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CURSO UNIPRÉ 84

QUÍMICA

DISPERSÕES Aerossol: modalidade que consiste em um sólido ou


um líquido disperso em um dispersante gasoso.
Entendemos como dispersões todo sistema
Exemplo: Neblina, Fumaça.
no qual uma substância está dispersa, sob a forma de
pequenas partículas, no meio de outra. O conceito Emulsão: coloides formados por líquido disperso em
está muito próximo da própria carga semântica que o outro líquido ou mesmo em sólido.
verbete carrega. Para enquadrar um sistema como tal
Exemplo: Leite, maionese.
necessitamos de um sistema que tenha pelo menos
duas substâncias e que uma esteja efetivamente Espuma: situação em que temos um gás disperso em
dispersa na outra, ainda que não seja uma condição um sólido ou líquido.
permanente, mas transitória como ocorre em algumas Exemplo: Espuma de sabão, poliuretano inflado.
categorias de dispersão como nas suspensões.
Sol: coloides formadas pela dispersão de um sólido em
Dizemos que uma dispersão é formada por liquido. Parecem as soluções verdadeiras.
um disperso (aquele que se encontra em menor
quantidade) e um dispersante ou dispergente (aquele Exemplo: Tinta, pasta de dente.
que se encontra em maior quantidade). O conceito de Gel: coloide formado pela dispersão de um líquido em
dispersão engloba três tipos diferentes de sistemas um sólido. Possui propriedades como elasticidade e
que podem ser definidos através de suas propriedades manutenção da forma.
ou ainda com base nas dimensões das partículas do
disperso. Exemplo: Gelatina, prótese de silicone.
As categorias das dispersões são as seguintes:
Suspensões
Soluções São as dispersões nas quais o diâmetro do
disperso ultrapassa 1000 nanômetros. São misturas
São as dispersões nas quais o diâmetro do heterogêneas onde as partículas do disperso
disperso não ultrapassa 1 nanômetro. Partículas permanecem dispersas devido à alta energia do
dessas dimensões são átomos, íons ou moléculas, e sistema que encontra-se agitado.
estão efetivamente dissolvidas no dispersante, por
essa razão são de fato misturas homogêneas. Os constituintes se separam por decantação
gravimétrica. Formam sistemas opacos que bloqueiam
Os constituintes de uma solução só podem ser a passagem da luz.
resgatados através do uso de uma técnica de
destilação. Exemplo: água barrenta, suspensão de amoxicilina.
Exemplo: água mineral. *1 nm (nanômetro) = 10-9 m

