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Secretaria da Educação

SP FAZ ESCOLA
CADERNO DO ALUNO

7 o ANO
ENSINO FUNDAMENTAL

3o BIMESTRE

SÃO PAULO, 2019


Governo do Estado de São Paulo

Governador
João Doria

Vice-Governador
Rodrigo Garcia

Secretário da Educação
Rossieli Soares da Silva

Secretário Executivo
Haroldo Corrêa Rocha

Chefe de Gabinete
Renilda Peres de Lima

Coordenador da Coordenadoria Pedagógica


Caetano Pansani Siqueira

Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação


Leandro José Franco Damy
CARO(A) ALUNO(A),

Você está recebendo conjuntos de atividades ligadas às Áreas de Conhecimento (Mate-


mática, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza).
Essas atividades são uma pequena parcela do vasto campo de saberes ao qual estamos
inseridos e pretendem proporcionar algumas experiências ligadas a habilidades que envolvem
as práticas sociais que nos rodeiam.
Lembre-se de que é importante acompanhar as explicações de seus professores, trocar
ideias, fazer perguntas, fazer anotações, não guardar dúvidas, ajudar e pedir ajuda aos colegas,
organizar-se para fazer as atividades e manter-se sempre em dia com os estudos.
Isso significa que é necessário interagir, ler, observar, escutar, analisar, comparar, experi-
mentar, refletir, calcular, tomar decisões. Essas e outras ações fazem parte de nosso cotidiano.
Um longo caminho já foi percorrido e esse material é mais uma ferramenta para auxiliá-lo
em sua jornada.

Bons Estudos!

Coordenadoria Pedagógica
Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
SUMÁRIO

CIÊNCIAS DA NATUREZA
Ciências.........................................................................................9
Composição do Ar.........................................................................................9
Comprovando a Existência do Ar..................................................................10
As camadas e os componentes da Atmosfera.................................................12
Efeito Estufa e as Mudanças Climáticas.........................................................14
Poluição Atmosférica....................................................................................18
Combustíveis e os Meios de Transporte.........................................................23
Repensando o uso dos plásticos....................................................................26
Aquecimento do Planeta Terra causado pelo Desmatamento.........................27
Consumo Sustentável...................................................................................31

CIÊNCIAS HUMANAS
Geografia....................................................................................33
Tema 1: Domínios Morfoclimáticos e Biomas Brasileiros................................33
Tema 2: Natureza e questões socioambientais..............................................38
Tema 3: Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC)....................42
Tema 4: Gestão Territorial do Patrimônio Ambiental no Estado de São Paulo........ 49

História........................................................................................54
LINGUAGENS
Arte.............................................................................................65
Tema: O “trans-formar” matérico em materialidade na Arte...........................65

Língua Portuguesa......................................................................75
Língua Estrangeira Moderna......................................................95
Educação Física.........................................................................101
Unidade Temática: Esporte.........................................................................101
Unidade Temática: Ginástica......................................................................108

MATEMÁTICA......................................................................113
1. A noção de proporcionalidade................................................................113
2. Razão e Proporção.................................................................................119
3. Razões na Geometria .............................................................................126
4. Gráficos de setores e Proporcionalidade..................................................133

REVISANDO..............................................................................................142
CIÊNCIAS
CIÊNCIAS DA NATUREZA
CIÊNCIAS 9

COMPOSIÇÃO DO AR
Caro(a) aluno(a), neste momento, vamos estudar a composição do ar e, para tanto, a pro-
posta é pesquisar, investigar e discutir sobre fenômenos naturais e de origem antrópica, que
afetam em quantidade e qualidade a atmosfera, podendo afetar também o modo de vida dos
seres vivos.
Iniciaremos refletindo sobre algumas questões: como percebemos a existência do ar?
De que é composta a atmosfera terrestre?

PERCEBENDO A
EXISTÊNCIA DO AR

Fonte: <https://www.pexels.com/pt-br/foto/aventura-baloes-
baloes-de-ar-quente-bexigas-1685016> acesso 15.03.2019

1 O que está representado na imagem?

2 O que existe no interior do balão?


10 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

3 Como você explica a subida e o deslocamento do Balão acima das nuvens? Registre suas
hipóteses no espaço abaixo:

4 Como percebemos a existência do ar?

5 Quais elementos compõem o ar?

Respondida as questões e, após a socialização dos conhecimentos prévios da turma, reú-


na-se com seu grupo e faça uma pesquisa em livros e, se possível, consultando “sites educacio-
nais” recomendados pelo(a) professor(a), para coletar informações que permitam verificar se as
respostas das questões 2, 3 e 4 correspondem ou não aos dados pesquisados. Com o apoio
do(a) professor(a), fazer as correções e complementações, sempre que necessário.

COMPROVANDO A EXISTÊNCIA DO AR

  DESAFIO 
Considerem as informações obtidas até o momento e, ainda em grupos, organizem-se
para elaborar uma proposta de experimento que comprove a existência do ar e possa
ser desenvolvida pelo grupo na escola.

A partir das orientações do(a) professor(a), cada grupo irá registrar todas as etapas da rea-
lização do experimento para comprovar a Existência do Ar. É importante registrar todos os ma-
teriais e procedimentos utilizados, incluindo os resultados obtidos.
Façam os registros em formato de relatório (de acordo com os itens apresentados a seguir),
de modo a descrever e ilustrar todo o processo.
CIÊNCIAS 11

RELATÓRIO: COMPROVANDO A EXISTÊNCIA DO AR

Experimento:

Materiais e Procedimentos:

Ilustração:

Resultados:

Conclusão:
12 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Momento de Socialização
Seguindo as orientações e organização do(a) professor(a), cada grupo irá demonstrar (viven-
ciar) seu experimento com a turma e apresentar os resultados obtidos. Lembrem-se de que cabe-
rá ao grupo levar os materiais necessários, conduzir o experimento e apresentar as conclusões.
Durante as apresentações dos demais grupos, participe e registre, no seu caderno, as in-
formações novas e/ou complementares sobre o tema em estudo.

AS CAMADAS E OS COMPONENTES DA ATMOSFERA


A atmosfera é a camada de ar que envolve o planeta Terra, sendo composta especialmen-
te de nitrogênio, oxigênio, vapor d’água, gás carbônico e outros gases. Para aprofundar os
seus conhecimentos a respeito, analise o gráfico abaixo, que demonstra a concentração dos
principais gases que compõem a atmosfera, e responda às questões a seguir.

Composição
COMPOSIÇÃO dos gases
DOS GASES DA da atmosfera TERRESTRE
ATMOSFERA terrestre

1%
Nitrogênio (N2)
21%
Oxigênio (O2)

Outros gases
78% • vapor d’água,
CO2, CH4, He,
Ne, H2

1 Analisando a representação gráfica, qual o gás mais abundante na composição do ar at-


mosférico? Justifique sua conclusão.

2 Pesquise sobre os gases presentes na atmosfera citados a seguir, indicando a origem e o


papel que desempenham no ambiente e/ou nos seres vivos:

a) Gás Nitrogênio:
CIÊNCIAS 13

b) Gás Oxigênio:

c) Gás Carbônico:

d) Gás Metano:

Você deve ter observado que o Oxigênio é o segundo gás mais abundante da atmosfera terres-
tre (21%). Agora, observe a representação do ciclo do oxigênio e responda às questões.

CO2 O2 CO2 O2 CO2

O2

Arte personagens família: Robson Minghini.


14 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Leia as afirmações com atenção e indique se são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Os seres vivos, como os representados na imagem, utilizam o gás oxigênio (O2) presente no
ar, para a realização do processo da respiração.

( )
Organismos fotossintetizantes, como os vegetais, contribuem com a reposição do gás
oxigênio (O2) para o meio ambiente, por meio do processo de fotossíntese.

( ) Os seres vivos fotossintetizantes são capazes de absorver o gás carbônico (CO2), presente na
atmosfera terrestre, e sintetizar o seu próprio alimento.

( ) Os vegetais não respiram, por isso absorvem o gás carbônico e liberam o oxigênio para a
atmosfera.

( ) Os animais também contribuem com a liberação do gás carbônico para a atmosfera.

EFEITO ESTUFA E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS


Leia com atenção o texto abaixo e, em seguida, responda às questões:

Texto: Efeito Estufa e as Mudanças Climáticas


A atmosfera terrestre é uma camada natural de gases com quase 1000 Km de extensão, constituída
principalmente pelos gases: nitrogênio (N2) e o oxigênio (O2) e outros em menor porção, como o
dióxido de carbono (CO2), o ozônio (O3), o metano (CH4), o óxido nitroso (N2O) e o vapor d’água
(H2O), que permanecem flutuando ao redor da terra em razão da força da gravidade. Esta camada
permite que as radiações solares atinjam a superfície e mantenham a temperatura média da Terra
em 15ºC, uma das principais condições para a existência de vida no planeta, pois sem esta camada
o planeta poderia se tornar muito frio, inviabilizando a sobrevivência de diversas espécies. No en-
tanto, a Terra só atinge esta temperatura média devido ao fenômeno natural chamado de efeito
estufa. Normalmente, parte da radiação solar que chega ao nosso planeta é refletida e retorna di-
retamente para o espaço, outra parte é absorvida pelos oceanos e pela superfície terrestre e uma
parte é retida por esta camada de gases, que causa o chamado efeito estufa. O problema não é o
fenômeno natural, mas o agravamento dele, que ocorre por causa de atividades humanas que emi-
tem uma grande quantidade de gases.
CIÊNCIAS 15

O aumento da temperatura média dos oceanos e da camada de ar próxima à superfície da terra pode
ser consequência de causas naturais, da liberação de gás metano (CH4), por meio de arrotos e flatu-
lências dos ruminantes ou por atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis, carvão
natural e desmatamento. Estas atividades agravam o aumento das emissões de gases na atmosfera
que causam o efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono (CO2). A consequência deste fenô-
meno resulta no aquecimento global do planeta, intensificando determinados eventos climáticos ex-
tremos como: tempestades tropicais, inundações, ondas de calor, seca, nevascas, furacões, tornados
e tsunamis, com graves consequências para populações humanas e ecossistemas naturais, podendo
ocasionar a extinção de espécies de animais e de plantas.
Elaborado especialmente para o São Paulo Faz Escola

1 Qual a importância da atmosfera terrestre para o Planeta Terra?

2 Explique, considerando o texto, como se dá a ocorrência do fenômeno Efeito Estufa.

3 Segundo informações citadas no texto a prática da pecuária interfere de modo significati-


vo na elevação da emissão de gases do Efeito Estufa. Por que isso ocorre?

4 Pesquise e descreva uma ação de natureza climática, ocorrida nos últimos meses, de gran-
de impacto ambiental e que prejudicou a fauna e a flora local.

5 Observe a imagem de uma casa de vidro, que fica totalmente fechada num dia de muito sol.

Fonte: https://pixabay.
com/pt/photos/kew-
com-efeito-de-estufa-
ver%C3%A3o-3391077/
acesso em 14.03.2019
16 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Explique o que ocorre no interior da casa em relação à temperatura. Qual a relação existente
entre o fenômeno “efeito estufa”, na superfície terrestre, e o interior da casa de vidro?

6 Observe a representação do Efeito Estufa apresentada a seguir:

Efeito Estufa
A
FER
OS
M
AT
AR
O SOL
IAÇÃ
RAD

CH
CO 2
4
H2 O

Elaborado especialmente para o São Paulo Faz Escola.


CIÊNCIAS 17

Considerando a representação esquemática do efeito estufa e as orientações do(a) professor(a),


faça as pesquisas complementares necessárias para responder às questões a seguir:

a) O que acontece com os raios solares quando chegam à superfície terrestre? São absorvi-
dos? Refletidos? Explique, indicando a relação entre eles e o efeito estufa.

b) Qual a relação entre a intensificação da pecuária e a intensificação do efeito estufa? Qual


o principal gás emitido pelo gado?

c) As atividades industriais contribuem com a intensificação do efeito estufa? Quais? Como?

d) Quais ações podem ser efetivadas para diminuir a intensificação do efeito estufa? O plan-
tio de árvores poderia ser uma delas? Explique.
18 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Poluição Atmosférica

Os automóveis x poluição
Os automóveis são um dos vilões do aquecimento glo-
bal e campeões na emissão de gases do efeito estufa.
Além de intensificar a atividade industrial, o desenvol-
vimento econômico aumentou o número de automó-
veis em circulação e, como consequência, temos con-
gestionamentos, principalmente nas grandes cidades.
Movidos a álcool, gasolina ou diesel os automóveis
emitem gases poluentes e agravam a poluição atmos-
férica. Analisado os diferentes tipos de poluentes at-
mosféricos, foi detectado que o maior impacto é cau- Fonte: https://pxhere.com/pt/photo/1411818
sado por automóveis e motos - dois transportes Acesso 14.03.2019
individuais, quando comparados ao ônibus, considerando os índices de emissões por passageiros
transportados. O grande problema está na quantidade de materiais particulados, que são lançados
por estes veículos na atmosfera e são imperceptíveis a olho nu. Estes materiais não encontram barrei-
ras físicas, caminhando livremente pelo ar que respiramos, afetando nossos pulmões e, muitas vezes,
levando ao desenvolvimento de doenças como: asma, bronquite, alergias além de graves doenças
cardiorrespiratórias.
Elaborado especialmente para o São Paulo Faz Escola.

Após a leitura do texto, reflita e responda aos seguintes questionamentos.

OBSERVAÇÃO: você pode usar fontes de pesquisas para realizar a sua atividade (exemplos:
livros didáticos, artigos científicos, revistas, jornais e internet).

1 Qual é o combustível que mais polui a atmosfera: o álcool, a gasolina ou o óleo diesel?
E quais os veículos mais impactantes? Justifique suas respostas.
CIÊNCIAS 19

2 Que efeitos nocivos podem causar a queima dos combustíveis no ambiente e na saúde da
população e dos outros seres vivos?

3 O ar que respiramos é composto por uma mistura de gases. Ele é extremamente im-
portante para a nossa vida e a de outros seres vivos. Faça uma pesquisa sobre os
principais problemas causados pela poluição do ar, na região (bairro ou cidade) em
que você reside.

4 Indique três medidas que poderiam ser tomadas pelo poder público e/ou pela sociedade
que promovam a redução da poluição do ar.

Combatendo a poluição do AR
Elabore, com seu grupo, e seguindo as orientações do(a) professor(a), um documento a ser
enviado às Secretarias de Saúde e de Meio Ambiente, e ao Govenador indicando e solici-
tando medidas para redução da poluição do ar em nosso Estado.
20 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

5 Complete a tabela abaixo, pesquisando as fontes poluidoras e seus efeitos sobre a saúde
humana e ambiental e responda às seguintes questões:

Fontes emissoras Possíveis efeitos sobre a saúde


Substância poluente
da substância e/ou sobre o ambiente

Poeira e fumaça

Dióxido de nitrogênio

Dióxido de enxofre

Dióxido de carbono

Monóxido de
carbono

a) Quais das substâncias poluentes provêm de atividades industriais?

b) Quais substâncias podem afetar a saúde e o clima?


CIÊNCIAS 21

c) Quais substâncias são de fontes naturais? Explique.

Agora, caro(a) estudante, faça a leitura do texto para realizar as atividades propostas em seguida.

Quem já não passou a noite sem conseguir


dormir, após um dia exposto ao Sol?
As noites incômodas após um dia de Sol.

Fonte: http://twixar.me/C8GK

A maioria das pessoas esperam pelo verão para aproveitar as férias e ter a oportunidade de passar
mais tempo ao Sol. Sabemos bem que o Sol tem muitos efeitos positivos: a luz do Sol, que é lançada
no espaço na forma de energia, atravessa as camadas da atmosfera como radiação eletromagnética
sendo denominada radiação solar. Esta energia é emitida na forma de luz visível, infravermelho (IV)
e ultravioleta (UV), sendo percebida na forma de calor (energia), ajuda o nosso corpo a produzir vi-
tamina D, necessária para os músculos e ossos, além de auxiliar no sistema imunológico. A luz visível
do Sol, a radiação solar, estimula a produção do hormônio endorfina, benéfico para as pessoas que
sofrem de depressão, enquanto sua luz infravermelha ajuda a melhorar a circulação, potencializando o
metabolismo celular.
A radiação ultravioleta (UV) atinge a Terra durante todo o dia, todos os dias. Os raios UVA atravessam
sem impedimento, nuvens e vidro. Eles atingem as camadas mais profundas da pele (derme) e podem
causar envelhecimento precoce, alergia solar, dano ao DNA e na retina. A radiação UVB, também atra-
vessa as camadas da atmosfera, mas pode ser barrada por nuvens, causa vermelhidão e queimadura.
Os raios UVA e UVB flutuam durante o dia e são mais incidentes ao meio-dia.
Mas, para nossa alegria podemos contar com uma camada protetora chamada de Camada de Ozônio,
ozônio gás - (O3), rarefeito formado por três átomos de oxigênio. Sua maior concentração localiza-se na
Estratosfera e forma uma espécie de escudo, com aproximadamente 30 km de espessura, que protege
o planeta. Sem ele, os raios UV poderiam exterminar a maioria das formas de vida do planeta.
A redução da camada de ozônio aumenta a exposição aos raios ultravioletas. Apesar dessa camada
absorver a maior parte da radiação UV, uma pequena porção atinge a superfície da Terra. E é justamen-
te essa radiação que acaba provocando diversos danos, tais como: diminuição na produção agrícola e
aumento da temperatura das águas oceânicas, o que interfere no ciclo de vida marinha, especialmente
o plâncton (plantas e animais microscópicos), que estão na base da cadeia alimentar e absorvem 50 %
de dióxido de carbono do planeta.
22 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

A pele é vital a nossa saúde e bem-estar, sendo a nossa primeira linha de defesa contra bactérias e ví-
rus, mantém o equilíbrio dos líquidos e ajuda a manter a temperatura corporal. A pele é um órgão di-
nâmico e consiste de três camadas principais: epiderme, derme e hipoderme (camada subcutânea).
A exposição ao Sol é boa, mas há um limite, quando em demasia pode ser prejudicial à saúde, espe-
cialmente para a pele. Quem aqui nunca ficou ardido depois de um dia ensolarado de verão?
Quando você exagera no banho de Sol, sem proteção física ou química, provoca uma reação nociva ao
seu organismo, mais especificamente na pele. A vermelhidão ou o bronzeado nada mais são do que
formas que a pele apresenta para tentar proteger o corpo da exposição prolongada ao Sol.
A pele de qualquer ser vivo apresenta um tipo de célula conhecida como melanócito, que é responsá-
vel pela produção e acúmulo da proteína, neste caso a melanina. A melanina é uma proteína respon-
sável pelo pigmento da coloração típica dos seres vivos e protege contra a radiação (ultravioleta) noci-
va do Sol.
Quando você fica exposto por muito tempo aos raios Solares, a pele fica ardendo ou, pior, com quei-
maduras sérias. Mas o ardor, os inchaços, as queimaduras e até mesmo o envelhecimento precoce e a
flacidez da pele são os problemas menos graves dessa história toda. A radiação UVA pode provocar
vários tipos de câncer de pele, inclusive um tipo mortífero, conhecido como melanoma. A cada expo-
sição indevida ao Sol aumentamos o risco do desenvolvimento de câncer de pele. Contudo, com o
conhecimento sobre os perigos associados à exposição prolongada ao Sol e com cuidados simples,
podemos diminuir os riscos de desenvolver qualquer problema e/ou evitá-los. Os filtros solares são
produtos que proporcionam uma proteção adicional à nossa pele contra as radiações nocivas do Sol.
Saiba que 1% a menos na camada de ozônio pode significar 100 mil novos casos a mais de cata-
rata e 10 mil de câncer de pele.
Elaborado especialmente para o São Paulo Faz Escola

1 O estreitamento na camada de ozônio aumenta a entrada dos raios ultravioleta na super-


fície terrestre. Pesquise no texto os impactos que podem causar à vida dos seres vivos.

2 Comente sobre a importância da radiação solar, na vida dos seres vivos do nosso planeta
e, especificamente, para os seres humanos.
CIÊNCIAS 23

3 O que os raios ultravioletas (UVA e UVB), em excesso e a sua exposição sem proteção,
podem causar a nossa saúde, direta ou indiretamente?

4 Como a pele e o nosso corpo são protegidos das radiações ultravioletas nocivas do Sol?

5 Se a camada de ozônio fosse totalmente extinta pelos gases poluentes, permitindo a pas-
sagem de toda a radiação proveniente do Sol, os seres vivos poderiam sobreviver na su-
perfície terrestre, nessas circunstâncias? Como?

Leia atentamente o texto a seguir e responda às questões.

