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RAZÃO PRÁTICA E NORMAS

JOSEPH RAZ
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RAZÃO PRÁTICA E NORMAS

JOSEPH RAZ
Do original: Practical Reason and Norms
Tradução autorizada do idioma inglês da edição publicada por Oxford University Press
Copyright © 1975 Joseph Raz, © 1990 (with new postscript) Joseph Raz

© 2010, Elsevier Editora Ltda.

Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei no 9.610, de 19/02/1998.


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ou transmitida sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos, mecânicos, fotográficos,
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Copidesque: Pamela Andrade


Revisão: Marcelo Almada
Editoração Eletrônica: SBNigri Artes e Textos Ltda.

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ISBN 978-85-352-2504-4

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(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
_____________________________________________________________________
R218r
Raz, Joseph
Razão prática e normas / Joseph Raz; tradução José Garcez Ghirardi. –
Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
248 p. (Teoria e filosofia do direito)

Tradução de: Practical reason and norms


Inclui bibliografia
ISBN 978-85-352-2504-4

1. Norma (Filosofia). 2. Razão prática. 3. Direito – Filosofia. I. Título.


II. Série.

09-5033 CDD: 170


CDU: 170
_____________________________________________________________________
AGRADECIMENTOS

Devo agradecer a H. L. A. Hart, A. J. P. Kenny e H. Oberdiek, que leram e


comentaram os primeiros esboços de diversas seções. Sou particularmente grato
a H. Frankfurt que fez muito para livrar meus pensamentos e minha escrita de
diversas obscuridades. Acima de tudo, beneficiei-me bastante dos conselhos de
P. M. S. Hacker que, com infinita paciência, misturou encorajamento e crítica,
e de quem eu aprendi muito e poderia ter aprendido mais.
Sou grato aos editores da The American Philosophical Quarterly, Mind e The
Modern Law Review pela permissão para incluir material dos seguintes artigos:
‘Permissions and Supererogation’, A.P.Q. (1975), do qual trechos foram
incorparados na seção 3.1.
‘Reasons for Action, Decisions and Norms’, Mind (1975), do qual trechos
foram incorporados nas seções 1.2 e 2.2.
‘The Institutionalized Nature of Law’, M.L.R., 38 (1975), no qual tre-
chos das seções 4.3 e 5.1 são baseados.
APRESENTAÇÃO

O Direito e a Razão Prática


Practical Reason and Norms foi originalmente publicado em 1975 e, em
poucos anos, já havia se tornado leitura obrigatória para filósofos do direito
em todo o mundo. Os argumentos e conceitos introduzidos no livro logo
se incorporaram ao cânone da teoria do direito e um número expressivo de
livros e artigos publicados nos últimos anos discute as noções de autoridade
e de razões excludentes defendidas por Raz e o seu papel na compreensão das
relações entre direito e razão prática.
Para compreender a razão pela qual este livro se tornou um texto canô-
nico em tão pouco tempo, é necessário inseri-lo no contexto filosófico no qual o
livro foi recebido. Há cerca de 60 anos, a filosofia analítica do direito de Herbert
Hart mudou o panorama da reflexão filosófica sobre o direito. Em um esforço
que culminou com o seu O Conceito de Direito (1961), Hart conseguiu unir em
uma teoria coerente sobre o direito a sociologia compreensiva weberiana e a
metafísica da filosofia analítica da linguagem. O resultado dessa combinação
foi um positivismo jurídico renovado que não carregava a bagagem positivista
da estrita vinculação do direito com o poder (como ocorria em John Austin,
por exemplo). Mais ainda, Hart aceitava, com base na sociologia weberiana,
uma ontologia não fisicalista (que marcou pensadores como Olivecrona, Alf
Ross e Hans Kelsen), que permitia a existência no mundo dos fatos (sociais)
de regras jurídicas.
A experiência de ler O Conceito de Direito é desconcertante. A primeira
sensação causada no leitor é a de que os grandes problemas da filosofia do
direito são resolvidos ali e de que o que resta ao teórico do direito é resolver
alguns problemas periféricos que não foram exaustivamente tratados no livro.
A força do argumento apresentado neste livro é o que o tornou, sem dúvida
alguma, um dos dois grandes livros da filosofia do direito no século XX (o
outro é, obviamente, a Teoria Pura do Direito, de Kelsen).
RAZÃO PRÁTICA E NORMAS — JOSEPH RAZ ELSEVIER

