1.

Estudo radiológico do membro superior
• Estudo radiológico da mão
Face PA Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: PA

RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 3º dedo.

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com os dedos em extensão. Face palmar da mão apoiada no chassi. Dedos ligeiramente afastados. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização - Não rotação da mão; - Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges distais; - Valores de exposição adequados.

Oblíqua anterior medial Chassi: 18x24cm ou 24X30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: oblíqua

RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 3ºdedo.

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em posição oblíqua de modo a que todos os dedos fiquem livre de sobreposição de perfil. Face interna da mão apoiada no chassi a formar um ângulo de 45º com o mesmo. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: - Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges distais; - Valores de exposição adequados; - Sobreposição ligeira das bases e cabeças dos metacarpos (2º ao 5º); - Espaços entre os 3º, 4º e 5º metacarpos reduzidos; - Abertura das articulações interfalângica e metacarpofalângica.
1

Perfil (interno ou externo) Chassi: 18x24cm 24X30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral ou RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 2ºdedo (perfil interno); na MCF do 5º dedo (perfil externo)

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Apoio do antebraço e braço. Mão em perfil estrito e dedos em extensão. - Colimar à região de interesse. Finalidade: pesquisa de corpos estranhos e desvios (fracturas) com deslocamento AP.

Nota: Quando se pretende estudar as articulações metacarpofalângicas e quando o doente não consegue fazer a extensão dos dedos devem realizar-se as incidências de face e oblíquas em AP. No caso de artrite reumatóide deve radiografar-se as 2 mãos em AP e em simultâneo para estudo comparativo.

Estudo radiológico do punho
Face PA Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter as apófises estilóides do rádio e do cúbito. Foco: fino Projecção: PA Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com os dedos ligeiramente flectidos. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização:
2

- Não rotação do punho (apófises bem visíveis, visualização das articulações) - Visualização do terço distal do antebraço, articulação do punho e apófises estilóides e bases do metacarpianos. - Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo)

3

Oblíqua medial posterior (OMP): lado medial e posterior do punho encostado ao chassi. Apoio do antebraço e braço a formar um ângulo de 90º. .Mão em perfil estrito .Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . Radiografa-se a mão não dominante.Perfil (interno ou medial) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir na apófise Foco: fino estilóide do rádio. 4 . Critérios de boa realização .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas (as mediais são as mais usadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as apófises estilóides do rádio e do cúbito Projecção: oblíqua Posicionamento: . articulação do punho e falanges distais. Mão em perfil estrito e dedos em extensão a formar um ângulo de 90º com o chassi.Visualização do 1/3 distal do antebraço.Apófises estilóides quase sobrepostas e alinhadas . . • Estudo da idade óssea Chassi: 18x24cm Face da mão e punho. Projecção: lateral Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Doente sentado lateralmente à mesa.Valores de exposição adequados. Marca-se a mão com os dedos voltados para cima. .Mão a formar um ângulo de 45º com chassi.Não rotação da mão. . . Membros inferiores afastados do feixe de radiação. .Oblíqua medial anterior (OMA): lado medial e anterior do punho encostado ao chassi.Sobreposição do rádio e do cúbito .

Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse.Idêntico para a face PA. Mão em pronação com a face medial apoiada no chassi.Colimar à região de interesse. . 4.Doente sentado lateralmente à mesa. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. 3. Antebraço apoiado na mesa.Colimar à região de interesse. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. Mão em pronação com a face palmar apoiada no chassi e mão com desvio cubital. 3. Face palmar a formar um ângulo de 60º com o chassi. . Face com desvio cubital Oblíqua anterior medial Perfil Macrorradiografia 1 4 2 3 1. contudo o foco encontra-se a uma distância de 50 cm da mesa onde está apoiado o antebraço e o chassi encontra-se por baixo da mesa sob um banco a uma distância de 50 cm da mesa e de 1m do foco. .• Estudo do escafóide 4 incidências Chassi: 18x24cm(:4) DFf: 1m Posto sem potter 1. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. . 2. Oblíqua anterior medial Posicionamento: . 2.Doente sentado lateralmente à mesa. Antebraço apoiado na mesa. Face com desvio cubital Posicionamento: .Perfil Posicionamento: . 4. Antebraço e mão em perfil estreito com os dedos em extensão. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. Critérios de boa realização 5 .Doente sentado lateralmente à mesa. Macrorradiografia Posicionamento: .

Braço e antebraço ao mesmo nível (plano horizontal).Angulado 25º caudo-cranianos na incidência axial infero-superior Posicionamento: . Escafoide estritamente de perfil no perfil.- Escafoide no centro de colimação. . Face do escafoide ligeiramente afastada com desvio cubital.Axial infero-superior – membro superior em extensão e mão em pronação.Angulado 5º crânio-caudal na incidência axial superoinferior . 6 . .Axial supero-inferior: doente em ortostatismo de costas para a mesa.Mão em supinação com a face medial apoiada no chassi. Mão em extensão máxima de modo a que a face palmar forme um ângulo de 70º com o chassi.Colimar à região de interesse. . • Estudo do túnel cárpico Chassi: Axiais 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: a incidir a meia distância entre as apófises estilóides do rádio e do cúbito: . Valores de exposição adequados.Colimar à região de interesse. Apoio da mão de modo a diminuir o ângulo da mão com o antebraço. oblíqua Posicionamento: . • Estudo do pisiforme Oblíqua medial posterior Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na apófise Projecção: estilóide do cúbito. Face dorsal da mão a formar um ângulo de 30º a partir da posição de perfil.

7 .O Túnel Cápico é constituído pela superfície palmar dos ossos do carpo e retináculos dos flexores.

Cotovelo de perfil. Braço e antebraço no mesmo plano.Valores de exposição adequados. Critérios de boa realização: . Antebraço totalmente apoiado na mesa com a mão em supinação. pois nesta posição os ossos do antebraço sobrepõe-se.Valores de exposição adequados. Perfil interno Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as articulações do punho e do cotovelo.• Estudo radiológico do antebraço Face AP Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre as articulações do punho e do cotovelo. Cotovelo flectido a 90º. Nota: Só em caso de extrema necessidade é que se faz em PA. Mão de perfil.Visualização das articulações do punho e do cotovelo.Colimar à região de interesse.Doente sentado lateralmente à mesa (ou de frente). . . . . Critérios de boa realização: . . .Rádio e cúbito sobrepostos. . Projecção: lateral Posicionamento: .Rádio e cúbito livres de sobreposição. 8 .Cotovelo de face.Visualização das articulações do punho e do cotovelo. .Doente sentado lateralmente à mesa. Projecção: AP Posicionamento: .Colimar à região de interesse.

Valores de exposição adequados. .Tuberosidade radial projectada anteriormente. Membro superior em extensão e com apoio do antebraço e braço.Colimar à região de interesse. .Sobreposição dos epicôndilos umerais. 9 .Articulação do cotovelo aberta.Articulação do cotovelo aberta. Chassi: 18x24cm 24x30(:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil interno ou RC: perpendicular a incidir no epicôndilo lateral do úmero. . 90º em abdução. .Doente sentado lateralmente à mesa.Apoiando o cotovelo e o antebraço.Cotovelo flectido a 90º. .Apoiando o cotovelo. braço e antebraço a 90º. .Doente sentado e virado para a mesa. . Posicionamento: . Mão em perfil estrito.Cabeça. . Variantes da incidência da face Caso o doente não consiga fazer a extensão do membro superior existem 3 variantes: .Apoiando o cotovelo e o braço. Braço de perfil.Olecrânio de perfil. Colocar um apoio por baixo do punho para que o antebraço fique paralelo ao filme. Posicionamento: . Critérios de boa realização: . colo e tuberosidade radial ligeiramente sobrepostos ao cúbito proximal. Mão em supinação ligeiramente elevada. .Não rotação dos epicôndilos.• Estudo radiológico do cotovelo Face AP Chassi: 18x24cm 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP ou RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha que une o epicôndilo medial e lateral do úmero.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . . . .Cabeça radial parcialmente sobreposta à apófise coronóide.

Valores de exposição adequados. 10 ..

Apoio do dorsal.Apófise coronóide de perfil. Observações: Imobilização.Medial (OPM): membro superior em extensão e mão em pronação. OPL (aproxima-se da face) . colo e tuberosidade radial desprojectados do cúbito. Posicionamento: . .Valores de exposição adequados. Critérios de boa realização: . . • Estudo da cabeça do rádio Chassi: 18x24cm 24x30cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral 4 incidências ou RC: perpendicular a incidir no epicôndilo lateral do úmero. .Cabeça do rádio em diferentes perspectivas 11 . .Cabeça.Cotovelo flectido a 90º. .Visualização do olecrânio e fossa olecraneana. . não é necessária grelha uma vez que se trata de uma articulação. Critérios de boa realização: OPM (aproxima-se do perfil) .Epicôndilo medial alongado. Mão em supinação pronação máxima Mão de perfil Mão em pronação Mão em Nota: Em todas estas incidências o cotovelo está flectido a 90º.Sobreposição do cúbito sobre a cabeça e colo do rádio. .Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados.Abertura da articulação do cotovelo. Antebraço e mão a 45º com o chassi. .Lateral (OPL): membro superior em extensão e mão em supinação.Oblíquas posteriores Chassi: 18x24cm ou 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: oblíqua RC: perpendicular a incidir a nível do cotovelo. .

Valores de exposição adequados (visualização de trabéculado ósseo e partes moles) 12 ..

Colimar à região de interesse. Mão em supinação. . .Visualização das articulações do ombro e do cotovelo.Pequena tuberosidade situada entre a cabeça umeral e grande tuberosidade. Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados. Critérios de boa realização: .Axial infero-superior: apoio da face posterior do braço. • Estudo radiológico do úmero Face AP Chassi: 18x43cm l.Semi-axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação. RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir a nível do olecrâneo. RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo.Doente sentado ou em ortostatismo. Observações: apneia respiratória e imobilização. . . Projecção: AP Posicionamento: . .Cabeça do úmero e grande tuberosidade de perfil. . DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter entre a articulação do ombro e articulação do Foco: fino cotovelo.Colimar à região de interesse. .Semi-axial infero-superior – apoio da face posterior do braço. RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir a nível do olecrâneo. . Membro superior em extensão e em ligeira abdução.Colimar à região de interesse. .• Estudo do olecrâneo Chassi: 18x24cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: . (na prática é comum pedir-se ao doente para inclinar o ombro de forma a que o úmero fique direito) .Visualização do olecrâneo desprojectado dos ossos do braço e antebraço. 13 . .Axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação.Colimar à região de interesse. . RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo.Cotovelo de face.

Mão apoiada no abdómen. Janela radiológica – utilização de uma estrutura de densidade menos para se ver outra. Braço em abdução a 90º com o corpo.Valores de exposição adequados.Doente sentado ou em ortostatismo.Visualização da articulação do ombro e cotovelo. . Observações: apneia respiratória e imobilização Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse.Cotovelo de perfil. Perfil Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter entre a articulação do ombro e articulação do Foco: fino cotovelo. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Flexão a 90º do cotovelo com a mão no abdómen. Projecção: lateral Posicionamento: . • Estudo do úmero – 1/3 proximal (transtorácica) Projecção lateral Chassi: 24x30 l. Chassi na transversal.Perfil externo (mais usado): posição de sinaleiro.Visualização do 1/3 proximal do úmero 14 . Projecção: lateral Posicionamento: . Por exemplo: usamos o pulmão para ver o úmero.Lateral erecta: o braço que se pretende estudar encostada ao potter e ao doente.Colimar à região de interesse. . . . Mais indicado em doente imobilizado com gerdi. . . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a nível do bordo inferior da axila Foco: fino (a emergir no colo cirúrgico do úmero). Observações: Apneia respiratória ou Técnica per-respiratória (consiste na emissão de raio X durante a respiração para esbater as costelas) Nota: Para ver a cabeça do úmero angulamos de 5 a 10º no sentido caudocraniano. .Pequena tuberosidade de perfil.Perfil interno: braço em ligeira abdução e flexão a 90º com o antebraço.Grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral.Sobreposição dos epicôndilos.. . Palma da mão voltada para fora. Membro superior contralateral elevado com o antebraço flectido por cima da cabeça. Critérios de boa realização: .

DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a nível do colo Foco: fino cirúrgico do úmero.Não sobreposição das vértebras torácicas à região de interesse . Observações: Apneia respiratória 15 . .Face com a mão em rotação externa (supinação): Grande tuberosidade e cabeça de perfil. Projecção: AP Posicionamento: .Face com a mão em rotação neutra (perfil): Grande tuberosidade quase em face em posição central.. . .Colimar à região de interesse.Grande tuberosidade de perfil . Pequena tuberosidade no meio.Face com mão em rotação interna (pronação máxima): Grande tuberosidade totalmente no centro do colo do úmero e a pequena tuberosidade de perfil.Valores de exposição adequados • Cabeça do úmero Face AP Chassi: 24x30 (:3) t.

.Pequena tuberosidade de perfil e grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral. Obliquar ligeiramente o doente (15º) no seu lado contralateral.Doente em ortostatismo ou decúbito dorsal. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir na apófise coracóide.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Estudo radiológico da cintura escapular • Estudo do ombro Face AP Chassi: 18x24cm ou 24x30cm (se queremos as 3 art. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Visualização da articulação do ombro.Colimar à região de interesse. . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na apófise coracóide. região sub-acromial.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). região sub-acromial. Mão em supinação. úmero proximal . Falso perfil Chassi: 18x24cm na transversal.Cabeça do úmero de perfil . 16 . Posicionamento: . .Idêntico ao perfil externo do úmero (posição de sinaleiro).) na transversal. Posicionamento: . úmero proximal .Visualização da articulação do ombro.2.

proteger o cristalino.Colimar à região de interesse Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização .Espaço articular entre o úmero e a cavidade glenóide bem aberto . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP Dupla obliquidade RC: angulado 15º (no mínimo) crânio-caudais.Colimar à região de interesse. RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular. Chassi curvo por baixo da axila. Membro superior em posição neutra.Colimar à região de interesse. Obliquar ligeiramente o doente (3040º. Cara voltada para o lado contrário. .Chassi: 18x24cm na t.Infero-superior: braço em abdução a 90º com o chassi encostado ao ombro. Observações: Apneia respiratória Incidência alternativa da face (em acamados ou doentes em cadeira de rodas) Chassi: 18x24cm t. . varia consoante o tamanho do tórax) no seu lado contralateral. Braço em abdução a 90º.Cavidade glenóide de perfil . . a incidir na apófise coracóide Posicionamento . 17 . .Espaço sub-acromial aberto . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: .Doente em ortostatismo ou decúbito. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular angulado 45º Foco: fino médio-lateralmente Projecção: AP RC: perpendicular e horizontal a incidir na axila.Supero-inferior: doente sentado.Valores de exposição adequados Axiais Chassi: 18x24cm t.

. .Art. . . doentes com gerdy Critérios de boa realização .Colimar à região de interesse Finalidade: perfil da glenóide Critérios de boa realização . Assegurar que o doente fica estável. obliquar o lado contralateral 40º a 50º. .Úmero na vertical.Valores de exposição adequados 18 .Ombro de perfil. Apoio do chassi na mesa.Doente sentado de costas para a mesa de exames.Art.Cavidade glenoide e cabeça do úmero de perfil. . encostando a região axilar do lado ipsilateral ao potter.Valores de exposição adequados • Incidência de Bloom-obata Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter.Doente sentado ou em ortostatismo. de modo a projectar a sombra do ombro no chassi. O membro superior contra lateral fica em extensão ao longo do corpo.Colimar à região de interesse com posicionamento similar à face. Inclinação do corpo para trás. gleno-umeral no centro de colimação.Colimar à região de interesse.Colocar o chassi na face posterior do ombro . Parte-se da posição de perfil. Incidências alternativas às axiais • Perfil de Bernageau Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: Axial RC: angulado 30º incidir no acrómio crâneo-caudais a Posicionamento: . levando o membro ipsilateral e apoiando-o ao nível da cabeça. . .Ombro desprojectado relativamente ao corpo.Sentado em decúbito dorsal ou ortostatismo .Posicionamento: . com grelha Foco: fino Projecção: Axial RC: perpendicular a articulação do ombro tangenciar a Posicionamento: . Finalidade: ver a posição e o grau de luxação do ombro. gleno-umeral no centro de colimação.

. RC: angulado 20 a 30º crânio-caudal e emergir a meio da clavícula. . . .AP: doente em ortostatismo ou decúbito dorsal. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização . RC: a incidir a meio da clavícula angulado caudo-claniano: . Braços ao longo do corpo.Visualização de toda a clavícula e das 2 articulações. Elevação do mento de modo a encostar o tórax do doente ao potter. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: perpendicular a incidir a meio da clavícula.• Estudo radiológico da clavícula Face Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização .PA: doente em ortostatismo ou em decúbito ventral. Braços ao longo do corpo.Visualização de toda a clavícula.Clavícula no centro de colimação.Clavícula no centro de colimação.0º a 15º se paciente em posição .Colimar à região de interesse. Posicionamento: .Valores de exposição adequados Face desdobrada (desprojectar a clavícula em relação às costelas) Chassi: 18x24cm ou 24x30cm t. . . . . 19 . . Braços ao longo do corpo.Colimar à região de interesse.Sobreposição do 1/3 medial à grade costal.AP: doente em posição lordótica ou decúbito dorsal.PA: doente em decúbito ventral.Clavícula horizontalizada e desprojectada da grade costal. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Posicionamento: .Clavícula horizontalizada.

.Colimar à região central. Posicionamento: . .Colimar à região de interesse Critérios de boa realização . DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente abaixo Foco: fino Doente da cabeça do úmero. Projecção: AP em ortostatismo ou decúbito dorsal. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 45º ascendentes em relação a vertical a incidir a meio da clavícula.Valores de exposição adequados Chassi: Axial/Tangencial (para doentes acamados) 24x30cm t.Visualização de toda a clavícula. • Estudo radiológico da omoplata Face AP Chassi: 18x24cm l.Decúbito dorsal com os membros superiores em extensão ao longo do corpo. .. horizontalizada e desprojectada da grade costal. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular (uni). Obliquar 20-25º o lado contralateral. Chassi no vertical encostado ao ombro.Colimar à região de interesse. Observções: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 20 .Doente em ortostatismo com os membros superiores ao longo do corpo.Clavícula no centro de colimação. Abdução do braço (90 ou 120º). . Observações: Apneia respiratória Nota: Deve fazer-se o exame sem e com esforço dinâmico amarrando pesos de 3Kg em cada punho. perpendicular a incidir na incisura jugular (bi). de modo a afastar a omoplata da grade costal. Posicionamento: . .Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da articulação acrómio-clavicular Face AP Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t.

Visualização da articulação escapulo-umeral.. Obliquar o lado contralateral 70º-75º.Colimar à região de interesse. Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula. Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter o ângulo superior e inferior do bordo interno da Foco: fino omoplata.Sobreposição dos bordos lateral e medial da omoplata . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com RC: angulado 15º (no mínimo) carnio-caudais a potter incidir no ângulo supero-interno da omoplata. Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula. Perfil de Lamy ou em Y Chassi: 18x24cm na l.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Perfil Chassi: 18x24cm na l.Doente em ortostatismo para uma projecção PA.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Colimar à região de interesse. Obliquar o lado contralateral 70º-75º.Omoplata de perfil . .Doente em ortostatismo para uma projecção PA. Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço. Projecção: PA Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória 21 .Não sobreposição do corpo da omoplata sobre as costelas . Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço. Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero.Clavícula projectada acima do ângulo superior da omoplata . . Foco: fino Projecção: PA Posicionamento: . úmero proximal .

