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2 CUSTOS PARA PLANEJAMENTO E DECISÃO

2.1 Relação Custo/Volume/Lucro

A relação Custo/Volume/Lucro é a relação que o volume de vendas tem com os


custos e lucros.

2.1.1 Custos e Despesas Variáveis

Os custos e despesas variáveis são aqueles que variam proporcionalmente em


relação aos produtos fabricados ou aos serviços prestados. Esses custos e despesas
aumentam ou diminuem conforme a ocorrência de acréscimos nos níveis de produção e
vendas.

Exemplo:
- A matéria-prima na área de produção;
- Os fretes na área de comercialização.

Tanto o custo como a despesa variam numa relação direta com as variações dos
volumes de vendas e produção.
Os custos e despesas variáveis aparecem somente quando a atividade ou a
produção é realizada.

Suas principais características são:


- Em unidades – os custos variáveis permanecem constantes
- No total – quanto maior o volume de produção ou atividade, maiores serão os
custos.

2.1.2 Custos e Despesas Fixas

Nenhum custos ou despesa são eternamente fixos. Eles são fixos dentro de certos
limites, níveis de atividade. E suas oscilações ocorrem proporcionalmente, em faixas de
níveis, para que não deixem de serem fixos.

Os custos fixos ou despesas fixas são aqueles que independem da quantidade


produzida ou do volume de atividade.

Exemplo:
Aluguel, o imposto predial, a depreciação.

Suas principais características são:


- Em unidades – quanto maior for o volume de produção, menores serão os custos
fixos unitários
- No total – os custos fixos não variam e independem das quantidades produzidas em
um determinado nível de atividade.
2.2 Análise do Custo/Volume/Lucro

A análise do C/V/L é usada para determinar as inter-relações entre diferentes níveis de


atividades (vendas), custos, preços de venda e composição de vendas e dos rendimentos.
A análise preocupa-se com o efeito sobre rendimentos de uma alteração no volume de
vendas, preço de venda, composição de vendas e custos.

A análise exige também que os custos fixos e variáveis sejam separados e


calculados de modo que todos os custos possam ser divididos simplesmente em fixos e
variáveis.

Objetivo:

Existe uma diferença qualitativa importante entre o longo e o curto prazo,


definido da seguinte forma: longo prazo é o planejamento para mudanças e curto prazo
é a adaptação às mudanças.

No curto prazo a capacidade de saídas de produção da empresa é fixa, assim a


sua liberdade de ação é limitada.

A análise Custo/Volume/Lucro é uma ferramenta importante no planejamento de


curto prazo, porque explora o relacionamento existente entre as suas quatro principais
variáveis: custo, receita, volume de saídas e lucro.

2.2.1 Aplicação da Análise Custo/Volume/Lucro

Ao planejarem suas estratégias de curto prazo, os gestores de uma organização


precisam saber qual será o efeito das mudanças em uma ou mais dessas variáveis, e o
efeito dessas mudanças no lucro.

O relacionamento entre o custo e o volume das saídas auxilia o estabelecimento


nas estratégias de preço e também do melhor mix de vendas.

A análise Custo/Volume/Lucro da ênfase ao comportamento dos padrões de


custo em relação às diferentes saídas de produção, como um guia para selecionar os
níveis de lucro e a adoção de uma política apropriada de preço.

Então em um modelo de curto prazo, esta análise oferece aos administradores


uma visão geral do processo de planejamento.

A reação do custo às influências das diversas variáveis, é imprescindível para a


tomada de decisão.

A análise C/V/L reforça, a respeito a distinção entre custos fixos e variáveis.

Custos Fixos – São aqueles os quais suas mudanças independem do volume de


saídas da produção.
Custos variáveis – São aqueles os quais suas mudanças são dependentes
diretamente das mudanças nos níveis de atividades.

