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Hidraulica caterpillar

Gestão Industrial
Centro Universitário Internacional (UNINTER)
136 pag.

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Fundamentos de

Visão Geral do Curso


Hidráulica
Visão Geral do Curso

Visão Geral
A visão geral do curso deste módulo é projetada a ensinar fundamentos hidráulicos básicos, identificar
e indicar a função das válvulas usadas em sistemas hidráulicos, identificar e indicar a função de bombas
de palhetas, pistões e engrenagens, desmontar e montar componentes hidráulicos, e identificar e indicar
a função de simbolos hidráulicos ISO, e para seguir o fluxo e indicar a operação de varios sistemas
hidráulicos de máquinas Caterpillar.

TREINAMENTO OPERACIONAL

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ÍNDICE
ÍNDICE
UNIDADE 1:
Lição 1: Segurança

UNIDADE 2:
Lição 1: Pricipios Hidráulicos

UNIDADE 3:
Lição 1: Tanques Hidráulicos
Lição 2: Fluidos Hidráulicos
Lição 3: Bombas e Motores Hidráulicos
Lição 4: Válvulas Controle de Pressão
Lição 5: Válvulas de Controle de Direção
Lição 6: Válvulas de Controle de Fluxo
Lição 7: Cilindros

UNIDADE 4:
Lição 1: Sistemas Hidráulicos Operados por Piloto

GLOSSÁRIO
Glossário dos Termos e Abreviações

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Fundamentos
Hidráulicos

Objetivos do Curso
Objetivos

Concluindo este curso, os treinandos poderão:

1. Explicar os principios fundamentais hidráulicos básicos; (pressão


x área = força) .
2. Explicar os efeitos que correm através de um orificio
3. Explicar a operação de bombas de engrenagem, palhetas e pistão
.
4. Desmontar identificar montar os componentes das bombas
de engrenagens, pistão e palhetas.
5. Identificar os componetes e explicar a operação das valvulas de alivio
simples, alivio operada por piloto, válvula de controle de fluxo
válvula redutora de pressão, diferencial de pressão, de compensação
válvula de sequência e válvula de controle direcional.
..
6. Identificar os componentes e a operação dos cilindros
7. Identificar e explicar a simbologia ISO
8. Traçar o óleo através de diagramas esquemáticos.
9. Seguir o fluxo e explicar a operação de sistemas
operado por piloto

O índice deste módulo deve ser tratado como a informação geral para
sistemas hidráulicos básicos.

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Fundamentos

Treinamento de Ajuda
Hidráulicos
Treinamento de Ajuda
1- Bombas de engrenagem aço
1- Bombas de engrenagem de aluminio
1- Bombas de palhetas
1- Bombas e motores de pistão

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Unidade 1

Unidade 1: Segurança
Fundamentos de Hidráulica - Segurança

Em cima da conclusão deste curso, o treinando poderá indicar


procedimentos de segurança do trabalho.

Introdução
As regras e os regulamentos que especificam os procedimentos de
segurança aceitáveis na sala de aula, laboratorio ou local de trabalho
devem ser praticados até que se trasformem em hábitos.

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Lição 1: Segurança
Lição 1: Segurança

BASIC HYDRAULIC SYSTEMS

SEGURANÇ A

Introdução

A Segurança é a atividade mais importante que qualquer um pode aprender,


na área da sala de aula, laboratório ou de trabalho; ha regras e regulamentos
que específicam as praticas aceitáveis de segurança.
Objetivos
Em cima da conclusão desta lição, o treinando poderá indicar as práticas de
segurança na área de trabalho.

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Treinamento Operacional
Lição 1

Procedimentos de Segurança Básicos

É importante que os procedimentos de segurança sejam seguidos ao trabalhar.


Pratique os seguintes procedimentos até que se transformem hábitos.
Nas áreas de trabalho, você deve
1. Manter a areá limpa.
2 . Mantenha a áre clara.
3. Manuseie componentes eletricos com cuidado.
4. Usar sempre fontes aterradas.
5. Vista se corretamente e não use roupas
frouxas ou joias etc,

Procedimentos de Segurança Adicional

Os seguintes procedimentos de segurança são muito importantes ao trabalhar


com sistemas hidráulicos.
Você deve :
1. Usar o oculos de proteção.
2. Limpar as mãos antes de tocar equipamentos
elétricos, válvulas, solenoides e interruptores.
3. Mantenha todas as peças e objetos
em local de facil acesso.
4. Se não estiver certo sobre a operação de um circuito, consulte o
manual instrutivo apropriado.
5. Não limpe mangueiras ou peças com
liquidos quimicos ou panos irregulares.

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Unid 2: Principios Hidráulicos
Unidade 2
Fundamentos Hidráulicos
Princípios Hidráulicos

Em cima da conclusão desta unidade, o treinando poderá :


Demostrar uma compreensão dos principios hidráulicos básicos

Introdução
Os sistemas hidráulicos são extremamente importantes para a operação
de equipamentos pesados. Os principios hidráulicos básicos são usados
ao projetar sistemas hidráulicos de implementos, direção, freio e sistemas
de trem de força. Uma compreensão dos principios hidráulicos básicos
deve ser realizada antes de continuar em sitemas de máquinas.
.

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Lição 1: Principios Hidráulicos
Lição 1: Principios Hidráulicos

Sistemas Hidráulicos Básicos


Principios Hidráulicos

Introdução
Nós todos sábemos que os principios hidráulicos estão
demostrados ao usar um liquido sob pressão controlada
para fazer o trabalho. Há leis que a ação dos liquidos sob
condições de pressão aumentam ou diminuem o fluxo.
O treinando deve poder indicar e compreender estas leis para
tornar se bem sucedido como um técnico de equipamentos.

Objetivos
Em cima da conclusão desta lição, o treinando poderá:

1. Entender porque o liquido é usado.


2. Entender a lei de PASCAL.
3. As caracteristicas do óleo em um orifício.
4. Demonstrar uma compreensão dos principios hidráulicos
básicos.

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Treinamento Operacional
Lição 1

Usando um líquido
Há diversas vantagens para usar um líquido
1. liquidos conforman-se a forma do recepiente.
2. Os liquidos são praticamente imcompressiveis.
3. Os liquidos aplicam a pressão em todos os sentidos.

Fig. 2.1.1 Recipientes Liquidos

Os liquidos conforman-se à forma

Os liquidos conformão-se a forma de todo o recipiente. Os liquidos fluirão também


em todo os sentidos atráves das linhas e das mangueiras de vários tamanhos e formas.
.

INCOMPRESSiVEL 50 lbs.
PESO

FORÇA

LíQUIDO

Fig. 2.1.2 Liquido sob pressão

Praticamente Incompressivel

Um liquido é praticamente imcompressivel. Quando uma substância é comprimida


faz força maior no espaço menor. Um liquido ocupa a mesma quantidade de espaço
ou de volume mesmo quando sob pressão. O espaço ou volume que toda a substância
ocupa são chamados "DESLOCAMENTO".

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Treinamento Operacional
Lição 1

50 lbs.
PESO
FORÇA


AS

Fig. 2.1.3 O GÁS É COMPRESSÍVEL

O GÁS E COMPRESSÍVEL

O gás é compressivel. Quando o gás é comprimido faz força acima de menos espaço e o deslocamento
transforma-se menor. O espaço ocupado previamente pelo gás pode ser ocupado por um outro objeto
consequêntemente, um liquido é servido melhor para o sistema hidráulico porque ocupa continuamente
o mesmo volume ou deslocamento.
.

1130 lbs

500 lbs

40 psi

3 in. raio 2 in. raio

Fig. 2.1.4 HIDRÁULICA QUE FAZ O TRABALHO

Hidráulica que faz o trabalho


De acordo com a lei de PASCAL a pressão exercida em um liquido confinado é transmitida
e age com força igual em todos os sentidos e age com força igual em todas as áreas iguais.
Consequêntemente uma força exercida em qualquer parte de um sistema de óleo hidráulico
transmite a pressão igual em todos os sentidos durante todo o sistema.
No exemplo acima, uma força de 500lbs que age em cima de um pistão com um raio de 2in.
cria uma pressão de aproximadamente 40lbs por polegada quadrada em um liquido confinado
As mesmas 40lbs agem em cima de um pistão com um raio de 3in suportam peso de 1130lbs.

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Treinamento Operacional
Lição 1

Força = Pressão x Area


F
Pressão = Forç
ca ÷ Area

Area = Força ÷ Pressão P A

Fig. 2.1.5 Lei de Pascal

Numa formula simples permite que nós determinemos a força a pressão e a área quando
dois dos três são conhecidos. Compreender estes termos é necessário compreender os
fundamentos da hidráulica. A força é o impulso ou a tração que agem em cima de um corpo.
A força e expressada geralmente em libras. A força é igual à pressão vezes a area.
(F=PXA).
Na Caterpillar adotamos a medida das pressões em KPA. cada KPA equivale a 6.9 PSI.

A pressão é a força de um liquido pela a área de unidade, expressada geralmente em libras por
polegada quadrada (PSI).
A área é uma medida de espaço da superficie. A área é calculada por polegadas quadradas.
A área de superficie é a área eficaz. A área eficaz é a superficie total que é usada uma
força no sentido desejado.
A área de superfície de um circulo é calculada com a fórmula;
Area = Pi (3.14) tempos raio-esquadraram
Se o raio do circulo for 2 polegadas, Fig. 2.1.4,
A = Pi x raio ao quadrado
A = 3.14 x (2" x 2")
A = 12.5 sq. in.

Com o conhecimento da área de superficie, é possivel determinar quanto a pressão do sistema fará
pressão ao atuador a um dado peso. A pressão é a força por a unidade e é expressada em
libras polegada quadrada(PSI)
Se a força de 500 lbs estiver agindo em cima de uma área de 12.5sq a pressão criada seria
40 libras por polegada quadrada. A pressão é calculada com a fórmula. A pressão = a força
dividida pela área P = 500 lbs/12.5sq dentro P = 40 libras por polegada quadrada.
Pressão = Força dividida pela área.
P = 500 lbs./12.5 sq. in.
P = 40 psi

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Treinamento Operacional
Lição; 1

Para o pistão grande nós encontramos:

Pressão x Area = Força


40 x (3x3) x 3.14 = Força.
40 x 28.26 = 1130 lbs.

?
VEM DA
BOMBA

? ?
? 100 lbs
50 lbs
FORCE

FORCE

FORCE
FORCE

5 sq. in. 1 sq. in. 3 sq. in. ?

Fig. 2.1.6 Vantagens Mecânica

Mechanical Advantage
Figura 2.1.6 O líquido demonstra como em um sistema hidráulico
fornece uma vantagem mecânica.
Desde que todos os cilindros são conectados, todas as áreas devem ser
enchidas antes que o sistema pressurize.
Use a fórmula hidráulica e calcule os artigos na pergunta. Os cilindros
são contados da esquerda para a direita.
Ao calcular a pressão no sistema, nós usamos os dois valores sabidos
do segundo cilindro da esquerda. A formula usada é da "força é igual
pressão dividida pela área"
Pressão = Força Pressão = 50 lbs Pressão = 50 psi
Area 1 sq. in.
Agora que nós sabemos a pressão no sistema, nós podemos calcular
a força da carga para os cilindros um e três e a área do pistão para
o recipiente quatro.
Calcule os cilindros um e três cargas usando a fórmula, pressão = força x
a área (força = área de pressão). Calcule a área do pistão do cilindro
quatro usando a fórmula, força é igual a área dividida pela
pressão (área = força/pressão).

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Treinamento Operacional
Lição 1

60 60

0 120 0 120

VEM
1 GPM

Fig. 2.1.7 Sem Restrição

EFEITO DO ORIFÍCIO
Ao discutir a hidráulica, é uma prática comum usar o termo da
"pressão bomba" entretanto, a bomba não produz a pressão.
A bomba produz o fluxo. Quando o fluxo é restrito, a pressão
está produzida.
Figuras 2.1.7 e 2.1.8, o fluxo da bomba que corre através da
tubulação é 1gpm
Figuras 2.1.7, não há nenhuma limitação através da tubulação.
Consequêntemente a leitura da pressão é zero para ambos os calibres.

60 60
30 90

0 120 0 120

VEM
1 GPM

Fig. 2.1.8 O Orifício Oferece a Limitação

Orificio Oferece Restrição


Um orifício oferece uma limitação ao fluxo da bomba. Quando o
óleo corre através de um orifício, a pressão está produzida no lado
anterior ao orifício.
Na figura 2.1.8, há um orifício na tubulação entre os dois manômetros
O manômetro acima do orifício mostra uma pressão 207 kpa (30psi)
necessita emitir um fluxo de 1gpm através do orifício. Não há nenhuma
restrição a fluir após o orifício. O canal do manômetro dois mostra
que não existe pressão.

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Treinamento Operacional
Lição 1

60 60

30 90 30 90

0 120 0 120

FROM
PUMP

60 60

30 90 30 90

0 120 0 120

FROM
PUMP

Fig. 2.1.9 Fluxo Bloqueado

O Fluxo de Óleo ao Tanque Obstruido


Quando a extremidade de uma ou outra tubulação esta plugada, o
fluxo do óleo ao tanque está obstruido.
A bomba de deslocamento positivo continua bombeando em 1gpm
e enche a tubulação. Quando a tubulação é enchida, a resistência a
todo o fluxo adicional na tubulação produz a pressão. A reação da
pressão e a mesma como a lei de pascal, que indica que a "pressão
exercida em um liquido confinado está trasmitida em todos os sentidos
e age com força igual em todas as areas iguais" As duas leituras dos
manômetros são as mesmas.
A pressão aumentará até que o fluxo da bomba esteja desviado da
tubulação, a um outro circuito ou ao tanque. Isto é feito geralmente
com uma válvula de escape.
Se o fluxo total da bomba não for desviado da tubulação, exerça pressão
sobre a tubulação continuaria a levantar se e causar erupção no circuito.

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Treinamento Operacional
Lição 1

60 60 60

30 90 30 90 30 90
PSI PSI
PSI
0 120 0 120 0 120

FLOW
1 GPM

60 60 60

30 90 30 90 30 90

PSI PSI PSI


0 120 0 120 0 120

FLOW
1 GPM

207 kPa (30 psi) 207 kPa (30 psi) 207 kPa (30 psi)

Fig. 2.1.10 Restrições em série

Restrições em série
Há dois tipos básicos de circuitos. Série e Paralelo.
Na figura 2.1.10, É requerida uma de 620kpa (90psi) é requerida
para emitir 1gpm através de um ou outro circuito.
Os orifícios ou as válvulas de escape em série em um circuito hidráulico
oferecem uma resistência que seja similar aos resistores em série em um
circuito elétrico que o óleo deve correr através de cada resistência. Os
iguais totais da resistencia é a soma de cada resistência individual.

CIRCUITO
UM
207 kPa (30 PSI)

CIRCUITO
DOIS
414 kPa (60 PSI)
VEM DA
BOMBA

CIRCUITO
TREIS
620 kPa (90 PSI)

Fig. 2.1.11 Restrições em paralelo

Restrições em Paralelo
Em um sistema com circuitos paralelos, o óleo da bomba segue o
trajeto de menos resistencia. Na figura 2.1.11, a bomba fornece o
óleo a três circuitos paralelos. O circuito três tem a prioridade a mais
baixa, e o circuito um tem a prioridade mais elevada.

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Treinamento Operacional
Unidade 1 (Lição 1)

Quando o fluxo de óleo da bomba enche a passagem à esquerda das


três válvulas, a pressão de óleo da bomba aumenta para 207kpa (30psi).
A pressão de óleo da bomba abre a válvula para o circuito um e o óleo
flui no circuito. Quando o circuito um é enchido, a pressão do óleo da
bomba aumenta a 414kpa (60psi) e abre válvula para o circuito dois. A
pressão de óleo da bomba não pode continuar a aumentar até que o
circuito dois esteja enchido. A pressão de óleo da bomba deve exceder
620 kPa (90 psi) para abrir a válvula para o circuito três.

Deve haver uma válvula de escape do sistema em um dos circuitos ou


na bomba para limitar a pressão máxima no sistema.

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Unid. 3:Comp. Sistema Hidráulico
Unidade 3
Fundamentos Hidráulicos
Componentes do Sistema Hidráulico

Objetivos
Em cima da conclusão desta unidade, os treinandos poderão:
1. Entender os principios hidráulicos básicos que são usados
na operação de componentes dos sistemas hidráulicos.
2. Indicar a função dos tanques, bombas, liquidos
motores, várias válvulas e cilindros.
3. Identificar os tanques, as bombas os motores os liquidos
as válvulas e os cilindros hidráulicos diferentes.
4. Identificar os símbolos ISO para tanques
bombas, motores e varias válvulas e cilindros.
Introdução

As máquinas moveis são projetadas usando vários componetes hidráulicos. Alguns componentes
quando usados em diferentes circuitos executam funções diferentes .Embora estes componentes
possam ser iguais podem ser dados nomes diferentes.
A abilidade de identificar componentes, de identificar afunção e de descrever a operação,
permitirá que reduza circuitos complexos a diversos circuitos simples que possam ser mais
facilmente compreendidos.
.
.

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Lição 1: Tanques
Líção 1: Tanques Hidráulicos

Sistemas Hidráulicos
• Tanques Hidráulicos
• Hydraulic Fluids
• HydraulicPumps and Motors
• Pressure Control Valves
• Directional Control Valves
• Flow Control Valves
• Cylinders

Introdução
Quando as máquinas e os equipamentos estão no estágio do projeto,
o pensamento considerável está dado ao tipo, ao tamanho e a posição
do tanque de óleo hidráulico. Uma vez que a máquina ou o equipamento
estão em operação, o tanque hidráulico funciona como um lugar de
armazenamento para o óleo hidráulico, um dispositivo para remover
o calor do óleo e de um separador para remover o ar do óleo. Está
unidade discutirá algumas das características do tanque hidráulico.

Objetivos
Em cima da conclusão desta lição, o treinando poderá;

1. Identificar os componentes comuns do tanque


e indicar a função dos componentes.
2. Indicar as caracteristicas do tanque
hidráulico exalado e pressurizado.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 1)

BOCAL DE ENCHIMENTO

VISOR DO TANQUE

ENTRADA E SAÍDA
DE SUPRIMENTO

DRENO

Fig. 3.1.1 Tanque Hidráulico

Tanque Hidráulico
A principal função do tanque hidráulico e armazenar o óleo. O tanque
remove também o calor e o ar do óleo.
Os tanques devem ser reforçados suficientemente e ter capacidade de
manter a sujeira para fora. Os tanque são geralmente selados.
Os componentes do tanque são vistos na figura 3.1.1 são:

Bocal/Tampa -Mantem contaminadores fora da abertura que


é usada p/ encher e adicionar óleo, e sela tanques pressurizados.
Visor - Usa-se o para verificar o nível de óleo. O nivel de óleo deve
ser verificado quando o óleo está frio. O nível de óleo está geralmente
correto quando o óleo está no meio do vidro.
Entrada e Saída de suprimento- Alinha fonte permite que o óleo
flua do tanque ao sistema. A linha de retorno permite que o óleo flua do
sistema ao tanque.
Dreno - Localizado no ponto mais baixo do tanque, o dreno
é usado para remover o óleo velho do tanque. O dreno
permite também a remoção da água e do sedimento do óleo.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (lição 1)

VÁ LVULA DE
ALIVIO BOCAL

TELA

TUBO

DEFLETORES

TELA DE
RETORNO
RETORNO

DRENO ALIMENTAÇ
Ç
à ÃO
ECOLOGICO

TANQUE PRESSURIZADO

Fig. 3.1.2 Tanque Pressurizado

Tanque Pressurizado
Os dois tipos de tanques hidráulicos são os pressurizados e
exalados (não pressurizado).
O tanque pressurizado é selado completamente. A pressão atmosférica
não atua na pressão do tanque. Entretanto, quando o óleo é emitido
através do sistema, absorve o calor e expande-o. O óleo de expansão
comprime o ar no tanque. As forças das areas comprimidas do óleo
vão para fora do tanque e do sistema.
A válvula de escape de vácuo serve para duas finalidades. Impede
o vácuo e limita a pressão máxima no tanque.
A válvula de escape de vácuo impede o vácuo abrindo e permitindo que
o ar entre no tanque na pressão de 3.45kpa ou 5psi
Quando a pressão no tanque alcança o ajuste da pressão da válvula de
escapes de vácuo, a válvula abre e exala o ar comprimido à atmosfera
O ajuste da pressão da válvula de escape pode variar de 70kpa (10psi)
a 207 kPa (30 psi).
Outros componentes do tanque são:
Tela do enchimento- impede que grandes contaminadores de
entrar no tanque quando a tampa for removida.
Tubo de enchimentol- permite que o tanque seja enchido ao nivel
correto, mas não ao excesso.
Defletores- impede que o óleo de retorno flua diretamente à tomada
do tanque, ajudando as bolhas de retorno levantar-se ao alto e que
todo o óleo de retorno passe pelo filtro.
.
Dreno Ecologico - previne derramamentos acidentais, ao remover
óleo para manutenção etc.
Tela de Retorno- impede que particulas maiores entrem no tanque
mas não filtra muito bem.