Combustíveis e os meios de transporte

Fonte: https://pxhere.com/pt/photo/1461029
acesso 11.03.2019

Apesar de estarmos usando o termo “combustível”, nem sempre a energia utilizada nos transportes
tem origem em uma combustão (queima).
Um exemplo são os trólebus, ônibus elétricos que ainda circulam na cidade de São Paulo movidos a
energia elétrica, ligados a fios de baixa tensão. Essa energia, por sua vez, pode vir de diferentes tipos
de fontes ou até mesmo de uma bateria. Existem diversos tipos de combustíveis para meios de trans-
portes. Alguns já são bastante conhecidos, como: álcool, gasolina, gás natural e o diesel, mas a ciência
tem avançado na descoberta de novas maneiras de colocar veículos em movimento.
24 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Gasolina, derivada do petróleo, é o carburante mais utilizado atualmente nos motores endotérmicos,
ganha sua conhecida forma por meio da destilação. É formada por hidrocarbonetos e compostos de
carbono, hidrogênio, enxofre, nitrogênio e compostos metálicos, todos encontrados em concentra-
ções não muito elevadas. No Brasil, são comercializados dois tipos de gasolina: a comum (que pode
ser aditivada) e a que tem mais octanas (aditivos que visam melhorar a performance do combustível).
Esta última passa por um processo que garante maior performance do motor, por meio da qualidade
de estabilidade, corrosividade e octanagem.
A gasolina e o diesel são derivados do petróleo, conhecidos como combustíveis fósseis, originados
por matéria orgânica em decomposição que, no contato, com o calor e a alta pressão, dão origem aos
hidrocarbonetos. Esses combustíveis também são classificados como não renováveis, pois sua renova-
ção ocorre em uma escala de tempo de milhões de anos. Ainda que os combustíveis fósseis continuam
sendo gerados a partir da decomposição de animais e plantas, não são suficientes para atender à
enorme demanda mundial por tempo ilimitado.
O gás natural é um combustível fóssil que se encontra na natureza, normalmente em reservatórios
profundos no subsolo, em duas formas distintas, jazidas ou biomassa. Em jazidas (associado ao petró-
leo) sendo finito, porém menos agressivo ao meio ambiente quando comparado ao petróleo e carvão
mineral.
O biogás, produzido por meio da biomassa, fonte infinita de combustível renovável, é menos impac-
tante ao meio ambiente e é economicamente mais acessível.
Hoje em dia, o biogás é muito utilizado em geração de energia elétrica nas termelétricas e em meios
de transportes substituindo a gasolina, o álcool e o diesel, ganhando importância no cenário mundial,
principalmente por sua menor emissão de gases do efeito estufa.
O álcool é um biocombustível, sendo produzido a partir da cana-de-açúcar, milho, trigo ou beterraba.
No Brasil, o mais comum é o uso da cana-de-açúcar para produzir o etanol, que utilizamos para abas-
tecer alguns automóveis. A Europa usa o trigo e a beterraba; já os Estados Unidos usam, principalmen-
te, o milho para a produção do álcool. Assim como no caso das usinas geradoras de eletricidade, cada
um dos combustíveis citados tem vantagens e desvantagens. No caso dos biocombustíveis, por exem-
plo, uma crítica que é feita se deve à larga utilização de terras para plantações, fazendo que a área de
terras para a plantação de alimentos fique cada vez menor (...)
Adaptado especialmente para o São Paulo Faz Escola.

1 As fontes de energia mais utilizadas em todo mundo, tais como petróleo, carvão mineral e
gás natural são combustíveis fósseis. Assinale a alternativa correta para completar a frase:

O ___________________ para a utilização do ___________________ passa por um procedimento


inicial realizado nas __________________________, que consiste no seu __________________ no
isolamento de seus ______________ componentes.
CIÊNCIAS 25

a) Processo, aquecimento, refinarias, petróleo, elementos.

b) Petróleo, aquecimento, refinarias, processo, elementos.

c) Aquecimento, petróleo, refinarias, processo, elementos.

d) Processo, petróleo, refinarias, aquecimento, elementos.

2 Por que a gasolina e o diesel são considerados combustíveis fósseis?

3 Quais as fontes de produção dos biocombustíveis no Brasil? E em outros países?

4 Quais fontes de combustíveis para o meio de transporte você considera ser a menos pre-
judicial à saúde dos seres vivos e ao meio ambiente? Justifique sua resposta e compartilhe
com a turma.

5 Que alternativa você sugere para diminuir o consumo de produtos derivados do petróleo,
uma vez que a queima deste combustível elimina gases do efeito estufa, realçando o
aquecimento global?
26 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

REPENSANDO O USO DOS PLÁSTICOS


Reflita, a partir das questões:
Qual é o problema dos canudinhos de plástico?
Por que eles são tão prejudiciais para o meio ambiente?
Como a eliminação do canudinho de plástico pode contribuir para um planeta mais saudável?

Fonte: https://pxhere.com/pt/photo/667213 acesso em 13.03.2019

Pesquise e responda!

a) Pesquise por que os canudinhos de plástico são considerados “vilões” para o meio am-
biente.

b) Além do canudinho quais outros produtos de plástico estão na lista de vilões do meio
ambiente? Justifique, indicando os problemas provocados por eles.
CIÊNCIAS 27

c) Qual sua opinião sobre a campanha de acabar com os canudinhos de plásticos. Você acre-
dita que devemos incluir também os plásticos descartáveis, como copos? Justifique e
deixe registrado o seu comentário.

d) Que material menos poluente pode ser usado no lugar do plástico? Justifique.

  DESAFIO 
Participe da campanha da ONU “Mares Limpos” – uma mobilização global para reduzir
o uso de plásticos descartáveis nas escolas e no dia a dia. Sob a orientação do(a)
professor(a), se organizem em grupos, e elaborem estratégias para implantar ações que
promovam a redução do consumo de plásticos na Escola e na comunidade do entorno.
Obs.: Pesquise sobre governos que criaram leis abolindo o uso de descartáveis.

AQUECIMENTO DO PLANETA TERRA


CAUSADO PELO DESMATAMENTO
Nesta atividade, você, estudante, irá reconhecer os problemas que o desmatamento pode
provocar no meio ambiente.

VOCÊ SABIA?
Que uma única árvore de 10 metros de altura emite uma média de 300 litros de água por
dia, mais do que o dobro do total de água consumida por uma pessoa durante o dia?
28 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Leia o texto a seguir e responda às questões:

O desmatamento e
o aquecimento do
Planeta Terra

Fonte: encurtador.com.br/jstR2

O nosso Planeta apresenta quase um terço de área terrestre, mas a distribuição está mudando de-
vido ao uso da terra. Com a Revolução Industrial, o aumento da demanda por terras agrícolas cau-
sou a transformação das florestas em plantações e pastagens em grandes partes do mundo. O
desmatamento em grande escala continua até os dias de hoje, com uma perda média anual de
0,19 milhões de Km².
Na Amazônia, 20% da floresta original já foi desmatada. Se o processo de destruição das florestas
continuar no ritmo atual - cerca de 7 mil Km²/ano no caso da Amazônia, dentro de quatro décadas
teremos uma grande perda. Uma vez que a floresta Amazônica é uma grande fornecedora de umidade
para a atmosfera, permitindo maior controle nas temperaturas e, como consequência, frequência de
chuvas e formação dos chamados “rios-voadores”, podemos perceber sua importância para a manu-
tenção das atuais condições climáticas do Brasil e da América do Sul. Portanto, se considerarmos essa
dinâmica em termo Global, pode-se concluir que a remoção das florestas auxilia o aumento da tem-
peratura média e diminui o volume de precipitação em várias localidades.
Enfim o desmatamento das áreas naturais favorece o aquecimento global, causando um desequilíbrio
climático, resultante da retirada da vegetação, que, entre outras funções, auxilia no controle das tem-
peraturas e dos regimes de chuva.
Elaborado especialmente para o São Paulo Faz Escola.

1 De acordo com texto e com os seus conhecimentos, associe as colunas, indicando as con-
sequências do desmatamento.
a. Comprometimento da Biodiversidade
b. Erosão do solo
c. Intensificação do Efeito Estufa
d. Aparecimento de doenças
CIÊNCIAS 29

( ) A remoção da floresta rompe com o sistema natural de produção dos nutrientes, ficando
desprotegido e tornando-se improdutivo.

( ) O desmatamento extingue grande número de espécies das florestas e também aquelas


ainda não descobertas pela ciência.

( ) As plantas tornam-se mais sensíveis ao ataque de pragas e parasitas, que são eliminados
com agrotóxicos.

( ) A destruição das florestas diminui a quantidade de vapor d’água na atmosfera e, ao mesmo


tempo, diminui a captura do CO2 ( gás carbônico ) atmosférico.

Observe a imagem do Ibama numa operação de combate à exploração ilegal de madeira, em


Unidades de Conservação e Terras Indígenas na região de Novo Progresso, Pará, Brasil.

Fonte: https://www.flickr.com/photos/ibamagov/29356090146/in/album-72157695142109780/ acesso 10.03.2019

a) Esse tipo de atividade tem alguma relação com a intensificação do Efeito Estufa e, conse-
quentemente, com as mudanças climáticas? Explique.
30 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

b) Descreva os danos ambientais que você notou e o que pode ter acontecido com as espé-
cies de seres vivos que viviam na floresta.

c) É possível recuperar essa área? Como? Teria algum impacto positivo sobre a intensificação
do Efeito Estufa? Explique.

  DESAFIO: ATUANDO NO COMBATE AO DESMATAMENTO 


Considere o seguinte contexto:
Existe um Projeto de Lei Federal, proposto por alguns deputados, que visa retirar do
Código Florestal o capítulo que trata da Reserva Legal obrigatória, permitindo o desma-
tamento dessas áreas.
O desafio é se organizar em grupos para elaborar um texto argumentativo refutando o
referido Projeto de Lei, que será enviado ao Congresso e aos deputados envolvidos.
Para tanto pesquise:
• quais são os deputados proponentes e seus partidos e qual o nº do referido Projeto
de Lei;
• as implicações para as florestas caso o código seja alterado conforme a proposição dos
deputados (incluindo as consequências para o clima, seres vivos, etc);
• argumentos em favor da manutenção do capítulo que trata da Reserva Legal obriga-
tória (utilize também os conhecimentos adquiridos sobre as consequências do desma-
tamento para o ambiente e para a intensificação do Efeito Estufa).
Observação: Conforme oritentações do professor(a) mobilizem-se coletivamente para o en-
caminhamento do documento (texto argumentativo) aos deputados e órgãos competentes.
CIÊNCIAS 31

CONSUMO SUSTENTÁVEL
Para que você possa avaliar se é ou não um consumidor sustentável, reflita sobre as seguintes frases:

Menos é mais! É hora de reavaliar os seus hábitos de consumo!


Todos os produtos que utiliza no dia a dia são necessários?
Qual é o valor de tudo que consome?
Doe o que não é mais necessário! Desapegue!

O Consumo Sustentável envolve a escolha de produtos, que utilizam menos recursos naturais em sua
produção, garantindo o emprego decente aos que os produziram, e que serão facilmente reaproveita-
dos ou reciclados. Significa comprar aquilo que é realmente necessário, estendendo a vida útil dos
produtos tanto quanto possível. Consumimos de maneira sustentável quando nossas escolhas de com-
pra são conscientes, responsáveis, com a compreensão de que terão consequências ambientais e so-
ciais – positivas ou negativas.
Elaborado especialmente para o São Paulo Faz Escola

VAMOS DEBATER

Analise a tirinha abaixo e responda às questões:

Fonte: https://www.flickr.com/photos/institutoayrtonsenna/4724138389 acesso em 11.03.2019


32 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

1 Qual é a sátira representada na tirinha pelo autor? O Senninha tinha ideia de quantos car-
rinhos ele possuía? Ele pode ser considerado um consumidor não sustentável?
Justifique suas respostas e analise a opinião de sua turma. Seu(sua) professor(a) irá mediar
a discussão.

2 Baseando-se no tema proposto, agora é a sua vez de criar uma tirinha. Não esqueça do
título! Para elaborar sua tirinha, você pode pensar em como seria se você abrisse o seu
armário, ou seja, pense nos produtos que você consome e/ou acumula, que poderiam ser
evitados, por exemplo.

3 Reflita sobre os conhecimentos adquiridos e indique:


“O que você pode fazer para contribuir com a sustentabilidade de nosso planeta?

4 Reúna-se com o seu grupo e elabore uma campanha para redução do consumo na Escola.
Para tanto, considerem:
• Água e Energia
• Produtos descartáveis
• Papel e outros materiais de consumo
• Embalagens

OBSERVAÇÃO: Para enriquecer a campanha, pesquisem sobre: produtos ecológicos, per-


macultura, outras economias (circular, solidária, sustentável etc).
GEOGRAFIA 33

GEOGRAFIA

TEMA 1: DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS


E BIOMAS BRASILEIROS

1 Pesquise em livros didáticos e/ou em diferentes sites da internet o significado de Domínios


Morfoclimáticos e Biomas.
Registre as ideias principais no espaço disponível.

2 Segundo o geógrafo Aziz Ab’Saber, o Brasil possui seis grandes domínios morfoclimáticos:
Amazônico, Mares de Morros, Caatingas, Cerrado, Araucária, Pradarias e suas Faixas de
transição. Observe os mapas 1 e 2 (com legenda ampliada) a seguir:

Domínios morfoclimáticos
(adaptado de Aziz Ab’Saber, 1965)
I. Amazônico Terras baixas
florestadas equatoriais

II. Cerrado Chapadões tropicais


interiores com cerrados e
florestas-galerias
III. Mares Áreas mamelonares tropicais
de morros atlânticas florestadas

IV. Caatingas Depressões intermontanas e


interplanálticas semiáridas

V. Araucária Planaltos subtropicais com


araucárias

VI. Pradarias Coxilhas subtropicais com


pradarias mistas

Faixas de (Não diferenciadas)


transição

Mapa 1 - Mapa Domínios Morfoestruturais e Morfoclimáticos - Fonte: IBGE.


Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv47603_cap4_pt8.pdf Acesso em: 21 Fev. 2019.
34 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Mapa 2 - Mapa dos Biomas Brasileiros - Fonte: Atlas Geográfico Escolar: Ensino Fundamental - 6º ao 9º ano.
Disponível em: https://teen.ibge.gov.br/images/teen/mapas/2017_07_14_mapa-biomas.pdf Acesso em: 21 Fev. 2019.

Com base em seus conhecimentos e com o auxílio dos mapas 1 e 2, responda às questões.

a) Qual a diferença entre Domínios Morfoclimáticos e Biomas?

b) Com base no mapa 2, indique quais são os biomas do Estado de São Paulo.
GEOGRAFIA 35

3 Com base na tabela 1 e em seus conhecimentos sobre os biomas do Estado de São Paulo,
responda às questões a seguir.

Biomas Área Área/Total a) Dos biomas pertencentes ao Estado de São


Continentais aproximada Brasil (%) Paulo, qual deles tem maior área territorial no
Brasileiros (km²) Brasil?

Amazônia 4.196.943 49,29%

Cerrado 2.036.448 23,92%

Mata
1.110.182 13,04% b) As faixas de transição são espaços entre um
Atlântica
bioma e outro em que as características se
Caatinga 844.453 9,92% misturam. Com relação a essa questão, apre-
sente as outras zonas de transição, existentes
Pampa 176.496 2,07% no território brasileiro e sua localização.
Pantanal 150.355 1,76%

Área Total
8.514.877 100%
Brasil

Tabela 1 - Biomas Continentais Brasileiros - Fonte: IBGE.


Disponível em: https://ww2.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/21052004biomashtml.shtm Acesso em: 27 Fev. 2019.

4 Analise as imagens e escreva, ao lado de cada uma, a que bioma brasileiro pertence e suas
características.

Imagem 1 - Fonte: Pixabay.


Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/cerrado-desmatamento-goiás-goiânia-777763/ Acesso em: 21 Fev. 2019.
36 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Imagem 2 - Fonte: Pixabay.


Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/vaqueiros-cavaleiro-sertão-nordeste-2787789/ Acesso em: 21 Fev. 2019.

Imagem 3 - Fonte: Ibama.


Parques Nacionais do Jamanxim e do Rio Novo, Pará. Fonte: Ibama. Disponível em: https://www.flickr.com/photos/
ibamagov/31181653287/in/album-72157704127740704/ Acesso em: 15 Mar. 2019

Imagem 4 - Fonte: Pixabay.


Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/floresta-cachoeira-%C3%A1rvores-verde-969069/ Acesso em: 21 Fev. 2019.
GEOGRAFIA 37

Imagem 5 - Fonte: Pixabay.


Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/lago-sazonal-pantanal-pôr-do-sol-1977959/ Acesso em: 21 Fev. 2019.

Imagem 6 - Foto: Andréia C. B. Cardoso (2016).

SAIBA MAIS
IBGE Educa Jovens - Conheça o Brasil – Território Biomas Brasileiros. Disponível em:
https://educa.ibge.gov.br/images/pdf/vamoscontar/texto_biomas.pdf Acesso em: 14 Mar.2019.
IBGE começa projeto para atualizar mapa dos biomas brasileiros: O projeto visa à cria-
ção de um mapa dos biomas na escala cartográfica de 1:250.000 (1 cm = 2,5 km). O
mapa atual, publicado em 2004, tem escala de 1:5.000.000 (1 cm = 50 km). O Brasil tem seis
biomas: a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica, a Caatinga, o Pampa e o Pantanal. Dispo-
nível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/
noticias/20784-instituto-comeca-projeto-para-atualizar-mapa-dos-biomas-brasileiros -
Acesso em: 27 Fev. 2019.
38 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

TEMA 2: NATUREZA E QUESTÕES


SOCIOAMBIENTAIS
1 Para iniciar o estudo do tema “Natureza e questões socioambientais”, reflita e responda
às questões a seguir.

a) Anote os recursos naturais que você conhece.

b) Esses recursos estão presentes na mesma proporção em todos os biomas brasileiros?


Comente sua resposta.

c) Entre os recursos naturais citados qual(is) você considera essencial(is) para a perpetuação
da vida? Justifique sua resposta.
GEOGRAFIA 39

2 Analise as imagens 1, 2 e 3 para responder às questões propostas.

Imagem 1 - Mico Leão Dourado Imagem 2 - Arara Azul Imagem 3 - Desmatamento


Fonte: Pixabay. Disponível em: https://pixabay. Fonte: Pixabay. Disponível em: https://pixabay. Fonte: Pixabay. Disponível em: https://pixabay.
com/pt/photos/mico-le%C3%A3o-dourado- com/pt/photos/papagaio-voar-arara- com/pt/photos/desmatamento-
macaco-primaz-1443023/ azul-dois-2892028/ Acesso em: 14 Mar. 2019 floresta-toco-de-%C3%
Acesso em: 14 Mar. 2019 A1rvore-62486/ Acesso em: 14 Mar. 2019

a) O que as imagens 1, 2 e 3 representam?

b) Qual a relação existente entre elas? Comente sua resposta.

3 Leia a afirmação: No Brasil, a maioria das atividades econômicas reduz a biodiversidade


e agride o meio ambiente, causando grandes impactos socioambientais. Responda às
questões.

a) O que são impactos socioambientais? Cite dois exemplos.


40 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

b) Podemos afirmar que os impactos socioambientais ocorrem somente no local da ação?


Justifique sua resposta.

4 Analise a imagem 1.

a) Como você interpreta a ação antrópica na ima-


gem 1? Comente sua resposta.

b) De acordo com sua análise, você acredita que


existe a possibilidade de conciliar o desenvol-
vimento econômico com a conservação e pre-
servação do meio ambiente? Justifique sua
resposta.

Imagem 1 - Vista da Mata Atlântica.


Foto: Cleunice Dias de Oliveira (2019)

5 Leia a afirmação e observe a imagem 1.


Um dos exemplos mais recentes relacionados à atuação de uma grande empresa e os impactos
socioambientais causados pela exploração desordenada dos recursos naturais está associado ao de-
sastre ocorrido em Brumadinho (MG), com rompimento de uma barragem, onde foram ceifadas cen-
tenas de vidas humanas e registrados prejuízos ambientais incalculáveis.

a) Qual a relação entre a afirmação e a imagem 1?

b) Com base nas reportagens veiculadas na mí-


dia sobre o assunto, produza um texto sobre
o desastre de Brumadinho relacionando com
as consequências socioambientais, culturais,
políticas e econômicas e as influências para a
população local. Anote as ideias principais
no espaço disponível.

Imagem 1 - Brumadinho, Minas Gerais - Fonte: IBAMA.


Disponível em: https://www.flickr.com/photos/
ibamagov/47021727822/in/album-72157678612078788/
Acesso em: 27 Fev. 2019.
GEOGRAFIA 41

6 Relacione os desastres socioambientais apresentados nas imagem 1 e 2, com a forma de


apropriação para fins econômicos e o manejo dos recursos naturais nos diferentes biomas
brasileiros. Registre no espaço disponível.

Imagem 1 - Deslizamentos de Terra. Fonte: Pixabay.


Disponível em: https://pixabay.com/pt/photos/deslizamento-de-terra-solo-vermelho-343523/ Acesso em: 21 Fev. 2019
Imagem 2 - Incêndio Florestal. Fonte: Ibama.
Disponível em: https://www.flickr.com/photos/ibamagov/45396828924/in/album-72157674061530297/ Acesso em: 15 Mar.2019

SAIBA MAIS
Revista do IBGE - Nº 6 Dez 2017 - Página 13 - Biodiversidade Brasileira: O mapa do tesou-
ro da nossa flora e fauna. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_
mediaibge/arquivos/3ee63778c4cfdcbbe4684937273d15e2.pdf Acesso em: 27 Fev. 2019.
Projeto Liberdade e Saúde: animais silvestres livres: pessoas saudáveis (2007) – Fonte:
Ibama. Disponível em: https://www.ibama.gov.br/phocadownload/publicacoes/educacao-
ambiental/cartilha-liberdade_e_saude.pdf Acesso em: 27 Fev. 2019.
Cartilha Lei dos Crimes Ambientais (2004). Fonte: Ibama. Disponível em: https://www.
ibama.gov.br/phocadownload/publicacoes/educacaoambiental/cartilha-lei-crimes-ambien-
tais.pdf Acesso em: 27 Fev. 2019.
42 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

TEMA 3: SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES


DE CONSERVAÇÃO (SNUC)

1 Para iniciar o estudo do tema observe as imagem 1 e 2.

Imagem 1 - PECD – Parque Estadual da Caverna do Diabo. Imagem 2 - Parque Estadual Carlos Botelho
Foto: Cleunice Dias de Oliveira (2017) Foto: Cleunice Dias de Oliveira (2017)

a) O que as imagens 1 e 2 retratam?

b) O que você entende por Unidade de Conservação?

c) Quais as Unidades de Conservação você conhece ou já ouviu falar?


GEOGRAFIA 43

2 De acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) existem dois ti-
pos de Unidades de Conservação que são: as Unidades de Proteção Integral e as Unida-
des de Uso Sustentável. A partir da análise das imagens 1 e 2 e por meio de pesquisas,
responda as diferenças existentes entre elas.

