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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA
E TECNOLOGIA DO MARANHÃO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
CAMPUS SÃO LUIS MONTE CASTELO
DIRETORIA DE ENSINO SUPERIOR
COORDENADORIA DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE


BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E
TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA
E TECNOLOGIA DO MARANHÃO
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
CAMPUS SÃO LUIS MONTE CASTELO
DIRETORIA DE ENSINO SUPERIOR
COORDENADORIA DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

REITOR

Prof. Dr. Francisco Roberto Brandão Ferreira

PRÓ-REITORIA DE ENSINO

Profª Msc. Ximena Paula Nunes Bandeira Maia Da Silva

DIRETORIA DO CAMPUS SÃO LUÍS MONTE CASTELO

Profa. Regina Lúcia Muniz Ribeiro

DIRETOR DE ENSINO SUPERIOR

Prof. Msc. Claudio Leão Torres

CHEFE DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL

Prof. Dr. Antonio Jorge Parga da Silva

COORDENADORA DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

Prof. Msc. Maria do Carmo Rodrigues Duarte


COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DO
CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL (2008)

PRESIDENTE:

Prof. Msc. Maria do Carmo Rodrigues Duarte

MEMBROS:

Profª Msc. Cynthia Leonis Dias Cintra

COLABORADORES:

Profº Adelino Valente da Silva – UFMA

Profª. Msc. Marise Piedade Carvalho

Técnica Administrativa – Katia Regina Castro Costa


COMISSÃO DE REESTRUTURAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DO PROJETO
PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL
(2012/2013)

PRESIDENTE:

Prof. Dr. Iedo Alves de Sousa

MEMBROS:

Profº. Dr. Antonio Jorge Parga da Silva;

Profª. Dra. Conceição de Maria Pinheiro Correia;

Profª. Msc. Maria do Carmo Rodrigues Duarte.

COLABORADORES:

Profº. Dr. Rodrigo de Azevedo Neves;

Profª. Msc. Maria Anunciação Araújo Saldanha;

Profº. Msc. Luis Fernando Soares;

Profº Especialista Aluisio Alves;

Pedagoga – Luiza Carvalho de Oliveira (UFMA);

Pedagoga – Isabela Mendonça Batista Alencar;


Técnica Administrativa – Katia Regina Castro Costa.
SUMÁRIO

1 APRESENTAÇÃO.............................................................................................. 7

2 CONTEXTO EDUCACIONAL............................................................................. 8

3 JUSTIFICATIVA.................................................................................................. 12

4 OBJETIVOS........................................................................................................ 13

4.1. Objetivo Geral.............................................................................................. 13

4.2. Objetivos Específicos.................................................................................. 13

5 PERFIL PROFISSIONAL.................................................................................... 14

6 COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO EGRESSO DO CURSO.................... 15

NÚMERO DE VAGAS, FORMAS DE INGRESSO E TURNOS DE


7 17
FUNCIONAMENTO DO CURSO........................................................................

8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR......................................................................... 17

9 SOMATÓRIO DAS CARGAS HORÁRIAS DOS NÚCLEOS.............................. 19

10 METODOLOGIA DE ENSINO............................................................................ 19

11 SISTEMAS DE AVALIAÇÃO.............................................................................. 20

11.1. Avaliação do Projeto Pedagógico.............................................................. 20

11.2. Avaliação da Aprendizagem...................................................................... 21

12 ESTÁGIO SUPERVISIONADO.......................................................................... 22

13 PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA............................................................. 22

14 MONITORIA....................................................................................................... 23

15 O TRABALHO MONOGRÁFICO DE CONCLUSÃO DE CURSO...................... 23

16 ATIVIDADES COMPLEMENTARES.................................................................. 23

17 PROGRAMAS DE APOIO.................................................................................. 24

18 ESTRUTURA CURRICULAR............................................................................. 26

18.1. Ementário.................................................................................................. 26

18.2. Disciplinas Eletivas.................................................................................... 73

19 BIBLIOGRAFIA BÁSICA..................................................................................... 74

20 INSTALAÇÕES FÍSICAS.................................................................................... 92
21 CORPO DOCENTE............................................................................................ 93

22 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE............................................................ 94

23 CORPO DE APOIO............................................................................................ 94

24 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO


95
PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL..

ANEXO I – FLUXOGRAMA CURRICULAR DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. 96

ANEXO II – NORMAS REGULAMENTADORAS DE ATIVIDADES


97
COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL...................................

ANEXO III – NORMAS COMPLEMENTARES DE MONOGRAFIA........................... 98

ANEXO IV – ORIENTAÇÕES DE ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIA DE


99
CONCLUSÃO DE CURSO........................................................................................

ANEXO V – NORMA COMPLEMENTAR – ESPECÍFICA DE ESTÁGIO


100
SUPERVISIONADO...................................................................................................

ANEXO VI – REGULAMENTO DO COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA


101
CIVIL..........................................................................................................................
7

1. APRESENTAÇÃO
O domínio do conhecimento e a formação de profissionais em
Engenharia Civil, especificamente na área de Construção Civil, é determinante
para uma participação ativa do homem dentro da tecnologia da construção. O
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão é uma
Instituição de Ensino Superior, criado pela Lei Nº 11.892, de 29 de dezembro
de 2008, vinculada ao Ministério da Educação, que tem por finalidade formar e
qualificar profissionais em vários níveis e modalidades de ensino, incluindo-se
a habilitação de professores. Com mais de 90 anos de tradição, tem buscado
consolidar-se como um Centro de Referência em Educação Profissional, líder
na formação de recursos humanos de alta qualidade, para atender a demanda
do nosso Estado, na região e no país, em correspondência com as mudanças e
inovações científico-tecnológicas que marcam o mundo contemporâneo.
O curso de Bacharelado em Engenharia Civil é um curso da área de
Construção Civil voltado para a atividade fim, isto é, o egresso deverá atuar
principalmente em empresas e instituições que construam e concluam obras
civis que atendam a sociedade tanto como moradias, escolas, pontes e outros,
que tenham alguma finalidade para o ser humano, ou morando, ou utilizando
para seu transporte, ou um espaço para ganhar conhecimentos, entre outros.
A Engenharia Civil forma também engenheiros empreendedores, que
visam além da tecnologia da construção civil criar empresas macro ou micro
que ofereçam empregos na área e em outras áreas afins como Sistemas de
Informação, Administração, Contabilidade entre outras. A Engenharia Civil
forma pesquisadores científicos e professores que dão continuidade ao
exercício da profissão.
O Curso de Engenharia Civil no IFMA foi autorizado pela Resolução
CONDIR nº 46/2006, mas só teve início em 2008. Seu Projeto de Curso foi
elaborado a partir do segundo semestre de 2005, por uma equipe de três
professores. Em 2008, esse Projeto foi instalado e vigorou até o segundo
semestre de 2009. A partir dessa data, devido às novas Diretrizes Nacionais
que determinaram que não poderiam ser mais oferecidos cursos superiores
com ênfases o Projeto do Curso teve que passar por uma reformulação para
adequar-se a essa nova realidade, pois o Curso de Engenharia Civil possuía
duas ênfases, a saber, Engenharia Ambiental e Engenharia Estrutural.
8

A partir dessa primeira reformulação, o Projeto do Curso tem passado


por outras reformulações e a matriz por muitas adequações. A última
reformulação ocorreu em 2012, sendo coordenada pelo Núcleo Docente
Estruturante, e o Projeto do Curso está em vigor a partir desta data, sendo que
as turmas que iniciaram desde o início do curso em 2008, estão de acordo com
essa nova matriz.
Este projeto apresenta uma proposta curricular que busca a integração
das diversas áreas do conhecimento, por meio de uma metodologia
interdisciplinar e contextualizada, de modo a atender as exigências da
modalidade da vida social e do processo de desenvolvimento de tecnologias,
que incluem diversos campos do conhecimento, como ciência da computação,
máquinas e equipamentos criados para construção civil, metodologia da
construção, ambientação e sociabilização com pessoas que trabalhem em
conjunto com o engenheiro civil. Este projeto foi elaborado em conformidade
com as Diretrizes Curriculares do Engenharia Civil definidas pelo MEC
(Ministério da Educação).
Além disso, o curso prima pela qualidade e objetiva a formação de
pessoal de alto nível técnico e científico. A demanda pelo curso tenderá a
aumentar à medida que o mesmo se consolide e a sociedade tenha evidências
da alta qualidade do curso oferecido. Os professores que ministraram as
disciplinas até o momento possuem titulação em centros de excelência no
Brasil.
O presente projeto responde às necessidades de formação e
qualificação profissional necessárias ao desenvolvimento de métodos e
técnicas na construção civil, utilizados nos mais diversos campos de trabalho,
atendendo ainda às exigências das atuais transformações científicas e
tecnológicas, bem como às recomendações das Diretrizes Curriculares
Nacionais para a formação de Bacharéis em Engenharia Civil.
Como toda proposta em educação, este projeto não se constitui um
trabalho acabado, haja vista que sendo a realidade dinâmica e contraditória,
novas contribuições poderão ser acrescentadas, no sentido de enriquecê-lo e
atualizá-lo permanentemente.
9

2. CONTEXTO EDUCACIONAL
O Maranhão, segundo estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística – IBGE, para o ano de 2012, possui 6.714.314 de
habitantes, dos quais 2.170.457 estão distribuídos entre as 10 cidades mais
populosas do Estado, a saber, São Luís (1.039.610), Imperatriz (205.063), São
José de Ribamar (167.714), Timon (159.471), Caxias (158.059), Paço do
Lumiar (110.321), Codó (119.079), Açailândia (106.422), Bacabal (101.195) e
Balsas (87.057).

As estatísticas do IBGE (Censo 2010) demonstram o crescimento da


população urbana (63%) em relação à rural (37%), o qual associado à escassez
de planejamento da expansão físico-estrutural dos perímetros urbanos, vem
apresentando repercussões negativas sobre os cinco ecossistemas existentes
em nosso Estado: manguezais, zoneamento costeiro, dunas, cerrado e floresta
pré-amazônica, assim como um desordenamento na qualidade de vida nesses
ambientes.

Além do crescimento populacional, que demanda mais moradias, áreas


de lazer, obras na área de infraestrutura viária, saneamento, abastecimento de
água e energia, educação, saúde, segurança, dentre outros, os estudos
envolvendo as perspectivas de desenvolvimento econômico do Estado
apontam para um grande crescimento dos investimentos industriais, com
instalação de projetos que abrangem a siderurgia, o refino de petróleo, a
produção de alumínio e bauxita, energia elétrica e de combustível, dos
agronegócios, construção civil e, consequentemente, do setor de serviços, que
em geral vem a reboque destes.

Como se pode perceber, os investimentos públicos necessários para


atender às demandas da sociedade e os projetos particulares previstos, ou
mesmo, os já instalados e em fase de expansão trazem a perspectiva de
progresso, mas ao mesmo tempo alertam para a preocupação com a
elaboração e implementação de estratégias capazes de permitirem a utilização
dos territórios de forma a garantir a preservação do meio ambiente, um melhor
nível de bem-estar econômico e social, sem comprometer o desenvolvimento
das gerações futuras.
10

Dentre as ações dos programas do Governo Estadual, prevista no Plano


Plurianual - PPA 2012- e no Plano de Desenvolvimento Estrutural do Maranhão
– PDE, os investimentos do Governo Federal e da iniciativa privada, pode-se
citar:

▪Construção de 446 salas de aula

▪Implantação, ampliação e modernização de 54 unidades da secretaria


de segurança pública do Maranhão

▪Implantação, ampliação e modernização de 40 unidades da polícia


militar do Maranhão

▪Implantação, ampliação e modernização de 78 unidades da polícia civil


do Maranhão

▪Ampliação e melhoria de 572 unidades de abastecimento de água

▪Ampliação e melhoria de 14 unidades de sistema de esgoto sanitário

▪Ampliação e melhoria de 144 unidades de abastecimento de água na


zona urbana

▪Implantação de 48 unidades de poços artesianos

▪Ampliação e modernização de 313.535 m² de área portuária

▪Implantação de 13 unidades do parque tecnológico

▪Construção, modernização e ampliação de 16 unidades esportivas

▪Construção e melhoria de 26.631m² de logradouros públicos

▪Construção e melhoria de 37.177m² de logradouros públicos

▪Pavimentação de 105.000m² de públicas

▪Implantação e pavimentação de 222.679 m² de vias urbanas

▪Construção e melhoramentos de 1671% de execução de pontes

▪Restauração de 2.217km de rodovias


11

▪Implantação e pavimentação de 200km de rodovias

▪Implantação e pavimentação de 200km de estradas vicinais

▪Implantação e melhoramento de 640 % de execução de diques e


barragens

▪Implantação e modernização de 148 unidades prisionais

▪Construção de 84 unidades de saúde da rede assistencial do SUS

▪Disponibilização de 3.600 unidades habitacionais

▪Construção de oito shoppings

▪Ampliação de três shoppings

▪Prospecção de Gás e Petróleo (OGX)

▪Terminal portuário do Mearim (Aurizonia Empreendimentos)

▪Duplicação de produção de bebidas (AMBEV)

▪Processamento de alumínio (Brascooper)

▪Construção de Termelétrica (OGX)

▪Construção de Refinaria de Petróleo e Gás – Refinaria Premium 1


(PETROBRÁS)

▪Produção de Biocombustível (Prio Extração e Logística)

▪Ampliação de fábrica de bebidas (Schincariol)

▪Construção de terminal portuário (Suzano)

▪Construção de indústria de papel e celulose (Suzano)

▪ Implantação de indústria metalúrgica (Grupo Dimensão)

▪Construção de subestação e linhas de transmissão (CEMAR)

▪Implantação de indústria de laminação, tarugos e produtos acabados


(Sinobras)
12

▪Duplicação estrada de ferro Carajás (Vale)

▪Ampliação de infraestrutura portuário e construção de berço do Porto do


Itaqui (EMAP)

Este portfólio de investimentos e outros ainda em fase de pesquisa e


estudos (como a construção de mais 8 distritos industriais, além dos 9 já
existentes), a existência de incentivos fiscais, como o PROMARANHÃO, de
Fundo de Desenvolvimento do Nordeste – FDN, do Fundo Fiscal de
Investimento no Nordeste – FINOR e as grandes potencialidades na área
econômica, apresentadas pelo Maranhão (localização estratégica em relação
aos portos internacionais, fronteira geoeconômica formada por minerais e
cerrados, condições ideais para desenvolvimento do agronegócio e do turismo,
dentre outras), são responsáveis pelas projeções positivas de crescimento do
Produto Interno Bruto – PIB, para o Maranhão.
O Produto Interno Bruto do Maranhão (PIB), em 2011, que
correspondeu a R$ 39.855 bilhões, tem perspectiva de dobrar nos próximos
cinco anos como efeito dos mais de R$ 100 bilhões em investimentos previstos
para o estado nesse período, segundo anúncio feito pela Secretaria de
Planejamento, Orçamento e Gestão.(www.imperatriznoticias.com.br/.../4486-pib-
atual-do-maranhao-de-r-...Em cache 24 nov. 2011)

São Luís, cidade fundada pelos franceses no século XVI e depois


colonizada pelos portugueses, teve seus traços arquitetônicos definidos por
estas duas civilizações até os meados do século IX. O modernismo, o aumento
da população, e o avanço para os limites da cidade vêm modificando o seu
estilo original. Os núcleos habitacionais vêm se estendendo para as áreas ditas
rurais, onde a zona verde era uma presença absoluta. Com o avanço das
populações, o verde vem desaparecendo da paisagem e já se constata que
diversos córregos e nascentes desapareceram por conta do desmatamento,
verificando-se, como conseqüência, o progressivo aumento da temperatura
ambiente. Situada numa ilha, que leva seu nome, São Luís compartilha o
espaço com os municípios de Paço do Lumiar, Raposa e São José de
Ribamar.
13

Nesse contexto, O Instituto Federal do Maranhão, enquanto centro de


referência em qualificação técnica e tecnológica, entende que a formação de
profissionais em Engenharia Civil, especificamente na área de Construção Civil
assume um papel fundamental na mudança do cenário social e econômico do
Maranhão.

3. JUSTIFICATIVA:

Assim, percebe-se a necessidade de ter-se maior atenção com


os cursos das engenharias, pois a engenharia civil vem sofrendo grandes
mudanças em função dos avanços tecnológicos observados nas últimas
décadas, fomentados pelo uso crescente de computadores e pelo
desenvolvimento de novos materiais de construção, pela preocupação com as
questões ambientais e pela presença cada vez maior de engenheiros civis
(atualmente 1.705 engenheiros civis formados em São Luís / MA e outros 3.101
engenheiros civis que concluíram o curso em outras cidades) nas atividades de
planejamento, administração e gerência.
Nesse contexto, torna-se imprescindível o reconhecimento do curso de
Engenharia Civil, ofertado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Maranhão – IFMA, assim como a ampliação de ofertas de vagas
no curso de Engenharia Civil, considerando que os profissionais desta área,
que estão escassos no mercado, dão uma grande contribuição à promoção do
desenvolvimento sistemático integrado ao encontrar soluções para os
problemas estruturais e ambientais das cidades, ao exercerem atividades de
planejamento, administração e gerência.
O Curso de Engenharia Civil trata da análise, projeto e construção de
pontes, prédios e outras estruturas em concreto armado e protendido,
metálicas, madeira, entre outros.
Como a tendência em São Luís e em outras cidades do Maranhão com
mais de 100.000 habitantes é a verticalização devido ao aumento populacional,
e com a elevação do gabarito para 15 (quinze) andares tipos, será necessário
um estudo mais profundo sobre o aspecto estrutural, já que um dos nossos
ecossistemas se compõe de manguezais, que indica que o perfil do solo de
São Luís é frágil, devido a sua formação sedimentar, exigindo melhor estudo
das fundações para atender áreas com baixa capacidade de trabalho.
14

4. OBJETIVOS:

4.1. Objetivo Geral


Dotar o profissional engenheiro civil de habilidades e competências
para absorver e desenvolver novas tecnologias, para a identificação e
resolução de problemas na área de construção civil, considerando seus
aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.

