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FUNDAMENTOS DA COMPUTAÇÃO E SISTEMAS OPERACIONAIS –

TP3
Dispositivos e Rede

MARCOS ANDRÉ FERREIRA DOS SANTOS JUNIOR

Rio de Janeiro - RJ
Abril - 2016
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MARCOS ANDRÉ FERREIRA DOS SANTOS JUNIOR

FUNDAMENTOS DA COMPUTAÇÃO E SISTEMAS OPERACIONAIS –


TP3
Dispositivos e Rede

Trabalho apresentado ao Professor André de


Oliveira Palmerim Barcelos da disciplina
Fundamentos da Computação e Sistemas
Operacionais da turma ADS Live turno noite
do curso de Análise e Desenvolvimento de
Sistemas.

Instituto Infnet
Rio de Janeiro - 04 de Abril de 2016
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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................................... 04

1.1 Objetivo .............................................................................................................. 04


1.2 Justificativa......................................................................................................... 05
1.3 Estrutura do Trabalho ........................................................................................ 05
2 BARRAMENTOS ..................................................................................................................... 06
2.1 USB ..................................................................................................................... 06
2.2 AGP .................................................................................................................... 06

3 MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS ...................................................................................... 07

4 HARD DISK .............................................................................................................................. 08


4.1 Formatação: Física X Lógica ............................................................................ 08
4.2 Trilha Zero.......................................................................................................... 18

5 DISPOSITIVOS ........................................................................................................................ 09

5.1 Periféricos de Entrada e Saída........................................................................... 09


5.2 Roteador X Switch X Hub X Bridge.................................................................... 09
5.3 Estabilizador X No-Break................................................................................... 10

6 CONCLUSÃO ........................................................................................................................... 12

7 BIBLIOGRAFIA....................................................................................................................... 13
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1. INTRODUÇÃO

Relembrando o trabalho anterior, onde falamos sobre os componentes do


computador, um dos topicos citados, foi sobre as memórias, vimos que um computador não
pode possuir apenas um tipo de memória, já que cada memoória tem a sua função dentro do
computador, algumas são mais rápidas, pois necessita de uma transferência de dados rápida,
outras necessitam de mais capacidade armazenamento. Também não seria viável construir
uma única memória para fazer todas as funções, pois seria de um custo muito elevado, assim,
poucas pessoas teriam acesso a elas.
Hoje, veremos sobre alguns dispositivos do computador, como os barramentos, que
servem para conectar outros dispositivos ao computador, a classificação das memórias
semicondutoras, como a memória Cache, RAM, os registradores. Vamos conceituar o
funcionamento das formatações, tanto física, quanto lógica e o que é e como funciona a Trilha
Zero.
Vamos ver também, outros equipamentos, porém esses ficam do lado externo do
computador, são os dispositivos de rede, Roteador, Switch, Hub e Bridge, onde veremos as
suas funcionalidades e diferenças. Outro tópico inserido no trabalho é sobre os Periféricos de
Entrada e Saída, que servem para a comunicação do meio exterior com o computador.

1.1 OBJETIVO

O presente trabalho tem como objetivo apresentar um estudo sobre alguns dos
componentes internos, tais como: Barramentos, Memórias, Hard Disk. E outros externos,
como: Dispositivos de rede, Periféricos de Entrada e Saída.
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1.2 JUSTIFICATIVA

O presente trabalho serve para entendimento sobre funcionamento dos barramentos


USB e AGP, como a apresentação de conceitos como dos periféricos de Entrada e Saída, e a
classificação das Memórias Semicondutoras. Dsetacando alguns pontos fundamentais sobre
os HDs e os Dispositivos de Rede.

1.3 ESTRUTURA DO TRABALHO

Este trabalho está dividido em quatro capítulos de desenvolvimento de conteúdo. De


início, mostrando sobre os barramentos, apresentando o USB e o AGP. Seguido para a
classificação das Memórias Semicondutoras. Depois apresentado as diferenças da formatação
física para lógica e o que seria Trilha Zero. Terminando com os dispositivos de Entrada e
Saída e os dispositivos de rede, mostrando suas definições e diferenças.
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2. BARRAMENTOS
2.1 USB

O USB (Universal Serial Bus) é um barramento que tem conexão plug and play, ou
seja, basta encaixar o dispositivo e usá-lo, sem necessidade de reiniciar ou configurá-lo na
BIOS.
Começando com o USB 1.0, que conseguia transmitir até 12 Mbps. Já sua segunda
versão, USB 2.0, a mais utilizada atualmente, tem o poder de transmitir até 480 Mbps. E
chegamos ao USB 3.0, podendo chegar até 4,8 Gbps. O USB 3.0 possui (quatro) fios
especificos para enviar e receber dados ao mesmo tempo, diferente do USB 2.0, que não
possui esses fios.