Imagem 1 - Parque Estadual Serra do Mar Imagem 2 - Parque Estadual Carlos Botelho
Foto: Cleunice Dias de Oliveira (2019) Foto: Cleunice Dias de Oliveira (2017)

a) Unidades de Proteção Integral:

b) Unidades de Uso Sustentável:

3 Pesquise em livros didáticos disponíveis na escola e no portal do Ministério do Meio Ambien-


te informações sobre o Sistema Nacional de Conservação da Natureza (SNUC), disponível no
em: http://www.mma.gov.br/areas-protegidas/unidades-de-conservacao/categorias.html.
Acesso em: 27 Fev. 2019. Em seguida, indique o número 1 para Unidades de Proteção In-
tegral e o número 2 para Unidades de Uso Sustentável.

( ) Estação Ecológica ( ) Área de Proteção Ambiental ( ) Área de Relevante Interesse Ecológico


( ) Reserva Biológica ( ) Floresta Nacional ( ) Reserva Particular do Patrimônio Natural
( ) Parque Nacional ( ) Reserva Extrativista ( ) Monumento Natural
( ) Reserva de Fauna ( ) Refúgio da Vida Silvestre ( ) Reserva de Desenvolvimento Sustentável
44 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

4 Com base nos aspectos que diferenciam as 12 Unidades pesquisadas na atividade ante-
rior, reflita sobre a forma de proteção e usos permitidos, as fragilidades e particularidades,
e sobre aquelas que podem ser utilizadas de forma sustentável. Registre as ideias princi-
pais no espaço disponível.

5 A Lei Nº 9.985, de 18 de julho de 2000, que regulamenta o art. 225, § 1o, incisos I, II, III e VII
da Constituição Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natu-
reza e dá outras providências. Nesta lei, Capítulo II, do Sistema Nacional de Unidades de
Conservação da Natureza – SNUC, o Art. 4º indica que o SNUC tem os seguintes objetivos:
I - contribuir para a manutenção da diversidade biológica e dos recursos genéticos no terri-
tório nacional e nas águas jurisdicionais; II - proteger as espécies ameaçadas de extinção no
âmbito regional e nacional; III - contribuir para a preservação e a restauração da diversidade
de ecossistemas naturais; IV - promover o desenvolvimento sustentável a partir dos recursos
naturais; V - promover a utilização dos princípios e práticas de conservação da natureza no
processo de desenvolvimento; VI - proteger paisagens naturais e pouco alteradas de notável
beleza cênica; VII - proteger as características relevantes de natureza geológica, geomor-
fológica, espeleológica, arqueológica, paleontológica e cultural; VIII - proteger e recuperar
recursos hídricos e edáficos; IX - recuperar ou restaurar ecossistemas degradados; X - propor-
cionar meios e incentivos para atividades de pesquisa científica, estudos e monitoramento
ambiental; XI - valorizar econômica e socialmente a diversidade biológica; XII - favorecer
condições e promover a educação e interpretação ambiental, a recreação em contato com
a natureza e o turismo ecológico; XIII - proteger os recursos naturais necessários à subsistên-
cia de populações tradicionais, respeitando e valorizando seu conhecimento e sua cultura e
promovendo-as social e economicamente.
Propomos que escolha três objetivos dos indicados no Art. 4º da Lei nº 9.985, de 18/07/2000,
e em seguida, produza um texto, no caderno e/ou folha avulsa, relatando a importância des-
tes para a conservação, preservação e a restauração da diversidade de ecossistemas naturais
nas regiões brasileiras.
Registre as ideias principais no espaço disponível.
GEOGRAFIA 45

6 Analise as tabelas 1 e 2 e responda às questões propostas.

Área das unidades de conservação considerando Área das unidades de conservação considerando
sobreposições e proporção em relação à área do bioma, sobreposições e proporção em relação à área do bioma,
por tipo de sobreposição por tipo de sobreposição
Variável – Área das unidades de conservação considerando Variável – Proporção da área das unidades de conservação
sobreposições (Quilômetros quadrados) considerando sobreposições em relação à área do bioma (%)
Ano x Tipo de sobreposição entre Ano x Tipo de sobreposição entre
unidades de conservação unidades de conservação
Bioma 2016 Bioma 2016

Total Total

Amazônia 1.145.939 Amazônia 27,3

Cerrado 168.442 Cerrado 8,3

Caatinga 62.922 Caatinga 7,6

Mata Atlântica 102.258 Mata Atlântica 9,2

Pampa 4.835 Pampa 2,7

Pantanal 6.891 Pantanal 4,6

Tabela 1. Fonte: Ministério do Meio Ambiente, Departamento de Tabela 2. Fonte: Ministério do Meio Ambiente, Departamento de
Áreas Protegidas, Cadastro Nacional de Unidades de Conservação Áreas Protegidas, Cadastro Nacional de Unidades de Conservação
– CNUC. Realizada por meio da consulta ao link: https://sidra.ibge. – CNUC. Realizada por meio da consulta ao link: https://sidra.ibge.
gov.br/tabela/5628. Acesso em: 27 Fev. 2019. gov.br/tabela/5628. Acesso em: 27 Fev. 2019.

a) Considerando as sobreposições em porcentagem e em quilômetros quadrados, represen-


tados nas tabelas 1 e 2, indique qual o bioma apresenta maior proporção de área entre as
Unidades de Conservação. Justifique sua resposta.

b) A sobreposição representa a criação de Unidades de Conservação (UCs) em áreas de ocu-


pação de populações nativas (indígenas). Compare as tabelas 1 e 2, indique qual o bioma
apresenta menor proporção de área, considerando as sobreposições, e em qual região se
encontra.
46 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

c) A partir dos dados, apresentados nas tabelas 1 e 2, construa um gráfico de barras no


espaço disponível.

7 Analise o Mapa Unidades de Conservação e responda às questões propostas.

ESCALA 1:22 000 000

220 km 110 0 110 220 330 440 550 km

Arq. Fernando
de Noronha


Atol das
Rocas
33º

ÁREAS DAS
RESERVAS BIOLÓGICAS

Até 300 000 ha

Até 300 001 a 1 000 000 ha

Até 1 000 001 a 2 000 000 ha

Acima de 2 000 000 ha

ÁREAS DOS PARQUES


PARQUES NACIONAIS

RESERVAS BIOLÓGICAS NACIONAIS


Até 300 000 ha
PARQUES ESTADUAIS

Até 300 001 a 500 000 ha RESERVAS BIOLÓGICAS ESTADUAIS

RESERVAS ECOLÓGICAS ESTADUAIS


Acima de 500 000 ha PARQUES FLORESTAS ESTADUAIS

Fonte – IBGE. Diretoria de Geociências


Sistema de Informação de Recursos Naturais e Meio Ambiente

Mapa 1 - Unidades de Conservação.


Fonte: IBGE, Diretoria de Geociências, Sistema de Informações de Recursos Naturais e Meio Ambiente.
Disponível em: https://mapas.ibge.gov.br/tematicos/unidades-de-conservacao. Acesso em: 27 Fev. 2019.
GEOGRAFIA 47

a) Com o apoio de um Atlas Geográfico e nas informações do mapa 1, identifique quais são as
Unidades de Conservação presentes no Estado de São Paulo e anote no espaço disponível.

b) Associando o mapa 1 e as tabelas 1 e 2 sobre área das Unidades de Conservação da ativi-


dade anterior, aponte em qual região brasileira encontram-se as maiores áreas de Reservas
Biológicas.

c) Quais regiões brasileiras concentram a maior quantidade de Unidades de Conservação.

8 Analise a tabela 1.
Número e área das unidades de conservação e proporção em relação à área do bioma, por tipo de uso e categoria de manejo
Variável – Número de unidades de conservação (Unidades)
Ano x Tipo de uso e categoria de manejo da unidade de conservação
2016
Uso Uso Uso
Proteção Uso
Proteção susten- susten- Uso sustentável -
Proteção Proteção integral- Proteção Uso Uso sustentável -
integral- tável - tável - sustentável - Reserva
Proteção integral- integral- Parque integral- Uso sustentável - sustentável - Área de
Bioma Total Refúgio Floresta Reserva Área de Particular
integral Estação Monumento Nacional/ Reserva sustentável Reserva Reserva Relevante
de vida Nacional/ de Desenvolvi- Proteção do
Ecológica Natural Estadual/ Biológica Extrativista de Fauna Interesse
Silvestre Estadual/ mento Ambiental Patrimônio
Municipal Ecológico
Municipal sustentável Natural
Amazônia 329 82 19 – 48 1 14 247 60 71 21 – 34 6 55
Cerrado 384 120 28 12 70 5 5 264 11 6 2 – 68 16 161
Caatinga 164 39 6 6 21 4 2 125 6 3 1 – 34 5 76
Mata
1135 376 41 22 252 27 34 759 31 11 14 – 190 21 492
Atlântica
Pampa 26 13 1 1 6 1 4 13 – – – – 3 1 9
Pantanal 24 7 1 1 5 – – 17 – – – – – – 17

Tabela 1. Fonte: Ministério do Meio Ambiente, Departamento de Áreas Protegidas, Cadastro Nacional de Unidades de
Conservação – CNUC, acesso em fevereiro de 2017. Elaborada por meio da consulta ao link: https://sidra.ibge.gov.br/tabela/5627 –
Acesso em: 14 Mar. 2019.
48 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Com base nos dados apresentados na tabela 1 e considerando a categoria de manejo, responda:

a) Qual o bioma que apresenta maior número de unidades quanto ao uso sustentável?

b) Qual o bioma apresenta maior quantidade de unidades de proteção integral?

c) O bioma amazônico apresenta 21 Unidades de Uso Sustentável - Reserva de Desenvolvi-


mento Sustentável. Escreva um texto relatando como ocorre o manejo desse importante
bioma. Utilize livros didáticos disponíveis na sua escola e pesquisas em diferentes sites da
internet. Registre as principais ideias no espaço disponível.

SAIBA MAIS
Atlas da fauna brasileira ameaçada de extinção em Unidades de Conservação federais /
Organizadores: Jorge Luiz do Nascimento, Ivan Braga Campos. – Brasília: Instituto Chico Men-
des de Conservação da Biodiversidade, Icmbio, 2011. Disponível em: http://www.icmbio.gov.
br/portal/images/stories/documentos/Atlas-ICMBio-web.pdf. Acesso em: 27 Fev. 2019.
Terras Indígenas & Unidades de Conservação da natureza: o desafio das sobreposições /
organização Fany Ricardo. -- São Paulo: Instituto Socioambiental, 2004. Disponível em: ht-
tps://www.socioambiental.org/sites/blog.socioambiental.org/files/publicacoes/10144.pdf,
Acesso em: 27 Fev. 2019.
GEOGRAFIA 49

TEMA 4: GESTÃO TERRITORIAL DO PATRIMÔNIO


AMBIENTAL NO ESTADO DE SÃO PAULO

1 Para aprofundar os conhecimentos sobre o tema Gestão Territorial do Patrimônio Am-


biental no Estado de São Paulo, propomos a leitura dos textos 1, 2 e 3 e a observação
da imagem 1.

TEXTO 1 – Lei Federal 11.428 de 22 de dezembro de 2006 - Dispõe sobre


a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica
De acordo com a Lei Federal 11.428 de 22 de dezembro de 2006, Capítulo II, que trata dos objetivos
e Princípios do Regime Jurídico do Bioma Mata Atlântica, em seu Art. 7o, a proteção e a utilização
do Bioma Mata Atlântica far-se-ão dentro de condições que assegurem: I - a manutenção e a recu-
peração da biodiversidade, vegetação, fauna e regime hídrico do Bioma Mata Atlântica para as
presentes e futuras gerações; II - o estímulo à pesquisa, à difusão de tecnologias de manejo susten-
tável da vegetação e à formação de uma consciência pública sobre a necessidade de recuperação
e manutenção dos ecossistemas; III - o fomento de atividades públicas e privadas compatíveis com
a manutenção do equilíbrio ecológico; IV - o disciplinamento da ocupação rural e urbana, de forma
a harmonizar o crescimento econômico com a manutenção do equilíbrio ecológico.
Fonte: Ministério do Meio Ambiente. Disponível em: http://www2.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=526
Acesso em: 27 Fev. 2019.

TEXTO 2 – A responsabilidade dos municípios na conservação


da biodiversidade
A Constituição, no seu Artigo 30, estabelece que compete ao município promover, no que cou-
ber, o adequado ordenamento territorial, especialmente no meio urbano. Nesse sentido, cabe
à administração municipal um papel importante na conservação e recuperação dos recursos
naturais e no planejamento da ocupação e uso racional do solo. A Lei da Mata Atlântica intro-
duz, como instrumento de gestão territorial, os Planos Municipais de Conservação e Recupera-
ção da Mata Atlântica.
Fonte: Manual de Adequação Ambiental – Mata Atlântica – do Ministério do Meio Ambiente. Disponível em: http://
www.mma.gov.br/estruturas/202/_arquivos/adequao_ambiental_publicao_web_202.pdf Acesso em: 27 Fev. 2019

TEXTO 3 – Agenda 2030 e o Objetivo de Desenvolvimento


Sustentável nº 15 (Vida Terrestre)
O ODS 15 15 visa fomentar a proteção, recuperação e promoção do uso sustentável dos ecos-
sistemas terrestres, e gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e
reverter a degradação da terra e deter a perda. Os seres humanos e outros animais dependem
da natureza para terem alimento, ar puro, água limpa e também como um meio de combate à
mudança do clima. As florestas, que cobrem 30% da superfície da Terra, ajudam a manter o ar e
a água limpa e o clima da Terra em equilíbrio – sem mencionar que são o lar de milhões de es-
pécies. Promover o manejo sustentável das florestas, o combate à desertificação, parar e rever-
ter a degradação da terra, interromper o processo de perda de biodiversidade são algumas das
metas que o ODS 15 promove. Usar sustentavelmente os recursos naturais em cadeias produti-
vas e em atividades de subsistência de comunidades, e integrá-los em políticas públicas é tarefa
central para o atingimento destas metas e a promoção de todos os outros ODS.
Fonte: Agenda 2030. Disponível em: http://www.agenda2030.org.br/ods/15/ Acesso em: 15 Mar. 2019.
50 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Imagem 1 - Fiscal do Ibama vistoria desmatamento em área remanescente de Mata Atlântica no Mato Grosso do Sul.
Fonte: Ibama. Disponível em: http://www.ibama.gov.br/noticias/422-2017/1076-ibama-embarga-396-hectares-no-
ms-em-operacao-de-combate-ao-desmatamento-na-mata-atlantica Acesso em: 19 Mar. 2019

Em seguida, responda às questões propostas.

a) Registre no espaço disponível os seus conhecimentos com relação aos temas tratados nos
textos 1, 2 e 3.

b) É possível afirmar que as leis de proteção ao meio ambiente são respeitadas no Brasil, no
Estado de São Paulo e no seu município? Justifique sua resposta.
GEOGRAFIA 51

c) Como a sociedade civil e a população em geral podem contribuir com a proteção, a recu-
peração e a promoção do uso sustentável dos ecossistemas terrestres?

2 Leitura de texto:

É preciso discutir como está sendo a apropriação dos nossos biomas com o avanço urbano
industrial-agropecuário. Para isso, escolhemos analisar um tipo de produção agrícola e seus
impactos ambientais. Um exemplo muito comum no Estado de São Paulo é a produção da cana-
-de-açúcar. A queima da palha, método utilizado para facilitar a colheita, tem sido considerado
a causa do maior prejuízo ambiental nos últimos anos pela agroindústria da cana-de-açúcar. Os
danos causados são tantos que foi criada a Lei 11.241 de 19/09/2002, que proíbe a queima da
palha ao ar livre até o ano de 2021.
Fonte: Agência Embrapa de Informação e Tecnologia. Disponível em: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/
gestor/cana-de-acucar/arvore/CONT1.html Acesso em: 15 Mar. 2019

Em seguida, propomos uma pesquisa nos livros didáticos disponíveis na escola e em dife-
rentes sites da internet, para apoiar a resolução das questões propostas.

a) Além da queima da palha ao ar livre, cite outros impactos ambientais causados pela agroin-
dústria da cana-de-açúcar.

b) Mencione, pelo menos, duas razões para a criação da Lei 11.241 de 2002.
52 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

3 Analise os mapas 2 e 3, a tabela 1 (Área dos biomas no Estado de São Paulo) e a imagem 1
e responda às questões propostas.

Mapa 1 - Mapa de Biomas do Estado de São Paulo (Zona de Tensão: ecótono resultante
do contato entre os fronteiriços Biomas Mata Atlântica e Cerrado) –
Fonte: Resolução SMA Nº 146, de 08 de novembro de 2017.
Disponível em: http://arquivos.ambiente.sp.gov.br/legislacao/2017/11/resolucao-sma-146-2017.pdf. Acesso em: 26 Fev. 2019.

Mapa 2 - Mapa de biomas do Estado de São Paulo.


Disponível em: https://www.embrapa.br/gite/publicacoes/NT1_CERRADOS_2013.pdf Acesso em: 26 Fev. 2019.
GEOGRAFIA 53

Biomas Área* (ha) Área* (%)


Mata Atlântica 16.592.191,64 67,16 Tabela 1 - Área dos biomas no Estado de São Paulo.
Fonte: Embrapa. *Valores calculados. Projeção Cônica de
Cerrado 8.113.531,10 32,84 Albers – SIRGAS 2000.
Disponível em: https://www.embrapa.br/gite/publicacoes/
Total 24.705.723 100 NT1_CERRADOS_2013.pdf Acesso em: 27 Fev. 2019.

Imagem 1 - Cana de Açúcar.


Fonte: Pixabay. Disponível no link: https://pixabay.com/pt/photos/agricultura-cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar-cultura-70956/
Acesso em: 27 Fev. 2019.

a) Explique a influência da agroindústria da cana-de-açúcar nos biomas do Estado de São


Paulo.

b) Explique os motivos para a criação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

O que aprendi...
54 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

HISTÓRIA
(EF07HI12) Identificar a distribuição territorial da população brasileira em diferentes épo-
cas, considerando a diversidade étnico racial, étnico-cultural (indígena, africana, europeia e
asiática) e os interesses políticos e econômicos.

ATIVIDADE 1
Leia o texto e analise a imagem, posteriormente responda o que se pede.
Os bandeirantes realizaram diversas investidas que receberam o nome de Bandeiras. Estas reu-
niam pessoas que iam ao interior da colônia portuguesa com a intenção de escravizar os diversos
povos indígenas. No contexto da União Ibérica (1580-1640), os bandeirantes não respeitaram os
limites impostos pelo Tratado de Tordesilhas (1494) e avançaram rumo ao interior do território.
Por volta da segunda metade do século XVII, a crise econômica colocou o Império Português
em estado de atenção, tendo em vista que suas colônias na África, América e na Ásia estavam
sofrendo investidas de outras nações europeias. A partir desta realidade, a Coroa portuguesa
passou a incentivar a procura por metais preciosos em seus territórios conquistados. Assim, as
Bandeiras integraram-se às expedições oficiais subsidiadas pela própria Coroa, intituladas entra-
das. Mas quais eram suas diferenças?
As entradas podem ser vistas como expedições oficiais de exploração do território a fim de
buscar recursos materiais para acumulação de riquezas da Coroa. Já as bandeiras podem ser
entendidas como expedições organizadas por motivos particulares. Um dos objetivos dessas
expedições foi a busca por mão de obra indígena por meio da escravização. Durante esse pro-
cesso, os diversos grupos indígenas que foram atacados, reagiram e fizeram tudo o que estava
ao seu alcance para resistir à ação dos bandeirantes. Os bandeirantes, por sua vez, reprimiam as
revoltas com intensa violência, marcando o início da história do território paulista com um dos
maiores massacres da população nativa que se encontrava no território que futuramente viria a
ser o Brasil.
HISTÓRIA 55

BRY, Theodor de. Ilustração de LAS


CASAS, Bartolomé de. “Brevíssima
relação da destruição das Índias
Ocidentais”, 1552.
Disponível em: https://pt.wikipedia.
org/wiki/Bartolomeu_de_las_Casas#/
media/File:De_Bry_1c.JPG. Acesso
em: 21/03/2019: http://www.arqnet.pt/
portal/portugal/documentos/tratado_
tordesilhas.html.

a) O texto e a imagem possuem uma mensagem em comum: Identifique- a.

b) O texto faz menção ao Movimento de Bandeiras. Já a ilustração do livro “Brevíssima re-


lação da destruição das Índias Ocidentais” trata da representação do contato dos coloni-
zadores espanhóis com os povos indígenas, conforme descrito pelo Padre Bartolomé de
Las Casas, em 1552. Imagem e texto apresentam como ocorreu o processo de conquista
de povos nativos na América. A partir deste pequeno comentário e, de acordo com a aná-
lise realizada, é possível afirmar Verdadeiro ou Falso:
( ) Os nativos aceitaram de forma pacífica as investidas do colonizador.

( ) Os colonizadores convenceram de forma pacífica os nativos a se submeterem à


escravidão.

( ) No processo de conquista, houve resistência por parte dos povos nativos, que foi
reprimida violentamente.

( ) No processo de conquista os nativos, ao resistir, submeteram os colonizadores à


escravidão.

c) O texto afirma que “As entradas podem ser vistas como expedições oficiais de exploração
do território a fim de buscar recursos materiais para acumulação de riquezas da Coroa”.
Nesse sentido, é possível perceber que havia a necessidade de se explorar os recursos
locais, a fim de acumular capital. Um dos primeiros recursos utilizados para essa finalidade
foi a extração do pau-brasil. Você sabia que o pau-brasil é uma madeira de lei e é uma
espécie nativa em extinção? Pesquise a respeito do uso do pau-brasil, naquele período, e
se ele continua sendo utilizado nos dias atuais com a mesma finalidade.
56 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 2
Pesquisa e realize uma apresentação: Em grupo, escolha e pesquise sobre um dos temas abai-
xo relacionados à América Portuguesa. A pesquisa deve contemplar quais as características da
atividade econômica realizada, tais como: contexto histórico, tipo de mão de obra utilizada e
técnica e/ou tecnologia empregada.

