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PEDAGOGIA

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO


LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

PATRICK PABLO SOUSA DUTRA

A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO


INFANTIL

TAILÂNDIA/PA
2018
PEDAGOGIA

A CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO


INFANTIL

Projeto de Ensino apresentado à


Universidade Norte do Paraná -
UNOPAR, como requisito parcial para a
obtenção do título de Licenciatura em
Pedagogia.

Orientador: Prof. Natalia Gomes dos


Santos

TAILÂNDIA/PA
2018
PEDAGOGIA

DUTRA, Patrick. A Contação de Histórias na Educação Infantil. 2018. 17


folhas. Projeto de Ensino (Graduação em Pedagogia) – Centro de Ciências
Humanas. Universidade Norte do Paraná, Tailândia, 2018.

RESUMO

O devido projeto tem o objetivo principal direcionado à análise e relevância no


que se refere a narração de história na educação infantil, visando destacar a
colaboração da mesma para os fatores sociais, cognitivos, e estabelecendo as
intenções da educação e também de aprendizagem infantil. No que se refere a
execução pertinente à pesquisa desempenharam-se algumas leituras e
também as reflexões de textos criando uma análise de caráter bibliográfico e
também de exploração, também se pautando dentro da experiência relativa ao
Estágio Supervisionado perante a Educação Infantil. Bem como a utilização da
narração de história dentro da sala de aula englobando assim todos os atores
que circulam a educação e também compartilham emoções, assim como o
aluno que será incentivado a pensar e realizar suas criações, bem como o
educador que deverá ter uma aula mais agradável e também produtiva. Outro
ponto que merece evidência e partilham algumas emoções situa-se dentro do
desenvolvimento comunicativo, embasando o incentivo e também a sua
oralidade, o que incita o aluno a desenvolver diálogos com seus amigos
ouvintes e também educadores.

Palavras-chave: Educação Infantil. Narração de História. Trabalho Docente.


PEDAGOGIA

SUMÁRIO

1 Introdução....................................................................................................05
2 Revisão Bibliográfica ...................................................................................06
3 Processo de Desenvolvimento do Projeto de Ensino...................................09
3.1 Tema e linha de pesquisa.........................................................................09
3.2 Justificativa................................................................................................09
3.3 Problematização........................................................................................09
3.4 Objetivos....................................................................................................10
3.5 Conteúdos.................................................................................................10
3.6 Processo de desenvolvimento...................................................................11
3.7 Tempo para a realização do projeto..........................................................12
3.8 Recursos humanos e materiais.................................................................12
3.9 Avaliação...................................................................................................12
4 Considerações Finais...................................................................................13
5 Referências..................................................................................................14
6 Apêndice (opcional).....................................................................................16
7 Anexos (opcional) .......................................................................................17
PEDAGOGIA