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Treinamento Operacional
Unidade (Lição 1)

RESPIRADOR (BREATHER)

RETORNO

VAI A BOMBA

Tanque Ventilado
Fig. 3.1.3 Tanque Ventilado

Tanque Ventilado
O tanque exalado ou não pressurizado difer do tanque pressurizado,
o tanque exalado tem um repiradouro. O respiradouro permite que o ar
entre e se retire livremente. A pressão atmosferica no alto do óleo força
o óleo fora do tanque e no sistema. O respiradouro tem uma tela que
impede que a sujeira entre no tanque.

TANQUE PRESSURIZADO
VENTILADO

Fig. 3.1.4 Simbologia ISO para tanques Hidráulicos

Simbolos ISO
Figura 3.1.4 mostra o simbolo ISO para os tanques hidráulicos
exalados e pressurizados.
O simbolo do tanque exalado é meramente uma caixa ou um retângulo
aberto. O simbolo pressurizado do tanque é extraido como uma caixa
ou um retângulo completamente fechado. Os tanques são mostrados
com linhas hidráulicas para realçar a compreensão.

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Lição 2: Fluidos Hidráulicos
Lição 2: Fluidos Hidráulicos

Sistemas Hidráulicos
• Hydraulic Tank
• Fluidos Hidráulicos
• HydraulicPumps and Motors
• Pressure Control Valves
• Directional Control Valves
• Flow Control Valves
• Cylinders

Introdução
A seleção e o cuidado do liquido hidráulico têm um efeito importante
na vida do sistema. Justo como os componentes de ferragem de um
sistema hidráulico, o líquido hidráulico deve ser selecionado nos
principios de suas caracteristicas e propriedades para tarefa projetada.
Objetivos
Em cima da conclusão desta lição o treinando poderá:

1. Indicar as funções liquidos Hidráulicos.


2. Medir a viscosidade dos liquidos,
3. Indicar significado índice viscosidade.
4. Listar tipos liquidos resistentes ao fogo.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 2)

5,000
lbs
FORç
ç
ÇA

Fig. 3.2.1 Fluidos Hidráulicos

Funções dos liquidos hidráulicos


Os liquidos são virtualmente imcompressiveis. Consequentemente, os
liquidos podem transmitir o poder instantaneamente em um sistema
hidráulico. Para o exemplo, o óleo de petroleo comprime aproximadamente
1% para cada 2000 psi. Consequentemente, a lata de óleo do petroleo
mantem um volume constante sob a alta pressão. O óleo de petroleo é
o liquido preliminar usado para desenvolver a maioria de óleos hidráulicos.
As funções preliminares dos liquidos hidráulicos são:
• Transmissão de poder
• Lubricação
• Vedadores (Sealing)
• Resfriamento (Cooling)

Transmissão de Força (Power Transmission)


Porque os líquidos hidráulicos são virtualmente imcompressiveis,
uma vez que o sistema hidráulico é enchido com o líquido pode
imediatamente transmitir a força de uma área a outra. Entretanto
isto não significa que todos os liquidos hidráulicos são iguais e
transmitirão a mesma força com a mesma eficiencia. Escolher o
liquido correto depende da aplicação e das circunstâncias.
Lubrificação (Lubrication)
O liquido hidráulico deve lubrificar as partes moventes do sistema
hidráulico. Os componentes girando ou deslizando devem poder
funcionar sem tocar em outras superficies. O liquido deve manter uma
pelicula fina entre as duas superficies para impedir a fricção, aquecer etc.
Vedadores (Sealing)
Muitos componentes hidráulicos são projetados a usar liquidos em vez
dos retentores mecânicos dentro do componente. A viscosidade do
líquido ajuda determinar sua abilidade de funcionar como um retentor.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 2)

Resfriamento (Cooling)
O sistema hidráulico desenvolve o calor enquanto transfere a energia,
em energia hidráulica e a energia hidráulica em energia mecânica.
Como o líquido se move durante todo o sitema, fluxos de calor dos
componentes mais mornos ao fluido mais fresco. O liquido leva o calor
ao reservatório ou aos refrigeradores que são projetados a manter as
temperaturas do óleo dentro dos limites do projeto.
Outras propriedades esperadas do líquido hidráulico são a prevenção
da oxidação, a corrosão nas peças de metal, na resistencia de espumar,
a abilidade separar o ar e as propriedades de manter a estabilidade
sobre uma carga.
.
Viscosidade (Viscosity)
É a medida de resistencia de um liquido ao fluxo em uma temperatura
especifica. um líquido que flua fácilmente tem uma viscosidade baixa.
Um liquido que não flua facil tem uma viscosidade elevada.
A viscosidade de um líquido é afetada pela temperatura.
Quando um líquido se torna mais quente, a viscosidade do líquido
torna-se mais baixa. Do mesmo modo, quando um liquido esfria,
a viscosidade aumenta. O óleo vegetal é um exemplo muito bom
de como a viscosidade muda com uma mudança na temperatura.
Quando esta frio é muito lento ao derramar e quando esta quente
derrama-se mais prontamente.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 2)

AQUECEDOR

THERMOMETRO ORIFICIO SAYBOLT


VISCOSIMETRO

60 ml. FRASCO

Fig. 3.2.2 Saybolt Viscosimetro

Saybolt Viscosimetro
A ferramenta mais comum de medir a viscosidade é o Viscosimetro
(Figura 3.2.2). O viscosimetro saybolt foi inventado e nomeado
por George Saybolt.
A unidade de medida viscosimetro Saybolt é o universal segundo (SUS)
No viscosimetro original um recipiente com líquido foi aquecido a
uma temperatura especifica. Quando a temperatura foi alcançada, um
orfício foi aberto e o liquido fluiu fora do recipiente e em um frasco
de 60ml. Um cronometro foi usado para medir o tempo de enchimento
do frasco. A viscosidade foi gravada como numero de segundos onde
o frasco fez o exame de suficiência em uma temperatura dada. Se um
líquido quando aquecido a uma temperatura de 75f fizer um exame
de 115 segundos para encher o frasco, é viscosiadade era 115SUS 75F
se o mesmo líquido for aquecido a 100F e fizer um exame de 90 segundos
para encher o frasco, a viscosidade seria de 90SUS 100F
Índice da Viscosidade (Viscosity Index)
O índice de viscosidade (VI) é uma medida de mudança de um liquido na espessura
com respeito às mudanças de temperatura. Se a consistência de um
líquido remanescer relativamente a mesma temperatura variando do
excesso, o liquido tem um VI elevado. Se um liquido se tornar densamente
em temperaturas baixas e muito finamente em altas temperaturas, o liquido
tem um VI baixo.
Óleo de Petróleo (Petroleum Oil)
Todo o óleo de petróleo se torna fino quando a temperatura aumenta
e denso quando a temperatura vai para baixo. Se a viscosidade for
demasiadamente baixa, pode haver um vasamento excessivo após
montar as junções. Se a viscosidade for demasiadamente elevada, a
a operação pode ser lenta. A viscosidade do petroleo é expressada
pela sociedade de automotrizes (SAE) 5W, 10W, 20W,30W,40W etc.
.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 2)

.
.
.
Óleos Sintéticos (Synthetic Oils)
Os óleos sintéticos são dados forma pelos processos que reagem
quimicamente a materiais de uma composição específica ao produto
um composto com as propriedades de planejamento esperado. Os óleos
sintéticos são misturados especificos p/ serviço extremo em altas e baixa T.
Liquidos Resistentes ao fogo (Fire Resistant Fluids)
Há três tipos básicos de líquidos resistentes ao fogo:agua-glicol,
agua-óleo, emulsão sintetica.
Os liquidos de água glicol contêm de 35% a 50%(a água inibe a
queimadura), o glicol (similar químico sintético a algum anicongelante) é uma
água densa Os aditivos são adicionados para melhorar a lubrificação e para
impedir a oxidação, a corrosão e espumar, os liquidos do água-glicol são mais
pesados do que o óleo e podem causar a cavitação da bomba em velocidades
elevadas. Estes líquidos podem reagir com os determinados metais e selos
e não podem ser usados com alguns tipos de pintura.
A emulsão do água-glicol é o menos caro dos líquidos resistentes ao fogo.
Um quantidade similar (40%) de agua é usada como no agua-glicol para inibir a
queimadura. O água-óleo pode ser usado em sistemas de óleo hidráulico.
O aditivo pode ser adicionado para impedir a oxidação e espumar.
Em determinadas circunstâncias podem requer líquidos sintéticos estejam
sendo usados com exigências especificas. Os liquidos sintéticos resistentes
são menos inflamáveis do que o óleo e mais apropriados para o uso nas
nas áreas de alta pressão e de alta temperatura.
Muitos líquidos resistentes ao fogo reagem aos selos de poliuretano e
podem requer em locais selos especiais para uso
Vida do óleo (Oil Life)
O óleo hidráulico nunca desgasta. O uso dos filtros para remover as
particulas contínuas e alguns produtos químicos adicionam à vida útil
do óleo, Entretanto, eventualmente o óleo torna-se assim que contaminou
que terá que ser substituido. Em máquinas, o óleo é substituido em
intervalos regulares de tempo.
A contaminação do óleo pode tambem ser usado como indicador de desgaste
e de areas de problema.

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Lição 3: Bombas e Motores Hidráulicos
Lição 3: Bombas e Motores Hidráulicos

Sistemas Hidráulicos
• Hydraulic Tank
• Hydraulic Fluids
• Bombas / Motores Hidráulicos
• Pressure Control Valves
• Directional Control Valves
• Flow Control Valves
• Cylinders
Fig. 3.3.0

Introdução
As bombas e motores são similares na construção, más diferentes em
características operacionais, Consequêntemente, a maioria do material
nesta lição concentrarão na nomenclatura e na operação das bombas.

Objetivos
Em cima da conclusão desta lição, o treinando poderá:
1. Indicar as diferenças entre as bombas
de deslocamento não-positivo e positivo.
2. Indicar as diferenças entre as bombas
de deslocamento fixo e váriaveis.
3. Indicar a operação das bombas.
4. Indicar a similaridade entre as bombas
e motores.
5. Indicar o estado nominal das bombas.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

Caixa (HOUSING)

Engr. Acionadora

Saída de óleo Entrada

Eng. intermediaria

Fig. 3.3.1 Bomba de Engrenagem


Bomba Hidráulica
A bomba hidráulica transfere a energia mecânica em energia hidráulica.
é um dispositivo que faz da energia de uma fonte, isto e motor, motor
eletrico etc. Transfere essa energia em um sistema hidráulico. A bomba
faz do óleo de um recipiente de armazenamento (tanque) em fluxo a
movimentar um circuito ou sistema hidráulico.
Todo o fluxo do óleo é produto das bombas na mesma maneira. Um vácuo
é criado na entrada da bomba. A pressão atmosférica ou a do tanque introduz
o óleo através da passagem e câmaras de entrada da bomba. As engrenagens
da bomba carregam o óleo à câmara da tomada da bomba. O volume da
câmara diminui enquanto a câmara aproxima a tomada. Esta diminuição no
tamanho da câmara empurra o óleo para fora da tomada.
As bombas produzem somente o fluxo (isto é os galões por minuto.litros,
centrimetros cubicos, etc.) usado no sistema hidráulico. As bombas
não produzem e nem causam a pressão, a pressão é causada pela resistência
ao fluxo. A resistência pode ser causada por mangueiras, orificios, motores
etc. ou qualquer coisa no sistema que obstrua o fluxo livre ao tanque.
.
As bombas podem ser classificadas em dois tipos, deslocamento não
positivo e positivo.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

CAIXA(HOUSING)

ENG, ACIONAD.

PUMP OIL TANK OIL

ENG. INTER.

Fig. 3.3.2 Motor de Engrenagem (Gear Motor)


Motor Hidráulico (Hydraulic Motor)
O motor hidráulico transfere energia hidráulica em energia mecânica.
Usa o fluxo do óleo que esta introduzido no sistema por uma bomba
e transfere-o em movimento giratório para dirigir ou movimentar hélice,
diferencial, ventilador uma outra bomba, transmissões etc.
.

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TreinamentoOperacional
Unidade (Lição 3)

Bombas deslocamento não positivo (Non-Positive Displacement Pumps)


As bombas de deslocamento não positivos tem mais folga entre as
peças moventes e estacionárias do que as bombas de deslocamento
positivo. O afastamento extra permite que mais óleo seja empurrado
para trás entre as peças enquanto a pressão da tomada (resistencia ao fluxo)
aumenta. As bombas de deslocamento não positivos são menos eficientes
do que as de positivo, porque o fluxo de saída diminui extremamente
enquanto a pressão da tomada aumenta. As bombas não positivas são
geralmente tipo centrífugo do impulsor ou tipo axial da hélice. Estes são
usados em aplicações de pressão baixa como bombas de água automotrizes
ou as bombas de carga para bombas de pistão nos sistemas hidráulicos
de alta pressão.

2 3

Fig. 3.3.3 Bomba centrífuga (Centrifugal Pump)

Bomba Centrifuga do Rotor (Centrifugal Impeller Pump)


A bomba centrífuga do rotor consiste em duas partes básicas: o rotor (2)
que é montada em um eixo de entrada (4) e na carcaça (3). O rotor tem
uma parte traseira contínua do disco com as lâminas curvadas (1)
moldadas no lado de entrada.
O óleo imcorpora o centro da carcaça (5) perto do eixo de entrada e flui
no rotor. As lâminas curvadas do rotor propelem o óleo para fora de
encontro a carcaça. A carcaça e formada para dirigir o óleo ao ponto de
tomada.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

impulsor (PROPELLER)

FLUXO Entrada

FLUXO Entrada

Fig. 3.3.4 Bomba impulsão axial (Axial Propeller Pump)

Bomba impulsão axial (Axial PropellerPump)


O tipo axial de bomba de hélice é dado forma como um ventilador
elétrico de ar. É montado em um tubo e tem uma hélice laminada
aberta. O óleo e propelido abaixo do tubo pela rotação das laminas.
Bombas de deslocamento Positivo (Positive Displacement Pumps)
Há três tipos básicos de bombas de deslocamento positiva; engrenagem
palheta e pistão. As bombas de deslocamento positivo têm folgas muito
menores entre seus componentes. Isto reduz o vazamento e fornece uma
eficiência muito mais elevada quando usada em um sistema hidráulico de
alta pressão. O fluxo de saída em uma bomba de deslocamento positivo é
básicamente o mesmo para cada volta de bomba. As bombas de deslocamento
positivo são classificadas por ambos os controles de seu fluxo de saida e
e pela sua construção.
As bombas de deslocamento positivo são de duas maneiras nominais
Uma é pela pressão maxima do sistema (isto é 21.000kpa ou 3000 libras)
em que a bomba é projetada a operar. O segundo é pela saída especifica
pela volta ou em uma velocidade dad de encontro a uma pressão especifica
As bombas são avaliadas pelo lpm ou gpm (kpa ou psi).
Isto é 380 lpm 2000 rpm 690 kpa ou 100 gpm 100 libras por
polegada quadrada.
Quando expressada na saída por volta, a taxa de fluxo pode facílmente
ser convertida multiplicando pela velocidade no rpm (isto é 2000 rpm) e
dividindo.
Bombeia e gira 2000 rpm e tem fluxo de 11.55in3/rev ou decc/rev
cc/rev.
GPM = in3/rev X rpm LPM = cc/rev X rpm
231 1000
GPM = 11.55 X 2000 LPM = 190 X 2000
231 1000
GPM = 100 LPM = 380

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

Eficiencia Volumetrica (Volumetric Efficiency)


Enquanto a pressão aumenta, a folga entre as partes em uma bomba
de deslocamento positivo não produzem o mesmo fluxo de saída
que o fluxo de entrada. O óleo será forçado para trás com os
afastamentos entre a câmara de alta pressão e a câmara de pressão baixa.
O fluxo resultante de saída, quando comparardo a o fluxo de entrada, é
chamado de eficiencia volumetrica, o fluxo de entrada é definido geralmente
como o fluxo de saída 100 psi, a eficiencia volumetrica muda enquanto
a pressão muda e deve ser especificada para uma pressão dada. Quando uma
bomba que seja nominal em 100gpm 2000 rpm 100 psi, é operada de
de encontro a 1000 psi, sua saída pode deixar cair a 97 gpm. Esta bomba teria
uma eficiencia volumetrica" de 97% (97/100) @ 1000 psi.
Eficiencia volumétrica 1000 psi = output flow
input flow

Eficiencia volumétrica 1000 psi = 97


100

Eficiencia volumétrica 1000 psi = .97 ou 97% eficiencia de 1000 psi

Quando a pressão aumenta a 2000 psi, a saída pode cair a 95gpm, teria
então uma eficiencia volumetrica de 95 ou 95% 2000PSI. O rpm deve
permanecer constante ao medir a eficiencia volumetrica.
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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

FIXED DISPLACEMENT VARIABLE DISPLACEMENT


EXHAUST EXHAUST
SWASH
PLATE SLIPPER PISTON CONTROL LEVER SWASH
PLATE

DRIVE
SHAFT

RETAINING BARREL
PLATE ENTRADA ENTRADA
ASSEMBLY

Fig. 3.3.5 Bomba de Pistão (Piston Pumps)

Deslocamento Fixo versus Deslocamento Variável


O fluxo de saída de uma bomba de deslocamento fixo é mudado somente
variando a velocidade de rotação da bomba. Deve ser girado mais
rapidamente para aumentar o fluxo ou o mais lento para diminuir o fluxo
O tipo bomba de engrenagem é uma bomba de deslocamento fixo.
O tipo de bombas de palhetas e o de pistão podem ser fixos ou variável
O fluxo da saída de uma bomba de deslocamento variável pode ser aumentado
ou diminuir independente da velocidade da rotação. O fluxo de saída pode ser
controlado, automatico manual ou uma combinação de controlado manual
e automático.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

2 3 4 5
1 8

11
9 10

Fig. 3.3.6 Bomba de Engrenagens (Gear Pump)

Bomba de Engrenagens

A bomba de engrenagens consiste em retentores (1) junta (2) em retentores


do selo (3), placas de isolação (4) espaçadores (5) engrenagem piloto (6)
engrenagem secundaria (7) uma carcaça (8) flange de montagem (9) um
retentor da flange (10) placa de balanceamento da pressão (11) em um
outro lado das engrenagens. Os rolamentos são montados na carcaça e na
flange para suportar os eixos de engrenagem durante a rotação.
As bombas de engrenagens são bombas de deslocamento positivo. Entregam
a mesma quantidade de óleo para cada volta do eixo de entrada. A saída da
bomba é controlada mudando a velocidade da rotação. A pressão operando-se
na máxima para estas bombas é limitada a 4000PSI. Esta limitação é devido
ao desequilibrio hidráulico que é inerente no projeto da bomba de engrenagem.
O desequilibrio hidráulico produz uma carga lateral nos eixos que é resistida
pelos rolamentos e os dentes da engrenagem e carcaça. A bomba de
engrenagem mantem uma eficiencia volumetrica acima de 90% quando a
pressão é mantida dentro da escala projetada de pressão de operação.
.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

HOUSING

DRIVE GEAR

OUTLET OIL INLET OIL

IDLER GEAR

Fig. 3.3.7 Fluxo da Bomba de Engrenagem (Gear Pump Flow)

Gear Pump Flow


O fluxo da saída da bomba de engrenagem é determinado pela profundidade
do dente e pela largura da engrenagem. A maioria dos fabricantes da bomba
de engrenagem usam perfil standard determinados pela distância da linha
central (1.6", 2.0", 2.5", 3.0", etc.) entre eixos de engrenagem. Com
profundidades e perfis standadard do dente, as diferenças do fluxo dentro de
cada classificação da linha central são determinadas pela largura do dente.

