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Associação Brasileira de

Psicoterapia Reencarnacionista TEXTO 6

ESTUDO TEÓRICO DO MANUAL PARA INVESTIGAÇÃO DO


INCONSCIENTE (MEDITAÇÃO INICIAL + TÁTICAS)
O ministrante dá uma aula teórico-prática da Meditação, mostrando como
deve ser feita a leitura interpretativa do relaxamento e elevação da frequência.
Ensina algumas táticas utilizadas para as 2 fases subsequentes e aborda os
cuidados para a Investigação do Inconsciente.
Em seguida, forma mini-grupos para fazer a leitura simulada do relaxamento,
cada mini-grupo sob a supervisão do Ministrante e de monitores capacitados para
isso.

OS CUIDADOS PARA A INVESTIGAÇÃO DO INCONSCIENTE

O ambiente, o local onde a pessoa vai ficar, a postura do auxiliar do Mentor, a


leitura do Manual e a utilização da música exigem algumas técnicas e
conhecimentos, entre eles:

1. O ambiente deve ser o mais silencioso possível


2. A pessoa deve estar confortavelmente instalada, de preferência
deitada em uma cama ou maca grande e larga, para que caibam os seus pés e para
que possa soltar os braços relaxadamente. O auxiliar do Mentor também deve estar
confortavelmente instalado para não cansar ou sentir dores durante a Investigação
do Inconsciente, que o faça ter necessidade de mover-se, movimentar-se,
prejudicando a sua concentração, e atrapalhando a pessoa
3. O travesseiro da pessoa deve ser confortável (algumas vezes a pessoa
prefere um travesseiro mais alto ou dois, mais macio ou mais duro) e um cobertor
para dias frios.
4. Nos dias de verão, o ambiente deve estar agradavelmente resfriado,
mas cuidar para que o ar condicionado ou o ventilador não sejam barulhentos
5. O aparelho de som não deve estar próximo aos ouvidos da pessoa
para não correr o risco do som ficar muito alto
6. A leitura do relaxamento e da elevação da frequência deve ser
realizada em consonância com a música, nem mais rápida nem mais lentamente,
pois a pessoa, no momento da Investigação do Inconsciente, escuta duas coisas: a
voz do auxiliar do Mentor e a música e ambas devem estar em sincronia.
7. A voz não deve ser muito alta (para não atrapalhar o relaxamento da
pessoa) nem muito baixa (para não provocar uma necessidade dela de esforçar-se
para ouvir)
8. Deve-se ter calma e dar um tempo entre uma frase e outra (pontinhos)
e sempre elevar a entonação ao final de cada frase, para auxiliar na elevação da
frequência da pessoa. Dar uma “puxadinha” na palavra ao final de cada frase, ou
mesmo em algumas palavras durante a frase. Nunca baixar a entonação ao final de
uma frase. Deve-se acentuar a sílaba tônica da palavra final (por exemplo: para o
mundo espirituaaal, como se fosse dormiiir, o teu rooosto, subiiindo, podes
ultrapassar essa peeeça, para o infiniiito, etc.
9. Não se deve ler uma frase pela metade, por exemplo: relaxa bem
.................. o teu rosto............. ou: e podes ultrapassar .............. essa peça (ou
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quaaaarto, ou saaaaala)................... Deve-se dizer a frase inteira: relaxa bem o teu


rooosto.......... E podes ultrapassar essa peeeça........ (ou quaaaarto, ou saaaaala).
Se falar uma frase pelo meio, a pessoa pode ficar esperando o que vem a seguir, e
isso atrapalhar seu relaxamento.
10. O auxiliar do Mentor não deve ficar muito longe da pessoa (para não
provocar uma sensação de desamparo nela) nem próxima demais (para não
provocar um certo constrangimento)
11. O auxiliar do Mentor deve ter cuidado com seu hálito para evitar que
um possível mau odor atrapalhe a Investigação do Inconsciente. Lembrar de escovar
os dentes após a refeição café da manhã ou almoço), principalmente se comeu
cebola, alho ou outros alimentos que afetem o seu hálito. Se tem algum problema
dentário ou gástrico que afeta o seu hálito, deve tomar as providências necessárias
para sanar esse problema. Muitas vezes, a pessoa com mau hálito não sabe que
apresenta esse desconforto, alguém deve alertá-lo quanto a isso. Se o
psicoterapeuta reencarnacionista ainda fuma, ter o cuidado para que sua roupa,
cabelo ou dedos não estejam impregnados do cheiro de cigarro e procurar livrar-se
desse vício o mais rápido possível
12. O auxiliar do Mentor não deve fazer nenhum ruído, como fungar,
pigarrear, tossir, espirrar, cruzar e descruzar as pernas no caso da sua roupa fazer
barulho, e aprender a manusear o Manual sem fazer ruído ao virar as páginas.
13. O auxiliar do Mentor e a pessoa devem ir ao banheiro antes da sessão
14. O celular de ambos deve estar desligado ou no modo silencioso
15. Deve-se ter cuidado com a campainha da porta para não ser muito alta
16. Deve-se ter cuidado com o barulho das pessoas na sala de espera,
solicitando e colocando avisos de que desliguem os seus celulares e evitem
conversar em voz alta
17. A música não é um fundo musical, ela é um elemento importante durante a
Investigação do Inconsciente. Pode-se usar o Cd oficial de Investigação do Inconsciente da
ABPR ou cada psicoterapeuta reencarnacionista confeccionar ou adquirir o seu próprio Cd,
mas deve-se ter em mente que a 1ª faixa é uma música que serve para relaxamento, a 2ª é
uma música para a elevação da frequência, a 3ª é para quando a Investigação do
Inconsciente já começou, etc. Deve-se conhecer bem o Cd para saber utilizar uma música
para quando a pessoa está em uma situação difícil e traumática, uma música para quando
está recordando que a situação está melhorando, uma música para quando chega alguma
ajuda para ela, uma música para quando recorda que chegou ao Mundo Espiritual, etc.
18. Nas fases iniciais da Investigação do Inconsciente (relaxamento e elevação
da frequência), o auxiliar do Mentor deve praticar o que está falando para a pessoa, ou seja,
durante a sintonia com os Mentores, deve sintonizar-se também, durante o relaxamento,
deve relaxar também, durante a elevação da frequência, deve elevar a sua também, para
evitar que a sua fala diga uma coisa e a entonação da voz transmita outra.
19. A maneira de falar deve ser um pouco “hipnótica”, para que a pessoa
“vá indo” pela leitura e não de uma maneira dura, fria e impessoal, mas também não
“religiosa” demais, muito afetada.
20. Durante a Investigação do Inconsciente propriamente dita, lembrar que
cada interferência verbal, trás a pessoa de volta para cá, prejudicando a Investigação do
Inconsciente. Por isso, deve-se evitar falar “Sim”, “Continua”, “E depois?”
desnecessariamente, e sim apenas quando é necessário.
21. A maneira do auxiliar falar durante as situações da Investigação do
Inconsciente devem ser compatíveis com o momento, ou seja, mais tensa quando é uma
situação de tensão, mais baixa quando é uma situação, por exemplo, de tristeza, abandono,
solidão, mais alegre e entusiasmada (sem exagero) quando é uma situação de melhoria do
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que está acontecendo ou subindo para o Mundo Espiritual ou encontrando algum parente
desencarnado ou um Mentor Espiritual, etc.
22. Ao final da Investigação do Inconsciente (após todos os cuidados referidos
mais adiante), devemos ser calmos, gentis, delicados, lembrando que ela está retornando
de recordação de vivências traumáticas e voltando da recordação de quando estava no
Mundo Espiritual, ou seja, “mexida” e tranquilizada. Evitar manifestações de alegria
excessiva, muitos sorrisos e abraços afetuosos demais, respeitar a individualidade da
pessoa, respeitar o seu momento.
23. Todos os demais cuidados, atenções e maneira de portar-se e lidar com
as diversas situações, desde o relaxamento até o retorno da pessoa, está no Manual
e nas Táticas para a Investigação do Inconsciente.

