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MANUAL SISTEMA FISCO FÁCIL

CONTRIBUINTES
VERSÃO 2 – NOVEMBRO DE 2018
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Manual Sistema Fisco Fácil contribuintes Versão 2 – Novembro de 2018 ......... 1

Apresentação ............................................................................................................ 5

Sistema Fisco Fácil .................................................................................................. 6

1. ACESSO AO SISTEMA FISCO FÁCIL .................................................................. 6


1.1. Quem está autorizado a acessar o sistema? ............................................................................... 6
1.2. Há senha para acessar o Sistema?.............................................................................................. 6
1.3. Quais os tipos de Certificados que podem ser usados no Acesso ao Sistema Fisco Fácil? ....... 6
1.4. Qual o passo a passo para acessar o sistema? ........................................................................... 6
1.5. Quais os principais erros que impedem o acesso? ...................................................................... 9
1.5.1. Usuário não autorizado ou desconhecido - Usuário sem vinculação com o Cadastro do
Contribuinte do Estado do Rio de Janeiro ........................................................................................... 9
1.5.2 Usuário não autorizado ou desconhecido - Acesso com certificado digital do sócio (e-CPF) ... 9
1.5.3. Usuário não autorizado ou desconhecido - Acesso com e-CNPJ de estabelecimento não
inscrito no Estado do Rio de Janeiro ................................................................................................... 9
1.5.4. Problemas internos do Equipamento do Contribuinte ............................................................... 9
1.5.5. Uso da opção Certidão de Regularidade Fiscal – O correto é a opção AUTO FISCO FÁCIL
na tela inicial do Sistema. .................................................................................................................... 9
1.6. Posso usar a e-procuração para acessar o Sistema Fisco Fácil? ............................................... 9
1.6. Como outorgar a e-procuração quando o e-CNPJ está baixado pela Receita Federal? ........... 10

2. TELA INICIAL ...................................................................................................... 10


2.1. O que representam as informações apresentadas na tela inicial? ............................................ 10
2.2. Como visualizar dados de todos os estabelecimentos vinculados à raiz de CNPJ? ................. 11
2.3. Quais são as facilidades do Sistema para o usuário? ................................................................ 11
2.3.1. Ordenação dos itens por tipo e por ordem alfabética .............................................................. 11
2.3.2. Exportação para o Excel ......................................................................................................... 12
2.3.3. Aumento ou redução do número de linhas em tabelas ........................................................... 12

3. HISTÓRICO DE INTERAÇÕES ........................................................................... 12


3.1. Quais são as informações disponibilizadas através do Histórico de Interações? ...................... 12
3.2. Quais as informações disponíveis no detalhamento das interações – Tipo: Contatos com
contribuinte?....................................................................................................................................... 13
3.3. Quais as informações disponíveis no detalhamento das interações – Tipo: Ação Fiscal? ........ 13
3.4. Quais as informações disponíveis no detalhamento das interações – Tipo: Aviso Amigável?.. 14

4. CONFIRMAÇÃO DE BAIXA DE INSCRIÇÃO ESTADUAL ................................. 15


4.1. Como efetuar a confirmação de Baixa de Inscrição Estadual? .................................................. 15
4.2. A confirmação de Baixa de Inscrição Estadual no Sistema Fisco Fácil pode ser realizada se o
contribuinte apresentar pendências? ................................................................................................. 15
4.3. A Baixa de Inscrição Estadual é deferida se o contribuinte apresentar pendências? ............... 15

5. CERTIDÃO DE REGULARIDADE FISCAL ......................................................... 16


5.1. Como emitir Certidão Regularidade Fiscal? ............................................................................... 16
5.2. A emissão da Certidão de Regularidade Fiscal é por raiz de CNPJ ou por estabelecimento? . 16
5.3. Todas as pendências são impeditivas para emissão de Certidão de Regularidade Fiscal? ..... 16

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5.4. Quais são as pendências impeditivas para emissão de Certidão de Regularidade Fiscal? ...... 16
5.5. Quais são os casos onde o contribuinte necessariamente deve emitir a Certidão de
Regularidade Fiscal Presencial? ....................................................................................................... 17
5.6. Quais são os casos onde é emitida a Certidão de Regularidade Fiscal Positiva com Efeito de
Negativa? ........................................................................................................................................... 17
5.7. Não consegui emitir a Certidão de Regularidade Fiscal, o que faço? ....................................... 17

6. ABA PENDÊNCIAS ............................................................................................. 18


6.1. Quais são as pendências do contribuinte disponibilizadas através do Sistema Fisco Fácil? ... 18
6.2. Qual a importância da justificativa no processo de autorregularização do Contribuinte? ......... 19
6.3. Por que as justificativas não eliminam as pendências? ............................................................ 19
6.4. Qual o passo a passo para inserir as justificativas no Sistema?............................................... 19
6.5. Por que é importante consultar a Coluna AÇÃO - Histórico e Orientações? ............................ 21
6.6. Posso emitir a Certidão de Regularidade Fiscal com pendências? ........................................... 21
6.7. Posso emitir a Certidão de Regularidade Fiscal com pendências? ........................................... 22

7. PROCEDIMENTOS PARA AUTORREGULARIZAÇÃO - PENDÊNCIAS


IMPEDITIVAS PARA CERTIDÃO DE REGULARIDADE FISCAL ......................... 22
7.1. Quais são os procedimentos para autorregularização (OMISSOS - EFD IPI ICMS, DUB-ICMS,
GIA ICMS, GIA ST e DECLAN)? ....................................................................................................... 22
7.2. Quais são os procedimentos para autorregularização (Débito Declarado em GIA OP/ST NÃO
PAGO, Débito de FEEF declarado em GIA-ICMS)? ......................................................................... 22
7.3. Quais são os procedimentos para autorregularização quando o contribuinte possui liminar com
decisão de suspensão de exigibilidade do crédito tributário? ........................................................... 23
7.4. Quais são os procedimentos para autorregularização (Situação cadastral impedida ou
cancelada)?........................................................................................................................................ 23
7.5. Quais são os procedimentos para autorregularização (Débito de IPVA)? ................................ 23
7.6 Quais são os procedimentos para autorregularização (Parcelamento ou Auto de Infração em
cobrança com pagamento vencido)? ................................................................................................. 23
7.7 Quais são os procedimentos para autorregularização (Parcelamento espontâneo ou de Auto
de Infração em cobrança sem pagamento) ? .................................................................................... 23
7.8. Qual o prazo para que as pendências sejam baixadas do Sistema Fisco Fácil? ..................... 23

8. PROCEDIMENTOS PARA AUTORREGULARIZAÇÃO - MALHA FISCAL


CARTÃO X PGDAS ................................................................................................. 24
8.1. Quais são os procedimentos para autorregularização (Divergência de Cartão x PGDAS)? .... 24

9. PROCEDIMENTOS PARA AUTORREGULARIZAÇÃO - MALHA FISCAL


DIVERGENCIA DE NFE –SAIDAS X EFD ICMS (OP/ST)...................................... 25
9.1. Quais são os procedimentos para autorregularização (Divergência de NFe – saídas x EFD
ICMS ST/OP)? ................................................................................................................................... 25
10.1. O que representam as informações relacionadas a estas malhas fiscais? ............................ 26
10.2. Como providenciar a Autorregularização destas malhas fiscais? ........................................... 26

11. ABA INDÍCIOS ................................................................................................... 26


11.1. Por que a ABA INDÍCIOS não está disponível para consulta? ................................................ 26

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12. ABA PAGAMENTOS ......................................................................................... 27


