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Associação de capacitores & Corrente elétrica

AULA 4 Como resolver as equações referentes a esses temas importantes do dia


a dia? Associação de Capacitores: em série ou em paralelo, sempre com
o objetivo de obter a capacitância desejada. Corrente elétrica: presente na
natureza, no corpo humano e em muitos dos aparelhos criados a partir da
eletricidade, desde a lâmpada até o carro elétrico.

Corrente elétrica: fluxo de partículas portadoras de carga elétrica

Duas perguntas importantes sobre os temas

• Quando é usada a associação em série ou em paralelo de capacitores?


A associação em série é usada quando se deseja dividir a alta tensão entre vários capaci-
tores; neste caso, qualquer um destes, não sustentaria sozinho a tensão total. A associação em
paralelo é usada quando se deseja grande capacitância para uma mesma tensão moderada ou
baixa nos capacitores; muito útil quando se deseja, por exemplo, acumular uma grande carga.
• Quais os exemplos de corrente elétrica?
Na natureza: o raio, uma grande descarga elétrica produzida quando se forma uma enorme
tensão entre duas regiões da atmosfera. Raio é a descarga elétrica atmosférica, relâmpago é a luz e
trovão é o som causados pela ionização do ar e o choque com as cargas elétricas das nuvens.
No corpo humano: impulsos elétricos do olho para o cérebro. Nas células da retina exis-
tem substâncias químicas que são sensíveis à luz, quando uma imagem se forma na retina
estas substâncias produzem impulsos elétricos que são transmitidos ao cérebro. O cérebro
envia impulsos elétricos a todos os nervos, que os transmitem até os músculos, provocando
as contrações. Além disso, o corpo humano é um bom condutor de corrente elétrica, por isso
temos que tomar cuidado com descargas elétricas externas.
Nos aparelhos e utensílios construídos a partir do domínio da eletricidade: lâmpada, ferro
de passar roupas, chuveiro, televisão, geladeira, computador e muitos e muitos outros.

Física 3 - Aula 4 33 Instituto Universal Brasileiro


Associação de capacitores & Corrente elétrica
Associação de capacitores Associação em série

Os capacitores podem ser associados Quando conectamos dois ou mais ca-


em série ou em paralelo. Observe inicial- pacitores em série, a capacitância total ob-
mente as diferenças entre essas duas pos- tida será sempre menor do que o valor do
sibilidades. menor capacitor do conjunto. Usamos uma
fórmula para calcular a capacitância equi-
valente em série que é similar à fórmula da
resistência em paralelo. Para determinar a
capacitância equivalente de uma associa-
ção de dois ou mais capacitores utilizamos
a seguinte relação matemática abaixo:

1/CEQ = 1/C1 + 1/C2 + ...... + 1/CN

Geralmente conectamos capacitores


em série em um circuito para que o conjun-
to possa suportar uma tensão elétrica maior
que as tensões individuais nos capacitores,
pois a tensão elétrica será diferente em cada
capacitor. Nesse tipo de associação, os ca-
pacitores são ligados da seguinte forma: a
armadura positiva de um capacitor é li-
Nestas situações, é possível calcular-se gada com a armadura negativa do outro
o capacitor equivalente, ou seja, um capacitor capacitor e assim sucessivamente.
cuja capacitância equivale à de toda a asso-
ciação. Abaixo veremos a estrutura de cada Associação em paralelo
associação e a fórmula que permite o cálculo Em paralelo, as placas positivas dos
do capacitor equivalente (CEQ). capacitores são ligadas entre si, bem
como as negativas. Para determinar a ca-
Associação em série pacitância equivalente utiliza-se a seguinte
equação matemática, veja:

C1 C2 CN
CEQ = C1 + C2 + ...... + CN
1 1 1 1
CEQ = C1 + C2 +......+ CN
Quando os capacitores são associados
Associação em paralelo em paralelo, somamos suas capacitâncias.
Podemos pensar num arranjo de capa-
citores em paralelo como se fossem um úni-
C1 C2 CN co capacitor com capacitância maior. Porém,
a maior tensão que pode ser aplicada a um
arranjo de capacitores em paralelo, com se-
CEQ = C1 + C2 + ...... + CN gurança, é limitada pela tensão do capacitor
com menor valor de tensão suportada.
Física 3 - Aula 4 34 Instituto Universal Brasileiro
Exemplos: Para associação em paralelo:
1. Considere a associação de capa-
citores da figura abaixo, onde C1 = 21 µF, CEQ = C1 + C2 + C3 + C4
C2 = 42 µF e C3 = 63 µF. CEQ = 100 + 22 + 1 + 220
C1 C2 C3 CEQ = 343 µF

A capacidade do capacitor equiva-


lente para esta associação é igual a:
a) ( ) 26,45 μF Corrente elétrica
b) ( ) 13,20 μF
c) ( x ) 11,45 μF
d) ( ) 7,50 μF Corrente elétrica é o fluxo orde-
Resolução: nado de partículas portadoras de carga
elétrica (elétrons, íons positivos e ne-
C1 = 21 μF gativos); ou também, o deslocamento
Dados C2 = 42 μF Pedido: Ceq = ? de cargas dentro de um condutor, quan-
C3 = 63 μF do existe uma diferença de potencial
Para associação em série: elétrico entre as extremidades.