Colóides Dentre essas três possibilidades, nossos


estudos irão se aprofundar mais em uma categoria
Dispersões nas quais as dimensões do diâmetro do que é a das soluções.
disperso medem de 1 a 1000 nanômetros, sendo essas
partículas formadas por macromoléculas ou agregado
de moléculas dispersas na forma de uma mistura SOLUÇÕES
heterogênea, mas que se apresenta em um sistema
homogêneo. Solução pode ser definida como qualquer
mistura homogênea. Dizemos que a solução é
Os constituintes podem ser separados com o formada por um soluto e um solvente pelo menos.
uso de ultra centrífugas. Duas propriedades são
diagnosticas dos coloides: o efeito Tyndall que é o Solução = soluto + solvente
efeito de dispersão da luz promovido pelas partículas Os critérios de definição de soluto e solvente
do disperso; e o movimento Browmniano que é o são os mesmos para disperso e dispersante, ou seja, o
movimento das partículas dos disperso de modo que está em maior quantidade é o solvente.
aleatório a mercê das colisões das moléculas do
dispersante com as partículas do disperso. Exceção ao critério: se temos uma solução líquida
formada por um líquido e um sólido, independente
Exemplo: gel, maionese, fumaça, aerossol, neblina. das quantidades o sólido e o soluto e o líquido é o
Os coloides são classificados dependendo do solvente. Exemplo: Quando se proceder a dissolução
tipo de partícula coloidal e do meio dispergente nas do cloreto de sódio em água, o cloreto será o soluto, e
seguintes categorias: a água por sua vez o solvente.
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Para facilitar a representação nas expressões lembrar que em um sistema que tenha a exata
matemáticas, quando fizermos referência ao Soluto proporção do coeficiente de solubilidade e outro que
utilizaremos o índice (1), para o Solvente utilizaremos tenha a formação de depósito no fundo contém a
o índice (2) e para Solução nenhum índice da seguinte mesma quantidade de soluto “dissolvido”.
forma:
Massa da solução = massa do soluto + massa do
Solução Supersaturada: aquela em que a quantidade
solvente
de soluto efetivamente dissolvido é superior a
ou proporção do coeficiente de solubilidade naquela
temperatura. Tal situação é possível usando-se do
m = m1 + m2
artifício de levar a solução para um campo de maior
solubilidade, onde será possível solubilizar uma maior
quantidade de soluto, e após solubilizado a solução é
Coeficiente de solubilidade (C.S) ou limite de
trazida de volta para um campo em que a quantidade
saturação
de soluto dissolvido ultrapassa o limite de saturação
É definido como sendo a máxima quantidade em questão. Então, nessa situação a solução será
em massa de soluto que se consegue dissolver supersaturada, não possuindo corpo de fundo, mas
completamente em uma determinada quantidade sendo uma solução instável, caso seja agitada, ou
padrão de certo solvente em determinadas condições ainda seja colocado um gérmen de cristalização, tal
de temperatura e pressão. solução deixa de ser supersaturada e passa a ser
saturada com corpo de fundo, que é uma situação
Exemplo:
estável.
C.SNaCl = 110g /100g de H2O; 60°C, 1 atm.
Mantendo-se a mesma temperatura, a mesma pressão
Curvas de Solubilidade
e os mesmos solutos e solventes a proporção do
coeficiente é sempre a mesma. As curvas de solubilidade surgem quando os
pontos relativos ao coeficiente de solubilidade são
110g/100g = 2210g/200g = 330g/300g = 55g/50g
plotados em planos cartesianos nos quais os gráficos
Para soluções líquidas a temperatura é um apresentam a variação dos coeficientes de
fator mais preponderante que a pressão, por essa solubilidade das substâncias em função da
razão geralmente o coeficiente de solubilidade temperatura. Para solutos sólidos geralmente a
aparecerá em termos de temperatura e admite-se que solubilidade aumenta com a elevação da temperatura
a pressão é a pressão atmosférica ao nível do mar, ou que denominamos dissolução endotérmica.
seja, 1 atm. A pressão exerce maior influência quando
trata-se de solutos gasosos.

Classificação das soluções de acordo com o


coeficiente de solubilidade.

Solução Insaturada: toda é qualquer solução em que a


relação da massa do soluto pela massa do solvente for
inferior a proporção do coeficiente de solubilidade.

Solução Saturada: aquela em que a quantidade de


soluto dissolvido é idêntica a proporção do coeficiente
de solubilidade. Essa modalidade pode se apresentar
de duas formas
Em outros casos há substâncias nas quais a
- Saturada sem corpo de fundo solubilidade diminui com o aumento da temperatura
- Saturada com corpo de fundo então dizemos tratar-se de dissolução exotérmica.
Esta última é mais comum para solutos gasosos.
Lembrando que apesar de estar presente no
sistema o corpo de fundo não faz parte da solução.
Uma vez atingido o valor do limite de saturação
(coeficiente de solubilidade) todo o soluto que for
colocado vai ser depositado no fundo. Mas há de se
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Concentração em Massa (C):


Relaciona a massa do soluto (m1) com o
volume da solução(V). A massa do soluto no Sistema
Internacional (SI) é dada em gramas (g) e o volume em
litros (L).