Enquanto a bomba gira. o óleo está carregado entre os dentes da engrenagem


e a carcaça do lado da entrada ao lado de tomada da bomba. O sentido da
rotação do eixo da engrenagem de movimentaçào é determinado pela posição
dos pontos de entrada e de tomada. O sentido da rotação da engrenagem da
será sempre mover o óleo em torno da parte externa das engrenagens da
entrada a saída. Isto é verdadeiro nas bombas e motores de engrenagem.
Na maioria das bombas de engrenagens o ponto de entrada é maior que o
de saída. Nas bombas e motores bidirecionais, a entrada e a saída são iguais
ou seja do mesmo tamanho.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

HOUSING

DRIVE GEAR

OUTLET OIL INLET OIL


FORÇA

DENTES ENGRENANDO
IDLER GEAR

Fig. 3.3.8 Força da bomba de Engrenagem (Gear Pump Forces)


Gear Pump Forces
O fluxo da tomada de uma bomba de engrenagem está criado empurrando
o óleo para fora dos dentes da engrenagem no lado de saída. A resistência ao
fluxo de óleo cria a pressão de saída. O desequilibrio da bomba de engrenagem
é devido a pressão do ponto de tomada que é mais elevada do que a pressão
portuária de entrada. O óleo mais elevado da pressão empurra as engrenagens
para portuário de entrada da carcaça. Os rolamentos do eixo carregam a maioria
da carga lateral para impedir o desgaste excessivo entre as pontas do dente e
carcaça. Nas bombas de pressão mais elevada, os eixos da engrenagem afilados
ligeiramente na extrêmidade externa dos rolamentos da engrenagem. Isto
permite o contato cheio entre o eixo e o rolamento enquanto o eixo se dobra
ligeiramente sobre a pressão.
O óleo pressurizado é dirigido também entre a área selada das placas do
contrapeso de pressão a carcaça e a flange para selar as extremidades dos
dentes da engrenagem. O tamanho da área selada balanceia a pressão entre
as placas e a carcaça é o que limita a quantidade de força que empurra as
placas de encontro às extremidades das engrenagens.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

Fig. 3.3.9 Pressure Balance Plates

Placas Balanceamento Pressão (Pressure Balance Plates)


Há dois tipos diferentes de placas de balanceamento da pressão nas
bombas de engrenagens. O tipo mais novo (1) tem uma parte traseira
do plano. Este tipo usa uma placa de isolação, de cobre e 3 retentores
de selo. O tipo mais antigo (2) tem um sulco forma 3 retentores cortados
na parte traseira e é mais grosso do que o tipo mais usado. Dois tipos
diferentes de selos são usados com o tipo de balanceamento da placa pressão

PLACA BALANCEAMENTO
POCKET (BOLSO) PRESSÃO CABEÇA

Borda (CHAMFERED EDGE) Pontiaguda (SHARP EDGE)


Fig. 3.3.10 Gear Pumps With Pocket

Bombas de Engrenagem com Bolso (Gear Pumps with Pockets)


As bombas de engrenagens com uma carcaça feita para a máquina com
os bolsos para as engrenagens têm um raio das paredes ao fundo. A placa
de isolaçào de pressão trazeira balanceia a placa usada com chanfro (bolso)
devem ser chanfradas as bordas ao ajuste inteiramente de encontro ao bolso.
Usando uma placa de balanceamento de pressão pontiaguda no bolso da
carcaça forçarão as placas de balanceamento ao encontro das extremidades
das engrenagens e poderão causar uma falha.
.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

Bomba de Palhetas (Vane Pumps)


As bombas de palhetas são bombas de deslocamento positivo.
A saída da bomba pode ser fixa ou variável.

9 10

3 11
2
8
1

12 13
6 7
4 5

Fig. 3.3.11 Vane Pump


As bombas de palhetas fixas e variáveis usam a nomenclatura das peças
comuns. Cada bomba consiste carcaça (1), cartucho (2), placa de montagem
(3), retentor placa (4), retentores cartucho (5) aneis de cobre cartucho (6)
anel de retenção (7), eixo de entrada e rolamento (8), o cartucho consiste nas
placas de sustentação (9), o anel (10), placas flexiveis (11), rotor entalhado (12)
e as palhetas (13)
O rotor entalhado é girado pelo eixo de entrada, As palhetas moven-se
dentro e fora dos entalhes do rotor e no selo das pontas exteriores de
encontro ao anel do came. O interior do anel de deslocamento da bomba
fixa o elípitico na forma. O interior do anel de deslocamento da bomba
variável está redondo na forma. O cabo flexivel chapeia chapeia o selo
dos lados do rotor e das extremidades das palhetas. Em alguns projetos
de uma pressão mais baixa as placas e a carcaça de sustentação selam os
lados do rotor girando as extrêmidades das palhetas. As placas de sustentação
são usadas para dirigir o óleo nas passagens apropriadas da carcaça. A carcaça
alem de fornecer a sustentaçào para outras peças dea bomba de palheta
dirige o fluxo dentro e fora da bomba.

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Unidade 3 (Lição 3)

Fig. 3.3.12 Palheta de Pressurização (Vane Pressurization)


Palhetas (Vanes)
As palhetas são mantidas inicialmente de encontro ao anel do came pela
força centrifuga criada pela rotação do rotor. Enquanto o fluxo aumenta,
a pressão resultante que constrói a resistência a esse fluxo está dirigida em
passagens no rotor abaixo das palhetas (1) Este óleo pressurizado abaixo
das palhetas mantem as pontas das palhetas empurradas de encontro ao
anel do came para dar a forma de um selo. Para impedir que as palhetas
estejam empurradas duramente de encontro ao anel do came, são chamfradas
para trás (seta) permitindo uma pressão atraves extremidade exterior.

o Pressã
Pressã o

PRESSURIZED FLEX PLATES

Fig. 3.3.13 Placas de Flexão pressurizadas (Pressurized Flex Plates)


Placas de Flexão (Flex Plates)
O mesmo óleo pressurizado é dirigido também entre as placas de Flexão
e as placas de sustentação para selar os lados do rotor e da extrêmidade
das palhetas. O tamanho da área de selo entre a placa de flexão e as placas
de sustentação é que controla a força que empurra as placas de flexão de
encontro aos lados do rotor e da extrêmidade das palhetas os selos dados
forma devem ser instalados nas placas de sustentação com o lado arredondado
do anel-o no bolso e o lado liso de encontro à placa de flexão.

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Unidade 3 (Lição 3)

OUTLET canal entrada INLET PORT


PORT

ROTOR
ANEL EXCENTRICO
CAM RING

Palhetas (VANES)

Fig. 3.3.14 Operação Bomba Palhetas (Vane Pump Operation)

Operação da Bomba de Palhetas (Vane Pump Operation)


Quando o rotor gira em torno do anel do came, as palhetas deslizam
dentro e fora dos entalhes do rotor para manter o selo de encontro ao
anel do came. Enquanto as palhetas se movem fora do rotor entalhado
o volume entre as palhetas muda. Um aumento na distância entre o anel
do came e o rotor causa um aumento no volume. O aumento no volume
cría um vácuo ligeiro que permite que o óleo de entrada seja introduzido
no espaço entre as palhetas pela pressão atmosférica ou do tanque. Enquanto
o rotor continua a girar, uma diminuição na distância entre o anel e o rotor
causa uma diminuição na distancia entre o anel e o rotor diminui o volume.
O óleo é eliminado desse segmento do rotor na passagem tomada da bomba.
1 2

Fig. 3.3.15 Balanced Vane Pump


Bomba de Palhetas Balanceada (Balanced Vane Pump)
As bombas de palhetas balanceada tem um anel de forma elípitico do
came. Esta forma resulta na distância entre o rotor e o anel do came que
aumentam e diminuem duas vezes por volta. As duas entradas (1) e as
duas tomadas (2) opostas as forças de encontro ao rotor. Este projeto não
requer rolamento e as carcaças grandes suportam as peças girando. A
pressão máxima para estas bombas é de 4000PSI. As bombas de palhetas
usadas na hidráulica móvel têm uma pressão operando-se na máxima em
3300PSI ou menos.

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Unidade 3 (Lição 3)

OUTLET
PORT INLET PORT
RING

ROTOR

VANES

Fig. 3.3.16 Bombas de palhetas variável (Variable Vane Pump)

Variable Vane Pump


As bombas de palhetas variáveis são controladas deslocando um anel
redondo para a frente e para trás em relação a linha central do rotor.
As bombas de palhetas variáveis são raramente usadas em aplicações de
hidráulicas móveis.

2
1
3

5 6

Fig. 3.3.17 Componentes comuns (Common Parts)


Bombas de Pistão (Piston Pumps)
A maioria das bombas ou motores de pistão têm as peças comuns que
usam a mesma nomenclatura as peças da figura 3.3.17 são (1) cabeça,
(2) carcaça principal, (3) eixo, (4) pistões, (5) placa portuaria, (6) o
tambor e (7) a placa oscilante.
Os dois projetos das bombas de pistão são a axial e a radial. Ambas as
bombas são de deslocamento altamente eficiente, positivo, entretanto
a saída de algumas bombas podem ser fixa e de algumas bombas
variáveis.

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Unidade 3 (Lição 3)

Deslocamento Fixo Deslocamento Vár riá vel


EXHAUST EXHAUST
SWASH
PLATE SLIPPER PISTON CONTROL LEVER SWASH
PLATE

DRIVE
SHAFT

RETAINING BARREL
PLATE INTAKE INTAKE
ASSEMBLY

Fig. 3.3.18 Componentes Comuns (Common Parts)


Bomba e Motores de Pistão Axial (Axial Piston Pumps and Motors)
As bombas e os motores de pistão axiais de deslocamento fixo são
construidos em uma carcaça reta ou angular. A operação básica das
bombas e motores de pistão são as mesmas.
Bombas e Motores de Pistão Axiais de Carcaça Reta.
Figura 3.3.18 mostra uma ilustração deslocamento positivo da bomba
de pistão axial de deslocamento. Em maioria das publicações ambas
as bombas são positivas e que o deslocamento é considerado a ser
compreendido, e as bombas estão referenciadas como bombas de
deslocamento fixo e variáveis.
.
Nas bombas de pistão axiais de deslocamento fixo, os pistões movem
inversamente e enviam em uma linha que esteja perto da paralela à
linha central do eixo.
Na bomba de pistão reta de carcaça mostrada na ilustração esquerda
da figura 3.3.18, os pistões são mantidos de encontro a placa oscilante
em forma de cunha. O angulo da placa oscilante controla a distância que
os pistões se movem dentro e fora das câmaras do tambor. Maior o ângulo
da placa oscilante, mais grande a distância do movimento do pistão mais
produzira vazão por volta.
Na bomba de pistão axial de deslocamento variável, a placa oscilante ou
a placa do tambor e da abertura podem girar para frente e para trás para
mudar seu ângulo ao eixo. O ângulo em mudança faz com que o fluxo
de saída varie entre o minimo e o maximo embora a velocidade do eixo
seja constante.
Em uma ou outra bomba, quando o pistão se move para trás, o óleo corre
através da entrada e enche o espaço à esquerda pelo movimento do pistão
Enquanto a bomba gira, o pistão move-se para frente, o óleo é eliminado
através da exaustão e do sistema.
A maioria de bombas usadas em equipamento moveis são de pistões axiais

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

RETAINING PLATE LINK


PISTON

PORT PLATE

HEAD

SHAFT

CASE BARREL
FLUSHING VALVE
(INSIDE HEAD)

Fig. 3.3.19 Bomba de pistão Axial de Carcaça Angular.


Angled Housing Axial Piston Pump
Na bomba de pistão angular de carcaça mostrada na figura 3.3.19, os
pistões são conectados ao eixo de entrada e pelas ligações do pistão
ou pelas extrêmidades esféricas do pistão que cabem nos soquetes em
uma placa. A placa é uma peça integral do eixo. O ângulo da carcaça
e a linha central do eixo controla a distância que os pistões se movem
dentro e fora das câmaras do tambor. Maior o ângulo da carcaça, mais
extremamente a bomba produzira vazão.
O fluxo de saída de uma bomba de pistão fixa de deslocamento, pode
somente ser mudado mudando a velocidade do eixo de entrada.
Em Linha Reta Motores de Pistão de Carcaça de Angulo
No ângulo que abriga o motor fixo de pistão de deslocamento, o
ângulo da carcaça da linha central do eixo determina a velocidade
do eixo de saída do motor.
Na carcaça reta o motor reparado de pistão de deslocamento, o ângulo
da placa oscilante em forma de cunha determina a velocidade do eixo
de saída do motor.
Em ambos os motores, a velocidade do eixo de saída pode somente ser
mudada mudando o fluxo de entrada ao motor.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

Algumas bombas de pistão menores são projetadas para pressões de


10000PSI ou mais, As bombas de pistão usadas no equipamento móvel
são projetadas para uma pressão máxima de 7000PSI mais ou menos.

TUCHO(CAM FOLLOWER)

PISTÃ OPISTON)
(

ANEL EXCENTRICO

VALVULA

Fig. 3.3.20 Bomba de Pistão Radial (Radial Piston Pump)

Radial Piston Pump


Na figura radial 3.3.20, da bomba de pistão, os pistões movem-se para
fora e para dentro em uma linha que seja 90 graus à linha central do eixo
Quando o seguidor do came rola abaixo do anel do came, o pistão move-se
para fora. A pressão atmosférica ou uma bomba de carga empurram o óleo
através do ponto de entrada da válvula e enchem o espaço à esquerda pelo
movimento do pistão. Quando o seguidor do came rola acima do anel do
came o pistão move-se para dentro. O óleo e eliminado através ponto tomada.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

Engrenagem acionada(DRIVE GEAR)

HOUSING Entrada(INLET)

Saída (OUTLET)

Meia lua (CRESCENT)

Anel planetario (RING GEAR)

Fig. 3.3.21

Bomba de Engrenagem Interna ( Internal Gear Pump)


A bomba de engrenagem interna (fig. 3.3.21) tem uma engrenagem
de movimentação pequena (pinhão) e uma grande do anel (engrenagem
exterior). A engrenagem do anel é ligeiramente maior no passo do que
a de movimentação. Uma meia lua estacionária fica situado abaixo do
pinhão entre as duas engrenagens. Os pontos de entrada e saída ficam
situados nas duas extrêmidades da meia lua (crescent).
Quando a bomba gira os dentes das engrenagens no ponto de entrada da
bomba, o vácuo entre os dentes aumenta e enche-se com o óleo de entrada
O óleo é carregado entre os dentes da engrenagem de movimentação e a
meia lua, e os dentes da engrenagem do anel e a meia lua ao ponto de
tomada. Quando as engrenagens passam o ponto de tomada, o vácuo entre
os dentes diminui e os dentes engrenam. Esta ação força o óleo para fora
entre os dentes e o ponto de tomada (saída).
A bomba de engrenagens interna é usada como bomba, carregada pela
bomba de pistão.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

ENGRENAGEM ENGRENAGEM
INTERNA EXTERNA

Fig. 3.3.22

Bomba Conjugada de Curva (Conjugate Curve Pump)


A bomba conjugada de curva(Fig. 3.3.22) é chamada tambem de
GE R OT OR T M. Os membros internos e externos giram Os
dentro da carcaça. Bombear é conseguido pelo lóbulo no contato interno
e externo do membro durante a rotação, Enquanto os membros giram,
o interno anda ao redor dentro do exterior. Os pontos de entrada e de
saída ficam situados nas tampas de extremidade da carcaça. Entra fluido
através da entrada carregando ao redor da saída e espremida para fora
quando os lóbulos engrenam.
Uma bomba conjugada modificada de curva é usada na unidade
de controle de direção de muitos sistema (HMU). Quando
usada no HMU somente a engrenagem interna gira.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

BOMBA UNIDIRECIONAL BOMBA UNIDIRECIONAL


DESLOCAMENTO DESLOCAMENTO
FIXO VARIÁVEL

BOMBA BIDIRECIONAL BOMBA BIDIRECIONAL


DESLOCAMENTO DESLOCAMENTO
FIXO VARIÁVEL

Fig. 3.3.23 SIMBOLOGIA ISO PARA BOMBAS (Pump ISO Symbols)

Pump ISO Symbols


Os símbolos ISO de bombas são distinguidos por um triângulo escuro
em um círculo com a ponta do triangulo apontada para fora. Uma seta
através do circulo indica uma saída variável por volta.

MOTOR UNIDIRECIONAL MOTOR UNIDIRECIONAL


DESLOCAMENTO VDESLOCAMENTO
FIXO VARIÁVEL

MOTOR BIDIRECIONAL MOTOR BIDIRECIONAL


DESLOCAMENTO DESLOCAMENTO
FIXO VARIÁVEL

Fig. 3.3.24 Simbologia ISO de Motores ( Motor ISO Symbols)

Motor ISO Symbols


Os símbolos ISO de motores são distinguidos por um triângulo escuro
em um circulo apontado para o centro do circulo. Uma seta através do
círculo indica uma entrada variável por volta.

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Treinamento Operacional
Únidade 3 (Lição 3)

Student Copy: Lab 3.3.1


Fig. 3.3.25 Gear Pump

LAB 3.3.1: GEAR PUMP CONSTRUCTION

Fialidade (Purpose)
Vamos desmontar e montar os tipos de bombas de engrenagens e identificar os componentes.
Procedimento (Procedure)
1. Desmontar e identificar os componentes.

2. Montar as bombas corretamente


.

Materiais Necessarios (Materials Needed)

1. bomba de engrenagem de aluminio.

2. bomba de engrenagem aço.

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Unidade (Lição 3)
Treinamento Operacional
Sistema de Vedação
.

1 2 3 4

1 2 3 4

(1) Seal retainer, (2) Seal, (3) Seal backup, (4) Isolation plate

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Unidade 3 (Lição 3)
Treinamento Operacional
First Rear Grooved - Thicker Pressure Plate Seals
Used on FP8

5 6

5 6

(5) Seal, (6) Seal backup

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Unidade (Lição 3)
Treinamento Operacional
Later Rear Grooved - Thicker Plate Seals
Used on FL7

(7) Seal

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

Student Copy: Lab 3.3.2


Fig. 3.3.26 BOMBA DE PALHETA (Vane Pump)

LAB 3.3.2: VANE PUMP CONSTRUCTION

Finalidade (Purpose)
Montar e desmontar bombas de palhetas identificando os componentes.
Procedimentos (Procedures)
1.Usar as bombas disponiveis.
.
2.Examinar os componentes.
.
3.Examinar as passagens de óleo.
.
.
.
.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 3)

Student Copy: Lab 3.3.3


Fig. 3.3.27 Construção da Bomba de Pistão

LAB 3.3.3: PISTON PUMP CONSTRUCTION

Finalidade (Purpose)
Montar e desmontar as bombas conhecer os componentes.
.
Procedimento (Procedure)
Identificar os componentes regulagens e passagens de óleo.
.

Materiais necessários (Materials needed)


Usar as bombas disponiveis.
.
.
.
.

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Lição 4: Válvulas de Controle Pressão
Lição 4: Válvulas de Controle Pressão

Sistemas Hidráulicos
• Hydraulic Tank
• Hydraulic Fluids
• Hydraulic Pumps and Motors
• Válvulas Controle Pressão
• Directional Control Valves
• Flow Control Valves
• Cylinders

Introdução
As válvulas de controle de pressão são usadas para controlar a pressão
em um circuito ou em um sistema. A função da válvula permanecerá a
mesma embora o projeto possa mudar. Os exemplos de válvulas de
controle de pressão incluem, válvulas de escape, de sequencia, redutora
de pressão, diferencial pressão, válvulas de descarga etc.
Objetivos
Em cima da conclusão desta lição o treinando poderá:

1. Listar as válvulas comuns.


2. Indicar as funções das válvulas.
.
3. Indicar a simbologia ISO das válvulas de controle de
pressão.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 4)

Válvulas de Alívio (Relief Valves)


Os sistemas hidráulicos são projetados a operar-se dentro de alguma
escala de pressão. Exceder esta escala pode danificar os componentes
do sistema ou risco pessoal. A válvula de escape mantem a pressão
dentro do limite projetado abrindo e permitindo que o óleo flua a um
outro circuito ou para o tanque.

Fig. 3.4.1 Pressão de Abertura (Cracking Pressure)

Válvula de Alívio de Pressão Simples, Pressão de Abertura.


