1.

Estudo radiológico do membro superior
• Estudo radiológico da mão
Face PA Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: PA

RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 3º dedo.

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com os dedos em extensão. Face palmar da mão apoiada no chassi. Dedos ligeiramente afastados. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização - Não rotação da mão; - Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges distais; - Valores de exposição adequados.

Oblíqua anterior medial Chassi: 18x24cm ou 24X30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: oblíqua

RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 3ºdedo.

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em posição oblíqua de modo a que todos os dedos fiquem livre de sobreposição de perfil. Face interna da mão apoiada no chassi a formar um ângulo de 45º com o mesmo. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: - Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges distais; - Valores de exposição adequados; - Sobreposição ligeira das bases e cabeças dos metacarpos (2º ao 5º); - Espaços entre os 3º, 4º e 5º metacarpos reduzidos; - Abertura das articulações interfalângica e metacarpofalângica.
1

Perfil (interno ou externo) Chassi: 18x24cm 24X30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral ou RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 2ºdedo (perfil interno); na MCF do 5º dedo (perfil externo)

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Apoio do antebraço e braço. Mão em perfil estrito e dedos em extensão. - Colimar à região de interesse. Finalidade: pesquisa de corpos estranhos e desvios (fracturas) com deslocamento AP.

Nota: Quando se pretende estudar as articulações metacarpofalângicas e quando o doente não consegue fazer a extensão dos dedos devem realizar-se as incidências de face e oblíquas em AP. No caso de artrite reumatóide deve radiografar-se as 2 mãos em AP e em simultâneo para estudo comparativo.

Estudo radiológico do punho
Face PA Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter as apófises estilóides do rádio e do cúbito. Foco: fino Projecção: PA Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com os dedos ligeiramente flectidos. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização:
2

- Não rotação do punho (apófises bem visíveis, visualização das articulações) - Visualização do terço distal do antebraço, articulação do punho e apófises estilóides e bases do metacarpianos. - Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo)

3

Sobreposição do rádio e do cúbito . .Oblíqua medial posterior (OMP): lado medial e posterior do punho encostado ao chassi. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Apoio do antebraço e braço a formar um ângulo de 90º.Colimar à região de interesse.Perfil (interno ou medial) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir na apófise Foco: fino estilóide do rádio.Mão em perfil estrito . • Estudo da idade óssea Chassi: 18x24cm Face da mão e punho. . .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas (as mediais são as mais usadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as apófises estilóides do rádio e do cúbito Projecção: oblíqua Posicionamento: .Oblíqua medial anterior (OMA): lado medial e anterior do punho encostado ao chassi.Mão a formar um ângulo de 45º com chassi. 4 .Valores de exposição adequados.Apófises estilóides quase sobrepostas e alinhadas .Doente sentado lateralmente à mesa. Projecção: lateral Posicionamento: . Marca-se a mão com os dedos voltados para cima. articulação do punho e falanges distais.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . . . Critérios de boa realização . Radiografa-se a mão não dominante. Mão em perfil estrito e dedos em extensão a formar um ângulo de 90º com o chassi.Visualização do 1/3 distal do antebraço.Não rotação da mão. .

. Macrorradiografia Posicionamento: . contudo o foco encontra-se a uma distância de 50 cm da mesa onde está apoiado o antebraço e o chassi encontra-se por baixo da mesa sob um banco a uma distância de 50 cm da mesa e de 1m do foco.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. 2.Colimar à região de interesse. 4. Mão em pronação com a face medial apoiada no chassi. 2.• Estudo do escafóide 4 incidências Chassi: 18x24cm(:4) DFf: 1m Posto sem potter 1. Face com desvio cubital Posicionamento: . Face com desvio cubital Oblíqua anterior medial Perfil Macrorradiografia 1 4 2 3 1. 4. Antebraço apoiado na mesa. 3.Colimar à região de interesse.Doente sentado lateralmente à mesa.Doente sentado lateralmente à mesa. 3. Face palmar a formar um ângulo de 60º com o chassi.Perfil Posicionamento: . RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. Antebraço apoiado na mesa. Antebraço e mão em perfil estreito com os dedos em extensão. Oblíqua anterior medial Posicionamento: . .Doente sentado lateralmente à mesa. . RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio.Idêntico para a face PA. Critérios de boa realização 5 . . Mão em pronação com a face palmar apoiada no chassi e mão com desvio cubital. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio.

Angulado 25º caudo-cranianos na incidência axial infero-superior Posicionamento: . 6 . Face dorsal da mão a formar um ângulo de 30º a partir da posição de perfil.Colimar à região de interesse.- Escafoide no centro de colimação. Escafoide estritamente de perfil no perfil. Apoio da mão de modo a diminuir o ângulo da mão com o antebraço. . Mão em extensão máxima de modo a que a face palmar forme um ângulo de 70º com o chassi. • Estudo do pisiforme Oblíqua medial posterior Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na apófise Projecção: estilóide do cúbito. . Braço e antebraço ao mesmo nível (plano horizontal). • Estudo do túnel cárpico Chassi: Axiais 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: a incidir a meia distância entre as apófises estilóides do rádio e do cúbito: . Face do escafoide ligeiramente afastada com desvio cubital.Axial infero-superior – membro superior em extensão e mão em pronação. . Valores de exposição adequados.Colimar à região de interesse. oblíqua Posicionamento: .Mão em supinação com a face medial apoiada no chassi.Axial supero-inferior: doente em ortostatismo de costas para a mesa.Angulado 5º crânio-caudal na incidência axial superoinferior .

7 .O Túnel Cápico é constituído pela superfície palmar dos ossos do carpo e retináculos dos flexores.

.• Estudo radiológico do antebraço Face AP Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre as articulações do punho e do cotovelo. Cotovelo flectido a 90º. .Doente sentado lateralmente à mesa (ou de frente). . Critérios de boa realização: .Rádio e cúbito livres de sobreposição.Visualização das articulações do punho e do cotovelo. Braço e antebraço no mesmo plano.Doente sentado lateralmente à mesa. Nota: Só em caso de extrema necessidade é que se faz em PA.Cotovelo de perfil. . Projecção: lateral Posicionamento: . Mão de perfil.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados.Rádio e cúbito sobrepostos. . Antebraço totalmente apoiado na mesa com a mão em supinação. . Perfil interno Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as articulações do punho e do cotovelo.Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: .Valores de exposição adequados. . pois nesta posição os ossos do antebraço sobrepõe-se.Visualização das articulações do punho e do cotovelo. 8 . . Projecção: AP Posicionamento: .Cotovelo de face.

Apoiando o cotovelo e o antebraço. . . Mão em supinação ligeiramente elevada. . .Apoiando o cotovelo. Chassi: 18x24cm 24x30(:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil interno ou RC: perpendicular a incidir no epicôndilo lateral do úmero.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . .Doente sentado e virado para a mesa. Posicionamento: . Braço de perfil.Articulação do cotovelo aberta. Critérios de boa realização: .Doente sentado lateralmente à mesa.Não rotação dos epicôndilos. . Mão em perfil estrito. Posicionamento: .Articulação do cotovelo aberta.Cabeça radial parcialmente sobreposta à apófise coronóide.Sobreposição dos epicôndilos umerais.Cabeça.Valores de exposição adequados. Variantes da incidência da face Caso o doente não consiga fazer a extensão do membro superior existem 3 variantes: .Tuberosidade radial projectada anteriormente. 9 . Colocar um apoio por baixo do punho para que o antebraço fique paralelo ao filme.Colimar à região de interesse. . .Apoiando o cotovelo e o braço. .• Estudo radiológico do cotovelo Face AP Chassi: 18x24cm 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP ou RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha que une o epicôndilo medial e lateral do úmero. .Olecrânio de perfil. braço e antebraço a 90º. . 90º em abdução. .Cotovelo flectido a 90º. Membro superior em extensão e com apoio do antebraço e braço. colo e tuberosidade radial ligeiramente sobrepostos ao cúbito proximal.

