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Apostila

HygiaPulse

KLD BIOSISTEMAS
12.07.18
Rev.02 12/07/2018

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Revisão 02
HygiaPulse

O Hygiapulse é um equipamento de ondas de choque extracorpórea utilizado


para tratar diversas doenças musculoesqueléticas e até mesmo disfunções estéticas
e da saúde da mulher. Dentre as vantagens da terapia de ondas de choque se
destacam a efetividade terapêutica, segurança e o fato de ser uma técnica não
invasiva.

Histórico
O relato do surgimento das ondas de choque data de 1940, durante a Segunda
Guerra Mundial. Quando os submarinos que sofriam ataques de bombas em
profundidade se mantinham íntegros, porém vários marinheiros tinham graves
traumatismos e nas autópsias eram encontradas lesões viscerais, principalmente
dos pulmões. Estes traumatismos foram atribuídos como consequência das ondas
sonoras, originadas das explosões, que atravessavam as paredes dos submarinos.
No final da década de 70, foram criadas as ondas de choque, originadas de
ondas sonoras, daí surgindo a terapia de ondas de choque extracorpórea (TOC).
Na década de 80 a TOC passou a ser utilizada para litotripsia, desenvolvendo-
se como uma terapia revolucionária e não invasiva para o tratamento de cálculos
renais, a partir daí a terapia evoluiu para o tratamento de feridas crônicas e das
diversas afecções crônicas musculoesqueléticas.

 1994: Início dos tratamentos em Ortopedia, primeiros estudos em Epicondilite


(Lee et al, 2012)
 1995: Espondilite Anquilosante e Fasciite Plantar (Lee et al, 2012; Rompe et
al, 1996)
 1999:Primeiro Equipamento de Ondas de Choque Radiais
 2004: Primeiros estudos da TOC em feridas/ Cicatrização
 2005: Primeiros estudos para Celulite
 2008: Estudos em Flacidez de pele
 2011: Estudos consolidando a técnica em Linfedema (Serizawa et al, 2011)

Mecanismo de Ação
As ondas de choque são ondas longitudinais acústicas que transmitem energia
através do local de sua geração para áreas distantes e necessitam de meio de
propagação, tais como ar, água e tecido.
Possuem um único impulso de pressão positiva seguida por uma descida
exponencial e uma amplitude de tensão abaixo da pressão do local envolvido. O
tempo de subida é curto e rápido (ns), possui pequena largura de pulso, alta
amplitude de pressão positiva e baixa onda tênsil (negativa).

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Cavitação
Durante a fase tênsil, as forças de tensão da onda excedem a resistência à
tração dinâmica da água (ou fluido intersticial) gerando bolhas de cavitação. As
bolhas de cavitação aumentam e diminuem de volume e entram em colapso
liberando grande quantidade de energia.

Mecanotransdução
Há uma reação na estrutura física celular através da transdução mecânica.
Esta reação mecânica modula funções celulares diversas, como migração,
proliferação, diferenciação e mobilização da matriz celular com neocolagênese e
neoelastogênese.

Efeitos Biológicos
Promove reações biológicas de liberação de diferentes agentes, tais como fator
de crescimento endotelial (VEGF) e antígeno nuclear de proliferação de células
(PCNA), os quais são determinantes na redução do edema e inflamação local.
A ação das ondas de choque não são somente mecânicas, causam também
uma série de reações fisiológicas nos tecidos com processo inflamatório/
degenerativo, tais como liberação de óxido nítrico, alteração da permeabilidade das
membranas celulares, aumento local de prostaglandinas (fatores de regeneração),
neoangiogênese e analgesia por hiperestimulação local (Wang et al, 2003).
As ondas de choque atuam no sistema de dor por meio de estimulação do
tronco encefálico através da ativação serotonérgica da via dorsal, exercendo assim
um controle inibitório descendente sobre a dor (Cacchio et al, 2001).
Cheing & Chang, 2003 descrevem que também há uma hiperemia gerada
localmente que intensifica a degradação dos mediadores de inflamação, o que reduz
a irritação das terminações nervosas e, portanto, resulta em menor dor.
Entre os efeitos das ondas de choque estão ainda a indução de radicais de
oxigênio e hiperpolarização da membrana, seguida pela expressão de fatores de
crescimento e estimulação de células osteoprogenitoras (Gollwitzer et al, 2013).