C = m1 g/L
V
Densidade (D)
Assim como a relação anterior relaciona
massa com volume, mas agora é a massa da solução
Curvas mais exóticas são aquelas (m) e o volume da solução(V). Sendo que a massa da
apresentadas pelos sais hidratados. Tais sais podem solução é a soma da massa do soluto (m1) com a
ser facilmente reconhecidos por suas curvas pois massa do solvente (m2);
apresentam pontos de inflexão, que são pontos onde m = m1 + m2
há mudança na concavidade da curva.
Essa é a relação que nos permite converter de massa
Os pontos de inflexão refletem momentos em para volume e de volume para massa.
que há diminuição do grau de hidratação. Podem
haver sucessivos pontos de inflexão até que o sal se d = m g/mL
torne anidro. V

Título em massa (T)


Corresponde ao percentual em assa da
solução que corresponde apenas ao soluto, trata-se de
um percentual em massa. Também pode ser chamado
de teor.
T = m1
m
O título é adimensional, pode ser transformado em
percentual multiplicando-se seu valor por 100.

Curva de solubilidade de um sal hidratado.


Observe o ponto de inflexão e a mudança na fórmula T . 100 = %
química do sal.
Concentração em quantidade de matéria (M)
Relações de concentração Também conhecido como concentração
Enquanto que a classificação em saturada molar, concentração em mol/L ou molaridade
insaturada ou supersaturada não nos dá sempre relaciona a quantidade de matéria de soluto (n1) com
o volume da solução (V).
informações quantitativas, foram desenvolvidas
algumas expressões matemáticas que nos dão M = n1 mol/L
informações acerca das quantidades de solutos e V
solventes presentes em um sistema. Em química Onde: n1 = m1
geralmente concentração refere-se às relações entre a MM
quantidade de soluto e o volume total da solução, mas
as unidades podem variar bastante assim como os
critérios de relação, e algumas dessas relações são Concentração em partes por milhão (ppm)
ferramentas muito importantes na hora de Como o nome já sugere trata-se de uma
apresentarmos informações. relação de massas onde para cada um milhão de
partes da solução há uma parte de soluto. Em
soluções com densidade igual a 1 g/mL corresponde a
1 mg/ L, ou seja:
1ppm = 1 mg/L
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Ou seja, cada um litro de solução apresenta 1 mg de artimanha utiliza-se indicadores ácido-base para
soluto. visualizar o final da reação que se dá no denominado
ponto de viragem, que nada mais é do que o
momento onde ocorreu uma neutralização total. Esse
MISTURAS DE SOLUÇÕES procedimento é possível quando a solução problema é
de uma substância ácida ou básica, e a solução padrão
Na rotina laboratorial ou mesmo no cotidiano pode
será a de função oposta. Em cada um dos casos damos
haver necessidade de se alterar as concentrações ou a
diferentes denominações:
natureza das soluções de modo a atender a certos
objetivos específicos. Tal pratica laboratorial ou Acidimetria: determinação da concentração de um
cotidiana pode ser entendida à luz de expressões ácido.
matemáticas que muito auxiliam na previsibilidade
Alcalimetria: determinação da concentração de uma
dos resultados. Dentre as possibilidades
base.
entenderemos alguns procedimentos mais
corriqueiros.
Os principais indicadores ácido-base, que
nada mais são do que substâncias que mudam de cor
DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES
na presença de ácidos ou de bases, são os seguintes e
Diluir uma solução significa adicionar solvente apresentam os respectivas cores de indicação:
com consequente diminuição da concentração sem
alterar a quantidade de soluto. Reduz-se a adição de Indicador Meio ácido Meio básico
solvente. Com esse procedimento podemos obter Tornassol Róseo Azul
outra solução com qualquer concentração inferior a da
primeira colocando a quantidade adequada de Fenolftaleína Incolor Vermelho
solvente. A modelagem matemática do sistema pode Alaranjado de metila Vermelho Amarelo
ser feito da seguinte maneira:
Azul de bromotimol Amarelo azul
Solução inicial (1)
Solução final (2)
Montagem do dispositivo:
Para a solução inicial teremos a expressão =
Uma alíquota conhecida da solução padrão é colocada
ou no Erlenmeyer enquanto que a solução padrão de
concentração conhecida é colocada na bureta.
m1 = C1.V1
Adiciona-se o indicador à solução problema e inicia-se
o gotejamento com constante agitação da solução
padrão à solução problema até o respectivo ponto de
De modo análogo para a solução final = viragem. Finaliza-se o processo e se faz a leitura do
ou volume de solução padrão consumido para efetuar os
cálculos e obter o valor da concentração da solução
m2 = C2.V2 problema.

