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Em 10/09/2019 às 13:00hs.

Av. Dr. Enéas de


Carvalho Aguiar, 44 - Bloco 1 - 6º andar - CEP 05403-900, São Paulo - SP

PROCESSO: RECLAMANTE: ALEGAÇÃO:


1000687-55.2019.5.02.0052 PATRICIA MACEDO ALVES INSALUBRIDADE

RECLAMADAS: PERITO:
FUNDAÇÃO ZERBINI Felipe Cavalieri Xavier, 9 8326 6612,
felipexavier@peritodotrabalho.com.br

INICIAL: A reclamante trabalha em contato com pacientes com todas as espécies de agente
biológicos, inclusive KPC, H1N1, Tuberculose, HIV etc.

AUDIÊNCIA: Deferida prova pericial para apuração de diferenças de adicional de insalubridade


Nomeio como perito(a) o(a) Sr(a). Felipe Cavalieri Xavier (Fones: 8326-6612, 2293-7330 e
2941-8331), que deverá apresentar laudo em 30 dias, após o prazo das partes.

CARGO: técnica de enfermagem, de 03/11/2010 JORNADA: Sua jornada ocorre no regime


a atual. contratual 12 x 36, como horário contratual das 19h
às
IMPRESCRIÇÃO: 31/05/2014 a 30/05/2019
07h.

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EXMO(a). SR(a). DR(a). JUIZ(a) DA
52ª VARA DO TRABALHO DE SÃO PAULO/SP

PROCESSO 1000687-55.2019.5.02.0052

RECLAMANTE PATRICIA MACEDO ALVES

RECLAMADA(s) FUNDAÇÃO ZERBINI

DENISSON LOPES MONTEIRO, Assistente Técnico indicado pela 1ª Reclamada,


inscrito no Registro Nacional de Profissionais do CONFEA/CREA sob o nº 5069572289-SP,
graduado como Engº. de Controle e Automação e Pós-Graduado em Segurança do Trabalho
pela Fundação Educacional Inaciana – “FEI”, em face dos artigos nº. 465 da “Seção X” do
Código Processual Civil1, e tomando por base o que estabelece os itens 15.4.1.12 , 16.33,
aceitos por Vossa Excelência na reclamação trabalhista supra, VEM MUI
RESPEITOSAMENTE APRESENTAR SEU PARECER TÉCNICO DE INSALUBRIDADE, o

qual se divide nas seguintes partes:

1
Conforme item II do § 1º do artigo nº. 465, incumbe às partes, dentro de 15 (quinze) dias contados da intimação do
despacho de nomeação do perito, indicar um assistente técnico;
2
Cabe à autoridade regional competente em matéria de segurança e saúde do trabalhador, comprovada a insalubridade
por laudo técnico de Engenheiro de Segurança do Trabalho ou Médico do Trabalho, devidamente habilitado, fixar
adicional devido aos empregados expostos à insalubridade quando impraticável sua eliminação ou neutralização;
3
A caracterização e a classificação da insalubridade e da periculosidade, segundo as normas do Ministério do Trabalho,
far-se-ão através de perícia a cargo de Médico do Trabalho ou Engenheiro do Trabalho, registrados no Ministério do
Trabalho, nos termos do artigo 195 da CLT.

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1. OBJETIVO
A presente perícia foi efetuada visando avaliar as condições e ambiente de trabalho da parte
requerente, quando do seu labor para a empresa. As avaliações necessárias foram feitas na
data de 10/09/2019, para a determinação positiva ou negativa de INSALUBRIDADE, para a
função de TÉCNICA DE ENFERMAGEM.

Avaliando-se as informações obtidas no local e de acordo com os informantes, a perícia


declara que NÃO HOUVE LABOR EM CONDIÇÕES DE INSALUBRIDADE, em sua área
de trabalho. A conclusão se fez baseada nas informações prestadas durante a vistoria,
análise de documentos da parte Reclamada e legislação vigente aplicável.

Conforme o Artigo 11º da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, "A pretensão quanto

a créditos resultantes das relações de trabalho prescreve em cinco anos para os


trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato
de trabalho".

Desta forma, este parecer foi elaborado com base no período não prescrito deste processo,
compreendido de 31/05/2014 a atual, com base na data de autuação processual em
30/05/2019.

Desta forma, o período não prescrito processual abrange todo tempo de labor em questão,
compreendido de 03/11/2010 a atual, com base na data de autuação de 30/05/2019.

Os fatos que levam este Assistente Técnico a esta conclusão, estão apresentados no laudo
que se segue.

2. CARACTERÍSTICAS GERAIS

a) Tempo e local visitado

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Data de realização: Terça-feira, 10 de setembro de 2019.

Horário de chegada: 13:00hs.

Av. Dr. Enéas de


Local da Perícia: Carvalho Aguiar, 44 - Bloco 1 - 6º andar - CEP 05403-900, São
Paulo - SP.

b) Objeto da perícia
A perícia teve como objeto principal de análise, a verificação do deferimento do Exmo(a).
Sr(a). Dr(a). Juiz(a) em ata de audiência, conforme trecho referendado:

“...Deferida prova pericial para apuração de diferenças de


adicional de insalubridade
Nomeio como perito(a) o(a) Sr(a). Felipe Cavalieri Xavier
(Fones: 8326-6612, 2293-7330 e
2941-8331), que deverá apresentar laudo em 30 dias, após o
prazo das partes....”

c) Participantes

A perícia foi conduzida por Felipe Cavalieri Xavier, para investigação da alegação em

debate e houve a participação da parte requerente. Além dos citados e deste Assistente
Técnico, contribuíram para a diligência as seguintes pessoas:

NOME POSIÇÃO EXPERIÊNCIA

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3. ANÁLISE TÉCNICA DE CAMPO

a) Dados da Empresa
Atividade Principal da Reclamada: Após consulta ao Código Nacional de Atividade
Econômica, o “CNAE” no cartão CNPJ da 1º Reclamada, “xxxx”, obtivemos as seguintes

informações de atividade principal: “86.10-1/01: Atividades de atendimento hospitalar,

exceto pronto-socorro e unidades para atendimento a urgências”. Conforme descrito no


quadro nº.1 da NR-4, obtivemos para as atividades da Reclamada, o grau de risco 3.

b) Descrição do local de trabalho

Local:

Paredes:

Piso:

Iluminação:

Ventilação:

Área total:

Área do setor:

Pé direito:

c) Função e atribuições avaliadas

Identificação

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FUNÇÃO DE ATÉ

Técnica De Enfermagem 03/11/2010 atual

Jornada
Sua jornada ocorre no regime contratual 12 x 36, como horário contratual das 19h às

07h..

Atribuições
Na qualidade de Técnica De Enfermagem,

Relatório Fotográfico

4. TEMPO DE EXPOSIÇÃO

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Na caracterização tanto da insalubridade quanto da periculosidade, não há nenhuma

norma, portaria, súmula ou qualquer outro documento que possa nortear o


embasamento técnico sobre o tempo de exposição do trabalhador ao agente insalubre,
na exposição ao agente ou atividade periculosa. Por isso, este Assistente Técnico julga
fundamental referendar conceitos válidos para a quantificação do tempo de exposição, como
se segue.

Vejamos, por exemplo, o que a Súmula n. 364 do TST nos diz:

“... Súmula n. 364 do TST:


Adicional de periculosidade. Exposição eventual,
permanente e intermitente.
Tem direito ao adicional de periculosidade o empregado
exposto permanentemente ou que, de forma intermitente,
sujeita-se a condições de risco. Indevido, apenas, quando o
contato se dá de forma eventual, assim considerado o fortuito,
ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente
reduzido...”

Para a exposição à energia elétrica, a Súmula n. 361 do TST assegura que:

“... Súmula n. 361 do TST


Adicional de periculosidade. Eletricitários. Exposição
intermitente.
O trabalho exercido em condições perigosas, embora de
forma intermitente, dá direito ao empregado a receber o
adicional de periculosidade de forma integral, porque a Lei n.
7.369, de 20.9.1985, não estabeleceu nenhuma
proporcionalidade em relação ao seu pagamento...”

No caso da insalubridade, a Súmula n. 47 do TST ratifica que a exposição em caráter


intermitente pode dar o direito ao trabalhador ao recebimento do adicional de insalubridade:

“... Súmula n. 47 do TST

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O trabalho executado em condições insalubres, em caráter
intermitente, não afasta, só por essa circunstância, o direito à
percepção do respectivo adicional...”