2.2 AGP

O barramento AGP (Accelerayed Graphics Port) foi desenvolvido para utilizar


apenas placas de vídeos, possuindo uma maior taxa de transferência com interfaces de vídeo
do que o barramento PCI. Como consequência, tinha gráficos melhores e renderizava mais
rápido.
A sua primeira versão possuia dois modos de operação: x1 e x2. O modo x1 possui
transferência de dados de 266 MB/s, já sua segunda versão possuia 533 MB/s. Ao longo dos
anos surgiram mais dois modos: x4 (Taxa de transferência 1.066 MB/s) e x8 (Taxa de
transferência 2.133 MB/s). Todos esses modos operavam em 32 bits e e tinha 66 MHz de
clock.
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3. MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS

As memórias semicondutoras são classificadas por sua velocidade e custo, quanto


mais rápidas e caras, mais próximas estão do topo da pirâmide, contudo, tem baixa capacidade
de armazenamento. E as que estão mais próximas da base, não são tão velozes quanto as de
cima, possuem um custo mais baixo de produção e maior capacidade de armazenamento.

Figura 1 – Hierarquia das Memórias

Fonte: Global Spec (Modificada pelo Autor)

Figura 1. Disponível em:


http://www.globalspec.com/ImageRepository/LearnMore/20135/memoryhierarchye38650c30eb84c6dbe40e9166fb70242.gif
;. Acesso em mar. 2016.
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4. HARD DISK
4.1 FORMATAÇÃO: FÍSICA X LÓGICA

A formatação física é a primeira formatação que o dispositivo (HD) sofre, feita,


somente, na hora da fabricação, onde é criado seus setores, trilhas e cilindros. Permitindo a
identificação de onde estão os arquivos salvos e a própria gravação de dados de forma
organizada.
A formatação lógica consiste em instalar um sistema operacional no HD, seja ele
qual for. Nesse tipo de formatação, podemos dividir o HD em várias partições e essa
formatação pode ser feita várias vezes, diferentemente da formatação física.

4.2 TRILHA ZERO

É o setor que dá a partida no sistema, armazenando as informações para a


inicialização do sistema operacional. O BIOS não grava os arquivos para o boot, porém é ele
quem determina a ordem de leitura dos dispositivos, ou seja, qual dispositivo dará o boot
primeiro.
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5. DISPOSITIVOS
5.1 PERIFÉRICOS DE ENTRADA E SAÍDA

Os periféricos de entrada e saída (E/S), também conhecidos como Input and Output
(I/O), são dispositivos que fazem a interação do homem com a máquina, sendo os dispositivos
de entrada aqueles que enviam a informação (entrada de instruções) para o computador,
como: teclado, mouse, microfone, entre outros. E os dispositivos de saída, são aqueles que
saem com a informação para o mundo externo, como: monitores, caixa de som, impressoras,
entre outros.
Também existem os dispositivos que possuem a função de entrada e saída ao mesmo
tempo, considerados dispositivos mistos, como: monitor touch screen, impressora
multifuncional, entre outros dispositivos.

5.2 ROTEADOR X SWITCH X HUB X BRIDGE

1. Hub – assim como os demais equipamentos abaixo, é responsável por fazer a conexão
entre todos os dispositivos da rede local (LAN). Porém, sua maior diferença está na
forma que transmite os dados, já que apenas um dispositivo pode efetuar a transferência
por vez. O hub apenas recebe os pacotes de dados e retransmitir para todos os
dispositivos da rede, por isso só um dispositivo poderia transmitir por vez, se não
ocorreria uma colisão, onde todos os dispositivos parariam de transmitir por um curto
período de tempo;
2. Bridge – também conhecido como ponte, é responsável por conectar dois segmentos de
rede, constituindo uma única rede. Diferente do hub, a bridge consegue identificar o
endereço de destino dos pacotes e descobrir a qual segmento pertencem e envia os
pacotes de dados, diminuindo o nível de colisões na rede;
3. Switch – pode ser considerado a evolução do hub e bridge. O Switch diminui, e muito, as
colisões na rede, pois ao invés de enviar para todos da rede como hub, ou enviar para um
segmento inteiro como a bridge, o switch faz uma comunicação direta entre a origem
(quem envia) e o destino (quem recebe), deixando as outras vias livres para outras
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comunicações. O Switch também é um dos aparelhos que mais possuem portas, podendo
variar de dispositivo para dispositivo;
4. Roteador – desempenha um papel parecido com os dos switches, porém conseguem
analisar e escolher o melhor caminho para a transmissão de dados. Também possui a
função de gateway, podendo comunicar computadores com protocolos diferentes.
Atualmente, existem Switches que tem a mesmas funções que um roteador, chegam até a
serem mais rápido que os roteadores, esses switches são conhecidos como: Switch de
camada 3.
Figura 2 – Dispositivos de Rede

