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1.

Estudo radiológico do membro superior

• Estudo radiológico da mão

Face PA
Chassi:
18x24cm
DFf: 1m
Posto sem
potter
Foco: fino RC: perpendicular a incidir na articulação
Projecção: PA MCF do 3º dedo.
Posicionamento:
- Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores
afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa.
Mão em pronação com os dedos em extensão. Face palmar da
mão apoiada no chassi. Dedos ligeiramente afastados.
- Colimar à região de interesse.

Critérios de boa realização
- Não rotação da mão;
- Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges
distais;
- Valores de exposição adequados.

Oblíqua anterior medial
Chassi: 18x24cm ou
24X30cm
DFf: 1m
Posto sem potter
Foco: fino RC: perpendicular a incidir na articulação
Projecção: oblíqua MCF do 3ºdedo.

Posicionamento:
- Doente sentado lateralmente à mesa.
Membros inferiores afastados do feixe de radiação.
Antebraço apoiado na mesa. Mão em posição
oblíqua de modo a que todos os dedos fiquem livre
de sobreposição de perfil. Face interna da mão
apoiada no chassi a formar um ângulo de 45º com
o mesmo.
- Colimar à região de interesse.

Critérios de boa realização:
- Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges
distais;
- Valores de exposição adequados;
- Sobreposição ligeira das bases e cabeças dos metacarpos (2º ao 5º);
- Espaços entre os 3º, 4º e 5º metacarpos reduzidos;
- Abertura das articulações interfalângica e metacarpofalângica.

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Perfil (interno ou externo)
Chassi: 18x24cm ou
24X30cm
DFf: 1m
Posto sem potter RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do
Foco: fino 2ºdedo (perfil interno); na MCF do 5º dedo (perfil
Projecção: lateral externo)
Posicionamento:
- Doente sentado lateralmente à mesa.
Membros inferiores afastados do feixe de
radiação. Apoio do antebraço e braço. Mão em
perfil estrito e dedos em extensão.
- Colimar à região de interesse.

Finalidade: pesquisa de corpos estranhos e desvios (fracturas) com
deslocamento AP.

Nota: Quando se pretende estudar as articulações
metacarpofalângicas e quando o doente não consegue fazer a
extensão dos dedos devem realizar-se as incidências de face e
oblíquas em AP. No caso de artrite reumatóide deve
radiografar-se as 2 mãos em AP e em simultâneo para estudo
comparativo.

Estudo radiológico do punho

Face PA
Chassi:
18x24cm
DFf: 1m
Posto sem
potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre
Foco: fino as apófises estilóides do rádio e do cúbito.
Projecção: PA
Posicionamento:
- Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores
afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão
em pronação com os dedos ligeiramente flectidos.
- Colimar à região de interesse.

Critérios de boa realização:

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- Não rotação do punho (apófises bem visíveis, visualização das
articulações)
- Visualização do terço distal do antebraço, articulação do punho e apófises
estilóides e bases do metacarpianos.
- Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado
ósseo)

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Radiografa-se a mão não dominante. .Apófises estilóides quase sobrepostas e alinhadas .Doente sentado lateralmente à mesa. . 4 .Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . Apoio do antebraço e braço a formar um ângulo de 90º. . lateral Posicionamento: .Mão a formar um ângulo de 45º com chassi. Membros inferiores afastados do feixe de radiação.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas (as mediais são as mais usadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as apófises estilóides do rádio e do cúbito Projecção: oblíqua Posicionamento: . . .Sobreposição do rádio e do cúbito . .Colimar à região de interesse. • Estudo da idade óssea Chassi: 18x24cm Face da mão e punho.Não rotação da mão. Mão em perfil estrito e dedos em extensão a formar um ângulo de 90º com o chassi.Oblíqua medial posterior (OMP): lado medial e posterior do punho encostado ao chassi.Valores de exposição adequados.Visualização do 1/3 distal do antebraço.Perfil (interno ou medial) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na apófise Projecção: estilóide do rádio.Mão em perfil estrito .Oblíqua medial anterior (OMA): lado medial e anterior do punho encostado ao chassi. Marca-se a mão com os dedos voltados para cima. articulação do punho e falanges distais. Critérios de boa realização .

Critérios de boa realização 5 . Oblíqua anterior medial DFf: 1m 3.Doente sentado lateralmente à mesa. 4.Colimar à região de interesse.Perfil Posicionamento: . . 2. Face palmar a formar um ângulo de 60º com o chassi.Doente sentado lateralmente à mesa. Oblíqua anterior medial Posicionamento: .Idêntico para a face PA. Mão em pronação com a face medial apoiada no chassi. . Antebraço apoiado na mesa. .Doente sentado lateralmente à mesa.Colimar à região de interesse. contudo o foco encontra-se a uma distância de 50 cm da mesa onde está apoiado o antebraço e o chassi encontra-se por baixo da mesa sob um banco a uma distância de 50 cm da mesa e de 1m do foco. Mão em pronação com a face palmar apoiada no chassi e mão com desvio cubital. Face com desvio cubital Posicionamento: . Macrorradiografia 4 3 potter 1. Antebraço apoiado na mesa.Colimar à região de interesse. Perfil Posto sem 4. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio.• Estudo do escafóide 4 incidências Chassi: 1. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. Face com desvio cubital 18x24cm(:4) 1 2 2.Colimar à região de interesse. Antebraço e mão em perfil estreito com os dedos em extensão. 3. Macrorradiografia Posicionamento: . .

Escafoide no centro de colimação. 6 . Braço e antebraço ao mesmo nível (plano horizontal). . oblíqua Posicionamento: .Mão em supinação com a face medial apoiada no chassi. . .Axial infero-superior – membro superior em extensão e mão em pronação.Colimar à região de interesse. Valores de exposição adequados. Apoio da mão de modo a diminuir o ângulo da mão com o antebraço.Colimar à região de interesse.Axial supero-inferior: doente em ortostatismo de costas para a mesa.Angulado 25º caudo-cranianos na incidência axial axial infero-superior Posicionamento: . . Escafoide estritamente de perfil no perfil. • Estudo do túnel cárpico Chassi: Axiais 18x24cm DFf: 1m RC: a incidir a meia distância entre as apófises estilóides Posto sem do rádio e do cúbito: potter . • Estudo do pisiforme Oblíqua medial posterior Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na apófise Projecção: estilóide do cúbito. .Angulado 5º crânio-caudal na incidência axial supero- Foco: fino inferior Projecção: . . Face do escafoide ligeiramente afastada com desvio cubital. Face dorsal da mão a formar um ângulo de 30º a partir da posição de perfil. Mão em extensão máxima de modo a que a face palmar forme um ângulo de 70º com o chassi. .

O Túnel Cápico é constituído pela superfície palmar dos ossos do carpo e retináculos dos flexores. 7 .

Valores de exposição adequados.Visualização das articulações do punho e do cotovelo.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse.Cotovelo de perfil. . Critérios de boa realização: . .Doente sentado lateralmente à mesa (ou de frente).Rádio e cúbito livres de sobreposição. 8 . . Nota: Só em caso de extrema necessidade é que se faz em PA. Perfil interno Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as articulações do punho e do cotovelo. . Critérios de boa realização: .Rádio e cúbito sobrepostos. Projecção: AP Posicionamento: . Antebraço totalmente apoiado na mesa com a mão em supinação. .Cotovelo de face. Braço e antebraço no mesmo plano. Mão de perfil. Cotovelo flectido a 90º. .Doente sentado lateralmente à mesa. Projecção: lateral Posicionamento: . pois nesta posição os ossos do antebraço sobrepõe-se. .• Estudo radiológico do antebraço Face AP Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre as articulações do punho e do cotovelo.Visualização das articulações do punho e do cotovelo.Valores de exposição adequados. .

Doente sentado e virado para a mesa.Não rotação dos epicôndilos. 9 . . .Articulação do cotovelo aberta. Membro superior em extensão e com apoio do antebraço e braço.Cabeça.Cotovelo flectido a 90º. . Posicionamento: . colo e tuberosidade radial ligeiramente sobrepostos ao cúbito proximal. .Doente sentado lateralmente à mesa. .Cabeça radial parcialmente sobreposta à apófise coronóide.Apoiando o cotovelo. . . . Variantes da incidência da face Caso o doente não consiga fazer a extensão do membro superior existem 3 variantes: . Colocar um apoio por baixo do punho para que o antebraço fique paralelo ao filme. Braço de perfil. .Apoiando o cotovelo e o braço.Tuberosidade radial projectada anteriormente.Apoiando o cotovelo e o antebraço.Sobreposição dos epicôndilos umerais. Mão em perfil estrito.Valores de exposição adequados. Mão em supinação ligeiramente elevada.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: .• Estudo radiológico do cotovelo Face AP Chassi: 18x24cm ou 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha Foco: fino que une o epicôndilo medial e lateral do úmero. Critérios de boa realização: . braço e antebraço a 90º.Colimar à região de interesse. .Olecrânio de perfil.Articulação do cotovelo aberta. Perfil interno Chassi: 18x24cm ou 24x30(:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir no epicôndilo Projecção: lateral lateral do úmero. . . 90º em abdução. Projecção: AP Posicionamento: .

. 10 .Valores de exposição adequados.

• Estudo da cabeça do rádio Chassi: 18x24cm ou 24x30cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir no epicôndilo Projecção: lateral lateral do úmero.Cotovelo flectido a 90º.Medial (OPM): membro superior em extensão e mão em pronação.Valores de exposição adequados. . 4 incidências Mão em supinação Mão de perfil Mão em pronação Mão em pronação máxima Nota: Em todas estas incidências o cotovelo está flectido a 90º.Abertura da articulação do cotovelo.Oblíquas posteriores Chassi: 18x24cm ou 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir a nível do Projecção: oblíqua cotovelo. .Epicôndilo medial alongado. colo e tuberosidade radial desprojectados do cúbito. Observações: Imobilização.Cabeça do rádio em diferentes perspectivas 11 .Colimar à região de interesse. Antebraço e mão a 45º com o chassi. OPL (aproxima-se da face) . Critérios de boa realização: .Lateral (OPL): membro superior em extensão e mão em supinação.Sobreposição do cúbito sobre a cabeça e colo do rádio. Apoio do dorsal. . . Posicionamento: .Visualização do olecrânio e fossa olecraneana.Apófise coronóide de perfil. . não é necessária grelha uma vez que se trata de uma articulação. . .Valores de exposição adequados. .Cabeça. Critérios de boa realização: OPM (aproxima-se do perfil) . .

.Valores de exposição adequados (visualização de trabéculado ósseo e partes moles) 12 .

Valores de exposição adequados.Colimar à região de interesse. . .Axial infero-superior: apoio da face posterior do braço. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a articulação do ombro e articulação do Projecção: AP cotovelo.Colimar à região de interesse. RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo. RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo. . Critérios de boa realização: . Critérios de boa realização: . .Cabeça do úmero e grande tuberosidade de perfil.Semi-axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação. . . . 13 .Colimar à região de interesse. Observações: apneia respiratória e imobilização.Semi-axial infero-superior – apoio da face posterior do braço.Visualização das articulações do ombro e do cotovelo. . (na prática é comum pedir-se ao doente para inclinar o ombro de forma a que o úmero fique direito) .Pequena tuberosidade situada entre a cabeça umeral e grande tuberosidade. Mão em supinação.• Estudo do olecrâneo Chassi: 18x24cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: . .Doente sentado ou em ortostatismo. • Estudo radiológico do úmero Face AP Chassi: 18x43cm l. . Membro superior em extensão e em ligeira abdução.Colimar à região de interesse. RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir a nível do olecrâneo.Axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação.Cotovelo de face.Colimar à região de interesse. . RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir a nível do olecrâneo.Visualização do olecrâneo desprojectado dos ossos do braço e antebraço. Posicionamento: .

Janela radiológica – utilização de uma estrutura de densidade menos para se ver outra. Flexão a 90º do cotovelo com a mão no abdómen. Mais indicado em doente imobilizado com gerdi.Perfil interno: braço em ligeira abdução e flexão a 90º com o antebraço. . Observações: Apneia respiratória ou Técnica per-respiratória (consiste na emissão de raio X durante a respiração para esbater as costelas) Nota: Para ver a cabeça do úmero angulamos de 5 a 10º no sentido caudo- craniano.Visualização do 1/3 proximal do úmero 14 . Mão apoiada no abdómen.Sobreposição dos epicôndilos. . Critérios de boa realização: . • Estudo do úmero – 1/3 proximal (transtorácica) Projecção lateral Chassi: 24x30 l. . lateral Posicionamento: . .Cotovelo de perfil. .Doente sentado ou em ortostatismo.Colimar à região de interesse. .Valores de exposição adequados. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a nível do bordo inferior da axila Foco: fino (a emergir no colo cirúrgico do úmero). . Perfil Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a articulação do ombro e articulação do Projecção: cotovelo. .Visualização da articulação do ombro e cotovelo. Por exemplo: usamos o pulmão para ver o úmero. Braço em abdução a 90º com o corpo. Membro superior contralateral elevado com o antebraço flectido por cima da cabeça.Pequena tuberosidade de perfil.Colimar à região de interesse. Palma da mão voltada para fora.Grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral.Lateral erecta: o braço que se pretende estudar encostada ao potter e ao doente.Perfil externo (mais usado): posição de sinaleiro. Projecção: lateral Posicionamento: . Chassi na transversal.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Observações: apneia respiratória e imobilização Critérios de boa realização: . . .

. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a nível do colo Foco: fino cirúrgico do úmero. . Projecção: AP Posicionamento: .Grande tuberosidade de perfil . .Face com a mão em rotação neutra (perfil): Grande tuberosidade quase em face em posição central.Colimar à região de interesse. Pequena tuberosidade no meio.Face com a mão em rotação externa (supinação): Grande tuberosidade e cabeça de perfil.Face com mão em rotação interna (pronação máxima): Grande tuberosidade totalmente no centro do colo do úmero e a pequena tuberosidade de perfil. Observações: Apneia respiratória 15 .Não sobreposição das vértebras torácicas à região de interesse . .Valores de exposição adequados • Cabeça do úmero Face AP Chassi: 24x30 (:3) t.

Colimar à região de interesse. Falso perfil Chassi: 18x24cm na transversal. 16 . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . região sub-acromial.) na transversal.Visualização da articulação do ombro. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir na apófise Foco: fino coracóide. úmero proximal . Obliquar ligeiramente o doente (15º) no seu lado contralateral.Cabeça do úmero de perfil .2.Visualização da articulação do ombro. .Colimar à região de interesse. Estudo radiológico da cintura escapular • Estudo do ombro Face AP Chassi: 18x24cm ou 24x30cm (se queremos as 3 art. úmero proximal . .Pequena tuberosidade de perfil e grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na apófise Projecção: lateral coracóide. . Posicionamento: .Idêntico ao perfil externo do úmero (posição de sinaleiro). região sub-acromial. Mão em supinação.Doente em ortostatismo ou decúbito dorsal. Projecção: AP Posicionamento: .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).

Colimar à região de interesse.Espaço sub-acromial aberto .Cavidade glenóide de perfil .Doente em ortostatismo ou decúbito. RC: perpendicular e horizontal a incidir na axila. Membro superior em posição neutra.Colimar à região de interesse. Cara voltada para o lado contrário. . varia consoante o tamanho do tórax) no seu lado contralateral. a incidir Foco: fino na apófise coracóide Projecção: AP Posicionamento . proteger o cristalino. Dupla obliquidade Chassi: 18x24cm na t. . RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular. DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 15º (no mínimo) crânio-caudais. Observações: Apneia respiratória Incidência alternativa da face (em acamados ou doentes em cadeira de rodas) Chassi: 18x24cm t.Infero-superior: braço em abdução a 90º com o chassi encostado ao ombro. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: .Espaço articular entre o úmero e a cavidade glenóide bem aberto .Valores de exposição adequados Axiais Chassi: 18x24cm t.Supero-inferior: doente sentado. . Chassi curvo por baixo da axila. Obliquar ligeiramente o doente (30- 40º. . Braço em abdução a 90º.Colimar à região de interesse Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização . DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular angulado 45º Foco: fino médio-lateralmente Projecção: AP 17 .

Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse Finalidade: perfil da glenóide Critérios de boa realização . . Incidências alternativas às axiais • Perfil de Bernageau Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: angulado 30º crâneo-caudais a Projecção: Axial incidir no acrómio Posicionamento: . . com grelha Foco: fino RC: perpendicular a tangenciar a Projecção: Axial articulação do ombro Posicionamento: . Inclinação do corpo para trás. .Doente sentado ou em ortostatismo.Cavidade glenoide e cabeça do úmero de perfil. Posicionamento: .Colocar o chassi na face posterior do ombro . .Valores de exposição adequados 18 .Sentado em decúbito dorsal ou ortostatismo .Doente sentado de costas para a mesa de exames. obliquar o lado contralateral 40º a 50º. gleno-umeral no centro de colimação. Assegurar que o doente fica estável. gleno-umeral no centro de colimação.Art. encostando a região axilar do lado ipsilateral ao potter. levando o membro ipsilateral e apoiando-o ao nível da cabeça. Apoio do chassi na mesa. de modo a projectar a sombra do ombro no chassi. O membro superior contra lateral fica em extensão ao longo do corpo. Finalidade: ver a posição e o grau de luxação do ombro.Colimar à região de interesse com posicionamento similar à face.Valores de exposição adequados • Incidência de Bloom-obata Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter. . .Ombro de perfil. .Úmero na vertical. . Parte-se da posição de perfil.Art. doentes com gerdy Critérios de boa realização .Ombro desprojectado relativamente ao corpo.

Elevação do mento de modo a encostar o tórax do doente ao potter. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Posicionamento: .Colimar à região de interesse. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização . RC: a incidir a meio da clavícula angulado caudo-claniano: . Braços ao longo do corpo. . . . .Clavícula horizontalizada e desprojectada da grade costal. .AP: doente em ortostatismo ou decúbito dorsal.0º a 15º se paciente em posição . Braços ao longo do corpo. Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir a meio da Projecção: AP ou PA clavícula. . Braços ao longo do corpo.Visualização de toda a clavícula e das 2 articulações. 19 .Clavícula horizontalizada. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização .Valores de exposição adequados Face desdobrada (desprojectar a clavícula em relação às costelas) Chassi: 18x24cm ou 24x30cm t. RC: angulado 20 a 30º crânio-caudal e emergir a meio da clavícula.Clavícula no centro de colimação.PA: doente em decúbito ventral.PA: doente em ortostatismo ou em decúbito ventral. .Visualização de toda a clavícula. .• Estudo radiológico da clavícula Face Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t.AP: doente em posição lordótica ou decúbito dorsal.Sobreposição do 1/3 medial à grade costal.Clavícula no centro de colimação. .Colimar à região de interesse.

Obliquar 20-25º o lado contralateral.Visualização de toda a clavícula.Decúbito dorsal com os membros superiores em extensão ao longo do corpo. . Abdução do braço (90 ou 120º). • Estudo radiológico da omoplata Face AP Chassi: 18x24cm l.Clavícula no centro de colimação. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir na articulação Foco: fino acrómio-clavicular (uni).Colimar à região de interesse. Posicionamento: .Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da articulação acrómio-clavicular Face AP Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t. .Colimar à região de interesse Critérios de boa realização . . Foco: fino Projecção: AP Posicionamento: . . Observções: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 20 .Valores de exposição adequados Chassi: Axial/Tangencial (para doentes acamados) 24x30cm t. DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente abaixo - Foco: fino da cabeça do úmero. .Colimar à região central. DFf: 1m Posto sem RC: angulado 45º ascendentes em relação a potter vertical a incidir a meio da clavícula. . de modo a afastar a omoplata da grade costal. Chassi no vertical encostado ao ombro. horizontalizada e desprojectada da grade costal. Doente Projecção: AP em ortostatismo ou decúbito dorsal. Observações: Apneia respiratória Nota: Deve fazer-se o exame sem e com esforço dinâmico amarrando pesos de 3Kg em cada punho. perpendicular a incidir Projecção: AP na incisura jugular (bi).Doente em ortostatismo com os membros superiores ao longo do corpo.

DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter o ângulo superior e inferior do bordo interno da Foco: fino omoplata. Obliquar o lado contralateral 70º-75º.Doente em ortostatismo para uma projecção PA. Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero. Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço.Clavícula projectada acima do ângulo superior da omoplata . Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula.Não sobreposição do corpo da omoplata sobre as costelas . Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Perfil Chassi: 18x24cm na l.Omoplata de perfil . Projecção: PA Posicionamento: . Perfil de Lamy ou em Y Chassi: 18x24cm na l. Obliquar o lado contralateral 70º-75º. .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Colimar à região de interesse. . Observações: Apneia respiratória 21 . Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço. DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 15º (no mínimo) carnio-caudais a Foco: fino incidir no ângulo supero-interno da omoplata. úmero proximal . .Visualização da articulação escapulo-umeral. Projecção: PA Posicionamento: .Doente em ortostatismo para uma projecção PA. Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero.Sobreposição dos bordos lateral e medial da omoplata .

. Critérios de boa realização: .Lateral em ortostatismo: colocar os ombros e os braços o mais para trás possível. .Decúbito ventral: rodar o doente 15-20º para OAD. .Esterno no centro da colimação.3.Colimar à região de interesse. 22 .Esterno visualizado sobre a silhueta cardíaca .Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: . Alinhar o eixo longitudinal do esterno com a linha média da mesa. . e o contralateral em flexão a 90º e mão apoiada na mesa.Visualização de todo o esterno estritamente de perfil. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a incisura jugular e apêndice xifóide. Projecção: PA Posicionamento: .Ortostatismo: rodar o doente 15-20º (quanto maior a espessura do tórax menor a necessidade de rodar o doente) para OAD.Esterno projectado lateralmente à coluna livre da sua sobreposição.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). . Observações: Apneia inspiratória Perfil nos politraumatizados .Decúbito lateral esquerdo e direito: colocar os braços acima da cabeça mantendo os ombros para trás. Projecção: lateral Posicionamento: . . braço ipsilateral em extensão ao longo do corpo. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a incisura jugular e o apêndice xifóide.Chassi na vertical com os membros elevados ou a prender o chassi. . Estudo radiológico do Esqueleto Torácico • Estudo radiológico do esterno Oblíqua anterior direita (OAD) Chassi: 24x30cm na long. Perfil Chassi: 24x30cm na long.Visualização do esterno em toda a sua totalidade. desde o manúbrio ao apêndice xifóide.

esterno-claviculares no centro de colimação. .Doente em ortostatismo ou decúbito ventral com os membros superiores ao longo do corpo. Plesiorradiografia ou radiografia de contacto Chassi: 18x24cm na trans.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Observações: Apneia respiratória Nota: O esterno fica mais próximo do filme e a coluna com ampliação fica desfocada. . .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Não rotação do corpo (equidistância das esterno-claviculares à apófise spinhosa). Projecção: PA Posicionamento: .Ortostatismo.Art. .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com potter RC: AO: perpendicular a incidir a 2cm lateralmente à Foco: fino apófise espinhosa D3. Projecção: AP ou RC: OP: perpendicular a incidir na articulação em PA estudo 23 . câmara de ionização central Critérios de boa realização: . Observações: Apneia respiratória. DFf: 0. Oblíquas Chassi: 18x24cm na trans.5m Posto com potter RC: perpendicular a incidir na apófise Foco: fino espinhosa da terceira vértebra dorsal. os membros superiores ao longo do corpo para uma projecção PA. • Estudo radiológico das articulações esterno-claviculares Face PA Chassi: 18x24cm na t.Colimar à região de interesse. . Projecção: PA Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a emergir na Foco: fino incisura jugular.

. Projecção: lateral Posicionamento: . Alinhar o plano médio-sagital. . .OP: Ortostatismo AP ou decúbito dorsal. OPE = OAD – vemos a articulação direita Observações: Apneia respiratória Incidência de Kurzbauer (incidência axial as esterno-claviculares para pesquisa de luxações) Chassi: 18x24cm na long.OA: Ortostatismo PA ou decúbito ventral. .AP: ortostatismo ou decúbito dorsal. Membro superior ipisilateral flectido e elevado para cima da cabeça e membro contralateral em extensão para baixo.Colimar de acordo com a região Critérios de boa realização: . Aproximar o lado a radiografar 25º.Doente de decúbito lateral para o lado afectado. esterno-clavicular em estudo aberta e vista de forma axial no centro de colimação. Colimar à região de interesse. Apoio dos antebraços dos ombros e afastamento dos braços.PA: ortostatismo ou decúbito ventral.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). 24 . Foco: fino RC: bi: perpendicular a incidir ao nível de D6- Projecção: AP ou PA D7 Posicionamento: . Posicionamento: . . DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 15º caudais a incidir na Foco: fino articulação esterno-clavicular em estudo. braços ao longo do corpo para as costelas inferiores.Art. Afastamento dos ombros e braços acima da cabeça para as costelas superiores. Alinhar o plano médio-sagital. Afastar o lado a radiografar 25º. • Estudo radiológico da grade costal Face AP ou PA Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância Posto com potter ente a coluna e a margem lateral do tórax.

Valores de exposição adequados (visualização de o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância Posto com potter ente a coluna e a margem lateral do tórax. .Visualização de todas as costelas .Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: . .Ausência de rotação da coluna (equidistância das clavículas às apófises espinhosas das vértebras) . .Colimar à região de interesse.Costelas livres de sobreposição .OPD=OAE – visualização dos arcos costais posteriores esquerdos e dos arcos costais anteriores e mediais direitos. Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo. .OP: ortostatismo ou decúbito dorsal. Foco: fino RC: bi-perpendicular a incidir 2 cm lateralmente a Projecção: AP ou PA partir do PSM. Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: . Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo. Obliquar o doente a 45º. Posicionamento: .OA: ortostatismo ou decúbito ventral. 25 . Obliquar o doente a 45º.OPE=OAD – visualização dos arcos costais posteriores direitos e dos arcos costais anteriores e mediais esquerdos.

Ortostatismo em PA. Face anterior do tórax encostada ao potter.Lateral em ortostatismo.4.Estudo radiológico do Sistema Cardio-Respiratório • Estudo radiológico do tórax Face PA Chassi: 35x35 (f) 35x43 (m) DFf: 1.Visualização de forma individualizada pelo menos as três primeiras vértebras dorsais.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 no Foco: grosso plano médio-sagital. Perfil Esquerdo Chassi: 35x35 DFf: 1. Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: . Posicionamento: . e horizontalizadas . e as outras vão-se apagando progressivamente . ângulo inferior das Projecção: PA omoplatas.Boa visualização de toda a trama bronco-vascular (os vasos de topo dão um exemplo de efeito de canto) até à periferia . Projecção: PA Posicionamento: . Normalmente faz-se o perfil esquerdo.Colimar à região de interesse.Ausência de rotação: articulações esterno-claviculares equidistantes das apófises espinhosas .80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 no Foco: grosso plano coronal (rebordo inferior da axila). . Pernas ligeiramente afastadas. . senão é patológico) .Omoplatas afastadas dos campos pulmonares .Coluna centrada na película . Braços levantados e queixo levantado. Encostar os ombros ao potter de modo a desprojectar as omoplatas dos campos pulmonares. Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: .Clavículas simétricas relativamente às apófises espinhosas.Colimar à região de interesse.Inspiração correcta (8-10 espaços intercostais posteriores e 6-8 espaços intercostais anteriores). Braços flectidos e dorsos das mãos apoiados na cinta. 26 .Deve-se incluir desde os vértices pulmonares até aos ângulos costofrénicos (estes ângulos devem ser agudos.Ausência de rotação e de movimento.

Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Oblíquas anteriores Chassi: 35x43 DFf: 1. ápices pulmonares Perfil: não vemos. Observações: apneia inspiratória 27 . Elevar o doente com um lençol ou cobertor. chassi encostado ao tórax (PA) ou dorso encostado ao potter. Braço ipsilateral afastado e braço contralateral elevado. vértices ou ápices pulmonares Face nos politraumatizados (tem a desvantagem de haver uma maior ampliação da silhueta cardíaca e maior exposição do cristalino) Chassi: 35x43 DFf: 1.Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Decúbito Lateral (alternativa à face) Chassi: 35x43 DFf: 1.Ângulos costofrénicos alinhados e sobrepostos. .Sempre que possível realizar o exame com o doente sentado.Decúbito lateral direito ou esquerdo. mediastino. Afastar o lado contralateral 45º. Braços elevados. Doente sentado ou em decúbito dorsal com afastamento dos braços e de objectos susceptíveis de produzir artefactos . . considerada zona cega.80m Posto com potter Foco: grosso RC: perpendicular a incidir a nível do ângulo Projecção: PA inferior da omoplata Posicionamento: . .Colimar à região de interesse.Ortostatismo em PA.80m Posto com potter Foco: grosso RC: perpendicular ao PMS a meio do Projecção: PA ou tórax AP Posicionamento: .80m Posto com potter Foco: grosso RC: perpendicular a incidir a nível do Projecção: AP manúbrio do esterno Posicionamento: . Áreas potenciais de patologia: Face: ângulos costofrénicos.

Incidência em PA RC: angulado 15-20º caudais a incidir na incisura jugular para desprojectar os ápices das clavículas.Utilização de contraste baritado com a finalidade de preencher o esófago para ver se existe compressão do mesmo .• Estudo da silhueta cardíaca .OAE – 55 a 65º para desprojectar o esófago da coluna. pois o coração é mais denso. Ortostatismo: RC angulado 15-20º cefálicos a incidir na incisura jugular. DFf: 2m (para obter uma imagem do tamanho do coração o mais próximo do real possível) • Estudo dos ápices pulmonares Chassi: 24x30cm ou 18x43cm DFf: 1.80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP ou PA Incidência AP: / Lordótica: RC perpendicular a incidir na incisura jugular.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio Foco: grosso do tórax Projecção: PA Posicionamento: . OAD. Observações: apneia inspiratória • Estudo das cisuras pulmonares Chassi: 35x43cm DFf: 1.Doente em posição lordótica 28 .As exposições fazem-se sequencialmente (face.Valores de exposição mais elevados que para o tórax. OAE) e só se realiza a ultima quando tivermos a certeza da qualidade das duas primeiras. .Colimação do Rx de tórax . .Face PA + oblíqua + perfil . .OAD – 45º + contraste baritado.

Caso seja impossível.Opacificação de produto de contraste positivo (iodo lipossolúvel.Exame de risco . . introduzido por intubação) para observação da árvore brônquica .Incidência em inspiração . fistulas.Preferencialmente posição ortostática .PA .Colimar à região de interesse Observações: técnica per-respiratória 29 .Incidência em inspiração e expiração (a expiração mostra melhor o ar entre as pleuras devido ao colapso do pulmão) . cavernas tuberculosas.Indicações: * Pesquisa de hemoptises e hepistaxis (sangue que sai pelo nariz) * Pesquisa de bronquiectasias * Pesquisa de pneumonia de tórax. tumores pulmonares. Pedir ao doente para não deglutir. etc.Incidências: Face + perfil + oblíquas • Estudo da traqueia Face AP Chassi: 24x30cm RC: perpendicular a incidir na DFf: 1m incisura jugular Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP Posicionamento: . com os membros em extensão ao longo do corpo.Caso seja impossível a posição ortostática.Efectuar o perfil do lado afectado . quistos. para que o ar suba e fique encostado ao arco costal) • Estudo do derrame pleural . Ligeira elevação do mento.Doente em ortostatismo ou em decúbito dorsal. efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado oposto ao afectado. efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado afectado para que o líquido desça) • Broncografia .Colimar à região de interesse • Estudo do pneumotórax . .Preferencialmente posição ortostática . .

. garantindo a deflexão da coluna. . .Incidência pedida para o estudo da faringe. .Colimar à região de interesse Observações: Técnica per-inspiratória Cavum faríngeo .Radiografia de perfil da região cervical alta.Ausência de rotação.Apneia inspiratória ou per-inspiratória. . .Incidência realizada em crianças. Perfil Chassi: 24x30cm DFf: 1.Paciente em ortostatismo e de perfil.Visualização de toda a traqueia. Critérios de boa realização: .Ar na traqueia. .Valores de exposição adequados. . .Doente em ortostatismo ou sentado em posição lateral com os membros superiores atrás das costas e descontraídos desprojectando as omoplatas. 30 . Elevação ligeira do mento.50m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre o Foco: grosso plano coronal médio e a incisura jugular.RC a incidir ao nível do osso hioide. Projecção: AP Posicionamento: .

Espaço entre os metatarsos (2º ao 4º) aberto e à mesma distância.Valores de exposição adequados.5. Oblíqua medial Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: RC: perpendicular a incidir na base do 3º dorsoplantar metatarsiano Posicionamento: . ESTUDO RADIOLÓGICO DO MEMBRO INFERIOR • Estudo radiológico do pé Chassi: 24x30cm Face AP (:2) DFf: 1m Posto sem potter RC: angulado 10 a 15º de forma a abordar Foco: fino perpendicularmente a região tarso-metatarsiana. Pé centrado com o centro de colimação.Colimar à região de interesse. Chassi: 24x30cm Oblíqua lateral (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: RC: perpendicular a incidir na base do 3º dorsoplantar metatarsiano Posicionamento: 31 . . Dedos em extensão.Visualização das falanges e fileira distal do tarso até ao astrálago e dos metatarsianos.Doente sentado na mesa. . Face medial do pé apoiada no chassi a formar um ângulo de 30 a 45º com o mesmo.Não rotação do pé.Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: . . Membro inferior ipsilateral flectido a nível do joelho com a face plantar do pé em apoio no chassi. a Projecção: incidir na base do 3º metatarsiano. . .Doente sentado na mesma posição que para a face. dorsoplantar Posicionamento: .

Chassi: Perfil interno em carga 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular e horizontal a incidir na base do Projecção: 5 metatarso. lateral 32 . Projecção: lateral Posicionamento: .Visualização dos 5 metatarsos livres de sobreposição. Pé em dorsiflexão a 90º.Doente em ortostatismo com os pés juntos mas ligeiramente afastados. por exemplo para acamados): face medial do pé apoiada no chassi.Perfil interno (alternativa.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: .Visualização do seio társico. . Pé em dorsiflexão a 90º.Valores de exposição adequados.Doente em decúbito lateral. Face lateral do pé apoiada no chassi. .Colimar à região de interesse. de modo a formar um ângulo de 30º com o mesmo.Visualização da tuberosidade do 5º metatarso (local frequente de fractura associada a entorse) . .Colimar à região de interesse. Pés em apoio no chassi. .Doente na mesma posição que para a face. .Perfil externo: face lateral apoiada no chassi. Chassi: Perfil (interno ou externo) 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir no cuneiforme medial Foco: fino (perfil externo) ou lateral (perfil interno). dorsoplantar Posicionamento: . . . Finalidade: estudo o pé diabético (faz-se face+perfil com uso de valores de exposição para partes moles para visualização de úlceras e gangrenas) Face bilateral em carga Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: angulado 10 a 15º a incidir no meio da linha Projecção: que une a base dos dois primeiros metatarsos. .

Colimar à região de interesse.Decúbito ventral. Critérios de boa realização .Boa visualização dos ossos sesamóides. Ligeira flexão dos joelhos e apoio dos dedos no chassi. Incidência de Guntz (posição ortostática) Posicionamento: . de modo a ficar apoiado no metatarso. Apoio radiotransparente nos dedos dos pés. . Extensão do tornozelo e flexão forçada dos dedos com uma ligadura. livres de sobreposição de qualquer porção do 1º metatarso. axial Axial em decúbito ventral Posicionamento: . . Face medial do pé a radiografar encostada ao chassi. .Ortostatismo. Chassi colocado verticalmente (pode-se usar o apoio usado em perfil interno em carga).Colimar à região e interesse Axial em decúbito dorsal Posicionamento: .Doente em ortostatismo com o chassi entre os dois pés. 33 .Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. Chassi na região posterior do tornozelo.Valores de exposição adequados. Extensão máxima do tornozelo.Doente em decúbito dorsal. • Chassi: Axiais para estudo dos sesamóides 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a tangenciar os ossos Projecção: sesamóides. . Extensão dos tornozelos. Finalidade: estudo das arcadas dos pés. Posicionamento: . Membro inferior em extensão. .

Dorsiflexão do pé a 90º. sem sobreposição da tíbia e do peróneo) Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP Posicionamento: 34 . .Dorsiflexão a 90º: perna e pé a formarem um ângulo de 90º .Visualização da art. Posicionamento: .Visualização de 1/3 distal do tornozelo até ao calcaneo. Pé morto ou decepado (visualização de todo o pé. . 30º e 40º cefálicos em Projecção: direcção à articulação. devem estar aberta.• Estudo radiológico da articulação astrágalo-calcaneana Incidência de Broden (4 incidências) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: angulado a 10º. Rotação interna da perna e do pé a 45º com o chassi.Quando a dorsiflexão a 90º e a rotação do pé a 45º estão comprimidos. Pé apoiado sobre o chassi. Membro inferior em extensão.Colimar à região de interesse. . 20º. . a incidir no maléolo plantodorsal lateral. na incidência com angulação de 10º a articulação do tornozelo e a articulação tíbio- peronial distal. respectivamente. Critérios de boa realização: . astrágalo-calcaneana em diferentes posições.Valores de exposição adequados.Doente em decúbito dorsal. Dorsiflexão a 90º. Nota: .

• Estudo do calcâneo (pesquisa de fracturas e esporões) Perfil externo Chassi: 18x24cm (:2) t. Finalidade: pesquisa de osteófitos e estudo de fracturas Axiais Chassi: 18x24cm DFf: 1m RC: angulado 30º a 40º cefálicos.Colimar à região de interesse. Perna contralateral avançada em relação à outra. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir no Projecção: lateral calcâneo. Face lateral do pé encostada ao chassi. (2) 40º a 45º caudais a incidir no calcâneo.Coloca-se a ampola para trás e dirige-se o raio central para a face superior do calcaneo com uma angulação 25º anterior. . Chassi na face posterior do tornozelo. Projecção: axial Posicionamento: . em direcção à parte Posto sem posterior do calcâneo.Colimar à região de interesse. Posicionamento: .Visualização de todo o pé desde as falanges distais até ao calcaceo.Decúbito lateral. Dorsiflexão forçada do pé com uma ligadura. a incidir no calcâneo. . Com a ampola na frente do doente centra-se o raio central na base do 3º metatarsiano com uma angulação de 15º posteriores para a primeira exposição.Sem modificar a posição do pé. . sem sobreposição da tíbia e do peróneo .Valores de exposição adequados. Critérios de boa realização: .Mais usada em decúbito dorsal. . potter Alternativos: (1) angulado 45º a incidir na parte posterior Foco: fino do calcaneo. . Membro inferior em extensão. faz-se avançar o membro inferior contralateral.Doente em ortostatismo com o chassi debaixo do pé a examinar. Posicionamento alternativo: 35 .

Face plantar do pé apoiada no chassi. 1. Critérios de boa realização: .Doente em decúbito dorsal.Doente em ortostatismo. . .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). .Visualização dos dois maléolos. • Estudo radiológico do tornozelo Face AP Chassi: 18x24cm (:2) t. 2.Calcaneo no centro de colimação. Chassi: 18x24cm Perfil externo (:2) t. DFf: 1m Posto sem potter 36 Foco: fino RC: perpendicular a incidir no Projecção: lateral maléolo medial. Membro inferior contralateral avançado em relação ao membro em estudo.Visualização de todo o calcaneo desde a sua faceta posterior ate a faceta articular. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Colocar sacos de areia sob a articulação tibiotársica. Projecção: AP Posicionamento: .Doente em decúbito ventral.Sobreposição ligeira da articulação tíbio-peroneal distal. Membro inferior a radiografar em extensão. Pé em dorsiflexão a 90º para abrir a articulação e em ligeira rotação interna (15º) para colocar os maléolos equidistantes do chassi. na longitudinal e na vertical. .Calcaneo desprojectado e visto de forma axial. Chassi apoiado na face plantar do pé. Membros inferiores em extensão. . DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino a linha que une os dois maléolos. .Tornozelo alinhado e centrado com o centro de colimação. . Critérios de boa realização: . Ampola na parte posterior do doente. .Colimar à região de interesse.Boa visualização da articulação tíbio-társica e do seu espaço articular.

Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir no maléolo lateral Projecção: AP (OPI) ou medial (OPE). . Perna contralateral avançada em relação à outra.OP interna: articulação tíbio-peroneal e traso-peronial abertas.Colimar à região de interesse.OP interna: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão. Pé em rotação externa (45º) .calcaneana) e sulco calcaneal (só depressão do seio társico) abertos.Sobreposição dos 2 maléolos. Dorsiflexão do pé a 90º.Decúbito lateral. Nota: .OP externa: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão.OP externa: articulação subtalar (astrálago. Critérios de boa realização: . Posicionamento: .Valores de exposição adequados. .Peróneo sobreposto à porção posterior da tíbia. . Apoio sob o joelho de forma a que o calcanhar fique apoiado. Pé em rotação interna (45º) . Oblíquas posteriores (interna e externa) Chassi: 18x24cm (:2) t. Estudo em stress Ligamento da face lateral 37 . Perna em extensão. Posicionamento: . Face lateral do pé encostada ao chassi. .

DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a articulação do joelho e articulação do Projecção: AP tornozelo. Posicionamento: . Perna contralateral avançada em relação à outra.Doente em decúbito dorsal. Pé em dorsiflexão (90º) e em ligeira rotação interna (15º). tibio-tarsica. Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Visualização da art. do joelho até a art. . do joelho até a art.Colimar à região de interesse. . . ou 35x43(:2) l.Perna alinhada.Visualização da art. Critérios de boa realização: . Critérios de boa realização: . Perfil externo Chassi: 18x43m l. 38 . região do médio pé (5º metartarsiano e navicular) Varo: stress com inversão do pé Valgo: stress com eversão do pé • Estudo radiológico da perna Face AP Chassi: 18x43m l. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a articulação do joelho e articulação do Projecção: lateral tornozelo. . Ligeira rotação interna de modo a que os maléolos fiquem sobrepostos. Face lateral da perna encostada ao chassi. .Calcâneo-fibular (calcâneo-peroneal) Locais de lesão: região maleolar (6cm).Talo-fibular posterior .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Perna em extensão.Tornozelo de face. tibio-tarsica. Dorsiflexão do pé a 90º. Membro inferior a radiografar em extensão.Decúbito lateral. .Talo-fibular anterior . ou 35x43(:2) l.

• Estudo radiológico do joelho Face AP Chassi: 18x24cm l. . . . 39 . DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir 2cm abaixo do Projecção: AP ápice da rótula. .Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: . . Membro inferior a radiografar em extensão e em ligeira rotação interna a 15º.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Perna alinhada.Rótula de face e sobreposta ao fémur.Doente em decúbito dorsal.Ligeira sobreposição da tíbia e do perónio proximalmente.Sobreposição do perónio no 1/3 posterior da tíbia no 1/3 distal da perna. . Posicionamento: . . .Visualização do espaço articular do joelho.Valores de exposição adequados.Não rotação do joelho (equidistância da espinha intercondiliana até à margem).

rotação interna do membro inferior 45º (OAL) ou externa (OAM) .Valores de exposição adequados.Decúbito lateral. .Colimar à região de interesse. . . Projecção: AP ou RC: OP: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice PA da rótula Posicionamento: .OPL: assemelha-se ao perfil. Nota: . Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra.OP: decúbito dorsal. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: AO: perpendicular a incidir no centro da zona Foco: fino póplítea. Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular.gavetos Ligamentos: Colaterais – medial e lateral – rotação interna e externa Cruzados – anterior (LCA) e posterior (LCP) – flexão e extensão Face (pressão): 40 . Tíbia e perónio subrepostos medialmente e rotula desviada lateralmente.Colimar à região de interesse.OPM: assemelha-se a uma face exagerada. Oblíquas (pesquisa de corpos livres intra-articulares e lesões de osteocondrite Chassi: 18x24cm dissecante) (:2) l.Espaço articular aberto. 2cm posteriormente ao ápice de rótula. . Critérios de boa realização: . (caso haja dessobreposição horizontal é sinal de má rotação do joelho) . . DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: lateral Posicionamento: .OA: decúbito ventral.Rótula de perfil. Articulação tíbio-peroneal aberta e rotula desviada medialmente. Flexão do joelho a 30º.Ligeira sobreposição da tíbia e do peróneo proximal. (caso contrário a angulação foi insuficiente) .Sobreposição dos côndilos femurais. rotação interna do membro (OPM) ou rotação externa (OPL) de 45º.Perfil externo RC: angulado 5 a 10º caudo-craniano a incidir Chassi: 18x24cm l.Joelho flectido. Estudo em stress . .

Colimar à região de interesse.Ligamento colateral medial: aspecto lateral do joelho para dentro. Posicionamento: .Doente em ortostatismo para uma projecção PA. Pés com rotação interna de 5º a 10º. e no aspecto medial da perna para dentro. Estudo bilateral. . Perfil (pressão): .Ligamento colateral lateral: aspecto lateral do joelho para fora.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. Projecção: AP Posicionamento: . .Rotação externa ligeira e membro inferior em extensão ou flexão . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ao nível do ápice da Foco: fino rótula e a meia distância da espessura do Projecção: AP joelho. simétricos a apontar em frente e ligeiramente afastados. • Incidência de SCHUSS (posição de esquiador) Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 10º caudais a incidir a meia Foco: fino distância da linha que passa pelo cavado Projecção: PA poplíteo. • Perfil em carga Chassi: 24x30 l. Joelhos em carga Finalidade: estudo da interlinha articular dos pratos tibiais. Flexão dos joelhos a 45º . e no aspecto medial da perna para fora . Posicionamento: . e no aspecto posterior da perna para fora .LCP: aspecto posterior do joelho para fora. Critérios de boa realização: 41 . e no aspecto anterior da perna para dentro. patologias articulares • Face em carga Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter da linha que une os ápices da rótula ou Foco: fino ligeiramente abaixo.Doente em ortostatismo e descalço.LCA: aspecto anterior do joelho para dentro.

- Joelhos alinhados;
- Arts. no centro de colimação;
- Espaço articular aberto;
- Valores de exposição adequados.

42

• Estudo da rótula

Chassi: 18x24 ou Face PA
18x43 l.
DFf: 1m
Posto com/sem
potter
Foco: fino RC: perpendicular a incidir no centro da
Projecção: PA zona poplítea.

Posicionamento:
- Doente em decúbito ventral, membro inferior em
extensão, com dorsiflexão do pé a 90º. Condilos
alinhados.
- Colimar à região de interesse.

Critérios de boa realização:
- Rótula de face no centro de colimação;
- Valores de exposição adequados.

Perfil
Chassi: 18x24 na
trans.
DFf: 1m
Posto com/sem
potter
Foco: fino RC: perpendicular a incidir 2cm posteriores
Projecção: lateral ao ápice rótula.
Posicionamento:
- Doente em decúbito lateral com a face externa apoiada na mesa. Membro
contralateral avançado, fémur alinhado e ligeira flexão do joelho a 30º.
- Colimar à região de interesse.

Axiais

Chassi: 18x24 ou
24x30 t. Finalidade: Desvios do alinhamento da rótula
DFf: 1m relativamente ao fémur ou diferenças da rótula
Posto com/sem (longitudinais) ou diferenças transversais (face e perfil)
potter
Foco: fino
• Axiais de Ficat 30, 60 e 90º (mais usadas)

Posicionamento:
- Doente sentado com o joelho flectido de modo a que a
perna forme um ângulo de 30, 60 ou 90º com o eixo
longitudinal do fémur. Chassi apoiado verticalmente na
coxa.
- Colimar à região de interesse.
RC: angulado caudo-craniano a tangenciar a
rótula:
- 15º se o ângulo da perna for 30º;
- 20º se o ângulo da perna for 60º;
43
- 25º se o ângulo da perna for 90º.
Quanto maior a angulação maior é abertura

• Axial em decúbito ventral ou Sette Gard

Posicionamento:
- Decúbito ventral. Membros inferiores flectidos ao
máximo.
- Colimar à região de interesse.

RC: perpendicular ou angulado 5º a
tangenciar as rótulas.

• Axiais de Merchant

Posicionamento:
- Doente em decúbito dorsal. Pernas pendentes fora da mesa de exames.
Perna a 45º com o eixo longitudinal do fémur. Estudo bilateral.
- Colimar à região de interesse.

Nota: Se o chassi estiver nos pés aumentar a distância foco-filme para 2m
para compensar a dintância foco-objecto; se o chassi estiver nas pernas
aumentar a distãncia foco-filme para 1.50m.

RC: angulado 60º crânio-caudal a incidir no
ápice da rótula.

Critérios de boa realização:
- Rótula vista de forma axial e no centro de colimação;
- Visualizarão do espaço retropatelar e dos condilos femurais;
- Valores de exposição adequados.

• Estudo da fossa intercondiliana

Face PA
Chassi: 18x24 l.
DFf: 1m
Posto com/sem
potter
Foco: fino RC: perpendicular a incidir no centro da
Projecção: PA zona poplítea.

Posicionamento:
- Parte-se da posição de decúbito ventral. Joelhos apoiados e
flectidos. Eixo longitudinal do fémur a formar um ângulo de 70º
com o plano do exame e de 20º com o raio central.
- Colimar à região de interesse.

Alternativas à “posição de gatas”:
- Com um banco e perna flectida;
- Com o joelho encostado ao potter.

44

Joelho de face. . Fémur a formar um ângulo de 60º com o prolongamento do eixo da tíbia. .Fossa intercondiliana aberta. Membro inferior em extensão. Chassi curvo por baixo do joelho. Posicionamento: . Posicionamento: . . . Posicionamento: . . elevar a perna de forma a formar um ângulo de 40º com o plano de exame (elevar a perna e apoiada num suporte).Fémur alinhado.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino RC: angulado 40º caudais a incidir no centro Projecção: PA da região poplitea. Critérios de boa realização: .Valores de exposição adequados.Colimar à região de interesse. Coxas apoiadas na mesa. . do joelho) 45 .Decúbito dorsal. • Estudo do fémur (1/3 médio e distal) Face AP Chassi: 18x43 l.Face PA (alternativa) Chassi: 18x24 l.Não rotação do joelho.Decúbito dorsal. Face AP (alternativa) Chassi: curvo DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular à tíbia e a incidir na Projecção: AP ápice da rótula.Decúbito ventral. (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art. Ligeira rotação interna do membro inferior (5º). Ligeira flexão do joelho. . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior Projecção: AP médio com 1/3 distal.Colimar à região de interesse.

Ligeira rotação interna do membro inferior (15º) . Flexão do joelho de 30 a 45º. (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art. DFf: 1m Posto com potter Posicionamento: Foco: fino RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Projecção: proximal com 1/3 médio. Rotação ligeira do corpo de 5º para trás. Perfil externo Chassi: 18x43 l. . Posicionamento: . (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art. Projecção: AP Posicionamento: . Membro inferior em extensão. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio. coxo-femural) Critérios de boa realização: 46 .Decúbito lateral. Perna do lado a radiografar flectida.Colimar à região de interesse. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra. .Decúbito dorsal. coxo-femural) Chassi: 18x43 Perfil externo l.Colimar à região de interesse. Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art.Colimar à região de interesse.Decúbito lateral. do joelho) • Estudo radiológico do fémur (1/3 proximal e médio) Face AP Chassi: 18x43 l. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior lateral médio com 1/3 distal. lateral .

Avaliação de situações de encurtamento dos membros (chassi extralongo ou 35x43cm*) Nota: * o chassi 35x43cm (:3) é utilizado em estudos gonométricos do membro inferior.Determinação de desajustes em varismo ou valgismo (chassi extralongo) . em que na mesma película se visualizam as art.Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem . coxo-femural no estudo do 1/3 proximal e médio. Raio central: perpendicular a incidir a meio do chassi. joelho e tornozelo. coxo-femurais. uma vez que a perna contralateral é ligeiramente elevada. Pés em posição anatómica. este estudos podem ser feitos caso os 2 membros inferiores não caibam no extralongo ou por protocolo da instituição.Apneia respiratória . Ligeira abdução dos membros inferiores e apoio simétrico dos mesmos.Protecção gonadal (até 16anos) . Estudo monopedálico: estudo unilateral. • Estudo métrico dos membros inferiores Particularidades: .Visualização do fémur alinhado e de forma a incluir o joelho no estudo do 1/3 médio e distal e a incluir a art. .Valores de exposição adequados. Membros superiores ao longo do corpo. . .Distância foco-filme de 2m . .Fémur de perfil nas incidências de perfil.Fémur de face nas incidências de face. em que há apoio da perna a radiografar suportando o peso do corpo. 47 . Neta caso a DFf volta a ser de 1m. Posicionamento: Ortostatismo.Só se realiza a face Finalidade: .Grelha anti-difusora .

Com os joelhos flectidos. Membros superiores ao longo do corpo. Estudo radiológico da cintura pélvica • Estudo radiológico da articulação coxo-femural Face AP Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bilat) DFf: 1m RC: perpendicular a incidir 2. .Grande trocanter de perfil. Plantas dos pés em contacto (posição de rã).6. Posicionamento: . . Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse.Visualização do 1/3 proximal do fémur.Estudo bilateral (em crianças): decúbito dorsal.Valores de exposição adequados.Valores de exposição adequados.Pequeno trocanter projectado de forma a triangular no bordo medial do fémur. Obliquar o doente a 45º de modo afastar o lado oposto ao lado a radiografar. coxo-femural no centro de colimação.Colimar à região de interesse. .Colo do fémur desdobrado.Decúbito dorsal. .Sobreposição do grande trocanter ao colo do fémur. Membro ipsilateral flectido a 90º e o contralateral em extensão. .Estudo unilateral: decúbito lateral.5cm a meio e Posto com potter abaixo da linha que une as EIAS à sínfise Foco: fino púbica. . 48 . Posicionamento: .Art. Membro inferior em rotação interna (15º).Pequeno trocanter desprojectado do bordo medial do fémur. . . Falso perfil Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bi) DFf: 1m RC: uni: perpendicular a incidir a nível do colo Posto com potter do fémur. . . Critérios de boa realização: .1/3 proximal do fémur de perfil. . Foco: fino RC: bi: perpendicular a incidir a 1/2 distância da Projecção: lateral linha que une os dois colos femurais no PMS.

Finalidade: serve como complemento à incidência de face em bloco. Projecção: SI: a incidir no colo do fémur.Grande trocanter de perfil. .Supero-inferior (SI): decúbito dorsal. axial Posicionamento: . Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros para corrigir a anteversão fisiológica do colo do fémur (desdobrar o colo do fémur).Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse.Simetria dos buracos obturadores e dos ilíacos. onde não se faz o falso perfil.Colo do fémur no centro de colimação visto de forma axial. .Decúbito dorsal. Coxa a 90º como corpo. . . o RC deve incidir na síntese púbica e cortam-se as cristas ilíacas. Projecção: AP Posicionamento: . Flexão e elevação do membro inferior contralateral. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. . . no PMS. Chassi: 18x24 Axiais (uni) DFf: 1m Posto com potter RC: IS: perpendicular a incidir na região Foco: fino inguinal. Chassi colocado entre as pernas (pode recorrer-se a chassi curvo) . . Nota: Em caso de visualização de prótese da anca. Critérios de boa realização: .Visualização de toda a pelve óssea. Critérios de boa realização: .Colo do fémur desdobrado. Membros inferiores em extensão. • Estudo radiológico da bacia Face AP Chassi: 35x43 t. Chassi colocado verticalmente e apoiado na crista ilíaca.Infero-superior (IS): decúbito dorsal. 49 .Valores de exposição adequados.Alinhamento da apófise espinhosa de L5 com o centro do sacro e da sínfise púbica.

Colimar à região de interesse. . Critérios de boa realização: * Intet: . . Finalidade: Estudo da báscula pélvica ou da articulação coxo-femural. . Projecção: AP Posicionamento: . projectado de forma triangular. Face em carga Chassi: 35x43 t. . Membros superiores ao longo do corpo e ligeiramente abduzidos.Colimar à região de interesse.Sínfise púbica vista de forma axial.Valores de exposição adequados. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha Foco: fino que una as EIAS e a sínfise púbica.Outlet: raio central angulado 45º caudo-craniana . . Projecção: AP Posicionamento: . • Estudo da sínfise púbica e ramos isquiopúbicos Face Chassi: 35x43 t. a cavidade forma uma espécie de lágrima).Pequeno trocanter no bordo medial do fémur.Boa visualização do estreito pélvico. * Outlet: 50 .Ortostatismo. no PMS.Valores de exposição adequados.Inlet: raio central angulado 45º crânio-caudal . . . Membros inferiores em extensão com rotação interna de 15 a 20º. Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros. no PMS. . Membros inferiores em extensão. ou 24x30 (trauma da sínfise púbica) DFf: 1m Posto com potter RC: angulado a incidir a meia distância da linha Foco: fino que una as EIAS e a sínfise púbica.Visualização do “U” radiológico de Calot (formado pelo sobreposição do acetábulo.Asas do ilíaco abertas.Decúbito dorsal.

obtemos a imagem relativa a uma obturadora esquerda.Sínfise púbica de face. Nota: ao fazer o estudo bilateral ao fazer a incidência alar direita. . .Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior. na imagem obtemos a alar esquerda. . Rodar o doente 45º (para desdobrar a asa do ilíaco) para o lado a radiografar.Mais frequente das luxações. .Buraco obturador bem aberto e arredondado.Valores de exposição adequados. 51 . . Rodar o doente 45º (para abrir o obturador e a asa do ilíaco) para o lado oposto a radiografar. Estudo simultâneo. .Ocorre frequentemente no sexo feminino.Colimar à região de interesse. .Buraco obturador obliquado. . tal como ao fazer a incidência obturadora direita.Valores de exposição adequados.Asa do ilíaco quase de perfil.Asa do ilíaco desdobrada. * Obturadora: . .Valores de exposição adequados. • Estudo radiológico do acetábulo e buraco obturador (Hemiface da bacia) Incidência Alar e Obturadora Chassi: 24x30(uni) ou 18x43(bi) DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica do lado Projecção: AP a radiografar. . .Incidência Obturadora: decúbito dorsal.Ramos isquio-púbicos desdobrados. . Posicionamento: . Critérios de boa realização: * Alar: . • Luxação congénita da anca .Incidência Alar: decúbito dorsal.Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior.

no PMS. .Incidência Van Rosen Incidência de Lowestein (posição de rã) Chassi: 24x30 t. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica.Valores de exposição adequados. Projecção: AP Posicionamento: .Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança. Flexão e abdução dos membros inferiores. .1/3 proximal do fémur de perfil. . Critérios de boa realização: .A anca esquerda mais atingida (3:2).Parte-se da posição de face da bacia. Abdução a 45º e extensão dos membros inferiores.Alinhamento da apófise espinhosa L5 com o centro do sacro e sinfise púbica. Projecção: AP Posicionamento: . . . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. Luxação: separação total ou parcial de 2 estruturas que deveriam estar em contacto. .Raça branca mais atingida do que a raça negra.Visualização de toda a cintura pélvica óssea. de modo a que as plantas dos pés estejam em contacto.Incidência Lowestein (posição rã) . Rotação interna dos mesmos. Incidência de Van Rosen Chassi: 24x30 t. .Pequeno trocanter ligeiramente desprojectado medialmente e grande trocanter sobreposto ao colo do fémur.Incidência Face AP da bacia: . . no PMS.Parte-se da posição de face da bacia. 52 . Diagnóstico: manifestações clínicas que apresenta e achados radiológicos característicos.

.Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança. 53 .

