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Transporte de Cargas

Apresentação dos principais


modais e da infraestrutura
brasileira de transportes
Transporte de Cargas
TRANSPORTE 
RODOVIÁRIO

Transporte de Cargas

Fonte: 479034198
Problemas Estruturais
• Má conservação das estradas
• Roubo de cargas
• Fragmentação do setor com pouco poder de
barganha
• Excesso de capacidade e pouca carga de
retorno
• Excesso de idade da frota
• Tempos excessivamente longos de carga e
descarga
Transporte de Cargas
Principais Veículos

Transporte de Cargas

Fonte: AA049014
Veículo Urbano de Carga
(VUC)

Transporte de Cargas

Fonte: http://rntrc‐antt.com.br/noticias/9087. Acesso: 26/05/2016.  
CAMINHÃO TOCO – Carga Seca e Baú

Transporte de Cargas

Fonte: 523615659
TRUCK – Carga Seca e Baú

Fonte: http://www.lasten.com.br/produtos.htm

Fonte: 487204789
Transporte de Cargas
Semirreboque Baú

Transporte de Cargas

Fonte: http://www.rodofort.com.br/App_Root/produto_open.aspx?k=30
Semirreboque Sider

Transporte de Cargas

Fonte: http://www.rodofort.com.br/App_Root/produto_open.aspx?k=31
Carga Seca

Transporte de Cargas

Fonte: http://www.rodofort.com.br/App_Root/produto_open.aspx?k=9
Graneleiro

Transporte de Cargas

Fonte: http://www.compecas.com.br/imple_graneleiro.htm
Porta Container

20 pés

40 pés
Fonte: 
http://www.rodofort.com.br/App_Root/
produto_open.aspx?k=15

Fonte: http://www.rodofort.com.br/App_Root/produto_open.aspx?k=14

Transporte de Cargas
Bitrem

Transporte de Cargas

Fonte: http://www.rodofort.com.br/App_Root/produto_open.aspx?k=33
Refrigerado

Transporte de Cargas

Fonte: 101478173
Estradas
Transporte de Cargas

Fonte: 499365702
Nomenclatura das rodovias federais

RADIAIS: partem da Capital 
Federal em direção aos extremos 
do país.

NOMENCLATURA:
BR‐0XX
Variam de 05 a 95, a cada 05 no 
sentido horário.

EXEMPLO:
BR‐010 (Belém‐Brasília)

Transporte de Cargas

Fonte: Disponível em: http://www.dnit.gov.br/rodovias/rodovias‐federais/nomeclatura‐das‐rodovias‐federais
Nomenclatura das rodovias federais

LONGITUDIANAIS: cortam o país 
na direção norte‐sul.

NOMENCLATURA:
BR‐1XX

Variam de 00 a 99, na direção 
leste‐oeste, obtidos em função da 
distância ao meridiano de Brasília.

EXEMPLO:
BR‐101 (Translitorânea)

Transporte de Cargas

Fonte: Disponível em: http://www.dnit.gov.br/rodovias/rodovias‐federais/nomeclatura‐das‐rodovias‐federais
Nomenclatura das rodovias federais

TRANSVERSAIS: cortam o país na 
direção leste‐oeste.

NOMENCLATURA:
BR‐2XX
Variam de 00 a 99, na direção 
norte‐sul, obtidos em função da 
distância ao paralelo de Brasília.

EXEMPLO:
BR‐262 (Vitória‐Corumbá)

Transporte de Cargas

Fonte: Disponível em: http://www.dnit.gov.br/rodovias/rodovias‐federais/nomeclatura‐das‐rodovias‐federais
Nomenclatura das rodovias federais
DIAGONAIS: apresentam dois 
modos de orientação,
NO‐SE ou NE‐SO .

NOMENCLATURA:
BR‐3XX
NO‐SE – números pares, de 00 a 
98, em função da distância a uma 
linha passando por Brasília
NE‐SO – números ímpares, de 01 a 
99, em função da distância a uma 
linha passando por Brasília
EXEMPLO:
BR‐381 (Fernão Dias)

Transporte de Cargas

Fonte: Disponível em: http://www.dnit.gov.br/rodovias/rodovias‐federais/nomeclatura‐das‐rodovias‐federais
Nomenclatura das rodovias paulistas
RADIAIS: constituem ligações 
com a Capital do Estado.

NOMENCLATURA:
SP‐XXX

Tem como indicação o número PAR que 
corresponde ao valor em graus do 
ângulo formado com a linha norte que 
passa pela Capital, e a linha que incide 
sobre o eixo da rodovia. Esse número é 
crescente, obedecendo ao sentido dos 
ponteiros do relógio, isto é, da esquerda 
para a direita e varia de 002 a 360.

