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16/01/2020 SEI/GDF - 33777531 - Nota Técnica

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL


SECRETARIA DE ESTADO DE ECONOMIA DO DISTRITO FEDERAL
Secretaria Execu va de Gestão Administra va
Subsecretaria de Gestão de Pessoas

Nota Técnica N.º 2/2020 - SEEC/SEGEA/SUGEP Brasília-DF, 08 de janeiro de 2020.


Processo: 00040-00000151/2020-71
Interessado: Gerência de Cadastro da Coordenação de Gestão de Pessoas
Assunto: Impossibilidade de concessão de abono de ponto a servidor que esteve licenciado por mo vo de doença em pessoa da família

Ementa: Abono de ponto anual (art. 151 da LC nº 840/2011). Necessidade de efe vo exercício no
período aquisi vo (de 1º de janeiro a 31 de dezembro do ano anterior). Licença remunerada por
mo vo de doença em pessoa da família. Não é efe vo exercício (art. 165 da LC nº 840/2011).
Conta-se apenas para disponibilidade (art. 166 da LC nº 840/2011). Concessão de abono de ponto
a servidor que esteve licenciado por mo vo de doença em pessoa da família no período aquisi vo.
Impossibilidade.

1. RELATÓRIO

Tratam os autos de demanda da Gerência de Cadastro da Coordenação de Gestão de Pessoas desta Pasta, nos termos do Memorando Nº 5/2020
- SEEC/SUAG/COGEP/DIGEP/GECAD (33574735), que indaga se há impedimento para o usufruto de abono de ponto por parte de servidor que tenha usufruído
de licença por mo vo de doença em pessoa da família, considerando o disposto no § 1º do art. 151 da Lei Complementar nº 840/2011, que define como
requisito para a concessão do direito "o efe vo exercício do cargo pelo servidor no período de 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano aquisi vo".
É o relatório.

2. FUNDAMENTAÇÃO

De início, cumpre trazer à baila o que preceitua o art. 151 da Lei Complementar nº 840, de 23 de dezembro de 2011, in verbis:
Art. 151. O servidor que não ver falta injus ficada no ano anterior faz jus ao abono de ponto de cinco dias.
§ 1º Para aquisição do direito ao abono de ponto, é necessário que o servidor tenha estado em efe vo exercício de 1º de janeiro a 31
de dezembro do ano aquisi vo.
§ 2º O direito ao gozo do abono de ponto ex ngue-se em 31 de dezembro do ano seguinte ao do ano aquisi vo.
§ 3º O gozo do abono de ponto pode ser em dias intercalados.
§ 4º O número de servidores em gozo de abono de ponto não pode ser superior a um quinto da lotação da respec va unidade
administra va do órgão, autarquia ou fundação.
§ 5º Ocorrendo a inves dura após 1º de janeiro do período aquisi vo, o servidor faz jus a um dia de abono de ponto por bimestre de
efe vo exercício, até o limite de cinco dias.
(Grifou-se)
Conforme se infere da leitura da norma susomencionada, o servidor que não ver falta injus ficada faz jus ao abono de ponto de cinco dias,
sendo que para aquisição do direito, é necessário que tenha estado de efe vo exercício de 1º de janeiro a 31 de dezembro do ano aquisi vo.
Isto posto, para se descobrir se o usufruto de licença por mo vo de doença em pessoa da família inviabiliza a concessão do abono de ponto
anual, tendo em vista, resta saber se o período da referida licença é contada como efe vo exercício. Nesse diapasão, cumpre trazer à discussão o que dispõe o
art. 134 da Lei Complementar nº 840/2011, verbis:
Art. 134. Pode ser concedida licença ao servidor por mo vo de doença do cônjuge ou companheiro, padrasto ou madrasta, ascendente,
descendente, enteado e colateral consanguíneo ou afim até o segundo grau civil, mediante comprovação por junta médica oficial.
§ 1º A licença somente pode ser deferida se a assistência direta do servidor for indispensável e não puder ser prestada
simultaneamente com o exercício do cargo.
§ 2º A licença é concedida sem prejuízo da remuneração ou subsídio do cargo efe vo.
§ 3º Nenhum período de licença pode ser superior a trinta dias, e o somatório dos períodos não pode ultrapassar cento e oitenta dias por
ano, iniciando-se a contagem com a primeira licença.
§ 4º Comprovada por junta médica oficial a necessidade de licença por período superior a cento e oitenta dias, a licença é sem
remuneração ou subsídio, observado o prazo inicial previsto no § 3º.