Valores de exposição adequados. 10 ..

Abertura da articulação do cotovelo. .Sobreposição do cúbito sobre a cabeça e colo do rádio. Mão em supinação pronação máxima Mão de perfil Mão em pronação Mão em Nota: Em todas estas incidências o cotovelo está flectido a 90º. . . . Critérios de boa realização: . Apoio do dorsal.Cabeça do rádio em diferentes perspectivas 11 . . Antebraço e mão a 45º com o chassi. colo e tuberosidade radial desprojectados do cúbito.Valores de exposição adequados.Lateral (OPL): membro superior em extensão e mão em supinação. Observações: Imobilização. Critérios de boa realização: OPM (aproxima-se do perfil) . não é necessária grelha uma vez que se trata de uma articulação.Epicôndilo medial alongado.Oblíquas posteriores Chassi: 18x24cm ou 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: oblíqua RC: perpendicular a incidir a nível do cotovelo. • Estudo da cabeça do rádio Chassi: 18x24cm 24x30cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral 4 incidências ou RC: perpendicular a incidir no epicôndilo lateral do úmero. . . Posicionamento: . . .Valores de exposição adequados. OPL (aproxima-se da face) .Apófise coronóide de perfil.Cotovelo flectido a 90º.Colimar à região de interesse.Visualização do olecrânio e fossa olecraneana.Medial (OPM): membro superior em extensão e mão em pronação.Cabeça.

Valores de exposição adequados (visualização de trabéculado ósseo e partes moles) 12 ..

Cabeça do úmero e grande tuberosidade de perfil.Colimar à região de interesse.Visualização das articulações do ombro e do cotovelo. Mão em supinação. .Doente sentado ou em ortostatismo. RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir a nível do olecrâneo. Membro superior em extensão e em ligeira abdução. RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo.Axial infero-superior: apoio da face posterior do braço.Semi-axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação. .• Estudo do olecrâneo Chassi: 18x24cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: .Cotovelo de face. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter entre a articulação do ombro e articulação do Foco: fino cotovelo. RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo. (na prática é comum pedir-se ao doente para inclinar o ombro de forma a que o úmero fique direito) .Colimar à região de interesse. • Estudo radiológico do úmero Face AP Chassi: 18x43cm l. .Colimar à região de interesse. Observações: apneia respiratória e imobilização. Projecção: AP Posicionamento: . . Critérios de boa realização: . .Axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação.Pequena tuberosidade situada entre a cabeça umeral e grande tuberosidade. .Visualização do olecrâneo desprojectado dos ossos do braço e antebraço. Critérios de boa realização: . .Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados. RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir a nível do olecrâneo. 13 . . . .Colimar à região de interesse. .Semi-axial infero-superior – apoio da face posterior do braço.

Lateral erecta: o braço que se pretende estudar encostada ao potter e ao doente. Membro superior contralateral elevado com o antebraço flectido por cima da cabeça.Grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral.. Flexão a 90º do cotovelo com a mão no abdómen.Visualização do 1/3 proximal do úmero 14 .Colimar à região de interesse. Mais indicado em doente imobilizado com gerdi. Chassi na transversal. Perfil Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter entre a articulação do ombro e articulação do Foco: fino cotovelo.Cotovelo de perfil.Perfil externo (mais usado): posição de sinaleiro. Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. Observações: apneia respiratória e imobilização Critérios de boa realização: . . .Sobreposição dos epicôndilos.Pequena tuberosidade de perfil. . Por exemplo: usamos o pulmão para ver o úmero. Mão apoiada no abdómen. Palma da mão voltada para fora.Visualização da articulação do ombro e cotovelo. Janela radiológica – utilização de uma estrutura de densidade menos para se ver outra. . Braço em abdução a 90º com o corpo. .Doente sentado ou em ortostatismo. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a nível do bordo inferior da axila Foco: fino (a emergir no colo cirúrgico do úmero). • Estudo do úmero – 1/3 proximal (transtorácica) Projecção lateral Chassi: 24x30 l. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). .Valores de exposição adequados. Projecção: lateral Posicionamento: . . . Projecção: lateral Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória ou Técnica per-respiratória (consiste na emissão de raio X durante a respiração para esbater as costelas) Nota: Para ver a cabeça do úmero angulamos de 5 a 10º no sentido caudocraniano.Perfil interno: braço em ligeira abdução e flexão a 90º com o antebraço.

Face com mão em rotação interna (pronação máxima): Grande tuberosidade totalmente no centro do colo do úmero e a pequena tuberosidade de perfil.Grande tuberosidade de perfil . DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a nível do colo Foco: fino cirúrgico do úmero. .Colimar à região de interesse. Pequena tuberosidade no meio.Face com a mão em rotação neutra (perfil): Grande tuberosidade quase em face em posição central..Valores de exposição adequados • Cabeça do úmero Face AP Chassi: 24x30 (:3) t. . Observações: Apneia respiratória 15 . Projecção: AP Posicionamento: .Não sobreposição das vértebras torácicas à região de interesse .Face com a mão em rotação externa (supinação): Grande tuberosidade e cabeça de perfil. .

Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Idêntico ao perfil externo do úmero (posição de sinaleiro). DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir na apófise coracóide. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na apófise coracóide.Pequena tuberosidade de perfil e grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral. úmero proximal . 16 . Obliquar ligeiramente o doente (15º) no seu lado contralateral.Visualização da articulação do ombro.Doente em ortostatismo ou decúbito dorsal.) na transversal.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Colimar à região de interesse. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Cabeça do úmero de perfil . . . região sub-acromial. Posicionamento: . Posicionamento: .2.Visualização da articulação do ombro.Colimar à região de interesse. Mão em supinação. . úmero proximal . Falso perfil Chassi: 18x24cm na transversal. Estudo radiológico da cintura escapular • Estudo do ombro Face AP Chassi: 18x24cm ou 24x30cm (se queremos as 3 art. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . região sub-acromial.

