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NORMA ABNT NBR

BRASILEIRA IEC
62444
Primeira edição
02.12.2015

Válida a partir de
02.01.2016
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Prensa-cabos para instalações elétricas


Cable glands for electrical installations

ICS 29.120.10 ISBN 978-85-07-05954-7

Número de referência
ABNT NBR IEC 62444:2015
27 páginas

© IEC 2010 - © ABNT 2015


ABNT NBR IEC 62444:2015
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ABNT NBR IEC 62444:2015

Sumário Página

Prefácio Nacional.................................................................................................................................v
1 Escopo.................................................................................................................................1
2 Referências normativas......................................................................................................1
3 Termos e definições............................................................................................................1
4 Requisitos gerais................................................................................................................3
5 Condições gerais para os ensaios....................................................................................3
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6 Classificação.......................................................................................................................4
6.1 De acordo com o material..................................................................................................4
6.2 De acordo com as propriedades mecânicas....................................................................5
6.3 De acordo com as propriedades elétricas........................................................................5
6.4 De acordo com a resistência às influências externas.....................................................6
6.5 De acordo com o sistema de vedação..............................................................................6
7 Marcação e documentação................................................................................................6
7.1 Marcação..............................................................................................................................6
7.2 Durabilidade e legibilidade.................................................................................................6
7.3 Documentação.....................................................................................................................7
8 Construção..........................................................................................................................7
9 Propriedades mecânicas....................................................................................................8
9.1 Generalidades......................................................................................................................8
9.2 Ensaio de retenção do cabo...............................................................................................8
9.3 Ensaio da ancoragem do cabo para cabo não armado................................................. 11
9.4 Ensaio da ancoragem do cabo para cabo armado........................................................14
9.5 Resistência aos impactos................................................................................................15
9.6 Desempenho da vedação.................................................................................................18
10 Propriedades elétricas......................................................................................................18
10.1 Ligação equipotencial ao equipamento elétrico............................................................18
10.2 Ligação equipotencial à(s) camada(s) metálica(s) do cabo..........................................18
10.3 Conexão de proteção à terra............................................................................................19
10.3.1 Generalidades....................................................................................................................19
10.3.2 Ensaio de corrente elétrica..............................................................................................19
11 Compatibilidade eletromagnética....................................................................................20
12 Influências externas..........................................................................................................21
12.1 Grau de proteção de acordo com a ABNT NBR IEC 60529 (código IP)........................21
12.1.1 Generalidades....................................................................................................................21
12.1.2 Grau de proteção contra a penetração de corpos sólidos estranhos.........................21
12.1.3 Grau de proteção contra a penetração de água.............................................................21
12.2 Resistência à corrosão.....................................................................................................21
12.3 Resistência à luz ultravioleta...........................................................................................21
13 Risco de fogo.....................................................................................................................22
13.1 Reação ao fogo..................................................................................................................22
13.1.1 Generalidades....................................................................................................................22

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13.1.2 Contribuição ao fogo........................................................................................................22


13.1.3 Propagação do fogo..........................................................................................................22
13.2 Resistência ao fogo..........................................................................................................22
Anexo A (normativo) Requisitos específicos para os prensa-cabos para instalações elétricas
com roscas de entrada NPT.............................................................................................23
A.1 Generalidades....................................................................................................................23
A.2 Referências normativas....................................................................................................23
A.3 Condições gerais para os ensaios..................................................................................23
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A.4 Construção........................................................................................................................23
Anexo B (informativo) Sequência de ensaios...................................................................................25
Bibliografia..........................................................................................................................................27

Figuras
Figura 1 – Montagem típica para ensaio de retenção do cabo......................................................10
Figura 2 – Montagem típica para o ensaio de tração da ancoragem do cabo..............................12
Figura 3 – Montagem típica para o ensaio de torção da ancoragem do cabo.............................13
Figura 4 – Montagem típica para o ensaio da ancoragem do cabo para cabo armado...............15
Figura 5 – Montagem típica para o ensaio de impacto...................................................................17
Figura 6 – Montagem típica para os ensaios de corrente elétrica.................................................20

Tabelas
Tabela 1 – Orifícios de passagem de prensa-cabos para efeitos de ensaios.................................4
Tabela 2 – Forças de tração para a retenção do cabo e ancoragem do cabo.............................. 11
Tabela 3 – Valor do torque para o ensaio de torção da ancoragem do cabo...............................13
Tabela 4 – Valores relativos ao impacto...........................................................................................16
Tabela 5 – Valores de corrente elétrica............................................................................................19
Tabela A.1 – Furos de passagem para prensa-cabos NPT para fins de ensaios.........................23

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Prefácio Nacional

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização.


As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB),
dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais
(ABNT/CEE), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas
no tema objeto da normalização.
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Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.

A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais
direitos de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados
à ABNT a qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).

Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos.
Nestes casos, os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas
para exigência dos requisitos desta Norma, independentemente de sua data de entrada em vigor.

A ABNT NBR IEC 62444 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-003),
pela Comissão de Estudo de Interruptores, Tomadas, Pinos e Placas de Uso Geral (CE-003:023.002).
O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 07, de 24.07.2015 a 24.08.2015.

Esta Norma é uma adoção idêntica, em conteúdo técnico, estrutura e redação, à IEC 62444:2010,
que foi elaborada pelo Technical Committee Electrical accessories (IEC/TC 23), Subcommittee Cable
managements systems (SC 23A), conforme ISO/IEC Guide 21-1:2005.

Esta Norma cancela e substitui a ABNT NBR 10861:1989.

Nesta Norma são utililizados os seguintes tipos de impressão:

—— requisitos: em caracteres romanos.

—— especificações de ensaio: em itálico.

—— NOTA: caracteres romanos menores.

O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:

Scope
This Standard provides requirements and tests for the construction and performance of cable glands.
This Standard covers complete cable glands as supplied by the manufacturer or the supplier responsible
for placing the product on the market. This Standard does not cover cable glands for mineral insulated
cables.

This Standard covers cable glands with IEC 60423 metric entry threads.

This Standard can be used as a guide for cable glands with other type of entry threads.
NOTE Certain cable glands may also be used “in Hazardous Areas.” Regard should then be taken of other or
additional requirements necessary for the enclosure to be installed in such conditions, for example as specified
in the IEC 60079 series.

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Prensa-cabos para instalações elétricas

1 Escopo
Esta Norma fornece os requisitos e os ensaios para a construção e o desempenho de prensa-cabos.
Esta Norma abrange os prensa-cabos como fornecidos pelo fabricante ou pelo fornecedor responsável
pela colocação do produto no mercado. Esta Norma não abrange os prensa-cabos destinados aos
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cabos com isolação mineral.

Esta Norma abrange os prensa-cabos com roscas de entrada métricas, conforme a IEC 60423.

Esta Norma pode ser utilizada como guia para prensa-cabos com outros tipos de roscas de entrada.

NOTA Alguns prensa-cabos também podem ser utilizados “em atmosferas explosivas”. É recomendado que
sejam levados em consideração outros requisitos necessários para que o invólucro seja instalado em tais
condições, por exemplo, como especificado na série ABNT NBR IEC 60079.

2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento.
Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,
aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

IEC 60423:2007, Conduit systems for cable management – Outside diameters of conduits for electrical
installations and threads for conduits and fittings

ABNT NBR IEC 60529:2005, Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP)1

ABNT NBR IEC 60695-2-11:2006, Ensaios relativos ao risco de fogo – Parte 2-11: Métodos de ensaio
de fio incandescente/aquecido – Método de ensaio de inflamabilidade para produtos acabados

ISO 868:2003, Plastics and ebonite – Determination of indentation hardness by means of durometer
(Shore hardness)

ISO 4287:1997, Geometrical product specifications (GPS) – Surface texture: Profile method – Terms,
definitions and surface texture parameters

ISO 9227:2006, Corrosion tests in artificial atmospheres – Salt spray tests

NOTA BRASILEIRA A edição em vigor atualmente é a ISO 9227:2012.

3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.

1 Existe uma edição consolidada (2.1) de 2001 que inclui a IEC 60529:1989 e a Emenda 1 (1999).

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3.1
prensa-cabo
dispositivo projetado para permitir a entrada de um cabo, cabo flexível ou de um condutor isolado
em um invólucro, e que assegura a vedação e a retenção. Ele também pode assegurar outras funções,
como o aterramento, a ligação, a isolação, a proteção do cabo, a redução de esforços mecânicos
ou uma combinação destes

3.2
rosca de entrada
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parte roscada de um prensa-cabo que é destinada a ser fixada a um invólucro ou a um equipamento

3.3
tamanho do prensa-cabo
diâmetro nominal da rosca de entrada

3.4
retenção do cabo
capacidade mínima de um prensa-cabo de limitar o deslocamento de um cabo montado submetido a
um esforço estático

3.5
ancoragem do cabo
capacidade de um prensa-cabo de limitar o deslocamento de um cabo montado, submetido a um
esforço dinâmico e de torção

3.6
série
conjunto de vários prensa-cabos de mesma classificação e de mesma concepção, mas de dimensões
diferentes

3.7
orifício de passagem
abertura sem rosca em um invólucro ou em um equipamento, destinada a permitir a entrada de um
prensa-cabo

3.8
prensa-cabo metálico
prensa-cabo somente de material metálico

NOTA Os sistemas de vedação estão excluídos desta definição.

3.9
prensa-cabo não metálico
prensa-cabo somente de material não metálico

NOTA Os sistemas de vedação estão excluídos desta definição.

3.10
prensa-cabo composto
prensa-cabo que compreende tanto materiais metálicos como materiais não metálicos

NOTA Os sistemas de vedação estão excluídos desta definição.

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3.11
junta de vedação com orifício único
junta de vedação com um único orifício, apropriado à passagem de um único cabo

3.12
junta de vedação com múltiplos orifícios
junta de vedação com mais de um orifício, sendo cada orifício apropriado à passagem de um cabo
separado
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4 Requisitos gerais
Os prensa-cabos devem ser projetados para proporcionar, nas condições normais de utilização, todas
as funções declaradas pelo fabricante ou fornecedor.

5 Condições gerais para os ensaios


5.1 Os ensaios de acordo com esta Norma são os ensaios de tipo.

5.2 Salvo especificação contrária, os ensaios devem ser realizados em prensa-cabos novos, mon-
tados e instalados de acordo com as instruções do fabricante ou fornecedor, como declarado em 7.3.

Não pode ser realizado qualquer ajuste entre ou durante os ensaios.

NOTA A remontagem da amostra entre os ensaios não é considerada ajuste.

5.3 Salvo especificação contrária, os ensaios devem ser realizados em uma temperatura ambiente
de (20 ± 5) °C.

5.4 Os prensa-cabos não metálicos e compostos, bem como os sistemas de vedação dos prensa-cabos
metálicos, devem ser precondicionados em uma estufa a (70 ± 2) °C e nela mantidos por (168 ± 4) h.
Se a temperatura máxima declarada pelo fabricante for superior a 65 °C, então a temperatura de
ensaio deve ser a temperatura declarada, acrescida de 5 °C.

5.5 Antes dos ensaios, os prensa cabos não metálicos e compostos, bem como os sistemas de
vedação dos prensa-cabos metálicos, devem ser condicionados a uma temperatura de (20 ± 5) °C
e a uma umidade relativa entre 40 % e 60 %, durante um mínimo de 24 h ou um período maior
especificado pelo fabricante.

5.6 Salvo especificação contrária, três amostras devem ser submetidas aos ensaios pertinentes.

No caso de uma série de prensa-cabos, três amostras do maior e menor tamanho e uma amostra
de todos os outros tamanhos da mesma série devem ser submetidos aos ensaios pertinentes.

No caso de um prensa-cabo que utilize outras configurações de vedação, cada uma delas, tal como
especificado pelo fabricante ou fornecedor, deve ser considerada uma amostra.

Se uma amostra não satisfizer um ensaio devido a uma falha de montagem ou de fabricação,
este ensaio e todo ensaio precedente que possa ter influenciado os resultados do ensaio deve ser
repetido em três amostras novas do tamanho reprovado. Os ensaios a seguir devem ser realizados
na sequência requerida por esta Norma. Todas as amostras novas devem satisfazer os requisitos.

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5.7 Salvo especificação contrária, os mandris de ensaio devem ser constituídos de barras com
uma dureza Shore D de (65 ± 15) pontos, de acordo com a ISO 868, e uma rugosidade de superfície
inferior ou igual a 7 µm Ra, de acordo com a ISO 4287. Os mandris de ensaio de diâmetro até 16 mm,
inclusive, devem ter uma tolerância de ± 0,2 mm, e aqueles de diâmetro superior a 16 mm devem ter
uma tolerância de ± 0,3 mm. A forma deve ser circular ou com um perfil que simule a dimensão externa
dos cabos, conforme declarado pelo fabricante ou fornecedor.

5.8 Salvo especificação contrária do fabricante ou fornecedor, os orifícios de passagem, para os


efeitos deste ensaio, devem ter os valores indicados na Tabela 1.
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NOTA O Anexo B mostra as sequências de ensaio que devem ser utilizadas somente a título de orientação.

Tabela 1 – Orifícios de passagem de prensa-cabos para efeitos de ensaios

Diâmetro do orifício de
Dimensão do prensa-cabo Dimensão da rosca passagem
mm
6 M6 6 (0/ +0,2)
8 M8 8 (0/ +0,2)
10 M 10 10 (0/ +0,2)
12 M 12 12 (0/ +0,2)
16 M 16 16 (0/ +0,2)
20 M 20 20 (0/ +0,2)
25 M 25 25 (0/ +0,2)
32 M 32 32 (0/ +0,3)
40 M 40 40 (0/ +0,3)
50 M 50 50 (0/ +0,4)
63 M 63 63 (0/ +0,4)
75 M 75 75 (0/ +0,5)
90 M 90 90 (0/ +0,5)
110 M 110 110 (0/ +0,5)

6 Classificação
Os prensa-cabos devem ser classificados para os ensaios de acordo com 6.1, 6.2 e 6.5 e, quando
apropriado, com 6.3 e 6.4.

6.1 De acordo com o material

6.1.1 Prensa-cabos metálicos

6.1.2 Prensa-cabos não metálicos

6.1.3 Prensa-cabos compostos

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6.2 De acordo com as propriedades mecânicas

6.2.1 Retenção ou ancoragem do cabo não armado

6.2.1.1 Ancoragem do Tipo A

6.2.1.2 Ancoragem do Tipo B

6.2.1.3 Retenção somente


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6.2.2 Ancoragem do cabo armado

6.2.2.1 Ancoragem do Tipo C

6.2.2.2 Ancoragem do Tipo D

6.2.3 Categoria de impacto

6.2.3.1 Categoria 1

6.2.3.2 Categoria 2

6.2.3.3 Categoria 3

6.2.3.4 Categoria 4

6.2.3.5 Categoria 5

6.2.3.6 Categoria 6

6.2.3.7 Categoria 7

6.2.3.8 Categoria 8

6.3 De acordo com as propriedades elétricas

6.3.1 Com características de continuidade elétrica

6.3.1.1 Ligação equipotencial ao invólucro

6.3.1.2 Ligação equipotencial às camadas metálicas do cabo

NOTA Uma camada metálica pode ser fornecida para efeitos de aterramento, blindagem, armadura
ou proteção mecânica.

6.3.1.3 Prensa-cabos com conexão ao terra de proteção

6.3.1.3.1 Categoria A

6.3.1.3.2 Categoria B

6.3.1.3.3 Categoria C

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6.4 De acordo com a resistência às influências externas

6.4.1 Grau de proteção de acordo com a ABNT NBR IEC 60529 (código IP), com um mínimo de IP54

6.4.2 Faixa de temperatura, se diferente da definida em 8.5

6.4.3 Resistência à luz ultravioleta para os prensa-cabos não metálicos

6.4.3.1 Resistência à luz ultravioleta não declarada


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6.4.3.2 Resistente à luz ultravioleta

6.5 De acordo com o sistema de vedação

6.5.1 Com uma junta de vedação com um único orifício

6.5.2 Com uma junta de vedação com múltiplos orifícios

NOTA Para os prensa-cabos utilizados para cabo armados, esta Norma somente aborda os sistemas de
vedação com um único orifício.

7 Marcação e documentação
7.1 Marcação

O prensa-cabo deve ser marcado de modo legível e durável, em um local visível, com as seguintes
informações:

—— o nome, o logotipo ou marca registrada do fabricante ou do fornecedor;

—— identificação do produto.

Se não for possível colocar a marcação diretamente no produto, então a marcação deve ser colocada
na menor embalagem de fornecimento.

A conformidade é verificada por inspeção.

A marcação no produto que não for feita por prensagem, moldagem ou gravação é ensaiada de
acordo com 7.2.

7.2 Durabilidade e legibilidade

O ensaio é feito friccionando a marcação manualmente por 15 s com um pedaço de pano de algodão
embebido em água e novamente por 15 s com um pedaço de pano de algodão embebido em derivado
de petróleo.

NOTA Recomenda-se que o derivado de petróleo utilizado seja composto de hexano como solvente
com um teor máximo de compostos aromáticos de 0,1 % em volume, um índice de kauri-butanol de apro-
ximadamente 29, ponto de ebulição inicial de aproximadamente 65 °C, ponto de ausência de umidade de
aproximadamente 69 °C e massa específica aproximada de 0,68 g/cm3.

Após este ensaio, a marcação deve ser legível à visão normal ou corrigida sem ampliação adicional.

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A marcação deve permanecer legível após todos os ensaios não destrutivos desta Norma. Não pode
ser possível remover as etiquetas facilmente e elas não podem apresentar ondulação ou enrolamento.

A conformidade é verificada por inspeção.

7.3 Documentação

O fabricante ou o fornecedor deve fornecer em sua literatura todas as informações necessárias para
a correta utilização e instalação com toda segurança, como:
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—— faixa de aperto e vedação (dimensões máximas e mínimas do cabo);

—— torque de aperto da instalação, se existir;

—— comprimento da rosca de entrada, se existir;

—— tipo e tamanho da rosca de entrada;

—— diâmetro máximo do orifício de passagem;

—— tipo de ancoragem do cabo e a faixa de ancoragem, se existir;

—— categoria de impacto;

—— montagem correta do prensa-cabo para utilização como parte do condutor de ligação ao terra
de proteção ou conexão elétrica;

—— grau de proteção de acordo com a ABNT NBR IEC 60529 (código IP), se superior a IP54;

—— faixa de temperatura, se diferente de 8.5;

—— juntas de vedação com múltiplos orifícios, se existir.

A conformidade é verificada por inspeção.

8 Construção
8.1 As partes de um prensa-cabo destinadas a serem apertadas ou mantidas apertadas durante a
instalação devem ser adequadas para prender sem ocasionar danos ao prensa-cabo ou ao cabo, com
ferramentas de uso comum ou de acordo com as instruções do fabricante. Para os tamanhos até M110
inclusive, a rosca de entrada, se existir, deve ser construída de acordo com a IEC 60423, Tabela 1.

A conformidade é verificada por medição ou por ensaio manual.

8.2 Todas as bordas e cantos salientes externos dos componentes do prensa-cabo devem ser lisos
para evitar o perigo de lesão ao manusear o prensa-cabo.

A conformidade é verificada por inspeção e por ensaio manual.

8.3 Os prensa-cabos devem ser construídos para evitar danos ao cabo, quando instalados de acordo
com as instruções do fabricante ou do fornecedor.

A conformidade é verificada por inspeção.

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8.4 Os prensa-cabos devem assegurar um grau mínimo IP54 de acordo com a ABNT NBR IEC 60529.

A conformidade é verificada de acordo com 12.1.

8.5 Os prensa-cabos devem ser apropriados para a utilização em uma faixa de temperatura de
– 20 °C até 65 °C.

Uma temperatura que exceda essa faixa pode ser declarada pelo fabricante ou fornecedor.

A conformidade é verificada de acordo com o precondicionamento descrito em 5.4 e o ensaio indicado


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em 9.5.

8.6 As partes metálicas devem resistir à corrosão ou ser protegidas.

A conformidade é verificada de acordo com 12.2.

8.7 Os prensa-cabos declarados de acordo com 6.4.3.2 devem ter uma resistência adequada à luz
ultravioleta.

A conformidade é verificada de acordo com 12.3.

9 Propriedades mecânicas
9.1 Generalidades

Os prensa-cabos declarados de acordo com 6.2.1.3 devem assegurar uma retenção mínima do cabo,
de acordo com a Tabela 2, coluna “Retenção do cabo”.

A conformidade é verificada de acordo com o ensaio de 9.2.

Os prensa-cabos declarados de acordo com 6.2.1.1 devem assegurar uma ancoragem do cabo de
acordo com a Tabela 2, “Tipo A”.

Os prensa-cabos declarados de acordo com 6.2.1.2 devem assegurar uma ancoragem do cabo de
acordo com a Tabela 2, “Tipo B”.

A conformidade é verificada de acordo com o ensaio de 9.3.

Os prensa-cabos declarados de acordo com 6.2.2.1 devem assegurar uma ancoragem do cabo de
acordo com a Tabela 2, “Tipo C”. Os prensa-cabos declarados de acordo com 6.2.2.2 devem asse-
gurar uma ancoragem do cabo de acordo com a Tabela 2, “Tipo D”.

A conformidade é verificada de acordo com o ensaio de 9.4.

9.2 Ensaio de retenção do cabo


Para os prensa-cabos classificados de acordo com 6.2.1.3 e munidos de um sistema de vedação
de acordo com 6.5.1, um mandril de ensaio equivalente ao valor mínimo da faixa de vedação do
prensa-cabo, conforme declarado pelo fabricante ou fornecedor, é fixado ao prensa-cabo.

Para os prensa-cabos classificados de acordo com 6.2.1.3 e munidos de um sistema de vedação


de acordo com 6.5.2, um mandril de ensaio equivalente ao valor mínimo da faixa de vedação do menor
orifício do prensa-cabo é fixado no menor orifício do prensa-cabo e cada orifício restante é fechado
com um tampão equivalente ao valor mínimo de sua faixa de vedação.

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Um mandril de ensaio circular é carregado até que a força de tração esteja de acordo com os valores
indicados na Tabela 2, coluna “Retenção do cabo”.

Para os mandris de ensaio que não têm formato circular, ou seja, onde os cabos não circulares estão
sendo simulados, a sua área de seção transversal deve ser determinada, e o diâmetro de um cabo
circular de mesma seção transversal deve ser calculado. Os valores de ensaio devem corresponder
à medida mais próxima do mandril de ensaio circular.

Para os prensa-cabos com sistemas de vedação compreendendo duas ou mais vedações com
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tamanhos diferentes, o mandril deve ser escalonado adequadamente. Os valores de ensaio devem
corresponder ao maior diâmetro do mandril de ensaio.

O mandril de ensaio é marcado quando ele está sem carga, de modo que qualquer deslocamento
relativo ao prensa-cabo possa ser facilmente detectado.

A carga é mantida por 5 min e, ao final deste período, o deslocamento não pode exceder 3 mm,
quando estiver sem carga.

O ensaio é repetido utilizando amostras novas e um mandril de ensaio equivalente ao valor máximo
da faixa de vedação do prensa-cabo, conforme declarado pelo fabricante ou fornecedor, com o valor
de ensaio do diâmetro máximo do cabo correspondente como especificado na Tabela 2.

Uma montagem típica para o ensaio de retenção do cabo é mostrada na Figura 1.

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1
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N 4

Legenda

1 contraporca
2 prensa-cabo
3 mandril
4 carga
5 suporte

Figura 1 – Montagem típica para ensaio de retenção do cabo

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Tabela 2 – Forças de tração para a retenção do cabo e ancoragem do cabo

Ancoragem do cabo para Ancoragem do cabo para


Diâmetro Retenção cabo não armado cabo armado
do cabo do cabo
Tipo A Tipo B Tipo C Tipo D

mm N N N N N
Até 4 5 – – – –
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> 4 até 8 10 30 75 75 640


> 8 até 11 15 42 120 120 880
> 11 até 16 20 55 130 130 1 280
> 16 até 23 25 70 140 140 1 840
> 23 até 31 30 80 250 250 2 480
> 31 até 43 45 90 350 350 3 440
> 43 até 55 55 100 400 400 4 400
> 55 70 115 450 450 5 600

9.3 Ensaio da ancoragem do cabo para cabo não armado

Os prensa-cabos declarados com uma ancoragem do cabo de acordo com 6.2.1.1 e 6.2.1.2 devem
liberar os condutores dos esforços, sem torção.

A conformidade é verificada pelos seguintes ensaios.

Para os prensa-cabos munidos de um sistema de vedação de acordo com 6.5.1, um mandril de ensaio
equivalente ao valor mínimo da faixa de ancoragem do prensa-cabo, como declarado pelo fabricante
ou fornecedor, é fixado na amostra.

Para os prensa-cabos munidos de um sistema de vedação de acordo com 6.5.2, um mandril de


ensaio equivalente ao valor mínimo da faixa de ancoragem do menor orifício do prensa-cabo é fixado
no menor orifício da amostra e cada orifício restante é fechado com um tampão equivalente ao valor
mínimo de sua faixa de vedação.

O mandril de ensaio é marcado quando ele está sem carga, de modo que qualquer deslocamento
relativo ao prensa-cabo possa ser facilmente detectado.

O mandril de ensaio é tracionado 50 vezes, na cadência de 1 s, sem golpes, na direção do seu eixo,
com esforço de tração adequado, como especificado na Tabela 2.

Após este tempo, o deslocamento não pode ser superior a 2 mm. A medição deve ser realizada após
a remoção da carga de tração no mandril de ensaio.

A montagem típica para o ensaio de tração da ancoragem do cabo está representada na Figura 2.

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4
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5
6

Legenda

1 braço da manivela
2 polia excêntrica
3 ponto de pivotamento
4 mandril
5 prensa-cabo
6 contraporca
7 dispositivo de retenção de carga
8 ponto de apoio
9 carga em N

Figura 2 – Montagem típica para o ensaio de tração da ancoragem do cabo

A amostra com o mandril de ensaio é em seguida montada conforme a montagem típica para o ensaio
de torção de cabo, como representado na Figura 3.

O mandril de ensaio é marcado quando está sem carga, de maneira a detectar facilmente qualquer
deslocamento; depois ele é submetido durante 1 min ao torque determinado na Tabela 3.

No decorrer deste ensaio, o mandril de ensaio não pode girar em um ângulo maior que 45°.

Os ensaios de tração e torção devem ser repetidos com um mandril de ensaio equivalente ao valor
máximo da faixa de ancoragem do prensa-cabo, como declarado pelo fabricante ou fornecedor, com
o valor de ensaio do diâmetro máximo do cabo correspondente, como especificado nas Tabelas 2 e 3.

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Tabela 3 – Valor do torque para o ensaio de torção da ancoragem do cabo

Diâmetro do cabo Torque


mm Nm
> 4 até 8 0,10
> 8 até 11 0,15
> 11 até 16 0,35
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> 16 até 23 0,60


> 23 até 31 0,80
> 31 até 43 0,90
> 43 até 55 1,00
> 55 1,20

8
5
2 4
3
1 6
7

10 10

Legenda

1 rolamentos para facilitar a rotação


2 dispositivo para fixar firmemente o mandril de ensaio
3 mandril de ensaio
4 amostra
5 placa de fixação da amostra (intercambiável)
6 indicador de rotação
7 sentido de rotação
8 indicador de rotação fixo
9 raio
10 carga em N

Figura 3 – Montagem típica para o ensaio de torção da ancoragem do cabo

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9.4 Ensaio da ancoragem do cabo para cabo armado

Duas amostras, constituídas de dois prensa-cabos cada uma, são montadas. Na primeira amostra,
os prensa-cabos são equipados, um em cada extremidade, com um cabo de 300 mm de comprimento,
com o diâmetro da armadura máxima, como declarado pelo fabricante ou fornecedor. Na segunda
amostra, os prensa-cabos são equipados, um em cada extremidade, com um cabo de 300 mm
de comprimento, com o diâmetro de armadura mínima como declarado pelo fabricante ou fornecedor.

Para cada amostra, um prensa-cabo é fixado e o outro prensa-cabo é carregado de acordo com o
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valor apropriado definido na Tabela 2.

O cabo é marcado de maneira a poder detectar facilmente qualquer deslocamento relativo em relação
a cada um dos prensa-cabos.

A carga é mantida durante 5 min e, ao final deste período, o deslocamento não pode ultrapassar 3 mm
em cada um dos prensa-cabos.

Uma montagem típica para o ensaio da ancoragem do cabo para cabo armado é representada
na Figura 4.

Em seguida ao ensaio, as amostras de prensa-cabos classificados de acordo com 6.3.1.2 devem


então ser submetidas ao ensaio de acordo com 10.2. Em seguida ao ensaio, as amostras de prensa-
cabos classificados de acordo com 6.3.1.3 são então submetidas ao ensaio de acordo com 10.2,
seguido do ensaio de acordo com 10.3.2.

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300 mm
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Legenda
1 prensa-cabo fixo
2 prensa-cabo
3 carga em N

Figura 4 – Montagem típica para o ensaio da ancoragem do cabo para cabo armado

9.5 Resistência aos impactos

Os prensa-cabos devem resistir aos impactos conforme a classificação definida em 6.2.3.

A conformidade é verificada por meio do seguinte ensaio.

Para os prensa-cabos munidos de um sistema de vedação, conforme 6.5.1, um mandril de ensaio


equivalente ao valor mínimo da faixa de vedação do prensa-cabo, como declarado pelo fabricante
ou fornecedor, é fixado na amostra. O ensaio é então realizado na temperatura mínima de acordo
com 8.5 ou inferior, se declarado pelo fabricante.

Para os prensa-cabos munidos de um sistema de vedação, conforme 6.5.2, um mandril de ensaio


equivalente ao valor mínimo da faixa de vedação do menor prensa-cabo é fixado no menor orifício
da amostra, sendo cada orifício restante fechado com um tampão equivalente ao valor mínimo de sua
faixa de vedação.

O ensaio é realizado na temperatura mínima de acordo com 8.5 ou inferior, se declarada pelo fabricante.

Antes do ensaio de impacto, as amostras devem ser colocadas em um refrigerador durante um mínimo
de 8 h.

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A tolerância da temperatura de ensaio é de ± 2 °C.

Os ensaios podem ser realizados

—— no interior do refrigerador, à temperatura mínima declarada, ou

—— no exterior do refrigerador, à temperatura ambiente (20 ± 5) °C, se o prensa-cabo foi previamente


resfriado na temperatura mínima declarada, conforme 8.5, menos 5 °C, e o impacto foi aplicado
em (15 ± 2) s após a retirada do prensa-cabo do refrigerador.
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Por exemplo, se a temperatura declarada for de –20 °C e o ensaio for realizado no exterior
do refrigerador, a temperatura de resfriamento deve ser de –25 °C.

O ponto de impacto deve estar situado no local considerado mais frágil.

A amostra deve ser montada sobre uma base de aço, de maneira que

—— a direção do impacto seja perpendicular à superfície submetida ao ensaio se ele for plano,
ou perpendicular à tangente da superfície no ponto de impacto, se ele não for plano;

—— não ocorra qualquer movimento do suporte do prensa-cabo que possa influenciar os resultados
do ensaio.

A massa deve ser munida de uma cabeça em aço temperado, com forma hemisférica de 25 mm
de diâmetro.

A base deve ter uma massa de 20 kg no mínimo ou ser fixada ou inserida rigidamente no piso.

Uma montagem típica para o ensaio de impacto é representada na Figura 5.

A amostra é submetida à energia de impacto dada na Tabela 4, em função da categoria declarada pelo
fabricante ou fornecedor.

Tabela 4 – Valores relativos ao impacto

Categoria 1 2 3 4 5 6 7 8
Energia 0,2 0,5 1,0 2,0 4,0 7,0 10,0 20,0
J ±10 % ±10 % ±10 % ±5 % ±5 % ±5 % ±5 % ±5 %
Massa
0,2 0,2 0,2 0,2 1,0 1,0 1,0 2,0
kg
Altura
0,10 0,25 0,5 1,0 0,4 0,7 1,0 1,0
m
NOTA  A massa e a altura podem variar em função da categoria necessária para obter a energia
requerida.

Após o ensaio, não pode aparecer qualquer sinal de desintegração nem de fissuras visíveis a uma
visão normal ou corrigida.

A amostra deve, em seguida, ser submetida aos ensaios apropriados de acordo com 12.1, mas levando
em consideração a classificação de acordo com 6.4.1, se declarada pelo fabricante ou fornecedor.

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4
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11

10 5

7
9

Legenda

1 cabo de içamento
2 tubo-guia
3 suporte do tubo-guia
4 escala das alturas
5 suporte da coluna de impacto
6 mandril de ensaio
7 prensa-cabo
8 base
9 suporte do prensa-cabo
10 massa com a cabeça de impacto
11 altura H

Figura 5 – Montagem típica para o ensaio de impacto

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9.6 Desempenho da vedação

Para os prensa-cabos munidos de um sistema de vedação de acordo com 6.5.1, um mandril de ensaio
equivalente ao valor máximo da faixa de vedação do prensa-cabo, como especificado pelo fabricante
ou fornecedor, é fixado na amostra com o torque declarado pelo fabricante ou fornecedor.

Para os prensa-cabos munidos de um sistema de vedação, conforme 6.5.2, um mandril de ensaio


equivalente ao valor máximo da faixa de vedação do menor orifício da amostra é fixado, sendo cada
orifício restante fechado com um tampão equivalente ao valor máximo de sua faixa de vedação,
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e então é aplicado o torque declarado pelo fabricante ou fornecedor.

A amostra deve em seguida ser submetida aos ensaios apropriados de acordo com 12.1, mas levando
em consideração a classificação de acordo com 6.4.1, se declarada pelo fabricante ou fornecedor.

10 Propriedades elétricas
10.1 Ligação equipotencial ao equipamento elétrico

Os prensa-cabos declarados de acordo com 6.3.1.1 devem ter condutividade adequada em relação
ao equipamento elétrico.

Os prensa-cabos devem ser montados de acordo com as instruções do fabricante.

A conformidade é verificada em amostras medindo a resistência entre o borne de conexão ou contato


de conexão do prensa-cabo e, por vez, cada uma das partes metálicas acessíveis do prensa-cabo.

A resistência não pode ser superior a 0,1 Ω.

NOTA O prensa-cabo pode ser montado a uma placa metálica, e a resistência medida entre esta placa
e o prensa-cabo.

10.2 Ligação equipotencial à(s) camada(s) metálica(s) do cabo

Os prensa-cabos declarados de acordo com 6.3.1.2 devem assegurar uma conexão elétrica adequada
com a(s) camada(s) metálica(s) do cabo.

Este ensaio é realizado após o ensaio indicado em 9.4. Dois prensa-cabos devem ser montados
em um comprimento de cabo de 300 mm, um em cada extremidade.

O diâmetro do cabo deve ser o menor tamanho de cabo declarado pelo fabricante ou fornecedor.
Se o menor tamanho não estiver disponível, pode-se utilizar o tamanho mais próximo disponível.

Para cada amostra, um prensa-cabo é fixado e um outro prensa-cabo é carregado, de acordo com
o valor apropriado indicado na Tabela 2. A carga é mantida durante 5 min e, em seguida, removida.

A conformidade é verificada por medição da resistência entre a(s) camada(s) metálica(s) do cabo
fixado ao prensa-cabo e prensa-cabo mais próximo da conexão, ou conforme especificado pelo fabri-
cante ou fornecedor.

A resistência não pode ser superior a 0,1 Ω.

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10.3 Conexão de proteção à terra

10.3.1 Generalidades

Os prensa-cabos declarados conforme 6.3.1.3 devem ser capazes de fazer passar uma corrente
de falta à terra.

A conformidade é verificada pelo ensaio de 10.3.2.

10.3.2 Ensaio de corrente elétrica


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Este ensaio é realizado após o ensaio indicado em 9.4 e 10.2.

As amostras montadas devem ser conectadas a uma fonte de alta corrente, como mostrado na Figura 6,
e submetidas durante 1 s aos valores de corrente elétrica indicados na Tabela 5 em função da categoria
declarada pelo fabricante ou fornecedor.

As amostras devem ser consideradas como tendo passado nos ensaios se:

—— eles suportarem a corrente durante o período especificado;

—— a resistência de contato entre a armadura próximo às amostras e as conexões à terra, medido


com uma fonte de pelo menos 10 A, for inferior ou igual a 0,1 Ω;

—— eles não apresentarem qualquer fissura, a uma visão normal ou corrigida sem ampliação, nem se
tiverem quaisquer partes soltas ou deformações que prejudiquem a utilização normal.

Tabela 5 – Valores de corrente elétrica

Diâmetro do cabo Categoria A Categoria B Categoria C


mm kA eficaz mínimo kA eficaz mínimo kA eficaz mínimo
>4a8 – – –
> 8 a 11 0,5 3,06 10,0
> 11 a 16 0,5 3,06 13,1
> 16 a 23 0,5 3,06 13,1
> 23 a 31 0,5 4,0 13,1
> 31 a 43 0,5 5,4 13,1
> 43 a 55 1,8 7,2 43,0
> 55 a 65 2,3 10,4 43,0
> 65 2,8 10,4 43,0
NOTA 1  A categoria A é o requisito mínimo, que é aplicável no caso em que a armadura do cabo, outra que
o fio de aço, é o fator limitante.
NOTA 2  A categoria B é o requisito médio, que é aplicável no caso em que um cabo armado de fio de aço
é utilizado e o sistema se baseia em um método de alta sensibilidade para a proteção contra as correntes
de falta.
NOTA 3   A categoria C é o requisito mais alto, que é aplicável no caso em que um cabo armado de fio de aço
é utilizado e o sistema se baseia em um método de baixa sensibilidade para a proteção contra as correntes
de falta.

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1
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2 2

3 3

2 2

4 4

5 6 5

Legenda

1 transformador (fonte de alta corrente)


2 bornes
3 ligação à terra
4 conexão à terra
5 prensa-cabo
6 amostra do cabo armado

Figura 6 – Montagem típica para os ensaios de corrente elétrica

11 Compatibilidade eletromagnética
Os produtos abrangidos por esta Norma são, em utilização normal, considerados passivos em relação
às influências eletromagnéticas (emissão e imunidade).

NOTA Os produtos abrangidos por esta Norma são instalados como parte do cabeamento
de uma instalação elétrica, que podem emitir ou ser influenciados por sinais eletromagnéticos. O grau
de influência irá depender da natureza da instalação no seu ambiente de funcionamento e do aparelho
conectado ao cabeamento.

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12 Influências externas
12.1 Grau de proteção de acordo com a ABNT NBR IEC 60529 (código IP)

12.1.1 Generalidades

O grau de proteção, conforme declarado pelo fabricante e assegurado pelo prensa-cabo, é verificado
de acordo com 12.1.2, seguido imediatamente por 12.1.3.
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Os ensaios devem ser realizados em amostras que já tenham sido ensaiadas de acordo com 9.5 e 9.6.

12.1.2 Grau de proteção contra a penetração de corpos sólidos estranhos

A amostra é montada em um invólucro de ensaio apropriado, onde a superfície que entra em contato
com qualquer parte da amostra deve ser plana e lisa.

A amostra deve ser ensaiada de acordo com o ensaio apropriado da ABNT NBR IEC 60529,
subseção 5.2, “Proteção contra a penetração de corpos sólidos estranhos”.

Para o numeral característico 5, a categoria 2 é aplicável.

A amostra é considerada como tendo passado no ensaio, se não houver penetração de pó.

12.1.3 Grau de proteção contra a penetração de água

A amostra deve ser ensaiada de acordo com o ensaio apropriado da ABNT NBR IEC 60529, Seção 6.

Para o numeral característico 4, o dispositivo de ensaio, conforme mostrado na Figura 4 da


ABNT NBR IEC 60529 (tubo oscilante), deve ser utilizado.

A amostra é considerada como tendo passado no ensaio, se não houver penetração de água.

12.2 Resistência à corrosão

Os prensa-cabos devem ser resistentes à corrosão.

Os prensa-cabos de acordo com 6.1.1 e 6.1.3, feitos de aço devem ser submetidos ao ensaio indicado
na ISO 9227 (ensaio de névoa salina), por um período mínimo de 96 h.

Os prensa-cabos em materiais não metálicos, de aço inoxidável contendo pelo menos 13 % de cromo,
ligas de cobre que contenham pelo menos 55 % de cobre, ligas de alumínio e ligas de zinco, não são
submetidos ao ensaio.

A amostra deve ser considerada como tendo passado no ensaio, se não houver qualquer sinal
de corrosão vermelha visível a uma visão normal ou corrigida.

NOTA Quando a utilização prevista para o produto inclui uma provável exposição a graus crescentes de
corrosão, convém levar em consideração a duração apropriada da exposição ou a utilização de um método
de ensaio alternativo.

12.3 Resistência à luz ultravioleta

Em estudo.

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13 Risco de fogo
13.1 Reação ao fogo

13.1.1 Generalidades

As partes não metálicas expostas dos prensa-cabos devem resistir ao calor anormal proveniente
de uma fonte externa.
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Os sistemas de vedação estão excluídos deste ensaio.

Para os efeitos deste ensaio, as partes externas expostas são aquelas que podem ser tocadas por um
fio incandescente.

A conformidade é verificada pelo ensaio de fio incandescente, conforme a ABNT NBR IEC 60695-2-11,
nas seguintes condições.

A temperatura do fio incandescente é 650 °C.

O ensaio é realizado aplicando o fio incandescente uma só vez.

A ponta do fio incandescente deve ser aplicada nas partes externas expostas do prensa-cabo,
levando em consideração as condições de utilização previstas nas quais um elemento aquecido ou
incandescente pode entrar em contato com o prensa-cabo.

O prensa-cabo é considerado como tendo passado no ensaio de fio incandescente se

—— não existir chama nem incandescência; ou

—— a chama ou a incandescência se extinguir nos 30 s seguintes da retirada do fio incandescente,


e não puder ocorrer inflamação do papel de seda ou chamuscamento da madeira.

13.1.2 Contribuição ao fogo

Não aplicável.

13.1.3 Propagação do fogo

Não aplicável.

13.2 Resistência ao fogo

Não aplicável.

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Anexo A
(normativo)

Requisitos específicos para os prensa-cabos para instalações elétricas


com roscas de entrada NPT
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A.1 Generalidades
Este Anexo cobre os prensa-cabos com roscas de entrada NPT 2. Os requisitos específicos seguintes
referem-se aos prensa-cabos com rosca de entrada NPT, e substituem ou complementam os requi-
sitos desta Norma, que são específicos para as roscas de entrada métrica.

A.2 Referências normativas


Adicionar a seguinte referência:

IEC 60981:2004, Extra heavy-duty electrical rigid steel conduits

A.3 Condições gerais para os ensaios


Substituir a Tabela 1 pela Tabela A.1 seguinte:

Tabela A.1 – Furos de passagem para prensa-cabos NPT para fins de ensaios

Tamanho da
16H 21H 27H 35H 41H 53H 63H 78H 91H 103H 129H 155H
rosca NPT

Faixa do
diâmetro 21,46 27,05 34,51 43,66 49,73 61,80 74,63 91,00 103,20 115,9 142,9 170,2
do furo de − − − − − − − − − − − −
passagem 23,01 28,98 35,71 44,86 51,21 63,50 76,20 92,08 105,56 118,7 146,1 173,8
mm

A.4 Construção
Substituir 8.1 pela Subseção A.4.1 seguinte:

A.4.1 As partes de um prensa-cabo destinadas a serem apertadas ou mantidas apertadas durante


a instalação devem ser adequadas para prender sem ocasionar danos ao prensa-cabo ou ao cabo,
com ferramentas de uso comum ou de acordo com as instruções do fabricante.

2 NPT = National Pipe Thread.

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ABNT NBR IEC 62444:2015

As roscas de entrada NPT devem ser construídas de acordo com a IEC 60981, Figuras 1, 2 e 3,
e devem ser identificadas como roscas de entrada NPT para atender à marcação indicada em 7.3.

A conformidade é verificada por medição ou por ensaio manual.

Adicionar a seguinte subseção A.4.2:

A.4.2 Os prensa-cabos com rosca de entrada NPT, cuja utilização é prevista em um furo de pas-
sagem, devem ser previstos com uma contraporca.
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Ensaios mecânicos

Ensaios de desempenho da
Ensaios de ancoragem e de retenção En s ai o de i m pac t o
vedação

Retenção para cabo não armado Ancoragem para cabo não armado Ancoragem para cabo armado Aplicável a todos os prensa-cabos

Classificação Classificação Classificação Aplicável a todos os prensa-


Classificação 6.2.1.3 Classificação 6.2.1.1 Classificação 6.2.3
6.2.1.2 6.2.2.1 6.2.2.2 cabos

Tabela 2 Tabela 2
Tabela 2 retenção do cabo Tabela 2 Tipo A Tabela 2 Tipo B Tabela 4
Tipo C Tipo D

Ensaio 9.2 Ensaio 9.3 Ensaio 9.4 Ensaio 9.5 Ensaio 9.6

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Montar dois prensa-cabos em um Montar o prensa-cabo em um
Montar um prensa-cabo no mandril de cabo de 300 mm de comprimento mandril de tamanho mínimo.
Montar um prensa-cabo no mandril de tamanho mínimo e um prensa-cabo no com sua armadura no diâmetro Realizar o ensaio na temperatura
Anexo B

tamanho mínimo e um prensa-cabo mandril de tamanho máximo. Aplicar 50 mínimo. Montar dois prensa-cabos mínima declarada. O ponto de
Montar o prensa-cabo no
no mandril de tamanho máximo. trações, 1 s cada. O delocamento máximo em um cabo de 300 mm de impacto deve ser em um local
(informativo)

mandril de tamanho
Submeter à carga durante 5 min. O permitido é de 2 mm. As amostras são comprimento com sua armadura no considerado menos favorável. O
máximo.
deslocamento máximo permitido é de então submetidas ao ensaio de torção diâmetro máximo. Submeter à diâmetro de cabeça da impacto é
3 mm. durante 1 min. A rotação máxima permitida carga durante 5 min. O de 25 mm.
é de 45 graus. deslocamento máximo permitido é Utilizar o valor de acordo com as
Sequência de ensaios

de 3 mm. categorias 1 a 8.

Se classificado conforme 6.3.1.3,


As amostras são submetidas a As amostras são
conservar as amostras para o
12.1. submetidas a 12.1.
ensaio 10.3.2

Ens ai o 12 .1 E ns a i o 12.1

Mínimo IP54, de acordo


Mínimo IP54, de acordo com a
com a
ABNT NBR IEC 60529
ABNT NBR IEC 60529
ABNT NBR IEC 62444:2015

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Ensaios elétricos Ensaios ambientais

Ligação equipotencial ao equipamento Ligação equipotencial na camada metálica


Conexão de proteção à terra O ensaio de corrosão é aplicável na
elétrico do cabo
ABNT NBR IEC 62444:2015

Ensaio de reação ao fogo


classificação 6.1.1 e 6.1.3.
Se classificado conforme 6.3.1.1 Se classificado conforme 6.3.1.2 Se classificado conforme 6.3.1.3

Ensaio 10.1 Ensaio 10.2 Ensaio 10.3.2 Ensaio 12.2 Ensaio 13.1

Utilizar amostras previamente submetidas a


9.4
As partes não metálicas expostas devem
ser resistentes ao calor anormal. Os
sistemas de vedação estão excluídos. A
(continuação)

Dois prensa-cabos devem ser montados em conformidade é verificada por ensaio de


um comprimento de cabo de 300 mm, um Os prensa-cabos em aço devem ser fio incandescente conforme a ABNT NBR
Montar o presa-cabo em uma placa
em cada extremidade. O diametro do cabo submetidos à ISO 9227 (ensaio de névoa IEC 60695-2-11, onde o fio incandescente
metálica. Medir entre a placa e cada
deve ser da menor seção do cabo salina) durante pelo menos 96 h. As é ajustado para 650 °C. Aplicar o fio
componente do prensa-cabo. A
declarado. O prensa-cabo é carregado de amostras devem ser aprovadas neste incandescente uma só vez nas partes não
resistência não pode ser superior a
acordo com o valor apropriado, indicado na ensaio, se não ocorrer corrosão vermelha metálicas expostas. As amostras devem
0,1 Ω.
Tabela 2. A carga é mantida durante 5 min. Conectar as amostras no local de ensaio da visível com uma visão normal ou corrigida. ser consideradas aprovadas neste ensaio
A resistência não pode ser superior a 0,1 Ω. alta corrente e aplicar 1s o valor de corrente se não existir chama nem
selecionada na categoria A, B ou C. Medir a incandescência, ou se a extinção das
resistência aplicando no mínimo 10 A. A chamas ou da incandescencia ocorrer em
resistência não pode ser superior a 0,1 Ω
30 s.

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ABNT NBR IEC 62444:2015

Bibliografia

[1]  ABNT NBR IEC 60079 (todas as partes), Atmosferas explosivas

[2]  IEC 60335 (all parts), Household and similar electrical appliances
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