4.2. Objetivos Específicos


 Preparar profissionais com sólida e ampla formação técnica na área da
Construção Civil aplicada a sociedade, utilizando tecnologias não
agressivas, minimizando assim os impactos ambientais, causados pelo
exercício da profissão;
 Contribuir na preparação do aluno para o exercício da cidadania
através da formação humanística e social, promovendo também a
consciência afro-indigenista;
 Preparar recursos humanos capazes de contribuir para a promoção do
desenvolvimento regional e o fortalecimento econômico da
comunidade em que se insere, por meio da formação voltada ao
empreendedorismo;
 Desenvolver a capacidade de autoaprendizado do aluno e instaurar a
necessidade da busca de novos conhecimentos de forma crítica e
constante dentro da educação continuada;
 Contribuir para a geração e disseminação de conhecimentos em sua
área de atuação, por meio da realização de pesquisas e atividades de
extensão.

5. PERFIL PROFISSIONAL:

De acordo com a Resolução CNE/CES nº 11, de 11/03/2002, que


institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em
15

Engenharia, o Curso de Graduação em Engenharia “tem como perfil do


formado egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista,
humanística, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas
tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e
resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos,
sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento
às demandas da sociedade”, por meio do desenvolvimento das seguintes
competências e habilidades:

a) Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e


instrumentais à engenharia;
b) Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
c) Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
d) Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
e) Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
f) Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
g) Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
h) Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
i) Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
j) Atuar em equipes multidisciplinares;
k) Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
l) Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e
ambiental;
m) Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
n) Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.

6. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO EGRESSO DO CURSO:


O curso de Bacharelado em Engenharia Civil prepara profissionais
capacitados a aplicar a tecnologia em outras áreas da construção civil. Os
profissionais podem aplicar tecnologias e métodos para construir, reformar
obras civis, gerenciar e administrar empresas, sendo capacitados para
solucionar problemas organizacionais ou administrativos dentro da área de
trabalho em diversas formas, tais como: prestação de serviços, de consultoria,
16

de empresas públicas, estatais ou mistas, empreendimentos próprios, entre


outros.
Os egressos têm a responsabilidade de desenvolver, implementar e
gerenciar uma infraestrutura de Tecnologia da Construção (máquinas e
equipamentos). Têm a responsabilidade de fazer prospecção de novas
tecnologias da construção civil e auxiliar na sua incorporação às estratégias,
planejamento e práticas da organização. Esses profissionais também poderão
prosseguir na carreira acadêmica, como docente ou pesquisador, ingressando
em cursos de Pós-Graduação.
O curso de Engenharia Civil não deve estar limitado a preparar o aluno
para uma profissão específica. Alguns cargos profissionais da atualidade como
o de Engenheiro Ambiental, por exemplo, não existiam antes de 1990. Assim, o
aluno egresso do curso deve possuir uma formação sólida com variadas
competências e habilidades que lhe permitirão atuar em diversas profissões
que requerem o conhecimento da engenharia civil. As competências referem-
se aos conteúdos que os profissionais devem dominar para desempenhar
determinadas atividades profissionais, enquanto que as habilidades definem
capacidades cognitivas e práticas que o profissional deve possuir para
desempenhar bem as suas atividades.
Tendo em vista as áreas de atuação, são necessárias três áreas de
competências ao desempenho das funções do profissional de Engenharia Civil:
 Competências de gestão:
- Compreender a dinâmica organizacional, seu aspectos
sistêmicos, seu papel social, econômico e legal;
- Propor modelos tecnológicos alinhados aos modelos
organizacionais;
- Planejar, desenvolver, acompanhar e avaliar os projetos de
suporte a Engenharia Civil;
- Participar do cenário estratégico das empresas e indústrias da
construção civil, contribuindo com estratégias de tecnologias da
construção.
 Competências tecnológicas:
17

- Modelar, especificar, implementar, implantar, validar e avaliar


projetos de suporte as obras de Engenharia Civil;
- Efetuar prospecções e ter metodologia para dominar tecnologias
com finalidade de projetar e edificar obras civis.
 Competências humanas:
- Ser criativo e inovador na proposição de soluções para os
problemas e oportunidades identificados nas empresas e
indústrias da construção civil;
- Participar e conduzir processos de negociação para o alcance de
objetivos;
- Criar, liderar e participar de grupos com intuito de alcançar
objetivos;
- Ter uma visão contextualizada da área de Engenharia Civil em
termos políticos, sociais e econômicos;
- Identificar oportunidades de negócio e criar e gerenciar
empreendimentos para a concretização dessas oportunidades;
- Atuar social e profissionalmente de forma ética, oportunizando
sempre que possível a justiça entre pessoas de origem afro-
indígenas.

7. NÚMERO DE VAGAS, FORMAS DE INGRESSO E TURNOS DE


FUNCIONAMENTO DO CURSO:
O curso de Engenharia Civil, em consonância com a Lei n°. 9.394, de
20 de dezembro de 1996, será aberto a candidatos que tenham concluído o
Ensino Médio ou equivalente, tenham participado do Exame Nacional do
Ensino Médio – ENEM, e tenham sido classificados em processo seletivo
realizado pelo SISU/MEC. Anualmente são oferecidas 40 (quarenta) vagas
anuais (vinte vagas para o 1º semestre e vinte vagas para o 2º semestre), em
horário integral, nos turnos vespertino e noturno, e que se destinam aos
candidatos classificados, podendo esse número ser modificado conforme
proposição da Diretoria Geral, visando adequar-se às necessidades da
Instituição. Para o ano de 2014 deverão ser ampliadas as vagas anuais para 70
ingressos, devido a demanda no mercado de trabalho, serão oferecidas 35
18

(trinta e cinco) vagas para o 1º semestre e 35 vagas para o 2º semestre. O


curso de Engenharia Civil também oferece vagas aos portadores de diploma de
curso superior, transferência (interna e externa) e reintegração de curso,
obedecidas as normas institucionais do IFMA para tais modalidades.

A graduação do aluno ocorrerá mediante o cumprimento do total de


327 créditos do curso e a apresentação e defesa da monografia, perante uma
banca examinadora.
O curso de Engenharia Civil terá como desfecho para o aluno a
diplomação quando o mesmo completar os períodos que deverão ser cursados,
no máximo, em vinte semestres, ou seja, o dobro do tempo normal. Findo esse
prazo, será desligado do curso.

8. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR:

O regime acadêmico do Curso é semestral, com um sistema de


créditos, cujas disciplinas são interligadas entre si por conteúdos. Assim, o
aluno somente poderá ingressar nas disciplinas do semestre subsequente
quando cumprir seus pré-requisitos. A conclusão do curso fica, portanto,
condicionada à integralização curricular que abrange, além das disciplinas
especificadas na sua matriz curricular, o cumprimento de Atividades
Complementares e a participação do aluno no ENADE, quando da
obrigatoriedade do Ciclo Avaliativo. Quanto às reprovações, o aluno será
automaticamente desligado do curso, quando:
a) for reprovado três vezes, consecutivas ou alternadas, na mesma
disciplina, seja por falta, seja por aproveitamento;
b) for reprovado por falta ou nota em todas as disciplinas no semestre
de ingresso no IFMA.
Será permitido o aproveitamento de disciplinas cursadas em outros
cursos de graduação e pós-graduação, obedecendo a legislação interna
vigente.
O curso terá prazo mínimo de integralização de 10 (dez) períodos
letivos, equivalentes a 05 (cinco) anos, e prazo máximo de integralização de 20
(vinte) períodos letivos, equivalentes a 10 (dez) anos. Os períodos serão
organizados por disciplinas que comporão a formação teórica e prática do
19

curso superior. O curso terá três Núcleos de Conteúdos: Básicos,


Profissionalizantes e Específicos.
As disciplinas do Núcleo Básico estarão distribuídas na sua
maioria, entre o primeiro e o quarto períodos, porém ainda deverão fazer parte
com apenas uma disciplina o 5º, o 6º, o 8º e o 9º período. A formação básica
tem por objetivo introduzir as matérias necessárias ao desenvolvimento da
tecnologia da construção civil. Este eixo reúne os conteúdos que constituem os
fundamentos básicos de matemática, física, geometria e química, que
propiciarão a compreensão e o domínio da engenharia civil e suas tecnologias.
As disciplinas do Núcleo Profissionalizante serão cursadas do quinto
ao décimo período, para que possam dar suporte as disciplinas do Núcleo
Específico. As disciplinas do Núcleo Específico serão cursadas entre o quinto e
o décimo períodos, essas disciplinas estarão distribuídas entre as áreas de
transporte, estruturas e tecnologias.

O rol de disciplinas terá carga horária discriminada e de acordo com a


necessidade de aprendizagem, com pré-requisitos que irão privilegiar o estudo
contextualizado nas situações concretas do exercício profissional que se
pretende formar. As disciplinas deverão ser integradas entre si de modo a
permitir um contínuo desenvolvimento dos seus conteúdos, e a
interdisciplinaridade e o desenvolvimento de competências propostos na
Metodologia de Ensino. As disciplinas eletivas (duas) serão oferecidas no 7º e
8º período, contemplando o núcleo específico, com carga horária de 60 h e 4
créditos.

As disciplinas estão organizadas em Núcleos (ver anexos). Os


núcleos e as cargas horárias dos mesmos estão inseridos na tabela abaixo.

9. SOMATÓRIO DAS CARGAS HORÁRIAS DOS NÚCLEOS:

Total da carga-horária das disciplinas: 4905 h/a (4087,5 h/h)


20

Núcleos Créditos CH (h/a) CH (h/h)

Conteúdos Básicos 85 1275 1012,5

Conteúdos Profissionalizantes 69 1035 862,5

Conteúdos Específicos 135 2025 1687,5

Estágio Curricular 24 360 300

Atividades Complementares 14 210 175

10. METODOLOGIA DE ENSINO:

A metodologia de ensino-aprendizagem dar-se-á considerando a


articulação permanente entre teoria e prática, na inserção do aluno no campo
de atuação profissional. Assim, a formação por competência norteia a
organização curricular das disciplinas, valorizando o ser humano e a
preservação do meio ambiente e a integração social e política do profissional a
ser formado. Para atingir tal objetivo, será diversificada, considerando as
peculiaridades de cada disciplina, tendo por bases a transdisciplinaridade, a
contextualização, a pesquisa, e a inserção do aluno no mundo do trabalho,
possibilitando a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, formando,
assim, indivíduos atuantes, críticos, e capazes de transformar a sociedade em
que vivem.
A oferta das disciplinas por semestre letivo privilegia a transdisciplinaridade,
desde a sua organização curricular, buscando a contextualização no mundo do
trabalho e a extensão, por meio de seminários sobre temas de interesse do
curso e que atinjam diretamente a comunidade, e visitas técnicas, aliadas à
pesquisa científica, que norteia a observação, a análise e a elaboração dos
trabalhos acadêmicos resultantes de tais atividades. A adoção do modelo
proposto tem por objetivo oferecer espaços de discussão fundamentada no
conteúdo, que é ministrado em classe, através de aulas expositivas dialogadas,
aulas expositivas apoiadas por equipamentos audiovisuais que possibilitam a
demonstração dos conceitos, aulas de laboratório que permitam o
desenvolvimento de atividades práticas relacionadas com os conhecimentos
21

adquiridos e no que está fartamente disponível para ser ouvido, visto e lido no
mundo fora do espaço escolar, por seminários e palestras com profissionais
atuantes e por visitas culturais e técnicas, além de realização de seminários e
elaboração de monografias, visando tanto a uma participação mais efetiva do
aluno na sala de aula como o seu envolvimento em atividades de pesquisa e
apresentação de trabalhos (tanto escritos quanto orais).

11. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO:

11.1. Avaliação do Projeto Pedagógico

A avaliação no Curso de Engenharia Civil tem por finalidade a melhoria


da qualidade do ensino, a orientação da expansão de sua oferta, o aumento
permanente de sua eficácia institucional, e, especialmente, a ampliação do
compromisso e responsabilidade social na sua oferta e organização curricular.

Neste sentido, a avaliação da presente proposta será efetuada de forma


interna e externa. A primeira, definida pela própria Instituição, a partir dos
órgãos deliberativos da comunidade docente, na composição da Comissão
Própria de Avaliação; e discente, por comissão determina pela entidade
representativa estudantil.

A avaliação externa dar-se-á por meio do Sistema Nacional de Avaliação da


Educação Superior – SINAES, obedecendo a legislação vigente (Lei nº 10.861,
de 14 de abril de 2004).

11.2. Avaliação da Aprendizagem

O processo de ensino-aprendizagem considerará a aquisição de


competências para a formação do profissional de Engenharia Civil. Para tanto,
aliar-se-á a um processo formativo de avaliação, possibilitando a orientação e o
apoio àqueles que não estão conseguindo desenvolver as competências
requeridas.

Considerando que o desenvolvimento de competências envolve


conhecimentos (saberes), práticas (saber-fazer), atitudes (saber-ser), e a
mobilização desse conjunto (saber-agir) na realização do trabalho concreto,
22

cabe ao professor adotar uma diversidade de instrumentos e técnicas de


avaliação: atividades práticas, estudos de casos, simulações, projetos,
situações-problema, elaboração de relatórios diretamente ligados ao conteúdo
programático de cada disciplina ou de um grupo delas. Provas escritas,
trabalhos de pesquisa são também instrumentos válidos, dependendo da
natureza do conteúdo avaliado. A observação é um instrumento essencial
nesse processo.

Fundamentados nesses pressupostos, estabelece-se que a avaliação do aluno


deve:

 Ocorrer de maneira contínua e progressiva, abrangendo todos os


momentos do curso;
 Envolver múltiplos aspectos expressos na competência (saberes,
habilidades e/ou valores);
 Considerar o conjunto de competências descritas no perfil profissional
que se deseja formar;
 Valer-se de diferentes procedimentos e instrumentos, contemplando,
inclusive, a auto-avaliação do aluno.

Entende-se que, em um modelo de ensino por competências, o


objetivo a ser alcançado é o desempenho suficiente em todas as unidades de
competências consideradas relevantes para a habilitação profissional. Por
outro lado, não se pode esquecer o aspecto formativo da avaliação, que
objetiva uma tomada de decisão para direcionar a aprendizagem do aluno.

12. ESTÁGIO SUPERVISIONADO:

A realização de estágios propicia a experiência em trabalhos fora


do ambiente universitário, permitindo que o aluno se familiarize com o ambiente
onde deverá exercer sua profissão. O estágio oferece ainda a oportunidade de
trabalho em equipe, desenvolvendo um projeto real da prática profissional. O
estágio supervisionado tem carga horária de 360 horas, que é realizado após o
aluno alcançar 60% da carga horária total do Curso, em empresa que tem
atuação na área de construção civil, sendo acompanhado por professor do
23

Curso de Engenharia Civil do Instituto. O aluno cumpre um roteiro de estágio


pré-estabelecido pela Coordenação do Curso, em parceria com a Diretoria de
Relações Empresariais, com avaliação em três etapas, compostas de
apresentação de relatórios, resultando numa média final de, no mínimo, 7,0
(sete) para aprovação. O estágio supervisionado é disciplina curricular
obrigatória, conforme Parecer CNE/CES nº 1.362/2001.

13. PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA:

Os alunos do IFMA têm a oportunidade de participar dos grupos de


pesquisa e de trabalho, com a possibilidade de obtenção de bolsas de iniciação
científica oferecidas por agências governamentais como CNPq, FAPEMA e o
próprio IFMA. O desenvolvimento de trabalhos de iniciação científica colabora
tanto para o aprimoramento dos conhecimentos técnicos do aluno, como para a
obtenção de experiência no desenvolvimento de pesquisas e no
relacionamento com pesquisadores e com outros alunos. O aluno do Curso de
Engenharia Civil também participa de projeto de iniciação científica sobre a
orientação de um professor do curso ou área correlata, com ou sem o
provimento de bolsas de pesquisa.

14. MONITORIA:

O aluno do Curso de Engenharia Civil poderá participar de programas


de monitorias de disciplinas conforme o regulamento estabelecido pelo
Departamento de Ensino Superior do IFMA.

15. O TRABALHO MONOGRÁFICO DE CONCLUSÃO DE CURSO:

A monografia de conclusão de curso, condição básica para a


graduação (Parecer CNE/CES nº 1.362/2001), consolida o aprendizado do
aluno na interrelação entre os conhecimentos teóricos e práticos adquiridos no
decorrer do curso, além de efetivar a prática da pesquisa, dando ao aluno a
oportunidade de materializar os seus estudos em uma determinada área da
Engenharia Civil. Deve ser realizada em duas etapas, obedecendo à
24

organização curricular do Curso e ao Calendário Acadêmico da Instituição,


sendo a primeira composta pela elaboração de um projeto de pesquisa,
acompanhada por professor orientador, de preferência do próprio curso, ou de
áreas afins; e a segunda, pelo desenvolvimento da pesquisa e apresentação de
trabalho monográfico, em defesa individual para Banca Examinadora,
composta por três professores, sendo o orientador e dois avaliadores, que
atribuirão uma média mínima de 7,0 (sete), lavrada em ata, apresentada ao
aluno, e registrada no histórico escolar, obedecidas as normas próprias para os
cursos de graduação do Instituto.

