfro lateral do compo­ sinal e "reconheceu" o comando.
tagem, mostrando a placa agora � nente . . . ). Lembramos que, embora O LED verde (VD) deve, nesse
lo lado dos componentes, todos na figo 4 os LEDs e foto-transfstor momento, in� seu estado (se
eles já posicionados. Observar bem estejam ligados diretamente à pla­ estava apagado, passa a aceso, ou
os seguintes pontos: ca, nada impede que (dependendo vice-versa). Efetue novo comando
- Posição dos Integrados (notar as da acomodação final desejada pelo (mais uma "piscada" na lanterna. . . )
extremidades que contém uma pe­ montador) tais componentes fiquem e verifique que o LED vermelho
quena marca). separados fisicamente do Circuito novamente acende (esse acendi­
- Posição dos transfstores (lado Impresso, ligados a ele por pares de mento dura apenas o exato tempo
"chato" do BC548 e lapela metá­ fios finos com o necessário com­ em que a lanterna/emissora fica
lica do TIP3 1 , esta voltada para primento. também acesa, em cada comando •.. )
"fora" da placa). e que o LED verde outra vez "mu­
- Posição dos diodos (referenciada TESTES, INSTALAÇ ÃO da de estado" (se estava aceso,
pela faixa existente numa das ex­ E UnLIZA�ÃO apaga, se estava apagado, acen­
tremidades). de •.• ).
- Polaridade do capacitor eletrolíti­ Tudo conferido, ainda antes Terminados os testes iniciais,
co ( marc ada graficamente sobre de instalar o conjunto na sua p0- o CORFAC pode então ser instala­
corpo do componente). sição ou função definitiva, o circui­ do junto . à aplicação definitiva, a
- Valores de todos os componentes, to pode ser facilmente testado. Ini­ a partir das informações contidas
em relação às posições que OC).l­ cialmente o trim-pot de ajuste deve nas figs. 5 , 6 e 7.
pam na placa. ser colocado em sua posição média. Confonne indica a figo 5 , para
- Existência de 4 jumpeI'S (simples Alimente o circuito (pilhas ou um bom alcance, convém que o fo­
pedaços de fio interligando duas bateria "quadradinha" servirão, to-transfstor (TIL78) fique ligeira­
ilhas), numerados de 11 a J4. nesses testes iniciais) com 6 a 1 2V. mente "embutido" num nicho ou
Quem for ainda um "come­ Ambos os LEDs deverão permane­ tubo raso, cujo interior preferen­
çante" deve ler as INSTRUÇÕES cer apagados. Gire o trim-pot até cialmente deve ser pintado ou re­
GERAIS PARA AS MONfA­ obter o acendimento do LED ver­ vestido com material preto-fôsco
GENS com o máximo de atenção, melho (VM). Não se preocupe, por (isso restringirá as interferências da
antes de começar as soldagens. No­ enquanto, com o estado do LED iluminação ambiente sobre o COR­
nhwna das informações lá contidas verde. Em seguida, "retorne" len­ FAC . . . ). Em alguns casos extre
pode ser ignorada, para uma garan­ tamente o giro do trim-pot, parando mos, o uso de tubo e lente no
tia de êxito na montagem do COR­ o ajuste exatamente no ponto em TIL78, além de melhorar a diretivi­
que o LED vermelho apagar ..• dade e isenção contra interferên­
FAC (ou de qualquer outro proje­
to ••• ). Pronto ! A sensibilidade estará ajus­ cias, promoverá também um nítido
Quando todos os componen­ tada para a luminosidade ambiente " alargamento" do alcance do sis­
tes principais estiverem soldados à presente no local e momento do tema. Nos nossos testes, num am­

placa (fig. 3) re-confira posição por teste. biente domiciliar médio (sob luz
posição, terminal por terminal, cada Muna-se de uma lanterna de natural de janela, ou iluminação
componente, valor e polaridade , pilhas (com pilhas boas, é claro . . . ) por lâmpada incandescente co­
bem como a qualidade de cada um colocando seu interruptor na p0- mum ... ), com uma lanterna peque­
dos pontos de solda. . . Tudo nos sição de "pulsador" (que acende nina, de uma s6 pilha, com lâmpada
"conformes"? Então podem ser momentaneamente, enquanto durar tipo "pingo d'água, o alcance pode
cortadas as sobras de terminais e a pressão do dedo sobre o "botão- chegar a cerca de 2 metros... Já
fios, pelo lado cobreado, passan­

o)/�
ACIONAMENTO "NICHO" PARA O
do-se, em seguida, à fase das li­ PELO·PULSADOR"
FOTOTRANSíSTOR

I���
gações externas, detalhadas na figo

11
-b�TlL7�.
4.
Observar com ATENÇÃO as .. _

polaridades de alimentação e saída, - 2 A 7 ",


referenciadas pelo código univer­
LANTERNA DE
sal: fios �Ihos nos percursos MAo
( 1 , 2 ou 3 PILHAS)
positivos e fios pretos nos negati­
Fig. 5
vos (nem queiram saber quantos
45
MONTAGEM 1 1 2 CONTROLE REMOTO FOTO-ACIONADO (P/INICIANTE)
-

dia e noite, e "aceitando" bem o mas dá para vislumbrar as


FOTOTRANSISTOR comando luminoso direcional da possibilidades, não é ... ?
" EMBUTIDO" lanterna/emissora, deverá ser obti­ - 7 -C - Cargas que trabalhem sob
da sem grandes dificuldades. Em correntes maiores do que
ambientes menos iluminados, . a efi­ I A, ou sob C.A. , exigirão a
LEDVM
ciência e o alcance do CORFAC intermediação de um relê,
serão naturalmente incrementados. acoplado aos terminais de
A figo 7 traz detalhes e exem­ saída do CORFAC. Nesse
plos diversos para as conexões de caso o circuito, em sí, de­
LED VD. Fig. 6
comando (CORFAC/carga) em verá ser alimentado por uma
seus aspectos e possibilidades ge­ pequena fonte (corrente ne­
com uma lanterna grande (3 pilhas rais... Vamos ver tais exemplos in­ cessária à bobina do relê
e refletor "concentrado") conse­ dividualmente: mais os lOmA do COR­
guimos acionar o CORFAC a cerca - 7-A - Arranjo básico, para o co­ FAC). Por exemplo: com
de 7 metros de distância, com segu­ mando de cargas capazes de uma fonte para 12V x
rança.. . Lembrar ainda que, se a funcionar sob tensão entre 6 . 1 DOmA (pequenina, portan-
lanterna escolhida puder ser "dedi­ e 1 2V, sob corrente de até to ... ) alimentando o COR­
cada" unicamente ao uso conjunto IA. No caso, basta alimen­ FAC, o Leitor poderá usar
com o CORFAC, ela também po­ tar a carga diretamente dos um relê tipo G I RC2 da
derá sofrer "melhorias" 6pticas terminais de saída (S + e S-) "Metaltex", com cujos con­
(lentes, ou tubos concentradores do do CORFAC (respeitando tatos de aplicação cargas
feixe luminoso) capazes de otimizar sempre as polaridades). Ba­ C.C. ou C.A. de até 1 .200W
ainda mais o funcionamento do sis­ teria, pilhas ou fonte ener­ ou sob corrente de até 1 DA
tema ! Tais aperfeiçoamentos, con­ gizarão todo o sistema, poderão ser confortavel­
tudo, ficam por conta do "capri­ sempre lembrando que de­ mente controladas !
cho" e habilidade de cada um... vem ser capazes de fornecer - 7-D - Pequenos aparelhos eletrô­
Se o circuito do CORFAC foi a corrente requerida pela nicos (rádios, gravadores,
instalado num container indepen­ carga mais os IOrnA pedi­ amplificadores, etc.) que
dente, uma sugestão prática e ele­ dos pelo circuito do COR­ normalmente trabalhem com
gante para o acabamento encontra­ FAC. fonte embutida, ligados à
se na figo 6. Lembrar ainda que, em - 7-8 - Pequenos ou médios moto­ C.A., mas requerendo para
muitos casos, a mesma caixa p0- res de c.c., cuja tensão de seus circuitos internos,
derá acomodar também a fonte de trabalho situa-se entre 6 e tensão C.C. entre 6 e 1 2V,
alimentação compartilhada pelo 1 2 volts, sob corrente má­ sob até 1 A, podem, com
CORFAC e pela carga (ver CA­ xima de 1 A, podem ser pequenas alterações na sua
RACTERÍSTICAS e limites já acionados diretamente pelo fiação interna, ser coman­
mencionados ... ) CORFAC (a configuração dados diretamente pelo
&n qualquer caso, muito cer­ de alimentação geral per­ CORF AC. Basta "separar"
tamente o CORFAC requererá um manece conforme sugerida a fonte interna do restante
ajuste definitivo do trim-pot de na figo 7-A). Essa é uma do circuitQ do aparelho con­
sensiblidade, já na sua posição fi carga típica existente em trolado, "puxando" a ali­
nal de utilização Com um pouco ..• brinquedos, por exemplo... mentação ' para o CORFAC
de paciência e cuidado, com uma Enfim, o uso "mecânico" (pontos "F+ " e "F-") o
condição média ideal, "ignorando" dado ao giro do motor fica qual, por sua vez, "devol­
a iluminação ambiente e suas even-=­ por conta da imaginação e verá" a alimentação ao cir­
tuais variações normais durante o criatividade de cada um, cuito interno do aparelho
• • - 12 '1
através dos terminais de Sal­
la _A + COftRENTE CAJlt&.A da (pontos "A+" e "A-").
Os "míseros" 10rnA "rou­
® ® bados" pelo CORFAC para