Fig. 3.4.1 Mostra uma válvula de escape simples "na posição
abrindo".
A válvula de escape simples, chamada também válvula de alivio
é mantida fechada pela força da mola. A tensão da mola é ajustada
ao ajuste pressão alívio. Entretanto, o ajuste da pressão de aílvio não
é a pressão em que a válvula começa primeiramente a abrir.
Quando uma circunstância causa uma resistência ao fluxo normal do
óleo no circuito, o fluxo excessivo do óleo faz a pressão de óleo
aumentar. A pressão de óleo crescente é detectada pela válvula escape.
Quando a força da pressão do óleo supera a força da mola, a válvula
move-se de encontro a mola e começa-se a abrir. A pressão requerida
para começar a abertura e chamada de (Cracking Pressure) pressão de
abertura. A válvula abre apenas o bastante para permitir que o óleo
adicional corra através da válvula.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 4)

Fig. 3.4.2 Regulagem de Pressão de Alivio (Relief Pressure Setting)

Simple Pressure Relief Valve, Relief Pressure Setting


Um aumento na resistência ao fluxo do óleo aumenta o volume de
óleo adicional e aumenta a pressão do circuito. O aumento na pressão
do circuito supera a tensão da mola e abre mais a válvula de alivio
.
O processo é repetido até que o volume máximo de óleo (fluxo em
excesso da bomba) corra através da válvula de alivio. Esta é a pressão
de alivio que ajusta-se como mostrado na fig.3.4.2
A válvula de alivio simples é usada geralmente onde o volume de fluxo
de óleo adicional é baixo ou onde há uma necessidade de resposta rápida.
Isto faz a válvula de alivio simples ideal para aliviar pressões de choque
ou como uma válvula de segurança.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 4)

PILOT VALVE
SPRING

PILOT VALVE

UNLOADING
VALVE SPRING
UNLOADING
VALVE
TO
UNLOADING TANK
VALVE ORIFICE
TO
PUMP FLOW
SYSTEM

Fig. 3.4.3 Fluxo dé Óleo do Sistema (System Oil Flow)

Pilot Operated Relief Valve, CLOSE Position


A válvula de escape operada por piloto (fig.3.4.3) é usada frequent.
nos sistemas que requerem um volume grande de óleo, e um diferencial
pequeno entre a pressão de abertura e a pressão do fluxo.
Na válvula de alivio operada por piloto, uma válvula piloto (válvula de
alivio simples) é usada para controlar a válvula principal.
A válvula piloto é menor e não segura o fluxo grande de óleo do volume.
Consequêntemente, a mola da válvula piloto é menor permitindo um
controle de pressão mais preciso. A diferença entre a pressão de abertura
da válvula piloto e a pressão máxima é prendida a um minimo.
.
A válvula de descompressão suporta o bastante para segurar o fluxo
completo da bomba na pressão máxima projetada de alívio. A válvula
de descompressão usa a pressão de óleo do sistema para manter a válvula
fechada. Consequêntemente a mola não necessita ser forte. Isto permite
que a válvula tenha uma pressão mais precisa de abertura.
O óleo do sistema flui pela carcaça da válvula de alivio. através do orifício
e das suficiências da válvula de descompressão, a câmara da mola da válvula
descompressão. O óleo na câmara da mola da válvula vem no contato com
uma área pequena da válvula piloto. Isto permite que a válvula piloto use
uma mola pequena para controlar uma alta pressão. Quando a pressão de
óleo aumenta no sistema, a mesma pressão está na câmara da mola da válvula.
Consequêntemente a pressão do óleo está a mesma em ambos os lados da
válvula. A força combinada da pressão do óleo do sistema na câmara da mola
da válvula e a força da mola no alto da válvula são mais grandes do que a
força da pressão de óleo do sistema de encontro ao fundo da válvula. A força
combinada na câmara da mola mantem a válvula de descompressão fechada.
.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 4)

PILOT VALVE
PILOT VALVE SPRING ORIFICE

PILOT VALVE
UNLOADING
UNLOADING VALVE ORIFICE
VALVE SPRING

UNLOADING VALVE
TO TANK

PUMP FLOW TO SYSTEM

Fig. 3.4.4 Válvula Piloto Aberta (Pilot Valve Open)

Pilot Operated Relief Valve, OPEN Position


Quando a pressão do óleo do sistema exceder o ajuste da mola da válvula
piloto abrirá (Fig.3.4.4). A válvula piloto aberta permite que o óleo na
câmara da mola da válvula de descompressão flua ao tanque. A abertura
da válvula piloto (orificio) é maior do que o orifício da válvula de descomp.
Consequentemente os fluxos do óleo passam pela válvula piloto mais rápido
do que através do orifício da válvula descompressão. Isto permite que a
pressão diminua da câmara da mola da válvula descomp. A força da pressão
de óleo mais elevada do sistema move a válvula descomp. ao tanque. Os
furos estrangulando permitem que a válvula de descomp. despeje o
volume do óleo necessário para manter a pressão desejada do alivio.
.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 4)

FROM TO
PUMP TANK

Fig. 3.4.5 Simbolo ISO da Válvula de Alivio ( Relief Valve ISO Symbol)

Relief Valve ISO Symbol CLOSED (FECHADA)


O símbolo ISO da válvula de alivio na figura 3.4.5 pode representar
uma válvula de alivio simples ou uma válvula de alivio operada por
piloto. O simbolo ISO é o mesmo para todas as válvulas de alivio.
O símbolo ISO acima da válvula de alivio, mostra um unico envelope
na posição fechado. A pressão do sistema é detectada através da linha
piloto no alto do envelope e trabalha para mover a válvula (seta) de
encontro a mola. Durante operações normais, o fluxo da bomba é
obstruido pela válvula fechada.

FROM TO
PUMP TANK

Fig. 3.4.6 Relief Valve ISO Symbol Open to Flow

Simbolo ISO Válvula de Alivio Aberta ao Fluxo


O simbolo ISO na figura 3.4.6 mostra um único envelope da válvula
na posição aberta (OPEN).
Quando a pressão de óleo do sistema supera a força da mola, a seta
abaixa a válvula abre e conecta a linha de óleo da bomba com a linha
do tanque hidráulico. O óleo da bomba corre através da válvula ao
tanque.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 4)

FROM TO
PUMP TANK

Fig. 3.4.7 Válvula de alivio Variável (Variable Relief Valve)

Variable Relief Valve ISO Symbol


Fig.3.4.7 Mostra símbolo ISO para uma válvula de alivio variável.
A válvula de alivio variável é uma unica válvula de envelope com
uma seta através da mola. A seta mostra que a tensão da mola pode
ser variada.

UNLOADING PILOT TO TANK


VALVE SPRING VALVE
CHAMBER

FROM
PUMP

OUTPUT TO
TO
CIRCUIT 2
CIRCUIT 1

UNLOADING
VALVE

Fig. 3.4.8 VÁLVULA DE SEQUÊNCIA FECHADA (Sequence Valve CLOSED)

Sequence Valve, CLOSE Position


A válvula de sequência fig.3.4.8 é simplesmente uma válvula de
alivio operada por piloto em série com com segundo circuito. A
válvula de sequência é usada quando dois circuitos são alimentados
por uma bomba e um tem mais prioridade que o outro.
O fluxo de óleo da bomba dos blocos da válvula de sequência ao
circuito 2 até o circuito 1 é satisfatorio. Quando o óleo da bomba enche
o circuito 1 a pressão de óleo começa aumentar. O aumento é detectado
durante todo o circuito da válvula descompressão e na câmara da mola
da válvula descompressão da válvula de sequência.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 4)

UNLOADING PILOT TO TANK


VALVE SPRING VALVE
CHAMBER

FROM
PUMP

OUTPUT TO
TO CIRCUIT 2
CIRCUIT 1

UNLOADING
VALVE

Fig. 3.4.9 Válvula Sequência Aberta (Sequence Valve OPEN)


Sequence Valve, OPEN Position
Quando a pressão na câmara da mola da válvula descompressão excede
o ajuste da mola da válvula piloto a válvula p. abre. A válvula piloto aberta
permite que o óleo na câmara da mola da válvula descompressão flua ao
tanque. Isto permite que a pressão diminua na câmara da mola vál. desc.
A força da pressão do óleo mais elevada do sistema move a valvula descomp.
de encontro a força da mola da mesma e abre a passagem para o circuito 2. O
óleo da bomba corre através da válvula de sequência para o circuito 2. A
válvula de sequência permanece aberta até a pressão no circuito 1 diminuir
menor do que o ajuste da pressão da válvula de sequência.
.

FROM TO
PUMP CIRCUIT 2

Fig. 3.4.10 Simbolo ISO Válvula se Sequência (Sequence Valve ISO SYMBOL)

Sequence Valve ISO Symbol


A operação da válvula de sequência é a mesma que a válvula de
alivio.
Na válvula de alivio a câmara da mola é drenada normalmente interna
à passagem da saída. Na válvula de sequência a passagem da saída
conecta ao segundo circuito. Porque o segundo circuito está sob a pressão
quando a válvula de sequencia abre, a câmara da mola da válvula piloto
deve extremamente ser drenada ao tanque.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 4)

Válvula Redutora Pressão (Pressure Reducing Valve)


A válvula redutora de pressão permite que dois circuitos de pressões
diferentes sejam alimentados pela mesma bomba. A pressão máxima
da fonte é controlada pela válvula de alivio do sistema. A válvula red.
pressão controla a pressão máxima do circuito de óleo controlado.

DRAIN SUPPLY DRAIN PISTON


OIL

VALVE VALVE CONTROLLED PISTON


SHIMS SPRING SPOOL OIL CIRCUIT CHAMBER

Fig. 3.4.11 Pressure Reducing Valve

Partida da Bomba (Pump Start-up)


Fig. 3.4.11 Mostra a válvula redutora de pressão na posição
normalmente aberta.
Na partida da bomba a força da mola da válvula prende o carretel da
válvula e o pistão a direita. O óleo da fonte flui em torno do carretel
da válvula redutora de pressão ao circuito controlado do óleo (lado de
saída da válvula). O óleo da fonte corre também através da passagem
do óleo a câmara do pistão a direita do carretel da válvula. Toda a
mudança na pressão controlada do circuito de óleo é detectada na
câmara do pistão. Na partida da bomba a pressão de óleo da fonte e a
pressão de óleo controlada são a mesma.

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Unidade 3 (Lição 4)

SUPPLY
DRAIN ORIFICE OIL DRAIN PISTON

VALVE VALVE CONTROLLED PISTON


SHIMS SPRING SPOOL OIL CIRCUIT CHAMBER

Fig. 3.4.12 Condição Normal Operação (Normal Operating Condition)

Normal Operating Condition


Fig.3.4.12 Mostra a válvula redutora de pressão na condição
normal de operação.
Quando a pressão aumenta no circuito controlado do óleo o aumento
está detectado na câmara de pistão. A pressão crescente move o pistão
para a esquerda de encontro ao carretel da válvula e a força da mola.
Quando o carretel da válvula se move para a esquerda o carretel restringe
o óleo da fonte que corre através da válvula e reduz a pressão controlada
do circuito do óleo.
O carretel movente da válvula cría um orifício variável entre o óleo
da fonte e o circuito controlado do óleo. O orifício variável permite que
o fluxo do óleo aumente e diminua conforme necessário a pressão no
circuito controlado do óleo.
O óleo na câmara da mola deve ser retornado ao tanque. Todo o aumento
na pressão de óleo da câmara da mola causará um aumento no ajuste da
válvula.

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Unidade 3 (Lição 4)

FROM TO CONTROLLED
PUMP OIL CIRCUIT

Fig. 3.4.13 Pressure Reducing Valve ISO Symbol

Pressure Reducing Valve ISO Symbol


Fig.3.4.13 Mostra o símbolo ISO para válvula redutora de pressão
O símbolo ISO usa um único envelope para representar a potencialidade,
posicionando infinita da válvula redutora de pressão.
O óleo da bomba corre através da válvula normalmente aberta ao circuito
controlado do óleo. A pressão controlada do circuito do óleo e detectada
através da linha piloto e move a válvula (seta) de encontro à mola, a válvula
desloca para baixo e restringe o fluxo do óleo ao circuito controlado do
óleo. A pressão acima pode continuar a aumentar. Entretanto a pressão
inferior não aumentará além do ajuste da válvula redutora de pressão.
.
.
Quando a pressão controlada do circuito do óleo diminui, a força da mola
deslocará a seta para cima na posição aberta. A válvula dosará
constantemente o fluxo do óleo para manter a pressão controlada do
circuito do óleo.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 4)

Válvula Diferencial de Pressão (Pressure Differential Valve)

Nas figuras 3,4.14 e 3.4.15, a mola exerce uma força de 50PSI.


A pressão de óleo da fonte deve exceder 345kpa (50 libras por
polegada quadrada) para superar a força da mola e para mover
o carretel da válvula.

SECONDARY PRIMARY
CIRCUIT CIRCUIT

SUPPLY OIL
50 PSI VALVE VALVE
SPRING SPOOL BODY

Fig. 3.4.14 Pump Start-up

Pump Start-up
Fig.3.4.14 Mostra uma válvula de diferencial de pressão. A válvula
do diferencial de pressão mantem uma diferemça especificada em
uma pressão entre dois circuitos.
Na partida da bomba sempre que a pressão no circuito preliminar é
menor que 345kpa (50psi) a força da mola prende o carretel da válvula
à direita. O fluxo do óleo é obstruido ao circuito secundário. Toda a
mudança na pressão preliminar do circuito é detectada no carretel valv.

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Unidade 3 (Lição 4)

SECONDARY PRIMARY
CIRCUIT CIRCUIT

SUPPLY OIL
50 PSI VALVE VALVE
SPRING BODY SPOOL
Fig. 3.4.15

Condição Normal de Operação (Normal Operating Condition)


Quando o circuito preliminar é enchido, a pressão começa a aumentar.
Quando a pressão preliminar aumenta mais que 345kpa (50psi) a pressão
preliminar supera a força e os movimentos diferenciais da mola da válvula
de 345kpa a esquerda. O óleo da fonte flui ao circuito secundário. O óleo
da fonte corre também através da passagem a câmara diferencial da mola
da válvula.
Quando o circuito secundário é enchido a pressão começa a aumentar.
O mesmo aumento da pressão é detectado na câmara diferencial da mola
da válvula. A pressão de óleo e a força da mola combinadas movem o
carretel da válvula para a direita tentando fechar o fluxo de óleo ao circuito
secundário. Entretanto o aumento na pressão no circuito primário mantem
a válvula aberta. A pressão aumenta nos circuitos primários e secundários
até que a válvula de alivio abra e emita o fluxo da bomba para o tanque.
..
A válvula de diferencial de pressão estabelece uma posição que mantenha
constantemente uma diferença de 345kpa (50psi) entre os circuitos primários
e secundários em todas as pressões acima de 345kpa (50psi).

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Unidade 3 (Lição 4)

INLET OUTLET

Fig. 3.4.16 Símbolo ISO da Válvula Diferencial de Pressão

Pressure Differential Valve ISO Symbol


O simbolo ISO da válvula diferencial de pressão (fig.3.4.16) é uma
combinação do símbolo da válvula de alivio de pressão e do símbolo
da válvula redutora de pressão.
A pressão do lado de entrada e detectada pela válvula e trabalha de
encontro à força da mola como na válvula de alivio. A pressão da
tomada é detectada pela válvula e trabalha com a força da mola. A
diferença entre a entrada e a saída é sempre igual a pressão da força
da mola do carretel da válvula não o bastante para mudanças na pressão
no ponto de entrada. Exemplo uma pressão da força da mola de 345kpa
produzirá um diferencial de pressão entre a entrada e a pressão de saída
de 345 kPa (50 psi).
A mola é mudada para encontrar-se com toda a mudança requerida na
pressão diferencial. Normalmente os calços não são usados para mudar
as exigências da pressão.

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Lição 5: Válvulas Controle Direcional
Lição 5: Válvulas de Controle Direcional

Sistemas Hidráulicos
• Hydraulic Tank
• Hydraulic Fluids
• Hydraulic Pumps and Motors
• Pressure Control Valves
• Directional Control Valves
• Flow Control Valves
• Cylinders

Introdução
As válvulas de controle direcionais são usadas para dirigir o óleo em
circuitos separados de um sistema hidráulico. A capacidade máxima
do fluxo e a queda de pressão através da válvula são as primeiras
considerações. As válvulas de controle direcionais podem ser conectadas
com os controles manuais, hidráulicos, pneumaticos, e eletrônicos. Estes
fatores são determinados na maior parte durante o projeto inicial sistema.
Objetivos
Em cima da conclusão desta lição o treinando poderá:

1. Indicar os tipos e funções de válvulas de


controle de direção,giratório, carretel,
e atuada por solenóide
2. Indicar a função das válvulas de retenção,
operada por piloto, e vai e vem
3. Identificar os símbolos ISO para várias
válvulas de controle direcionais.

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Unidade 3 (Lição 5)

Vávula de Controle Direcional


A válvula de controle direcional é usada para dirigir o óleo da fonte
ao atuador em um sistema hidráulico.
O corpo da válvula é perfurado, usinado e tratado. Os pontos de
entrada e saída em alguns casos são rosqueados precisamente.
O carretel das válvulas é feito com aço de classe elevada. Alguns
Outros são tratados com cromo. Todos são feitos sob medidas
precisas. O corpo e o carretel da válvula são acoplados dentro do
conjunto de especificações de projeto. Quando montado o carretel
é a única parte que se move.

CORPO DA VÁ LVULA

SPOOL GROOVE (ranhuras)

VALVE BORE SPOOL LANDS (saliê


encias)

Fig. 3.5.1 Carretel da Válvula (Valve Spoo)l

Valve Spool
O carretel da válvula (fig. 3.5.1) consiste em ranhuras e saliências.
As faces do carretel obstruem o óleo que correm através do corpo
da válvula. As ranhuras permitem que o óleo flua en torno do carr.
A posição do carretel quando não ativada é chamada de normal.
.
Quando uma válvula de centro aberto esta na posição normal o óleo da
da fonte corre através da válvula e do sistema retornando ao tanque.
Quando uma válvula de centro aberto esta na posiçào atuar o óleo da
fonte está obstruído pelo carretel da válvula.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

FROM FROM
CYLINDER FROM CYLINDER
HEAD END PUMP ROD END

VALVE VALVE
SPOOL BODY

LOAD
CHECK
VALVE TO
TO
TANK
TANK
TO TANK

Fig. 3.5.2 Válvula de Controle Direcional Reter (HOLD)

Válvula de Controle Direcional de Centro Aberto Posição Reter


Fig. 3.5.2 Mostra um diagrama cortante de uma válvula de controle
direcional de centro aberto típica na posição reter (HOLD).
Na posição reter, o óleo da bomba flui no corpo da válvula em torno
do carretel e dos retornos do tanque. O óleo da bomba flui tambem
para à válvula de retenção de carga. A passagem antes da val. retenção
é enchida com o óleo obstruido. O óleo obstruido e a mola da válvula
de retenção mantêm a mesma fechada. O carretel da válvula obstrui
também o óleo na linha da extremidade da haste e cilindro principal.
FROM FROM
CYLINDER FROM CYLINDER
HEAD END PUMP ROD END

VALVE VALVE
SPOOL BODY

LOAD
CHECK
VALVE TO
TO
TANK TANK

TO TANK

Fig. 3.5.3 Válvula de Controle Direcional Levantamento ( RAISED)

Open Center Directional Control Valve in RAISE Position


Fig. 3.5.3, Mostra o carretel no instante onde o carretel é movido
para a posição de levantamento.
Quando o carretel é movido para a posição levantamento, o carretel
obstrui o fluxo de óleo da bomba ao tanque. Entretanto o fluxo de óleo
da bomba está aberto à válvula de retenção. O carretel da válvula conecta
tambem a extremidade da cabeça do cilindro ao óleo atrás da válvula
e a extremidade da haste à passagem do tanque. A válvula impede o

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

óleo na extremidade principal do cilindro de fluir na passagem


do óleo da bomba. O fluxo obstruído do óleo da bomba causa
um aumento na pressão de óleo.

FROM FROM
CYLINDER FROM CYLINDER
HEAD END PUMP ROD END

VALVE VALVE
SPOOL BODY

LOAD
CHECK
VALVE TO
TO
TANK TANK

TO TANK

Fig. 3.5.4 Posição de Levantamento (Raise Position)

Open Center Directional Control Valve, RAISE Position


Fig.3.5.4, Mostra o aumento na pressão de óleo da bomba, supera
a pressão da válvula de retenção. Os fluxos de óleo da bomba passam
a válvula aválvula de retenção e em torno do carretel da válvula à
extremidade principal do cilindro.
O óleo no fim da haste do cilindro passa o carretel da válvula retornando
ao tanque.

UMA DUAS TREIS


POSIÇ Ã O POSIÇ Õ ES POSIÇ Õ ES
Fig. 3.5.5 SIMBOLOGIA ISO

Simbolos ISO de Válvulas


Envelopes Básicos
Os símbolos básicos ISO de válvulas na fig.3.5.5 consiste em
um ou mais envelopes básicos. O número de envelopes usados
representa posições que a válvula pode ser deslocada.

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Unidade 3 (Lição 5)

TWO-WAY THREE-WAY FOUR-WAY SIX-WAY

Fig. 3.5.6 Abertura da Válvula (Valve Port)

Abertura da Válvula (Valve Port)


São mostrados na figura 3.5.6 as passagens da válvula para unir linhas
trabalhando. Uma válvula com duas passagens é entendida
como uma válvula de dois sentidos. Estas não podem ser confundidas
como mostrada na figura 3.5.5. As válvulas podem ter várias posições
e passagens como necessitados. A maioria das posições é na escala
escala de 1 a 3 e as passagens de 2 a 6.

FLUXO EM FLUXO EM FLUXO EM FLUXO FLUXO


UMA AMBAS PARALELO CRUZADO BLOQUE.
DIREÇ Ã O DIREÇÕ ES

Fig. 3.5.7 Trajeto do Fluxo (Flow Path)

Flow Path
Na fig..3.5.7, as linhas e as setas dentro dos envelopes são usadas para
representar os trajetos e os sentidos do fluxo entre as passagens.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

A B

CENTRO FECHADO
P T

A B
TANDEM CENTER
(CATERPILLAR
CENTRO ABERTO) P T

A B

CENTRO ABERTO
P T

Fig. 3.5.8 VÁLVULA TRÊS POSIÇÕES (Three Position Valve)

Three Position Valve


Fig.3.5.8 mostra três símbolos ISO de válvula de três posições.
Nesta válvula a posição central é a neutra ou reter. Quando a válvula
não esta tarbalhando, a válvula é colocada na posição reter.
.
Dependendo do projeto do carretel, a posição central serve para
diversas finalidades.
O símbolo ISO no alto representa uma válvula de centro fechado.
Quando colocado na posição reter o carretel obstrui todo o fluxo.
O símbolo ISO no meio representa uma válvula de centro em tandem.
Quando na posição reter os blocos do centro em tandem boqueia o fluxo
A e B porem conectam a bomba ao tanque.
O símbolo ISO de baixo representa uma válvula de centro aberta. Quando
colocado na posição reter a válvula conecta todas as passagens ao tanque.
.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

TO
TANK
ABAIXAR (LOWER)

VÁLVULA
RETENÇÃO PARA HASTE CILINDRO
PARA CABEÇ A CILINDRO
FROM
PUMP PARA O TANQUE

LEVANTAR (RAISE)
CONTROLE MANUAL

Fig. 3.5.9 Válvula de Seis Passagens (Six Way Valve)

Válvula Três Posições, Seis Passagens, Centro Aberto, Controle Manual

Fig. 3.5.9, mostra três posições, seis passagens, centro aberto, controle
manual e posição reter. O óleo da bomba flui em torno do carretel da
válvula ao tanque. O óleo no cilindro é obstruído pelo carretel da válvula
de controle.