16. ATIVIDADES COMPLEMENTARES:

As atividades complementares têm se constituído como uma forte


tendência nos currículos dos cursos de graduação. A justificativa para a
incorporação da mesma neste projeto toma por base a crescente preocupação
da comunidade acadêmica em proporcionar ao aluno o desenvolvimento de
atividades de ensino, pesquisa e extensão. Entende-se como Atividades
Complementares o conjunto de experiências de aprendizado que vai muito
além das atividades convencionais de sala de aula, tais como iniciação
científica e tecnológica, monitoria, extensão universitária, visitas técnicas,
eventos científicos, além de atividades culturais, políticas e sociais
desenvolvidas pelos alunos durante o curso de graduação. Neste contexto,
passamos a considerar este tipo de atividade como parte essencial na
integralização curricular dos alunos, que deverão cumprir 210 horas de
atividades desta natureza durante o decorrer do curso. O aproveitamento da
carga horária de atividades complementares será regido por Normas
Complementares, anexas ao presente projeto. As atividades complementares
podem ser realizadas durante todo o período do curso.

17. PROGRAMAS DE APOIO:


De acordo com o Regimento Geral do IFMA, a Política de Assistência
Estudantil é um conjunto de princípios e diretrizes que norteia a implantação de
ações para garantir o acesso, a permanência e a conclusão de curso dos
25

estudantes, na perspectiva de inclusão social, formação ampliada, produção de


conhecimento e melhoria do desempenho acadêmico. A Política de Assistência
Estudantil no art.191 do Regimento estabelece os seguintes objetivos:
1. promover o acesso, a permanência e a conclusão de curso dos
estudantes do IFMA, na perspectiva da inclusão social e democratização do
ensino, conforme preconizam os artigos 205 e 206 da CF e o art. 3º da LDB
(Lei nº 9.394/96);
2. assegurar aos estudantes igualdade de oportunidade no exercício
das atividades acadêmicas;
3. proporcionar ao estudante com deficiência e/ou com necessidades
educativas especiais as condições básicas para o desenvolvimento acadêmico;
4. contribuir para a melhoria do processo ensino aprendizagem, com
vistas à redução da evasão escolar; e
5. contribuir para redução dos efeitos das desigualdades
socioeconômicas e culturais.
Para o alcance destes objetivos, o IFMA busca estabelecer e ampliar
programas e projetos referentes a: alimentação; saúde física e mental;
orientação psicossocial, educacional e profissional; transporte, oferta e/ou
orientação de moradia; cultura, esporte e lazer, acessibilidade, permanência,
orientação de estudantes com necessidades educativas especiais; e
programas de bolsas: alimentação, permanência, extensão, monitoria, iniciação
científica, estágio e outros;
Através da Coordenadoria de Assistência ao Educando – CAE, o
Campus Monte Castelo destina recursos que possibilitam oferecer aos
estudantes regularmente matriculados em todos os níveis e modalidades de
ensino, diferentes programas de assistência estudantil tais como:
a) Bolsa de assistência ao aluno – visa proporcionar ao aluno
proveniente de famílias de baixa renda uma atividade remunerada,
além de possibilitar uma formação, profissional e cidadã;
b) Bolsa alimentação – objetiva contribuir para a permanência do
aluno na escola e para a melhoria de sua qualidade de vida;
c) Isenção de taxa de inscrição em processo seletivo – possui caráter
socioeconômico, visto que pretende possibilitar aos alunos de baixa
26

renda oriundos da rede pública de ensino a participação nos


processos seletivos do IFMA;
d) Serviço médico – realiza, dentre outras atividades, assistência
ambulatorial, exame médico-biométrico, orientações quanto aos
cuidados básicos de saúde e primeiros socorros;
e) Serviço odontológico – realiza acompanhamento odontológico
visando suprir as necessidades do tratamento dentário dos alunos,
tornando-os sujeitos de sua promoção de saúde, através de
orientações preventivas;
f) Serviço de psicologia – atua na facilitação do relacionamento de
alunos, servidores e familiares, realiza atendimento individualizado
e acompanhamento de servidores e alunos com problemas afetivos
e emocionais, orientação profissional, dentre outros;
g) Serviço nutricional – desenvolve o serviço de assistência e
educação nutricional através de ações que visem a prevenção de
doenças, a promoção e a manutenção da saúde.

Outros programas são desenvolvidos e destinam-se a alunos de baixa


renda: auxilio moradia e auxílio transporte.
Para a participação em alguns programas, os alunos passam por
processo seletivo, conforme regulamentos da CAE.
A Política de Assistência Estudantil do IFMA abrange os estudantes
regularmente matriculados em todos os níveis de modalidades de ensino.

18. ESTRUTURA CURRICULAR (fluxograma do curso em anexo)


18.1. Ementário

1º PERÍODO
Cálculo Diferencial e Integral I
Carga horária: 90 h
Créditos: 6
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
27

Ementa: Limite e continuidade. Diferenciação. Aplicação da Derivada.


Integração. Funções Transcendentes Elementares - derivadas e integrais.
Técnicas de Integração.
Bibliografia:
1. MUNEM, Mustafa A. e FOULINS. David J. Cálculo vol. I. Editora
Guanabara Dois S/A, Rio de Janeiro, 1982.
2. LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica vol. I. Editora
Harbra. São Paulo, 1981.
3. SWOKOWSKI, Earl W. O cálculo com geometria analítica vol. I.
Editora Makron Books. SP . 1994.
4. FLEMMING, Diva Marília Cálculo. Editora Makron Books. São Paulo,
1992.

Cálculo Vetorial e Geometria Analítica


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
Ementa: Álgebra de vetores no plano e no espaço tridimensional. Retas.
Planos. Cônicas e quádricas. Coordenadas polares cilíndricas e esféricas.
Bibliografia:

1. BOULOS, Paulo & CAMARGO, Ivan de. Introdução a geometria


analítica no espaço. São Paulo. Makron Books, 1997.
2. BOULOS, Paulo & CAMARGO, Ivan de. Geometria analítica – Um
tratamento vetorial. 2ª edição. São Paulo. Makron Books, 1987.
3. CAROLI, Alésio de et alii. Vetores geometria analítica. 1ª edição.
Livraria Nobel S.A. São Paulo. 1968.
4. FEITOSA, Miguel O. Exercícios de geometria analítica. 3ª edição.
Livraria Nobel S.A. São Paulo 1972.
5. LIMA, Roberto de Barros. Elementos de álgebra vetorial. Companhia
Editora Nacional. São Paulo. 1972.
6. LIMA, Roberto de Barros. Elementos de geometria analítica. 4ª edição.
Companhia Editora Nacional. São Paulo. 1973.
7. MURDOCH, David C. Geometria analítica – com introdução sobre
cálculo vetorial e matrizes. Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda
Rio de Janeiro, 1969.
8. SANTOS, Nathan Moreira dos. Vetores e matrizes. IMPA, Rio de
Janeiro, 1970.
9. GONÇALVES, Zózimo Menna. Curso de geometria analítica com
tratamento vetorial. Editora Científica, Rio de Janeiro, 1969.
28

Física I
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
Ementa: Leis de Newton. Trabalho e energia. Sistema de partículas e colisões.
Movimento de rotação. Oscilações. Gravitação.
Bibliografia:
1. NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica - Vol 3 e 4 -
Eletromagnetismo Ed. Edgard Blücher Ltda.
2. RESNICK R. e D. Halliday, Física volume 3 e 4- LTC - Livros Técnicos
e Científicos Editora S.A.
3. TIPLER, Paul. Física volume 3 e 4 - Eletricidade e magnetismo
Terceira Edição. LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.

Química Geral
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisito: não requer
Ementa: A Matéria, As Transformações da Matéria, A Energia. As Fórmulas: A
Microestrutura da Matéria, O Átomo: Primeiros Modelos Atômicos, O Átomo
Nuclear, Massas Atômicas e Elétrons em Átomos. Periodicidade Química, A
Periodicidade nas Propriedades Físicas e A Periodicidade nas Propriedades
Químicas. O Modelo da Mecânica Quântica e as Energias Eletrônicas, As
Partículas e as Ondas, As Ondas Estacionárias, As Propriedades Ondulatórias
dos Elétrons e Os Números Quânticos. Ligações Químicas: Ligações Iônicas,
Ligação Covalente, Eletronegatividade, Energias de Ligação, Balanço de
Cargas, Repulsão dos Pares Eletrônicos e A Polaridade das Moléculas. As
Fórmulas Químicas, Massa Atômica e o Mol. As Equações Químicas e a
Estequiometria. Soluções: Propriedades Gerais das Soluções, Tipos de
Soluções, Unidades de Concentração, Solubilidade e Eletrólitos. Reações em
Soluções Aquosas: As Reações Ácidos-Base, As Reações de Precipitação e
Complexação, Propriedades dos materiais.
29

Bibliografia:
1. ATKINS, P. & JONES, L.; Princípios de química, Porto Alegre - RS, Ed.
Bookman, 2001.
2. BRADY, J. E.; HUMISTON, G. E.; Química geral Volume 1, Rio de
Janeiro - RJ, Editora LTC, 1996.
3. LINGUANOTO, Maria & UTIMURA, Teruko. Química. livro único, São
Paulo, editora FTD, 1998.
4. MAHAN, Bruce M. & MYERS, Rollie J. Química: um curso
universitário. 4a edição, São Paulo – SP, editora Edgard Blücher, 1995.
5. RUSSELL, John B. Química geral. volume 1, segunda edição, São
Paulo – SP, editora Mc Graw Hill, 1994.

Introdução à Programação
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
Ementa: Introdução à Programação: Conceitos básicos. Compiladores e
Interpretadores. Linguagens de programação. Algoritmos. Introdução a uma
linguagem de programação.
Bibliografia:
1. CARIBÉ, Roberto e CARIBÉ, Carlos. Introdução à computação. São
Paulo, FTD, 1996.
2. DEITEL, H. M. e DEITEL, P. J. Como programar em C. LTC Editora
S.A. Segunda edição, 1999.
3. GUIMARÃES, Ângelo de Moura e LAGES, Newton A. Castilho.
Algoritmos e estruturas de dados. LTC Editora S.A., 1985.
4. MANZANO, José Augusto N. G. e OLIVEIRA, Jayr Figueiredo.
Algoritmos, lógica para desenvolvimento de programação de
computadores. Editora Érica, 2002.
5. MARCOS, Vianna Villas e VILLASBOAS, Luiz Felipe P. Programação,
conceitos, técnicas e linguagens. Campus, 1998.
6. VICTORINE, VIVIANE e MIZRAHI. Treinamento em linguagem C,
curso completo, módulo 1. McGraw-Hill, 1990.

Geometria Descritiva
Carga horária: 75 h
Créditos: 5
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
30

Ementa: A geometria descritiva e a Engenharia. Método de Gaspar Monge.


Estudo do Ponto. Estudo da Reta e suas posições. Estudo do Plano.
Representação de sólidos geométricos no Plano: Cubo, Cilindro, Tetraedro e
Paralelepípedo.
Bibliografia:
1. ATAYDE, V. Noções de geometria descritiva. Editora ao livro técnico,
São Paulo, 1994. 5ªed.. vol 1. 230p.
2. LACOURT, H. Noções e fundamentos de geometria descritiva.
Editora LTC, Rio de Janeiro, 1995, 340p.
3. MONTENEGRO, G.A. Geometria descritiva. Edgard Blucher, vol1, São
Paulo, 2004. 192p.
4. PRINCIPE JÚNIOR, A.R. Noções de geometria descritiva. Nobel, São
Paulo, 2004. vol 1. 311p.

Introdução a Engenharia Civil


Carga horária: 45 h
Créditos: 3
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisito: Não requer
Ementa: O conceito de Engenharia. A Metodologia da solução dos problemas.
História da Engenharia Civil no Brasil e no mundo. Relação
Arquiteto/Engenheiro. O Engenheiro Civil no escritório e na obra: relação com
os técnicos. As áreas de Engenharia Civil: estruturas, geotecnia, hidráulica,
transportes. Especialidades na Engenharia. Oportunidades e perspectivas.
Seminários Avançados.
Bibliografia:

1. HOLTZAPPLE, Mark Thomas, REECE, W. Dan. Introdução à


engenharia. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora
S. A., 2006.
2. PEREIRA, Luiz Teixeira do Vale, BAZZO, Walter Antonio. Introdução à
engenharia. Florianópolis: UFSC, 2006.
3. ZARO, Milton A. e Timm, Maria Isabel. Ensino da engenharia: do
positivismo à construção das mudanças para o século XXI. Porto
Alegre: Editora da UFRGS, 2006.

2º PERÍODO
31

Cálculo Diferencial e Integral II


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Cálculo Diferencial e Integral I
Ementa: Aplicação de Integral Definida. Integrais Impróprias. Sucessões e
Séries Numéricas. Séries de Potências. Fórmulas e Séries de Taylor e de
McLaurin. Introdução às funções vetoriais de variável real.
Bibliografia:

1. MUNEM, Mustafa A. e FOULINS, David J. Cálculo vol. I e II. Editora


Guanabara Dois S/A, RJ. 1982
2. THOMAS, Finney. Cálculo Diferencial e Integral vol. 2 e 3. Livros
Técnicos e Científicos Editora S/A. RJ . 1983.
3. LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica vol.1 e 2.
Editora Harbra. RJ, 1977
4. LARSON/ HOSTETLER / EDWARDS .Cálculo com geometria
Analítica vol. 1 e 2. LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. RJ,
1998
5. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo vol. 2 e 3. Editora
Livros Técnicos e Científicos.

Álgebra Linear Aplicada


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Cálculo Vetorial e Geometria Analítica
Ementa: Espaços vetoriais. Transformações lineares. Autovalores e
autovetores.
Bibliografia:

1. BOLDRINI, José Luís. Álgebra linear. 3ª edição. Editora Harbrar Ltda.


SP. 1980.
2. CALLIOLI, Carlos Alberto. Álgebra linear e aplicações.6ª edição ver.
Editora Atual. São Paulo. 1990.
3. STEINBRUCH, Alfredo. Álgebra linear. 2ª edição. 2º MacGraw -Hill,
SP. 1987.
32

Física II
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisitos: Física I
Ementa: Sólidos. Temperatura. Calor e 1a lei da termodinâmica. Teoria cinética
dos gases. 2a lei da Termodinâmica e entropia. Ondas. Natureza e propagação
da luz. Reflexão e refração. Ondas em superfícies planas e esféricas.
Interferência e difração.
Bibliografia:
1. H. Moysés Nussenzveig, Curso de física básica - Vol 2 - Fluidos,
Oscilações e Ondas; Calor. Ed. Edgard Blücher Ltda.
2. H. Moysés Nussenzveig, Curso de física básica - Vol 4 - Ótica,
Relatividade e Física Quântica. Ed. Edgard Blücher Ltda.
3. Paul Tipler. Física volume 2 - gravitação, ondas e termodinâmica.
Terceira Edição. LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.
4. Paul Tipler, Física volume 4 - Ótica e física moderna Terceira Edição.
LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.
5. R. Resnick e D. Halliday. Física volume 2 LTC - Livros Técnicos e
Científicos Editora S.A.
6. R. Resnick e D. Halliday. Física volume 4 LTC - Livros Técnicos e
Científicos Editora S.A.

Ciência e Tecnologia dos Materiais


Carga horária: 45 h
Créditos: 3
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Química Geral
Ementa: Ligações químcas. Introdução ao estudo dos materiais. Estruras
cristalinas. Defeitos da estrutura cristalina. Propriedades mecânicas dos
materiais. Diagrama de equilíbrio. Materiais poliméricos. Materiais cerâmicos.

Bibliografia:
1. A.G.GUY – Ciência dos materiais – Ed. McGraw-Hill, Nova York, 1980
2. R.A.HIGGINS – Propriedades e estruturas dos materiais em
engenharia – Difel Difusão Editorial S.A, 1977.
3. LAWRENCE H. VAN VLACK – Princípio de ciência dos materiais.
Editora Edgard Blucker Ltda – 1970.
33

Expressão Gráfica
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Geometria Descritiva
Ementa: Instrumentação, normas e convenções (legenda, escalas, colagem,
caligrafia). Entes geométricos. Construções geométricas. Projeção ortogonal
(vistas/cortes – leitura/interpretação). Noções de perspectivas (paralela
cavaleira, paralela isométrica, cônica com 1 e 2 pontos).
Bibliografia:
1. CHING, Francis D. K.. Representação gráfica em arquitetura. São
Paulo: Bookman, 1995. 3ed.
2. FREENCH, T. e VIERCK, C. J.. Desenho técnico e tecnologia gráfica.
São Paulo: Globo, 1999. 6ª edição.
3. GOMBLICH, Ernst H.. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
4. ROCHA, A. J. F. e SIMÕES, R. G.. Desenho Técnico. São Paulo:
Plêiade, 2006. Vol2, 2ª edição.
5. SHIFFMAN, Harvey Richard. Sensação e percepção. Rio de Janeiro:
LTC, 2005.