+
s-
o
.OTOR
' � 12w
MAX. lA
C.C.
seu uso, dificilmente inter­
ferirão com o funcionamen­
to do aparelho comandado,
cuja fonte interna, na maio­
ria das vezes, é super-di­
® @
8=8
+ �:F}I
mensionada em termos de
corrente. Nada impede, ain­
da, que a idéia básica mos­
trada em 7-D seja aplicada
5- O C.A.
também a aparelhos alimen­
RELE
_
L HA �
c
tados a pilhas ou bateria
e - 12 wce
(sempre entre 6 e 1 2V).
46

CONSE' RTA-SE
ALICATE AMPEROMÉTRICO
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CONSERTA-SE
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2 Kohm (30 ohm no +/- 3% C . A.
Resistência
centro da escala)
Alimentaçao 1 pilha de 1 , 5V tipo AA ou equivalente·
Dimensões e Peso 2 1 5 x 85 x 35 mm. - 360g.
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Proteção na escala de resistência
• N!o tlrneciOO JIlt) do aparehl
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DUPLO 17 PINOS 1 30,00
CAPo ELETROlíTICO TOMADA TRIPOLAR 800,00
RCA FEMEA 50,00
RESISTORES DE POTÊNCIA
1 000 X 50 1 2 0,00 RCA MACHO 50,00
1 8R 1 0W 25,00
22 X 250 1 20,00 CABO SERIAL
l R 5W 25,00
220 X 25 40,00
22R 5W 25, 00
220 X 50 60,00 COM 1 o METROS 4.200,00
1 00,00 39R 1 0W 1 5,00
2200 X 1 6
5,6R 5W 25,00
2200 X 25 1 80,00
68R 5W 25,00 CABEÇAS DE I MPRESSORAS
3300 X 35 1 80,00 CONECTO R P/FLAT CABLE 6K8 2W 25,00
3300 X 50 300,00
25 PINOS DUPLO 1 80,00 18 AGULHAS 4.200,00
470 X 1 6 30,00
50 PINOS DUPLO 180,00 RESISTORES 1 / 8 WATTS
470 X 25 30,00
470 X 63 60,00 1 00 PEÇAS POR 1 20,00
DEEP SWITCH
20,00 10 CHAVES 600,00 SOQUETES
CAPACITOR STIROFlEX PARA CP300 900,00
8 CONTATOS 240,00
64 PINOS 240,00 CONTROl 13 SP 1 6 1 . 800,00
CAPo POllESTER DIM FEMÊA 60,00 D500 DRIVE 60,00
DIODOS DlM MACHO 60,00 FT 1 3 CD500 750,00
250V 30,00
MUR 820 600,00 PARA RTC 30,00 FT25 SIST - 700 750,00
400V 40,00
SK 3/04 1 00,00 14 PINOS 50,00 FT33 C D 400 750,00
SK 4F 1102 1 00,00 16 PINOS 80,00 FT34 P 500 750,00
CAPo CERAMICO
SKR 4F 1 /04 80,00 18 PINOS 50,00 FT39 CP 500 FONTE 750,00
50 PEÇAS POR 1 20,00
SR 506 1 00,00 24 PINOS 1 20,00 FT40 SOlUTION FON-
VHE 1402 300,00 28 PINOS 1 1 0, 00 TE 750,00
CHAVES 40 PINOS 1 80,00 FT48 FONTE SOlU-
CK 7 1 05 MOMENTÂNEA 300,00 DISSIPADORES 54 PINOS 240,00 TION 750,00
CK 7301 2 POSiÇÕES 900,00 60,00 64 PINOS 50,00 INT.36 P 720 XT 800,00
MÉDIO PITO 220
CK 81 25 MOMENTÂNEA 250,00 PARA T03 1 00,00 8 PINOS 50,00 P09 P 720 1 .200,00
H . H 1 1 0V 80,00 P20 S P 1 6
PEQUENO PI TO 220 40,00 1 .800,00
LIGA DESLIGA 80,00 600,00
THUMBWEll SWITCH P22 CP 500 750,00
LIGA DESLIGA 50,00 P24 CP 500
FusíVEL 750,00
MOMENTÂNEA 1 00,00 P25 SOlUTION
PEQUENO l A12A15A1. 6,00 TRANSISTORES 7.000,00
MOMENTÂNEA 300,00 P28 SP 1 6 11
2N 2222-A - 80,00 7.000,00
RESET 80,00 P07 SIST. 700
JACK 2N 2907 40,00 1 .200,00
AlCO MTE 406P 1 . 1 00,00 P08 CP 500
2N 3055 230,00 600,00
60,00 P2 60,00
HH COM ASTE 2N 3904 PCI CONTROl 111 600,00
60,00
EC 559 30,00 PCI FT 39 700,00
CONECTORES PORTA FusíVEL
BRY 1 00 30,00 PCI ME 07 700,00
INTERNO CI VISOR 85,00
J 1 76/541 60,00 PUS P 500 2.400,00
10 PINOS 50,00
MJE 1 30 240,00 VTOl CP 500 700,00
1 5 PINOS DUPLO 1 80,00
MJE 1 3007 445,00 VT03 SP 1 6 700,00
20 PINOS DUPLO 60,00
31 PINOS DUPLO 1 80,00 TIP 1 1 0 1 1 0,00
3 PINOS 50,00 (Venda mInima 1 0 peças) TI P 1 1 1 1 1 0,00 TECLADOS N O ESTADO
4 PINOS MACHO 1 20,00 TIP 1 42 580,00 SISTEMA 700
6 PINOS 40,00
REGULADOR DE TENSÃO TIP 41 80,00 SOLUTION 1 6
DB 09 F 1 08,00 UA 7805 1 50,00 SP 1 6
DB 09 M 40,00 UC 78HGAS 2.300,00 TRIMPOT BOURNS 90,00 SUPER 700

223 · 7388 - 222 ·3458


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2000 ÍTENS

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TELEX EM
ESTOQUE
1 13 1 298 - FILG
Modulo Sensor
de Impacto
(Multi-uso)

