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N-2349 REV. C 03 / 2016

Segurança nos Trabalhos


de Soldagem e Corte

Procedimento

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.


Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a
responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e
enumerações.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que


deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
CONTEC eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve
Comissão de Normalização ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela
Técnica Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de
caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições


previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da
PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter
não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 16 CONTEC - Subcomissão Autora.

Segurança Industrial As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO


S. A. - PETROBRAS, de aplicação interna na PETROBRAS e Subsidiárias,
devendo ser usada pelos seus fornecedores de bens e serviços,
conveniados ou similares conforme as condições estabelecidas em
Licitação, Contrato, Convênio ou similar.
A utilização desta Norma por outras empresas/entidades/órgãos
governamentais e pessoas físicas é de responsabilidade exclusiva dos
próprios usuários.”

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 8 páginas, Índice de Revisões e GT


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1 Escopo

1.1 Esta Norma fixa as condições de segurança aplicáveis aos trabalhos de soldagem e corte,
visando a proteção da força de trabalho e das instalações.

1.2 Esta Norma aplica-se a soldagem e corte a arco elétrico e a gás.

1.3 Esta Norma não se aplica a trabalhos de soldagem subaquática.

1.4 Esta Norma se aplica aos trabalhos realizados a partir da data de sua edição.

1.5 A aplicação desta Norma para as empresas do Sistema PETROBRAS sediadas no exterior deve
ter como princípio o respeito à legislação local, assim como aos demais requisitos aplicáveis. Fica
estabelecido que todas as demais legislações ou referências brasileiras existentes e destacadas
nesta Norma podem servir como insumo ao seu processo de adaptação.

1.6 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas.

2 Referências Normativas

Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para


referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,
aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.

NR-10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;

NR-18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;

NR-34 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação


Naval;

PETROBRAS N-133 - Soldagem;

PETROBRAS N-2162 - Permissão para Trabalho;

PETROBRAS N-2163 - Soldagem e Trepanação em Equipamentos, Tubulações Industriais


e Dutos em Operação;

ABNT NBR 12274 - Inspeção em Cilindros de Aço, Sem Costura, para Gases;

ABNT NBR 15959 - Mangueiras de Borracha para Solda, Corte e Processos Correlatos -
Requisitos;

ANSI Z49.1 - Safety in Welding, Cutting, and Allied Processes;

API RP 2009 - Safe Welding, Cutting, and Hot Work Practices in the Petroleum and
Petrochemical Industries;

NFPA 51B - Standard for Fire Prevention During Welding, Cutting, and Other Hot Work.

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3 Termos e Definições

Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições.

3.1
soldagem e corte a arco elétrico
processo de fusão para união (com ou sem o uso de metal de adição) ou separação de material
metálico através do aquecimento por meio de um arco elétrico

3.2
soldagem e corte a gás
processo de fusão para união ou separação de material metálico através de queima da mistura de um
gás combustível com oxigênio

4 Condições Gerais

4.1 Para emissão de permissão para trabalho devem ser obedecidas as condições estabelecidas na
PETROBRAS N-2162.

4.2 Todo trabalho de soldagem e corte a arco elétrico ou a gás deve ser realizado conforme a
PETROBRAS N-133.

4.3 Para a execução de soldagem e de trepanação em equipamentos, tubulações industriais e dutos


que estejam em operação (pressurizados com ou sem fluxo, com produto ou seus resíduos) utilizar a
PETROBRAS N-2163.

4.4 Além do que determina esta Norma devem ser obedecidas as condições estabelecidas na
ANSI Z49.1.

4.5 Deve ser efetuada prévia análise de riscos, definido o uso dos equipamentos de proteção
individual e coletivo (EPI e EPC).

4.6 Antes do início dos trabalhos os equipamentos de solda, corte e proteção individual e coletiva
devem ser inspecionados.

4.7 Antes do início dos trabalhos, todos os equipamentos classe A, equipamentos classe B
interligados a equipamentos classe A e áreas classificadas devem ser avaliados quanto às
concentrações limites de inflamabilidade e, se necessário, monitorados.

NOTA 1 A PETROBRAS N-2162 apresenta a definição de equipamentos classe A e classe B.


NOTA 2 Conforme API RP 2009, para todo trabalho a quente em equipamentos que operam com
hidrocarbonetos, deve-se tomar as ações para atingir 0 % do LII.