Articulações sacro-ilíacas centradas e alinhadas com o centro de colimação.• Estudo radiológico das articulações sacro-ilíacas Face bilateral Chassi: 24x30 t.Espaços articulares sacro-ilíacos e L5-S1 bem visíveis. . Projecção: AP Posicionamento: . . Alinhar a articulação com o centro de colimação.Valores de exposição adequados. 2.Ausência de rotação (equidistância das apófises sacrais).Decúbito dorsal. Elevar o lado a radiografar 25 a 30º para oblíqua posterior. Observações: Apneia respiratória OPD – articulação sacro-ilíaca esquerda OPE – articulação sacro-ilíaca direita 54 .5cm potter medial. Oblíquas (as posteriores são as mais realizadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível das EIAS. Posicionamento: . .Colimar à região de interesse. pode manter-se a angulação da face para ver Foco: fino a articulação em toda a extensão. . Membros inferiores em extensão. Membros superiores em extensão ao longo do corpo.Decúbito dorsal. .Colimar à região de interesse. Finalidade: a angulação faz com que abordemos tangencialmente a articulação Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 30 a 35º caudo-craniano a incidir a Foco: fino meia distância entre as EIAS e a sínfise púbica no Projecção: AP PMS. ou ao nível do tórax.

Ligeira deflexão da cabeça. 2cm à frente das Foco: fino apófises espinhosas (o feixe longitudinal deve passar no Projecção: ouvido externo) lateral Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Visualização de C1 a C7 e se possível C7-D1 . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . Ombro encostado ao potter. Plano médio sagital perpendicular ao filme. Ligeira deflexão da cabeça. Plano médio sagital paralelo ao filme.Não desdobramento do muro vertebral posterior . Mastóides equidistantes do filme. não deglutir Nota: a angulação pretende tangenciar os discos e os espaços intervertebrais Critérios de boa realização: . .5m Posto com RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do bordo potter superior da cartilagem tiroideia.Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x24cm l.Ortostatismo ou decúbito dorsal. DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao potter nível do ponto mais proeminente da cartilagem Foco: fino tiroideia.Visualização de C3 a D1 . Projecção: AP Posicionamento: .Ausência de rotação (apófises espinhosas alinhadas) .7.Ausência de rotação .Não sobreposição da mandíbula às vértebras cervicais superiores .Colimar à região de interesse. Observações: apneia respiratória.Sobreposição da mandíbula e do occipital sobre C1 e C2 . DFf: 1. Estudo radiológico da coluna vertebral • Estudo radiológico da coluna cervical Face AP (C3-C7) Chassi: 18x24cm l.Espaços intervertebrais abertos . Ombros descaídos.Lateral em ortostatismo.Valores de exposição adequados 55 . .

DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP com a boca RC: perpendicular a incidir no centro da aberta boca aberta.Colimar à região de interesse. Rotação do corpo e cabeça de 45º.Valores de exposição adequados OPD – buracos de conjugação esquerdos OPE – buracos de conjugação direitos Face AP (C1-C2) transoral ou transbucal ou incidência de boca aberta Chassi: 18x24cm l. Mastóides equidistantes do filme. Critérios de boa realização: .Visualização de C1 a C7 .Fixar os dentes superiores com o occipital. Projecção: AP Posicionamento: . perpendicular ao filme.Ortostatismo ou decúbito dorsal.Não sobreposição da base do crânio a C1 . Nota: instrução do paciente para manter a boca aberta pronunciando o som “A”.Boa visualização dos buracos de conjugação (circulares) . .Colimar à região de interesse. Ligeira deflexão da cabeça. DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao potter nível do ponto mais proeminente da cartilagem Foco: fino tiroideia. pelos quais emergem as raízes nervosas. Plano médio sagital perpendicular ao filme.Não sobreposição das mandíbulas às vértebras cervicais superiores . Linha que une a margem inferior das incisivas superiores sobreposta à base do crânio.Ortostatismo ou decúbito dorsal. ajustar a rotação da cabeça e pedir ao doente para abrir a boca. delimitados pelas apófises transversas e articulações interapofisárias.Oblíquas (incidência em dupla obliquidade) Chassi: 18x24cm l. . Critérios de boa realização: 56 . . porque assim a língua repousa no chão da boca. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Estudo dos buracos de conjugação. Posicionamento: .

.Visualização de C1 a C2 e respectiva articulação.Valores de exposição adequados 57 . assim como a apófise odontóide ou dente do áxis .Sobreposição dos incisivos superiores com base do crânio .Ausência de rotação .

Braço e ombro contralaterais colocados para baixo e ligeiramente para trás. Braço e ombro ipsilateral colocados para cima e ligeiramente para a frente.Colimar à região de interesse. Ombro encostado ao potter. DFf: 1. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir ao nível de D1 (ao nível da Projecção: apófise espinhosa C7).Colimar à região de interesse. flexibilidade da coluna.Lateral ou em ortostatismo ou decúbito lateral.Valores de exposição adequados • Transição cervico-dorsal Chassi: Perfil (posição de nadador) 18x24cm l. Hiperflexão: queixo deprimido a tocar no tórax.Visualização de C4 a D3 .Cabeças dos úmeros separadas verticalmente 58 . Finalidade: estudo relação corpos-discos. Plano médio sagital paralelo ao filme.Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e em hiperextensão Chassi: 18x24cm l.5 m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível de C4 Foco: fino (cartilagem tiroideia).Não desdobramento do muro vertebral posterior . . .Visualização de C1 a C7 .Hiperextensão: apófises espinhosas devem estar próximas . Plano médio sagital paralelo ao filme. lateral Posicionamento: . Mão apoiada na cabeça. . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Ombros descaídos.Ausência de rotação .Hiperflexão: apófises espinhosas devem estar afastadas .Hiperextensão: queixo levantado e cabeça inclinada para trás ao máximo. alinhamento da coluna. Projecção: AP . .Lateral em ortostatismo. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: .

Plano médio sagital paralelo ao filme. para combater a sobrexposição das vértebras dorsais superiores e a subexposição das vertebral dorsais inferiores. Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 (8 a potter 10cm abaixo da incisura jugular) (meio da linha Foco: fino intermamilar). podemos usar um ecrã gradual com o + para cima e o – para baixo e/ou tirar partido do efeito anódico.Ortostatismo ou decúbito dorsal.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse.DL: braços levantados a formarem ângulos rectos com o corpo e cotovelos flectidos. Projecção: AP Posicionamento: .Ortostatismo: Braços para a frente com as mãos em pronação forçada .Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da coluna dorsal Face AP Chassi: 18x43cm l. Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: 59 .Visualização de C7 a L1 . 4cm para a frente Projecção: do plano dorsal posterior.Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x43cm l. .Ortostatismo ou decúbito lateral. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 (2 dedos Foco: fino abaixo da axila no plano coronal). Braços ao longo do corpo. Observações: Apneia expiratória (para obter uma melhor uniformização em termos de densidade e valores de exposição) Nota: coluna mais próxima. raio aborda a curvatura pela sua concavidade então o raio é perpendicular.Ausência de rotação (articulações esterno-claviculares equidistantes da coluna) . .Apófises espinhosas alinhadas e centradas . Alinhar o plano médio sagital (tracção). lateral Posicionamento: . . .

. Não desdobramento do muro vertebral posterior. . Ausência de rotação. Valores de exposição adequados. Espaços intervertebrais abertos. . . . 60 . Visualização dos 2/3 inferiores da coluna dorsal.

DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo costal Foco: fino inferior e das cristas ilíacas.Visualização de D12 a S1 . Observações: Apneia respiratória Nota: A apneia pode ser expiratória. . . Braços ao longo do corpo. devido à necessidade de aumentar os mA. lateral Posicionamento: . Braços afastados do corpo.Bom alinhamento das apófises espinhosas em relação aos corpos vertebrais – se não houver esclerose .DD: Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar. pois assim o diafragma sobe. Colocar um apoio por baixo do corpo p diminuir a curvatura provocada pela anca.Ausência de rotação .• Estudo radiológico da coluna lombar Chassi: Face AP ou PA (AP é mais comudo) 24x30cm l. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo Projecção: costal inferior e das cristas ilíacas. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral).Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. Projecção: AP/PA Posicionamento: . optimizando a visualização das primeiras vértebras lombares. PMS paralelo ao filme.Ortostatismo: Apoio simétrico dos membros inferiores para evitar inflexões laterais . permitido também uma imagem mais homogénea.Sobreposição das apófises articulares direitas e esquerdas .Ortostática ou decúbito dorsal.Articulações sacro-ilíacas equidistantes da coluna . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . Critérios de boa realização: . No perfil pode recorrer-se ao foco grosso.Não desdobramento do muro vertebral posterior 61 .Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 24x30cm l. .Colimar à região de interesse. Alinhar o plano médio sagital (tracção).Colimar à região de interesse.Boa visualização de todas as vértebras lombares .

patologia discal ou lombalgia – ortostatismo. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: centrado ao nível de L3. + proximas Critérios de boa realização: .Boa visualização dos “scotty dog” . 5cm lateralmente ao PMS Projecção: (para o lado levantado) AP/PA Posicionamento: . .Boa visualização de D12 a S1 . . + afastadas OP – art. Rotação do corpo de 45º.Articulações zigoapofisárias abertas .Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. espondilolitesis (deslizamento de uma vértebra sobre a outra).Boa visualização dos istmos lombares (zona entre a lâmina e o pedículo) . flectir o corpo ao máximo.Ortostática (AP ou PA) ou decúbito dorsal ou decúbito ventral. . Plano coronal alinhado com a linha média do potter. espondilolise (pode surgir associado à espondilolistesis.Colimar à região de interesse. Projecção: lateral Posicionamento: . .Valores de exposição adequados Chassi: Oblíquas anteriores ou posteriores 18x43cm l. fractura no istmo lombar). Plano médio sagital paralelo ao filme. Em decúbito lateral colocar em posição fetal. OA – art.Colimar à região de interesse. . Observações: Apneia expiratória Finalidade: estudo de lise ístmica Nota: Espondilartrose – Face+Perfil.Hiperextensão: articulando a pelve.Espaços intervertebrais abertos .Valores de exposição adequados Estudos dinâmicos Chassi: • Perfil em Hiperflexão e hiperextensão 35x43cm l. extensão do tronco ao máximo.Hiperflexão: articulando a pelve. 62 . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: centrado ao nível de L3.

lateral Posicionamento: . Observações: apneia respiratória Finalidade: avaliar a flexibilidade da coluna em esforço. Articulando a pelve. sacro-iliacas equidistantes da coluna. -Alinhamento das apófises espinhosas em relação ao corpo vertebral. . Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral). permite também ver se há cedências (espondilolitesis) Critérios de boa realização: . Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização: . Repetir o procedimento do lado oposto. .Ortostática ou decúbito. Braços ao longo do corpo.Colimar à região de interesse Observações: Apneia respiratória 63 . DFf: 1m Posto com RC: centrado ao nível de L3 potter Foco: fino Projecção: AP/PA Posicionamento: . . PMS paralelo ao filme. . Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo). DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir ligeiramente (2cm) Projecção: abaixo das cristas ilíacas. .Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. Braços afastados do corpo.Ausência de rotação do tórax ou pelve .Coluna centrada no centro de colimação .Colimar à região de interesse.Art.Valores de exposição adequados • Transição lombo-sagrada (L5-S1) Chassi: Perfil 18x24cm l. fazer o paciente inclinar o ombro e corpo mantendo o apoio simétrico dos membros inferiores.Arts.Não desdobramento do muro vertebral posterior Chassi: • Face com desvios laterais (direito e esquerdo) 35x43cm l. da coluna inclinadas para a direita/esquerda.Visualização de D12 a S1.

• Estudo radiológico do sacro Face Chassi: 24x30cm l. . Extensão dos membros inferiores.Não rotação e não desdobramento do muro vertebral posterior.Valores de exposição adequados.Decúbito dorsal ou decúbito ventral. . DFf: 1m Posto com RC: ângulo lombo-sagrado (determinado no perfil) ou potter 30 a 35º (padrão). AP/PA Posicionamento: . AP – caudo-craniano a meio da linha Foco: fino que une as EIAS.Ortostatismo ou decúbito.Espaço intervertebral aberto e no centro de colimação.Espaço intervertebral aberto. . . Critérios de boa realização: . Braços ao longo do corpo.Arts.Colimar à região de interesse. Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo). . Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito). Nota: Faz-se primeiro que a face para determinar o ângulo lombo-sagrado. . Braços ao longo do corpo. Projecção: PA – crânio-caudal a meio da linha que une as EIAS. DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano (AP) Foco: fino centrado no PMS a incidir a meia distância da linha Projecção: que une as EIAS e a SP.Visualização desde L5 até ao promuntório sagrado. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . sacro-iliacas equidistantes do centro da coluna. Linha paralela ao promontório sagrado mais linha perpendicular à margem supero-posterior ao sacro.Valores de exposição adequados Chassi: Face para L5-S1 18x24cm l. L5-S1 centrada.Art. .Colimar à região de interesse. AP/PA Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 64 . .

.Decúbito dorsal ou decúbito ventral.Valores de exposição adequados. Extensão dos membros inferiores. . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Flexão das ancas e dos joelhos.Visualização de todo o sacro.Valores de exposição adequados.Cóccix alinhado e no centro de colimação. Braços ao longo do corpo. lateral Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Alinhar o sacro com a linha média da mesa. .Sacro de perfil. . Projecção: AP/PA Posicionamento: . Chassi: Perfil 24x30cm l.Valores de exposição adequados. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir a nível das EIAS.Visualização de todo o sacro e no centro de colimação. 5cm Projecção: anterior à superfície posterior do sacro. DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 10 a 15º crânio-caudal centrado no Foco: fino PMS a incidir 5cm acima da sinfíse púbica. 65 . .Decúbito lateral.Colimar à região de interesse. .Apófise espinhosa de L5 alinhada e centrada com o sacro. • Estudo radiológico do cóccix Chassi: Face 18x24cm l. .Colimar à região de interesse. .

. Flexão das ancas e dos joelhos.Decúbito lateral. • Incidência de SEZE (incidência panorâmica da região lombar e pélvica. Braços ao longo do corpo.Cóccix de perfil. Observações: Apneia respiratória Finalidade: .Ortostatismo. lateral Posicionamento: . Alinhar o cóccix com a linha média da mesa.Colimar à região de interesse. . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir 3 a 4cm acima do Projecção: grande trocanter.Estudo estático da região lombo-pélvica 66 . . para estudo ósseo em situação de carga) Face Chassi: 35x43cm l. Descalço. Projecção: PA Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular e horizontal a incidir a meio da Foco: fino linha que une as cristas ilíacas. Chassi: Perfil 18x24cm l. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Valores de exposição adequados. alinhado e no centro de colimação. apoio simétrico dos membros inferiores e rotação interna dos pés de 15º aproximadamente (para desdobrar os colos do fémur).Colimar à região de interesse.

Estudo dos corpos vertebrais e discos .Análise simultânea das articulações sacro-ilíacas. coxo-femurais. charneira lombo-sagrada e colo do fémur 67 . .

Boa visualização de toda a coluna de perfil e centrada no centro da colimação . Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico).Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos 68 .Protecção gonadal (até 16anos) .Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos .Distância foco-filme de 2m .Colimar à região de interesse.Ausência de rotação . Braços ao longo do corpo.Boa visualização de toda a coluna de face e centrada com o centro de colimação .Apneia respiratória . . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Ausência de rotação . Braços elevados a formar um ângulo de 90º com o corpo.Face + Perfil Telerradiografia de face (estudo de escleoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino RC: perpendicular a incidir a meio do chassi. lateral Posicionamento: .Incluir na colimação parte das cristas íliacas Telerradiografia de perfil (estudo de cifoses e hiperlordoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino Projecção: RC: perpendicular a incidir a meio do chassi.• Estudo métrico da coluna Particularidades: .Lateral em ortostatismo.Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem .Colimar à região de interesse. Projecção: AP Posicionamento: .Grelha anti-difusora . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Ortostatismo. . Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico).

POM perpendicular à mesa e paralelo ao raio central.Paciente sentado para uma projecção AP. Apoio do occipital. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no nasion Posicionamento: . Palmas das mãos apoiadas no potter. PMS perpendicular ao filme. DFf: 1m Posto: potter v. . Flexão da cabeça de modo a que o POM fique perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. devemos recorrer a apoios para imobilizar a cabeça.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. . tumor na cabeça. Foco: fino RC: perpendicular a emergir no Projecção: PA nasion Posicionamento: .Colimar de acordo com a região. S = 0º Finalidade: estudo standard. Apoio fronto- nasal. S= 0º Finalidade: Incidência de recurso quando o paciente não consegue fazer uma face PA para traumatizados ou acamados Janela radiológica: Órbitas para projectar os rochedos Nota: se o doente estiver instável. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. DFf: 1m Posto: potter v. PMS perpendicular ao filme de forma a garantir a simetria do crânio.Paciente sentado para uma projecção PA. estudo da abobada craniana 69 . Face PA (Steenhuis) Chassi: 24x30cm l. Estudo radiológico do crânio e do maciço facial • Estudo radiológico do crânio Face AP (Schuller II ou rochedos nas órbitas) Chassi: 24x30cm l.8.

S = 90º Nota: incidência muito informativa Critérios de boa realização: .Colimar de acordo com a região. Alinhar o PMS.Bom estudo da sela turca Incidência de perfil nos traumatizados Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto: potter h. . Posicionamento: .Doente em decúbito dorsal. Foco: fino RC: perpendicular a incidir 4cm acima do Projecção: PA tragus contralateral.Visualização de todo o crânio desde o vertéx até à mandíbula. Flectir a cabeça e elevar o crânio com um apoio para não cortar a parte mais posterior do occipital. PMS paralelo ao filme e perpendicular ao RC. Posicionamento: . Foco: fino RC: perpendicular horizontal a incidir no Projecção: PA meio do chassi. Membro superior contralateral em extensão e ipsilateral encostado ao potter com o ombro relaxado. porção petrosa do temporal) no centro das órbitas . há patologias e que há aumento dos ossos (ex:acromegalia) Critérios de boa realização: .Crânio de perfil *Tectos das órbitas sobrepostos *Apófises clinóides da sela turca sobrepostos *CAE sobrepostos . lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. DFf: 1m Posto: potter v. POM paralelo ao chão. Nota: se cortarmos a mandíbula na faz mal. Perfil Chassi: 24x30cm t.Boa visualização dos seios perinasais .Paciente sentado para uma projecção PA. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica.Rochedos (ouvidos. 70 .Boa visualização das linhas inominadas (resultam de um tangenciamento do raio relativamente à asa do esfenoide) .Posição simétrica do crânio (linhas inominadas equidistantes da linha média) .

S = 90º Caldwell Chassi: 18x24cm l. POM perpendicular ao filme. DFf: 1m Posto: potter v. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Foco: fino RC: a formar um ângulo de -25º com o POM.Visualização do chão da sela turca .Paciente posicionado para uma projecção AP. . S = 0º Finalidade: estudo do osso frontal Nota: usa-se em caso de lesão nos seios Critérios de boa realização: .Colimar de acordo com a região.Colimar de acordo com a região 71 . DFf: 1m Posto: potter v. . Apoio do occipital. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º. Apoio fronto- nasal. . POM perpendicular ao filme. Projecção: PA angulado 25º crânio-caudal a emergir no nasion.Simetria do crânio .Paciente sentado para uma projecção PA.Boa visualização dos seios frontais e osso frontal Caldwell invertido (incidência para politraumatizados) Chassi: 18x24cm l. Foco: fino RC: angulado 25º caudo-craniano a Projecção: AP incidir no nasion. Posicionamento: .Colimar à região de interesse. Posicionamento: .Bordo superior dos rochedos sobreposto ao bordo inferior das órbitas .