Analisando as súmulas acima destacadas, naturalmente se apresentam as seguintes


dúvidas:

O que é exposição permanente?


O que é exposição intermitente?
O que é exposição eventual?
O que é exposição que acontece por tempo extremamente reduzido?

Temos assim, uma questão totalmente subjetiva, pois o que é intermitente para um, pode

ser considerado eventual para outro, gerando dúvida nos casos dos agentes insalubres
ou condições perigosas em que há caracterização por avaliação qualitativa. Portanto, é
fundamental esclarecer o tipo de exposição, em função de um tempo definido.

Destarte demonstraremos referências válidas para efetuar a caracterização à exposição do


trabalhador de forma quantitativa, se utilizando de referências precisas em minutos, para a
definição de exposição.

4.1 DA PORTARIA N. 3.311, DE 29 DE NOVEMBRO DE 1989

Uma referência válida para quantificar o tempo de exposição está descrito na portaria do
MTE 3.311, de 29 de novembro de 1989. Essa portaria tem como objetivo estabelecer “os
princípios norteadores do programa de desenvolvimento do Sistema Federal de Inspeção do
Trabalho e dá outras providências”. Em seu item 4.4, essa portaria define o que pode ser

permanente, intermitente ou eventual.

O quadro abaixo traz um resumo do item 4.4 da referida norma:

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Apesar de cancelada pela Portaria n. 546, de 11 de março de 2010, que não trouxe mais
essa análise do tempo de exposição, o cancelamento não tem relação com o antigo item
4.4, de forma que esta referência ainda pode ser usada para orientação dos profissionais de
saúde e segurança na avaliação do tempo de exposição, para fins de caracterização da
insalubridade e/ou periculosidade.

4.2 DA ORIENTAÇÃO NORM. no. 6, DE 18 DE MARÇO DE 2013

No dia 18 de março de 2013, entrou em vigor a orientação normativa da secretaria de gestão


pública do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão — SEGEP. Esse documento
“estabelece orientação sobre a concessão dos adicionais de insalubridade,
periculosidade, irradiação ionizante e gratificação por trabalhos com raios X ou
substâncias radioativas, e dá outras providências”, acerca dos adicionais de
insalubridade e periculosidade para servidores públicos.

Apesar de aplicada para servidores públicos, serve também para um embasamento técnico
quanto ao tempo de exposição para empregados regidos pela CLT. Em seu art. 9º, a
Orientação Normativa nº. 6 diz:

“...Art. 9º Em relação aos adicionais de insalubridade e


periculosidade, consideram-se:
I — Exposição eventual ou esporádica: aquela em que o
servidor se submete a circunstâncias ou condições insalubres
ou perigosas, como atribuição legal do seu cargo, por tempo
inferior à metade da jornada de trabalho mensal;

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II — Exposição habitual: aquela em que o servidor se
submete a circunstâncias ou condições insalubres ou
perigosas como atribuição legal do seu cargo por tempo igual
ou superior à metade da jornada de trabalho mensal; e
III — Exposição permanente: aquela que é constante,
durante toda a jornada laboral e prescrita como principal
atividade do servidor; ...”

Veja que essa Orientação Normativa define o que é exposição eventual ou esporádica,
habitual (neste caso, o mesmo que intermitente) e a exposição permanente. Considerando
por exemplo um trabalhador laborando 200 horas por mês, exposto a um agente insalubre
ou periculoso, podemos resumir o entendimento de acordo com a tabela abaixo:

No art. 10, a Orientação Normativa n. 6 diz:

“...Art. 10. A caracterização e a justificativa para concessão


de adicionais de insalubridade e periculosidade aos
servidores da Administração Pública Federal direta,
autárquica e fundacional, quando houver exposição
permanente ou habitual a agentes físicos, químicos ou
biológicos, dar-se-ão por meio de laudo técnico elaborado
com base nos limites de tolerância mensurados nos termos das
Normas Regulamentadoras n. 15 e n. 16, aprovadas pela
Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego n. 3.214, de 8
de junho de 1978...”

Note que se faz referência às NRs 15 e 16, nos casos de exposição permanente ou habitual.
Mais uma vez fica demonstrado que, quando o tempo de exposição for caracterizado

como eventual, o trabalhador não terá direito ao recebimento do adicional de


insalubridade e/ou periculosidade.

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5. ANÁLISE DA PERICULOSIDADE

5.1 DEFINIÇÃO DO ARTIGO 193 DA CLT

“São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma de regulamentação


aprovada pelo Ministério do Trabalho, aquelas que por sua natureza ou método de trabalho,
impliquem o CONTATO PERMANENTE COM INFLAMÁVEIS ou EXPLOSIVOS,
RADIAÇÃO IONIZANTE em condições de RISCO ACENTUADO E TRABALHOS
INTEGRANTES DE SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA”.

LEI Nº 12.740, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2012: Altera o art. 193 da Consolidação das Leis
do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, a fim de
redefinir os critérios para caracterização das atividades ou operações perigosas, e revoga a
Lei nº 7.369, de 20 de setembro de 1985.

Art. 1º O art. 193 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei
nº 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar com as seguintes alterações:

"...Art. 193. São consideradas atividades ou operações


perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo
Ministério do Trabalho e Emprego, aquelas que, por sua
natureza ou métodos de trabalho, impliquem risco acentuado
em virtude de exposição permanente do trabalhador a:
I - Inflamáveis, explosivos ou energia elétrica;
II - Roubos ou outras espécies de violência física nas
atividades profissionais de segurança pessoal ou
patrimonial...”

Observando a legislação elencada, os conceitos de periculosidade e risco e,


consequentemente, de atividade perigosa e área de risco não foram até o momento
suficientemente esclarecidos do ponto de vista técnico. Portanto, são necessários
esclarecimentos quanto à interpretação dos termos constantes na legislação vigente:

 Acentuado: intenso, preciso, definido;

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 Condição: circunstância, situação;
 Contato: ato de exercer o sentido do tato, toque; proximidade;
 Perigo: exposição relativa a um risco que, não controlado, poderá consolidar-se em
dano;
 Permanente: que se mantém, ininterrupto, constante;
 Risco: uma ou mais condições de uma variável com potencial para causar dano.

Por todo só devem ser consideradas como periculosas as atividades ou operações que

“por sua natureza ou métodos de trabalho, implique em risco acentuado em virtude


de exposição permanente do trabalhador”. Então, antes de analisar qualquer anexo da
NR-16, o princípio de apresentar risco de vida ao trabalhador deve ser satisfeito. Somente

após ser cumprida essa etapa, é que deve ser continuado o trabalho de avaliação, do
contrário, a periculosidade deve ser descaracterizada.

Reforçando o que foi dito acima, é indevido o pagamento do referido adicional, quando o
contato se dá de forma eventual, assim considerado o fortuito ou o que, sendo habitual, dá-
se por tempo extremamente reduzido (Súmula nº 364 do Tribunal Superior do Trabalho –
TST).

Acerca da percepção do adicional, temos ainda em seu inciso 1º:

“... § 1º O trabalho em condições de periculosidade assegura


ao empregado um adicional de 30% (trinta por cento) sobre
o salário sem os acréscimos resultantes de gratificações,
prêmios ou participações nos lucros da empresa...”

5.2 AVALIAÇÕES AMBIENTAIS

5.2.1 ANEXO 1 – ATIV. E OP. PERIGOSAS COM EXPLOSIVOS

1. São consideradas atividades ou operações perigosas as enumeradas no Quadro n.º 1,


seguinte:

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Resultado: No ambiente vistoriado, não há qualquer operação, transporte ou
armazenamento de explosivos. Dessa forma, as atividades exercidas durante o
exercício de seu pacto laboral com a Ré, NÃO se enquadram naquelas mencionadas
no referido anexo da NR 16, não havendo caracterização de periculosidade.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 NR-16 - Anexo nº 1.

5.2.2 ANEXO 2 - ATIVIDADES E OP. PERIGOSAS COM INFLAMÁVEIS

A Periculosidade por Inflamáveis é devida aqueles que ingressem na área de risco por
inflamáveis líquidos ou gasosos, de forma permanente e em condições de risco acentuado,
conforme os termos do art. 193 da CLT, já a Portaria nº 3214/78 NR-16 anexo 2, define quais
os trabalhadores que fazem jus ao adicional, bem como as áreas de risco.