12.1. Quais as informações relevantes que podem ser consultadas na ABA PAGAMENTOS? ...... 27
12.2. Quais as colunas com informações relevantes para identificar dados incorretos no documento
de arrecadação? ................................................................................................................................ 28

13. Aba EFD IPI ICMS ............................................................................................. 28


13.1. Quais as informações relevantes que podem ser consultadas na ABA EFD IPI ICMS? ......... 28

14 Aba GIA .............................................................................................................. 29


14.1. Quais as informações relevantes que podem ser consultadas na ABA GIA? ......................... 29
14.2. As informações declaradas na GIA ST podem ser consultadas na ABA GIA?........................ 29

15. ABA NFE............................................................................................................ 30


15.1. Quais as informações relevantes que podem ser consultadas na ABA NFE? ........................ 30

16. ABA NFCE ......................................................................................................... 30


16.1. Por que a ABA NFCE não está disponível para consulta? ...................................................... 30

17. ABA CARTÃO ................................................................................................... 31


17.1. Quais as informações relevantes que podem ser consultadas na ABA Cartão? ..................... 31
17.2. As divergências entre PGDAS x CARTÃO são consultadas na ABA CARTÃO? .................... 31

18. PARCELAMENTO ............................................................................................. 32


18.1. Quais débitos poderão ser enquadrados no parcelamento pelos contribuintes com acesso ao
portal do Fisco Fácil? ......................................................................................................................... 32
18.2. Os contribuintes com acesso ao Fisco Fácil poderão solicitar o parcelamento
presencialmente? ............................................................................................................................... 32
18.3. Caso o contribuinte não possua acesso ao Fisco Fácil, como proceder? .............................. 32
18.4. Qual o passo a passo para solicitação de parcelamento através do Fisco Fácil? .................. 32
18.5. Como registrar a solicitação do parcelamento? ...................................................................... 35
18.6. Como optar pelo pagamento à vista? ...................................................................................... 36
18.7. Qual o valor mínimo da parcela? ............................................................................................. 36
18.8. Qual o valor mínimo do valor consolidado? ............................................................................ 36
18.9. Como solicitar o parcelamento para Autos de Infração objeto de impugnação ou recurso? .. 36
18.10. Quais são as pendências que devem ser regularizadas para evitar que o parcelamento seja
cancelado após 60 dias do vencimento da primeira parcela, conforme preceitua a LC 182/2018, ?37

19. DÚVIDAS E INFORMAÇÕES ............................................................................ 38


19.1. Como posso obter suporte na SEFAZ sobre o Sistema Fisco Fácil? ..................................... 38

Controle de Versões ............................................................................................... 39

IMPORTANTE
No caso de eventuais discrepâncias entre as informações prestadas neste manual e as
constantes da legislação, prevalecem, sempre, as disposições legais.

Sistema Fisco Fácil


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APRESENTAÇÃO
O Sistema Fisco Fácil é um portal de transparência, com as seguintes funcionalidades:
• Emissão de Certidão de Regularidade Fiscal
• Visualização de pendências antes da concessão da Baixa de Inscrição Estadual
• Visualização de Pendências impeditivas para emissão de Certidão de
Regularidade Fiscal
Débitos declarados em GIA-ICMS/GIA-ST e não pagos;
Débitos declarados em GIA-ICMS (FEEF);
Omissões de envio de GIA-ICMS/GIA-ST, DECLAN, EFD IPI ICMS,
DUB-ICMS;
Débito de IPVA;
Estabelecimento com situação cadastral IMPEDIDA OU CANCELADA.
• Acesso a dados do contribuinte nos Sistemas Corporativos
Pagamentos;
EFD IPI ICMS;
GIA;
NFE;
NFCE.
• Malhas Fiscais
Divergência Cartão X PGDAS
Divergência NFe (saídas) X EFD
• Histórico de Interações
• Parcelamento

Os objetivos são:
• Autorregularização, onde o contribuinte poderá verificar as pendências que estão
sendo acompanhadas pela SEFAZ RJ
• Oferecer serviços automatizados.

As seguintes normas regulamentam a matéria:


Resolução 109/2017

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SISTEMA FISCO FÁCIL


1. ACESSO AO SISTEMA FISCO FÁCIL

1.1. Quem está autorizado a acessar o sistema?


Acessos autorizados:
• Contribuinte - E-CNPJ do estabelecimento
• E-CPF do contabilista, bem como pelo E-CNPJ da empresa contabilista ou da empresa
contabilista. Importante ressaltar que o e-CPF do sócio não permite o acesso ao sistema.

O E-CNPJ do estabelecimento precisa estar vinculado ao cpf de representante registrado no


Sistema de Cadastro de Contribuintes do Estado do Rio de Janeiro (SINCAD). Caso não
constem atualizações já promovidas nos órgãos de registro (antes da integração do sistema da
SEFAZ com JUCERJA, Receita Federal do Brasil, etc.) em razão de o contribuinte não ter
comunicado as alterações à SEFAZ, o acesso é negado.

O E-CPF ou E-CNPJ do Contabilista também devem estar vinculados ao SINCAD. Para saber
como modificar o dado cadastral já atualizado na JUCERJA e RFB ou alterar informações sobre o
contabilista, consulte o Manual de Cadastro.

1.2. Há senha para acessar o Sistema?


O acesso ao FISCO FÁCIL é realizado exclusivamente com certificado digital.

1.3. Quais os tipos de Certificados que podem ser usados no Acesso ao Sistema Fisco Fácil?

Poderá ser utilizado qualquer certificado digital tipo A1 ou A3 emitido por entidade credenciada pela
infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.

1.4. Qual o passo a passo para acessar o sistema?


Recomenda-se usar o navegador Google Chrome.
Acesse a página principal da SEFAZ RJ e escolha a opção Fisco Fácil

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Aparecerá a tela abaixo, escolha a opção acesso:

Em seguida, utilize o certificado digital – Clique em cima do cadeado.

Não há código ou senha para acessar o programa

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Selecione Auto Fisco Fácil

Importante: Não escolher a opção CERTIDÃO DE REGULARIDADE FISCAL

Aparecerá a tela onde o contribuinte poderá optar pelo estabelecimento que deseja consultar. Digite
as informações sobre o contribuinte e pressione a tecla FILTRAR.

Obs.: Na coluna à esquerda da tela, há acesso rápido para outros serviços da Secretaria Estadual de
Fazenda.

No cabeçalho aparecerá o CPF e o nome do Responsável vinculado ao CPF/CNPJ.

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1.5. Quais os principais erros que impedem o acesso?


1.5.1. Usuário não autorizado ou desconhecido - Usuário sem vinculação com o Cadastro do
Contribuinte do Estado do Rio de Janeiro
E-CNPJ do estabelecimento precisa estar vinculado ao CPF de representante registrado no
Cadastro de Contribuintes do Estado do Rio de Janeiro. Caso não conste em razão de o
contribuinte não ter comunicado à SEFAZ atualizações já promovidas nos órgãos de registro (antes
da integração do sistema da SEFAZ com JUCERJA, RFB), o acesso é negado.
O e-CPF do contabilista ou e-CNPJ da Empresa Contabilista também estão devem estar vinculados
ao Cadastro de Contribuintes.

1.5.2 Usuário não autorizado ou desconhecido - Acesso com certificado digital do sócio (e-
CPF)
Não é possível acessar o Sistema Fisco Fácil com e-CPF do sócio.