Verifica-se, portanto, que a Lei prevê dois pos de licença por mo vo de doença em pessoa da família: a remunerada, em que nenhum período
pode ser superior a trinta dias, desde que observada a soma máxima de cento e oitenta dias a par r da primeira licença; e a sem remuneração, que ocorre
quando a junta médica oficial observar a necessidade de período superior de afastamento.
No que per ne ao período de licença sem remuneração, o art. 164 da Lei Complementar nº 840/2011 preceitua que, salvo disposição legal em
contrário, não são contados como tempo de serviço, o período em que o servidor es ver afastado ou licenciado1.
O art. 165 do mesmo diploma dispõe sobre os períodos considerados como efe vo exercício, rol em que não consta a licença remunerada por
mo vo de doença em pessoa da família do servidor, cuja redação transcrevo abaixo:
Art. 165. São considerados como efe vo exercício:
I – as férias;
II – as ausências previstas no art. 62;
III – a licença:
a) maternidade ou paternidade;

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b) médica ou odontológica;
c) servidor;
d) para o serviço militar obrigatório;
IV – o abono de ponto;
V – o afastamento para:
a) exercício em outro órgão ou en dade, inclusive em cargo em comissão ou função de confiança, de qualquer dos Poderes do Distrito
Federal, União, Estado ou Município;
b) estudo ou missão no exterior, com remuneração;
c) par cipação em compe ção despor va;
d) par cipação em programa de treinamento regularmente ins tuído ou em programa de pós-graduação stricto sensu;
e) (VETADO).
VI - revogado
VII – o período entre a demissão e a data de publicação do ato de reintegração;
VIII – a par cipação em tribunal do júri ou outros serviços obrigatórios por lei.
Parágrafo único. A licença para o desempenho de mandato classista ou o afastamento para exercer mandato ele vo federal, estadual,
distrital ou municipal são considerados como efe vo exercício.
É de ver que o disposi vo supracitado trouxe um rol de licenças e afastamento que são considerados como efe vo exercício, dentre os quais não
se inclui a licença remunerada por mo vo de doença em pessoa da família, sugerindo que tal afastamento não deve ser contado como efe vo exercício.
Por sua vez, o art. 166 da LC nº 840/20112, trouxe previsão de que a licença por mo vo de doença em pessoa da família, quando remunerada,
deve ser contada para efeito de disponibilidade, o que deixa claro que a referida licença não é contada como efe vo exercício.
O e. Tribunal de Jus ça do Distrito Federal, ao interpretar a legislação vigente, entendeu que o período de afastamento da licença por mo vo de
doença em pessoa da família, mesmo quando remunerada, não deve ser considerado efe vo exercício, consoante se infere da ementa abaixo colacionada:
EMENTA: CONSTITUCIONAL, ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. SERVIDORES PÚBLICOS. ODONTOLOGISTAS DA SECRETARIA DE SAÚDE
DO DISTRITO FEDERAL. AFASTAMENTO DO SERVIDOR PARA FRUIÇÃO DE LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM PESSOA DA FAMÍLIA.
SALVAGUARDA LEGAL. AFASTAMENTO CONDICIONADO E, NAS CONDIÇÕES ESTABELECIDAS, SEM PREJUÍZO DA REMUNERAÇÃO OU
SUBSÍDIO DO CARGO (LC 840/11, 134). AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO. BENEFÍCIO PECUNIÁRIO INDEPENDENTE DE CONTRAPARTIDA. NATUREZA
INDENIZATÓRIA. DESTINAÇÃO. CONCORRÊNCIA PARA O FOMENTO DAS DESPESAS COM ALIMENTAÇÃO DO SERVIDOR DURANTE O
EXERCÍCIO DAS FUNÇÕES OU EM PERÍODO DE AFASTAMENTO RECONHECIDO COMO DE EFETIVO EXERCÍCIO. PERCEPÇÃO DURANTE A
FRUIÇÃO DA LICENÇA POR MOTIVO DE DOENÇA EM FAMÍLIA. IMPOSSIBILIDADE (LC 840/11, ART. 112, V, ?B?). PREVISÃO LEGAL.
CONSTITUCIONALIDADE PATENTE. DISSONÂNCIA COM O ARTIGO 226 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. INEXISTÊNCIA. PEDIDO. REJEIÇÃO.
SENTENÇA MANTIDA. APELO DESPROVIDO. SUCUMBÊNCIA RECURSAL. CARACTERIZAÇÃO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS IMPOSTOS À
APELANTE. MAJORAÇÃO (CPC, ART. 85, § 11). 1. O auxílio-alimentação é um bene cio concedido em pecúnia aos servidores do Distrito
Federal, independente de qualquer contrapar da, ostentando natureza indenizatória, porquanto des nado a concorrer para o fomento
das despesas de alimentação do servidor durante o exercício de suas funções, não se incorporando à remuneração de servidor, tampouco
é computado para o cálculo de quaisquer vantagens pecuniárias (LC nº 840/2011, arts. 101 a 103, 111 e 112). 2. A licença por mo vo de
doença em pessoa da família é o afastamento concedido ao servidor, sem prejuízo da remuneração que aufere, por mo vo de doença do
cônjuge ou companheiro, dos pais, dos filhos, do padrasto, madrasta, enteado, ou dependente que viva às suas expensas nas condições
estabelecidas, não sendo o período de afastamento do servidor reconhecido como de efe vo exercício (LC nº 840/2011, arts. 134 e 165).