INTRODUÇÃO
Contar histórias tem sido uma pratica muito antigas das instituições
escolares, entretanto, diversos professores utilizam mal essa ferramenta por
não terem parado para analisar o quanto que a contação de histórias pode ser
fundamental no auxílio diante de suas missões de educar.
Tendo em conta que contar uma história representa-se como uma arte
milenar vigente em numerosas culturas. As mesmas apresentam-se
sistematizadas, em conformidade com todo o repertorio de mitos existentes na
cultura de uma determinada sociedade, ou seja, é capaz de produzir quando
repassadas aos alunos tem-se uma excelente forma ou oportunidade para que
estes mitos que formam uma cultura, de grande relevância no que diz respeito
à construção de uma identidade social e é claro, venham ser transmitidas às
mesmas.
O ato de contar histórias tem como base esta visão, que possui uma
necessidade relativa à interação do desejo de querer estar em meio as outras
pessoas e compartilhar a sensação que mobiliza o coração e transborda pelos
olhos da história oralizada. Contar história no mundo atual demonstra salvar o
mundo da criatividade.
A narração de história se apresenta como um importante meio para
despertar a questão do sentido crítico e também reflexivo não apenas dos
alunos mas também de todos que apresentam-se dentro da sociedade,
proporcionando que um determinado texto venha ser compreendido de muitas
formas diferentes Podemos apontar que a questão da narração de histórias
dentro de sala de aula se concentra em alegrar os estudantes, fomentando a
questão da imaginação dos alunos e é claro despertando todo o interesse no
que se refere a leitura, haja vista que trabalhar uma determinada história
configura-se sempre como um determinado exercício voltado a transformação
da vida, sendo um ponto de partida voltado a lecionar todos os conteúdos
encontrados no cronograma e até mesmo compreender o que se passa com os
alunos dentro do campo pessoal.
Observa-se que é através da leitura que podemos nos tornar leitores e
não vindo a apreender primeiro para depois vir a ler: não é original buscar uma
distinção, nem no tempo, muito menos na natureza da atividade, dentre
“aprender a ler e ler”. Ler representa o entendimento e também o sentido das
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coisas, por isso que é entender o outro. Quem lê se modifica por meio do
sentido que as palavras têm e fidedigna.
O principal foco do trabalho vigente localiza-se na análise da relevância
relativa à contação de história dentro da ensino, explanando a contribuição no
que leva os fatores sociais, cognitivos, bem como intensificando as razões
educacionais e também do conhecimento do aluno e detectando as práticas
aplicadas no trabalho docente no que leva a contação de histórias dentro do
ensino infantil, haja vista que a mesma não se tornou tão vigente em meio ao
mundo cotidiano dos alunos em diferentes partes do mundo
O projeto foi desenvolvido por meio de uma alicerçada pesquisa
bibliográfica de natureza exploratória com o auxílio de leituras e também os
estudos de alguns textos, dado que em sintonia com inúmeros especialistas da
problemática a contação de histórias contribui diretamente na formação de
personalidade do aluno englobando o social e também o emocional.

Revisão Bibliográfica

Durante da transição do século XVII para o XVIII, o conceito e o papel


social relativo à infância, bem como a questão literária mais adequada a
vigente instituição que veio acontecer somente em seguida, os educandos
eram enxergados como “pequenos adultos”, detentores de trabalhos e também
de cuidados similares aos de um adulto comum, o que pode vir a justificar a
elevada taxa de mortalidade infantil no que diz respeito época.
Dividindo todas as consequentes atividades com pessoas mais
experientes, as crianças também assimilavam a mesma cultura e literatura que
os outros.
Partindo da assertiva de que a utilização do método de contação de
histórias objetiva à promoção de estímulos centrados a leitura, pode-se então
apontar que sonhar, imaginar, sentir, caracterizam-se colaborações inerentes a
este processo. A pragmática de contação de histórias aguça no público infantil
a busca por operações mentais que ajudam a construção de acepções de
palavras ouvidas, de uma forma na qual ocorre à incorporação em meio ao
contexto histórico e assim possam, além de potencializar o seu vocabulário,
ajudar na evolução da leitura e também da escrita.
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Ao se analisar a contação de histórias, identifica-se a existência de três


níveis de leitura. O primeiro é o tato, o contentamento que se tem em tocar o
livro com o papel afável, com imagens, gravuras e estampas caprichadas. Após
vem o enternecedor sendo aquele no qual a fantasia e também a liberdade das
afetividades desvendam o que ele resplandece e também o que o mesmo
provoca em nos seres humanos, por último o nível temos o racional o qual se
encontra estritamente ligado para autora, perante o plano intelectual da leitura.
Os auxílios referentes a uma contação de histórias distinguem-se por
meio de uma relevante ajuda no que se refere a formação do público infantil, no
entendimento e aspiração de acepções, dessa forma a otimização de práticas
leitoras coerentes. Os educandos que percebem as histórias as integram um
comportamento mais aprofundado exemplificado através do orador, através de
suas observações e também de problematizações no proceder da contação de
histórias, tornando possivel assim o desenvolvimento do seu senso crítico.

[...] o texto literário é polissêmico, pois sua leitura provoca no leitor


reações diversas, que vão do prazer emocional ao intelectual. Além
de simplesmente fornecer informação sobre diferentes temas -
históricos, sociais, existenciais e éticos, por exemplo -, eles também
oferecem vários outros tipos de satisfação ao leitor: adquirir
conhecimentos variados, viver situações existenciais, entrar em
contato como novas ideias etc. (FARIA, 2010, p. 12).