.3. Alinhar o eixo longitudinal do esterno com a linha média da mesa. . . braço ipsilateral em extensão ao longo do corpo.Decúbito ventral: rodar o doente 15-20º para OAD. .Visualização do esterno em toda a sua totalidade. e o contralateral em flexão a 90º e mão apoiada na mesa. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a incisura jugular e apêndice xifóide. Critérios de boa realização: .Chassi na vertical com os membros elevados ou a prender o chassi.Colimar à região de interesse. desde o manúbrio ao apêndice xifóide. 22 .Esterno projectado lateralmente à coluna livre da sua sobreposição.Esterno no centro da colimação. Posicionamento: . Projecção: lateral Posicionamento: .Visualização de todo o esterno estritamente de perfil. . Observações: Apneia inspiratória Perfil nos politraumatizados . Perfil Chassi: 24x30cm na long.Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: . Estudo radiológico do Esqueleto Torácico • Estudo radiológico do esterno Oblíqua anterior direita (OAD) Chassi: 24x30cm na long.Ortostatismo: rodar o doente 15-20º (quanto maior a espessura do tórax menor a necessidade de rodar o doente) para OAD. .Lateral em ortostatismo: colocar os ombros e os braços o mais para trás possível.Esterno visualizado sobre a silhueta cardíaca .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a incisura jugular e o apêndice xifóide.Decúbito lateral esquerdo e direito: colocar os braços acima da cabeça mantendo os ombros para trás. .

. Observações: Apneia respiratória. . . .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: AO: perpendicular a incidir a 2cm lateralmente à apófise espinhosa D3. esterno-claviculares no centro de colimação. os membros superiores ao longo do corpo para uma projecção PA. Observações: Apneia respiratória Nota: O esterno fica mais próximo do filme e a coluna com ampliação fica desfocada. câmara de ionização central Critérios de boa realização: .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Projecção: PA Posicionamento: . Oblíquas Chassi: 18x24cm na trans.5m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir na apófise espinhosa da terceira vértebra dorsal.Ortostatismo.Art.Colimar à região de interesse.. Posicionamento: . DFf: 0. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a emergir na Foco: fino incisura jugular. Plesiorradiografia ou radiografia de contacto Chassi: 18x24cm na trans.Colimar à região de interesse.Não rotação do corpo (equidistância das esterno-claviculares à apófise spinhosa). • Estudo radiológico das articulações esterno-claviculares Face PA Chassi: 18x24cm na t.Doente em ortostatismo ou decúbito ventral com os membros superiores ao longo do corpo. RC: OP: perpendicular a incidir na articulação em estudo 23 .

DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral (incidência axial as esterno-claviculares para RC: angulado 15º caudais a incidir articulação esterno-clavicular em estudo. Afastar o lado a radiografar 25º.OA: Ortostatismo PA ou decúbito ventral.PA: ortostatismo ou decúbito ventral. Membro superior ipisilateral flectido e elevado para cima da cabeça e membro contralateral em extensão para baixo. esterno-clavicular em estudo aberta e vista de forma axial no centro de colimação. . • Estudo radiológico da grade costal Face AP ou PA Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância ente a coluna e a margem lateral do tórax.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). RC: bi: perpendicular a incidir ao nível de D6D7 Posicionamento: . . 24 .AP: ortostatismo ou decúbito dorsal.Colimar de acordo com a região Critérios de boa realização: . .Art. OPE = OAD – vemos a articulação direita Observações: Apneia respiratória Incidência de Kurzbauer pesquisa de luxações) Chassi: 18x24cm na long. Colimar à região de interesse. Alinhar o plano médio-sagital. Afastamento dos ombros e braços acima da cabeça para as costelas superiores. .Doente de decúbito lateral para o lado afectado.Posicionamento: . na Posicionamento: . Aproximar o lado a radiografar 25º. Apoio dos antebraços dos ombros e afastamento dos braços. Alinhar o plano médio-sagital. braços ao longo do corpo para as costelas inferiores.OP: Ortostatismo AP ou decúbito dorsal.

OPD=OAE – visualização dos arcos costais posteriores esquerdos e dos arcos costais anteriores e mediais direitos. Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo. Obliquar o doente a 45º. . 25 .OP: ortostatismo ou decúbito dorsal.Valores de exposição adequados (visualização de o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância ente a coluna e a margem lateral do tórax.Ausência de rotação da coluna (equidistância das clavículas às apófises espinhosas das vértebras) .Visualização de todas as costelas . Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: . RC: bi-perpendicular a incidir 2 cm lateralmente a partir do PSM.OA: ortostatismo ou decúbito ventral.OPE=OAD – visualização dos arcos costais posteriores direitos e dos arcos costais anteriores e mediais esquerdos. Posicionamento: .Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: . Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo.. . .Colimar à região de interesse.Costelas livres de sobreposição . Obliquar o doente a 45º.

e horizontalizadas .Ausência de rotação: articulações esterno-claviculares equidistantes das apófises espinhosas .Clavículas simétricas relativamente às apófises espinhosas.Visualização de forma individualizada pelo menos as três primeiras vértebras dorsais. e as outras vão-se apagando progressivamente .80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: PA RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 no plano médio-sagital. Braços levantados e queixo levantado. Braços flectidos e dorsos das mãos apoiados na cinta.Boa visualização de toda a trama bronco-vascular (os vasos de topo dão um exemplo de efeito de canto) até à periferia . Pernas ligeiramente afastadas.Colimar à região de interesse. Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: . Perfil Esquerdo Chassi: 35x35 DFf: 1.Colimar à região de interesse. ângulo inferior das omoplatas. Posicionamento: .Ortostatismo em PA. . 26 .Ausência de rotação e de movimento.Omoplatas afastadas dos campos pulmonares . Face anterior do tórax encostada ao potter. Normalmente faz-se o perfil esquerdo.4.Deve-se incluir desde os vértices pulmonares até aos ângulos costofrénicos (estes ângulos devem ser agudos.Estudo radiológico do Sistema Cardio-Respiratório • Estudo radiológico do tórax Face PA Chassi: 35x35 (f) 35x43 (m) DFf: 1. . senão é patológico) .Coluna centrada na película . Encostar os ombros ao potter de modo a desprojectar as omoplatas dos campos pulmonares. Projecção: PA Posicionamento: .Inspiração correcta (8-10 espaços intercostais posteriores e 6-8 espaços intercostais anteriores).80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 no Foco: grosso plano coronal (rebordo inferior da axila). Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: .Lateral em ortostatismo.

Braços elevados.Sempre que possível realizar o exame com o doente sentado. .Ângulos costofrénicos alinhados e sobrepostos.Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Decúbito Lateral (alternativa à face) Chassi: 35x43 DFf: 1. Doente sentado ou em decúbito dorsal com afastamento dos braços e de objectos susceptíveis de produzir artefactos . Elevar o doente com um lençol ou cobertor.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível do ângulo Foco: grosso Projecção: PA inferior da omoplata Posicionamento: . considerada zona cega.. ápices pulmonares Perfil: não vemos. Áreas potenciais de patologia: Face: ângulos costofrénicos. vértices ou ápices pulmonares Face nos politraumatizados (tem a desvantagem de haver uma maior ampliação da silhueta cardíaca e maior exposição do cristalino) Chassi: 35x43 DFf: 1.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível do Foco: grosso Projecção: AP manúbrio do esterno Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Decúbito lateral direito ou esquerdo.Ortostatismo em PA.80m Posto com potter Foco: grosso RC: perpendicular ao PMS a meio do Projecção: PA ou tórax AP Posicionamento: . Observações: apneia inspiratória 27 . . chassi encostado ao tórax (PA) ou dorso encostado ao potter.Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Oblíquas anteriores Chassi: 35x43 DFf: 1. mediastino. Afastar o lado contralateral 45º. Braço ipsilateral afastado e braço contralateral elevado.

Ortostatismo: RC angulado 15-20º cefálicos a incidir na incisura jugular.OAE – 55 a 65º para desprojectar o esófago da coluna. .Utilização de contraste baritado com a finalidade de preencher o esófago para ver se existe compressão do mesmo . OAD.OAD – 45º + contraste baritado. Observações: apneia inspiratória • Chassi: 35x43cm DFf: 1. pois o coração é mais denso.80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: PA Estudo das cisuras pulmonares RC: perpendicular a incidir a meio do tórax Posicionamento: .Face PA + oblíqua + perfil . .As exposições fazem-se sequencialmente (face.Colimação do Rx de tórax . . DFf: 2m (para obter uma imagem do tamanho do coração o mais próximo do real possível) • Estudo dos ápices pulmonares Chassi: 24x30cm ou 18x43cm DFf: 1.• Estudo da silhueta cardíaca .Doente em posição lordótica 28 . OAE) e só se realiza a ultima quando tivermos a certeza da qualidade das duas primeiras. Incidência em PA RC: angulado 15-20º caudais a incidir na incisura jugular para desprojectar os ápices das clavículas.80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP ou PA Incidência AP: / Lordótica: RC perpendicular a incidir na incisura jugular.Valores de exposição mais elevados que para o tórax.

Doente em ortostatismo ou em decúbito dorsal. efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado afectado para que o líquido desça) • Broncografia .PA . etc.Incidência em inspiração .Caso seja impossível a posição ortostática. Pedir ao doente para não deglutir. quistos.Efectuar o perfil do lado afectado .Colimar à região de interesse Observações: técnica per-respiratória 29 . tumores pulmonares. Ligeira elevação do mento. .Incidência em inspiração e expiração (a expiração mostra melhor o ar entre as pleuras devido ao colapso do pulmão) . fistulas. cavernas tuberculosas.Caso seja impossível.Indicações: * Pesquisa de hemoptises e hepistaxis (sangue que sai pelo nariz) * Pesquisa de bronquiectasias * Pesquisa de pneumonia de tórax..Preferencialmente posição ortostática . com os membros em extensão ao longo do corpo. efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado oposto ao afectado.Exame de risco .Incidências: Face + perfil + oblíquas • Estudo da traqueia Face AP Chassi: 24x30cm RC: perpendicular a incidir na DFf: 1m incisura jugular Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP Posicionamento: .Preferencialmente posição ortostática . . para que o ar suba e fique encostado ao arco costal) • Estudo do derrame pleural .Colimar à região de interesse • Estudo do pneumotórax .Opacificação de produto de contraste positivo (iodo lipossolúvel. introduzido por intubação) para observação da árvore brônquica .

.Ausência de rotação. . 30 . Perfil Chassi: 24x30cm DFf: 1.Incidência pedida para o estudo da faringe.Visualização de toda a traqueia. .Colimar à região de interesse Observações: Técnica per-inspiratória Cavum faríngeo .Incidência realizada em crianças.50m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre o Foco: grosso plano coronal médio e a incisura jugular. . Elevação ligeira do mento. . Projecção: AP Posicionamento: . . .RC a incidir ao nível do osso hioide.Critérios de boa realização: . garantindo a deflexão da coluna.Apneia inspiratória ou per-inspiratória.Valores de exposição adequados.Radiografia de perfil da região cervical alta. .Paciente em ortostatismo e de perfil. .Ar na traqueia.Doente em ortostatismo ou sentado em posição lateral com os membros superiores atrás das costas e descontraídos desprojectando as omoplatas.

Chassi: 24x30cm Oblíqua lateral (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na base do 3º Projecção: metatarsiano dorsoplantar Posicionamento: 31 .Espaço entre os metatarsos (2º ao 4º) aberto e à mesma distância.Doente sentado na mesma posição que para a face. Oblíqua medial Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: dorsoplantar RC: perpendicular a incidir na base do 3º metatarsiano Posicionamento: . .Visualização das falanges e fileira distal do tarso até ao astrálago e dos metatarsianos.Colimar à região de interesse.5. Face medial do pé apoiada no chassi a formar um ângulo de 30 a 45º com o mesmo. Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse.Não rotação do pé. . Membro inferior ipsilateral flectido a nível do joelho com a face plantar do pé em apoio no chassi. Projecção: dorsoplantar Posicionamento: . Dedos em extensão.Valores de exposição adequados.Doente sentado na mesa. a Foco: fino incidir na base do 3º metatarsiano. ESTUDO RADIOLÓGICO DO MEMBRO INFERIOR • Estudo radiológico do pé Chassi: 24x30cm Face AP (:2) DFf: 1m Posto sem RC: angulado 10 a 15º de forma a abordar potter perpendicularmente a região tarso-metatarsiana. . . . Pé centrado com o centro de colimação.

Doente em decúbito lateral..Perfil externo: face lateral apoiada no chassi. . Projecção: dorsoplantar Posicionamento: .Doente na mesma posição que para a face. Pé em dorsiflexão a 90º.Visualização do seio társico. . por exemplo para acamados): face medial do pé apoiada no chassi. . Pés em apoio no chassi.Visualização dos 5 metatarsos livres de sobreposição. Face lateral do pé apoiada no chassi.Visualização da tuberosidade do 5º metatarso (local frequente de fractura associada a entorse) . lateral 32 . Chassi: Perfil interno em carga 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular e horizontal a incidir na base do Projecção: 5 metatarso. .Colimar à região de interesse. Projecção: lateral Posicionamento: . .Valores de exposição adequados. Finalidade: estudo o pé diabético (faz-se face+perfil com uso de valores de exposição para partes moles para visualização de úlceras e gangrenas) Face bilateral em carga Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: angulado 10 a 15º a incidir no meio da linha Foco: fino que une a base dos dois primeiros metatarsos. .Perfil interno (alternativa. Pé em dorsiflexão a 90º.Colimar à região de interesse. Chassi: Perfil (interno ou externo) 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir no cuneiforme medial Foco: fino (perfil externo) ou lateral (perfil interno).Doente em ortostatismo com os pés juntos mas ligeiramente afastados. .Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . de modo a formar um ângulo de 30º com o mesmo.

Finalidade: estudo das arcadas dos pés.Colimar à região e interesse Axial em decúbito dorsal Posicionamento: . Critérios de boa realização .Valores de exposição adequados. livres de sobreposição de qualquer porção do 1º metatarso. • Chassi: Axiais para estudo dos sesamóides 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: perpendicular a tangenciar os ossos sesamóides. Membro inferior em extensão.Colimar à região de interesse. .Boa visualização dos ossos sesamóides.Ortostatismo.Doente em decúbito dorsal. Extensão dos tornozelos.Doente em ortostatismo com o chassi entre os dois pés. Extensão do tornozelo e flexão forçada dos dedos com uma ligadura. Ligeira flexão dos joelhos e apoio dos dedos no chassi. Extensão máxima do tornozelo. Chassi colocado verticalmente (pode-se usar o apoio usado em perfil interno em carga).Colimar à região de interesse. . 33 .Colimar à região de interesse. Face medial do pé a radiografar encostada ao chassi.Decúbito ventral. . Apoio radiotransparente nos dedos dos pés. Incidência de Guntz (posição ortostática) Posicionamento: . Axial em decúbito ventral Posicionamento: . . de modo a ficar apoiado no metatarso. . Chassi na região posterior do tornozelo.Posicionamento: .

Nota: . na incidência com angulação de 10º a articulação do tornozelo e a articulação tíbioperonial distal. Rotação interna da perna e do pé a 45º com o chassi.Quando a dorsiflexão a 90º e a rotação do pé a 45º estão comprimidos.Doente em decúbito dorsal.Dorsiflexão a 90º: perna e pé a formarem um ângulo de 90º .Colimar à região de interesse. Posicionamento: . a incidir no maléolo plantodorsal lateral. 30º e 40º cefálicos em Projecção: direcção à articulação. sem sobreposição da tíbia e do peróneo) Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP Posicionamento: 34 . 20º. Membro inferior em extensão. . respectivamente.Dorsiflexão do pé a 90º.• Estudo radiológico da articulação astrágalo-calcaneana Incidência de Broden (4 incidências) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: angulado a 10º. devem estar aberta.Visualização de 1/3 distal do tornozelo até ao calcaneo. astrágalo-calcaneana em diferentes posições.Visualização da art.Valores de exposição adequados. . . Pé apoiado sobre o chassi. . Critérios de boa realização: . Dorsiflexão a 90º. Pé morto ou decepado (visualização de todo o pé.

Coloca-se a ampola para trás e dirige-se o raio central para a face superior do calcaneo com uma angulação 25º anterior. Posicionamento: . . em direcção à parte posterior do calcâneo.. Face lateral do pé encostada ao chassi. Chassi na face posterior do tornozelo. (2) 40º a 45º caudais a incidir no calcâneo.Mais usada em decúbito dorsal. sem sobreposição da tíbia e do peróneo . Membro inferior em extensão.Doente em ortostatismo com o chassi debaixo do pé a examinar. a incidir no calcâneo. Com a ampola na frente do doente centra-se o raio central na base do 3º metatarsiano com uma angulação de 15º posteriores para a primeira exposição. • Estudo do calcâneo (pesquisa de fracturas e esporões) Perfil externo Chassi: 18x24cm (:2) t.Visualização de todo o pé desde as falanges distais até ao calcaceo. Critérios de boa realização: . . Posicionamento alternativo: 35 .Colimar à região de interesse. . Posicionamento: .Decúbito lateral. Alternativos: (1) angulado 45º a incidir na parte posterior do calcaneo. . Finalidade: pesquisa de osteófitos e estudo de fracturas Axiais Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: angulado 30º a 40º cefálicos.Colimar à região de interesse. faz-se avançar o membro inferior contralateral.Valores de exposição adequados. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir no calcâneo. Perna contralateral avançada em relação à outra. Dorsiflexão forçada do pé com uma ligadura.Sem modificar a posição do pé.

Face plantar do pé apoiada no chassi.Doente em ortostatismo. Projecção: AP Posicionamento: .Visualização de todo o calcaneo desde a sua faceta posterior ate a faceta articular. Pé em dorsiflexão a 90º para abrir a articulação e em ligeira rotação interna (15º) para colocar os maléolos equidistantes do chassi. . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil externo 36 RC: perpendicular maléolo medial.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Ampola na parte posterior do doente.Doente em decúbito ventral. .Calcaneo desprojectado e visto de forma axial.Tornozelo alinhado e centrado com o centro de colimação. Chassi: 18x24cm (:2) t.Colimar à região de interesse.Sobreposição ligeira da articulação tíbio-peroneal distal. . . Critérios de boa realização: . .Calcaneo no centro de colimação. • Estudo radiológico do tornozelo Face AP Chassi: 18x24cm (:2) t.Doente em decúbito dorsal.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino a linha que une os dois maléolos. 2. Colocar sacos de areia sob a articulação tibiotársica. Chassi apoiado na face plantar do pé. . . a incidir no .Visualização dos dois maléolos.1. Membro inferior a radiografar em extensão. na longitudinal e na vertical. Membros inferiores em extensão.Boa visualização da articulação tíbio-társica e do seu espaço articular. Membro inferior contralateral avançado em relação ao membro em estudo. . Critérios de boa realização: .