pecíficas. O consumo de corrente


COM INÚMERAS APLICAÇÕES O U ADAPTAÇÕES PRÁTICAS, NAS
em stand by é reduzidíssimo (viabi­
ÁREAS DE SEGURANÇA PROFISSIONAL OU DOMÉSTICA (TAMBÉM
lizando a alimentação por pilhas ou
PODE SER CRIATIVAMENTE USADO EM JOGOS, MARCADORES E
bateria, quando portabilidade for
"AVISADORES" DIVERSOS ), O MÓDULO SENSOR DE IMPACTO É
..•
um requisito importante) e o circui­
UM PROJETO BEM "DENTRO" DA CONCEPÇÃO/ESTILO A.P.E.! FÁ­
to "aceita", sem problemas, vários
CIL DE MONTAR, SIMPLES DE UTILIZAR, BAIXO CUSTO E UTILIDADE
sensores simultâneos (VER TEX­
COMPROVADA! PODE "SENTIR" PANCADINHAS, VIBRAÇÕES, MO­
TO) o que contribui para baixar
VIMENTOS B RUSCOS CONTRA CORPOS SÓLIDOS, FUNCIONAMEN­
ainda mais o custo operacional,
TO DE MAQUINÁRIO, ETC., ACIONANDO, A PARTIR DESSA EXCI­
permitindo monitorar ao mesmo
TAÇÃO, UM RELÊ TEMPORIZADO CAPAZ DE COMANDAR CARGAS
tempo diversos pontos, locais ou
ELÉTRICAS "PESADAS" DIVERSAS.. .!
dispositivos a partir de um único
MOSDIM !
A idéia do MÓDUW S EN­ Com u m sistema d e saída via
SOR DE IMPACfO ("MOSDIM") relê (que pennite o comando de Enfim: uma montagem prática
nasceu de uma possibilidade pouco cargas diversas, de elevada potên­ "na medida" para experimentado­
conhecida, mesmo dos hobbystas já cia - ver CARACTERÍSTICAS), o res e também para diversas apli­
"tarimbados " : um simples capaci­ MOSDIM pode ser usado, com cações profissionais "sérias" , que
tor tipo disco cerâmico, pela sua grande confiabilidade e praticidade, vale a pena ser realizada, sob todos
construção física e príncipio de para detectar batidas em portas, vi­ os aspectos.
funcionamento , pode perfeitamente brações em máquinas, proteger vi­
funcionar como um tosco (mas con­ dros e/ou janelas contra tentativas CARACTERíSTICAS
fiável) "microfone ", transformando de arrombamento, " sentir" quando
esforços mecânicos (batidas, vi­ um intruso está caminhando sobre - M6dulo eletrônico para sensorea­
brações, etc.) em sinais elétricos um assoalho, etc. Outras (muitas . . . ) mento e sinalização de impactos
aproveitáveis, desde que amplifica­ aplicações são perfeitamente possí­ sobre superfícies s6lidas ou cor­
dos e usados para gatilhar circuitos veis (o limite é a criatividade do pos rígidos , com sensoreamento
tipo "tudo ou nada" (não dá para Leitor) como indicar impacto preci­ por minusculo (e barato) �pacitor
usar um capacitor disco cerâmico �o sobre um alvo em stands de tiro tipo disco cerâmico.
como se fosse um microfone real, ou até monitorar as "batidas" de - ·Entrada de sensoreamento de alta
para áudio, com boa fidelidade e uma bateria musical, para acopla­ impedância que - aliada à ele­
resposta de frequência. . . ) . mento a sistemas de - luz rítmica, vadíssima impedância intrínseca
Desse conceito básico surgiu etc . dos pr6prio s sensores - pennite a
o MOSDIM, um m6dulo de múlti­ O comando de potência na utilização simultânea de vários
plas aplicações e que apresenta, saída do MOSDIM é temporizado sensores (capacitores), em série
com principal característica, o (originalmente em cerca de 5 se­ e/ou paralelo, para monitorações
baixíssimo custo justamente no seu gundos, . período este, contudo, fa­ múltiplas.
sistema de sensoreamento, já que cilmente modificável pelo usuário ­ - Sensibilidade: elevada para a
capacitores de disco são componen­ VER TEXTO) . A sensibilidade é função. Exemplo: com o sensor
tes muito baratos (se fossem usados muito boa (para os rms a que se fixado sobre uma superfície de
sensores convencionais, tipo piezo destina o m6dulo) e também pode madeira rígida, o MOSDIM pode
ou magnético, o custo seria muito ser eventualmente redimensionada detectar o impacto da queda de
mais eleyado ! ) . para adequação a aplicações es- um parafus o metálico pequeno a
49
MONTAGEM 1 1 3 MÓDULO SENSOR DE IMPACTO (MULTI-USO)
-

�= GANHO ( l O O K - 4M7) LED


I N4148
MONITOR

co
<t

+ �
9
IOK
�7lJ
16v

@ = h/JlF

Fig. l

cerca de um metro de distância, sendo aplicado à entrada inversora


sobre tal superfície ! O CIRCUITO (pino 6) via resistor de 47K, ganho
- Saída: por relê, permitindo, determinado pelo resistor de reali­
através d e seus 3 contactos, si- O circuito do MOSDIM tem mentação (2M2, asterisco num
tuações de acionamento tempori- seu diagrama esquemático mostrado quadradinho) e entrada não inver­
zado para Normalmente Aberto na figo 1 . O funcionamento geral é Sora polarizada pelo par de resisto­
ou Normalmente Fe<;hado. "descomplicado'" e fácil de acom- res de lOK. Ap6s a enorme ampli­
- Temporização de Saída: cerca de panhar, se analisarmos o circuito ficação promovida pelos dois blo­
5 s�gu?dos com os comIX:> nentes �� blocos: o sensor/transdutor, cos, o sinal presente no pino 7 do
.
onglllats. Pode ser fac l lmen�é confdrme j á explicado, não passa 1458 apresenta nível próximo da
modificado o tempo pela troca de de um simples capacitor tipo disco própria tensão de alimentação, sen....
valor de um único componente cerâmico ( 1 00n). Sofrendo um im- do éntão aplicado à entrada de um
(ver "O CIRCUITO"). pacto ou vibração, esse capacitor dos gafes de um Integrado C. MOS
- Potência de Comando: cargas de gera um pequenino (mas firme . . . ) 400 1 (delimitado pelos pinos
C.c. ou C.A. com potência de até sinal elétrico (o princípio é o mes- 1 1 - 1 2- 1 3) , funcionando como sim­
1 .200W, sob corrente de até l OA. mo que rege o funcionamento dos ples inversor/conformador. O aco­
- Alimentação: 9 volts c.c., prove- conhecidos "microfones capaciti- plamento do sinal é feito via capa­
mentes de fonte, pilhas ou bate- vos" . . . ). Esse sinal é então apren- citor de 220n e a entrada (pinos
ria. sentado à entrada inversora (pino 1 2- 1 3) do inversor é pré-polarizada
- Consumo:em stand by, baixíssimo 2) de um Amplificador Operacional em "meia tensão" pelos resistores
(pouco mais de 1 mA). Sob "dis- (dois Amp.Op. são contidos no In- "empilhados" de l 00K, com o que
paro" depende dos requisitos do tegrado CA 1458 . . . ). O resistor de se obtem excelente sensibilidade
relê utilizado no circuito, chegan- realimentação (2M2, marcado com para o estágio.
do, em média, a cerca de 70 a 80 asterisco · num quadradinho ... ) de- Ap6s esse processamento, o
mA, termina o ganho ou fator de ampli- sinal se manifesta no pino 1 1 do
- Monitoração do sensoreamento: ficação do sinal , nesse primeiro 400 1 na forma de um pulso retan­
por LED piloto, que acende du- estágio. A entrada não inversora gular preciso e "fmne" que, por
rante a temporização da S aída, na (pino 3 do 1458) é polarizada à me- sua vez, gatilha o monoestável
detecção do impacto. . tade do valor de tensão de alimen- formado pelos gafes do 400 1 deli­
- Resistência mecânica do sensor tação, via dois resistores "empilha- mitados pelos pinos 1 -2-3 e 4-5-6.
(capacitor disco) : elevada, muito dos" de 10K cada, desacoplados A temporização nesse monoestável
maior do que a apresentada por pelo eletrolítico de lOu. Na saída é determinada pelo capacitor de
outros sensores ou transdutores desse primeiro bloco (pino 1 do 4u7 e resistor de l M5 , resultando,
(piezo, magnético, etc.), podendo 1458) o sinal já se mostra bem am- a cada disparo, num estado digital
ser facilmente usada em ambientes plificado, contudo, como o rendi- "alto" por aproximadamente 5 se­
ou condições "in6spitas" e difí- mento do capacitor enquanto gundos no pino 4 do 4001. Se for
ceis . O minúsculo tamanho e es- transdutor não é muito elevado, desejada alteração na temporização,
pessura do sensor/capacitor nova amplificação se faz necessá- o procedimento mais prático será
também permite sua instalação em ria, realizada , pela segundo via modificação do valor do capaci­
lugares "impossíveis" para outros Amp.Op. do 1 45 8 , com idêntica tor original de 4u7, sempre consi­
tipos de transdutores. configuração circuital, .com o sinal derando uma razão aproximada de
50
MONTAGEM 1 1 3 MÓDULO SENSO R DE IMPACTO (MULTI-USO)
-