Como na diluição a massa de soluto não se altera, ou


seja, m1 = m2 teremos:
C1 . V1 = C2. V2

Lembrando que o volume final (V2) é dado por: V2 = V1


+ ΔV, onde “ΔV” é o volume de solvente adicionado.

TITULAÇÃO Suponhamos que na bureta foi colocado uma


Técnica que permite calcular a concentração base, NaOH, por exemplo, com concentração
da solução desconhecida denominada solução conhecida e, no Erlenmeyer, o ácido que se deseja
problema, pelo volume de solução padrão (solução de determinar sua concentração, como o HCl, por
concentração conhecida) gasto na reação. Para tal exemplo. Supondo que a concentração do NaOH seja
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0,1 mol/L e tenha gasto 22,5 mL na titulação, sabendo- 2. EsPCEx: O organismo humano produz, em
se que o volume de HCl adicionado no Erlenmeyer seja média,1,5 L de solução de ácido clorídrico (suco
de 25 mL, temos: gástrico) 0,01M por dia, no estômago. Admita o ácido
totalmente ionizado. Caso seja 90 mL o volume de
1 mol de NaOH reage com 1 mol de HCl
suco gástrico no estômago em determinado
Dessa forma pode-se concluir que para cada mol de momento, a neutralização total dessa acidez exigiria a
NaOH consumido haveria a neutralização de um mol seguinte quantidade de comprimidos de Al(OH)3
de HCl: nNaOH = nHCl (antiácido):
como DADOS:
Massa de um comprimido antiácido = 156 mg
n1
 (contendo 10% de Al(OH)3); Al = 27u; O = 16u; H = 1u.
ℳ= V n1 = M.V
a) 1,0.
b) 1,5.
Logo,
c) 2,0.
MNaOH.VNaOH = MHCl.VHCl
d) 7,8.
0,1 x 22,5 = MHCl. 25
e) 9,0.
MHCl =0,09 mol/L

Para uma combinação qualquer teremos a 3. EsPCEx - A produção industrial de determinado