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1 - Aos trabalhadores que se dedicam em atividades, operações ou que operem em área de
risco, será concedido um adicional de 30%, nas condições abaixo:

a. na produção, transporte, processamento e armazenamento de gás liquefeito. (todos os


trabalhadores nessas atividades ou que operam na área de risco).
b. no transporte e armazenagem de inflamáveis líquidos e gasosos liquefeitos e de
vasilhames vazios não-desgaseificados ou decantados. (todos os trabalhadores da
área de operação).

c. nos postos de reabastecimento de aeronaves. (todos os trabalhadores nessas


atividades ou que operam na área de risco).
d. nos locais de carregamento de navios-tanques, vagões-tanques e caminhões-tanques e
enchimento de vasilhames, com inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos. (todos os
trabalhadores nessas atividades ou que operam na área de risco).
e. nos locais de descarga de navios-tanques, vagões-tanques e caminhões-tanques com
inflamáveis líquidos ou gasosos liquefeitos ou de vasilhames vazios não-desgaseificados
ou decantados. (todos os trabalhadores nessas atividades ou que operam na área de
risco).
f. nos serviços de operações e manutenção de navios-tanques, vagões-tanques,
caminhões-tanques, bombas e vasilhames, com inflamáveis líquidos ou gasosos
liquefeitos, ou vazios não-desgaseificados ou decantados. (todos os trabalhadores
nessas atividades ou que operam na área de risco).
g. nas operações de desgaseificação, decantação e reparos de vasilhames não-
desgaseificados ou decantados. (todos os trabalhadores nessas atividades ou que
operam na área de risco).

h. nas operações de testes de aparelhos de consumo do gás e seus equipamentos. (todos


os trabalhadores nessas atividades ou que operam na área de risco).
i. no transporte de inflamáveis líquidos e gasosos liquefeitos em caminhões-tanques.
(motoristas e ajudantes).

j. no transporte de vasilhames (em caminhões de carga), contendo inflamáveis líquidos,


em quantidade total igual ou superior a 200 litros, quando não observado o disposto nos
subitens 4.1 e 4.2 deste anexo. (motoristas e ajudantes).

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l. no transporte de vasilhames (em carretas ou caminhões de carga), contendo
inflamáveis gasosos e líquidos, em quantidade total igual ou superior a 135 quilos.
(motoristas e ajudantes).
m. nas operações em postos de serviço e bombas de abastecimento de inflamáveis líquidos.
(operadores de bombas e trabalhadores que operam na área de risco).

Resultado: No decorrer de suas atividades em seu ambiente de trabalho, não houve


qualquer atividade ou operação em contato com inflamáveis, tampouco permanecia
em área de risco decorrente do armazenamento desse tipo de material. Logo, NÃO
há caracterização de periculosidade por exposição a inflamáveis em suas atividades
laborais no ambiente vistoriado.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 NR-16 - Anexo nº 2.

5.2.3 ANEXO 3 - ATIVIDADES E OP. PERIGOSAS COM EXPOSIÇÃO A ROUBOS OU


OUTRAS ESPÉCIES DE VIOLÊNCIA FÍSICA NAS ATIVIDADES PROF. DE
SEGURANÇA PESSOAL OU PATRIMONIAL (Aprovado pela Portaria MTE n.º 1.885, de
02 de dezembro de 2013).

1. As atividades ou operações que impliquem em exposição dos profissionais de segurança


pessoal ou patrimonial a roubos ou outras espécies de violência física são consideradas
perigosas.

2. São considerados profissionais de segurança pessoal ou patrimonial os trabalhadores que


atendam a uma das seguintes condições:

a) empregados das empresas prestadoras de serviço nas atividades de segurança privada


ou que integrem serviço orgânico de segurança privada, devidamente registradas e
autorizadas pelo Ministério da Justiça, conforme lei 7102/1983 e suas alterações
posteriores.

b) empregados que exercem a atividade de segurança patrimonial ou pessoal em


instalações metroviárias, ferroviárias, portuárias, rodoviárias, aeroportuárias e de bens
públicos, contratados diretamente pela administração pública direta ou indireta.

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Resultado: Primeiramente, esclarece-se que a Lei 12.740/12 e o artigo 193 da CLT
tornaram-se vigentes somente a partir de 3 de dezembro de 2013, data de publicação
da Portaria MTE nº. 1.885/2013. No presente caso, constatou-se que, no exercício de
sua função no local analisado, NÃO houve qualquer atividade profissional
relacionada a segurança pessoal ou patrimonial.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 NR-16 - Anexo nº 3.

5.2.4 ANEXO 4 - ATIVIDADES E OP. PERIGOSAS C/ ENERGIA ELÉTRICA

Com a publicação do anexo 4 da NR-16, por meio da Portaria n. 1.078 de 16 de julho de


2014, o embasamento para a caracterização da periculosidade por exposição a energia
elétrica deve ser feito fundamentado neste anexo. Vamos então ao estudo dos seus dizeres:

“...1. Têm direito ao adicional de periculosidade os


trabalhadores:
a) que executam atividades ou operações em instalações ou
equipamentos elétricos energizados em alta tensão;
b) que realizam atividades ou operações com trabalho em
proximidade, conforme estabelece a NR-10;
c) que realizam atividades ou operações em instalações ou
equipamentos elétricos energizados em baixa tensão no
sistema elétrico de consumo - SEC, no caso de
descumprimento do item 10.2.8 e seus subitens da NR-10 -
Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
d) das empresas que operam em instalações ou equipamentos
integrantes do sistema elétrico de potência - SEP, bem como
suas contratadas, em conformidade com as atividades e
respectivas áreas de risco descritas no quadro I deste
anexo...”

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ANÁLISE DA ALÍNEA “A”

DESCRIÇÃO: “...a) que executam atividades ou operações em instalações ou

equipamentos elétricos energizados em alta tensão...”

Vejamos a definição de alta tensão da NR-10:

Alta Tensão (AT): tensão superior a 1000 volts em corrente alternada ou 1500 volts em
corrente contínua, entre fases ou entre fase e terra.

De acordo com esses dizeres, qualquer trabalhador que esteja exposto a energia elétrica
em alta tensão, terá direito ao adicional de periculosidade. Um exemplo prático são os
eletricistas que trabalham em ‘linha viva’, ou seja, não há o desligamento do equipamento
para a intervenção.

DESTARTE, CONSTATAMOS QUE NUNCA HOUVE LABOR COM TENSÕES ACIMA


DE 220 VOLTS, DE FORMA QUE NÃO HÁ O QUE SE FALAR EM PERICULOSIDADE,
CONSIDERANDO OS DITAMES DA ALÍNEA “A”, PARA EQUIPAMENTOS
ENERGIZADOS EM ALTA TENSÃO.

ANÁLISE DA ALÍNEA “B”

DESCRIÇÃO: “...b) que realizam atividades ou operações com trabalho em

proximidade, conforme estabelece a NR-10...”

Conforme as referências da NR-10, acerca da Segurança em Instalações e Serviços em

Eletricidade, em seu Glossário temos o que é Trabalho em Proximidade:

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Trabalho em Proximidade: trabalho durante o qual o trabalhador pode entrar na zona
controlada, ainda que seja com uma parte do seu corpo ou com extensões condutoras,
representadas por materiais, ferramentas ou equipamentos que manipule.

Este mesmo Glossário define o que é Zona controlada:

Zona Controlada: entorno de parte condutora ENERGIZADA, NÃO SEGREGADA,


acessível, de dimensões estabelecidas de acordo com o nível de tensão, cuja aproximação
só é permitida a profissionais autorizados.

Para clarear melhor o entendimento sobre esse quesito, haja vista que a questão elétrica
causa muitas dúvidas, a NR-10 define também o que é Zona de Risco:

Zona de Risco: entorno de parte condutora ENERGIZADA, NÃO SEGREGADA, acessível


inclusive acidentalmente, de dimensões estabelecidas de acordo com o nível de tensão, cuja
aproximação só é permitida a profissionais autorizados e com a adoção de técnicas e
instrumentos apropriados de trabalho.

Existe também a Zona Livre, que não é definida no Glossário da NR-10, mas atividades

desenvolvidas nessa zona não representam maiores riscos para o trabalhador,


devendo o mesmo ser instruído sobre os possíveis riscos existentes na Zona Controlada e
Zona de Risco. Neste caso o trabalhador não terá direito ao adicional de periculosidade.