2.2.2 Fatores que Envolvem a Análise do Custo/Volume/Lucro

- Preços de Venda (PV)


- Volume de Vendas
- Custos Variáveis (CV)
- Custos Fixos (CF)

2.2.3 A proporção custo/volume/lucro

Vendas = custos variáveis + custos fixos + lucro

A diferença básica entre a equação do custo/volume/lucro e a equação do Ponto


de Equilíbrio é o acréscimo do lucro.

2.3 Margem de Contribuição

É a diferença entre a Receita e o Custo Variável de cada produto. É o valor que


cada unidade efetivamente traz à empresa de sobra entre sua receita e o custo que de
fato provocou e lhe pode ser imputado sem erro.

A Margem de Contribuição, sem erro, somente é possível no Custeio Variável


(Direto), pois nele os Custos Fixos não são apropriados ao produto, e sim são jogadas
integralmente no resultado. E isto proporciona uma melhor análise do custo do produto,
não incorrendo em problemas de rateio dos custos diretos.

Exemplo:
Produto “X”
Preço de Venda = R$ 20,00 / unidade
Custos Fixos = R$ 130.000 por ano
Custo Variável = R$ 3,00 / unidade
Fabricação com venda integral = 30.000 unid./ano, com capacidade para
aumentar a produção para 40.000 unid./ano.

Unidade Vendidas 30.000 unidades 40.000 unidades


Total (R$) Unidade (R$) Total (R$) Unidades (R$)
Receita Total 600.000,00 20,00 800.000,00 20,00
Custo Variável 90.000,00 3,00 120.000,00 3,00
Margem de Contribuição 510.000,00 17,00 680.000,00 17,00
Custo Fixo 130.000,00 4,33 130.000,00 3,25
Lucro Líquido 380.000,00 12,67 550.000,00 13,75

Análise:
Com o aumento do Nível de Produção de 30.000 unidades para 40.000 a
Margem de Contribuição também aumentou no total, mas manteve-se fixo por unidade.
Isto porque, mesmo com o aumento da produção o Custo Variável por unidade
permaneceu igual, e não houve alteração no preço de venda.
Os custos totais variáveis aumentaram proporcionalmente com o volume das
vendas, já o custo variável unitário ficou constante.

O custo fixo total é constante para estes níveis de atividade, já o unitários varia
conforme muda a quantidade vendida. Quanto maior for o volume vendido, menor será
o custo fixo unitário, e quanto menor for, maior será o Lucro Líquido.

Vejamos a relação Custo Fixo e Margem de Contribuição no gráfico.

Margem de Contribuição
R$

Custo Fixo

“X” Vendas / Unidades

Para uma empresa ter lucro, a Margem de Contribuição deverá cobrir e exceder
os Custos Fixos, caso contrário ela terá prejuízos.

2.4 Ponto de Equilíbrio

É também denominado de ponto de ruptura “BREAK-EVER-POINT”, e nasce


da conjugação dos custos totais com as receitas totais. É o ponto a onde os Custos
Totais e as r
receitas Totais se igualam. A partir deste ponto a empresa entra na área da lucratividade.

PE RT = CT
A análise do Ponto de Equilíbrio é muito importante para a esfera gerencial, os
que tomam decisões devem compreender a relação entre o custo de realização dos
negócios e a receita gerada pelas vendas da empresa. Esta relação é importante porque,
em sua forma mais simples, é a própria definição de Lucro.

No conceito de Ponto de Equilíbrio, verificamos que este ocorre na igualdade


dos Custos Totais e as Receitas Totais. Portanto, o lucro de uma empresa é obtido a
partir de vendas ocorridas acima do Ponto de Equilíbrio.

A análise do Ponto de Equilíbrio é fundamental nas decisões referente a


investimentos, nos planejamentos de controle do lucro, no lançamento ou corte de
produtos e para análise das alterações do Preço de Venda conforme o comportamento
do mercado.