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A POTÊNCIA DO AUXILIAR DOS MENTORES NA INVESTIGAÇÃO


DO INCONSCIENTE
Alguns alunos nos Cursos de Formação e mesmo alguns psicoterapeutas
reencarnacionistas já formados confundem obediência e submissão aos Mentores
com passividade e acham que não devem fazer nada, ou quase nada, durante a
Investigação do Inconsciente. Não é isso que é ensinado, pois assim não
conseguirão ser auxiliares eficientes dos Mentores nas recordações de outras
encarnações que Eles proporcionam aos seus discípulos. Embora o comando seja
sempre e totalmente Deles, a responsabilidade pela Investigação do Inconsciente é
nossa, e isso significa que ela deve dar certo e terminar no Ponto Ótimo. Nós somos
os encarregados dessa função e ela deve ser cumprida, é isso que estamos fazendo
ali, é a nossa tarefa naquele momento e ela deve ser bem executada.
Quando um aluno ou um psicoterapeuta reencarnacionista comenta que suas
Investigações do Inconsciente duram 3-4 horas, a questão é que não estudou o
suficiente, não se esforça o suficiente, não sabe auxiliar os Mentores ou não sabe
utilizar a sua potência. Temos falado muito sobre o aspecto ético da humildade, da
obediência e da submissão ao Mundo Espiritual; esse texto é uma orientação para
quem sofre em vão essas horas todas e também para quem as Investigações do
Inconsciente muitas vezes não dão certo, quando muitas pessoas não conseguem
acessar seu passado ou rememorar a continuação da história, ou conseguem em
parte mas muitas vezes não recordam a subida e a chegada no Mundo Espiritual, ou
recordam isso mas a Investigação do Inconsciente não evolui para mais adiante,
terminando em um ponto regular ou bom, longe da meta da recordação até o Ponto
Ótimo, mesmo com a utilização de todas as Táticas constantes no Manual para
Investigação do Inconsciente.
Por que isso acontece? E porque com bastante frequência com alguns alunos e
psicoterapeutas já formados e não com outros? Alguns dizem, equivocadamente,
que os Mentores entenderam que não está na hora daquela pessoa recordar o
passado, ou ela não tem o merecimento, ou a pessoa não consegue regredir, ou ela
tem bloqueios conscientes ou inconscientes, ou os obsessores não permitiram e
alguns chegam até a pensar: eu sou um fracasso mesmo. Mas a resposta, na
imensa maioria dos casos, é: falta estudo, falta dedicação e falta potência!
O estudo é realizado durante o Curso de Formação e, para os já formados,
através dos envios de textos e novidades enviados pela ABPR para todos os Grupos
no Google groups de todos os Ministrantes regularmente e o envio de audições de
Investigação do Inconsciente para esses Grupos, e as centenas de Audições de
Investigação do Inconsciente que constam no Portal ABPR exclusivo para os sócios
(sócios-alunos e sócios-formados). A dedicação é individual de cada um. Vamos
analisar aqui o que é potência durante a Investigação do Inconsciente. Geralmente é
a mesma que algumas pessoas têm e outras não em sua vida cotidiana, em seus
sonhos, em seus ideais, na busca de suas metas, em suas realizações. Existem
pessoas mais potentes e outras menos potentes e isso não tem a ver com ser
homem ou ser mulher, tem a ver com força, determinação, vontade, firmeza,
organização, disciplina.
Como conciliar a humildade, a obediência e a submissão aos Mentores das
pessoas durante a Investigação do Inconsciente e o poder pessoal do
psicoterapeuta reencarnacionista? É entender que naquele momento estamos

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trabalhando, estamos cumprindo uma missão e ela deve ser bem executada e, para
isso, devemos liberar todo o nosso potencial de força, de concentração, e cumprir a
missão que nos foi confiada. Precisamos aprender a ser “cargo de confiança” do
Mundo Espiritual, ser “cc” dos Mentores no benefício aos seus discípulos que nos
entregaram para Os auxiliarmos. O comando é Deles, a direção é Deles, mas a
responsabilidade e o compromisso são nossos, e quando estamos ali, ao lado
daquela pessoa deitada, estamos trabalhando, não estamos brincando, não estamos
“viajando”, é um trabalho como qualquer outro e ele consiste em ajudar a pessoa a
recordar desde a situação em que seus Mentores decidiram iniciar a Investigação do
Inconsciente até ter chegado ao Ponto Ótimo no período inter-vidas. É apenas isso e
é isso que deve ser feito, e o tempo de 2 horas é, frequentemente, suficiente para
que isso ocorra em 2 ou 3 encarnações passadas, todas terminando no Ponto Ótimo
e podermos realizar a Conversa pós-Investigação do Inconsciente com calma,
tranquilidade e profundidade.
Qual o primeiro talento a ser desenvolvido por um psicoterapeuta
reencarnacionista para que seja um “cc” dos Mentores durante as “Sessões de
Telão na Terra” para seus discípulos (e também nas conversas de 1 hora de
duração durante o Tratamento)? A fé no Mundo Espiritual. E essa fé é mais do que
acreditar, mais do que raciocinar e decidir que aquilo parece real, é muito mais do
que isso, é ter uma convicção absoluta a respeito disso, é saber que é real, não é
querer entender, interpretar, explicar, não é um exercício intelectual, é algo que vem
do íntimo do crente, brota do seu coração e inunda todo o seu ser com a alegria
silenciosa da certeza e da convicção.
Mas a fé no Mundo Espiritual não pode vir em primeiro lugar, ela deve ser
secundária à fé em nós mesmos, pois se for primária não será uma fé verdadeira,
será uma necessidade, uma carência, uma dependência infantil. Em primeiro lugar
devemos desenvolver a fé em nós mesmos mas, infelizmente, isso tem sido
desvirtuado pela nossa vaidade, egolatria e ambição e isso não é fé em nós mesmo,
é o oposto, é uma cegueira a respeito de quem realmente somos. E quem nós
somos? Nós somos Deus, somos o Todo e a parte, estamos em cima e em baixo,
estamos em todos os lugares e também no nosso corpo. Quem pensa que é Deus é
louco, mas quem sabe que todos são Deus está rumando para a Iluminação, e quem
sente isso permanentemente, a alcançou. Nós não somos uma fagulha da Luz, nós
somos a Luz, nós não somos um espírito, nós somos o Grande Espírito.
E essa fé em nós mesmos, em nossa grandeza divina, é que nos faz fortes,
firmes, resistentes como um rochedo inquebrantável que, em alto mar, resiste a
qualquer tempestade ou ataque, seja de que natureza for. Essa fé faz com que nos
tornemos inabaláveis e direcionados no caminho de recordarmos que somos
Guerreiros do Bem, soldados de Deus aqui na Terra ou em qualquer lugar onde
estejamos. E, por paradoxal que pareça, apenas essa fé espiritual em nós mesmos,
essa confiança no poder que reside em nós, esse encontro com a nossa verdadeira
natureza divina, é que permite que nos tornemos humildes, obedientes e submissos
a Deus e aos Mentores das pessoas, se não é apenas um fingimento, uma
aparência, fruto da resistência de um ego infantil ou adolescente, que faz com que
nos sintamos fracos, inseguros, medrosos, ansiosos e angustiados, nos vestindo
com couraças, com disfarces, com fantasias, que visam cobrir uma nudez aparente,
que acreditamos indesejável, que nos envergonha e faz com que tentemos, cada
vez mais, escondê-la dos outros e de nós mesmos, percorrendo o trajeto
equivocado, o de colocarmos mais couraças, mais disfarces, mais fantasias,
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quando, ao contrário, apenas desnudar-se e entregar-se definitivamente a Deus