Critérios de boa realização: .OP externa: articulação subtalar (astrálago. Face lateral do pé encostada ao chassi. . Dorsiflexão do pé a 90º.Peróneo sobreposto à porção posterior da tíbia.Sobreposição dos 2 maléolos. . Pé em rotação externa (45º) . Perna contralateral avançada em relação à outra. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir no maléolo lateral Projecção: AP (OPI) ou medial (OPE). Nota: . Oblíquas posteriores (interna e externa) Chassi: 18x24cm (:2) t.OP interna: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão.Colimar à região de interesse.Decúbito lateral. Apoio sob o joelho de forma a que o calcanhar fique apoiado. Pé em rotação interna (45º) . .calcaneana) e sulco calcaneal (só depressão do seio társico) abertos. Estudo em stress Ligamento da face lateral 37 .OP interna: articulação tíbio-peroneal e traso-peronial abertas.Posicionamento: . Perna em extensão. . Posicionamento: .Valores de exposição adequados.Colimar à região de interesse.OP externa: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão.

Decúbito lateral.Visualização da art. ou 35x43(:2) l. . Critérios de boa realização: . região do médio pé (5º metartarsiano e navicular) Varo: stress com inversão do pé Valgo: stress com eversão do pé • Estudo radiológico da perna Face AP Chassi: 18x43m l. Critérios de boa realização: . Posicionamento: . tibio-tarsica. . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a articulação do joelho e articulação do tornozelo. Dorsiflexão do pé a 90º. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a articulação do joelho e articulação do tornozelo. Pé em dorsiflexão (90º) e em ligeira rotação interna (15º). Posicionamento: . . ou 35x43(:2) l. Face lateral da perna encostada ao chassi.Doente em decúbito dorsal.Tornozelo de face. Ligeira rotação interna de modo a que os maléolos fiquem sobrepostos. do joelho até a art.Talo-fibular posterior .Calcâneo-fibular (calcâneo-peroneal) Locais de lesão: região maleolar (6cm).Visualização da art.Perna alinhada.Colimar à região de interesse. tibio-tarsica..Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). do joelho até a art. Perfil externo Chassi: 18x43m l. 38 .Colimar à região de interesse.Talo-fibular anterior . Perna contralateral avançada em relação à outra. Perna em extensão. . Membro inferior a radiografar em extensão. .

Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. 39 . .Visualização do espaço articular do joelho.Ligeira sobreposição da tíbia e do perónio proximalmente.Doente em decúbito dorsal.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Membro inferior a radiografar em extensão e em ligeira rotação interna a 15º. .. . • Estudo radiológico do joelho Face AP Chassi: 18x24cm l. . Posicionamento: . .Perna alinhada. .Valores de exposição adequados. .Não rotação do joelho (equidistância da espinha intercondiliana até à margem).Rótula de face e sobreposta ao fémur.Sobreposição do perónio no 1/3 posterior da tíbia no 1/3 distal da perna. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice da rótula.

.OP: decúbito dorsal.Colimar à região de interesse. .Valores de exposição adequados.OPM: assemelha-se a uma face exagerada. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra. . Foco: fino Projecção: AP ou RC: OP: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice da rótula PA Posicionamento: .Rótula de perfil.Colimar à região de interesse.Sobreposição dos côndilos femurais. DFf: 1m Posto com/sem RC: AO: perpendicular a incidir no centro da zona potter póplítea. Tíbia e perónio subrepostos medialmente e rotula desviada lateralmente.Perfil externo Chassi: 18x24cm l. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: angulado 5 a 10º caudo-craniano a incidir 2cm posteriormente ao ápice de rótula. Critérios de boa realização: . . Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular. Flexão do joelho a 30º. Posicionamento: .OA: decúbito ventral. (caso haja dessobreposição horizontal é sinal de má rotação do joelho) .OPL: assemelha-se ao perfil. (caso contrário a angulação foi insuficiente) . Oblíquas (pesquisa de corpos livres intra-articulares e lesões de osteocondrite Chassi: 18x24cm dissecante) (:2) l.Joelho flectido. Articulação tíbio-peroneal aberta e rotula desviada medialmente.Decúbito lateral.Espaço articular aberto.gavetos Ligamentos: Colaterais – medial e lateral – rotação interna e externa Cruzados – anterior (LCA) e posterior (LCP) – flexão e extensão Face (pressão): 40 . . rotação interna do membro inferior 45º (OAL) ou externa (OAM) . Nota: .Ligeira sobreposição da tíbia e do peróneo proximal. Estudo em stress . . rotação interna do membro (OPM) ou rotação externa (OPL) de 45º.

Ligamento colateral lateral: aspecto lateral do medial da perna para dentro.Doente em ortostatismo para uma projecção PA.LCA: aspecto anterior do joelho para dentro. simétricos a apontar em frente e ligeiramente afastados.Rotação externa ligeira e membro inferior em extensão ou flexão . • Incidência de SCHUSS (posição de esquiador) Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 10º caudais a incidir a meia distância da linha que passa pelo cavado poplíteo. e para dentro. Joelhos em carga do joelho para dentro.Colimar à região de interesse. Projecção: AP Posicionamento: .LCP: aspecto posterior do joelho para fora. • Perfil em carga Chassi: 24x30 l. Critérios de boa realização: 41 . patologias articulares • Face em carga Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter da linha que une os ápices da rótula ou Foco: fino ligeiramente abaixo. e no joelho para fora. Pés com rotação interna de 5º a 10º.. e no aspecto no aspecto posterior da perna no aspecto anterior da perna Finalidade: estudo da interlinha articular dos pratos tibiais. . Estudo bilateral. Posicionamento: . Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Doente em ortostatismo e descalço. Flexão dos joelhos a 45º . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir ao nível do ápice da rótula e a meia distância da espessura do joelho. Perfil (pressão): .Ligamento colateral medial: aspecto lateral aspecto medial da perna para fora .Colimar à região de interesse. e para fora .

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Joelhos alinhados; Arts. no centro de colimação; Espaço articular aberto; Valores de exposição adequados.

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• Estudo da rótula
Chassi: 18x24 ou Face PA 18x43 l. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: perpendicular a incidir no centro da Foco: fino zona poplítea. Projecção: PA Posicionamento: - Doente em decúbito ventral, membro inferior em extensão, com dorsiflexão do pé a 90º. Condilos alinhados. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: - Rótula de face no centro de colimação; - Valores de exposição adequados. Perfil Chassi: 18x24 na trans. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: perpendicular a incidir 2cm posteriores Foco: fino ao ápice rótula. Projecção: lateral Posicionamento: - Doente em decúbito lateral com a face externa apoiada na mesa. Membro contralateral avançado, fémur alinhado e ligeira flexão do joelho a 30º. - Colimar à região de interesse. Axiais Chassi: 18x24 ou 24x30 t. Finalidade: Desvios do alinhamento da rótula DFf: 1m relativamente ao fémur ou diferenças da rótula Posto com/sem (longitudinais) ou diferenças transversais (face e perfil) potter Foco: fino • Axiais de Ficat 30, 60 e 90º (mais usadas) Posicionamento: - Doente sentado com o joelho flectido de modo a que a perna forme um ângulo de 30, 60 ou 90º com o eixo longitudinal do fémur. Chassi apoiado verticalmente na coxa. - Colimar à região de interesse. RC: angulado caudo-craniano a tangenciar a rótula: - 15º se o ângulo da perna for 30º; - 20º se o ângulo da perna for 60º; - 25º se o ângulo da perna for 90º. Quanto maior a angulação maior é abertura

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Axial em decúbito ventral ou Sette Gard

Posicionamento: - Decúbito ventral. Membros inferiores flectidos ao máximo. - Colimar à região de interesse. RC: perpendicular ou tangenciar as rótulas. angulado 5º a

Axiais de Merchant

Posicionamento: - Doente em decúbito dorsal. Pernas pendentes fora da mesa de exames. Perna a 45º com o eixo longitudinal do fémur. Estudo bilateral. - Colimar à região de interesse. Nota: Se o chassi estiver nos pés aumentar a distância foco-filme para 2m para compensar a dintância foco-objecto; se o chassi estiver nas pernas aumentar a distãncia foco-filme para 1.50m. RC: angulado 60º crânio-caudal a incidir no ápice da rótula. Critérios de boa realização: - Rótula vista de forma axial e no centro de colimação; - Visualizarão do espaço retropatelar e dos condilos femurais; - Valores de exposição adequados.

• Estudo da fossa intercondiliana
Face PA Chassi: 18x24 l. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: PA

RC: perpendicular a incidir no centro da zona poplítea.

Posicionamento: - Parte-se da posição de decúbito ventral. Joelhos apoiados e flectidos. Eixo longitudinal do fémur a formar um ângulo de 70º com o plano do exame e de 20º com o raio central. - Colimar à região de interesse. Alternativas à “posição de gatas”: - Com um banco e perna flectida; - Com o joelho encostado ao potter.
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Face PA (alternativa) Chassi: 18x24 l. Coxas apoiadas na mesa. . . Critérios de boa realização: . Projecção: PA Posicionamento: .Colimar à região de interesse. Posicionamento: .Colimar à região de interesse. Posicionamento: .Decúbito dorsal.Decúbito dorsal. • Estudo do fémur (1/3 médio e distal) Face AP Chassi: 18x43 l.Fémur alinhado. . .Joelho de face. Membro inferior em extensão. Face AP (alternativa) Chassi: curvo DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular à tíbia e a incidir na ápice da rótula. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: angulado 40º caudais a incidir no centro Foco: fino da região poplitea. (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art.Valores de exposição adequados. . Ligeira flexão do joelho.Fossa intercondiliana aberta. . elevar a perna de forma a formar um ângulo de 40º com o plano de exame (elevar a perna e apoiada num suporte).Não rotação do joelho. Ligeira rotação interna do membro inferior (5º). .Colimar à região de interesse.Decúbito ventral. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior médio com 1/3 distal. do joelho) 45 . Fémur a formar um ângulo de 60º com o prolongamento do eixo da tíbia. Chassi curvo por baixo do joelho.

Decúbito lateral. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art. Posicionamento: .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio.Decúbito dorsal. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil externo RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior médio com 1/3 distal. Ligeira rotação interna do membro inferior (15º) . Perna do lado a radiografar flectida. Projecção: AP Posicionamento: . . coxo-femural) Chassi: 18x43 Perfil externo l. Projecção: lateral .Colimar à região de interesse.Chassi: 18x43 l. do joelho) • Estudo radiológico do fémur (1/3 proximal e médio) Face AP Chassi: 18x43 l. (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra.Decúbito lateral. coxo-femural) Critérios de boa realização: 46 . Rotação ligeira do corpo de 5º para trás. . Membro inferior em extensão. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art. Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular. Flexão do joelho de 30 a 45º.Colimar à região de interesse.

Raio central: perpendicular a incidir a meio do chassi. em que há apoio da perna a radiografar suportando o peso do corpo. Neta caso a DFf volta a ser de 1m. Ligeira abdução dos membros inferiores e apoio simétrico dos mesmos. Posicionamento: Ortostatismo.Fémur de face nas incidências de face.Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem . joelho e tornozelo. este estudos podem ser feitos caso os 2 membros inferiores não caibam no extralongo ou por protocolo da instituição.Visualização do fémur alinhado e de forma a incluir o joelho no estudo do 1/3 médio e distal e a incluir a art. uma vez que a perna contralateral é ligeiramente elevada. . Estudo monopedálico: estudo unilateral.Apneia respiratória .Determinação de desajustes em varismo ou valgismo (chassi extralongo) .. Pés em posição anatómica. .Fémur de perfil nas incidências de perfil. em que na mesma película se visualizam as art. coxo-femurais.Valores de exposição adequados. 47 .Avaliação de situações de encurtamento dos membros (chassi extralongo ou 35x43cm*) Nota: * o chassi 35x43cm (:3) é utilizado em estudos gonométricos do membro inferior. Membros superiores ao longo do corpo. .Distância foco-filme de 2m .Só se realiza a face Finalidade: .Protecção gonadal (até 16anos) . coxo-femural no estudo do 1/3 proximal e médio.Grelha anti-difusora . • Estudo métrico dos membros inferiores Particularidades: .

. RC: bi: perpendicular a incidir a 1/2 distância da linha que une os dois colos femurais no PMS. . Membros superiores ao longo do corpo. . Membro ipsilateral flectido a 90º e o contralateral em extensão. coxo-femural no centro de colimação.Art. Obliquar o doente a 45º de modo afastar o lado oposto ao lado a radiografar.Visualização do 1/3 proximal do fémur. .Valores de exposição adequados. Estudo radiológico da cintura pélvica • Estudo radiológico da articulação coxo-femural Face AP Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bilat) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir 2. Plantas dos pés em contacto (posição de rã). Posicionamento: .Valores de exposição adequados.Pequeno trocanter desprojectado do bordo medial do fémur.Colimar à região de interesse. Posicionamento: .Pequeno trocanter projectado de forma a triangular no bordo medial do fémur. Membro inferior em rotação interna (15º). .Decúbito dorsal.1/3 proximal do fémur de perfil. Falso perfil Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral RC: uni: perpendicular a incidir a nível do colo do fémur. . . .Colo do fémur desdobrado.Sobreposição do grande trocanter ao colo do fémur.5cm a meio e abaixo da linha que une as EIAS à sínfise púbica. Com os joelhos flectidos.Estudo bilateral (em crianças): decúbito dorsal.Estudo unilateral: decúbito lateral. Critérios de boa realização: .6. Critérios de boa realização: . 48 . .Grande trocanter de perfil.Colimar à região de interesse. . .

Colo do fémur no centro de colimação visto de forma axial. .Colimar à região de interesse. . Chassi colocado verticalmente e apoiado na crista ilíaca.Chassi: 18x24 Axiais (uni) DFf: 1m Posto com potter RC: IS: perpendicular a incidir na região Foco: fino inguinal. no PMS.Alinhamento da apófise espinhosa de L5 com o centro do sacro e da sínfise púbica.Grande trocanter de perfil.Colo do fémur desdobrado. Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros para corrigir a anteversão fisiológica do colo do fémur (desdobrar o colo do fémur).Supero-inferior (SI): decúbito dorsal. • Estudo radiológico da bacia Face AP Chassi: 35x43 t. Critérios de boa realização: . Projecção: SI: a incidir no colo do fémur.Colimar à região de interesse. Projecção: AP Posicionamento: . Flexão e elevação do membro inferior contralateral.Visualização de toda a pelve óssea. . Critérios de boa realização: . 49 . Coxa a 90º como corpo. axial Posicionamento: . onde não se faz o falso perfil. Finalidade: serve como complemento à incidência de face em bloco. Membros inferiores em extensão.Decúbito dorsal. o RC deve incidir na síntese púbica e cortam-se as cristas ilíacas.Simetria dos buracos obturadores e dos ilíacos.Valores de exposição adequados. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica.Infero-superior (IS): decúbito dorsal. . . Chassi colocado entre as pernas (pode recorrer-se a chassi curvo) . . . Nota: Em caso de visualização de prótese da anca.

* Outlet: 50 . Critérios de boa realização: * Intet: .Valores de exposição adequados. .Decúbito dorsal. .Asas do ilíaco abertas.Valores de exposição adequados.. Membros inferiores em extensão. Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros.Pequeno trocanter no bordo medial do fémur. Membros inferiores em extensão com rotação interna de 15 a 20º. no PMS.Colimar à região de interesse. . ou 24x30 (trauma da sínfise púbica) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado a incidir a meia distância da linha que una as EIAS e a sínfise púbica. no PMS. . . Finalidade: Estudo da báscula pélvica ou da articulação coxo-femural.Visualização do “U” radiológico de Calot (formado pelo sobreposição do acetábulo. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha que una as EIAS e a sínfise púbica.Sínfise púbica vista de forma axial. Membros superiores ao longo do corpo e ligeiramente abduzidos.Inlet: raio central angulado 45º crânio-caudal . • Estudo da sínfise púbica e ramos isquiopúbicos Face Chassi: 35x43 t.Boa visualização do estreito pélvico. projectado de forma triangular. Face em carga Chassi: 35x43 t. a cavidade forma uma espécie de lágrima). Posicionamento: . . .Outlet: raio central angulado 45º caudo-craniana .Ortostatismo. Posicionamento: .Colimar à região de interesse.

tal como ao fazer a incidência obturadora direita.Ocorre frequentemente no sexo feminino. Nota: ao fazer o estudo bilateral ao fazer a incidência alar direita.Valores de exposição adequados. .Asa do ilíaco desdobrada.Valores de exposição adequados.Valores de exposição adequados. Critérios de boa realização: * Alar: .Incidência Obturadora: decúbito dorsal. na imagem obtemos a alar esquerda. . .Asa do ilíaco quase de perfil. • Luxação congénita da anca . .Ramos isquio-púbicos desdobrados.Buraco obturador bem aberto e arredondado.Sínfise púbica de face.Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior. . obtemos a imagem relativa a uma obturadora esquerda. . Rodar o doente 45º (para desdobrar a asa do ilíaco) para o lado a radiografar. Posicionamento: .Incidência Alar: decúbito dorsal. . Rodar o doente 45º (para abrir o obturador e a asa do ilíaco) para o lado oposto a radiografar. 51 .Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior. . • Estudo radiológico (Hemiface da bacia) do acetábulo e buraco obturador Incidência Alar e Obturadora Chassi: 24x30(uni) ou 18x43(bi) DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica do lado Projecção: AP a radiografar.Buraco obturador obliquado. * Obturadora: . . Estudo simultâneo.Colimar à região de interesse. ..Mais frequente das luxações. .

DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. 52 . Critérios de boa realização: . Incidência de Van Rosen Chassi: 24x30 t. de modo a que as plantas dos pés estejam em contacto. Projecção: AP Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. . Luxação: separação total ou parcial de 2 estruturas que deveriam estar em contacto. . .Pequeno trocanter ligeiramente desprojectado medialmente e grande trocanter sobreposto ao colo do fémur. Projecção: AP Posicionamento: . .Raça branca mais atingida do que a raça negra. no PMS. Rotação interna dos mesmos. . no PMS. .1/3 proximal do fémur de perfil.Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança.Parte-se da posição de face da bacia..Incidência Lowestein (posição rã) .Alinhamento da apófise espinhosa L5 com o centro do sacro e sinfise púbica. Flexão e abdução dos membros inferiores.A anca esquerda mais atingida (3:2). Diagnóstico: manifestações clínicas que apresenta e achados radiológicos característicos.Valores de exposição adequados.Parte-se da posição de face da bacia.Incidência Face AP da bacia: .Incidência Van Rosen Incidência de Lowestein (posição de rã) Chassi: 24x30 t. Abdução a 45º e extensão dos membros inferiores. .Visualização de toda a cintura pélvica óssea.

.Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança. 53 .

.Ausência de rotação (equidistância das apófises sacrais). ou ao nível do tórax.Decúbito dorsal. Projecção: AP Posicionamento: . pode manter-se a angulação da face para ver Foco: fino a articulação em toda a extensão. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 30 a 35º caudo-craniano a incidir a meia distância entre as EIAS e a sínfise púbica no PMS.Espaços articulares sacro-ilíacos e L5-S1 bem visíveis. .Decúbito dorsal.Valores de exposição adequados. .• Estudo radiológico das articulações sacro-ilíacas Face bilateral Chassi: 24x30 t. Alinhar a articulação com o centro de colimação.5cm potter medial.Colimar à região de interesse. Oblíquas (as posteriores são as mais realizadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível das EIAS. 2. Elevar o lado a radiografar 25 a 30º para oblíqua posterior. . Membros inferiores em extensão. . Observações: Apneia respiratória OPD – articulação sacro-ilíaca esquerda OPE – articulação sacro-ilíaca direita 54 . Membros superiores em extensão ao longo do corpo.Articulações sacro-ilíacas centradas e alinhadas com o centro de colimação. Posicionamento: .Colimar à região de interesse. Finalidade: a angulação faz com que abordemos tangencialmente a articulação Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .

DFf: 1. Ligeira deflexão da cabeça.5m Posto com RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do bordo superior da cartilagem tiroideia.Espaços intervertebrais abertos . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP (C3-C7) RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao nível do ponto mais proeminente da cartilagem tiroideia.Visualização de C1 a C7 e se possível C7-D1 .Valores de exposição adequados 55 .Não sobreposição da mandíbula às vértebras cervicais superiores . Ombro encostado ao potter. não deglutir Nota: a angulação pretende tangenciar os discos e os espaços intervertebrais Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. Ombros descaídos.7. Plano médio sagital perpendicular ao filme.Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x24cm l.Não desdobramento do muro vertebral posterior .Sobreposição da mandíbula e do occipital sobre C1 e C2 . Posicionamento: . Plano médio sagital paralelo ao filme.Colimar à região de interesse. .Ortostatismo ou decúbito dorsal. Ligeira deflexão da cabeça. 2cm à frente das potter apófises espinhosas (o feixe longitudinal deve passar no Foco: fino ouvido externo) Projecção: lateral Posicionamento: . . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: .Lateral em ortostatismo. Mastóides equidistantes do filme.Ausência de rotação . Observações: apneia respiratória. Estudo radiológico da coluna vertebral • Estudo radiológico da coluna cervical Face AP Chassi: 18x24cm l.Ausência de rotação (apófises espinhosas alinhadas) .Visualização de C3 a D1 .

Oblíquas (incidência em dupla obliquidade) Chassi: 18x24cm l. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP com a boca aberta RC: perpendicular a incidir no centro da boca aberta. Nota: instrução do paciente para manter a boca aberta pronunciando o som “A”. ajustar a rotação da cabeça e pedir ao doente para abrir a boca. .Valores de exposição adequados OPD – buracos de conjugação esquerdos OPE – buracos de conjugação direitos Face AP (C1-C2) transoral ou transbucal ou incidência de boca aberta Chassi: 18x24cm l. Critérios de boa realização: . Ligeira deflexão da cabeça. Plano médio sagital perpendicular ao filme.Ortostatismo ou decúbito dorsal. delimitados pelas apófises transversas e articulações interapofisárias. pelos quais emergem as raízes nervosas. DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao potter nível do ponto mais proeminente da cartilagem Foco: fino tiroideia. .Não sobreposição das mandíbulas às vértebras cervicais superiores .Colimar à região de interesse.Boa visualização dos buracos de conjugação (circulares) . Posicionamento: .Colimar à região de interesse. Projecção: AP Posicionamento: . Linha que une a margem inferior das incisivas superiores sobreposta à base do crânio.Não sobreposição da base do crânio a C1 .Fixar os dentes superiores com o occipital. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Estudo dos buracos de conjugação. porque assim a língua repousa no chão da boca. Rotação do corpo e cabeça de 45º.Ortostatismo ou decúbito dorsal. .Visualização de C1 a C7 . Mastóides equidistantes do filme. perpendicular ao filme. Critérios de boa realização: 56 .

Sobreposição dos incisivos superiores com base do crânio . assim como a apófise odontóide ou dente do áxis ..Visualização de C1 a C2 e respectiva articulação.Ausência de rotação .Valores de exposição adequados 57 .

Braço e ombro ipsilateral colocados para cima e ligeiramente para a frente. Plano médio sagital paralelo ao filme. Finalidade: estudo flexibilidade da coluna.Hiperflexão: apófises espinhosas devem estar afastadas .Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e em hiperextensão Chassi: 18x24cm l.Colimar à região de interesse. Braço e ombro contralaterais colocados para baixo e ligeiramente para trás.Lateral em ortostatismo. Projecção: AP . Mão apoiada na cabeça.Hiperextensão: apófises espinhosas devem estar próximas . .5 m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível de C4 Foco: fino (cartilagem tiroideia).Lateral ou em ortostatismo ou decúbito lateral. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . Ombro encostado ao potter.Não desdobramento do muro vertebral posterior . .Ausência de rotação . Projecção: lateral Posicionamento: . Hiperflexão: queixo deprimido a tocar no tórax. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . .Visualização de C1 a C7 . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ao nível de D1 (ao nível da Foco: fino apófise espinhosa C7).Hiperextensão: queixo levantado e cabeça inclinada para trás ao máximo.Visualização de C4 a D3 . Ombros descaídos. DFf: 1. Plano médio sagital paralelo ao filme.Valores de exposição adequados • Transição cervico-dorsal Chassi: Perfil (posição de nadador) 18x24cm l. alinhamento da coluna.Cabeças dos úmeros separadas verticalmente 58 . relação corpos-discos.Colimar à região de interesse.

Visualização de C7 a L1 .DL: braços levantados a formarem ângulos rectos com o corpo e cotovelos flectidos. Critérios de boa realização: . 4cm para a frente Foco: fino do plano dorsal posterior. . podemos usar um ecrã gradual com o + para cima e o – para baixo e/ou tirar partido do efeito anódico..Apófises espinhosas alinhadas e centradas . DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 (8 a potter 10cm abaixo da incisura jugular) (meio da linha Foco: fino intermamilar). Alinhar o plano médio sagital (tracção).Ortostatismo: Braços para a frente com as mãos em pronação forçada . Projecção: lateral Posicionamento: . DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 (2 dedos potter abaixo da axila no plano coronal). Projecção: AP Posicionamento: . Observações: Apneia expiratória (para obter uma melhor uniformização em termos de densidade e valores de exposição) Nota: coluna mais próxima. Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: 59 . .Ausência de rotação (articulações esterno-claviculares equidistantes da coluna) .Colimar à região de interesse. Plano médio sagital paralelo ao filme.Ortostatismo ou decúbito lateral. para combater a sobrexposição das vértebras dorsais superiores e a subexposição das vertebral dorsais inferiores.Colimar à região de interesse. . Braços ao longo do corpo.Ortostatismo ou decúbito dorsal. raio aborda a curvatura pela sua concavidade então o raio é perpendicular.Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x43cm l.Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da coluna dorsal Face AP Chassi: 18x43cm l.

- Visualização dos 2/3 inferiores da coluna dorsal. Não desdobramento do muro vertebral posterior. 60 . Ausência de rotação. Espaços intervertebrais abertos. Valores de exposição adequados.

Projecção: Posicionamento: lateral . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo Foco: fino costal inferior e das cristas ilíacas.Sobreposição das apófises articulares direitas e esquerdas . permitido também uma imagem mais homogénea.Boa visualização de todas as vértebras lombares . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . Observações: Apneia respiratória Nota: A apneia pode ser expiratória.Ortostática ou decúbito dorsal. . Alinhar o plano médio sagital (tracção).Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 24x30cm l. Braços afastados do corpo.Bom alinhamento das apófises espinhosas em relação aos corpos vertebrais – se não houver esclerose . No perfil pode recorrer-se ao foco grosso. Critérios de boa realização: .Não desdobramento do muro vertebral posterior 61 . Projecção: AP/PA Posicionamento: . pois assim o diafragma sobe. .• Estudo radiológico da coluna lombar Chassi: Face AP ou PA (AP é mais comudo) 24x30cm l.Visualização de D12 a S1 .Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral.DD: Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar. Colocar um apoio por baixo do corpo p diminuir a curvatura provocada pela anca.Colimar à região de interesse.Ausência de rotação .Ortostatismo: Apoio simétrico dos membros inferiores para evitar inflexões laterais . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo costal Foco: fino inferior e das cristas ilíacas.Articulações sacro-ilíacas equidistantes da coluna . . Braços ao longo do corpo.Colimar à região de interesse. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral). devido à necessidade de aumentar os mA. PMS paralelo ao filme. optimizando a visualização das primeiras vértebras lombares.

5cm lateralmente ao PMS Foco: fino (para o lado levantado) Projecção: AP/PA Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter RC: centrado ao nível de L3.Colimar à região de interesse. patologia discal ou lombalgia – ortostatismo.Boa visualização dos “scotty dog” . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: centrado ao nível de L3.Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. Projecção: lateral Posicionamento: . Rotação do corpo de 45º.. 62 . . flectir o corpo ao máximo.Articulações zigoapofisárias abertas .Valores de exposição adequados Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e hiperextensão Chassi: 35x43cm l. Em decúbito lateral colocar em posição fetal.Hiperextensão: articulando a pelve. fractura no istmo lombar). . + afastadas OP – art. .Valores de exposição adequados Chassi: Oblíquas anteriores ou posteriores 18x43cm l. espondilolise (pode surgir associado à espondilolistesis. Plano médio sagital paralelo ao filme. espondilolitesis (deslizamento de uma vértebra sobre a outra).Hiperflexão: articulando a pelve.Espaços intervertebrais abertos .Ortostática (AP ou PA) ou decúbito dorsal ou decúbito ventral. .Colimar à região de interesse. OA – art. + proximas Critérios de boa realização: . extensão do tronco ao máximo.Boa visualização dos istmos lombares (zona entre a lâmina e o pedículo) . Observações: Apneia expiratória Finalidade: estudo de lise ístmica Nota: Espondilartrose – Face+Perfil.Boa visualização de D12 a S1 . Plano coronal alinhado com a linha média do potter.

Braços ao longo do corpo. . . sacro-iliacas equidistantes da coluna.Arts. DFf: 1m Posto com RC: centrado ao nível de L3 potter Foco: fino Projecção: AP/PA Posicionamento: .Observações: apneia respiratória Finalidade: avaliar a flexibilidade da coluna em esforço.Ortostática ou decúbito. . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente (2cm) Foco: fino abaixo das cristas ilíacas. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral). . .Colimar à região de interesse. Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo). Repetir o procedimento do lado oposto. permite também ver se há cedências (espondilolitesis) Critérios de boa realização: . Braços afastados do corpo.Coluna centrada no centro de colimação . -Alinhamento das apófises espinhosas em relação ao corpo vertebral. da coluna inclinadas para a direita/esquerda.Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral.Não desdobramento do muro vertebral posterior Chassi: • Face com desvios laterais (direito e esquerdo) 35x43cm l. PMS paralelo ao filme. fazer o paciente inclinar o ombro e corpo mantendo o apoio simétrico dos membros inferiores. Articulando a pelve. Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização: .Valores de exposição adequados • Transição lombo-sagrada (L5-S1) Chassi: Perfil 18x24cm l.Visualização de D12 a S1.Art.Ausência de rotação do tórax ou pelve .Colimar à região de interesse Observações: Apneia respiratória 63 . Projecção: lateral Posicionamento: .

Projecção: AP/PA Posicionamento: . Braços ao longo do corpo.Visualização desde L5 até ao promuntório sagrado. sacro-iliacas equidistantes do centro da coluna.Não rotação e não desdobramento do muro vertebral posterior. . Foco: fino PA – crânio-caudal a meio da linha que une as EIAS.Espaço intervertebral aberto e no centro de colimação.Arts. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito). Linha paralela ao promontório sagrado mais linha perpendicular à margem supero-posterior ao sacro. Projecção: AP/PA Posicionamento: . Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo). .Decúbito dorsal ou decúbito ventral.Ortostatismo ou decúbito. DFf: 1m Posto com RC: ângulo lombo-sagrado (determinado no perfil) ou 30 a 35º (padrão). Extensão dos membros inferiores. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . L5-S1 centrada.Art.Nota: Faz-se primeiro que a face para determinar o ângulo lombo-sagrado. .Espaço intervertebral aberto. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 64 . Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. .Valores de exposição adequados. . Braços ao longo do corpo. . DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano (AP) potter centrado no PMS a incidir a meia distância da linha Foco: fino que une as EIAS e a SP. .Colimar à região de interesse. AP – caudo-craniano a meio da linha potter que une as EIAS.Valores de exposição adequados Chassi: Face para L5-S1 18x24cm l. • Estudo radiológico do sacro Face Chassi: 24x30cm l. .

Cóccix alinhado e no centro de colimação.Valores de exposição adequados. . . Projecção: AP/PA Posicionamento: . . . . Alinhar o sacro com a linha média da mesa.. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Decúbito dorsal ou decúbito ventral.Visualização de todo o sacro. 65 . . Braços ao longo do corpo. . Projecção: lateral Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 10 a 15º crânio-caudal centrado no Foco: fino PMS a incidir 5cm acima da sinfíse púbica. Flexão das ancas e dos joelhos.Visualização de todo o sacro e no centro de colimação.Decúbito lateral. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse.Sacro de perfil.Valores de exposição adequados.Valores de exposição adequados. Chassi: Perfil 24x30cm l. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível das EIAS. Extensão dos membros inferiores.Apófise espinhosa de L5 alinhada e centrada com o sacro.Colimar à região de interesse. • Estudo radiológico do cóccix Chassi: Face 18x24cm l. 5cm Foco: fino anterior à superfície posterior do sacro.

Valores de exposição adequados.Cóccix de perfil. Observações: Apneia respiratória Finalidade: . Alinhar o cóccix com a linha média da mesa.Chassi: Perfil 18x24cm l.Ortostatismo.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir 3 a 4cm acima do Foco: fino grande trocanter. . . .Decúbito lateral. apoio simétrico dos membros inferiores e rotação interna dos pés de 15º aproximadamente (para desdobrar os colos do fémur).Estudo estático da região lombo-pélvica 66 . para estudo ósseo em situação de carga) Face Chassi: 35x43cm l. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular e horizontal a incidir a meio da Foco: fino linha que une as cristas ilíacas. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. Descalço. alinhado e no centro de colimação. Flexão das ancas e dos joelhos. Projecção: lateral Posicionamento: . Projecção: PA Posicionamento: . • Incidência de SEZE (incidência panorâmica da região lombar e pélvica. Braços ao longo do corpo.

coxo-femurais.Estudo dos corpos vertebrais e discos . charneira lombo-sagrada e colo do fémur 67 .Análise simultânea das articulações sacro-ilíacas..

Braços ao longo do corpo.Protecção gonadal (até 16anos) . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Face + Perfil Telerradiografia de face (estudo de escleoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino RC: perpendicular a incidir a meio do chassi.Incluir na colimação parte das cristas íliacas Telerradiografia de perfil (estudo de cifoses e hiperlordoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir a meio do chassi. Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico). Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico).Boa visualização de toda a coluna de perfil e centrada no centro da colimação . Posicionamento: .Lateral em ortostatismo.Colimar à região de interesse.Ortostatismo. Braços elevados a formar um ângulo de 90º com o corpo. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .• Estudo métrico da coluna Particularidades: .Boa visualização de toda a coluna de face e centrada com o centro de colimação .Ausência de rotação .Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos .Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos 68 .Ausência de rotação . . Projecção: AP Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Distância foco-filme de 2m . .Apneia respiratória .Grelha anti-difusora .Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem .

Paciente sentado para uma projecção AP. devemos recorrer a apoios para imobilizar a cabeça. Face PA (Steenhuis) Chassi: 24x30cm l. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Colimar de acordo com a região. . Flexão da cabeça de modo a que o POM fique perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Palmas das mãos apoiadas no potter.Paciente sentado para uma projecção PA. DFf: 1m Posto: potter v. DFf: 1m Posto: potter v. POM perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. S= 0º Finalidade: Incidência de recurso quando o paciente não consegue fazer uma face PA para traumatizados ou acamados Janela radiológica: Órbitas para projectar os rochedos Nota: se o doente estiver instável. Apoio do occipital. PMS perpendicular ao filme de forma a garantir a simetria do crânio. tumor na cabeça. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no nasion Posicionamento: . estudo da abobada craniana 69 . Apoio frontonasal. Estudo radiológico do crânio e do maciço facial • Estudo radiológico do crânio Face AP (Schuller II ou rochedos nas órbitas) Chassi: 24x30cm l.8. PMS perpendicular ao filme. S = 0º Finalidade: estudo standard. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no nasion Posicionamento: .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. .

Nota: se cortarmos a mandíbula na faz mal. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir 4cm acima do tragus contralateral. Alinhar o PMS.Posição simétrica do crânio (linhas inominadas equidistantes da linha média) . Flectir a cabeça e elevar o crânio com um apoio para não cortar a parte mais posterior do occipital. 70 . Membro superior contralateral em extensão e ipsilateral encostado ao potter com o ombro relaxado.Boa visualização das linhas inominadas (resultam de um tangenciamento do raio relativamente à asa do esfenoide) . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular horizontal a incidir no meio do chassi.Visualização de todo o crânio desde o vertéx até à mandíbula. porção petrosa do temporal) no centro das órbitas .Bom estudo da sela turca Incidência de perfil nos traumatizados Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto: potter h. Perfil Chassi: 24x30cm t. PMS paralelo ao filme e perpendicular ao RC. há patologias e que há aumento dos ossos (ex:acromegalia) Critérios de boa realização: .Doente em decúbito dorsal. Posicionamento: .Colimar de acordo com a região. DFf: 1m Posto: potter v. Posicionamento: . S = 90º Nota: incidência muito informativa Critérios de boa realização: .Crânio de perfil *Tectos das órbitas sobrepostos *Apófises clinóides da sela turca sobrepostos *CAE sobrepostos . lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. .Boa visualização dos seios perinasais . Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica.Rochedos (ouvidos. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Paciente sentado para uma projecção PA. POM paralelo ao chão.

DFf: 1m Posto: potter v.Bordo superior dos rochedos sobreposto ao bordo inferior das órbitas . . . Posicionamento: . POM perpendicular ao filme.Colimar de acordo com a região.Boa visualização dos seios frontais e osso frontal Caldwell invertido (incidência para politraumatizados) Chassi: 18x24cm l. S = 0º Finalidade: estudo do osso frontal Nota: usa-se em caso de lesão nos seios Critérios de boa realização: . Apoio do occipital.Colimar de acordo com a região 71 .Paciente sentado para uma projecção PA.Paciente posicionado para uma projecção AP. Foco: fino Projecção: PA RC: a formar um ângulo de -25º com o POM. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º.Colimar à região de interesse..Simetria do crânio . Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. POM perpendicular ao filme. DFf: 1m Posto: potter v. angulado 25º crânio-caudal a emergir no nasion. Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir no nasion. S = 90º Caldwell Chassi: 18x24cm l.Visualização do chão da sela turca . Apoio frontonasal. Posicionamento: .

Projecção da sela turca no buraco magno (só em alguns pacientes. pesquisa de fracturas.7cm acima do nasion. Parte-se da incidência de Caldwell com RC angulado 25º cranianos a incidir na base do occipital a emergir +/.7 cm acima do nasion. Raio central a formar um ângulo de 25º com o POM.Visualização do dorso da sela turca .S = 0º Finalidade: estudo da região occipital.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º. ATM .Simetria do crânio e não rotação . noutros é necessário dar mais angulação à ampola) Towne invertido Na impossibilidade de fazer flexão da cabeça.Observações: Apneia respiratória Towne (ou semi-axial) Chassi: 24x30 cm l.Paciente sentado para uma projecção AP. Apoio do occipital.Côndilos da mandíbula de face . POM perpendicular ao filme.Todo o maciço facial é projectado para baixo para visualização do occipital e abóbada craniana . RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir no centro Foco: fino da linha bi-auricular. +/. Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto: potter h/v. 72 . Projecção: AP Posicionamento: . Flexão máxima da cabeça de forma a que o mento fique encostado ao tórax (se possível).Estudo das mastóides. .