Mecânica Geral
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisito: Cálculo Diferencial e Integral I e Cálculo Vetorial e Geometria
Analítica
Ementa: Principios Gerais. Vetores Força. Equilibrio de um ponto Material.
Resultante de Sistemas de Forças. Equilibrio de um Corpo Rígido. Analise
Estrutural. Forças Internas. Centro de Gravidade e Centroide. Momento de
Inércia.
Bibliografia:
1. BEER, F. e JOHSTON Jr., E. R.. R.. Resistência dos materiais.
São Paulo: McGraw Hill do Brasil, 1989.
2. HIBBELER, R. C.. ESTÁTICA Mecânica para Engenharia. São Paulo:
Pearson Education, 10ª edição, 1 reinpressão 2006.
3. KAMINSKI, Paulo Carlos. Mecânica geral para engenheiros. São
Paulo: Edgard Blücher, 2000.
4. VIERO, Edson Humberto. Isostática passo a passo. Porto Alegre:
Educs, 2005.
34

Língua Portuguêsa
Carga horária: 45 h
Créditos: 3
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
Ementa: Noções Básicas sobre Linguagem: reconhecendo a linguagem como
processo de interação e a sua imprescindibilidade para a atuação profissional.
Noções Básicas sobre Texto e Leitura: reconhecendo o papel dos Elementos
Lingüísticos, do Contexto Sócio-histórico e dos Mecanismos Lógico-semânticos
para os procedimentos de Leitura e de Produção Textual. Produção textual:
planejando e produzindo textos expositivos, argumentativos, técnicos e
científicos. Revisão de tópicos lingüísticos emergentes.
Bibliografia:
1. BASTOS, Lúcia Kopschitz. Coesão e coerência em narrativas
escolares. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
2. CONTENTE, Madalena. A leitura e a escrita: estratégias de ensino
para todas as disciplinas. Lisboa: Presença, 2000.
3. FIORIN, José Luís & SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto:
leitura e redação. São Paulo: Ática, 1995.
4. ________. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1996.
5. GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula: leitura e
produção. Paraná Assoeste. 8ª ed. 1999.
6. KLEIMAN. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas,
SP: Pontes, 1989.
7. _________. Oficina de leitura: teoria e prática. Campinas, SP: Editora
da UNICAMP, 1993.
8. KOCH, Ingedore G. Villaça. Argumentação e linguagem. São Paulo:
Pontes, 1993.
9. _________. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1995.
10. ________. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 1993.
11. _______ & TRAVAGLIA, Luis Carlos. A coerência textual. São Paulo:
Contexto, 1990.
12. MARTINS, Maria Helena (org.). Questões de linguagem. São Paulo:
Contexto, 1994.
13. PÉCORA, Alcir. Problemas de redação. São Paulo: Martins Fontes,
1992.
14. VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. São Paulo:
Martins Fontes, 1991.

Psicologia Aplicada
Carga horária: 30 h
35

Créditos: 2
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
Ementa: Contexto histórico do surgimento da Psicologia científica: modo de
produção capitalista e ideologia burguesa. As representações da relação
indivíduo – sociedade na Psicologia objetivista versus subjetivista. A
subjetividade em Psicologia aplicada à Engenharia Civil. O trabalho e a sua
importância na formação do psiquismo humano. Reificação, coisificação e
expropriação do trabalho na sociedade moderna. O sujeito histórico e
polissêmico na sociedade de classes e multicultural.
Bibliografia:

1. FERREIRA, May Guimarães. Psicologia educacional análise crítica.


SÃO Paulo, Cortez, 1986.
2. ________________________. Concepções de subjetividade em
Psicologias. Campinas, Pontes, 2006.
3. GOULART, Íris Barbosa. Psicologia organizacional e do trabalho.
São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
4. SHIFFMAN, Harvey Richard. Sensação e percepção. Rio de Janeiro:
LTC, 2005.
5. SILVA, Maria de Fátima de Sena e AQUINO, Cássio Adriano Braz de.
Psicologia social. São Paulo: Escrituras, 2004.

Metodologia da Pesquisa Científica


Carga horária: 30 h
Créditos: 2
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
Ementa: A pesquisa e o problema do Conhecimento. A pesquisa cientifica e
suas características. Métodos Científicos. Etapas de elaboração execução da
pesquisa: projeto de pesquisa e monografia.
Bibliografia:
1. ARBIERE, J. C., Produção e transferência de tecnologia. São Paulo,
Ática, 1990.
2. Governo Federal. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
do Maranhão – IFMA. Diretoria Geral do Campus São Luís – Monte
Castelo. Diretoria de Ensino Superior – DESU. Departamento
Acadêmico de Ciências Humanas e Sociais – DHS
3. DEMO, P.. Pesquisa – Princípio científico e educativo. São Paulo:
Cortez, 2001.
36

4. FREIRE-MAIA, N.. A ciência por dentro. Petrópolis: Vozes, 1991.


5. KREMER, G. M.. Métodos e técnicas de pesquisa. In Curso de
Mestrado em Ciência da Informação. Belo Horizonte: EB/UFMG, 2003.
6. LAKATOS, E. M., MARCONI, M. Metodologia do trabalho científico.
SP-Atlas, 2004.
7. LEVY, P.. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34,
1993.
8. REGES DE MORAIS, F.. Filosofia da ciência e da tecnologia. 5
ed..Campinas:Papirus, 1998.
9. WEIL, P. D’AMBRÓSIO, VI CREMA, R.. Rumo a nova
transdiciplinaridade. São Paulo; Sumus, 1993.

3º PERÍODO

Cálculo Diferencial e Integral III


Carga horária: 75 h
Créditos: 5
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Cálculo Diferencial e Integral II
Ementa: Funções de várias variáveis. Limite e Continuidade de Funções de
mais de uma variável. Derivada direcional. Máximos e Mínimos. Integrais
Múltiplas. Integrais de Linha e de Superfície. Teorema de Green. Teorema de
Gauss ou da Divergência. Teorema de Stokes.
Bibliografia:
1. MUNEM, Mustafa A. e FOULINS, David J. Cálculo vol. II. Editora
Guanabara Dois S/A, RJ. 1982.
2. LARSON et al. O cálculo com geometria analítica vol. 2. LTC - Livros
Técnicos e Científicos Editora S/A. RJ, 1998
3. LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica vol. 2 . Editora
Harbra. S.A SP, 1977.
4. RIGHETTO, Armando e FERNANDO, Antonio Ségio. Cálculo
diferencial e integral II. Editora IBEL. SP, 1981.

Física III
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisitos: Física II.
Ementa: Carga e matéria. O campo elétrico. Lei de Gauss. Potencial Elétrico,
capacitores e dielétricos. Corrente e resistência. Circuitos de corrente contínua.
37

O campo magnético e suas fontes. Lei de Ampére. Lei de Faraday. Noções de


relatividade especial.
Bibliografia:
1. NUSSENZVEIG, H. Moysés. Curso de física básica - Vol 3 e 4 -
Eletromagnetismo Ed. Edgard Blücher Ltda.
2. RESNICK R. e D. Halliday, Física volume 3 e 4- LTC - Livros Técnicos
e Científicos Editora S.A.
3. TIPLER, Paul. Física volume 3 e 4 - Eletricidade e magnetismo
Terceira Edição. LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.

Arquitetura
Carga horária: 45 h
Créditos: 3
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Expressão Gráfica
Ementa: Simbologia do desenho arquitetônico. Desenho arquitetônico: plantas,
cortes e fachadas. Levantamento métrico. Leitura e interpretação do projeto
arquitetônico. Etapas do projeto arquitetônico. Plantas de implantação,
localização e cobertura Escada e rampa. Reforma e ampliação. Acessibilidade.

Bibliografia:
1. CHING, Francis D. K.. Representação gráfica em arquitetura. São Paulo:
Bookman, 1995. 3ed.
2. FREENCH, T. e VIERCK, C. J.. Desenho técnico e tecnologia gráfica.
São Paulo: Globo, 1999. 6ª edição.
3. MONTENEGRO. Gildo. Desenho arquitetônico. São Paulo: Edgard
Blücher, 2001.
4. NEUFERT, Ernest. Arte de projetar em arquitetura. São Paulo: Gustavo
Gilli do Brasil, 1986.
5. SÃO LUIS. SEMTHURB – Secretaria Municipal de Terras e Urbanismo –
Legislação urbanística básica de São Luis – São Luis: Imprensa
Universitária, 1998

Topografia Aplicada I
Carga horária: 75 h
Créditos: 5
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisitos: Geometria Descritiva
Ementa: Definições, objetivos e divisões e unidades usuais da Topografia.
Equipamentos auxiliares na topografia. Medidas de distancias horizontais.
38

Levantamento de pequenas propriedades com medidas lineares. Descrição e


manuseio de instrumentos de topografia (Teodolitos, níveis, Estação Total,
GPS etc). Sistemas de coordenadas topográficas e geográficas. Convenções
topográficas. Azimute. Rumo. Ângulos internos e deflexão. Cálculo de
poligonais: erros, compensação e área (cálculo geométrico e analítico).
Desenho de poligonais. Manuseio de aparelhos. Levantamentos planimétricos:
utilizando apenas medidas lineares; por caminhamento; por irradiação e por
interseção. Áreas extrapoligonais. Determinação indireta de distâncias.
Taqueometria. Equipamentos eletrônicos. Introdução a locação da obra.
Bibliografia:
1. ANDERSON, J. M.. Surveying, theory and practice. USA, Boston:
WCB/McGraw-Hill, 1998.
2. BERLI, A. E.. Topografia.. Buenos Aires: El Álamo, 1991. Vol.1 e 2.
3. BORGES, Alberto de Campos. Topografia Aplicada a Engenharia Civil,.
São Paulo: Edgard Blücher, 1995. Volume 1, 13ª reimpressão 2006.
4. BORGES, Alberto de Campos. Topografia Aplicada a Engenharia Civil,.
São Paulo: Edgard Blücher, 1995. Volume 2, 13ª reimpressão 2006.
5. BURNSIDE, C. D.. Eletromagnetic distance measurement. USA: BSP
Professional Books, 1991.
6. COMASTRI, J. A. e GRIPP Jr., J.. Topografia aplicada: medição,
divisão e demarcação. Viçosa: UFV, 1990.

Resistência dos Materiais I


Carga horária: 90 h
Créditos: 6
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisito: Mecânica Geral
Ementa: Solicitação por esforço normal; Solicitação por esforço cortante;
Solicitação por flexão; Deformação por flexão; Flexão geral e Torção.
Bibliografia:
1. BEER, F.P. & JONSTON JR., E.R. “Resistência dos materiais”, Ed.
Makron Books, São Paulo, 1995.
2. GRAIG JR., R.R.. “Mecânica dos materiais”, Ed. Livros Técnicos e
Científicos, Rio de Janeiro, 2003.
3. GERE, J.M., “Mecânica dos materiais”, Ed. Pioneira Thomson
Leaming, São Paulo, 2003.
4. SCHIL, F. “Introdução à resistência dos materiais, Ed. Harper & Row
do Brasil, São Paulo, 1984.
39

Geologia Aplicada
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Não requer
Ementa: Fundamentos da Geologia. Minerais e rochas. Dinâmica externa e
interna. Geomorfologia. Hidrogeologia e atividade tectônica.
Bibliografia:
1. BITAR, Omar Yazbek. Meio ambiente e geologia São Paulo: Editora
SENAC, 2004.(Meio ambiente; v. 3) ISBN 857359406-3.
2. CONSTITUINTE; A nova política mineral. Constituinte: a nova política
mineral.Gabriel Guerreiro ET AL. Brasília: CNPQ ,1988.169 p.
3. CUNHA, Francisco Mota Bezerra. Aventuras de um geólogo pioneiro
na Amazônia. São Paulo: Livre Expressão, 2012.179 p.,Il. ISBN
8579843211.
4. CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antonio José Teixeira.
Geomorfologia: exercícios, técnicas e aplicações. 3ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil,2009. 345 p.ISBN 8528605488.
5. DECIFRANDO a terra. Decifrando a terra. Wilson Teixeira ET AL. São
Paulo: Companhia Editorial Nacional,2000. 557p., il, ISBN 8504011739.
6. DE-POLI, Helvécio; PIMENTEL, Márcio Sampaio. Indicadores de
qualidade do solo. In: PROCESSOS biológicos no sistema solo-planta;
AQUINO,Adriana Maia de;ASSIS, Renato Linhares de (Ed.) Processos
biológicos no sistema solo-planta: ferramentas para uma agricultura.
Brasília: Embrapa , 2005. 368 p., il. ISBN 8573833041. P.17
7. GEOLOGIA do Brasil.Geologia do Brasil: texto explicativo do mapa
geológico do Brasil e da área oceânica adjacente incluindo depósitos
minerais. Brasília: [s.n], 1984. 501 p., il.
8. GUERRA, Antônio José Teixeira e CUNHA, Sandra Baptista.
Geomorfologia: exercícios, técnicas e aplicações. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 1996.
9. HURLEY,Patrick M. Qual é a idade da terra? [S.I]Editora da
Universidade de São Paulo. 177p
10. LANDGRAF, Maria diva; MESSIAS , Rossane Amorim; REZENDE,
Maria Olíimpia Oliveira. A importância ambiental da
vermicompostagem: vantagens e aplicações.São Carlos: rima,
2005.106p.il, ISBN 8576560410.
11. LEINZ, Viktor. Geologia Geral.Sérgio Estanislau do Amaral. 14.ed São
Paulo: Companhia Editorial Naconal,2003. 398p., il. ISBN 850400354.
12. LEPSCH, Igo F.Formação e conservação dos solos.São Paulo:oficina
de textos 2002. 178p., il. ISBN 858623858-1.
13. LYINCH, J.M. Biotecnologia do solo: fatores microbiológicos na
produtividade agrícola.São Paulo: Manole, 1986.209 p., il.
14. MACIEL FILHO, Carlos Leite. Introdução a geologia de engenharia.
São Paulo: Edgard Blücher, 2003.
40

15. POPP, José Henrique. Geologia geral. 5ed Rio de Janeiro: LTC, C
1998. 376 p il ISBN 8521611374.
16. SKINNER, Brian J. Recursos mineirais da terra. Tradução de Helmut
Born, Eduardo Camilher Demasceno. São Paulo: Edgar BlüCHER, 1970.
139 p., il.
17. SOARES,José Luís. A Terra : preservação ambiental : ar, agua, solo,
ecologia, e saúde. São Paulo : Moderna, 1995.
18. SUGUIO, Kenitiro. Geologia sedimentar. São Paulo: Edgard Blücher,
2003.
19. SUGUIO, Kenitiro; SUZUKI, Ulko. A evolução geológica da Terra e a
fragilidade da vida. 2. Ed. São Paulo: Blucher, 2010.152 p., il.
8521204992.
20. SUSZCYNSKI, Edison F. Os recursos minerais reais e potenciais do
Brasil e sua metalogenia. Rio de Janeiro: Interciência. 536 p.
21. TOLEDO,Maria Cristina M.; OLIVEIRA, Sona Maria B. de; MELFI,
Adolpho J. Intemperismo e formação do solo. In: DECIFRANDO a terra.
Decifrando a terra. Wilson Teixeira et al São Paulo: Companhia
Editorial Nacional, 2000. 557 p., il. ISBN 8504011739. P.139.

Língua Inglêsa
Carga horária: 45 h
Créditos: 3
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
Ementa: Leitura de textos acadêmicos e científicos na aérea de Engenharia
Civil nos três níveis de compreensão: geral, idéias principais e idéias
detalhadas através de estratégias de leitura como skimming, scanning,
inferência, conhecimento prévio, identificação de cognatos e palavras-chaves.
Apresentação da Gramática de forma contextualizada. Desenvolvimento das
habilidades comunicativas.
Bibliografia:
1. BONAMY, David. English for technical students. Longman, 1984.
2. BROWN, H. Douglas. Teaching by principles: an interactive
approach to language pedagogy. Longman, 2001.
3. GLENDINNING, Eric & Norman. Electrical and mechanical
Engineering. Oxford University Press. 1996.
4. GRELLET, Françoise. Developing reading skills. Cambridge:
Cambridge University Press, 1990.
5. GUANDALINI, Eiter Otávio. Técnicas de leitura em inglês. São Paulo:
Texto Novo, 2002.
6. HUTCHINSON, T & WATERS, Alan. Interface: english for technical
communication. Londres: Longman. 1984.
41

7. MUNHOZ, Rosangela. Inglês instrumental: estratégias de leitura. São


Paulo: Textonovo, 2001.
8. WILLIAMS, Ivor . English for science & engineering . Professional
English. Thomson, 2007.

Probabilidade e Estatística
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Cálculo Diferencial e Integral I
Ementa: Conceitos básicos da Estatística; Séries Estatísticas; Tabelas e
gráficos; Distribuição de freqüência; Medidas de tendências centrais e
separatrizes; Medidas de variabilidade; Noções de probabilidade; Variáveis
aleatórias; Principais distribuições amostrais.
Bibliografia:
1. FONSECA, Jairo Simon. Estatística e probabilidade. Ed. Atlas.
2. GRAMER, Harald. Elementos da teoria de probabilidade. Ed. Mestre
Jou.
3. LIPSCHUTZ, Seymur. Probabilidade: Mc Graw Hill do Brasil, 1972
4. MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. Livros
Técnicos e Científicos S/A
5. ROCHA, Marcos Vinícius. Curso de estatística. IBGE. 3a. ed.
6. SPIEGEL, R. Murray. Estatística. Mc Graw Hill do Brasil, 1971.
7. STEVSON, William J. Estatística aplicada à administração. Harper e
How do Brasil, 1981.