pode nos reconduzir à Pureza original, à nossa Origem e o nosso derradeiro retorno,
até a próxima Origem.
Então, após desenvolvermos essa fé verdadeira em nós mesmos, o trabalho
está concluído, não precisamos desenvolver a fé nos Mentores, ela já está ali, faz
parte de nós, está entranhada de uma maneira definitiva e irreversível, e então
encontramos a potência, não apenas na Investigação do Inconsciente mas em
nossa vida diária. Mas enquanto não temos ainda suficientemente desenvolvida
essa fé verdadeira em nós mesmos, a Psicoterapia Reencarnacionista nos oferece
as ferramentas para colaborar nisso, incentivando que desenvolvamos a humildade
(o reconhecimento do nosso próprio valor), a obediência (o entendimento da
existência de uma hierarquia) e a submissão ao Mundo Espiritual (a entrega
definitiva do nosso ego). Por isso, mais do que um tipo de Terapia, ou um tipo de
Investigação do Inconsciente, a Psicoterapia Reencarnacionista é uma Doutrina,
uma Orientação, uma Representante da Luz enviada para a Terra para clarear as
nossas trevas interiores e as trevas exteriores delas originadas.
Com essa fé verdadeira em nós mesmos e, através dela, sintonizados com os
Mentores das pessoas, sentamos ao lado da pessoa que irá assistir o Telão mental
e começamos o trabalho. A primeira coisa a fazer é relaxar, nos concentrarmos e
colocarmos o nosso pensamento no Mundo Espiritual, sabendo qual a nossa função
naquele momento: sermos auxiliares fiéis, humildes e obedientes. Começamos a
leitura do Mantra, não da boca para fora mas do coração para dentro, acreditando,
sentindo, nos entregando aos Seres da Luz que ali estão para comandar o trabalho.
A nossa função é secundaria mas é imprescindível, pois sem a nossa presença ali
ao lado, sem a nossa energia amorosa, sem a nossa voz, firme e suave, sem a
música, cativante e elevadora, apenas excepcionalmente uma Investigação do
Inconsciente poderia acontecer. Mas não é uma leitura mecânica, uma palavra após
a outra, uma sucessão de frases, é um atalho criado e enviado pelo Mundo
Espiritual para estabelecer uma sintonia entre nós e Eles, e entre a pessoa e seus
Mentores.
Quando a pessoa acessa uma situação do passado facilmente e começa a
relatar o que está acontecendo, e a Investigação do Inconsciente vai transcorrendo
naturalmente, fase após fase, a necessidade de uma atuação mais incisiva de nossa
parte é pequena ou mínima, às vezes até praticamente nula. Mas quando a pessoa
demora para perceber que está em uma situação do seu passado ou demora para
recordar que e como saiu dela ou demora para recordar a sua subida para o Mundo
Espiritual, rumo ao Ponto Ótimo, é a nossa hora de atuar, aí os Mentores precisam
de nós e temos a obrigação de cumprirmos o nosso dever. A nossa fala deve tornar-
se mais firme, mais forte, mais incisiva, sem autoritarismo ou agressividade mas já
não mais tão amorosa e suave como ao início nem tão esporádica e eventual e
nunca em tom baixo, sussurrante. É a hora da pressão! Não devemos deixar muito
intervalo entre uma frase e outra, vamos utilizando as Táticas com pouco espaço de
tempo entre elas, geralmente de alguns segundos, os Mentores da pessoa estão ali
ao lado, aguardando que tomemos as providências necessárias, Eles têm mais o
que fazer, não gostariam de perder 3 ou 4 horas esperando que o terapeuta fale
mais alto, que intervenha mais e não só de vez em quando, que pare de viajar,
assuma a sua função, desempenhe o seu papel. Muitas vezes, energias inferiores
presentes na sala colaboram com o fracasso na Investigação do Inconsciente e se o
terapeuta é fraco, dali há pouco uma nuvem escura toma conta do ambiente, e o
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terapeuta está atirado no sofá, dizendo sussurrante, cansado, entediado, desistente:


“Sim...”, “Que mais?”, “Continua...”.
A pessoa está lá em um escuro, em um lugar fechado, ou flutuando no Astral
Intermediário, ou sentindo-se ainda no fundo de uma água onde morreu afogado, ou
no Umbral, e o terapeuta ao lado, falando baixinho e pouco, o que dá ainda mais
sono na pessoa ou aumenta a sua sintonia com o lugar de onde deveria estar sendo
incentivada a recordar a sua saída, ou seja, o terapeuta está fazendo o contrário do
que deveria estar fazendo. Por que isso acontece? Falta de fé em si. Falta de
potência. Falta de força. E se for comparar a sua maneira de atuar na Investigação
do Inconsciente com a maneira como é na sua vida diária, geralmente uma é reflexo
da outra, não tem confiança em si, não sabe externar a sua verdade interior, não
consegue ser mais do que um pálido reflexo do seu Eu Real, é um filho de Deus
mas esqueceu-se disso, é o próprio Deus e acha que é uma coisinha qualquer, é um
Ser de luz e acredita-se medíocre.
Mas força, potência, confiança em si mesmo não significa nada se tudo não
for dirigido pela única energia capaz de canalizar Luz: o Amor. Ele é a fonte da Fé
verdadeira. O ato de auxiliar os Mentores em uma Investigação do Inconsciente é
uma doação, uma atitude de caridade, uma oportunidade de desabrocharmos a
nossa generosidade, de aflorarmos a nossa fraternidade. Mas o Amor, que conduz à
Fé, deve iniciar por nós mesmos, o Divino Mestre ensinou que devemos amar ao
próximo como a nós mesmos e a Deus acima de todas as coisas e também ensinou
que devemos tratar ao próximo como queremos ser tratados e não fazer ao próximo
o que não queremos que façam para nós. Se estivéssemos deitados, na expectativa
de receber o benefício de uma Investigação do Inconsciente dirigida pelos nossos
Mentores, iríamos querer que o psicoterapeuta estivesse doando-se para nós menos
do que 100%, que naquele momento não fossemos, para ele, a sua prioridade
máxima? Gostaríamos de sentir que ele não está totalmente presente, que está
agindo mecanicamente, que às vezes parece entediado ou apressado ou impaciente
ou irritado, ou então triste, desanimado, ausente? Ou, pior, que aquilo é apenas um
ato profissional, que somos apenas mais um naquele dia?
Como em qualquer atividade humana, devemos assumir uma função apenas
quando somos capazes disso, quando nos sentimos competentes para tal. Um
antigo ditado dizia: “Quem não tem competência que não se estabeleça.” Na
Investigação do Inconsciente, enquanto ainda não chegamos ao ponto da
competência total, devemos compensar a falta de experiência com o excesso da boa
vontade e uma necessidade de mais anos de prática com o exagero da doação. Na
Psicoterapia Reencarnacionista, ser auxiliar dos Mentores é força de vontade 100%,
entrega 100%, presença 100%, enquanto vamos aprendendo a desenvolver o Amor
Verdadeiro e a Fé Interior, gradativamente, degrau por degrau. Um dia, chegaremos
ao topo da Escada e lá chegando, passaremos a viver apenas para buscar os
nossos irmãos que estão lá em baixo, perdidos em si mesmos.