Todo o maciço facial é projectado para baixo para visualização do occipital e abóbada craniana . ATM . +/.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º. pesquisa de fracturas. Parte-se da incidência de Caldwell com RC angulado 25º cranianos a incidir na base do occipital a emergir +/. RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir no centro Foco: fino da linha bi-auricular.Visualização do dorso da sela turca .Côndilos da mandíbula de face .Estudo das mastóides. DFf: 1m Posto: potter h/v. noutros é necessário dar mais angulação à ampola) Towne invertido Na impossibilidade de fazer flexão da cabeça. Critérios de boa realização: . Raio central a formar um ângulo de 25º com o POM.7cm acima do nasion. Apoio do occipital.7 cm acima do nasion.Paciente sentado para uma projecção AP.Projecção da sela turca no buraco magno (só em alguns pacientes. . POM perpendicular ao filme. Flexão máxima da cabeça de forma a que o mento fique encostado ao tórax (se possível).Simetria do crânio e não rotação . Observações: Apneia respiratória Towne (ou semi-axial) Chassi: 24x30 cm l. Projecção: AP Posicionamento: .S = 0º Finalidade: estudo da região occipital. 72 .

Apoio do mento. Posicionamento: . é uma incidência de último recurso pois causa muita disturção. DFf: 1m Posto: potter v. desvio do septo nasal e pirâmide dos septos. Water Chassi: 18x24 cm l.Estudo dos malares (trauma) . Foco: fino RC: perpendicular a emergir no Projecção: PA acantion.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º. Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM .Estudo da região nasal (trauma) . Nota: podemos colocar um apoio para a flexão da cabeça.Estudo dos ossos da face .Simetria do crânio e não rotação . Critérios de boa realização: .Paciente sentado para uma projecção PA.S = 0º Finalidade: estudo dos ossos da face e dos seios.Seios maxilares totalmente livres da sobreposição dos rochedos Water modificado Em caso de pesquisa de fractura dos malares realizar duas incidências: * -40º Apoio mentonasal e raio central angulado 5º descendentes * -60º Apoio mentoniano e raio central angulado 10º descendentes 73 . na falha de Towne e Towne invertido.

Incidências axiais Axiais – estudo da base do crânio Chassi: 18x24 cm l.Simetria do crânio e não rotação . Blondeau Chassi: 18x24 cm l. .Visualização de toda a pirâmide nasal.Seios esfenoidais projectados na boca .Seios maxilares livres de sobreposição . Posicionamento: . Foco: fino RC: perpendicular a emergir no Projecção: PA acantion.S = 0º Nota: usa-se a boca como janela radiológica para visualizar os seios esfenoidais Critérios de boa realização: . Raio central: sempre a emergir no acantion. 74 Foco: fino RC: perpendicular a incidir a meio da linha Projecção: AP que une os tragus .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º. Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM. DFf: 1m Posto: potter v. Apoio do mento com abertura da boca. DFf: 1m Posto: potter v.Paciente sentado para uma projecção PA.

Apoio do vértex.Paciente sentado para uma projecção PA. Paciente sentado para uma projecção AP. Foco: fino RC: perpendicular a emergir no meio da Projecção: PA linha interpupilar. Apoio mento- nasal. DFf: 1m Posto: potter v.Projecção do arco da mandíbula: .Subaxial – sobre as células etmoidais anteriores Mahoney ou chão das órbitas Chassi: 18x24 cm t. Hiperextensão (contra-indicado em suspeita de traumatismo da cervical) da cabeça de modo a que o raio central faça um ângulo de 90º (hiperaxial). Posicionamento: .Estudo dos seios esfenoidais e etmoidais .Colimar de acordo com a região Observações: apneia respiratória Nota: desaconselhado a pacientes que não conseguem fazer hiperextensão Distinção: * Subaxial: o arco da mandíbula fica abaixo dos seios frontais * Hirtz: o arco da mandíbula fica sobreposto aos seios frontais * Hiperaxial: O arco da mandíbula fica acima dos seios frontais Critérios de boa realização: .Axial – sobre os seios frontais . .S = 0º Indicações: pesquisa de corpos estranhos Artefactos: lentes de contacto Variantes no tipo de apoio: Fractura do mento – fazer apoio fronto-nasal com raio central angulado 35º crânio-caudal Apoio nasal (ângulo OM de -25º) – raio central angulado 10º crânio-caudal Apoio mentoniano (ângulo OM de -50º) – raio central angulado 15º caudo- craniano Critérios de boa realização: . 75º (Hirtz) ou 60º (subaxial) com o POM. Posicionamento: . Raio central a formar um ângulo de -35º com o POM.Estudo das ATM. .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -35º.Rochedos na metade inferior dos seios maxilares 75 .Hiperaxial – à frente dos seios frontais . arco da mandíbula e apófises zigomáticas (malares) .

Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Cálculo exacto da localização do corpo estranho e factor de ampliação Finalidade: Pesquisa de corpos estranhos intra-oculares • Estudo radiológico do canal óptico Hartmann Chassi: 18x24 cm l.Paciente sentado para uma projecção PA. Rotação da 76 .S = 90º Finalidade: pesquisa de corpos estranhos na órbita ou diferença do chão da órbita Critérios de boa realização: .Crânio estritamente de perfil Método de Comberg (em desuso) Técnica: 1. Colocação da lente de contacto de Comberg que contem uma agulha no centro para ter certeza que o paciente está bem posicionado 3. Foco: fino RC: perpendicular a incidir no rebordo externo da Projecção: PA órbita contralateral. .Sobreposição das apófises clinóides anteriores e posteriores . Apoio mento-nasal de forma a colocar o POM a -35º. .Sobreposição dos CAEs . Foco: fino RC: perpendicular a emergir na Projecção: PA órbita ipsilateral. Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v. Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v.Órbita no centro de colimação . lateral em ortostatismo ou decúbito lateral (em extrema urgência quando não há mais alternativa). Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica.Simetria do crânio e não rotação .Visualização do chão das órbitas Perfil da órbita Chassi: 18x24 cm l.Sobreposição dos tectos das órbitas . Radiografia de face e perfil estrito da órbita 4. Cabeça deflectida. Anestesia local 2.Paciente sentado para uma projecção PA. PMS paralelo ao filme e perpendicular ao raio central. POM paralelo ao raio central.

Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma oval) de bordos bem definidos. DFf: 1m Posto: potter v. nariz e malar. Canal óptico alongado. Estruturas visualizadas: Estudo bilateral das fendas esfenoidais. Apoio do frontal.Colimar à região de interesse. • Estudo radiológico da fenda esfenoidal Caldwell modificado Chassi: 18x24 cm t. . Apoio do nariz.Paciente sentado para uma projecção PA. Rotação da cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). . Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma circular) de bordos bem definidos. mento. projectado centro do quadrante infero-externo da órbita. Apoio fronto- nasal de forma a colocar o POM a 0º. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica). DFf: 1m Posto: potter v.cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). Foco: fino RC: perpendicular a emergir na Projecção: PA órbita Posicionamento: . malar. Rheze Chassi: 18x24 cm l. POM= -20º e PMS = 0º. projectado no centro do quadrante infero-externo da órbita.Colimar à região de interesse.Paciente sentado para uma projecção PA. . Projecção: PA Posicionamento: .Visualização simétrica da fenda esfenoidal 77 . Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. Apoio fronto-nasal. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica). RC: angulado 20º descendentes a emergir a Foco: fino meio da linha que une as 2 orbitas. Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal.

Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal. 78 .Projecção da porção petrosa debaixo do sulco supra-orbital Incidência de Brunetti (em desuso) Chassi: 18x24 cm l. .Doente sentado para uma projecção PA. DFf: 1m Posto: potter v. . Estruturas visualizadas: Visualização da fenda esfenoidal ao centro da órbita. Apoio nasal de forma a que o POM fique a -20º.Colimar à região de interesse. Foco: fino RC: perpendicular a emergir no Projecção: PA centro da órbita Posicionamento: . entre o canal óptico e a fissura orbital superior. Rotação da cabeça para o lado oposto de forma a que o PMS fique a 15º.

Ouvido médio projectado na órbita .Colimar à região de interesse. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Posicionamento: .S = 15º Objectivo: Desfiladeiro (ouvido) antro-aticotimpânico projectado para fora da órbita.Canal semi-circular externo visto de face Incidência de Chaussé III Chassi: 18x24 cm l. Critérios de boa realização: . Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme. . Foco: fino RC: perpendicular a incidir no ângulo Projecção: AP externo da órbita.S = -15º Finalidade: Estudo do ouvido médio através da órbita (janela radiológica).Doente em decúbito dorsal. os canais semi-circulares superior e externo e canal auditivo interno. canal semi-circular superior.Doente em decúbito dorsal. DFf: 1m Posto: potter v. Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita. a caixa do tímpano. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme.Colimar à região de interesse. Visualizam-se os ossículos do ouvido. Foco: fino RC: perpendicular a incidir no ângulo supero- Projecção: AP interno da órbita homolateral. Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita. caixa timpânico e assiculo. o labirinto com o vestíbulo. Posicionamento: .• Estudo radiológico do ouvido Incidência transorbitária de Guillén Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. canal auditivo externo. 79 . . constituído pelo vestíbulo. Rotação da cabeça para o lado a radiografar de modo a colocar o raio central no ângulo supero-interno da órbita. Rotação da cabeça para o lado oposto ao lado a radiografar.

80 .

Incidência de Stenvers Chassi: 18x24 cm l. POM perpendicular ao filme. Foco: fino RC: angulado 25º crânio-caudal a emergir na Projecção: PA ATM em estudo. Cabeça de perfil de modo que o plano médio sagital fique paralelo ao filme. Rotação da cabeça para o lado oposto a radiografar de modo a colocar o raio central a meio da linha orbitomeatal.Paciente sentado para uma projecção PA. Posicionamento: .S = 90º Finalidade: estudo das ATM Critérios de boa realização: . Critérios de boa realização: .Visualização da cóclea e do vestibulo • Estudo radiológico das ATM Schuller I Chassi: 18x24 cm l. Projecção: AP Posicionamento: .Visualização do fundo do canal auditivo interno ligeiramente encurtado .Projecção de face dos canais semi-circulares superiores e externos . . DFf: 1m Posto: potter v.Decúbito dorsal. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. lateral em ortostatismo ou decúbito lateral.ATM no centro de colimação . Deve ser feito o estudo bilateral com a boca aberta e fechada. Flexão da cabeça de modo a que o POM fique paralelo ao chão.S = 35º Finalidade: estudo do ouvido interno e células mastoideias. DFf: 1m Posto: potter v.Colimação adequada 81 .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º. RC: perpendicular a incidir a meio da Foco: fino linha orbitomeatal do lado ipsilateral.

. formação de pólipos.Sempre que possível realizar em ortostatismo ou sentado. . seios etmoidais.Patologia mais frequente é sinosite. seios maxilares Particularidades: . seios esfenoidais.• Estudo radiológico dos seios paranasais .Incidências em número suficiente para demonstrar todos os seios perinasais livres de sobreposição. .Rigor no posicionamento.Seios frontais.Chassi: 18x24 cm 82 . . Objectivo: Ver seios livres de sobreposição. .Ponderação na escolha dos valores de exposição – densidade radiográfica dos seios perinasais.

Incidências Objectivo Perfil (raio central Visualização de todos os seios perpendicular a incidir a meio da perinasais linha OM) Caldwell Visualização dos seios frontais de face e células etmoidais anteriores Water Visualização dos seios maxilares e frontais Visualização do seio Blondeau esfenoidal Visualização dos seios Hiperaxial frontais. etmoidais e seio esfenoidal 83 .

• Estudo radiológico da sela turca .Faz parte do osso esfenoidal . ou ambos para distinguir se é nível hidroaéreo ou pólipo.O melhor estudo é o perfil .Constituída por: chão da sela e dorso . Nota: em algumas instituições podemos prescindir das incidências de Caldwell e Blondeau.É limitada pelas apófises clinóides anterior e posteriormente .Chassi: 18x24 cm 84 . Incidência de Water – sinusite ou pólipo? Procede-se à modificação do Water – faz-se a incidência de Water e inclina- se a cabeça para um lado ou para outro.Aloja a hipófise (se a hipófise estiver aumentada pode levar a erosão da sela .

Chassi: 18x23 cm . Incidências Objectivo Perfil (raio central 2. janela radiológica – turca buraco magno) • Estudo radiológico dos ossos próprios do nariz .Sem potter 85 .5cm Visualização da sela turca acima e anteriormente ao CAE) Visualização do chão da sela Caldwell turca Towne (raio central 30 a 35º Visualização do dorso da sela ou mais.

Paciente sentado para uma projecção PA. Palmas das mãos apoiadas no potter. 86 . Boca fechada e em repouso. Desvio do septo • Estudo radiológico da mandíbula Face PA Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. Foco: fino RC: perpendicular a emergir a meia Projecção: PA distância entre o mento e as ATM’s no PMS. POM deve ficar perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Incidências Características Perfil dos ossos próprios Idêntico à incidência com o do nariz raio central a incidir na raiz do nariz Crosserez (não se usa) Posição como a incidência de Hirtz com o raio central tangente à raiz do nariz Visualização da pirâmide Water nasal. Apoio fronto-nasal. Posicionamento: .

Permite a visualização de toda a arcada desntária .Boa visualização da arcada dentária e da inserção dos dentes na mandíbula .Permite o estudo de toda a mandibyla.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Simetria das ATM’s .Ramos e dentes superiores igualmente ampliados de cada lado .Visualização do trabeculado ósseo .S = 0º Critérios de boa realização: .Ausência de rotação – gonions ao mesmo nível e equidistantes do PMS Ortopantomografia . ATM’s e condilos Aparelho especializado: Cefalostato Posicionamento: . a Foco: fino emergir no gonion homolateral. DFf: 1m Posto: potter v.Visualização dos espaços articulares . PMS alinhado e centrado com a linha luminosa longitudinal. Critérios de boa realização: . desde os condilos até ao mento .Imagem no centro da película .Visualização desde as ATM’s até ao mento Oblíqua (Défillé) Chassi: 18x24 cm l. RC: angulado 25º caudo-craniano.Radiografia panorâmica de toda a região maxilo-facial . Pedir ao doente para morder o objecto do aparelho para que não haja sobreposição dos dentes.Doente em ortostatismo ou sentado com a coluna cervical rectilinizada. .Mandíbula no centro de colimação .Mandíbula com formato ovalado e com a sinfise mandibular projectada ligeiramente abaixo dos ângulos mandibulares .Visualização de toda a mandíbula.Porção da cervical igual de cada lado e desobrepostos das ATM’s .Visualização da arcada dentária desde a parte cortical à parte medular . Projecção: PA 87 .Simetria da arcada dentária . Feixe luminoso transversal a coincidir com a linha infraorbitomeatal.

no centro de colimação e livre da sobreposição da porção mandibular contralateral.S = 90º Nota: em vez de angular a ampola. . Plano médio sagital paralelo ao filme. 88 . Sobreposição dos ramos direito e esquerdo da mandíbula.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º. podemos rodar a cabeça. Posicionamento: .Cabeça de perfil com apoio do plano auricular.Porção mandibular em estudo horizontalizada. Critérios de boa realização: .

89 .

Incidência OM S RC Finalidade Schuller II Estudo standard Rochedos nas Perpendicular a 0º 0º da abobada órbitas incidir no nasion craniana Face AP do crânio Estudo standard Steenhuis Perpendicular a 0º 0º da abobada Face PA do crânio emergir no nasion craniana Perpendicular. 4 Todas as Perfil do crânio 0º 90º cm acima do tragus estruturas de contralateral perfil Angulado 25º Caldwell 25º 0º caudais. a incidir Estudo do Towne (AP) 25º 0º no meio da linha bi. desvio do Crânio acantion septo nasal e pirâmide nasal Ver os seios Perpendicular a esfenoidais Blondeau -50º 0º emergir no usando a boca acantion como janela radiológica Arco da mandíbula Subaxial -60º 0º abaixo dos seios A frontais x Perpendicular a Arco da i meio da linha que mandíbula a Hirtz -75º 0º une os tragus sobreposto aos i seios frontais s Arco da Hiperaxial -90º 0º mandíbula acima dos seios frontais Perpendicular a Mahoney Pesquisa de -35º 0º meio da linha inter- Chão das orbitas corpos estranhos pupilar Perpendicular no Corpos estranhos Órbita Perfil da orbita 0º 90º rebordo externo da ou chão da orbita orbita contralateral Canal óptico projectado no Perpendicular na Hartman -35º 35º quadrante infero orbita ipsilateral externo da órbita Canal (redondo) óptico Canal óptico projectado no Perpendicular a Rheze 0º 35º quadrante infero emergir na orbita externo da órbita (oval) Angulado 20º Estudo da fenda Caldwell descendentes a esfenoidal -20º 0ç Fenda modificado emergir no canto esfenoid da orbita al Perpendicular a Estudo da fenda90 Brunetti -20º 15º emergir no centro esfenoidal da orbita . occipital auricular Estudo dos ossos Perpendicular a da face e dos Water 50º 0º emergir no seios. a emergir Estudo do frontal no nasion Angulado 25º caudais.

91 .

Incidência OM S RC Finalidade Estudo do ouvido Perpendicular a médio tendo a Transorbitária incidir no ângulo 0º -15º orbita como de Guillén supero-inferior da janela orbita ipsilateral radiológica Desfiladeiro Ouvido Perpendicualr a antro. a Oblíqua (defillé) 25º 90º emergir no gónion 92 .aticutimpâ Chausse III 0º 15º incidis no ângulo nico projectado externo da orbita para fora da orbita Perpendicular a Estudo do ouvido Stenvers 0º 35º meio da linha médio orbito-meatal Estudo dinâmico Angulado 25º a das ATMs com a ATM Sculler I -25º 0º emergir na ATM em boca aberta e estudo fechada Perfil Todos Fontais e Caldwell esfenoidal Seios Maxilares e Water Perinasai frontais s Blondeau Esfenoidal Frontais.5cm acima do Toda a sela CAE Sela 25º caudais. no Caldwell Chão da sela turca nasion 30/35º caudais. Hiperaxial etmoidais e esfenoidal Perpendicular. Perfil 2. Towne 7 cm acima do Dorso da sela nasion Ossos Perfil próprios Pirâmide e septo Water do nariz nasal Perpendicular a emergira a meia Face PA 0º 0º distancia entre o mento e as Mandíbul ATMs no PMS a Angulado 25º craniano.

Para ver se existem densidades de cálcio susceptíveis de prever cálculos. .Decúbito dorsal. Finalidade: .9.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Verificar a centragem .Bom enquadramento: * Superior: visualização dos pólos superiores dos rins * Inferior (mulher): bordo inferior da sínfise púbica * Inferior (homem): bordo superior da sínfise púbica . (exame prévio para certificar todos os critérios para exames específicos) • Exames contrastados Exames Finalidade Estudo dinâmico no sistema UIV – Urografia intravenosa urinário (rim-bexiga).Ver se a preparação intestinal está adequada .Verificar os valores de exposição . RC: perpendicular a incidir: DFf: 1m Homens: a meio da linha que une as duas Posto: potter h.Não rotação . de modo a que seja possivel visualizar os bordos laterais do músculo psoas e as apófises transversas da coluna lombar. cristas ilíacas.Ponto de referência de estudos contrastados posteriores . Cistoureterografia miccional Estudo contrastado dos ureteres e seriada (CUMS) bexiga 93 . Alinhamento do plano médio sagital (tracção). Estudo radiológico do aparelho urinário Renovesical Chassi: 35x43 cm l. Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão.Identificação da lateralidade .Valores de exposição adequados. Foco: fino Mulheres: ligeiramente abaixo dessa linha Projecção: AP (2cm) Posicionamento: . por via endovenosa Ureteropielografia retrógada Estudo retrógado da árvore endoscópica pielocalicial e ureteres Estudo da bexiga (via Cistografia anterógrada ou via retrógada) Pielografia anterógrada Punção percutânea para percutânea estudo da árvore pielocalicial Uretrocistografia miccional Estudo da bexiga e uretra Indicação: situação de refluxo.Alinhamento do PMS .