1 segundo por microfarad, ou seja: Observar que o funcionamen­ anúncio em outra parte da presente
usando na posição marcada por um to tipo "tudo ou nada" do circuito APE... ) que garante a inclusão de
asterisco dentro de um círculo, um dispensa, na prática, um controle todas as peças relacionadas na
capacitor de l Ou, a temporização de sensibilidade. Se, contudo, con­ LIST A (menos OPCIONAISIDI­
será de aproximadamente l O se­ dições e aplicações específicas de­ VERSOS) pennitindo assim a mon­
gundos, um capacitor de l OOu dará tenninarem um aumento ou dimi­ tagem mesmo aos hobbystas que
mais -de 1 minuto e meio, um de nuição �a sensibilidade média para residam "nas quebradas" desse
470n proporcionará um tempo ativo a qual o circuito foi estruturado, nosso País/Continente ....
de aproximadamente meio segundo, basta alterar o valor de um (ou am­ O cuidado (sempre recomen­
e assim por diante, "ao gosto do bos) dos resistores de realimen­ dado . . . ) único deverá ser direcio­
freguês" ..• tação, originais 2M2 (asteriscos em nado para a correta identificação
A saída do monoestável (pino quadradinhos, no esquema ). A dos tenninais dos componentes po­
4 do 400 1 ) é aplicada ao gate "so­ sensibilidade será sempre direta­ larizados (Integrados, transístor,
brante" do Integrado (pinos mente ptOpOICÍOnal ao valor de tais diodos, LED e capacitores eletrolf­
8-9- 10), atuando como simples in­ resistores: valor menor, sensibili­ ticos). Quem ainda não tiver muita
versor e bufler, determinando o dade menor - valor maior, sensibi­ prática deverá recorrer ao TA­
acendimento (durante a tempori­ lidade maior. Os limites inferior e BELÃO (lá nas primeiras páginas
zação) do LED piloto que assim superior para ambos os resistores da Revista ... ). Ainda no TA­
monitora o funcionamento de todo ficam, em l OOK e 10M, para efei­ BELÃO encontram-se instruções
o circuito. Ao mesmo tempo, a saí­ tos práticos. sobre a leitura de códigos de valor
da do monoestável é aplicada ao dos demais componentes, infor­
transístor BC548 de saída (via re­ OS COMPONENTES mações também importantes para o
sistor de 10K), de maneira que esse principiante, que ainda não decorou
transístor "sature" durante o perío­ Todas as peças do MOSDIM
os sistemas de notação standartiza­
do, energizando o relê presente no são convencionais, encontráveis na
dos . . .
seu circuito de coletor. Um diodo maioria dos bons varejistas de Ele­

r�erita
l N4148 em "anti-paralelo" com a trônica. O uso de um simples capa­
bobina do relê desvia os "chutes" citor de disco como sensor, além de A MONTAGEM
de tensão gerados pelo dito relê nos baratear muito o circuito, pennite
momento de chavearnento, prote­ sua fácil aquisição (sensores es­ Quem for Leito �,
gendo o BC548. pecíficos de impacto são raros e ca­ do" de APE não precisa, mas os,
A alimentação geral é feita ros . . . ). De qualquer maneira, o Lei­ "recém-chegantes" devem ler aten­
sob 9 volts C.C., sendo que os blo­ tor pode sempre contar com o prá­ tamente as INSTRUÇÕES GE­
cos mais sensíveis do circuito (am­ tico sistema de KITs (que podem RAIS PARA AS MONTAGENS
plificadores de entrada e monoestá­ ser adquiridos pelo Correio - ver (junto ao TABELÃO), antes de
vel) tem sua energia de funciona­
mento desacoplada por um outro
diodo l N4148 em conjunto com o
eletroIftico de 47u, de maneira que
os transientes de tensão e corrente
gerados no estágio final não pos­
sam interferir com o bom funcio­
namento do conjunto.
Os contactos de saída do relê
pennitem o manejo de correntes de
até IOA, ou potências finais de até
l200W, no controle direto de car­
Fig. 2
gas de C.C. ou C.A. Em stand by a
corrente demandada pelo circuito é
baixíssima (em torno de l mA), su­
bindo a cerca de 70 ou 80 mA ape­
nas durante a energização do relê.
Se o uso prever temporizações cur­
tas (até 5 segundos, por exem­
plo . . . ), mesmo pilhas ou urna pe­
quena bateria poderão ser usadas
na alimentação. Já temporizações
longas ou acionamentos repetitivos
e prolongados, recomendam a ali­
mentação por fonte (9V x 1 50mA,
para boa margern. .. ).
51
MONTAGEM 1 1 3 - MÓ DULO SENSOR DE IMPACTO (MULTI-USO

começarem as ligações e solda­


gens ...
A figo 2 mostra, em tamanho
natural, o lay out do Circuito Im­
presso específico para a montagem
do MOSDIM, que deve ser usado
como rigoroso gabarito para a con­
fecção da placa. Quem optou pelo
KIT já receberá a placa pronti,nha,
"fugindo" desse estágio da monta­
gem... Na figo 3 temos a montagem
CAP. DISCO
CE�iMICO
propriamente, com a placa agora (SENSOR DE IMPACTO)
vista pelo lado dos componentes,
todos posicionados. ATENÇÃO à
colocação dos Integrados, transís­ AO COMANDO rMAJt.IZOOW
tor, diodos, capacitares eletrolíticos DA APLICAÇÃo L ou 10A J
e aos valores dos demais compo­
Fig. 4
nentes em relação às posições que
ocupam na placa. tada para as ilhas periféricas (com­
Terminada essa fase da mon­ parando com as indicações da figo
tagem, tudo deve ser conferido com 3). ATENÇÃO à polaridade da TESTE E UTILIZAÇÃO
cuidado, para só então "amputar­ alimentação (codificada pelas cores
se" as sobras de terminais e "per­ dos fios, como é praxe: vermelho Tudo terminado e conferido,
nas" pelo lado cobreado. para o positivo e preto para o nega­ alimente o circuito (pilhas,bateria
A segunda fase da montagem tivo, identificação dos terminais do :ou fonte, conforme já descrito). Dê
compreende as conexões externas à LED, ligações do cabo blindado um "peteleco" com o dedo sobre o
placa, detalhadas na figo 4 (placa que vai ao capacitor/sensor e iden­ capacitor/sensor... Deverá ser ou­
ainda vista pelo lado não cobrea­ tificação dos terminais de apli­ vido o "clique" do relê, enquanto
do ... ). Observar a codificação ado- cação. que o LED monitor acenderá, ime-

LISTA DE PEÇAS

• 1 - Circuito Integrado C.MOS • 1 - Relê com bobina para 9 básico, o circuito caberá
4001 B ( V.C.C. e um contacto re­ sem problemas num contai­
. 1 - Circuito Integrado CA 145,8 versível (tipo "Metaltex" Der "Patola" mod .. PB202
(ou LM358) '\ modelo G I RC9V ou equi­ (9,7 x 7,0 x 5,0 cm.) ou
• 1 - Transístor BC548 ou equi- � valente) qualquer outra caixa de
valente • 1 - Placa de Circuito Impresso dimensões compatíveis.
• 1 - LED, vermelho, redondo, específica para a montagem • - ALIMENTAÇAO: depen­
5mm (8,9 x 3,6 cm.) dendo do sistema escolhi­
.2 - Diodos l N4 1 48 ou equiva- • 1 - Pedaço de barra de conec­ do, serão necessários su­
lentes tares parafusados (tipo portes para pilhas, "clip"
•5 - Resistores l OK x 1 /4 watt "Sindal") com 3 segmen­ para bateria ou fonte, con­
• 1 - Resistor 47K x 1 /4 watt tos, para as conexões de forme explicado no item
• 2 - Resistores l00K x 1/4 watt saída do MOSDIM. "O CIRCUITO".
• 1 - Resistor lM5 x 1/4 watt • 1 - Pedaço de cabo blindado • - CABAGEM PARA O(S)
.2 - Resistores 2M2 x 1 /4 watt (shield) mono (cerca de 50 SENSOR(ES): sempre
(VER TEXTO) cm. para a maioria das blindado (cabo sbietd mo­
• 1 - Capacitar DISCO CEJ!Â- aplicações) para ligação do no) no comprimento sufi­
MICO l00n (ATENÇAO: capacitor/sensor. . ciente para a instalação e
não pode ser usado, na • 1 - Fio e solda para as ligações finalidade. . Se mais de um
função, capacitar de outro sensor for utilizado,
tipo). OPCIONAIS/DIVERSOS convém que de cada um
• 1 - Capacitar (poliéster) 220n deles venha um cabo até o
• 1 - Capacitar (eletrolítico) 4u7 • - CAIXA: como o MOSDIM circuito, unindo-se todos
x 1 6V é um projeto "em aberto" e eles junto à placa, para evi­
• 1 - Capacitar (eletrolítico) lOu multi-aplicável, tal ítem tar captações espúrias.'
x 16V dependerá muito da utili­
• 1 - Capacitor (eletrolítico) 47u zação e instalação preten­
x 16V didas. Em seu "formato"
52
MONTAGEM 113 - MÓDULO SENSOR DE IMPACTO (MULTI-USO