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5 Condições Específicas

5.1 Equipamentos de Solda e Corte a Arco Elétrico

5.1.1 A alimentação elétrica das máquinas de solda deve ser feita através de chave blindada e
aterrada ou disjuntor eletromagnético, protegidos contra intempéries e dimensionados e revisados
para atender à demanda dos trabalhos.

NOTA 1 O profissional autorizado, conforme NR-10, deve realizar a instalação da máquina e o


aterramento de sua carcaça.
NOTA 2 Recomenda-se que o aterramento esteja no campo visual do soldador. [Prática
Recomendada]
NOTA 3 Recomenda-se que sejam utilizados conectores de entrada e saída blindados. [Prática
Recomendada]

5.1.2 As emendas de cabos elétricos somente devem ser do tipo blindadas.

5.1.3 Os cabos elétricos que alimentam as chaves blindadas e as máquinas de solda devem ser
mantidos aéreos, em área de passagem de pessoas, a uma altura mínima de 2,5 m do piso e, em
áreas de passagem de veículos, a uma altura mínima de 4,5 m do piso.

5.1.4 A máquina de solda deve ser posicionada em local seco e protegida contra intempéries.

NOTA 1 Preferencialmente a maquina de solda deve ser instalada em área não classificada.
NOTA 2 Quando instalada em área classificada a mesma deve ser considerada como fonte de
ignição prevista na análise de risco do trabalho.

5.1.5 A máquina de solda deve estar o mais próximo possível da frente de trabalho.

5.1.6 Quando várias máquinas de solda elétrica forem utilizadas em um mesmo local, deve ser
prevista uma identificação do ponto de tensão de alimentação da máquina e uma identificação entre a
máquina e o soldador que a utiliza.

5.1.7 Os cabos elétricos não devem ser mantidos em locais encharcados tais como poças, valas e
canaletas.

5.1.8 O cabo de aterramento da máquina de solda deve ser isolado, ter garras apropriadas e estar
conectado à peça a ser soldada, de forma a evitar aberturas indesejadas de arcos elétricos.

5.1.9 Deve ser verificado o travamento das partes, antes da execução do corte ou da solda, para
evitar movimentos indesejáveis das mesmas.

5.1.10 As pinças e o porta eletrodo não devem ser deixados no piso e sim apoiados em superfícies
isolantes ou pendurados em cabides para este fim, devendo ser mantidos afastados de locais ou
recipientes que contenham ou que tenham contido substâncias inflamáveis ou combustíveis.

5.1.11 Ao finalizar ou interromper o trabalho de soldagem, deve-se desligar a chave de alimentação


da máquina de solda.

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5.1.12 Nas máquinas de solda, deve ser utilizado o regulador automático que reduz a tensão de
circuito aberto no caso de ocorrer interrupção do arco elétrico.

5.1.13 Durante a atividade soldagem a arco elétrico o soldador não deve enrolar cabo elétrico, em
partes do corpo.

5.1.14 Os cabos elétricos das máquinas de solda não devem ser apoiados sobre válvulas,
eletrocalhas, tubulações que apresentem condições adversas (como temperaturas extremas), linhas
ou equipamentos que contenham produtos tóxicos, corrosivos, combustíveis, inflamáveis.

5.2 Equipamentos de Solda e Corte a Gás

5.2.1 Os cilindros cheios e vazios, quando não estiverem acoplados ao manômetro, devem ter as
respectivas tampas ou capacetes instalados.

NOTA Os cilindros vazios devem ser identificados de forma indelével e mantidos separados dos
cheios.

5.2.2 Para a movimentação dos cilindros deve ser utilizado um carrinho adequado ou outro
equipamento possuindo dispositivos para fixá-los e movimentá-los com segurança. O capacete de
segurança do cilindro nunca deve ser utilizado como sustentação do mesmo.

5.2.3 Os cilindros de gases devem ser armazenados em áreas permanentemente limpas, ventiladas,
secas e sinalizadas, respeitando-se a compatibilidade entre os gases.

5.2.4 Os cilindros devem ser mantidos na posição vertical, fixados e com seus capacetes de
proteção. Nunca devem ser expostos a calor excessivo nem instalados em locais confinados ou com
ventilação deficiente.