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Estudos verificaram uma nova formação óssea em vários modelos animais, tanto em
osso normal, como osso fraturado, ossos após osteotomias e defeitos ósseos
(Delius et al., 1998, Chen et al., 2004).

A terapia por ondas de choque promove angiogênese, aumenta a perfusão em


tecidos isquêmicos, diminui a inflamação suprimindo a resposta inflamatória,
melhora a diferenciação celular pelo aumento de diversos fatores de crescimento
como TGF (fator de crescimento transformador), VGF (fator de crescimento
endotelial vascular), IGF (fator de crescimento insulina), atenua a infiltração de
leucócitos, promove recrutamento de fibroblastos, acelerando assim a cicatrização
de feridas. O que faz com que essa terapia seja uma modalidade viável e segura
para tratamento de feridas como as pós-traumáticas e pós-operatórias, úlceras de
decúbito e queimaduras (Arnó et. Al.).

Segundo Knobloch et al., o efeito mecânico das ondas de choque pode romper
os septos do tecido adiposo, o que leva a uma aparência de pele mais lisa e melhora
consideravelmente o aspecto da celulite. O mesmo artigo cita que houve redução
significativa do linfedema observado clinicamente após quatro sessões de ondas de
choque em mulheres com linfedema secundário após o tratamento do câncer de
mama. Em experimento de ondas de choque com animais houve estímulo do fator
de crescimento endotelial vascular (VEGF-C) que parece exercer um efeito sinérgico
na promoção da linfangiogênese.
Serizawa et al., cita que o VEGF induz a linfangiogênese, aumentando a
quantidade de ductos linfáticos, sendo então benéfico o uso de ondas de choque no
linfedema.
Ferraro et al., também menciona que vários estudos demonstraram o efeito
biológico das ondas de choque promovendo liberação de mediadores como o fator
de crescimento endotelial vascular, que aumenta significativamente a circulação
sanguínea local e a angiogênese.

O artigo de Angehrn at. al., indica que os bons resultados das ondas de choque
na celulite se devem a remodelação do colágeno constatada em seu estudo.
A aplicação de ondas de choque pode estimular a ação de proteínas de choque
térmico (HSP) induzindo a neocolagênese e neoelastogênese que são citadas no
artigo de Kuhn et. al., como efeitos fisiológicos após aplicação das ondas de choque.

O estudo de Christ et al., mostrou que além do aumento da microcirculação, as


ondas de choque aumentaram a densidade e firmeza na rede de fibras colágenas e
elásticas da derme, melhorando significativamente a aparência da pele flácida de
forma duradoura (até 6 meses). E que o aumento da permeabilidade celular pode
estimular as trocas de substâncias nas células de gordura e ativar enzimas
fosfolipases estimulando a lipólise.

No artigo de Kim et. al, as duas pacientes que fizeram ondas de choque para
estudo de linfedema obtiveram uma notável redução de gordura subcutânea no local
tratado (braços) demonstrado pela tomografia computadorizada.
Os estudos de Nassar et al. e Adatto et. al., constataram redução na
circunferência da coxa, e a ultrassonografia demostrou que houve redução
significativa na espessura da camada de gordura subcutânea nas pacientes de
ambos estudos.
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Ondas de Choque Radiais

As ondas são amplas, se propagam de forma radial,


sem a existência de um ponto focal.
Foram feitas para tratamentos ou disfunções
superficiais (feridas, fibrose, celulite, gordura localizada,
linfedema e algumas patologias ortopédicas superficiais).
Atinge até 5 cm, pois perde energia a medida que
atinge maiores profundidades.
É produzida geralmente com dispositivos pneumáticos
ou eletromagnéticos.
Sua densidade de energia é em mJ/mm².