O anexo II da NR-10 define as faixas de tensão nominal e determina os raios da zona de


risco, controlada e livre. Abaixo seguem as figuras construtivas para melhor entendimento:

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Para referência das imagens acima:

ZL = Zona livre;

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ZC = Zona controlada, restrita a trabalhadores autorizados;
ZR = Zona de risco, restrita a trabalhadores autorizados e com a adoção de
técnicas, instrumentos e equipamentos apropriados ao trabalho;
PE = Ponto da instalação energizado;
SI = Superfície isolante construída com material resistente e dotada de todos
dispositivos de segurança.

DESTARTE, SE HOUVE AFIRMAÇÃO EM OITIVA DE NUNCA TER LABORADO COM


EQUIPAMENTOS ENERGIZADOS, NÃO HÁ O QUE SE FALAR EM PERICULOSIDADE,
CONSIDERANDO OS DITAMES DESTA ALÍNEA “B”, SOBRE ATIVIDADES EM
PROXIMIDADE, MESMO PORQUE SEMPRE LABOROU EM ZONA LIVRE.

ANÁLISE DA ALÍNEA “C”

DESCRIÇÃO: “...c) que realizam atividades ou operações em instalações ou

equipamentos elétricos energizados em baixa tensão no sistema elétrico de consumo


— SEC, no caso de descumprimento do item 10.2.8 e seus subitens da NR-10 -
Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade...”

O SEC (sistema elétrico de consumo), representa o conjunto de consumidores de energia


elétrica, ainda sendo entendido como toda instalação após os medidores das

concessionárias de energia elétrica.

De acordo com a NR-10, baixa tensão é:

Baixa Tensão (BT): tensão superior a 50 volts em corrente alternada ou 120 volts em
corrente contínua e igual ou inferior a 1000 volts em corrente alternada ou 1500 volts em
corrente contínua, entre fases ou entre fase e terra.

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Contudo, a alínea “c” diz claramente que somente se for descumprido o item 10.2.8 da

NR-10, é que esses trabalhadores terão direito ao referido adicional . O item 10.2.8 da
NR-10 diz:

“... 10.2.8. Medidas de proteção coletiva


10.2.8.1. Em todos os serviços executados em instalações
elétricas devem ser previstas e adotadas, prioritariamente,
medidas de proteção coletiva aplicáveis, mediante
procedimentos, às atividades a serem desenvolvidas, de forma
a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores.
10.2.8.2. As medidas de proteção coletiva compreendem,
prioritariamente, a desenergização elétrica conforme
estabelece esta NR e, na sua impossibilidade, o emprego de
tensão de segurança.
10.2.8.2.1. Na impossibilidade de implementação do
estabelecido no subitem 10.2.8.2., devem ser utilizadas outras
medidas de proteção coletiva, tais como: isolação das partes
vivas, obstáculos, barreiras, sinalização, sistema de
seccionamento automático de alimentação, bloqueio do
religamento automático.
10.2.8.3. O aterramento das instalações elétricas deve ser
executado conforme regulamentação estabelecida pelos
órgãos competentes e, na ausência desta, deve atender às
Normas Internacionais vigentes...”

É percebido que houve a valorização da Proteção Coletiva neste item, pois somente se estas
forem descumpridas, é que o trabalhador terá direito ao adicional de periculosidade. Vale

destacar que o item 10.2.8.2 enfatiza que deve ser priorizado o trabalho com
equipamentos desenergizados. Caso isso não seja possível, deverá ser empregado o uso
da tensão de segurança, que a NR-10 define como: “extra baixa tensão (tensão não
superior a 50 volts em corrente alternada ou 120 volts em corrente contínua, entre fases ou
entre fase e terra), originada em uma fonte de segurança”.

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DESTARTE, UMA VEZ AFIRMADO EM OITIVA NÃO TER LABORADO COM
EQUIPAMENTOS ENERGIZADOS, NÃO CABE A CARACTERIZAÇÃO DE
PERICULOSIDADE PELA ALÍNEA “C” E POR CONSEQUÊNCIA, NÃO TER
DESCUMPRIDO O ITEM 10.2.8 DA NR-10, REFERENDADO.

ANÁLISE DA ALÍNEA “D”

DESCRIÇÃO: “...d) das empresas que operam em instalações ou equipamentos

integrantes do sistema elétrico de potência – “SEP”, bem como suas contratadas, em


conformidade com as atividades e respectivas áreas de risco descritas no quadro I
deste anexo...”

Quando falamos em setor elétrico, referimo-nos normalmente ao Sistema Elétrico de


Potência (SEP), definido como o conjunto de todas as instalações e equipamentos

destinados à geração, transmissão e distribuição de energia elétrica até a medição,


inclusive.

Com o objetivo de uniformizar o entendimento é importante informar que o SEP trabalha com
vários níveis de tensão, classificadas em alta e baixa tensão e normalmente com corrente
elétrica alternada (60 Hz).

DESTARTE, CONFORME CONSTATADO EM DILIGÊNCIA, NUNCA HOUVE


ATIVIDADES DESTINADAS À GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE
ENERGIA ELÉTRICA ATÉ A MEDIÇÃO E TAMPOUCO LABOROU EM ÁREA DE RISCO,
NÃO HAVENDO ENSEJO DE PERICULOSIDADE POR LABOR EM SISTEMA
ELÉTRICO DE POTÊNCIA – SEP, VIDE OS DITAMES DA ALÍNEA “D”.

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Resultado: Analisando os ditames da legislação, concluímos não haver
fundamentação legal para percepção do adicional de periculosidade, conforme os
ditames das alíneas “a”, “b”, “c” e “d” do anexo 4 da NR-16, estudados aqui
pormenorizadamente. Portanto, NÃO há caracterização de periculosidade por
exposição a energia elétrica.

Fundamento Legal: Portaria Nº 1.078/14.

5.2.5 ANEXO 5 - ATIVIDADES PERIGOSAS EM MOTOCICLETA (Aprovado pela Portaria


MTE n.º 1.565, de 13 de outubro de 2014).

1. As atividades laborais com utilização de motocicleta ou motoneta no deslocamento de


trabalhador em vias públicas são consideradas perigosas.

2. Não são consideradas perigosas, para efeito deste anexo:

a) a utilização de motocicleta ou motoneta exclusivamente no percurso da residência para


o local de trabalho ou deste para aquela;

b) as atividades em veículos que não necessitem de emplacamento ou que não exijam


carteira nacional de habilitação para conduzi-los;

c) as atividades em motocicleta ou motoneta em locais privados;

d) as atividades com uso de motocicleta ou motoneta de forma eventual, assim


considerado o fortuito, ou o que, sendo habitual, dá-se por tempo extremamente
reduzido.

Resultado: Durante o desempenho de suas atividades laborais no local vistoriado,


não houve o uso de motocicleta ou motoneta em vias públicas. Dessa forma, NÃO há
caracterização de periculosidade em suas atividades por uso de motocicleta.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 NR-16 - Anexo nº 5.

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5.2.6 ANEXO (*) - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM RADIAÇÕES
IONIZANTES OU SUBSTÂNCIAS RADIOATIVAS (Adotado pela Portaria GM n.º 518,
de 04 de abril de 2003).

ATIVIDADES ÁREAS DE RISCO

1. Produção, utilização, processamento, Minas e depósitos de materiais radioativos.


transporte, guarda, estocagem e manuseio Plantas-piloto e Usinas de beneficiamento de
de materiais radioativos, selados e não minerais radioativos.
selados, de estado físico e forma química
quaisquer, naturais ou artificiais, incluindo: Outras áreas sujeitas a risco potencial devido
às radiações ionizantes.

1.1 Prospecção, mineração, operação, Lixiviação de mineiras radiativos para a


beneficiamento e processamento de produção de concentrados de urânio e tório.
minerais radioativos. Purificação de concentrados e conversão em
outras formas para uso como combustível
nuclear.

1.2. Produção, transformação e tratamento Produção de fluoretos de urânio para a


de materiais nucleares para o ciclo do produção de hexafluoretos e urânio metálico.
combustível nuclear. Instalações para enriquecimento isotópico e
reconversão. Fabricação de elemento
combustível nuclear. Instalações para
armazenamento dos elementos combustíveis
usados. Instalações para o retratamento do
combustível irradiado.
Instalações para o tratamento e deposições,
provisórias e finais, dos rejeitos radioativos
naturais e artificiais.

