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APRESENTAÇÃO

A minha experiência em CROMOTERAPIA teve início em 1986,


quando estudava junto ao Centro CAMINHEIROS, que pertenceu à
família GASPARETTO. Na época cursava o 3.º ano da “Escola de For-
mação de Médiuns”. Em setembro deste mesmo ano fui transferido, na
condição de “Voluntário”, para o “grupo” assistencial que auxiliava “ca-
sais com problemas conjugais” através da MENTALIZAÇÃO das CO-
RES. Logo após meu início, com a autorização da COORDENAÇÃO do
trabalho, comecei a desenvolver aparelhos que facilitassem a realização
das “sessões de tratamento”. Dois aparelhos foram utilizados por este
“grupo”, sendo que o primeiro consistia de um painel com cinco lâmpa-
das coloridas, e o outro, um painel de teto contando com as CORES do
“Arco-Íris”, com um controle que acionava cada uma delas em separa-
do ou em conjunto. Da amizade surgida com a COORDENADORA des-
te trabalho, insisti para que obtivéssemos a autorização na criação de
um “Grupo de Estudo de CROMOTERAPIA” no CAMINHEIROS. Em
dezembro de 86 recebemos a autorização, não para a formação do gru-
po, e sim, de um Curso de CROMOTERAPIA. Este curso teve início em
março de 87 e nele permaneci até o ano de 1989. Em paralelo, no mês de
maio de 87, surgiu na “Casa” o trabalho com CROMOTERAPIA, aí
então utilizada como “Medicina Alternativa”, para tratamento das pes-
soas que freqûentavam aquele espaço. Minha contribuição inicial foi
ainda como “Voluntário”, sendo que, poucos meses após este início de
trabalho, um outro dia de atendimento foi criado e convidado para diri-
gi-lo, onde permaneci até dezembro de 1990.

No mês de março de 91, fundei o LUZ DOURADA, um espaço que


teria como pressuposto, o tratamento de pessoas, com aplicação de
CROMOTERAPIA, conjuntamento com uma Assistência Espiritual. De
1991 a 2001, quando do encerramento das atividades, foram cadastra-
dos aproximadamente 10.000 atendidos.

Este livro nasceu da necessidade de orientar a formação de “Vo-


luntários” que desejassem trabalhar no LUZ DOURADA - CENTRO
DE CROMOTERAPIA, DESENVOLVIMENTO E CULTURA ESPI-
RITUALISTA, como CROMOTERAPEUTAS.

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É importante, nesse instante, esclarecer que a padronização não
intenciona restringir a sensibilidade, e sim, oferecer um conjunto de re-
gras que dê um mesmo benefício ao “paciente”, independentemente do
CROMOTERAPEUTA que o atenda, para que as CORES surtam o e-
feito que as caracteriza e que é desejado ao ser receitada. Os “terapeu-
tas” devem continuar atentando para o “sentir”, de tal forma que não
seja afetado pela técnica, bem como e principalmente, desde que a técni-
ca não perca em qualidade. A sensibilidade sempre acrescentará à téc-
nica, que bem empregada proporcionará um melhor resultado a todos.

Fica entendido que a adoção deste Manual não dispensa outras


leituras para um melhor entendimento sobre CROMOTERAPIA, bem
como, no conhecimento da topologia dos órgãos que poderá ser encon-
trado nos diversos Atlas do Corpo Humano disponíveis nas livrarias.

A todos, desejamos um bom entendimento com muito divertimen-


to.

São Paulo, junho de 2.003.

MORIEL SOPHIA
Cromoterapeuta

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ÍNDICE
APRESENTAÇÃO (02)
ÍNDICE (03)
DEFINIÇÕES GERAIS (06)
SISTEMÁTICA DE APLICAÇÃO (08)
1 - AURA (08)
1.1 - LIMPEZA DE AURA (08)
1.2 - SISTEMA NERVOSO CENTRAL E PERIFÉRICO (09)
1.3 - CHÁCRAS, ÓRGÃOS E PLEXOS (09)

2 - TRATAMENTO ESPECÍFICO (10)


2.1 - APARELHO AUDITIVO (10)
A) CARACTERÍSITCAS (10)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (11)

2.2 - APARELHO CIRCULATÓRIO (11)


2.2.1 - CIRCULAÇÃO SANGÜÍNEA (11)
2.2.2 - CORAÇÃO (11)
2.2.3 - APARELHO VASCULAR (12)
A) CARACTERÍSITCAS (12)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (12)
2.2.4 - VASOS LINFÁTICOS (13)
A) CARACTERÍSITCAS (13)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (13)

2.3 - APARELHO DIGESTIVO (14)


A) CARACTERÍSTICAS (14)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (14)

2.4 - APARELHO LOCOMOTOR (15)

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2.4.1 - SISTEMA ESQUELÉTICO (15)
2.4.2 - O ESQUELETO HUMANO (16)
A) CARACTERÍSTICAS (16)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (16)
2.4.3 - ARTICULAÇÕES (16)
A) CARACTERÍSTICAS (16)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (16)
2.4.4 - SISTEMA MUSCULAR ESTRIADO (17)
A) CARACTERÍSTICAS (17)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (17)

2.5 - APARELHO RESPIRATÓRIO (18)


A) CARACTERÍSTICAS (18)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (19)

2.6 - APARELHO UROGENITAL (20)


2.6.1 - APARELHO URINÁRIO (20)
A) CARACTERÍSTICAS (20)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (21)
2.6.2 - APARELHO GENITAL (21)
2.6.2.1 - ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS (21)
A) CARACTERÍSTICAS (21)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (22)
2.6.2.2- ÓRGÃOS GENITAIS MASCULINOS (22)
A) CARACTERÍSTICAS (22)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (23)

2.7 - OLHOS (24)


A) CARACTERÍSTICAS (24)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (24)

2.8 - PELE E ANEXOS (25)


A) CARACTERÍSTICAS (25)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (26)

2.9 - METABOLISMO E SISTEMA ENDÓCRINO (26)

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2.9.1 - METABOLISMO (26)
2.9.2 - SISTEMA ENDÓCRINO (27)
A) CARACTERÍSTICAS (27)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (27)

2.10 - HORMÔNIOS (27)


A) CARACTERÍSTICAS (27)
B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO (27)

3 - PROCEDIMENTOS FINAIS (28)

4 - APÊNDICE
FIGURA 1 - LIMPEZA DE AURA (29)
FIGURA 2 - SISTEMA NERVOSO CENTRAL E PERIFÉRICO (30)
FIGURA 3 - CHÁCRAS, ÓRGÃOS E PLEXO (31)
FIGURA 4 - APARELHO AUDITIVO (32)
FIGURA 5 - APARELHO CIRCULATÓRIO (33)
FIGURA 6 - VASOS LINFÁTICOS (34)
FIGURA 7 - APARELHO DIGESTIVO/RESPIRATORIO (35)
FIGURA 8 - APARELHO UROGENITAL (36)
FIGURA 9 - APARELHO GENITAL FEMININO (37)
FIGURA 10 - APARELHO GENITAL MASCULINO (38)
FIGURA 11 - ESQUELETO (39)
FIGURA 12 - SISTEMA MUSCULAR (40)
FACE ANTERIOR
FACE POSTERIOR

FIGURA 13 - OLHOS (41)


FIGURA 14 – SISTEMA ENDÓCRINO (42)

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DEFINIÇÕES GERAIS
Um tratamento de CROMOTERAPIA pode ser dividido em duas partes bem
específicas. Uma, compreendida pela LIMPEZA ENERGÉTICA, e a outra, deno-
minada de TRATAMENTO ESPECÍFICO. Tem-se assim o seguinte:

• Limpeza: caracteriza-se pela limpeza ÁURICA, com aplicação de CORES


que acalmam e equilibram.
• Tratamento Específico: é feito por intermédio de uma “Ficha de Atendimen-
to” (Anamnese) que é extensamente elaborada quando do primeiro atendi-
mento, onde o paciente relata problemas de saúde e especifica os males que
sofre. Tal “Ficha de Atendimento” deve conter um diagnóstico “cromoterápi-
co” para que seja aplicado pelo Cromoterapeuta. A cada sessão, a mesma
deverá ser atualizada de acordo com as mudanças verificadas pelo Cromote-
rapeuta, de forma a poder acompanhar toda evolução do paciente.

Outros esclarecimentos se fazem necessários e que têm trazido problemas de


interpretação e dúvidas, a saber:
Chácras: são centros energéticos que se encontram localizados junto ao DUPLO
ETÉRICO, que auxilam a movimentação das energias etéricas que circulam junto
ao CORPO FÍSICO, com funções e tamanhos diferenciados de acordo com sua loca-
lização. Gira no sentido horário.
Circularização: técnica de movimentação energética que se faz junto a um determi-
nado ÓRGÃO FÍSICO, a partir do centro deste ÓRGÃO para a periferia do mes-
mo, no sentido horário e em círculos, de tal modo que toda a sua área seja movimen-
tada uniformemente.
Filtros Simples: filtro redondo, confeccionado em acetado colorido de uma só COR e
utilizado nas aplicações de CROMOTERAPIA por impulso elétrico.
Filtro Conjugado: filtro redondo, confeccionado em acetado colorido com diferentes
CORES e com diversos subtons de uma mesma COR, de acordo com a teoria sobre
a “Dinamização das Cores na CROMOTERAPIA”.
Mentalização: vibração mental que se faz concomitantemente com a aplicação da
COR, junto ao órgão específico ou à trajetória definida para o tratamento. A força
mental empregada pelo CROMOTERAPEUTA dá qualidade à aplicação.
Plexos: correspondem aos nódulos formados pelo cruzamento de mais de um nervo
junto do FÍSICO. Compreende um local de concentração de energia física, magnéti-
ca e espiritual, sendo que, o mais importante deles o Plexo SOLAR.
Sentido horário: movimento correspondente ao do relógio. É utilizado para reativar
determinadas energias junto ao CORPO FÍSICO. Proporciona harmonização dos
CHÁCRAS, e quando se faz necessário a reativação de um deles, aumenta-se a velo-
cidade com que realizamos tal tarefa, de forma a acelerar as energias e faze-lo vi-
brar em uma freqüência mais alta.