I. Plantio de cana-de-açúcar III. Drogas do sertão


II. Extração de minérios IV. Criação de gado

(EF07HI18*) Analisar e comparar a dinâmica econômica nas colônias portuguesa e espa-


nhola na América.

ATIVIDADE 1

Carro de boi, 1840. Disponível: http://bit.ly/carrodeboi-1840. Acesso em: 21/03/2019.

a) Você já viu um carro de boi? ( ) Sim ( ) Não

b) Você considera que o carro de boi foi um tipo de transporte importante para a América
Portuguesa e Espanhola? Por quê?
HISTÓRIA 57

c) Em 2018, houve uma greve dos caminhoneiros, que paralisou o Brasil por alguns dias,
causando grandes prejuízos econômicos. Pesquise em grupo e produza um texto coletivo
e ilustrativo, registrando-o no seu caderno, que mostre quais são os outros tipos de trans-
portes existentes na atualidade e os seus usos no cotidiano da população.

Para saber mais: Leia a reportagem “Greve de caminhoneiros afeta aulas em escolas e uni-
versidades”, de 24/05/2018, disponível em: http://portaldasgerais.com.br/greve-de-cami-
nhoneiros. (acesso em abril/2019).

ATIVIDADE 2
Entre os séculos XVI e início do século XIX, desenvolveu-se uma dinâmica econômica própria nas
colônias portuguesa e espanhola na América. Nas colônias, as atividades dependiam da mão
de obra do índio e/ou africano escravizado e da população livre e pobre. E para esses grupos
sociais, as pequenas propriedades estavam voltadas para a agricultura de subsistência.
Na América Portuguesa, havia o predomínio da produção agrícola e aurífera, já na América Es-
panhola, a atividade econômica foi explorada por meio da mineração (prata e ouro). Em ambas,
a criação de gado e a agricultura foram necessárias para o consumo interno. A partir deste texto,
responda às questões:

a) Como era composta a sociedade colonial das Américas Portuguesa e Espanhola?

b) Em que se baseavam as economias das Américas Portuguesa e Espanhola?


58 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

c) No texto, comenta-se que “desenvolveu-se uma dinâmica econômica própria nas colônias
portuguesa e espanhola na América” referindo-se aos diversos produtos comercializados e
distribuídos para o comércio interno e externo. Pesquise quais outros meios de transporte –
além do carro de boi - que existiam para deslocamento destes produtos dentro da América
até o século XIX.

ATIVIDADE 3
Observe as imagens apresentadas:

Cultivo da Mandioca. Von Martius. (1823-1831) Domínio Público / Acervo Arquivo Nacional.
Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Cultivo_da_Mandioca_AN.tif (Acesso em 04/04/2019)
HISTÓRIA 59

Engenho dos Erasmos. Acervo pessoal de Tiago Haidem de Araujo Lima Talacimo, 2018.

Ao abordarmos a economia do início do período colonial brasileiro, são mencionados, ini-


cialmente, o pau-brasil, produto que deu nome ao nosso país, e o açúcar, cuja exploração ocor-
reu principalmente na região costeira do Brasil. Porém, há outro elemento que foi explorado e
serviu para embasar a produção de açúcar, que necessitava da mão de obra escrava: a mandio-
ca. Sua produção era voltada para o mercado interno, constituindo a base de alimentação dos
trabalhadores dos engenhos. Nas imagens acima você pode observar uma reprodução de uma
plantação de mandioca do século XIX, elaborada por dois cientistas alemães, Von Spix e Von
Martius, que estiveram no Brasil, e na outra imagem é possível observar, atualmente, as ruínas
do Engenho dos Erasmos, patrimônio histórico localizado na cidade de Santos/SP e um dos
primeiros engenhos a ser construídos na Capitania de São Vicente.

a) Responda, no caderno, às questões abaixo:


I. Pesquise, em grupos, as características e a forma de produção dos produtos destacados
em negrito no texto. A seguir, aguarde as instruções da professora/professor para socializar
os resultados com a classe;
II. De acordo com o texto, o pau-brasil inspirou o nome do nosso país. Além de Brasil, fo-
ram atribuídas e/ou propostas outras denominações para o país? Quais?
III. Em uma roda de conversa, discuta com os seus colegas se há ainda a utilização dos pro-
dutos (destacados em negrito) na atualidade. Anote no seu caderno a síntese do que foi
discutido.
IV. As imagens apresentadas nessa atividade são fontes históricas. Após ouvir as explica-
ções da professora/professor, elabore uma produção textual individual sobre a importância
das fontes para produção do conhecimento histórico.
60 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

(EF07HI13) Caracterizar a ação dos europeus e suas lógicas mercantis visando ao domínio
no mundo atlântico.

TEXTO 1 – Na Idade Média (séculos V ao XV) o feudalismo, por uma ordenação econômica
e social muito própria, incluía a separação da sociedade em estamentos. No final desse pe-
ríodo, gradativamente ocorre à ascensão dos mercadores e o mercantilismo constitui-se em
um sistema de transição entre o feudalismo e capitalismo. Dentro desse contexto ocorre a
expansão marítima europeia.

TEXTO 2 – O mercantilismo (séculos XV a XVIII) ocorreu na Europa durante o Antigo Regime


e as suas principais características são: I. Metalismo (quanto mais metais preciosos a nação
possuir, mais rica ela será), II. Protecionismo (cobrar taxas alfandegárias altas para evitar a
entrada de produtos estrangeiros), III. Pacto colonial (as colônias realizavam comércio ape-
nas com a sua metrópole) e IV. Balança comercial favorável (exportar mais do que importar,
para ter saldo econômico positivo).

ATIVIDADE 1
Depois da leitura dos textos e das aulas sobre o tema, responda às seguintes questões:

a) Escreva um breve texto que apresente as principais características do Mercantilismo.

b) Na atualidade, existem situações similares ao protecionismo e a balança comercial favorá-


vel? Justifique.
HISTÓRIA 61

ATIVIDADE 2
O sistema colonial era composto por: Metrópole e Colônia, esta última possuía a função de for-
necer riquezas à primeira. Atualmente existem países da América, África e Ásia que falam línguas
europeias. No Brasil, colonizado por Portugal, falamos o português e no Haiti, colônia francesa,
fala-se o francês. Escreva abaixo os nomes de outros países que foram Metrópole e Colônia:

ATIVIDADE 3
Leia este trecho do livro “Os Lusíadas”:

OS LUSÍADAS
Luís de Camões
Canto I
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;
E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando,
Cantando espalharei por toda parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?
select_action=&co_obra=1870. (Acesso dia março/2019).

a) Vamos criar um relato de viagem?


Após a leitura e análise do fragmento, faça uma pesquisa, em grupo, sobre o tema das Grandes
Navegações e registre no seu caderno um relato de viagem. Imagine que você será o capitão,
estabeleça uma rota de partida e chegada e descreva o que você encontrou durante a viagem.
Caso queira, faça ilustrações desse relato.

(EF07HI14) Descrever as dinâmicas comerciais das sociedades americanas e africanas e


analisar suas interações com outras Sociedades do Ocidente e do Oriente.
62 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 1

Leia o texto abaixo:


Café, coronelismo e trabalho escravo marcam a história de Ribeirão Preto
“Ambiente É o Meio” entrevista o historiador e autor do livro
“Ribeirão Preto Revisitada”, José Antônio Lage.
Por Gabriel Soares - Editorias: Radioagência USP, Rádio USP, Ambiente é o Meio -
URL Curta: jornal.usp.br/?p=88100

“A monocultura cafeeira, segundo Lage, foi muito marcante para Ribeirão Preto, mas também
para o interior do Estado de São Paulo, chamado Oeste Paulista. Ele conta que a região ainda
passa pela monocultura, trocou o café pelo negócio do açúcar e do álcool no século 20. “Essa
lavoura de exportação proporciona um processo de acumulação de capital utilizando o trabalho
dos imigrantes.” De acordo com Lage, as primeiras fazendas da região utilizaram a mão de obra
escrava já no final do período de escravidão.”
https://jornal.usp.br/radio-usp/radioagencia-usp/cafe-coronelismo-e-trabalho-
escravo-marcam-a-historia-de-ribeirao-preto/ acessado 21-03-2019.

Vamos criar um jornal que apresente informações sobre o comércio do café no Brasil, ao longo
dos séculos. Faça uma pesquisa sobre o tema e lembre-se de todos os detalhes de um jornal:
imagens da época, nome, formato, ilustrações, manchetes e títulos. O jornal deve conter notí-
cias escritas pelo grupo.

COMO FAZER:
Para saber sobre como montar um jornal acesse:
https://jornaljoca.com.br/portal/passo-a-passo-aprenda-como-fazer-um-jornal-infantil/

VOCÊ SABIA?
O Café é uma planta originária das terras altas da Etiópia, país localizado no continente
africano. Provavelmente da região de Cafa, recebeu o nome Café e difundiu-se para o mun-
do por meio das transações comerciais entre África e Europa.

PARA SABER MAIS, ACESSE:


Museu do Café em Botucatu/SP: http://www.unesp.br/proex/unesp/museudocafe.htm
Museu do Café em Santos/SP: http://www.museudocafe.org.br/
HISTÓRIA 63

ATIVIDADE 2
Durante a moagem de cana, os escravos trabalhavam nos engenhos dia e noite, em turnos, pro-
porcionando lucros aos proprietários. Para os escravos esse ritmo de trabalho era massacrante e
em geral ficaram um bom tempo nesse regime. Coloque V (verdadeiro) ou F para (Falso). Justi-
fique as afirmativas falsas no seu caderno.
a) ( ) Houve fugas de escravos dos engenhos durante a fase colonial, e a formação, no ser-
tão brasileiro, de mocambos que se transformaram em quilombos.
b) ( ) Tal situação determinou a ação dos latifundiários, no sentido de organizar expedições
para captura dos indígenas.
c) ( ) Essa situação somente ocorreu no período de ocupação holandesa, pois a necessida-
de de manter os lucros e os gastos militares sobrecarregava os escravos.
d ( ) Os primeiros colonizadores europeus ficaram impressionados com a cultura indígena.

ATIVIDADE 3
Procure as palavras abaixo:

Café – Ferrovia – Sacas – Lavoura – Negro


D W E R E E Y U I O
S C A F E S E D S L
A F D S S C S F Y P
C E R A D R A C P Ç
V R R C C A N C O M
B R W A V V E V I N
N O Q S A I G B U J
F V B H E D R M I H
G I N M M A O N U O
L A L A V O U R A P

ATIVIDADE 4
Observe a imagem e responda à questão abaixo:
O lucrativo comércio de escravo

Produção realizada por Maria Aparecida Cirilo, Osvaldo Alves Santos Jr. e Priscila Lourenço.
64 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Durante o período da escravidão no Brasil, os negros eram considerados propriedade privada,


podendo ser vendidos, alugados, emprestados ou até mesmo hipotecados.
Analise a imagem e o texto. Depois faça um breve comentário sobre a relação entre eles.

(EF07HI15) Discutir o conceito de escravidão moderna e suas distinções em relação ao


escravismo antigo e à servidão medieval.

ATIVIDADE 1
Realize uma pesquisa sobre a escravidão na Antiguidade Clássica, servidão medieval e escravi-
dão moderna, considerando as seguintes questões:
I. Qual era o modo de aquisição dos escravizados?
II. Qual era o período (tempo) que as pessoas eram escravizadas?
III. Quais eram os critérios que permitiam uma pessoa se tornar escravo?
IV. A questão racial era critério para alguém se tornar escravo?

A partir dos seus estudos preencha o quadro abaixo:

PERÍODOS HISTÓRICOS CONDIÇÕES DE TRABALHO

Idade Antiga

Idade Média

Idade Moderna
ARTE 65

ARTE

TEMA: O “TRANS-FORMAR” MATÉRICO


EM MATERIALIDADE NA ARTE

ARTES VISUAIS

MOMENTO I
Sondagem e Apreciação – Parte 1 - Colagens

Aprecie as obras a seguir:

Figura 1 - Gilberto Mattos. Dança Viva, 2018. Colagem.


66 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Figura 2- Hans Christian Andersen. Mulher de Saia Preta, 1836. Recorte de papel.
Domínio Público/2019.

Figura 3 - Carlos Povinha. Arte Urbana, 2019. Fotografia – São Paulo.


ARTE 67

Figura 4 - Carlos Povinha. Detalhe da obra “Coletivo” de Cássio Vasconcellos -


Assemblage, 2018. Fotografia – São Paulo.

Figura 5 - Carlos Povinha. Detalhe da obra “Coletivo” de Cássio Vasconcellos -


Assemblage, 2018. Fotografia – São Paulo.
68 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Figura 4 - Carlos Povinha. Detalhe da obra “Coletivo” de Cássio Vasconcellos -


Assemblage, 2018. Fotografia – São Paulo.

Após a observação responda:


1. Quais são as temáticas das obras apresentadas?
2. O que os artistas utilizaram para fazê-las?
3. Quais os formatos?
4. Como compuseram os elementos utilizados?

Na figura 3 - Fotografia de Carlos Povinha - foi registrada uma modalidade artística chama-
da Lambe-Lambe. Pesquise sobre este assunto.
Procure no dicionário as definições de “assemblage” e “colagem”.
Registre a sua pesquisa, em seu caderno, para socializá-la no momento que será indicado
pelo professor.

MOMENTO II
Ação expressiva
Agora que você já aprendeu o que é colagem e assemblage. Crie em seu caderno de de-
senho (ou outros suportes), uma colagem ou assemblage, utilizando diferentes materiais, esco-
lhas temáticas, formatos e composições.
ARTE 69

Analisando sua produção, responda, em seu caderno:


1. Por que escolheu o que colou?
2. Como escolheu onde colar cada parte?
3. Você optou por uma temática e buscou imagens, ou o próprio ato de escolher as ima-
gens o levou a uma temática?
O professor fará uma análise de todas as produções.

MOMENTO III
Curadoria educativa
Você fará uma curadoria, por temática, com seu professor. Juntos organizem a montagem
de uma exposição. Depois de tudo pronto, aprecie as produções de seus colegas e responda,
em seu caderno:
1. A ação expressiva em Artes Visuais pode acontecer com a utilização de materiais e fer-
ramentas diferenciadas?
2. Você percebe diferenças e semelhanças nas obras produzidas por você e por seus colegas?
3. Quais materiais e ferramentas que você utilizou em sua obra?
4. Como se sentiu ao realizar suas produções?

Atividade para casa: Para ampliar seus conhecimentos sobre o tema, pesquise as seguin-
tes obras e artistas: O violino, 1913, óleo sobre tela, Juan Gris; Dança macabra, 1986, escultura
cinética, Jean Tinguely; Liberty, 2007, colagem sobre papel, Beatriz Milhazes; Figurativismo abs-
trato, 2004, adesivos sobre madeira, Nelson Leirner; Anunciação, 1983, assemblage, fragmentos
de santo de roca, bola de cristal, fotografia resinada e ornato de caixa de madeira, Farnese de
Andrade.
Aguarde orientações do seu professor sobre as formas de apresentação das pesquisas.
O que eu aprendi? Registre, em seu caderno, o que e como você aprendeu.

DANÇA
Matéria na Arte pode ser: corpo do dançarino, do ator, do performer; pedra, tinta, obje-
tos, papéis; o som dos instrumentos e da voz, que, também como ferramentas, estimulam à
imaginação. Materialidade. O diálogo entre matérias e ferramentas aguça a curiosidade criativa.
A materialidade pode também gerar ideias provocadoras de intensa busca por matérias e ferra-
mentas, que façam nascer a obra. Viver a experiência de criação, a partir desse intenso diálogo,
é o foco do estudo neste bimestre.
70 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

MOMENTO I
Roda de Conversa
Seu professor conversará com a classe sobre estilos de dança. Depois dessa conversa, re-
gistre, em seu caderno, as respostas para as questões abaixo:
1. O que você pensa sobre dança?
2. Quais estilos de dança você conhece e mais se identifica?
3. Qual delas você pratica ou gostaria de praticar?
4. O que há, em comum, nas danças que foram lembradas por você e pelos outros alunos
da classe?

MOMENTO II
Apreciação
A partir da conversa do momento anterior e na observação das imagens apresentadas, por
seu professor, elabore, em seu caderno, um relato seguindo o roteiro de questões, abaixo:
1. O que você percebe sobre o corpo das pessoas no espaço e sobre o espaço no corpo
das pessoas?
2. Como o corpo das pessoas se posiciona, no nível baixo, médio e alto?
3. Os movimentos parecem ser lentos ou rápidos? Firmes ou leves?
4. Essas imagens são de dança?
5. Entre elas, quais as semelhanças e as diferenças?

MOMENTO III
Ação expressiva
Em grupos de seis integrantes vamos realizar um jogo. Seu grupo receberá uma sequência
de palavras (ações corporais), que serão entregues pelo seu professor. Essas ações serão a ins-
piração do grupo para realização de uma experimentação corporal. Aguarde as orientações do
professor e investigue corporalmente as ações propostas para seu grupo, observando o espaço
e o ritmo musical, se houver.
O que eu aprendi? Faça um relato, em seu caderno, sobre suas impressões observando quais
foram suas dificuldades na realização dessas ações corporais? Houve mudanças no movimento quan-
do ele foi feito com música? Em que direção(ções) do espaço você fez o movimento com facilidade e
com dificuldade? O que você aprendeu e experienciou nessas proposições?
ARTE 71

MÚSICA
Ouvindo, escutando, procurando identidades
A materialidade na música pode ser explorada pela investigação do parâmetro sonoro
timbre. De modo simples, pode-se dizer que o som é constituído por quatro parâmetros sim-
ples: altura, duração, intensidade e timbre. É claro que cada um deles é um universo a ser explo-
rado e, por isso, vamos nos ater momentaneamente ao timbre.

MOMENTO I
Ouvindo, escutando, procurando identidades
Vamos estudar uma das características do som: o timbre. Para isso, seu professor vai fazer
um pedido especial: todo mundo em silêncio! O que você consegue ouvir num “minuto de si-
lêncio”?
Anote, em seu caderno, a maior quantidade possível de sons que você conseguiu ouvir.
Vale tudo o que você ouviu de fato!
Conseguimos distinguir um som de vários outros, porque ele tem a propriedade timbre.
Reconheço a voz de uma pessoa porque o timbre é totalmente diferente do timbre da voz de
outra. Sei que tem um helicóptero, e não um avião, sobrevoando minha casa porque o timbre
do som do helicóptero e do avião são diferentes. Sei que um violino, e não um piano, está to-
cando porque reconheço que os dois instrumentos têm timbres totalmente diferentes.
De acordo com a listagem de toda a turma, classifique os sons com base na orientação de
seu professor.
- Timbres de fonte humana
- Timbres da natureza
- Timbres produzidos por máquinas
- O que foi produzido bem perto de você
- O que foi produzido longe de você

MOMENTO II
Ação expressiva: Construindo identidades
Com a orientação de seu professor, você e seus colegas construirão um “carrilhão de co-
pos”. Para isso, traga de casa um copo que tenha um som interessante (pode ser de vidro, cerâ-
mica, metal, ágata, barro, cristal, plástico, papel etc.; de qualquer forma ou tamanho). Traga
também baquetas, improvisadas com canetas, lápis, gizes, varetas de bambu (usadas para fazer
pipa), réguas etc. Antes de construir o carrilhão, você e seus colegas irão, em sala de aula, expe-
rimentar todos os copos e baquetas trazidos por vocês.
72 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Com base na sua experiência, responda às perguntas a seguir, em seu caderno:


1. Os timbres são semelhantes?
2. Os timbres diferem de acordo com o material do copo? E da baqueta?
3. Quais outros tipos de baqueta você poderia utilizar? Quais foram as baquetas mais ma-
cias que conseguiu encontrar? E as mais duras? Como fica o som quando você usa umas
ou outras?
Agora, sob a orientação de seu professor, vocês construíram o “carrilhão de copos”. Que
melodias você e seus colegas criaram? Há ideias musicais semelhantes às suas? Há ideias inova-
doras? Alguém experimentou algum material que ninguém havia pensado em utilizar? Registre,
em seu caderno, suas impressões e descobertas.

MOMENTO III
Movendo apreciação de outras identidades
Você e seus colegas vão ouvir algumas músicas e, depois, conversar com seu professor com
base nas questões propostas a seguir:
1. Nessas músicas, há somente instrumentos convencionais?
2. As sonoridades são as mesmas?
3. De que matéria são obtidos esses sons?
4. Pode-se fazer música com um instrumento musical não convencional?
5. E com a sonoridade de objetos do cotidiano?
6. Os músicos utilizam apenas instrumentos musicais criados por eles?
7. Utilizam os instrumentos convencionais de modo convencional?
Registre, em seu caderno, o que ficou da conversa.

MOMENTO IV
O que penso sobre música?
Vimos que o timbre é um parâmetro sonoro que indica a identidade de um som. Ao mesmo
tempo, vimos que ele também pode identificar as pessoas a partir de suas vozes. Percebemos
que a identidade possui personalidades, ou seja, cada timbre tem suas nuanças tímbricas.
Com base na sua experiência, responda às perguntas a seguir, em seu caderno:
1. Todas essas informações e experiências podem nos levar a escutar os sons de forma
diferente?
2. Poderemos escutar uma música sem tentar perceber suas múltiplas identidades e per-
sonalidades?
3. Para você, qual a diferença entre ouvir e escutar?

O que eu aprendi? Registre em, seu caderno, o que e como você aprendeu.
ARTE 73

TEATRO

MOMENTO I
Movendo a apreciação
No teatro de animação, a materialidade é tema de investigação neste 3º bimestre. Para
esse estudo, a escolha recai sobre o teatro de objetos. Este gênero se constitui pelas formas
animadas, manipuladas no palco pelos atores. As formas animadas são, portanto, resultado da
performance do ator e das transformações de objetos cotidianos em objetos poéticos, criados
por associações de ideias. O estudo em teatro pretende levar você à experimentação cênica, a
partir de uma temática gerada pela construção de figuras cênicas animadas.
Seu professor vai propor algumas situações de jogos para você e seu grupo:
1. Dinâmica de Apresentação - Improvisação e Criação com Objeto
2. Dinâmica de Exercício com Bastão de Madeira
3. Dinâmica Jogo das Cadeiras
Após cada experimentação, registre, em seu caderno, sua pesquisa corporal vivida.