1 1 1 1 1
Corrente Elétrica
1 1 1
Ceq = C1 + C2 + C3 Ceq = 21 + 41 + 63 Os átomos dos
elementos metálicos
6+3+2 Free
1 1 11
Ceq = Ceq = 126
elétrons
126

126
Ceq = Ceq = 11,45 μF
11

Nêutrons
Prótons
2. As capacidades C1, C2, C3 e C4 da
figura abaixo são, respectivamente, iguais
a 100 μF, 22 μF, 1 μF e 220 μF.
Movimento dos elétrons
através do condutor

C1 C2 C3 C4 + -

A capacidade do capacitor equiva-


lente para essa associação, é igual a:
a) ( x ) 343 μF
b) ( ) 16,39 μF
c) ( ) 470μF
d) ( ) 1 μF
Resolução:
C1 = 100 μF
C2 = 22 μF Pedido: Ceq = ?
Dados
C3 = 1 μF Já temos conhecimento da existência
C4 = 220 μF de materiais condutores e isolantes no que
tange à eletricidade. Os materiais conduto-
Física 3 - Aula 4 35 Instituto Universal Brasileiro
res mais conhecidos são os metais. Estes se tuída por elétrons, por convenção adota-
caracterizam por possuir um grande número se que o sentido da corrente elétrica seja
de elétrons livres, que constituem a chamada aquele oposto ao dos elétrons.
nuvem eletrônica. Tais elétrons são ditos li-
vres em razão da fraca ligação que possuem
Sentido convencional
com o núcleo atômico. Via de regra, este
movimento dos elétrons é aleatório; porém,
é possível discipliná-lo; quando o fazemos, - - -
- -
temos uma corrente elétrica. - - -
Intensidade de corrente
Sentido real

S i
i O gráfico ao lado representa
a corrente contínua constante
em função do tempo

Δt t

Unidade de corrente elétrica


S é a área de uma secção A unidade adotada para a intensidade
transversal do condutor. da corrente elétrica no SI é o ampere (A),
em homenagem ao físico francês André
Marie Ampere. Um ampère corresponde a
Admitamos que pela secção S de um um coulomb por segundo (C/s).
condutor estejam passando um número n de
cargas elétricas, como reproduzido no dese-
A = C/s
nho acima. Podemos dizer que num certo
intervalo de tempo Δt, por esta secção do
condutor passam estas n cargas elétricas, Conheça os submúltiplos do Ampere:
que correspondem a uma carga total Q. Nome Símbolo Valor em A
Definiremos intensidade de corren-
Ampere A 1
te média (i m) na secção considerada, pelo
quociente: Deciampere dA 10-1
Centiampere cA 10-2
Q
im = Δt Miliampere mA 10-3
Microampere μA 10-6
Nanoampere nA 10-9
Num intervalo de tempo Δt passam,
Picoampere pA 10-12
pela seção S, n cargas elementares. Como
já sabemos que Q = ne, podemos reescre-
ver a relação acima como:

im = ne
Δt
André Marie Ampère (1775-1836)
Vale a pena recordar que, embora a físico francês, nascido em Lyon, foi um
corrente elétrica nos metais seja consti-
Física 3 - Aula 4 36 Instituto Universal Brasileiro
dos fundadores do eletromagnetismo. Uma pessoa nadando a até 50 m do ponto
Criança prodígio que dominava a mate- de incidência da descarga elétrica sofreria
mática desde os 12 anos, tornou-se pro- um choque de mais de 300 mA (miliampere).
fessor de matemática, física e química Resultado: um ataque cardíaco fulminante.
em instituições de ensino superior. Confira as diferenças! Chance de sobrevi-
vência: entre 50 m e 85 m, a descarga elé-
trica diminui, podendo variar entre 300 e 100
mA. O nadador sofreria queimaduras, asfi-
xia e, em alguns casos, uma parada cardía-
ca, mas poderia se salvar. Risco reduzido:
entre 85 m e 125 m, a intensidade fica entre
100 e 50 mA. Não é suficiente para matar
ninguém, mas apenas porque a descarga
elétrica de um raio dura pouco – cerca de
um milésimo de segundo. Uma descarga
mais duradoura nessa mesma intensidade,
como no choque de um chuveiro, poderia,
sim, matar. São e salvo: acima dos 125 m
de onde o raio caiu, uma pessoa no mar re-
ceberia uma descarga elétrica de menos de
50 mA. Ela sentiria o formigamento típico,
mas sem riscos.
Fonte : Revista Mundo estranho (texto adap-
tado)