1.5.3. Usuário não autorizado ou desconhecido - Acesso com e-CNPJ de estabelecimento não
inscrito no Estado do Rio de Janeiro
Não é possível acessar o Sistema Fisco Fácil com e-CNPJ de estabelecimento sem Inscrição
Estadual.

1.5.4. Problemas internos do Equipamento do Contribuinte


Verifique se há bloqueio de Pop up ou limpe a memória cache. Observe também impedimentos do
próprio antivírus ou de rede.

1.5.5. Uso da opção Certidão de Regularidade Fiscal – O correto é a opção AUTO FISCO FÁCIL
na tela inicial do Sistema.
Caso o contribuinte selecione a opção CERTIDÃO DE REGULARIDADE FISCAL, ele não será
direcionado para a Página do Sistema Fisco Fácil.

Após analisar as situações acima e se o erro não estiver enquadrado nestas situações, entre no link
abaixo, com o certificado digital: https://www4.fazenda.rj.gov.br/ssa/certificadoCliente.
Encaminhe o print da tela (Word), para análise do problema ao email:
relacionamentoreceit@fazenda.gov.br.
Sem o print da tela salvo em Word, o problema NÃO PODERÁ ser avaliado.

1.6. Posso usar a e-procuração para acessar o Sistema Fisco Fácil?


O Sistema de Procurações Eletrônicas – e-Procuração é um ambiente virtual, cujo acesso é realizado
através de autenticação por certificação digital, que permite ao contribuinte ou responsável, inscrito
no Cadastro do ICMS do Estado do Rio de Janeiro – CAD-ICMS, denominado outorgante, outorgue
poderes através de uma ou mais procurações eletrônicas para procurador(es), pessoa(s) física(s) ou
jurídica(s), denominado(s) outorgado(s), independentemente de o outorgado estar inscrito no CAD-
ICMS.

A e-procuração deve ser outorgada através de certificado digital do E-CNPJ do estabelecimento.

Esta e-procuração também é utilizada para acesso a outros sistemas como DEC e o cadastro. Os
procedimentos estão descritos no manual de e-procuração.

Segue o link para consulta do manual com procedimentos – e-procuração

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Obs.: Se o contribuinte já tinha outorgado uma e-procuração, porém não consegue acessar o Fisco
Fácil - deve revogar a e-procuração anterior e outorgar uma nova, com possibilidade de acesso ao
Fisco Fácil.

1.6. Como outorgar a e-procuração quando o e-CNPJ está baixado pela Receita Federal?
O contribuinte com CNPJ baixado pela Receita Federal poderá solicitar acesso ao FISCO FÁCIL,
utilizando a e-procuração, onde poderá outorgar poderes a uma pessoa física ou jurídica para
acessar o FISCO FÁCIL. Foi disponibilizado um formulário que deverá ser preenchido pelo
contribuinte e entregue presencialmente na repartição fiscal de cadastro.

Este formulário também é utilizado para acesso ao DEC e o Sistema de Cadastro. Os procedimentos
estão descritos no manual de e-procuração (PROCURAÇÃO OUTORGADA A PEDIDO POR BAIXA
DO CNPJ).

Segue o link para consulta do manual e do formulário para requisitar a e-procuração: e-procuração

2. TELA INICIAL

2.1. O que representam as informações apresentadas na tela inicial?

No quadrado superior, há informações sobre o estabelecimento e as funcionalidades:


• Certidão: emite a Certidão de Regularidade Fiscal (item 3);
• Baixa: confirma a baixa de inscrição estadual (a solicitação e o deferimento são realizados
através do Sistema de Cadastro);
• Lista: retorna à opção anterior.
• Parcelamento

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No retângulo superior à direita, localiza-se o Histórico de Interações, onde são disponibilizados os


contatos da SEFAZ com o contribuinte e ações fiscais anteriores.

Na parte inferior da tela, constam as abas pendências, pagamentos, EFD IPI ICMS, GIA, NFE, NFCE
(ainda não disponível) e Cartão. O detalhamento das informações de cada aba encontra-se neste
manual.

O botão exportar permite visualizar/tratar as informações no Excel.

2.2. Como visualizar dados de todos os estabelecimentos vinculados à raiz de CNPJ?


Assinale a opção usar raiz de CNPJ.

2.3. Quais são as facilidades do Sistema para o usuário?


2.3.1. Ordenação dos itens por tipo e por ordem alfabética
O usuário pode classificar as informações quando aparecer o ícone abaixo no lado direito do texto na
tabela

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Exemplo:

2.3.2. Exportação para o Excel


Aparecerá a opção exportar. O usuário pode marcar as informações de seu interesse ou exportar os
dados integralmente.

2.3.3. Aumento ou redução do número de linhas em tabelas


Esta opção estará disponível quando surgir uma janela junto a uma seta na parte inferior da tabela.
Exemplo:

3. HISTÓRICO DE INTERAÇÕES

3.1. Quais são as informações disponibilizadas através do Histórico de Interações?

O Histórico de Interações possibilita acompanhar as interações da área de fiscalização com o


contribuinte, bem como identificar os Autos de Infração lavrados em ações fiscais anteriores. As
informações contidas na tabela inicial são:

• ID:
Número da Identidade Funcional do Responsável pelo contato
• Tipo de contato
Contato com contribuinte (funcionalidade não disponível)
Aviso amigável (funcionalidade não disponível)
Ação Fiscal
• Data do Contato
• Responsável pelo contato (Auditor Fiscal)
• Motivo do contato – igual ao tipo de contato
• Resultado do contato

Antes de clicar em DETALHAR INTERAÇÕES, deve ser selecionada a linha da interação para
consulta.

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3.2. Quais as informações disponíveis no detalhamento das interações – Tipo: Contatos com
contribuinte?
Os contatos entre os Auditores Fiscais e o contribuinte são registrados nesta aba. O Servidor da
SEFAZ responsável pelo contato irá inserir as informações, conforme apresentado abaixo:

3.3. Quais as informações disponíveis no detalhamento das interações – Tipo: Ação Fiscal?
Trata-se de informações sobre a ação fiscal selecionada e ao entrar na funcionalidade, o contribuinte
pode identificar as etapas desta fiscalização na SEFAZ RJ, desde a geração até o encerramento.
Importante: O campo RAF refere-se ao número da ação fiscal (controle interno da SEFAZ).

Há a opção para consulta sobre os Autos de Infração lavrados em função daquele RAF (ação fiscal).

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3.4. Quais as informações disponíveis no detalhamento das interações – Tipo: Aviso


Amigável?
Esta opção apenas apresenta os avisos amigáveis gerados pelo Auditor Fiscal através do Sistema
Fisco Fácil e que são enviados através do DEC (Domicílio Eletrônico do Contribuinte).
Há avisos amigáveis que não constam da tela de interação com o contribuinte, porque foram enviado
s antes de Outubro de 2018.
A ciência para o Aviso Amigável é concretizada através do DeC e não por intermédio do Sistema
Fisco Fácil.
Ao clicar em Ver Detalhes, aparecerá o texto do aviso amigável.

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4. CONFIRMAÇÃO DE BAIXA DE INSCRIÇÃO ESTADUAL

4.1. Como efetuar a confirmação de Baixa de Inscrição Estadual?


O Sistema Fisco Fácil não é usado para solicitação ou deferimento de baixa de Inscrição Estadual.
Após o pedido, que é realizado no Sistema de Cadastro (SINCAD), o usuário é direcionado para
consultar débitos/pendências no Sistema Fisco Fácil e promover a autorregularização antes de ação
fiscal.