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Sentido anti-horário: movimento contrário ao do relógio, utilizado para limpeza e
desbloqueio de um CHÁCRA que não apresenta um funcionamento regular, ou ain-
da, quando apresentar a sua freqüência acelerada. A limpeza se dá em função do
choque ocasionado pelos diferentes sentidos energéticos: entre o horário do CHÁ-
CRA com o anti-horário da LUZ COLORIDA. O desbloqueio é o resultado desta
manipulação, que se traduz pela normalização funcional do mesmo.
Vascularização: é a ativação do sistema vascular de um órgão através do uso da téc-
nica de Circularização.

SISTEMÁTICA DE APLICAÇÃO
Dentro da SISTEMÁTICA DE APLICAÇÃO tem-se um completo roteiro de
como realizar uma aplicação “cromoterápica”, desde que seguidas, pari passu, as
instruções doravante descritas.

1 - PROCEDIMENTOS INICIAIS

1.1 – LIMPEZA ENERGÉTICA


Presentemente, quase todos os “terapeutas” envolvidos com os “Tratamentos
Alternativos” apresentam um cunho “espiritualista”, aceitando a pré-existência de
CORPOS SUTIS que envolvem o FÍSICO e que lhe proporcionam melhor desem-
penho. Nesta postura, conhecem as técnicas de REIKI, dos Passes Espirituais, das
Massagens Energéticas, dentre outras.

Neste momento, deve-se fazer uso de uma destas técnicas (aquela que o “tera-
peuta” mais se identifica), para a retirada das energias negatívas que normalmente
envolve o SER HUMANO, de forma a deixar o indivíduo predisposto ao recebimen-
to das CORES, proporcionado pelo abrandamento das energias de sua AURA. É
importante esclarecer que energia negativa não significa tão somente uma energia
ruim, mas também, uma energia de pouca movimentação, pela inconsciência do pa-
ciente em saber lidar com as mesmas.

1.2 - CROMOTERAPIA

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Após o recebimento da Limpeza, o paciente estará pronto para receber seu
tratamento com as CORES, da seguinte forma.

1.2.1 - LIMPEZA DA ÁURA


Tendo retirado as energias negativas, as CORES complementarão este traba-
lho com a aplicação dos filtros SIMPLES, CONJUGADOS ou DINAMIZADOS,
seguindo o diagrama contido na Figura 1, para que o CORPO do paciente seja lim-
po na lateral, frente e costas, da seguinte forma:
Lateral: o indivíduo deverá estar sentado e a luz inicialmente ser posicionada à di-
reita ou esquerda do mesmo, a partir de um dos pés, contornando a lateral, com a
luz dirigida para o corpo. Repetir este trajeto por três (3) vezes.
Frente e Costas:
Parte Esquerda – na tentativa de facilitar o entendimento, dá-se início pela parte
esquerda do corpo, constituindo-se da perna, tronco (lado esquerdo), ombro esquer-
do, costas (parte esquerda). Apontar a luz para o pé e passá-la sobre toda a perna,
subindo pelo tronco (mas mantendo-se na sua parte esquerda), dirigindo-se para as
costas através do ombro esquerdo, onde a luz é lançanda ao chão para retornar pelo
mesmo caminho em que veio.
No Meio - continuando a limpeza, colocar-se a luz entre os dois pés, subindo até a
cabeça pelo meio das pernas, umbigo, esterno, boca, nariz, passando posteriormente
para a coluna no sentido do cóccix. Atingido o cóccix, a luz deverá ser lançada ao
chão e retornar pelo caminho em que veio.
Parte Direita - finalmente, lançar a luz nas pontas dos dedos do pé que ainda não foi
limpo, ou seja, o direito, e repetir o procedimento que foi utilizado junto ao pé ante-
rior.

Este procedimento de limpeza deve ser feito para cada um dos seguintes fil-
tros, a saber:
• D5 - AZUL / VIOLETA / ÍNDIGO – retira as energias negativas que ainda res-
taram junto ao paciente, e
• D1 - 7 VERDES - proporcionará uma harmonização das energias.

1.2.2 - SNC E PERIFÉRICO


Nesta fase limpa-se o Sistema Nervoso Central - SNC e o Sistema Nervoso
Periférico-SNP, pelo seguinte trajeto indicado na Figura 2:
SNC / SNP: a limpeza tem início pela primeira vértebra dorsal, descendo lentamen-
te pela Coluna até o cóccix e retornando pelo mesmo trajeto. Repetir esta seqüência
por três (3) vezes. Embora sejam citados, os SNC / SNP, não se faz qualquer dife-

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renciação quanto a eles, pois tudo o que ocorre junto à Coluna Cervical trará refle-
xo aos dois Sistemas.

Para um bom resultado nesta aplicação, o filtro a ser utlizado é o D1 - 7


VERDES, que os relaxa, proporcionando calma e tirando o paciente do estresse que
o envolve.

1.2.3 - CHÁCRAS E ÓRGÃOS E PLEXOS


Neste tópico são limpos os CHÁCRAS e os Órgãos dos Sentidos no intuito de
retirar deles as poluições ambientais (visual, auditiva e química) e mentais, de pro-
cessos que cristalizam determinadas atitudes em nossas vidas, justamente para reco-
locar o indivíduo numa melhor postura perante a vida e mais francamente favorável
a ele próprio.

Utilza-se do filtro E1 – AZUL / ROSA para tal fim. São circularizados os


CHÁCRAS (CORONÁRIO, FRONTAL, LARÍNGEO e ESPLÊNICO), bem como o
Plexo SOLAR. O tempo de cada aplicação deverá ser de cinco (5) segundos em cada
um deles. Para uma perfeita localização dos CHÁCRAS junto ao CORPO HUMA-
NO, deve-se observar o exposto na Figura 3. Quanto ao Plexo SOLAR, este localiza-
se no final do osso “esterno”.

Junto aos OLHOS, NARIZ, BOCA e OUVIDOS deve-se aplicar tal filtro por
um período de cinco (5) segundos em cada um deles. Nestes casos, a luz ficará esta-
cionada no local de aplicação, de forma que a mesma possa penetrar e aprofundar-
se, limpando toda extensão do órgão.

2 - TRATAMENTO ESPECÍFICO
Após ter-se atendido a todos os procedimentos iniciais, entra-se propriamen-
te dito no tratamento específico, condizente a cada paciente e conforme indicações
das “Fichas de Atendimento” previamente elaborada.

Para tanto, deve-se atentar às recomendações descritas em cada ficha em


particular, de modo a aplicar as CORES indicadas junto aos órgãos, nervos ou mús-
culos doentes. Cada um deles tem um trajeto específico de aplicação e movimenta-
ção energética e que poderá ser observado a partir das explicações que se seguem.

2.1 - APARELHO AUDITIVO

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A) CARACTERÍSTICAS
O aparelho da audição funciona da seguinte maneira: o pavilhão da orelha
recolhe os sons e os intensifica para depois refleti-los ao conduto auditivo externo, o
qual, após recebe-los, os transmite ao tímpano situado em sua terminação. Essa
membrana recebe as vibrações e as passa ao martelo, que as transmite à bigorna e
este ao estribo, o qual as faz chegar à perilinfa do ouvido interno pela janela oval.
Finalmente, as ondas sonoras chegam à endolinfa, onde impressionam as termina-
ções do nervo auditivo.

Para que esse mecanismo tão delicado não sofra os efeitos dos sons demasi-
adamente intensos, entram em ação o tímpano e a cadeia de ossículos, que traba-
lham em conjunto para cumprir sua tarefa de acomodação e de proteção. As vibra-
ções sonoras podem também chegar diretamente ao ouvido interno através dos ossos
do crânio.