Braço em abdução a 90º.Espaço sub-acromial aberto .Cavidade glenóide de perfil . Obliquar ligeiramente o doente (3040º.Colimar à região de interesse. varia consoante o tamanho do tórax) no seu lado contralateral.Supero-inferior: doente sentado. . .Espaço articular entre o úmero e a cavidade glenóide bem aberto . DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular angulado 45º Foco: fino médio-lateralmente Projecção: AP RC: perpendicular e horizontal a incidir na axila. Cara voltada para o lado contrário. proteger o cristalino.Colimar à região de interesse. . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: .Infero-superior: braço em abdução a 90º com o chassi encostado ao ombro.Chassi: 18x24cm na t. Membro superior em posição neutra.Doente em ortostatismo ou decúbito. Chassi curvo por baixo da axila. Observações: Apneia respiratória Incidência alternativa da face (em acamados ou doentes em cadeira de rodas) Chassi: 18x24cm t. RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular.Valores de exposição adequados Axiais Chassi: 18x24cm t. 17 .Colimar à região de interesse Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização . a incidir na apófise coracóide Posicionamento . . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP Dupla obliquidade RC: angulado 15º (no mínimo) crânio-caudais.

com grelha Foco: fino Projecção: Axial RC: perpendicular a articulação do ombro tangenciar a Posicionamento: . . .Sentado em decúbito dorsal ou ortostatismo .Ombro desprojectado relativamente ao corpo.Art. levando o membro ipsilateral e apoiando-o ao nível da cabeça.Doente sentado de costas para a mesa de exames.Doente sentado ou em ortostatismo.Valores de exposição adequados 18 .Colocar o chassi na face posterior do ombro . doentes com gerdy Critérios de boa realização . . . gleno-umeral no centro de colimação.Valores de exposição adequados • Incidência de Bloom-obata Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter.Úmero na vertical.Colimar à região de interesse Finalidade: perfil da glenóide Critérios de boa realização . Assegurar que o doente fica estável.Cavidade glenoide e cabeça do úmero de perfil. . .Posicionamento: . encostando a região axilar do lado ipsilateral ao potter. . Inclinação do corpo para trás.Ombro de perfil. de modo a projectar a sombra do ombro no chassi. obliquar o lado contralateral 40º a 50º.Colimar à região de interesse. Apoio do chassi na mesa. Parte-se da posição de perfil. O membro superior contra lateral fica em extensão ao longo do corpo.Colimar à região de interesse com posicionamento similar à face. .Art. Incidências alternativas às axiais • Perfil de Bernageau Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: Axial RC: angulado 30º incidir no acrómio crâneo-caudais a Posicionamento: . gleno-umeral no centro de colimação. Finalidade: ver a posição e o grau de luxação do ombro.

Sobreposição do 1/3 medial à grade costal. Elevação do mento de modo a encostar o tórax do doente ao potter.Colimar à região de interesse. . Braços ao longo do corpo.Clavícula no centro de colimação. .• Estudo radiológico da clavícula Face Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t. . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização . RC: angulado 20 a 30º crânio-caudal e emergir a meio da clavícula.Visualização de toda a clavícula. . Braços ao longo do corpo. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização .AP: doente em posição lordótica ou decúbito dorsal. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: perpendicular a incidir a meio da clavícula.AP: doente em ortostatismo ou decúbito dorsal.Clavícula horizontalizada. . 19 .0º a 15º se paciente em posição .Valores de exposição adequados Face desdobrada (desprojectar a clavícula em relação às costelas) Chassi: 18x24cm ou 24x30cm t. .PA: doente em ortostatismo ou em decúbito ventral.PA: doente em decúbito ventral. . Braços ao longo do corpo.Clavícula no centro de colimação.Visualização de toda a clavícula e das 2 articulações.Colimar à região de interesse.Clavícula horizontalizada e desprojectada da grade costal. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Posicionamento: . . Posicionamento: . . RC: a incidir a meio da clavícula angulado caudo-claniano: .

Observações: Apneia respiratória Nota: Deve fazer-se o exame sem e com esforço dinâmico amarrando pesos de 3Kg em cada punho.Decúbito dorsal com os membros superiores em extensão ao longo do corpo. • Estudo radiológico da omoplata Face AP Chassi: 18x24cm l. perpendicular a incidir na incisura jugular (bi). Observções: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 20 . DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente abaixo Foco: fino Doente da cabeça do úmero.Doente em ortostatismo com os membros superiores ao longo do corpo..Visualização de toda a clavícula. horizontalizada e desprojectada da grade costal. .Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da articulação acrómio-clavicular Face AP Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t. Abdução do braço (90 ou 120º). .Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados Chassi: Axial/Tangencial (para doentes acamados) 24x30cm t. Posicionamento: . Projecção: AP em ortostatismo ou decúbito dorsal. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 45º ascendentes em relação a vertical a incidir a meio da clavícula. . de modo a afastar a omoplata da grade costal. Obliquar 20-25º o lado contralateral. . Chassi no vertical encostado ao ombro. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular (uni).Colimar à região central. .Colimar à região de interesse Critérios de boa realização . Posicionamento: .Clavícula no centro de colimação.

Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero.Visualização da articulação escapulo-umeral. Perfil de Lamy ou em Y Chassi: 18x24cm na l. DFf: 1m Posto com RC: angulado 15º (no mínimo) carnio-caudais a potter incidir no ângulo supero-interno da omoplata.. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Projecção: PA Posicionamento: . Obliquar o lado contralateral 70º-75º. . úmero proximal . Observações: Apneia respiratória 21 . DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter o ângulo superior e inferior do bordo interno da Foco: fino omoplata.Doente em ortostatismo para uma projecção PA.Sobreposição dos bordos lateral e medial da omoplata .Clavícula projectada acima do ângulo superior da omoplata .Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero. Foco: fino Projecção: PA Posicionamento: . Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço.Não sobreposição do corpo da omoplata sobre as costelas . Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). . Obliquar o lado contralateral 70º-75º.Doente em ortostatismo para uma projecção PA.Omoplata de perfil .Colimar à região de interesse. Perfil Chassi: 18x24cm na l. Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço. Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula.

3.Decúbito ventral: rodar o doente 15-20º para OAD.Esterno no centro da colimação. braço ipsilateral em extensão ao longo do corpo.Chassi na vertical com os membros elevados ou a prender o chassi. 22 . .Lateral em ortostatismo: colocar os ombros e os braços o mais para trás possível.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Posicionamento: . . Projecção: lateral Posicionamento: . e o contralateral em flexão a 90º e mão apoiada na mesa. Alinhar o eixo longitudinal do esterno com a linha média da mesa. .Esterno visualizado sobre a silhueta cardíaca .Decúbito lateral esquerdo e direito: colocar os braços acima da cabeça mantendo os ombros para trás. .Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a incisura jugular e o apêndice xifóide.Esterno projectado lateralmente à coluna livre da sua sobreposição.Visualização do esterno em toda a sua totalidade. . Critérios de boa realização: . .Visualização de todo o esterno estritamente de perfil. desde o manúbrio ao apêndice xifóide. Perfil Chassi: 24x30cm na long.Colimar à região de interesse. Observações: Apneia inspiratória Perfil nos politraumatizados . Estudo radiológico do Esqueleto Torácico • Estudo radiológico do esterno Oblíqua anterior direita (OAD) Chassi: 24x30cm na long.Ortostatismo: rodar o doente 15-20º (quanto maior a espessura do tórax menor a necessidade de rodar o doente) para OAD. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a incisura jugular e apêndice xifóide. .

DFf: 0. Oblíquas Chassi: 18x24cm na trans. . • Estudo radiológico das articulações esterno-claviculares Face PA Chassi: 18x24cm na t. Plesiorradiografia ou radiografia de contacto Chassi: 18x24cm na trans.Art. Observações: Apneia respiratória Nota: O esterno fica mais próximo do filme e a coluna com ampliação fica desfocada. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a emergir na Foco: fino incisura jugular.. .Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. câmara de ionização central Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: AO: perpendicular a incidir a 2cm lateralmente à apófise espinhosa D3.5m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir na apófise espinhosa da terceira vértebra dorsal. esterno-claviculares no centro de colimação. Observações: Apneia respiratória. . .Ortostatismo.Doente em ortostatismo ou decúbito ventral com os membros superiores ao longo do corpo. RC: OP: perpendicular a incidir na articulação em estudo 23 . Projecção: PA Posicionamento: .Não rotação do corpo (equidistância das esterno-claviculares à apófise spinhosa). Posicionamento: . os membros superiores ao longo do corpo para uma projecção PA.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).