Caso não tenha efetuado o pedido de baixa de Inscrição Estadual, aparecerá a mensagem
direcionando para solicitar a baixa de inscrição no Sistema de Cadastro

Após a confirmação da baixa no Sistema Fisco Fácil, as informações sobre deferimentos e prazos
devem ser solicitadas ao Setor de Cadastro.

Consulte o novo Manual de Cadastro Completo do Sistema Integrado de Cadastro (SINCAD) para
conhecer o funcionamento e procedimentos desta área. Ele está disponibilizado na página da
SEFAZ, na área do Cadastro. Clique no link: Manual de Cadastro.

Para acessar diretamente o objeto de sua dúvida, basta clicar na opção desejada no índice do
Manual. Problemas e dúvidas no Sistema de Cadastro devem ser resolvidos através do endereço
eletrônico: atendimentocadastro@fazenda.rj.gov.br

4.2. A confirmação de Baixa de Inscrição Estadual no Sistema Fisco Fácil pode ser realizada se
o contribuinte apresentar pendências?
A confirmação da Baixa de Inscrição através do Fisco Fácil tem objetivo de informar as pendências
para o contribuinte, possibilitando a autorregularização antes da ação fiscal.
Não há impedimento para a confirmação da baixa de inscrição com a existência de pendências.

4.3. A Baixa de Inscrição Estadual é deferida se o contribuinte apresentar pendências?


O deferimento da Baixa de Inscrição Estadual é realizado no Sistema de Cadastro de Contribuintes.
Após a confirmação da baixa no Sistema Fisco Fácil, as informações sobre deferimentos e prazos
devem ser solicitadas ao Setor de Cadastro.

Não há impedimento para o deferimento da baixa de Inscrição Estadual com a existência de


pendências

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5. CERTIDÃO DE REGULARIDADE FISCAL

5.1. Como emitir Certidão Regularidade Fiscal?


Selecionar a opção Certidão. Se não houver pendências impeditivas, a Certidão de Regularidade
Fiscal será emitida.

5.2. A emissão da Certidão de Regularidade Fiscal é por raiz de CNPJ ou por estabelecimento?
Conforme disposto no parágrafo 11.º do Artigo 3.° da Resolução 109/2017 "a existência de débitos
será apurada exclusivamente mediante pesquisa nos sistemas corporativos da Secretaria de Estado
de Fazenda e Planejamento, pelo CPF ou CNPJ (raiz) do requerente”. Significa que há
impedimento para emissão de Certidão de Regularidade Fiscal Negativa se um dos estabelecimentos
apresentar pendência (s).

5.3. Todas as pendências são impeditivas para emissão de Certidão de Regularidade Fiscal?
Na aba pendências, existem dois tipos de pendências: impeditivas para emissão de Certidão de
Regularidade Fiscal e malhas fiscais.
Na Resolução 109/2017, estão os dispositivos legais que regulamentam as pendências impeditivas
para a Certidão de Regularidade Fiscal.

5.4. Quais são as pendências impeditivas para emissão de Certidão de Regularidade Fiscal?
Na Resolução 109/2017, estão os dispositivos legais que regulamentam as pendências impeditivas
para a Certidão de Regularidade Fiscal:
Art. 3.º Os débitos serão apurados em relação às obrigações principais e acessórias devidas pela
pessoa física ou jurídica requerente, verificando-se sua regularidade fiscal pelos seguintes requisitos:
I - não ser devedora de tributos administrados pela Secretaria de Estado de Fazenda e Planejamento;
II - encontrar-se em dia com a entrega de declarações econômico-fiscais;
III - não possuir inscrição estadual impedida ou cancelada no Cadastro de Contribuintes do ICMS do
Estado do Rio de Janeiro.
Segue abaixo a relação das pendências impeditivas:
Débito Declarado na GIA ICMS de FEEF;
Débito Declarado na GIA ICMS como FECP OP, não pago;
Débito Declarado na GIA ICMS como ICMS OP, não pago;
Débito Declarado na GIA ICMS como FECP ST, não pago;
Débito Declarado na GIA ICMS como ICMS ST, não pago;
Débito Declarado na GIA ST como ICMS ST, não pago;
Débito Declarado na GIA ST como FECP ST não pago;
Débito Declarado na GIA ST como ICMS EC87/2015, não pago;
Débito Declarado na GIA ST como FECP EC87/2015, não pago;
Omissões de envio de GIA-ICMS/GIA-ST, DECLAN, EFD IPI ICMS,
DUB-ICMS;
Auto de Infração em Cobrança – vencido;
Auto de Infração em Parcelamento – vencido;
Parcelamento em Cobrança - sem pag – AI;

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Parcelamento em Cobrança - sem pag – Espontâneo;


Parcelamento em Cobrança - com pag – vencido;
Estabelecimento com situação cadastral IMPEDIDA OU CANCELADA
(ESTA INFORMAÇÃO NÃO APARECE NA ABA DE PENDÊNCIAS,
MAS IMPEDE A EMISSÃO DO DOCUMENTO FISCAL).

5.5. Quais são os casos onde o contribuinte necessariamente deve emitir a Certidão de
Regularidade Fiscal Presencial?
• Produtor Rural Pessoa Física
• Leiloeiro
• Liminar com suspensão de exigibilidade – Neste caso, levar a documentação comprobatória.

5.6. Quais são os casos onde é emitida a Certidão de Regularidade Fiscal Positiva com Efeito
de Negativa?
Para fins de emissão da Certidão Positiva de Débitos com Efeitos de Negativa, e de acordo com o
artigo 151 da Lei nº 5.172/66 (Código Tributário Nacional - CTN) e com os §§ 1º e 2º, do artigo 14, da
Resolução SER nº 310/06, as condições que suspendem a exigibilidade do crédito tributário são as
seguintes:
a) moratória;
b) depósito do seu montante integral;
c) reclamações e recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo;
d) concessão de medida liminar em mandado de segurança;
e) concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial;
f) parcelamento, desde que em dia;
g) lançamento que, nos termos da legislação tributária pertinente, se encontre no prazo legal para
apresentação de impugnação ou recurso.

Obs: Em casos onde o débito tributário esteja com a exigibilidade suspensa por decisão em
liminar, a emissão da Certidão de Regularidade Fiscal deve ser emitida presencialmente, nos
termos da Resolução 310/2006.

5.7. Não consegui emitir a Certidão de Regularidade Fiscal, o que faço?


Verifique se há pendências impeditivas para a emissão da CRF.
Verifique se há outras inscrições estaduais com pendências impeditivas (assinale a opção raiz de
CNPJ).
Observe que o prazo para as pendências autorregularizadas (cumpridas fora do prazo legal) sejam
baixadas é de 3 dias úteis.
Confira se há qualquer Inscrição Estadual com status de cancelada ou impedida (esta informação
ainda não está disponibilizada como pendência).

Verifique se está incluído em casos onde necessariamente o contribuinte deve comparecer à


repartição fiscal:
- Produtor Rural Pessoa Física/Leiloeiro
- Liminar com suspensão de exigibilidade – Neste caso, levar a documentação comprobatória.

Caso não se enquadre nos casos acima listados, envie um email para
relaconamentoreceit@fazenda.rj.gov.br. Deve ser enviado:
- Comprovante de envio da GIA-ICMS, GIA-ST, Declan, DUB, EFD em caso de omissões.
- DIP (Demonstrativo de Pagamento) – Não é a guia bancária, trata-se de documento
complementar, emitido junto com o DARJ/GNRE.