Quando um raio cai no mar, Tipos de corrente elétrica:


até onde vai a eletricidade? contínua e alternada

Depende do raio. Estima-se que Corrente contínua (CC): possui sentido


uma descarga de 50 mil amperes, por e intensidade constantes, ou seja, apresenta
exemplo, já seja inofensiva a um ba- diferença de potencial (ddp) contínua, gerada
nhista a 125 m do ponto de incidência. A por pilhas e baterias. As cargas elétricas se
intensidade da corrente diminui segun- movimentam apenas num sentido, do polo po-
do o inverso do quadrado da distân- sitivo da fonte de tensão para o polo negati-
cia. Logo, com o dobro da distância, cai vo. É chamado de sentido convencional. Vale a
para 1/4. Com o triplo, baixa para 1/9. pena recordar que, embora a corrente elétrica
E assim por diante. Por isso que, quan- nos metais seja constituída por elétrons, por
do um raio cai em Copacabana, alguém convenção adota-se que o sentido da corrente
em Ipanema não morre eletrocutado. elétrica seja aquele oposto ao dos elétrons.
O raio se comporta da mesma maneira Sentido convencional
no mar ou na terra. A diferença é que,
como a corrente sempre procura se
concentrar no meio mais condutor, no - - -
- -
mar aberto ela se divide igualmente en- - - -
tre o nosso corpo e a água. Já em terra
firme, ela sempre se concentra no nos-
so corpo – e aí os danos são maiores. Sentido real

Física 3 - Aula 4 37 Instituto Universal Brasileiro


Corrente alternada (CA): possui
sentido e intensidade variados, ou seja, Vejamos os dois exemplos a seguir:
apresenta diferença de potencial (ddp) al- 1. Calcular a intensidade da corren-
ternada, gerada pelas usinas. As cargas te elétrica que transporta 1,5 . 10-3 C de
elétricas ficam oscilando entre um sentido carga em 3,0 s.
e outro. Nas residências é esse o tipo de ΔQ = 1,5 . 10-3C
corrente elétrica. Ela é gerada a partir das Dados Δt = 3,0 s
usinas nucleares, termoelétricas e das gran-
des usinas hidroelétricas. O número de os-
Resolução:
cilações que essas cargas efetuam em um
Aplicando:
segundo é denominado de frequência. ΔQ
i=
Δt
Continuidade da corrente elétrica
Para condutores sem dissipação, a temos: 1,5 . 10-3
intensidade da corrente elétrica é sempre i=
3,0
igual, independente de sua secção trans-
versal, esta propriedade é chamada conti- A intensidade de corrente será:
nuidade da corrente elétrica. Isto implica i = 0,5 . 10-3 A ou i = 0,5 mA
que se houver “opções de caminho” em um
condutor, como por exemplo, uma bifurca-
ção do fio, a corrente anterior a ela será
igual à soma das correntes em cada parte 1. Qual a carga transportada por
desta bifurcação, ou seja: uma corrente de 2 A em 5 segundos?
i1 i=2A
Dados Δt = 5 s

i i2 Resolução:
Aplicando:
i = i1 + i2 + i3
i3 ΔQ = i Δt
ΔQ = 2 . 5 ΔQ = 10 C

Genericamente:
i = i1 + i2 + ... + in

Como funciona um chip


de computador

Todos os tipos de chips – dos mais


simples, como o de um relógio digital,
No caso de condutores iônicos aos mais complexos, como o de um po-
participam da corrente elétrica tanto as deroso Pentium 4 – não passam de um
cargas positivas (os cátions) como as aglomerado de componentes eletrôni-
cargas negativas (os ânions). Assim, o cos, os transistores. Eles são a estrutu-
valor absoluto de Q será o módulo da ra básica para que o computador realize
soma das cargas positivas e negativas. todas as suas atividades. O segredo é o