)
diatamente, assim pennanecendo
por aproximadamente S segundos,


ao fim do que apagará (com um

��
COLA


novo "clique", mais fraco, de de­ EPOXY PESO
sarme do relê ... ). (PEDRA ETAL,ETC.1

v�
Comprovadp o funcionamen­
to, Você pode passar à aplicação SENSOR --..s'" SENSOR \.
reál do MOSDIM ... Inicialmente é
importante lembrar que o capaci­

torlsensor funciona como se fosse
um microfone "rústico" , entretan­
� o �
to, não adianta falar ou gritar junto
ao dito cujo, que o circuito não
reagirá (a menos que Você seja o
Pavarotti. . . ). Para um perfeito Fig. 5
aprqveitamento das características
transdutoras do capacitorlsensor, - Protegendo vidros de janelas ou armas de pressão (com projéteis
este deverá estar rigidamente so­ vitrines, o MOSDIM avisará de chumbinho, setas, etc.) ou
lidário, em termos mecânicos, à su­ (chaveando uma sirene ou qual­ mesmo para alvos de arqueria ou
perfície, material ou objeto sobre o quer outro alarme sonoro) imedia­ dardos •••

qual seja desejada a monitoração de tamente sobre qualquer tentativa - Com o sensor acoplado ao corpo
impactos... A figo S dá algumas de quebra ou arrombamento. A de uma bateria musical, o MOS­
"dicas" de como o casamento do sensibilidade do circuito permitirá DIM se tornará um eficiente dis­
transdQtor com a superfície monito­ até que ele "sinta" uma tentiva parador para a luz rítmica vincu­
rada pode ser feita: sutil de corte do vidro com ferra­ lada ao instrumento (adequar a
menta de "diamante" . temporização do circuito , no ca­
- S-A - Para sensorear impactos so­ - Com o sensor acoplado a u m as­ so ... ).
bre uma placa de vidro, soalho de madeira, os passos de
basta colar o capacitor (com uma pessoa serão percebidos pelo Já deve ter dado para sentir a
eplxy ou ciano-acrilato) MOSDIM, podendo acionar um extensão das possibilidades aplica­
sobre o vidro. alarme ou abrir automaticamente tivas do MOSDIM... Quanto ao
- S-B - Outro "truque" válido é uma porta controlada por motor... controle da carga, propriamente, a


pressionar o sensor à su­ - Anexado (com alguma habilidade figo 6 dá algumas sugestões e indi­
perfície monitorada, através e imaginação) a maquinário in­ cações práticas:
de um peso. O sistema é dus trià1. o MOSDIM pode ser uti­
prático para superfícies ho­ lizado mo módulo excitador pa­ - 6-A - Utilizando as saídas "F" e

�iercaÍado - por exemplo -


rizontais, de madeira ou ou­ ra contatlores ou outros dispositi­ "C" , a carga (C.C. ou
tro material rígido. vos. C.A., corrente máxima de
- S-C - Placas verticais ou inclina­ entre uma prensa industrial e um lOA e potência máxima de
das de metal podem ser mo­ contador eletro-mecânico, o 1 200W) será desligada ape­
nitoradas através do · sen­ MOSDIM promoverá a indicação nas durante a· temporização
sor/capacitor preso à su­ numérica de "quantas batidas" a promovida pelo MOSDIM.
perfície com o auxílio de prensa deu, e coisas assim. - 6-B - Situação inversa a anterior­
um grampo metálico preso - Ainda acoplado a maquinário in­ mente sugerida: carga nor­
por parafuso. O "efeito-mo­ dustrial, o MOSDIM poderá indi­ malmente desligada, ligando
la" do grampo proporcio­ car (através de uma campainha, apenas durante a tempori­
nará boa solidariedade por exemplo) quando o nível de zação.
mecânica do capacitor com vibração desse maquinário ultra­ - 6-C - Se a carga puder trabalhar
a superfície . . . passar um limite seguro pré-esta­ sob C.e. de 9 volts, nada
belecido. Um correto dimensio­ impede que compartilhe a
A í vão algumas sugestões pa­ namento da sensibilidade e aco­ alimentação com o MOS­
ra utilização (na verdade, as apli­ plamento mecânico poderá se fa­ DIM, com as ligações feitas
cações são muitas, é s6 por a ima­ zer necessário , nesse caso ... de acordo com o diagrama
ginação e a criatividade para fun­ - Com o sensor mecanicamente so­ mostrado. Não esquecer de
cionar ..• ): lidário à "mosca" de um alvo de levar em consideração as
tiro (fisicamente separado do res­ correntes envolvidas e ne­
- Aplicado a uma porta comum de tante da placa do dito alvo), o cessárias: a fonte de alimen­
madeira . ou metal , o MOSDIM MOSDIM poderá indicar (luz ou tação (9V) deverá ser capaz
sentirá quando alguém bater a dita campainha) . os "tiros certos". de fornecer, no mfnimo, a
porta, podendo acionar uma fe­ - Com os devidos acoplamentos e corrente demandada pela
chadura de solen6ide, ou uma protreções, essa idéia vale tanto carga mais os l SOmA para o
campainha. para tiro com munição real, para MOSDIM.
53


MONTAGEM 113 - MÓ DULO SE NS OR DE IMPACTO (MULTI-USO)

c.c./c.".
MAX.

�F ®
1200.

' O" ALlMENT.


CA
---OA.: ReA
R6."
-o� Em qualquer caso, ater-se aos

e _+ o>-'-I-----�h
_
limites de corrente e potência men­
cionados nas CARACIERÍSTI­
CAS e demais situações exemplifi­
cadas no presente artigo. Se cargas
�-.--�--�r-
�O,le A + I CARGA mais "bravas" tiverem que ser co­
mandadas, um relê de alta potência
deverá ser adicionado ao sistel1llil.
F ® ALlMENT·
tendo sua bobina comandada pel;
relê original do MOSDIM... Essas
C
0" CARaA eventuais adaptações deverão ser
A
C.C./C.A. feitas com bom senso e a partir de
MAX.
1200. um mínimo de conhecimento técni­
10A
FIG . 6
co, para perfeita confiabilidade .

..._
: ______ �oADlNHOS[@I------...
®
�---- ACE NDENDO LEDs -----��

VE
+}------,
R
R= V E - V L C.A.

XL � ...
O
O
...
Z

VE
+}-------,
®
R R" V E - V L R
R" V E -VTL IL
IL
I T L " I L1+ IL2+IL3

VT L = VLl + VL 2 +VL3

®
R

" L4
5
�L

"
54 DADINHOS - ACENDENDO LEb's
- ACENDENDO ' UM LED EM
C.A. - Eventualmente não se
dispõe de uma fonte de energia
em c.c. para o acendimento do
LED (pilhas, fonte etc.). É
..
R
� !{
..
t.1
. possível, sem grandes problemas,

®
IN4004
......
Li L2 L3 acender o "bichinho" sob C.A.,
mesmo a presente numa tomada
��
C.A.
L4 �
-""'.r comum ( 1 10 ou 220V), bastando
um pequeno cuidado básico: co­
L8 L7 L8 U5 locar em "anti-paralelo" com o
Ld IA ...... .... LED um diodo comum, destina­
� �,. :-; , ;:#' do a "desviar" os ciclos da C.A.
cuja polaridade se mostra inversa
àquela "desejada" pelo LED
(ver figo B). O cálculo do resis­
tor limitador é feito, então, pela
mesma f6nnula geral já aplicada
no caso da figo A. Se a tensão
C.A. for l lOV (domiciliar) p0-
demos partir desse valor (sem
VE muitas preocupações com valores
+