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6. ABA PENDÊNCIAS

6.1. Quais são as pendências do contribuinte disponibilizadas através do Sistema Fisco Fácil?

As pendências serão apresentadas por


• Tipo:
Omisso de GIA ICMS ou GIA ST
Omisso de DUB-ICMS
Omisso de DECLAN
Omisso de EFD IPI ICMS IPI ICMS
Divergência entre o declarado na GIA-ICMS/GIA-ST e pagamentos
Divergência entre o declarado na GIA-ICMS e o pagamento do FEEF
Débito de IPVA
Informações sobre parcelamento espontâneo e de auto de infração (a
vencer, vencido ou em impugnação)
Informações sobre Auto de Infração (a vencer, vencido ou sem pagamento)
Divergência Cartão X PGDAS
Divergência NFe (saídas) X EFD ICMS OP/ST
Riolog
Triangulação Leis 5636/2010 e 6979/2015
Cesta Básica
Nfe x EFD entrada
Transporte Intermunicipal de Cargas - Decreto 39.478/2006.
NFe x GIA-ST x Arrecadação
Créditos Indevidos – Aquisição de contribuintes
Transporte a não contribuintes
ST – Empresas Interdependentes

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19

Lei 6.078/2011 – Nissan


Fundes Nissan
St retida anteriormente
Pendências identificadas pela fiscalização – obrigação principal
Pendências identificadas pela fiscalização – obrigação acessória

• Valor Total das Pendências


Somatório das divergências ocorridas no período decadencial
• Número de Repetições
Número de Competências em que a pendência ocorre
• Última data de aferição
Data em que a pendência foi atualizada

As pendências são detalhadas através da marcação da linha que deseja consultar.

6.2. Qual a importância da justificativa no processo de autorregularização do Contribuinte?


As justificativas devem ser inseridas no Sistema Fisco Fácil quando o contribuinte considera que a
pendência é indevida. Com estas informações, a SEFAZ pode modificar os cruzamentos que geram
as malhas fiscais.

6.3. Por que as justificativas não eliminam as pendências?


Somente após a autorregulação, as pendências são baixadas do Sistema Fisco Fácil. As
justificativas são analisadas para o planejamento de ações fiscais.

6.4. Qual o passo a passo para inserir as justificativas no Sistema?


Para inserir a justificativa, deve ser selecionada uma pendência e clicar em Editar mensagem.
Obs.: Para cada pendência, deve ser inserida uma justificativa.

Aparecerá a tela abaixo, onde o contribuinte deverá digitar as justificativas no segundo retângulo.
Sugere-se que seja citada a legislação no corpo do relato.

Caso deseje inserir arquivo como documento comprobatório, clicar em anexar e aparecerá o nome
deste no terceiro retângulo, conforme exemplo abaixo:

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20

Após a digitação do texto (obrigatório) e anexação dos arquivos (opcional), deve-se clicar em
SALVAR.

Quando o arquivo estiver salvo, pressione voltar. Clicar em voltar para acessar a tela principal.

Caso deseje verificar quais as justificativas inseridas, deve ser pressionada esta tecla. No retângulo
superior da tela, estará registrado: autor da mensagem, relato, número de anexos e data/hora em que
foi inserida no sistema Fisco Fácil.

Detalhe da tela

As justificativas inseridas pelo contribuinte também podem ser consultadas na coluna AÇÕES –
Opção histórico no detalhamento de cada pendência. Esta coluna é a primeira, use a barra de
rolagem embaixo da planilha com os detalhes das pendências

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6.5. Por que é importante consultar a Coluna AÇÃO - Histórico e Orientações?


Estas informações estão registradas na planilha de detalhamento da pendência. No campo histórico,
o contribuinte pode consultar as justificativas sobre as pendências que inseriu no Sistema.

O campo Orientação apresenta uma mensagem da SEFAZ com instruções para autorregularização.
Veja o exemplo abaixo:

6.6. Posso emitir a Certidão de Regularidade Fiscal com pendências?


Há pendências impeditivas para a Certidão de Regularidade Fiscal Negativa:
Débito Declarado na GIA ICMS de FEEF;
Débito Declarado na GIA ICMS como FECP OP, não pago;
Débito Declarado na GIA ICMS como ICMS OP, não pago;
Débito Declarado na GIA ICMS como FECP ST, não pago;
Débito Declarado na GIA ICMS como ICMS ST, não pago;
Débito Declarado na GIA ST como ICMS ST, não pago;
Débito Declarado na GIA ST como FECP ST não pago;
Débito Declarado na GIA ST como ICMS EC87/2015, não pago;
Débito Declarado na GIA ST como FECP EC87/2015, não pago;
Omissões de envio de GIA-ICMS/GIA-ST, DECLAN, EFD IPI ICMS,
DUB-ICMS;
Auto de Infração em Cobrança – vencido;
Auto de Infração em Parcelamento – vencido;
Parcelamento em Cobrança - sem pag – AI;
Parcelamento em Cobrança - sem pag – Espontâneo;
Parcelamento em Cobrança - com pag – vencido;
Estabelecimento com situação cadastral IMPEDIDA OU CANCELADA
(ESTA INFORMAÇÃO NÃO APARECE NA ABA DE PENDÊNCIAS,
MAS IMPEDE A EMISSÃO DO DOCUMENTO FISCAL)

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Consulte as informações dos itens 7 para se autorregularizar e poder emitir a Certidão de


Regularidade Fiscal.

6.7. Posso emitir a Certidão de Regularidade Fiscal com pendências?


Há pendências impeditivas para a Certidão de Regularidade Fiscal Negativa
As demais pendências são disponibilizadas para que o contribuinte tenha acesso aos principais
cruzamentos de dados que estão sendo acompanhados pela Sefaz, possibilitando a regularização
antes da ação fiscal.

7. PROCEDIMENTOS PARA AUTORREGULARIZAÇÃO - PENDÊNCIAS IMPEDITIVAS PARA


CERTIDÃO DE REGULARIDADE FISCAL

7.1. Quais são os procedimentos para autorregularização (OMISSOS - EFD IPI ICMS, DUB-
ICMS, GIA ICMS, GIA ST e DECLAN)?
O contribuinte deve transmitir as declarações e aguardar 72 horas úteis para a regularização.

Deve ser observado se a opção de arquivo transmitido no caso de EFD IPI ICMS está correta. Esta
informação consta do recibo de envio, é frequente o contribuinte transmitir a opção
CONTRIBUIÇÕES, mas o correto é EFD IPI ICMS.

7.2. Quais são os procedimentos para autorregularização (Débito Declarado em GIA OP/ST
NÃO PAGO, Débito de FEEF declarado em GIA-ICMS)?
Importante observar o prazo para a regularização (72 horas após o pagamento, retificação da
declaração ou apostilamento)

Os problemas frequentes são:


• Pagamento a menor - efetuar pagamento;
• Dado incorreto na GIAICMS/GIA-ST - providenciar retificação;
• Preenchimento incorreto de dados no documento de arrecadação como código de receita
errado, Inscrição Estadual, competência - providenciar apostilamento.

Os códigos de receita para cada pagamento podem ser consultados na aba de pagamentos, na
COLUNA NATUREZA RECEITA.