Ó LEO PILOTO

TO
TANK
ABAIXAR (LOWER)

CHECK
VALVE PARA HASTE DO CILINDRO
PARA CABEÇA DO CILINDRO
FROM
PUMP PARA O TANQUE

LEVANTAR (RAISE)
CONTROLE PILOTO

Ó LEO PILOTO

Fig. 3.5.10 Válvula Seis Passagens (Six Way Valve)

Six Way Valve

Three Position, Six Way, Close Center, Pilot Controlled Valve

Fig. 3.5.10 mostra uma válvula três posições, sei passagens, centro
fecahado,válvula controlada por piloto, na posição reter, todo o fluxo do
óleo é obstruido pelo carretel da válvula de controle.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

SOLENOID MANUAL PUSHBUTTON PEDAL


ACTUATOR ACTUATOR ACTUATOR ACTUATOR

SPRING PUSH-PULL LEVER AIR OIL


ACTUATOR ACTUATOR ACTUATOR ACTUATOR

MECHANICAL DETENTED
ACTUATOR ACTUATOR

Fig. 3.5.11 Atuadores Direcionais da Válvula de Controle

Directional Control Valve Actuator


Fig. 3.5.11 mostra os símbolos ISO para os vários atuadores direcionas
de válvulas de controle.

ROD END TO TANK ROD END TO TANK

PORT PORT PORT PORT


VALVE VALVE
CHANNELS

BODY BODY
CHANNELS

PLUG PLUG
PORT PORT
PORT PORT
FROM PUMP HEAD END
FROM PUMP HEAD END

Fig. 3.5.12 Válvula Rotativa ou Giratória (Rotary Valve)

Rotary Valve
A válvula da (Fig. 3.5.12) consiste em uma haste redonda com passagens
ou canaletas. As canaletas da haste conectam com as passagens no corpo
da válvula. Em vez de deslocar à direita ou à esquerda a válvula e quem
gira.
No diagrama esquerdo a válvula conecta a bomba à extremidade da haste
do cilindro. O óleo da extremidade principal flui ao tanque. Quando a
válvula é girada 90 graus, a bomba está conectada à extremidade principal
e o óleo na extremidade da haste flui ao tanque.
A válvula giratória mostrada é uma válvula de quatro vias. Entretanto as
válvulas giratórias podem tambem ser em dois sentidos ou três passagens.
A válvula giratória é usada em operações de pressão baixa.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

TO FROM
IMPLEMENT IMPLEMENT

FROM TO
PUMP PUMP

Fig. 3.5.13 Válvula de Retenção (Check Valve)

Check Valve
A finalidade de uma válvula de retenção é permitir prontamente o fluxo
do óleo em um sentido, mas impede o fluxo de óleo (RETEM) no sentido
oposto. A válvula de retenção é chamada tambem vál. ret. sentido unico.
A maioria das válvulas de retenção consistem em uma mola e em uma
válvula do assento como fig. 3.5.13 acima. Entretanto uma esfera redonda
é usada às vezes. Em alguns circuitos a válvula de retenção pode flutuar
livre (não tem mola)
Na válvula da esquerda, quando a pressão de óleo da bomba supera a
pressão de óleo de dentro para trás da válvula de retenção mais a força
da mola da válvula de retenção,a válvula de retenção abre e permite que
o óleo flua ao implemento.
Na válvula da direita, quando a pressão do óleo da bomba é menor do que
a pressão de óleo do implemento, a válvula de retenção fecha e impede o
fluxo do óleo ao implemento através da válvula.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

Válvula Retenção Operada Por Piloto (Pilot Operated Check Valve)


A válvula de retenção operada por piloto difere da válvula de retenção
simples, porque a válvula operada por piloto permite que o óleo corra
através da válvula no sentido reverso.

CÂMARA DO VÁLVULA HASTE TO


ÓLEO PILOTO PILOTO CYLINDER

Ó LEO
PILOTO

VÁLVULA RETENÇÃ O
FROM CONTROL
VALVE

Fig. 3.5.14 Fluxo Avante (Forward Flow)

Forward Flow
Fig.3.5.14 mostra uma válvula de retenção operada por piloto. A
mesma consiste em uma válvula de retenção, em uma válvula piloto e
uma haste. A válvula de retenção operada por piloto permite o fluxo
livre da válvula de controle do cilindro.

FROM
PILOT VALVE PILOT ROD CYLINDER
OIL CHAMBER VALVE

PILOT
OIL

CHECK VALVE
TO CONTROL
VALVE
Fig. 3.5.15 Fluxo Obstruído (Flow Blocked)

Fluxo Obstruído
Quando o fluxo de óleo da válvula de controle cessar, a válvula de
retenção assentará como mostrado a direita da fig3.5.15. O fluxo de
cilindro da válvula de controle é obstruido na válvula de retenção.
A válvula de retençào operada por piloto é usada mais frequentemente
nas operações onde a tração da carga é um problema. A válvula permite
que a tração da carga seja prendida a uma tolerância muito proxima.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

FROM
CÂ MARA Ó LEO VÁ LVULA HASTE CYLINDER
VÁ LV. PILOTO PILOTO

Ó LEO
PILOTO

TO CONTROL VÁLV. RETENÇÃ


ãO
VALVE
Fig. 3.5.16 Fluxo Reverso (Reverse Flow)

Fluxo Reverso
A válvula da fig.3.5.16 mostra o fluxo de óleo do cilindro da válvula
de controle.
Quando o fluxo é requerido, o óleo piloto está emitido à câmara do óleo
da válvula piloto. A pressão do óleo piloto move a válvula piloto e a haste
para a direita e destitui a válvula de retenção. O óleo do cilindro corre
através da válvula de retenção à válvula controle e então ao tanque
A relação de pressão entre a pressão da carga e a pressão piloto é projetada
na válvula. A válvula usada na unidade de treinamento tem uma relação
de pressão de 3:1. A pressão necessita para abrir a válvula de retenção de
um terço da pressão da carga. Uma pressão de carga de 4134kpa (600psi)
requer uma pressão piloto de 1378kpa (200psi) para abrir a válvula de
retenção.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

A B

Válvula Retenção(aberta) Válvula Retenção(fechada)

PILOTO
CIRCUITO 1 CIRCUITO 2

C
D
CIRCUITO 3
VÁ LVUL RETENÇÃO
VÁ LVULA RETENÇÃ O DUPLA OPERADA PILOTO
(SHUTLE VALVE)

Fig. 3.5.17 Símbologia ISO Válvulas de Retenção (Check Valve ISO Symbols)

Símbologia ISO de Válvulas de Retenção


Fig 3.5.17, os símbolos A e B representam a válvula de retenção
simples nas posições aberto e fechado.
O símbolo C representa a válvula de retençào dupla (shutle valve).
esta válvula permite que dois circuitos separados forneçam óleo a um
terceiro circuito mantendo os dois circuitos isolados entre si.
Símbolo D representa a válvula de retenção operada por piloto.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

FROM TO
CYLINDER CYLINDERS

TANK OIL TANK OIL

Fig. 3.5.18 Válvula Compensadora (Make-up Valve)

Válvula Compensadora (Make-up Valve)


A válvula de compensação Fig. 3.5.18, é similar a válvula de retenção.
Esta válvula é posicionada normalmente no circuito entre o implemento
e o tanque. Durante operações normais, o óleo da bomba ou do cilindro
enche a área atrás da válvula compensadora. A pressão no cilindro mantem
a válvula fechada. Quando a pressão do cilindro é de 14kpa aproximadamente
(14psi), mais baixo do que a pressão do tanque, a válvula compensadora
abrirá. O óleo do tanque contornará a bomba e fluirá diretamente através
da válvula compensadora ao cilindro.
A válvula de compensação é usada para impedir a cavitação. por exemplo
quando uma caçamba é levantada e os movimentos do controle na posição
abaixar, a força gravitacional da caçamba é transmitida através da haste
do cilindro ao óleo de retorno. A pressão aumenta no óleo de retorno
aumentando o fluxo do cilindro.. Quando a haste do cilindro desloca o óleo
de retorno mais rapidamente do que a bomba, pode emitir um vácuo no
cilindro e linhas. Um vácuo pode fazer com que o cilindro e as linhas
cavitem. Quando a pressão diminui para 14kpa (2 psi) menos do que a
pressão do tanque, a válvula de compensação abre e permite que o óleo
do tanque corra através da válvula de compensação para as lihnas e ao
cilindro. Este procedimento impede que ocorra a cavitação no cilindro
e nas linhas.
Simbolo ISO Válvula Compensadora (Makeup Valve ISO Symbol)
A operação (função) da válvula compensadora e da válvula de retenção
é a mesma. Consequentemente, o símbolo ISO é o mesmo para os dois
tipos de válvula.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

CONTROLE DE VÁLVULAS ATUADOS POR SOLENÓIDE


Solenóide Atuador (Solenoid Actuator)
Em um atuador de solenóide, um campo eletromagnético move uma
armadura que move um pino no impulso. O pino move o carretel.
Os dois atuadores mais populares de solenóide são a abertura de ar e o
induzido (armadura, rotor).

INDUTOR ELETROMAGNÉTICO

TAMPA

DELIMITÇÃ O
MANUAL
PINO
COMPRESSÃ O
BOBINA ARMATURE

Fig. 3.5.19 Solenóide de Abertura de Ar

Solenóide de Abertura de Ar (Air Gap Solenoid)


O solenóide de abertura de ar é mostrado na fig. 3.5.19. Quando a bobina
é energizada, um campo eletromagnético está criado. Tal campo
desenvolve sempre que a eletricidade corre através de um fio. Quando o
fio é reto, o campo é relativamente fraco. Quando o fio é enrrolado em
uma bobina, o campo faz uma forma circular em torno da bobina. Mais
elevado o número de voltas na bobina, mais forte o campo.
.
Quando o fluxo da eletricidade com a constante da bobina, o campo
eletromagnético age muito bem como ima permanente. O campo
eletromagnético atrai o rotor. O rotor move um pino do impulso e o
pino impulsor move o carretel da válvula de controle.
.
O solenóide de abertura de ar é protegido por uma tampa. O solenóide
também tem uma característica de delimitação manual. A delimitação
manual permite que a válvula seja ativada quando o solenóide esta com
defeito. Um pino pequeno de metal é posicionado na tampa. O pino é
posicionado diretamente em linha com o rotor. Quando o pino é
introduzido na tampa, o pino move mecanicamente o rotor. O rotor move
o pino de impulso que desloca o carretel.

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Treinamento Opercional
Unidade 3 (Lição 5)

PINO COMPRESSÃO TUBO

FLUIDO
NEUTRALIZ.
HIDRÁULICO
MANUAL

CHASSI BOBINA ROTOR

Fig. 3.5.20 Solenóide da Bobina Mergulhado no óleo (Wet Armature Solenoid)

Solenóide da Bobina Mergulhado no Óleo


O solenóide da bobina mergulhado no óleo fig.3.5.20 é uma cena
relativamente nova na hidráulica.
O solenóide da bobina mergulhado, consiste em um chassi retangular.
em uma bobina, em um tubo, em um rotor, um pino, um neutralizador
manual. A bobina e o chassi retangular são unidos juntos por plástico.
Os ajustes do tubo são em um furo que funciona através do centro da
bobina dos dois lados do chassi. A bobina é abrigada dentro do tubo e
banhada com óleo hidráulico. O óleo hidráulico é um condutor melhor
do campo eletromagnético do que o ar. Consequentemente, o solenóide
a óleo trabalha com mais força do que o a ar.
Quando a bobina é energizada, um campo eletromagnético está criado.
O campo move o rotor. O rotor move o pino impulsor e o pino impulsor
move o carretel da válvula na válvula de controle.
No solenóide mergulhado da bobina, a delimitação manual é situada na
extremidade do tubo que abriga a bobina e o pino do impulsor. A
delimitação manual é usada para verificar o movimento do carretel
direcional da válvula. Se o solenóide falhar, o movimento do carretel
pode ser verificado empurrando a delimitação manual. A delimitação
manual pode tambem ser usada para dar uma volta no atuador sem
energizar o sistema de controle elétrico completo.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

A B

P
T

T A P B

Fig. 3.5.21 Duas posições- Válvula Controle Direcional 4 Passagens

Solenóide Controlado, Mola Deformada, Valvula de Controle


Direcional 4 Passagens, Duas Posições e Operada Por Piloto
Fig. 3.5.21, mostra um solenóide controlado, mola deformada,
operada por piloto, duas posições, válvula contr.dir. 4 passagens.
O solenóide controlado, a mola de deformada, duas posições, válvula
de controle direcional não é equipado frequentemente com dois
solenóides. O segundo solenóide é despesa desnecessaria, sendo que
um solenóide já é suficiente.
O solenóide é usado para deslocar o carretel da válvula piloto. O
carretel da válvula é retornado a sua posiçào original por uma mola.
Quando um sistema é projetado para grande fluxo de óleo, uma
válvula direcional grande é requerida. Uma força substancial é
necessaria para deslocar o carretel da válvula. O solenóide necessita
gerar uma grande força nas válvulas deste tipo. Uma válvula piloto
controlada é posicionada no alto do carretel. Quando o deslocamento
for requerido, o óleo pressurizado flui no solenóide da válvula
controlando os lados.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

VÁ LVULA PILOTO
SOLENÓ IDE CONTROLADA SOLENÓIDE SOLENÓ IDE

A B

P
T

T A P B

Fig. 3.5.22 Válvula Controle Direcional 4 Passagens Três Posições

Solenóide Controlado, Operdada Piloto, Três Posições


Válvula de Controle Direcional 4 Passagens
Fig. 3.5.22 mostra dois solenoides, operado por piloto, três posições,
válvula de controle direcional 4 passagens.
A válvula piloto é controlada por dois solenóides. A válvula piloto
tem também uma mola em cada extremidade do carretel. Quando
nenhum solenóide é energizado, as molas do carretel da válvula piloto
prendem o carretel na posição central. Quando a válvula piloto esta
no centro, o fluxo piloto de óleo da valvula de controle está obstruido.
As molas dos três retornos direcionais da válvula de controle mantem
o carretel de controle na posição central.
Centrar a mola é o meio mais comun de centrar um carretel direcional
da válvula de controle. A válvula de controle direcional tem uma mola
posicionada em cada extremidade do carretel. Quando a pressão de óleo
piloto é aplicada a uma ou outra extremidade do carretel direcional, o
carretel da válvula move e comprime a mola na extremidade oposta.
Quando a pressão do óleo piloto é removida, a mola retorna o carretel
direcional de controle a posição central.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 5)

Falha no Solenóide (Solenoid Failure)


A maioria das falhas do atuador solenóide, ocorrem quando as válvulas
são riscadas. O carretel riscado da válvula impede que a bobina se feche
corretamente. A causa mais provável de um carretel se riscar é a
contaminação. O contaminador tal como cavacos, as micoplaquetas do
metal e outras partículas podem tornar-se alojando-se entre riscar
e causar avarias no carretel. Também as particulas oxidadas de óleo
podem criar um verniz no carretel e as paredes do furo.
Microplaquetas do metal, e outras partículas contaminantes podem ser
removidas instalando um filtro. O acúmulo de verniz pode ser removido
lavando a válvula no diluidor. Os intervalos apropriados de mudança do
óleo e do filtro podem ajudar a eliminar a maioria destes tipos de
problemas.
Quando a válvula é riscada ou furada e o solenóide está energizado,
a bobina do solenóide recebe um fluxo constante da corrente que gera
calor excessivo. O solenóide não é projetado para dissipar o calor
excessivo. Os problemas de super aquecimento ocorrem o mais
frequentemente durante períodos de altas temperaturas (ambientais) ou
tensão no sistema.
Os problemas com falha de solenóide devido a altas temperaturas
ambientais podem ser comtrolados aumentando o fluxo de ar através
do solenóide. A temperatura do óleo pode ser abaixada para permitir
que mais calor seja extraido do solenóide através do sistema. As
vezes um projeto diferente da válvula pode ser requerido ao operar-se
durante o tempo muito quente. Algum arranjo deve ser feito para
permitir que o sistema opere-se em uma temperatura mais baixa.
Quando a tensão da bobina é demasiadamnete baixa, o campo
eletromagnético não é suficientemente forte a atrair a bobina. Apenas
o carretel riscado, a corrente continua correndo através da bobina. O
fluxo constante da corrente gera o calor excessivo.
Outros fatores afetam também a operação apropriada de vida do atuador
do solenóide. O atuador do solenóide pode falhar quando um ciclo
excessivamente em,curto circuito, ou quando operado com uma fonte
elétrica incorreta (frequencia errada, tensão errada).

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Unidade 3 (Lição 5)

A B

P T
Fig. 3.5.23 Duas Posições, Válvula Piloto de 4 Passagens

Spring Offset, Solenoid Controlled, Two Position, 4-Way Pilot


Valve
No símbolo ISO fig. 3.5.23, a mola da válvula piloto é mostrada em
sua posição normal. O óleo da bomba flui pela letra A e o óleo
da letra B flui ao tanque.
Quando o solenóide é energizado, o solenóide move a válvula de
encontro à mola. O óleo da bomba flui então a B e o óleo em A flui
ao tanque.

A B

P T

Fig. 3.5.24 Três Posições - Válvula de Controle 4 Passagens

Solenóide Controlado Operado por Piloto, Mola Centrada,


Três Posições, Válvula Controle Centro Fechado

No símbolo ISO Fig. 3.5.24, o solenóide controlado operado por


piloto, mola centralizadora, três posições, válvula de controle centro
fechada é mostrada em sua posição normal. Todas as quatro passagens
são obstruidas na válvula. Quando o solenóide na direita é energizado,
o óleo da bomba flui a B e o óleo em A flui ao tanque. Quando o
solenóide na esquerda é energizado, o óleo da bomba flui a A e o óleo
em B flui ao tanque.

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Lição 6: Válvula Controle de Fluxo
Lição 6: Válvulas Controle de Fluxo

Sistemas Hidráulicos
• Hydraulic Tank
• Hydraulic Fluids
• Hydraulic Pumps and Motors
• Pressure Control Valves
• Directional Control Valves
• Flow Control Valves
• Cylinders

Introdução
O controle de fluxo consiste em controlar o volume do fluxo de óleo
de um circuito. O fluxo controlado em um circuito hidráulico pode ser
realizado em diversas maneiras.
A maneira mais comum é instalando um orifício. Quando um orifício
é instalado, o orifício apresenta limitação mais elevada do que a normal
ao fluxo da bomba. A limitação mais elevada aumenta a pressão de óleo.
O aumento na pressão de óleo faz com que flua mais rápido. O trajeto
pode ser através de um outro circuito ou pode estar sobre uma válvula
de alivio.
Será discutido tambem as válvulas não compensadas e as válvulas de
controle de fluxo.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 6)

Objetivos
Em cima, da conclusão desta lição o estudante:

1. Indicar a função orifício da válvula de agulha da válvula


de controle de fluxo, da válvula de controle de fluxo
com pressão compensada, e válvulas de queda rápida.
2. Identificar símbolos ISO válvula controle fluxo.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 6)

Orifício
Um orifício é uma abertura pequena no trajeto do fluxo de óleo. Um
orifício é afetado por diversos fatores. Trê dos mais comuns são.
1. A temperatura do óleo.
2. O tamanho do orifício.
3. O diferencial de pressão através do orifício.
Temperatura
A viscosidade do óleo muda com mudanças na temperatura. A
viscosidade é uma medida da resistência do óleo ao fluxo em uma
temperatura específica. O óleo hidráulico transforma-se em diluidor
e flui-se mais prontamente quando a temperatura aumenta.
Tamanho do Orifício (Orifice Size)
O tamanho do orifício controla a quantidade de fluxo através do orifício.
Um exemplo comum é um furo em uma mangueira de jardim. Um furo
pequeno o fluxo escapará na forma de gotejamento ou de pulverizador.
Um furo maior o fluxo escapará na forma de um corrego. O furo se
pequeno ou grande manterá um fluxo à parte externa da mangueira. A
quantidade de agua depende do tamanho do furo (orifício).
O tamanho do orifício pode ser fixo ou variável.