Anatomicamente é formado pelo ouvido externo, médio e interno, conforme


pode ser visto na Figura 4, a saber:
OUVIDO EXTERNO: composto de duas porções distintas - o pavilhão da orelha e o
conduto auditivo externo.
OUVIDO MÉDIO: composto pela cavidade timpânica - na qual se insere o cabo do
martelo (o maior dos ossículos do ouvido) cuja cabeça se articula com a base da bi-
gorna, a qual, por sua vez articula-se com o terceiro, último e mais interno dos ossí-
culos: o estribo; pela trompa de Eustáquio - que liga a cavidade timpânica á faringe
nasal para arejar essa cavidade, para que o ar contido em seu interior tenha sempre
a mesma pressão que o ar exterior; tem ainda, as cavidades e células mastóides - si-
tuadas na apófise mastóide, contém ar e dependem da cavidade timpânica com a
qual se comunicam, que é a parte saliente do osso temporal, situado imediatamente
atras da orelha.
OUVIDO INTERNO: o verdadeiro aparelho de percepção auditiva (pois os dois an-
teriores são de condução), consiste num labirinto ósseo, escavado no mesmo osso
temporal, em cujo interior se aloja o labirinto membranoso preenchido por um lí-
quido chamado endolinfa, enquanto o espaço que separa os dois labirintos é preen-
chido por outro líquido, a perilinfa. O labirinto membranoso, que é parte funcional,
consiste em duas partes:
• O caracol (ou cóclea), onde se encontram as terminações do nervo auditivo e
que é o verdadeiro órgão da audição; e
• Os três canais semicirculares, dimensionados semelhantemente às três di-
mensões do espaço, dando a noção de orientação espacial e regulando o equi-
líbrio do CORPO.

B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO

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O Aparelho Auditivo não apresenta uma Trajetória de Aplicação definida
por ser um Aparelho localizado exclusivamente na Cabeça. Quando houver necessi-
dade de aplicação na área, a mesma deverá ser direcionada junto da Orelha e, o que
é mais importante, mentalizar o ÓRGÃO e suas partes componentes, na COR suge-
rida para o tratamento. Conforme o que a descrição no Item 1.2.3., a luz deve ficar
estacionária junto da orelha, de forma que a COR possa penetrar mais profunda e
intensamente.

2.2 - APARELHO CIRCULATÓRIO


Formado por um ÓRGÃO CENTRAL e um conjunto de elementos que in-
tegram o Aparelho Vascular, que se divide e subdivide para fazer chegar o sangue a
todos os órgãos e células do CORPO. É constituído: pelo coração, artérias, veias,
capilares e vasos linfáticos.

2.2.1 - CIRCULAÇÃO SANGÜÍNEA


O organismo humano é percorrido pela corrente sangüínea, cuja finalidade
é alimentar e defender o CORPO HUMANO. Através da circulação sangüínea as
incontáveis células do organismo recebem sua alimentação, bem como, ao retornar
dos tecidos, conduz o gás carbônico e os resíduos celulares do CORPO, que são eli-
minados por intermédio da respiração, suor, urina e fezes. O sangue é composto por
uma parte líquida (o plasma), e outra sólida constituída por glóbulos vermelhos,
brancos e plaquetas.

2.2.2 - CORAÇÃO
É o motor da circulação. Uma bomba muscular oca que se contrai e se dila-
ta ritmicamente em uma pessoa adulta, em cerca de oitenta vezes por minuto, im-
pulsionando o sangue oxigenado através da aorta para todo o CORPO e aspirando o
sangue venoso que retorna ao coração.

Obs.: as aplicações indicadas localmente serão feitas por circularização do órgão


e na cor indicada para tratamento.

2.2.3 - APARELHO VASCULAR

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A) CARACTERÍSTICAS
Dentro do Aparelho Vascular encontram-se duas redes que apresentam
funções bem diferenciadas uma da outra:
Grande Circulação: dentro dela tem-se a aorta que é uma artéria de grandes paredes
impermeáveis, ou seja, um grande tubo que se divide e subdivide em ramos à medi-
da que se afasta do coração. As arteríolas são os ramos menores e que vão finalmen-
te terminar numa finíssima rede vascular, composta pelos capilares, que irrigam
todos os tecidos, com exceção das cartilagens. Nos capilares, por serem muito delga-
dos, possibilitam certas trocas: as substâncias nutritivas como aminoácidos, açuca-
res, lipídios e oxigênio passam do sangue para os tecidos, enquanto recolhem dos
mesmos o gás carbônico e os resíduos do metabolismo. Cumprida esta função, o
sangue passa das artérias para as veias, iniciando o retorno ao coração. Quando pas-
sa pelos rins, muitas das impurezas acumuladas pelo sangue em seu trajeto, são aí
retidas e eliminadas. O sangue venoso regressa pelas veias, que se vão reunindo gra-
dativamente para formarem troncos maiores. Por esses troncos (veia cava inferior e
superior) o sangue penetra no coração, completando-se assim a grande circulação.
Pequena Circulação: ou circulação pulmonar, se dá através das artérias pulmonares,
quando o coração impulsiona o sangue para os pulmões, onde as paredes capilares
são atravessadas pelos gases, despendendo o anidrido carbônico do sangue e abaste-
cendo-o com o oxigênio necessário, voltando ao coração como sangue arterial e, as-
sim, encerrando a pequena circulação.

B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
O percurso que deve ser seguido quando de uma aplicação no Aparelho Cir-
culatório é o mais complexo, dentre todos, conforme pode ser visto junto da Figura
5. Requer atenção redobrada do aplicador. Em não havendo impedimento, o pacien-
te deverá se colocado em pé para facilitar o tratamento. Por ser abrangente a todo
CORPO FÍSICO, a movimentação que provoca pode ser qualificada como uma pe-
quena dança.

Todos os órgãos envolvidos deverão ser circularizados, enquanto que as ar-


térias, arteríolas, veias e veículas receberão a luz no sentido longitudinal da aplica-
ção, sem qualquer tipo de interrupção na trajetória. Seguindo-se tais passos, tem-se:
1. Circularizase o coração, da esquerda para a direita, no sentido horário.
2. Sobe-se até o lóbulo da orelha (esquerda ou direita), mentalizando a artéria
carótida e na descida, mentalizando a veia jugular, para depois retornar ao
coração. Faz-se o outro lado, repetindo-se o que foi feito no anterior. Todo
retorno ao coração deve ser seguido de pequena circularização no mesmo.
3. Saindo do coração através da crossa da aorta, passa-se para a artéria subclá-
via (esquerda ou direita), dirigindo-se para o antebraço, braço e mão. Na mão,

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por ser uma região que apresenta um local de grande concentração de arterí-
olas e veículas, deve-se vascularizá-la não somente na palma como no seu dor-
so. Voltar ao coração (sem esquecer-se de vascularizá-lo) pelo trajeto oposto,
ou seja, pela veia subclávia. Terminado um dos braços, imediatamente repete-
se o trajeto no faltante.
4. Novamente, partindo do coração, vasculariza-se os pulmões pela frente, e ao
se passar para as costas, a luz devera ser dirigida por baixo do braço do paci-
ente e na altura dos pulmões. Das costas, após a vascularização do órgão, re-
torna-se ao coração pelo trajeto de ida.
5. Ativa-se o coração e desce-se pela crossa da aorta até a aorta torácica, inter-
rompendo na altura do Plexo SOLAR, para daí, dirigir-se para a direita do
corpo, junto a artéria esplênica até chegar-se ao baço. Após vascularizá-lo, re-
torna-se ao Plexo pela veia esplênica, para posteriormente, através da artéria
hepática, dirigir-se ao fígado. Depois da vascularização do fígado, retornar ao
Plexo SOLAR pela veia hepática.
6. Desce-se pela aorta abdominal até a altura do umbigo. Passa-se para as costas
do atendido, por baixo de um dos seus braços, mentalizando a artéria renal e
vascularizando os rins. Para que a tarefa fique completa, retorna-se pelo ou-
tro lado, de forma a ativar a outra artéria renal.
7. Continua-se descendo até a bifurcação da artéria ciática (na altura da pélvis).
Caminha-se pela artéria femural, lembrando-se de que esta artéria corre por
trás da perna após passar pela virilha, retornando para a parte da frente
quando junto do pé. O pé deve ser vascularizado pelo mesmo motivo apre-
sentado no caso das mãos. O retorno é feito pela veia safena até a bifurcação,
de modo a permitir que se faça a outra perna.
8. Após a vascularização do outro pé, retorna-se ao coração através da veia sa-
fena, veia cava inferior e superior.

2.2.4 - VASOS LINFÁTICOS

A) CARACTERÍSITCAS
O plasma sangüíneo transporta elementos nutritivos que penetra nos teci-
dos ao deixar a corrente circulatória. Parte desse líquido é recolhido por outros ca-
pilares sangüíneos e pelos Vasos Linfáticos. Estes, em sua totalidade, terminam nas
grandes veias. Dessa maneira, todo líquido que irriga os tecidos, com exceção do que
é eliminado pelos rins e pele, acaba voltando ao coração. O líquido perdido é reposto
pela ingestão de alimentos.

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B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
O Sistema Linfático deve ser ativado conforme está demonstrado na Figura
6, com aplicação da luz obedecendo-se a direção do fluxo natural do líquido (em dia-
gonal) de forma ascendente e descendente até que a linfa atinja o ducto torácico que
desemboca na veia subclávia, nas proximidades do coração.

2.3 - APARELHO DIGESTIVO

A - CARACTERÍSTICAS
O Aparelho Digestivo tem por função transformar os alimentos para que
possam ser assimilados, de tal modo a entrar no sangue e produzir calor, energia, e
além do mais, possibilitar o crescimento nas crianças e jovens. Para atingir essa fi-
nalidade, este Aparelho possui sucos digestivos que, graças à ação de seus fermentos,
transformam os alimentos até torná-los absorvíveis e assimiláveis pelo organismo.