MOMENTO II
Apreciação - Uma cena de cinema: a dança dos p[ã]ezinhos
No filme mudo, o ator Charles Chaplin faz o personagem Carlitos. Numa das cenas desse
filme, Carlitos transforma dois pãezinhos espetados por garfos em pezinhos dançantes.
Veja uma imagem dessa cena: Charles Chaplin. Em busca do ouro, 1925. fotograma. (DVD
Iconografia)
1. Qual sua opinião ao ver a cena no filme ou a imagem da dança dos p[ã]ezinhos? A cena
surpreende?
2. Para você, é uma ação inusitada juntar pãezinhos e garfos para transformá-los em pezi-
nhos dançantes?
3. O que faz com que, nessa junção, sejam vistos pezinhos dançando?

Registre, em seu caderno, o que ficou da conversa.

Transformando matérias/objetos inanimados em formas animadas


Agora, olhe atentamente para as imagens que seu professor vai apresentar e depois res-
ponda às questões, abaixo:
(Grupo la Santa rodilla. Manologias. Personagem do espetáculo apresentado no 19º Fes-
tival Internacional de Bonecos de Canela, RS, 2007.)
(Cia. das Coisas. Boneco preparado com objetos domésticos pelo ator Claudio Saltini, em
espetáculo no Teatro Alfa, em São Paulo, SP, 2006.)
74 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

(Cia. Mariza Basso. Teatro de Formas Animadas. Personagens do espetáculo Sítio dos
objetos. Técnica: manipulação de objetos. a) Galinha. b) Galo. c) O caipira. d) Porcos. e) Pato.
1. Quais objetos do cotidiano você identifica nessas imagens? Como eles foram transfor-
mados?
2. Quais os novos significados desses objetos como personagens?

Registre, em seu caderno, o que ficou da conversa.

MOMENTO III
Pesquisa em grupo - Materializando um
imaginário simbólico e poético
Agora, olhe atentamente para as imagens que seu professor vai apresentar e depois res-
ponda às questões, abaixo:
1. Quais bichos você identifica nessas imagens?
2. Qual material foi utilizado para dar corporalidade aos bichos?

Essas imagens são cenas do espetáculo O patinho feio, montado com base em um conto
de Hans Christian Andersen. O que você sabe sobre esse conto?

Registre, em seu caderno, o que ficou da conversa.

MOMENTO IV
Ação Expressiva – Improvisando com o teatro
de objetos e o universo dos contos infantis.
Aguarde as orientações de seu professor para que, em grupo, você possa criar persona-
gens a partir de objetos do cotidiano. A seguir, registre em seu caderno quais personagens,
você e seu grupo criaram, descrevendo quais objetos do cotidiano foram utilizados. Após todos
os grupos realizarem e discutirem a construção gestual, registre no seu caderno, quais soluções
foram mais interessantes e por quê.

MOMENTO V
O que penso sobre Arte?
Para finalizar escreva, em seu caderno, um texto explicando qual a diferença entre o teatro
de objetos e as outras formas de teatro que você conhece.

O que eu aprendi? Registre, em seu caderno, o que e como você aprendeu.


LÍNGUA PORTUGUESA 75

LÍNGUA PORTUGUESA

Desenho de Maria Giovana de Paula Pinto, aluna da 2a Série do Ensino Médio,


Escola Estadual Prof.a Ana Franco da Rocha Brando, Diretoria de Ensino Região de Jaú.

Além disso, as atividades que você desenvolverá o auxiliarão a:

• desenvolver estratégias de leitura;


• empregar elementos gramaticais, adequando-os ao uso da língua;
• localizar informações;
• compreender estruturas textuais;
• sistematizar conteúdos e informações;
• emitir opiniões;
• produzir textos.
76 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 1
Construindo caminhos para a notícia
1 Leia as notícias a seguir.

NOTÍCIA 1
Neymar Júnior é atropelado em Osasco
Por Kátia Cruz, Neusa Schonherr, Tatiana Balli

Onde vamos parar minha gente!!! Hoje, na Avenida da Segurança, em Vila do Sossego,
Neymar Júnior foi atingido por um carro em alta velocidade. Uma tragédia! Um absur-
do! O motorista fugiu sem prestar socorro, causando revolta, muita revolta na popula-
ção local. Moradores assustados correram para tentar reanimá-lo, prestando os primei-
ros socorros. “Ele tá muito ruim, nós precisa fazer alguma coisa”, disse um dos
presentes. Com a chegada dos socorristas, Neymar foi levado ao hospital. Para compli-
car, não havia leitos disponíveis. Neymar teve que esperar por horas. Onde vamos parar
minha gente! Neymar ficou sem assistência médica! Finalmente, ele foi atendido e ope-
rado. No momento, o cão Neymar passa bem e aguarda a chegada de seu dono.

NOTÍCIA 2
Neymar volta aos campos
Jogador deixa seus fãs animados
Por Kátia Cruz, Neusa Schonherr, Tatiana Balli

Após a recuperação de lesão no quinto metatarso direito, Neymar voltará a treinar no


PSG no próximo mês. Ele mesmo fez a revelação aos jornalistas presentes em Marselha,
na França. “Em duas semanas, voltarei a treinar com o grupo. Já fiz os exames” - disse
Neymar, o camisa 10. A notícia deixou seus fãs animados.

A partir da leitura das notícias, responda:

1 Após a leitura das duas notícias, qual delas chamou mais a sua atenção? Explique o
motivo.
LÍNGUA PORTUGUESA 77

2 Dos títulos apresentados nas notícias 1 e 2, qual despertou mais o seu interesse? Por quê?
Justifique sua resposta.
78 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

3 Na notícia 1: “Onde vamos parar minha gente!”, o uso da pontuação tem a intenção de
indicar

a) uma pergunta.

b) uma indignação.

c) uma surpresa.

d) uma afirmação.

4 Qual das notícias trabalha com a linguagem coloquial? Por quê?

5 Qual meio de circulação/suporte (TV, rádio, internet, jornal impresso, revista etc.) podem
ser veiculadas as notícias que você leu?
LÍNGUA PORTUGUESA 79

6 Em sua opinião, as notícias 1 e 2 são confiáveis? Justifique.


80 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

7 Analise as notícias e preencha o quadro abaixo:

NOTÍCIA 1 NOTÍCIA 2

Qual o fato relatado?

Ele é relevante? Por quê?

A qual público a notícia é destinada?


LÍNGUA PORTUGUESA 81

8 Agora é a sua vez de escrever uma notícia. Para isso, escolha um assunto que considere
importante e elabore um planejamento, seguindo o roteiro abaixo:

ROTEIRO

O que (fato noticiado)

Onde (o local em que ocorreu o fato)

Quando (data do ocorrido)

Envolvidos no fato (quem são os participantes)

Como (detalhamento do fato)

Informações adicionais (o que considerar


importante para complementar a notícia)

9 Com base no roteiro, escreva a notícia e, após a revisão, combine com seus colegas e
professor o local em que a produção será exposta. É importante que os textos produzidos
pela turma sejam disponibilizados para leitura dos colegas de sala e do público em geral.
82 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

10 Após a escrita e a divulgação da notícia produzida, vamos explorar o telejornal. Esse tra-
balho pode ser feito em grupo. Para isso, é importante:
- escolher duas ou mais notícias que a turma produziu.
- fazer de conta que vocês são apresentadores do telejornal da noite. Verificar quem serão
os atores.
- montar uma bancada e posicionar os apresentadores.
- se for possível, após breve ensaio, gravar as cenas utilizando celulares. Se a gravação for
efetuada, a turma pode combinar uma data para a apresentação dos vídeos ou utilizar
outra forma para que mais pessoas conheçam os trabalhos.

11 Nos textos encenados, que linguagem foi utilizada (formal ou informal)? Houve variação
entre linguagens? Justifique.
LÍNGUA PORTUGUESA 83

12 Qual a postura dos apresentadores quanto à entonação de voz e à vestimenta?

13 Com base nas informações acima, escreva definições para:

Linguagem formal

Linguagem informal _____________________________________________________________


84 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 2
Comparando textos
1 Você sabia que há um espaço no jornal destinado ao leitor para que ele possa emitir sua
opinião sobre reclamações, elogios, defesa do consumidor e denúncias, dentre outras?
Leia abaixo as cartas de reclamação de dois jovens estudantes, que foram encaminhadas
ao jornal, após as diversas tentativas para resolver o problema.

CARTA 1
Ao Jornal Diário de Laranjeiras,
Pô, eu escrevo pro jornal porque não aguento mais escreve pro gerente do shoppy.
Perdi minha bike e o culpado foram eles. O shoppy que não cuida das árvores. Eu fui no cinema deixei
a minha magrela, lá em baixo da árvore, quando sai do cinema ela estava detonada, a árvore caiu em
cima dela.
Já fui falar com o responsável no shoppy e ele está me enrolando.
Preciso de uma bike nova pra trabalha e ir estuda.
Também quero que corte as árvores e me de a nova bike. Assim, não cairá em ninguém, nem bike, nem
carro.
Tá demorando para resolver, por isso peço ajuda de voceis.
Texto de Neuza M.L.Schonherr, produzido especialmente para este material.

CARTA 2
Ao Jornal Diário de Laranjeiras,
Senhor editor, lhe envio uma cópia da carta encaminhada ao Shopping, após tentativas de resolver o
problema, e até agora sem resposta:

À administração do Shopping Limão


Rua dos Girassois, 111- Bairro das Laranjeiras
São Paulo, 16 de março de 2019.

Prezados responsáveis.
Meu nome é Jorge Alberto, no último dia 10 de fevereiro, deixei minha bicicleta nova, presente de ani-
versário, no estacionamento do Shopping Limão, sob a sombra de uma árvore. Fiquei tranquilo, pois o
shopping é novo, aparenta ser bem cuidado, inclusive as árvores. Mas, as aparências enganam. Após as-
sistir a um filme, retornei para pegar minha bicicleta, e não gostei do que vi!!!! Uma árvore tinha caído
sobre ela, que ficou reduzida a um monte de metal. Como o shopping informa que dispõe de seguro para
veículos, aguardo ansiosamente pela minha bicicleta, afinal é meu meio de diversão e trabalho.
Sem mais,
Jorge Alberto
Texto de Neuza M. L. Schonherr, produzido especialmente para este material.
LÍNGUA PORTUGUESA 85

3 Observe como foram construídas as Cartas 1 e 2 e preencha o quadro abaixo:

GÊNERO CARTA
CARTA 1 CARTA 2
DE RECLAMAÇÃO

Assunto

Emissor

Receptor

Linguagem (formal ou
informal)

Argumentos

Qual das duas cartas


você encaminharia para o
jornal? Por quê?
86 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

A carta de reclamação é um meio formal de demonstrar sua insatisfação com algum produto
ou serviço. É utilizada quando o remetente descreve um problema a um destinatário que
pode resolvê-lo. É considerado um texto persuasivo, pois o emissor tenta convencer o recep-
tor da mensagem a encontrar uma solução para o fato apontado na carta.
Para saber mais a respeito, visite: https://brasilescola.uol.com.br/redacao/carta-re­cla­ma­cao.htm
(Acesso em: 03 abr. 2019).

4 Leia a frase a seguir:


“Perdi minha bike e o culpado foram eles”.

5 Pensando no destinatário, reescreva a frase utilizando linguagem formal e adequações


gramaticais.

6 Na frase abaixo, observe a pontuação, a acentuação e a ortografia. Depois disso, reescre-


va a frase com adequações, considerando a linguagem formal:
“Eu fui ao cinema deixei a minha magrela, lá em baixo da árvore, quando sai do cinema ela
estava detonada, a árvore caiu em cima dela”.

7 Leia o fragmento a seguir:


“Eu fui ao cinema deixei a minha magrela, lá em baixo da árvore, quando sai do cinema ela
estava detonada, a árvore caiu em cima dela”.
A palavra “magrela” retoma o sentido de uma palavra já citada no texto. Qual é essa pa-
lavra?
LÍNGUA PORTUGUESA 87

8 Nas orações “[...] quando sai do cinema ela estava detonada, a árvore caiu em cima dela”,
os pronomes destacados se referem a que palavra do texto?

A referenciação nos auxilia, por exemplo, a evitar repetições de palavras no texto.


Para saber mais a respeito, acesse: https://www.portugues.com.br/redacao/referenciacao.html
(Acesso em: 03 abr. 2019).

9 Elabore uma carta de reclamação. Para isso, pense em algo que você gostaria de reclamar.
Para auxiliá-lo, apresentamos, a seguir, alguns itens que não poderão faltar.

Quem escreverá a carta? (remetente)

Para quem escreverá a carta? (destinatário)

Por que escreverá a carta e qual será sua reclamação?

Qual será a solicitação e os argumentos que utilizará para convencer o destinatário?

10 Socializem as cartas com os demais colegas.


88 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 3
Relação entre textos

TEXTO 1
Tempestade derruba casas
Após fortes tempestades, moradores ficaram desabrigados
Lina Melo

Na tarde de ontem,14 de março, em Guaratinguetá, após fortes temporais, a Defesa


Civil Municipal interditou parte da rua Emanuel Soares. Neste trecho, uma das casas
apresentou rachaduras e acabou desmoronando. Graças à ajuda de vizinhos, os mora-
dores conseguiram sair da casa antes que ela desabasse por completo. 

Mesmo diante de tanta tragédia, após ter perdido sua casa e seus pertences, o morador,
senhor João Queiroz, de 94 anos, lamentou a queda da Jabuticabeira.
Texto de Kátia Alexandra Amancio Cruz, produzido especialmente para este material.

TEXTO 2
O elefante e a jabuticabeira
Eliana Macie

A primeira casa em que morei, depois de casada, fica-


va numa rua estreita e em declive, próxima à igreja de
São Benedito. Rua Henrique Dias. Era uma casa pe-
quena, com quatro janelas voltadas para a rua e um
portão de ferro. De fronte a esta casa – e a quase todas
as casas da rua -, havia um grande muro, estufado pela
umidade e pelo tempo. Este muro separava a íngreme
calçada do amplo quintal do casarão que ficava diante
Jorge Luiz Penha Cruz
da Praça São Gonçalo. (Foi nessa Praça que eu, meni-
na, perdi o ônibus e a esperança de levar o almoço para o meu pai.) O casarão, bem
deteriorado, guardava, nos fundos, um espaçoso pomar. Não sei se havia outras árvores,
só me lembro das jabuticabeiras. Da janela da minha casa – nº 57 – acompanhava duran-
te todo o ano as mudanças das jabuticabeiras: os galhos quase nus, as folhas, a florezi-
nhas brancas penduradas nos galhos, os tufos macios que explodiam em frutos pretos,
luminosos, bem grandes. As muitas jabuticabeiras ofereciam sombra a quem passava
pela calçadinha. Quando grávida, senti desejo incontrolável de provar as jabuticabas. E
me entregaram bacias e bacias de lustrosos frutos, muito doces e de casca bem fina.
Aquelas jabuticabeiras me pareciam eternas.
LÍNGUA PORTUGUESA 89

Um dia, não lembro se era manhã ou tarde, ouvi um grande alarido na rua. Abrindo a
janela, notei que um cortejo alegre se aproximava: o desfile de um circo que se instalava
na cidade. Peguei meu filho no colo, sentei-o sobre a janela e, segurando firmemente
seu tronco, pus-me a olhar e a mostrar para ele as personagens. Na carroceria aberta de
um caminhão, homens e mulheres com roupas coloridas rodopiavam, dançavam, exi-
biam cartolas de lantejoulas e fraques de brocado. Os palhaços acenaram para nós e
meu pequeno filho estendeu sua mãozinha para cumprimentá-los. A música circense
transformava a rua quase tranquila num picadeiro. Eu e meu filho ficamos ali, absortos.
O último carro se aproximou. Era uma carreta que puxava uma enorme jaula. Lá dentro,
um elefante, de orelhas baixas e olhos tristes. (Sempre são tristes os olhos enjaulados!)
Apontei-o para meu filho, repetindo o nome do animal para que memorizasse. Neste
momento, o semáforo lá embaixo passou de verde a vermelho. O cortejo todo parou
sob as jabuticabeiras.
Em um breve instante, flagrei o inusitado: o elefante deslizou a tromba por entre as bar-
ras da jaula e, sem nenhuma cerimônia, enlaçou um dos galhos de uma jabuticabeira
desavisada. O sinal abriu, a jaula escorregou pela rua e o galho se soltou da árvore. O
elefante, incontinenti, engoliu-o. E pronto! O cortejo seguiu caminho. Poucos segundos
depois, a rua era a mesma. Menos por um fato: um elefante vindo sabe-se lá de onde
(África? Ásia?) alimentou-se de um galho de uma jabuticabeira brasileirinha do fundo do
quintal de um casarão colonial do centro de Guaratinguetá. Nenhum “flash” registrou o
momento. Exceto os meus olhos e os do meu filho que, de tão novos, não guardam
lembranças.
Anteontem, passei pela Rua Henrique Dias. Derrubaram o casarão. Derrubaram as jabu-
ticabeiras. Decerto uma enorme máquina as foi deitando ao chão, folhas sob as rodas,
raízes expostas. Uma máquina com a mesma falta de cerimônia e sem a mesma inocên-
cia do elefante. O operador da máquina decerto nem soube da sombra das jabuticabei-
ras na calçada e na textura da casca de seus frutos. Nem sabia do desejo de uma moça
grávida ou do abraço de um elefante.
Vão construir um prédio. “Dois ou três dormitórios”, diz o anúncio. “Varanda ‘gour-
met’”. Interessante. Lembra-me Fernando Pessoa:

“Aquela senhora tem um piano


Que é agradável, mas não é o correr dos rios
Nem o murmúrio que as árvores fazem…

Para que é preciso piano?


O melhor é ter ouvidos
E amar a Natureza.”
90 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

1 Preencha a tabela abaixo e registre os itens apontados.

TEXTOS 1 2

Tema

Pessoa do discurso
(1ª ou 3ª pessoa)

Tempo verbal (predominante)

Linguagem (formal, informal)

2 No trecho “Mesmo diante de tanta tragédia, após ter perdido sua casa e seus pertences,
o morador, senhor João Queiroz, de 94 anos, lamentou a queda da Jabuticabeira” (Texto
I), o termo destacado refere-se

a) à perda da casa.

b) à perda dos pertences.

c) à ajuda dos vizinhos.

d) às fortes tempestades.

e) à queda da Jabuticabeira.
LÍNGUA PORTUGUESA 91

3 Tanto o Texto 1 quanto o Texto 2 informam acontecimentos ligados a um elemento co-


mum: a jabuticabeira.
a) O jeito de falar a respeito dessa árvore é diferente nos dois textos?

b) Qual deles você utilizaria para apresentar em um telejornal? Por quê?

c) Qual dos textos poderia ser colocado em um livro de literatura? Por quê?

4 A partir dos acontecimentos mostrados no Texto 1 “Tempestade derruba casas”, produza


um texto que narre os acontecimentos de uma forma literária. Dê voz ao personagem que
se chamará João Queiroz (senhor de 94 anos). Descreva o cenário, imagine quais são suas
lembranças, o que o levou a se entristecer com a queda da árvore, entre outras situações.
Observação: essa atividade poderá ser feita em dupla.
92 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 4
Entrevista
A entrevista é um gênero textual com função geralmente informativa e veiculada em jor-
nais, revistas, internet, televisão, rádio, entre outros. É produzido pela interação entre duas pes-
soas: o entrevistador e o entrevistado.
Uma das funções sociais de uma entrevista é formar opiniões e posicionamentos críticos,
difundir conhecimentos, informações, por exemplo.

1 Com base nisso, responda:

Você já leu ou ouviu uma entrevista?

Onde?

Sobre o que ela tratava?

Quem era o entrevistador?


LÍNGUA PORTUGUESA 93

Quem era o entrevistado?

Quais são, portanto, as características de uma entrevista?

2 Agora, você vai planejar uma entrevista com o senhor João Queiroz (do Texto 1) ou com a
moça do Texto 2, na qual você será o entrevistador. Preencha o roteiro. (Essa atividade
poderá ser feita em grupo).

Qual é o tema da entrevista?

Qual é o título?

Quem é o entrevistado?
94 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Quem é o entrevistador?

Como será o registro das respostas? Por


escrito, filmado ou somente por áudio?

Quais serão as perguntas direcionadas ao


entrevistado?

Quando será socializada (para os colegas,


professor, entre outros)?

Como será socializada (revista eletrônica,


blog, mural da sala de aula, mural da
escola, rádio da escola, simulação de um
programa de entrevista, página do grupo
da rede social, entre outras possibilidades)?

3 Lembre-se de que é necessário revisar o roteiro de perguntas e as respostas redigidas,


antes de socializar o trabalho com o público leitor/ouvinte.
LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA 95

LÍNGUA ESTRANGEIRA
MODERNA
ACTIVITY 1

(EF07LI09) Selecionar, em um texto, a informação desejada como objetivo de leitura.

Read the following.