Ondas de Choque por gerador Eletromagnético

Neste tipo de equipamento as ondas de choque são geradas por um campo


eletromagnético. A corrente elétrica passa entre as bobinas gerando um campo
eletromagnético entre elas, deslocando o projétil, que se choca nas extremidades do
aplicador transferindo energia para o tecido.

Tipos de transmissores:

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Indicações

 Gordura Localizada (Serizawa et al, 201; Siems et al, 2005, Bae et al,
2013;Christ et al, 2008)
 Celulite (Christ et al, 2008; Serizawa et al, 2011; Knobloch, 2015;
Schalaudraff et al, 2014;Kuhn, et al, 2008; Kim et al, 2015; Huang et al, 2012)
 Cicatrização de pele, queimaduras, feridas e úlcera de decúbito (Arno
et al, 2010, Pai et al, 2016);
 Linfedema (Serizawa et al, 2011; Kim et al, 2015, Bae et al, 2013);
 Flacidez tissular (Bae et al, 2013; Christ et al, 2008);
 Cotovelo de Tenista (Rompe et al, 1996);
 Analgesia (Zhao et al, 2013);
 Desordens músculo-esqueléticas (Zhao et al, 2013);
 Tenosinovites (Liu et al, 2012);
 Osteoartrose e Osteoartrite (Zhao et al, 2013; Zhao et al, 2012)
 Tendinopatias (Cacchio et al, 2011);
 Epicondilites (Lee et al, 2012);
 Fasceíte plantar (Lee et al, 2012; Rompe et al, 1996);
 Subluxação (Batista et al, 2007);
 Cicatrização óssea (Gollwitzer et al, 2013);
 Síndrome da dor Trocanteriana (Furia et al, 2009);
 Esporão de Calcâneo (Cheing et al, 2003);
 Fibrose (Heine et al, 2013);

Contra indicações (Cheing & Chang, 2003; Moreira & Miranda, 2014)

 Pacientes hemofílicos;
 Focos Infecciosos;
 Neoplasias;
 Epífises;
 Distúrbios de coagulação;
 Gestantes;
 Sistema Nervoso Central (medula espinhal e cérebro);
 Área pulmonar;
 Área costal;
 Aplicações em área ocular, face, miocárdio, sobre a coluna vertebral,
pulmão;
 Diminuição da sensibilidade na área de tratamento;

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Sensações de Paciente durante a aplicação

O paciente pode sentir um leve aquecimento local e uma leve sensação


incomoda causada pela compressão e descompressão de tecidos. Caso o paciente
sinta dor ou desconforto excessivo abaixe a intensidade ou pare imediatamente a
aplicação.

Efeitos Colaterais ou Secundários

Os efeitos colaterais mais comuns são: vermelhidão, inchaço, dor e nos piores
casos, hematomas e petéquias (manchas vermelhas) que aparecem até 2 dias após
a sessão e podem desaparecer após 3 a 5 dias.
Jamais repita o tratamento se os efeitos secundários anteriores não tiverem
diminuído.