A primeira parte da digestão já ocorre na boca, onde os dentes cortam, mo-


em e trituram os alimentos (mastigação), enquanto a saliva os umedece e modifica
alguns dentre eles (insalivação), facilitando desse modo a ação dos demais sucos di-
gestivos. Assim, as substâncias amiláceas (amido), sofrem de imediato a ação das
amilases da saliva. A saliva é um fermento (a ptialina), elemento essencial e princí-
pio ativo, que só pode atuar com eficiência se os alimentos permanecerem na boca
por tempo suficiente. Daqui se infere que é necessária uma mastigação lenta.

Quando o bolo alimentar já está formado, é deglutido e passa para a farin-


ge, onde terminam os movimentos voluntários da função digestiva. Todos os movi-
mentos sucessivos são involuntários, exceto o último: a defecação.

O bolo alimentício atravessa a faringe, depois o esôfago e penetra no estô-


mago, cujo suco contém ácido clorídrico e dois fermentos: a pepsina, que transfor-
ma as albuminas e que só pode atuar num meio ácido, isto é, em presença do ácido
clorídrico que com ela se mistura; e o coalho, que coagula o leite. O suco gástrico
também tem a função de desdobrar as gorduras da gema do ovo, do leite e da nata
por meio da lipase gástrica.

O suco gástrico transforma os alimentos, parte dos quais é absorvida pelo


próprio estômago, ao passo que o resto, o quimo, passa do piloro para o intestino
delgado, onde sofre a ação dos sucos intestinais e principalmente do suco pancreáti-
co e da bílis, cujos condutos excretores desembocam no duodeno (primeira parte do
intestino delgado).

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O suco pancreático contém vários fermentos: amilase, que transforma o
amido, em conjunto com a amilase da saliva; lipase, que saponifica (transforma) as
gorduras; tripsina, que digere as albuminas (proteínas), reforçando a ação do suco
gástrico. A bílis, secretada pelo fígado, reforça a ação da lipase pancreática e da
tripsina, enquanto os fermentos contidos no suco intestinal, além de colaborarem
com os anteriores, colaboram no desdobramento dos dissacarídios (como a lactose e
a sacarose), da ação nos intestinos pela lactase ou invertida, que os transformam em
glicose, principal combustível do organismo. A ação de todos eles é sinérgica, num
encadeamento simultâneo e harmonioso.

Uma pequena parte dos alimentos ingeridos não sofre a ação dos fermentos
digestivos e essas substâncias não digeridas nem absorvidas são empurradas para o
intestino grosso, que as lança ao exterior (defecação). Portanto, o intestino grosso
não é, a rigor, um órgão digestivo, ainda que seja capaz de absorver água e açuca-
res, e sim, um aparelho de eliminação.

B - TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
A aplicação do Aparelho Digestivo se faz de conformidade com o que está
demonstrado na Figura 7, a saber:
1. Inicia-se pela boca, e a partir daí vai-se descendo pela faringe e esôfago até
chegar no estômago.
2. Contorna-se todo o estômago através da circularização, ativando seu interior.
3. Do estômago passa-se pelo duodeno e piloro, para circularização do pâncreas,
chegando assim até o intestino delgado.
4. No intestino delgado deverão ser realizados os movimentos oscilatórios, de tal
forma a se tentar reproduzir o funcionamento deste órgão junto do abdome,
quando na peristaltia. No final do intestino delgado tem-se a válvula íleocecal,
que se comunica com o intestino grosso.
5. No início do intestino grosso encontra-se colocado o apêndice, que deverá ser
mentalizado pelo aplicador, e a parcela denominada de cólon ascendente é
que tem continuidade no cólon transverso, cólon descendente, sigmóide e reto.
Após o reto, a luz deverá ser lançada ao chão, terminando a aplicação.
6. Quanto ao fígado e a vesícula biliar e seus problemas específicos, embora se-
jam órgãos pertencentes ao Aparelho Digestivo, o tratamento será realizado
diretamente junto a eles, com as CORES diferenciadas para cada situação.

2.4 - APARELHO LOCOMOTOR

16
O Aparelho Locomotor é composto por dois Sistemas: o Esquelético (que
inclui também as articulações e as cartilagens); e, pelo Muscular Estriado, a saber:

2.4.1 - SISTEMA ESQUELÉTICO


O Sistema Esqulético se subdivide em:
OSSOS: um tecido especial conjuntivo (que forma e dá conjunto), matéria viva do
corpo e formado por células que precisam ser nutridas como todas as outras do or-
ganismo. Por mais surpreendente que pareça, diminutos vasos capilares nutrem de
sangue até mesmo as porções mais compactas e espessas do esqueleto. O que dá con-
sistência rígida aos ossos são os sais minerais que os impregnam, especialmente o
fosfato de cálcio. A idade influi sobre a sua estrutura, pois a concentração de sais
minerais aumenta com o passar do tempo, o que constitui um dos fatores de dificul-
dade de regeneração e soldadura nos casos de fraturas sofridas por pessoas idosas,
pois, os ossos são mais quebradiços, pela diminuição do teor aquoso, ao mesmo tem-
po em que aumenta a concentração de cálcio. Também o sexo determina diferenças
estruturais dos ossos. Os ossos, embora apresentem elevada concentração de mine-
rais, não são estruturas estáticas e inertes, mas órgãos formados por tecido vital
(impregnado por sais de cálcio e outros minerais). Tal dinamismo é evidenciado pelo
ciclo vital das células ósseas (osteócitos) que nascem, morrem e são continuamente
substituídas por outras. São três os tipos de ossos (longo, curto e plano) e formados
por dois tipos de materiais, sendo que, o que os diferencia não é a composição quí-
mica, mas a forma de distribuição da substância: num tipo, a concentração é com-
pacta; noutro, esponjosa. Dividem-se em:
• Prepóstero: membrana repassada por vasos sangüíneos que lhes assegura a
nutrição e a regeneração. A vitalidade dos ossos é bem exemplificada por sua
capacidade regenerativa, pois, diante de fraturas (mesmo as múltiplas), de-
termina a formação de um novo tecido ósseo na região;
• Medula Óssea: desempenham importante função “hematopoética” ou de for-
mação das células sangüíneas. Trata-se de uma polpa vermelha que produz
os glóbulos vermelhos do sangue (eritrócitos) e os glóbulos brancos (leucóci-
tos). Nos adultos, esse miolo apresenta-se parcialmente atrofiado, substituído
por gordura, o que lhe dá uma coloração amarela. A medula vermelha, no
adulto, é encontrada nas extremidades superiores do úmero e do fêmur, res-
pectivamente, bem como, nos ossos longos do braço e da coxa. Aparece tam-
bém nos ossos chatos do crânio, no osso coxal, no corpo das vértebras, nas
costelas e no esterno.

2.4.2 - O ESQUELETO HUMANO

A) CARACTERÍSTICAS

17
É formado pelos ossos, cuja função mecânica mais importante é a de servir
de alavancas rígidas e necessárias para os movimentos. Outra importante função é a
de dar proteção a alguns órgãos vitais, a saber: os ossos do crânio, que protegem o
cérebro; os da caixa torácica, que protegem vários órgãos vitais; no abdome, a pro-
teção é apenas parcial, provavelmente pela necessidade de expansão dos músculos
da região e dos órgãos contidos na cavidade.

B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
Junto ao esqueleto não se tem uma trajetória de aplicação definida, uma
vez que, depende da problemática apresentada. Em caso de traumatismos, deve-se
aplicar a COR no local ofendido. Em casos de problemas gerais, a luz deve ser apli-
cada no corpo como um todo, sem incluir-se a cabeça, por ser um local muito deli-
cado e que deverá ser aplicado com critério.

2.4.3 - ARTICULAÇÕES

A) CARACTERÍSTICAS
É um conjunto de elementos, anatomicamente bem definidos, que unem os
diversos ossos. As articulações são revestidas por uma membrana de nome sinovial
ou sinóvia. A membrana sinovial é um tecido conjuntivo que possui vasos sangüí-
neos, linfáticos e nervos. Graças à constante presença do liquido sinovial, a superfí-
cie interna da articulação é geralmente lisa e viscosa. Com o movimento, os vasos
linfáticos e sangüíneos absorvem mais liquido, enquanto o repouso das articulações
faz diminuir essa absorção. A sinóvia é um liquido transparente e viscoso, que adere
energicamente à articulação e que, a rigor, é o que suporta quase todo o impacto do
jogo articular, reduzindo o atrito até quase anulá-lo. Quando a sinóvia desaparece
ou diminui por causa de alguma doença, produzem-se atritos no interior da articu-
lação, que desgastam e deformam as cartilagens e os ossos. Podem ser classificados
de acordo com o grau de mobilidade que proporcionam à parte do esqueleto onde
estão situadas, a saber:
Fixas (Sinartroses): nesse tipo de junção, as duas superfícies ósseas tornam-se quase
continuas, um osso diante do outro (Ex.: ossos do crânio).
Semimóveis (Anfiartroses): é o tecido que une dois ossos. É fibrocartilaginoso e cons-
titui a articulação, possuindo uma relativa mobilidade (Ex.: sínfice pubiana).
Móveis (Diartroses): caracterizadas pela presença de uma cavidade, entre as duas
extremidades ósseas, que concorre para que deslizem livremente uma sobre a outra
(ex.: joelhos, cotovelos, etc.). São revestidas de cartilagens, verdadeiras almofadas

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protetoras, resistentes e elásticas, que amortecem os golpes e diminuem os atritos,
oferecendo resistência às pressões originadas pelos movimentos e posturas.

