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SISTEMA HIDROTERMAL

MAGMÁTICO
UFG
Introdução aos Fluidos Hidrotermais
e Características Principais dos
Fluidos Hidrotermais Magmáticos
INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

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Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


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INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


INTRODUÇÃO

Xavier, R.P., Geologia Econômica, Unicamp


Sistema Hidrotermal Magmático
• Intrusões ígneas na litosfera
+ água disponível= pluma
hidrotermais.
• A maior parte da água
envolvida no sistema
hidrotermal provém das
rochas encaixantes dos
corpos ígneos.
• Água principal + água
magmática (juvenil) + gases
= fluido = define a forma e
as dimensões da pluma
hidrotermal
Biondi, 2003
SISTEMA HIDROTERMAL
• INTRUSÃO IGNEA FORMA-SE DEVIDO A UMA OU VÁRIAS INJEÇÕES DE
ROCHA FUNDIDA DENTRO DA LITOSFERA, ATRAVÉS DE ZONAS DE
FRAQUEZA, COMO FALHAS, CONTATOS E DISCORDÂNCIAS.
• A DURAÇÃO DE UM SISTEMA HIDROTERMAL DEPENDE DA
REALIMENTAÇÃO DA INTRUSÃO COM NOVOS FLUXOS DE ROCHAS
FUNDIDAS.
• A DIMENSÃO DO SISTEMA HIDROTERMAL DEPENDE DA SUA
LONGEVIDADE, DO VOLUME DA INTRUSÃO, DA QUANTIDADE
DISPONÍVEL DE FLUIDOS E DA POROSIDADE E PERMEABILIDADE DO
MEIO ROCHOSO, ONDE A INTRUSÃO SE ALOJA.
• MAS SE A DISPONIBILIDADE DE ÁGUA FOR PEQUENA A ENERGIA
DISPENDIDA POR TODOS ESTES FATORES RESULTARÁ APENAS NA
FORMAÇÃO DE UMA AURÉOLA TERMOMETAMÓRFICA DE
DIMENSÕES REDUZIDAS

Biondi, 2003
Pluma Hidrotermal
• A água é o veículo que
transporta calor e solutos
a grandes distâncias,
possibilitando a formação
de uma pluma
hidrotermal importante,
capaz de formar depósitos
minerais .
• A geometria de uma
pluma hidrotermal é
função da porosidade e
permeabilidade do meio
rochoso e também da
geometria da fonte
emissora.

Biondi, 2003
Pluma Hidrotermal
• Foco térmico de uma intrusão
• é a parte de maior temperatura da intrusão.
Geralmente situa-se no núcleo da intrusão. No início da
intrusão as bordas estão poucos cristalizadas e o foco
térmico localiza-se em uma posição alta da câmara
próxima ao topo do corpo ígneo. Neste caso, a
tendência é a maior parte da pluma hidrotermal
situar-se fora da intrusão. Os depósitos minerais
formados nessa fase, dentro da pluma hidrotermal,
porém fora da intrusão, serão denominados:

Biondi, 2003
Pluma Hidrotermal
• Conforme a parte externa da intrusão cristaliza-se
em direção ao centro da câmara, o foco térmico
tende a se aprofundar puxando a base da pluma
hidrotermal também para baixo. Em fase
avançada de cristalização, a maior parte da pluma
hidrotermal estará dentro da intrusão, e os
depósitos minerais, dentro da pluma, serão
formados por minério disseminados na parte
apical. Serão

Biondi, 2003
Características Geológicas o Sistema Hidrotermal
Magmático

• Existência de um corpo ígneo que se


aloja na litosfera no nível vulcânico
e/ou subvulcânico e/ou plutônico.
• Este corpo ígneo forma uma
.
• A pluma hidrotermal é constituída de
por agua e vapor d’água, provenientes
das encaixantes (agua do mar, conata
e/ou meteórica), aquecidos pelo corpo
igneo e misturada à água e ao vapor
juvenil expelidos pela instrusão e a
gases, também expelidos pela intrusão.
• Conforme se resfria a intrusão um gera
capaz
de deslocar os fluidos existentes no
sistema em direção à superfície e de
reclicar esses fluidos.

Biondi, 2003
Características Geológicas o Sistema
Hidrotermal Magmático
• Conforme se resfria a intrusão um gera
capaz de deslocar os fluidos
existentes no sistema em direção à superfície e de
reciclar esses fluidos.
• Esses fluidos contêm metais em solução (cations) que
precipitam formando os

• Os precipitados formam minérios que sempre estarão


associados, espacial e geneticamente, às zonas onde as
rochas são alteradas pelos fluidos quentes. São as
, formadas
dentro das plumas hidrotermais

Biondi, 2003
ZONERAÇÃO DE ALTERAÇÃO HIDROTERMAL

Biondi, 2003
Características Geológicas o Sistema Hidrotermal Magmático

• PARA QUE UM DEPÓSITO MINERAL SEJA


CONSIDERADO COMO GERADO POR UM
SISTEMA HIDROTERMAL MAGMÁTICO É
NECESSÁRIO QUE SE RECONHEÇAM UM
CONJUNTO DE FATORES-DIAGNÓSTICOS:

Biondi, 2003
Características Geológicas o Sistema Hidrotermal
Magmático
• Os depósitos hidrotermais
magmáticos podem ser
agrupados em três grandes
grupos denominados

Basicamente o que separa os subsistemas hidrotermais magmáticos são os


ambientes geológicos, caracterizados pela distância existente entre a intrusão e
a superfície e o fato de a superfície ser submersa ou emersa. Com estes
critérios, é possível identificar tres subsistemas:
– vulcões subaquáticos
– vulcões emersos (aéreos) e plutões
subsuperficiais (< 2km de profundidade)
– plutões >2km de profundidade.
Biondi, 2003
Subsistema Hidrotermal Vulcânico
Subaquático
• É essencialmente submarino e ocorre nos
oceanos em:
Subsistema Hidrotermal Vulcânico
Subaquático
• É essencialmente submarino e ocorre nos
oceanos em:
Subsistema Hidrotermal Vulcânico
Subaquático
• É essencialmente submarino e ocorre nos
oceanos em:
Subsistema Hidrotermal Vulcânico
Subaquático
• Nessas regiões os vulcões podem ser:

Biondi, 2003
Subsistema Hidrotermal Vulcânico
Subaquático
• Aos depósitos cujos corpos mineralizados
situam-se em meio a rochas do edifício
vulcânico convencionou-se denominar:

• Aqueles formados junto às exalações


vulcânicas , mas distantes do edifício vulcânico
são denominados de :

Biondi, 2003
Subsistema Hidrotermal Vulcânico Subaquático
vulcanogênicos
subaquáticos ( )
( olcanic osted assive ulfide)
• Apresenta corpos
mineralizados com
forma de cogumelo
ou cálice.
vulcanogênicos subaquáticos ( )
( olcanic osted assive ulfide)

Fumarolas emitindo
exalações (smoke
dark) ricas em cations
nos fluidos quentes
vulcanogênicos subaquáticos ( )
( olcanic osted assive ulfide)

Fase 1:
Exalações
quentes 100oC a
300oC carregadas
de cations (Ni,
Cu, Pb, Zn) e
percolação de
salmouras
marinhas ricas
em SO4
vulcanogênicos subaquáticos ( )
( olcanic osted assive ulfide)

Fase 2:
formação dos
depósitos
sulfetados
vulcanogênicos subaquáticos ( )
( olcanic osted assive ulfide)

• Os depósitos próximos diferenciam-se


conforme os períodos geológicos durante os
quais se formaram e pelos tipos de rochas
vulcânicas às quais se associam.

Biondi, 2003
vulcanogênicos subaquáticos ( )
( olcanic osted assive ulfide)

– Arqueanos e proterozoicos:
• Formados em regiões de greenstones belts
– Tipo

– Fanerozóicos
• Formados em regiões de Arco de Ilhas, se associam a rochas
mais ácidas e tem várias características composicionais
diferentes dos antigos
• tipo ou modelo (Japão)
• Se formados em regiões de dorsais meso oceânicas são
alojados em meio a basaltos e têm características próprias
que definem o modelo tipo

Biondi, 2003
vulcanogênicos subaquáticos
( )

• Formam-se em ambientes subaquáticos junto


a exalitos que são edifícios vulcânicos não
explosivos nem efusivos cujas formas
lembram chaminés formados pela
precipitação dos compostos exalados
• Quando ativos exalam fluidos pretos, a altas
temperaturas(100o a 300o C), verdadeiras
salmouras marinhas que recebem o nome de

Biondi, 2003
Variantes dos vulcanogênicos subaquáticos
( )

Chaminé Pluma
hidrotermal Hidrotermal

Fundo do Salmoura
mar

Estas salmouras precipitam sais, geralmente sulfetos, sulfatos e sílica que aumentam as
dimensões do edifício de exalação e formam camadas de sedimentos químicos em torno e nas
proximidades das chaminés. O acúmulo destes precipitados formam depósitos minerais do tipo
( imentares alativos)
Variantes dos vulcanogênicos subaquáticos
( )

1. Depósitos formados em meio a rochas vulcânicas ácidas com


sulfetos de Pb, Zn e Cu e sulfatos: tipo
2. Depósitos formados em meio a rochas basalticas com sulfetos de
Cu e Zn sem Pb nem sulfatos, são do tipo .
3. Outros depósitos cujos minérios são compostos essencialmente
por óxidos (magnetita e hematita) e poucos sulfetos de Cu e Zn
são considerados do tipo ( olcanogenic opper-Bearing
xide Ores).
4. Depósitos associados com calcários e dolomitos marinhos
plataformais atingidos pelas exalações vulcânogenicas distais
contem sulfetos de Pb, Zn e Cu sem a presença de rochas
vulcânicaous. Estes depósitos são do tipo ou
ou ainda modelo Irlandes (MTV Irish Type) porque foram
bem estudados na Irlanda.

Biondi, 2003

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