Associações Terapêuticas para Estética:

 Criolipólise;
 Radiofrequência (Hertix);
 Cosméticos;
 Drenagem linfática;
 Carboxiterapia (Sycor);
 Ultrassom (Avatar Cuatro);
 Terapia Combinada (Manthus Start);
 Ultracavitação (Kavix / Avatar Esthetic);
 Massagem Modeladora;
 Corrente Russa ou BMAC;

Associações Terapêuticas para Fisioterapia:

 Eletroterapia;
 Terapia manual;

Programando o HygiaPulse

Ao ligar o equipamento, gire o Knob (botão redondo) para acessar o menu


inicial, onde constam as seguintes opções de programação:
Funcional: é a interface onde constam as sugestões de protocolos prontos para
cada disfunção.
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Info: informações do software e número de disparos do equipamento.
Acionador/Disparos: permite selecionar o modo como o acionador irá executar
e gerar a sequência de emissão dos disparos programados.
No modo manual é necessário pressionar constantemente o pedal acionador
para realizar a sequência de disparos programados. Se parar de pressionar os
disparos serão interrompidos.
No modo automático é necessário pressionar somente uma vez o pedal
acionador e a sequência de disparos ocorrerá automaticamente. Se desejar
interromper a aplicação antes dela ser finalizada pelo equipamento, pressione
novamente o pedal.
Transmissor: A escolha do transmissor varia de acordo com a disfunção e
região a ser tratada. As opções de transmissor constam nas páginas 5 e 6.
Disparos/Frequência/Intensidade: a escolha dos parâmetros varia de acordo
com a disfunção e região a ser tratada.
Disparos: 100 até 9000 pulsos
Frequência: mono pulso/ 1 Hz até 21 Hz / 2 Hz – 20 Hz / 20 Hz – 2 Hz
Intensidade: até 200 mJ (os mJ/mm² são exibidos de acordo com o transmissor
selecionado).

Cuidados com a Aplicação:

Jamais aplique o equipamento em face, colo, pescoço, área cardíaca e


costal.
Não aplique sem gel e sem o protetor do aplicador nos tratamentos
estéticos.
Nos tratamentos de fisioterapia utilize somente o aplicador, sem gel ou
capa protetora.
Apenas aplique o equipamento em peles íntegras.
Nunca utilize energia e número de disparos superiores à tolerância da pele e
da sensibilidade do paciente.
A intensidade e os parâmetros podem ser ajustados de acordo com a
referência do paciente e a avaliação do profissional.
Não inicie a aplicação sem que o aplicador esteja em contato com a pele.
Segure o aplicador sem ocluir as saídas de ar para ventilação.

Técnica de Aplicação para Estética:

Higienize a região a ser tratada.


Demarque a área de tratamento (referência: 10x10 cm ou 15x10 cm).
Utilize uma camada bem fina de gel na região demarcada.
O aplicador deve estabelecer um bom contato com a área de tratamento,
segure firme de forma que toda a superfície fique em contato com a pele, podendo
exercer uma discreta pressão;

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Os movimentos devem ser rítmicos, de maneira uniforme (vertical e horizontal)
por toda a área de tratamento;

Técnica de Aplicação para Fisioterapia:

A aplicação deve ser feita de forma pontual sobre a lesão ou ao redor da lesão.
Mantenha o aplicador parado sobre o ponto até o final dos disparos. Em
seguida posicione o aplicador em um ponto próximo e inicie novamente os disparos.

Elaboração de Protocolo

Para assegurar um programa de tratamento bem sucedido, o profissional deve


estar habilitado a manusear o equipamento e respaldado por conhecimento
específico de todas as afecções que se propõe a tratar.
Portanto, é necessário que a bagagem fisiológica e fisiopatológica bem como a
eletrofisiologia e interação do equipamento com os tecidos esteja sedimentada e
atualizada para que se possa associar o mecanismo de desenvolvimento e
instalação de uma determinada doença com o mecanismo de ação do aparelho. É
dessa forma que se começa um protocolo de sucesso.
Fica claro que, o protocolo é algo que necessita de tempo, observação e
conhecimento específico para sua elaboração adequada.