Orienta-se verificar se houve erro referente a ICMS x FECP ou operações próprias x substituição
tributária interna.
Acesse o Portal de Pagamento para consultar os códigos de receitas e valor da Taxa de Serviços
Estaduais

INFORMAÇÕES SOBRE APOSTILAMENTO


A correção do documento de arrecadação é realizada através de abertura de processo de
apostilamento na repartição fiscal de cadastro do contribuinte, onde há pagamento de Taxa de
Serviços Estaduais, apresentação de cópia do documento a ser apostilado e documentos de
legitimidade (contrato social ou estatuto, cópia de identidade, procuração com firma reconhecida, se
necessário).
Acesse o Portal de Pagamento para consultar os códigos de receitas e valor da Taxa de Serviços
Estaduais

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Caso não se enquadre em nenhuma das opções, envie os dados e documentos abaixo listados para
análise (Documentos de apenas um ou dois períodos) para o email
relacionamentoreceit@fazenda.rj.gov.br:
- Inscrição Estadual e Razão Social do Contribuinte;
- GIA-ICMS/GIA-ST;
- Documento de arrecadação (DIP) – Não envie o documento de transação bancária. Para
conferência dos dados, é necessária a avaliação do DIP, documento emitido junto com o boleto de
pagamento;
- Justificativa e divergências questionadas.

7.3. Quais são os procedimentos para autorregularização quando o contribuinte possui


liminar com decisão de suspensão de exigibilidade do crédito tributário?
Enquanto não houver a decisão judicial transitada em julgado, os débitos não podem ser eliminados
do Sistema Fisco Fácil, pois estão com a exigibilidade suspensa. Em caso de emissão de certidão de
regularidade fiscal, esta deve ser realizada na Repartição Fiscal nos termos da Resolução 310/2006.

Importante apresentar a documentação comprobatória da suspensão da exigibilidade do crédito


tributário.
.

7.4. Quais são os procedimentos para autorregularização (Situação cadastral impedida ou


cancelada)?
Para regularizar a situação, deve ser providenciada a alteração cadastral no Sistema de Cadastro de
Contribuintes do Estado do Rio de Janeiro (SINCAD).

Consulte o novo Manual de Cadastro Completo do Sistema Integrado de Cadastro (SINCAD) para
conhecer o funcionamento e procedimentos desta área. Ele está disponibilizado na página da
SEFAZ, na área do Cadastro. Clique no link: Manual de Cadastro.

Para acessar diretamente o objeto de sua dúvida, basta clicar na opção desejada no índice do
Manual. Problemas e dúvidas no sistema de cadastro devem ser resolvidos através do endereço
eletrônico: atendimentocadastro@fazenda.rj.gov.br

7.5. Quais são os procedimentos para autorregularização (Débito de IPVA)?


O débito deve ser quitado. Dúvidas sobre o IPVA, acesse a página da SEFAZ RJ, no link fale
conosco, opção IPVA.

7.6 Quais são os procedimentos para autorregularização (Parcelamento ou Auto de Infração


em cobrança com pagamento vencido)?
O débito deve ser quitado.

7.7 Quais são os procedimentos para autorregularização (Parcelamento espontâneo ou de


Auto de Infração em cobrança sem pagamento) ?
Conforme preceitua o Inciso III do Art. 8.º da Resolução 680/2013 “A concessão do parcelamento se
efetivará com o pagamento da primeira parcela.

7.8. Qual o prazo para que as pendências sejam baixadas do Sistema Fisco Fácil?
As pendências são baixadas após 72 horas úteis após a regularização. As informações transmitidas
através de retificação ou pagamento de contribuinte do Simples Nacional tem o prazo de dois meses
para atualização.

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8. PROCEDIMENTOS PARA AUTORREGULARIZAÇÃO - MALHA FISCAL CARTÃO X PGDAS

8.1. Quais são os procedimentos para autorregularização (Divergência de Cartão x PGDAS)?


Trata-se de cruzamento entre o valor de saída declarado no PGDAS (Programa Gerador do
Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório), disponível no Portal do Simples
Nacional na internet com as informações prestadas pelas operadoras de cartão.

Em caso de divergências, o contribuinte pode regularizar sua situação, através de retificação da


Declaração com pagamento de imposto devido, bem como verificar os valores informados pelas
operadoras de cartão. Os montantes estão disponibilizados por operadoras e por mês na aba
CARTÃO e os questionamentos dos totais informados pelas empresas de cartão devem ser
resolvidos através de contato com elas. Estes valores não podem ser modificados através de contato
com a SEFAZ RJ

As pendências serão eliminadas do Sistema apenas em caso de pagamento/retificação das


informações do contribuinte ao SIMPLES NACIONAL ou correção dos dados informados realizados
pelas prestadoras de serviços de cartão. O processo de atualização leva dois meses.

Segue um rol dos principais questionamentos e como proceder:


• Informação da saída declarada no PGDAS e a malha informa que há a divergência diferente do
valor declarado – enviar o PGDAS do mês questionado para o email
relaconamentoreceit@fazenda.rj.gov.br – DEVE SER OBSERVADO O PRAZO DE DOIS
MESES PARA ATUALIZAÇÃO.

O caso será enviado para análise somente com a documentação comprobatória. Em erro de
atualização, haverá o acerto do problema e a pendência será eliminada do Sistema.

• Demais problemas – O contribuinte pode inserir a justificativa no Sistema. Deve ter a


documentação comprobatória para apresentar em caso de ação fiscal.

É facultado ao contribuinte inserir justificativas que serão avaliadas para ações fiscais, pois os
cruzamentos não impeditivos de Certidão de Regularidade Fiscal e sim indícios de sonegação fiscal.
Recomenda-se que o contribuinte possua os documentos comprobatórios.
AS JUSTIFICATIVAS NÃO ELIMINAM AS PENDÊNCIAS DO SISTEMA.

É importante consultar a aba CARTÃO para analisar quais os valores e as operadoras de cartão que
transmitiram as informações que geraram as DIVERGÊNCIAS DE CARTÃO X PGDAS na aba
PENDÊNCIAS

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9. PROCEDIMENTOS PARA AUTORREGULARIZAÇÃO - MALHA FISCAL DIVERGENCIA DE


NFE –SAIDAS X EFD ICMS (OP/ST)

9.1. Quais são os procedimentos para autorregularização (Divergência de NFe – saídas x EFD
ICMS ST/OP)?
Trata-se de cruzamento entre o imposto devido apurado em dados da NFe de saída com o valor de
ICMS/FECP escriturado nos arquivos EFD. As notas fiscais com divergências foram agrupadas por
CFOP, alíquota e CST.

Ao clicar sobre a pendência, aparecerão informações em uma planilha abaixo com detalhes da
pendência. Mova o cursor até o campo ações, escolha a opção orientações e analise a mensagem.
Veja o Exemplo abaixo:

O erro pode ser gerado por:

Omissão de Arquivo EFD – Enviar o arquivo EFD ICMS


EFD zerada – O arquivo deve ser retificado. Verifique os procedimentos na Resolução
720/2014 – Parte II – Anexo VII (EFD), disponível no menu legislação da Portal da
SEFAZ RJ.
Documento Fiscal não escriturado - O arquivo deve ser retificado. Verifique os
procedimentos na Resolução 720/2014 – Parte II – Anexo VII (EFD), disponível no menu
legislação da Portal da SEFAZ RJ.
Documento Fiscal escriturado incorretamente – São comparados: valores de imposto
devido, alíquotas, CFOP e CST. O arquivo deve ser retificado. Verifique os
procedimentos na Resolução 720/2014 – Parte II – Anexo VII (EFD), disponível no menu
legislação da Portal da SEFAZ RJ.
Documento escriturado com modelo incorreto (exemplo: NFe modelo 55 escriturada
como modelo 1) – O arquivo deve ser retificado. Verifique os procedimentos na
Resolução 720/2014 – Parte II – Anexo VII (EFD), disponível no menu legislação da
Portal da SEFAZ RJ.