NOTA A temperatura ambiente para o manuseio e estocagem do cilindro de acetileno não deve
ultrapassar 54 °C.

5.2.5 Os cilindros devem ser mantidos limpos, secos, isentos de óleo ou graxa e estar dentro do
prazo de inspeção, conforme estabelece a ABNT NBR 12274.

5.2.6 Os cilindros devem passar por inspeção para verificar a presença de possíveis danos, tais
como: mossas, amassamentos, oxidação, corrosão, indícios de incêndio, devem ser removidos para
local seguro e isolado. Deve ser providenciada a identificação no corpo do cilindro do tipo de acidente
ocorrido e a imediata remoção para o fabricante.

5.2.7 Antes de abrir a válvula do cilindro, verificar se o parafuso de regulagem de pressão, da válvula
reguladora, está completamente frouxo.

NOTA A abertura dos gases deve obedecer a seguinte sequência: primeiro oxigênio em seguida o
acetileno.

5.2.8 As válvulas reguladoras de pressão e manômetros devem ser utilizadas apenas com os gases
e para classe de pressão para que foram projetadas.

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5.2.9 As válvulas dos cilindros devem ser providas de volantes ou chaves, que devem permanecer
encaixados nas hastes das válvulas durante o uso, de modo que possa ser cortado o fluxo dos gases
em caso de emergência.

5.2.10 Quando for verificado vazamento pela gaxeta, as válvulas devem ser fechadas e o vazamento
sanado. Caso não se consiga sanar o vazamento, o cilindro deve ser removido conforme descrito
em 5.2.6.

5.2.11 O trabalhador não deve ficar posicionado em frente ou atrás dos manômetros das válvulas
reguladoras ao abrir as válvulas dos cilindros.

5.2.12 As mangueiras utilizadas no processo de solda e corte devem atender aos requisitos da
ABNT NBR 15959, inclusive na determinação das cores das mangueiras.

5.2.13 As mangueiras devem possuir válvulas corta chama instaladas na saída do cilindro e na
chegada do maçarico de, acordo com a NR-18 e NR-34, e devem ser inspecionadas de acordo com
orientações do fabricante.

5.2.14 As mangueiras devem ser inspecionadas quanto à presença de irregularidades, tais como:
nós, estrangulamentos, desgaste excessivo e cortes na cobertura externa, cobertura de borracha
ressecada apresentando fissura/trinca, descolamento da cobertura externa, formação de bolhas.
Caso seja constatada alguma irregularidade a mangueira deve ser substituída.

5.2.15 Para a execução dos trabalhos as mangueiras devem ser protegidas contra danos estruturais
provocados por tráfego de veículos, queda de objetos, fagulhas, fontes de calor, objetos quentes ou a
própria chama do maçarico.

NOTA 1 Quando necessário, emendas entre mangueiras devem ser feitas com conexões
apropriadas utilizando-se braçadeiras.
NOTA 2 Não fazer uso de emendas de cobre para mangueiras de acetileno.

5.2.16 É proibido o contato da mangueira e suas conexões com óleo ou graxa, bem como quaisquer
outros produtos químicos que possam causar danos às mangueiras.

5.2.17 A existência de vazamentos, em todas as uniões e conexões, deve ser verificada, com
solução formadora de bolhas, antes e durante a operação e sempre que detectado algum vazamento
o mesmo deve ser corrigido.

5.2.18 O bico do maçarico deve ter sua saída sempre limpa de acordo com as orientações do
fabricante.

5.2.19 O acendimento do maçarico deve ser feito com um centelhador apropriado.

5.2.20 Ao finalizar ou interromper os trabalhos as mangueiras devem ser despressurizadas e


enroladas, devendo-se assegurar que:

a) as válvulas dos cilindros estejam fechadas;


b) as válvulas dos maçaricos estejam abertas;
c) os manômetros estejam zerados.

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NOTA O fechamento dos gases deve obedecer a seguinte sequência: primeiro acetileno em
seguida o oxigênio.

5.2.21 As mangueiras de gases comprimidos não devem ser apoiadas sobre válvulas, eletrocalhas,
tubulações que apresentem condições adversas (como temperaturas extremas), linhas ou
equipamentos que contenham produtos tóxicos, corrosivos, combustíveis, inflamáveis.