Interface Funcional
Na Interface Funcional encontram-se as sugestões de protocolo, conforme
abaixo:

Celulite
Ponteira: 35 mm
Frequência: 15 Hz
Disparos: 3000 (área 15x10cm)
Intensidade: 100 mJ

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Gordura Localizada
Ponteira: 25 mm
Frequência: 15 Hz
Disparos: 3000 (área 15x10cm)
Intensidade: 100 mJ

Fibrose
Ponteira: 15 mm Planar
Frequência: 10 Hz
Disparos: 1500 (área 10x10cm)
Intensidade: 80mJ

Linfedema
Ponteira: 35 mm
Frequência: 5 Hz
Disparos: 1000 (área 10x10cm)
Intensidade: 60 mJ

Flacidez Tissular
Ponteira: 25 mm
Frequência: 15 Hz
Disparos: 3000 (área 15x10cm)
Intensidade: 100 mJ

Epicondilite
Ponteira: 15 mm planar
Frequência: 10 Hz
Disparos: 100 pulsos por ponto
Intensidade: 40 mJ

Tendinite
Ponteira: 15 mm planar
Frequência: 12 Hz
Disparos: 150 pulsos por ponto
Intensidade: 40 mJ

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Esporão de Calcâneo
Ponteira: 15 mm radial
Frequência: 13 Hz
Disparos: 100 pulsos por ponto
Intensidade: 30 mJ

Analgesia
Ponteira: 15 mm planar
Frequência: 15 Hz
Disparos: 200 pulsos por ponto
Intensidade: 50 mJ

Fasceíte Plantar
Ponteira: 15 mm radial
Frequência: 12 Hz
Disparos: 120 pulsos por ponto
Intensidade: 40 mJ

Ponto Gatilho
Ponteira: 6 mm
Frequência: 15 Hz
Disparos: 180 pulsos por ponto
Intensidade: 10 mJ

Osteoartrose
Ponteira: 15 mm radial
Frequência: 15 Hz
Disparos: 130 pulsos por ponto
Intensidade: 40 mJ

Pseudoartrose
Ponteira: 15 mm radial
Frequência: 15 Hz
Disparos: 130 pulsos por ponto
Intensidade: 40 mJ

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Atenção: durante a aplicação a intensidade poderá ser ajustada de acordo
com a sensibilidade do paciente. Para isso pressione o pedal para interromper os
disparos, ajuste a intensidade, e pressione o pedal novamente para continuar a
aplicação.

Cuidados com o Equipamento

Limpar e higienizar o(s) aplicador (s), a cada atendimento com clorexidina a


base de água a 1%.
Equipamento bivolt automático (mais informações no manual de operações)
Manutenção (mais informações em seu termo de garantia).

Bibliografia

1. ARGEHRN, F.;KUHN, C. VOSS, A. Can Cellulite be treated with low-energy


extracorporeal Shock Wave therapy? Clinical Investigations in Aging, Dove
Medical Press, 2007. (ANEXO 1)

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J. P. Extracorporeal Shock Waves, a new non surgical method to treat Severe
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Therapy in Patients with Secondary Lymphedema: A Pilot Study.Annals of
Rehabilitation Medicine, 2013.(ANEXO 3)

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(ANEXO 4)

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Improvement in Skin Elasticity in the treatment of Cellulite and Connective
Tissue Weakness by Means of Extracorporeal Pulse activation Therapy,v
28,n5, 2008. (ANEXO 7)

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8. FERRARO, G. A.; FRANCESCO, F.; CATALDO, C.; Synergistic Effects of
Criolipolisys and Shock Waves for Noninvasive Body Contouring. Aesthetic
Plastic Surgery, 2012. (ANEXO 8)

9. FURIA, J.P.; ROMPE, J.D.;MAFFULLI, N. Low Energy Extracorporal Shock


Wave Therapy as a Treatment for Greater Trochanteric Pain Syndrome. The
American Journal of Sports Medicine,vol10, 2009. (ANEXO 09)