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OS CAÇADORES DO PONTO ÓTIMO


(EMPURRANDO A INVESTIGAÇÃO DO INCONSCIENTE PARA A DIREITA)

A Investigação do Inconsciente na Psicoterapia Reencarnacionista tem uma


característica que todos nós devemos seguir, atendendo uma orientação do Mundo
Espiritual: concluir a recordação no Ponto Ótimo, ou seja, quando o relato da pessoa
regredida já alcançou o Mundo Espiritual (período inter-vidas) e todas as
ressonâncias da vida terrena anterior já desapareceram, sejam as “físicas”, sejam as
psicológicas e emocionais, e a pessoa está convivendo com as demais pessoas,
participando da vida no Mundo Espiritual, aprendendo, estudando, muitas vezes
trabalhando, colaborando. E nesse momento é que costumam acontecer a
recordação dos encontros com os Mentores Espirituais, os conselhos, as
orientações, as instruções, seja uma recordação do que aconteceu lá no passado,
ou agora, para a vida atual. E essa é uma das grandes riquezas da Investigação do
Inconsciente.
A grande maioria das Escolas de Terapia de Regressão no Brasil e no
mundo, concluem a recordação durante a situação traumática acessada, logo após o
seu final ou no momento da morte. E então utilizam a catarse, o esvaziamento das
emoções e das sensações, a repetição da situação, reprogramação etc., para, com
isso, eliminar de dentro do Inconsciente da pessoa o que estava escondido, o que
trazia os sintomas das fobias, do pânico, das depressões severas, das dores físicas
crônicas, as angústias sem causa, uma sensação de isolamento, de solidão, de
baixa autoestima etc.
O nosso Método é bem mais simples e completo, e não precisamos utilizar
nenhum desses procedimentos (catarse, esvaziamento, repetição etc.), mas é
obrigatório que a sua recordação alcance o Ponto Ótimo. Nós somos “Caçadores do
Ponto Ótimo” e uma das nossas funções, enquanto auxiliares dos Mentores nas
regressões, é levar a recordação para a direita. O que isso significa? Imaginem uma
linha horizontal (a vida terrena acessada), indo para a direita, ao seu final, uma linha
ascendente, simbolizando a subida para o Mundo Espiritual e, ao final, uma outra
linha horizontal, o período inter-vidas. A Investigação do Inconsciente começa, na
imensa maioria dos casos, em uma vida terrena, ou seja, na linha horizontal. O
relato da pessoa vai indo para a direita, rumo a sua morte naquela vida, chega ao
final da linha, vem o desencarne, começa a subida para o Mundo Espiritual, depois
chega ao período inter-vidas, ela está recordando que chegou lá em cima, depois
vem a recordação de sua estadia lá, está indo cada vez mais para a direita, tudo vai
passando, está ficando bem, cada vez melhor, está mais para a direita, começa a
conviver, a estudar, a aprender, o seu relato está cada vez mais à direita, começa a
ajudar, a colaborar, cada vez mais feliz, mais disposta, mais leve, mais livre, a sua
recordação já está bem à direita, está em um Ponto muito bom, já está chegando a
um Ponto muito bom, mais um pouco para a direita, chegou ao Ponto Ótimo.
Com isso, não necessitamos utilizar a catarse, a repetição da situação
traumática, o esvaziamento das emoções, das sensações, reprogramação etc., pois
a recordação não parou no meio da história, ela foi incentivada a ir até o final da
história, bem à direita da linha horizontal que simboliza o período inter-vidas. Se não,
ainda não está bem. O nosso Método utiliza o deslocamento da sintonia de um
ponto ruim ou horrível para um ponto ótimo no período inter-vidas (se ele existiu
naquela ocasião, pois em algumas vezes a pessoa chegou apenas até um ponto
bom ou muito bom, mas como não sabemos disso, partimos do princípio que houve
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um Ponto Ótimo, e vamos em busca dele. Depois de muitas tentativas, com vontade,
com determinação, da pessoa recordar que chegou até o Ponto Ótimo, e ela está
em um ponto bom ou muito bom, e começa a nos dar a entender de que aquele foi o
melhor momento que chegou quando estava lá no período inter-vidas, tentamos
mais umas vezes e, se sentimos, que parece que realmente aquele ponto foi o
melhor que ela ficou antes de reencarnar, podemos perguntar algo como: “Pergunte
aos seus Mentores se você ficou melhor ainda nessa ocasião?” ou se ela ainda
sente algo que trouxe de sua encarnação anterior, uma tristeza, uma solidão etc.:
“Pergunte aos seus Mentores se essa tristeza, ou essa solidão, etc., foi melhorando,
passando, aí nesse lugar bom, se foi ficando bem...”. Ou seja, nunca nos
conformamos em a pessoa não relatar sua chegada até o Ponto Ótimo, insistimos e
insistimos, continuamos tentando, até um momento em que percebemos que aquele
foi o melhor ponto que ela chegou naquela ocasião ou seus Mentores informam isso
(embora às vezes a pessoa já está cansada, quer parar, e mente ou cria em sua
mente que estão lhe dizendo que já está bom...).
Um alerta aos alunos e aos psicoterapeutas reencarnacionistas: se não se
procurar levar a recordação até o Ponto Ótimo, onde tudo já passou, é melhor
trabalhar com catarse, com esvaziamento, com repetição, mas aí não é o nosso
Método, são Métodos de outras Escolas. O aluno do Curso e mesmo alguns
psicoterapeutas reencarnacionistas formados devem optar por um Método com o
qual simpatize, o nosso ou algum outro. O que não deve fazer é não fazer nenhum
direito, nem o nosso, nem o de outra Escola, e concluir a recordação sem chegar ao
Ponto Ótimo e também sem fazer a catarse, o esvaziamento ou a repetição algumas
vezes do fato traumático.
Quem seguir a Psicoterapia Reencarnacionista deve trabalhar com a
Investigação do Inconsciente, na qual, obrigatoriamente, a recordação deve chegar
ao Ponto Ótimo. Mas deve, sempre, existir essa intenção de nossa parte, ir levando
o relato da pessoa para a direita, sempre para a direita, em busca do Ponto Ótimo.
A recordação ir até tudo já ter passado, estar em um lugar claro, sentindo-se
bem, mas sozinha, não fazendo nada, não é Ponto Ótimo, é um Ponto regular. E
como onde termina a Investigação do Inconsciente, fica a sintonia, ela vai voltar
melhor do que estava, mas sentindo-se sozinha, às vezes flutuando, meio perdida,
além do risco da Brecha aberta para o passado atrair um Obsessor para ela ou para
o próprio terapeuta.
Estar já no período inter-vidas, recordou que passou por tratamento, está em
um jardim, sente que tem pessoas, mas não interage, está isolada, não foi para um
Grupo de Estudos, não recordou as orientações que recebeu é melhor do que
estava, mas não é Ponto Ótimo, é um Ponto bom. Vai voltar com essa sensação, de
estar bem, mas sozinha, fazendo nada, esperando não sabe nem o quê.
Geralmente temos o Ponto ruim ou péssimo que é quando começa a
Investigação do Inconsciente e lá no final o Ponto Ótimo. Entre esses 2 pontos
temos um Ponto mais ou menos, um Ponto regular, um Ponto um pouquinho melhor,
um Ponto bom, um Ponto muito bom, mas o nosso Método é meticuloso, quer ajudar
a pessoa, em cada vida passada que acessa, a recordar até o Ponto Ótimo.
A regra é: Quanto mais para a direita, melhor ficará a pessoa. Um pouquinho
que seja, já é melhor do que estava antes. Para isso, deve existir uma auto-
exigência nossa e um preciosismo e, para isso, as Táticas para todas as fases e
dificuldades. Como não usamos a catarse, o esvaziamento e a repetição do fato

