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Energia potencial & Capacitores

AULA 3 No dia a dia, o termo energia é associado à movimentação. É através dos


alimentos que obtemos a energia necessária para executar todas as ativida-
des; nos automóveis a energia proveniente da queima dos combustíveis faz
com que eles se movimentem. Por definição, energia é a capacidade que um
corpo tem de realizar um trabalho ou uma ação.

Capacitores usados em circuitos elétricos e


eletrônicos armazenam cargas elétricas

Elétrons frenéticos

Utilizamos cotidianamente diversos equipamentos, sem ter ideia de como eles funcionam. Nesses
aparelhos ocorre, a todo tempo, uma infinidade de processos físicos que transformam nossa vida. No
computador usado para escrever um texto, para acessar a internet, milhões de elétrons se movimentam.
Esse é o mundo da eletrônica.
Quem já teve a curiosidade de abrir algum aparelho como uma TV, rádio ou computador, percebeu
que normalmente existe em seu interior uma placa na qual várias pequenas “caixinhas” estão ligadas por
trilhas metálicas, como se fossem ruas e avenidas em uma “metrópole” em miniatura. Embora não pos-
samos ver, essas ruas e avenidas abrigam um trânsito intenso: nelas circulam rapidamente “minúsculos
habitantes” em um ritmo frenético. Esses habitantes são os elétrons. O movimento dos elétrons é que
gera a corrente elétrica, e é a partir dela que tudo ocorre na eletrônica.
Nos computadores, há um “edifício principal” que é o centro de todas as atenções. Lá dentro, o
ritmo é freneticamente veloz, pois os elétrons percorrem determinados caminhos milhões de vezes por
segundo, encontrando inúmeros dispositivos que foram construídos na escala nanométrica, ou seja, da
ordem de um bilionésimo do metro. Esse “edifício principal” é o processador do computador, que executa
todas as tarefas que os programas exigem da máquina. Ao acessar a internet, tocar um DVD ou realizar
um cálculo complicado, é esse processador que coordena tudo.
O interior do processador é constituído de diversos dispositivos como resistores, que servem para
limitar o valor de corrente nos circuitos; capacitores, que armazenam carga elétrica; diodos, que permitem
o fluxo de corrente em uma única direção do circuito; e transistores, que servem para controlar e amplifi-
car a corrente do circuito.

Disponível em: http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/2814/n/pequenos_habitantes_de_um_mundo_


proximo. Adaptado.

Física 3 - Aula 3 25 Instituto Universal Brasileiro


Energia potencial & Capacitores
que denominamos de energia potencial
Energia potencial
elétrica.
Na expressão (II), o termo:
É a energia que pode ser armazenada
em um sistema físico e tem a capacidade
Q
de ser transformada em energia cinética ou
4 . π . Ɛ . rA
em outra forma de energia. A assim chama-
da “energia elétrica” é uma energia poten-
cial antes de ser entregue para a utilização é o potencial no ponto A. Portanto,
final, se transformando em outro tipo de
energia (calor, luz, movimento etc.). Epot = q . VA

Conforme o corpo perde energia po-


tencial, ganha energia cinética ou vice-ver- Generalizando: Uma carga q, situada
sa. É a energia que corresponde ao traba- num ponto de potencial V, tem energia po-
lho que a força peso realiza. A unidade de tencial dada por:
energia, assim como o trabalho, no Siste-
ma Internacional de Unidades (SI) é o joule Epot = q . V
(J). Retomemos a nossa fórmula do traba-
lho realizado pelas forças elétricas, quando
a carga q se desloca de A até B:

(I) 1 .Q - 1 .Q
TAB = q .
4 πƐ rA 4 πƐ rB

Quando uma carga q situada num


E façamos a carga q deslocar-se do
campo elétrico fica sujeita apenas às for-
ponto A até o infinito, isto é, o ponto B está
ças de campo, o trabalho realizado no
infinitamente afastado.
deslocamento desta carga, de um ponto
Para r B teremos r∞ e, portanto:
A até um ponto B, será sempre positivo.