Essa sensação de “encerramento”, porém, é prematura. A primeira


geração de teóricos do direito formada por Hart tratou de identificar alguns
problemas centrais que permaneciam sem solução na sua concepção de di-
reito. Entre esses, dois problemas se sobressaíam. Em primeiro lugar, Hart
não oferecia uma teoria satisfatória sobre como conectar afirmações sobre a
existência de regras gerais com problemas particulares, isto é, Hart não ela-
borou uma teoria adequada da argumentação jurídica. Essa omissão deu azo
a duas formas de reação. De um lado, autores como Ronald Dworkin procu-
raram demonstrar que uma teoria apropriada da interpretação (e aplicação)
do direito não seria compatível com o positivismo hartiano e, em particular,
com a tese da separação conceitual entre direito e moralidade. De outro lado,
Neil MacCormick e outros tentaram elaborar uma teoria da argumentação
complexa o suficiente para explicar a argumentação efetiva de profissionais
do direito que fosse compatível com as teses centrais de Hart sobre o direito1.
Em segundo lugar, Hart não explicava como seria possível conectar a
existência de uma norma jurídica (e de uma correspondente obrigação jurí-
dica de fazer algo) com a ação de alguém em um caso particular. Em outras
palavras, se o direito efetivamente almeja orientar a ação humana, deve
haver uma conexão entre obrigação jurídica e obrigação moral que não seja
meramente contingente. O que significa dizer que eu “devo fazer algo” do
ponto de vista jurídico se, ao fim e ao cabo, esse dever apenas significa que
existe “uma prática social de críticas à conduta que não cumprem deveres
jurídicos”? A palavra “dever” aqui seria utilizada de um modo muito peculiar,
com um conteúdo meramente descritivo de certas práticas sociais. A questão que
se colocou para os filósofos da geração seguinte à de Hart foi: haveria uma
conexão conceitual entre a obrigação jurídica e a obrigação moral que vincula
o agente a um determinado curso de ação? Haveria um significado “prescri-
tivo” para o conceito de dever jurídico? Mais ainda: seria possível fazer tal
conexão sem abandonar as duas premissas básicas do positivismo jurídico,
segundo as quais o direito tem fontes sociais e o direito está conceitualmente
separado da moralidade?

1
A visão de MacCormick evolui e se modifica entre 1978, quando Legal Reasoning and Legal Theory
foi publicado, e 2005, data de publicação de Rhetoric and the Rule of Law (traduzido como parte
desta mesma série). No segundo livro, MacCormick não parece crer em uma separação conceitual
radical entre direito e moralidade.

X
ELSEVIER APRESENTAÇÃO

Essa é a preocupação central de Raz, ao longo de sua carreira como filó-


sofo do direito (ele também escreveu defendendo teses que não são diretamente
jurídicas, como a sua versão do perfeccionismo moral). Sua estratégia para
enfrentar o problema é complexa e qualquer sumário que se possa oferecer
nessa introdução não fará jus a essa complexidade. Em todo o caso, aqui vai
uma simplificação que procura ser fiel ao argumento raziano. A chave para
resolver o problema reside no conceito de autoridade. Autoridade, para Raz,
é a capacidade de ter suas ordens (mais precisamente e mais genericamente
suas “uterrances”) tratadas como razões excludentes. Em outras palavras, ter
autoridade é ter capacidade de criar razões excludentes para outras pessoas.
Mas o que são razões excludentes? São razões de segunda ordem que, quan-
do em conflito com razões de primeira ordem, excluem-nas “por tipo” e não
“por peso”.
Alguns exemplos podem ajudar a clarificar essa distinção. Se eu tenho de
decidir se devo ou não ir encontrar meus amigos em um bar, há diversas razões
a considerar e sopesar uma contra a outra: há o meu prazer na companhia
de meus amigos, há o fato de que, se eu for, não serei capaz de concluir um
artigo que estou escrevendo (e que gostaria de ver terminado ainda hoje), há
o fato de que não terei o prazer de brincar com a minha filha antes de ela ir
dormir, há o fato de que eu estou muito tenso e de que o consumo moderado
de uma bebida alcoólica pode me ajudar a relaxar um pouco etc. Todas essas
razões, segundo Raz, podem ser sopesadas umas contra as outras e a com-
binação de razões mais “pesada” fará a minha decisão pender para um lado.
Suponha, porém, que eu tenha feito uma promessa a minha esposa de que
eu não sairia de casa hoje pra cuidar da minha filha. Essa promessa, segundo
Raz, não é simplesmente mais “pesada” do que outras razões: promessas
são razões de segunda ordem que tem o efeito de excluir, do ponto de vista
prático (ainda que não no da mera especulação) razões de primeira ordem. A
razão pela qual prometemos é precisamente para afirmar a alguém que não
vamos tomar todas as razões diretamente aplicáveis ao caso em conta antes
de tomarmos uma decisão. O outro pode confiar que eu farei o que prometi,
mesmo que eu preferisse estar com os meus amigos.
Se isso parece muito distante do direito, pense em um segundo exemplo:
contratos. As partes que celebram um contrato certamente fazem um cálculo
sobre os prós e contras de cumprir a obrigação contratada (e, eventualmente,
de receber a contraprestação). Todavia, o que se espera de uma parte que se