MOLA (SPRING)

VÁ LVULA (CHECK)
RETENÇ Ã O (VALVE)

CARCAÇA (HOUSING)

ORIFÍCIO

Fig. 3.6.1 Válvula de Retenção com Orifício Fixo (Check Valve With Fixed Orifice)

Válvula de Retenção com Orifício Fixo


Fig. 3.6.1 mostra um exemplo de uma válvula de retenção com um
orifício fixo que é usado geralmente em equipamentos de construção.
O orifício fixo é um furo através do centro da válvula de retenção. Quando
o fluxo de óleo está no sentido normal, a válvula abre e permite que o óleo
flua pela válvula através do orifício. Quando o óleo tenta fluir no sentido
reverso, a válvula fecha-se. Todo o óleo reverso deve correr através do
orifício que controla a taxa de fluxo.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 6)

HASTE VÁ LVULA

CORPO
VÁ LVULA
FLUXO
IRRESTRITO
PONTA VÁ LVULA

FLUXO
RESTRITO
SEDE DA VÁ LVULA

Fig. 3.6.2 Orifício Variável (Variable Orifice)

Orifício Variável
Fig. 3.6.2 mostra um orifício variável na forma de uma válvula
de agulha. Na válvula de agulha, o tamaho do orifício é mudado ao
posicionar a ponta da válvula em relação ao assento da válvula.
O óleo corre através da válvula de agulha fazendo uma volta de 90
graus passando entre a ponta e o assento. A válvula de agulha é um
dos orifícios variáveis mais frequentemente usados.
Quando a haste é girada no sentido anti-horário, o orifício aumenta
o fluxo de óleo.
Quando a haste é girada no sentido horário, o orifício diminui o fluxo
de óleo.

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Unidade 3 (Lição 6)

O esquema da Fig 3.6.3 e 3.6.4 em uma bomba de deslocamento


positivo, uma válvula de alivio e um orifício variável. A válvula
de alivio é ajustada em 3445kpa (500psi) e na pressão máxima dos
limites do sistema o orifício pode ser ajustado a qualquer fluxo
entre zero e 5 gpm.

3445 kPa
(500 psi)
5 gpm 4 gpm

3445 kPa
(500 psi)
1 gpm

Fig. 3.6.3 Orifício Variável de 4gpm (Variable Orifice 4 gpm)

Na fig.3.6.3, o orifício variável permite um fluxo de 4gpm através


do orifício em uma pressão de 3445kpa (500psi). Todo o aumento que
corre através do orifício requer 3445kpa de pressão máxima. Quando
a pressão excede 3445kpa, a válvula de alivio abre e o óleo excessivo
(1 gpm) corre através da válvula de escape.

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Unidade 3 (Lição 6)

3445 kPa
(500 psi)
5 gpm 1 gpm

3445 kPa
(500 psi)
4 gpm

Fig. 3.6.4 Orifício Variável de 1gpm (Variable Orifice 1 gpm)

Na Fig.3.6.4, o orifício variável permite um fluxo de 1gpm através


em uma pressão de 3445kpa(500psi). Todo o aumento que corre através
do orifício requer 3445kpa de pressão. Quando a pressão excede 3445kpa
(500psi), a válvula de alivio abre e o óleo excessivo (4gpm) corre através
da válvula de alivio.

TOO TOO
TH TH
PASTE PASTE

A B

Fig. 3.6.5 Diferencial de Pressão (Pressure Differential)

Diferencial de Pressão
O fluxo através de um orifício é afetado pelo diferencial de pressão
através do orifício. Mais grande o diferencial de pressão, mais fluxo
através do orifício.
Na fig.3.6.5, o diferencial de pressão é ilustrado usando os dois tubos
de pasta de dente. Quando o tubo de pasta é espremido delicadamente
como na A, a diferença de pressão entre o interior do tubo e a parte
externa é pequena. Consequêntemente, somente um pouco de pasta é
forçada para fora.
Quando o tubo é espremido com mais força como na B, a diferença de
pressão entre o interior do tubo e a parte externa do tubo aumenta e uma
quantidade maior de pasta é forçada para fora.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 6)

5 gpm NO
LOAD

3445 kPa 0 kPa


(500 psi) (0 psi)

3445 kPa 0 gpm 5 gpm


(500 psi)

Fig. 3.6.6 Esquema Válvula Controle Fluxo Pressão Não Compensada

Válvula Controle de Fluxo Pressão Não Compensada


O esquema na fig.3.6.6, consiste em uma bomba de deslocamento
positivo, uma válvula de alivio, um cilindro, dois manômetros, uma
válvula de controle de fluxo não compensada, quatro vias em tandem
três posições, válvula controle direcional operada por alavanca.
A válvula de controle de fluxo não compensada consiste em um orifício
variável e uma válvula de retenção. Quando o óleo fluir na extremidade
da cabeça do cilindro, e da válvula de retenção, os controles variáveis
do orifício do fluxo na extremidade principal. Quando o óleo flui fora
da extremidade , a válvula de retenção abre, o óleo segue o trajeto de
menos resistência, e flui irrestrito através da válvula de retenção.
Em um circuito de controle não compensado de fluxo, toda a mudança
no diferencial de pressão através do orifício produzirá uma mudança
correspondente do fluxo através do orifício
A válvula de alivio é ajustada a 3445kpa (500psi). O orifício é ajustado
a um fluxo de 5gpm 3445kpa, com nenhuma carga no cilindro. O
diferencial de pressão através do orificio é 3445kpa. O óleo total da
bomba corre através do orifício ao cilindro.
.

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Unidade 3 (Lição 6)

5 gpm
LOAD

3445 kPa 1378 kPa


(500 psi) (200 psi)

3445 kPa 2 gpm 3 gpm


(500 psi)

Fig. 3.6.7 Aumento de Pressão e Carga (Load and Pressure Increases)

Aumento de Carga (Load Increase)


Na fig.3.6.7, a carga do cilindro é aumentada. A pressão do cilindro
requerida para superar a resistência da carga é de 1378kpa(200psi)
é subtraído de 3445kpa(500psi) de entrada do orifício. Isto reduz o
diferencial de pressão através do orifício a 2067kpa(300psi) faz com
que o fluxo corra através do orifício e diminua a 3gpm. Toda a
tentativa de aumentar o fluxo através do orifício causará a pressão no
sistema aumentando acima do ajuste maximo da válvula de alivio
de 3445kpa (500psi). As sobras de fluxo de dois gpm e a pressão do
sistema aumentando acima de 3445kpa, a válvula de alivio abrirá
e os fluxos de dois gpm retornará ao tanque.
.
Uma diminuição ocorrerá através do orifício e causará uma
diminuição correspondente na velocidade do cilindro.

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Unidade 3 (Lição 6)

5 gpm
LOAD

3445 kPa 689 kPa


(500 psi) (100 psi)

3445 kPa 1 gpm 4 gpm


(500 psi)

Fig. 3.6.8 Load and Pressure Decreases (REDUÇÃO DE PRESSÃO E CARGA)

Redução de Carga (Load Decrease)


Na fig.3.6.8, a carga do cilindro é diminuida. A pressão requerida
para superar a resistência da carga diminui a 689kpa (100psi).
A pressão 689kpa (100psi) é subtraida de 3445kpa (500psi) da
entrada do orifício. O diferencial de pressão do orifício é 2757kpa
a pressão de 2756kpa faz com que o fluxo através do orifício
aumente a 4 gpm. Toda a tentativa de aumentar o fluxo através
do orifício acima de 4 gpm a pressão do sistema aumentará acima
do ajuste máximo da válvula de alivio de 3445kpa. O 1 gpm restante
faz a pressão do sistema aumentar acima de 3445kpa. A válvula de
alivio abre e 1 gpm fui através da válvula de alivio ao tanque.
.
Um aumento no fluxo causa um aumento correspondente na
velocidade do cilindro.
Nas fig. 3.6.7 e 3.6.8, aumentando a pressão da válvula de alivio
que ajusta-se a 4823kpa permite que a bomba emita o fluxo máximo
de 5 gpm através do orifício por muito tempo, como a pressão da
carga do cilindro é menor de 1378kpa consequentemente a velocidade
do cilindro permanecerá constante, como apressão muda entre
1378kpa(200psi) e 689kpa(100psi).

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Unidade 3 (Lição 6)

Circuitos Controle Fluxo Compensado


Em um circuito compensado de fluxo, o diferencial de pressão
através do orifício não é afetado por uma mudança na carga. O
diferencial de pressão constante através do orifício produzirá
um constante fluxo através do orifício.

ORIFICIO

FROM TO
PUMP SYSTEM

VÁ LVULA MOLA
DESPEJO TO TANK

Fig. 3.6.9 By-pass Pressure Compensated Flow Control Valve

Válvula Controle de Fluxo Pressão Compensada Derivadora


Fig.3.6.9 mostra uma ilustração de um tipo de válvula derivada
de controle compensada pressão de fluxo. Esta válvula ajusta
automaticamente às mudanças do fluxo e da carga.
.
ALTERAÇÃO DE FLUXO (Flow Change)
A quantidade de fluxo através da válvula depende do tamanho do
orifício. Toda a mudança no óleo corre através do orifício, cría uma
mudança na pressão anterior ao orifício. A mesma mudança da
pressão age de encontro à mola da válvula de despejo.
Quando o fluxo da bomba está dentro do fluxo do projeto do orifício,
a força da pressão de óleo que age na válvula de despejo é menor
do que a força combinada da pressão de saída e da mola. A
válvula de despejo permanece fechada e todo o óleo da bomba
corre através do orifício.
Quando o fluxo da bomba é maior do que o fluxo do projeto do
orifício , a força da pressão de óleo antes da válvula de despejo é
maior do que a força combinada da pressão de óleo de saída e
da mola. A válvula de despejo abre e o óleo adicional corre através
da válvula de despejo ao tanque.

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Unidade 3 (Lição 6)

5 gpm NO
LOAD

2067 kPa 0 kPa


(300 psi) (0 psi)

5856 kPa
(850 psi) 3 gpm

2 gpm

Fig. 3.6.10 Válvula Controle Compensada Pressão Fluxo Derivado

Nenhuma Pressão da Carga (No Load Pressure)


Fig.3.6.10 mostra a válvula de controle compensada pressão
de fluxo derivado em um circuito levantando simples.
Quando a válvula de controle é movida para a posição acionar, o
óleo da bomba está dirigido à válvula de controle de fluxo. A
válvula de controle de fluxo requer um diferencial de pressão de
1378kpa (300psi) para emitir 3 gpm através do orifício. Para emitir
mais de 3 gpm através do orifício, requer um aumento no diferencial
de pressão, mais de 1378kpa (300psi) abre a válvula de despejo.
O óleo excessivo corre através da válvula de despejo ao tanque.

5 gpm INCREASED
LOAD

3445 kPa 1378 kPa


(500 psi) (200 psi)

5856 kPa
(850 psi) 3 gpm

2 gpm

Fig. 3.6.11 Válvula de Controle de Fluxo Pressão Compensada

Aumento Pressão Carga (Load Pressure Increases)


Quando a pressão da carga aumenta, a pressão aumenta no
orifício e na câmara da mola da válvula de despejo.
O aumento da pressão no orifício abaixa o diferencial de pressão
através do orifício e as tentativas de reduzir o óleo correm através
do orifício. Entretanto no mesmo exemplo, a pressão é aumentada
na câmara da mola. A pressão adicional fecha a válvula de despejo
e obstrui o fluxo do óleo ao tanque. As causas que obstruem o óleo

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Unidade 3 (Lição 6)

a pressão no lado da bomba do orifício aumenta. A pressão


aumenta até que o diferencial de pressão alcance através do
orifício 1378kpa (300psi). Um diferencial de pressão de 1378 (psi)
emite 3 gpm através do orifício e 2 gpm através válvula despejo.
Isto permite que a válvula de controle de fluxo responda
imediatamente a todos os aumentos ou diminuições pressão carga.

FLUXO REGULADO FLUXO REGULADO

FROM FROM
PUMP PUMP

EXCESS OIL

Fig. 3.6.12 Válvula Controle Fluxo Compensada Pressão Derivada

Válvula Despejo com Orifício Combinado


O tipo mais comum de válvula de controle de fluxo é mostrado na
fig.3.6.12. Esta válvula combina a ação do orifício e da válvula de
despejo em uma parte movente. A operação de compensação de
pressão é a mesma como a pressão desvio válvula controle fluxo.
O gráfico da esquerda mostra a válvula que recebe menos fluxo
esta na capacidade normal.
O gráfico da direita mostra que o fluxo está começando a exceder
a força de fluxo da válvula, o diferencial de pressão que resulta do
fluxo através do orifício torna-se grande o bastante para começar
comprimir a mola e despejar o óleo adicional como mostrado.
Se o fluxo através da válvula aumenta, a ação do orifício fará com
que a mola comprima ainda mais. e o fluxo será despejado. O
fluxo controlado razoavelmente como o fluxo da válvula aumenta
ou diminui.

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Unidade 3 (Lição 6)

GAUGE 1 GAUGE 2
4134 kPa (600 psi) 1378 kPa (200 psi)
GAUGE 3
0 kPa (0 psi)

COMPENSADOR VÁ LVULA
CARRETEL ORIFICIO 1 AGULHA
SUPRIMENTO
DE ÓLEO FLUXO Ó LEO
CONTROLADO 2GPM

MOLA (BIAS) ORIFICIO 2


1378 kPa (200 psi)

Fig. 3.6.13 Válvula Controle de Fluxo Pressão Compensada Ponta Restrita


.

Válvula Controle de Fluxo Pressão Compensada Ponta Restrita


Fig. 3.6.13 mostra uma ilustração de um tipo de válvula de
limitador de controle compensada pressão de fluxo.O fluxo de
é ajustado ajustando a válvula de agulha.
O carretel do compensador e a mola mola diagonal trabalham como
uma válvula redutora de pressão. A pressão de óleo da fonte é
reduzida à pressão que emite à passagem do fluxo a válvula agulha
Quando o sistema está desligado, a mola move o carretel
compensador para a esquerda.
Na partida acima, o carretel do compensador está aberto ao fluxo e
à pressão cheia de óleo. Quando o fluxo de óleo se torna maior do
que o ajuste da válvula de agulha, a válvula restringe o fluxo de óleo
e faz a pressão de óleo aumentar mostrado gauge 2. O aumento na
pressão de óleo é detectado tambem no lado esquerdo do carretel
compensador. Quando a força da pressão no lado esquerdo do
carretel compensador supera a força da mola, o carretel do
compensador move-se para a direita.
Embora a pressão da fonte possa continuar a aumentar como
mostrado no gauge 1, o orifício 1 reduz a pressão de óleo na válvula
de agulha e na força da mola. A pressão controlada do fluxo é 0 kpa
to diferencial de pressão através da válvula de agulha é1378kpa
200 (psi) que iguala a força da mola.
A válvula de agulha está ajustada para reservar 2gpm através do
orifício 2 quando o diferencial de pressão é 1378kpa na agulha.

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Unidade 3 (Lição 6)

GAUGE 1 GAUGE 2
4134 kPa (600 psi) 2756 kPa (400 psi)
GAUGE 3
1378 kPa (200 psi)

COMPENSADOR VÁLVULA
CARRETEL ORIFICIO 1 AGULHA
SUPPLY
OIL CONTROLLED
OIL FLOW (2 gpm)

MOLA (BIAS) ORIFICIO 2


1378 kPa (200 psi)

Fig. 3.6.14 Pressão de Óleo Controlada (Controlled Oil Pressure)

Pressão de Óleo Controlada


Fig.3.6.14, a pressão de óleo controlada é 1378kpa (200psi) como
mostrado no gauge 3. A pressão de óleo na câmara da mola da
válvula é tambem 1378kpa. A força da pressão de óleo da câmara
da mola é adicionada à força da mola. As forças combinadas movem
o carretel compensador para a esquerda. Quando isso ocorre, o
orifício 1 abre. O orifício 1 permite que a pressão de óleo aumenta no
lado de entrada da válvula de agulha.
O aumento na pressão de óleo é detectado também no lado esquerdo
do carretel compensador. O aumento na pressão move o carretel do
compensador para a direita de encontro à força combinada da mola e
da pressão de óleo controlada. O carretel do compensador move-se
para uma posição que permita 2756kpa (400psi) através do orifício 1
O aumento na pressão no gauge 2 para 2756kpa (400psi) entrada da
válvula de agulhamantem um diferencial de pressão de 1378kpa
(200 psi) através da válvula de agulha (gauge negativo 2, 3)
O diferencial de pressão de 1378kpa (200psi) através da válvula de
agulha emite 2 gpm através do orifício 2.
A pressão compensada válvulas de controle de fluxo oferece um
controle mais preciso da velocidade do cilindro do que as válvulas
pressão não compensadas. As válvulas pressão compensadas tem
ajuste automático para manter o fluxo nas condições de carga
As válvulas pressão compensadas estão instaladas geralmente
quando as cargas de operação do cilindro são 6890kpa (1000psi).

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Unidade 3 (Lição 6)

ORIFICIO

PARA VÁ LVULA
CONTROLE VÁ LVULA
LEVANTAMENTO CABEÇOTE MOVEL
INFERIOR
MOLA
VEM DA
EXTREMID.
HASTE CIL.
VEM VÁ LVULA
CONTROLE
LEVANTAMENTO
INFERIOR

PARA EXTREMIDADE
CABEÇ A CILINDRO

Fig. 3.6.15 Válvula de Queda Rápida (Quick-Drop Valve)

Válvula de Queda Rápida


Fig.3.6.15 mostra uma ilustração de uma válvula de queda rápida.
A válvula é instalada geralmente no cilindro do buldozer. Quando
ativada, a válvula permite que a lâmina caia rápidamente.
.
Quando a lâmina do dozer é levantada e o operador move o controle
para posição queda rápida, a válvula de controle lev. ab. permite que
o óleo da extremidade da haste do cilindro retorne ao tanque. As
forças gravitacionais que agem na lâmina puxam a haste e fazem
com que o pistão mova independente da força da pressão de óleo
da bomba. Esta ação aumenta o óleo que corre através do orifício
da válvula de queda rápida e cria um vácuo na extremidade principal
do cilindro de elevação. O aumento de óleo que corre através do
orifício faz a pressão do orifício aumentar. A pressão de óleo aumenta
e abre a válvula de queda rápida. A válvula de queda rápida aberta
conecta a passagem de extremidade da haste à passagem da
extremidade da cabeça do cilindro. O óleo da extremidade da haste
do cilindro corre através da válvula de queda rápida junta-se com o
óleo da válvula de controle e flui para extremidade principal cilindro.
Um pouco de óleo corre através do orifício da válvula
de controle levantar/abaixar e ao tanque
Quando a lâmina golpeia a terra, o movimento da haste fora do
cilindro cessa, isto causa uma diminuição rápida no óleo que corre
através do orifício. A pressão causada corre através do orifício e a
mola fecha a válvula de queda rápida. Todo o fluxo de óleo da extr.
principal, vem agora da válvula de controle de levantar e abaixar.

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Unidade 3 (Lição 6)

ORIFICIO

VEM DA VÁ LVULA
CONTROLE VÁ LVULA
LEVANTAMENTO CABEÇOTE MOVEL
INFERIOR

SPRING
VAI HAST
CILINDRO
ROD END

VAI A VÁ LVULA
CONTROLE
LEVANTAMENTO
INFERIOR

VEM DA CABEÇ A
HASTE CILINDRO

Fig. 3.6.16 Válvula de Queda Rápida (Quick-Drop Valve)

Válvula Queda Rápida "Modo Levantar a Lâmina"


Fig.3.6.16 mostra a válvula de queda rápida na posição
levantar a lâmina.
Quando o operador move o controle levantar/abaixar para a posição
levantar a lâmina, o óleo da bomba flui da válvula de controle,através
do orifício à extremidade da haste do cilindro. O orifício cría uma
restrição ao fluxo de óleo que aumenta a pressão. O óleo mais
elevado da pressão corre através da passagem à câmara da mola
atrás da válvula de queda rápida. O óleo pressurizado ajuda à mola e
mantem a válvula fechada quando a pressão é aplicada à extremidade
do cilindro.
O óleo da extremidade da cabeça corre através da válvula de queda
rápida e da válvula de controle ao tanque.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 6)

ORIFÍCIO FIXO ORIFÍCIO VÁ RIÁ VEL


(VÁLVULA AGULHA)

VÁLVULA CONTROLE FLUXO VÁ LVULA CONTROLE FLUXO


PRESSÃO COMPENSADA PRESSÃ O COMPENSADA
DERIVADORA

Fig. 3.6.17 Símbolos ISO Controle Fluxo (Flow Control ISO Symbols)

Símbolos ISO
Fig.3.6.17 mostra os símbolos ISO para os componentes
básicos de controle de fluxo.
Os símbolos ISO de pressão não compensada de controle de
fluxo são o orifício fixo e o orifício variável.
Os dispositivos compensados de pressão de controle de fluxo são
a válvula de controle fluxo e pressão compensada e a válvula de
controle fluxo e pressão compensada derivada.
O símbolo ISO não dá nenhuma informação de estrutura física
real do componente.

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Lição 7: Cilindros
Lição 7: Cilindros

Sistemas Hidráulicos
• Hydraulic Tank
• Hydraulic Fluids
• Hydraulic Pumps and Motors
• Pressure Control Valves
• Directional Control Valves
• Flow Control Valves
• Cilindros

Introdução
Os cilindros são atuadores básicamente lineares. Suas saídas
são de linha reta no movimento ou força. Os tipos mais comuns
são cilindros ação única e ação dupla.
Objetivos
Em cima da conclusão desta lição o treinando:

1. Identificar os tipos de cilindros.


2. Indicar os componentes do cilindro.
.
3. Indicar a função dos cilindros.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 7)

CORPO
CILINDRO AM. SEAL
DIÂ
TANQUE

CARGA

EXT. CABEÇ A EXT. HASTE

PISTÃO HASTE
VEM CONTROLE
VÁ LVULA

Fig. 3.7.1 Cilindros ação única (Single Acting Cylinder)

Cilindro ação única


Fig.3.7.1 mostra um cilindro de única ação.
A carcaça exterior é o corpo do cilindro. Dentro do corpo tem, pistão
retentor do pistão, e a haste. O furo interno é chamado de diâmetro
interno cilindro. A extremidade principal (cabeça chamada extr. cega).
Pistão refere-se a extremidade do cilindro. A extremidade da
haste refere-se a a estender e retrair.