Sobretudo através destas causas é que o texto literário, ressaltando


principalmente a questão relativa à contação de histórias se mostra como um
recurso muito relevante para que o educador venha propiciar momentos reais
de atividades em meio às salas de aula, fomentando dessa forma a motivação
e também a necessidade de ler nas crianças, desde muito cedo.
A contação de história encontra-se como protagonista na formação dos
educandos pueris em diversas áreas, contribuindo diretamente na otimização
intelectual estimulando dessa forma o interesse pelo mundo da leitura e
estimulando também as propostas criativas através da constituição de imagens
dentro do mundo da realidade bem como na ficção, trabalhando diretamente no
desenvolvimento de interação logo, que a sua estimulação da verbalidade leva
o aluno a dialogar com seus colegas fortalecendo, além disso, o contato
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sociocultural da criança ao simplificar essas interações entre os alunos e


também criação de elos sociais com formação de gosto pela literatura e
também através das artes.

Um trabalho detalhista com crianças, apontando ou levando-as a


descobrir esses elementos técnicos que fazem progredir a ação ou
que explicam espaço, tempo, características das personagens etc.
aprofundará a leitura da imagem e da narrativa e estará, ao mesmo
tempo, desenvolvendo a capacidade de observação, análise,
comparação, classificação, levantamento de hipóteses, síntese e
raciocínio. (FARIA, 2010, p. 59).

Diante às inúmeras particularidades no mundo da literatura infantil, é


possível se observar ao fato de que a mesma passa a ser um gênero literário
voltado de forma peculiar ao público pueril e conta na atual conjuntura com
inúmeros recursos de caráter tecnológico, como diferentes tipos de apoios ao
texto, ilustrações ricas em detalhes por menores individualizantes, elevada
diversidade de histórias e seus referentes temas, entre diversos tipos de
elementos os quais podem vir a orientar o professor dentro da enorme e
complexa tarefa de formar crianças leitoras.

Requisitando a análise do ensino Infantil é possível afirmar que o


docente pode arregimentar inúmeros temas bem como colocar o docente em
contato direto com diferentes tipos de textos, não sendo apenas os narrativos,
visto que no mundo moderno do universo da literatura infantil constitui uma
relevante série de obras com eficiências e diferentes recursos gráficos e
materiais com a capacidade de chamar e também entreter a atenção do aluno.
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3 Processo de Desenvolvimento do Projeto de Ensino

3.1 Tema e linha de pesquisa


A prática da contação de história direcionada às crianças é, sem
dúvidas, uma das formas mais primordiais de se passar o conhecimento e
também de proporcionar a imaginação dos alunos ainda pequenos. Por essa
razão, a prática de contação de histórias pode – e também deve – ser aplicada
nas instituições principalmente dentro do segmento no que se refere a
educação infantil.
As Diretrizes Curriculares Nacionais aplicadas a Educação Infantil estão
direcionadas para uma visão de criança como “o centro do planejamento
Curricular”, e também como um indivíduo possuidor de direitos que é também
paciente de teorias e saberes, o qual é capaz de analisar sobre o mundo e
atribui sentido ao mesmo a partir do que lhes é ofertado uma criança nunca
passa incólume às propostas que vivencia desde sua chegada até a saída da
instituição.

3.2 Justificativa
A arte de se contar história encontra-se presente há muito tempo dentro
da sociedade. A oralidade foi e continua sendo uma das relevantes
propagadoras de inúmeras culturas. Por meio dela podemos expressar os
sentimentos, conhecimento, experiências. Na cultura africana, por exemplo,
existem os Griôs: os griôs são aqueles que há séculos mantêm preservadas e
repassam as histórias do seu povo e da constituição de sua sociedade.
Ao se estudar a pratica da leitura, pode-se verificar que a mesma vem a
ser uma a forma estratégica de aprendizagem dentro de qualquer das áreas de
conhecimento. Dessa forma, todas as áreas de conhecimento em questão
sejam elas as exatas, biológicas ou mesmo as humanas, a leitura encontrar-se-
á sempre presente. Sendo relevante ressaltar que é através da leitura que o
indivíduo terá a capacidade de unificar o conhecimento e, dessa forma, ser
possível a transmissão do mesmo em um futuro.