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traumático, o que temos de fazer é ir levando o relato para a direita, para a direita,
cada vez mais para a direita, quanto mais, melhor.
Há alguns anos, em uma Jornada de Atualização em Santo André, São
Paulo, um Grupo de ex-alunos estava atualizando-se. Havia ali alunos que haviam
se formado há anos atrás, e quando foi falado de uma novidade na ocasião, que era
o Ponto Ótimo, uma ex-aluna disse: “Mas não se falava nisso na época em que fiz o
Curso”. Ela disse, então, que agora entendia o que uma senhora que ela atendia
havia lhe dito ao final de uma Sessão de Investigação do Inconsciente, quando falou
que ela podia retornar: “Dra., o meu Mentor está lhe dizendo que ainda não está na
hora de acabar a minha Investigação do Inconsciente, eu ainda não cheguei no
Ponto Ótimo!” Quando isso aconteceu, ela não sabia que já estávamos levando a
recordação até o Ponto Ótimo. Com esse depoimento confirmou-se que a
Investigação do Inconsciente deve terminar quando o relato da pessoa já chegou ao
Ponto Ótimo, que é uma determinação do Mundo Espiritual e não devemos nos
contentar com menos do que isso.
Mas também, como abordamos anteriormente, devemos saber que nem
sempre, lá na situação original, houve o Ponto Ótimo, mas como saber disso? O que
fazemos é sempre ir levando a Investigação do Inconsciente para a direita, mais um
pouco, “E o tempo vai passando... aí no Mundo Espiritual...”, “Vamos ver o que mais
você fazia quando estava nesse lugar...”, “Vamos lembrar como é a vida aí, as
pessoas, os estudos, os trabalhos...”, até chegar a um Ponto bom, continuar
insistindo para que o relato continue, para ver se houve um Ponto ainda melhor, e
geralmente houve, ir insistindo para que continue indo para a direita em busca de
um Ponto melhor ainda, e geralmente houve, e assim por diante. Nunca devemos
nos contentar com pouco ou a pessoa ficar mais ou menos. Alguns psicoterapeutas
reencarnacionistas comentam que, em uma Investigação do Inconsciente, a pessoa
recordou que saiu de um lugar escuro, estava vendo uma Luz, estava sentindo-se
bem, encerraram a Investigação do Inconsciente, ou que uma pessoa estava mal,
muito tempo sozinha, veio um Ser ou uma Luz e a levou para cima, tudo foi
passando, a tristeza, a solidão, dores etc., encerraram, mas não devemos fazer
assim, ela vai sair da Sessão melhor do que chegou mas não ótima, no máximo um
pouco melhor, mas sentindo-se aérea, meio perdida, sozinha... E se por ali havia um
companheiro ou um inimigo e aproveita a Brecha e vem? Um psicoterapeuta contou
que uma pessoa recordou que chegou ao Mundo Espiritual, foi encaminhada a um
Hospital, foi melhorando, sentindo-se melhor, terminou a Investigação do
Inconsciente. Terminou a Investigação do Inconsciente com a pessoa no Hospital?
Onde ela ficou sintonizada? No Hospital. Ou, um outro caso, alguém que já tinha
recordado que recebeu alta do Hospital, estava em um jardim, sentada, observando
as pessoas, sentindo paz, terminou a Investigação do Inconsciente. Onde ela ficou?
Sentada em um banco, observando as pessoas. Como vai se sentir a partir daí?
Sentada, observando as pessoas.
Sejamos exigentes conosco mesmos, sejamos 100% competentes. A
recordação deve terminar no Ponto Ótimo, essa é a orientação do Mundo Espiritual,
assim deve ser. Como cada pessoa regride a seu modo, também cada
psicoterapeuta reencarnacionista auxilia os Mentores a seu modo. Quem fica
impaciente porque a Investigação do Inconsciente não avança, está vendo o que em
si? Quem contenta-se que a pessoa fique apenas melhor, sem esforçar-se para
ajudar a levar a Recordação até o Ponto Ótimo, está vendo o que em si e em sua
vida pessoal e profissional? Quem incomoda-se porque uma pessoa demora a
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regredir e logo quer chamar alguém para fazer Investigação do Inconsciente Não
Pessoal para ela, está vendo o que em si?
Somos caçadores do Ponto Ótimo mas também somos caçadores das nossas
inferioridade.

POR QUE UMA INVESTIGAÇÃO DO INCONSCIENTE É DIFÍCIL?


Existem Investigações do Inconsciente que fluem de uma maneira contínua
em que o nosso papel é, de vez em quando, dizermos “sim”, “continue”, “e depois?”.
Mas existem Investigações do Inconsciente difíceis e nessas precisamos entender o
que está acontecendo.
Comecemos pelo que não está acontecendo. Nunca acontece dos Mentores
não quererem mostrar algo, não oportunizar o acesso a vidas passadas! Isso é
apenas uma desculpa de um psicoterapeuta que não está realmente capacitado
para auxiliar os Mentores em uma Investigação do Inconsciente, acha que está, mas
não está. É um autoconsolo de quem não se esforça, não estuda, não se entrega
para a Psicoterapia Reencarnacionista, não se dedica à profissão que escolheu, e
comparando com o cuidado que tem consigo e sua vida, poderá aí perceber sua
proposta de Reforma Íntima. Se você fosse o Mentor Espiritual de alguém que saiu
de sua casa, foi até o consultório ou ao Curso, está deitado, querendo acessar seu
passado, esperando que ali descubra coisas que lhe ajudarão a entender-se melhor,
libertar-se de desconfortos, oportunizar um melhor aproveitamento de sua atual
encarnação, você cometeria a maldade de pensar “Não vou mostrar!”? Então essa
afirmação de que quando uma Investigação do Inconsciente não acontece é porque
os Mentores não permitiram é uma inverdade.
Para o Mundo Espiritual todos temos o merecimento de receber ajuda,
independentemente de quem seja, do que faça ou não faça, tenha o caráter que
tiver, cometa os atos que cometer, com uma condição: que peça ajuda. Isso é
indispensável, o ato de pedir, de querer receber ajuda, de descer de um ilusório
patamar e reconhecer seu tamanho e pedir auxílio para quem é maior do que ele,
espiritualmente falando. E é isso que acontece com aquela pessoa deitada na nossa
frente, mas então por que algumas Investigações do Inconsciente são difíceis e
algumas até não acontecem? Por falta de doação para quem está ali, deitado, à sua
frente, de paciência, de capacidade, de conhecimento, de estudo e de potência do
auxiliar.