Posicionamento: . Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM .Estudo dos ossos da face .Estudo dos malares (trauma) .Estudo da região nasal (trauma) .Simetria do crânio e não rotação . é uma incidência de último recurso pois causa muita disturção. Water Chassi: 18x24 cm l. desvio do septo nasal e pirâmide dos septos.S = 0º Finalidade: estudo dos ossos da face e dos seios.Paciente sentado para uma projecção PA. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no acantion.Seios maxilares totalmente livres da sobreposição dos rochedos Water modificado Em caso de pesquisa de fractura dos malares realizar duas incidências: * -40º Apoio mentonasal e raio central angulado 5º descendentes * -60º Apoio mentoniano e raio central angulado 10º descendentes 73 . Apoio do mento.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º.Nota: podemos colocar um apoio para a flexão da cabeça. DFf: 1m Posto: potter v. Critérios de boa realização: . na falha de Towne e Towne invertido.

Seios esfenoidais projectados na boca . DFf: 1m Posto: potter v.Seios maxilares livres de sobreposição . . Apoio do mento com abertura da boca. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no acantion.S = 0º Nota: usa-se a boca como janela radiológica para visualizar os seios esfenoidais Critérios de boa realização: . Incidências axiais Chassi: 18x24 cm l. Posicionamento: .Simetria do crânio e não rotação . Foco: fino Projecção: AP Axiais – estudo da base do crânio 74 RC: perpendicular a incidir a meio da linha que une os tragus .Paciente sentado para uma projecção PA. DFf: 1m Posto: potter v.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º. Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM.Raio central: sempre a emergir no acantion. Blondeau Chassi: 18x24 cm l.Visualização de toda a pirâmide nasal.

Estudo dos seios esfenoidais e etmoidais . Raio central a formar um ângulo de -35º com o POM.Colimar de acordo com a região Observações: apneia respiratória Nota: desaconselhado a pacientes que não conseguem fazer hiperextensão Distinção: * Subaxial: o arco da mandíbula fica abaixo dos seios frontais * Hirtz: o arco da mandíbula fica sobreposto aos seios frontais * Hiperaxial: O arco da mandíbula fica acima dos seios frontais Critérios de boa realização: . Apoio do vértex. RC: perpendicular a emergir no meio da Foco: fino linha interpupilar. DFf: 1m Posto: potter v.Subaxial – sobre as células etmoidais anteriores Mahoney ou chão das órbitas Chassi: 18x24 cm t. .S = 0º Indicações: pesquisa de corpos estranhos Artefactos: lentes de contacto Variantes no tipo de apoio: Fractura do mento – fazer apoio fronto-nasal com raio central angulado 35º crânio-caudal Apoio nasal (ângulo OM de -25º) – raio central angulado 10º crânio-caudal Apoio mentoniano (ângulo OM de -50º) – raio central angulado 15º caudocraniano Critérios de boa realização: .Rochedos na metade inferior dos seios maxilares 75 .Hiperaxial – à frente dos seios frontais . 75º (Hirtz) ou 60º (subaxial) com o POM. Projecção: PA Posicionamento: .Posicionamento: Paciente sentado para uma projecção AP. arco da mandíbula e apófises zigomáticas (malares) .Paciente sentado para uma projecção PA.Estudo das ATM. Apoio mentonasal.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -35º. .Axial – sobre os seios frontais . Hiperextensão (contra-indicado em suspeita de traumatismo da cervical) da cabeça de modo a que o raio central faça um ângulo de 90º (hiperaxial).Projecção do arco da mandíbula: .

. Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica.Simetria do crânio e não rotação . Radiografia de face e perfil estrito da órbita 4. DFf: 1m Posto: potter v. lateral em ortostatismo ou decúbito lateral (em extrema urgência quando não há mais alternativa).S = 90º Finalidade: pesquisa de corpos estranhos na órbita ou diferença do chão da órbita Critérios de boa realização: . PMS paralelo ao filme e perpendicular ao raio central.Sobreposição das apófises clinóides anteriores e posteriores .Paciente sentado para uma projecção PA. Anestesia local 2.Crânio estritamente de perfil Método de Comberg (em desuso) Técnica: 1. Cabeça deflectida.Sobreposição dos tectos das órbitas . Cálculo exacto da localização do corpo estranho e factor de ampliação Finalidade: Pesquisa de corpos estranhos intra-oculares • Estudo radiológico do canal óptico Hartmann Chassi: 18x24 cm l. Projecção: PA Posicionamento: .Órbita no centro de colimação .Paciente sentado para uma projecção PA.Sobreposição dos CAEs .Visualização do chão das órbitas Perfil da órbita Chassi: 18x24 cm l. Rotação da 76 . RC: perpendicular a incidir no rebordo externo da Foco: fino órbita contralateral. Colocação da lente de contacto de Comberg que contem uma agulha no centro para ter certeza que o paciente está bem posicionado 3. DFf: 1m Posto: potter v.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Apoio mento-nasal de forma a colocar o POM a -35º. Posicionamento: . POM paralelo ao raio central. . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir na órbita ipsilateral.

Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v. projectado no centro do quadrante infero-externo da órbita. . Apoio do frontal. malar. Apoio fronto-nasal. Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 20º descendentes a emergir a meio da linha que une as 2 orbitas. Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma circular) de bordos bem definidos. . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir na órbita Posicionamento: . Apoio frontonasal de forma a colocar o POM a 0º.Paciente sentado para uma projecção PA. Critérios de boa realização: . projectado centro do quadrante infero-externo da órbita. DFf: 1m Posto: potter v. . mento. Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma oval) de bordos bem definidos.Colimar à região de interesse. • Estudo radiológico da fenda esfenoidal Caldwell modificado Chassi: 18x24 cm t. Apoio do nariz. POM= -20º e PMS = 0º. Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal.Colimar à região de interesse.Visualização simétrica da fenda esfenoidal 77 . Estruturas visualizadas: Estudo bilateral das fendas esfenoidais. Rotação da cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica). Canal óptico alongado.Colimar à região de interesse.cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). nariz e malar.Paciente sentado para uma projecção PA. Rheze Chassi: 18x24 cm l. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica).

Projecção da porção petrosa debaixo do sulco supra-orbital Incidência de Brunetti (em desuso) Chassi: 18x24 cm l. entre o canal óptico e a fissura orbital superior. . RC: perpendicular a emergir no Foco: fino centro da órbita Projecção: PA Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v. Rotação da cabeça para o lado oposto de forma a que o PMS fique a 15º. Apoio nasal de forma a que o POM fique a -20º. Estruturas visualizadas: Visualização da fenda esfenoidal ao centro da órbita.Doente sentado para uma projecção PA. Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal. 78 ..Colimar à região de interesse.

Rotação da cabeça para o lado oposto ao lado a radiografar. 79 . . RC: perpendicular a incidir no ângulo Foco: fino externo da órbita.• Estudo radiológico do ouvido Incidência transorbitária de Guillén Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. canal semi-circular superior. constituído pelo vestíbulo.Doente em decúbito dorsal. Projecção: AP Posicionamento: . Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita.Ouvido médio projectado na órbita . Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Colimar à região de interesse. os canais semi-circulares superior e externo e canal auditivo interno. Rotação da cabeça para o lado a radiografar de modo a colocar o raio central no ângulo supero-interno da órbita.Colimar à região de interesse. o labirinto com o vestíbulo. canal auditivo externo. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no ângulo superointerno da órbita homolateral. DFf: 1m Posto: potter v. a caixa do tímpano. Posicionamento: . caixa timpânico e assiculo. Critérios de boa realização: .Doente em decúbito dorsal. . Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme. Visualizam-se os ossículos do ouvido.S = -15º Finalidade: Estudo do ouvido médio através da órbita (janela radiológica).S = 15º Objectivo: Desfiladeiro (ouvido) antro-aticotimpânico projectado para fora da órbita. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Canal semi-circular externo visto de face Incidência de Chaussé III Chassi: 18x24 cm l. Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita.

80 .

DFf: 1m Posto: potter v. Deve ser feito o estudo bilateral com a boca aberta e fechada. POM perpendicular ao filme. .Projecção de face dos canais semi-circulares superiores e externos . DFf: 1m Posto: potter v. Projecção: AP Posicionamento: . lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Visualização do fundo do canal auditivo interno ligeiramente encurtado . Rotação da cabeça para o lado oposto a radiografar de modo a colocar o raio central a meio da linha orbitomeatal.ATM no centro de colimação . RC: perpendicular a incidir a meio da Foco: fino linha orbitomeatal do lado ipsilateral. Posicionamento: . Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 25º crânio-caudal a emergir na ATM em estudo.S = 90º Finalidade: estudo das ATM Critérios de boa realização: .Paciente sentado para uma projecção PA.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º. Cabeça de perfil de modo que o plano médio sagital fique paralelo ao filme.Colimação adequada 81 .Incidência de Stenvers Chassi: 18x24 cm l.S = 35º Finalidade: estudo do ouvido interno e células mastoideias.Decúbito dorsal. Critérios de boa realização: . Flexão da cabeça de modo a que o POM fique paralelo ao chão.Visualização da cóclea e do vestibulo • Estudo radiológico das ATM Schuller I Chassi: 18x24 cm l.

seios esfenoidais.Chassi: 18x24 cm 82 .• Estudo radiológico dos seios paranasais .Ponderação na escolha dos valores de exposição – densidade radiográfica dos seios perinasais. .Rigor no posicionamento. . . . formação de pólipos.Sempre que possível realizar em ortostatismo ou sentado. .Patologia mais frequente é sinosite.Seios frontais. Objectivo: Ver seios livres de sobreposição.Incidências em número suficiente para demonstrar todos os seios perinasais livres de sobreposição. seios etmoidais. seios maxilares Particularidades: .

Perfil Incidências (raio central Objectivo Visualização de todos os seios perpendicular a incidir a meio da perinasais linha OM) Caldwell Visualização dos seios frontais de face e células etmoidais anteriores Water Visualização dos seios maxilares e frontais Visualização do seio esfenoidal Visualização dos seios frontais. etmoidais e seio esfenoidal Blondeau Hiperaxial 83 .

O melhor estudo é o perfil .Chassi: 18x24 cm 84 . ou ambos para distinguir se é nível hidroaéreo ou pólipo. Incidência de Water – sinusite ou pólipo? Procede-se à modificação do Water – faz-se a incidência de Water e inclinase a cabeça para um lado ou para outro.Faz parte do osso esfenoidal . • Estudo radiológico da sela turca .Nota: em algumas instituições podemos prescindir das incidências de Caldwell e Blondeau.Aloja a hipófise (se a hipófise estiver aumentada pode levar a erosão da sela .É limitada pelas apófises clinóides anterior e posteriormente .Constituída por: chão da sela e dorso .

Incidências Perfil (raio central 2.Chassi: 18x23 cm .Sem potter 85 .5cm acima e anteriormente ao CAE) Objectivo Visualização da sela turca Visualização do chão da sela turca Towne (raio central 30 a 35º Visualização do dorso da sela ou mais. janela radiológica – turca buraco Caldwell magno) • Estudo radiológico dos ossos próprios do nariz .

Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir a meia distância entre o mento e as ATM’s no PMS.Paciente sentado para uma projecção PA. 86 .Incidências Características Perfil dos ossos próprios Idêntico à incidência com o do nariz raio central a incidir na raiz do nariz Crosserez (não se usa) Posição como a incidência de Hirtz com o raio central tangente à raiz do nariz Water Visualização da pirâmide nasal. Boca fechada e em repouso. POM deve ficar perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Apoio fronto-nasal. Posicionamento: . Palmas das mãos apoiadas no potter. Desvio do septo • Estudo radiológico da mandíbula Face PA Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v.

Visualização de toda a mandíbula.S = 0º Critérios de boa realização: .Simetria das ATM’s . Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 25º caudo-craniano..Mandíbula no centro de colimação .Permite a visualização de toda a arcada desntária . desde os condilos até ao mento . Feixe luminoso transversal a coincidir com a linha infraorbitomeatal.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Critérios de boa realização: .Permite o estudo de toda a mandibyla.Visualização do trabeculado ósseo .Ramos e dentes superiores igualmente ampliados de cada lado .Porção da cervical igual de cada lado e desobrepostos das ATM’s . 87 .Mandíbula com formato ovalado e com a sinfise mandibular projectada ligeiramente abaixo dos ângulos mandibulares .Simetria da arcada dentária .Imagem no centro da película .Boa visualização da arcada dentária e da inserção dos dentes na mandíbula .Radiografia panorâmica de toda a região maxilo-facial .Visualização desde as ATM’s até ao mento Oblíqua (Défillé) Chassi: 18x24 cm l. Pedir ao doente para morder o objecto do aparelho para que não haja sobreposição dos dentes. DFf: 1m Posto: potter v.Visualização da arcada dentária desde a parte cortical à parte medular . PMS alinhado e centrado com a linha luminosa longitudinal.Ausência de rotação – gonions ao mesmo nível e equidistantes do PMS Ortopantomografia . ATM’s e condilos Aparelho especializado: Cefalostato Posicionamento: .Doente em ortostatismo ou sentado com a coluna cervical rectilinizada.Visualização dos espaços articulares . a emergir no gonion homolateral.

Cabeça de perfil com apoio do plano auricular. Plano médio sagital paralelo ao filme. podemos rodar a cabeça. 88 . . Sobreposição dos ramos direito e esquerdo da mandíbula.Porção mandibular em estudo horizontalizada. no centro de colimação e livre da sobreposição da porção mandibular contralateral.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º.Posicionamento: . Critérios de boa realização: .S = 90º Nota: em vez de angular a ampola.

89 .

Incidência Schuller II Rochedos nas órbitas Face AP do crânio Steenhuis Face PA do crânio Perfil do crânio Caldwell OM 0º S 0º RC Perpendicular a incidir no nasion Perpendicular a emergir no nasion Perpendicular. desvio do septo nasal e pirâmide nasal Ver os seios esfenoidais usando a boca como janela radiológica Arco da mandíbula abaixo dos seios frontais Arco da mandíbula sobreposto aos seios frontais Arco da mandíbula acima dos seios frontais Pesquisa de corpos estranhos Corpos estranhos ou chão da orbita Canal óptico projectado no quadrante infero externo da órbita (redondo) Canal óptico projectado no quadrante infero externo da órbita (oval) Estudo da fenda esfenoidal 90 Estudo da fenda esfenoidal 0º 0º 25º 0º 90º 0º Towne (AP) 25º 0º Crânio Water 50º 0º Blondeau -50º 0º Subaxial A x i a i s -60º 0º Perpendicular a meio da linha que une os tragus Hirtz -75º 0º Hiperaxial Mahoney Chão das orbitas Órbita Perfil da orbita -90º -35º 0º 0º 0º 90º Perpendicular a meio da linha interpupilar Perpendicular no rebordo externo da orbita contralateral Perpendicular na orbita ipsilateral Hartman Canal óptico Rheze -35º 35º 0º 35º Perpendicular a emergir na orbita Angulado 20º descendentes a emergir no canto da orbita Perpendicular a emergir no centro da orbita Fenda esfenoid al Caldwell modificado Brunetti -20º 0ç -20º 15º . a emergir no nasion Angulado 25º caudais. a incidir no meio da linha biauricular Perpendicular a emergir no acantion Perpendicular a emergir no acantion Finalidade Estudo standard da abobada craniana Estudo standard da abobada craniana Todas as estruturas de perfil Estudo do frontal Estudo do occipital Estudo dos ossos da face e dos seios. 4 cm acima do tragus contralateral Angulado 25º caudais.

91 .

2. 7 cm acima do nasion Toda a sela Chão da sela Dorso da sela Pirâmide e septo nasal Sela turca Caldwell Towne Ossos próprios do nariz Perfil Water Perpendicular a emergira a meia distancia entre o mento e as ATMs no PMS Angulado 25º craniano. no nasion 30/35º caudais.Incidência Transorbitária de Guillén Ouvido Chausse III OM 0º S -15º RC Perpendicular a incidir no ângulo supero-inferior da orbita ipsilateral Perpendicualr a incidis no ângulo externo da orbita Perpendicular a meio da linha orbito-meatal Angulado 25º a emergir na ATM em estudo 0º 15º Finalidade Estudo do ouvido médio tendo a orbita como janela radiológica Desfiladeiro antro. etmoidais e esfenoidal Stenvers 0º 35º ATM Sculler I Perfil Caldwell -25º 0º Seios Perinasai s Water Blondeau Hiperaxial Perfil Perpendicular. a emergir no gónion 92 Face PA Mandíbul a Oblíqua (defillé) 0º 0º 25º 90º .5cm acima do CAE 25º caudais.aticutimpâ nico projectado para fora da orbita Estudo do ouvido médio Estudo dinâmico das ATMs com a boca aberta e fechada Todos Fontais e esfenoidal Maxilares e frontais Esfenoidal Frontais.

Alinhamento do plano médio sagital (tracção). Estudo contrastado dos ureteres e bexiga 93 . Finalidade: . DFf: 1m Posto: potter h. Mulheres: ligeiramente abaixo dessa linha (2cm) Posicionamento: . Estudo radiológico do aparelho urinário Renovesical Chassi: 35x43 cm l.Identificação da lateralidade .Valores de exposição adequados.Para ver se existem densidades de cálcio susceptíveis de prever cálculos. .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão.Verificar a centragem . Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir: Homens: a meio da linha que une as duas cristas ilíacas.Ponto de referência de estudos contrastados posteriores .Alinhamento do PMS .Bom enquadramento: * Superior: visualização dos pólos superiores dos rins * Inferior (mulher): bordo inferior da sínfise púbica * Inferior (homem): bordo superior da sínfise púbica . por via endovenosa Estudo retrógado da árvore pielocalicial e ureteres Estudo da bexiga (via anterógrada ou via retrógada) Punção percutânea para estudo da árvore pielocalicial Estudo da bexiga e uretra Indicação: situação de refluxo.9.Verificar os valores de exposição . de modo a que seja possivel visualizar os bordos laterais do músculo psoas e as apófises transversas da coluna lombar.Não rotação . (exame prévio para certificar todos os critérios para exames específicos) • Exames contrastados Exames UIV – Urografia intravenosa Ureteropielografia retrógada endoscópica Cistografia Pielografia anterógrada percutânea Uretrocistografia miccional Cistoureterografia miccional seriada (CUMS) Finalidade Estudo dinâmico no sistema urinário (rim-bexiga).Ver se a preparação intestinal está adequada .Decúbito dorsal.

Pesquisa de cálculos renais .É insuficiente renal? . .Dieta rica em fibras e pobres em gorduras . 6 horas . diminuindo assim a ansiedade o que vai diminuir o risco de reacção alérgica) .É diabético? Que medicação está a fazer? . só se realiza caso o paciente esteja medicado e com o consentimento do medico radiologista) . fazer um questionário prévio: .Está em jejum? (o máximo é um chá ou água.Administração de clisteres de limpeza intestinal.Suspensão de líquidos gaseificados . Antes da execução do exame.Infecções do aparelho urinário Contra-indicações: . história alérgica.É alérgico a algum medicamento ou alimento? .Tem problemas cardíacos? (aumenta o risco de reacção.Está grávida? .Exame dinâmico e personalizado.Hipertensão renal . de pelo menos.Absolutas: não existem .Traumatismo renal .Relativas: gravidez.Recomendação de refeições leves nos dois dias anteriores ao exame. .Urografia Intravenosa – UIV .Já fez alguma UIV? (informar o paciente.Jejum.Pacientes intolerantes ao iodo (alérgico ao marisco ou morangos): administrar corticóides.Pacientes com história alérgica: administrar anti-histamínicos nos três dias antecedentes ao exame .Tem asma ou bronquite? (boa forma de perceber se há historia alérgica) . Indicações: . 3 horas antes do exame) Produto de contraste usado: 94 .Já urinou? (tem que urinar antes da realização do exame) . insuficiência renal Preparação do paciente: .