10. GOLLWITZER, H.; GLOECK, T.; ROESSNER, M.; LANGER, R.; HORN, C.;
GERDESMEYER, L.; DIIEHL, P. Radial Extracorporeal Sock Wave therarpy
(rESWT) induces new Bone formation in vivo: results of na animal Study In
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11. HEINE, N.; PRANTL, L.; EISENMANN KLEIN, M.; Extracorporeal Shock
Waves treatment of capsular fibrosis after mammary Augmentation-
preliminary results. Journal of Cosmetic and Laser Therapy, 2013. (ANEXO
11)

12. HUANG, F.; KUP, H.; HSIEH, C.; WU, P.; WWU, Y.;WANG, C. Effect of
Extracorporeal Shockwaves Treatment on the Melanogenic Activity of
Cultured Melanocytes on the Melanogenic Activity of Cultures Melanocytes.
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13. IWAKURA, N.; MIYAGI,M.;TATSUOKA,H.;INOUE,G.;NAKAMURA,


J.;KISHIDA, S.;SAITO, A.; TAKAHASHI,K. Degeneration and Recovery of
the Neuromuscular Junction after application of extracorporeal Shock Wave
Therapy. Journal of Orthopaedic Reserch Month, 2012. (ANEXO 13)

14. KIM, S.; BAE, H.; JI, H. M. Computed Tomography as na Objective


Measurement Toll for Secondary Lymphedema Treated with Extracoporeal
Shock Wave Therapy. Annal of Reabilitation Medicine, 2015. (ANEXO 14)

15. KNOBLOCH, K.; JOEST, B.; KRAMER, R.;VOGT, P. Cellulite and Focused
Extracorporal Shockwave Therapy for Non Invasive Body Contouring: a
randomizes Trial.Dermatology Therapy, 2013. (ANEXO 15)

16. KNOBLOCK, K.; KRAEMER, R.; Extracorporal Shock Wave Therapy (ESWT)
fot the treatment of Celulitte- a current metaanalisys. Elsevier, 2015. (ANEXO
16)

17. KUHN, C.; ANGEHRN, F.; SONNABEND, O.; VOSS, A. Impacto f


Extracorporeal Shock Waves on the human skin with Cellulite: A case study of
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18. LEE, S.S.; KANG, S.K.; PARK, N.K.; LEE, C.W.;SONG, H.S.; SOHN, M.K.;
CHO, K.H.;KIM, J.H. Effectiveness of Initial Extracorporeal Shock Wave
Therapy on the Newly Diagnosed Lateral or Medial Epicondylitis. Annals of
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19. LIU, S.; ZHAN, S.; JING, R.; ZHAO, B.; XING, G.; Radial Extracorporeal
Pressure pulso Therapy for the primary Long Bicipital Tenosynovitis a
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20. MOREIRA, V.& MIRANDA, F. Ondas de Choque em Patologias


Desportivas.Revista de Medicina Desportiva in forma, 2014. (ANEXO 20)

21. PAI, M. Y.; TOMA, J. T.; RAMPIM, D. B.; IMAMURA,M.; BATTISTELLA, L.


R. Benefícios da terapia de Ondas de Choque no Tratamento de Ulceras
Cutâneas: uma revisão da literatura. Acta Fisiátrica, 2016. (ANEXO 21)

22. ROMPE, J. D.; HOPF, C.;KULLMER, K.; HEINE, J.;BURGER,R. Analgesic


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23. ROMPE, J.D.; KULLMER, K.; HERBSTHOFER, B.; ECKARDT, A.;


BURGER, R.; NAFE, B.; EYSEL, P. Effectiveness of Low Energy
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24. SCHLAUDRAFF, K.; KIESSLING, M. C.; CSÁSZAR, N. BM.; CHRISTOPH,


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Extracorporeal Shock Wave Therapy Induces Therapeutic
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26. SIEMS, W.; GRUNE, T.;BRENKE, R. Anti Fibroesclerotic Effects of Shock


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L. Shock Wave Terapy induces Neovascularization at the Tendon-bone
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