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A principal característica dos  
  
é a completa eliminação dos sistemas de alavancas
na transferência da força/deslocamento entre o
processo e o sensor.

Este tipo de sensor resume-se na


deformação, diretamente pelo
processo de uma das armaduras do

 . Tal deformação altera o
valor da capacitância total que é
medida por um circuito eletrônico.

Esta montagem, se por um lado,


elimina os problemas mecânicos das
partes móveis, expõe a célula
capacitiva às rudes condições do
processo, principalmente a
temperatura do processo. Este
inconveniente pode ser superado
através de circuitos sensíveis à
temperatura montados juntos ao
sensor.

Outra característica inerente a


montagem, é a falta de linearidade
entre a capacitância e a distância das
armaduras devido á deformação não linear, sendo necessário portanto, uma compensação (linearização) a
cargo do circuito eletrônico.

O sensor é formado pelos seguintes componentes :

º Armaduras fixas metalizadas sobre um isolante de vidro fundido


º   formado pelo óleo de enchimento (silicone ou fluorube)
º Armadura móvel (Diafragma sensor)
Uma diferença de pressão entre as câmaras de alta (High) e de baixa (Low) produz uma força no diafragma
isolador que é transmitida pelo líquido de enchimento.

A força atinge a armadura flexível (diafragma sensor) provocando sua deformação, alterando portanto, o valor
das capacitâncias formadas pelas armaduras fixas e a armadura móvel. Esta alteração é medida pelo circuito
eletrônico que gera um sinal proporcional à variação de pressão aplicada à câmara da cápsula de pressão
diferencial capacitiva.
Sinal de saida : 4-20 mAdc a dois fios com comunicação digital
sobreposta(protocolo HART). Alimentação: 12 a 45 Vdc.

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É um dispositivo que mede a deformação elástica sofrida pelos sólidos quando estes são submetidos ao esforço
de tração ou compressão.

São na realidade fitas metálicas fixadas adequadamente nas faces de um corpo a ser submetido ao esforço de
tração ou compressão e que tem sua seção transversal e seu comprimento alterado devido a esse esforço
imposto ao corpo.

Essas fitas são interligadas em um circuito tipo „ 



 ajustada e balanceada para condição
inicial e que ao ter os valores de resistência da fita mudada com a pressão, sofre desbalanceamento
proporcional à variação desta pressão.

Baseia-se no princípio de variação da resistência de um fio, mudando-se as suas dimensões.

Para variarmos a resistência de um condutor devemos analisar a equação geral da resistência:

º R : Resistência do condutor
º ȇ : Resistividade do material
º L : Comprimento do condutor
º S : Área da seção transversal
O sensor consiste de um fio firmemente colado sobre uma lâmina de base, dobrando-se tão compacto quanto
possível. Esta montagem denomina-se tira   como vemos na figura a seguir:

Observa-se que o fio, apesar de solidamente


ligado a lâmina de base, precisa estar
eletricamente isolado da mesma.

Uma das extremidades da lâmina é fixada em


um ponto de apoio rígido enquanto a outra
extremidade será o ponto de aplicação de
força.

Da física sabemos que um material ao sofrer uma


flexão, suas fibras internas serão submetidas à dois
tipos de deformação: tração e compressão.

Notamos que a ligação ideal para um c  


com quatro tiras extensiométricas é o circuito em
ponte de Wheatstone, como mostrado a seguir, que
tem a vantagem adicional de compensar as
variações de temperatura ambiente, pois todos os
elementos estão montados em um único bloco.

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O sensor consiste de uma cápsula de  colocada estrategicamente em um diafragma, utilizando-se do
diferencial de pressão para vibrar em maior ou menor intensidade, afim de que essa freqüência seja
proporcional a pressão aplicada.
Na seqüência serão exibidos maiores detalhes sobre esse tipo de célula, sua construção e seu funcionamento.

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Os elementos
!  são cristais,
como o quartzo, a turmalina e o titanato
que acumulam cargas elétricas em certas
áreas da estrutura cristalina, quando
sofrem uma deformação física, por ação
de uma pressão. São elementos
pequenos e de construção robusta. Seu
sinal de resposta é linear com a variação de pressão, são capazes de fornecer sinais de altíssimas freqüências
de milhões de ciclos por segundo.

O efeito piezelétrico é um fenômeno reversível. Se for conectado a um potencial elétrico, resultará em uma
correspondente alteração da forma cristalina. Este efeito é altamente estável e exato, por isso é utilizado em
relógios de precisão.

A carga devida à alteração da forma é gerada sem energia auxiliar, uma vez que o quartzo é um elemento
transmissor ativo. Esta carga é conectada à entrada de um amplificador, sendo indicada ou convertida em um
sinal de saída, para tratamento posterior.