OR
®
RMS, "de pico" etc.). Por
exemplo: sob C.A. de 1 l0V� e
para uma corrente de acionamen­
to de 10mA, teremos o cálculo:
.�� ���
L1
�r�2
L3
.�'" 1 10 - 2
R =
0 , 01
ou
R = 10.800 ohms
Usamos, então (no exemplo) um
resistor de lOK ou 1 2K (valores
comerciais mais pr6ximos). Nes­
se caso, como a tensão , disponí­
- Conforme o Leitor assíduo jâ ViU Volts, corrente em Ampéres). vel envolvida é relativamente aI- "

na "AVENTURA DOS COM­ - Assim, conforme mostra a figo A, ta, temos que levar em conside­
PONENTES" de APE n!:? 2 e no podemos - por exemplo - acio­ ração a dissipação no resistor,
"DADINHO" mostrado na 3!! nar um LED sob 20mA, numa que é fácil de calcular:
capa de APE n!:? 3, calcular o re­ tensão de 1 2V, usando um resis­ P = VxI
sistor limitador para conseguir o tor de 470R (valor comercial Onde P é a dissipação, em watts,
acendimento de UM LED é fací­ mais pr6ximo dos 500 ohms ob­ V é a queda de tensão no resis­
limo ! Basta termos uma fonte de tidos no cálculo com a f6rmula - tor e I a corrente que percorre o
tensão capaz. de fornecer no mí­ ' confiram... ). Num outro exem­ dito resistor. Ainda no exemplo,
nimo cerca de 2 volts (queda de plo, sob 9 volts, e com o LED "à V é 108 volts ( 1 10 disponíveis,
tensão típica nos LEDs, que p0- toda" , percorrido por 30mA, de­ menos 2 "comidos" pelo LED)
de ser usada como base em todos vemos usar um resistor de 220R e I é O,O I A (os 10 miliampéres
os cálculos" embora existam ou 270R (valores comerciais que percorrem o arranjo), resul­
LEDs que " derrubem" desde mais pr6ximos dos 233 ,33 ohms tando:
cerca de 1 ,8 volts até cerca de 3 obtidos pela fórmula - confiram P = 108 x 0,01
volts ) sob uma corrente típica
. •. de novo). ou
de 20mA (podemos considerar - Ocorrem, na prática, muitas ou­ P = 1 ,08 watts
como mínima e máxima as cor­ tras situações, onde se deseja Por medida de segurança e para
rentes de 5mA e 40mA para o acender mais de um LED, às ve­ evitar aquecimento muito intenso
acionaÍnento de um LED ), e •.. zes muitos mesmo, sob tensões do componente, usamos então
aplicar a f6rmula: diversas e - eventualmente - até um resistor de l OK (ou 1 2K) por
VE - VL alimentados por Corrente Alter­ 2 watts (o dobro da dissipação
R = nada... Vamos então, no presente calculada. . . ).
IL DADINHOS, "mastigar" várias - ACENDENDO vÁRIos LEDs
Onde R é o valor do resistor (em dessas situações, abrangendo - Existem muitas maneiras de
ohms), VE é a tensão disponível, praticamente qualquer necessi­ acender vários LEDs a partir de
VL a queda de tensão no LED e dade de "acendimento" imagi­ uma única fonte... Se dispomos
IL a corrente com a qual deseja­ nada pelo Hobbysta, com suas de uma tensão C.C. não muito
mos acionar o LED (tensões ·em fónnulas, cálculos e sugestões... tiaixa, podemos recorrer ao ar-
�" -,--
DADlNHOS - ACENDENDO LED's 55
ranjo série, exemplificado na figo disponível deverá ser igual ou comuns, de silício, .apresentam
C. Nesse caso, é obrigat6rio maior do que a soma das quedas uma queda de tensão típica entre
que a tensão disponível (VE) se­ de tensão em todos os LEDs de 0,5 e 0,7 volts .•• ). Assim, caindo
ja maior do que a soma das que­ cada mmo/série, enquanto que a na "velha" f6rmula:
das de' tensão verificadas em t0- corrente necessária deverá cor­ 1 10 - 16,6
R = -----
dos os LEDs. No caso do ex� responder à soma das correntes
mplo (3 LEDs), a tensão míni­ presentes em cada mmo ! A título O , 0 1
ma para VE é de 6 volts de exemplo, no arranjo mostrado ou
(2+2+2), e o cálculo do resistor em E, sob uma VE de 1 2V, que­ R = 9.340 ohms
limitador é feito pela f6rmula: remos acender os 6 LEDs sob Podemos então usar um resistor
VE - VTL corrente de 20mA. Basta então de 9K1 (série E24) , cuja dissi­
R = pação será assim calculada:
(ver o cálculo para a figo C) co­
IL locarmos em cada ramo um resis­ P = 93,4 x 0,01
Onde VTL resulta da f6rmula: tor R no valor de 300 ohms (ou ou
V1L = VL 1 +VL2+VL3 . . . , ou no valor comercial mais pr6xi­ P = O,93W
seja, primeiro calculamos a mo). A corrente total consumida Onde 93,4 é a tensão no resistor
queda de tensão total (VTL) nos pelo arranjo será de 40mA ( 1 10 menos os 16,6 "engolidos"
LEDs e depois partimos para (0,02A no ramo da esquerda, pelos LEDs e diodo) e 0,01 é a
a f6rmula "tradicional" de cálcu­ mais 0,02A no ramo da direi­ corrente prevista no arranjo série
lo. Supondo, no exemplo da figo ta. . . ). Com um mínimo de bom (os mesmos 10 miliampéres per­
C, uma VE de 12V e uma cor­ senso, pouquíssima "matemáti­ correm todos os componentes
rente desejada nos LEDs de ca", e o necessário respeito aos em série, lembram-se . . . ?). Por
20mA (num arranjo sépe a cor'" parâmetros e limites da fonte de segurança, dobramos a dissipa­
rente é a mesma, em qualquer alimentação e dos pr6prios ção, usando um resistor para 2W.
ponto ou componente do circui­ LEDs, nada impede que amplie­
to . . . ), teremos : mos o arranjo exemplificado em - COMO "NÃO" AGRUPAR
12 - 6 E para "trocentos" LEDs ! LEDs PARA ACENDIMENTO
R EM CONJUNTO - A figo G
0,02 - ACENDENDO MUITOS LEDs mostra uma maneira NÃO reco­
ou EM C.A. -
Se a idéia for acen­ mendada para arranjar vários
R = 300 ohms der um "quaquilhão" de LEDs, LEDs em paralelo. . . A primeira
- Outra maneira prática de acender sob a C.A. domiciliar ( 1 10 volts, vista pode parecer uma forma
vários LEDs a partir de uma por exemplo) , fugindo . de fontes, prática e econômica de simplifi­
única alimentação c.c. é a mos­ pilhas, baterias etc., um arranjo càr o arranj o mostrado na figo D,
trada na figo D, em arr anjo para­ bastante conveniente é o mostra­ usando um s6 resistor limitador
lelo. Nesse caso, cada LED pre­ do na figo F. Já que o requisito (ao invés dos 3 do arránjo D).
cisa do seu pr6prio resistor limi­ básico para alimentar vários Acontece que os LEDs, mesmo
tador, calculado pela "velha LEDs em série é uma tensão dis­ de modelo, c6digo, cor e fabri­
f6rmula" (a mesma da figo A). ponível relativamente alta (e os cante idênticos, apresentam pe­
Não podemos nos esquecer, con­ 1 10 volts o são . . . ), tudo fica queníssimas variações na sua
tudo, que nesse tipo de arranjo a - muito fácil: inicialmente prote­ queda de tensão nominal, de
corrente total corresponde a ITL, gemos toda a "fila" de LEDs componente para componente.
que é igual à soma das correntes contra a tensão reversa, através Isso fará com que (salvo uma
individuais em cada LED, se­ de um diodo comum (no caso co­ sorte muito grande de obter
gundo a f6rmula: locado também em série, ao .con­ LEDs absolutamente idênticos,
ITL = IL1 + IL2+IL3 . . . trário do arranjo mostrado na figo o que é muito mais difícil do
No caso, ITL será d e 60mA B, com a intenção de não sub­ .
que se possa imaginar .. ) um dos
(20mA em cada LED), parâme­ meter tal diodo a corrente muito LEDs acabe por "absórver" qua­
tro que deve ser levado em conta intensa . . . ). Em seguida, calcula­ se toda a corrente, ocas ando Í<im
na determinação dos parâmetros mos o valor do resistor R com alguns "galhos":
da fonte de energia. a f6rmula já "mastigada" na figo a) Um único LED acende "for­
- Fica claro, então, que muitos C. No exemplo, sob uma C.A. de te" . Os demais ficam com bri­
LEDs em série precisam de fon­ 1 1 OV, pretendemos acender 8 lho reduzido ou nulo.
te C.C. de tensão proporcional­ LEDs, sob corrente de 10mA. O b) O LED que brilha Solitário,
mente mais alta, enquanto que cálculo fica assim: na verdade , acaba submetido
muitos LEDs em paralelo pedem VT (queda de tensão total) = 8 x a uma corrente excessiva, que
uma fonte capaz de fornecer uma 2 volts + 0,6 volts pode até "queimá-lo" . . .
corrente também proporcional­ ou Assim, não adianta querer bancar
mente mais
elevada. Quando VT = 16,6 volts o "Patinhas" e economizar al­
quisermos, então, acender real­ Ou seja: 2 volts para cada LED, guns míseros resistores (que,
mente muitos LEDs, o bom sen­ multiplicados pela quantidade além do mais, são componentes
so nos leva a um arranjo misto de LEDs, mais 0,6 volts que muito baratos . . . ). A solução
(paralelo/série), conforme mos­ correspondem à queda de tensão CERTA para arranjar LEDs em
trado na figo E, onde a tensão natural do diodo 1 N4004 (diodos paralelo é a mostrada na figo D.
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São Paulo - S P
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MUlllMElRO - Im SK 10 MUlllMHRO DIGITAL MUlIlMElRO 0lGIIAl 4 1/1 DIGlTDS