Para a determinação do ponto de Equilíbrio, é necessário definir alguns termos


usados:
- Receita Total (RT): É o número, Quantidade (Q) de Unidades Vendidas,
multiplicado pelo preço de Venda.
- Custo Total (CT): É composto pelos Custos Variáveis (CV) mais os Custos Fixos
(CF).
RT = PVu x Q
CT = (CVu x Q) + CF

- Margem de Contribuição (MC): Diferença entre o preço de venda unitário (PVu)


menos o custo variável unitário (CVu).

Concluímos então que: RT = CT + L


MC = PVu - CVu
RT

LUCRO CT
PE

CV

CDF
PREJUÍZO

Legenda: PE = Ponto de Equilíbrio


RT = Receita Total
CT = Custo Total
CDV = Custo Despesa Variável
CDF = Custo Despesa Fixa
PV = Preço de Venda
u = Volume ou Produção em unidades
2.4.1 Cálculo do Ponto de Equilíbrio

O cálculo do Ponto de Equilíbrio pode ser resolvido de três maneiras para sua
determinação e apresentação:
- Método da equação
- Método da Margem de Contribuição
- Método Gráfico
2.4.1.1 Método da equação

A determinação do Ponto de Equilíbrio sai da seguinte equação:

PEu = CDFT ou seja: PEu = CDFT


PVu – CDVu MCu

Exemplo: Preço de venda (PV) = R$ 20,00 por unidade


Custos variáveis (CV) = R$ 4,00 por unidade
Custos fixos (CF) = R$ 130.000,00 por mês

Calculo do Ponto de Equilíbrio em quantidade e valor.

PEu = 130.000,00 PEu = 8.125 unidades por mês.


20,00 – 4,00
PE$ = PEu x PVu
PE$ = 8.125 unidades x R$ 20,00
PE$ = R$ 162.500,00 por mês

2.4.1.2 Método da Margem de Contribuição

Este método é usado para determinar o Ponto de Equilíbrio, Lucro ou Prejuízos


operacionais a cada nível de produção.

Exemplo: - Mesmos valores do Método da Equação


- Níveis de produção para 7.500 u/m, 8.125 u/m e 8.850 u/m.
Descrição Níveis de Produção
Unidades 7.500 8,125 8.850
Receita Total 150.000,00 162.500,00 177.000,00
CDVT - CV 30.000,00 32.500,00 35.400,00
MCT - MC 120.000,00 130.000,00 141.600,00
CDFT - CF 130.000,00 130.000,00 130.000,00
Lucro ou Prejuízo (10.000,00) Zero 11.600,00

2.4.1.3 Método Gráfico

Ele demonstra o Ponto de Equilíbrio no gráfico, a relação entre custos, receitas,


volumes de saídas e o lucro resultante.
Eixo Horizontal – representa as saídas em unidades.
Eixo Vertical - representa os valores monetários.

Exemplo com os níveis de atividade do Método da Margem de Contribuição.


$ RT

lucro C
T
177.000.00

PE
162.500,00
CDV

150.000,00

Prejuízo
prejuízo
130.000,00 C
D
F

7.500 8.125 8.850 Unidades

2.4.2 Ponto de Equilíbrio Contábil, Econômico e Financeiro

2.4.2.1 Ponto de Equilíbrio Contábil (PEC)

O Ponto de Equilíbrio Contábil (PEC) será obtido quando o volume (monetário


ou físico) o suficiente para cobrir todos os custos e despesas fixas (MC), ou seja, o
ponto a onde não há lucro ou prejuízo contábil. É o ponto a onde a Receita Total é igual
ao Custo Total.

Exemplo: Dados da empresa “Custos Ltda”


CV = $ 5,00/u
CF = $ 4.000,00/mês
PV = $ 10,00/u

PEC = CF PEC = 4.000,00


MC 10,00 – 5,00

PEC = 800 u/mês ou seja, vendas de $ 8.000,00/mês

2.4.2.2 Ponto de Equilíbrio Econômico (PEE)

As empresas perseguem a obtenção de lucro e operar no PEC significa ter


resultado nulo. O PEE acontece quando existe lucro na empresa e este busca comparar
e demonstrar o lucro da empresa em relação a taxa de atratividade que o mercado
financeiro oferece ao capital investido.