Vamos ver o que pode determinar que uma Investigação do Inconsciente seja
difícil:

1. Sintonia com uma situação de difícil visibilidade – é o que ocorre


na grande maioria das Investigações do Inconsciente difíceis. Em 10 pessoas que “não
conseguem”, 9 conseguiram mas acessaram situações de difícil visibilidade e não
perceberam isso, acreditaram que “não conseguiram” (grande parte já tentou outras
vezes com outros terapeutas e “não conseguiu”) e o psicoterapeuta
reencarnacionista ainda não está bem preparado, ou é muito impaciente, ou tende a
esforçar-se pouco, e fica decretado que aquela pessoa não consegue... e ela
conseguiu mas não percebeu. Quais são as situações de difícil visibilidade?
*Está sintonizada em um lugar escuro (geralmente já desencarnada). É frequente
estar sintonizada quando morreu mas não desencarnou e ficou muito tempo no
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caixão. Ou está em lugar escuro. Nesse caso, ela consegue e como lá é escuro, ela
não vê nada e acha que não conseguiu, mas está sintonizada. As pessoas, em
geral, acham que vão sempre encontrar uma vida passada, coisas acontecendo,
mas e se elas acessarem uma situação pós-vida, em que estão ainda sintonizadas
em um lugar escuro, em que não viam nada, nada acontecia?
*Está sintonizada em uma situação quando ficou bastante tempo flutuando no Astral
intermediário após morrer em uma vida passada. Nesses casos, refere que está
bem, sente-se bem, é claro, vê luzes, e isso é muitas vezes confundido com “estar
recebendo um Tratamento” e, após, esse “Tratamento”, o psicoterapeuta termina a
Sessão. Não só a pessoa não desligou-se daquela situação como não recebeu
tratamento algum, entrou e saiu da sessão igual.
*Está sintonizada quando ficou muito tempo em baixo de uma água onde morreu
afogada (o mesmo da questão anterior). Nesse caso, também é claro.

2. Bloqueio consciente – a pessoa quer mas não quer, ou tem


dificuldade de abrir-se, medo de entregar-se, ou não confia nas outras pessoas, ou é
muito autoritário e não está habituado a obedecer o comando de alguém,
acreditando que o psicoterapeuta irá comandar a recordação, ou é muito mental,
racional, crítico, questionador, não acredita realmente em Reencarnação, está,
literalmente, pagando para ver, vem uma imagem, questiona, vem uma sensação,
duvida, vem um sentimento, nega, parece que está acessando algo, quer primeiro
entender para depois relatar, ou começa a contar mas, ao mesmo tempo,
racionaliza, é o seu Inconsciente e o seu Consciente competindo, e geralmente o
Consciente vence pois ele está sob o comando do ego e esse é invencível, até
reconhecer que é uma criancinha mimada.

3. Bloqueio inconsciente – nesse caso, a pessoa quer mas o


Inconsciente não quer recordar aquilo que sofreu, as dores daquele passado, os
traumas daquela vida, ou então não quer recordar o que fez, as dores que provocou,
os traumas que causou a outras pessoas. Podem perguntar: mas e os Mentores,
não estão ali, comandando? Sim, estão, mas Eles têm como característica ética um
extremo respeito pelo livre-arbítrio, seja do nosso Consciente, seja do nosso
Inconsciente. E se esse não permite o acesso, isso é respeitado. Essa é a hora da
nossa doação àquela pessoa, àquele momento, da nossa entrega, nossa paciência,
firmeza e potência, é a hora da lembrança de que o nosso dever nesse momento é
vencer esse obstáculo e mostrarmos para nós mesmos e para os Mentores se
somos realmente psicoterapeutas reencarnacionistas ou se estamos brincando de
ser, se realmente conhecemos profundamente o Manual e todas as Táticas ou
assimilamos tudo aquilo de uma maneira rápida e superficial, se estudamos quando
éramos alunos e depois nunca mais aprofundamos esse estudo. Infelizmente,
alguns psicoterapeutas reencarnacionistas nunca mais estudaram com mais
profundidade o Manual para Investigação do Inconsciente e as Táticas e alguns não
estão se atualizando, ficando no passado. Existem muitas Táticas para quando uma
pessoa demora a perceber que está sintonizado em uma situação do passado,
quem as conhece todas, realmente? Quem conhece todas as maneiras de falar
nessa hora? E todas as mudanças do tempo do verbo? Todas as sugestões que
podemos oferecer? Todas as aberturas do leque de alternativas? Quem, nesse
momento, estiver pensando – Todas? – já respondeu a pergunta.

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4. Bloqueio externo – nesses casos são interferências de seres


espirituais interessados em que a Investigação do Inconsciente não ocorra. Se o
psicoterapeuta trabalha ou já trabalhou em Centro Espírita ou Espiritualista e sabe
promover o encaminhamento daquele ser para o Astral superior, pode fazê-lo; se
não, é melhor interromper a Investigação do Inconsciente e conversar com a pessoa e
sugerir que vá a um local adequado para isso.

O Manual para Investigação do Inconsciente apresenta todas as fases bem


explicitadas nele e as Táticas para todas as dificuldades, a recomendação de que a
recordação de cada vida acessada termine quando a pessoa já estava no Mundo
Espiritual, no Ponto Ótimo, enfim, o Grupo de Seres criadores da Psicoterapia
Reencarnacionista vem esmerando-se e esforçando-se ao máximo para trazer tudo
o que necessitamos para sermos verdadeiramente um psicoterapeuta
reencarnacionista e seus fiéis e competentes auxiliares. O resto é conosco.

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INVESTIGAÇÃO DO INCONSCIENTE! SOCORRO! O QUE EU


FAÇO?
Quando foi decidido que o Curso de Formação em Psicoterapia
Reencarnacionista aumentaria o número de horas/aula, abriu-se uma grande
oportunidade para que os alunos pudessem ter muito mais prática de Investigação
do Inconsciente do que vinham tendo quando o Curso era de menor duração.
Atualmente, na metade do Curso, os alunos começam a auxiliar os Mentores uns
dos outros nas Sessões de Investigação do Inconsciente, de modo a poderem ter
muito mais tempo em Curso para aprenderem, praticarem, encontrarem suas
dificuldades e poder saná-las com os professores e monitores do Curso.
Observando os alunos em aula, durante as suas práticas de
Investigação do Inconsciente e nas aulas teóricas de Investigação do Inconsciente,
venho percebendo que as maiores dificuldades que os alunos encontram, dizem
respeito a alguns aspectos:

1.Não acreditar que a leitura fiel do Manual facilita a Investigação do


Inconsciente.

