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Atividade 2.

2 - Whesley
Catítulo 7 - A participação da família na vida escolar dos filhos
O texto começa destacando a importância da família na vida atual e futura das crianças. Sou
professor há 3 anos, passei e ainda passo por turmas onde existem alunos “Problemáticos”, tenho
visto um ponto em comum entre eles, a desestruturação da família; pais presos, ausentes,
divorciados, viciados, dentre outros males que afetam a família, e por isso não se pode negar que a
família é uma influência muito grande na vida comportamental da criança.
O texto destaca também uma reclamação praticamente unâmime entre os professores, da
infima participação dos pais, digo em relação à quantidade, e faço uma consideração minha que
além da minoria dos pais se fazerem presentes, geralmente essa minoria de pais, são pais de bons
alunos, ou seja, os pais que realmente precisam estar presente na vida escolar do filho, não
comparecem , e isso vira uma bola de neve; o pai não se faz presente e o filho acaba piorando cada
vez mais.
Muitos pais não entendem o real papel da escola, o de ensinar e não apenas o de educar, eu
digo não apenas, porque na minha concepção a escola pode sim ajudar no processo de educação, o
simples fato de impor regras ja é educar, o ensinar as crianças a pedir licença, a não conversar junto
com o professor, o fato de obedecerem ao professor, tudo isso é educar, porém nós como
professores não conseguimos atingir um grau de educação satisfatório sem a educação vinda do lar,
quando os alunos não respeitam nem mesmo seus pais, como respeitará alguem de menor
importancia como seus professores? por isso nós como educadores, somos apenas colaboradores no
processo de educar.
O texto fala também sobre a falta de eventos estimulantes para os pais, sobre a simples
entrega de boletins como algo negativo pois não há um envolvimento familiar, uma
confraternização, algo do tipo, somente dados e notas referente à todo o bimestre. Acredito eu que
essa colocação é importante e pode surgir disso uma das soluções para o problema, os gestores
deveriam separar esse dia, muito bem escolhido estrategicamente falando, para criar um ambiente
agradável de confraternização entre pais, professores, gestores e até mesmo se possível, com a
presença dos alunos. tal dia poderia ser conduzido por inúmeras dinâmicas com o objetivo de
concientização, quebra do gelo, conhecimento da comunidade, dentre outros . Não devemos como
gestores (Ou futuros gestores), estagnar nas dificuldades colocadas pelos pais para a não
participação nas atividades escolares reservadas para tal fim, e assim promover eventos de tal
natureza em dias estratégicos, sábados por exemplo, ou até mesmo um feriado quem sabe.
Ao responderem que Sim à pergunta se eles tem conhecimento sobre a importãncia da sua
participação na vida escolar dos filhos, abre-se então uma gama de possibilidades, uma luz no fim
do túnel para começarmos de fato a pensar em estratégicas efetivas para que essa participação
aconteça. Pois o pior doente é aquele que não aceita que está doente, o que teoricamente não é o
caso.

Por fim, fico com a mente voltada para a gestão escolar como auxiliadora no processo da
participação efetiva dos pais, pois vejo que eles precisam ser melhor orientados sobre a metodologia
dessa participação, frequencia , amplitude, etc. pois exigir é sempre exigido, mas melhor é aquele
que diz eu vou contigo, do que aquele que diz vá com Deus.