XI
RAZÃO PRÁTICA E NORMAS — JOSEPH RAZ ELSEVIER

obriga por meio de um contrato é que não reabra a deliberação sobre os prós
e contras de cumprir a obrigação no momento do cumprimento do contrato.
O obrigado deve simplesmente fazer o que se obrigou a fazer. Um contratante
que, no dia do cumprimento da obrigação, percebe que seria mais conveniente
não cumpri-la e arcar com o peso das perdas e danos que poderiam resultar,
descumpre o contrato, isto é, age com base em razões de primeira ordem, que
deveriam ter sido excluídas pelo contrato.
Deixe-me formalizar isso um pouco: razões de primeira ordem são
razões para fazer ou deixar de fazer algo (v.g. se eu for ao bar, terei prazer);
razões de segunda ordem não dizem diretamente o que fazer, mas são razões
para não utilizar certas (ou mesmo todas as) razões de primeira ordem em
processos de tomada de decisão. Ou seja, razões de segunda ordem são razões
para não fazer algo por certas razões de primeira ordem.
Para resumir uma longa história que conecta os conceitos de autoridade
e de razão excludente com o conceito de direito, normas jurídicas são, para
Raz, razões excludentes, quando emitidas por uma autoridade legítima. Aqui
reside a maior injustiça em minha simplificação. O conceito de autoridade
legítima é utilizado por Raz apenas como um “marcador” conceitual que
explica como obrigações jurídicas podem ter força normativa. Esse conceito
será mais longamente desenvolvido em um livro posterior de Raz (The Mo-
rality of Freedom*), mas é suficiente dizer que, para Raz, o direito apenas deve
ser obedecido quando emanar de uma autoridade legítima. Mais ainda: o seu
conceito de legitimidade, explicado na chamada “tese da justificação normal”
é tão exigente que, ao que parece, raras seriam as autoridades políticas na-
cionais que contariam como “autoridades legítimas”. Mas o leitor não deve
ficar excessivamente desapontado com isso. O que Raz pretende com Razão
Prática e Normas não é oferecer uma teoria completa da autoridade política e
da legitimidade de governos, mas explicar como é possível conceber o direito
como um produtor de razões práticas e, para esse fim, sua concepção exigente
de autoridade política seria apropriada.2
Este seria o ponto de contato entre a obrigação moral e a obrigação
jurídica. De acordo com o conceito de autoridade legítima de Raz, a sua obe-
diência é uma necessidade moral. Se essa autoridade é a fonte fundamental de
direito em um sistema jurídico, eu tenho dever de obediência ao direito. Essa

* A edição brasileira do livro (A moralidade da liberdade) será publicada no 1o semestre de 2010,


por esta coleção.

XII
ELSEVIER APRESENTAÇÃO

conexão entre autoridade moral e dever jurídico só é plenamente desenvolvida


em The Morality of Freedom, mas os conceitos básicos a partir dos quais essa
explicação se desenvolve estão contidas em Razão Prática e Normas.
Os conceitos e teses que o leitor encontrará no presente livro foram
discutidos a exaustão nos últimos 30 anos. Muitos argumentos foram esgri-
midos a favor e contra a teoria de Raz. Mais ainda, alguns desses conceitos
(paradigmaticamente o de razões excludentes) criaram pernas próprias e foram
utilizados por diversos autores que discordam da teoria de Raz. De todo esse
movimento intelectual, o público brasileiro ficou praticamente excluído. A
publicação, em português, de Razão Prática e Normas é o primeiro e funda-
mental passo para a inserção da academia jurídica brasileira nessa discussão.

Edimburgo, outubro de 2009.