É preciso ficar claro que o Manual é um Mantra passado para nós pelo Mundo
Espiritual, com algumas finalidades específicas. Uma delas é que nós nos libertemos
da sensação de que “Vamos fazer uma Investigação do Inconsciente em alguém”,
pois isso, para um principiante é motivo de ansiedade, temor e insegurança. A leitura
fiel do Manual, desde o início, a sintonia com o Mundo Espiritual, o relaxamento do
corpo físico e a elevação da frequência da pessoa, faz com que nós relaxemos o
nosso próprio corpo físico e comecemos a elevar a nossa frequência e entreguemos
a nossa vontade e a nossa atuação para os verdadeiros terapeutas da pessoa
deitada a nossa frente: os seus Mentores Espirituais. Isso já vai nos proporcionando
uma agradável sensação espiritual, vamos abrindo mão do comando, vamos nos
entregando, vamos nos integrando ao Mundo Espiritual presente. A ansiedade, o
temos e a insegurança do principiante vão, assim, desaparecendo, pois percebe que
não vai fazer uma Investigação do Inconsciente, vai ajudar a pessoa a relaxar, a
elevar a sua frequência e colocar-se ao acesso dos seus Mentores Espirituais, para
que Esses possam, então, assumir o comando de um processo de recordação do
seu passado, abrir uma frestinha no véu criado por Deus para nos preservar de
lembranças, fatos, situações, que, em sua imensa maioria, não podemos nem
devemos acessar, por não termos capacidade para lidar com elas.
A leitura fiel e tranquila do Manual, desde o início, promove o relaxamento da
pessoa e do auxiliar do Mentor, eleva a frequência da pessoa e do auxiliar do
Mentor, possibilita o acesso aos Mentores da pessoa e do auxiliar do Mentor. Ou
seja, é um processo duplo, tudo o que dizemos aplica-se à pessoa e a nós, o que
lemos no Manual para ela fazer, vamos fazendo juntos. Perceba que na 1a frase não
está escrito: “Então, vai elevando os seus pensamentos... para o Mundo
Espiritual...”. Está escrito: “Então, nós vamos elevando os nossos pensamentos...
para o Mundo Espiritual...”. Esse 1o parágrafo do Manual é a sintonia com os
Mentores. A partir do 2o parágrafo começa o relaxamento do corpo físico da pessoa
e do nosso corpo físico. Depois vai vindo a elevação da frequência, quando o
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Manual diz: “E vai te sentindo tão leve... que pode até flutuar... subir...”. Essa é a
hora da elevação da frequência da pessoa e da nossa frequência. Se vamos
simplesmente lendo o Manual, sem a ansiedade de que “vamos fazer uma
Investigação do Inconsciente”, praticando em nós mesmos o que estamos dizendo
para a pessoa, na grande maioria das vezes, em um certo momento, a pessoa
começa a demonstrar (verbalmente ou gestualmente) que está acessando uma
situação do seu passado, e aí começa a recordação. E então, usamos apenas “Sim”,
“Continua” e “E depois?” ou temos de, de vez em quando, interferir um pouco, ou
muito, e tudo vai indo bem, até a recordação alcançar o período inter-vidas pós-
encarnação acessada e tudo já estar muito bem ou ótimo (Ponto Ótimo ou o melhor
que ficou naquela ocasião). Mas em algumas vezes, as coisas não correm tão bem
assim, são os casos em que a pessoa acessa situações do seu passado de difícil
visualização e aí muitos são rotulados como “pessoas que não conseguem...”.
Desses, a grande maioria regride, sim, mas acessa situações em que está em um
lugar escuro, ou deitado, inerte, ou em um buraco, no Umbral, em um caixão,
afogado embaixo da água, flutuando no Astral Intermediário, etc. Aí é necessário a
utilização das Táticas e no Manual para Investigação do Inconsciente e nas
audições enviadas mensalmente estão todas ali e, aos poucos, vão chegando novas
Táticas para essas Investigações do Inconsciente difíceis. Ou seja, apenas uma
minoria dos que “não conseguem”, não conseguem mesmo e, nesses casos, pode-
se usar preferencialmente a “Investigação do Inconsciente Não Pessoal com a
pessoa presente”.

2.Não saber onde uma Investigação do Inconsciente pode começar

Uma das dificuldades do principiante para ser um auxiliar competente dos


Mentores, é não estar atento a um aspecto importantíssimo: Onde está começando
a Investigação do Inconsciente? Nós somos auxiliares da recordação, e para
fazermos isso com competência, precisamos saber “onde a pessoa está...”, ou seja,
onde começou a recordação? Dependendo de onde ela começa, auxiliamos de uma
maneira diferente. Vamos ver:

a) Está encarnada – nesse caso devemos auxiliar a pessoa, se e quando


necessário, a recordar como foi aquela vida, até o seu final, a morte, o desencarne,
a subida para o Mundo Espiritual, recordar sua estadia lá, até tudo ir passando,
melhorando, as ressonâncias físicas, as psíquicas, ir recordando as lições, os
aprendizados que recebeu, os ensinamentos que adquiriu naquela ocasião, até
percebermos que chegou ao Ponto Ótimo ou o melhor que ficou lá, naquela ocasião.
E ao final, abrir a possibilidade par a seus Mentores lhe darem conselhos,
orientações, instruções, para sua vida atual.

b) Está desencarnada na Terra – são os casos em que a pessoa morreu


mas não foi para o Umbral, nem para o Astral Intermediário nem voltou para Casa,
ficou na Terra, na sua casa, na sua cidade, no seu local de trabalho, ficou apegada a
alguma coisa da Terra. Se não percebermos que ela está na Terra mas já
desencarnada, podemos começar a querer levar a sua recordação de uma maneira
equivocada, por exemplo, “E quando o tempo foi passando?”, “Foi ficando mais
velha...”, “Vamos lembrar quando a vida foi passando... terminando... vamos ver...
como ela terminou...”, mas a pessoa já morreu, ela está na Terra, mas não em
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corpo, está em Espírito, então o nosso auxílio não é esse, é diferente, não é ajudá-la
a recordar o final daquela vida, é ajudá-la a recordar como voltou para Casa, se
subiu sozinha... se Deus mandou alguém para buscá-la, para ajudá-la... Temos
Táticas para essas ocasiões.

c) Está desencarnada na Terra mas em uma situação de difícil


visualização (no caixão, em um buraco, em uma cela em um presídio onde morreu
e seu Espírito ficou lá, afogada em uma água etc.) – Esses casos são os mais
frequentes em que os terapeutas de Investigação do Inconsciente afirmam que
aquela pessoa não consegue, mas na verdade ela conseguiu, só que não enxerga
nada, não está fazendo nada, não tem ninguém, é escuro, afirma que está ali, que
não conseguiu, algumas vezes diz que está deitada (e está deitada mesmo, mas lá
naquele lugar...), não sabe dizer se é um lugar grande, se é pequeno, se é aberto,
se é fechado (pois lá não está vendo nada mesmo, pode estar de olhos fechados
lá... e se lá era cega?), e às vezes não fala, permanece longos períodos quieta (e se
lá era muda? Ou cortaram a sua língua?), enfim, esses são casos difíceis, que
exigem o estudo aprofundado das Táticas. Mas, podemos ficar tranquilos, pois se
não tivermos sucesso, ela sairá da sessão igual a como chegou, ou seja, chegou
sintonizada lá, saiu sintonizada lá, nem pior, nem melhor. Mas se lembrarmos que a
maioria dos que “não conseguem”, conseguem, sim, apenas acessaram situações
de difícil visualização, de difícil percepção, e formos utilizando as Táticas, uma após
outra, e estivermos sintonizados com os Mentores da pessoa e permitirmos a eles
que nos orientem, nos intuam, podemos ter sucesso nessas Investigações do
Inconsciente difíceis. O que não devemos fazer é inventar coisas, como “Imagine
que Jesus chegou para lhe salvar!”, ou “Peça para a Nossa Senhora vir lhe buscar!”,
ou “Imagina que saiu flutuando, foi clareando, foi para um lugar bom, com pessoas
de branco, muita paz, muita Luz...”, pois não foi isso o que aconteceu lá na situação
original, então isso vai tranquilizar o terapeuta e a pessoa pode até ficar melhor, mas
não recordou que saiu de lá, ainda está lá, é uma ilusão, não vai adiantar de nada,
vai permanecer a sensação de inércia, de solidão, a tristeza, o medo, nada vai
melhorar, foi apenas uma invenção do terapeuta.