Fonte: Autor (Imagens da Internet)

5.3 ESTABILIZADOR X NO-BREAK

A função do estabilizador é proteger o computador contra oscilação de energia. Ele


estabiliza a energia, evitando a oscilação de energia e um possível dano devido a altos níveis
repentinos da corrente elétrica sobre os dispositivos conectados nele.
O No-Break tem uma função parecida com o estabilizador, porém, ao invés de só
proteger os dispositivos plugados a ele. O No-Break também tem como função de continuar
fornecendo corrente elétrica aos dispositivos na ausência da energia elétrica, eles fornecem
energia por um determinado tempo, os mais comuns podem ficar de 10 a 15 minutos
fornecendo energia, porém existem outros que podem fornecer energia por horas.
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Figura 3 – Dispositivos de Rede

Fonte: Autor (Imagens da Internet)


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6. CONCLUSÃO

Vimos um dos barramentos mais conhecidos atualmente, que muitos dispositivos


eletrônicos o utilizam, o tornando bem popular. Sendo utilizado para conexão de vários
dispositivos que conhecemos e utilizamos hoje em dia, como: Celulares, Tvs e até mesmo em
dispositvos de rede. O Universal Serial Bus, mais conhecido como USB. Também vimos um
barramento dedicado para vídeo, melhorando as interfaces gráficas das época e a sua
superiorida, na parte gráfica, ao PCI.
Podemos observar que as memórias têm uma classificação por sua velocidade, custo
e capacidade de armazenamento, e as que estão no topo são as mais rápidas e cara, porém com
menos capacidade de armazenamento.
É interessante comentar sobre a diferença entre a formatação física, que é a primeira
formatação que o HD recebe, onde possibilida definir suas trilhas e setores, e a formatação
lógica, que é a formatação onde gravamos o sistema operacional no HD. Vimos nesse mesmo
capítulo sobre Trilha Zero, que é o setor que tem informações gravadas para executare o boot
do computador.
Outros tópicos abordados foram os dispositviso de entrada e saída, que são os
dispositivos de interação com o computador, o de Entrada recebe os dados pelo meio externo
e os de saída enviam dados para o meio externo.
As diferenças entre os dispositivos de rede, como: Hub, que é o menos eficiente, já
que retransmite os pacotes de dados para todos os computadores, não somente para o
destinatário, enquanto Bridge envia os pacotes de dados apenas para um segmento da rede,
também não sendo tão eficiente e ocasionando muitos conflitos assim como o Hub. Chegando
no Switvh, um dispositivo mais inteligente, que envia os dados apenas para o computador de
destino, liberando a rede para outros envios simultâneos para outros computadores e por
último o roteador, que é um dispositivo mais moderno, que além de enviar apenas para o
destinatário, ele envia os dados pelo melhor caminho, o mais curto ou o que não esteja em
uso.
O último tópico fala sobre as diferenças entre o estabilizador e o No-Break, que
basicamente, o No-Break possui a função de proteger os dispositivos conectados a ele, assim
como o estabilizador, e ainda consegue manter os dispositivos conectados a ele ligado na
ausência de energia elétrica.
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7. BIBLIOGRAFIA

Material da Internet

FAQINFORMATICA. Diferenças hub, switch, bridge, router. Disponível em:


<http://faqinformatica.com/diferencas-hub-switch-bridge-router/>. Acesso em: 04 abr.
2016.
HARDWARE. Boot sector. Disponível em:
<http://www.hardware.com.br/termos/boot-sector>. Acesso em: 01 abr. 2016.
HARDWARE. Formatação física. Disponível em:
<http://www.hardware.com.br/livros/hardware/formatacao-fisica.html>. Acesso em:
01 abr. 2016.
HARDWARE. Hubs, switches, bridges, roteadores. Disponível em:
<http://www.hardware.com.br/livros/redes/hubs-switches-bridges-roteadores.html>.
Acesso em: 04 abr. 2016.

INSTITUTO INFNET. Barramentos. Disponível em: <


http://lms.infnet.edu.br/moodle/mod/page/view.php?id=22289>. Acesso em: 01 mar.
2016.

INSTITUTO INFNET. Dispositivos de Entrada/Saída. Disponível em: <


http://lms.infnet.edu.br/moodle/mod/page/view.php?id=22297>. Acesso em: 01 mar.
2016.

INSTITUTO INFNET. Dispositivos e Adaptadores de Rede. Disponível em: <


http://lms.infnet.edu.br/moodle/mod/page/view.php?id=22304>. Acesso em: 01 mar.
2016.

INSTITUTO INFNET. Memória. Disponível em: <


http://lms.infnet.edu.br/moodle/mod/page/view.php?id=22282>. Acesso em: 01 mar.
2016.