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Dia 25/09/19

Pg. 23 O acorde em “una corda” é um sol menor com o la e o mi acrescentado ou é um lá com


o sol menor acrescentado? Resposta- é uma corde de dominante com sol menor
acrescentadas. Isto por causa dos harmónicos.

O final modula a fá maior. O ultimo acorde da frase é maior, embora não tenha a terceira,
porque é a dominante da tonalidade inicial. Há um ré sétima de sensível com 4ª adicionada.
Até este momento, estávamos no tonalismo, tb tínhamos acordes de 11ª, mas adicionávamos
o termo dominante. Estes fenómenos agora acontecem noutros graus para além do 5º, e
qualquer tipo de acorde de sétima.

09/10 pg.32

Acordes complexos dependem de questões acústicas, podemos recorrer á física e acústica


para perceber as notas predominantes no conjunto. Os harmónicos naturais são 8ª, 5ª,
3ªmaior, etc… Jónio, Dórico, Frígio, lídio, eólio, lócrio.

As sétimas de sensível são usadas facilmente para modular a tons menores por serem o seu 2º
grau.

30/10

Sanctus e Benedictus de Frank Martin. Em 1922 foi composta, e so foi publicada depois da
morte dele.

Espécie neo-modal, alternância entre tipos de modos.

Neo-modalidade: utilização dos modos da idade media e do renascimento, so q as escalas são


transpostas a qq centro tonal. (não havia afinação fixa, antigamente não era necessariamente
415) Afastar-se das tonalidades normais, n se procede a alterações acidentais para obter
cadencias ou sensíveis. Utilizar harmonias com mais de 3 sons, e aproveitar as características
particulares de cada modo.

O Martin utiliza estas estruturas, escalas especificas na imitação dos 2 soprano. Mostra nos
uma utilização da tonalidade acústica.

Efetivamente, não é neo modalidade mas sim tonalidade pentatónica.

A tonalidade de ré para ser acústica tem que ter o sol subido e o dó descido.

Tonalidade do campo geral que se gera através da al, 4º grau subido e o 7º descido.

Em Debussy, resolvia se o pendulo para a parte fraca do compasso.

ESCALA ACUSTICA: É A QUE TEM O 4º GRAU SUBIDO E O 7º DESCIDO

Escala pentatónica modelo: dó ré mi sol lá.

13/11

Bartok – music for strings. Música com um enfoque na percussão e há uma certa libertação da
harmonia e do diatonalismo. Como se a orquestra e o piano estivessem a acompanhar a
percussão e não o contrário. Uso de células rítmicas que se repetem. Ainda existe o elemento
de contraste para denotar as secções. Há uma parte que é realçada pela ausência da
percussão, e por melodias de figuração lenta e de caráter piano. A reentrada dos tímpanos é
capaz de assinalar uma retoma á primeira parte.

Comentário do stor: o piano não é um instrumento isolado, mas está integrado totalmente na
orq. , o 4º andamento a obra está totalmente seccionado. A recapitulação feita pelos tímpanos
é feita depois da recap. De outras coisas q o ouvinte já ouviu. Ou seja, é uma síntese
sequencial. A secção inicial escrita em modalidade (mixolídio etc…) é a cola que liga todos os
elementos, a forma.

Os finais das obras deste período (guerras mundiais) são sempre abruptos. Depois de
apresentar as ideias todas vem a necessidade de acabar com a cadência.

Cordas, percussão e celesta. Que tipo de linguagem usa Bartok: neomodalidade, utilização dos
12 meios tons com a igualdade de importância a nível harmónico. A aplicação da sobreposição
de eixos, termos uma sétima diminuta sobreposta sobre outra faz com que tenhamos 8 notas
diferentes. Bartok deu nomes específicos ás harmonias.

Pg. 8 A harmonia alfa: 2 sétimas diminutas á distância de um meiotom, formam-se oitavas


diminutas/sétimas maiores entre cada nota da harmonia base.

Que nota podemos remover ao acorde beta sem o alterarmos muito (o si). Á medida que
entram outras vozes vão-se preenchendo os cromáticos. Bartok, joga com o ciclo de quintas
começando no lá, 5ª acima, 5ª abaixo, 2 5ªs acima, 2 5ªs abaixo,

Requiem de guerra de Britten- distribuição da obra com as forças q utiliza, 3 frações que
intervieram na 2º guerra coro, orquestra e órgão.

27/11/19

Stravinsky Symphonie de Psaumes, para coro, percussão e orquestra

Música sacra, não não tonal. Parece dar um enfase distribuído ao ritmo, melodia e harmonia,
em vez de o ritmo estar preso á melodia e á harmonia. Estes elementos são o que parece
separar as diferentes secções da peça, uma vez soa mais melódica, outra mais rítmica (padrões
rítmicos), embora a harmonia aqui não seja um fim mas um meio para alcançar o brilho
orquestral. Há uma secção contrapontística que salienta um crescendo. Esse crescendo colide
com um pequeno silêncio que antecede um momento de pêndulo constante executado na
percussão acompanhado pelo coro a cantar “laudate” e a orquestra a dar cor harmónica.