5.2.22 As mangueiras, utilizadas no processo de corte ou solda a gás, não devem ser apoiadas nos
braços ou ombro dos executantes durante a atividade.

5.3 Proteção Contra Gases e Fumos Metálicos nos Processos de Solda e Corte

5.3.1 No planejamento dos trabalhos de corte e solda deve ser avaliada a necessidade de se adotar
medidas preventivas da exposição dos trabalhadores a gases tóxicos e fumos metálicos presentes no
ambiente ou gerado durante a execução do trabalho.

5.3.2 Nos trabalhos realizados em locais com ventilação deficiente ou em espaços confinados devem
ser utilizados sistemas de ventilação, exaustão ou ambos, conforme prévia análise de riscos.

5.4 Proteção Contra Incêndio e Proteção de Pessoas

5.4.1 No planejamento de trabalhos a quente (corte, solda, esmerilhamento, etc.) além dos recursos
de combate a incêndio deve ser previsto a adoção medidas preventivas, como por exemplo
habitáculo (ver Figura 1), para a contenção de fagulhas, borras, respingos, radiação e calor radiante,
de modo a evitar o contato destes com materiais combustíveis ou inflamáveis e atmosferas
explosivas, evitar impacto em atividades paralelas, na circulação de pessoas e prever a proteção
contra intempéries e contaminação atmosférica.

NOTA O material utilizado para contenção deve ser do tipo incombustível.

5.4.2 Recomenda-se o acompanhamento por um “observador de trabalhos a quente”, conforme


NFPA 51B, que permanece no local de trabalho até 30 min após o seu término, realizando verificação
das imediações do local de trabalho em um raio de 11 m. [Prática Recomendada]

NOTA Para os casos em que no planejamento não esteja previsto a necessidade de observador,
deve ser realizada uma verificação no local do trabalho a quente em até 30 min após seu
término, conforme NFPA 51B.

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ÍNDICE DE REVISÕES

REV. A
Não existe índice de revisões.

REV. B
Partes Atingidas Descrição da Alteração

Todas Revisão

REV. C
Partes Atingidas Descrição da Alteração

1.3 Alteração do texto para adequação de termo

3.1 Exclusão da subseção

3.2 Exclusão da subseção

3.3 Exclusão da subseção

3.4 Alteração do texto para melhor entendimento e renumeração

3.5 Alteração do texto para melhor entendimento e renumeração

4.1 Alteração do texto para melhor entendimento

4.4 Alteração do texto para melhor entendimento

4.5 Alteração do texto para melhor entendimento


Alteração do texto para melhor entendimento e inclusão das
4.7
notas 1 e 2
5.1.1 Alteração do texto da nota 1 e inclusão da nota 2
Alteração do texto para melhor entendimento e divisão do
5.1.2
texto para uma nova subseção
Alteração do texto para melhor entendimento e inclusão das
5.1.3
notas 1 e 2
5.1.4 Divisão do texto para uma nova subseção

5.1.5 Exclusão da subseção

5.1.6 Alteração do texto para melhor entendimento

5.1.7 Alteração do texto para melhor entendimento

5.1.8 Alteração do texto para melhor entendimento

5.1.9 Exclusão da subseção

5.1.10 Alteração do texto para melhor entendimento

5.1.12 Alteração do texto para melhor entendimento

5.1.11 Inclusão de nova subseção

5.1.12 Inclusão de nova subseção

5.1.14 Alteração do texto para melhor entendimento

IR 1/2
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REV. C
Partes Atingidas Descrição da Alteração

5.2.3 Alteração do texto para melhor entendimento

5.2.4 Alteração do texto para melhor entendimento

5.2.6 Alteração do texto para melhor entendimento

5.2.7 Inclusão de nota

5.2.8 Alteração do texto para melhor entendimento

5.2.12 Inclusão de referência normativa

5.2.13 Alteração do texto para melhor entendimento

5.2.14 Alteração do texto para melhor entendimento

5.2.15 Alteração do texto para melhor entendimento

5.2.16 Alteração do texto para melhor entendimento

5.2.19 Inclusão de nota

5.2.20 Alteração do texto para melhor entendimento

5.3.2 Alteração do texto para melhor entendimento

5.3.3 Exclusão da subseção

5.4 Inclusão da subseção

Anexo A Exclusão

IR 2/2

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