Claudio Michelon
Professor de Direito na Universidade de Edimburgo

XIII
SUMÁRIO

Introdução ............................................................................ 1

Capítulo 1 – Sobre as razões para a ação .............................. 7


1.1. A estrutura das razões ...........................................................
...........................................................7
O papel das razões .................................................................
.................................................................7
Razões, fatos e pessoas ...........................................................
...........................................................9
A estrutura lógica das sentenças-razão.................................12
.................................12
Razões completas .................................................................
.................................................................14
14
A força das razões ................................................................
................................................................17
17
Razões, ‘dever’ e inferência prática .......................................
.......................................20
20
Razões operativas .................................................................25
.................................................................25
Razões auxiliares ..................................................................
..................................................................26
26
1.2. Razões excludentes ...............................................................
...............................................................27
27
O problema ..........................................................................
..........................................................................27
27
Razões de segunda ordem .....................................................
.....................................................31
31
Razões fortes e razões excludentes ........................................
........................................32
32
Conflitos práticos .................................................................
.................................................................37
37
Dois tipos de razões excludentes ...........................................
...........................................40
40

Capítulo 2 – Normas impositivas ........................................ 43


2.1. A teoria das normas como prática ........................................
........................................43
43
A teoria da prática explicada .................................................44
.................................................44
Crítica à teoria da prática .....................................................
.....................................................48
48
2.2. Razões e regras – o modelo básico.........................................
.........................................53
53
‘Regras de experiência’ ..........................................................
..........................................................53
53
Normas promulgadas por uma autoridade ...........................
...........................57
57
RAZÃO PRÁTICA E NORMAS — JOSEPH RAZ ELSEVIER

Decisões e razões ..................................................................


..................................................................60
60
Decisões e normas ................................................................
................................................................66
66
2.3. Análise das normas impositivas ...........................................
...........................................68
68
Normas como razões excludentes .........................................
.........................................68
68
A complexidade e completude das normas impositivas ......... .........71
71
As dimensões das normas impositivas ..................................
..................................75
75

Capítulo 3 – Normas não impositivas.................................. 81


3.1. Permissões ...........................................................................
...........................................................................81
81
A variedade das permissões ..................................................81
..................................................81
Permissões excludentes .........................................................
.........................................................85
85
Permissões excludentes e supererrogações .............................
.............................87
87
Normas permissivas ............................................................
............................................................91
91
3.2. Normas autorizantes ...........................................................
...........................................................93
93
Poderes normativos ..............................................................
..............................................................94
94
Normas autorizantes .........................................................
.........................................................100
100

Capítulo 4 – Sistemas normativos ..................................... 103


4.1. Sobre alguns tipos de sistemas normativos .........................103
.........................103
Regras constitutivas ...........................................................104
...........................................................104
Sistemas de normas interdependentes .................................
.................................107
107
Os jogos como sistemas de validade compartilhada............. .............109
109
As regras dos jogos ............................................................
............................................................111
111
Os jogos como sistemas normativos autônomos ................ ................113
113
4.2. Sistemas institucionalizados: observações introdutórias ..... .....119
119
Uma análise preliminar ......................................................
......................................................119
119
Sistemas de origem comum................................................
comum................................................125 125
4.3. Sistemas institucionalizados: uma análise ..........................
..........................128
128
Instituições que aplicam as normas ....................................
....................................128
128
Sistemas institucionalizados e sistemas de discricionariedade
absoluta .............................................................................134
.............................................................................134
Sistemas institucionalizados e razões excludentes ............... ...............138
138
Regras de reconhecimento ..................................................
..................................................143
143

XVI
ELSEVIER SUMÁRIO

Capítulo 5 – Sistemas jurídicos.......................................... 147


5.1. A singularidade do direito...................................................
...................................................147
147
Sistemas jurídicos são inclusivos ........................................
........................................148
148
Sistemas jurídicos reivindicam supremacia .........................149
.........................149
Sistemas jurídicos são sistemas abertos ..............................
..............................151
151
A importância do direito ....................................................
....................................................152
152
5.2. Direito e força ....................................................................
....................................................................152
152
O problema da normatividade do direito .............................
.............................152
152
Uma solução baseada na sanção .........................................
.........................................153
153
Um sistema jurídico desprovido de sanções.........................
.........................155
155
Sanções como razões auxiliares ..........................................
..........................................159
159
5.3. Direito e moralidade ...........................................................
...........................................................160
160
A questão ..........................................................................
..........................................................................160
160
O argumento definidor .......................................................
.......................................................161
161
A abordagem derivativa .....................................................
.....................................................164
164
5.4. A normatividade do direito .................................................
.................................................168
168
O ponto de vista jurídico ....................................................
....................................................168
168
Afirmações normativas ......................................................
......................................................170
170

Posfácio à segunda edição: repensando as razões


excludentes ....................................................................... 177
Razões para agir por uma razão .........................................
.........................................177
177
Razões excludentes .............................................................
.............................................................182
182
Conflitos de razões .............................................................
.............................................................186
186
Razões excludentes e regras: o argumento conceitual............ 190
Regras e compromissos: argumentos justificativos ............. .............194
194

Notas e referências ............................................................ 201

Índice remissivo ................................................................ 219

XVII