4º PERÍODO

Equações Diferenciais
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisitos: Cálculo Diferencial e Integral III
Ementa: Equação Diferencial; Equação Diferencial Ordinária de Primeira
Ordem; Equação Diferencias de Ordem Superior.
Bibliografia:
1. AYRES, Frank – Equações diferenciais. São Paulo, Makron Books,
1994
42

2. FIGUEIREDO, Djairo Guedes –Equações diferencias aplicadas . Rio


de Janeiro, Instituto de Matemática Pura e Aplicada. CNPq, 1997.
3. GUIDORIZZI, Hamilton – Um curso de cálculo: Vol.1,2,3 e 4. Rio de
Janeiro, LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S. A. , 1986
4. KREYSZIG, Erwin. – Matemática superior, 1: equações diferenciais
ordinárias. Rio de Janeiro, LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora
S. A. , 1984

Mecânica dos Solos I


Carga horária : 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisitos: Geologia Aplicada
Ementa: Gêneses do Solo: fatores e processos de formação, Morfologia de
Solos. Classificação de solos: Taxonômica e Interpretativa. Propriedades
Químicas e Físicas (Índices Físicos). Erosão dos Solos Urbanos. Disposição de
Resíduos. Granulometria (Distribuição Granulométrica). Plasticidade e
Consistência. Identificação e Classificação dos Solos.
Bibliografia:
1. BARATA , Fernando Emmanuel. Propriedades mecânica dos solos:
uma introdução ao projeto de fundações. Rio de Janeiro: LTC, 1984. 152
p. il. ISBN 8521603169.
2. CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos. Rio de Janeiro: LTC –
Livros Técnicos e Científicos, 1997
3. DAS, Braja M.. Fundamentos de engenharia geotécnica. Revisão de
Pérsio Leister de Almeida Barros. São Paulo Cengage Learning, 2011.
559p Tradução da 6 edição norte-americana. Tradução da All Tasks(
Empresa de tradução). ISBN 8522105480.
4. Natureza e propriedades dos Solos. Nyce I Brady
5. PINTO, Carlos de Sousa. Curso Básico de Mecânica dos Solos. São
Paulo: Oficina de Texto, 2002.
6. SENÇO, Wlastermiler de. Manual de técnicas de pavimentação. São
Paulo: PINI, 1997. Vol1.

Fenômenos de Transporte
43

Carga horária: 75 h
Créditos: 5
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisito: Cálculo Diferencial e Integral III e Física II
Ementa: Propriedade dos Fluidos. Estática dos Fluidos. Conceitos e Equações
Fundamentais do Movimento dos Fluidos: Forças em Superfícies Submersas;
Efeito da Viscosidade; Resistência Fluida. Análise Dimensional e Semelhança
Dinâmica: Escoamento sem Atrito com Troca de Calor em Condutores.
Bibliografia:
1. BENNET, C. O.; MYERS, J. E. Fenômeno de transporte. São Paulo:
Editora McGraw-Hill.
2. FOX, R. W. Introdução a mecânica dos fluidos. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara.
3. GEIGER, G. H.; POIRIER, D. R. Transport phenomena in metallurgy.
Addison-Wesley. 1993.
4. SHAMES, I. H. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Edgard Blucher
LTDA.
STREETER, V. L. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Editora McGraw-
Hill.

Eletrotécnica Geral
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisito: Física III
Ementa: Introdução a circuitos elétricos. Corrente e tensão elétrica. Resistência
elétrica. Lei de Ohm. Leis de Kirchhoff. Circuitos série e paralelo. Conversão de
fontes. Método de análise de malhas. Capacitores. Indutores. Correntes
alternadas senoidais. Álgebra complexa e fasores. Circuitos de correntes
alternadas série e paralelo. Método de análise de malhas aplicado a corrente
alternada. Sistemas polifásicos.
Bibliografia:
1. Boylestad, R. L. Introdução à análise de circuitos. Pearson/Prentice Hall.
São Paulo. 2004.
2. Irwin, J.D. Introdução à análise de circuitos elétricos. LTC. São Paulo.
2005.
3. O’Malley, J. Analise de circuitos. Makron Books. São Paulo. 1993.
4. Orsini, L. Q. Curso de circuitos elétricos - Vol. 1 Edgard Blucher. São
Paulo. 2002.
44

5. Orsini, L. Q. Curso de circuitos elétricos - Vol. 2 Edgard Blucher. São


Paulo. 2004.

Materiais de Construção I
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisito: Ciência e Tecnologia dos Materiais
Ementa: Classificação, características e propriedades e emprego.
Normalização técnica. Materiais Cerâmicos: produtos cerâmicos, tijolos, blocos,
telhas, revestimentos cerâmicos e vidros. Solo cimento: Tijolo e parede
monolítica. Alvenarias e Painéis. Resíduos de construção civil. Materiais
metálicos: produtos siderúrgicos. Materiais poliméricos: madeira, plásticos,
borrachas, pvc, tintas e vernizes. Materiais betuminosos.
Bibliografia:
1. AZEREDO, Helio Alves. O Edifício e seu acabamento – Prática de
construção civil. São Paulo: Edgard Blücher, 1997.
2. BAUER, L. A. Falcão. Materiais de construção. Novos materiais para
construção civil. vol. 2, 5º ed. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e
Científicos Editora, 2003.
3. BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções.
v.1, 8 ed. (revista e ampliada), São Paulo: Edgard Bluche, 2004.

Topografia Aplicada II
Carga horária: 75 h
Créditos: 5
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Topografia Aplicada I
Ementa: Altimetria: definição. Referências de nível. Altitudes e cotas. Manuseio
de aparelhos. Nivelamento geométrico. Perfil longitudinal e seções
transversais. Curvas de nível pelo método da quadriculação. Curvas de nível
pelo método da irradiação taqueométrica. Terraplenagem para plataforma.
Locação de taludes. Nivelamento trigonométrico. Preparo e execução de
locação de edifícios planialtimétrico. Introdução, uso e aplicação de programas
de Topografia. Curvas horizontais, curvas verticais. Introdução às técnicas
modernas de levantamentos. Introdução a teoria dos erros. Loteamento e
arruamento.
45

Bibliografia:
1. ANDERSON, J. M.. Surveying, theory and practice. USA, Boston:
WCB/McGraw-Hill, 1998.
2. ANTAS, Paulo Mendes [et alii]. Estradas: projeto geométrico e de
terraplenagem. Rio de Janeiro, Editora Interciência, 2010.
3. BORGES, Alberto de Campos [et alli]. Praticas das pequenas
construções. São Paulo: Editora Edgard Blucher 8ª edição, 2ª
reimpressão revista e ampliada 2000.
4. BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. São Paulo:
Edgard Blücher, 1995. Volume único, 13ª reimpressão 2006.
5. BORGES, Alberto de Campos. Topografia Aplicada a Engenharia Civil,.
São Paulo: Edgard Blücher, 1995. Volume 2, 13ª reimpressão revisada
2006.
6. COMASTRI, J. A. e GRIPP Jr., J.. Topografia aplicada: medição,
divisão e demarcação. Viçosa: UFV, 1990.
7. GHILANI, Charles D. & WOLF, Paul R.. Elementary surveying: an
introduction to geomatics. USA: Thirteenth Edition, 2012.
8. MORETTI, Ricardo de Sousa. Loteamentos: Manual de
Recomendações para Elaboração de Projeto. São Paulo: IPT, 2ª edição
1987.
9. Sistema TopoGRAPH 98, Char Pointer informática, 1999.
10. VERGANA, O. R.. Atualização cartográfica utilizando imagens de
sensoriamento remoto orbital: desenvolvimento e tese de uma
metodologia. São Paulo: EPUSP, 1999.

Resistência dos Materiais II


Carga horária: 90 h
Créditos: 6
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Resistência dos Materiais I
Ementa: Esforços combinados; Deformações combinadas, Flambagem,
Critérios de resistência e Flambagem.
Bibliografia:
1. BEER, F.P. & JONSTON JR., E.R. “Resistência dos materiais”, Ed. Makron
Books, São Paulo, 1995.
2. GRAIG JR., R.R.. “Mecânica dos materiais”, Ed. Livros Técnicos e Científicos,
Rio de Janeiro, 2003.
3. GERE, J.M., “Mecânica dos materiais”, Ed. Pioneira Thomson Leaming, São
Paulo, 2003.
4. SCHIL, F. “Introdução à resistência dos materiais, Ed. Harper & Row do
Brasil, São Paulo, 1984.
46

5º PERÍODO

Mecânica dos Solos II


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Mecânica dos Solos I
Ementa: Percolação das águas nos solos. Distribuição das pressões. Empuxo
de terra. Condições de estabilidade dos muros de arrimo. Capacidade de carga
dos solos. Rebaixamento do nível d’água. Recalques. Estabilização de
maciços. Estabilidade de taludes. Barragens de terras.
Bibliografia:

1. BARATA , Fernando Emmanuel. Propriedades mecânica dos solos:


uma introdução ao projeto de fundações. Rio de Janeiro: LTC, 1984. 152
p. il. ISBN 8521603169.
2. CAPUTO, Homero Pinto.Mecânica os solos e suas aplicações. 2.ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Cientifícos,1979. 267 p., il.
3. CORINGA, Elaine de arruda Oliveira. Solos. Curitiba: LT,2012. 248 P.
lL. Isbn 8563687418.
4. DAS, Braja M.. Fundamentos de engenharia geotécnica. Revisão de
Pérsio Leister de Almeida Barros. São Paulo Cengage Learning, 2011.
559p Tradução da 6 edição norte-americana. Tradução da All Tasks(
Empresa de tradução). ISBN 8522105480.
5. FUNDAÇÕES; Hachich, Waldemar (Ed.) ET al. Fundações: teoria e
prática. 2ed. São Paulo: Pini, 1998. 751 p., il . ISBN 8572660984.
6. GUIDICINI, Guido; NIEBLE, Carlos Manoel. Estabilidades de taludes
naturais. 2ed. São Paulo: Edgar Blucher,1983.194.p., il.
7. MOLITERNO, Antônio. Cadernos de muros de arrimo. São Paulo:
Edgard Blücher, 2000.
8. PEREIRA, Mario Brandi. A mecânica dos solos e a técnica rodoviária.
78 p.[S.I:s.n].
9. SCHNAID, Fernando. Ensaios de campo e suas aplicações à
engenharia de fundações. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
47

10. SENÇO, Wlastermiler de. Manual de técnicas de pavimentação.


São Paulo: PINI, 1997. Vol1.
11. Vargas, Milton. Introdução à mecânica dos solos. São Paulo:
MecGraw-Hill do Brasil, 1978. 512 p., il.
12. Vargas, Milton. Introdução à mecânica dos solos. São Paulo:
MecGraw-Hill, 1977. 509 p., il.

Hidráulica Aplicada
Carga horária: 75
Créditos: 5
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Fenômenos de Transporte
Ementa: Hidrostática. Hidrodinâmica. Orifícios, vertedouros, sifões. Perdas de
cargas localizadas. Canais abertos. Máquinas hidráulicas. Sistemas de
recalque. Cavitação. Golpe de aríete. Escoamento uniforme em canais.
Escoamento variado em canais.
Bibliografia:

1. CIRILO, J. A. .Hidráulica aplicada. 2. ed. rev. ampl. Porto Alegre:


ABRH, 304 p. 2003.
2. GRIBBIN, J. E. Introdução à hidráulica e hidrologia na gestão de
águas pluviais. São Paulo: Cengage Learning, 494 p. 2009.
3. LENCASTRE, A. Hidráulica geral. Lisboa: Luso-Brasileira, 654 p. 1983.
4. NEVES, E. T.. Curso de hidráulica. Porto Alegre: Globo. 1970.

Cálculo Numérico
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisito: Equações Diferenciais
Ementa: Delimitação de raízes. Interpolação. Integração numérica.
Aproximação polinomial pelo método dos mínimos quadrados.
Bibliografia:

1. DOUGLAS, Dirceu. Cálculo Numérico. LTC, 1976.


2. MIRSHAWKA, Victor. Cálculo Numérico. LTC. 1996.
3. RUGGIERO, M. A. e LOPES, V. L. R.. Cálculo numérico, aspectos
teóricos e computacionais. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1988.
48

Análise de Estruturas I
Carga horária: 90 h
Créditos: 6
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisitos: Resistência dos Materiais II
Ementa: Energia de deformação. Teoremas de energia. Cálculo de
deformações em estruturas isostáticas. Princípio dos Trabalhos Virtuais.
Hiperestática – Método das Forças. Estruturas sob apoio elástico.
Bibliografia:

1. MARTHA, L. F.. Análise de estruturas – Conceitos e métodos


básicos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
2. POLILLO, A.. Exercícios de hiperestática. Rio de Janeiro. Científica,
1982.
3. SORIANO, H. L.; LIMA, S. S.. Análise de estruturas – Método das
Forças e Método dos Deslocamentos – 2ª Edição. Rio de Janeiro:
Editora Ciência Moderna Ltda., 2006.
4. SOUSA, J.C.A.O.; ANTUNES, H.M.C.C.. Processos gerais da
hiperestática clássica. São Carlos: EESC-USP, 1995.
5. SÜSSEKIND, J. C.. Curso de análise estrutural. Rio de Janeiro,
Editora Globo, vol. 2, 1983.

Materiais de Construção II
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Materiais de Construção I
Ementa: Agregados. Agua de amassamento. Argamassa. Aditivos. Cimento.
Cal. Gesso. Concreto de cimento Portland. Concreto ecológico: Adições
minerais. Concretos para fins especiais.
Bibliografia:

1. BAUER, L. A. Falcão. Materiais de Construção. Novos materiais para


construção civil. vol. 2, 5º ed. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e
Científicos Editora, 2003.
2. HELENE, Paulo. Terzian, Paulo. Manual de dosagem e controle do
concreto. São Paulo: Editora Pini, 1992.
3. ISAIA, G.C. Concreto Ciência e tecnologia. vol 1e 2,2º ed. IBRACON.
49

6º PERÍODO

Instalações Hidráulicas e Sanitárias


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Hidráulica Aplicada
Ementa: Instalações hidráulicas de água fria. Instalações de Esgotos
Sanitários. Instalações de Águas pluviais. Instalações de Combate a incêndio.
Instalações de Água quente. Instalações de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).
Noções sobre Instalações Industriais: instalação de oxigênio, instalações de
água gelada, instalações de ar comprimido.
Bibliografia:

1. AZEVEDO NETTO, José Martiniano de, 1918 -1991. Manual de


hidráulica Azevedo Netto: Coordenação Roberto de Araujo: co-autores
Miguel Fernandez y Fernandez,Acácio Eiji Ito. São Paulo. Edgard
Blücher, 1998.
2. LARA Márcia, Baptista Márcio. Fundamentos de Engenharia
hidráulica. Belo Horizonte.Editora UFMG, 2003
3. MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e Instalações de
bombeamento. Rio de janeiro. Livros técnicos e científicos, 1997.
4. __________, Archibald Joseph. Manual de instalações hidráulicas e
sanitárias. Rio de janeiro. Livros técnicos e científicos, 1990.
5. Normas da ABNT: NBR 5626/1998(água fria), NBR 8160/1999(esgotos
sanitários), NBR 10844/1898(águas pluviais), NBR 7198/1993(água
quente), NBR 13714/2000(combate a incêndios), COSCIP e Resoluções
do Corpo de Bombeiros Militar – MA (combate a incêndios), NBR
15526(gás GLP).

Análise de Estruturas II
Carga horária: 90 h
Créditos: 6
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Análise de Estruturas I
Ementa: Método dos deslocamentos. Arcos e estruturas contínuas. Recalques.
Efeitos da temperatura. Linhas de influência em estruturas isostáticas e
hiperestáticas. Introdução à análise matricial das estruturas.
Bibliografia:
50

1. MARTHA, L. F.. Análise de estruturas – Conceitos e métodos


básicos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
2. MCGUIRE, W., GALLAGHER, R.H. e ZIEMIAN, R.D. Matrix structural
analysis, 2a Edição, John Wiley, New York, 2000.
3. SORIANO, H. L.. Análise de estruturas – Formulação matricial e
implementação computacional. Rio de Janeiro: Editora Ciência
Moderna Ltda, 2005.
4. SORIANO, H. L.; LIMA, S. S.. Análise de estruturas – Método das
forças e método dos deslocamentos – 2ª Edição. Rio de Janeiro:
Editora Ciência Moderna Ltda., 2006.
5. SÜSSEKIND, J. C.. Curso de análise estrutural. Rio de Janeiro,
Editora Globo, vol. 3, 1983.

Transportes I
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisitos: Topografia Aplicada II
Ementa: Fundamentos do Planejamento do Setor Transportes. A visão
sistêmica. Conceitos básicos. O planejamento do Setor Transportes. Modais de
Transportes. Política e Funções dos Transportes no Brasil. Processo e Fases
do Planejamento. Planejamento do setor rodoviário. Pesquisa de Tráfego.
Bibliografia:

1)BRUTON. J. MICHAEL, Introdução ao Planejamento dos Transportes.


Editora Interciência,1979. Rio de Janeiro.

2)DNIT. MANUAL DE ESTUDOS DE TRÁFEGO, 2006. Rio de Janeiro.

3)DNIT. MANUAL DE PROJETO DE INTERSEÇÕES, , 2005. Rio de Janeiro.

4)DNIT. MANUAL DE PROJETO GEOMÉTRICO DE TRAVESSIAS URBANAS,


2010. Rio de Janeiro.

5)Lei no 5.917 – De 10 de Setembro de 1973 – PLANO NACIONAL DE


VIAÇÃO – PNV.

6)da Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro –


CTB),

7)MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, PLANO NACIONAL DE LOGÍSTICA DE


TRANSPORTES – PNLT, SUMÁRIO EXECUTIVO.. 2007.