Física 3 - Aula 4 38 Instituto Universal Brasileiro


material de que os transistores são mento ordenado de cargas elétricas (par-
feitos: o silício, um mineral que muda tículas eletrizadas chamadas de íons ou
de comportamento conforme a presen- elétrons) dentro de um sistema condutor,
ça ou ausência de corrente elétrica. A o qual apresenta uma diferença de poten-
partir dos sinais enviados pelo usuário cial elétrico (ddp) ou tensão elétrica.
(vale lembrar que, dentro do computa-
dor, uma ordem como um toque no te- Intensidade da Corrente Elétrica
clado é transformada em uma série de
impulsos elétricos), os transistores em A intensidade da corrente elétrica,
conjunto são capazes de armazenar representada pela letra ‘i’, designa a quan-
dados e realizar operações aritméticas tidade de carga elétrica (Q) que atravessa
que possibilitam todas as funções do uma secção do condutor em determinado
computador, de um simples digitar de intervalo de tempo (Δt).
letras às demais multimídia. Apesar de
o transistor ter sido inventado em 1947, Q
im = Δt
somente em 1971 a Intel conseguiu a
enorme façanha de colocar 2.300 deles
dentro de uma pastilha de 3 por 4 mi- Tipos de corrente elétrica
límetros, criando o primeiro chip. Hoje,
um processador Pentium 4 possui 42 Corrente contínua constante. Pos-
milhões de transistores. sui sentido e intensidade constantes. As
cargas elétricas se movimentam apenas
num sentido, do polo positivo da fonte de
tensão para o polo negativo. Encontrada
em pilhas e baterias.

Corrente alternada. Dependendo


da forma como é gerada a corrente, esta
Associação de capacitores é invertida periodicamente, ou seja, ora
& Corrente elétrica é positiva e ora é negativa, fazendo com
que os elétrons executem um movimento
Associação de Capacitores de vai-e-vem, oscilando entre um sentido
e outro. Este tipo de corrente é o que en-
Os capacitores podem ser as- contramos quando medimos a corrente
sociados em série ou em paralelo. encontrada na rede elétrica residencial,
• Em série: ou seja, a corrente medida nas tomadas
de nossa casa.
1/CEQ = 1/C1 + 1/C2 + ...... + 1/CN
Continuidade da corrente elétrica

• Em paralelo: Para condutores sem dissipação, a


intensidade da corrente elétrica é sem-
pre igual, independente de sua secção
CEQ = C1 + C2 + ...... + CN
transversal, esta propriedade é chama-
da continuidade da corrente elétri-
Corrente Elétrica ca. Isto implica que se houver “opções
de caminho” em um condutor, como
A corrente elétrica designa o movi- por exemplo, uma bifurcação do fio, a

Física 3 - Aula 4 39 Instituto Universal Brasileiro


2. Três capacitores estão associados
corrente anterior a ela será igual à soma em série, sendo as capacidades dos mes-
das correntes em cada parte desta bi- mos 1 F, 2 F e 6 F. A capacidade equivalen-
furcação, ou seja: te é igual a
i1
a) ( ) 0,6 F
b) ( ) 0,7 F
i i2 c) ( ) 0,8 F
d) ( ) 0,9 F
i = i1 + i2 + i3
i3 3. A figura abaixo mostra uma asso-
ciação mista de capacitores. A capacidade
Genericamente: do capacitor equivalente é igual a:
i = i1 + i2 + ... + in
5 μF
Vejamos os dois exemplos a
seguir:
3 μF
1. Calcular a intensidade da 10 μF
corrente elétrica que transporta 1,5
. 10 -3 C de carga em 3,0 s. 2 μF
ΔQ = 1,5 . 10 C -3

Dados Δt = 3,0 s
a) ( ) 0,9 μF
Resolução: b) ( ) 5 μF
Aplicando: c) ( ) 15 μF
i=
ΔQ
Δt d) ( ) 20 μF

4. Através de um condutor passa uma


temos: 1,5 . 10-3
i= carga de 3 . 10-3 C durante 5 segundos. A
3,0 intensidade de corrente elétrica é igual a:
A intensidade de corrente será:
a) ( ) 60 A
i = 0,5 . 10-3 A ou i = 0,5 mA b) ( ) 150 A
c) ( ) 600 μA
d) ( ) 15 mA