É NA
SENSIBIUDADE: 20K / 10K OHM (VOCNAC) AUIOMAmo ICH 11 3000 ICfl MO 10

EMARK
VOLT DC: O,25 1 2,S / 1 0 I SO I 250/ 10QOV VISOR: LDC - 3 1 /20IG VOLTS AC: 0.200 / 2.000 / 20.00 / 200,0 I 7SOV
VOLT AC: 10 I SO 1 250 / SOO / l000V VOLT: 100DVOC 1 500VAC VOLTS OC: 0,200 / 2,000 / 20,00 / 200,0 / l00QV
CORRENTE DC: 50 flA 12,5 m / 25 m,l 250mA CORRENTE: IDA AC I De CORRENTE AC I DC: IDA
RESISTÊNCIA: 0- SM OHM (Xl i x l 0 0 1 xlK) LOW POWER OHM: 2M OHM RESISTÊNCIA: 20M QHMS
DECIBÉIS: - lOdB até +62d8 ALIMENTAÇÃO: 1 BATERIA de 9V HFE f SINAL SONORO PI CONDUTry'JDADE I
DIMENSÕES: 130 X 85 X 40 mm DIMENSÕES: 127 X 69 X 25 mm TESTE DE DIODO
PESO: 320 gramas PESO: 200 gramas AUMENTAÇÃO: 1 Bateria de 9V
PRECiSÃO: :!: 3% do F.E em De TESTE DE CONTINUIDADE COM DIMENSÕES: 180 X 85 X 35mm
(à 23.0 :!: 5,°C) :!: 4%doF,E em AC RESPOSTA SONORA PESO: 150 gra�as
::!: 3':'- do G.A. em RESISTÊNCIA
V�JA P:� EÇO NO CATÁLOGO E MAR K-· PAGI NA 26 MUlllMElRD ICH IK 30 MmlDOR Df INDUIANCIA f CAPACIMHRD DIGITAL
SENSIBILIDADE: 20K 1 1 OK OHM (VDCNAC) CAPAmANCIA Im lC 300 Im tO 100
VOLT DC: 5 / 25 / 50 / 2SO/500 / 1 00QV VISOR: LOC - 3 1/2 olG VISOR: LOC - 3 1/2 DIG
VOLT AC: 10 I SO 1 100 1 SOOi l000V INDUTÂNCIA: 2 1 20 1 200mH 200pF
CORRENTE DC: SO� 1 2,5mA I 250mA 2 / 20H 2 1 20 1 200nf
RESISTÊNCIA: 0.6M OHM ()(1 / )( 1 0 1 )(lK) CAPACITÂNCIA: 2 / 20 1 200nF 2 1 20 1 20 0 / 2000fiF
DECIBÉIS: - 20dB até +63dB 2 .1 20 / 200fiF 20mF
DIMENSÕES: 1 1 7 X 76 X 32 mm DIMENSÕES: 180 X 85 X 35 mm DIMENSÕES: 180 X 85 X 38 mm
PESO: 280 gramas PESO: 186 gramas PESO: 145 gramas
PRECiSÃO: :!: 4% do F.E. em DC ALIMENTAÇÃO: 1 Bateria d e 9V
ALIMENTAÇÃO: 1 Bateria de 9V
(à23° :!: 5,°C) :!: 5% do F,E, e m AC
:!: 4% do C.A. em RESISTtNCtA
MUlIlMHRO DIGITAL MUlllMURD Im SK 1 1 0
Im M D 5660C SENSIBILIDADE: 30K 1 10K OH� (VDCNAC)
luxlMElRO DIGITAL VISOR: LOC - 3 l,I2 OIG VOLT DC: 0,3 1 3 / 1 2 ! 60/3001 12QOV
Im lD 500 VOLT: l 000VDC I 750VAC VOLT AC: 6 1 30 1 1 20 1 300 I 1200V
CORRENTE: 10A AC e DC CORRENTE DC: 6O� .I 6m 1 60m l 600mA
VISOR: LOC - 3 112 DIG
RESISTÊNCIA: 20M OHM com RESISTÊNCIA: O-:8M OHM
ESCALAS: 2000 I 20000 1 50000 LUX
TESTE DE DIODOS ()(1 / )( 1 O I x100 1 )(lK)
AJUSTE DE ZERO AUTOMÁTICO
TEMPERATURA: -50 a + 750°C DECIBÉIS: - 20dB até +63dB
DUAS LEITURAS POR SEGUNDO
MFE: de O A 1000 MFE DE TRANSISTORES: O a 1000
DIMENSÕES: 108 X 73 X 23 mm
ALIMENTAÇÃO: 1 BATERIA de 9V (GeOU Si)
PESO; 170 gramas
TERMOPAR: Tipo K DIMENSÕES: 150 X 100 X 5Q mm
TRANDUTOR FOTO ELÉTRICO
DIMENSÕES: 180 X 85 X 35 mm PESO: 450 gramas
SEPARADO DO CORPO
PESO: 350 gramas PRECISÃO:· :!: 3% do f,E, em DC
DO APARELHO
Obs: VEJA TERMOPAR OPCIONAIS (à 23° :!: 5,°C) :!: 4% do F.E. em AC

:!: 3% do C.A, em RESISTENCIA

KllOVDllIMHRO Im SK 9000
MUlllMURD Im IK 180
MUlllMHRD DIGITAL AUIDMATlCD SENSIBIUDADE, 2 K OHM (VOC I
Im SK6511 VOLT OC , 2.51 1 0 1 SO I 500 I HlOOV
VISOR: LOC - 3 1/2 DIG VOLT AC: 1 0 / 5O/ SOOV
IMPEDÂNCIA DE SAíDA: 12K OHM ESCALAS: 500 VDC I SOOVAC 120M OHM CORRE�TE AC: SOOjl / l0m / 250mA
ATENUAÇÃO DE SAíDA: 50 000 vezes TESTE DE CONTINUIDADE COM RESIST�NCIA: 0-0,5M OHM (x ���
)
SAíDA PARA OCILOSCÓPIO, RESPOSTA SONORA DECIBEIS: - 1 OdB até +56dB
DIMENSÕES: 374 X 48 X 45 mm TAMANHO DE BOLSO DIMENSÕES: 100 X 65 X 32 mm

ALIMENTAÇÃO: 2 BATERIAS LR- 44 de PESO: ',?O gramas


1,35V PRECISA0: ± 3% do FE em DC
DIMENSÕES: 108 X 54 X 8 mm
(à 23.° :!: 5OC) :!: 4 % do f,E, em AC

.!:: 3% do CA em RESISTENCIA

AlICAH AMPfADMHRICD
Im SK 7300 (até 600A) HRMOMHRO DIGITAL Im TO 750
VOLTS AC: 1 5 0 / 3 0 0 / 000V
VISOR: LDC - 3 112 DIG
CORRENTE AC: 1 5 / 60 1 150 1 300 I 600A
FAIXA DE MEDiÇÃO: -50 até 750.oC
RESISTÊNCIA: 0- 2000 OHM
�MENSÕES: 108 X 73 X 23 mm
PESO: 360 gramas
PESO: 160 gramas
DIMENSÕES: 2 1 5 X84,5 X 35
ACOMPANHA 1 TERMOPAR até 300�
ALIMENTAÇÃO: 1 PILHA COMUM (M 1.5V)
RESOLUÇÃO: l .cC
BOTÃO PARA TRAVAR O PONTEIRO
Obs: VEJA TEERMOPARES OPCIONAIS

HAMOMHRD CLINICO OlCITAl lCH TD11 MEDIDOR Df SWR - Im SK 1100


FAIXA DE TENftRATURA: de 32'{: até 4ZOC
VISOR: de cristal líQuícb com 3 112 dígitos
PARA RADIDAMADORfS
BAlERIA: trna de 1,5SVtiJXl l..R41 , SR41 ou equivalerte MEDIDOR DE ONDA ESTACIONÁRIA (SWR): 1 : 1 a 1:3