3. Durante o curso da licença para tratamento de pessoa da família o servidor é afastado do exercício de seu cargo e o período de
afastamento não é reconhecido como de efe vo exercício, não ensejando, portanto, o pagamento do auxílio-alimentação, porquanto
ostenta natureza indenizatória, estando volvido a indenizar as despesas suportadas pelo servidor com alimentação no exercício do cargo,
conforme expressamente previsto pelo legislador (LC nº 840/11, 112, V, ?b?). 4. Tratando-se de vantagem remuneratória de natureza
indenizatória, preservada a fruição da remuneração ou subsídio nas condições estabelecidas, deve ser suspensa no período de
afastamento por mo vo de doença de pessoa da família do servidor, pois assim dispusera o legislador na conformidade da Cons tuição
Federal, que, aliás, encarta o princípio da legalidade e da separação de poderes, vedando à administração conceder vantagem sem
previsão legal e ao judiciário atuar como legislador posi vo mediante criações interpreta vas. 5. O afastamento por mo vo de doença de
pessoa da família do servidor, conquanto não seja computado como de efe vo exercício, enseja a preservação da fruição da remuneração
ou do subsídio do cargo, observadas as condições estabelecidas pelo legislador complementar local, e, encerrando vantagem assegurada
como expressão da proteção assegurada à família, somente pode ser concedida na moldura legal, não se afigurando reves do de lastro
que, além do já assegurado, seja reputada afrontosa à Cons tuição Federal (CF, art. 226) a prescrição de que, no período do afastamento,
o servidor não fruirá do auxílio-alimentação diante da natureza e des nação dessa verba indenizatória. 6. Editada a sentença e aviado o
apelo sob a égide da nova codificação civil, o desprovimento do recurso implica a majoração dos honorários advoca cios originalmente
imputados à parte recorrente, porquanto o novo estatuto processual contemplara o ins tuto dos honorários sucumbenciais recursais,
devendo a majoração ser levada a efeito mediante ponderação dos serviços executados na fase recursal pelos patronos da parte exitosa e
guardar observância à limitação da verba honorária estabelecida para a fase de conhecimento (NCPC, arts. 85, §§ 2º e 11). 7. Apelação
conhecida e desprovida. Majorados os honorários advoca cios impostos ao apelante. Unânime. (Acórdão n.1061579,
07003754120178070018, Relator: TEÓFILO CAETANO 1ª Turma Cível, Data de Julgamento: 22/11/2017, Publicado no DJE: 04/12/2017.
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Nesse prisma, convém trazer ao debate excerto do voto condutor do julgado supracitado para maior compreensão da matéria ora discu da.
Veja-se:
Merece ser registrado, ainda, que o período de afastamento do servidor durante o gozo da licença por mo vo de doença em pessoa da
família não fora reconhecido como de efe vo exercício, tendo em vista que não constara da discrição con da no ar go 165 da Lei
Complementar nº 840/2011. Assim, diante da regulação legisla va, não sobeja possível incluir o período de usufruto de licença para
tratamento de pessoa da família como de efe vo exercício, notadamente porque se trata de benesse legal, que, por conseguinte, deve
ser modulada pelo disposto pelo legislador.
(...) Estabelecidas essas premissas legais sobeja inexorável que, des nando-se o auxílio-alimentação a subsidiar despesas com alimentação
realizadas pelo servidor durante, obviamente, a jornada de trabalho, a percepção do aludido bene cio somente fora assegurada durante o
período de afastamento que for considerado como de efe vo exercício das atribuições inerentes ao cargo público exercitado. Em
contrapar da, se o afastamento não for reconhecido como de efe vo exercício, o pagamento do auxílio-alimentação não será devido, o
que denota a inconsistência da argumentação e pretensão formuladas. Com efeito, durante o gozo de licença para tratamento de pessoa
da família o servidor é afastado do exercício de seu cargo, aperfeiçoada a condição estabelecida, sem prejuízo da remuneração ou subsídio
do cargo efe vo. O período de afastamento, a seu turno, não fora, conforme pontuado, reconhecido como de efe vo exercício, não
ensejando, portanto, o pagamento do auxílio-alimentação, que fora assegurado, diante de sua natureza indenizatória, apenas para as
hipóteses dos afastamentos considerados como efe vo exercício.
(...) Ora, se o afastamento para usufruto da licença individualizada não é considerado como tempo de exercício efe vo, a manutenção dos
vencimentos em favor do servidor afigura-se, a toda evidência, um bene cio, que deve ser concedida na moldura legal. É que, mesmo
diante da ausência de prestação dos serviços funcionais pelo servidor, que encontra-se afastado do cargo em razão de circunstâncias de

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ordem estritamente individual, auferirá a remuneração respec va. Contudo, não sendo o afastamento computado como de efe vo
exercício e havendo vedação expressa, não pode fruir de vantagem remuneratória de natureza indenizatória.
Vê-se, portanto, que no entendimento do Tribunal de Jus ça do Distrito Federal, a concessão de licença por mo vo de doença em pessoa da
família, circunstância de ordem estritamente individual, mesmo quando concedida com remuneração, não pode ser computada como efe vo exercício do cargo
público, conforme inteligência dos disposi vos legais que regulamentam a matéria.
Dessa forma, é forçoso admi r que o servidor que gozou licença por mo vo em pessoa da família no período aquisi vo (de 1º de janeiro a 31 de
dezembro do ano anterior), ainda que remunerada, não faz jus ao abono de ponto anual, consoante disciplina o art. 151, § 1º da Lei Complementar nº
840/2011.

3. CONCLUSÃO

Diante do exposto, entende-se que o servidor que gozou licença por mo vo em pessoa da família no período aquisi vo (de 1º de janeiro a 31 de
dezembro), ainda que remunerada, não faz jus ao abono de ponto anual, consoante disciplina o art. 151, § 1º da Lei Complementar nº 840/2011, tendo em
vista que esse afastamento não é considerado efe vo exercício.
É o entendimento, que submeto à consideração superior.

Maria José de Carvalho


Analista em Polí cas Públicas e Gestão Governamental

À Subsecretaria de Administração Geral,

De acordo com a manifestação da Assessoria desta Subsecretaria de Gestão de Pessoas, encaminho os autos a essa Subsecretaria com vista à
Gerência de Cadastro da Coordenação de Gestão de Pessoas desta Secretaria de Estado de Economia.

ÂNGELO RONCALLI DE RAMOS BARROS


Subsecretário de Gestão de Pessoas
____________________________________________________________________________________________________________________________________
[1] Art. 164. Salvo disposição legal em contrário, não são contados como tempo de serviço:
I – a falta injus ficada ao serviço e a não compensada na forma desta Lei Complementar;
II – o período em que o servidor es ver:
a) licenciado ou afastado sem remuneração;
(...) (Grifou-se)
[2] Art. 166. Conta-se para efeito de disponibilidade:
I – o tempo de serviço prestado a Município, Estado ou União, inclusive o prestado ao Tribunal de Jus ça, Ministério Público ou Defensoria Pública do Distrito
Federal e Territórios;
II – o tempo de serviço em a vidade privada, vinculada ao regime geral de previdência social, inclusive o prestado à empresa pública ou à sociedade de
economia mista de qualquer ente da federação;
III – a licença remunerada por mo vo de doença em pessoa da família do servidor;
IV – a licença remunerada para a vidade polí ca;
V – o tempo de mandato ele vo federal, estadual, municipal ou distrital, anterior ao ingresso no serviço público do Distrito Federal;
VI – o afastamento para frequência em curso de formação, quando remunerado.
(Grifou-se)

Documento assinado eletronicamente por MARIA JOSÉ DE CARVALHO - Matr.0125250-X,


Analista em Polí cas Públicas e Gestão Governamental, em 08/01/2020, às 18:19, conforme
art. 6º do Decreto n° 36.756, de 16 de setembro de 2015, publicado no Diário Oficial do Distrito
Federal nº 180, quinta-feira, 17 de setembro de 2015.

Documento assinado eletronicamente por ANGELO RONCALLI DE RAMOS BARROS -


Matr.0175442-4, Subsecretário(a) de Gestão de Pessoas, em 08/01/2020, às 18:19, conforme
art. 6º do Decreto n° 36.756, de 16 de setembro de 2015, publicado no Diário Oficial do Distrito
Federal nº 180, quinta-feira, 17 de setembro de 2015.

A auten cidade do documento pode ser conferida no site:


h p://sei.df.gov.br/sei/controlador_externo.php?
acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0
verificador= 33777531 código CRC= 3F8FA2C7.

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3313-8107

00040-00000151/2020-71 Doc. SEI/GDF 33777531

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