8) http://www.transportes.gov.br
51

9) http://www. dnit.gov.br

10) http://www.ipr.dnit.gov.br

Introdução a Engenharia Ambiental


Carga horária: 45 h
Créditos: 3
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Química Geral
Ementa: Ciclo hidrológico. Fontes e poluição ambiental.Controle de vetores.
Sistemas tecnológicos de conservação do meio ambiente. Legislação
pertinente. ISO 14000. A construção civil e o controle ambiental.
Bibliografia:

1. BARROS, Raphael T. de V. et allii. Saneamento (Manual de


saneamento e proteção ambiental para os municípios). Belo
Horizonte: Escola de Engenharia da UFMG, 1995.
2. BRAGA, Benedito, HESPANHOL, Ivanildo, CONEJO, João G. Lotufo, et
al. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Scipione. 2005.
3. CAVALCANTI, Clóvis, et al. Meio ambiente, desenvolvimento
sustentável e políticas públicas. São Paulo: Cortez, Recife: Fundação
Joaquim Nabuco, 1999.
4. DALTRO Filho, José. Saneamento ambiental. Rio de Janeiro: ABES,
2004.
5. MOTA, Suetônio. Introdução à engenharia ambiental. Rio de Janeiro:
ABES, 2003.

Desenho Assistido por Computador


Carga horária: 45
Créditos: 3
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Desenho Arquitetônico
Ementa: Histórico do AutoCAD. Comandos gerais. Comando de criação de
objetos. Comando de Modificações de objetos. Layers. Desenvolvimento de
um projeto arquitetônico. Textos. Dimensionamento. Biblioteca de símbolos –
blocos. Plotagem.
Bibliografia:
52

1. BALDAM, Roquemar; COSTA, Lourenço; OLIVEIRA , Adriano.


AutoCAD 2011 - Utilizando totalmente – 2010. São Paulo: Editora
Érica, 2010.
2. LIMA, Cláudia Campos. Estudo dirigido de AutoCAD 2011 – 2010.
São Paulo: Editora Érica, 2010.
3. OMURA, George. Dominando AutoCAD 2010 e AutoCAD Lt 2010 –
2011. São Paulo: Editora Ciência Moderna, 2011.
4. JUNIOR, Almir Wirth Lima. AutoCAD 2011 - Para iniciantes e
intermediário – 2011. São Paulo: Editora Alta Books. 2011.
5. OLIVEIRA, Adriano de. AutoCAD 2010 - Modelagem 3d e
renderização. São Paulo: Editora Érica, 2010.

Instalações Elétricas e Telefônicas


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Eletrotécnica Geral
Ementa: Normalização Técnica. Filosofia de Projeto de Instalações Elétricas.
Etapas de um Projeto de Instalações Elétricas. Previsão de Cargas. Potência
Instalada. Fatores de Projeto. Potência de Alimentação. Sistemas de
Distribuição e de Aterramento. Dimensionamento de Linhas Elétricas.
Diagramas Elétricos Fundamentais, esquemáticos e em Planta. Sistemas de
Proteção contra Descargas Atmosféricas – SPDA. Luminotécnica. Normas
Telebrás. Sequência básica para concepção de tubulação Telefônica em
Edifícios.
Bibliografia:

1. Catálogos Técnicos de Fabricantes diversos de Materiais Elétricos.


2. CAVALIN, Geraldo & CERVELIM, Severino. Instalações elétricas
prediais: conforme Norma NBR 5410:2004.16ª. Ed. São
Paulo.Érica.2007
3. COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações elétricas. 5ª. ed.: revisão e
adaptação técnica José Aquiles Baesso Gromoni e Hilton Moreno. São
Paulo:Pearson Pretence Hall, 2009
4. COTRIM, Ademaro A. M. B. Manual de instalações elétricas. 2 ed. São
Paulo: Mc Graw Hill do Brasil, 1985.
5. JORDÃO, Dácio de Miranda. Manual de instalações elétricas em
indústrias químicas, petroquímicas e de petróleo: atmosferas
explosivas. 2ª. Ed.Rio de Janeiro: Qualitymark Ed.,1998.
6. Manuais Técnicos da Phillips para iluminação.
7. NISKIER, Julio. Manual de instalações elétricas. Rio de Janeiro:LTC
Editora, 2005.
53

8. Normas da ABNT, pertinentes.


9. Normas e Padrões Técnicos da Concessionária de Energia (CEMAR)
10. Normas TELEBRÁS.

Economia Aplicada
Carga Horária: 75 h
Créditos: 5
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Probabilidade e Estatística
Ementa: Generalidades. Evolução Histórica e Doutrinas Econômicas. Sistemas
Econômicos. Teoria da Produção. Distribuição da Renda. Mercados Internos e
Externos. Perspectivas da teoria econômica. Economia Brasileira. Administração
e Organização da Economia. Noções de Macroeconomia. Noções de
Microeconomia. Matemática Financeira. Análise de Investimentos.
Bibliografia:
1. DIULIO, Eugene A . Macroeconomia. Editora MC Graw-hill do Brasil
Ltda. Rio de Janeiro – RJ, 1979.
2. DORNBURSCH, Rudiger. Introdução à macroeconomia. Makron
Books do Brasil Editora Ltda. São Paulo – SP, 1993.
3. HUGON, Paul. Historias das doutrinas econômicas. Editora Atlas.
São Paulo – SP,1999.
4. SALVATORE, Dominick. Microeconomia. 3ª Edição. Makron Books do
Brasil Editora Ltda. São Paulo – SP,1996.
5. SAMUELSON, Paulo A. Introdução à analise econômica. 8ª Edição.
Livraria Agir Editora. Rio de Janeiro – RJ, 1975.
6. SILVA, Adelphino Teixeira da. Economia e Mercados – Introdução à
economia. 24ª Edição. Editora Atlas. São Paulo – SP, 1996.

7º PERÍODO

Matemática Aplicada a Engenharia Civil (Eletiva I)


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Equações Diferenciais e Resistência dos Materiais
Ementa: Conceitos básicos Sobre Métodos Numéricos e Sistemas Lineares.
Métodos para Solução de Equações Não Lineares e Integração Numérica.
54

Métodos Numéricos para Solução de Equações Diferenciais Ordinárias e


Parciais.
Bibliografia:

1. CUNHA,C. Métodos numéricos para as engenharias e ciências


aplicadas. Editora da UNICAMP. 1993.
2. KREYSZIG, E. Advanced engineering mathematics. 9 Edição. Editora
da Universidade de Ohio, 2006.
3. ZILL,D.G.; CULLEN,M.R. Equações diferenciais. Volume 1. Editora
Makron Books, 2000.
4. ZILL,D.G.; CULLEN,M.R. Equações diferenciais. Volume 2. Editora
Makron Books, 2000.

Estatística Aplicada a Engenharia Civil (Eletiva I)


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Estatística e Probabilidades e Cálculo Diferencial e Integral III
Ementa: Modelos probabilísticos usuais. Modelos probabilísticos de variáveis
contínuas. Distribuição de extremos. Modelos probabilísticos de segurança.
Controle estatístico aplicado às estruturas.
Bibliografia:

1. DEVORE, Jay L. Probabilidade e Estatística para Engenharia e


Ciências . Pioneira Thomson, 2010.
2. GYGI, Craig, et all, Seis Sigma para Leigos, vol. 2 - ed. Alta Books,
Rio de Janeiro, 2012.
3. KUME, Hitoshi. – Métodos Estatísticos para melhoria da Qualidade.
Mc Graw Hill Ltda, 2a Edição, 2010, São Paulo.
4. MARTINS,Gilberto – Estatística Geral e Aplicada, ed. Atlas, 4ª edição,
2011, São Paulo.
5. MONTGOMERY, Douglas e RUNGER, George – Estatística Aplicada e
Probabilidade para Engenheiros, LTC- Livros Técnicos e Científicos,
4ª edição, 2010, Rio de Janeiro.
6. SPIEGEL, Murray R., Estatística, Ed. Mc. Graw Hill – 2009.

Introdução a Teoria da Elasticidade (Eletiva I)


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
55

Pré-requisitos: Análise de Estruturas I


Ementa: Conceitos básicos Sobre Teoria da Elasticidade Linear. Estudo das
Tensões. Estudo das Deformações, Deslocamentos e Relações da
Elasticidade. Equações Gerais da Elasticidade Lei de Hooke Generalizada.
Estado Plano de Tensão. Estado Plano de Deformação.
Bibliografia:

1. SHAMES, I. H. Introdução à mecânica dos sólidos. Editora Prentice


Hall, 1983.
2. TIMOSHENKO, S.P. Teoria da elasticidade. Rio de Janeiro, Guanabara
Dois, 1980.
3. VILLAÇA, S. F., TABORDA GARCIA, L.F. Introdução à teoria da
elasticidade. UFRJ, 2000.

Métodos Numéricos Aplicados às Estruturas (Eletiva I)


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Equações Diferenciais
Ementa: Conceitos básicos Sobre Métodos Numéricos e Sistemas Lineares.
Métodos para Solução de Equações Não Lineares e Integração Numérica.
Métodos Numéricos para Solução de Equações Diferenciais Ordinárias e
Parciais.
Bibliografia:

1. CUNHA,C. Métodos numéricos para as engenharias e ciências


aplicadas. Editora da UNICAMP. 1993.
2. KREYSZIG, E.. Advanced engineering mathematics. 9 Edição. Editora
da Universidade de Ohio, 2006.
3. ZILL,D.G.; CULLEN,M.R.. Equações diferenciais. Volume 1. Editora
Makron Books, 2000.
4. ZILL,D.G.; CULLEN,M.R.. Equações diferenciais. Volume 2. Editora
Makron Books, 2000.

Introdução ao Método dos Elementos Finitos


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisitos: Cálculo Numérico
56

Ementa: Conceitos básicos Sobre Métodos Matriciais. Elementos Finitos


Planos e Bidimensionais. Estudo dos Elementos Finitos com uso de Aplicações
Computacionais. Elaboração de rotinas computacionais para solução de
problema corrente.
Bibliografia:

1. ALVES FILHO, A.. Elementos finitos (A base da tecnologia CAE -


Análise estática). Editora Érica, 2005.
2. ASSAN,A. E.. Métodos dos elementos finitos (primeiros passos).
Campinas: UNICAMP, 1999.
3. MOREIRA, D.. Análise matricial de estruturas. EDUSP, 1977.
4. SORIANO,H.L.. Métodos de elementos finitos em análises de
estruturas. São Paulo: EDUSP, 1999.

Transporte II
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Transportes I
Ementa: Fundamentos do Projeto Rodoviário: Conceitos, definições e
legislação (normas, especificações ,procedimentos, métodos) para elaboração
e locação do projeto. Projeto de Terraplenagem. Composição de custos
unitários de serviços de terraplenagem.
Bibliografia:

1. PIMENTA, Carlos R. T.; OLIVEIRA, Márcio P.Projeto Geométrico de


Rodovias.São Carlos, Rima Editora, 2004, 2ª edição.
2. FILHO, Glauco Pontes. Estradas de Rodagem – PROJETO
GEOMÉTRICO. GP Engenharia, Bidim, Instituto Panamericano de
Carreteras Brasil, 1998.
3. CARVALHO, M. Pacheco. Curso de Estradas. 1º vol. Editora Científica,
Rio de Janeiro, 1996.
4. DNER. Manual de Projeto Geométrico de Rodovias Rurais, 1999.
5. DNER. Manual de Implantação Básica, 1996.
6. DNIT. Diretrizes Básicas para Elaboração dos Estudos e Projetos
Rodoviários – Escopo Básico e Instruções de Serviços – Publicação IPR
726 – Edição 2006.
7. DNER. Normas para Projeto Rodoviário. Reeditado, 1973.
8. SENÇO, W. Manual de Técnicas de Projetos Rodoviários. Ed. Pini, 1ª
edição
9. http://www. dnit.gov.br
10. http://www.ipr.dnit.gov.br
57

Planejamento e Gerenciamento de Obras


Carga Horária: 60
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Análise de Estruturas I
Ementa: Conceitos de Gerenciamento. Estruturas Organizacionais para
Planejamento de Obras. Processo de Gerenciamento de Obras. Otimização da
Programação. Especificações técnicas de materiais (Memorial Descritivo).
Orçamento. Planejamento de obra com cronograma de barras (Gantt). Controle
do Projeto.
Bibliografia:

1. BUENO, Guilherme. MS Project 2010 & gestão de projetos - 2ª edição


- 2011. São Paulo: Editora Pearson. 2011.
2. DINSMORE, Paul Campbell. Como se tornar um profissional em
Gerenciamento de Projetos - 4ª edição – 2012. São Paulo: Editora
Qualitymark, 2012.
3. KERZNER, Harold. Gerenciamento de Projetos - Uma Abordagem
Sistêmica para Planejamento, Programação e Controle – 2011. São
Paulo: Editora Edgard Blucher, 2011.
4. MATOS, Aldo Dórea. Planejamento e Controle de Obras. São Paulo:
Editora Pini, 2010. 1ª Edição.
5. VILLAVICENCIO, José Roberto R., RODRIGUEZ João Aurélio V.
Projetos - Gerenciamento - Uma Abordagem como Serviços - 2011.
São Paulo: Editora Interciência, 2011.

Concreto Armado I
Carga horária: 90 h
Créditos: 6
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Análise de Estruturas II
Ementa: Conceitos Iniciais de Concreto Armado. Ações e Combinações,
Segurança e Dimensionamento. Projeto estrutural e Estudo das Vigas e Lajes.
Introdução ao Projeto Assistido por Computador.
Bibliografia:

1. BASTOS,P.S.S.. Dimensionamento de vigas de concreto armado à


força cortante. UNESP, BAURU, 2008.
58

2. BASTOS,P.S.S.. Fundamentos do concreto armado. Notas de Aula.


UNESP, BAURU, 2006.
3. CARVALHO, R.C.; FIGUEIREDO FILHO, J.R. Cálculo e detalhamento
de estruturas usuais de concreto armado – Segundo a NBR
6118:2003. EdUFSCar. 2009.
4. CLÍMACO.J.C.T.S. Estruturas de concreto armado. Fundamentos de
projeto, dimensionamento e verificação. Editora da UNB, Brasília, 2008.
5. DUMÊT,T.B. Estruturas de concreto armado I. Notas de Aula. UFBA,
Salvador, 2008
6. FUSCO,P.B. Estruturas de concreto - Solicitações normais. Editora
Guanabara Dois.
7. GIONGO,J.S. Concreto armado: projeto estrutural de edifícios.
EESC-USP, 1997.
8. NBR-6118. Projeto de estruturas de concreto – Procedimento.
9. NBR-6123. Ação do vento nas estruturas.
10. NBR-8681. Ações e segurança nas estruturas – Procedimento.
11. PINHEIRO,L.M. Fundamentos do concreto e projeto de edifícios.
Notas de Aula. EESC-USP, 2005.

Direito e Legislação na Engenharia Civil


Carga Horária: 45 h
Créditos: 3
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisito: Não requer
Ementa: Noções gerais de Direito. Direito Objetivo e Direito Subjetivo. Direito
natural e Direito Positivo. Os principais ramos do Direito. Direito Civil. Direito do
Trabalho. Direito Administrativo.
Bibliografia:

1. COTRIM, Gilberto. Direito e Legislação: Introdução ao Direito. São


Paulo: Saraiva, 2000.
2. MAXMILIANO, Carlos. Hermenêutica e aplicação do direito. Rio de
Janeiro.Forense, 1989.
3. MEIRELES, Hely Lopes. Direito Administrativo. São Paulo: RT, 1999.
4. MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil, SP,
Saraiva, 1999.
5. MONTORO, André F. Introdução à ciência do direito. São Paulo.
Revista dos Tribunais. 1997.
6. NASCIMENTO, Amauri Mascaro do. Iniciação ao Direito do Trabalho.
São Paulo: LTr, 1999.

Segurança no Trabalho
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
59

Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisito: Instalações Hidráulicas e Sanitárias e Instalações Elétricas e
Telefônicas
Ementa: Histórico da Higiene e Segurança do Trabalho. Acidente do Trabalho e
possíveis doenças ocupacionais, inerentes ao processo produtivo. Riscos
ambientais. Riscos Elétricos. Riscos de Acidente. Gerenciamento de riscos.
Equipamento de proteção individual e coletivo. Ergonomia. Proteção contra
incêndios. Estudo da NR-18: Condições e Meio Ambiente de Trabalho na
Indústria da Construção.
Bibliografia:

1. CAPEL,D.Z.; GARCIA,J.M.R.; LIMA,H.. Técnicas e práticas na


agroindústria, na construção civil e no ambiente hospitalar. Col.
Saúde e Segurança do Trabalhador.Vol.05. AB Editora. Goiânia, 2006.
2. EQUIPE ATLAS. Segurança e medicina do trabalho. Manuais de
legislação atlas. 70ª Edição. Editora Atlas. São Paulo, 2012.
3. IIDA, I. , Ergonomia:projeto e produção.2ª Edição revisada e
ampliada. Ed. Edgard Blücher. São Paulo, 2005.
4. ROUSSELET,E.S.; FALCÃO. C. A segurança na obra- Manual técnico
de segurança do trabalho em edificações prediais. Editora
Interciência Ltda: SOBES. Rio de Janeiro,1999.
5. SALIBA, T.M. Curso básico de segurança e higiene ocupacional. 2ª
Edição. Editora LTr. São Paulo, 2008.
6. SALIBA, T.M. Manual prático de higiene ocupacional e PPRA.
Avaliação e controle dos riscos ambientais. Editora ASTEC. Belo
Horizonte, 2009.
7. SALIBA, T.M. PAGANO, S. C. R. S., Legislação de segurança,
acidente do trabalho e saúde do trabalhador. Editora LTr. São Paulo,
2009.
8. SAMPAIO, J.C. A. Manual de aplicação da NR-18. Editora PINI,
Sindiscon. São Paulo,1998.
9. ZOCCHIO,A. Prática da prevenção de acidentes. ABC da segurança
do trabalho.Editora Atlas. São Paulo, 2003.