Aleluia – laudate, há uma redução tímbrica na orquestra e o coro canta esta parte em uníssono
para fazer uma espécie de coda.

A secção tem 2 tonalidades a funcionar em simultâneo. Politonalidade – forma de compor, em


que etão sobrepostas 2 ou mais tonalidades distintas de forma a criar agregados harmónicos
complexos, mas em que existe pelo menos uma nota/harmonia em comum entre as
tonalidades, é uma técnica muito utilizada por compositores neo-clássicos. Ele sobrepõe a
tonalidade do sol menor e do dó menor. A imitação é sempre real, e a resposta também é
imitada. Isto torna impossível analisar harmonicamente, isso é um fenómeno renascentista.

Stravinsky era ortodoxo, e compôs musica sacra ortodoxa da qual se serve para esta sinfonia.
Stravinsky Pega no conceito de sinfonia e o conceito de música sacra. Reserva o salmo 150
para o fim. O salmo em que o poeta pede que todos os inst. Conhecidos á época “exaltem o
Senhor.”

Recorre a 3 salmos. Recorre a questões geométricas (cada andamento tem o dobro de


dimensão do andamento anterior). Estamos a falar de uma obra neoclássico. O
Impressionismo, Exressionismo tentam são opostas ao romantismo e pós-romantismo.

Em termos de conteúdo está tudo ao contrário.

Sagração da Primavera, o conteúdo consiste num bailado. Começa com um ostinato melódico
com muitas variações melódicas. Linguagem neomodal. Aplicação do conceito de
politonalidade. Elimina o conceito de harmonia, não é possível definir a harmonia em muitas
secções. Centramos a atenção na questão rítmica. Ele está a tratar de ritos pagãos ancestrais, e
aí predomina o ritmo.

Ele escreve compassos só para o maestro poder dar o tempo.

Paul Hindemith - conceito melódico como base.

04/12/19

Messiaen pg. 15

3ª transposição fica para casa.

Linguagem de Messiaen – linguagem dos pássaros. Transcrever o que os pássaros franceses e


não só cantam. Os franceses interessaram-se pela música hindu, com modos rítmicos

Valor adicionado – O sacrum convivium pg. 135.

Sinestesia – ver cor associadas a sona.

18/12

Teste modelo

1a) Politonalidade – forma de compor, em que etão sobrepostas 2 ou mais tonalidades


distintas de forma a criar agregados harmónicos complexos, mas em que existe pelo menos
uma nota/harmonia em comum entre as tonalidades, é uma técnica muito utilizada por
compositores neo-clássicos

b) Harmonia distancial – processo de compo. Em q são definidos pelo compositor eixos a partir
dos quais são relacionadas harmonias, são encadeadas a distâncias predefinidas pelo
compositor. Processo de omp. Em q o compositor divide a oitava em eixos, ele troca
harmonias.

c) técnica de misturas – técnica de composição em q uma estrutura Harm. É deslocada por


graus conj a descer ou a subir, podendo ser real se obedecer ao tipo de harmonia que é
misturada ou pode ser tonal se obedecer aos graus normais da escala ou tonalidade em que
nos encontramos. Mistura real, tonal (…)
2a) 5 escalas. Dó pent. Ré pent. Mi pent. Sol pent. Lá pent. (dizer os intervalos que
constituem a escala)

b) é uma escala de caract. Maiores em que se sobe o 4º grau e se desce o sétimo. Através
desta escala as harmonias que se gerem

c) Pensamento de harmonia distancial. Sobreposição de 2 eixos de divisão da oitava em 3as


menores. Pegar em 2 destes 3 que sejam distintos, eixo mais agudo e mais grave. Acorde
alfa – sobreposição de 2 acordes de 7ª diminuta á distância de uma segunda menor, com o
eixo mais agudo na base e o outro no topo.

3. São 7 modos. 1º - é uma escala de tons inteiros/divisão de oitava em tons inteiros 2º -


escala que tem o padrão de meio tom-um tom repetido 4 vezes. Pode ter 3 transposições
(dó, dó# e ré) 3º - escala com o padrão de tom inteiro- meio tom – meio tom que se repete 3
vezes. 4º escala definida por 11311131 (sendo 1=meio tom). 5º escala definida por 141141.
6º escala definida pelo padrão 2211 que se repete uma vez. 7º 1112111121

4. a) Forma prelúdio, ABC coda.

b) ostinato rítmico-melódico, nota pedal. Mistura de acordes no sol maior. Pêndulos


harmónicos

Pêndulo de 5ª inferior. P

c) Ré eólio, faz mod. Para ré dórico. Até ás Breves

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