B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
Da mesma forma que o esqueleto, não há uma trajetória de aplicação defi-
nida para as articulações. Normalmente deve-se aplicar a COR necessária no local e
de forma intensa, para que a energia se interne com profundade. Junto à Figura 11
pode-se ver as diversas articulações existentes no CORPO HUMANO, como: articu-
lação dos maxilares, todas as vértebras da coluna, ombros, cotovelos, punhos, mão e
dedos, fêmur, joelhos, calcanhares, pés e dedos.

2.4.4 - SISTEMA MUSCULAR ESTRIADO

A) CARACTERÍSITCAS
Os músculos são os encarregados de produzir os movimentos. Eles são cons-
tituídos por células especiais denominadas “fibras musculares”. O número de “fibras
musculares” é constante no organismo, desde a formação do feto. Significa que após
a destruição destas fibras segue-se, inevitavelmente, a substituição do tecido muscu-
lar por tecido cicatricial. A destruição parcial, no entanto, pode ser corrigida pela
regeneração das fibras. A capacidade e a velocidade de contração dos músculos va-
riam de acordo com o tipo de tecido muscular. Existem dois tipos fundamentais de
músculos: os constituídos por fibras musculares lisas (lentas) e os constituídos por
fibras estriadas (rápidas) e as que interessam para o presente tópico.
Músculos de Fibras Estriadas (rápidas): são também chamados de músculos esquelé-
ticos, por estarem fixados aos ossos do CORPO, cujo movimento é possível devido
serem constituídos por cordas resistentes chamadas de tendões. A “musculatura
estriada” é também denominada "musculatura voluntária", pelo fato de que a con-
tração de suas fibras é controlada pela vontade. Outras características são a rapidez
de contração e a grande irrigação sangüínea desse tipo de músculo. A denominação
"estriada" advém do seu aspecto microscópico. Os músculos esqueléticos são forma-
dos por dois elementos: um ativo e outro passivo.
• Porção Ativa: corresponde propriamente ao tecido muscular, também cha-
mado ventre do músculo.
• Porção Passiva: é a que fixa o músculo aos ossos e são constituídas de tecido
conjuntivo branco e brilhante. São os tendões, erroneamente conhecidos co-
mo "nervos" por muitas pessoas. Os tendões servem, principalmente para
diminuir a área da fixação muscular no osso, concentrando a atividade mus-

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cular e aumentando o rendimento dos músculos. Adicionalmente, protegem
os membros da ação súbita da contração muscular.

B - TRAJETO DE APLICAÇÃO
No Aparelho Locomotor não se tem definido um trajeto específico que deva
ser seguido e sim, aplicações que devem ser feitas junto ao local afetado, quer por
um traumatismo, ou artrose, artrites, entre outras doenças reumáticas ou perten-
centes ao respectivo Aparelho. Na Figura 11 vê-se claramente todas as partes com-
ponentes do Sistema Muscular.

2.5 - APARELHO RESPIRATÓRIO

A - CARACTERÍSTICAS
Tem a função de suprir o organismo com o oxigênio necessário à queima
dos hidratos de carbono e das gorduras dos alimentos que, pela combustão, trans-
formam-se na energia que o CORPO necessita para manter-se vivo; bem como, en-
carrega-se de eliminar o anidrido carbônico resultante desta combustão.

As trocas gasosas se dão ao nível dos alvéolos pulmonares: o oxigênio passa


ao sangue (glóbulos vermelhos) para ser levado ao interior dos tecidos, local este on-
de se dá a combustão; e, o gás (anidrido carbônico) desprendido é levado aos pul-
mões para ser expelido.

O oxigênio penetra no Aparelho Respiratório através da respiração, sendo


que esta pode se dar tanto pela boca como pelo nariz. A grande importância de se
ter uma respiração nasal é que o nariz possui eficiente sistema de filtragem, com-
preendido pelo poder bactericida (eliminador de bactérias) do muco nasal, dos pêlos
das células da mucosa que vibram com a passagem do ar, que captura as impurezas,
bem como, os espirros que lançam ao exterior as partículas estranhas.

Logo à entrada das cavidades nasais se localizam pêlos especiais, curtos,


pouco flexíveis e muito resistentes, dispostos como uma pequena rede para peneirar
o ar que atravessa o nariz. Ao passar pelo nariz, entra em contato com a mucosa que
reveste as cavidades nasais. Este contato aquece o ar a uma temperatura mais pró-
xima à do CORPO, umedecendo-o enquanto desprende as impurezas e corpos es-
tranhos que contém (fuligens, poeiras, esporos, bactérias e outras partículas carrega-
das de micróbios). Fica assim demonstrado o perigo de uma respiração bucal.

O muco é formado a partir de microscópicas glândulas localizadas junto à


superfície da mucosa nasal, bem como, daquela utilizada para forrar as cavidades

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vizinhas, como: ouvidos, faringe, laringe, traquéia, brônquios e pulmões. As muco-
sas possuem (como a do nariz), pilosidades vibráteis, cujos movimentos detêm as
partículas estranhas que conseguem passar pela barreira nasal, e na garganta, são
lançadas para o exterior quando da tosse.

Ao sair do nariz, o ar passa pela faringe, onde se entrecruzam as vias respi-


ratória e digestiva, a laringe, traquéia, brônquios, para chegar finalmente aos pul-
mões.

O Aparelho Respiratório é constituído por:


SEIOS PARANASAIS: em torno do nariz, nos ossos vizinhos, situam-se diversas
cavidades ou seios da face, aos pares. Esses seios são ocos existentes na face, verda-
deiros anexos das fossas nasais e que servem para aquecer o ar inspirado, que se
comunicam por meio de condutos e/ou orifícios bastante sensíveis a qualquer secre-
ção, o que explica a freqüência com que se inflamam nas doenças nasais. Localizam-
se:
• Os seios frontais - em cima do nariz, no osso frontal (o da testa).
• Os seios etmoidais - abaixo do osso frontal, entre a fossa nasal e a órbita.
• Os seios esfenoidais - ampla cavidade situada no assoalho do crânio, precisa-
mente no corpo do osso efenoidal.
• Os seios maxilares - situados em ambos os lados da face, através das "maçãs
do rosto", no maxilar superior, constituindo a maior cavidade de toda a face,
comunicando-se com as raízes dentárias superiores. Sua doença é a SINUSI-
TE.
FOSSAS NASAIS: duas cavidades separadas entre si por uma membrana cartilagi-
nosa, apresentando um orifício anterior ou nasal e outro posterior ou coána, que
conduz à faringe nasal. A parede apresenta três eminências denominadas por corne-
tos (superior, médio, inferior), separados por um espaço chamado meato, onde de-
sembocam o canal excretor lacrimal e os seios paranasais.
FARINGE: é uma câmara tubular flexível, revestida internamente por uma mucosa
igual à nasal, da laringe e traquéia. Como continuação da boca, por ela passam in-
discriminadamente sólidos, líquidos e gases. Os gases são desviados para a laringe,
enquanto os líquidos e sólidos são encaminhados para o esôfago.
LARINGE: é um órgão oco em forma de tubo, constituído de cartilagnes unidas
entre si por ligamentos e que surge da bifurcação da faringe. Localiza-se no pescoço,
onde forma uma saliência conhecida como “pomo-de-adão” (epiglote). Internamente
é revestida por uma mucosa que se liga à da faringe e traquéia. Uma das funções é
fechar a entrada da traquéia para sólidos e líquidos, evitando assim que o ar escape
dos pulmões, ao se fazer necessário prender a respiração. Caso ocorra a penetração
de alimentos e corpos estranhos, os músculos da laringe reagem, contraindo-se ime-
diatamente, em espasmo e nos movimentos típicos da tosse.

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TRAQUÉIA: é a via de acesso aos brônquios. É um tubo cilíndrico e elástico, locali-
zado na parte inferior do pescoço, ligado à laringe em cima e aos brônquios em bai-
xo. Constituída por uma série de anéis cartilaginosos, reagem à semelhança de um
fole de sanfona ao se inclinar a cabeça para trás. Por dentro, é revestida por uma
mucosa lubrificada por uma secreção viscosa.
BRÔNQUIOS: ramificações da traquéia e que levam o ar ao interior dos pulmões.
Eles se dividem em bronquíolos até se encontrarem no extremo dos mais tênues (fi-
nos) dutos, os alvéolos pulmonares, em cuja superfície realiza a oxigenação do san-
gue (hematose).
PULMÕES: são os ÓRGÃOS da respiração e estão localizados na cavidade toráci-
ca. Compõem-se de tecido esponjoso e que formam alvéolos (sacos de ar) cercados
por um emaranhado de vasos sangüíneos. Externamente, cada pulmão é revestido
por uma membrana transparente (a pleura), que lhe confere o aspecto brilhante,
podendo ser descrita como: formada por folhetos pleurais separados um do outro
por espaço tão microscopicamente diminuto que se considera nulo.