Administração de clisteres de limpeza intestinal. história alérgica. Indicações: . 6 horas . Antes da execução do exame.Recomendação de refeições leves nos dois dias anteriores ao exame.Urografia Intravenosa – UIV . . de pelo menos. insuficiência renal Preparação do paciente: .Exame dinâmico e personalizado.Traumatismo renal . só se realiza caso o paciente esteja medicado e com o consentimento do medico radiologista) .Relativas: gravidez.Tem problemas cardíacos? (aumenta o risco de reacção.É insuficiente renal? .Pacientes intolerantes ao iodo (alérgico ao marisco ou morangos): administrar corticóides. diminuindo assim a ansiedade o que vai diminuir o risco de reacção alérgica) .Está grávida? . fazer um questionário prévio: .É diabético? Que medicação está a fazer? .Tem asma ou bronquite? (boa forma de perceber se há historia alérgica) .Está em jejum? (o máximo é um chá ou água.Pesquisa de cálculos renais . .Infecções do aparelho urinário Contra-indicações: .Absolutas: não existem .Já fez alguma UIV? (informar o paciente.Hipertensão renal .É alérgico a algum medicamento ou alimento? .Já urinou? (tem que urinar antes da realização do exame) .Pacientes com história alérgica: administrar anti-histamínicos nos três dias antecedentes ao exame .Jejum.Dieta rica em fibras e pobres em gorduras . 3 horas antes do exame) Produto de contraste usado: 94 .Suspensão de líquidos gaseificados .

Agulha e butterfly (18 e 19G) Questões ético-profissionais Material de consumo radiológico: . de estiver algaliado não se faz. o paciente pode regressar no dia seguinte para realizar uma renovesical simples de forma a verificar se ainda existem vestígios de contraste. . normalmente o contraste está armazenado numa estufa) . Pós-miccional . logo após a administração do produto de contraste. ligeiramente mais penetrada (mais 2 ou 3 kV) Observações: Apneia respiratória Nota: em caso de insuficiência renal. Per-miccional (normalmente só nos homens para estudo da uretra).40 minutos (normalmente usa-se quando há atrasos9 .Fármacos: corticóides e anti-histamínicos .Refluxo (sob controlo radioscópico) .20.10.5ml/Kg (crianças) . centragem e preparação intestinal) 2º Injecção do produto de contraste 3º Realizar uma radiografia após o término da injecção – nefrografia (fase nefrográfica).35x35cm ou 24x30cm (só rins). Raio central no rebordo costal inferior.Resíduo vesical (principalmente por hiperplasia da próstata e infecções urinárias na mulher) .Temperatura: 37ºC (temperatura corporal e diminuição da viscosidade.Quantidade: 60 a 90ml (adultos) e 1.Chassis: 35x43cm.Tri-iodado hidrossolúvel . mais ou menos aos 30 segundos (visualizam-se os rins com maior densidade) 4º Radiografia aos 3 minutos (rins iluminados – contraste nos cálices. 35x35cm . a chegar aos ureteres) 5º Radiografia aos 5 minutos (35x43cm) – contraste na bexiga A partir daqui os protocolos variam: .Esvaziamento da bexiga Cuidado: 95 .Écrans: universais . menos dose de radiação Material: 3º e 4º .15 e 30 minutos – mais informação. .Injecção em bólus (com a mesma força e pressão) e em menos de meio minuto (para manter a homogeneidade) Material de consumo clínico: .Marcadores de lateralidade e tempo (tempo radiológico – tempo de aquisição da imagem dentro do exame) Procedimento geral: 1º Renovesical simples – 35x43cm (avalia parametos de exposição.Realiza-se com o paciente quase em ortostatismo.

no caso de não se visualizar a união e para certificar se existe ou não.Pós – trendlembrug a 15º . normalmente).Traumatismo abdominal .Doentes em hemodiálise – a injecção do produto de contraste deve ser feita no dia da diálise Manobras para visualização das cavidades pielocaliciais: Entre os 5 e os 10 minutos de uma UIV se não conseguirmos visualizar as cavidades pielocaliciais fazer: .Trendelemburg a 15º no mínimo (se a compressão estiver contra- indicada). Contra indicações da compressão uretral: .Incidência em ortostatismo . todas as porções dos ureteres: .Pós – compressão ureteral .Litíase ureteral Manobras para visualização dos ureteres: Caso não se consiga visualizar. pode ser uni ou bilateral.Este vai servir de janela radiológica para os rins . tossir . 96 . Faz-se logo após a nefrografia em caso de imagem suspeita de quistos Nota: rins em bolacha: 2 sistemas excretores.Transplante renal – o rim está na pelve (normalmente na fossa ilíaca direita) . realizam-se incidências obliquas.Massas abdominais . em recurso. para distender o estômago .Incidência em DV .Aneurisma da aorta . os ureteres podem unir-se ou não e esta união pode surgir a vários níveis (pelve renal ou uréter.Cólica aguda .Manobra de Valsava ou. no caso de ser unilateral pode levar a insuficiência renal no lado contralateral.Compressão ureteral: *Tempo de compressão: 5 minutos (8 minutos no máximo) *Se o doente referir dor – aliviar compressão . os rins podem estar parcialmente unidos. má formação congénita.É mais usado em crianças.Pós – miccional (só resulta se ainda houver contraste nos bacinetes) UIV com técnica de distensão gasosa . .Realiza-se após a injecção de contraste Nefrotomografia Chassi: 24x30cm RC: no rebordo costal inferior Finalidade: Ver contornos renais e detecção de quistos renais (hipertensão).Gravidez . durante uma UIV.Administra-se um refrigerante com gás ou outros. .Cirurgia recente .

Observações: Apneia respiratória Incidência oblíqua Chassi: 24x30 cm l. • Estudo do rim Incidência para estudo do rim (neoplasias) Incidência de face AP Chassi: 24x30 cm t. DFf: 1m Posto: potter h. vemos o rim obliquado Incidência de face verdadeira do rim Chassi: 24x30 cm l. Fazemos estudo dos dois. Um vê-se de face. Membros superiores ao longo do corpo. 97 .Doente em decúbito dorsal. Membros superiores ao longo do corpo. DFf: 1m Posto: potter h. Tracção para alinhar o plano médio sagital. Elevar o lado ipsilateral 20º. OPE – rim direito de face. * Duplicidade do sistema excretor: Quando os dois sistemas excretores não se unem (exemplo: 4 ureteres). Foco: fino RC: perpendicular a incidir no lado a Projecção: AP radiografar Posicionamento: . Foco: fino RC: perpendicular a incidir no hipocôndrio do Projecção: AP lado levantado Posicionamento: . Nota: OPD – rim esquerdo de face. outro vê-se obliquado. Ph/ Posicionamento: .Doente em decúbito dorsal. RC: perpendicular a meia distância entre Foco: fino o rebordo costal inferior e o apêndice Projecção: AP xifoide. Finalidade: serve para desprojectar o gás do cólon dos rins. DFf: 1m Posto: potter h. no plano médio sagital. Elevar o lado contralateral 45º. Tracção para alinhar o plano médio sagital.Doente em decúbito dorsal. Tracção para alinhar o plano médio sagital. *Bifidez do sistema excretor: Quando existem dois sistemas excretores que se unem a certo ponto (exemplo: quatro rins). Membros superiores ao longo do corpo.

Tipos de refluxo: *Activo: na fase miccional *Passivo: na fase de repleção Uretrografia Pode ser realizada no recurso de uma UIV ou por via retrógada Incidências preferenciais: . Chassi: 24x30cm (trans. (refluxos) Distância foco-filme: 1m Posto: com potter Foco: fino Apneia: respiratória Face em repleção Posicionamento: . divertículos) Cistografia Pode ser realizada no decorrer de uma UIV ou por via retrógada.A per-miccional é realizada principalmente nos homens para estudos da uretra .A face. Membros superiores ao longo do corpo. Tracção para alinhar o plano médio sagital. permite ver resíduo mixional Nota: . Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão.OPD e OPE nos homens (raio central na sínfise púbica) .O perfil só em realizado em situações pontuais. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica. Oblíquas posteriores direita e esquerda Posicionamento: . as obliquas e a pós-miccional são sempre realizadas .Paciente em posição lateral com flexão dos membros para conferir estabilidade Raio central perpendicular a incidir 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica.Paciente em decúbito dorsal. no plano médio coronal Per-miccional: Depende da situação clínica Pós-miccional: Realizada frequentemente. principalmente nas mulheres pela sobreposição do útero . no PMS.Perfil nas mulheres (raio central no plano médio coronal mais ou menos ao nível do grande trocanter) Dinâmica do exame: Preenchimento directo total da uretra e per-miccional. ou esq. Perfil (direita ou esquerda) Posicionamento: . Elevação de 45º do lado dir.Paciente em decúbito dorsal. 98 . 2 a 3cm para o lado levantado.• Estudo radiológico da bexiga (neoplasias.) ou 35x43cm no sentido long. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima no bordo superior da sínfise púbica.

.Raio central perpendicular a incidir a meia distancia entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior Uretrocistografia miccional Exame não funcional da uretra e bexiga.Realizada mais frequentemente nas mulheres. Pode ser feito uni ou bilateral. A doente é colocada em posição ginecológica para introdução do citoscópio com fonte de luz.Indicações: Insuficiência renal e na pesquisa de interrupções do uréter ( via anterógrada.Ureteropielografia Retrógada Endoscópica (UPRE) . no sentido do fluxo normal). .Técnica: A doente vai urinar e veste uma bata hospitalar.Exame não funcional do sistema urinário. Indicações clínicas: traumatismo da uretra (comum no homem) . . Primeira radiografia simples e depois em várias fases de repleção.Técnica: Radiografia simples Algaliação da uretra e injecção de contraste (diluído a 50%) Homens: Face AP em decúbito dorsal e OPE ou OPD Mulheres: Face AP em decúbito dorsal e de perfil Repleção máxima da bexiga Radiografia per-miccional (preferencial/) ou com esforço micccional Radiografia pós-miccional Chassi: 24x30cm ou 35x43cm (refluxo) Raio central perpendicular a incidir no bordo inferior da sínfise púbica. Cateterização do uréter e injecção do produto de contraste (tri-iodado hidrossolúvel a 50% em soro fisiológico). Chassi: 35x43cm Distância foco-filme: 1m Foco: fino . 99 .

Nota: tubo em J – forma usada para recanalizar os ureteres. introduz-se o contraste e vê-se por radioscopia. . .Pesquisa de refluxo vesico-ureteral. bacinete e cálices III – igual a II com ligeira dilatação IV e V – refluxo até à arvore pielocalicial com hidronefrose (dilatação exagerada e compensatória de todo o sistema excretor) Outros métodos de imagem: Ecografia – distinguir massas sólidas de liquidas. não usa radiação. normalmente complementado com renovesical-simples TC – estudo global do aparelho urinário com introdução intravenosa de contraste. Cateter por via percutânea.CUMS (cistoureterografia miccional seriada) . uroRM Angiografia – fim terapêutico.Com controlo radioscópico seriado. por vezes sem introdução de contraste. . . 4º Radiografia per-miccional (para avaliar refluxo activo) e pós-miccional Chassi: 24x30cm no sentido longitudinal nas crianças. comunicação com o exterior) .Descompressão renal por obstrução a jusante. . cintigrafia renal Nefrostomia (-tomia. depois vai subindo.. uroTC RM – mais caro. é introduzido cirurgicamente. 100 .Técnica: 1º Radiografia simples 2º Algaliação da uretra 3º Face AP em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção e oblíquas posteriores direita ou esquerda. cateteriza-se a arvore pielocalicial.Nota: usado para estudo de refluxo passivo nas crianças (refluxo aquando da distensão da bexiga) .Pielografia anterógrada: Estudo por via anterógrada da árvore pielocalicial. litíase. 35x43cm no sentido longitudinal nos adultos se houver repleção Raio central na sínfise púbica inicialmente. Serve para ver o cateter foi introduzido no local correcto.Doente em decúbito dorsal. estudo contrastado da vascularização renal Medicina nuclear – estudo funcional (fisiologia renal).A colocação do cateter pode ser guiada por Eco ou Radioscopia.Graus de refluxo: I – apenas refluxo no uréter II – refluxo no ureter. .

Colimar de acordo com a região Indicações: . . Estudo radiológico do aparelho reprodutor Aparelho reprodutor masculino Deferento-vesiculografia Chassi:18x24/24x3 0 l.Introdução do caverject – vai provocar a erecção do pénis.10. 5minutos e 10minutos.Traumatismo do pénis . .Introdução do produto de contraste iodado hidrossolúvel. DFf: 1m Posto: potter h. 1minuto.Pode haver necessidade de fazer incidências oblíquas posteriores.Diagnóstico de tuberculose . Pode ser feito em conjunto ou separadamente Cavernosografia Chassi: 24x30 cm l. .Exame feito em condições assépticas .Injecção por agulha ou butterfly de produto de contraste diluído ou não.Priapismo (erecção constante) . Foco: fino RC: perpendicular a incidir na raiz do Projecção: AP pénis (SP) Procedimento: . .Impotência funcional do pénis 101 .Radiografia simples em decúbito dorsal.Radiografias de face e oblíquas posteriores (seguindo o trajecto do produto de contraste) .Colimar de acordo com a região Indicações: .Diagnóstico etiológico (qual a causa) da esterilidade masculina Nota: estudo contrastado do canal deferente (deferentografia) e das vesículas (vesiculografia). DFf: 1m Posto: potter h. membros em extensão e plano médio sagital alinhado. .Doente em decúbito dorsal . 3minutos. .Incisão no escroto e punção do canal deferente. . Foco: fino RC: perpendicular a incidir na raiz do Projecção: AP pénis (SP) Procedimento: .Tempos radiográficos: pós-injecção.Radiografia simples .Tumores da via seminal .

com opacificação das trompas e passagem ao peritoneu (os ovários não estão em contacto directo com as trompas .Radiografia simples (já com a paciente em posição ginecológica) . quistos .Anomalias congénitas . pinças…) .Obstruções tubárias . para ver a reabsorção peritoneal (é indicativo da permeabilidade das trompas) .Histeroscópio Equipamento: .Tumores.Hemorragias graves 102 . Foco: fino RC: perpendicular a incidir na SP Projecção: AP Procedimento: .Cateterismo e pequena introdução de contraste sob controlo radioscópico (o contraste é introduzido através do histeroscópio) .Aquisição de várias radiografias em diferentes graus de repleção uterina.Radiografia de “esvaziamento” (depois de tirar o histeroscópio) .Pode haver necessidade de radiografia tardia.Doença de Peyronie – deformação do pénis por calcificação dos corpos cavernosos Aparelho reprodutor feminino Histerosalpingografia Material: .DIU (dispositivo intra-uterino) .Massas pélvicas .Radiológico . compressas.Incidências de face AP e oblíquas posteriores.Infecções actuais ou recentes .Mesa telecomandada com fluoroscopia Chassi: 24x30 cm l.Consumo clínico (produto de contraste. .Colimar de acordo com a região Indicações: .Infertilidade Contra-indicações: .Gravidez . direita e esquerda . DFf: 1m Posto: potter h.

11. Estudo radiológico do aparelho digestivo
Estudos não contrastados

Incidência abdominal de face em decúbito dorsal
Chassi: 35x43 cm
l.
DFf: 1m
Posto: potter h. RC: perpendicular a incidir a meia distância
Foco: grosso entre as cristas ilíacas e o rebordo costal
Projecção: AP inferior, no PMS.
Procedimento:
- Decúbito dorsal. Membros superiores ao longo do corpo e
membros inferiores em extensão. Alinhamento do plano médio
sagital.
- Colimar de acordo com a região

Observações: Apneia respiratória

Nota:
- Permite um melhor detalhe anatómico
- Deve incluir as hemicúpulas diafragmáticas
- Queremos ver ar e calcificações
- Não é obrigatório incluir a SP, mas as hemicúpulas é.

Incidência abdominal simples de face em pé
Finalidade:
- Ver distribuição aérea e calcificações; níveis aéreos são normais no
estômago e intestino grosso.
- Ruptura de víscera oca (sinal de foice gasosa; mais facilmente identificado
do lado direito)
- Oclusões e sub-oclusãoes
Chassi: 35x43 cm
l.
DFf: 1m
Posto: potter v. RC: perpendicular a incidir a meia distância
Foco: grosso entre as cristas ilíacas e o rebordo costal
Projecção: AP/PA inferior, no PMS.

Posicionamento:
- Paciente em ortostatismo para uma
projecção PA (preferencialmente). Plano
médio sagital perpendicular ao chassi e
plano coronal paralelo ao mesmo. Afastamento dos membros superiores. Pés
ligeiramente afastados para dar maior estabilidade.
- Colimar de acordo com a região

Observações: Apneia respiratória (em alternativa para ver as hemicúpulas
diafragmáticas em doentes muito altos – apneia inspiratória)

Critérios de boa realização:

103

- Bom enquadramento – visualização desde as cúpulas diafragmáticas até à
sínfise púbica
- Não rotação do corpo

Incidência de decúbito lateral
(Alternativa à abdominal simples em pé caso o paciente não consiga levantar-
se ou o ortostatismo)
Chassi: 35x43 cm
t.
DFf: 1m
Posto: depende da
ampola
Foco: grosso RC: perpendicular e horizontal a incidir ao
Projecção: PA nível do rebordo costal inferior no PMS.

Procedimento:
- Paciente em decúbito lateral esquerdo ou direito. Elevar o corpo. Chassi
encostado ao abdómen. Membros inferiores flectidos (maior estabilidade).
Membros superiores: o do lado encostado a apoiar a cabeça, e o oposto a segurar
o chassi.
- Colimar de acordo com a região.

Observações: Apneia inspiratória

Tempos de espera: 5minutos

Dependendo do objectivo:
Ruptura – decúbito lateral esquerdo para não se confundir com a bolha
gástrica
Oclusão – é indiferente, decúbito lateral esquerdo ou direito

Incidência tangencial
(Incidência de necessidade)
Chassi: 35x43 cm
t.
DFf: 1m
RC: perpendicular e horizontal a incidir a
Posto: potter v.
meia distância entre o bordo anterior e o
Foco: grosso
bordo posterior do abdómen, ao nível do
Projecção:
rebordo costal inferior.
tangencial

Procedimento:
- Paciente em decúbito dorsal e encostado ao potter.
Corpo elevado com um apoio rígido. Membros inferiores em extensão. Membros
superiores o mais para cima possível.
- Colimar de acordo com a região

Observações: Apneia respiratória

Nota: só identifica a presença, ou não, de níveis hidroaéreos.

104

Tempo de trânsito cólico
Utilização de marcadores radiopacos
Objectivos: ver se existe inércia cólica e visualização de todo o cólon; casos
de obstipação

Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal

Preparação:
- Paciente ingere 20 marcadores por dia durante 6 dias, sempre à mesma
hora. O paciente deve manter a sua rotina normal e sem dietas.
- No sétimo dia faz-se uma renovesical a abranger desde as cúpulas até à
sínfise púbica.

RC: perpendicular a inicidir a meio da linha que une as cristas ilíacas.
Estudos contrastados

Estudo contrastado do esófago
Normalmente encontra-se colapsado;
Pode ser dividido em 3 porções em radiologia:
1/3 proximal (superior) – cervical
1/3 médio – torácico
1/3 distal (inferior) – abdominal

Produto de contraste:
- BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa, ou em suspensão
- Gastrografina (iodado hidrossolúvel) – suspeita de perfuração ou fístula
(excepto fístula traqueo-esofágica, porque o bário vai ter saída, devido ao reflexo
de tosse ao nível da traqueia não tendo assim tendência para impactar; numa
fistula para os brônquios, como o calibre é menor, e os brônquios não possuem
mecanismos de refluxo, o bário não sai, logo vai impactar)

1. Estudo baritado standard

Contraste: suspensão de bário

A radiografia é fundamental para estudar o peristaltismo para verificar a
distensibilidade esofágica.
As incidências vão variar, desde o perfil, face e oblíquas. No entanto, todas
devem ser realizadas em ortostatismo e decúbito dorsal.
Perfil: mais útil na porção cervical do esófago. Permite detectar desvios
antero-posteriores do esófago.
Face: finalidade de evidenciar desvios laterais do esófago.
Oblíquas posteriores: permitem o estudo de lesões esofágicas. O grau de
rotação do corpo varia (aproximadamente 45º).