Why don’t more girls choose to pursue a science career? (PISA in Focus N°93)

When new PISA data are published, many researchers around the world analyse them
with the aim of shedding light on all sorts of questions. One question in search of an answer:
why are women under-represented in science, technology, engineering and mathematics
(STEM) professions? Using data from the Program for International Student Assessment (PISA),
Gijsbert Stoet and David Geary examined the nature of the gender gap in STEM fields. The
authors analysed data from 67 countries and economies participating in the 2015 cycle of PISA;
these data were supplemented by country-level indicators on gender equality (the Global
Gender Equality Index) and the proportion of women graduating in a STEM field. Their analysis
yielded an interesting result.
Source: http://www.oecd-ilibrary.org/education, Acesso: 24 de abril 2019

Answer the following questions


1 What does STEM mean?

2 What does PISA mean?


96 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ACTIVITY 2

(EF07LI01) Interagir em situações de intercâmbio oral para realizar as atividades em sala de aula
de forma respeitosa e colaborativa, trocando ideias e engajando-se em brincadeiras e jogos.
(EF07LI11) Participar de troca de opiniões e informações sobre textos lidos na sala de aula
ou em outros ambientes.
(EF07LI14) produzir textos diversos sobre fatos, acontecimentos e personalidades do passa-
do (linha do tempo/ timelines, biografias, verbetes de enciclopédias, blogues, entre outros).

1 What do you think about education in other countries? Discuss with the whole group.
2 Now, pay attention to the Infographic below and answer the following questions on your
notebook.

https://www.visualistan.com/2014/03/education-around-world-infographic.html, acesso em 24 de abril de 2019


LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA 97

a) 61 million of children are out of school. Why do you think this happens? Discuss with the
whole group and your teacher. Do you know children in this situation?
b) Do you know children in this situation?

c) In groups, think about the importance to be (present) in school. Write positive and negati-
ve words about it.

POSITIVE NEGATIVE

3 What do you know about the history of your school? Make a research to discover about it.
Interview your teachers, family, community and others. Take notes and share them with the
whole class. We suggest these questions to help you.

a) What is your school’s name?

b) Why does your school have that name?

c) When was your school founded?

ACTIVITY 3
(EF07LI03) Mobilizar conhecimentos prévios para compreender texto oral.
(EF07LI05) Compor, em língua inglesa, narrativas orais sobre fatos, acontecimentos e perso-
nalidades marcantes do passado.
(EF07LI15) Construir repertório lexical relativo a verbos regulares e irregulares (formas no
passado), preposições de tempo (in, on, at) e conectores (and, but, because, then, so, before,
after, entre outros).

Do you know what a quote is? According to Oxford Dictionary, quote is repeat or copy out (words
from a text or speech written or spoken by another person.
1 Read some quotes of famous people. Have you heard about them? Discuss it with the
whole group.
With the help of your teacher read the sentences and write your impressions in your note-
book. Then discuss their meanings.
98 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

a) “A journey of a thousand miles begins with a single step.” Confucius

b) “Education is our passport to the future. For tomorrow belongs to the people who prepare
it today.” Malcolm X

c) “In some parts of the world, students are going to school every day. It’s their normal life.
But in other parts of the world, we are starving for education…it’s like a precious gift. It’s
like a diamond.” Malala Yousafzai

d) “Everybody is a genius. But if you judge a fish by its ability to climb a tree, it will live its
whole life believing that it is stupid.” (presumed) Albert Einstein

e) “Education is the most powerful weapon which you can use to change the world.” Nelson
Mandela

2 Choose the quote that you identified the most. You can draw, write or make a collage using
magazines and present it to the class.

ACTIVITY 4
(EF07LI07) Identificar informações chave de partes de um texto (escrito, tabelas, etc.)
(EF07LI08) Relacionar as partes de um texto para construir seu sentido global.

See the following table, and in pairs answer the following questions

1 What is the total number of students officially registered in the final years?

2 According to the table below, the number of students officially registered for 1st to 9th has
grown or has decreased? Justify your answer.
LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA 99

Média de Alunos por Turma / Etapas de Ensino

Unidade Dependência Ensino Fundamental de 8 e 9 anos


Ano Localização
Geográfica Administrativa
Anos Anos
Total 1º Ano 2° ano 3° ano 4° ano 5° ano 6° ano 7° ano 8° ano 9° ano
Iniciais Finais

2018 Brasil Total Total 23,1 21,6 20,0 20,9 21,9 22,5 22,9 26,6 26,8 26,7 26,4 26,3

2018 Brasil Urbana Total 24,4 22,3 20,7 21,5 22,6 23,2 23,7 27,7 27,8 27,8 27,6 27,7

2018 Brasil Rural Total 17,4 17,1 15,3 16,4 17,2 18,2 18,1 19,9 21,3 20,4 19,3 18,1

2018 Brasil Total Federal 24,9 23,2 19,3 23,1 24,4 24,3 24,9 25,8 26,1 25,5 25,7 25,9

2018 Brasil Urbana Federal 25,0 23,4 19,5 23,3 24,6 24,4 25,0 25,9 26,2 25,6 25,8 26,0

2018 Brasil Rural Federal 14,0 14,0 11,0 16,0 14,0 14,0 15,0 14,0 18,0 11,0 14,0 13,0

2018 Brasil Total Estadual 26,4 23,4 22,3 22,9 23,6 23,8 24,2 28,4 28,3 28,3 28,4 28,6

2018 Brasil Urbana Estadual 27,5 24,3 23,2 23,7 24,5 24,6 25,0 29,2 29,1 29,1 29,2 29,5

2018 Brasil Rural Estadual 15,9 13,9 12,7 13,4 13,9 14,5 14,9 18,5 19,1 18,8 18,3 17,7

2018 Brasil Total Municipal 22,9 22,7 20,8 21,9 22,9 23,7 24,0 26,0 26,8 26,5 25,5 24,8

2018 Brasil Urbana Municipal 25,1 23,9 22,0 22,9 24,2 24,9 25,5 28,1 28,6 28,5 27,7 27,4

2018 Brasil Rural Municipal 17,5 17,4 15,6 16,7 17,5 18,6 18,4 20,2 21,8 20,8 19,5 18,2

2018 Brasil Total Privada 19,8 17,8 17,0 17,5 18,0 18,4 18,6 23,7 23,7 23,5 23,8 24,0

2018 Brasil Urbana Privada 19,8 17,9 17,0 17,5 18,0 18,4 18,6 23,8 23,7 23,6 23,8 24,0

2018 Brasil Rural Privada 17,9 16,5 14,8 16,3 16,6 17,6 17,5 21,2 21,5 21,1 21,7 20,7

2018 Brasil Total Pública 23,9 22,8 21,1 22,0 23,0 23,7 24,0 27,2 27,5 27,3 26,9 26,8

2018 Brasil Urbana Pública 25,9 24,0 22,2 23,1 24,3 24,8 25,4 28,7 28,8 28,8 28,5 28,6

2018 Brasil Rural Pública 17,4 17,1 15,3 16,4 17,2 18,2 18,1 19,8 21,3 20,4 19,2 18,1

Média de Alunos por Turma da Educação Básica - Ensino Fundamental, no Brasil e Dependência
Administrativa - Brasil, Regiões Geográficas - 2018
http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/dados-do-censo-
escolar-ensino-medio-brasileiro-tem-media-de-30-alunos-por-sala/21206
Acesso: 24 de março 2019

ACTIVITY 5
(EF07LI10) Escolher, em ambientes virtuais, textos em língua inglesa, de fontes confiáveis,
para estudos/pesquisas escolares.
(EF07LI22) Explorar modos de falar em língua inglesa, refutando preconceitos.
100 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Students’ exposure to bullying


Percentage of students who reported being bullied at least a few times per month or at least a few times per year
(OECD average)

% At least a few times per month At least a few times per year
50
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
Any type Other students Other I am threatened Other students I get hit or Other students
of bullying act leave me out of students by other take away pushed around spread nasty
things make fun of me students or destroy by other rumours
on purpose things that students about me
belong to me

Source: OECD, PISA 2015 Database, Table III.8.1.

GRAPHIC – Student’s exposure to bullying


https://www.oecd.org/pisa/PISA-in-Focus-No-71-Are-students-happy.pdf, Acesso: 24 de abril 2019

Answer the following questions

1 Do you agree with the information presented on the graph above? Do you think the
percentage can be higher? Why? Why not?

2 Search the internet for information about bullying at school.

3 What is bullying for you?

SELF-ASSESSMENT
Dear student,
It is your time to evaluate what you have learned so far. Write it on the table below:

I HAVE LEARNED I WANT TO KNOW


EDUCAÇÃO FÍSICA 101

EDUCAÇÃO FÍSICA
“Ser protagonista é também gerenciar a própria aprendizagem”.

Neste bimestre iremos aprender:

Unidade Temática: Esporte


Objeto de conhecimento: Esporte técnico combinatório
Modalidade: Ginástica Rítmica
Unidade Temática: Ginástica
 

UNIDADE TEMÁTICA: ESPORTE

FIQUE LIGADO(A)! Nesta Unidade Temática espera-se que você aprenda: Identificar dife-
rentes possibilidades de movimento da GR, identificar os principais gestos técnicos e rela-
cioná-los com as regras específicas da GR, reconhecer os gestos técnicos e relacioná-los
com os aparelhos específicos da GR, identificar os diferentes elementos que constituem os
esportes técnico-combinatórios, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.

Habitualmente, quando falamos em Esporte, nem sempre pensamos na Ginástica Rítmica de


imediato. Isto se deve ao fato do termo “Ginástica” ser confundido com a nomenclatura da Uni-
dade Temática. Anteriormente, as Ginásticas faziam parte dos Esportes Individuais e indiretamen-
te, quando pensamos no sentido da palavra Ginástica, ela nos leva a pensar em um Tema, mas ao
estudarmos esta modalidade, veremos que se trata de um Esporte Técnico- combinatório.

TÉCNICO-COMBINATÓRIO: reúne modalidades onde há a comparação de desempenho,


de acordo com a dimensão estética e acrobática do movimento, obedecendo determinados
padrões ou critérios (ginástica artística, ginástica rítmica etc.)

A Ginástica faz parte das diferentes manifestações humanas como saltar e correr. Neste
sentido, a Ginástica Rítmica deve ser desmistificada e amplamente divulgada no âmbito escolar,
já que não é muito comum sua aparição na mídia brasileira. Outra particularidade desta modali-
dade que contribui para sua ausência nos meios televisivos, é o fato de, competitivamente, ser
praticada exclusivamente por mulheres. Vale ressaltar que, em alguns países como o Japão, a
GR. são comumente praticadas pelos homens.
102 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

1ª ATIVIDADE:
O QUE VOCÊ JÁ SABE?

Agora que você já sabe que a Ginástica Rítmica faz parte dos Esportes técnico-combina-
tórios, vamos explorar alguns conhecimentos adquiridos acerca deste Tema, ao longo de sua
vivência escolar e/ou na comunidade. Para isto, você deverá registrar em seu caderno as respos-
tas de acordo com as questões norteadoras abaixo:

Você já praticou algum tipo de ginástica? Qual?

Em quais locais você praticou as modalidades de ginástica? Com quem?

E
 m algum momento da sua vida você realizou movimentos envolvendo: equilíbrio, sal-
tos, giros, acrobáticos, com ou sem o uso de materiais?

V
 ocê tem lembrança de ter experimentado alguma vivência coreográfica? Conte mais
sobre isso.

Quais qualidades físicas você julga ser necessária para a prática da Ginástica Rítmica?

EXPERIMENTANDO A G.R
Agora que você já retomou suas experiências motoras referente ao Esporte Ginástica
Rítmica, vamos experimentar alguns movimentos?
Em uma roda de conversa, reflitam sobre as principais respostas de seus colegas. No mo-
mento em que cada aluno(a) relata uma experiência, seu (sua) professor (a) irá solicitar que a
classe realize alguns movimentos já experimentados anteriormente. Enquanto o seu (sua) colega
realiza um movimento, a sala toda também poderá se apropriar e ser desafiada a realizá-lo!

DICA: Procure lembrar-se dos movimentos de: equilíbrio, giros, saltos, acrobáticos, arre-
messos, lançamentos já vividos anteriormente.
CURIOSIDADE: A ginástica rítmica, assim como o nado sincronizado, abriga somente mu-
lheres desde sua inclusão nos jogos Olímpicos.
EDUCAÇÃO FÍSICA 103

2ª ATIVIDADE:
AMPLIANDO O SEU CONHECIMENTO
Vamos fazer uma pesquisa sobre a GR? Para isto, sua turma poderá se dividir em grupos
mistos, cada equipe poderá escolher um dos Temas abaixo, ou poderá ser feito um sorteio entre
os grupos. A pesquisa deverá conter textos, imagens e até desenhos sobre o esporte. Para au-
xiliar sua pesquisa, recomendamos o site oficial do Comitê Olímpico do Brasil (COB) através do
link: https://www.cob.org.br/pt/Esportes/ginastica-ritmica. Acesso em 20/05/2019

Roteiro para a pesquisa

TEMA 1 - Os principais gestos técnicos e movimentos da


Ginástica Rítmica. Quais são? Quais as suas características?
Como devem ser realizados? Qual a relação dos gestos com a
música? Quais aparelhos são utilizados?

TEMA 2 - As regras específicas que compõem a Ginástica


Rítmica. Quais os tipos de competição e de categorias
existentes? Qual o local de treino e de competição?

TEMA 3 - Os elementos/ aparelhos que caracterizam a Ginástica


Rítmica. Quais são? Qual a vestimenta utilizada?

TEMA 4 - A valorização dos aspectos artísticos na Ginástica


Rítmica.

TEMA 5 - Como a Ginástica Rítmica tornou-se um Esporte


Olímpico?

Após a realização da pesquisa, você e sua turma poderão realizar a montagem de um pai-
nel para a socialização dos principais conhecimentos adquiridos nesta pesquisa e compartilhar
as informações!
104 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

3ª ATIVIDADE:
DESFRUTANDO DA G.R
Por meio das atividades anteriores, foi possível identificar diferentes possibilidades de mo-
vimento da GR e identificar os principais gestos técnicos, bem como suas regras específicas.
Agora, você terá a oportunidade de reconhecer os gestos técnicos e relacioná-los com os apa-
relhos específicos. Para isto, sugerimos a apreciação de alguns vídeos em sala de aula:
1 “OURO” BRA Final Ginástica Rítmica / Final Rhythmic Gymnastics - Toronto 2015 Pan Am
18.07.2015 [HD]- https://www.youtube.com/watch?v=8rpS__7Bexw [07:25s]. Acesso em
20/02/2019
2 Ginastica Rítmica Aparelhos - https://www.youtube.com/watch?v=Fs4eKRu7-Io [04:48s]

Após a apreciação dos vídeos, vamos ler o texto abaixo, sugerimos, neste momento, a re-
alização de procedimentos de leitura do poema abaixo:

Faça as anotações: resumo das principais ideias, grifar no texto, anotar palavras-chave, rea-
lizar a 1º leitura inicial, ininterruptamente, e logo depois realizar a 2ª leitura com pausas,
destacando ideias, entendendo o significado das palavras.
Faça uma primeira leitura, ininterruptamente; grife no texto as palavras-chave. Logo depois,
realize a 2ª leitura, com pausas, destacando ideias principais e entendendo o significado das
palavras. Finalmente, resuma as principais ideias do texto.

Características da Ginástica Rítmica


Palcos... é assim que eu vejo! Olhares concentrados, movimentos alternados ... cores sob um espetá-
culo! Ao reproduzir um espetáculo que vos apreciem.
Melancolia... alegria... são tantos sentimentos no ar, que logo começo a me movimentar, sempre com
as faíscas em meu olhar e nos olhares alheios.
O começar do “show”, exaltado em minutos, toda a rotina exaustiva de treinos e dedicação. Exibições
de alongamentos e equilíbrios, músicas e espelhos, onde os olhares se aproximam.
O “se” aprimorar e o “se” preparar, para saltos efusivos[1] e convincentes, ginásticas e giros no ar... de
pontas no pé, movimentando de forma sincronizada, encontrando aos que estão ao lado, a leveza da
dança e o equilíbrio da alma.
Palcos, é assim que eu vejo!
Luzes, vozes, firmeza, determinação... a forma como os meus braços se movimenta e encontra-se com
os braços do companheirismo, a leveza em suas acrobacias e o pontear dos pés, formando com fitas e
arcos, uma imensa magia.
Palcos... laços que criamos, o qual só tenho a me orgulhar.
Sorrisos e companheiras que sempre irei levar com a mesma leveza, como uma pena no ar.
Jobel Cavalcante da Silva-PCNP de Língua Portuguesa, Diretoria de Ensino Região Votorantim.
[1] efusivo (e. fu.si. vo) adj. 1. Em que há efusão. 2. Que é expansivo.
3. Que é entusiasta, veemente, fervoroso. (BECHARA,2011).

Após a exibição dos vídeos, e do texto de apoio (poema), reflita com seus colegas de clas-
se: Qual a relação entre os textos (vídeos e poema)? Do que trata o Tema abordado?
• Os textos (verbais e não verbais) possuem o mesmo objetivo? Qual?
EDUCAÇÃO FÍSICA 105

4ª ATIVIDADE
CONFECCIONANDO OS APARELHOS

Faça uma pesquisa sobre as possibilidades de confecção dos aparelhos que compõem a
G.R. Para isto, a sala deverá se organizar em 5 grupos, onde cada equipe criará pelo menos dois
aparelhos obrigatórios. Uma dica é a utilização de materiais recicláveis, tais como: cabo de vas-
soura, garrafas pet com areia, fitas de cetim, papel crepom, bolas de borracha decoradas arte-
sanalmente, bambolês decorados, palitos de churrasco sem ponta etc... Nesta atividade vale
soltar a criatividade! Este momento será oportuno para apropriação dos estudos anteriores e de
colocar em prática (experimentar) a G.R.
A seguir trazemos uma figura com os nomes dos 5 (cinco) aparelhos para relembrá-lo(a).

Maças Fitas
Bolas

Arco
Corda

5ª ATIVIDADE:
VIVENCIANDO A GINÁSTICA RÍTMICA

Após a confecção dos materiais com seu grupo, agora é o momento de realizarmos um
Festival de Ginástica Rítmica. Neste momento, você e seus colegas terão a oportunidade de
realizar de maneira autônoma uma prática corporal com os movimentos da G.R. Além de des-
frutar e vivenciar a prática, haverá a oportunidade de apreciar as apresentações de outros
grupos. Vale ressaltar que tal Festival servirá para que você reflita sobre os conhecimentos
observados e analisados nas vivências corporais dos outros (BRASIL, 2017). O Roteiro abaixo
irá auxiliar o seu grupo a analisar e atuar como júri durante a apresentação dos colegas. Lem-
brando que o Festival não será avaliado pela realização do gesto técnico, mas sim, pela criati-
vidade, pelo trabalho em grupo, pela resolução de problemas, pela observação dos colegas e
pelo protagonismo.
106 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Roteiro do Festival

Regras
Movimentos Criatividade Atitudes Pontuação / nota
(exigências)

Tempo mínimo
Delicados,
e máximo Na confecção dos Nas soluções de Cada critério vale
graciosos, ágeis,
estabelecido para aparelhos. problemas. 0,5 pontos.
plásticos, belos.
cada coreografia.

Saltos, giros, Uso de 2 aparelhos


equilíbrio, no mínimo por
ondulares, grupo Mínimo de 5
Nas vestimentas Empenho,
serpentinas, Uso da Área pontos
Musicalização dedicação,
lançamentos, delimitada do máximo de 10
criativa. motivação.
arremessos, tablado(local) ponto.
acrobáticos, durante a
rolamentos. apresentação.

Manipulação Respeito às A pontuação


Na criação dos
e domínio do fragilidades dos valerá para o
movimentos.
aparelho. colegas. grupo.

Seu (sua) professor (a) realizará um sorteio. Será importante que alguém faça a filmagem
das apresentações, para que depois vocês possam apreciar a própria apresentação.
EDUCAÇÃO FÍSICA 107

O que eu aprendi Essa Unidade Temática está chegando ao fim, então é o


momento de você registrar tudo que aprendeu!
Por meio das vivências realizadas com o esporte técnico-combinatório: G.R,
bem como, do estudo sobre suas principais características, gestos e regras,
reflita sobre as situações propostas abaixo:

SITUAÇÃO 1 – Nicolas é aluno de uma escola estadual e pratica há um tem-


po a arte do circo em um Projeto social. Como este aluno poderia auxiliar o
seu grupo na criação dos movimentos coreográficos da GR?

SITUAÇÃO 2 – Marta é aluna do sétimo ano e possui muitas habilidades no


futsal, com o uso da bola. Como ela poderia se destacar na produção e apre-
sentação do Festival de G.R?

SITUAÇÃO 3 – Isaac é aluno em uma unidade escolar e devido sua deficiên-


cia física faz uso de cadeira de rodas. Como seria possível a sua participação
e experimentação na vivência da G.R? Como ele poderia contribuir com o
grupo de colegas da sala?

DICA: Se permanecerem dúvidas sobre o tema, converse com seu (sua) professor (a).
108 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

UNIDADE TEMÁTICA: GINÁSTICA

FIQUE LIGADO(A)! Nesta Unidade Temática espera-se que você aprenda: Identificar e re-
conhecer os movimentos característicos de modalidades gímnicas esportivas e de modali-
dades gímnicas de participação; perceber e criar movimentos conforme os desejos, os inte-
resses, as necessidades e características de cada grupo; Realizar coletivamente trabalhos de
divulgação e conscientização dos procedimentos e normas de convívio que viabilizem a
participação de todos na prática de exercícios físicos, com o objetivo de promover a saúde.

1ª ATIVIDADE:
ATIVIDADE PARA TODOS, É POSSÍVEL?

No decorrer dos anos, você participou com seus colegas de diferentes experiências moto-
ras. Ao longo deste período, é possível que você tenha percebido que nem todos apresentam a
mesma destreza nas atividades vivenciadas, uma vez que uns apresentam maior facilidade em
determinadas práticas e mais dificuldade em outras. Isso, em contrapartida, não impediu a vi-
vência de nenhum participante nas modalidades aprendidas, não é mesmo? Porém, é possível
que você relate que alguns estudantes tenham se sobressaído aos demais diante de sua apti-
dão. Não seria importante que todos tivessem as mesmas oportunidades e incentivo para de-
senvolvê-las, sem que apenas alguns sejam mais favorecidos? Pensando nisso responda:

V
 ocê já experimentou alguma prática que visa o prazer de todos os envolvidos, cujo
objetivo não seja a vitória ou a derrota?