GRAVIDADE

VAI AO CONTROLE
VÁLVULA
VEM CONTROLE
VÁLVULA

HASTE ESTENDENDO HASTE RETRAINDO

Fig. 3.7.2 Operação Elevação Vertical Retorno por Gravidade

Operação Elevação Vertical Retorno por Gravidade


O cilindro de ação única é usado frequentemente em operações
verticais como mostrado fig.3.7.2. A válvula de controle dirige o
óleo à extremidade principal do cilindro. A pressão de óleo age
em cima do pistão para estender a haste e levantar a carga. A
gravidade que age na carga é usada para retrair a haste.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 7)

PISTã
ã
ÃO RETENTOR HASTE
PISTÃ O
EXTREMIDADE EXTR.
PRINCIPAL HASTE
CARGA

VEM VÁLVULA VOLTA VÁ LVULA


CONTROLE CONTROLE

Fig. 3.7.3 Cilindro de Dupla Ação (Double Acting Cylinders)

Cilindro de Dupla Ação


Fig.3.7.3 mostra um cilindro de dupla ação. Este cilindro é o
atuador hidráulico mais comum usado hoje. O cilindro de dupla
ação é usado em implementos, direções e em outros sistemas
onde o cilindro é requerido para fazer o trabalho em ambos os
sentidos.
Os cilindros de dupla ação são os mais comuns, seguem os
padrões nacionas (USA) da associação do poder fluido (NFPA)
são usados os padrões de diâmetro, e o estilo de dimensões
totais. Isto permite que os cilindros de fabricantes diferentes
sejam permutáveis quando tiverem a mesma descrição.
Entretanto, deve-se recordar que os cilindro podem ser iguais
no tamanho e diferentes na qualidade.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 7)

ÁREA
Á REA EFETIVA
DIÂMETRO EFETIVA

VEM CONTROLE VAI CONTROLE VAI CONTROLE VEM CONTROLE


VÁLVULA VÁLVULA VÁLVULA VÁLVULA

Fig. 3.7.4 Área Eficaz do Cilindro (Effective Area of a Cylinder)

Área eficaz de um cilindro


O tamanho do diâmetro interno do cilindro segue referencias.
Um cilindro com um grande diâmetro cría um volume maior do
que um com o mesmo comprimento e diâmetro menor. O cilindro
grande necessita de mais óleo para se mover e se torna mais
lento do que o de diâmetro menor, consequentemente para uma
quantidade de fluxo torna o cilindro com diâmetro grande mais
forte.
A área eficaz de um cilindro é a área de superficie do pistão e do
retentor que o óleo empurra. Porque uma extremidade dos anexos
da haste do pistão e a extremidade oposta estendem o cilindro para
fora, a área do fim da haste é menos eficaz do que o final da haste
principal. O impulso é dado pelo óleo de encontro à área do pistão
que é coberta pela haste.
O volume de óleo necessitado para encher a extremidade da haste
é menor do que do que o volume necessitado para encher a
extremidade principal do cilindro. Consequentemente, a haste do
cilindro retrai mais rapidamente.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 7)

RETENTOR CABEÇ A HASTE


PISTÃ O ('O' RING) VEDAÇ ÃO

CARGA

RETENTOR RETENTOR
HASTE LIMPADOR

Fig. 3.7.5 Retentores (Seals)

Retentores
Os retentores são usados em vários lugares durante todo o cilindro
como mostrado na Fig. 3.7.5.
O retentor do pistão é usado entre a parede e o pistão do cilindro.
O projeto é criado para que a pressão espalhe o óleo de encontro
a parede, mais grande a pressão de óleo maior a força do retentor
O retento principal impede que o óleo escape entre a cabeça da
haste e a parede do cilindro.
O retentor da haste é um retentor tipo labio, que impede que o óleo
escape entre a haste e a cabeça e limpe a haste para a sujeira fique
para fora enquanto a haste é prolongada.
O retentor limpador (tipo labio ) impede que sujeira ou contaminantes
sejam recolhidos enquanto a haste é retraida.
Os retentores são feitos normalmente de poliuretano, nitrile, viton.
O material deve ser verificado para ser compatível com o líquido
e as circunstâncias de operação.

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Treinamento Operacional
Unidade 3 (Lição 7)

RETORNO Ó LEO PASSAGEM RETORNO


PASSAGEM DA Ó LEO EXTREMIDADE
CABEÇ A HASTE

CARGA

EXT. CABEÇ A EXT. HASTE


AMORTECEDOR AMORTECEDOR
(vibração) (vibração)

Fig. 3.7.6 Clindros Equipados com Amortecedores (Cylinder Equipped with Snubbers)

Cilindros Equipados com Amortecedor (Dampers)


Fig.3.7.6 mostra cilindros equipados com amortecedor vibração
Quando um cilindro movente funcionar em uma extremidade
inoperante, como na extremidade do curso do cilindro, o amortecedor
servirá para absorver possiveis choques, quando os cilindros forem
carregados irregularmente.
Quando o curso do pistão enche, o retentor move-se na passagem
de retorno de óleo, e restringe o fluxo de retorno de óleo do cilindro
A limitação causa um aumento na pressão de óleo de retorno entre
a passagem de retorno de óleo e o pistão. O aumento na pressão
de óleo fornece o efeito amortecer que retarda o pistão e minimiza
o choque que ocorre no curso cheio.
Alguns cilindros podem requerer um amortecedor na extremidade
principal, alguns podem requerer na extremidade da haste.

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Unid. 4: Sistema Hidráulicos Operados Por Piloto
UNIDADE 4
Sistemas Hidráulicos
Implementos Operados por Piloto

Obje t ivos

Em cima da conclusão desta unidade, o treinando poderá:

1. Seguir o fluxo de óleo do tanque à bomba, através dos vários


componentes hidráulicos.

2. Indicar a função da cada componente do sistema.

3. Indicar a operação do sistema nas várias modadlidades.

Introdução

Nesta unidade, os estudantes usarão o conhecimento hidráulico


básico aprendido na unidade I à unidade III para explicar as
funções de sistema hidráulico operado por piloto do implemento.

Os componentes do sistema nesta unidade são cinza escuro


colorido, cinza e amarelo. O amarelo representa posição atual
dos componentes nos desenhos ISO e as partes móveis dos
componentes nos desenhos ortográficos.

As cores de óleo hidráulico representadas nesta unidade:

Verde. Óleo de retorno ou conectado ao tanque.

Azul. Óleo bloqueado

Vermelho. Óleo de alta pressão ou óleo da bomba

. Pressão menor que o vermelho


Listas vermelhas e brancas

Laranja. Óleo piloto

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Lição 1: Sistema Hidráulico Implemento Operado Piloto
Lição 1: Implemento Operado Por Piloto
Sistemas Hidráulicos

SISTEMAS HIDRÁULICOS
SISTEMA HIDRÁULICO IMPLEMENTO
OPERADO POR PILOTO

Introdução
Os sistemas hidráulicos implemento operado por piloto é usado
em vários modelos de equipamentos de construção movel.
Os estudantes identificarão os componentes hidráulicos básicos
usados no sistema hidráulico implemento operado por piloto,
para indicar as funções dos vários componentes e para seguir
o óleo através dos sitemas.
Objetivos
Em cima da conclusão desta lição o estudante:

1. Indicar os princípios hidráulicos usados na operação


do sistema hidráulico operado piloto do implemento.
2. Seguir o fluxo do óleo e indicar a função dos
componentes do sistema piloto do implemento.
3. Identificar os símbolos básicos ISO do sistema
hidráulico operado por piloto do implemento.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

LOWERING
VALVE

PRESSURE
REDUCING
VALVE
TO
STEERING
MAIN
RELIEF
VALVE
FROM
STEERING
MANIFOLD

AUX. TILT LIFT


VALVE VALVE VALVE

PILOT SHUTOFF
VALVE

PILOT
VALVE

Fig. 4.1.1 Sistema Hidráulico do Implemento (Implement Hydraulic System)

Sistema Hidráulico Implemento


O diagrama fig.4.1.1 mostra o implemento do sistema hidráulico com
amaciamento do motor e todas as alavancas na posição reter.
Os símbolos cinza e amarelos ISO representam componentes móveis.
A parte amarela do símbolo mostra a posição atual do componente.
O exemplo na fig.4.1.1 mostra os envelopes centro amarelo das
válvulas de controle principais estão na posição reter.
.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

PRESSURE
REDUCING
VALVE TO
TO TANK
STEERING MAIN
RELIEF
VALVE

FROM
STEERING
MANIFOLD

AUX. TILT LIFT


VALVE VALVE VALVE

PILOT SHUTOFF
VALVE

PILOT
VALVE

Fig. 4.1.2 Posição Reter do Sistema Principal (Main System HOLD Position)

Posição Reter do Sistema Principal


Na posição reter, a bomba principal do implemento extrai o óleo do
tanque e emite o fluxo de óleo da fonte ao ponto de teste e a
válvula de alivio principal ao envelope central da válvula de controle
auxiliar. O óleo da fonte corre através do centro das válvulas controle
auxiliar, inclinação, elevação e de retorno ao tanque. Este tipo de
sistema é chamado de um sistema de centro aberto.
.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

Posição Reter Sistema Piloto (Pilot System HOLD Position)

TO
PRESSURE TANK
REDUCING
VALVE
TO
STEERING
MAIN
RELIEF
VALVE

MANIFOLD

AUX. TILT LIFT


VALVE VALVE VALVE

PILOT SHUTOFF
VALVE

PILOT
VALVE

Fig. 4.1.3 Posição Reter Sistema Piloto (Pilot System HOLD Position)

Na posição reter, a bomba do sistema piloto de direção extrai o óleo


do tanque e emite o fluxo de óleo da fonte ao sistema de direção e à
válvula redutora de pressão. A válvula redutora de pressão controla
a pressão máxima no sistema piloto. (a operação da válvula redutora
de pressão é explicada na unidade 3, lição 4.) O óleo flui da válvula
redutora de pressão, através da válvula de retenção ao acumulador
e à válvula de fechamento piloto. (shutoff valve)
O acumulador serve como uma fonte de óleo piloto de emergência
quando a bomba não esta bombeando óleo.
Quando a válvula de fechamento piloto está na posição de repouso,
o óleo piloto está bloqueado. O sistema piloto não funcionará.
Quando a válvula fechamento piloto esta na posição de funcionamento
o óleo corre através da shutoff, inclina e levanta as vál. controle piloto
Quando as válvulas de controle piloto estão na posição reter, o óleo
piloto está obstruido nas válvulas de controle piloto. Este tipo de
sistema é um sistema centro fechado.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

PIVOT PLATE

UPPER PLUNGER UPPER PLUNGER


(Dump) (Tilt Back)

COIL ASSEMBLY
(Bucket Tilt Back kickout)

RETAINER UPPER CENTERING SPRING

LOWER PLUNGER RETAINER

METERING SPRING LOWER CENTERING SPRING

RETAINER
TO METERING STEM SPRING
TANK
METERING STEM METERING STEM
(Dump) (Tilt Back)

PILOT OIL

TO MAIN CONTROL VALVE


Fig. 4.1.4 Válvula Controle Piloto Inclinação (Tilt Pilot Control Valve)

Válvula Controle Piloto de Inclinação


Fig.4.1.4 mostra os componentes principais da válvula de controle
piloto de inclinação. A excessão do conjunto de bobina no alto lado
esquerdo, as peças são as mesmas para ambos os lados da válvula.
Com o motor funcionando e a alavanca de controle na posição reter, o
óleo piloto entra no centro inferior do corpo da válvula e é obstruido
pelas hastes medidoras. Todo o óleo nas linhas da válvula controle
principal é exalado ao tanque pelos centros das hastes medidoras.
(metering).

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Treinamento Operacional
Unidade 1(Lição 1)

TO
TANK

PILOT OIL
FROM MAIN TO MAIN
CONTROL VALVE CONTROL VALVE

Fig. 4.1.5 Posição Inclinar Para Trás (TILT BACK POSITION)

Posição Inclinar
Quando o operador move a alavanca de controle piloto para trás,
a força faz com que a placa do pivô abaixe o atuador superior, o
atuador mais baixo, a mola medidora, o retentor da mola medidora
da haste, a mola medidora da haste e a haste medidora. O óleo da
bomba piloto corre através do orifício e do centro medidor da haste
medidora à válvula de controle principal. O óleo de retorno da válvula
de controle principal corre através da entrada medidora da haste de
despejo, o centro da haste medidora a saída para o tanque.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

LOWER
CENTERING
SPRING

METERING
SPRING
METERING STEM
TO TO SPRING
TANK TANK
ORIFICE
METERING STEM
FROM FROM
PUMP PUMP

FROM MAIN TO MAIN


CONTROL VALVE CONTROL VALVE
Fig. 4.1.6 Mola Medidora (Metering Spring)

Mola Medidora
O trabalho da haste medidora deve permitir o movimento do carretel
principal da válvula de controle em proporção ao movimento da
alavanca da válvula piloto. A haste medidora é a função da mola
medidora como uma válvula redutora de pressão e controlam a pressão
de óleo na extremidade do carretel da válvula de controle principal.
Quando a haste medidora abaixa, o óleo corre através do ofifício, ao
centro da haste medidora e para fora do carretel principal da válvula
de controle. O óleo piloto é obstruído no carretel principal da válvula
de controle que faz a pressão piloto aumentar. O aumento da pressão
supera a mola principal do carretel da válvula de controle e move o
carretel principal da válvula de controle. O carretel principal da válvula
de controle dirige o óleo do sistema principal ao cilindro.
O aumento da pressão é detectado tambem de encontro à
extremidade mais baixa da haste medidora. Quando o aumento da
pressão supera a força aplicada, a haste medidora move para cima e
comprime a mola medidora. O movimento restringe o óleo piloto que
corre através do orifício medidor da haste, restringindo os controles
de fluxo de óleo e pressão no carretel principal de válvula de controle.
A mola medidora ajusta consequentemente a pressão no carretel
principal da válvula em proporção ao movimento alav. válvula piloto.

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Treinamento Operacional
Unidade 4

TILT DUMP
INLET MAIN CONTROL
PILOT
PASSAGE SPOOL

LINE RELIEF
AND MAKEUP CHECK
VALVE TANK VALVE OUTLET TANK

Fig. 4.1.7 Válvula Controle Principal Posição Reter (Main Control Valve in HOLD Position)

Válvula Controle Posição Reter


Fig. 4.1.7 mostra uma válvula de controle principal na posição
reter. A função da válvula mostrada é representada pela válvula
de inclinação, válvula levantamento, válvula auxiliar ou da válvula
de quatro funções. A vál. aux. contêm somente linhas alivio dos lados.
Quando reter, o óleo da bomba incorporar a passagem de centro,
flui em torno do carretel de controle, e através das passagens de
saída à válvula seguinte. O óleo da fonte corre através da passagem
interna da válvula de retenção. O óleo flui após a válvula de retenção
e ao carretel principal. O fluxo principal do óleo da fonte dos blocos
move o carretel de controle. O carretel principal de controle obstrui
tambem as passagens de óleo do inicio ao tanque.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

VÁ LVULA CONTROLE INCLINAÇ Ã O


ALAVANCA INCLINAÇ ÃO (TILT BACK)

HEAD END ROD END


INLET
PILOT
PASSAGE

CHECK
OUTLET TANK
VALVE

Fig. 4.1.8 POSIÇÃO ALAVANCA INCLINANDO (TILT BACK Position)

Posição Alavanca Inclinando


Quando o operador move a alavanca de controle piloto para posição
de inclinação, o óleo piloto (alaranjado) move o carretel de controle
da inclinação para direita. O carretel de controle obstrui a tomada de
óleo, abre a passagem da válvula de retenção à extremidade da
cabeça do cilindro de inclinação ao retorno do tanque. Quando a
pressão da fonte é mais elevada do que a pressão na extr. principal
do cilindro, o óleo da fonte abre a válvula de retenção e flui após o
carretel a extremidade de inclinação. O óleo de retorno flui do fim da
haste do cilindro da inclinação, após o carretel de controle e ao tanque.
A caçamba começa a inclinar para trás.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

Válvula Combinada

PILOT VALVE MAIN VALVE


ADJUSTMENT SPRING SPRING MAIN VALVE

ORIFICE

MAKEUP PILOT MAIN VALVE


VALVE VALVE SPRING CHAMBER

Fig. 4.1.9 Válvula Compensação e Linha de Alivio Combinada

Válvula de Compensação e Linha de Alivio Combinada


Fig. 4.1.9 mostra linha de alivio e válvula compensação combinada.
A linha da válvula de alivio é simplesmente uma válvula de alivio
operada por piloto. Entretanto, a linha da válvula de alivio não é
projetada para segurar o fluxo máximo da bomba de implemento.
O óleo no cilindro é conectado através das linhas à extremidade
direita da válvula de combinação. O óleo corre através do orifício
principal da válvula à câmara principal da mola da válvula. A pressão
de óleo na parte dianteira (direita) da válvula é a mesma que a pressão
de óleo na câmara da mola. A pressão de óleo na câmara principal
da mola da válvula mais a força da mola mantem a válvula fechada.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

VÁ LVULA COMBINADA
LINHA VÁ LVULA ALIVIO "ABERTA"
MAKEUP MAKEUP VALVE
VALVE DUMP

PILOT VALVE MAIN VALVE MAKEUP VALVE


ORIFICE ORIFICE DUMP

Fig. 4.1.10 Posição Alivio na Linha de Alivio (Line Relief in RELIEF Position)

Posição Alivio na Linha de Alivio


Fig.4.1.10, a linha de alivio é mostrada na posição de alivio. Quando
a pressão de óleo supera o ajuste de válvula piloto, a válvula piloto
move-se para a esquerda de encontro à mola. O óleo de alta pressão
na câmara principal da mola da válvula corre através do orificio da
válvula piloto à passagem do dreno da câmara da mola da válvula
piloto. A pressão na câmara principal da mola da válvula diminui. O
óleo de pressão mais elevada lado direito da válvula move a válvula
principal para esquerda. O óleo de alta pressão flui após a válvula
principal, com as aberturas válvula despejo ad composição ao tanque.
A válvula de compensação não se move quando a linha vál. alivio abre.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

VÁ LVULA COMBINADA
VÁ LVULA DE COMPENSAÇ Ã O "ABERTA" EFFECTIVE
AREA

MAIN VALVE EFFECTIVE


SPRING AREA

Fig. 4.1.11 Posição Compensação (MAKEUP Position)

Posição Compensação
Fig. 4.1.11 mostra a linha de alivio de compensação e a válvula
de compensação na posição de composição. A pressão do tanque é
detectada na área eficaz da válvula de compensação em todas as
vezes. Quando a pressão de óleo no cilindro, na linha e na câmara da
mola da válvula de alivio diminuir a 13.78kpa (2psi) mais ou menos do
que a pressão de óleo no tanque, a pressão do tanque move a válvula
de compensação e a válvula principal para a esquerda de encontro à
mola da válvula principal. O óleo corre pela passagem ao cilindro.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

VÁ LVULA CONTROLE LEVANTAMENTO


ABAIXAR (LOWER)

HEAD END INLET ROD END


PILOT
PASSAGE

TANK CHECK OUTLET MAKEUP


VALVE VALVE

Fig. 4.1.12 Válvula Controle Levantamento Posição Abaixar

Válvula Controle Levantamento Posição Abaixar


Fig. 4.1.12 mostra a vÆlvula de levantamento posi ªo ab
Quando o operador move a alavanca de controle piloto para
ABAIXAR, o leo piloto (alaranjado) move o carretel de co
a esquerda. O carretel da vÆlvula de controle obstrui a p
leo, abre a passagem de vÆlvula de reten ªo extremidad
do cilindrol de eleva ªo ao retorno do tanque. Quando a p
fonte Ø mais elevada do que a pressªo da extremidade da h
cilindro de inclina ªo, o leo da fonte abre a vÆlvula de
ap s o carretel de controle extremidade da haste do cil
O leo de retorno flui do cilindro eleva ªo, do carretel
tanque. A ca amba come a a abaixar.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

VÁ LVULA CONTROLE LEVANTAMENTO


FLUTUAR (FLOAT)

HEAD END INLET ROD END


PILOT
PASSAGE

CHECK OUTLET MAKEUP


VALVE VALVE

Fig. 4.1.13 Válvula Levantamento Posiçào Flutuar

Válvula Controle Levantamento Posição Flutuar


Fig. 4.1.13 mostra uma válvula controle levantamento posição flutuar
Quando o operador move a alavanca de controle piloto para a posição
FLUTUAR, o óleo piloto (alaranjado) move o carretel de controle de
elevação completamente para a esquerda. O carretel de controle abre
a passagem da válvula de retenção à tomada do lado esquerdo e abre a
passagem da extremidade da cabeça do cilindro de elevação ao retorno
do tanque. O carretel de controle conecta tambem a extremidade da haste
do cilindro de elevação ao retorno do tanque. Quando ambas extremidades
são conectadas ao tanque. o cilindro não pode ser levantado ou abaixado.
Quando a máquina é movida o controle levantar/abaixar está na posição
FLUTUAR, o implemento segue a curvatura da terra.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

IMPLEMENTO DO SISTEMA HIDRÁ ULICO LOWERING


VALVE
HOLD

PRESSURE
REDUCING
VALVE
TO
STEERING
MAIN
RELIEF
VALVE
FROM
STEERING
MANIFOLD

AUX. TILT BACK LIFT/LOWER


VALVE DUMP VALVE VALVE

PILOT SHUTOFF
VALVE

AUX TILT BACK LIFT/LOWER


CONTROL DUMP CONTROL CONTROL

Fig. 4.1.14

Na posição RETER, o óleo da bomba de direção e do piloto flui a


fonte do sistema de direção e à válvula redutora de pressão. A válvula
redutora de pressão controla a pressão máxima no sistema piloto ( a
operaçào da válvula redutora de pressão é explicada na unidade 3, no
capitulo 4.) O óleo flui da válvula redutora de pressão, através da
válvula de retenção ao acumulador e á válvula piloto fechada.
(shutoff)
O acumulador serve como uma fonte de óleo piloto de emergência
quando a bomba está parada.
Quando a válvula esta parada na posição de repouso, o óleo piloto está
obstruido. O sistema piloto não funcionará, quando a válvula piloto
parada está na posição de funcionamento, o óleo corre através da válvula
piloto auxiliar, válvulas de inclinação de controle piloto, despejo e de
levantar /abaixar. Quando as válvulas de controle estão na posição reter,
o óleo piloto está obstruido nas válvulas de controle piloto. Este tipo
de sistema é chamado de sistema de centro facahdo.
O óleo da bomba principal de implemento flui após o ponto de teste e a
válvula de alivio principal à válvula de controle principal.
O óleo da bomba de implemento corre através do centro do carretel
auxiliar da válvula, do centro do carretel de inclinação, centro carretel
levantar/abaixar e de retornos do tanque. Este tipo de sistema é chamado
de centro aberto.