B - TRAJETO DE APLICAÇÃO
A Figura 7 ilustra bem todas as partes componentes do Aparelho Respirató-
rio de forma a dirimir as dúvidas que possam existir quando da leitura do texto.
Portanto, tem-se o seguinte trajeto a ser executado:
1. Aplica-se a luz junto aos seios frontais no sentido horizontal por (3) três ve-
zes, para depois iniciar a descida a partir do nariz, junto das cavidades das
fossas nasais.
2. Bifurca-se no sentido das faces de modos a se ativar as cavidades dos “seios
da face”.
3. Retorna-se ao nariz, para que sempre em descida atinja a boca, a faringe e a
laringe. Se houver um estado complicado pela tosse, ativar os gânglios locali-
zados na área para reforçar seu trabalho de bloqueio ao ataque infeccioso.
4. Posteriormente se faz os brônquios, e quando junto aos pulmões, os bronqüío-
los e alvéolos.
5. O retorno deverá ser realizado dentro do mesmo critério e no sentido em que
veio.
6. Quando indicado, aplica-se determinada luz nos pulmões, mas pelas costas.

2.6 - APARELHO UROGENITAL

2.6.1 - APARELHO URINÁRIO

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A- CARACTERÍSTICAS
É um misto de ultrafiltro, selecionador de materiais e controlador da quan-
tidade de líquidos no organismo, bem como, em relação às substâncias neles dissol-
vidas. O resultado final de seu trabalho é a urina, que em última análise, se resume
no resíduo da filtragem do plasma sangüíneo. À medida que vai se formando, a uri-
na passa para a pelve renal e daí aos ureteres, tubos longos que a levam a um depó-
sito expansível, a bexiga, de onde é expulsa pela uretra.
OS RINS: são dois órgãos em forma de feijão, situados um de cada lado da porção
posterior do abdome, na parte mais alta da região lombar, abaixo do diafragma.
São compostos de centenas de milhares de minúsculas unidades excretoras chama-
das nefrons (pequenas fábricas químicas ou filtros que produzem a urina), as quais se
esvaziam em ductos microscópicos conhecidos por túbulos renais, pasando para a
bexiga através dos ureteres. De todo o sangue que sai do coração, a quarta parte é
conduzida aos rins, onde os nefrons extraem os resíduos e as substâncias químicas
tóxicas, o excesso de minerais e a água do sangue que passa por eles, deixando no
sangue as necessárias substâncias químicas.
URETERES: a passagem da urina dos ureteres para a bexiga é feita sem nenhum
problema.
BEXIGA: bolsa capaz de armazenar quase litro e meio de urina, constitui-se no
principal reservatório do Aparelho Urinário. Quando vazia, localiza-se no interior
da bacia, mas, quando completamente cheia, com seu volume aumentado, passa a
ocupar uma parte da cavidade abdominal. O retorno do líquido da bexiga para os
ureteres não ocorre, uma vez que pequenas pregas da mucosa existentes na abertura
dos ureteres funcionam como válvulas (esfincteres).
URETRA: é a porção final do Aparelho Urinário, por onde a urina deixa finalmente o
organismo. Na mulher, a uretra é um canal muito curto, sem caracteristicas especi-
ais, não excedendo 3 centímetros. No homem é muito mais longa e complexa, pois,
além de canalizar a urina, também conduz o esperma para o exterior.

B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
Na Figura 8 vê-se o Aparelho Urinário, sendo que o trajeto de aplicação a
ser seguido é a seguinte:
1. Pelas costas, vasculariza-se o rim (direito ou esquerdo).
2. Dependendo do lado que se está trabalhando, percorre-se a lateral do corpo,
seguindo o caminho seguido pelo ureter que está ligado a este rim em especial.
3. Chegando à bexiga, a mesma deve ser vascularizada.
4. Da bexiga, passa-se para a uretra.

23
5. Os passos realizados para um dos rins devem ser repetidos para o outro, en-
cerrando-se assim a aplicação neste Aparelho.

2.6.2 - APARELHO GENITAL


Tanto no masculino como no feminino existem glândulas especializadas, que pro-
duzem as células e segregam os hormônios responsáveis pelas características sexu-
ais: espermatozóides, no homem; e, óvulos na mulher. O homem é fértil durante
toda a sua vida sexual ativa. A mulher, ao contrário, apresenta períodos cíclicos de
fertilidade. Tal diferença se deve ao fato de que o homem é capaz de armazenar os
espermatozóides, enquanto a mulher não pode fazê-lo com os óvulos. Estes, quando
não fecundados, são eliminados depois de cada ciclo através da menstruação.

2.6.2.1 -ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS

A) CARACTERÍSTICAS
É constituído dos seguintes órgãos: ovários, trompas de Falópio, útero, vagina,
vulva e mamas:
OVÁRIOS: são duas pequenas glândulas (aproximadamente 3 cm de comprimento,
por 2 cm de largura e 1 cm de espessura), em forma de amêndoas. Localizados no
abdome, à direita e à esquerda do útero, exercem duas funções. A primeira consiste
na produção dos hormônios estrógeno e progesterona, que regem o desenvolvimento
e o funcionamento dos demais órgãos genitais e que são responsáveis pelo desenvol-
vimento dos caracteres femininos secundários. A segunda função é a produção de
óvulos. A superfície do ovário é recoberta por tecido epitelial ovariano e branco na
superfície. Depois da puberdade eles apresentam minúsculas cicatrizes, cada uma
delas correspondente a um óvulo liberado em cada ciclo menstrual. Como não são
recobertos pelo peritônio - ao contrário dos outros órgãos abdominais, os ovários
libertam o óvulo diretamente na cavidade abdominal, de onde este migra para a
trompa.
TROMPAS DE FALÓPIO: também chamadas ovidutos, são os canais que ligam
cada ovário ao útero e através dos quais o óvulo caminha até lá. Em média têm cer-
ca de 12 centímetros de comprimento e o diâmetro varia em suas diversas regiões. É
no interior da trompa, durante a migração para o útero, que o óvulo é fecundado
por um dos espermatozóides que vão ao seu encontro.
ÚTERO: é o órgão da gestação e do parto. Tem o formato de uma pêra entortada
em sua parte mais fina. Essa porção mais delgada é o colo do útero e a parte mais
volumosa é o corpo. Colo e corpo são separados por uma cintura, o istmo. Quando o
útero não está dilatado, isto é, quando não há gravidez, localiza-se na pequena baci-

24
a, porção inferior da bacia óssea. Ele é constituído por uma parede muscular espes-
sa, o miométrio (de mio, músculo; metra, útero ou matriz), revestida por fora pelo
peritônio e por dentro pelo endométrio (de endon, no interior de).
VAGINA: órgão de copulação da mulher, um canal muscular que se estende até o
útero. Possibilita a eliminação do sangue menstrual para o exterior e forma parte do
canal do parto. A constituição músculo-elástica das paredes lhe confere grande elas-
ticidade e alguma contractilidade. As dimensões vaginais variam conforme a raça,
estatura e compleição física. Tem, em média, de 7 a 10 cm de comprimento e 2,5 de
diâmetro.
VULVA: é o conjunto de formações externas que protegem a vagina e o orifício uri-
nário e que colaboram na copulação. Forma-se pelos grandes e pequenos lábios,
clitóris, vestíbulo vaginal e orifício vaginal.
MAMAS: são elevações peitorais, que abrigam as glândulas de onde provêem o leite
requerido pela amamentação. São simplesmente anexos da pele que possuem função
secretória. São relevos arredondados que se localizam na face anterior do tórax. Na
puberdade a produção inicial de um dos hormônios ovarianos, o estrógeno, provoca
transformações estruturais no organismo da mocinha.

B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
Na Figura 9 pode ser visto a localização do Aparelho Genital Feminino, bem como,
todos os órgãos que o compõe. A trajetória de aplicação a ser seguida é a seguinte:
1. Aplicar a COR indicada para o tratamento diretamente na vagina, solicitando para
tanto, que a atendida mantenha entreaberta suas pernas para que a luz possa me-
lhor penetrar na área indicada.
2. Posteriormente, na região pélvica, vasculariza-se o útero.
3. Passando para o lado direito, tem-se a trompa de Falópio e o ovário direito, sendo
que o ovário tem de ser vascularizado.
4. Todo o que foi feito para o lado direito é repetido no esquerdo.
5. No retorno, passa-se para o útero e vagina para encerramento do tratamento.