V
 ocê acredita ser possível que uma mesma turma, semelhante à sua (com habilidades
diferentes), possa participar de uma coreografia coletiva?

Posteriormente, compartilhe com os demais estudantes as repostas elaboradas.


EDUCAÇÃO FÍSICA 109

2ª ATIVIDADE:
ELABORANDO UMA COREOGRAFIA EM GRUPO

Buscando superar práticas seletivas e incentivar a participação de todos igualmente, inde-


pendentemente de suas qualidades artísticas e estéticas, elabore uma apresentação com mais
de 5 (cinco) colegas, envolvendo movimentos do cotidiano. Calma, não se antecipe! Existem
outras comandas que farão parte de sua tarefa. Pensou que seria fácil? Cada coreografia deverá
cumprir ao menos quatro exigências do roteiro, um de cada categoria descrita a seguir:

Roteiro de exigências

1. PLANO 2. MOVIMENTOS 3. FORMATO 4. MATERIAIS

Alto Saltos Colunas Bola

Médio Giros Fileiras Tecidos

Baixo Equilíbrio Círculos Bexigas

Acrobático

ATENÇÃO! Para realização desta atividade é imprescindível a utilização de recursos sonoros,


enriquecendo a apresentação dos grupos. Organize previamente com seus colegas para
eleger um ritmo ou melodia que combine mais com os movimentos escolhidos.

Seu (sua) professor (a) realizará um sorteio para decidir a ordem das apresentações. Filme
as apresentações isso irá proporcionar que você possa apreciar depois.
110 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

3ª ATIVIDADE:
VAMOS REFLETIR?

Chegou a hora de analisar mais cuidadosamente as gravações realizadas anteriormente.


No momento das apresentações, você e seus colegas de turma, puderam desfrutar e apreciar
(fruir) o trabalho realizado pelos demais estudantes. Neste momento, será reproduzido cada
coreografia com intuito de você perceber individualmente, quais foram as comandas utilizadas
por cada equipe. Além disso, é importante que você analise outros fatores, como:

Houve a participação de todos?

Meninos e meninas realizaram os mesmos movimentos?

Algum(a) aluno(a) se destacou perante os demais?

A melodia e os movimentos estavam articulados?

O
 s movimentos foram harmoniosos? Teve algum aluno (a) que apresentou dificuldade
na realização de um determinado movimento?

4ª ATIVIDADE:
AMPLIANDO O CONHECIMENTO

Até o momento você teve contato com formas mais democráticas da ginástica, no qual
todos participam independentemente de suas destrezas. Contudo, não são todas as ginásticas
que tem essa característica, uma vez que algumas apresentam cunho competitivo, como é o
caso da Ginastica Rítmica, que você viu anteriormente. Essas últimas (GR) são consideradas es-
portivas e não de participação, por isso apresentam diferenças significativas nos movimentos
utilizados. Essas distinções não restringem apenas a este fator, existem outros elementos que
diferenciam essas práticas, como vestimenta, materiais, nível técnico e aprimoramento, etc...
Pesquise vídeos, imagens e informações que retratem as diferenças entre as ginásticas
(Geral e Rítmica), e traga para a próxima aula, para apresentação de sua pesquisa, na forma de
seminário. Para isso você deve se atentar a alguns pontos:

O que difere os praticantes de cada tipo de Ginástica?

Na sua cidade existem locais destinados a essas práticas?

Qual prática despertou mais seu desejo para experimentar? Por quê?
EDUCAÇÃO FÍSICA 111

5ª ATIVIDADE:
DESAFIO COLETIVO

Vamos experimentar novas formas de organização? Para que fique mais desafiador este
momento, serão apresentadas algumas formações coletivas que envolvem uma quantidade
maior de pessoas. Lembre-se: esses são alguns dos muitos exemplos possíveis, o interessante é
que você e sua turma criem arranjos.
Após observar as imagens abaixo, auxilie seu(sua) professor(a) no sorteio das cartas com o
número de pessoas necessário para organizar os agrupamentos coletivos. Após a comanda da
carta escolhida, sua turma deve planejar e projetar um agrupamento que envolva a quantidade
de alunos sorteada. É indispensável que todos participem, mesmo que assumam diferentes fun-
ções, tais como: na estratégia para formação, suporte, segurança dos colegas etc. O objetivo é
que cada vez mais alunos sejam incluídos! Quem sabe a classe inteira consiga estar uma única
formação contemplando todos os estudantes?
112 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

6ª ATIVIDADE:
VAMOS DIVULGAR?

Como forma de compartilhar os conhecimentos obtidos nesta temática, organize com seu
(sua) professor (a) uma apresentação, ou seja, um evento que compreenda diferentes formas de
socializar as informações obtidas ao longo deste processo. O objetivo desta apresentação é
conscientizar e sensibilizar a escola em torno dos benefícios de praticar a ginástica e se manter
fisicamente ativo.

O que eu aprendi
Essa Unidade Temática está chegando ao fim, então é o momento de você
registrar tudo que aprendeu!
Por meio das vivências realizadas com as Ginásticas, suas características e
suas diferenças, bem como a importância da participação de todos, reflita
sobre as situações propostas abaixo:

SITUAÇÃO 1 – O 7º ano B, de uma Escola Estadual está aprendendo sobre a


ginástica. Por conhecer somente a ginástica divulgada pela mídia, a esporti-
va, Francisco ficou entristecido. Sua reação se deve ao fato dele apresentar
movimentos reduzidos em decorrência de sua doença física. Qual tipo de
ginástica seria mais adequado à sua particularidade?

SITUAÇÃO 2 – Cíntia não tem hábito de praticar exercícios físicos, pois pos-
sui pouca disposição para tal e reduzida flexibilidade para realizar os movi-
mentos. A ginástica de participação seria uma boa forma de despertar seu
interesse? Por quê?

DICA: Se permanecerem dúvidas sobre o tema, converse com seu (sua) professor (a).

PARA SABER MAIS?


Confederação Brasileira de Ginástica. Disponível em: http://www.cbginastica.com.br/.
Acesso em 20/02/2019.
MATEMÁTICA 113

1. A NOÇÃO DE PROPORCIONALIDADE

ATIVIDADE 1
Verifique se as previsões feitas são confiáveis d) Em 1 hora de viagem, um trem com ve-
e se há proporcionalidade entre as grandezas locidade constante percorreu 60 km.
envolvidas, justificando sua resposta. Mantendo a velocidade, após 3 horas
ele terá percorrido 150 km.
a) Um pintor tem 1 hora para pintar uma pa-
rede. Para pintar duas paredes com a mes-
ma medida da primeira, ele levará 2 horas.

e) Um estacionamento cobra R$ 3,00 por


hora. Por um automóvel, que ficou esta-
b) Um time marcou 2 gols nos primeiros 15 cionado 2 horas, foi cobrado do motoris-
minutos de jogo. Portanto, ao final do ta o valor de R$ 6,00. Se ele ficasse esta-
primeiro tempo (45 minutos), ele terá cionado 6 horas, o valor cobrado seria
marcado 6 gols. de R$ 18,00.

c) Uma banheira contendo 100 litros de água


demorou, aproximadamente, 5 minutos f) Em 20 minutos, uma pessoa gastou
para ser esvaziada. Para esvaziar uma ba- R$ 30,00 no supermercado. Se ela ficar
nheira com 200 litros de água serão neces- 40 minutos, gastará R$ 60,00.
sários, aproximadamente, 10 minutos.
114 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 2 ATIVIDADE 3
Considere as afirmações a seguir. Em cada um dos casos a seguir, verifique se
há ou não proporcionalidade direta entre as
I. Um pintor leva 1 hora para pintar uma medidas das grandezas correspondentes. Jus-
parede. Para pintar duas paredes em tifique sua resposta.
condição idêntica, ele levará 2 horas.
a) A altura de uma pessoa é diretamente
II. Um time marcou 2 gols nos primeiros 15 proporcional a sua idade?
minutos de jogo. Portanto, ao final do
primeiro tempo (45 minutos), ele terá
marcado 6 gols.

III. Em 1 hora de viagem, um trem com ve-


locidade média constante, percorreu 60
km. Mantendo a velocidade média, após
3 horas ele terá percorrido 180 km.

IV. A massa de uma pessoa é diretamente


b) O valor pago para abastecer o tanque
proporcional a sua idade.
de gasolina de um carro é diretamente
proporcional a quantidade de litros
Há proporcionalidade entre as grandezas en- abastecidos?
volvidas, apenas nas afirmações.

(A) I e II.

(B) II e III.

(C) I e III.

(D) III e IV.

c) O perímetro de um quadrado e direta-


Anotações: mente proporcional a medida de seu
lado?
MATEMÁTICA 115

d) A distância percorrida por um automóvel ATIVIDADE 5


em 1 hora de viagem é diretamente pro-
porcional a velocidade média desenvol-
Analise as situações a seguir e verifique se as
vida?
grandezas envolvidas são direta ou inversa-
mente proporcionais. Justifique.

a) Um pintor demora, em média, 2 horas


para pintar uma parede de 10 m2. Obser-
ve a relação entre o tempo gasto, o nú-
mero de paredes pintadas e o número
de pintores representados na tabela a
seguir e complete as sentenças.

SITUAÇÕES A B C D

Número de pintores 1 1 2 2
ATIVIDADE 4
Número de paredes
Nas alternativas abaixo, identifique aquela 1 2 1 2
de 10m²
que exemplifica uma situação de proporcio-
nalidade entre grandezas. Tempo gasto (horas) 2 4 1 2
(A) 
em 20 minutos, uma pessoa gastou
R$ 20,00 no supermercado. Se ela ficar 40
minutos, gastará R$ 40,00. o tempo gasto é
ao número de pintores.
(B) um professor corrige 20 provas em uma
hora de trabalho. Após 8 horas ele terá
o tempo gasto é
corrigido 160 provas.
proporcional ao número de paredes.
(C) 
em uma viagem, um carro mantendo
velocidade média, percorre 60 km em
uma hora. Dobrando a sua velocidade Justificativa:
média ele percorre os 60 km em 30
minutos.

(D) 
uma pessoa leu 3 livros na semana
passada. Em um mês, ela lerá 12 livros.
116 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

b) Um automóvel gasta 2 horas para per- ATIVIDADE 6


correr 200 km, viajando com velocidade
média de 100 km/h. Observe a relação
Verifique se houve variação proporcional nos
entre a velocidade média, a distância
seguintes casos.
percorrida e o tempo gasto na viagem
representada na tabela a seguir e com- a) Uma empresa resolveu dar um aumento
plete as sentenças. de R$ 200,00 para os funcionários. O sa-
lário de João passou de R$ 400,00 para
R$ 600,00, enquanto o salário de Antônio
SITUAÇÕES A B C D
passou de R$ 1 000,00 para R$ 1 200,00.
Velocidade Houve proporcionalidade no aumento sa-
100 100 50 50
média (km/h) larial dado aos dois funcionários?
Distância Justificativa:
200 400 400 100
percorrida (km)

Tempo gasto
2 4 8 2
(horas)

a distância percorrida é
a velocidade.

o tempo gasto é
a velocidade. b) Uma empresa de informática resolveu dar
um desconto de 25% no preço de toda a
Justificativas: sua linha de produtos. O preço de um
computador passou de R$ 1 000,00 para
R$ 750,00, e o de uma impressora passou
de R$ 400,00 para R$ 300,00. Houve pro-
porcionalidade no desconto dado nos dois
produtos? Justifique sua resposta.

Justificativa:
MATEMÁTICA 117

ATIVIDADE 7 b)

C 1 2 3 4 5 6
Duas grandezas x e y são diretamente propor-
cionais. Quando x = 6, o valor correspondente D 12 6 4 2,4
de y é igual a 9.
O valor de y quando x = 10 será:
c)
(A) 13.
E 1 2 3 4 5 6
(B) 15.

(C) 16. F 3 5 7 9

(D) 19.
d)

G 1 2 3 4 5 6

H 30 27 24 21

Anotações:

ATIVIDADE 8
As tabelas a seguir representam variações de
duas grandezas:
Complete as tabelas, analisando o comporta-
mento das grandezas, e classificando-as em
diretamente proporcionais, inversamente pro-
porcionais ou em não proporcionais.
a)

A 1 2 3 4 5 6

B 2 4 6 8
118 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 9 ATIVIDADE 10
A tabela a seguir ilustra uma situação de pro- Um clube dispõe de uma quantia fixa de dinhei-
porcionalidade entre as grandezas “tempo” e ro para comprar bolas de futebol para os treina-
“número de pessoas”, necessárias à realiza- mentos. Com o dinheiro disponível, é possível
ção de uma tarefa. comprar, de um fornecedor, 24 bolas a R$ 6,00
cada. O gerente pesquisou os preços de outros
fabricantes e anotou as informações na tabela a
Tempo seguir. Complete-a obedecendo ao princípio de
2 4 6 b 12
(em dias) proporcionalidade e descubra qual foi o menor
preço pesquisado pelo gerente.
Número de
6 a 2 4 c
pessoas Preço de uma bola Número de bolas

R$ 6,00 24

Considerando que as pessoas mantenham o R$ 12,00


ritmo de trabalho, os valores de “a”, “b” e “c”
R$ 4,00
são respectivamente.
72
(A) 3, 3 e 1.
R$ 24,00
(B) 12, 12 e 4.
144
(C) 3, 12 e 4.
R$ 72,00
(D) 8, 8 e 8.
MATEMÁTICA 119

2. RAZÃO E PROPORÇÃO

ATIVIDADE 1 ATIVIDADE 2
O que você entende por razão? Qual o significado de “razão” em Matemática?
120 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 3
Calcular os resultados das razões a seguir e
expresse-os em termos de porcentagem:

a) Razão 3 : 150 d) Razão 9 : 125

b) Razão 24 : 40 e) Razão 165 : 300

c) Razão 4 : 50
MATEMÁTICA 121

ATIVIDADE 4 b) A distância real entre Florianópolis e


Brasília.
O mapa a seguir foi feito na escala 1 : 30 000 000
(lê-se “um para trinta milhões”).Essa notação
representa a razão de proporcionalidade en-
tre o desenho e o real, ou seja, cada unida-
de no desenho e, na realidade, 30 milhões de
vezes maior. Utilizando uma régua e a escala
fornecida, determine:

VELOCIDADE

Em Física, a velocidade é a medida da rapi-


dez com que um objeto altera a sua posição.
Em nosso cotidiano, a palavra “velocidade”
geralmente significa velocidade média, que é
a razão entre um deslocamento e o intervalo
a) a distância real entre Brasília e Rio de Ja- de tempo gasto para efetuar esse desloca-
neiro; mento. Dessa forma, quando nos referimos à
velocidade de um carro (80 km/h), ou de um
corredor (4 m/s), estamos nos referindo à sua
velocidade média.
O conceito de velocidade pode ser estendi-
do para outras situações análogas. Por exem-
plo: a pulsação ou frequência de batimentos
cardíacos exprime a rapidez com que o cora-
ção bate, ou seja, o número de batimentos
por minuto. O normal em uma pessoa é ter
uma pulsação entre 60 e 100 batimentos por
minuto.
122 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 5 c) Qual é a velocidade de transmissão de


dados na internet, em kbps (quilobytes
por segundo), de um computador que
Com base no texto apresentado, resolva as
leva 30 segundos para baixar um arquivo
seguintes questões:
de 12 megabytes?
a) Qual foi a velocidade média de um auto- Dica: 1 megabyte = 1000 quilobytes
móvel que percorreu 530 km em 6 horas?

b) Qual é a pulsação (batimentos por minu-


VAMOS REFLETIR
to) de uma pessoa cujo coração bate 12
vezes a cada 10 segundos? Densidade de um material é a quanti-
dade de massa existente em cada
unidade de seu volume. Ou seja, é a
razão entre a massa e o volume de
um corpo. A unidade mais usada para
expressar a densidade de um mate-
rial é o grama por centímetro cúbico
(g/cm3). Por exemplo, a densidade da
água é de 1 grama por centímetro cú-
bico (g/cm3). Já a densidade demo-
gráfica é a razão entre o número de
habitantes que vivem em uma região
e sua área.
MATEMÁTICA 123

ATIVIDADE 6 ATIVIDADE 7
Com base na reflexão anterior, resolva as Resolva as questões a seguir.
questões a seguir.
a) O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro
em 2012, medido em dólares, foi de
a) Sabendo que 300g de uma substância
aproximadamente US$ 2,253 trilhões
ocupam um volume de 450 cm³, deter-
para uma população estimada em 198,7
mine a densidade dessa substância.
milhões de pessoas. Determine o PIB
per capita brasileiro nesse ano.

b) A população estimada do Estado de São


Paulo, em 1º de julho do ano de 2013, era
b) O PIB da Índia em 2006 foi de US$ 903
de, aproximadamente, 42 304 694 habi-
bilhões para uma população estimada em
tantes. Sabendo que a área do Estado é
1 bilhão e 150 milhões de habitantes. De-
de, aproximadamente, 248 209 km2, cal-
termine o PIB per capita da Índia em 2006.
cule sua densidade demográfica.
124 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 8 ATIVIDADE 9
Na sala de aula no 7º ano B de uma escola A conta de serviço de água e esgoto apresen-
estudam 40 alunos. A razão entre o número tou os seguintes dados, referentes ao consu-
de meninas e meninos é de 6 para 4. Pode-se mo de água em uma residência, no período
afirmar que estudam no 7º ano B: de 30 dias.

(A) 36 meninas e 4 meninos.


5995 m3
(B) 24 meninas e 16 meninos.

(C) 34 meninas e 6 meninos. O consumo médio diário de água dessa resi-


dência foi
(D) 20 meninas e 20 meninos.
(A) 197,83 litros/dia.

(B) 199,83 litros/dia.

(C) 1800,00 litros/dia.

(D) 2000,00 litros/dia.


MATEMÁTICA 125

Probabilidade ATIVIDADE 2
A probabilidade é um tipo especial de razão,
na qual se compara o número de possibilida- Em uma caixa de brinquedos, encontram-se
des de ocorrência de um evento particular com 18 objetos de formatos e cores diferentes,
o número total de possibilidades relacionadas conforme a tabela:
a esse evento. Por exemplo, no lançamento de
uma moeda, a probabilidade de obter a face Quadrado Triângulo
“cara” é de uma em duas, ou seja, uma chance
1 Vermelho 5 4
em duas, ou , ou ainda, 50%. É a razão en-
2
tre o número de possibilidades de obter “cara” Roxo 3 6
(1) e o número total de possibilidades, cara ou
coroa (2). No lançamento de um dado numera-
do de 1 a 6, a probabilidade de obter o número Retirando ao acaso um objeto da caixa, qual
1
5 é de uma em seis, ou , ou 16,7%. a probabilidade de que seja um triângulo ver-
6 melho?

ATIVIDADE 1
Uma caixa contém 9 cubinhos coloridos, sen-
do 3 azuis e 6 verdes. Retirando-se um cubinho
ao acaso, qual a probabilidade de ser azul? E
de que seja verde?
126 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 3
No lançamento de um dado numerado de 1 a
6, qual é a probabilidade de se obter um nú-
mero par? E um número maior que 4?

3. RAZÕES NA GEOMETRIA

ATIVIDADE 11
Na malha quadriculada a seguir, desenhe 3 quadrados, de lados iguais a 2, 3 e 6 unidades de
medida (note que cada “quadradinho” representa uma unidade de medida). Em cada um deles,
trace uma diagonal ligando dois vértices opostos. Meça com uma régua o comprimento das
diagonais obtidas e registre os valores na tabela. Em seguida, calcule a razão entre as medidas
da diagonal e do lado de cada quadrado.

1
Esta atividade está inserida no Material de Apoio ao Currículo, Caderno do Professo, pg. 38 e 39, Situação de Apren-
dizagem 3 “Razões na Geometria”
MATEMÁTICA 127

Diagonal (d)
d
Quadrado Lado (ℓ) em cm Razão
em cm. ℓ

Q1

Q2

Q2

De acordo com a resolução da Atividade 1, d) A razão obtida entre as medidas da dia-


responda às seguintes questões: gonal e do lado desses quadrados se
aproxima de qual dos números: √2, √3,√5?
a) Duplicando a medida do lado, a medida
da diagonal também duplica? Observação: você pode utilizar a calcula-
dora para obter uma aproximação.

b ) E triplicando a medida do lado, a medi-


da da diagonal também triplica?

c) Há proporcionalidade entre a medida da


diagonal e a medida do lado de um qua-
drado?
128 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 22 b) E entre a medida do lado do quadrado e


sua área?
Tomando como base a Atividade 1, preencha
a seguinte tabela e responda às questões:

Quadrado Q1 Q2 Q3

Lado l (cm)

Perímetro P (cm)

Área A (cm2)

d
Razão

d
Razão

c) O que acontece com a área do quadra-


do quando duplicamos seu lado?
a) Há proporcionalidade entre a medida do
lado e o perímetro do quadrado?

2
Esta atividade está inserida no Material de Apoio ao Currículo, Caderno do Professo, pg. 39 e 40, Situação de Apren-
dizagem 3 “Razões na Geometria”
MATEMÁTICA 129

ATIVIDADE 33
Na malha quadriculada a seguir, desenhe três circunferências de raios iguais a 1, 2 e 3 unidades
de medida, respectivamente, (note que cada “quadradinho” representa uma unidade de medi-
da) e trace seus diâmetros. Com auxílio de uma fita métrica ou um barbante e uma régua, meça
o comprimento C de cada circunferência e de seu diâmetro D. Registre os valores obtidos na
tabela e calcule a razão entre C e D.