Exceções:
- Carta de Correção - Caso tenha sido emitida carta de correção, desconsidere a pendência.
Orienta-se inserir justificativa, informando que foi gerada carta de correção, bem como o número das
notas fiscais vinculadas à carta de correção.

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10. PROCEDIMENTOS PARA AUTORREGULARIZAÇÃO - CRUZAMENTO COM AÇÕES


FISCAIS E AVISO AMIGÁVEL PRÉVIO

RIOLOG, TRIANGULAÇÃO LEIS 5636/2010 E 6979/2015, CESTA BÁSICA, NFE X EFD


ENTRADA, TRANSPORTE INTERMUNICIPAL DE CARGAS - DECRETO 39.478/2006, NFE X
GIA-ST X ARRECADAÇÃO,CRÉDITOS INDEVIDOS – AQUISIÇÃO DE
CONTRIBUINTES,TRANSPORTE A NÃO CONTRIBUINTES,ST – EMPRESAS
INTERDEPENDENTES,LEI 6.078/2011 – NISSAN,FUNDES NISSAN,ST RETIDA
ANTERIORMENTE,PENDÊNCIAS IDENTIFICADAS PELA FISCALIZAÇÃO – OBRIGAÇÃO
PRINCIPAL, PENDÊNCIAS IDENTIFICADAS PELA FISCALIZAÇÃO – OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA

10.1. O que representam as informações relacionadas a estas malhas fiscais?


São cruzamentos de informações entre os sistemas da Sefaz ou com informações de terceiros e que
geraram indícios para ações fiscais.

Serão expedidos avisos amigáveis por Auditores Fiscais no Sistema Fisco Fácil antes do início de
procedimento fiscal tendente à aplicação das penalidades previstas na Lei 2657/96.

A ciência do aviso amigável é realizada de forma efetiva ou presumida na CPV, disponibilizada ao


contribuinte ou aos seus representantes legais no Sistema DeC. O Termo de Regularização fiscal
será firmado a partir da ciência e o sujeito passivo avisado deverá promover no prazo de 30 (trinta)
dias corridos, improrrogáveis, o cumprimento de todas as obrigações tributárias firmadas.

TEXTO DO AVISO AMIGÁVEL:


Na página inicial do documento, constam informações sobre o contribuinte e um resumo sobre
pendências inseridas no Aviso Amigável, divididas em anexo A para as obrigações principais
descumpridas e anexo B para as obrigações acessórias.
Nas páginas seguintes, cada pendência é detalhada por competência, valor, orientações para
autorregularização e outras informações relevantes.
A última página do Documento gerado é o Termo de Regularização Fiscal.

10.2. Como providenciar a Autorregularização destas malhas fiscais?


O Termo de Regularização Fiscal e as demais informações contidas no Aviso Amigável devem
nortear o contribuinte no cumprimento das obrigações tributárias. Em caso de dúvidas, ele deve
procurar o Auditor Fiscal responsável pela expedição do Aviso Amigável.

11. ABA INDÍCIOS

11.1. Por que a ABA INDÍCIOS não está disponível para consulta?
Esta aba será disponibilizada em breve.
.

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12. ABA PAGAMENTOS

12.1. Quais as informações relevantes que podem ser consultadas na ABA PAGAMENTOS?
Os pagamentos estão organizados por documento arrecadatório, isto é, todo pagamento efetuado
através de DARJ ou GNRE pode ser consultado. Não podem ser consultados dados sobre
pagamentos de IPVA, ITD e aqueles realizados através do Sistema Simples Nacional.

Ao marcar uma linha, todas as informações sobre a operação de pagamento serão detalhadas. O
contribuinte pode identificar se houve apostilamento (correção de informação no documento
arrecadatório) ou restituição do imposto pago, tanto nas colunas do detalhamento, bem como
visualizar somente informações apostiladas e restituídas.

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Obs.: A coluna Natureza da Receita é importante para observar se o pagamento foi efetuado com o
código de receita correto, isto é, em conformidade com o declarado na GIA-ICMS/GIA ST. Em caso
de dúvidas, consulte o Portal de Pagamentos.

Ao somar os valores dos pagamentos detalhados acima (91+546), chega-se ao valor total da planilha
principal (637).

12.2. Quais as colunas com informações relevantes para identificar dados incorretos no
documento de arrecadação?
Os erros no preenchimento do DARJ ou GNRE geram divergências entre o declarado em GIA-
ICMS/GIA-ST e os dados do Sistema de Arrecadação.

Principais erros nos documentos:


• Códigos de Pagamento (coluna natureza receita na tabela de pagamentos)
• Inscrição Estadual
• Períodos (competência)
• ICMS X FECP

13. Aba EFD IPI ICMS

13.1. Quais as informações relevantes que podem ser consultadas na ABA EFD IPI ICMS?
As informações são expostas por período e ao selecionar uma linha, as operações são apresentadas
na planilha de detalhamento agrupadas por CFOP, com os valores apurados que foram escriturados
pelo contribuinte.

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14 Aba GIA

14.1. Quais as informações relevantes que podem ser consultadas na ABA GIA?
Trata-se de dados declarados na GIA-ICMS pelo contribuinte. As informações são expostas por
período e ao selecionar uma linha, as operações são apresentadas na planilha de detalhamento
agrupadas por CFOP, com os valores apurados que foram declarados pelo contribuinte.

14.2. As informações declaradas na GIA ST podem ser consultadas na ABA GIA?


Estas informações ainda não estão disponíveis.

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15. ABA NFE

15.1. Quais as informações relevantes que podem ser consultadas na ABA NFE?
Trata-se de dados sobre as NFE´s emitidas pelo contribuinte. Ao selecionar uma linha, aparecerão
todos os campos preenchidos na NFE.

16. ABA NFCE

16.1. Por que a ABA NFCE não está disponível para consulta?
Os dados da NFCE (Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor) serão disponibilizados em breve no Portal
Fisco Fácil.

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17. ABA CARTÃO

17.1. Quais as informações relevantes que podem ser consultadas na ABA Cartão?
Trata-se de informações prestadas pelas operadoras de cartão, conforme previsão legal.

Ao selecionar uma linha, aparecerão discriminados os valores por operadora de cartão.

17.2. As divergências entre PGDAS x CARTÃO são consultadas na ABA CARTÃO?


As divergências geradas em cruzamento de valores de saída declarados na PGDAS e os valores
informados pelas operadoras de cartão estão disponibilizados na ABA PENDÊNCIAS.

É importante consultar a aba CARTÃO para analisar os valores e as operadoras de cartão que
transmitiram as informações que geraram as pendências – DIVERGÊNCIA DE CARTÃO X PGDAS.

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18. PARCELAMENTO

18.1. Quais débitos poderão ser enquadrados no parcelamento pelos contribuintes com
acesso ao portal do Fisco Fácil?
• Autos de infração com imposto e multa (observar o disposto no item 18.9);
• Autos de infração com apenas multa (observar o disposto no item 18.9);
• Débitos declarados de ICMS operações próprias;
• Débitos declarados de ICMS substituição tributária interna;
• Débitos declarados de ICMS substituição interestadual;
• Débitos declarados de ICMS diferencial de alíquota EC nº 87/2015.

Os contribuintes com acesso ao portal do Fisco Fácil também deverão solicitar os parcelamentos
para débitos referentes ao ICMS-FECP pela internet.

A solicitação do parcelamento para os débitos não listados neste item deverá ser apresentada na
repartição fiscal do contribuinte.