Per-miccional (normalmente só nos homens para estudo da uretra).Chassis: 35x43cm.35x35cm ou 24x30cm (só rins). a chegar aos ureteres) 5º Radiografia aos 5 minutos (35x43cm) – contraste na bexiga A partir daqui os protocolos variam: . ligeiramente mais penetrada (mais 2 ou 3 kV) Observações: Apneia respiratória Nota: em caso de insuficiência renal..Realiza-se com o paciente quase em ortostatismo.Fármacos: corticóides e anti-histamínicos .Tri-iodado hidrossolúvel . menos dose de radiação Material: 3º e 4º . mais ou menos aos 30 segundos (visualizam-se os rins com maior densidade) 4º Radiografia aos 3 minutos (rins iluminados – contraste nos cálices.Marcadores de lateralidade e tempo (tempo radiológico – tempo de aquisição da imagem dentro do exame) Procedimento geral: 1º Renovesical simples – 35x43cm (avalia parametos de exposição.10.5ml/Kg (crianças) . .Temperatura: 37ºC (temperatura corporal e diminuição da viscosidade.40 minutos (normalmente usa-se quando há atrasos9 .Quantidade: 60 a 90ml (adultos) e 1. logo após a administração do produto de contraste.20.Écrans: universais .Refluxo (sob controlo radioscópico) . centragem e preparação intestinal) 2º Injecção do produto de contraste 3º Realizar uma radiografia após o término da injecção – nefrografia (fase nefrográfica). Raio central no rebordo costal inferior.Esvaziamento da bexiga Cuidado: 95 . Pós-miccional .Injecção em bólus (com a mesma força e pressão) e em menos de meio minuto (para manter a homogeneidade) Material de consumo clínico: . normalmente o contraste está armazenado numa estufa) .Agulha e butterfly (18 e 19G) Questões ético-profissionais Material de consumo radiológico: . 35x35cm . de estiver algaliado não se faz.Resíduo vesical (principalmente por hiperplasia da próstata e infecções urinárias na mulher) .15 e 30 minutos – mais informação. o paciente pode regressar no dia seguinte para realizar uma renovesical simples de forma a verificar se ainda existem vestígios de contraste.

durante uma UIV. Faz-se logo após a nefrografia em caso de imagem suspeita de quistos Nota: rins em bolacha: 2 sistemas excretores.Trendelemburg a 15º no mínimo (se a compressão estiver contraindicada).Aneurisma da aorta .Manobra de Valsava ou. normalmente). realizam-se incidências obliquas.Incidência em DV .Realiza-se após a injecção de contraste Nefrotomografia Chassi: 24x30cm RC: no rebordo costal inferior Finalidade: Ver contornos renais e detecção de quistos renais (hipertensão).Pós – trendlembrug a 15º .Pós – miccional (só resulta se ainda houver contraste nos bacinetes) UIV com técnica de distensão gasosa . tossir . em recurso.Administra-se um refrigerante com gás ou outros. 96 . má formação congénita. pode ser uni ou bilateral. os ureteres podem unir-se ou não e esta união pode surgir a vários níveis (pelve renal ou uréter. os rins podem estar parcialmente unidos.Pós – compressão ureteral ..É mais usado em crianças.Gravidez .Incidência em ortostatismo .Cólica aguda . no caso de não se visualizar a união e para certificar se existe ou não.Compressão ureteral: *Tempo de compressão: 5 minutos (8 minutos no máximo) *Se o doente referir dor – aliviar compressão .Traumatismo abdominal . todas as porções dos ureteres: .Cirurgia recente . . Contra indicações da compressão uretral: . no caso de ser unilateral pode levar a insuficiência renal no lado contralateral. para distender o estômago .Massas abdominais .Doentes em hemodiálise – a injecção do produto de contraste deve ser feita no dia da diálise Manobras para visualização das cavidades pielocaliciais: Entre os 5 e os 10 minutos de uma UIV se não conseguirmos visualizar as cavidades pielocaliciais fazer: .Litíase ureteral Manobras para visualização dos ureteres: Caso não se consiga visualizar.Transplante renal – o rim está na pelve (normalmente na fossa ilíaca direita) .Este vai servir de janela radiológica para os rins .

no plano médio sagital.Doente em decúbito dorsal. Elevar o lado contralateral 45º.Doente em decúbito dorsal. vemos o rim obliquado Incidência de face verdadeira do rim Chassi: 24x30 cm l. Tracção para alinhar o plano médio sagital. Fazemos estudo dos dois. DFf: 1m Posto: potter h. Elevar o lado ipsilateral 20º. Tracção para alinhar o plano médio sagital.Doente em decúbito dorsal. Um vê-se de face. • Estudo do rim Incidência para estudo do rim (neoplasias) Chassi: 24x30 cm t. DFf: 1m Posto: potter h. Posicionamento: . Membros superiores ao longo do corpo. Tracção para alinhar o plano médio sagital. outro vê-se obliquado. Membros superiores ao longo do corpo. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no lado a radiografar Posicionamento: .*Bifidez do sistema excretor: Quando existem dois sistemas excretores que se unem a certo ponto (exemplo: quatro rins). OPE – rim direito de face. Foco: fino Projecção: AP Ph/ Incidência de face AP RC: perpendicular a meia distância entre o rebordo costal inferior e o apêndice xifoide. Membros superiores ao longo do corpo. RC: perpendicular a incidir no hipocôndrio do Foco: fino lado levantado Projecção: AP Posicionamento: . Nota: OPD – rim esquerdo de face. Finalidade: serve para desprojectar o gás do cólon dos rins. 97 . * Duplicidade do sistema excretor: Quando os dois sistemas excretores não se unem (exemplo: 4 ureteres). DFf: 1m Posto: potter h. Observações: Apneia respiratória Incidência oblíqua Chassi: 24x30 cm l.

Chassi: 24x30cm (trans. no PMS.Paciente em decúbito dorsal. as obliquas e a pós-miccional são sempre realizadas .Paciente em decúbito dorsal. Elevação de 45º do lado dir.Perfil nas mulheres (raio central no plano médio coronal mais ou menos ao nível do grande trocanter) Dinâmica do exame: Preenchimento directo total da uretra e per-miccional.• Estudo radiológico da bexiga (neoplasias. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica. permite ver resíduo mixional Nota: . principalmente nas mulheres pela sobreposição do útero . 98 . Oblíquas posteriores direita e esquerda Posicionamento: . Perfil (direita ou esquerda) Posicionamento: . Membros superiores ao longo do corpo. 2 a 3cm para o lado levantado.A per-miccional é realizada principalmente nos homens para estudos da uretra . divertículos) Cistografia Pode ser realizada no decorrer de uma UIV ou por via retrógada. no plano médio coronal Per-miccional: Depende da situação clínica Pós-miccional: Realizada frequentemente.O perfil só em realizado em situações pontuais.A face. ou esq.Paciente em posição lateral com flexão dos membros para conferir estabilidade Raio central perpendicular a incidir 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima no bordo superior da sínfise púbica. (refluxos) Distância foco-filme: 1m Posto: com potter Foco: fino Apneia: respiratória Face em repleção Posicionamento: . Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão. Tracção para alinhar o plano médio sagital.) ou 35x43cm no sentido long.Tipos de refluxo: *Activo: na fase miccional *Passivo: na fase de repleção Uretrografia Pode ser realizada no recurso de uma UIV ou por via retrógada Incidências preferenciais: .OPD e OPE nos homens (raio central na sínfise púbica) .

Pode ser feito uni ou bilateral. Primeira radiografia simples e depois em várias fases de repleção.Ureteropielografia Retrógada Endoscópica (UPRE) .Técnica: Radiografia simples Algaliação da uretra e injecção de contraste (diluído a 50%) Homens: Face AP em decúbito dorsal e OPE ou OPD Mulheres: Face AP em decúbito dorsal e de perfil Repleção máxima da bexiga Radiografia per-miccional (preferencial/) ou com esforço micccional Radiografia pós-miccional Chassi: 24x30cm ou 35x43cm (refluxo) Raio central perpendicular a incidir no bordo inferior da sínfise púbica. A doente é colocada em posição ginecológica para introdução do citoscópio com fonte de luz. 99 .Realizada mais frequentemente nas mulheres. . Cateterização do uréter e injecção do produto de contraste (tri-iodado hidrossolúvel a 50% em soro fisiológico).Técnica: A doente vai urinar e veste uma bata hospitalar. Indicações clínicas: traumatismo da uretra (comum no homem) .Exame não funcional do sistema urinário. . no sentido do fluxo normal). Chassi: 35x43cm Distância foco-filme: 1m Foco: fino .Indicações: Insuficiência renal e na pesquisa de interrupções do uréter ( via anterógrada.Raio central perpendicular a incidir a meia distancia entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior Uretrocistografia miccional Exame não funcional da uretra e bexiga. .

por vezes sem introdução de contraste. normalmente complementado com renovesical-simples TC – estudo global do aparelho urinário com introdução intravenosa de contraste. . cateteriza-se a arvore pielocalicial. uroRM Angiografia – fim terapêutico. Cateter por via percutânea. bacinete e cálices III – igual a II com ligeira dilatação IV e V – refluxo até à arvore pielocalicial com hidronefrose (dilatação exagerada e compensatória de todo o sistema excretor) Outros métodos de imagem: Ecografia – distinguir massas sólidas de liquidas.CUMS (cistoureterografia miccional seriada) . . depois vai subindo. comunicação com o exterior) . 4º Radiografia per-miccional (para avaliar refluxo activo) e pós-miccional Chassi: 24x30cm no sentido longitudinal nas crianças. .Doente em decúbito dorsal.Descompressão renal por obstrução a jusante. uroTC RM – mais caro. 35x43cm no sentido longitudinal nos adultos se houver repleção Raio central na sínfise púbica inicialmente. 100 . cintigrafia renal Nefrostomia (-tomia.Graus de refluxo: I – apenas refluxo no uréter II – refluxo no ureter. Nota: tubo em J – forma usada para recanalizar os ureteres.Pielografia anterógrada: Estudo por via anterógrada da árvore pielocalicial. . .Técnica: 1º Radiografia simples 2º Algaliação da uretra 3º Face AP em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção e oblíquas posteriores direita ou esquerda.Com controlo radioscópico seriado. não usa radiação.Nota: usado para estudo de refluxo passivo nas crianças (refluxo aquando da distensão da bexiga) . introduz-se o contraste e vê-se por radioscopia. estudo contrastado da vascularização renal Medicina nuclear – estudo funcional (fisiologia renal). Serve para ver o cateter foi introduzido no local correcto. é introduzido cirurgicamente.A colocação do cateter pode ser guiada por Eco ou Radioscopia. litíase.Pesquisa de refluxo vesico-ureteral. ..

Estudo radiológico do aparelho reprodutor Aparelho reprodutor masculino Deferento-vesiculografia Chassi:18x24/24x3 0 l. Pode ser feito em conjunto ou separadamente Cavernosografia Chassi: 24x30 cm l. . DFf: 1m Posto: potter h.Incisão no escroto e punção do canal deferente. RC: perpendicular a incidir na raiz do Foco: fino pénis (SP) Projecção: AP Procedimento: . .Priapismo (erecção constante) . . membros em extensão e plano médio sagital alinhado.Colimar de acordo com a região Indicações: .Pode haver necessidade de fazer incidências oblíquas posteriores.Radiografia simples .Radiografias de face e oblíquas posteriores (seguindo o trajecto do produto de contraste) .Injecção por agulha ou butterfly de produto de contraste diluído ou não.Tempos radiográficos: pós-injecção.Doente em decúbito dorsal .Tumores da via seminal . .Traumatismo do pénis . . 3minutos.Exame feito em condições assépticas .Introdução do caverject – vai provocar a erecção do pénis.10. . 5minutos e 10minutos. .Colimar de acordo com a região Indicações: . Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na raiz do pénis (SP) Procedimento: .Introdução do produto de contraste iodado hidrossolúvel.Diagnóstico etiológico (qual a causa) da esterilidade masculina Nota: estudo contrastado do canal deferente (deferentografia) e das vesículas (vesiculografia). DFf: 1m Posto: potter h. 1minuto.Diagnóstico de tuberculose .Radiografia simples em decúbito dorsal.Impotência funcional do pénis 101 .

Incidências de face AP e oblíquas posteriores.Tumores.Radiológico . direita e esquerda .Infecções actuais ou recentes .Cateterismo e pequena introdução de contraste sob controlo radioscópico (o contraste é introduzido através do histeroscópio) .Aquisição de várias radiografias em diferentes graus de repleção uterina. com opacificação das trompas e passagem ao peritoneu (os ovários não estão em contacto directo com as trompas .Radiografia simples (já com a paciente em posição ginecológica) .Gravidez . compressas.Obstruções tubárias .Massas pélvicas .Radiografia de “esvaziamento” (depois de tirar o histeroscópio) .Mesa telecomandada com fluoroscopia Chassi: 24x30 cm l.Doença de Peyronie – deformação do pénis por calcificação dos corpos cavernosos Aparelho reprodutor feminino Histerosalpingografia Material: . quistos . DFf: 1m Posto: potter h.Infertilidade Contra-indicações: . pinças…) . Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na SP Procedimento: ..Anomalias congénitas .Colimar de acordo com a região Indicações: .Hemorragias graves 102 .DIU (dispositivo intra-uterino) .Pode haver necessidade de radiografia tardia.Consumo clínico (produto de contraste. para ver a reabsorção peritoneal (é indicativo da permeabilidade das trompas) .Histeroscópio Equipamento: .

11. Estudo radiológico do aparelho digestivo
Estudos não contrastados
Incidência abdominal de face em decúbito dorsal Chassi: 35x43 cm l. DFf: 1m Posto: potter h. Foco: grosso Projecção: AP

RC: perpendicular a incidir a meia distância entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior, no PMS.

Procedimento: - Decúbito dorsal. Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão. Alinhamento do plano médio sagital. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Nota: - Permite um melhor detalhe anatómico - Deve incluir as hemicúpulas diafragmáticas - Queremos ver ar e calcificações - Não é obrigatório incluir a SP, mas as hemicúpulas é. Incidência abdominal simples de face em pé Finalidade: - Ver distribuição aérea e calcificações; níveis aéreos são normais no estômago e intestino grosso. - Ruptura de víscera oca (sinal de foice gasosa; mais facilmente identificado do lado direito) - Oclusões e sub-oclusãoes Chassi: 35x43 cm l. DFf: 1m Posto: potter v. RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: grosso entre as cristas ilíacas e o rebordo costal Projecção: AP/PA inferior, no PMS. Posicionamento: - Paciente em ortostatismo para uma projecção PA (preferencialmente). Plano médio sagital perpendicular ao chassi e plano coronal paralelo ao mesmo. Afastamento dos membros superiores. Pés ligeiramente afastados para dar maior estabilidade. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória (em alternativa para ver as hemicúpulas diafragmáticas em doentes muito altos – apneia inspiratória) Critérios de boa realização:
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- Bom enquadramento – visualização desde as cúpulas diafragmáticas até à sínfise púbica - Não rotação do corpo

Incidência de decúbito lateral (Alternativa à abdominal simples em pé caso o paciente não consiga levantarse ou o ortostatismo) Chassi: 35x43 cm t. DFf: 1m Posto: depende da ampola Foco: grosso Projecção: PA

RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no PMS.

Procedimento: - Paciente em decúbito lateral esquerdo ou direito. Elevar o corpo. Chassi encostado ao abdómen. Membros inferiores flectidos (maior estabilidade). Membros superiores: o do lado encostado a apoiar a cabeça, e o oposto a segurar o chassi. - Colimar de acordo com a região. Observações: Apneia inspiratória Tempos de espera: 5minutos Dependendo do objectivo: Ruptura – decúbito lateral esquerdo para não se confundir com a bolha gástrica Oclusão – é indiferente, decúbito lateral esquerdo ou direito Incidência tangencial Chassi: 35x43 cm t. DFf: 1m Posto: potter v. Foco: grosso Projecção: tangencial
(Incidência de necessidade)

RC: perpendicular e horizontal a incidir a meia distância entre o bordo anterior e o bordo posterior do abdómen, ao nível do rebordo costal inferior.

Procedimento: - Paciente em decúbito dorsal e encostado ao potter. Corpo elevado com um apoio rígido. Membros inferiores em extensão. Membros superiores o mais para cima possível. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Nota: só identifica a presença, ou não, de níveis hidroaéreos.
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Tempo de trânsito cólico Utilização de marcadores radiopacos Objectivos: ver se existe inércia cólica e visualização de todo o cólon; casos de obstipação Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal Preparação: - Paciente ingere 20 marcadores por dia durante 6 dias, sempre à mesma hora. O paciente deve manter a sua rotina normal e sem dietas. - No sétimo dia faz-se uma renovesical a abranger desde as cúpulas até à sínfise púbica.

Estudos contrastados

RC: perpendicular a inicidir a meio da linha que une as cristas ilíacas.