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Unidade 4 (Lição 1)

IMPLEMENTO DO SISTEMA HIDRÁ ULICO LOWERING


VALVE
iNCLINAR PARA TRÁS (TILT BACK)

PRESSURE
REDUCING
VALVE
TO
STEERING
MAIN
RELIEF
VALVE
FROM
STEERING
MANIFOLD

AUX. TILT BACK LIFT/LOWER


VALVE DUMP VALVE VALVE

PILOT SHUTOFF
VALVE

AUX TILT BACK LIFT/LOWER


CONTROL DUMP CONTROL CONTROL

Fig. 4.1.15

Este esquema mostra o fluxo que corre através do sistema hidráulico


com posição da alavanca despejo de inclinação para trás.
Quando o operador move a alavanca de controle de inclinação para trás,
o óleo piloto flui após a válvula de controle piloto de inclinação à
extremidade do carretel da válvula de inclinação a válvula de controle
principal do implemento. Pilota movimentos que o óleo do carretel da
válvula de inclinação a inclinação para trás. O óleo da extremidade
oposta do carretel da válvula de inclinação flui após da válvula de
controle piloto da inclinação ao tanque.
O movimento do carretel da válvula de inclinação, à inclinação para
trás posiciona blocos e o fluxo do óleo da bomba de implemento ao
tanque e dirige o óleo da bomba de implemento à extremidade principal
do cilindro de inclinação. O óleo na extremidade da haste cilindro é
forçado para trás após o carretel da válvula de inclinação ao tanque
Os orificios na linha de óleo piloto entre a válvula de controle piloto de
inclinação causam ao carretel da válvula de inclinação uma limitação ao
fluxo de óleo piloto e fornecem um controle melhor ao operador sobre
o carretel da válvula de inclinação.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

IMPLEMENTO DO SISTEMA HIDRÁ ULICO LOWERING


VALVE
LEVANTAMENTO (LIFT)

PRESSURE
REDUCING
VALVE
TO
STEERING
MAIN
RELIEF
VALVE
FROM
STEERING
MANIFOLD

AUX. TILT BACK LIFT/LOWER


VALVE DUMP VALVE VALVE

PILOT SHUTOFF
VALVE

AUX TILT BACK LIFT/LOWER


CONTROL DUMP CONTROL CONTROL

Fig. 4.1.16

São mostrados neste esquema as condições do sistema hidráulico


de implemento com a alavanca de controle levantar/abaixar (lift/lower)
na posição de elevação.
Quando o operador move a alavanca de controle para a posição de
elevação, o óleo piloto flui após a válvula de controle piloto a
extremidade do carretel da válvula (lift/lower) na válvula de controle
principal do implemento. O óleo piloto move o carretel da válvula
(lift/lower) para a posição de elevação. O óleo da extremidade oposta
do carretel (lift/lower) flui após a válvula controle piloto ao tanque.
O movimento do carretel da válvula lift/lower à posição de elevação
obstrui o fluxo de óleo da fonte ao tanque. O óleo da fonte é dirigido
às extremidades principais dos cilindros de elevação. O óleo nas extr.
haste dos cilindros passa forçado pelo carretel lift/lower ao tanque.
Os orificios do óleo piloto alinham-se entre a válvula de controle piloto
lift/lower e o carretel, causam uma limitação ao fluxo de óleo piloto e
fornecem o melhor controle do operador do carretel da válvula
lift/lower.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

IMPLEMENTO DO SISTEMA HIDRÁ ULICO LOWERING


VALVE
ABAIXAR (LOWER)

PRESSURE
REDUCING
VALVE
TO
STEERING
MAIN
RELIEF
VALVE
FROM
STEERING
MANIFOLD

AUX. TILT BACK LIFT/LOWER


VALVE DUMP VALVE VALVE

PILOT SHUTOFF
VALVE

AUX TILT BACK LIFT/LOWER


CONTROL DUMP CONTROL CONTROL

Fig. 4.1.17

São mostrados neste diagrama as condições do sistema hidráulico de


implemento com a alavanca de controle lift/lower na posição abaixar

Quando o operador move a alavanca de controle lift/lower para a


posição abaixar, o óleo piloto flui após a válvula de controle piloto
lift/lower à extremidade do carretel da válvula lift/lower na válvula
de controle principal do implemento. O óleo piloto move o carretel
da válvula lift/lower pra a posição abaixar. O óleo da extremidade
oposta do carretel e da válvula piloto retornam ao tanque.
O movimento do carretel da válvula lift/lower para posição abaixar
obstrui o fluxo de óleo da fonte ao tanque. O óleo da fonte é dirigido
às extremidades da haste do cilindro de elevação. O óleo nas extrem.
principais dos cilindros é passado do carretel da válvula ao tanque.
Os orifícios do óleo piloto alinham entre a válvula de controle piloto
lift/lower e o carretel, causam uma limitação ao fluxo de óleo piloto e
fornecem um controle melhor do operador ao carretel da válvula
lift/lower.

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Treinamento Operacional
Unidade 4 (Lição 1)

IMPLEMENTO DO SISTEMA HIDRÁ ULICO LOWERING


VALVE
FLUTUAR (FLOAT)

PRESSURE
REDUCING
VALVE
TO
STEERING
MAIN
RELIEF
VALVE
FROM
STEERING
MANIFOLD

AUX. TILT BACK LIFT/LOWER


VALVE DUMP VALVE VALVE

PILOT SHUTOFF
VALVE

AUX TILT BACK LIFT/LOWER


CONTROL DUMP CONTROL CONTROL

Fig. 4.1.18

Neste esquema, a alavanca de controle lift/lower foi movida para


posição FLUTUAR.
Quando o operador move a alavanca de controle para a posição
flutuar, o óleo piloto flui após a válvula de controle piloto à
extremidade do carretel da válvula lift/lower na válvula controle
principal do implemento. O óleo piloto move o carretel da válvula
lift/lower para a posição FLUTUAR. O óleo da extremidade oposta
do carretel flui após a válvula de controle piloto ao tanque.
O movimento do carretel da válvula de controle à posição FLUTUAR
obstrui o fluxo do óleo da fonte ao tanque. O óleo da fonte é dirigido
às extremidades da haste dos cilindros de elevação e ao tanque. O óleo
nas extremidades principais cilindro flui após o carretel ao tanque.
Quando a máquina é movida e o implemento está em flutuar a caçamba
seguirá a curvatura da terra. A pressão ligeira nas extremidades das
hastes dos cilindros de controle não forçará a caçamba na terra.
.

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Glossário

GLOSSÁRIO DOS TERMOS

Acululador–É um recipiente que armazena líquidos sob pressão como uma fonte de poder

GLOSSÁRIO
hidráulico. Pode tambem ser usado como um absorvente de choque.
Atuador- É um dispositivo que converte o poder hidráulico em força e movimentos
mecânicos ex. cilindros e motores hidráulicos.
Sangrar (Bleed ) –É o processo em que o ar é removido de um sistema hidráulico.
Derivação (Bypass ) – É uma passagem secundária para o fluxo ou fluido.
Cavitação (Cavitation ) – É fenômeno que ocorre quando o ponto da pressão em um sistema
hidráulico for abaixo da pressão no sistema. Isto permite que bolhas do vapor de óleo dêem forma
no óleo. Se isto ocorrer na entrada da bomba, a ascensão rápida da pressão dentro da bomba força
estas bolhas violentamente. Isto pode causar erosão das peças, ruido e vibração.
Circuito (Circuit ) – É uma série de peças, componentes conectados pelas linhas fluidicas ou
pelas passagens. Geralmente parte de um sistema.
Sistema Centro Fechado - É um sistema hidráulico em que as válvulas de controle são
fechadas em neutro, parando o fluxo. O óleo neste sistema é variado, mas a pressão é constante.
Controlador- É um microprocessador com funções eletrohidráulicas de controle válvulas.
Cooler (Oil) – É um trocador de calor que remove o calor de um líquido.
Acoplador (Coupler ) – É um dispositivo que conecta mangueiras ou linhas as válvulas etc.
Amortecedor (Cushion ) – É um dispositivo, construido às vezes em um cilindro, que restringe o impacto
do pistão.
Ciclo (Cycle ) –É uma operação completa de um componente ou sistema.
Cilindro– É um dispositivo que converte energia fluídica em movimento linera ou circular (atuador).
Clindro de Dupla Ação (Double-Acting Cylinder ) – É um cilindro em que a força fluídica pode ser
aplicada em ambos os lados.

Cilindro de Uma Ação (Single Action Cylinder ) – É um cilindro em que a força fluídica pode ser
aplicada em um único lado.

Deslocamento (Displacement) – O volume de óleo deslocado de um curso ou volta complete de


uma bomba, motro, cilindro etc.
Deslocamento (Drift ) – É um movimento lento de um cilindro ou motor devido ao escapamento interno

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Glossário

Energia (Energy ) – Três tipos na hidráulica moderna, normal, hidrostática.


Energia Potencial – Energia da pressão. A energia da estática do óleo que pressurizado fica
pronto para fazer o trabalho.

Energia do Calor (Heat Energy ) – Fricção ou resistência ao fluxo,a fricção entre o óleo
movente e os confins das linas ou passagens, produzem a energia do calor

Energia Cinética– É energia do líquido movente, varia com a velocidade.

Filtro (Filter (OIL) –É um dispositivo que remove os solídos de um líquido.


Medidor de Fluxo (Flow Meter ) – É um dispositivo que mede o fluxo.
Taxa de Fluxo (Flow Rate ) – É o volume de um liquido.
Poder Fluido (Fluid Power ) – É energia transmitida e controlada com o uso de um líquido
pressurizado. Força é um impulso ou uma tração que agem em cima de um corp. Em um cilindro
é o produto da pressão.
Fricção (Friction ) –Aresistência ao fluxo (fluido) em um sistema hidráulico. Uma perda de energia
nas saídas de força.
Troca de Calor (Heat Exchanger ) – É um dispositivo que transfere o calor através de uma parede
conduzindo um líquido a outro.
Cavalo Vapor (Horsepower ) –Trabalho produzido por unidade de tempo.
Manguira (Hose ) –Linha transporte de fluido flexivel.
Hidráulica–A ciência da engenharia da pressão e dos fluxo líquidos (neste manual, nosso interesse
principal está na hidráulica do óleo para o trabalho de produtos.
Hidrodinamica– A ciência que estuda o comportamento dos fluidos.
Hidrostática– É ciência da engenahria que estuda os líquidos no equilibrio. todos os sistemas
neste manual operam sobre o principio hidrostatico.
Gás Inerte –Um gás não explosivo.
Linha– É um tubo, uma tubulação , ou uma mangueira para conduzir um líquido.
Distribuidor (Manifold) – É um condutor de fluido que possui muitos pontos (saídas).
Motor (Hidráulico) – É um dispositivo que converte energia fluídica em força mecânica, movimento
geralmente girátorio.
Sistem de Centro Aberto- Um sistema hidráulico em que as válvulas de controle são abertas
ao fluxo contínuo de óleo.
Orifício– É uma passagem restrita em um circuito hidráulico. Geralmente um furo grande perfurado
por um furo pequeno para criar um diferencial de pressão em um circuito.
Anel-O- É um retentor ou selo dinâmico par superficies de acoplamento.

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Glossário

Cano (Pipe ) –Uma linha com diâmetro exterior seja estandardizado.


Pistão– Uma parte cílindrica que se move em um cilindro e se transmite ou se recebe o movimento
para fazer o trabalho.
Passagem (Port ) – É extremidade aberta de uma passagem fluídica.
Ponto de Congelamento- A temperatura mais baixa em que o liquido fluirá.
Pressão– É a força de um liquido por área de unidade, expressada geralmente por unidades
de medidas, (kPa) ou (psi).
Pressão Trazeira- É a pressão encontrada no lado de retorno de um sistema

Pressão Saída- É a pressão minima que começa mover um atuador.

Pressão Rachando- É a pressão em que a válvula de alivio começa a abrir.

Pressão Diferencial- É a diferença na pressão entre alguns pontos, em sistemas ou em um


componete.

Fluxo Total Pressão- A pressão em que uma válvula esta largamente aberta.

Pressão de Operação - É a pressão em que um sistema é operado normamente.

Pressão Piloto – A pressão auxiliar atua ou controla um componente.

Pressão Nominal – Apressão nominal de operação é recomendada para um componente ou


ums sistema pelo fabricante.

Pressão Estática – É a pressão em um líquido em descanso.

Pressão de Sucção – É a pressão absoluta do líquido no lado de entrada da bomba.

Pressão de Oscilação - As mudanças da pressão causadas em um circuito de de uma coluna


rápidamente acelerada do óleo.

Pressão Sistema – É a pressão que supera as resistências totais em um sistema incluindo


todas as perdas.

Pressão Trabalho – É a pressão que supera a resistencia de trabalho.

Pulsação – É uma pequena flutuação de pressão repetida dentro de um circuito.


Bomba - É um dispositivo que converte força mecânica em fluxo hidráulico
são normalmente de palhetas, engrenagens e pistões.
Bomba de Deslocamento Fixo- E uma bomba em que a saída não pode ser variável.

Bomba de Deslocamento Variável- É uma bomba em que a saída pode ser variável

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Glossário

Circuito Regenerativo- É um circuito em que o líquido da pressão se descarrega de um componente


e é retornado ao sistema para reduzir exigencias da entrada de fluxo. Usa_se frequentemente rápiday
ação de um cilindro dirigindo o óleo descarregando da extremidade da haste a do pistão.
Remoto– É uma função hidráulica tal como um cilindro que seja separado de sua fonte. Conectado
geralmente à fonte por mangueiras flexíveis.
R eservatór io – É um recipiente para manter uma fonte do líquido de funcionamento em um sistema.
Restrição – É uma área de seção transversal reduzida em uma linha ou em uma passagem que causa a
pressão ex.linhas compridas, passagens obstruidas etc.
Solenoid – É um dispositivo eletromagnético posicionado em uma válvula hidráulica.
Amortecedor (Snubber ) – Amortecedor de choques.
Esgotamento (Starvation ) – É uma falta de óleo em área vital de um sistema.
Filtro (Strainer ) – É um filtro grosseiro.
Curso – É o comprimento do curso de um pistão em um cilindro. (usado às vezes para denotar a
mudança do deslocamento de uma bomba de deslocamento variável.
Oscilação (Surge ) – Uma ascensão momentânea da pressão em um circuito hidráulico.
Símbolos e Esquemas. Usados como uma representação para representar componentes e
sistemas hidráulicos.
Sistema – É usado em uma ou mais séries de peças (componentes) conectados. Compostos
frequentemente de circuitos.
Expansão Térmica – Expação do volume de fluido devido ao calor
Torque – O esforço de giro de um motor hidráulico ou de um cilindro girátorio. Dado
geralmente
Tubo – É uma linha cujo o tamanho é seu diâmetro exterior.
Válvula– É um dispositivo que controla a pressão, liquido, sentidos.
Válvula Reguladora de Fluxo Derivadora - É uma válvula que regula o fluxo a um circuito
em um volume constante, despejando o óleo adicional.

Válvula de Retenção - É uma válvula que permite o fluxo em um sentido.

Válvula Centro Fechado – É uma válvula em que os pontos de entrada e saída são fechados na posição
neutra, parando o fluxo da bomba através da válvula.

Válvula de Controle Direcional – É uma válvula que dirige o óleo através das passagens selecionadas.
(geralmente é projeto do carretel ou daválvula giratória).

Válvula Eletro-Hidráulica – É uma válvula que é aberta e fechada por um solenoide.

Válvula de Controle Fluxo – É uma válvula que controla a taxa de fluxo. (chamada as vezes de
válvula de controle de volume).

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Glossário

Válvula de Agulha – É uma válvula com um ponto afilado ajustável que regula o fluxo.

Válvula de Centro Aberto – É uma válvula em que os pontos de entrada e saída ficam abertos na
posição neutra permitindo o fluxo contínuo do óleo da bomba.

Válvula Piloto – É uma válvula usada para operar uma válvula de controle.

Válvula Operada Piloto – É uma válvula que é atuada por uma válvula piloto.

Válvula de Gatilho – É um projeto da válvula em que o elemento de assento fica aberto para obter o
fluxo livre em um sentido e imediatamente assenta quando o fluxo inverte.

Válvula de Controle de Pressão- É uma válvula cuja função preliminar seja controlar a pressão
inclui válvulas de alivio, despejo etc.

Válvula Redutora de Pressão – É uma válvula de controle de pressão que limita a pressão saída.

Válvula de Sequência da Pressão – É uma válvula de controle pressão que dirige o fluxo pré ajustad.o

Válvula de Alivio – É uma válvula que limita a pressão em um sistema, geralmente liberando o excesso.

Válvula Direcional Giratória – É uma válvula projetada em forma cilíndrica. Quando a válvula é
girada, abre e fecha passagens perfuradas para dirigir o óleo.

Válvula Seletora – É uma válvula que seleciona um ou dois ou mais circuitospara dirigir.

Válvula Retenção Dupla – É uma válvula conectada que seleciona um ou mais circuitos por causa
do fluxo ou pressão que muda nestes circuitos.

Válvula de Fechamento – É uma válvula que opera inteiramente aberta ou fechada.

Válvula Direcional de Carretel – É uma válvula projetada com carretel que desliza em um furo, ou
em uma abertura ou em passagens de fechamento, podendo ter vários corpos, maneiras ou envelopes
para passagens de fluxo.

Válvula Controle Volume - É uma válvula que controla a quantidade de fluxo. Inclui válvula de
controle de fluxo, divisoras de fluxo, derivadoras etc.

Pilha da Válvula – É uma série de válvulas de controle em pilha com placas terminais comuns e uma
entrada e uma saída comuns de óleo.
Velocidade – É a distância que um líquido viaja por um tempo na unidade. Medido geralmente
em pés por segundo ou medidores por segundo.
Respiradouro – É um dispositivo respirando ar em um reservatório de fluido.
Viscosidade – É a medida da resistência de um líquido ao fluxo.
Volume – É a quantidade do fluido ou fluxo por unidade de tempo. Dado geralmente como
galões por minuto (gpm) ou litros por minuto (lpm).

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Glossário

ABREVIATURAS

ANSI – American National Standards Institute


ASAE – American Society of Agricultural Engineers (sets standards for many hydraulic components
for agricultural use)
°F – degrees Fahrenheit (of temperature)
ft-lbs. – foot-pounds (of torque or turning effort)
gpm – gallons per minute (of fluid flow)
hp – horsepower
I.D. – inside diameter (as of a hose or tube)
ISO – International Standards Organization
kPa – Kilopascals (of pressure)
LPM – Liters per minute (of fluid flow)
O.D. – outside diameter (as of a hose or tube)
psi – pounds per square inch (of pressure)
rpm – revolutions per minute
SAE – Society of Automotive Engineers (sets standards for many hydraulic components)

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