EXEMPLO:
SP‐270 (Raposo Tavares)
SP‐330 (Via Anhanguera)
Transporte de Cargas

Fonte: Disponível em: http://www.der.sp.gov.br/Website/Arquivos/MALHARODOVIARIA/codificacao.pdf
Nomenclatura das rodovias paulistas
TRANSVERSAIS: ligam localidades 
sem passar pela Capital.
NOMENCLATURA:
SP‐XXX
Aquelas que ligam localidades do Estado, sem 
passar pela Capital.
Tem como indicação o número ÍMPAR que 
corresponde à distância média, em 
quilômetros, entre a rodovia e a Capital. 
A distância média é calculada traçando‐se 
uma linha sobre o eixo da rodovia e, em 
paralelo, uma linha sobre a Capital do Estado. 
A distância entre essas paralelas, medida 
através de uma linha em ângulo de 90º, será 
a referência numérica para estabelecimento 
do código da rodovia.

EXEMPLO:
SP‐425 (Assis Chateaubriand)
Transporte de Cargas

Fonte: Disponível em: http://www.der.sp.gov.br/Website/Arquivos/MALHARODOVIARIA/codificacao.pdf
TRANSPORTE FERROVIÁRIO

Transporte de Cargas

Fonte: 482229877
Mapa
Ferroviário
Brasileiro

Transporte de Cargas

Fonte: Disponível em http://www.antf.org.br/images/2015/informacoes‐do‐setor/mapa/mapa‐ferroviario‐brasileiro‐agosto‐de‐2014‐m.jpg
O problema das bitolas no Brasil

Transporte de Cargas

Fonte: Disponível em http://planetaferrovia.blogspot.com.br/2014/01/bitolas‐ferroviarias.html
Comparativo Brasil x EUA
Transporte – O sistema ferroviário brasileiro
possui uma baixa disponibilidade, limitando o
crescimento de sua participação na matriz de
transportes

Transporte de Cargas

Fonte: Disponível em http://www.revistaferroviaria.com.br/seminarioterminais/palestras/fernando_poca.pdf
TRANSPORTE DUTOVIÁRIO

Transporte de Cargas

Fonte: 489548805
TRANSPORTE DUTOVIÁRIO
1) Oleodutos: petróleo, óleo combustível, gasolina, diesel,
álcool, GLP, querosene e nafta, e outros.

2) Minerodutos: Sal-gema, Minério de ferro e Concentrado


Fosfático.

3) Gasodutos: gás natural. O Gasoduto Brasil-Bolívia (3150


km de extensão) é um dos maiores do mundo.

Esta modalidade de transporte vem se revelando como uma


das formas mais econômicas de transporte para grandes
volumes principalmente de óleo, gás natural e derivados,
especialmente quando comparados com os modais
rodoviário e ferroviário.
Transporte de Cargas
CARACTERÍSTICAS MALHA
DUTOVIÁRIA
• MALHA DUTOVIÁRIA BRASILEIRA

• 20 mil km de extensão
• 400 DUTOS - 241 dutos ou aproximadamente 7.500 km –
PETRÓLEO E DERIVADOS
• TERRESTRES E SUBTERRÂNEOS – PROF. 90cm a 1,5m.

Canadá – 200.000 km
Rússia – 330.000 km
Estados Unidos – 440.000 km

Transporte de Cargas
TRANSPORTE
HIDROVIÁRIO

Transporte de Cargas

Fonte: 495726224
TRANSPORTE 
MARÍTIMO

Transporte de Cargas

Fonte: 495035360
MODAL MARITIMO
Tipos de Navegação
 Longo Curso - navegação internacional
 Cabotagem
 navegação entre os portos marítimos nacionais
 navegação em portos interiores

Transporte de Cargas

Fonte: 494603801
Transporte de Cargas

Fonte: PEREIRA, R. Sem manutenção, portos limitam entrada de navios. O Estado de S. Paulo, ano 135, n. 44029, ed. 5 de maio de 2014, p. B6.


Transporte de Cargas

Fonte: PEREIRA, R. Sem manutenção, portos limitam entrada de navios. O Estado de S. Paulo, ano 135, n. 44029, ed. 5 de maio de 2014, p. 


B6.
Canal do Panamá

Transporte de Cargas

Fonte: ASSUMPÇÃO, A.; VIZEU, R. Canal, 100. Folha de S. Paulo, ed. 15 de agosto de 2014, p. A20..


Canal do Panamá

Transporte de Cargas

Fonte: FERRARI, M. Canal que mudou o Panamá faz 100 anos. O Estado de S. Paulo, ed. 17 agosto de 2014, p. A24..