Membro superior ipisilateral flectido e elevado para cima da cabeça e membro contralateral em extensão para baixo.PA: ortostatismo ou decúbito ventral. 24 . Apoio dos antebraços dos ombros e afastamento dos braços. OPE = OAD – vemos a articulação direita Observações: Apneia respiratória Incidência de Kurzbauer pesquisa de luxações) Chassi: 18x24cm na long.Posicionamento: . Alinhar o plano médio-sagital.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Aproximar o lado a radiografar 25º. • Estudo radiológico da grade costal Face AP ou PA Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância ente a coluna e a margem lateral do tórax. Afastar o lado a radiografar 25º. braços ao longo do corpo para as costelas inferiores. Afastamento dos ombros e braços acima da cabeça para as costelas superiores. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral (incidência axial as esterno-claviculares para RC: angulado 15º caudais a incidir articulação esterno-clavicular em estudo. Colimar à região de interesse. RC: bi: perpendicular a incidir ao nível de D6D7 Posicionamento: .OA: Ortostatismo PA ou decúbito ventral.Colimar de acordo com a região Critérios de boa realização: . . na Posicionamento: .Doente de decúbito lateral para o lado afectado. Alinhar o plano médio-sagital.OP: Ortostatismo AP ou decúbito dorsal. esterno-clavicular em estudo aberta e vista de forma axial no centro de colimação. . . .Art.AP: ortostatismo ou decúbito dorsal.

RC: bi-perpendicular a incidir 2 cm lateralmente a partir do PSM.Valores de exposição adequados (visualização de o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância ente a coluna e a margem lateral do tórax.Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: .Ausência de rotação da coluna (equidistância das clavículas às apófises espinhosas das vértebras) .OPE=OAD – visualização dos arcos costais posteriores direitos e dos arcos costais anteriores e mediais esquerdos. Obliquar o doente a 45º.. 25 .Costelas livres de sobreposição .OP: ortostatismo ou decúbito dorsal. Posicionamento: .OA: ortostatismo ou decúbito ventral. Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo. . Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo.Colimar à região de interesse.OPD=OAE – visualização dos arcos costais posteriores esquerdos e dos arcos costais anteriores e mediais direitos. Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: . . .Visualização de todas as costelas . Obliquar o doente a 45º.

Omoplatas afastadas dos campos pulmonares .Ausência de rotação e de movimento. Projecção: PA Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Deve-se incluir desde os vértices pulmonares até aos ângulos costofrénicos (estes ângulos devem ser agudos. Encostar os ombros ao potter de modo a desprojectar as omoplatas dos campos pulmonares.Inspiração correcta (8-10 espaços intercostais posteriores e 6-8 espaços intercostais anteriores).Ausência de rotação: articulações esterno-claviculares equidistantes das apófises espinhosas . Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: . e as outras vão-se apagando progressivamente .Estudo radiológico do Sistema Cardio-Respiratório • Estudo radiológico do tórax Face PA Chassi: 35x35 (f) 35x43 (m) DFf: 1.Visualização de forma individualizada pelo menos as três primeiras vértebras dorsais. Normalmente faz-se o perfil esquerdo. Braços flectidos e dorsos das mãos apoiados na cinta. Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: .80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 no Foco: grosso plano coronal (rebordo inferior da axila). Perfil Esquerdo Chassi: 35x35 DFf: 1. . e horizontalizadas .Coluna centrada na película .80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: PA RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 no plano médio-sagital. ângulo inferior das omoplatas.Clavículas simétricas relativamente às apófises espinhosas.Boa visualização de toda a trama bronco-vascular (os vasos de topo dão um exemplo de efeito de canto) até à periferia . Braços levantados e queixo levantado. Posicionamento: . Face anterior do tórax encostada ao potter. Pernas ligeiramente afastadas.Colimar à região de interesse. .Ortostatismo em PA. 26 . senão é patológico) .Lateral em ortostatismo.4.

ápices pulmonares Perfil: não vemos..Ângulos costofrénicos alinhados e sobrepostos. Observações: apneia inspiratória 27 . considerada zona cega.Decúbito lateral direito ou esquerdo.Colimar à região de interesse. Braços elevados. Braço ipsilateral afastado e braço contralateral elevado.80m Posto com potter Foco: grosso RC: perpendicular ao PMS a meio do Projecção: PA ou tórax AP Posicionamento: . . vértices ou ápices pulmonares Face nos politraumatizados (tem a desvantagem de haver uma maior ampliação da silhueta cardíaca e maior exposição do cristalino) Chassi: 35x43 DFf: 1.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível do ângulo Foco: grosso Projecção: PA inferior da omoplata Posicionamento: . chassi encostado ao tórax (PA) ou dorso encostado ao potter.Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Decúbito Lateral (alternativa à face) Chassi: 35x43 DFf: 1.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível do Foco: grosso Projecção: AP manúbrio do esterno Posicionamento: . mediastino. Afastar o lado contralateral 45º.Ortostatismo em PA. . Áreas potenciais de patologia: Face: ângulos costofrénicos. Elevar o doente com um lençol ou cobertor.Sempre que possível realizar o exame com o doente sentado. Doente sentado ou em decúbito dorsal com afastamento dos braços e de objectos susceptíveis de produzir artefactos .Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Oblíquas anteriores Chassi: 35x43 DFf: 1.

OAE) e só se realiza a ultima quando tivermos a certeza da qualidade das duas primeiras.Utilização de contraste baritado com a finalidade de preencher o esófago para ver se existe compressão do mesmo .80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP ou PA Incidência AP: / Lordótica: RC perpendicular a incidir na incisura jugular.Colimação do Rx de tórax .Valores de exposição mais elevados que para o tórax. Observações: apneia inspiratória • Chassi: 35x43cm DFf: 1.OAE – 55 a 65º para desprojectar o esófago da coluna. . .Doente em posição lordótica 28 . DFf: 2m (para obter uma imagem do tamanho do coração o mais próximo do real possível) • Estudo dos ápices pulmonares Chassi: 24x30cm ou 18x43cm DFf: 1. OAD.80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: PA Estudo das cisuras pulmonares RC: perpendicular a incidir a meio do tórax Posicionamento: . Ortostatismo: RC angulado 15-20º cefálicos a incidir na incisura jugular.OAD – 45º + contraste baritado. . pois o coração é mais denso.Face PA + oblíqua + perfil .As exposições fazem-se sequencialmente (face.• Estudo da silhueta cardíaca . Incidência em PA RC: angulado 15-20º caudais a incidir na incisura jugular para desprojectar os ápices das clavículas.

tumores pulmonares.Opacificação de produto de contraste positivo (iodo lipossolúvel. efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado afectado para que o líquido desça) • Broncografia .Preferencialmente posição ortostática . . com os membros em extensão ao longo do corpo.Exame de risco . fistulas.Caso seja impossível a posição ortostática.Indicações: * Pesquisa de hemoptises e hepistaxis (sangue que sai pelo nariz) * Pesquisa de bronquiectasias * Pesquisa de pneumonia de tórax. Pedir ao doente para não deglutir. introduzido por intubação) para observação da árvore brônquica .Caso seja impossível.Incidência em inspiração e expiração (a expiração mostra melhor o ar entre as pleuras devido ao colapso do pulmão) . efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado oposto ao afectado. Ligeira elevação do mento. . quistos.Colimar à região de interesse Observações: técnica per-respiratória 29 .Doente em ortostatismo ou em decúbito dorsal. para que o ar suba e fique encostado ao arco costal) • Estudo do derrame pleural .Incidência em inspiração .PA .Efectuar o perfil do lado afectado .Colimar à região de interesse • Estudo do pneumotórax .Preferencialmente posição ortostática . etc. cavernas tuberculosas..Incidências: Face + perfil + oblíquas • Estudo da traqueia Face AP Chassi: 24x30cm RC: perpendicular a incidir na DFf: 1m incisura jugular Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP Posicionamento: .