RC perpendicular a incidir:
- ao nível da cartilagem tiroideia – porção cervical
- na incisura jugular – porção cervical e média
- a meio do esterno – porção média e distal

Notas:
- Na porção cervical, pedimos ao doente para manter o contraste na boca
até ao momento em que se vai realizar a aquisição, altura em que engole.

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Varizes esofágicas: esta manobra provoca ingurgitação das pregas (pregas ficam mais enrugadas) . É o mais desconfortável para o doente. Estudo em duplo contraste Finalidade: Pesquisa de tumores. ou em suspensão.O perfil. Técnicas: A) Ingestão de contraste baritado de elevada densidade seguindo-se a ingestão de um produto de contraste negativo de característica efervescente.Demonstrar o trajecto fistuloso . Têm particular interesse pois permitem uma maior distensibilidade do esófago e um melhor estudo da mucosa (útil na pesquisa de tumores). .Lesões da mucosa: não se verifica variação das pregas Pesquisa de fístula traqueo-esofágica Não basta verificar a presença de contraste para diagnosticar uma fístula. pois vai activar a produção de saliva. .Assegurar que a presença de contraste na árvore respiratória não foi causada por aspiração (disfunção da glote) Em caso de dúvida. perfil e obliquas). Após a mastigação da pasta. introduz-se a sonda até ao esófago terminal. Estudo contrastado do estômago e duodeno 106 . . administra-se contraste até que se evidencia o trajecto fistuloso. à medida que esta é retirada. só tem interesse quando o estudo é feito em ortostatismo . Tem a vantagem de não formar bolhas e de fornecer melhores imagens. é necessário também: . que se vai misturar com o contraste ajudando a sua progressão.O esófago começa mais ou menos ao nível da cartilagem tiroideia . Realizam-se as mesmas incidências que na anterior. Estudo em camada fina Produto de contraste: BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa. regra geral. Permite um estudo das pregas esofágicas com detecção precoce de varizes.Permite a distensão entre o espessamento das pregas por varizes e o causado por lesão da mucosa. 2.Ampola epifrénica: surge como uma acumulação de contraste devido à contracção do diafragma (hiato esofágico). e são obtidas as mesmas incidências do estudo em repleção (face. 3. Manobra de Valsalva .Utilizada na pesquisa de lesões vasculares. e. Nota: pedimos para o paciente mastigar. B) Em situações difíceis. erosões e neoplasias. aumenta a aderência à parede. deglute-se fraccionadamente de forma a obter uma boa aderência da mucosa esofágica. o ar é introduzido por sonda.

A realização deste exame inclui uma avaliação funcional.Ortostatismo: pede-se ao doente que proceda a uma inspiração profunda. Abstenção de fumar.Aspecto do padrão mucoso da porção gástrica herniada Este estudo é efectuado em: . através de controlo radioscópico: 1. há que proceder à aspiração nasogástrica. Finalidade: estudo das pregas gástricas.Colocar de perfil imagens de adição ou subtracção que se encontrem nas faces anterior e posterior e. no mínimo. poder caracteriza-las Pesquisa de hérnia do hiato Deve determinar: . mantida quando o contraste atinge a porção inferior do esófago .Presença de erosões e úlceras no estômago ou na porção herniada do estômago .Decúbito ventral: para que o fundo gástrico fique distendido e se possa demonstrar a totalidade da hérnia Diagnóstico diferencial entre ampola epifrénica e hérnia do hiato: .Junção esófago-gástrica: Face e OPE ou OPD .Desdobras estruturas . e por vezes.Úlceras no interior de defeitos de repleção .1. perfil ou OPD em repleção e em esvaziamento No fim do exame. perfil e oblíquas . será necessária compressão doseada. assim.Manter expiração profunda Com a expiração: 107 . a incidência vai ser diferente.1 Estudo em camada fina com reduzida quantidade de contraste (muito demorado). corpo e antro: Face com e sem compressão.2 Estudo em repleção – pode ser útil a técnica de alta quilovoltagem para evidenciar lesão. Interesse da compressão: . . . deve-se fazer uma imagem de conjunto de face do estômago e duodeno em repleção. Se houver estase gástrica.Consoante a porção do estômago a estudar.Fundo.O grau da eventual estenose no 1/3 inferior do esófago .Extensão da herniação gástrica . Estudo gastro-duodenal standard Preparação: Jejum.Quantidade de contraste: a necessária para encher o estômago (300 a 500ml) . e imagens de conjunto de perfil e oblíquas (posterior e anterior) do estômago.Evidencia com maior facilidade imagens subtractivas e sua extensão . decúbito ventral e decúbito dorsal com compressão doseada (para ajudar progressão). de 6 horas.Radiografias em ortostatismo. . no período de jejum (para evitar secreção gástrica).Distinção entre úlcera e uma acumulação de bário nas pregas da mucosa Interesse da rotação do doente: .Bolbo e arco duodenal: Face.Nichos ulcerosos e respectivas características . 1.

seguem-se manobras para barrar o estômago – decúbito dorsal  decúbito lateral esquerdo  decúbito ventral (e vice versa). Técnica: Ingestão de pequena quantidade de contraste positivo. perfis e ortostatismo de face.Mal visualizadas .Decúbito dorsal: para ver se há refluxo. face à presença de ar e ao desconforto da distensão Fístulas: . manda-se o doente tossir. pois as acumulações de contraste podem encobrir lesões. se houver refluxo este evidencia-se. 2. Dá-se o contraste ao doente e depois água para limpar o esófago. Este estudo é efectuado em: . Desvantagens do duplo contraste: .Menos bem tolerado por alguns doentes. ficando só uma fina camada Estudo contrastado esófago-gaastroduodenal Contraste: suspensão baritada 108 .Estimativa mais fidedigna quanto à extensão das lesões neoplásicas. Estudo em duplo contraste Contraste positivo: sulfato de bário. Incidências de face AP.Maior dificuldade de execução técnica e de obtenção de boas imagens (estase gástrica. . Quantidade de bário: apenas o suficiente para barrar a mucosa gástrica. com alta densidade e alta viscosidade Contraste negativo: ar administrado por sonda ou produtos efervescentes (menos incómodo para o doente) que libertam dióxido de carbono no estômago. PA.Mais preciso no diagnóstico de pequenas lesões (pólipos. OP em decúbito. má aderência do bário. Vantagens do duplo contraste: . Decúbito dorsal. Nunca para o lado direito porque o contraste passa para o duodeno.Hérnia mantém-se ou até aumenta (hérnia hiatal) Pesquisa de refluxo gastro-esofágico Deve determinar: . Introduz-se o contraste negativo. erosões) . passando-se de seguida à obtenção de radiografias nas diversas incidências. formação de bolhas intra-gástricas) .Por pouca quantidade de contraste para cobrir o trajecto da fístula . sobretudo nas formas infiltrantes .Ampola epifrénica desaparece (normal) . empurrando o contraste para a mucosa.Maior acuidade no diagnóstico precoce de Ca do estômago.Porque o ar distende muito as estruturas. Estas são para variar consoante a região a estudar.Existência de refluxo gastro-esofágico e a facilidade com que se produz. Posteriormente.Melhor caracterização de alterações da mucosa na vizinhança de lesões orgânicas (diagnóstico diferencial de úlcera benigna e neoplasia ulcerada) .Menor eficácia no diagnóstico de fístulas .

com e sem compressão para conseguir a sua demonstração em repleção e em esvaziamento. se necessário. No fim executa-se um estudo do íleo terminal e válvula íleo-cecal: face e rodar o paciente para OPE. Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal apenas para a radiografia final de conjunto. .Impregnação mais rápida .Repleção (300 a 500ml) . Indicações: Doentes que não toleram a intubação naso-gástrica e estudo morfológico e da motilidade. Modificadores do trânsito intestinal: Exemplos: medicamentos que aceleram o trânsito.1. Trânsito intestinal Pode ser feito com pequena e grande quantidade de contraste. O paciente espera (de preferência sempre a andar) até que o contraste atinja a última ansa do intestino delgado.Maior distensão . 1.Maior extensão de ansas 109 . Trânsito intestinal com grande quantidade de contraste: Quantidade: 350 a 500ml. É um exame dinâmico e morfológico. Vão-se obtendo radiografias até ao preenchimento do cego. A compressão abdominal é aconselhável na individualização das ansas e para esclarecimento de imagens duvidosas. Estudos possíveis: .Vantagens: . no mínimo. produtos hiperosmolares (gastrografina) misturados com bário. Ingestão do sulfato de bário (suspensão). 1. Só termina com a chegada de contraste à válvula ileo-cecal. Devem-se adquirir imagens faseadas com controlo radioscópico e com compressão. medicamentos que retardam o trânsito. de 6 horas.Em duplo contraste (contraste mais viscoso e em menor quantidade) – o esófago é estudado no fim Estudo contrastado do intestino delgado Preparação: Jejum. Os radiogramas em trendelemburg são indicados quando se verifica acentuada sobreposição das ansas na escavação pélvica.

Em repleção Final – imagem de conjunto em decúbito ventral Vantagens: . Estudo do íleo terminal: .cerca de 1. deixando apenas uma fina camada de bário aderente à mucosa intestinal e originando assim o duplo contraste.Sobreposição de ansas .150 a 300ml de contraste baritado .Com ampliações . . ou perfuração intestinal (neste caso.Contra-indicado em caso de oclusão intestinal 2.Desvantagens: . impedindo a cobertura da mucosa.Menor probabilidade de diluição e floculação do contraste .A metilcelulose pode ultrapassar a coluna baritada. Enteroclise com duplo contraste Introdução por meio de uma sonda naso-jejunal a jusante do ângulo de Treitz de: .Melhor imagem . Enteroclise simples Preparação: Jejum 110 . 3. carcinomas) . mas tem fraco poder opacificante).Estudo da mucosa intestinal com maior eficácia na detecção de pequenas lesões (pólipos.Indicações: . Técnica: Após a administração de metilcelulose obter imagens com e sem repleção.Sobreposição de ansas dificulta menos a apreciação de imagens.5ml de metilcelulose (vantagem de ter um efeito laxante) A metilcelulose lava o contraste positivo.Estudo da função intestinal .Follow-up da doença de Crohn .Má aderência do bário com lavagens do intestino pela metilcelulose. podem-se usar pequenas quantidades de gastrografina. . Contra-indicações da enteroclise: .Pesquisa de estenoses .Estudo de pregas .Processo oclusivo. Desvantagens: .

Estudo do intestino delgado por meio de uma sonda naso-jejunal. .Opcional: conjunto do cólon após esvaziamento: face em decúbito ventral.Paciente em decúbito ventral ou decúbito lateral esquerdo. Aquisição de várias imagens. Técnica: Analgesia da glote. .Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego).Maior distensão das ansas . É indispensável o desdobramento dos vários segmentos cólicos mediante criteriosa escolha de posições e incidências.Suspeita de perfuração intestinal . Abertura do piloro – em OPE. Finalidade: estudo exclusivamente morfológico do intestino delgado. . evitando-se a sobreposição das haustras. Administração de contraste – sulfato de bário de alta densidade. Estudo da mucosa e avaliação da capacidade funcional. tendo sempre em conta possíveis excepções ao procedimento habitual. depois novamente Trendelemburg.Sob controlo radioscópico segue-se a coluna baritada e obtêm-se radiografias individualizando os vários segmentos cólicos.Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e. Contraste: suspensão de bário muito diluída (até 2 litros da água) Quantidade: a necessária para completa repleção do cólon Indicações para uso do contraste iodado hidrossolúvel: . 111 .É introduzido o produto de contraste positivo através de uma cânula. face em decúbito ventral .No fim faz-se uma imagem de conjunto do cólon. Entubar com ou sem controlo radioscópico (decisão médica).Administração do contraste com o débito desejado .Aumento da acuidade diagnostica de lesões orgânicas Estudo contrastado do cólon 1. utilizado em casos de extrema urgência.Fístula vesíco-cólica ou outras . estudo do íleo. colocada 2 a 3cm a jusante do ângulo de Treitz (flexura duodeno-jejunal). . Clister opaco Estudo retrógrado do cólon. . Vantagens: .Invaginação cólica na criança Técnica: . No final.Seguidamente o doente é colocado em Trendelemburg. .

Conjunto do cólon: face em decúbito ventral Pode ser feita ou não a prova de esvaziamento (defecografia). oblíquas em decúbito ventral . em ortostatismo e OPD (30 a 45º sempre) .Doença inflamatória (erosões.Cólon ascendente: Trendelemburg (ar desce para o cego) ou decúbito ventral ou OPE ou OAD . Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e.Facilita o diagnóstico diferencial de estenoses (sua distensabilidade) Vantagens: Estudo da mucosa: . Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego). Contraste: Positivo – suspensão de bário (400 a 600ml) e negativo – ar A água da suspensão deve estar morna para reduzir os espasmos.Ampola rectal: face. Aquisição de várias imagens.Ângulo esplénico: ortostatismo (por causa do ar) em OPD (afastar a estrutura) em chassi 24x30cm . Jejum (6 horas). com o doente em decúbito ventral ou perfil (esquerdo) com flexão dos joelhos.Diminuem a sensação de desconforto abdominal . Administração de laxantes. ulcerações.Permite uma maior distensão cólica . Podem ser usadas medicações anti-espasmódicas por via endovenosa. Insufla-se o contraste negativo até se conseguir uma adequada distensão cólica. Retira-se o excesso de contraste. Quando a papa atinge o ângulo esplénico.Cólon transverso: face com inclinação da mesa a 45º ou decúbito ventral em chassi 35x43cm . pois: . cessa-se a introdução de bário. Incidências habituais: . Introdução do contraste positivo através de uma cânula.Características de benignidade ou malignidade dos pólipos .2.Pólipos inferiores a 1cm . com o doente em decúbito ventral.Cólon descendente: face com inclinação da mesa a 45º (para o ar subir). Clister com duplo contraste É o exame standard para estudo do cólon. depois novamente Trendelemburg. o doente é colocado em Trendelemburg. Preparação: Dieta e limpeza intestinal rigorosa.Ângulo hepático: OPE em ortostatismo em chassi 24x30cm . granulações da mucosa) – diagnóstico diferencial 112 . Técnica: Executado sob controlo radioscópico. perfil (ver distância entre ampola rectal e o sacro – espaço pré-sagrado).Cego: Trendelemburg .Cólon sigmóide: face AP com angulação ascendente (ou PA com angulação descendente) ou oblíquas anteriores .Reduz os espasmos . Seguidamente.

Diagnóstico de prolapso. com aumento da pressão abdominal sem defecar e durante a defecação. O paciente é sentado num dispositivo próprio. incontinência. Obtêm-se radiografias em três fases: repouso. rectocelo e discinésias (dificuldade na motilidade) do músculo puborectal.Estudo de lesões funcionais da ampola rectal ou alterações da musculatura perineal. Pode-se fazer no seguimento de um estudo retrógrado.Extensão das lesões (maior precisão do que o clister opaco) 3. . Exame incómodo.Diagnóstico diferencial de estenoses . que possam interferir na defecação. 113 . em posição de perfil. Defecografia Técnica de estudo morfológico – dinâmico do ânus e recto. Finalidade: . .

Pode ser localizada no hipocôndrio direito (raio central perpendicular a incidir na linha médio-clavicular ao nível da décima primeira costela. Eventualmente.Por fim realizam-se cortes tomográficos. chassi: 35x43cm).Radiograma simples seguindo-se de vários radiogramas em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção (decisão médica). muito lenta de contraste iodado hidrossólúvel. chassi: 24x30cm no sentido transversal) ou à globalidade do abdómen (raio central perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no plano médio sagital. Estudos contrastados Colecistocolangiografia endovenosa (desuso) . depois de 10 em 10 minutos até à opacificação máxima da árvore biliar (30 a 40 minutos).Limpeza intestinal prévia e jejum.Método de opacificação indirecto de toda a árvore biliar mediante a injecção endovenosa.Realizado no bloco operatório com equipamento de arco em “C”. Estudo radiológico do tracto biliar Estudos não contrastados Radiografia abdominal simples Finalidade: .Actualmente foi substituída pela ECO. .Radiografias em decúbito em OPD. CPT e CPRE.Verificar a existência de densidades cálcicas – cálculos radiopacos . 114 .12. .Aerobilia Face PA .Calcificações da vesícula biliar (“vesícula de porcelana”) . Preparação: . . após a radiografia simples localizada ao hipocôndrio direito.Método de opacificação directo das vias biliares por punção directa. rodar 20 a 40º. Colangiografia per-operatória .Radiografia simples aos 10 minutos. Obliqua Anterior Esquerda . . Tempos radiográficos: . Preparação: Limpeza intestinal prévia e jejum Objectivo: Estudo da permeabilidade das vias biliares para verificar a existência de cálculos. chassi: 24x30cm. Dinâmica do exame: .Decúbito ventral. Esta incidência serve para desprojectar a vesícula do gás presente no cólon e/ou da sombra renal. Contraste: tri-iodado hidrossolúvel não-iónico diluído a 50% (dependendo do equipamento de radioscopia).

(radiograma: imagem adquirida por radioscopia) 115 .podem ser realizadas oblíquas e perfil.

via endoscópica (o endoscópio é introduzido pela boa) . como a extracção de cálculos. . diluído a 50% em soro fisiológico Dinâmica do exame: .Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e anti- trendelemburg. diluído a 50% em soro fisiológico.Colangiografia pós-operatória ou por dreno de Kehr (tubo em T) . Dinâmica do exame: . Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel.Radiografia simples centrada no hipocôndrio direito (fígado) ou região epigástrica (pâncreas) –consoante a informação clínica . a colocação de prótese e a drenagem biliar. Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) .Radiografia em semi-repleção e repleção. através da caracterização da ampola de Vater.Radiografia final de controlo sem o endoscópio .Técnica diagnostica e terapêutica.Face em decúbito ventral.Radiografia simples . . demonstrando diferentes graus de repleção. . Breve referência à colecistostomia 116 .Método de opacificação das vias biliares e do sistema exócrino pancreático.Permite a demonstração do calibre e permeabilidade das vias biliares e a presença de cálculos. A colocação deste dreno surge sempre que se verifique ou suspeite de cálculos na árvore biliar e que não é possível a sua remoção cirúrgica.Radiogramas com diferentes graus de repleção .Após a radiografia simples e punção dos ductos. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel. são realizadas exposições radiográficas em decúbito dorsal.Método de opacificação directo das vias biliares através da punção dos ductos biliares (guiada por ECO ou radioscopia – ductos dilatados). Preparação: Jejum Tempos radioscópicos: . . .Permite o estudo morfológico e a realização de procedimentos de intervenção.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e anti- trendelemburg Colangiografia percutânea trans-hepática (CPT) . Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel não iónico diluído a 50% em soro fisiológico.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo Trendelemburg e anti- trendelemburg.Método de opacificação directo das vias biliares através da introdução de produto de contraste por dreno. Nota: centragem ao nível do hipocôndrio direito (linha médio-clavicular – divide a clavícula a meio – ao nível do rebordo costal inferior.

.Método de opacificação da vesícula biliar. .O controlo é feito passado alguns dias por ECO e/ ou radioscopia. 117 .Este procedimento permite a drenagem da bílis da vesícula biliar provocando uma descompressão da mesma e consequentemente uma melhoria do estado geral. . por punção directa guiada por ECO.