Estudo contrastado do esófago Normalmente encontra-se colapsado; Pode ser dividido em 3 porções em radiologia: 1/3 proximal (superior) – cervical 1/3 médio – torácico 1/3 distal (inferior) – abdominal Produto de contraste: - BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa, ou em suspensão - Gastrografina (iodado hidrossolúvel) – suspeita de perfuração ou fístula (excepto fístula traqueo-esofágica, porque o bário vai ter saída, devido ao reflexo de tosse ao nível da traqueia não tendo assim tendência para impactar; numa fistula para os brônquios, como o calibre é menor, e os brônquios não possuem mecanismos de refluxo, o bário não sai, logo vai impactar) 1. Estudo baritado standard Contraste: suspensão de bário A radiografia é fundamental para estudar o peristaltismo para verificar a distensibilidade esofágica. As incidências vão variar, desde o perfil, face e oblíquas. No entanto, todas devem ser realizadas em ortostatismo e decúbito dorsal. Perfil: mais útil na porção cervical do esófago. Permite detectar desvios antero-posteriores do esófago. Face: finalidade de evidenciar desvios laterais do esófago. Oblíquas posteriores: permitem o estudo de lesões esofágicas. O grau de rotação do corpo varia (aproximadamente 45º). RC perpendicular a incidir: - ao nível da cartilagem tiroideia – porção cervical - na incisura jugular – porção cervical e média - a meio do esterno – porção média e distal Notas: - Na porção cervical, pedimos ao doente para manter o contraste na boca até ao momento em que se vai realizar a aquisição, altura em que engole.
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deglute-se fraccionadamente de forma a obter uma boa aderência da mucosa esofágica. B) Em situações difíceis. introduz-se a sonda até ao esófago terminal. à medida que esta é retirada. 2.Lesões da mucosa: não se verifica variação das pregas Pesquisa de fístula traqueo-esofágica Não basta verificar a presença de contraste para diagnosticar uma fístula.Utilizada na pesquisa de lesões vasculares. .Assegurar que a presença de contraste na árvore respiratória não foi causada por aspiração (disfunção da glote) Em caso de dúvida. o ar é introduzido por sonda.Ampola epifrénica: surge como uma acumulação de contraste devido à contracção do diafragma (hiato esofágico). ou em suspensão.Permite a distensão entre o espessamento das pregas por varizes e o causado por lesão da mucosa. Manobra de Valsalva . pois vai activar a produção de saliva. que se vai misturar com o contraste ajudando a sua progressão.Varizes esofágicas: esta manobra provoca ingurgitação das pregas (pregas ficam mais enrugadas) . só tem interesse quando o estudo é feito em ortostatismo . Estudo em camada fina Produto de contraste: BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa. e são obtidas as mesmas incidências do estudo em repleção (face. regra geral. Após a mastigação da pasta. . e. Têm particular interesse pois permitem uma maior distensibilidade do esófago e um melhor estudo da mucosa (útil na pesquisa de tumores). Estudo contrastado do estômago e duodeno 106 . é necessário também: . 3.O esófago começa mais ou menos ao nível da cartilagem tiroideia .O perfil. Estudo em duplo contraste Finalidade: Pesquisa de tumores. administra-se contraste até que se evidencia o trajecto fistuloso. Permite um estudo das pregas esofágicas com detecção precoce de varizes. Tem a vantagem de não formar bolhas e de fornecer melhores imagens. perfil e obliquas).. aumenta a aderência à parede. Nota: pedimos para o paciente mastigar. erosões e neoplasias. Técnicas: A) Ingestão de contraste baritado de elevada densidade seguindo-se a ingestão de um produto de contraste negativo de característica efervescente. É o mais desconfortável para o doente. Realizam-se as mesmas incidências que na anterior.Demonstrar o trajecto fistuloso .

Manter expiração profunda Com a expiração: 107 . assim.O grau da eventual estenose no 1/3 inferior do esófago .Extensão da herniação gástrica .Quantidade de contraste: a necessária para encher o estômago (300 a 500ml) .1 Estudo em camada fina com reduzida quantidade de contraste (muito demorado). no mínimo.Bolbo e arco duodenal: Face.Úlceras no interior de defeitos de repleção . decúbito ventral e decúbito dorsal com compressão doseada (para ajudar progressão).Fundo. poder caracteriza-las Pesquisa de hérnia do hiato Deve determinar: . . Interesse da compressão: . Finalidade: estudo das pregas gástricas. através de controlo radioscópico: 1.Ortostatismo: pede-se ao doente que proceda a uma inspiração profunda.1.Presença de erosões e úlceras no estômago ou na porção herniada do estômago .Desdobras estruturas .Colocar de perfil imagens de adição ou subtracção que se encontrem nas faces anterior e posterior e. 1. corpo e antro: Face com e sem compressão.Decúbito ventral: para que o fundo gástrico fique distendido e se possa demonstrar a totalidade da hérnia Diagnóstico diferencial entre ampola epifrénica e hérnia do hiato: .Consoante a porção do estômago a estudar.Nichos ulcerosos e respectivas características . e imagens de conjunto de perfil e oblíquas (posterior e anterior) do estômago. no período de jejum (para evitar secreção gástrica). a incidência vai ser diferente. Abstenção de fumar.Junção esófago-gástrica: Face e OPE ou OPD .Radiografias em ortostatismo. deve-se fazer uma imagem de conjunto de face do estômago e duodeno em repleção.Evidencia com maior facilidade imagens subtractivas e sua extensão . . será necessária compressão doseada.Aspecto do padrão mucoso da porção gástrica herniada Este estudo é efectuado em: . mantida quando o contraste atinge a porção inferior do esófago . Se houver estase gástrica. perfil ou OPD em repleção e em esvaziamento No fim do exame. A realização deste exame inclui uma avaliação funcional. e por vezes. . de 6 horas. há que proceder à aspiração nasogástrica. Estudo gastro-duodenal standard Preparação: Jejum.Distinção entre úlcera e uma acumulação de bário nas pregas da mucosa Interesse da rotação do doente: . perfil e oblíquas .2 Estudo em repleção – pode ser útil a técnica de alta quilovoltagem para evidenciar lesão.

Menor eficácia no diagnóstico de fístulas . Este estudo é efectuado em: . Posteriormente.Mal visualizadas .Hérnia mantém-se ou até aumenta (hérnia hiatal) Pesquisa de refluxo gastro-esofágico Deve determinar: .Porque o ar distende muito as estruturas.Mais preciso no diagnóstico de pequenas lesões (pólipos. Técnica: Ingestão de pequena quantidade de contraste positivo. Estas são para variar consoante a região a estudar.Ampola epifrénica desaparece (normal) . Incidências de face AP. Quantidade de bário: apenas o suficiente para barrar a mucosa gástrica. erosões) . pois as acumulações de contraste podem encobrir lesões.Por pouca quantidade de contraste para cobrir o trajecto da fístula . seguem-se manobras para barrar o estômago – decúbito dorsal  decúbito lateral esquerdo  decúbito ventral (e vice versa). se houver refluxo este evidencia-se. má aderência do bário. formação de bolhas intra-gástricas) . passando-se de seguida à obtenção de radiografias nas diversas incidências. Vantagens do duplo contraste: . Dá-se o contraste ao doente e depois água para limpar o esófago. Decúbito dorsal. Introduz-se o contraste negativo. empurrando o contraste para a mucosa.Estimativa mais fidedigna quanto à extensão das lesões neoplásicas.Menos bem tolerado por alguns doentes.Decúbito dorsal: para ver se há refluxo. face à presença de ar e ao desconforto da distensão Fístulas: .Melhor caracterização de alterações da mucosa na vizinhança de lesões orgânicas (diagnóstico diferencial de úlcera benigna e neoplasia ulcerada) . perfis e ortostatismo de face. sobretudo nas formas infiltrantes .. manda-se o doente tossir. ficando só uma fina camada Estudo contrastado esófago-gaastroduodenal Contraste: suspensão baritada 108 . Nunca para o lado direito porque o contraste passa para o duodeno. Desvantagens do duplo contraste: .Maior dificuldade de execução técnica e de obtenção de boas imagens (estase gástrica. Estudo em duplo contraste Contraste positivo: sulfato de bário. 2.Maior acuidade no diagnóstico precoce de Ca do estômago. com alta densidade e alta viscosidade Contraste negativo: ar administrado por sonda ou produtos efervescentes (menos incómodo para o doente) que libertam dióxido de carbono no estômago. OP em decúbito. PA.Existência de refluxo gastro-esofágico e a facilidade com que se produz.

É um exame dinâmico e morfológico. Modificadores do trânsito intestinal: Exemplos: medicamentos que aceleram o trânsito. Os radiogramas em trendelemburg são indicados quando se verifica acentuada sobreposição das ansas na escavação pélvica.Repleção (300 a 500ml) . A compressão abdominal é aconselhável na individualização das ansas e para esclarecimento de imagens duvidosas. Devem-se adquirir imagens faseadas com controlo radioscópico e com compressão. com e sem compressão para conseguir a sua demonstração em repleção e em esvaziamento. Ingestão do sulfato de bário (suspensão). Só termina com a chegada de contraste à válvula ileo-cecal. 1. Trânsito intestinal com grande quantidade de contraste: Quantidade: 350 a 500ml.Em duplo contraste (contraste mais viscoso e em menor quantidade) – o esófago é estudado no fim Estudo contrastado do intestino delgado Preparação: Jejum. no mínimo.Maior distensão . No fim executa-se um estudo do íleo terminal e válvula íleo-cecal: face e rodar o paciente para OPE.Estudos possíveis: . se necessário. 1.Vantagens: . Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal apenas para a radiografia final de conjunto. O paciente espera (de preferência sempre a andar) até que o contraste atinja a última ansa do intestino delgado. . produtos hiperosmolares (gastrografina) misturados com bário.Maior extensão de ansas 109 . medicamentos que retardam o trânsito. Indicações: Doentes que não toleram a intubação naso-gástrica e estudo morfológico e da motilidade. Vão-se obtendo radiografias até ao preenchimento do cego. Trânsito intestinal Pode ser feito com pequena e grande quantidade de contraste.1.Impregnação mais rápida . de 6 horas.

Indicações: .Processo oclusivo.Menor probabilidade de diluição e floculação do contraste . ou perfuração intestinal (neste caso.Em repleção Final – imagem de conjunto em decúbito ventral Vantagens: .Má aderência do bário com lavagens do intestino pela metilcelulose. carcinomas) .150 a 300ml de contraste baritado . 3. Estudo do íleo terminal: . Enteroclise simples Preparação: Jejum 110 ..Com ampliações . Contra-indicações da enteroclise: .cerca de 1.5ml de metilcelulose (vantagem de ter um efeito laxante) A metilcelulose lava o contraste positivo.Sobreposição de ansas dificulta menos a apreciação de imagens.A metilcelulose pode ultrapassar a coluna baritada.Estudo de pregas . mas tem fraco poder opacificante).Sobreposição de ansas .Follow-up da doença de Crohn . podem-se usar pequenas quantidades de gastrografina. deixando apenas uma fina camada de bário aderente à mucosa intestinal e originando assim o duplo contraste. Técnica: Após a administração de metilcelulose obter imagens com e sem repleção. Enteroclise com duplo contraste Introdução por meio de uma sonda naso-jejunal a jusante do ângulo de Treitz de: . impedindo a cobertura da mucosa.Estudo da mucosa intestinal com maior eficácia na detecção de pequenas lesões (pólipos.Estudo da função intestinal .Contra-indicado em caso de oclusão intestinal 2. Desvantagens: .Desvantagens: . .Melhor imagem .Pesquisa de estenoses .

.Invaginação cólica na criança Técnica: .Aumento da acuidade diagnostica de lesões orgânicas Estudo contrastado do cólon 1. .Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego). 111 .Estudo do intestino delgado por meio de uma sonda naso-jejunal. Clister opaco Estudo retrógrado do cólon.Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e.Paciente em decúbito ventral ou decúbito lateral esquerdo. colocada 2 a 3cm a jusante do ângulo de Treitz (flexura duodeno-jejunal). Vantagens: .Suspeita de perfuração intestinal .É introduzido o produto de contraste positivo através de uma cânula.Maior distensão das ansas . Estudo da mucosa e avaliação da capacidade funcional. Abertura do piloro – em OPE. Entubar com ou sem controlo radioscópico (decisão médica). Contraste: suspensão de bário muito diluída (até 2 litros da água) Quantidade: a necessária para completa repleção do cólon Indicações para uso do contraste iodado hidrossolúvel: . Administração de contraste – sulfato de bário de alta densidade. . Técnica: Analgesia da glote. depois novamente Trendelemburg. estudo do íleo.Opcional: conjunto do cólon após esvaziamento: face em decúbito ventral. face em decúbito ventral . .Sob controlo radioscópico segue-se a coluna baritada e obtêm-se radiografias individualizando os vários segmentos cólicos.Seguidamente o doente é colocado em Trendelemburg. Finalidade: estudo exclusivamente morfológico do intestino delgado.Fístula vesíco-cólica ou outras . No final. É indispensável o desdobramento dos vários segmentos cólicos mediante criteriosa escolha de posições e incidências.No fim faz-se uma imagem de conjunto do cólon. evitando-se a sobreposição das haustras. . Aquisição de várias imagens.Administração do contraste com o débito desejado . . utilizado em casos de extrema urgência. tendo sempre em conta possíveis excepções ao procedimento habitual.

Características de benignidade ou malignidade dos pólipos . Insufla-se o contraste negativo até se conseguir uma adequada distensão cólica. Seguidamente. granulações da mucosa) – diagnóstico diferencial 112 . Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e.Cólon sigmóide: face AP com angulação ascendente (ou PA com angulação descendente) ou oblíquas anteriores .Ângulo esplénico: ortostatismo (por causa do ar) em OPD (afastar a estrutura) em chassi 24x30cm .Doença inflamatória (erosões.Cólon descendente: face com inclinação da mesa a 45º (para o ar subir). em ortostatismo e OPD (30 a 45º sempre) . Jejum (6 horas).Reduz os espasmos .Conjunto do cólon: face em decúbito ventral Pode ser feita ou não a prova de esvaziamento (defecografia). Retira-se o excesso de contraste. Introdução do contraste positivo através de uma cânula. Administração de laxantes.Facilita o diagnóstico diferencial de estenoses (sua distensabilidade) Vantagens: Estudo da mucosa: . Preparação: Dieta e limpeza intestinal rigorosa.Cólon ascendente: Trendelemburg (ar desce para o cego) ou decúbito ventral ou OPE ou OAD .Ampola rectal: face. com o doente em decúbito ventral ou perfil (esquerdo) com flexão dos joelhos. pois: . depois novamente Trendelemburg. com o doente em decúbito ventral.Diminuem a sensação de desconforto abdominal .Cego: Trendelemburg .Cólon transverso: face com inclinação da mesa a 45º ou decúbito ventral em chassi 35x43cm . ulcerações. Clister com duplo contraste É o exame standard para estudo do cólon.Ângulo hepático: OPE em ortostatismo em chassi 24x30cm . Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego). cessa-se a introdução de bário. perfil (ver distância entre ampola rectal e o sacro – espaço pré-sagrado). Incidências habituais: . o doente é colocado em Trendelemburg.Pólipos inferiores a 1cm . oblíquas em decúbito ventral . Contraste: Positivo – suspensão de bário (400 a 600ml) e negativo – ar A água da suspensão deve estar morna para reduzir os espasmos.2. Aquisição de várias imagens. Podem ser usadas medicações anti-espasmódicas por via endovenosa. Técnica: Executado sob controlo radioscópico.Permite uma maior distensão cólica . Quando a papa atinge o ângulo esplénico.

Extensão das lesões (maior precisão do que o clister opaco) 3. .Estudo de lesões funcionais da ampola rectal ou alterações da musculatura perineal. rectocelo e discinésias (dificuldade na motilidade) do músculo puborectal.. O paciente é sentado num dispositivo próprio. Finalidade: . Defecografia Técnica de estudo morfológico – dinâmico do ânus e recto. que possam interferir na defecação. Exame incómodo. com aumento da pressão abdominal sem defecar e durante a defecação. incontinência. em posição de perfil. Obtêm-se radiografias em três fases: repouso. 113 . Pode-se fazer no seguimento de um estudo retrógrado.Diagnóstico de prolapso.Diagnóstico diferencial de estenoses .

Eventualmente. Preparação: Limpeza intestinal prévia e jejum Objectivo: Estudo da permeabilidade das vias biliares para verificar a existência de cálculos.Radiografias em decúbito em OPD.Radiografia simples aos 10 minutos. Dinâmica do exame: . muito lenta de contraste iodado hidrossólúvel. .Decúbito ventral. CPT e CPRE. Preparação: .Limpeza intestinal prévia e jejum.Método de opacificação directo das vias biliares por punção directa. chassi: 24x30cm. . após a radiografia simples localizada ao hipocôndrio direito. depois de 10 em 10 minutos até à opacificação máxima da árvore biliar (30 a 40 minutos).Calcificações da vesícula biliar (“vesícula de porcelana”) .Aerobilia Face PA .Verificar a existência de densidades cálcicas – cálculos radiopacos .Actualmente foi substituída pela ECO. chassi: 24x30cm no sentido transversal) ou à globalidade do abdómen (raio central perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no plano médio sagital. Contraste: tri-iodado hidrossolúvel não-iónico diluído a 50% (dependendo do equipamento de radioscopia). .Radiograma simples seguindo-se de vários radiogramas em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção (decisão médica). . Estudo radiológico do tracto biliar Estudos não contrastados Radiografia abdominal simples Finalidade: . Colangiografia per-operatória . chassi: 35x43cm). 114 . Tempos radiográficos: . rodar 20 a 40º.Método de opacificação indirecto de toda a árvore biliar mediante a injecção endovenosa.Pode ser localizada no hipocôndrio direito (raio central perpendicular a incidir na linha médio-clavicular ao nível da décima primeira costela. Esta incidência serve para desprojectar a vesícula do gás presente no cólon e/ou da sombra renal.Por fim realizam-se cortes tomográficos. Estudos contrastados Colecistocolangiografia endovenosa (desuso) .Realizado no bloco operatório com equipamento de arco em “C”.12. Obliqua Anterior Esquerda .

(radiograma: imagem adquirida por radioscopia) 115 .podem ser realizadas oblíquas e perfil.

como a extracção de cálculos. .Técnica diagnostica e terapêutica. através da caracterização da ampola de Vater. via endoscópica (o endoscópio é introduzido pela boa) .Colangiografia pós-operatória ou por dreno de Kehr (tubo em T) . Breve referência à colecistostomia 116 . .Método de opacificação das vias biliares e do sistema exócrino pancreático.Método de opacificação directo das vias biliares através da introdução de produto de contraste por dreno.Radiografia em semi-repleção e repleção.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e antitrendelemburg. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel não iónico diluído a 50% em soro fisiológico. diluído a 50% em soro fisiológico Dinâmica do exame: .Radiografia final de controlo sem o endoscópio .Radiografia simples . Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) . Preparação: Jejum Tempos radioscópicos: . são realizadas exposições radiográficas em decúbito dorsal. demonstrando diferentes graus de repleção. Dinâmica do exame: . . diluído a 50% em soro fisiológico.Permite o estudo morfológico e a realização de procedimentos de intervenção.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e antitrendelemburg Colangiografia percutânea trans-hepática (CPT) . .Face em decúbito ventral.Após a radiografia simples e punção dos ductos. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo Trendelemburg e antitrendelemburg. a colocação de prótese e a drenagem biliar. A colocação deste dreno surge sempre que se verifique ou suspeite de cálculos na árvore biliar e que não é possível a sua remoção cirúrgica.Radiografia simples centrada no hipocôndrio direito (fígado) ou região epigástrica (pâncreas) –consoante a informação clínica .Permite a demonstração do calibre e permeabilidade das vias biliares e a presença de cálculos. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel. Nota: centragem ao nível do hipocôndrio direito (linha médio-clavicular – divide a clavícula a meio – ao nível do rebordo costal inferior.Método de opacificação directo das vias biliares através da punção dos ductos biliares (guiada por ECO ou radioscopia – ductos dilatados).Radiogramas com diferentes graus de repleção . .

por punção directa guiada por ECO.O controlo é feito passado alguns dias por ECO e/ ou radioscopia.Método de opacificação da vesícula biliar.. 117 . .Este procedimento permite a drenagem da bílis da vesícula biliar provocando uma descompressão da mesma e consequentemente uma melhoria do estado geral. .

são muitos canais Produtos de contraste: Iodados hidrossolúveis: .Paralisia facial sem causa aparente .13.Processos inflamatórios em estado agudo.Conseguem-se maiores graus de repleção porque aderem melhor às paredes.Realização de radiografias simples: duas incidências por glândula a estudar . de preferência com controlo radioscópico.Submandibular: canal de Wharton (nível do freio lingual) Fases primordiais da sialografia: . o que pode agravar a inflamação) Localização: Relacionadas com a mandíbula. pior imagem Iodados lipossolúveis: .Massas palpáveis . Indicações: . logo fornecem melhores imagens .Fase de esvaziamento Para cada fase deverão realizar-se duas incidências.São os mais usados .Desvantagem: muito viscosos .Sialografia .Fase de preenchimento ou repleção: cinco minutos após a administração do ácido cítrico .Broncografia Cateterização: .Calcificações . Estudo das Glândulas salivares Sialografia Estudo contrastado. 118 . Submandibular – ao nível dos gónions.Vantagens: fácil introdução e esvaziamento .Secura da boca com etiologia desconhecida Contra-indicações: .Quantidade – no máximo 2ml .Não são muito utilizados.Permanecem mais tempo na glândula . Importante: Anotar em cada imagem a fase em que se radiografou e a quantidade de produto de contraste utilizado.Introdução do produto de contraste por cateterização (directa) dos canais principais das glândulas em estudo: . abre ao nível do freio da língua Parótidas – abrem ao nível do segundo molar superior Sublinguais – abrem em locais diferentes.Parótida: canal de Stenon (nível do segundo molar superior) .Directa no canal Produtos de contraste – a cateterização . Exemplo: parotidite (porque o contraste provoca chamada de líquidos.