1 Como o
r∞ = 0
TAB = q . (VA - VB)
Logo, o termo

1 .Q teremos duas alternativas:


4 πƐ rB = 0 a) Quando a carga q é positiva, ela
tende a ocupar a posição de mínimo poten-
Conclui-se que o potencial para pon- cial; portanto:
tos infinitamente afastados das cargas que
produzem o campo elétrico é nulo. VB < VA
A relação (l) torna-se:

(II) q.Q b) Quando a carga q é negativa, ela ten-


TAB = 4 πƐr = Epot
A de a ocupar a posição de máximo potencial;
portanto:
Física 3 - Aula 3 26 Instituto Universal Brasileiro
Observe que existem pontos na região ao
VB > VA redor da carga, que distam o mesmo d dela.

P3 A união de todos
d P1 os pontos P1, P2,
Exemplo d P3, ..., equidistan-
1. Uma carga elétrica de + 3 C + tes da carga, forma
desloca-se num campo elétrico de um uma esfera centra-
ponto A de potencial 6 V para um ponto da na carga e de
P2
B de potencial 12 V. raio igual a d.
a) Qual é o trabalho realizado nes-
te deslocamento? Como o potencial em um ponto, de-
pende da carga e da distância do ponto à
TAB = q . (VA - VB)
carga, os pontos de uma esfera centrada
TAB = 3 . (6 - 12) TAB = - 18 joules na carga têm o mesmo potencial. Esta re-
TAB = 3 . (- 6) gião é chamada de superfície equipoten-
cial. No caso do potencial criado por uma
b) A carga de + 3 C pode deslocar-se
única carga, a superfície equipotencial é
espontaneamente de A até B?
uma esfera centrada na carga.
Resolução:
P4
Para que a carga de + 3 C se deslo- P5
que espontaneamente, sujeita somente às P6 P linhas de
P2 1
forças de campo, é necessário que VB seja P3 campo elétrico
menor que VA, o que não acontece, pois
+
equipotenciais
VB = 12 V e VA = 6 V

Logo:
VB > VA
Note que: 1º VP1 = VP4, pois P1 e P4 perten-
Conclusão: A carga + 3 C não se cem a mesma equipotencial. VP2 = VP5 e VP6 = VP3
desloca espontâneamente de A até B. 2º As superfícies equipotenciais são per-
pendiculares às linhas de campo.

Superfícies Equipotenciais Condutor Esférico


Vamos considerar como exemplo, uma A carga elétrica de uma esfera condutora
carga positiva +Q. Recorde que a carga cria em equilíbrio eletrostático e isolada de outras
um campo elétrico em torno dela. As linhas cargas distribui-se uniformemente pela sua
deste campo elétrico são radiais, isto é, têm a superfície, devido à repulsão elétrica.
direção do raio de uma esfera e, como a carga
é positiva, são de “afastamento” em relação à Potencial de um condutor
carga, conforme a figura abaixo. esférico carregado

Foi visto que o campo elétrico para um


ponto P exterior a uma esfera carregada é
Linhas de dado por:
+
campo elétrico
1
E= 4.π .Q
. Ɛ d2

onde d é a distância de P ao centro da esfera


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de raio r (d > r). É como se a carga que
produz o campo estivesse concentrada no 1 .Q
V = 4πƐ
centro da esfera. r
O potencial para o ponto P exterior onde r é o raio da esfera.
será dado por: Observação: O potencial no interior
da superfície esférica é o mesmo que na
1
V=4.π .Q ou V=K. Q superfície da esfera.
.Ɛ d d Q = 25 C
r = 50 cm = 0,50 m
Observação: d é a distância até o
centro da esfera. K=4.π 1 = 9 N . m
2

. Ɛ 9 x 10 . C2
No interior da esfera, o campo elétrico
é nulo e, portanto, o potencial é constante. 109 . 25
V = 9 . 0,50
Seu valor será o mesmo da superfície, isto é,
V = 450 x 109V
1
V=4.π .Q ou V=K. Q
.Ɛ r r
2. Qual é o potencial à distância de 1
onde r é o raio da esfera. metro do centro da superfície esférica, no
Na figura, temos um gráfico do poten- problema anterior?
cial de um condutor esférico carregado em Resolução:
função da distância. O potencial para um ponto exterior é
dado por:
V 1 .Q
V = 4.π.Ɛ d
O raio da esfera é 0,50 metro; portan-
V = K. Q
V = K. Q r to, para d = 1 m, o ponto está localizado
d
fora da superfície esférica.