2.6.2.2 - ÓRGÃOS GENITAIS MASCULINOS

A) CARACTERÍSTICAS
Trata-se de um equipamento mecanicamente simples, produtor de células
sexuais e do meio semilíquido pelo qual elas se encaminham para o exterior. E for-
mado, basicamente, pelos testículos (que são as glândulas sexuais) e por uma rede de
tubos (chamados vias espermáticas) que terminam no órgão ejetor - o pênis - comple-

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tando o Aparelho. Contudo, o funcionamento do sistema exige um delicado equilí-
brio de diferentes estímulos nervosos e de glândulas de secreção interna. Normal-
mente, os órgãos genitais do homem produzem ininterruptamente as células sexuais,
com apenas um período de fertilidade, que se inicia com a adolescência e, às vezes,
só termina em idade avançada. É preciso não confundir fertilidade com potência:
• Potência: indica tão-somente a capacidade de realização do ato sexual, seja
fértil ou não, envolvendo basicamente a ereção do pênis, somada à emissão
de espermatozóides sob estimulo sexual.
• Fertilidade: é a capacidade de iniciar o processo de formação de um novo
ser, pelo ato sexual, traduzido pela capacidade de o espermatozóide chegar
ao óvulo e fecundá-lo.
TESTÍCULOS: são formações ovóides, com aproximadamente 5 cm de comprimen-
to, que se alojam no interior de uma bolsa ou escroto, situada entre as coxas. São,
portanto, as únicas glândulas endócrinas (de secreção interna) localizadas fora do
corpo. Os testículos iniciam suas atividades por volta dos dez ou onze anos, produ-
zindo o hormônio testosterona, responsável pelo desenvolvimento das caracteristicas
masculinas corporais. No fim da puberdade, os testículos começam a desempenhar
nova função: a produção dos espermatozóides.
VIAS ESPERMÁTICAS: iniciam-se nos próprios testículos, formando uma extensa
rede de condutos (de calibre muito variável) que termina na uretra. Entre os testícu-
los e a uretra, as vias espermáticas são constituídas por diferentes estruturas, como
os epidídimos, os canais deferente e o ducto ejaculador.
PRÓSTATA: é uma das glândulas anexas do Aparelho Reprodutor Masculino, com
forma e tamanho aproximados de uma castanha. Localiza-se em torno da uretra,
logo depois que esta sai da bexiga. Essa localização é responsável pelos problemas
que, às vezes, a glândula acarreta. Um distúrbio relativamente freqüênte em ho-
mens de meia-idade é o aumento do volume da próstata, que pode determinar obs-
trução da uretra. O fluxo da urina fica parcialmente interrompido, as micções tor-
nam-se difíceis e demoradas.
URETRA: porção final das vias espermáticas, tem cerca de 20 centímetros de exten-
são e sua maior porção encontra-se no interior do pênis. Constitui-se de um canal de
paredes contráteis que comunica a bexiga com o exterior. A uretra tem duas funções
distintas: serve de conduto excretor para urina e esperma, bem como, para a mistu-
ra dos espermatozóides com líquidos segregados por glândulas do Aparelho Repro-
dutor.
PÊNIS: órgão masculino, de formato cilíndrico e de tecido altamente elástico, cons-
titui-se de três estruturas fundamentais: corpos cavernosos, correspondendo a duas
delas; e, o corpo esponjoso, cilindro vascularizado que envolve a uretra peniana e
forma a glande, porção dilatada que constitui a cabeça do pênis.

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B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
Na Figura 10 tem-se a localização e visualização dos órgãos que formam o Apare-
lho Genital Masculino. A trajetória de aplicação a ser seguida é a seguinte:
1. Vascularizar os testículos.
2. Posteriormente, faz-se o caminho do canal deferente até chegar-se à vesícula semi-
nal.
3. Depois, passa-se para a próstata.
4. Da próstata inicia-se o percurso da uretra e que finda na glande peniana.

2.7 - OLHOS

A)CARACTERISTICAS
O olho é o órgão da visão e, talvez, o mais delicado de todos os sentidos. É
composto por três partes essenciais:
ESCLERÓTICA: a mais externa das três partes. Membrana fibrosa, branca e opa-
ca, composta de tecido conjuntivo, que serve para manter a forma do globo. Com
exceção da região junto à córnea, a esclerótica é revestida por uma segunda camada,
a coróide, ricamente vascularizada e pigmentada. A esta última adere a retina, que
constitui a terceira camada do globo ocular.
APARELHO DIÓPTRICO (Órgão da Refração): conduz e condensa os raios lumi-
nosos sobre a superfície da retina. É constituído pelos meios refrangentes do olho:
córnea, porção anterior e transparente da esclerótica; humor aquoso, líquido conti-
do no espaço entre a córnea e o critalino; cristalino, corpo transparente localizado
atrás da íris; o humor vítreo, substância gelatinosa no interior do globo ocular; e,
pelo músculo ciliar, situado em torno do cristalino e que serve para a acomodação às
distâncias.
RETINA: das três camadas que formam o globo ocular, a retina é a mais interna e
sobre a qual se formam as imagens. Com apenas 0,4 milímetro de espessura, a reti-
na representa a parte sensível do olho. É constituída sobretudo por fibras e células
nervosas, bem como, da mesma forma como ocorre em outras partes do corpo, por
certa quantidade de tecido de sustentação, cuja finalidade é manter unidas as partes
mais delicadas.
ÍRIS: membrana contrátil com um orifício no centro - a pupila, que desempenha a
função de diafragma para regular a quantidade de luz que deve chegar ao fundo do
olho.

Além disso, há alguns Aparelhos acessórios que servem para mover o globo
ocular (seis músculos para cada olho) e para protegê-lo contra os agentes externos:

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• Pálpebras: pregas móveis que cobrem o olho.
• Aparelho Lacrima: consiste na glândula que secreta as lágrimas e cuja fun-
ção é a de manter constante a umidade da córnea, da conjuntiva e dos condu-
tos que levam esse líquido às fossas nasais, contribuindo para lubrificá-los,
impedindo assim, a ação dessecatória do ar aspirado.
• Pestanas: situadas na borda das pálpebras, protegem o olo contra o excesso
de luz e os corpos estranhos.
• Sombrancelhas: impedem que o suor da testa chegue aos olhos e os irrite. A
visão talves seja o sentido de que mais se abuse, pois (exceto durante o sono)
se encontra continuamente exposto a diversos fatores nocivos e agressões, tais
como: luz insuficiente ou excessiva; esforço visual; micróbios; poeira; trau-
matismos.

B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
A Figura 13 mostra como são formados os olhos. Neste caso, pode-se vascularizá-
los ou manter parada a aplicação da COR, dependendo da necessidade.

2.8 - PELE E ANEXOS

A) CARACTERÍSTICAS
A pele é um revestimento de características muito particulares, uma mem-
brana exterior que recobre todo o CORPO HUMANO e que dá a este um aspecto
agradável, protegendo os delicados tecidos internos contra pancadas e pressões.
Tem coloração variada conforme a raça do indivíduo. É recoberta de pêlos, cuja
abundância varia de pessoa para pessoa e de acordo com o sexo e a região do COR-
PO. Sua espessura situa-se entre 0,5 e 4 milímetros. Suas características são bastan-
te individuais e nesse fato se baseia o sistema de identificação datiloscópica, usado
em todo o mundo. Consiste no registro, em código, das linhas formadas na pele das
pontas dos dedos. Essas linhas não se repetem, razão pela qual não existem duas
pessoas com impressões digitais idênticas, o que confere absoluta segurança a esse
sistema de identificação.
É um órgão importantíssimo que cumpre funções muito diversas, sendo as
principais as seguintes:
1. Regula a temperatura do CORPO graças a sua rica rede capilar. Quando o
calor interno (febre) ou externo (no verão ou nos trópicos, banho de vapor ou
de água quente, etc.) é excessivo, ela se dilata, o que ativa a circulação san-
güínea, eliminando assim o perigo de congestão. Nessas condições apresenta-
se então vermelha. Quando faz frio, contrai-se evitando assim maior perda
de calor corporal, o que se reconhece por sua palidez.

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2. Elimina pelos poros, sob a forma de suor, muitas substâncias supérfluas e
nocivas, que de outro modo sobrecarregariam o funcionamento orgânico, co-
locando-o sob grave risco para a saúde e a vida, isto é, atua como um impor-
tante ementário, que completa a função dos rins, intestinos e pulmões.
3. Põe-nos em constante relação com o meio exterior, pois se trata de uma su-
perfície sensível cheia de terminações nervosas e corpúsculos especiais, que
nos dão o sentido do tato e transmitem sensações térmicas, dolorosas, etc.
4. Absorve algumas substâncias que se põem em contato com ela.

Compreende-se que, para cumprir com eficácia tão importantes funções, a


pele deve estar completamente sadia, o que se consegue com a fiel observância das
leis que regem a existência HUMANA: alimentação racional; abstenção dos vícios
(fumo, álcool e outros tóxicos, etc.); trabalho metódico; e, repouso suficiente, tran-
qüilidade espiritual, respiração profunda, e cuidados com a pele.

Este último não consiste apenas no banho diário. Também é necessário um


contato direto da pele com o ar e o sol todos os dias, ainda que por breves minutos,
para aproveitar assim as forças vivificantes da natureza. Muitas vezes, tal contato se
vê dificultado ou impedido pelas roupas, o que em longo prazo ocasiona a atrofia da
pele, que se apresentará pálida, fina, murcha, demasiada seca ou úmida. É a pele
que produz a Vitamina D (anti-raquítica). No entanto, para que isso ocorra, é neces-
sário que os raios solares incidam diretamente sobre ela, a fim de ativar uma subs-
tância chamada pró-vitamina D.

Poucas vezes uma enfermidade da pele pode ser considerada unicamente


local (infecção microbiana ou por fungos, etc.). Uma doença de pele mostra que as
forças defensivas naturais do paciente foram vencidas, pois do contrário conseguiria
resistir a tais agressões. Devemos, portanto, julgar como simples manifestações ex-
ternas de enfermidades e distúrbios internos, não só físicos mas também psíquicos.