8º PERÍODO

Sistemas Computacionais na Engenharia Civil (Eletiva II)


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Análise de Estruturas I e Introdução a Programação
60

Ementa: Conceitos básicos Sobre Análise de Estrutural com Computador. Uso


Prático de Aplicações Computacionais em Laboratório.
Bibliografia:

1. ALVES FILHO, A. Elementos finitos (A base da tecnologia CAE -


Análise dinâmica). Editora Érica.
2. CARVALHO,R.C.. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de
concreto armado segundo a NBR 6118:2003. EdUFSCar. 2009.
3. GIONGO,J.S.. Concreto armado: projeto estrutural de edifícios.
EESC-USP, 1997.
4. KIMURA, A.E.. Informática aplicada em estruturas de concreto
armado. PINI, 2007.
5. NBR-6118. Projeto de estruturas de concreto – Procedimento.
6. NBR-6123. Ação do vento nas Estruturas.
7. NBR-8681. Ações e segurança nas estruturas – Procedimento.

Planejamento Urbano (Eletiva II)


Carga horária : 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Planejamento e Gerenciamento de Obras
Ementa: Aspecto físico de uma cidade. Processos de produção. Estruturação
do Espaço Urbano. Apropriação do espaço urbano. Planejamento Urbano e
Urbanismo. Plano Diretor. Cidades e Redes de Cidades. Uso do Solo e
Legislação.
Bibliografia:

1. CAMPOS FILHO, Cândido Malta. Cidades brasileiras: seu controle ou


o caos: o que os cidadão devem fazer para a humanização das
cidades no Brasil. São Paulo: Studio Nobel, 1992.
2. CORRÊA, R. L. Estudos sobre a rede urbana. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2006.
3. HARVEY, D. A produção capitalista do espaço. São Paulo:
Annablume, 2006.
4. MARICATO, Ermínia. Brasil, cidades: alternativas para a crise
urbana. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008
5. SANTOS, Milton. A urbanização brasileira. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 2005.
6. SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a cidade: uma introdução
crítica ao planejamento e à gestão urbanos. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2006.

Introdução a Teoria das Cascas e das Placas (Eletiva II)


61

Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Análise de Estruturas II
Ementa: Conceitos básicos Sobre Elementos Estruturais Planos e de
Superfície. Teoria de cascas e placas. Solução de problemas planos e
bidimensionais de placas e cascas com uso de computador.
Bibliografia:
1. FRACAROLLI,S. Cascas de concreto armado – Teoria da Membrana.
FAU-USP.
2. TIMOSHENKO,S.P.; KRIEGER,S.W.W. Theory of plates and shells.
Editora McGraw-Hill.
3. ZAGOTTIS,D.L. Introdução à teoria das placas e cascas. Notas de
Aula. USP.

Concreto Protendido (Eletiva II)


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Concreto Armado I
Ementa: Conceitos básicos. Materiais empregados no concreto protendido.
Sistemas de protensão. Critérios de projeto. Verificação dos Estados Limites.
Dimensionamento e projeto em concreto protendido.
Bibliografia:

1. CARVALHO, R.C. Estruturas em concreto protendido. São Carlos,


Editora PINI, 2012.
2. HANAI, J.B. - Fundamentos do concreto protendido. São Carlos,
EESC/USP, 2005.
3. EL DEBS, M.K. - Concreto pré-moldado: fundamentos e
aplicações. São Carlos, EESC/USP, 2000.
4. ABNT. Projeto de estruturas de concreto - Procedimento. (NBR
6118), Rio de Janeiro, 2003.
5. ABNT. Ações e segurança nas estruturas - Procedimento. (NBR
9681), Rio de Janeiro, 2003.
6. ABNT. Projeto de estruturas de concreto protendido. (NBR 7197),
Rio de Janeiro, 1989.
7. LEONHARDT, F. - Construções de concreto: concreto protendido.
v.5, Rio de Janeiro, Editora Interciência, 1983.
8. PFEIL, W. - Concreto protendido, v.1,2.3, Rio de Janeiro, Livros
Técnicos e Científicos Editora, 1984.
62

Tecnologia das Construções I


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Concreto Armado I
Ementa: Introdução e canteiro de obras. Fundações. Estrutura em concreto
armado. Alvenaria. Telhado. Instalações prediais. Esquadrias. Revestimentos
de parede.
Bibliografia:

1. FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de


concreto. São Paulo: PINI, 1999.
2. HELENE, Paulo R. L.. Manual prático para reparos e reforço de
estruturas de concreto. São Paulo: PINI, 2000.
3. MANUAL TÉCNICO DE ALVENARIA. Editora PW / Projeto, 1992.

Transportes III
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Transportes II
Ementa: Projeto de Terraplenagem e Pavimentação Rodoviária: Definições e
legislação (normas, especificações, procedimentos, métodos), Equipamentos,
Composição de Custos Unitários de Serviços – Orçamento, Medição e
Pagamento. Projeto de Pavimentação. Base e Sub-base flexíveis, Estabilização
de Solos, agregados para pavimentação. Materiais Asfálticos. Ensaios para
Materiais Asfálticos. Revestimentos. Concreto Asfáltico. Pavimento Rígido.
Bibliografia:
1. BALBO, José Tadeu, Pavimentação Asfáltica – materiais, projeto e
restauração. Oficina de Texto, 2007, São Paulo.
2. BAPTISTA, Cyro de Freitas Nogueira. Pavimentação. Porto Alegre,
Editora Globo, 1980. 4 tomos.
3. CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações. Rio de
Janeiro, Editora Ao Livro Técnico S.A, 1967.
4. CARVALHO, Marcos Dutra de. Pavimentação com blocos pré-moldados
de concreto. 2a.ed. São Paulo, ABCP, 1983. 34p. ilus. (ET-27).
5. de Janeiro-RJ, Editora UFRJ.
6. ed. São Paulo, ABCP (ET-14), 1998.
63

7. MEDINA, J. e MOTTA, L. M. G. 2005, Mecânica dos Pavimentos. 2ª


edição, 570 p. Rio
8. MEDINA, J., 1997, Mecânica dos Pavimentos. 1ª edição, 380 p. Rio de
Janeiro-RJ, Editora UFRJ.
9. PITTA, Márcio Rocha. Dimensionamento dos pavimentos rodoviários de
concreto. 8a.
10. SENÇO, Wlastemiler. Manual de Técnicas de Pavimentação, vol
2.Editora PINI
11. SOUZA, Murillo Lopes de, Método de Projetos de Pavimentos Flexiveis,
DNER, Rio de Janeiro, 1981.
12. MOTTA, L. M. G., 1998, “Contribuição para a Estimativa do Módulo
Resiliente de Misturas Asfálticas”. In: 14° Encontro de Asfalto, Instituto
Brasileiro do Petróleo, Rio de Janeiro-RJ.
13. DNIT, Manual de Pavimentação, publicação IPR-719, Rio de Janeiro,
2006.
14. DNIT, Especificações Gerais para Obras Rodoviárias (coletânea de
normas).
15. DNIT, Asfaltos Modificados por Polímeros (Coletânea de normas).
16. DNIT, Métodos de Ensaios (normas).
17. DNIT, Normas Tipo Procedimento
18. DNER. Manual de Implantação Básica, 2010.
19. DNIT. Manual de Composição de Custos Rodoviários – Vol 4, Tomo
I,2003.

20. DNIT. Manual de Pavimentação Rodoviária, 2006


21. DNIT. Diretrizes Básicas para Elaboração dos Estudos e Projetos
Rodoviários – Escopo Básico e Instruções de Serviços – Publicação IPR
726 – Edição 2006.

22. DNER. Normas para Projeto Rodoviário. Reeditado, 1973.


23. Sistema de Composição de Custos Rodoviários - SICRO – 2 (DNIT) –
MA.
24. http://www. dnit.gov.br
25. http://www.ipr.dnit.gov.br

Concreto Armado II
Carga horária: 90 h
Créditos: 6
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Concreto Armado I
Ementa: Projeto de Elementos Estruturais Acessórios em Concreto Armado.
Análise Estrutural Global, Local e Localizada. Estudo das peças comprimidas.
Bibliografia:
1. ALVA, G.M.S.; EL DEBS, A.L.H.C, GIONGO,J.S.G. Concreto armado:
projeto de pilares de acordo com a NBR 6118:2003. Notas de aula
EESC-USP, 2008.
64

2. BASTOS,P.S.S. Pilares de concreto armado. Notas de Aula. UNESP,


BAURU, 2005.
3. CARVALHO, R.C.; PINHEIRO,L.M. Calculo e detalhamento de
estruturas usuais de concreto armado. PINI, 2009.
4. FUSCO,P.B.. Estruturas de concreto - Solicitações normais. Editora
Guanabara Dois.
5. KIMURA, A.E. Informática aplicada em estruturas de concreto
armado. PINI, 2007.
6. NBR-6118. Projeto de estruturas de concreto – Procedimento.
7. NBR-6123. Ação do vento nas estruturas.
8. NBR-8681. Ações e segurança nas estruturas – Procedimento.

Estruturas de Madeira
Carga horária: 90 h
Créditos: 6
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Análise de Estruturas II.
Ementa: Introdução a estrutura de madeira. NBR 7190. Cargas nas estruturas
de madeira. Estática das estruturas planas. Verificação de dimensionamento de
estruturas de madeira. Estrutura de madeira para telhado. Projetos. Forros.
Principio e critérios do conselho de manejo florestal.
Bibliografia:

1. MOLITERNO, Antônio. Cadernos de projetos de telhados em


estruturas de madeira. São Paulo: Edgard Blücher, 4ª edição revista,
2010.
2. MONTEIRO, Jonathas da Costa Rego. Tesouras de Telhados: 4ª
edição, rio de janeiro: Interciência, 1998.
3. PFEIL, Walter. Estruturas de madeira. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
4. REBELLO, Yopanan Conrado Pereira. Estruturas de aço, concreto e
madeira. São Paulo: Editora Zigurate, 2005.

Alvenaria Estrutural
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Concreto Armado I
Ementa: Conceitos básicos de Alvenaria Estrutural. Definições, Classificações
e Estudo dos Materiais. Sistemas e Processos Construtivos. Análise Estrutural
e Projeto de Edifícios de Alvenaria Estrutural.
65

Bibliografia:

1. RAMALHO, M.A.; CORRÊA, M.R.S. Projeto de edifícios de alvenaria


estrutural. São Paulo: PINI, 1999.
2. SILVA, P.F.. Durabilidade das estruturas de concreto aparente. São
Paulo: PINI, 1995.
3. SILVA, P.F.. Manual de patologia e manutenção de pavimentos. São
Paulo: PINI, 2005.
4. TAUIL,C.A.; NESSE,F.J.M. Alvenaria Estrutural. São Paulo: PINI,
2010.

Administração
Carga horária: 45 h
Créditos: 3
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
Ementa: Conceitos, origem, história. Funções dos Administradores. Elementos
da Administração. Principais Teorias da Administração. Recursos Empresariais.
Novas Abordagens da Administração. Tópicos Especiais.
Bibliografia:

1. CAMPOS, Vicente Falcon. Controle da Qualidade Total (no estilo


japonês). Belo Horizonte MG: Fundação Cristiano Oltoni, Escola de
Engenharia da UFMG, 1992 (Rio de Janeiro: Bluch ed.)
2. CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação à Administração Geral – 3ª ed. São
Paulo: Makron Books, 2000.
3. DRUCKER, Peter F.. Administrando em tempos de grandes
mudanças. 3 ed. São Paulo: Pioneira, 1996.
4. MAXIMIANO, Antonio C. Amaru. Introdução à administração. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 2000.

Saneamento
Carga Horária: 75 h
Créditos: 5
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisitos: Hidráulica Aplicada e Introdução a Engenharia Ambiental
Ementa: Relação entre Meio Ambiente e o Saneamento. O conceito de
Saneamento Básico. Serviços de atendimento do Saneamento Básico.
Sistemas de Abastecimento de Água. Tecnologias no Esgotamento Sanitário.
Gestão de Resíduos Sólidos. Controle dos Vetores. Legislação Ambiental.
66

Bibliografia:

1. CANHOLI, Aluísio Pardo. Drenagem urbana e controle de


enchentes. Rio de Janeiro: ABES, 2005.
2. DALTRO Filho, José. Saneamento ambiental. Rio de Janeiro:
ABES, 2004.
3. LIMA, José Dantas de. Sistemas integrados de destinação final de
resíduos sólidos urbanos. Rio de Janeiro: ABES, 2005.
4. NETTO, José Martiniano de. Manual de hidráulica. São Paulo:
Edgard Blücher, 1998. CASSINI, Sérvio Túlio. Digestão de resíduos
sólidos orgânicos e aproveitamento do biogás. Rio de Janeiro:
ABES, 2003.

9º PERÍODO
Monografia I
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Básico
Pré-requisitos: Metodologia da Pesquisa Científica
Ementa: Elaboração de um projeto em Engenharia Civil, sob a orientação de
docente especialista. O Projeto de monografia deverá ser entregue ao
professor da disciplina Monografia I, acompanhado da declaração de aceite do
projeto pelo orientador.
Bibliografia:

1. Livros, Manuais e Artigos ligados à área em que o projeto será


desenvolvido.
2. Normas Complementares de Monografia anexas ao presente projeto.

Tecnologia das Construções II


Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Tecnologia das Construções I
Ementa: Pavimentação. Forro. Vidro. Pintura. Caderno de encargos.
Orçamento. Acompanhamento de uma obra. Cronogramas: PERT – CPM.
Noções sobre edifícios de alta tecnologia.
Bibliografia:

1. FIKER, José. Manual de redação de laudos. São Paulo: PINI, 2003.


67

2. GIAMMUSSO, Salvador E.. Orçamento e custos na construção


civil. São Paulo: PINI, 1991.
3. SOUZA, Ubiraci Espinelli Lemes de. Como reduzir perdas nos
canteiros. São Paulo: PINI, 2005.

Pontes
Carga horária: 90 h
Créditos: 6
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Concreto Armado II
Ementa: Conceitos gerais – classificação. Elementos para elaboração do
projeto. Solicitações das pontes. Superestruturas das pontes. Vigamento
principal em concreto armado. Mesoestrutura das pontes: pilares em concreto
armado. Infra-estrutura das pontes.
Bibliografia:

1. ALONSO, Urbano Rodriguez. Dimensionamento de fundações


profundas. São Paulo: Edgard Blücher, 2001.
2. FREITAS, Moacyr de. Infra-estrutura de pontes e vigas
(distribuição de ações horizontais, método geral de cálculo). São
Paulo: Edgard Blücher, 2001.
3. O’CONNOR, Colin. Pontes – Superestruturas 1. São Paulo: LTC,
1975.
4. PFEIL, Walter. Cimbramentos. Rio de Janeiro: LTC, 1978.
5. _____, Walter. Pontes em concreto armado. Rio de Janeiro: LTC,
1979.

Fundações
Carga horária: 90 h
Créditos: 6
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Concreto Armado I
Ementa: Introdução. O projeto de fundações. Investigação do solo. Capacidade
de carga de fundações superficiais. Cálculo de recalques. Análise da interação
do solo – fundação. Blocos e sapatas. Vigas e grelhas. Radiers. Introdução ao
estudo das fundações profundas. Fundações em estacas. Atrito negativo nas
estacas. Estimativa do comprimento das fundações profundas através de
sondagens. Capacidade da carga de estacas. Dimensionamento estrutural.
Cálculo de estaqueamento. Uso simultâneo de estacas e tirantes. Estacas
68

carregadas transversalmente no topo. Estacas carregadas transversalmente


em profundidade. Dimensionamento estrutural de blocos sobre estacas.
Fundações em tubulões. Tubulões a céu aberto. Tubulões pneumáticos (ar
comprimido). Dimensionamento de fundações por tubulões. Análise de
recalque. Prova de carga em fundações profundas.

Bibliografia:
1. ALONSO, Urbano Rodriguez. Dimensionamento de fundações
profundas. São Paulo: Edgard Blücher, 2001.
2. ________, Urbano Rodriguez. Exercícios de fundações. São Paulo:
Edgard Blücher, 2002.
3. CINTRA, José Carlos A. & AOKI, Nelson. Tensões admissíveis em
fundações diretas. São Paulo: RIMA, 1999.
4. HACHICH, Waldemar. Fundações – Teórica e prática. São Paulo:
PINI, 2003.
5. SCHNAID, Fernando. Ensaios de campo e suas aplicações à
engenharia de fundações. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.

Estruturas Metálicas
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Análise de Estruturas II
Ementa: Introdução. Dimensionamento de perfis laminados: Dimensionamento
de barras tracionadas. Dimensionamento de barras comprimidas.
Dimensionamento de barras fletidas. Ligações. Projeto e Aplicação de
Software.
Bibliografia:
1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR
8800:2008. Projeto e execução de estruturas de aço e de estruturas
mistas aço-concreto de edifícios. Rio de Janeiro.
2. PFEIL, W. & PFEIL, M. Estruturas de Aço. Dimensionamento Prático
de Acordo com a NBR 8800:2008. 8a Edição. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2009.
3. PINHEIRO, A.C.F.B. Estruturas Metálicas: detalhes, exercícios e
projetos. Edgard Blucher: São Paulo, 2005.