3.3 Problematização
Ao escutar ou ler uma história o discente pode concatenar associações
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de suas vivências particulares. O presente processo de identificação com todas


as situações que encontramos em meio às histórias permite com que a criança
amplie os meios de lidar com suas complexidades, sentimentos e emoções, por
exemplo.
Uma excelente estratégia de leitura para ser trabalhada com os
discentes, é organizar a leitura constante, com inúmeros exercícios de vários
livros selecionados, textos, contos, além de atividades voltadas para os
discentes, como os grupos, clubes, e também as atividades divertidas dentro
do ambiente escolar, propiciando um debate relativo à determinada obra, um
bom exemplo seria o texto, de forma que a leitura possa cada vez mais ser
aprimorada e aplicada com mais eficiência a cada leitor.
Os conteúdos da História podem ser certamente alinhados com os
recursos tecnológicos no decorrer da compreensão a cerca educação como
reconhecimento de um processo mutável e também adaptativo que deve, de
acordo com o decorrer dos desenvolvimentos tecnológicos, apropriar-se de
todas as ferramentas adequadas.
Dessa forma, a tecnologia pode ser compreendida como ferramenta
essencial relativa à construção de uma educação mais moderna, já que
alicerça os inovadores meios de acesso ao conhecimento.
A convivência em consonância com a pratica da oralidade desde muito
cedo pode vir a aguçar de forma substancial o desejo pela leitura. Porém para
isso o indivíduo necessita ser introduzido a esse ambiente, primeiramente, pela
família e, após pela instituição de ensino.

3.4 Objetivos
Como objetivos específicos definidos no presente projeto temos:
 Um melhor aprendizado por meio das técnicas de contação de
histórias;
 O desenvolvimento do pensamento críticos dos discentes;
 A oportunidade de contato com o universo da leitura.

3.5 Conteúdos
O uso dos temas transversais no cotidiano escolar como instrumento
auxiliador do desenvolvimento de habilidades é importante tanto para o
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educador como para o educando. Assim como a abordagem de temas como a


pluralidade cultural que procuram estimular a reflexão sobre a formação étnica
da sociedade brasileira e suas múltiplas culturas. A partir da compreensão do
pluralismo de identidades, procura-se valorizar as diferentes heranças culturais
da população brasileira.

3.6 Processo de desenvolvimento


Percurso metodológico:
ATIVIDADE 01
Objetivo Geral:
 Solicitar aos pais um texto com o testemunho da história do filho e o que estava
acontecendo na cidade, programas de televisão, notícias variadas que tenham relação
com a época do nascimento da criança;

Objetivo Específico:
 Reconhecer e trabalhar as dificuldades na leitura, na escrita e na oralidade;
 Ampliar o vocabulário oral e escrito, ampliando o conhecimento do aluno;
 Organizar o pensamento lógico e a construção de palavras;
 Desenvolver o raciocínio através de atividades que estimulem seu pensamento;

RECURSOS:
Datashow, cartolina, tesoura, revistas, textos, vídeos, recursos tecnológicos
entre outros;
AVALIAÇÃO:
Processual e continua, observando o desempenho de cada aluno, por meio: das
atividades orais, escrita e participação nas aulas.
Bibliografia:

Revista Nova escola. Prática de leitura na EJA. Disponível em


<http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/praticapedagogica/pratica-leitura-eja-
repertorio-literario.shtml > Acesso em 10 de mar. de 2018.
Portal Educação. Disponível em:
<https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/pedagogia/alfabetizacao-plano-para-aula-
PEDAGOGIA

de-historia-e-geografia/20214>. Acesso em 10 de mar. de 2018.

3.7 Tempo para a realização do projeto


Mês
Itens SET OUT NOV DEZ
abortados
Escolha do
X
tema
Revisão
Bibliográfica X
do tema
Aplicação X X
Discussão dos
X
Resultados
Conclusões X

3.8 Recursos humanos e materiais


Datashow, cartolina, tesoura, revistas, textos, vídeos, recursos
tecnológicos entre outros.