Tomamos como exemplo a empresa “Custos Ltda” e supondo que a empresa


possua um Patrimônio Líquido (PL) de $ 50.000,00, e que se colocado para render a
taxa de atratividade do mercado financeiro seria de 2% ao mês. Assim teríamos um
rendimento mensal de $ 1.000,00.

O lucro da atividade da empresa será obtido quando, contabilmente, o resultado


seja superior a esse retorno de 2% do mercado financeiro. Este retorno sobre o
investimento é também denominado de Custo de Oportunidade. O Custo de
Oportunidade representa a remuneração que a empresa obteria se aplicasse seu capital
no mercado financeiro, ao invés de no seu próprio negócio.

Exemplo:

PEE = CDFT + Custo de Oportunidade


MCu

PEE = 4.000,00 + 1.000,00


5,00
PEE = 1.000 u/mês

Podemos concluir que, para a empresa cobrir no mínimo o retorno que o


mercado financeiro daria ao capital investido, a empresa necessita vender 800 u/mês
para chegar ao PEC e mais 200 unidades para chegar ao PEE, portanto 1.000 u/mês.

2.4.2.3 Ponto de Equilíbrio Financeiro (PEF)

É representado pelo volume de vendas necessárias para que a empresa possa


fazer frente a seus compromissos (desembolsos) financeiros.

Os resultados contábeis e econômicos não coincidem com os financeiros, pois


nem todos os custos de fabricação exigem desembolsos.

Como exemplo de despesa não desembolsáveis temos as depreciações, que


podem ser classificadas nos Custos Fixos e não exigem contrapartida, uma saída de
caixa.

Seguindo o exemplo da empresa “Custos Ltda”, vamos supor que 20% dos
CDFT sejam referente à depreciação.

PEF1 = CDFT – Despesas não Desembolsáveis


MCu
PEF1 = 4.000,00 – (4.000,00 x 0,20)
5,00
PEF1 = 640 u/mês

Comprovação:
DRE
Vendas (640u x 10,00/u) $ 6.400,00
( - ) CDV (640u x 5,00/u) $ (3.200,00)
MC $ 3.200,00
( - ) CDF (Desembolsáveis) $ (3.200,00)
( - ) CDF (Não Desembolsáveis) $ (800,00)
Lucro Operacional $ (800,00)

Desse modo, mesmo operando na área de prejuízo, ou seja, abaixo do Ponto de


Equilíbrio Contábil, a empresa pode apresentar condições de liquidar suas obrigações
financeiras.
Vejamos isto no PEF2, a onde podemos acrescentar aos custos e despesas fixas
parcelas de amortização de empréstimos.

Acrescentaremos ao exemplo da empresa “Custos Ltda” um financiamento de


longo prazo, com parcelas mensais de $ 600,00.

PEF2 = CDFT – Despesas Não Desembolsáveis + Amortização


MCu
PEF2 = 4.000,00 – (4.000,00 x 0,20) + 600,00
5,00
PEF2 = 760 u/mês

Comprovação:
DRE
Vendas (760u x 10,00/u) $ 7.600,00
( - ) CDV (760u x 5,00/u) $ (3.800,00)
MC $ 3.800,00
( - ) CDF $ (4.000,00)
Lucro Operacional $ (200,00)
Constatamos exatamente o que foi citado acima, mesmo com prejuízo contábil de $
200,00 a empresa teria condições de liquidar seu compromisso operando nesse nível de
atividade pois o resultado da empresa é exatamente a diferença entre a parcela de
amortização e a depreciação.
$ 600,00 - $ 800,00 = ($ 200,00)

2.4.3 Limitações ao Uso do Ponto de Equilíbrio

Até aqui trabalhamos com o PE em exercícios de um único produto, sendo assim


muito mais fácil e simplificado. A limitação é justamente, quando existem vários
produtos, pelo fato que cada um possui custos e despesas variáveis diferenciados,
tornando assim impossível o cálculo do PE num âmbito global.