1.3. Produção de radioisótopos para uso em Laboratórios para a produção de


medicina, agricultura, agropecuária, radioisótopos e moléculas marcadas.
pesquisa científica e tecnológica.

1.4. Produção de Fontes Radioativas Instalações para tratamento de material


radioativo e confecção de fontes.
Laboratórios de testes, ensaios e calibração
de fontes, detectores e monitores de
radiação, com fontes radioativas.

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1.5. Testes, ensaios e calibração de Laboratórios de ensaios para materiais
detectores e monitores de radiação com radioativos.
fontes de radiação. Laboratórios de radioquímica.

1.6. Descontaminação de superfícies, Laboratórios para descontaminação de


instrumentos, ferramentas, utensílios de peças e materiais radioativos.
laboratório, vestimentas e de quaisquer Coleta de rejeitos radioativos em instalações,
outras áreas ou bens duráveis prédios e em áreas abertas. Laboratórios
contaminados com materiais radioativos. para descontaminação de peças e lavanderia
para roupas contaminadas.
Transporte de materiais e rejeitos
radioativos, condicionamento, estocagens e
sua deposição.

1.7. Separação isotópica e processamento Instalações para tratamento,


radioquímico. condicionamento, contenção, estabilização,
estocagem e deposição de rejeitos
radioativos.
Instalações para retenção de rejeitos
radioativos.

1.8. Manuseio, condicionamento, liberação, Sítios de rejeitos.


monitoração, estabilização, inspeção, Instalações para estocagem de produtos
retenção e deposição de rejeitos radioativos para posterior aproveitamento.
radioativos.

2. Atividades de operação e manutenção de Edifícios de reatores.


reatores nucleares, incluindo: Edifícios de estocagem de combustível.

2.1. Montagem, instalação, substituição e Instalações de tratamento e estocagem de


inspeção de elementos combustíveis. rejeitos radioativos.

2.2. Manutenção de componentes Instalações para tratamento de água e


integrantes do reator e dos sistemas reatores e separação e contenção de
hidráulicos mecânicos e elétricos, produtos radioativos.
irradiados, contaminados ou situados em Salas de operação de reatores.
áreas de radiação.
Salas de amostragem de efluentes
radioativos.

2.3. Manuseio de amostras irradiadas. Laboratórios de medidas de radioativos.

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2.4. Experimentos utilizados como canais de Outras áreas sujeitas a risco potencial às
irradiação. radiações ionizantes, passíveis de serem
atingidas por dispersão de produtos voláteis.

2.5 Medição de radiação, levantamento de Laboratórios semiquentes e quentes.


dados radiológicos e nucleares, ensaios, Minas de urânio e tório.
testes, inspeções, fiscalização e supervisão
de trabalhos técnicos. Depósitos de minerais radiativos e produtos
do tratamento de minerais radioativos.

2.6 Segregação, manuseio, tratamento, Coletas de materiais e peças radioativas,


acondicionamento e armazenamento de materiais contaminados com radioisótopos e
rejeitos radioativos. águas radioativas.

3. Atividades de operação e manutenção de Áreas de irradiação de alvos.


aceleradores de partículas, incluindo:

3.1. Montagem, instalação substituição e Oficinas de manutenção de componentes


manutenção de componentes irradiados ou irradiados ou contaminados.
contaminados. Salas de operação de aceleradores.

3.2. Processamento de alvos irradiados. Laboratórios para tratamento de alvos


irradiados e separação de radioisótopos.

3.3. Experimentos com feixes de partículas. Laboratórios de testes com radiação e


medidas nucleares.

3.4. Medição de radiação, levantamento de Áreas de tratamento e estocagem de


dados radiológicos e nucleares, testes, rejeitos radioativos.
inspeções e supervisão de trabalhos
técnicos.

3.5. Segregação, manuseio, tratamento, Laboratórios de processamento de alvos


acondicionamento e armazenamento de irradiados.
rejeitos radioativos.

4. Atividades de operação com aparelhos de Salas de irradiação e de operação de


raios-X, com irradiadores de radiação gama, aparelhos de raios-X e de irradiadores gama,
radiação beta ou radiação de nêutrons, beta ou nêutrons.
incluindo:

4.1. Diagnóstico médico e odontológico. Laboratórios de testes, ensaios e calibração


com as fontes de radiação descritas.

4.2. Radioterapia. ---

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4.3. Radiografia industrial, gamagrafia e Manuseio de fontes.
neutronradiografia.

4.4. Análise de materiais por difratometria. Manuseio do equipamento.

4.5. Testes, ensaios e calibração de Manuseio de fontes e amostras radioativas.


detectores e monitores de radiação.

4.6. Irradiação de alimentos. Manuseio de fontes e instalações para a


irradiação de alimentos.

4.7. Estabilização de instrumentos médico- Manuseio de fontes e instalações para a


hospitalares. operação.

4.8. Irradiação de espécimes minerais e Manuseio de amostras irradiadas.


biológicos.

4.9. Medição de radiação, levantamento de Laboratórios de ensaios e calibração de


dados radiológicos, ensaios, testes, fontes e materiais radioativos.
inspeções, fiscalização de trabalhos
técnicos.

5. Atividades de medicina nuclear. Sala de diagnósticos e terapia com medicina


nuclear.

5.1. Manuseio e aplicação de radioisótopos Enfermaria de pacientes, sob tratamento com


para diagnóstico médico e terapia. radioisótopos.
Enfermaria de pacientes contaminados com
radioisótopos em observação e sob
tratamento de descontaminação.

5.2. Manuseio de fontes seladas para Área de tratamento e estocagem de rejeitos


aplicação em braquiterapia. radioativos.

5.3. Obtenção de dados biológicos de Manuseio de materiais biológicos contendo


pacientes com radioisótopos incorporados. radioisótopos ou moléculas marcadas.

5.4. Segregação, manuseio, tratamento, Laboratórios para descontaminação e coleta


acondicionamento e estocagem de rejeitos de rejeitos radioativos.
radioativos.

6. Descomissionamento de instalações Áreas de instalações nucleares e radioativas


nucleares e radioativas, que inclui: contaminadas e com rejeitos.

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6.1 Todas as descontaminações radioativas Depósitos provisórios e definitivos de rejeitos
inerentes. radioativos.

6.2. Gerenciamento dos rejeitos radioativos Instalações para contenção de rejeitos


existentes, ou seja; tratamento e radioativos.
acondicionamento dos rejeitos líquidos, Instalações para asfaltamento de rejeitos
sólidos, gasosos e aerossóis; transporte e radioativos.
deposição dos mesmos.
Instalações para cimentação de rejeitos
radioativos.

7. Descomissionamento de minas, moinhos Tratamento de rejeitos minerais.


e usinas de tratamento de minerais Repositório de rejeitos naturais (bacia de
radioativos. contenção de rádio e outros radioisótopos).
Deposição de gangas e rejeitos de
mineração.

Nota Explicativa (Inserida pela Portaria MTE n.º 595, de 07 de maio de 2015)
1. Não são consideradas perigosas, para efeito deste anexo, as atividades desenvolvidas em áreas que
utilizam equipamentos móveis de Raios X para diagnóstico médico.
2. Áreas tais como emergências, centro de tratamento intensivo, sala de recuperação e leitos de
internação não são classificadas como salas de irradiação em razão do uso do equipamento móvel de
Raios X.

Resultado: No exercício de sua função no ambiente vistoriado, não houve qualquer


atividade em contato com radiações ionizantes ou substâncias radioativas. Ademais,
não há qualquer fonte produtora de radiações ionizantes no ambiente vistoriado.
Portanto, NÃO há caracterização de periculosidade em suas atividades, no local
analisado.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 NR-16: Anexo (*) e Decreto 93.412/86.

6. ANÁLISE DA INSALUBRIDADE

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6.1 DEFINIÇÃO DO ARTIGO Nº 189 DA CLT:

Esclarece-se que a palavra “insalubre” tem origem no latim e significa “aquilo que dá origem
à doença”. O conceito legal de insalubridade é dado pelo artigo 189 da Consolidação das
Leis do Trabalho (CLT) nos seguintes termos:

“... Serão consideradas atividades ou operações insalubres,


aquelas que por sua natureza, condições ou métodos de
trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à
saúde, ACIMA DOS LIMITES DE TOLERÂNCIA fixados
em razão da natureza da intensidade do agente agressor e do
tempo de exposição dos seus efeitos...”