Apneia inspiratória ou per-inspiratória. .50m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre o Foco: grosso plano coronal médio e a incisura jugular. 30 .Incidência pedida para o estudo da faringe.Colimar à região de interesse Observações: Técnica per-inspiratória Cavum faríngeo . garantindo a deflexão da coluna. .Radiografia de perfil da região cervical alta.Visualização de toda a traqueia. . Projecção: AP Posicionamento: . Elevação ligeira do mento. Perfil Chassi: 24x30cm DFf: 1. . .RC a incidir ao nível do osso hioide. . .Doente em ortostatismo ou sentado em posição lateral com os membros superiores atrás das costas e descontraídos desprojectando as omoplatas.Ausência de rotação. .Ar na traqueia.Critérios de boa realização: .Paciente em ortostatismo e de perfil.Incidência realizada em crianças. .Valores de exposição adequados.

Colimar à região de interesse. Face medial do pé apoiada no chassi a formar um ângulo de 30 a 45º com o mesmo. Chassi: 24x30cm Oblíqua lateral (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na base do 3º Projecção: metatarsiano dorsoplantar Posicionamento: 31 . Pé centrado com o centro de colimação. Critérios de boa realização: . Membro inferior ipsilateral flectido a nível do joelho com a face plantar do pé em apoio no chassi.Visualização das falanges e fileira distal do tarso até ao astrálago e dos metatarsianos. a Foco: fino incidir na base do 3º metatarsiano.Doente sentado na mesma posição que para a face.Doente sentado na mesa. .5. Dedos em extensão. . Projecção: dorsoplantar Posicionamento: .Espaço entre os metatarsos (2º ao 4º) aberto e à mesma distância. . . . ESTUDO RADIOLÓGICO DO MEMBRO INFERIOR • Estudo radiológico do pé Chassi: 24x30cm Face AP (:2) DFf: 1m Posto sem RC: angulado 10 a 15º de forma a abordar potter perpendicularmente a região tarso-metatarsiana.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados. Oblíqua medial Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: dorsoplantar RC: perpendicular a incidir na base do 3º metatarsiano Posicionamento: .Não rotação do pé.

Pés em apoio no chassi.Doente na mesma posição que para a face. ..Perfil interno (alternativa. de modo a formar um ângulo de 30º com o mesmo.Colimar à região de interesse. . Finalidade: estudo o pé diabético (faz-se face+perfil com uso de valores de exposição para partes moles para visualização de úlceras e gangrenas) Face bilateral em carga Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: angulado 10 a 15º a incidir no meio da linha Foco: fino que une a base dos dois primeiros metatarsos.Visualização dos 5 metatarsos livres de sobreposição. Pé em dorsiflexão a 90º. Projecção: lateral Posicionamento: . Chassi: Perfil interno em carga 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular e horizontal a incidir na base do Projecção: 5 metatarso. Chassi: Perfil (interno ou externo) 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir no cuneiforme medial Foco: fino (perfil externo) ou lateral (perfil interno).Colimar à região de interesse. lateral 32 . . Projecção: dorsoplantar Posicionamento: .Doente em ortostatismo com os pés juntos mas ligeiramente afastados.Visualização da tuberosidade do 5º metatarso (local frequente de fractura associada a entorse) .Valores de exposição adequados. . Face lateral do pé apoiada no chassi.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . . Pé em dorsiflexão a 90º. . .Visualização do seio társico. por exemplo para acamados): face medial do pé apoiada no chassi.Perfil externo: face lateral apoiada no chassi.Doente em decúbito lateral.

Boa visualização dos ossos sesamóides.Colimar à região de interesse. Finalidade: estudo das arcadas dos pés. de modo a ficar apoiado no metatarso. Extensão dos tornozelos. Face medial do pé a radiografar encostada ao chassi. Ligeira flexão dos joelhos e apoio dos dedos no chassi.Doente em decúbito dorsal. Apoio radiotransparente nos dedos dos pés. Membro inferior em extensão. Extensão máxima do tornozelo. Chassi na região posterior do tornozelo.Colimar à região e interesse Axial em decúbito dorsal Posicionamento: .Posicionamento: . livres de sobreposição de qualquer porção do 1º metatarso. .Doente em ortostatismo com o chassi entre os dois pés.Valores de exposição adequados. . .Decúbito ventral. . 33 . Incidência de Guntz (posição ortostática) Posicionamento: . • Chassi: Axiais para estudo dos sesamóides 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: perpendicular a tangenciar os ossos sesamóides.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. Axial em decúbito ventral Posicionamento: . . Critérios de boa realização . Chassi colocado verticalmente (pode-se usar o apoio usado em perfil interno em carga).Ortostatismo. Extensão do tornozelo e flexão forçada dos dedos com uma ligadura.

Dorsiflexão a 90º: perna e pé a formarem um ângulo de 90º . 20º.Valores de exposição adequados. . a incidir no maléolo plantodorsal lateral. na incidência com angulação de 10º a articulação do tornozelo e a articulação tíbioperonial distal. .Doente em decúbito dorsal. Posicionamento: . respectivamente.Quando a dorsiflexão a 90º e a rotação do pé a 45º estão comprimidos.Colimar à região de interesse. Pé morto ou decepado (visualização de todo o pé. Rotação interna da perna e do pé a 45º com o chassi. . devem estar aberta.• Estudo radiológico da articulação astrágalo-calcaneana Incidência de Broden (4 incidências) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: angulado a 10º.Dorsiflexão do pé a 90º. . 30º e 40º cefálicos em Projecção: direcção à articulação.Visualização de 1/3 distal do tornozelo até ao calcaneo.Visualização da art. Nota: . Pé apoiado sobre o chassi. Membro inferior em extensão. sem sobreposição da tíbia e do peróneo) Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP Posicionamento: 34 . Dorsiflexão a 90º. astrágalo-calcaneana em diferentes posições. Critérios de boa realização: .

a incidir no calcâneo.Valores de exposição adequados.Visualização de todo o pé desde as falanges distais até ao calcaceo. . Alternativos: (1) angulado 45º a incidir na parte posterior do calcaneo.Coloca-se a ampola para trás e dirige-se o raio central para a face superior do calcaneo com uma angulação 25º anterior. (2) 40º a 45º caudais a incidir no calcâneo. sem sobreposição da tíbia e do peróneo . Finalidade: pesquisa de osteófitos e estudo de fracturas Axiais Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: angulado 30º a 40º cefálicos.Doente em ortostatismo com o chassi debaixo do pé a examinar. Critérios de boa realização: . Perna contralateral avançada em relação à outra. .Colimar à região de interesse. Com a ampola na frente do doente centra-se o raio central na base do 3º metatarsiano com uma angulação de 15º posteriores para a primeira exposição.Colimar à região de interesse. faz-se avançar o membro inferior contralateral.Sem modificar a posição do pé. . Posicionamento: . Posicionamento: . Dorsiflexão forçada do pé com uma ligadura. Membro inferior em extensão. Posicionamento alternativo: 35 .Mais usada em decúbito dorsal. . • Estudo do calcâneo (pesquisa de fracturas e esporões) Perfil externo Chassi: 18x24cm (:2) t. Face lateral do pé encostada ao chassi. em direcção à parte posterior do calcâneo.Decúbito lateral. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir no calcâneo.. Chassi na face posterior do tornozelo.

Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Doente em ortostatismo. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil externo 36 RC: perpendicular maléolo medial. . • Estudo radiológico do tornozelo Face AP Chassi: 18x24cm (:2) t. Critérios de boa realização: .Doente em decúbito dorsal.Sobreposição ligeira da articulação tíbio-peroneal distal.Calcaneo desprojectado e visto de forma axial. . Chassi: 18x24cm (:2) t. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino a linha que une os dois maléolos. Face plantar do pé apoiada no chassi. . Chassi apoiado na face plantar do pé. . Membro inferior contralateral avançado em relação ao membro em estudo.Boa visualização da articulação tíbio-társica e do seu espaço articular. Membro inferior a radiografar em extensão. . Ampola na parte posterior do doente.Visualização de todo o calcaneo desde a sua faceta posterior ate a faceta articular. na longitudinal e na vertical. Membros inferiores em extensão. a incidir no . Critérios de boa realização: . .Calcaneo no centro de colimação.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). 2.Visualização dos dois maléolos. Projecção: AP Posicionamento: . . Pé em dorsiflexão a 90º para abrir a articulação e em ligeira rotação interna (15º) para colocar os maléolos equidistantes do chassi.Tornozelo alinhado e centrado com o centro de colimação.Colimar à região de interesse. Colocar sacos de areia sob a articulação tibiotársica.Doente em decúbito ventral. .1.

Pé em rotação externa (45º) .calcaneana) e sulco calcaneal (só depressão do seio társico) abertos.Sobreposição dos 2 maléolos. . Critérios de boa realização: . Perna contralateral avançada em relação à outra. Apoio sob o joelho de forma a que o calcanhar fique apoiado.Decúbito lateral. Posicionamento: . Nota: . .Peróneo sobreposto à porção posterior da tíbia. Oblíquas posteriores (interna e externa) Chassi: 18x24cm (:2) t. Perna em extensão.OP interna: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão.OP externa: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão.OP interna: articulação tíbio-peroneal e traso-peronial abertas. .Valores de exposição adequados. Pé em rotação interna (45º) . Dorsiflexão do pé a 90º.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir no maléolo lateral Projecção: AP (OPI) ou medial (OPE).Posicionamento: .Colimar à região de interesse.OP externa: articulação subtalar (astrálago. . Face lateral do pé encostada ao chassi. Estudo em stress Ligamento da face lateral 37 .

Perna alinhada. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a articulação do joelho e articulação do tornozelo.Doente em decúbito dorsal.Colimar à região de interesse. região do médio pé (5º metartarsiano e navicular) Varo: stress com inversão do pé Valgo: stress com eversão do pé • Estudo radiológico da perna Face AP Chassi: 18x43m l.. .Visualização da art. tibio-tarsica.Tornozelo de face.Talo-fibular posterior . ou 35x43(:2) l.Colimar à região de interesse. do joelho até a art. 38 .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Critérios de boa realização: . Perna em extensão. . Posicionamento: . Perfil externo Chassi: 18x43m l. Pé em dorsiflexão (90º) e em ligeira rotação interna (15º). Ligeira rotação interna de modo a que os maléolos fiquem sobrepostos. Posicionamento: . Dorsiflexão do pé a 90º. Face lateral da perna encostada ao chassi. . . do joelho até a art.Calcâneo-fibular (calcâneo-peroneal) Locais de lesão: região maleolar (6cm). ou 35x43(:2) l. .Visualização da art. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a articulação do joelho e articulação do tornozelo. tibio-tarsica.Decúbito lateral. Critérios de boa realização: . Membro inferior a radiografar em extensão. Perna contralateral avançada em relação à outra.Talo-fibular anterior .

Colimar à região de interesse. .Perna alinhada.Valores de exposição adequados.Não rotação do joelho (equidistância da espinha intercondiliana até à margem). .. 39 .Ligeira sobreposição da tíbia e do perónio proximalmente. Posicionamento: .Visualização do espaço articular do joelho. Critérios de boa realização: .Rótula de face e sobreposta ao fémur. Membro inferior a radiografar em extensão e em ligeira rotação interna a 15º. . . • Estudo radiológico do joelho Face AP Chassi: 18x24cm l.Sobreposição do perónio no 1/3 posterior da tíbia no 1/3 distal da perna. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice da rótula. .Doente em decúbito dorsal. .

.gavetos Ligamentos: Colaterais – medial e lateral – rotação interna e externa Cruzados – anterior (LCA) e posterior (LCP) – flexão e extensão Face (pressão): 40 .Perfil externo Chassi: 18x24cm l.Sobreposição dos côndilos femurais. . Estudo em stress . Articulação tíbio-peroneal aberta e rotula desviada medialmente.Ligeira sobreposição da tíbia e do peróneo proximal. . Flexão do joelho a 30º. Nota: .OA: decúbito ventral.Decúbito lateral. .Joelho flectido. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra. (caso haja dessobreposição horizontal é sinal de má rotação do joelho) . DFf: 1m Posto com/sem RC: AO: perpendicular a incidir no centro da zona potter póplítea.Espaço articular aberto. Posicionamento: .Colimar à região de interesse. rotação interna do membro (OPM) ou rotação externa (OPL) de 45º. rotação interna do membro inferior 45º (OAL) ou externa (OAM) . Foco: fino Projecção: AP ou RC: OP: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice da rótula PA Posicionamento: . Oblíquas (pesquisa de corpos livres intra-articulares e lesões de osteocondrite Chassi: 18x24cm dissecante) (:2) l. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: angulado 5 a 10º caudo-craniano a incidir 2cm posteriormente ao ápice de rótula. Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular.Valores de exposição adequados.OPL: assemelha-se ao perfil. Tíbia e perónio subrepostos medialmente e rotula desviada lateralmente.Rótula de perfil.OPM: assemelha-se a uma face exagerada. Critérios de boa realização: .OP: decúbito dorsal. . . (caso contrário a angulação foi insuficiente) .Colimar à região de interesse.

e para dentro. Perfil (pressão): .Rotação externa ligeira e membro inferior em extensão ou flexão . Critérios de boa realização: 41 . . Flexão dos joelhos a 45º . Pés com rotação interna de 5º a 10º. patologias articulares • Face em carga Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter da linha que une os ápices da rótula ou Foco: fino ligeiramente abaixo. Posicionamento: .Ligamento colateral lateral: aspecto lateral do medial da perna para dentro. Estudo bilateral. e no aspecto no aspecto posterior da perna no aspecto anterior da perna Finalidade: estudo da interlinha articular dos pratos tibiais..Colimar à região de interesse. e no joelho para fora.LCA: aspecto anterior do joelho para dentro. • Incidência de SCHUSS (posição de esquiador) Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 10º caudais a incidir a meia distância da linha que passa pelo cavado poplíteo. • Perfil em carga Chassi: 24x30 l.Colimar à região de interesse. Projecção: AP Posicionamento: .Doente em ortostatismo para uma projecção PA.LCP: aspecto posterior do joelho para fora.Doente em ortostatismo e descalço.Ligamento colateral medial: aspecto lateral aspecto medial da perna para fora . e para fora . Joelhos em carga do joelho para dentro. simétricos a apontar em frente e ligeiramente afastados.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir ao nível do ápice da rótula e a meia distância da espessura do joelho. Posicionamento: .