3.9 Avaliação
Processual e continua, observando o desempenho de cada aluno, por
meio: das atividades orais, escrita e participação nas aulas.
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4 Considerações finais

Repleto de fases que vão formulando e dando forma à engrenagem


podemos dizer que o apreender é um processo que se dá ao nascer. Os
educandos precisam ser respeitados dentro de seus limites, ou seja, precisam
da orientação correta e as práticas e meios obsoletos já não mais fazem parte
do processo de apreender ou mesmo alfabetizar, sendo necessário empregar
novas técnicas e meios mais coerentes para esse objetivo.
A finalidade principal da proposta está em tornar eficiente a forma de
alfabetização dos alunos e para isso é essencial contar com todas as
ferramentas possíveis para que isso aconteça da melhor maneira possível, pois
este processo deve ser acompanhado e de certa forma ajudado da melhor
maneira possível.
A utilização das diversas tecnologias como meio de apoio no processo
de aprendizagem deve ser vista como facilitadora do mesmo e não como
usurpadora deste, uma vez que com as novas ferramentas tecnológicas dentro
da sala de aula os alunos encontraram uma aula mais atrativa na qual
conseguirá chamar e colher sua atenção e com isso facilitar a aprendizagem da
melhor forma possível.
O Professor tem que simplificar e intermediar o processo de
aprendizagem analisando e empregando os melhores meios para otimizar este
processo, dado que a criança como um ser que está descobrindo o mundo tem
a necessidade de brincar, descobrir, conhecer o universo ao seu redor e a
brincadeira e parte inerente deste processo.
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REFERÊNCIAS

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Flaksman. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1981.

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BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Trad. Arlene Caetano. 16.
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CARDOSO, Ana Lúcia Sanches. A Contação de Histórias no Desenvolvimento da


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AMARILHA, Marly. Estão mortas as fadas? Petrópolis, RJ: Vozes. Natal: EDUFRN,
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JOLIBERT, Josette. Formando crianças leitoras. Vol. 1; Tradução Bruno C. Magne.


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KAERCHER, Gládis Elise P. da Silva. E Por Falar em Literatura. In: CRAIDY,


Carmem Maria; KAERCHER, Gládis Elise P. da Silva. Educação infantil: pra que te
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MATOS, Gislayne Avelar; SORSY, Inno. O ofício do contador de histórias. São


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SISTO, Celso. Textos e pretextos sobre a arte de contar histórias. Chapecó: Argos,
2001.
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SCHERMACK, Keila de Quadros. A contação de histórias como arte performática


na era digital: convivência em mundos de encantamento. 2012. Disponível em:
<http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/anais/IIICILLIJ/Trabalhos/Trabalhos/S10/keilascherm
ack.pdf>. Acesso em: 13 Out. 2018.
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APÊNDICES

A pesquisa possui uma natureza básica, haja vista que a mesma


objetiva apenas gerar conhecimentos inovadores para avanço da ciência sem
uma aplicação prática prevista. Do ponto de vista da maneira de abordagem da
forma de pesquisa é descritiva, onde o pesquisador busca analisar seus dados
de forma indutiva. (GIL 1994).

O presente estudo volta-se como referencial da pesquisa bibliográfica,


compreendida como o ato de indagação e de investigar informações relativas a
determinado assunto, por meio de um levantamento elaborado com base em
dados nacionais, objetivando detectar o que existe de consenso ou mesmo
polêmico relativo à temática abordada.

A revisão de literatura/pesquisa bibliográfica irá contribuir para: obtenção


de informações relativas à situação contemporânea do tema em pesquisa;
conhecendo assim as publicações que existem e também as características
que já foram trabalhadas e elencadas; verificar as opiniões similares e
diferentes a respeito ou de aspectos relacionados ao problema de pesquisa.

No que tange aos objetivos, a pesquisa é de cunho exploratória, pois


objetiva sempre a proporção de uma maior familiaridade com o problema.
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ANEXOS