NR-15 – ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES:

Na NR-15, acerca das “Atividades e Operações Insalubres”, temos:

Item 15.1: “São consideradas atividades ou operações insalubres as que se


desenvolvem”;

Subitem 15.1.1: “Acima dos limites de tolerância previstos nos anexos nº


1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14”;

Subitem 15.1.5: “Entende-se por Limite de Tolerância para os fins desta Norma, a
concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo
de exposição ao agente, que causará danos à saúde do trabalhador, durante a sua vida
laboral”;

Item 15.4: “A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a cessação do


pagamento do adicional respectivo”;

Subitem 15.4.1: “A eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer:


a) com a adoção de medida de ordem geral que conserve o ambiente de trabalho dentro
dos limites de tolerância;
b) com a utilização de equipamento de proteção individual”.

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Assim, tem-se que a possível caracterização da insalubridade ocorrerá somente se o agente
estiver inserido nas restritas disposições da NR 15, não se podendo estender a interpretação
dessa norma.

6.2 AVALIAÇÕES AMBIENTAIS:

6.2.1 ANEXO 1 - RUÍDO CONTÍNUO OU INTERMITENTE

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Quantitativa. Atividades que se desenvolvem acima dos limites de tolerância


Médio 20%
previstos no anexo 1.

Por falta de definições sólidas na NR-15 acerca de Ruído Contínuo, encontramos as


seguintes definições:

Conforme a Norma de Higiene Ocupacional nº.1, NHO-01 da FUNDACENTRO,


acerca da Avaliação Ocupacional de Ruído o Ruído Contínuo ou intermitente
é entendido como aquele que não é classificado como ruído de impacto ou
impulsivo.
Ainda, na Instrução Técnica para aplicação da Norma Brasileira NBR 10.151
elaborada pela CETESB, temos a definição de que o Ruído Contínuo é aquele
que no intervalo de tempo de 5 minutos apresenta uma variação menor ou
igual a 6 dB(A), entre os valores máximos e mínimos;

Os limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, de acordo com o anexo


n° 1 da NR 15, são:

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Contudo, esclarecemos que os níveis de ruído contínuo encontrados não são
significativos e estão dentro das condições de conforto de ergonomia, conforme dos
ditames da NR-17, abaixo de 65 dB(A), a saber:

“...17.5.2.1. Para as atividades que possuam as


características definidas no subitem 17.5.2, mas não
apresentam equivalência ou correlação com aquelas
relacionadas na NBR 10.152, o nível de ruído aceitável para
efeito de conforto será de até 65 dB(A) e a curva de avaliação
de ruído (NC) de valor não superior a 60 dB...”

Para constatar se este protetor auditivo é eficiente, nos servimos da fórmula do


Instituto NIOSH (National Institute for Occupational Safety and Health ou

Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional dos Estados Unidos),


que elaborou uma fórmula para calcular essas falhas do Nível de Redução de Ruído
– “NRR”, a saber:

𝑳𝑷 𝒅𝑩(𝑨) = 𝑳 𝑨 – 𝑵𝑹𝑹𝒔𝒇
Onde:
LP = "Nível protegido" em dB(A), para este caso;
LA = Nível de pressão sonora no local, também em dB(A);

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NRRsf = Índice de redução de ruído especificado. Este índice, pode ser obtido a partir de
ensaio feito segundo o método B da Norma ANSI S12.6-1997, sem sofrer quaisquer
correções adicionais.

Substituindo, teremos:

LP dB(A) = xx – xx
LP = xx dB(A)

Destarte, se o EPI dispõe de 00 NRRsf conforme demonstrado acima, conforme


consulta de seu Certificado de Aprovação – “CA”, constatamos que o houve

exposição a níveis inferiores de ruído aos informados pelo referido anexo, de


00 dB(A).

Resultado: NÃO foram encontrados no local diligenciado fontes significativas


de ruído contínuo ou intermitente. Pelo exposto, resta demonstrado que o nível
de ruído detectado está abaixo dos limites legalmente estabelecidos.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 NR-15 - Anexo nº 1.

6.2.2 ANEXO 2 - RUÍDO DE IMPACTO

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Quantitativa. Atividades que se desenvolvem acima dos limites de tolerância


Médio 20%
previstos no anexo 2.

Ainda por falta de definições conclusivas na própria Norma Regulamentadora em


questão, conforme a Norma de Higiene Ocupacional nº.1, NHO-01 da
FUNDACENTRO, acerca da Avaliação Ocupacional de Ruído, entende-se por ruído

de impacto aquele que apresenta picos de energia acústica de duração inferior

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a um segundo, a intervalos superiores a um segundo . Os níveis de impacto
deverão ser avaliados em decibéis (dB), com medidor de pressão sonora.

Desta forma, os Ruídos impulsivos, ou de impacto apresentam altos níveis de


intensidade sonora, num intervalo de tempo muito pequeno. São os ruídos
provenientes de explosões e impactos, sendo ruídos característicos de rebitadeiras,
impressoras automáticas, britadeiras, prensas, etc.

O limite de tolerância para ruído de impacto é de 130 dB (linear) ou 120 dB (C),


caso a leitura seja feita no circuito de resposta rápida e circuito de compensação “C”.

Resultado: No ambiente de trabalho diligenciado, NÃO foi encontrado ruído


de impacto, de modo que suas atividades não podem ser consideradas
insalubres por exposição a este tipo de ruído.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 - NR-15 - Anexo nº 2.

6.2.3 ANEXO 3 - EXPOSIÇÃO AO CALOR

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Quantitativa. Atividades que se desenvolvem acima dos limites de tolerância


Médio 20%
previstos no anexo 3.

A palavra calor vem do Latim cálor (acento no “A”), “qualidade do que é quente, calor”
e pode ser definido como a transferência de energia térmica de um sistema a

outro ou entre partes de um mesmo sistema em virtude da diferença de


temperatura associada ao movimento de átomos, moléculas e outras partículas.
Designa também a quantidade de energia térmica transferida.

Os limites de tolerância para exposição ao calor, em regime de trabalho intermitente


com descanso no próprio local de prestação de serviço, são:

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Resultado: No local analisado, constatou-se apenas a temperatura ambiente –
entre 20 ºC (vinte graus centígrados) e 23 ºC (vinte e três graus centígrados) –
em conformidade com o estabelecido no item 17.5.2, alínea “b”, da NR 17,
acerca de conforto térmico. Diante do exposto, verifica-se que a temperatura
no local de trabalho ESTAVA ABAIXO dos limites de tolerância, não havendo
condição de insalubridade.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 - NR-15 - Anexo nº 3.

6.2.4 ANEXO 4 - ILUMINAMENTO

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Revogado Revogado Revogado

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A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em sua NBR-5413, descreve
iluminância como sendo o limite da razão do fluxo luminoso recebido pela

superfície em torno de um ponto considerado, para a área da superfície quando


esta tende para o zero.

Iluminamento, intensidade de iluminação ou iluminância é uma grandeza de


luminosidade, representada pela letra “E”, que faz a relação entre o fluxo luminoso
que incide na direção perpendicular a uma superfície e a sua área. O fluxo luminoso
de um lúmen incidindo sobre uma área de um metro quadrado produz o iluminamento
de um lux.

Na prática, é a quantidade de luz dentro de um ambiente. Da mesma forma que o


fluxo luminoso, não é distribuído uniformemente, de maneira que ao ser medida, não
terá o mesmo valor em todos os pontos da área em questão. Sua unidade de medida
é o lux (lx) e para medi-la, usa-se um aparelho denominado luxímetro.

Resultado: Não analisado, pois o anexo Nº. 4 DA PORTARIA Nº 3.214/78, NR-


15, FOI REVOGADO pela portaria Nº 3.751 DE 23 de novembro de 1990).

Fundamento Legal: Portarias Nº 3214/78, 3.751/90 e NR-15, anexo nº 3.

6.2.5 ANEXO 5 - RADIAÇÕES IONIZANTES

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Quantitativa. Atividades que se desenvolvem acima dos limites de tolerância


Máximo 40%
previstos no anexo 5.

Entende-se por radiação ionizante o agente físico, sob a forma de energia, que se

transmite pelo espaço através de ondas eletromagnéticas, ou que apresenta

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comportamento corpuscular, e ao atingir um átomo, tem a propriedade se
subdividi-lo em duas partes eletricamente carregadas, chamadas de par iônico.