d) Está desencarnada no Umbral – Nesses casos (raros) a pessoa


morreu e foi para o Umbral. Aí muito raramente consegue sair sozinha daquele local,
então, podemos ir logo aplicando as Táticas de Quem veio lhe buscar? Quem lhe
ajuda? Ninguém fica sozinho pra sempre..., etc. Ou, se demora a recordar, mudar o
tempo do verbo, ou usar no condicional, ou as Táticas do Imagina... O que tu (você)
acha... O que tu (você) está vendo é passado, já passou, estamos recordando como
saiu... Todas essas Táticas estão no Manual e podem ser observadas nas audições
enviadas mensalmente para estudo.

e) Está desencarnada flutuando no Astral Intermediário – Essas


Investigações do Inconsciente são difíceis, pois a pessoa se sente bem, é claro, está
tudo bem, de vez em quando vê umas luzes, ou afirmam não ver nada mas está
bem, diz que já tentou acessar outras vezes, não consegue, diz que não está em
lugar nenhum, que está ali, que está deitada, tudo bem... E está mesmo, está ali no
Astral Intermediário... está deitada lá, flutuando... Não vê nada mesmo porque lá não
tem nada para ver mesmo... Só vê umas luzes de vez em quando, às vezes parece
nuvens... As Táticas para esses casos estão no Manual. O que devemos fazer é
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ajudar a pessoa a perceber que está ali, na cama, deitada mas, ao mesmo tempo,
está acessando uma situação do passado, onde ficou flutuando, em Espírito... Como
será que foi para o Mundo Espiritual? Sozinha? Deus mandou alguém lhe buscar?
Ninguém fica sozinho pra sempre... Vamos lembrar...

3.Não estudar com profundidade as Táticas

Atualmente existem dezenas de Táticas no Manual para Investigação do


Inconsciente para as mais variadas dificuldades, se uma pessoa demora a perceber
que está acessando uma situação do passado, ou acha que não está conseguindo,
ou que não consegue, se demora a recordar como transcorreu aquela situação,
como ela terminou, o que aconteceu depois, se vai para outra vida durante a
Investigação do Inconsciente, se recorda sua chegada ao Mundo Espiritual e não vê
nada, como levar a recordação até o Ponto Ótimo (ou o melhor que ficou naquela
ocasião), etc. Aqui a diferença entre os alunos e mesmo entre os psicoterapeutas
reencarnacionistas já formados, é na questão do empenho, da responsabilidade, de
assumir com força, amor e determinação essa honra que é trabalhar como auxiliar
do Mundo Espiritual, retribuir ao convite deles para que sejamos seus auxiliares.
Isso é algo do foro íntimo de cada um e compete ao aluno e ao psicoterapeuta
reencarnacionista decidir se quer ser um auxiliar do Mundo Espiritual aqui na Terra
ou cair na ilusão de ser um “terapeuta”, comandar os processos, achar-se mais que
os outros, alguém que sabe mais, que tem mais capacidade, mais mediunidade,
mais luz que os demais.

4.Não escutar atentamente as Investigações do Inconsciente enviadas


para estudo

Todos os meses, pelas próximas décadas, os alunos e ex-alunos de todos os


Ministrantes de Curso, que estão no Google Groups, irão receber audições de
Investigação do Inconsciente para estudo. Existem 2 maneiras de escutá-las:

a) Como uma novela – ficar escutando o enredo da história enquanto faz outra
coisa.

b) Como objeto de estudo – disponibilizar-se esse tempo para parar com tudo,
baixar a audição, pegar o Manual e ir escutando e estudando o que está
acontecendo. Onde a pessoa está? Está encarnada ou desencarnada? Por que o
auxiliar do Mentor está falando bastante? Por que agora ficou mais quieto? Que
tática é essa? Onde ela está no Manual? O que eu faria nessa situação? Vamos
ver como foi a conversa pós- Investigação do Inconsciente?

Aqui também é uma questão de maior ou menor amor pela Psicoterapia


Reencarnacionista, maior ou menor disposição de trabalhar com essa Terapia.
Compete a cada aluno e cada psicoterapeuta reencarnacionista decidir por si
mesmo o que quer, se acha importante estar vinculado a uma Escola que traz para a
Terra a mesma Terapia aplicada no período inter-vidas, se quer ser sócio da ABPR,
se quer desenvolver a humildade, a obediência, a fidelidade e a submissão ao
Mundo Espiritual, abrir mão do seu ego, entregar-se aos Seres Superiores, decidir
ser igual aos demais, ou se quer ser famoso, reconhecido, admirado e enaltecido.
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Para encerrar, queremos propor uma boa maneira de estudar o Manual em


casa e praticar a sua leitura. Reserve um horário para isso, pegue o Manual, coloque
o Cd oficial de Música para Investigação do Inconsciente da ABPR (que pode ser
adquirido no Shop no Portal da ABPR), ligue um gravador digital e comece a fazer a
leitura, gravando. Depois, deite ou sente-se confortavelmente, e coloque a sua
gravação e imagine-se a pessoa que irá regredir. E analise a sua fala, a sua maneira
de ler, a sua voz, a sintonia com a música, se a voz está boa, se está alta ou baixa
demais, se está respeitando os pontinhos de pausa, se termina cada frase
salientando a sílaba tônica da palavra final, se ao início da leitura, entrou em sintonia
com o Mundo Espiritual, se relaxou seu corpo físico, se elevou a sua frequência,
enfim, o que está achando de sua leitura? Se entender que algo ainda não está
perfeito, repita a operação, grave novamente, dei ou sente e sinta-se a pessoa...
Analise. Como está? Melhorou? O que pode melhorar mais? Grave de novo...
Escute... analise... Em pouco tempo, a sua atuação estará cada vez melhor.

Desejamos que todos os alunos e os psicoterapeutas reencarnacionistas


atentem para a grandeza do convite que receberam do Mundo Espiritual para
trabalharem lado a lado com Eles e na oportunidade que estão recebendo de
poderem praticar em si mesmos essa sagrada Terapia e poderem endereçá-la para
seus irmãos e irmãs. Devemos, cada vez mais, ir diminuindo o tamanho do nosso
ego, nos sentindo cada vez menores, somente assim alcançaremos a imensidão do
nosso tamanho real e do nosso valor. Não necessitamos mais nos sentir uma
insignificante gotinha do mar, se somos o Mar. A competição entre as gotinhas do
Mar fez com que não mais recordássemos que somos o Mar. A Psicoterapia
Reencarnacionista tem um objetivo: nos ajudar a relembrarmos que somos o Mar e
a leitura humilde, fiel, obediente, do Manual, oportuniza isso. A submissão traz a
noção de estarmos “Sob Missão” e nos ajuda a acessar o Poder que vem pela
Submissão.
Compete a cada um decidir se quer ser uma gotinha ou o Mar. Quem quiser
ser uma gotinha não pode ainda ser um psicoterapeuta reencarnacionista, necessita
antes de um Tratamento para curar a sua criança interior. Quem entendeu que não é
uma gotinha e deseja libertar-se, alcançar a maturidade consciencial, leia o Manual
para Investigação do Inconsciente, palavra por palavra, não mude nem altere nada,
enfrente a rebeldia e as críticas do seu ego, persista, acalme-se, relaxe, entregue-
se, e verá o que acontece...

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