2.5 Margem de Segurança e Alavancagem Operacional

2.5.1 Margem de Segurança

É a parcela de produção e vendas que a empresa tem que está acima do Ponto de
Equilíbrio. E conseqüentemente esta empresa poderá amortizar uma redução em sua
produção e vendas sem entrar na faixa de prejuízos.
Vamos ver isto no exemplo da empresa fabricante de Azulejos.
Custos e Despesas Variáveis: $ 2,00 m²
Custos e Despesas Fixas: $ 6.000,00 /mês
Preço de Venda: $ 5,00 / m²

O seu Ponto de Equilíbrio é de:


PE = 6.000,00
15,00 – 2,00
PE = 2.000 m² / mês
Comprovação:
Vendas (2.000m² x 5,00) $ 10.000,00
( - ) CDVT (2000 m² x 2,00) $ 4.000,00
MC $ 6.000,00
( - ) CDFT $ (6.000,00)
L.O $ 0

Se esta empresa produzisse e vendesse 2.500 m² de azulejos por mês, qual seria
o lucro?

Vendas (2.500m² x $ 5,00) $ 12.500,00


( - ) CDVT (2500m² x $ 5,00) $ (5.000,00)
MC $ 7.500,00

( - ) CDFT $( 6.000,00)
Lucro Operacional $ 1.500,00

Veja: - 500m² foram vendidos acima do Ponto de Equilíbrio


- Isto corresponde a um Lucro Operacional de 500m² x 3,00 (Mcu) = $
1.500,00.
Estes 500m2 de azulejos a mais representa a margem de segurança desta
empresa, pois se houver alguma redução nas vendas e na produção ela não entrará na
faixa de prejuízo.
MS = 500m² x 100
2.500m²
MS = 20%
Em receita, o cálculo é o mesmo:
MS = Receita Atuais – Receita no PE x 100
Receitas Atuais
MS = 12.500,00 – 10.000,00 x 100
12.500,00
MS = 20%

Aumentando-se agora para 3.000m² de azulejos, qual será o novo Lucro?


MS = 1.000m²
MS = 40%
1.000m²/mês x 3,00 = $ 3.000,00

2.5.2 Alavancagem Operacional


Se comparamos os resultados obtidos com a produção e vendas de 2500m² de
azulejos e os 3.000m² por mês, teremos:

Um aumento no Volume (quantidades):


- Unidades: 500m² (3.000 – 2.500) ou seja,
- Percentual: 20%

Aumento no Lucro:
- $ 1.500,00 (3.000,00 – 1.500.00)
- Percentual: 100%
A Alavancagem Operacional será:

AO = Porcentagem de acréscimo no Lucro


Porcentagem de acréscimo no Volume

AO = 100%
20%
AO = 5 vezes

Um acréscimo de 20% no Volume da Atividade corresponde a um aumento de


100% no resultado, com uma alavancagem de 5 vezes.

Isto significa que a cada 1% de crescimento a partir dos 2.500m² de azulejos


produzidos e vendidos, vai crescer 5 vezes meu lucro.

Vejamos o seguinte, em vez da produção passar de 2.500m² para 3.000m²,


passaremos para 3.500m², qual seria o novo lucro.
LO 1.500m² = MSO x Mcu
LO = 1.500 x 3,00
LO = $ 4.500,00
Aumento no Volume: 40%
Aumento no Lucro: 200%
AO = 200%
40%
AO = 5 vezes
A Alavancagem Operacional de 5 vezes somente é valida paras as operações a
partir do Volume de 2.500m².

A Alavancagem Operacional é sempre diferente para cada ponto que se


encontrar. Ela somente é igual para as comparações a partir do Volume de 2.500m² de
azulejos. Desta forma fica claro que a cada 1% de crescimento da produção e vendas a
partir deste ponto, o meu lucro vai crescer 5 vezes.