Existem quatro modalidades de radiações ionizantes consideradas para fins de


insalubridade:

Partículas Alfa (emissão de núcleos de hélio. Exemplo: amerício 241 e plutônio


239);
Partículas Beta (emissão de elétrons. Exemplo: criptônio 85 e estrôncio 90);
Raios Gama (emissão de energia sem substrato material, de origem
eletromagnética);
Raios X (emissão de radiações de ondas eletromagnéticas).

Resultado: Durante o seu contrato laboral no local analisado, NÃO houve


exposição a radiações ionizantes. Portanto, suas tarefas não podem ser
consideradas insalubres.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 - NR-15 - Anexo nº 5.

6.2.6 ANEXO 6 - CONDIÇÕES HIPERBÁRICAS

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Nas atividades mencionadas no anexo 6. Máximo 40%

Trabalho sob pressão hiperbárica são aqueles nos quais os trabalhadores se

expõem a valores pressóricos superiores à pressão atmosférica . Este Anexo trata


dos trabalhos sob ar comprimido e dos trabalhos submersos.

Resultado: Durante as suas atividades no ambiente vistoriado, NÃO houve


exposição a qualquer uma dessas condições.

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Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 - NR-15 - Anexo nº 6.

6.2.7 ANEXO 7 - RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho Médio 20%

Radiação não ionizante é definida como um agente físico, sob a forma de energia

eletromagnética que, ao atingir um átomo, e não por dispor de energia


suficiente para ionizá-lo, ocasiona apenas a sua excitação, provocando o aumento
de sua energia interna.

Para os efeitos desta Norma, são radiações não ionizantes as micro-ondas,


ultravioletas e laser.

Resultado: No desempenho das funções a serviço da empresa, NÃO havia


exposição a qualquer tipo de radiação não ionizante.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 - NR-15 - Anexo nº 7.

6.2.8 ANEXO 8 - VIBRAÇÕES

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho Médio 20%

Vibração é a modalidade de agente físico caracterizada pelo movimento

periódico de partículas de um corpo ou meio elástico em sentido


alternativamente oposto com relação à posição de equilíbrio, quando este foi
perturbado. Pode se manifestar em frequência única, como no caso de um diapasão

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ou, como é o caso mais comum, com múltiplas frequências, nas vibrações mecânicas
industriais.

Resultado: Durante o exercício de suas atividades no local vistoriado, NÃO


havia exposição a vibrações cuja intensidade pudesse ser considerada
insalubre.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 - NR-15 - Anexo nº 8.

6.2.9 ANEXO 9 - FRIO

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho Médio 20%

Frio (do latim frigĭdu) é a sensação produzida pela perda de calor do corpo,

causada pela baixa temperatura do meio externo para com o interno de um ser
vivo, sendo o oposto do calor.

Segundo a NR-15 - Anexo 9 – Frio: “As atividades ou operações executadas no


interior de câmaras frigoríficas, ou em locais que apresentem condições
similares, que exponham os trabalhadores ao frio, sem a proteção adequada, serão
consideradas insalubres em decorrência de laudo de inspeção realizada no local de
trabalho.”

Por tratar-se de uma análise qualitativa no ambiente de trabalho, consideramos as


referências de exposição diária da NR-29, acerca da segurança no trabalho portuário,
onde encontramos no item 29.3.16.2, parâmetros para a jornada de trabalho em locais
frigorificados, como se segue em sua tabela 1:

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Resultado: No desempenho de suas atividades no ambiente analisado, NÃO
houve realização de atividades no interior de câmaras frigoríficas ou em locais
com condições similares, de modo que suas tarefas não podem ser
caracterizadas como insalubres por exposição a frio.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 - NR-15 - Anexo nº 9.

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6.2.10 ANEXO 10 - UMIDADE

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho Médio 20%

Proveniente do latim “humidu”, umidade é a quantidade de vapor d'água presente

em determinado espaço, ou seja, quando há água em forma de vapor no ar.


Também pode se referir a qualidade do que está úmido ou ligeiramente molhado.

Este anexo trata das atividades ou operações executadas em locais alagados ou


encharcados, com umidade excessiva, capazes de produzir danos à saúde dos
trabalhadores.

Resultado: Durante o seu pacto laboral no ambiente vistoriado, NÃO houve


atividades em local úmido, alagado ou encharcado, de modo que não ocorreu
exposição a quaisquer condições insalubres.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 NR-15 - Anexo nº 10.

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6.2.11 ANEXOS 11, 12 e 13 - AGENTES QUÍMICOS

AVALIAÇÃO E
ANEXOS GRAU %
CARACTERIZAÇÃO

ANEXO 11 — Agentes
Quantitativa. Atividades que
Químicos cuja Insalubridade é Mínimo,
se desenvolvem acima dos 10%, 20%
Caracterizada por Limite de Médio ou
limites de tolerância previstos ou 40%
Tolerância e Inspeção no Local Máximo
no anexo 11.
de Trabalho

Quantitativa. Atividades que


ANEXO 12 — Limites de
se desenvolvem acima dos
Tolerância para Poeiras Máximo 40%
limites de tolerância previstos
Minerais
no anexo 12.

Mínimo,
Nas atividades mencionadas 10, 20% ou
ANEXO 13 — Ag. Químicos Médio ou
no anexo 13. 40%
Máximo

São considerados agentes químicos as substâncias ou compostos que possam

penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos,


névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de
exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da
pele ou por ingestão.

Da utilização dos produtos químicos: Com base nas informações colhidas em


diligência, julgamos fundamental reunir as seguintes informações acerca de cada
produto químico utilizado:

 Produto: Identificação do produto utilizado;


 Armazenagem: Informações sobre engradado e estocagem do produto;
 Utilização: Investigação das atividades em que eram necessárias a utilização
do produto químico em questão;

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 EPIs: No item 8 da FISPQ do produto, acerca do controle de exposição e
proteção individual e coletiva, além de parâmetros de controle dos produtos;
 Exposição: Neste tópico abordaremos o tempo “T” e a frequência “F”, para um
melhor entendimento acerca do nível de exposição do produto.

Desta forma, reunimos as seguintes informações:

PRODUTO ARMAZENAGEM UTILIZAÇÃO EPIs e EPCs EXPOSIÇÃO

Eventual
T:
F:

Eventual
T:
F:

Ainda, conforme consultado nas FISPQs4 de cada produto, todos estes possuem
pH5 inferior a 13, ou seja, NÃO são produtos que possuem características de
produtos químicos álcalis cáusticos.

O termo álcali cáustico está relacionado a produtos com efeito imediato sobre a pele
pelo processo de corrosão, como potássio, sódio, peróxido, dentre outros, onde o
pH situa-se acima de 13.

Desta forma, todos os produtos desengordurantes, de limpeza, inclusive a água


sanitária, com pH igual ou menor que 12, não caracterizam manuseio de álcalis
cáusticos, NÃO SÃO PREJUDICIAIS À SAÚDE HUMANA e SÃO
CLASSIFICADOS COMO RISCO I PELA RESOLUÇÃO 336 DA
ANVISA/MINISTÉRIO DA SAÚDE, SENDO "PRODUTOS FORMULADOS COM

4
FISPQ significa “Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos”. Este é um documento normalizado pela
ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas, que tem como objetivo fornecer informações sobre vários aspectos dos
produtos químicos quanto à segurança, à saúde e ao Meio Ambiente;
5
O pH (potência (p) de hidrogénio (H)), permite-nos descrever o carácter ácido ou base que predomina em meio aquoso,
tendo em conta o seu valor determinado numa escala de 0 a 14, sendo de 0 a 7 os ácidos e de 7 a 14 os básicos (alcalinos),
ficando o pH 7 como neutro, pH 0 = alta acidez e o pH 14 = alta alcalinidade.

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SUBSTÂNCIAS QUE NÃO APRESENTAM EFEITOS COMPROVADAMENTE
MUTAGÊNICOS, TERATOGÊNICOS OU CARCINOGÊNICOS EM MAMÍFEROS."

Assim, se a água com pH 10, pelos padrões de potabilidade é destinada ao consumo


humano, se os produtos com pH = 12 podem ser livremente utilizados por qualquer
dona de casa, evidentemente não se tratam de substâncias "cáusticas", termo
restrito a indicar produtos que ocasionem "o que queima" ou "que carboniza os
tecidos".