Membros superiores em extensão.Seringa de 2ml. Alinhar o plano médio sagital. Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral.Enquadramento supero-inferior desde a ATM até ao gonion e lateralmente abrangendo toda a glândula . luvas esterilizadas. Apneia respiratória Raio central angulado 25 a 30º caudo-craniano a incidir abaixo do gónion contralateral (3cm) de maneira a emergir no gónion ipsilateral. Apneia respiratória Raio central perpendicular a tangenciar a glândula parótida. . Colimar à região de interesse. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions. Plano médio sagital paralelo ao filme. gazes pequenas.Material utilizado: Material de consumo clínico: . Membros inferiores e superiores em extensão. Critérios de boa realização: . dilatadores. limão e foco de luz para que o médico faça a cateterização. cateter em polietileno.Realizam-se duas incidências por glândula Chassi: 18x24cm Écrans de reforço: universais Foco: fino Ampola de contraste lipossolúvel Posto: potter horizontal Glândula parótida Incidência de face tangencial Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal. Glândula submandibular Incidência da face tangencial Posicionamento: 119 . Puxar ombros para baixo. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa de exames.Glândula no centro de colimação . Extensão da cabeça para afastas dos ombros.

Inclinação da cabeça para o lado a radiografar de 15 a 20º. 120 . Schuller II (em alternativa para o estudo de face da glândula parótida). perfil estrito. Membros inferiores e superiores em extensão. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa. Apneia respiratória Raio central perpendicular a emergir a meia distância entre o gónion e o mento do lado ipsilateral. Apneia respiratória Raio central perpendicular a incidir a meia distância entre o gónion e o mento do lado contralateral e ligeiramente abaixo. Colimar à região de interesse.Paciente em decúbito dorsal. Plano médio sagital paralelo ao filme. Membros superiores em extensão. Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral. Alinhar o plano médio sagital. Extensão da cabeça para afastar dos ombros. Outras incidências complementares: Hirtz. Colimar à região de interesse.

.Compressão óptima do seio. Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi. As zonas cegas (não exploradas) na incidência de face crânio-caudal: quadrantes superior do seio.14. . Critérios de boa realização: . a data de execução do exame.Ausência de artefactos.Identificação da película com o nome do paciente. ficando o mamilo posicionado de perfil. alto contraste dos diversos tipos de tecidos e óptima resolução de imagem. 121 .Adequada penetração das áreas densas. A marcação da película é colocada do lado axilar do seio. Estudo radiológico da mama . prolongamento axilar. . região externa. As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. Depois de realizada a elevação do seio. o nome da incidência realizado e o lado radiografado.Senologia Incidências fundamentais de um exame de rotina 1. o limite superior do bucky é colocado ao nível do sulco infra mamário ou um pouco mais acima. O seio é “puxado” para a frente na direcção do centro do bucky.Incidência crânio-caudal Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em pé ou sentada. A cabeça roda para o lado contrário a radiografar. de modo a fazer um ângulo de 90º com a parede torácica. O braço do lado a radiografar deve ser relaxado e o ombro afastado de zona a estudar.

Ausência de artefactos. .Incidência oblíqua médio lateral Esta incidência tem a vantagem em relação ao perfil de englobar uma maior quantidade de tecido mamário.Boa exposição 122 .Ausencia de pregas cutâneas.Músculo grande peitoral projectado oblíqua e posteriormente ao campo mamário. . de tal forma que o cavado axilar fique apoiado no ângulo superior do bucky. As zonas cegas na incidência oblíqua médio lateral: parte alta do quadrante supra-interno. com o tórax largo e o peitoral horizontal. . .Mamilo de perfil e fora do tecido mamário. devendo o técnico posicionar-se no lado oposto ao que está a radiografar. antes do posicionamento. A ampola e o bucky são simultaneamente angulados a 45º (30º a 60º).Visualização do sulco inframamário. . juntamente com a mama em sentido medial e mantêlo nessa posição em contacto com o bucky. A compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. Raio central entra no seio médio-lateralmente. Cabe ao técnico escolher o valor do ângulo mais adequado palpando o peitoral e determinando a sua orientação. ficando limite superior com o compressor abaixo da clavícula. Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em ortostatismo ou sentada. A margem cubital da sua mão deve fazer deslizar o músculo peitoral.O fim do músculo grande peitoral deve ser ao nível do mamilo.2. sobretudo a nível posterior do prolongamento axilar mamário. perpendicular ao músculo peitoral do paciente.Bom contraste. O músculo peitoral. poderá ser melhor examinada com um ângulo de 60º com a vertical. e o seu limite inferior deve incluir o sulco intramamário. . ou seja. Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi. terá como indicação uma inclinação de 30 a 45º com a vertical. . O braço ipsilateral é colocado para a frente e a mão é apoiado na barra de suporte desse lado. enquanto que uma paciente brevilínea. juntamente com a face lateral da mama adjacente é amplamente mobilizável no sentido medial. A paciente deve estar virada para a frente como na incidência crânio-caudal embora rode levemente o tórax para que o seio contralateral não interfira com o feixe. com o peitoral próximo da vertical. Uma paciente longilínea. Critérios de boa realização: .

Perfil a 90º Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: A paciente deve estar virada para a frente do aparelho. 123 . • Diminui a área de exposição. 3. O braço do lado a radiografar é colocado para a frente e a mão é apoiada na barra de suporte desse lado. Protecção: avental de chumbo na cintura Raio central perpendicular ao chassi. se a lesão se encontra nos quadrantes internos As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. Podem ser executadas em qualquer incidência. Localizadas.Encostando o musculo peitoral ao bucky. Incidências complementares 123456Perfil a 90º (médiolateral). Incidência localizada Utiliza-se um dispositivo de compressão pequeno. 2.Músculo grande peitoral: Triangular de base superior e vértice inferior projectado ao nível do mamilo posteriormente. se a lesão se encontra nos quadrantes externos (perfil ML) . consoante a localização de lesão a estudar: . Túnel. Densidade muito superior ao tecido mamário independentemente do tipo de tecido mamário. Incidência em túnel Permite observar os quadrantes internos de ambas as mamas em simultâneo. • Aumenta o contraste e a resolução espacial.Encostando a zona medial do seio ao bucky. Em determinadas patologias poderá haver aumento dos gânglios axilares. Objectivo: • Dissocia melhor os tecidos e reduza ainda mais a espessura da porção a estudar. Prolongamento axilar 1. Perfil invertido (lateromedial). Macrorradiografia. Pode ser realizado se 2 formas.

4. Macrorradiografia • Foco ultra-fino (0.1 mm) • Dispositivo que permite aumentar a DOF e diminuir a DFO • Utiliza-se em qualquer incidência • Não se utiliza grelha anti-difusora • Ar funciona como um filtro Objectivo: • Melhor visualização de microcalcificações agrupadas • Melhor definição de nódulos (contornos, conteúdo) • Melhor visualização de condensações mal definidas • Demonstração de uma lesão que apenas é observada numa incidência • Melhor visualização na galactografia, quando existem lesões que ocupam espaços intra-ductais

Mamografia masculina/pós-mastectomia
- Incidência obliqua médio-lateral A angulação depende do tipo de paciente (= à das mulheres)

Exame mamográfico a mamas com próteses
Localização das próteses: - Retro glandulares - Submusculares Incidências • Crânio-caudal e OML com a prótese luxada; • Crânio-caudal com perfil estrito com a prótese local A prótese terá de ser luxada porque devido à sua elevada densidade pode ocultar lesões malignas. Apenas serão luxadas as próteses retroglandulares. Técnica de Eklund Ligeira compressão sobre o seio e prótese, de seguida a prótese é luxada para trás durante a restante compressão. A compressão correcta à atingida, excluindo totalmente a prótese.

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- Galactografia Existem situações em que a radiografia convencional, entendida em termos de simples mamografia é insuficiente para assegurar o diagnóstico. Para o diagnóstico correcto de lesões quisticas, intraquisticas ou de corrimento mamilar para além dos exames de rotina (exame clínico e mamografia) é necessário lançar mão de outros métodos complementares. Quando existe escorrência mamilar o radiologista tenta a visualização retrógrada dos canais que determinam esse corrimento, injectando uma substância radiopaca no ducto atingido. Este exame designa-se por galactografia. O produto de contraste é administrado por via retrógrada. Para a realização deste exame é indispensável uma boa iluminação localizada à mama e mamilo em estudo, e ainda a preparação de todo o material a utilizar, de preferência sem a observação directa da doente. Material - Kit com dilatadores, uma agulha sem bisel, uma seringa. Os dilatadores usados são de menor para maior calibre, são rombos e não bicudos (para não perfurar o canal). - Contraste iodado hidrossolúvel (o lipossolúvel não pode ser utilizado porque se este entra em circulação pode causar embolia.). - Compressas, fixador e agua oxigenada. Neste exame não é possível muita compressão porque o contraste poderá sair com a compressão. Técnica • Assépsia da pele e do bucky • Marcação do poro a dilatar o poro • Cateterismo e injecção do contraste (1 a 3 cm3) A agulha da injecção de contraste é romba e ligada a um extensor que está ligado à seringa para ganhar espaço (aumenta a margem de manobra) Cuidado: ao injectar não entra bolha de ar pois vais prejudicar a imagem • Realizar 2 incidências (crânio-caudal e perfil estrito ou oblíqua, por vezes podemos ter de realizar as 3) com compressão moderada (para não sair contraste), aumentar 1 a 2 kV relativamente a mamografia simples; • Evacuação do contraste (tirar tamponamento e comprimir a mama) Antes da injecção de contraste realizar uma imagem de base. Indicações Corrimento de um canal galactofilo e quando não se sabem as causas. Contra-indicações Quando não há escorrência mamilar (porque não se sabe qual é o canal) Corrimento bilateral ou pluricanal (porque as imagens sobrepõem-se) Invaginação mamilar( perigo de perfuração) Existência em exame rádio-clinico de sinais bem evidentes de lesão maligna na mama onde se verifica o corrimento; Mama com sinais inflamatórias aparentes (mastites)

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- Quistografia gasosa Método útil para diagnostico de lesões do tipo quisticas e intraquisticas. A doença quistica é mais frequente lesão da mama (principalmente no período pré-menopausico). Traduz-se radiologicamente pelo aparecimento de opacidades nódulas (devido a alterações hormonais, que levam a uma alteração do tamanho da mama e podem provocar quistos). Imagem hipotransparente - opacidade mais elevada que o resto do tecido com forma de nódulo. Os quistos podem ser: sólidos, líquidos, semi-sólidos, semi-líquidos. Objectivo: • Definir paredes quisticas; • Fazer o exame citológico para pesquisa de células neoplásicas; • Mesmo efectuando um exame correcto rádio-clinico da mama, é muitas vezes impossível o diagnóstico de lesões intraquisticas, isto porque à palpação só se pode distinguir o nódulo quistico, não se podendo detectar a formação intracavitária. Actualmente este aspecto é ultrapassado com recurso à ECO; • As lesões malignas podem ser ocultadas por um quisto (anterior ou posteriormente). Técnica: • Esvaziamento completo do quisto com compressão localizada da mama. Se o liquido não for todo extraído, está criada uma das condições para se vir a verificar a recidiva do quisto (para ter a certeza que o liquido for extraído, o esvaziamento deveria ter controlo ecográfico); • Após aspiração do líquido, faz-se a repleção do quisto com ar (através de uma seringa, o ar aparece como uma imagem hipertransparente); • Duas incidências (crânio-caudal e perfil correcto); • Tem um fim diagnóstico e também terapêutico porque o ar ao ser introduzido no fármaco intracavitária, pois vai secar as paredes e geralmente não torna a ficar preenchido por liquido.

- Estereotaxia Esta técnica permite localizar lesões intramamárias não palpáveis, que baseia em 2 incidências anguladas (15º para cada lado), e a partir de um cálculo de coordenadas obtido de forma computorizada que permite guiar a agulha até à lesão (com grande certeza). A grande vantagem é sobretudo em lesões muito pequenas, nomeadamente pequenos agregados de microcalcificações. Pode ser feita de 2 formas: • Com um equipamento especifico que se liga ao mamográfo (mais utilizado); • Com uma mesa estereotaxica especial, onde a paciente fica em DV;

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. e é seguida por uma cânula cortante que corta uma amostra de tecido. O cirurgião para localizar a lesão. ou seja adquirese uma noção bidimensional da localização da lesão. • Biópsia por aspiração (sistema ABBI) Agulha com duplo lúmen que é inserida na mama apenas uma vez e permite a recolha de varias amostras. Se estiver no local. superior. .se a lesão é inferior. massas sólidas e densidades assimétricas. Pode ser realizada com a orientação da ECO ou por estereotaxia (quando as lesões não são palpáveis). Desvantagem: Para cada colheita de amostra tecidular é necessário uma nova inserção de agulha. segura e precisa na recolha de amostras de tecido mamário e com menor custo. fixa-se à pele o arpão com adesivo e a doente segue para o bloco operatório.profundidade que a lesão está da superfície da pele • Quadrantes .. larga-se a referência metálica que se fixa aos tecidos. calcificações. Indicações: Categorias 4 e 5 BI-RADS. e que consiste na obtenção de um aspirado de lesões mamárias. 127 . uma seringa e um adaptador (punho de aspiração). retirando o tecido circundante e a lesão. É um exame rápido e muito preciso. como por exemplo. a aspiração é feita directamente pelo patologista. retirando-se a agulha. referencia-se a lesão em relação ao mamilo e em relação à pele. Se a lesão não for palpável . para além de permitir uma rotação e sucção simultâneas. Se a lesão palpável. Faz-se então um radiograma num plano para verificar se agulha se encontra na lesão.Core-Biopsy É uma alternativa à biopsia por excisão cirúrgica tradicional. mediante uma agulha o mais fina possível.realizada com auxilio de esterotaxia. interior ou exterior Em função da localização é introduzida uma agulha que contem no seu interior o arpão. com a finalidade de se proceder a estudo patológico. Pode ser realizada por 2 formas: • Com uma pistola automática (microbiópsia) Munida de uma agulha chanfrada e inclinada que é impulsionada para penetrar numa lesão. guia-se pelo trajecto do arpão até a mesma.Citologia aspirativa Exame complementar ligado a área da anatomia patológica. A incidência: • Crânio-caudal – lesão anterior ou posterior • Perfil .Localização pré-operatória Através da visualização dos mamogramas na incidência crânio-caudal e perfil. Seguidamente.

Desta forma a anatomia patológica saberá exactamente o local das lesões (o que irá dizer que tipo de carcinoma que depois terá um diferente tipo de tratamento). e informa-se o cirurgião se a lesão foi extraída na totalidade. Nesta situação. a localização de lesões são feitas à posteriori da cirurgia. a mama vem para a radiologia e o radiologista coloca as referências metálicas através da observação das imagens. 128 . Se a cirurgia optar pela mastectomia total. A imagem obtida e a peça operatória com o arpão são enviadas para o laboratório de anatomia patológica para análise histológica especialmente na zona referencial ao arpão..Radiografia da peça operatória Por razões de segurança manda-se a área de tecido mamário retirado para controlo radiográfico.

Scan abrangendo todo de L2 (situação em que L1 é excluída da região de interesse pelo próprio equipamento) 2.As margens proximal.14.Região intertrocantérica .Isquion n área de scan entre as 15 e as 40 linhas Analisam-se diferentes localizações nesta região .A área de scan sem presença de ar 3.Região trocantérica .FL perpendicular.Triangulo de Ward’s (região rica em osso trabecular.Suporte sob as pernas (ângulo de 60-90º) .Elementos posteriores da coluna . com o cotovelo flectido a 90º . Antebraço (punho – frequentemente pedido principalmente quando há artefactos nas outras regiões) Posicionamento.FL perpendicular ai nível do grande trocanter .O antebraço deve estar rectilinizado e centrado com o campo de exame. Extremidade proximal do fémur Posicionamento: . podendo L1 ser excluída por ser uma vértebra de transição) Critérios de boa realização: .Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .5 a 10 linhas das cristas ilíacas .Lado a analisar é o esquerdo (não dominante) .O espaço entre o isquion e colo do fémur deve ser adequado .Scan desde o meio de L5 a D12 (no entanto só faz a avaliação de L1-L4.Paciente em DD .FL (feixe luminoso) centrado na linha média ao nível das cristas ilíacas . paralelo ao eixo longitudinal da mesa) .2.A linha média do corpo femural está paralela à margem lateral do scan .Membro inferior em estudo em rotação interna (15-30º). estando sobre o centro do suporte e fixo .Medida combinada (fémur total) Critérios de boa realização . Coluna lombar AP/PA Posicionamento: . centrado entre as duas apófises estiloídes do punho Critérios de boa realização .Colo do fémur .5cm de tecido mole para cada lado da coluna .O antebraço está direito e centrado com o eixo longitudinal da mesa 129 .Paciente sentado lateralmente a mesa. .O lado esquerdo é o lado que é normalmente avaliado (não dominante) . distal e lateral da área de scan devem estar bem localizadas . normalmente quando há alterações ao nível da coluna vertebral também há aqui) . Densitometria óssea Exames por DEXA 1.

Coluna lombar de perfil Posicionamento: .Joelhos flectidos e sobrepostos .FL perpendicular..L1 e L2 podem surgir sobrepostas às costelas .Fim do scan cerca de 10 linhas abaixo de 33% do antebraço .Inclui ambas as apófises espinhosas .Paciente em DL (se a mesa tiver arco em “C” o paciente fica em DD) .A avaliação de um só corpo vertebral não faz um diagnóstico correcto. centrado ao nível da crista ilíaca Desvantagens .Coluna lombar centrada na área a examinar e paralela à mesma .Inicio do scan desde o fim do carpo .Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .L4 e L5 podem surgir sobrepostas ao osso ilíaco .Não podem existir artefactos na área de exame 4. podemos excluir da avaliação a parte do arco posterior da vértebra.Feixe luminoso perpendicular 130 . não é significativo (a densidade das vértebras lombares não é igual) . Corpo inteiro Posicionamento: . ficando só com o corpo vertebral (rico em osso trabecular) .O exame só efeito quando é expressamente pedido 5.Braços e mãos sobrepostos à frente da cabeça .Inicio do scan 5 a 8 linhas acima da cabeça e terminar 5 a 8 linhas abaixo dos pés .Todo o corpo deve ficar dentro da área de scan .Braços ao longo do corpo com as mãos em pronação .L3 é a única vértebra que pode ser analisada correctamente.

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