18.2. Os contribuintes com acesso ao Fisco Fácil poderão solicitar o parcelamento


presencialmente?
Não. Os contribuintes com acesso ao Fisco Fácil solicitarão o benefício, obrigatoriamente, pelo portal.
Ressalta-se que necessariamente, os produtores rurais pessoa física e leiloeiros devem comparecer
diretamente à repartição fiscal, sem qualquer solicitação à equipe de atendimento virtual.

18.3. Caso o contribuinte não possua acesso ao Fisco Fácil, como proceder?
A solicitação do benefício para contribuintes sem acesso ao portal Fisco Fácil deverá ser apresentada
na repartição fiscal do contribuinte

18.4. Qual o passo a passo para solicitação de parcelamento através do Fisco Fácil?
Após acessar o Sistema Fisco Fácil, aparecerá a tela inicial, conforme exemplo abaixo. Clique no
botão Parcelamento

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Deve ser gerado uma lista com os Débitos ou Autos de Infração que serão objetos do parcelamento.
Selecione o tipo de parcelamento ao qual deseja aderir:

Verifique se a pendência impede, ou não, o parcelamento:

Escolha o que será parcelado:

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Observe que estará disponível, além da aba “Auto de Infração”, uma segunda aba, “Débito
Declarado”:

Insira o número de parcelas, verifique os valores resultantes para cada uma delas e efetue a inclusão
na lista de pedidos de parcelamento:

Observar, conforme a tela abaixo, a inclusão na lista de pedidos de parcelamento:

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A mensagem de que o parcelamento foi salvo com sucesso será mostrada abaixo:

IMPORTANTE: Foi gerada uma listagem com os pedidos de parcelamentos, de acordo com as
opções selecionadas pelo contribuinte. A tela com a informação de que o parcelamento foi salvo com
sucesso não significa o término do processo. Deve-se registrar o parcelamento

18.5. Como registrar a solicitação do parcelamento?


Após o acesso ao portal do Fisco Fácil, o contribuinte deverá selecionar os débitos para os quais
solicitará o parcelamento.
Uma vez selecionados todos os débitos, o contribuinte deverá registrar o pedido.

Processado o pedido, poderão ser gerados até 3 (três) números de concessão do benefício-RQP
conforme a origem dos débitos selecionados, a saber:
I - débitos declarados na GIA-ICMS e GIA-ST;
II - autos de infração com exigência de ICMS e multas;
III - autos de infração com exigência exclusiva de multas.

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18.6. Como optar pelo pagamento à vista?


I - o contribuinte solicitará o benefício pelo portal Fisco Fácil ou a repartição fiscal transformará os
débitos relacionados no requerimento, seja qual for a natureza, em parcelamento a ser pago em cota
única;

II - o contribuinte deverá obter o número do RQP no portal do Fisco Fácil ou comparecer à repartição
fiscal para ciência do deferimento e obtenção do número do parcelamento criado (RQP) no prazo de
3 (três) dias úteis, no caso de solicitação do benefício por processo administrativo;
III - o contribuinte imprimirá a guia de pagamento (DARJ) no Portal de Pagamentos do sítio da SEFAZ
(www.fazenda. rj.gov.br) na Internet;
IV - o contribuinte efetuará o pagamento exclusivamente no banco Bradesco.

18.7. Qual o valor mínimo da parcela?


● Para contribuinte pessoa jurídica - 450 (quatrocentos e cinquenta) UFIR-RJ;
● Para contribuinte pessoa física - 65 (sessenta e cinco) UFIR-RJ.

18.8. Qual o valor mínimo do valor consolidado?


Somente será admitido o parcelamento cujos valores consolidados sejam iguais ou superiores a 450
(quatrocentas e cinquenta) Unidades Fiscais de Referência - UFIRRJ, incluídos o valor do referido
imposto, atualizado, o dos juros de mora e o das multas aplicáveis, inclusive por descumprimento de
obrigações acessórias.

O mínimo valor consolidado aplica-se a cada origem de débito, sendo permitido o gozo do benefício
para os débitos superiores a esse valor.

18.9. Como solicitar o parcelamento para Autos de Infração objeto de impugnação ou


recurso?
Nestes casos os contribuintes deverão, previamente, tomar ciência de todas as decisões pendentes
de notificação e desistir das Impugnações e Recursos apresentados.

Os contribuintes com acesso ao portal Fisco Fácil deverão tomar ciência das notificações existentes
mediante acesso a sua conta do Domicílio Eletrônico do Contribuinte-DeC e desistir integralmente
das impugnações e recursos de auto de infração no portal do Fisco Fácil.

IMPORTANTE: Apenas o acesso com o e-cnpj permite que o contribuinte desista da


impugnação ou recurso. Caso o acesso seja feito pelo certificado do contador ou empresa
contabilista, não será habilitada a tela para Desistência do Auto de Infração.

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Aparecerá uma tela com o termo de Desistência, clicar em Aceitar.

MUITO IMPORTANTE: Após aceitar os termos, não é possível CANCELAR o Termo de


Desistência.

Exceções: O contribuinte, mesmo com acesso ao portal Fisco Fácil, deve apresentar pedido de
desistência da impugnação ou recurso na repartição fiscal de sua jurisdição nos casos de:
● desistência parcial da impugnação ou recurso a auto de infração;
● desistência parcial ou total da impugnação ou recurso a nota de lançamento.

Os contribuintes sem acesso ao Portal do Fisco Fácil deverão protocolar qualquer desistência de
impugnação ou recurso na repartição fiscal de sua jurisdição.

18.10. Quais são as pendências que devem ser regularizadas para evitar que o parcelamento
seja cancelado após 60 dias do vencimento da primeira parcela, conforme preceitua a LC
182/2018, ?

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• Contribuintes Omissos de GIA-ICMS


• Contribuintes Omissos de GIA-ST
• Contribuintes Omissos de DECLAN_IPM
• Contribuintes Omissos de DUB-ICMS
• Contribuintes Omissos de EFD
• Débito Declarado na GIA ICMS de FEEF
• Débito Declarado na GIA ICMS como FECP OP, não pago
• Débito Declarado na GIA ICMS como ICMS OP, não pago
• Débito Declarado na GIA ICMS como FECP ST, não pago
• Débito Declarado na GIA ICMS como ICMS ST, não pago
• Débito Declarado na GIA ST como ICMS ST, não pago
• Débito Declarado na GIA ST como FECP ST não pago
• Débito Declarado na GIA ST como ICMS EC87/2015, não pago
• Débito Declarado na GIA ST como FECP EC87/2015, não pago
• IPVA Vencido
• Auto de Infração em Cobrança - vencido
• Auto de Infração Parcialmente Pago - vencido
• Auto de Infração em Parcelamento - vencido
• Divergência de NFe(Saídas) x EFD (ICMS) - OP
• Divergência de NFe (Saídas) x EFD (ICMS) - ST

19. DÚVIDAS E INFORMAÇÕES

19.1. Como posso obter suporte na SEFAZ sobre o Sistema Fisco Fácil?
Para dúvidas relacionadas com questões técnicas ou operacionais, encaminhe e-mail para
relacionamentoreceit@fazenda.rj.gov.br.

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CONTROLE DE VERSÕES
DATA ALTERAÇÕES
18/05/2018 Primeira publicação
Nova malha fiscal Nfe saída X EFD ICMS OP, Emissão de Certidão Positiva com
01/11/2018
efeito de negativa, Parcelamento e Aviso Amigável/cruzamentos com ações fiscais
I

SEFAZ/RJ
www.fazenda.rj.gov.br/fiscofacil

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