Resultado: Durante a realização de suas atividades no local vistoriado, NÃO


foram constatadas:
- Exposições a efeitos nocivos de qualquer espécie por produto químico
que ensejasse quantificação;
- Atividades nas quais os trabalhadores estão expostos às fibras de asbesto
respiráveis ou poeira de asbesto em suspensão no ar no exercício do trabalho;
- Exposições a efeitos nocivos de qualquer espécie, por produto químico
qualificável.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 - NR-15 - Anexo nº 11.

6.2.12 ANEXO 14 - AGENTES BIOLÓGICOS

AVALIAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO GRAU %

Nas atividades mencionadas no anexo 14. Médio ou Máximo 20% ou 40%

Agentes Biológicos são microrganismos, incluindo os geneticamente


modificados, culturas de células e os endoparasitas humanos susceptíveis de
provocar infecções, alergias ou intoxicações.

A Norma Regulamentadora NR 15 – Atividades e Operações Insalubres no seu


anexo nº 14 – Agentes Biológicos, a redação diz: caracteriza insalubridade de GRAU
MÉDIO aos “trabalhos e operações em contato PERMANENTE com pacientes,
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animais ou com material infectocontagiante, em: - hospitais, serviços de emergência,
enfermaria, ambulatórios, postos de vacinação e outros estabelecimentos
destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que
tenha contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso
desses pacientes, não previamente esterilizados)”.

Para caracterizar a insalubridade GRAU MÁXIMO aos “trabalhos e operações em


CONTATO PERMANENTE A PACIENTES COM ISOLAMENTO por doenças
infectocontagiosas, bem como objeto de seu uso, não previamente esterilizadas; -
carnes, glândulas, vísceras, sangue, ossos, couros, pelos e dejeções de animais
portadores de doenças infectocontagiosas (carbunculose, brucelose, tuberculose); -
esgotos (galerias e tanques); e – lixo urbano (coleta e industrialização)”.

Portanto, entendemos acima que a NR-15 em seu anexo 14, relaciona as atividades
que envolvem agentes biológicos, cuja insalubridade é caracterizada pela avaliação
qualitativa, que pode resultar em grau médio ou máximo, caso constatadas as
premissas requisitadas. Destarte, após análise criteriosa das atividades realizadas,
obtivemos os seguintes resultados:

INSALUBRIDADE DE GRAU MÁXIMO

REQUISITADO NO ANEXO 14, em contato


RESULTADO OBTIDO
permanente com:

pacientes em isolamento por doenças


infectocontagiosas, bem como objetos de Não houve labor nestas condições.
seu uso, não previamente esterilizados;

carnes, glândulas, vísceras, sangue, ossos,


couros, pêlos e dejeções de animais Não houve labor com nenhum
portadores de doenças infectocontagiosas destes agentes.
(carbunculose, brucelose, tuberculose);

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Não houve labor em contato com
esgotos (galerias e tanques);
esgotos, galerias ou tanques.

Não houve atividades de coleta ou


lixo urbano (coleta e industrialização).
industrialização de lixo urbano.

INSALUBRIDADE DE GRAU MÉDIO

REQUISITADO NO ANEXO 14, em contato


permanente com pacientes, animais ou com RESULTADO OBTIDO
material infectocontagiante em:

hospitais, serviços de emergência,


enfermarias, ambulatórios, postos de
vacinação e outros estabelecimentos
destinados aos cuidados da saúde
Nunca foram realizados serviços
humana (aplica-se unicamente ao pessoal
desta natureza.
que tenha contato com os pacientes, bem
como aos que manuseiam objetos de uso
desses pacientes, não previamente
esterilizados);

hospitais, ambulatórios, postos de


vacinação e outros estabelecimentos
Nunca foram realizados serviços
destinados ao atendimento e tratamento
desta natureza.
de animais (aplica-se apenas ao pessoal
que tenha contato com tais animais);

contato em laboratórios, com animais


Nunca foram realizados serviços
destinados ao preparo de soro, vacinas e
desta natureza.
outros produtos;

laboratórios de análise clínica e


Nunca foram realizados serviços
histopatologia (aplica-se tão-só ao
desta natureza.
pessoal técnico);

gabinetes de autópsias, de anatomia e


Nunca foram realizados serviços
histoanatomopatologia (aplica-se somente
desta natureza.
ao pessoal técnico);

Nunca foram realizados serviços


cemitérios (exumação de corpos);
desta natureza.

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Nunca foram realizados serviços
estábulos e cavalariças;
desta natureza.

Nunca foram realizados serviços


resíduos de animais deteriorados.
desta natureza.

Resultado: Não há fundamentação legal para caracterização, pois NÃO


houve trabalhos ou operações em contato permanente com quaisquer
atividades ou agentes mencionadas no referido anexo.

Fundamento Legal: Portaria Nº 3214/78 NR-15 - Anexo nº 14.

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7. CONCLUSÃO E ENCERRAMENTO
Este Assistente Técnico finaliza seu parecer, digitado no anverso de 48 páginas. Após
análise criteriosa das funções exercidas no ambiente de trabalho, e considerando os
Equipamentos de Proteção Individual constatados em diligência e referidos como utilizados,
concluo que:

Devem ser consideradas como NÃO INSALUBRES as atividades e operações


desenvolvidas, de acordo com os termos da Portaria Ministerial 3.214/78 em sua NR-
15 e seus respectivos anexos. Por todo o exposto neste parecer técnico, conclui-se que
NÃO HOUVE TRABALHO EM CONDIÇÕES INSALUBRES, pois as
atividades analisadas não estão mencionadas nos anexos nos 6, 7, 8, 9, 10, 13 e 14 da
NR-15, Portaria 3.214/1978, tampouco foram desenvolvidas acima dos limites de
tolerância previstos nos anexos nos 1, 2, 3, 5, 11 e 12 da referida norma.

Devem ser consideradas como NÃO PERICULOSAS as atividades e operações


analisadas, de acordo com os termos da Portaria Ministerial 3.214/78 em sua NR-16
e seus respectivos anexos e decretos. Portanto, conclui-se que NÃO HOUVE
TRABALHO EM CONDIÇÕES PERICULOSAS, pois as atividades
analisadas não estão enquadradas nos anexos nos 1, 2, 3, 4 e 5 da NR-16, tampouco
no anexo acrescido à referida norma pela Portaria 518/2.003, além de não terem sido
desenvolvidas em quaisquer áreas de risco elencadas na NR-16.

Certo de que foram providenciados


todos os elementos imprescindíveis
ao correto desempenho da honrosa
função, declaro o meu parecer.

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São Paulo, terça-feira, 10 de setembro de 2019.

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8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 BREVIGLIERO, E.; POSSEBON, J.; SPINELLI, R. Higiene ocupacional – Agentes


biológicos, químicos e físicos. 7. ed. São Paulo: SENAC, 2017. 448 p;

 CAMPOS, A.; TAVARES, J. C.; LIMA, V. Prevenção e controle de risco em máquinas,


equipamentos e instalações. 6. ed. São Paulo: SENAC, 2015. 422 p;

 CASA CIVIL - SUBCHEFIA PARA ASSUNTOS JURÍDICOS. CPC - Código de


Processo Civil. [S. l.], 15 mar. 2015. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm. Acesso em: 10
set. 2019;

 FUNDACENTRO. Ministério do Trabalho. Normas de Higiene Ocupacional. Disponível


em: <http://www.fundacentro.gov.br/biblioteca/normas-de-higiene-ocupacional/>.
Acesso em: 10 set. 2019;

 MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL - MTPS. Tribunal Regional de


São Paulo. Normas Regulamentadoras: Legislação Dinâmica. 2018. Disponível em:
<http://www.trtsp.jus.br/leg-cltdin-normas-regulamentadoras>. Acesso em: 10 set. 2019;

 MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL - MTPS. Tribunal Regional de


São Paulo. CLT Dinâmica: Consolidação das Leis do Trabalho. 2018. Disponível em:
<https://www.trtsp.jus.br/legislacao/clt-dinamica>. Acesso em: Acesso em: 10 set. 2019;

 SALIBA, T. F.; CORRÊA, M. A. C. Insalubridade e periculosidade: Aspectos técnicos


e práticos. 12. ed. São Paulo: LTr, 2014. 281 p.

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