C
Circunferência Comprimento C (u.m) Diâmetro D (u.m) Razão
D

3
Esta atividade está inserida no Material de Apoio ao Currículo, Caderno do Professo, pg. 43 e 44, Situação de Apren-
dizagem 3 “Razões na Geometria”
130 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

De acordo com a resolução da Atividade 3, ATIVIDADE 44


responda às seguintes questões:

a) O que acontece quando duplicamos a Se a razão entre o comprimento da circun-


medida do diâmetro da circunferência ferência (C) e seu diâmetro (D) é constante e
de 2 para 4 unidades de medida? vale, aproximadamente, 3,1, isso significa que
podemos calcular C multiplicando D por esse
valor. Ou seja, C = 3,1 . D. Da mesma forma,
conhecendo o comprimento C de uma circun-
ferência, podemos obter seu diâmetro dividin-
b) E quando triplicamos o diâmetro da circun- do C por 3,1. Com base nessas ideias, resolva
ferência de 2 para 6 unidades de medida. os seguintes problemas.
a) Uma pista de corrida foi construída da
forma de um círculo. Sabendo-se que o
diâmetro dessa pista mede 2 km, calcule
o comprimento da pista inteira.
c) Calcule a razão entre o comprimento e o
diâmetro de cada circunferência.

d) Existe proporcionalidade entre o compri-


mento da circunferência e seu diâmetro?

4
Esta atividade está inserida no Material de Apoio ao Currículo, Caderno do Professo, pg. 45, Situação de Aprendi-
zagem 3 “Razões na Geometria”
MATEMÁTICA 131

b ) Para fazer uma circunferência, Marcos d) O aro de uma bicicleta mede aproxima-
usou o compasso com abertura de 5 cm damente 40 cm. A espessura do pneu é
(raio). Quanto mede o comprimento de aproximadamente 3 cm. Qual é o
dessa circunferência? comprimento da roda dessa bicicleta?
Qual é a distância que essa bicicleta
deve percorrer em 10 pedaladas?

c) Usando um barbante, mediu-se o com-


primento da circunferência de uma lata
cilíndrica. O resultado dessa medida foi e) O diâmetro de uma circunferência mede
62 cm. Qual é o diâmetro dessa lata? 10 cm. Qual é o comprimento aproxima-
do dessa circunferência.
132 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 5
1 – Experimento

Para o trabalho que será realizado serão necessários, objetos circulares (tampinhas, potes, CD,
pulseira de plástico, tampa de lata, entre outros), régua, barbante, fita métrica, papel quadricu-
lado e compasso.

1ª Etapa: Fazer as medições do comprimento das diferentes circunferências (comprimento e


diâmetro), preenchendo a tabela abaixo indicando na última coluna sua razão.

Medida do Medida do Comprimento


Objeto Razão =
Comprimento (cm) Diâmetro (cm) Diâmetro

Média dos resultados

2ª Etapa: Vamos refletir: c) Para uma circunferência perfeita, o valor


da razão entre seu comprimento e seu di-
a) Houve variação da medida do compri- âmetro se aproxima de um valor constan-
mento e dos diâmetros dos objetos ana- te, que vale aproximadamente 3,14. A
lisados? essa razão foi dado o nome de pi, repre-
sentado pela letra do alfabeto grego . O
valor da média que você calculou ficou
acima, igual ou abaixo do valor de ? Se
não foi igual, a que você atribuiria essa
diferença?
b ) O que acontece com o valor da razão
desses objetos?
MATEMÁTICA 133

4. GRÁFICOS DE SETORES E PROPORCIONALIDADE.

ATIVIDADE 1
A figura a seguir apresenta uma circunferência dividida em 24 arcos de 1 cm cada, e um gráfico
de setores.

7 6 5
8 4
9 3

10 90º 2

11 1
25%
12 0

13 23
75%
14 22

15 21
16 20
17 18 19

Circunferência Gráfico

Na circunferência está destacado um ângulo central de 90° equivalente a 25% mencionada no


gráfico, que é proporcional à razão entre os ângulos de 90º e 360º.
134 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

Considerando o mesmo raciocínio, o gráfico que representa a porcentagem equivalente à razão


entre o ângulo de 36º e 360° é

(A) (B)

10%

36%

64%
90%

(C) (D)

1%

38%
62%

99%
MATEMÁTICA 135

ATIVIDADE 2
A banana é a segunda fruta mais cultivada no Brasil. Segundo o Sebrae Nacional de 06/01/2016,
a distribuição dos produtos na industrialização da banana possibilita a obtenção de diferentes
produtos, tais como: purê , bananada, banana-passa, flocos, chips e outros.

10%
Qual é o gráfico que representa o setor, em graus, da industrialização da banana-passa,
sabendo que ela corresponde aproximadamente a 13% da industrialização?

(A) 7º (B) 7º

36º Purê de banana 36º 47º Purê de banana


94º Bananada Bananada
36%
Banana-passa 72º Banana-passa
151º Flocos 64% Flocos
72º 198º
Chips Chips

(C) 7º (D)
36º
1% 47º
Purê de banana Purê de banana
47º Bananada 36º Bananada
38%
7º 62%198º
Banana-passa Banana-passa
198º
72º Flocos 74º
Flocos
99% 99%
Chips Chips
136 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 35
As circunferências a seguir foram divididas em 24 arcos de 1 cm cada. Em cada uma delas, foi
marcado um determinado ângulo central: 30°,45°,90°,150°.
7 6 5 7 6 5
8 4 8 4
9 3 9 3

10 2 10 2

11 1 11 1
30º 45º

12 0 12 0

13 23 13 23

14 22 14 22

15 21 15 21
16 20 16 20
17 18 19 17 18 19

7 6 5 7 6 5
8 4 8 4
150º
9 3 9 3

10 90º 2 10 2

11 1 11 1

12 0 12 0

13 23 13 23

14 22 14 22

15 21 15 21
16 20 16 20
17 18 19 17 18 19

a) Registre na tabela a medida dos ângulos b) Há proporcionalidade direta entre a me-


centrais e as medidas dos arcos corres- dida dos arcos e os ângulos correspon-
pondentes. dentes?

Ângulo central Medida dos arcos (cm)

5
Esta atividade está inserida no Material de Apoio ao Currículo, Caderno do Professo, pg. 51, Situação de Aprendi-
zagem 4 “Gráficos de setores e proporcionalidade”
MATEMÁTICA 137

c ) Qual deve ser a medida do arco corres- ATIVIDADE 46


pondente ao ângulo de 55°?
Uma pesquisa foi feita com 420 pessoas para
saber qual esporte elas mais praticavam. Os
resultados encontram-se na tabela a seguir:

a) Preencha a tabela com os valores corres-


pondentes ao total de entrevistados.

Esporte Número de % em relação


praticado pessoas ao total

Futebol 210

Vôlei 25

Basquete 63
d ) Calcule o ângulo central que correspon-
de ao arco de comprimento 7,5 cm. Corrida 10

Total 420 100

6
Esta atividade está inserida no Material de Apoio ao Currículo, Caderno do Professo, pg. 54, Situação de Aprendiza-
gem 4 “Gráficos de setores e proporcionalidade”
138 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

b) Qual dos gráficos de setores a seguir representa melhor os dados da tabela? Justifique
sua resposta.

Gráfico 1 Gráfico 2

Gráfico 3 Gráfico 4

1%
MATEMÁTICA 139

c) Que cor corresponde a cada um dos es- a) Usando um transferidor, meça os ângu-
portes? los centrais de cada setor circular repre-
sentado no gráfico e anote-os na tabela.
b) Calcule as porcentagens que representam
a razão entre cada ângulo e 360º. Anote-
-as na tabela.
c) Calcule o número de pessoas que esco-
lheram cada tipo de viagem. Anote-o na
tabela.

Ângulo Número
Local %
central de pessoas

Praia

Montanha

Cidades
históricas

Outros
ATIVIDADE 57
Total 100 80
O resultado de uma pesquisa feita com 80
pessoas sobre a preferência de um local de
viagem gerou o seguinte gráfico:

Outros

Cidades Praia
Históricas

Montanha

7
Esta atividade está inserida no Material de Apoio ao Currículo, Caderno do Professo, pg. 54, Situação de Aprendi-
zagem 4 “Gráficos de setores e proporcionalidade”
140 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

ATIVIDADE 68 b) Usando a circunferência a seguir, que foi


dividida em 24 setores de cada um, re-
presente os resultados da pesquisa por
Para saber qual era o programa cultural mais
meio de um gráfico de setores.
apreciado pelos habitantes de uma cidade, foi
feita uma pesquisa cujos resultados (em porcen-
Dica: faça as aproximações dos ângulos
tagem) estão representados na tabela a seguir:
centrais para valores inteiros.

Programa Ângulo
%
preferido central

Cinema 37,5

Música 25,0

Teatro 16,7

Dança 12,5

Outros 8,3

Total 100
Observação: valores aproximados

a) Usando proporcionalidade, determine


os ângulos correspondentes às porcen- Anotações:
tagens expressas na tabela.

8
Esta atividade está inserida no Material de Apoio ao Currículo, Caderno do Professo, pg. 55, Situação de Aprendiza-
gem 4 “Gráficos de setores e proporcionalidade”
MATEMÁTICA 141

ATIVIDADE 79 b) Usando compasso e transferidor, repre-


sente as porcentagens da tabela em um
gráfico de setores.
Uma agência de viagem fez uma pesquisa so-
bre a nacionalidade das pessoas que viajaram
pela América Latina. A tabela a seguir mostra
as porcentagens de turistas classificados por
nacionalidade.

a) Usando proporcionalidade, determine


os ângulos correspondentes às porcen-
tagens expressas na tabela.

Ângulo
Nacionalidade %
central

Brasileiros

Argentinos

Chilenos

Outros

Total 100

9
Esta atividade está inserida no Material de Apoio ao Currículo, Caderno do Professo, pg. 5, Situação de Aprendiza-
gem 4 “Gráficos de setores e proporcionalidade”
142 SÃO PAULO FAZ ESCOLA – CADERNO DO ALUNO

REVISANDO!!

ATIVIDADE 110 c) Um supermercado vende 4 rolos de pa-


pel higiênico por R$ 3,00 e 12 rolos por
R$ 8,00.
Para cada situação, preencha a tabela e calcule
a razão entre as grandezas envolvidas. Em segui-
da, verifique se há proporcionalidade entre elas. Quantidade Valor pago Razão
de rolos em reais (preço por rolo)
a) Se 5 bolas de futebol custam R$ 100,00,
então 7 bolas custarão R$ 140,00.

Quantidade Valor pago Razão


de bolas em reais (preço por bola)

Resposta:

d) Em uma receita de milk-shake, recomen-


Resposta:
da-se colocar 3 bolas de sorvete de choco-
late para 2 xícaras e meia de leite (1 xícara
equivale a 250 ml). Para 1 litro de leite, de-
b) Um automóvel percorreu 120 km em 1 vemos colocar 7 bolas de sorvete.
hora e meia. Em duas horas, ele terá per-
corrido 160 km.
Bolas de Número de Razão
sorvete xícaras de leite (bolas por xícara)
Distância percorrida Tempo Razão
em km em horas (velocidade)

Resposta:

10
Esta atividade está inserida no Material de Apoio ao Currículo, Caderno do Professo, pg. 55, Situação de Aprendi-
zagem 2 “Razão e Proporção”
MATEMÁTICA 143

Para saber mais

OBJETOS DIGITAIS DE APRENDIZAGEM Donald no país da matemágica.


Proporcionalidade direta e inversa

https://www.youtube.com/watch?v=wbftu093Yqk&t=3s

http://www.hypatiamat.com/propdireta/pdireta.php,
acesso em 27/03/2019
A história de Mussaraf.

.
https://www.youtube.com/watch?v=EANe0OJlw8c,
http://www.hypatiamat.com/propinversa/propinversa.html, acesso em 27/03/2019
acesso em 27/03/2019

VÍDEOS
Matemática na vida, disponível em:

http://www.dominiopublico.gov.br/download/video/me001055.mp4,
acesso em 27/03/2019
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO PCNP da DE Andradina; Lígia Estronioli de Castro – PCNP da DE
Bauru; Maria Izildinha Marcelino – PCNP da DE Osasco; Nabil José
COORDENADORIA PEDAGÓGICA – COPED Awad – PCNP da DE Caraguatatuba; Neara Isabel de Freitas Lima
Coordenador – PCNP da DE Sorocaba; Sandra Regina Valadão – PCNP da DE
Taboão da Serra; Tiago Oliveira dos Santos – PCNP da DE Lins;
Caetano Pansani Siqueira
Thaisa Pedrosa Silva Nunes – PCNP da DE Tupã. 
Diretora do Departamento de Desenvolvimento Inglês
Curricular e de Gestão Pedagógica – DECEGEP Jucimeire de Souza Bispo – Equipe/LEM; Teônia de Abreu Ferreira
Valéria Arcari Muhi – Equipe/LEM; Catarina Reis Matos da Cruz – PCNP da D.E. Leste
2; Liana Maura Antunes da Silva Barreto – PCNP da D.E. Centro;
Diretora do Centro de Ensino Médio – CEM Marisa Mota Novais Porto – PCNP – da D.E. Carapicuíba; Nelise
Ana Joaquina Simões Sallares de Mattos Carvalho Maria Abib Penna Pagnan – PCNP – D.E. Centro-Oeste; Sônia
Diretora do Centro de Anos Finais do Ensino Aparecida Martins Peres – PCNP da D.E. Osasco; Viviane Barcellos
Fundamental – CEFAF Isidorio – PCNP da D.E. São José dos Campos.
Carolina dos Santos Batista Murauskas Língua Portuguesa
Alessandra Junqueira Vieira Figueiredo; Alzira Maria Sá Magalhães
ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA – CIÊNCIAS Cavalcante; Andrea Righeto; Cristiane Alves Oliveira; Daniel
Ciências Carvalho Nhani; Daniel Venâncio; Danubia Fernandes Sobreira
Aparecida Kida Sanches – Equipe Curricular de Biologia; Arnaldo Tasca; Eliane Cristina Gonçalves Ramos; Igor Rodrigo Valério
da Silva Santana – PCNP da D.E. Santos; Cássia Rosalina Príncipe Matias; Jacqueline da Silva Souza; João Mário Santana; Katia
Voigt – PCNP da D.E. Leste 1; Elizabeth Reymi Rodrigues – PCNP Amâncio Cruz; Letícia Maria de Barros Lima Viviani; Lidiane Maximo
da D.E. Mogi das Cruzes; Luciana Maria Victoria – PCNP da D.E. Feitosa; Luiz Fernando Biasi; Márcia Regina Xavier Gardenal; Martha
Piracicaba; Marceline de Lima – PCNP da D.E. Bragança Paulista; Wassif Salloume Garcia; Neuza de Mello Lopes Schonherr; Patrícia
Rosimeire da Cunha – PCNP da D.E. São Vicente; Silvana Roberto Fernanda Morande Roveri; Reginaldo Inocenti; Rodrigo César
Tonon – PCNP da D.E. Campinas Leste. Gonçalves; Shirlei Pio Pereira Fernandes; Sônia Maria Rodrigues;
Tatiana Balli; Valquiria Ferreira de Lima Almeida; Viviane Evangelista
ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS – GEOGRAFIA E HISTÓRIA Neves Santos; William Ruotti
Geografia Organização, adaptação/elaboração parcial e validação: Katia
Andréia Cristina Barroso Cardoso – Equipe Curricular de Geografia; Regina Pessoa; Mary Jacomine da Silva; Mara Lucia David; Marcos
Sergio Luiz Damiati – Equipe Curricular de Geografia; Alexandre Rodrigues Ferreira.
Cursino Borges Júnior – PCNP da D.E. Guaratinguetá; Beatriz ÁREA DE MATEMÁTICA
Michele Moço Dias – PCNP da D.E. Taubaté; Dulcinéa da Silveira
Ballestero – PCNP da D.E. Leste 5; Cleunice Dias de Oliveira Matemática
– PCNP da D.E. São Vicente; Elizete Buranello Perez – PCNP da Ilana Brawerman – Equipe Curricular de Matemática; João dos
D.E. Penápolis; Rosenei Aparecida Ribeiro Libório – PCNP da D.E. Santos Vitalino – Equipe Curricular de Matemática; Maria Adriana
Ourinhos; Telma Riggio – PCNP da D.E. Itapetininga; Viviane Maria Pagan – Equipe Curricular de Matemática; Otávio Yoshio Yamanaka
Bispo – PCNP da D.E. José Bonifácio. – Equipe Curricular de Matemática; Vanderley Aparecido Cornatione
– Equipe Curricular de Matemática; Benedito de Melo Longuini –
Leitura Crítica: Patrícia Silvestre Águas. PCNP da D.E. Pirassununga; Delizabeth Evanir Malavazzi – PCNP
História da D.E. Fernandópolis; Edson dos Santos Pereira – PCNP da D.E.
Edi Wilson Silveira – Equipe Curricular de História; André Calazans Centro Sul; Eliã Gimenez Costa – PCNP da D.E. Votorantim; Erika
dos Santos – DE Piracicaba; Douglas Eduardo de Sousa – Miracatu; Aparecida Navarro Rodrigues – PCNP da D.E. Presidente Prudente;
Flávia Regina Novaes Tobias – DE Itapevi; Gelson dos Santos Rocha Fernanda Machado Pinheiro – PCNP da D.E. Jales; Inês Chiarelli
– DE Suzano; Gerson Francisco de Lima – DE Itararé; Isis Fernanda Dias – PCNP da D.E. Campinas Oeste; Leandro Geronazzo – PCNP
Ferrari – DE Americana; Marco Alexandre de Aguiar – DE Botucatu; da D.E. Guarulhos Sul; Lilian Ferolla de Abreu – PCNP da D.E.
Maria Aparecida Cirilo – DE Diadema; Maristela Coccia Moreira de Taubaté; Lilian Silva de Carvalho – PCNP da D.E. São Carlos; Luciane
Souza – DE Campinas Oeste; Osvaldo Alves Santos Júnior – DE Ramos Américo – PCNP da D.E. São Vicente; Lúcio Mauro Carnaúba
Centro-Sul; Priscila Lourenço Soares Santos – DE Sul 1; Rodrigo – PCNP da D.E. Osasco; Malcon Pulvirenti Marques – PCNP da D.E.
Costa Silva – DE Assis; Tiago Haidem de Araujo Lima Talacimo – DE Sul 1; Marcelo Balduíno – PCNP da D.E. Guarulhos Norte; Maria
Santos. Dênes Tavares da Silva – PCNP da D.E. Itapevi; Osvaldo Joaquim
Colaboradore(a)s: Bruna Rodrigues – Cruz PCNP da D.E. Apiaí. dos Santos – PCNP da D.E. Jundiaí; Rodrigo Soares de Sá – PCNP
Revisores de História: Isis Fernanda Ferrari – PCNP da D.E. Americana; da D.E. Avaré; Simoni Renata e Silva Perez – PCNP da D.E. Campinas
Viviane Pedroso Domingues Cardoso – CEJA – COPED – SEE. Leste; Sueli Aparecida Gobbo Araújo – PCNP da D.E. Piracicaba;
Willian Casari de Souza – PCNP da D.E. Araçatuba.
ÁREA DE LINGUAGENS – ARTE, EDUCAÇÃO FÍSICA, INGLÊS E Colaboradore(a)s: Andréia Toledo de Lima – PCNP da D.E. Centro
LINGUA PORTUGUESA Sul; Cristina Inácio Neves – PCNP da D.E. Centro Sul; Elaine
Arte Aparecida Giatti – PCNP da D.E. Centro Sul; Lyara Araújo Gomes
Carlos Eduardo Povinha – Equipe Curricular de Arte; Eduardo Martins Garcia – PCNP da D.E. Taubaté; Marcel Alessandro de Almeida –
Kebbe – Equipe Curricular de Arte; Ana Maria Minari de Siqueira PCNP da D.E. Araçatuba; Patricia Casagrande Malaguetta – PCNP
– PCNP da D. E. são José dos Campos; Débora David Guidolín – da D.E. Piracicaba; Rosilaine Sanches Martins – PCNP da D.E.
PCNP da D.E. Ribeirão Preto; Djalma Abel Novaes – PCNP da D.E. Jales; Ruanito Vomieiro de Souza – PCNP da D.E. Fernandópolis;
Guaratinguetá; Eliana Florindo – PCNP da D. E. Suzano; Elisangela Wanderlei Aparecida Grenchi – PCNP da D.E. São Vicente.
Vicente Prismit – PCNP da D.E. Centro Oeste; Evania Rodrigues
Moraes Escudeiro – PCNP da D.E. Caraguatatuba; Madalena Ponce Revisão Língua Portuguesa: Lia Suzana de Castro Gonzalez
Rodrigues – PCNP da D.E. Botucatu; Marilia Marcondes de Moraes
Sarmento e Lima Torres – PCNP da D. E. São Vicente; Pedro Kazuo
Nagasse – PCNP da D. E. Jales; Renata Aparecida de Oliveira dos Impressão e Acabamento
Santos – PCNP da D.E. Caieiras; Roberta Jorge Luz – PCNP da D. Imprensa Oficial do Estado S/A – IMESP
E. Sorocaba; Rodrigo Mendes – PCNP da D.E. Ourinhos; Silmara
Lourdes Truzzi – PCNP da D.E. Marília. Projeto Gráfico
Educação Física Fernanda Buccelli
Luiz Fernando Vagliengo – Equipe Curricular de Educação Física; Diagramação
Sandra Pereira Mendes – Equipe Curricular de Educação Física; Marli Santos de Jesus; Fernanda Buccelli
Diego Diaz Sanchez – PCNP da DE Guarulhos Norte; Felipe Augusto Teresa Lucinda Ferreira de Andrade;
Lucci – PCNP da DE Itu; Flavia Naomi Kunihira Peixoto – PCNP da Ricardo Ferreira; Vanessa Merizzi e Fátima Consales
DE Suzano; Gislaine Procópio Querido – PCNP da DE São Roque;
Isabela Muniz dos Santos Cáceres – PCNP da DE de Votorantim; Tratamento de Imagens
Janaina Pazeto Domingos – PCNP da DE Sul 3; Katia Mendes Silva – Tiago Cheregati; Leonidio Gomes