Canal de Suez

Transporte de Cargas

Fonte: http://www.khanelkhalili.com.br/mapasEgito4.htm
Canal de Suez

Transporte de Cargas

Fonte: http://www.khanelkhalili.com.br/mapasEgito4.htm
TRANSPORTE
FLUVIAL / LACUSTRE
Transporte de Cargas

Fonte: 200247605‐001
TRANSPORTE FLUVIAL OU
HIDROVIÁRIO
• REALIZADO EM RIOS DE INTERIOR
• CUSTO E RISCO BAIXOS
• APENAS PARA PAÍSES COM BACIA HIDROGRÁFICA EM
COMUM
• EXEMPLOS:
• RIO DANÚBIO E RENO QUE INTEGRAM PAÍSES DA EUROPA
• RIOS MISSOURI E MISSISIPI NOS EUA - INTERLIGA DIVERSOS
RIOS DA REGIÃO AO GOLFO DO MÉXICO
• RUSSIA – RIOS VOLGA, DON E KAMA

Transporte de Cargas
TRANSPORTE LACUSTRE

• LAGOS QUE LIGAM REGIÕES,


CIDADES E PAÍSES
• EX.: LAGO TITICACA – PERU E
BOLIVIA

Transporte de Cargas
Hidrovia x Ferrovia x Rodovia

Transporte de Cargas

Fonte: SCHELLER, F. Etanol deverá dobrar movimento na hidrovia Tietê‐Paraná até 2016. O Estado de S. Paulo, ed. 6 de dezembro de 2012, p. B18.


TRANSPORTE
AÉREO

Transporte de Cargas

Fonte: 122454755
TRANSPORTE AÉREO
• O TRANSPORTE AÉREO COMERCIAL TEVE INÍCIO NO
BRASIL EM 1927 COM A FUNDAÇÃO DA VIAÇÃO AÉREA
RIOGRANDENSE – VARIG.

• É O MODAL DE TRANSPORTES MAIS RÁPIDO, MAS O


SEU CUSTO TENDE A SER ELEVADO, PELOS
SEGUINTES MOTIVOS:

• - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA REDUZIDA;


- UTILIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES SOFISTICADAS
(AEROPORTOS E TERMINAIS EQUIPADOS);
- EQUIPAMENTOS REQUEREM MANUTENÇÃO DE
CARÁTER TOTALMENTE PREVENTIVO E NUNCA
CORRETIVO.
Transporte de Cargas
SÃO TRÊS FORMAS DIFERENTES DE
SERVIÇO
 Serviços Regulares: linhas nacionais ou internacionais para
passageiros e cargas, com frequência de saídas a períodos
regulares e previamente anunciadas.

 Serviços Regionais: linhas nacionais de âmbito regional, para


passageiros e cargas, atendendo cidades de médio porte fora
do eixo das capitais.

 Serviços Gerais: outros tipos de serviços aéreos, executados


por aeronaves de pequeno porte, como: táxi aéreo, publicidade
e propaganda, aerofotogrametria, pulverização sobre
plantações, etc.
Transporte de Cargas
O TRANSPORTE AÉREO POSSUI
ALGUMAS
VANTAGENS:
• É MAIS RÁPIDO E SEGURO
• MENORES OS CUSTOS COM SEGURO, ESTOCAGEM E EMBALAGEM
• MAIS VIÁVEL PARA REMESSA DE AMOSTRAS, BRINDES, BAGAGEM
DESACOMPANHADA, PARTES E PEÇAS DE REPOSIÇÃO, MERCADORIA
PERECÍVEL, ANIMAIS, ETC.
• NÃO NECESSITA EMBALAGEM MAIS REFORÇADA (MANUSEIO MAIS
CUIDADOSO);
• ADEQUADO PARA MERCADORIAS DE ALTO VALOR AGREGADO,
PEQUENOS VOLUMES OU COM URGÊNCIA NA ENTREGA.

DESVANTAGENS:
• MENOR CAPACIDADE DE CARGA
• VALOR DO FRETE MAIS ELEVADO EM RELAÇÃO AOS OUTROS MODAIS.
• NÃO ATENDE AOS GRANÉIS.
• FORTES RESTRIÇÕES ÀS CARGAS PERIGOSAS.
Transporte de Cargas
PRINCIPAIS TIPOS DE
AERONAVES CARGUEIRAS
 All Cargo/Full Cargo: aeronaves exclusivamente destinadas
ao Transporte de Cargas.

 Combi: aeronaves utilizadas tanto para cargas como para


passageiros, sendo que a carga é transportada nos conveses
inferiores da aeronave.

 Full Pax: aeronaves nas quais o espaço reservado para


carga é unicamente o último convés inferior.

Transporte de Cargas