Transportes IV
Carga horária: 60 h
69

Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisito: Transportes III
Ementas: Projeto de Drenagem: Conceitos de Hidrologia Aplicada a projetos
rodoviário; bacia hidrográfica, balanço hídrico; precipitação; escoamento
superficial; hidrograma. Dispositivos de Drenagem. Drenagem Superficial,
Drenagem de Pavimento e Drenagem Subterrânea. Projeto de Ferrovias:
Definições, infra-estrutura ferroviária; assentamento de linhas; métodos
modernos de construção ferroviária; estações, pátios e terminais; material
rodante; locomotivas.

Bibliografia:
1. BRANCO, J. E. S. C.; Ferreira, R. (Ed). Tratado de estradas de ferro. Rio
de Janeiro:Reflexus Estúdio de Produção Gráfica, 2000.
2. BRINA, H. L. (1983) – “Estradas de Ferro” – Vol. 1 e 2 – Livros Técnicos
e Científicos Editora S/A – Rio de Janeiro/RJ; Vol 1.
3. DNEF/MT/CFN (1969) – “Normas Técnicas para Estradas de Ferro
Brasileiras” ; DNEF;
4. DNER, “Manual de Drenagem de Rodovias”, 2006.
5. DNER. Manual de Implantação Básica, 2010.
6. DNER. Normas para Projeto Rodoviário. Reeditado, 1973.
7. DNIT. Álbum de Projeto de Drenagem, 2010.
8. DNIT. Diretrizes Básicas para Elaboração dos Estudos e Projetos
Rodoviários – Escopo Básico e Instruções de Serviços – Publicação IPR
726 – Edição 2006.
9. DNIT. Manual de Composição de Custos Rodoviários – Vol 4, Tomo
I,2003.
10. ENGEFER, “Norma para Elaboração de Projetos de Drenagem”.
11. ENGEFER, “Norma para Execução de Estudos Hidrológicos”.
12. EPEC/625.1^ V5/7
13. EPEC/625.1^R246no^V1, V2, V3
14. EPEC/625.1^R246no^V3, V4, V8
15. ESTUDOS E RELATÓRIOS TÉCNICOS
16. MICHELIN, Renato G, “Drenagem Supreficial e Subterrânea de
Estradas”, Editora Multilibri, Porto Alegre, 1975.
17. TUCCI CARLOS E. M. Hidrologia: Ciência e Aplicação - Editora UFRGS
18. NORMAS E INSTRUÇÕES DE ELETROTÉCNICA
19. NORMAS E INSTRUÇÕES DE VIA PERMANENTE
20. REDE FERROVIÁRIA FEDERAL
21. Sistema de Composição de Custos Rodoviários - SICRO – 2 (DNIT) –
MA.
22. http://www. dnit.gov.br
http://www.ipr.dnit.gov.br
70

Hidrologia Aplicada
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Profissionalizante
Pré-requisito: Hidráulica Aplicada
Ementa: Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica. Precipitação. Intercepção.
Evaporação e evapotranspiração. Água subterrânea. Infiltração. Estatística
aplicada à hidrologia. Escoamento superficial. Vazões de enchentes.
Regularização de vazões.
Bibliografia:

1. GARCEZ, Lucas Nogueira e ALVAREZ, Guillermo Acosta. Hidrologia.


São Paulo: Edgard Blücher, 2002.
2. Lencastre, A. & Franco, F. M. (1992) Lições de Hidrologia. Universidade
Nova de Lisboa Faculdade de Ciências e Tecnologia - Lisboa, 451 p.
3. PINTO, Nelson L. de Souza et al. Hidrologia básica. São Paulo: Edgard
Blücher, 1995.
4. Tucci, C.E.M. et al. – (2007) Hidrologia: ciência e aplicação. 4. ed.
Editora da UFRGS/ABRH - Porto Alegre, 943 p.
5. Vilella, S.M. & Mattos, A. (1975) – Hidrologia aplicada –– Editora
McGraw-Hill do Brasil -São Paulo, 245 p.

Ética e Cidadania
Carga horária: 30 h
Créditos: 2
Núcleo: Básico
Pré-requisito: Não requer
Ementa: Conceito de Ética, seus objetivos e sua ligação com a cidadania. A
historicidade e a pluralidade cultural dos valores éticos. A relação entre moral e
ética: indivíduo e sociedade, ação e comportamento. A cidadania como valor a
ser buscado socialmente. O valor ético do trabalho e da profissão.
Bibliografia:

1. AGOSTINHO, Nilo. Resgate da Ética, redescoberta do vital humano. Rio


de Janeiro.
2. AGUIAR, Francis J. A Ética nas Empresas. Rio de Janeiro: Zahar, 1990.
3. ARRUDA, M. C. C. de, Whitaker, M. do C. & Ramos, J. M. R.
Fundamentos
4. ASHLEY, P. A. (coord). Ética e Responsabilidade Social nos
Negócios. 2.
71

5. BOFF, L.. Saber cuidar: ética do ser humano compaixão pela terra.
Petrópolis: Vozes, 1999.
6. de Ética Empresarial e Econômica. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
7. DENNY, Ercílio A.. Política e estado. São Paulo: PINI, 2001.
8. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
9. FERREL, O. C. , FRAEDRICH, John, FERRELL, Linda. Ética
Empresarial.
10. FISCHER, R. M. O desafio da Colaboração: práticas de
responsabilidade
11. GRÜN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária.
Campinas: Papirus, 1996.
12. HUMBERG, M. E. Ética na Política e na Empresa: 12 anos de
reflexões.
13. Janeiro: Vozes, 1995.
14. MOREIRA, Joaquin Manhães. A ética empresarial no Brasil. São Paulo:
15. Pioneira, 1994.
16. SANCHEZ, Solange Silva. Cidadania ambiental: novos direitos no
Brasil. São Paulo: Humanitas / USP, 2000.
17. São Paulo: Editora CLA, 2002.
18. São Paulo: Reichmann e Affonso, 2001. social entre empresas e
terceiro setor. São Paulo: Editora Gente, 2002.

10º PERÍODO

Infrestrutura de Aeroportos Portos e Vias Navegáveis

Carga horária: 75
Créditos: 5
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Tecnologia das Construções II e Transportes IV
Ementa: Conceitos básicos Sobre Modais de Transporte e Estudo dos Portos e
Vias Navegáveis. Introdução ao Estudo dos Aeroportos.
Bibliografia:

1. ALFREDINI,P; ARASAKI,E. Obras e Gestão de Portos e Costas. 2009.


Ed. Edgar Blucher. 2ª Edição.
2. DIRENG. Normas de Infraestrutura do Ministério da Aeronáutica -
NSMA - 85/2. Rio de Janeiro, 1985.
3. MASON,J. Obras portuárias. Rio de Janeiro: Campus – Portobrás,
1999.

Engenharia de Avaliações Imobiliárias


Carga Horária: 45 h
Créditos: 3
72

Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Engenharia Econômica
Ementa: Mercado Imobiliário. O método dos mínimos quadrados e Regressão
Linear Simples e Múltipla. Estatística Descritiva. Inferência Estatística e
Econometria Elementar. Modelos de Laudos Periciais de Avaliações. Uso de
Software. NBR 14.653.
Bibliografia:

1. ABUNAHMAN, S.A. Curso básico de engenharia de avaliações. São


Paulo: PINI, 1999.
2. DANTAS, R.A. Engenharia de avaliações: uma introdução à
metodologia científica. São Paulo: PINI, 2000.
3. MAIA-NETO, F. Roteiro prático de engenharia de avaliações e
perícias. Belo Horizonte: DEL REY, 2000.
4. PELLI-NETO, A. Curso de engenharia de avaliações: módulo
básico. Belo Horizonte: IBAPE-MG, 2010.

Monografia II
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Núcleo: Específico
Pré-requisitos: Monografia I
Ementa: Implementação do trabalho de diplomação (monografia de conclusão
de curso). Apresentação perante uma banca examinadora.
Bibliografia:
1. Livros, Manuais e Artigos ligados à área em que o projeto será
desenvolvido.
2. Normas Complementares de Monografia anexas ao presente projeto.

18.2. Disciplinas Eletivas


As disciplinas eletivas têm como foco possibilitar ao aluno um
conhecimento que se aproxime mais da sua linha de trabalho, seja no estágio
supervisionado ou em sua monografia de conclusão de curso, formando dois
grupos de quatro disciplinas, com carga horária de 60 horas e 4 créditos. As
disciplinas do 1º grupo serão ofertadas no sétimo período e as disciplinas do 2º
grupo serão contempladas no oitavo período. As disciplinas eletivas
encontram-se abaixo relacionadas:
73

1º Grupo
Matemática Aplicada a Engenharia Civil
Estatística Aplicada a Engenharia Civil
Introdução a Teoria da Elasticidade
Métodos Numéricos Aplicados às Estruturas
LIBRAS

2º Grupo
Sistemas Computacionais na Engenharia Civil
Planejamento Urbano
Introdução a Teoria das Cascas e das Placas
Concreto Protendido

Recomenda-se ao aluno escolher disciplinas eletivas que estejam


mais relacionadas à área em que deseja desenvolver sua monografia de
conclusão de curso ou seu estágio supervisionado.

LIBRAS
Carga horária: 60 h
Créditos: 4
Pré-requisito: Língua Portuguesa
Ementa: Conceitos básicos da linguística, Fundamentos históricos da educação
de surdos. Política Nacional de Educação Inclusiva. A Língua de Sinais
Brasileira - Libras: parâmetros aplicados à fonologia, à morfologia e à sintaxe.
Estudos do léxico de Libras. Prática interativa por intermédio da Libras.
Bibliografia:

1. BRASIL. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. Programa nacional


de apoio à educação de surdos: o tradutor e interprete da língua
brasileira de sinais e língua portuguesa. Brasília: MEC; SEESP, 2004.
2. FALCÃO, LUIS ALBÉRICO. Surdez, Cognição Visual e Libras. Editora
Luiz Albérico, 2010.
3. HONORA, Márcia. Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais:
desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez.
Colaboração de Mary Lopes Esteves Frizanco. São Paulo: Ciranda
Cultural, 2010.
4. PEREIRA, M.C.C. LIBRAS: conhecimento além dos sinais. São Paulo.
Pearson Prentice Hall, 2011.
74

19. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

 A.G.GUY – Ciência dos materiais – Ed. McGraw-Hill, Nova York, 1980.


 ABNT. Ações e segurança nas estruturas - Procedimento. (NBR
9681), Rio de Janeiro, 2003.
 ABNT. Projeto de estruturas de concreto - Procedimento. (NBR
6118), Rio de Janeiro, 2003.
 ABNT. Projeto de estruturas de concreto protendido. (NBR 7197),
Rio de Janeiro, 1989.
 ABUNAHMAN, S.A. Curso básico de engenharia de avaliações. São
Paulo: PINI, 1999.
 AGOSTINHO, Nilo. Resgate da Ética, redescoberta do vital humano. Rio
de Janeiro.
 AGUIAR, Francis J. A Ética nas Empresas. Rio de Janeiro: Zahar,
1990.
 ALFREDINI,P; ARASAKI,E. Obras e Gestão de Portos e Costas. 2009.
Ed. Edgar Blucher. 2ª Edição.
 ALMEIDA JÚNIOR, João Batista de. O estudo como forma de
pesquisa. In:
 ALONSO, Urbano Rodriguez. Dimensionamento de fundações
profundas. São Paulo: Edgard Blücher, 2001.
 ALONSO, Urbano Rodriguez. Exercícios de fundações. São Paulo:
Edgard Blücher, 2002.
 ALVA, G.M.S.; EL DEBS, A.L.H.C, GIONGO,J.S.G. Concreto armado:
projeto de pilares de acordo com a NBR 6118:2003. Notas de aula
EESC-USP, 2008.
 ALVES FILHO, A.. Elementos finitos (A base da tecnologia CAE -
Análise estática). Editora Érica, 2005.
 ANDERSON, J. M.. Surveying, theory and practice. USA, Boston:
WCB/McGraw-Hill, 1998.
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 VILLAVICENCIO, José Roberto R., RODRIGUEZ João Aurélio V.


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São Paulo: Editora Interciência, 2011.
 WEIL, P. D’AMBRÓSIO, VI CREMA, R.. Rumo a nova
transdiciplinaridade. São Paulo; Sumus, 1993.
 WILLIAMS, Ivor . English for science & engineering . Professional
English. Thomson, 2007.
 ZAGOTTIS,D.L. Introdução à teoria das placas e cascas. Notas de
Aula. USP.
 ZARO, Milton A. e Timm, Maria Isabel. Ensino da engenharia: do
positivismo à construção das mudanças para o século XXI. Porto
Alegre: Editora da UFRGS, 2006.
 ZILL,D.G.; CULLEN,M.R.. Equações diferenciais. Volume 2. Editora
Makron Books, 2000.
 ZOCCHIO,A. Prática da prevenção de acidentes. ABC da segurança
do trabalho.Editora Atlas. São Paulo, 2003.

Sites a consultar:

1. 8) http://www.transportes.gov.br
2. 9) http://www. dnit.gov.br
3. 10) http://www.ipr.dnit.gov.br

20. INSTALAÇÕES FÍSICAS:


O Curso de Engenharia Civil tem para desenvolvimento da prática as
seguintes instalações físicas:
- Laboratório de análise de solos e materiais.
- Laboratório de computação gráfica para construção civil com TQS.
- Laboratório de física experimental
- Laboratório de química analítica
- Laboratório para controle de concreto

21. CORPO DOCENTE:


O Corpo docente para o curso é constituído por professores que exercem
atividades especialmente de docência, pesquisa, extensão e atividade
administrativa acadêmica. O quadro de docentes do Departamento Acadêmico
de Construção Civil com a respectiva formação é apresentado a seguir em
ordem alfabética:
Regime de
Professor Titulação Categoria
Trabalho
93

Antonio Jorge Parga da Silva Doutorado em Engenharia dos Ensino


DE
Materiais Superior

Benedito de Sousa Mota Especialista em Engenharia de


EBTT 40 h
Segurança do Trabalho

Conceição de Maria Pinheiro Doutorado em Engenharia dos Ensino


DE
Correia Materiais Superior

Mestrado em Saúde e Ambiente


Ensino
Cynthia Leonis Dias Cintra 20 h
Superior
Doutoranda em Cerâmica

Ensino
Iedo Alves de Sousa Doutorado em Química 40 h
Superior

Especialista em Engenharia de Ensino


João Crisóstomo Ramos Araújo DE
Segurança do Trabalho Superior

Mestrado em Estruturas
Luis Fernando Sampaio Soares EBTT 40 h
Doutorando em Estruturas

Maria da Anunciação Araújo


Mestrado em Planejamento Ambiental EBTT 40 h
Saldanha

Maria do Carmo Rodrigues Ensino


Mestrado em Saúde e Ambiente DE
Duarte Superior

Rodrigo de Azevedo Neves Doutorado em Estruturas EBTT 40 h

Mestrado em Hidrogeologia Ensino


Sergio Barreto de Souza DE
Superior
(Afastado para tratamento de saúde)

21. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE:

O NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) do Curso de


Engenharia Civil, obedecendo ao que determinam as Resoluções n° 01/2010, e
n° 4, de 17 de junho de 2010, a Portaria Nº 147, de 2 de fevereiro de 2007 –
CONAES, bem como a Portaria nº 2.304, de 15 de maio de 2012 – CONDIR, é
formado por professores do Departamento Acadêmico de Construção Civil,
sendo composto por 3 (tres) doutores e 1 (um) mestre, responsáveis pelo
94

processo de acompanhamento e avaliação do curso em todas as instâncias.


São membros do NDE:
- Profº. Dr. Antonio Jorge Parga da Silva;
- Profº. Dr. Iedo Alves de Sousa;
- Profª. Dra. Conceição de Maria Pinheiro Correia;
- Profª. Msc. Maria do Carmo Rodrigues Duarte
Cabe ao NDE atuar no processo de concepção, consolidação e
contínua atualização do projeto pedagógico do curso, bem como atuar em
outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, relacionadas
ao desenvolvimento do curso.

23. CORPO DE APOIO:

Técnico Administrativo – Jorge Antonio Figueiredo Costa.

24. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO


PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL

1. Catálogo de Graduação. Universidade de São Paulo. Escola de


Engenharia de São Carlos: 2004. 190p.

2. Centro Universitário Franciscano (UNIFRA) Porto Alegre / RS.


Disponível na página www.unifra.br
95

3. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Superior, Conselho


Nacional de Educação, Brasília – DF. Disponível na página
www.mec.gov.br

4. INSTITUTO BRASILEIRO GEOGRÁFICO E ESTATÍSTICA (IBGE).


2010. Disponível na página www.ibge.gov.br

5. SEPLAN / MA – PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E


SOCIAL SUSTENTÁVEL (PDESS), 2003.

6. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – Departamento de


Engenharia Sanitária e Ambiental (DESA) – Departamento de Recursos
Hídricos (ERH). Belo Horizonte / MG. Disponível na página
www.eng.ufmg.br
96

ANEXO I – FLUXOGRAMA CURRICULAR DO

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL


97

ANEXO II – NORMAS REGULAMENTADORAS DE ATIVIDADES


COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
98

ANEXO III – NORMAS COMPLEMENTARES DE MONOGRAFIA


99

ANEXO IV – ORIENTAÇÕES DE ELABORAÇÃO DE

MONOGRAFIA DE CONCLUSÃO DE CURSO


100

ANEXO V – NORMA COMPLEMENTAR – ESPECÍFICA

DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
101

ANEXO VI – REGULAMENTO DO COLEGIADO

DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL