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JOÃO BRIGHTON

Reflexividade e Pensamento
Crítico

Fornecer uma perspectiva de integração do cidadão na sociedade envolvente e a sua relação com
o OUTRO. Perceber o conjunto de direitos e deveres contemplado na Constituição de um
Estado democrático, alicerçados numa forte e perspicaz reflexão e num apurado sentido crítico
dessa mesma sociedade não preterindo a necessidade emergente da identidade local e global,
através da participação, do esforço e da compreensão comum da e na diversidade cultural.
Reflexividade e Pensamento Crítico

INDÍCE

Ética e Moral (Conceitos Gerais) 3

Relativismo Cultural (Conceitos Gerais) 5

Preconceito e Discriminação 7

Igualdades/Desigualdades; Tolerância – Prós e contras 8

Intolerância (Diversos Tipos) – Reflexão e Pensamento Crítico 13

Liberdade e Determinismo 17

Referências Bibliográficas 18

2
Compreender e distinguir a diferença entre os conceitos de Ética e de
Moral

Conceito de Ética:
1. O que é a Ética e o que é a Moral;

2. Quais as diferenças e porquê;

3. O que É a Ética e o que NÃO é a Ética;

4. Como devemos agir eticamente e moralmente;

5. Consequências da acção moral e consequências da acção Ética;

6. Conceitos que abrange todos os cidadãos a nível global.

A Ética é um sistema no qual todos participam, directa ou indirectamente,


independentemente do seu contexto.

Ser Ético é viver de acordo com uma forma particular de reflexão e de pensamento
crítico, agindo de acordo com as conclusões dessa mesma reflexão e dessa atitude
crítica perante o mundo em que estamos inseridos tendo em atenção a diversidade
cultural existente. Agir eticamente é agir preocupando-nos com o Outro e em função,
também, do Outro. Quando agimos eticamente ultrapassamos os nossos próprios
interesses pessoais e preocupamo-nos com os seres humanos e não humanos. A
Igualdade perante a lei do homem (justiça) e a lei moral é um direito de todo o ser
humano, apesar de os seres humanos não serem todos iguais.

Todos os homens são naturalmente desiguais!


OBJECTIVOS

PAIXÕES

PERSONALIDADE

TALENTO

INTELECTUALIDADE

CULTURALMENTE

3
O que determina esta diferença?

Condicionantes químico-biológicas/psicológicas/familiares/socioculturais:

1. Características genéticas familiares (sexo, cor da pele, cor dos olhos,


inteligência);

2. Estrutura do nosso corpo;

3. Relação com o meio ambiente;

4. O ambiente em que vivemos, os costumes, as crenças, os valores sociais,


religiosos, estéticos;

5. Personalidade;

6. Características como: conformismo, optimismo, timidez condicionam a acção;

7. A época histórica e o meio sociocultural.

A maior perversão do conceito de igualdade/liberdade do homem encontra-se inserido e


preconizado em regimes democráticos e totalitários:

 Estas sociedades igualitárias, pretendem alterar a natureza desigual do ser


humano;

 Pretende modificar a essência do homem, para que seja mais fácil lidar com o
cidadão.

Historicamente, os diversos regimes sempre planificaram e moldaram a existência


humana, admitindo ou não o êxito individual, exercendo um controlo político e
repressor à criatividade doméstica e familiar, restringindo igualmente, a livre iniciativa
privada através das diferenças culturais. No entanto, os regimes democráticos permitem
uma maior diversidade no que diz respeito aos seus cidadãos.
A liberdade individual é uma qualidade democrática fundamental para a prosperidade
cultural, social, política e familiar.

4
Compreender e assimilar o conceito de Relativismo
Cultural

Conceito de Relativismo Cultural:


1. O que é o Relativismo Cultural;

2. As diferenças no Relativismo Cultural e porquê;

3. Relativismo vs Absolutismo;

4. Como devemos agir eticamente e moralmente no Relativismo Cultual;

5. Consequências da acção moral e consequências da acção ética face ao RC;

6. O Relativismo Cultural a nível global. Como encarar o Outro; Como Entender o


Outro.

O Relativismo Cultural é um modo de pensamento, uma maneira de encarar e de


abordar a multiculturalidade no qual todos participam, directa ou indirectamente,
independentemente do contexto cultural em que estamos inseridos.

Pensar o Relativismo Cultural é pensar de uma forma particular agindo de acordo com
as conclusões dessa reflexão e dessa atitude crítica perante o mundo em que estamos
inseridos tendo em atenção a diversidade cultural existente. O Relativismo Cultural é a
forma de abordar a multiculturalidade preocupando-nos com o Outro e em função,
também, do Outro e das suas tradições, cultura, educação. Quando agimos eticamente
ultrapassamos os nossos próprios interesses pessoais e preocupamo-nos com os seres
humanos e não humanos. A Igualdade perante a lei do homem (justiça) e a lei moral é
um direito de todo o ser humano, apesar de os seres humanos não serem todos iguais.
Ser tolerante e aceitar a diversidade entre todos os seres-humanos

5
C ID A D ANIA:

 A cidadania é um atributo de todos os membros de uma sociedade, conferindo-lhes


direitos e deveres de participação na vida publica.

 Perante a diversidade e complexidade das sociedades do nosso tempo a experiência


de vida não chega para formar o cidadão. É preciso uma educação integral, inclusiva e
ao longo da vida uma educação para a Cidadania.

 No fundo, com a Cidadania vamos perceber que a nossa liberdade termina onde
começa a dos outros e que o conjunto dessas liberdades individuais é que é a
verdadeira base da vida democrática.

C ID AD ANIA
É ter direito à vida, à + É também participar
liberdade, à DE MOC R AC IA no des tino da
propriedade, à s ociedade, votar, s er
votado.
igualdade perante a lei
P edro L is bon 5

A cidadania é o exercício de cura e de tomada a cargo a socialidade concreta que se


constitui e faz funcionar; é um cultivo, não é uma dádiva (tem que ser cultivada pelos
seus próprios protagonistas e, ao exercer-se, está também a moldar o próprio curso e
figura do acontecer mundano). As nossas condições de humanos impõem-nos, por assim
dizer, uma distinção: inscrever no corpo deveniente das realidades, o cunho da marca da
nossa humanidade. Talvez por aqui passe o segredo do viver. Muitos dos nossos
problemas, a nível de mentalidades, assentam em coisas que, por acharmos que são
óbvias, escusamo-nos a justificá-los.

6
S
O
C
I
C IDADANIA E DE MO C R AC IA
D
A
D
E

As Democracias dependem de cidadãos que entre outras coisas sejam:

 Conscientes dos seus direitos e responsabilidades;


 Informados acerca dos temas políticos e sociais;
 Preocupados com o bem-estar dos outros;
 Coerentes nas suas opiniões e argumentos;
 Influentes através da sua acção;
 Activos na vida da comunidade;
 Responsáveis na sua acção cívica;

S O C IE DADE L IVR E E P L UR AL IS T A
P edro L is bon 6

Compreender e interpretar os conceitos de Preconceito e Discriminação

Conceitos Preconceito e Discriminação:


1. O que é o Preconceito? ;

2. O que é a Discriminação? ;

3. As diferenças entre Preconceito e Discriminação;

4. Causas do Preconceito e da Discriminação

5. Consequências do Preconceito e da Discriminação;

6. Como devemos agir eticamente e moralmente face à Discriminação e ao


Preconceito;

7. Consequências da acção moral e consequências da acção ética face à


Discriminação e ao Preconceito;

8. Preconceito e Discriminação a nível global. Como encarar o Outro; Como


Entender o Outro.

7
Tanto a Discriminação como o Preconceito são maneiras de pensar, uma maneira
de encarar e de abordar a multiculturalidade pela qual já todos passamos, sendo
agente e vítima directa ou indirectamente, independentemente do contexto cultural
em que estamos inseridos.

Ao não sermos tolerantes estamos a agir, a viver de uma forma particular agindo de
acordo com as conclusões dessa reflexão e dessa atitude crítica perante o mundo em que
estamos inseridos tendo em atenção a diversidade cultural existente. O Preconceito e a
Discriminação é a forma de abordar a multiculturalidade não nos preocupando com o
Outro e em função, também, do Outro e das suas tradições, cultura, educação. Se
queremos agir eticamente, ultrapassamos os nossos próprios interesses pessoais, e
preocupamo-nos com os seres humanos e não humanos temos que ser tolerante face ao
Outro e as suas culturas e tradições.

A tolerância é o exercício de cura e de tomada a cargo a realidade concreta que se


constitui e faz funcionar; é um cultivo, não é uma dádiva (tem que ser cultivada pelos
seus próprios protagonistas e, ao exercer-se, está também a moldar o próprio curso e
figura do acontecer mundano). Muitos dos nossos problemas, a nível de mentalidades,
assentam em coisas que, por acharmos que são óbvias, escusamo-nos a justificá-los.

Compreender e distinguir a diferença entre os conceitos de


Igualdades/Desigualdades

Conceitos de Igualdade/Desigualdade:
1. O que é a Igualdade e o que é a Desigualdade;
2. Quais as diferenças e porquê;
3. Ser e/ou não ser Ético;
4. Como devemos agir eticamente e moralmente;
5. Consequências da acção moral e consequências da acção Ética;
6. Prós e contras da Igualdade e da Desigualdade
7. Conceitos que abrange todos os cidadãos a nível global.

8
A Ética é um sistema no qual todos participam, directa ou indirectamente,
independentemente do seu contexto.

Ser Ético é viver de acordo com uma forma particular de reflexão e de pensamento
crítico, agindo de acordo com as conclusões dessa mesma reflexão e dessa atitude
crítica perante o mundo em que estamos inseridos tendo em atenção a diversidade
cultural existente. Agir eticamente é agir preocupando-nos com o Outro e em função,
também, do Outro. Quando agimos eticamente ultrapassamos os nossos próprios
interesses pessoais e preocupamo-nos com os seres humanos e não humanos. A
Igualdade perante a lei do homem (justiça) e a lei moral é um direito de todo o ser
humano, apesar de os seres humanos não serem todos iguais.

Todos os homens são naturalmente desiguais!


OBJECTIVOS

PAIXÕES

PERSONALIDADE

TALENTO

INTELECTUALIDADE

CULTURALMENTE

O que determina esta diferença?

Condicionantes químico-biológicas/psicológicas/familiares/socioculturais:

5 Características genéticas familiares (sexo, cor da pele, cor dos olhos,


inteligência);

6 Estrutura do nosso corpo;

7 Relação com o meio ambiente;

8 O ambiente em que vivemos, os costumes, as crenças, os valores sociais,


religiosos, estéticos;

9
9 Personalidade;

10 Características como: conformismo, optimismo, timidez condicionam a acção;

11 A época histórica e o meio sociocultural.

A maior perversão do conceito de igualdade/liberdade do homem encontra-se inserido e


preconizado em regimes democráticos e totalitários:

 Estas sociedades igualitárias, pretendem alterar a natureza desigual do ser


humano;

 Pretende modificar a essência do homem, para que seja mais fácil lidar com o
cidadão.

Todos os seres humanos são diferentes. Essas diferenças são intrínsecas e extrínsecas.
As primeiras são inatas, as segundas acontecem em função do ambiente que rodeia cada
um na sua mundivivência. Saber viver com as diferenças e aceitar essas diferenças entre
indivíduos (não há dois indivíduos iguais) é atribuir uma igualdade no tratamento de
interesses ao ser humano enquanto tal. Independentemente de todos sermos diferentes
somo iguais na consideração dos interesses de cada um. O ser humano tem-se a si como
fim em si mesmo. Ser tolerante e atribuir uma igualdade de interesses a todos os seres
humanos independentemente da sua cultura, tradição, etnia, religião, região do globo,
valores, pontos de vista, maneira de estar no mundo.

Hoje em dia, num mundo cada vez mais globalizado onde as diferenças entre culturas,
entre povos estão cada vez mais visíveis, é fundamental valorizar a tolerância, o
relativismo cultural, aceitar, entender e compreender as diferenças entre os povos
evitando os juízos de valores sem fundamento.

10
A Globalização da Informação

 A globalização da informação tem a sua face mais visível na internet. Esta


rede mundial de computadores é possível graças a acordos e protocolos
entre diferentes entidades privadas da área de telecomunicações e governos
no mundo.

 Isto permitiu um fluxo de troca de ideias e informações sem precedentes na


história da humanidade. Se antes uma pessoa estava limitada a imprensa
local, pode agora fazer parte da imprensa e observar as tendências do
mundo inteiro, tendo apenas como factor de limitação a barreira linguística.

 Redes de televisão e imprensa multimédia em geral também sofreram um


grande impacto da globalização. Hoje em dia um país com imprensa livre
pode ter acesso por televisão, por assinatura ou satélite, às emissoras do
mundo inteiro.

Pedro Lisbon 10

11
A Globalização da Informação

 Podemos afirmar que nos são disponibilizadas inúmeras formas de


comunicar, fazendo com que o receptor receba num intervalo muito curto
de tempo, um grande contingente de informação. É necessário salientar
que a globalização fez e faz com que a informação alcance em pouco
tempo, mais de metade da população do planeta.

Pedro Lisbon 11

A Globalização da Cultura
A cultura de massa nasceu dos mass media. Actualmente, estende-se para fora do
campo estrito da comunicação e envolve o universo do consumo e dos lazeres,
alimentando os universos domésticos.

Aspectos positivos: Difunde a cultura geral; faz participar a população nos


valores culturais universais; integra as classes sociais e valoriza os ócios.
Aspectos negativos: fomenta a posição de “espectador”; não é selectiva,
propondo o que satisfaz a maioria; vende o que é consumido; aliena o quotidiano,
escamoteando os problemas reais e cria pseudonecessidades.

Pedro Lisbon 16
Índia China Malásia Londres

12
A Globalização da Cultura

Pedro Lisbon 17

Intolerância (Diversos Tipos) – Reflexão e Pensamento Crítico

Conceito de Intolerância:
1. O que é a Intolerância;

2. Diversos tipos de Intolerância;

3. Reflexão e Pensamento Crítico;

4. Como devemos pensar eticamente e moralmente;

5. Consequências da acção moral e consequências da acção Ética baseados na


Reflexão e no Pensamento Crítico;

13
A Intolerância é uma “praga” social em todos já fomos vítimas e agentes, directa
ou indirectamente, independentemente do seu contexto.

Viver eticamente é viver de acordo com uma forma particular de reflexão e de


pensamento crítico, agindo de acordo com as conclusões dessa mesma reflexão e dessa
atitude crítica perante o mundo em que estamos inseridos tendo em atenção a
diversidade cultural existente. Agir eticamente é agir preocupando-nos com o Outro e
em função, também, do Outro. Quando agimos eticamente ultrapassamos os nossos
próprios interesses pessoais e preocupamo-nos com os seres humanos e não humanos. A
Igualdade perante a lei do homem (justiça) e a lei moral é um direito de todo o ser
humano, apesar de os seres humanos não serem todos iguais.

A cidadania é o exercício de cura e de tomada a cargo a socialidade concreta que se


constitui e faz funcionar; é um cultivo, não é uma dádiva (tem que ser cultivada pelos
seus próprios protagonistas e, ao exercer-se, está também a moldar o próprio curso e
figura do acontecer mundano). As nossas condições de humanos impõem-nos, por assim
dizer, uma distinção: inscrever no corpo deveniente das realidades, o cunho da marca da
nossa humanidade. Talvez por aqui passe o segredo do viver. Muitos dos nossos
problemas, a nível de mentalidades, assentam em coisas que, por acharmos que são
óbvias, escusamo-nos a justificá-los.

A Globalização das Migrações

250

200

150
Migrantes
100

50

0 24
Pedro Lisbon
1970 2000 2005

14
A Globalização das Migrações

25
Pedro Lisbon

A Globalização das Migrações

“Não podemos
parar as
migrações, temos
de saber geri-las”

Pedro Lisbon 26

15
A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) contém os princípios que
estão subjacentes à definição actual dos direitos e garantias fundamentais dos
cidadãos e a afirmação da soberania da vontade popular, da lei e do Estado-nação, a
saber:

1. Todos os homens nascem e permanecem livres e iguais perante direitos;

2. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança, e a resistência à


opressão;

3. A soberania reside essencialmente na nação; nenhum corpo; nenhum individuo


pode exercer autoridade; que dele não emane expressamente;

4. A lei é a expressão da vontade geral

Pedro Lisbon 41

16
Cidadania é a expressão
concreta do exercício da
democracia!!!
Cidadania Democracia
Sociedade Civil
Individuo Sociedade
Cidadão Instituições

Pedro Lisbon 43

17
"Persuadidos de que os povos da Europa, sem deixarem de se
sentirem orgulhosos da sua identidade e da sua história nacional,
estão decididos a ultrapassar as suas antigas divisões e, unidos de
forma cada vez mais estreita, a forjar o seu destino comum"

Excerto do preâmbulo do projecto de Constituição

Pedro Lisbon 61

Compreender e distinguir a diferença entre os conceitos de Liberdade e


Determinismo

Conceitos de Liberdade e Determinismo:


1. O que é a Liberdades e o que é a Determinismo;
2. Quais as diferenças e porquê;
3. Prós e contras da Liberdade e do Determinismo

18
Reflexividade e Pensamento Crítico

Bibliografia:

 Peter Singer, Ética Prática, Gradiva Editora, Lisboa, 1996;

 James Rachels Elementos da Filosofia Moral, Gradiva Editora, Lisboa


1997
 Diogo Pires Aurélio, Um Fio de Nada – Ensaio sobre a Tolerância, 1ª
edição, Coimbra editora 1998;

19

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