Permanecem mais tempo na glândula .Fase de esvaziamento Para cada fase deverão realizar-se duas incidências. 118 .13.Fase de preenchimento ou repleção: cinco minutos após a administração do ácido cítrico . são muitos canais Produtos de contraste: Iodados hidrossolúveis: .Processos inflamatórios em estado agudo.Não são muito utilizados.Broncografia Cateterização: .Introdução do produto de contraste por cateterização (directa) dos canais principais das glândulas em estudo: . de preferência com controlo radioscópico.Calcificações . abre ao nível do freio da língua Parótidas – abrem ao nível do segundo molar superior Sublinguais – abrem em locais diferentes. logo fornecem melhores imagens .Parótida: canal de Stenon (nível do segundo molar superior) . Exemplo: parotidite (porque o contraste provoca chamada de líquidos. Indicações: .Quantidade – no máximo 2ml .Desvantagem: muito viscosos .Vantagens: fácil introdução e esvaziamento .Directa no canal Produtos de contraste – a cateterização .Paralisia facial sem causa aparente .Conseguem-se maiores graus de repleção porque aderem melhor às paredes.Submandibular: canal de Wharton (nível do freio lingual) Fases primordiais da sialografia: .Realização de radiografias simples: duas incidências por glândula a estudar . Submandibular – ao nível dos gónions. o que pode agravar a inflamação) Localização: Relacionadas com a mandíbula.São os mais usados . Importante: Anotar em cada imagem a fase em que se radiografou e a quantidade de produto de contraste utilizado.Massas palpáveis .Sialografia .Secura da boca com etiologia desconhecida Contra-indicações: . pior imagem Iodados lipossolúveis: . Estudo das Glândulas salivares Sialografia Estudo contrastado.

Critérios de boa realização: . Extensão da cabeça para afastas dos ombros. Plano médio sagital paralelo ao filme. Puxar ombros para baixo. Membros inferiores e superiores em extensão. Alinhar o plano médio sagital. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions.Realizam-se duas incidências por glândula Chassi: 18x24cm Écrans de reforço: universais Foco: fino Ampola de contraste lipossolúvel Posto: potter horizontal Glândula parótida Incidência de face tangencial Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal. Material utilizado: Material de consumo clínico: . Glândula submandibular Incidência da face tangencial Posicionamento: 119 .Seringa de 2ml. . dilatadores. gazes pequenas. Apneia respiratória Raio central perpendicular a tangenciar a glândula parótida.Valores de exposição adequados Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral.Enquadramento supero-inferior desde a ATM até ao gonion e lateralmente abrangendo toda a glândula .Glândula no centro de colimação . Apneia respiratória Raio central angulado 25 a 30º caudo-craniano a incidir abaixo do gónion contralateral (3cm) de maneira a emergir no gónion ipsilateral. Colimar à região de interesse. luvas esterilizadas. limão e foco de luz para que o médico faça a cateterização. Membros superiores em extensão. cateter em polietileno. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa de exames. Colimar à região de interesse.

perfil estrito. Inclinação da cabeça para o lado a radiografar de 15 a 20º. Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral. Membros superiores em extensão. 120 . Alinhar o plano médio sagital. Extensão da cabeça para afastar dos ombros. Membros inferiores e superiores em extensão. Plano médio sagital paralelo ao filme. Apneia respiratória Raio central perpendicular a incidir a meia distância entre o gónion e o mento do lado contralateral e ligeiramente abaixo. Outras incidências complementares: Hirtz. Paciente em decúbito dorsal. Colimar à região de interesse. Apneia respiratória Raio central perpendicular a emergir a meia distância entre o gónion e o mento do lado ipsilateral. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa. Schuller II (em alternativa para o estudo de face da glândula parótida). Colimar à região de interesse. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions.

O braço do lado a radiografar deve ser relaxado e o ombro afastado de zona a estudar. . O seio é “puxado” para a frente na direcção do centro do bucky. As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. . A cabeça roda para o lado contrário a radiografar.Compressão óptima do seio. região externa. o nome da incidência realizado e o lado radiografado. As zonas cegas (não exploradas) na incidência de face crânio-caudal: quadrantes superior do seio. Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi.Identificação da película com o nome do paciente.Senologia Incidências fundamentais de um exame de rotina 1. A marcação da película é colocada do lado axilar do seio. 121 . alto contraste dos diversos tipos de tecidos e óptima resolução de imagem. Depois de realizada a elevação do seio. de modo a fazer um ângulo de 90º com a parede torácica. o limite superior do bucky é colocado ao nível do sulco infra mamário ou um pouco mais acima. Critérios de boa realização: . ficando o mamilo posicionado de perfil. a data de execução do exame. Estudo radiológico da mama .Adequada penetração das áreas densas.Ausência de artefactos. prolongamento axilar. .Incidência crânio-caudal Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em pé ou sentada.14.

. Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi.Incidência oblíqua médio lateral Esta incidência tem a vantagem em relação ao perfil de englobar uma maior quantidade de tecido mamário.Visualização do sulco inframamário.Boa exposição 122 . A paciente deve estar virada para a frente como na incidência crânio-caudal embora rode levemente o tórax para que o seio contralateral não interfira com o feixe. antes do posicionamento. .2. sobretudo a nível posterior do prolongamento axilar mamário.Músculo grande peitoral projectado oblíqua e posteriormente ao campo mamário. O braço ipsilateral é colocado para a frente e a mão é apoiado na barra de suporte desse lado. . terá como indicação uma inclinação de 30 a 45º com a vertical. perpendicular ao músculo peitoral do paciente. com o peitoral próximo da vertical. . Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em ortostatismo ou sentada. Cabe ao técnico escolher o valor do ângulo mais adequado palpando o peitoral e determinando a sua orientação. .Ausencia de pregas cutâneas. devendo o técnico posicionar-se no lado oposto ao que está a radiografar. A margem cubital da sua mão deve fazer deslizar o músculo peitoral. .Bom contraste. ou seja. O músculo peitoral. juntamente com a mama em sentido medial e mantê- lo nessa posição em contacto com o bucky. poderá ser melhor examinada com um ângulo de 60º com a vertical. A compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. Uma paciente longilínea. juntamente com a face lateral da mama adjacente é amplamente mobilizável no sentido medial. Raio central entra no seio médio-lateralmente. e o seu limite inferior deve incluir o sulco intramamário. de tal forma que o cavado axilar fique apoiado no ângulo superior do bucky. . ficando limite superior com o compressor abaixo da clavícula. As zonas cegas na incidência oblíqua médio lateral: parte alta do quadrante supra-interno.O fim do músculo grande peitoral deve ser ao nível do mamilo. A ampola e o bucky são simultaneamente angulados a 45º (30º a 60º).Ausência de artefactos.Mamilo de perfil e fora do tecido mamário. enquanto que uma paciente brevilínea. Critérios de boa realização: . com o tórax largo e o peitoral horizontal.

Músculo grande peitoral: Triangular de base superior e vértice inferior projectado ao nível do mamilo posteriormente. • Aumenta o contraste e a resolução espacial.Encostando o musculo peitoral ao bucky. Objectivo: • Dissocia melhor os tecidos e reduza ainda mais a espessura da porção a estudar. Prolongamento axilar 1. 3. Incidência localizada Utiliza-se um dispositivo de compressão pequeno. Macrorradiografia. se a lesão se encontra nos quadrantes externos (perfil ML) . Perfil a 90º Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: A paciente deve estar virada para a frente do aparelho. consoante a localização de lesão a estudar: .Encostando a zona medial do seio ao bucky. Podem ser executadas em qualquer incidência. 3. 2. Túnel. • Diminui a área de exposição. Pode ser realizado se 2 formas. 5. 6. O braço do lado a radiografar é colocado para a frente e a mão é apoiada na barra de suporte desse lado. Densidade muito superior ao tecido mamário independentemente do tipo de tecido mamário. Incidências complementares 1. 123 . Localizadas. Perfil a 90º (médiolateral). 2. Perfil invertido (lateromedial). Em determinadas patologias poderá haver aumento dos gânglios axilares. se a lesão se encontra nos quadrantes internos As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. 4. Protecção: avental de chumbo na cintura Raio central perpendicular ao chassi. Incidência em túnel Permite observar os quadrantes internos de ambas as mamas em simultâneo.

4. Macrorradiografia
• Foco ultra-fino (0.1 mm)
• Dispositivo que permite aumentar a DOF e diminuir a DFO
• Utiliza-se em qualquer incidência
• Não se utiliza grelha anti-difusora
• Ar funciona como um filtro

Objectivo:
• Melhor visualização de microcalcificações agrupadas
• Melhor definição de nódulos (contornos, conteúdo)
• Melhor visualização de condensações mal definidas
• Demonstração de uma lesão que apenas é observada numa incidência
• Melhor visualização na galactografia, quando existem lesões que ocupam
espaços intra-ductais

Mamografia masculina/pós-mastectomia
- Incidência obliqua médio-lateral
A angulação depende do tipo de paciente (= à das mulheres)

Exame mamográfico a mamas com próteses
Localização das próteses:
- Retro glandulares
- Submusculares

Incidências
• Crânio-caudal e OML com a prótese luxada;
• Crânio-caudal com perfil estrito com a prótese local

A prótese terá de ser luxada porque devido à sua elevada densidade pode
ocultar lesões malignas. Apenas serão luxadas as próteses retroglandulares.

Técnica de Eklund
Ligeira compressão sobre o seio e prótese, de seguida a prótese é luxada
para trás durante a restante compressão.
A compressão correcta à atingida, excluindo totalmente a prótese.

124

- Galactografia

Existem situações em que a radiografia convencional, entendida em termos
de simples mamografia é insuficiente para assegurar o diagnóstico.
Para o diagnóstico correcto de lesões quisticas, intraquisticas ou de
corrimento mamilar para além dos exames de rotina (exame clínico e
mamografia) é necessário lançar mão de outros métodos complementares.
Quando existe escorrência mamilar o radiologista tenta a visualização
retrógrada dos canais que determinam esse corrimento, injectando uma
substância radiopaca no ducto atingido. Este exame designa-se por galactografia.
O produto de contraste é administrado por via retrógrada.
Para a realização deste exame é indispensável uma boa iluminação localizada
à mama e mamilo em estudo, e ainda a preparação de todo o material a utilizar,
de preferência sem a observação directa da doente.

Material
- Kit com dilatadores, uma agulha sem bisel, uma seringa.
Os dilatadores usados são de menor para maior calibre, são rombos e
não bicudos (para não perfurar o canal).
- Contraste iodado hidrossolúvel (o lipossolúvel não pode ser utilizado porque
se este entra em circulação pode causar embolia.).
- Compressas, fixador e agua oxigenada.

Neste exame não é possível muita compressão porque o contraste poderá sair
com a compressão.

Técnica
• Assépsia da pele e do bucky
• Marcação do poro a dilatar o poro
• Cateterismo e injecção do contraste (1 a 3 cm3)
A agulha da injecção de contraste é romba e ligada a um extensor que está
ligado à seringa para ganhar espaço (aumenta a margem de manobra)
Cuidado: ao injectar não entra bolha de ar pois vais prejudicar a imagem
• Realizar 2 incidências (crânio-caudal e perfil estrito ou oblíqua, por vezes
podemos ter de realizar as 3) com compressão moderada (para não sair
contraste), aumentar 1 a 2 kV relativamente a mamografia simples;
• Evacuação do contraste (tirar tamponamento e comprimir a mama)

Antes da injecção de contraste realizar uma imagem de base.

Indicações
Corrimento de um canal galactofilo e quando não se sabem as causas.
Contra-indicações
Quando não há escorrência mamilar (porque não se sabe qual é o canal)
Corrimento bilateral ou pluricanal (porque as imagens sobrepõem-se)
Invaginação mamilar( perigo de perfuração)
Existência em exame rádio-clinico de sinais bem evidentes de lesão
maligna na mama onde se verifica o corrimento;
Mama com sinais inflamatórias aparentes (mastites)

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- Quistografia gasosa

Método útil para diagnostico de lesões do tipo quisticas e intraquisticas.
A doença quistica é mais frequente lesão da mama (principalmente no
período pré-menopausico).
Traduz-se radiologicamente pelo aparecimento de opacidades nódulas
(devido a alterações hormonais, que levam a uma alteração do tamanho da
mama e podem provocar quistos).
Imagem hipotransparente - opacidade mais elevada que o resto do tecido
com forma de nódulo.
Os quistos podem ser: sólidos, líquidos, semi-sólidos, semi-líquidos.

Objectivo:
• Definir paredes quisticas;
• Fazer o exame citológico para pesquisa de células neoplásicas;
• Mesmo efectuando um exame correcto rádio-clinico da mama, é muitas
vezes impossível o diagnóstico de lesões intraquisticas, isto porque à
palpação só se pode distinguir o nódulo quistico, não se podendo detectar a
formação intracavitária. Actualmente este aspecto é ultrapassado com
recurso à ECO;
• As lesões malignas podem ser ocultadas por um quisto (anterior ou
posteriormente).

Técnica:
• Esvaziamento completo do quisto com compressão localizada da mama. Se o
liquido não for todo extraído, está criada uma das condições para se vir a
verificar a recidiva do quisto (para ter a certeza que o liquido for extraído, o
esvaziamento deveria ter controlo ecográfico);
• Após aspiração do líquido, faz-se a repleção do quisto com ar (através de
uma seringa, o ar aparece como uma imagem hipertransparente);
• Duas incidências (crânio-caudal e perfil correcto);
• Tem um fim diagnóstico e também terapêutico porque o ar ao ser
introduzido no fármaco intracavitária, pois vai secar as paredes e
geralmente não torna a ficar preenchido por liquido.

- Estereotaxia

Esta técnica permite localizar lesões intramamárias não palpáveis, que baseia
em 2 incidências anguladas (15º para cada lado), e a partir de um cálculo de
coordenadas obtido de forma computorizada que permite guiar a agulha até à
lesão (com grande certeza).

A grande vantagem é sobretudo em lesões muito pequenas, nomeadamente
pequenos agregados de microcalcificações.

Pode ser feita de 2 formas:
• Com um equipamento especifico que se liga ao mamográfo (mais utilizado);
• Com uma mesa estereotaxica especial, onde a paciente fica em DV;

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O cirurgião para localizar a lesão.profundidade que a lesão está da superfície da pele • Quadrantes . interior ou exterior Em função da localização é introduzida uma agulha que contem no seu interior o arpão.. larga-se a referência metálica que se fixa aos tecidos. Faz-se então um radiograma num plano para verificar se agulha se encontra na lesão. Indicações: Categorias 4 e 5 BI-RADS. Se estiver no local. Desvantagem: Para cada colheita de amostra tecidular é necessário uma nova inserção de agulha.Citologia aspirativa Exame complementar ligado a área da anatomia patológica. uma seringa e um adaptador (punho de aspiração). A incidência: • Crânio-caudal – lesão anterior ou posterior • Perfil . fixa-se à pele o arpão com adesivo e a doente segue para o bloco operatório. • Biópsia por aspiração (sistema ABBI) Agulha com duplo lúmen que é inserida na mama apenas uma vez e permite a recolha de varias amostras. Se a lesão não for palpável . retirando o tecido circundante e a lesão. Pode ser realizada por 2 formas: • Com uma pistola automática (microbiópsia) Munida de uma agulha chanfrada e inclinada que é impulsionada para penetrar numa lesão. como por exemplo.Localização pré-operatória Através da visualização dos mamogramas na incidência crânio-caudal e perfil. com a finalidade de se proceder a estudo patológico. para além de permitir uma rotação e sucção simultâneas. calcificações. . a aspiração é feita directamente pelo patologista. ou seja adquire- se uma noção bidimensional da localização da lesão. e é seguida por uma cânula cortante que corta uma amostra de tecido. . superior. massas sólidas e densidades assimétricas. 127 . Seguidamente.realizada com auxilio de esterotaxia. Se a lesão palpável. Pode ser realizada com a orientação da ECO ou por estereotaxia (quando as lesões não são palpáveis). mediante uma agulha o mais fina possível. retirando-se a agulha. segura e precisa na recolha de amostras de tecido mamário e com menor custo. referencia-se a lesão em relação ao mamilo e em relação à pele.Core-Biopsy É uma alternativa à biopsia por excisão cirúrgica tradicional. É um exame rápido e muito preciso. e que consiste na obtenção de um aspirado de lesões mamárias.se a lesão é inferior. guia-se pelo trajecto do arpão até a mesma.

Se a cirurgia optar pela mastectomia total. a localização de lesões são feitas à posteriori da cirurgia. Nesta situação. A imagem obtida e a peça operatória com o arpão são enviadas para o laboratório de anatomia patológica para análise histológica especialmente na zona referencial ao arpão. Desta forma a anatomia patológica saberá exactamente o local das lesões (o que irá dizer que tipo de carcinoma que depois terá um diferente tipo de tratamento).Radiografia da peça operatória Por razões de segurança manda-se a área de tecido mamário retirado para controlo radiográfico. a mama vem para a radiologia e o radiologista coloca as referências metálicas através da observação das imagens. 128 . e informa-se o cirurgião se a lesão foi extraída na totalidade..

Membro inferior em estudo em rotação interna (15-30º).Isquion n área de scan entre as 15 e as 40 linhas Analisam-se diferentes localizações nesta região .O antebraço deve estar rectilinizado e centrado com o campo de exame.Scan abrangendo todo de L2 (situação em que L1 é excluída da região de interesse pelo próprio equipamento) 2.O lado esquerdo é o lado que é normalmente avaliado (não dominante) . . Coluna lombar AP/PA Posicionamento: .Paciente sentado lateralmente a mesa.Elementos posteriores da coluna .A linha média do corpo femural está paralela à margem lateral do scan .FL perpendicular ai nível do grande trocanter .Suporte sob as pernas (ângulo de 60-90º) .5 a 10 linhas das cristas ilíacas .Região trocantérica .A área de scan sem presença de ar 3.Paciente em DD .Medida combinada (fémur total) Critérios de boa realização .O espaço entre o isquion e colo do fémur deve ser adequado .FL perpendicular. com o cotovelo flectido a 90º . podendo L1 ser excluída por ser uma vértebra de transição) Critérios de boa realização: . centrado entre as duas apófises estiloídes do punho Critérios de boa realização .14. distal e lateral da área de scan devem estar bem localizadas .As margens proximal.Lado a analisar é o esquerdo (não dominante) .5cm de tecido mole para cada lado da coluna .Colo do fémur .Scan desde o meio de L5 a D12 (no entanto só faz a avaliação de L1-L4. Densitometria óssea Exames por DEXA 1.2. paralelo ao eixo longitudinal da mesa) . normalmente quando há alterações ao nível da coluna vertebral também há aqui) . estando sobre o centro do suporte e fixo .O antebraço está direito e centrado com o eixo longitudinal da mesa 129 .Triangulo de Ward’s (região rica em osso trabecular. Antebraço (punho – frequentemente pedido principalmente quando há artefactos nas outras regiões) Posicionamento. Extremidade proximal do fémur Posicionamento: .Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .FL (feixe luminoso) centrado na linha média ao nível das cristas ilíacas .Região intertrocantérica .

Feixe luminoso perpendicular 130 .L1 e L2 podem surgir sobrepostas às costelas .L3 é a única vértebra que pode ser analisada correctamente.Braços e mãos sobrepostos à frente da cabeça .A avaliação de um só corpo vertebral não faz um diagnóstico correcto. Coluna lombar de perfil Posicionamento: .Paciente em DL (se a mesa tiver arco em “C” o paciente fica em DD) .Não podem existir artefactos na área de exame 4. . não é significativo (a densidade das vértebras lombares não é igual) .FL perpendicular. Corpo inteiro Posicionamento: .Coluna lombar centrada na área a examinar e paralela à mesma .Joelhos flectidos e sobrepostos .Braços ao longo do corpo com as mãos em pronação .Todo o corpo deve ficar dentro da área de scan .Fim do scan cerca de 10 linhas abaixo de 33% do antebraço .Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .Inicio do scan desde o fim do carpo . podemos excluir da avaliação a parte do arco posterior da vértebra. centrado ao nível da crista ilíaca Desvantagens .Inclui ambas as apófises espinhosas .L4 e L5 podem surgir sobrepostas ao osso ilíaco . ficando só com o corpo vertebral (rico em osso trabecular) .O exame só efeito quando é expressamente pedido 5.Inicio do scan 5 a 8 linhas acima da cabeça e terminar 5 a 8 linhas abaixo dos pés .

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