expressão genérica que atende a todos os casos em refrigerante de densidade 1,005 g/mL ocorre
que se possa assumir que os eletrólitos estejam diariamente a 40°C, numa caldeira que comporta 8000
totalmente dissociados: L, do mesmo, no estado líquido. Um de seus
ingredientes é o ácido fosfórico (H3PO4), na
x.Ma .Va = y . Mb . Vb
concentração de 0,15% em massa, portanto, a cada
onde: copo de 300 mL, estaremos ingerindo a seguinte
massa do ácido:
x: n° de H ionizáveis de cada ácido
a) 3,015 mg.
y: n° de OH dissociáveis de cada base.
b) 4,525 mg.
a: ácido
c) 7,538 mg.
b: base
d) 301,500 mg.
e) 452,250 mg.
EXERCÍCIOS
DISPERSÕES
4. EsPCEx - Reportagem recente, publicada num jornal
1. EsPCEx - Tomando por base a tabela de solubilidade de grande circulação, veiculou que crianças da cidade
abaixo, a quantidade de sal que precipita, quando de Bauru, morando próximo ao setor de metalurgia de
resfriamos uma solução aquosa saturada de uma fábrica de acumuladores (baterias), estavam
KNO3/1000g de H2O de 80°C para 20°C, é: contaminadas por chumbo (Pb). Exames detectaram
Solubilidade de KNO3 em água que uma das crianças apresentava 32,3 microgramas
de Pb por decilitro de sangue. Segundo a Organização
Temperatura Mundial de Saúde (OMS), o nível aceitável desse
Gramas de KNO3/100g de H2O
(°C) elemento no organismo de crianças é de 10
20 31,6 microgramas por decilitro de sangue.
A massa molar do Pb é 207 g/mol.
40 63,9
A concentração, em quantidade de matéria (mol/L), de
60 110,0 Pb no sangue da criança examinada é igual a
80 169,0 a) 1,56 x 10-6.
-1
a) 31,6g. b) 1,56 x 10 .
b) 169,0g. c) 1,56.
c) 137,49g. d) 32,3.
d) 1374g. e) 3,23 x 10-5.
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5. EsPCEx : Após a reação de neutralização completa 9. (PUC-BA) Exemplifica um coloide:


entre 200 mL de uma solução de concentração 0,5
a) a solução fisiológica
mol/L de H3PO4 e 300 mL de uma solução contendo 12
g de NaOH, é correto afirmar que o sal formado e sua b) o suco de laranja
concentração, em mol/L, são, respectivamente,
c) água mineral
a) Trifosfato de sódio e 0,2.
d) solução concentrada de soda cáustica
b) Fosfato triácido de sódio e 0,1.
e) solução diluída de ácido sulfúrico.
c) Fosfato de sódio e 0,2.
d) Fosfato de sódio e 0,1.
10. (MED – SANTOS) Nas dispersões coloidais, o
e) Fosfórico de sódio e 0,3. diâmetro das partículas dispersas está compreendido
entre:
a) 1 e 100 angstron
6. A fumaça é constituída por um conjunto de
substâncias emitidas no processo de queima da b) 1 e 1000 nanômetros
madeira, ela se classifica como uma dispersão coloidal. c) 1 e 100 micra
Quantos estados físicos da matéria estão presentes na
fumaça? d) 1 e 100 milímetros
a) um e) 1 e 100 centímetros

b) dois
c) três 11. (Espcex (Aman) 2012)Foram misturados 100 mL
de solução aquosa 0 , 5 m o l  L  1 de sulfato de
d) a fumaça não possui estado físico
potássio  K 2 S O 4  com 100 mL de solução aquosa
7. (FUVEST – SP) Azeite e vinagre, quando misturados,
separam-se logo em duas camadas, porém, 0 , 4 m o l  L 1  
de sulfato de alumínio A2  SO4 3 ,
adicionando-se gema de ovo e agitando-se a mistura, admitindo-se a solubilidade total das espécies.
obtém-se a maionese, que é uma dispersão coloidal.
Nesse caso, a gema de ovo atua como um agente: 
A concentração em mol  L 1 dos íons sulfato SO 24  
a) emulsificador presentes na solução final é:
b) hidrolisante a) 0, 2 8 m o l  L  1

c) oxidante b) 0, 3 6 m o l  L 1
d) redutor
c) 0, 4 0 m o l  L  1
e) catalisador
d) 0, 6 3 m o l  L  1

e) 0, 8 5 m o l  L 1
8. (UFES) Quando se dispersam, em água, moléculas
ou íons que têm em sua estrutura extremidades
hidrofóbicas e hidrofílicas, a partir de uma
determinada concentração, há agregação e formação
de partículas coloidais, denominadas micelas, tal
propriedade é típica de moléculas de:
a) lipídio
b) aminoácido
c) hidrocarboneto alifático
d) sabão
e) hidrogênio

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