(1)
(1)
(2) K=4.π 1 = 9 x 109 . N . 2m
2

d .Ɛ C
0 dados
Q = 25 C
• Na região (1): no interior da esfera d=1m
o potencial é constante, igual ao
9 . 109 . 25
da superfície, V = K . Q . V= 1
r
• Na região (2): é a região exter- V = 225 . 109V
na. Para d > r, o potencial diminui
com o universo da distância d, que é o potencial num ponto a 1 m do
isto é, V = K . Q . centro da esfera.
d Observação: Em nosso estudo, quando
o meio não for especificado, vamos sem-
pre considerá-lo como sendo o ar; para os
Exemplos nossos problemas, teremos, portanto:
1. Um condutor esférico tem uma car-
ga de 25 C e um raio de 50 cm. Qual é o Ɛ = Ɛ0
campo e o potencial no interior da esfera?
e a constante ficará
Resolução:
O campo no interior da esfera é nulo. O
K = 4 . π1 . Ɛ = 9 x 109 . N . 2m (S.I.U)
2

potencial no interior da esfera é dado por: 0


C

Física 3 - Aula 3 28 Instituto Universal Brasileiro


Capacitores
A B
Vários tipos de capacitores
+Q -Q

-
+ IA
ER
BAT

Pela observação da figura, é fácil dedu-


zir que há uma diferença de potencial entre as
Capacitores ou condensadores são armaduras (VAB), igual à diferença de potencial
dispositivos largamente empregados em cir- existente entre os polos da bateria. Se, porven-
cuitos elétricos e eletrônicos, com a finali- tura, trocássemos esta bateria por outra de maior
dade de armazenar cargas elétricas. Basi- diferença de potencial, certamente as cargas ad-
camente, são constituídos por duas placas quiridas pelas placas seriam maiores. Verifica-se,
planas e paralelas (positiva e negativa), sepa- experimentalmente, que a relação carga adquiri-
radas por um meio dielétrico (isolante). da/diferença de potencial permanece constante.
Esta relação é denominada de capacitância do
capacitor, representada por C.

Capacitância. A capacitância é uma pro-


priedade que mede a eficiência dos capaci-
tores, para testes e comparações. O valor
O primeiro capacitor foi inventado da capacitância é diretamente proporcional
em 1.744, na Universidade de Leyden, ao módulo das cargas em uma das placas
na Holanda, tendo sido chamado, pela e inversamente proporcional a diferença de
sua aparência, de Garrafa de Leyden. potencial (voltagem) nas placas do capacitor.
Comercialmente, são conhecidos em
função de suas características cons- Do exposto, temos:
trutivas, tais como o tipo de dielétrico,
forma das armaduras, relação entre as
armaduras etc. C= Q
V

Consideremos um capacitor qualquer, No Sl a unidade de medida de capaci-


de placas (ou armaduras) planas, ligadas a tância é o Farad (F). Na prática são utilizados
uma bateria. Face a esta ligação, as arma- submúltiplos do Farad. Os submúltiplos mais
duras irão receber cargas elétricas: a ar- comuns são:
madura A, ligada ao polo positivo, a carga microfarad = 10-6 F (µF)
+ Q; a armadura B, ligada ao polo negativo, nanofarad = 10-9 F (nF)
carga - Q. Quando isto ocorre, dizemos que picofarad = 10-12 (pF)
o capacitor está carregado.
Física 3 - Aula 3 29 Instituto Universal Brasileiro
Fatores construtivos que 2. Determine a capacidade de um
influenciam a capacitância capacitor de placas planas e paralelas
Certos fatores influem na capacidade de de 40 cm2 de área, distantes entre si 5
um capacitor. Vamos listá-los: cm, no ar.
1. Área das armaduras: a capacidade (E0= 8,85 x 10-12C2/Nm2)
de um capacitor é diretamente proporcional Resolução: a fórmula do capacitor
à área de cada armadura. em função destas dimensões é dada
Portanto: por:
E0A
CαA C= Substituindo-se os valores na fórmula:
d