COR DA PELE: é determinada por alguns pigmentos, dos quais o mais importante
é a melanina. Outro é o caroteno ou pró-vitamina A (encontrado em grande quanti-
dade na cenoura). Além da concentração de melanina, a coloração da pele depende
também de sua espessura (quanto mais espessa, mais amarelada) e do grau de irriga-
ção sangüínea (quanto maior, mais intensa a coloração rosada).
A pele pode, ainda, ser mais clara ou mais escura, conforme fatores diversos, como
grupo étnico, miscigenação (mestiçagem) entre raças diferentes, região do corpo (há
partes mais escuras e partes mais claras), ou de acordo com os hábitos do indivíduo.
Pessoas brancas que vivem à sombra e sempre agasalhadas ou em regiões de céu
encoberto, têm a pele muito clara, com baixo índice de melanina. Já os brancos que
vivem em regiões ensolaradas e que mantêm atividades externas apresentam a pele
bronzeada.
A diferença de resistência ao sol entre os dois tipos é verificada quando a pessoa de
pele muito clara vai à praia: depois de permanecer algum tempo ao sol, sua pele

29
torna-se muito vermelha e, no dia seguinte, provavelmente aparecerão as incômodas
e dolorosas bolhas. Se as queimaduras provocadas pelo sol forem mais intensas, a
pele descamará. O tipo moreno, ao contrário, resiste muito melhor, estando menos
sujeito às queimaduras. Todavia, se as pessoas de pele clara tomarem banhos de sol
com freqüência, depois de algum tempo se tornarão bronzeadas e sua pele já não se
irritará com os raios solares: o acúmulo de melanina escurece a pele, filtrando os
raios ultravioletas do sol.

COMPOSIÇÃO: a pele propriamente dita é formada por duas camadas (epiderme e


derme), que repousam sobre um tecido conjuntivo gorduroso , o subcutâneo ou hi-
poderme, que lhe dá elasticidade e flexibilidade. É principalmente nesse tecido que
grandes quantidades de gordura são acumuladas pelas pessoas obesas.
a) Epiderme: formada por cinco camadas de células epiteliais ou de revestimento, a
saber:
1. Basal ou germinativa - a mais interna e situada logo acima da derme, assim
chamada porque é daí que surgem as células epiteliais da pele, o que possibi-
lita a produção incessante de queratina. À medida que vão sofrendo modifi-
cações em sua composição química e completando sua formação, essas célu-
las vão sendo empurradas para cima pelas células mais jovens, até se deposi-
tarem na camada mais superior da epiderme, de onde são eliminadas.
2. Camada de Malpighi (segunda camada) - é constituída de células unidas en-
tre si por fibras chamadas tonofibrinas. Essa segunda camada é também co-
nhecida como a das células espinhosas, devido a seu formato alongado.
3. Camada Granulosa - estrato no qual as células epiteliais começam a morrer.
É constituído por células que acumulam querato-hialina, da qual tem origem
a queratina. A queratina é uma substância que não se reproduz devido ao fa-
to de ser uma substância morta, resultante da modificação das proteínas ou
degenerescência das células epiteliais e que torna a pele resistente e imper-
meável.
4. Camada Lúcida - quarto estrato da pele que se encontra apenas nas palmas
das mãos e nas plantas dos pés.
5. Camada Córnea - é a parte mais externa da pele, onde as células epiteliais já
estão mortas, sem núcleo, com aspecto de finas lâminas superpostas. Nesse
estágio, as mais superficiais vão sendo substituídas: diariamente, o CORPO
elimina entre 6 e 14 gramas de células epiteliais mortas. A camada córnea é
particularmente espessa nas áreas de atrito e desgaste, como a palma das
mãos e a planta dos pés.
b) Derme: localizada logo abaixo da epiderme, é um tipo de tecido conjuntivo, de
sustentação, onde se situam os vasos sangüíneos e linfáticos, os nervos e suas termi-
nações, as glândulas sebáceas e sudoríparas, além de elementos celulares produtores
de fibras colágenas, reticulares e elásticas. Embora não seja fácil delimitar a separa-
ção entre uma e outra, a derme pode ser dividida em duas partes:
1. Papilar - situada logo abaixo da última camada da epiderme.

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2. Reticular - mais profunda. Nesta última, as fibras do tecido conjuntivo se en-
trelaçam, formando uma espécie de malha ou rede.

B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
Pode-se colocar aqui o seguinte procedimento: se o problema for localizado
numa região específica do CORPO, aplicar na região afetada. Se for generalizada,
aplicar a COR no CORPO todo.

2.9 - METABOLISMO E SISTEMA ENDÓCRINO


Constitue uma espécie de orquestra, cujos instrumentos diversos devem se
harmonizar perfeitamente para que o resultado seja impecável, vale dizer, produza
uma agradável sinfonia que se chama saúde.

2.9.1 - METABOLISMO
A digestão transforma os alimentos que são digeridos e passam para o san-
gue até chegarem ao interior dos tecidos, onde cada célula, segundo suas necessida-
des próprias e específicas, absorve deste "fundo comum" os materiais que incorpora
em seu protoplasma (assimilação) e correlativamente separa as substâncias não a-
proveitadas ou os produtos de desgaste (desassimilação) e os expulsa do organismo.
Esse conjunto de mudanças químicas e biológicas que se produzem continuamente
nas células vivas chama-se metabolismo, processo muito complexo que depende de
muitos fatores físicos e mesmo psíquicos. O metabolismo exerce grande influência
sobre as glândulas endócrinas.

2.9.2 - SISTEMAS ENDÓCRINOS

A) CARACTER'ISTICAS
É o agrupamento de células de um mesmo tipo que, em conjunto, formam o
Sistema Endócrino. O CORPO HUMANO tem dois tipos de glândulas:
• exócrinas (ou externas): que necessitam de canais apropriados para eliminar
suas secreções para fora do corpo (exemplo: glândulas mamárias, glândulas
sebáceas, glândulas sudoríparas e glândulas testiculares).

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• endócrinas: cujas secreções hormonais são destinadas ao uso interno do
CORPO, desembocando diretamente no sangue (exemplo: tireóides, parati-
róides, timo, hipófise, glândula pineal, supra-renais, baço, etc.). A distribuição
de suas secreções é feita por intermédio da rede de vasos sangüíneos.

A secreção das glândulas endócrinas, que passa para o sangue, se chama


hormônio. Cada glândula tem seu hormônio próprio e específico, que atua sobre
funções e ÓRGÃOS definidos, o que não impede que se unam umas às outras para
reforçar, completar ou modificar sua ação. É formado pelas glândulas: pineal, hi-
pófise, tireóide, paratiróides, pâncreas, supra-renais e gônodas.

Apesar de cada glândula endócrina atuar independentemente das outras,


elas também não são auto-suficientes. A maioria delas têm sua atuação sob controle
de uma das menores glândulas do próprio sistema, muito bem protegida no interior
da caixa craniana: a hipófise, que pesa apenas meio grama, ou pouco mais. Apesar
de controlar praticamente todo o sistema endócrino, a hipófise também não é inde-
pendente. Atua sob controle do hipotálamo.

B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
Não existe trajetória de aplicação quanto à glândulas do Sistema Endócrino.
A aplicação fica restrita à glândula problematizada ou em desarmonia.

2.10 - HORMÔNIOS

A) CARACTERÍSTICAS
Hormônios são substâncias químicas especiais que, lançadas na circulação,
chegam a todos os órgãos do CORPO. Para ser considerada um hormônio, a subs-
tância química deve exercer influência considerável, também específica, sobre uma
determinada parte ou uma atividade do CORPO. No organismo há vinte hormônios
ativos e células aptas a fabricá-los, uma vez que, para cada hormônio há um tipo
específico de célula. Os hormônios produzidos por esse complexo Sistema, agindo
através do sangue, permitem o funcionamento normal de todo o organismo.

B) TRAJETÓRIA DE APLICAÇÃO
A ausência ou excesso de produção de um determinado hormônio está dire-
tamente circunscrito à glândula responsável pela sua segregação, devendo pois, re-
ceber as aplicações de COR que a reativem ou inibam.

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3 - PROCEDIMENTOS FINAIS
Para encerramento dos trabalhos, quer dentro do processo de limpeza ou
de um tratamento específico, aplica-se o filtro 8C da mesma forma que é indicado
no item 1.2.1. - Limpeza de Aura.

Aplica-se o filtro 8C, neste caso específico, por ser este filtro aquele que re-
presenta a cor BRANCA e portanto, ao ser utilizado, preencherá a AURA do paci-
ente com todas as cores do “Arco-Íris”, e assim, suprirá o paciente com as CORES
que ainda tenha necessidade após o tratamento, como um controle em relação a
qualquer tipo de falha ou problema na aplicacão da CROMOTERAPIA.

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34
FIGURA 1
LIMPEZA DE AURA

35
FIGURA 2
SISTEMA NERVOSO CENTRAL E PERIFÉRICO

36
FIGURA 3
CHÁCRAS, ÓRGÃOS E PLEXOS

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FIGURA 4
APARELHO AUDITIVO

38
FIGURA 5
APARELHO CIRCULATÓRIO

39
FIGURA 6
VASOS LINFÁTICOS

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FIGURA 7
APARELHO DIGESTIVO E RESPIRATORIO

41
FIGURA 8
APARELHO UROGENITAL

42
FIGURA 9
APARELHO GENITAL FEMININO

43
FIGURA 10
APARELHO GENITAL MASCULINO

44
FIGURA 11
ESQUELETO

45
FIGURA 12
SISTEMA MUSCULAR
Face Anterior

46
FIGURA 12
SISTEMA MUSCULAR
Face Posterior

47
FIGURA 13
OLHOS

48
FIGURA 14
SISTEMA ENDÓCRINO

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