CONSUMO DE ENERGIA: 0,15miliv-atl ll:) m:xX:l de leitura MEDIDOR DE POTÊNCIA' 200W


ÚnL.: supe!'br a 3)) h:)ras deuso oontfroo INTENSIDADE DE CAMPO RELATIVO (RFS)
13,6 X 1,9 X 0,9 centímetros
CONECTORES: Tipo M
PESO APROxw.ADO: 1� incluirxb a bateria AUMENTAÇÃO: OESNECESSARIA
AJAIINE.: toca p:>r apuximadarrenle 8 segtn:bs atDs a leib.Ja ser IMPEDÂNCIA: 50 OHM
PRECISÃO {A 22� q: de 32'{:alé34CC: + _ 0,z::'C 'FAIXA DE FREQÜÊNCIA: 3,5 -150M Hz
c:orçluiOa

de 340C até 4OOC: + _ O.lOC


DIMENSÕES: 131 X 62 X 27 mm
de 400C até 42CC: + _ 0.2CC
PESO: 280 gramas

MULTIMHRD Im IK 35 MUlIlMHRD Im IK 105 HRMDPARfS DP CIDNAIS Im AlICAH AMPfRDMHRlto DIGITAL P/ MUllIMHRD Im IK1D5 MUlllMHAO OlCITAl Im IK 1000
SENSIBIUDADE: 20K 19K OHM (VOC 1 VAC) SENSIBILIDADE: 30K 1 10K OHM (VDCNACl PARA AO 7700, MO 5660C f IO 750 toRRfNH CONTINUA f ALHRNADA, SENSIBILIDADE: 30Ki 15K OHM (VOCNAC) VISOR: LDC - 3 1/2 OIG
VOLT DC: 0.25 1 2 , 5 1 1 0 / 50 1 2501 l000V VOLT DC: 0,25 / 1 12, 5 1 1 0 ! 50 12501 1000V COM HRMOMHRD Im ADU800 VOLT DÇ: 0,6 / 3 / 1 5 / 60 / 30 0 1 1200V VOLT DC: 0,212 / 20 / 200 / 1 oooV
VOLT AC: 1 0 1 50 / 250 / l0Q0V VOLT AC: 2,5 1 1 0 1 25 / 100/250/ l000V ICfl lP 01A VISOR: LDC - 3 1/2 OIG
VOLT AC: 1 2 / 30 1 1 20 1 300 / 1 200V VOLT AC: 2OO/ 750V
CORRENTE OC, SO" 15m I SOm I SOOm 1 1 DA CORRENTE DC: 50 J.l. f5m 1 50m 1 0 , 5 / 12A CORRENTE DC: 30 fi I BOmA / 600m I l 2A CORRENTE De: 2OOjl l 2 m 1 20m 1 200m 1 1 OA
FAIXA DE MEDiÇÃO: - 50 a +900,oC VOLT AC: 200 1 750V
RESISTÊNCIA: 0 - 10M OHM ()(1 1 x l 0 / xlK) CORRENTE AC: 12A RESISTÊNCIA: O - 1 6M OHM RESISTÊNCIA: 200 12K I 20K I 200K 1 2 M 1 20M
TIPO: K(Nicr- Niaf) VOLT DC: 200 I 1(XXI V
DfeIBÉIS: - 8dB até +62dB RESISTÊNCIA: 0 - 5M OHM (x1 I x 1 0 / xI00/ xlK) CORRENTE AC: 200/ 400A
(Xl i x l O / )( I 0 0 / xlK) CONDUTÂNCIA: 2us
DIMENSÕES DA PONTA: 100 X 3,2 mm
TESTE DE BATERIA: 1 , 5 1 9V DECIBÉIS: - 20dB até +62dB DECIBÉIS: - 20dB até +63dB HFt: DE TRANSISTORES: () / 1000
APUCAÇÃO: IMERSÃO CORRENTE DC: 200 I 400 A
TESTE DE CONTINUIDADE COM COM MEDiÇÃO: de LI e LV (NPN ou PNP)
TESTE DE CONTlNUIDAE COM RESISTÊNCIA: 2000 (OHMS), com teste de diodo
DIMENSÕES: 225 X 135 X55 mm
R5SPOSTA SONORA RESPOSTA SONORA IW IP 03 TEMPERATURA: - 40°c até + 750°C
TESTES: de DIODO e de PILHA (1 ,5V)
DIMENSÕES: 150 X 100 X 40 mm DIMENSÕES: 150 X 100 X 40 mm PESO: 540 gramas INDICADOR DE: Bateria gasta
FAIXA DE MEDiÇÃO: - 50 + 1300,oC D4MENSÕES: 230 X 80 X 35 mm
PESO: 330 gramas PESO: 330 gramas PRECISÃO: :!; 3%do f.E. em DC DIMENSÕES: 1 2 1 X 70 X 26 mm
TIPO: K(NiCr- NiAl} PESO: 195 gramas
PRECISÃO: :!:. 3% do F.E. em DC PRECISÃO: :!: 3% do F. E. em De (à 23° :!: 4% do F.E. emAC peSO: 170 gramas
DIMENSÕES DA PONTA: 125 X 8 mm FUNÇÕES: "DATA HOLO" (Memória) e
(à 23,° :!; 5.°C) :!: 5 % do F E. emAC (à 23° 58 SOC) :!: 4% do F.E. em AC :!: 3% do CA em RESISTENCIA
APUCAÇÃO: IMERSÃO "PEAK HOLO" (Transiente de correnle)
± 4% do CA :!:

ASSISTÊNCIA TÉCNICA
em RESISTÊNCIA 3% do CA em RESISTÊNCIA AUMENTAÇÃO: 1 Bateria de 9V

AlICAH AMPfRIM�IRICD AmAH AMPfRIMlIRlto MUlllMHRO IW moo


ESPEC IAlIlADA
AmAH AMPfRIMlIRICO DIGIIAL
Im SU100 laté fiOOAI Im SK7100 laté 1100A) SENSIBIUDADE: l00K 1 10K OHM (VOCNACl COM HRMOMHRO Im AO 7700
' VOLT AC: 1 50 1 300 1 6QOV VOLT AC: 1SOI300/600V VOLT De: 0,3 / J / 1 2 / 60 / 30016OQ1 1200V
VISOR: LDC - 3 112 DIG
CORRENTE AC: 6 / 1 5 1 60 1 1 50 / 3CO I 600A CORRENTE AC: 1 5/6011 5013OOI6OOl1200A VOLT AC: 6 1 301 1201300/ 1200V
CORRENTE DC: 12fiI 300fl- /6m 1 60m / 6oom 1 12A VOLT: 200 VDCl75QVAC
RESISTÊNCIA: 0- 20K OHM RESISTÊNCIA: 0- 20K OHM
COREENTE AC' 12A CORRENTA AC: 2001400A
ESCALA: Tipo TAMBOR ROTATIVO
GALVANÔMETRO: Tipo "TAUT BANO"
ESCALA: TIPO TAMBOR ROTATIVO
GALVANÔMETRO: TIPO "TAUT BANO"
O
RESISTÊNCIA: -20M OHM (�1 1 xl0 I xl oo f xl0K) RESISTÊNCIA: 200K OHM com TESTE DE DIODOS
DECIBÉIS: -2OdB até +63dB TEMPERATURA: -40° até +7SO.oC
BITOLA MÁXIMA DO CONDUTOR: 34 mm BITOLA MÁXIMA DO CONDUTOR: 60 mm
DIMENSÕES: 21 3 X 145 X 63 mm DIMENSÕES: 255X 74 X 4 6 m m
de DIÂMETRO DE DIÂMETRO
PfSO: 1 1 00 gramas PESO: 400 gramas
DIMENSÕES: 215 X 85 X 38 mm DIMENSÕES: 238 X 98 X 38 mm
PRECISÃO: :!: 3% do FE em DC fUNÇÕES: "DATA HOLO" (Memória) e
PESO: 3BO gramas PESO: 450 gramas
(à 23° :!: 5°C) :!: 4% do F E em AC "PEAK HOLO" (Transiente de corrente)
FÁCIL SELEÇÃO E LEITURA DAS ESCALAS FÁCIL SELEÇÃO E LEITURA DE ESCALA
:!: 3% do C.A, EM RESISTtNCIA Obs:-3 VEJA TERMOPARES OPCIONAIS
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