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Joelhos alinhados; Arts. no centro de colimação; Espaço articular aberto; Valores de exposição adequados.

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• Estudo da rótula
Chassi: 18x24 ou Face PA 18x43 l. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: perpendicular a incidir no centro da Foco: fino zona poplítea. Projecção: PA Posicionamento: - Doente em decúbito ventral, membro inferior em extensão, com dorsiflexão do pé a 90º. Condilos alinhados. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: - Rótula de face no centro de colimação; - Valores de exposição adequados. Perfil Chassi: 18x24 na trans. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: perpendicular a incidir 2cm posteriores Foco: fino ao ápice rótula. Projecção: lateral Posicionamento: - Doente em decúbito lateral com a face externa apoiada na mesa. Membro contralateral avançado, fémur alinhado e ligeira flexão do joelho a 30º. - Colimar à região de interesse. Axiais Chassi: 18x24 ou 24x30 t. Finalidade: Desvios do alinhamento da rótula DFf: 1m relativamente ao fémur ou diferenças da rótula Posto com/sem (longitudinais) ou diferenças transversais (face e perfil) potter Foco: fino • Axiais de Ficat 30, 60 e 90º (mais usadas) Posicionamento: - Doente sentado com o joelho flectido de modo a que a perna forme um ângulo de 30, 60 ou 90º com o eixo longitudinal do fémur. Chassi apoiado verticalmente na coxa. - Colimar à região de interesse. RC: angulado caudo-craniano a tangenciar a rótula: - 15º se o ângulo da perna for 30º; - 20º se o ângulo da perna for 60º; - 25º se o ângulo da perna for 90º. Quanto maior a angulação maior é abertura

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Axial em decúbito ventral ou Sette Gard

Posicionamento: - Decúbito ventral. Membros inferiores flectidos ao máximo. - Colimar à região de interesse. RC: perpendicular ou tangenciar as rótulas. angulado 5º a

Axiais de Merchant

Posicionamento: - Doente em decúbito dorsal. Pernas pendentes fora da mesa de exames. Perna a 45º com o eixo longitudinal do fémur. Estudo bilateral. - Colimar à região de interesse. Nota: Se o chassi estiver nos pés aumentar a distância foco-filme para 2m para compensar a dintância foco-objecto; se o chassi estiver nas pernas aumentar a distãncia foco-filme para 1.50m. RC: angulado 60º crânio-caudal a incidir no ápice da rótula. Critérios de boa realização: - Rótula vista de forma axial e no centro de colimação; - Visualizarão do espaço retropatelar e dos condilos femurais; - Valores de exposição adequados.

• Estudo da fossa intercondiliana
Face PA Chassi: 18x24 l. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: PA

RC: perpendicular a incidir no centro da zona poplítea.

Posicionamento: - Parte-se da posição de decúbito ventral. Joelhos apoiados e flectidos. Eixo longitudinal do fémur a formar um ângulo de 70º com o plano do exame e de 20º com o raio central. - Colimar à região de interesse. Alternativas à “posição de gatas”: - Com um banco e perna flectida; - Com o joelho encostado ao potter.
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Decúbito ventral.Joelho de face. Membro inferior em extensão.Não rotação do joelho.Decúbito dorsal. Ligeira rotação interna do membro inferior (5º). Ligeira flexão do joelho. Projecção: PA Posicionamento: .Fossa intercondiliana aberta. Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior médio com 1/3 distal.Decúbito dorsal.Colimar à região de interesse. Fémur a formar um ângulo de 60º com o prolongamento do eixo da tíbia. .Colimar à região de interesse. . • Estudo do fémur (1/3 médio e distal) Face AP Chassi: 18x43 l. do joelho) 45 . Posicionamento: .Valores de exposição adequados. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: angulado 40º caudais a incidir no centro Foco: fino da região poplitea.Face PA (alternativa) Chassi: 18x24 l. . (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art. Chassi curvo por baixo do joelho. elevar a perna de forma a formar um ângulo de 40º com o plano de exame (elevar a perna e apoiada num suporte). Coxas apoiadas na mesa. Face AP (alternativa) Chassi: curvo DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular à tíbia e a incidir na ápice da rótula. . . Posicionamento: .Fémur alinhado. . .Colimar à região de interesse.

Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular.Decúbito lateral.Decúbito dorsal. coxo-femural) Chassi: 18x43 Perfil externo l. . (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil externo RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior médio com 1/3 distal. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio. Rotação ligeira do corpo de 5º para trás.Decúbito lateral. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art.Colimar à região de interesse. Flexão do joelho de 30 a 45º. do joelho) • Estudo radiológico do fémur (1/3 proximal e médio) Face AP Chassi: 18x43 l. Posicionamento: .Colimar à região de interesse. Projecção: lateral .Chassi: 18x43 l. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra. coxo-femural) Critérios de boa realização: 46 . Ligeira rotação interna do membro inferior (15º) . Perna do lado a radiografar flectida. Projecção: AP Posicionamento: . . Membro inferior em extensão. DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art.

47 .Só se realiza a face Finalidade: .Valores de exposição adequados.Grelha anti-difusora .Fémur de perfil nas incidências de perfil. Posicionamento: Ortostatismo. coxo-femurais. Estudo monopedálico: estudo unilateral.Apneia respiratória ..Avaliação de situações de encurtamento dos membros (chassi extralongo ou 35x43cm*) Nota: * o chassi 35x43cm (:3) é utilizado em estudos gonométricos do membro inferior.Distância foco-filme de 2m .Fémur de face nas incidências de face. Ligeira abdução dos membros inferiores e apoio simétrico dos mesmos. Membros superiores ao longo do corpo.Protecção gonadal (até 16anos) .Determinação de desajustes em varismo ou valgismo (chassi extralongo) . em que há apoio da perna a radiografar suportando o peso do corpo.Visualização do fémur alinhado e de forma a incluir o joelho no estudo do 1/3 médio e distal e a incluir a art. este estudos podem ser feitos caso os 2 membros inferiores não caibam no extralongo ou por protocolo da instituição. Pés em posição anatómica. .Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem . uma vez que a perna contralateral é ligeiramente elevada. joelho e tornozelo. . em que na mesma película se visualizam as art. coxo-femural no estudo do 1/3 proximal e médio. • Estudo métrico dos membros inferiores Particularidades: . . Neta caso a DFf volta a ser de 1m. Raio central: perpendicular a incidir a meio do chassi.