2. Distância entre as armaduras: a ca- C = 8,85 x 10 x 40 x 10-4


-12

pacidade de um capacitor é inversamente 5 x 10-2


proporcional à distância que separa as ar- 40 cm2 = 40 . 10-4m2
maduras do referido capacitor. e
Portanto: 5 cm = 5 . 10-4m
C = 708 x 10-15 F
Cα 1
d

3. Influência do dielétrico na capaci- 3. Aproximando-se para uma distân-


tância: Normalmente considera-se o vácuo cia de 2 mm as placas do capacitor do
como dielétrico, havendo nele um campo elé- exercício anterior, qual o valor da nova
trico de módulo E0. Se for outro o dielétrico, te- capacidade, nas mesmas condições?
remos um campo de módulo E = E0/K. Então, a Resolução: Revendo os cálculos
diferença de potencial entre as armaduras será do problema anterior e somente sub-
dividida por K. Se Q não varia e a diferença stituindo nele a nova distância entre as
de potencial se reduz, então a capacitância au- armaduras, teremos:
menta. Assim, se um capacitor no vácuo (ou no
C = 8,85 x 10 x 40 x 10-4 (2 mm = 2 . 10-3 m)
-12
ar) tiver uma capacidade C0 e se introduzirmos
2 x 10-3
entre as placas um dielétrico de constante K, a
nova capacidade será: C = KC0. C = 17,7 pF
Sintetizando os três itens acima:

E 0A
(E0= 8,85 x 10-12C2/Nm2) C=
d

Veja os três exemplos a seguir:


1. Qual é a capacidade de um corpo
Quadro resumo
que possui carga elétrica de 250 µC e po-
tencial de 0,5V?
Resolução: Energia potencial & Capacitores

C=Q
V
Substituindo-se os valores na fórmula: Energia potencial

É a energia que pode ser armaze-


C = 2500,5
x 10 -6
C = 500 µC nada em um sistema físico e tem a capa-
cidade de ser transformada em energia

Física 3 - Aula 3 30 Instituto Universal Brasileiro


c) ( ) 4,32 . 1011 N/C
cinética ou em outra forma de energia. d) ( ) 2,49 . 1010 N/C
A assim chamada “energia elétrica” é
uma energia potencial antes de ser en- 2. Uma esfera condutora possui carga
tregue para a utilização final, se trans- elétrica igual a 10 µC e está isolada no vácuo.
formando em um outro tipo de energia Sabendo-se que seu raio é de 10 cm, determi-
(calor, luz, movimento etc.). ne o potencial elétrico na superfície da mesma.

Condutor Esférico a) ( ) 9 KV
b) ( ) 90 KV
A carga elétrica de uma esfera c) ( ) 900 KV
condutora em equilíbrio eletrostático e d) ( ) 910 KV
isolada de outras cargas, distribui-se
uniformemente pela sua superfície, de- 3. Com relação ao exercício anterior,
vido à repulsão elétrica. o potencial no interior da esfera é igual a:

Capacitores a) ( ) 9 KV
b) ( ) 90 KV
É um dispositivo que armazena ener- c) ( ) 900 KV
gia elétrica, para que as cargas elétricas d) ( ) 0
possam ser transformadas e utilizadas
quando necessário. É constituído de 4. Ainda com base no exercício 2, cal-
duas placas planas e paralelas (positiva cule o potencial em um ponto situado a 8
e negativa), separadas por um meio die- cm de sua superfície.
létrico (isolante). Os capacitores fazem
parte dos circuitos elétricos e eletrônicos. a) ( ) 1.125 KV
Capacitância. A capacitância é b) ( ) 750 KV
uma propriedade que mede a eficiência c) ( ) 500 KV
dos capacitores, para testes e compara- d) ( ) 125 KV
ções. O valor da capacitância é direta-
mente proporcional ao módulo das car- 5. (FCM Santa Casa-SP) Uma esfera
gas em uma das placas e inversamente de raio igual a 1 m no vácuo é carregada
proporcional a diferença de potencial com 10 -5 coulomb de carga. Seu potencial
(voltagem) nas placas do capacitor. elétrico em volts, é igual a
Logo, representando a capacitância
pela letra C, temos a fórmula: C = Q/V a) ( ) 8 . 10 4 V
b) ( ) 9 . 104 V
c) ( ) 0,9 V
d) ( ) 6 V