5. Num condutor circula uma corrente


elétrica de 0,9 mA por 2s. Quantos elétrons
passaram pelo condutor neste intervalo de
tempo?
1. Três capacitores estão associados
em paralelo, sendo as capacidades dos a) ( ) 1,8 . 10-3 elétrons
mesmos 1 F, 2 F e 6 F. A capacidade equi- b) ( ) 7,5 . 1020 elétrons
valente é igual a: c) ( ) 11,25 . 1015 elétrons
d) ( ) 1,6 . 10-19 elétrons
a) ( )7F
b) ( )8F 6. Qual a intensidade de corrente que
c) ( )9F passa por um condutor, se por sua seção trans-
d) ( ) 10 F versal passam 7 . 1033 elétrons em 3 horas?
Física 3 - Aula 4 40 Instituto Universal Brasileiro
a) ( ) 100,4 x 1010 A
b) ( ) 99,5 x 108 A tem-se portanto:
c) ( ) 85,7 x 109 A CEq = 1 + 2 + 6
d) ( ) 103,7 x 109 A
CEq = 9 F
7. (PUCC - SP) O filamento de uma
lâmpada de incandescência é percorrido
por uma corrente elétrica de 0,20 A. Saben- 2. a) (x) 0,6 F
do que a lâmpada é mantida acesa durante
30 minutos, determine o valor da carga elé- Comentário. Neste caso, como a associa-
trica que passa pelo filamento durante este ção é série,
intervalo.
a) ( ) 250 C 1 1 1 1
b) ( ) 360 C Ceq = C1 + C2 + C3
c) ( ) 430 C
d) ( ) 220 C temos:
1 1 1 1
8. Em um trovão descarrega um to- Ceq = 1 + 2 + 6
tal de 4,7.10 28 elétrons durante apenas 1 6+3+1
0,0000001 segundos. Qual a intensidade Ceq = 6
de corrente elétrica neste cenário, medida
no ponto onde o raio caiu? 6
Ceq = 10

a) ( ) A intensidade de corrente vale CEq = 0,6


7,52.10 26 Amperes.
b) ( ) A intensidade de corrente vale
8,33.10 23 Amperes. 3. b) (x) 5 µF
c) ( ) A intensidade de corrente vale
2,34.10 27 Amperes. Comentário.
d) ( ) A intensidade de corrente vale
9,12.10 24 Amperes.
Dados A figura Pedido: Ceq = ?

Observando a figura, constatamos


que os capacitores de 5 µF, 3 µF, e 2 µF
estão associados e, paralelo.
Em paralelo: C = C 1 + C 2 + C 3 + ....
1. c) (x) 9 F Então, C = 5 + 3 + 2 = 10 µF (onde C é
o capacitor equivalente da associação
Comentário. em paralelo).
Assim, a figura inicial é equivalen-
te à:
C1 = 1 F
Dados C2 = 2 F
C3 = 6 F 10 μF C = 10 μF

Sendo a associação em paralelo.


onde os capacitores de 10 μF estão asso-
CEq = C1 + C2 + C3 ciados em série:

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Em série: 7 . 1033 . 1,6 . 10-19
i=
3 . 60 . 60
1 1 1 1
Ceq = C1 + C2 + C3 + ... . Então, i = 103,7 . 10 9 A
1 1 1 1 2
Ceq = 10 + 10 Ceq = 10 7. b) (x) Alternativa: B
Comentário. Sabemos que
Ceq = 10
2
i=
Q
CEq = 5 µF Δt
Q
0,20 = Q = 0,2 . 30 . 60
30 . 60
4. c) (x) 600 µA
Q = 360 C
Comentário. Sabemos que:

Q 3 . 10-3 8. a) (x) A intensidade de corrente


i= i= vale 7,52 . 10 26 Ampères.
Δt 5

Comentário. O trovão tem uma quanti-


i = 0,6 . 10-3 A , que é i = 600 . 10-6 A.
dade de 4,7.1028 de elétrons. Sabemos que
i = 600 µA cada elétron possui uma carga de 1,6.10-19 C.
Ou seja, a carga total deste trovão será:

5. c) (x) 11,25 . 1015 elétrons ΔQ = (Quantidade de elétrons)*


(Carga de Elétron)
Comentário. Sabemos que ΔQ = (4,7 . 1028) * (1,6 . 10-19)

Assim:
i=
Q 0,9 . 10-3 = Q
Δt 2
ΔQ = 7,52 . 109C
Q = 2 . 0,9 . 10-3 Q = 1,8 . 10-3 C Essa quantidade total de carga elé-
O elétron tem carga, em módulo, de trica foi descarregada em um intervalo de
1,6 . 10-19C tempo igual a 0,0000001s, ou seja:
O número de elétrons é dado por:
Δt = 1,10-7 S
1,8 . 10-3
n=
1,6 . 10-19 Agora que temos todos os valores
que precisamos devidamente identificados,
n = 11,25 . 10 15 elétrons basta calcular a intensidade de corrente:

7,52 . 1019
i=
6. d) (x) alternativa: D 1 . 10-7
Comentário. Sabemos que
Assim:
i=
Q
Δt i = 7,52 . 1026

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