6. Dois condutores esféricos, A e B, pos-


suem raios R e R2, respectivamente. O primeiro é
de ferro e o segundo é de cobre. Eles estão imersos
1. Uma esfera condutora de raio 0,12 no ar. Sejam CA e CB suas capacitâncias. Tem-se:
m possui carga de 57,6 x 10 -2 C. O valor do
campo a uma distância de 0,09 m do centro a) ( ) C A = CB
da esfera é igual a: b) ( ) C A = 2CB
c) ( ) CA = CB/2
a) ( ) 0 d) ( ) CA < CB pois a densidade do fer-
b) ( ) 5,76 . 1010 N/C ro é maior que a do cobre.
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7. Uma bexiga de forma esférica pos- 3. c) (x) 900 KV
sui raio R e está eletrizada com carga elé-
trica Q, uniformemente distribuída em sua Comentário.
superfície. Seja C sua capacitância e V V = 900 KV, porque o potencial no interior
seu potencial elétrico. Infla-se a bexiga de da esfera é igual ao potencial da superfície.
modo que seu raio passa a ser igual a 2R
e sua carga elétrica permanece igual a Q. 4. c) (x) 500 KV
Nesta nova condição, a capacitância da be-
xiga e o seu potencial elétrico são, respec- Comentário. Na região externa, o po-
tivamente, iguais a: tencial é V = K Q , onde d é a distância até o
d
centro da esfera. Neste caso, d = 10 + 8 = 18
a) ( ) 2 C e V cm, isto é, d = 0,18m.
b) ( ) 2 C e 2V
c) ( ) 2 C e V/2 V = 9 . 109. 10 . 10-6 V = 500 KV
0,18
d) ( ) C/2 e V/2

8. (PUC-CAMPINAS) Se a Terra for 5. b) (x) 9 . 104 V


considerada um condutor esférico (R = Comentário. V = K . Q é o potencial da
d
6.300 km), situada no vácuo, sua capaci- esfera. Neste exercício,
tância, para k 0 = 9x10 9 m/F, será aproxima-
damente: V = 9 . 109. 10-5 V = 9 . 104 V
1
a) ( ) 500 μF
b) ( ) 600 μF 6. b) (x) CA = 2CB
c) ( ) 700 μF
d) ( ) 6.300 μF Comentário. Sendo CA = R/k0 e CB = (R/2)/
k0 = (1/2).(R/k0), vem: CB = CA/2 = > CA = 2CB.
Observe que a capacitância depende
do raio do condutor e do meio onde está
imerso. Não depende da natureza do ma-
terial condutor. De Q = C . V, concluímos
que sob mesmo potencial V, o condutor de
1. a) (x) 0 maior capacitância armazena maior carga
elétrica.
Comentário. Como d < r, isto é, 0,09 m
< 0,12 m, trata-se do interior da esfera, onde 7. c) (x) 2C e V/2
o campo elétrico é nulo.
Comentário. Com base nas informações
2. c) (x) 900 KV do problema e aplicando as regra de capaci-
Comentário. A fórmula potencial é: tância teremos:
De C = R/k0 e C’ = 2R/k0, vem: C’ = 2C
Sendo C’ = 2C, resulta: Q/V’ = 2. Q/V => V’
Aplicando-a ao problema temos:
= V/2
V=K. Q
r 8. c) (x) 700 µF
V = 9 . 109 10 x 10-6 = 90 x 103 Comentário. Com base nas informações
0,1 0,1 do problema e aplicando as regra de capaci-
tância teremos:
V = 900 KV De C = R/k0 => C = 6,3.106m/9.109(m/F) =>
C = 700.10-6 F = 700 μF
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