Visualização do 1/3 proximal do fémur.Colimar à região de interesse.Estudo bilateral (em crianças): decúbito dorsal. Com os joelhos flectidos.1/3 proximal do fémur de perfil. .Grande trocanter de perfil. Critérios de boa realização: . Falso perfil Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral RC: uni: perpendicular a incidir a nível do colo do fémur. .Sobreposição do grande trocanter ao colo do fémur. . . .Valores de exposição adequados. Membro ipsilateral flectido a 90º e o contralateral em extensão. . .Art.Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: . . Plantas dos pés em contacto (posição de rã). coxo-femural no centro de colimação. Membro inferior em rotação interna (15º). Obliquar o doente a 45º de modo afastar o lado oposto ao lado a radiografar.5cm a meio e abaixo da linha que une as EIAS à sínfise púbica.Pequeno trocanter projectado de forma a triangular no bordo medial do fémur. RC: bi: perpendicular a incidir a 1/2 distância da linha que une os dois colos femurais no PMS. Posicionamento: .6.Pequeno trocanter desprojectado do bordo medial do fémur.Valores de exposição adequados. Posicionamento: .Estudo unilateral: decúbito lateral. Membros superiores ao longo do corpo. 48 .Colo do fémur desdobrado.Decúbito dorsal. . . . Estudo radiológico da cintura pélvica • Estudo radiológico da articulação coxo-femural Face AP Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bilat) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir 2.

Colimar à região de interesse. Membros inferiores em extensão. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. • Estudo radiológico da bacia Face AP Chassi: 35x43 t.Infero-superior (IS): decúbito dorsal. . . Flexão e elevação do membro inferior contralateral.Decúbito dorsal. Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros para corrigir a anteversão fisiológica do colo do fémur (desdobrar o colo do fémur). Projecção: SI: a incidir no colo do fémur.Visualização de toda a pelve óssea. no PMS. axial Posicionamento: . .Chassi: 18x24 Axiais (uni) DFf: 1m Posto com potter RC: IS: perpendicular a incidir na região Foco: fino inguinal. . Finalidade: serve como complemento à incidência de face em bloco. .Colo do fémur no centro de colimação visto de forma axial. Coxa a 90º como corpo. Projecção: AP Posicionamento: . Chassi colocado entre as pernas (pode recorrer-se a chassi curvo) .Colimar à região de interesse.Alinhamento da apófise espinhosa de L5 com o centro do sacro e da sínfise púbica.Supero-inferior (SI): decúbito dorsal. Critérios de boa realização: . Nota: Em caso de visualização de prótese da anca.Colo do fémur desdobrado.Simetria dos buracos obturadores e dos ilíacos. Chassi colocado verticalmente e apoiado na crista ilíaca. 49 . onde não se faz o falso perfil. Critérios de boa realização: . . .Grande trocanter de perfil. o RC deve incidir na síntese púbica e cortam-se as cristas ilíacas.Valores de exposição adequados.

. . Finalidade: Estudo da báscula pélvica ou da articulação coxo-femural. Face em carga Chassi: 35x43 t.Visualização do “U” radiológico de Calot (formado pelo sobreposição do acetábulo.Decúbito dorsal.Boa visualização do estreito pélvico.Ortostatismo.Outlet: raio central angulado 45º caudo-craniana . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha que una as EIAS e a sínfise púbica.Valores de exposição adequados. * Outlet: 50 . no PMS. . . Posicionamento: . .Inlet: raio central angulado 45º crânio-caudal . projectado de forma triangular.Colimar à região de interesse. ou 24x30 (trauma da sínfise púbica) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado a incidir a meia distância da linha que una as EIAS e a sínfise púbica.Pequeno trocanter no bordo medial do fémur. a cavidade forma uma espécie de lágrima).Colimar à região de interesse. Membros superiores ao longo do corpo e ligeiramente abduzidos. no PMS. .Valores de exposição adequados. Membros inferiores em extensão com rotação interna de 15 a 20º. Posicionamento: . ..Sínfise púbica vista de forma axial. Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros.Asas do ilíaco abertas. Critérios de boa realização: * Intet: . Membros inferiores em extensão. • Estudo da sínfise púbica e ramos isquiopúbicos Face Chassi: 35x43 t.

Ocorre frequentemente no sexo feminino. . 51 . . Posicionamento: . • Estudo radiológico (Hemiface da bacia) do acetábulo e buraco obturador Incidência Alar e Obturadora Chassi: 24x30(uni) ou 18x43(bi) DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica do lado Projecção: AP a radiografar.Ramos isquio-púbicos desdobrados. Rodar o doente 45º (para abrir o obturador e a asa do ilíaco) para o lado oposto a radiografar. .Buraco obturador bem aberto e arredondado.Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior. na imagem obtemos a alar esquerda.Asa do ilíaco desdobrada. .Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior.Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: * Alar: .Valores de exposição adequados. Estudo simultâneo. . * Obturadora: . . obtemos a imagem relativa a uma obturadora esquerda. .Buraco obturador obliquado. • Luxação congénita da anca .. . .Mais frequente das luxações. Nota: ao fazer o estudo bilateral ao fazer a incidência alar direita.Valores de exposição adequados.Sínfise púbica de face. Rodar o doente 45º (para desdobrar a asa do ilíaco) para o lado a radiografar. . tal como ao fazer a incidência obturadora direita.Valores de exposição adequados.Incidência Obturadora: decúbito dorsal. .Incidência Alar: decúbito dorsal.Asa do ilíaco quase de perfil.

Abdução a 45º e extensão dos membros inferiores.Raça branca mais atingida do que a raça negra. no PMS. .Parte-se da posição de face da bacia. de modo a que as plantas dos pés estejam em contacto. Projecção: AP Posicionamento: .Parte-se da posição de face da bacia.1/3 proximal do fémur de perfil. Projecção: AP Posicionamento: .A anca esquerda mais atingida (3:2). . . . . Incidência de Van Rosen Chassi: 24x30 t. Flexão e abdução dos membros inferiores. . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. 52 .Incidência Van Rosen Incidência de Lowestein (posição de rã) Chassi: 24x30 t. Luxação: separação total ou parcial de 2 estruturas que deveriam estar em contacto.Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança. Diagnóstico: manifestações clínicas que apresenta e achados radiológicos característicos. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica.Valores de exposição adequados.Pequeno trocanter ligeiramente desprojectado medialmente e grande trocanter sobreposto ao colo do fémur. Critérios de boa realização: ..Incidência Lowestein (posição rã) . .Incidência Face AP da bacia: . Rotação interna dos mesmos.Visualização de toda a cintura pélvica óssea.Alinhamento da apófise espinhosa L5 com o centro do sacro e sinfise púbica. no PMS.

Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança. 53 ..

2.Espaços articulares sacro-ilíacos e L5-S1 bem visíveis. Elevar o lado a radiografar 25 a 30º para oblíqua posterior.Decúbito dorsal. Finalidade: a angulação faz com que abordemos tangencialmente a articulação Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . pode manter-se a angulação da face para ver Foco: fino a articulação em toda a extensão. . Alinhar a articulação com o centro de colimação.Valores de exposição adequados.Decúbito dorsal.• Estudo radiológico das articulações sacro-ilíacas Face bilateral Chassi: 24x30 t. Oblíquas (as posteriores são as mais realizadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível das EIAS. Projecção: AP Posicionamento: . Membros inferiores em extensão.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. .Articulações sacro-ilíacas centradas e alinhadas com o centro de colimação. .5cm potter medial. Membros superiores em extensão ao longo do corpo. Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 30 a 35º caudo-craniano a incidir a meia distância entre as EIAS e a sínfise púbica no PMS.Ausência de rotação (equidistância das apófises sacrais). ou ao nível do tórax. . . Observações: Apneia respiratória OPD – articulação sacro-ilíaca esquerda OPE – articulação sacro-ilíaca direita 54 .

Ligeira deflexão da cabeça. Ligeira deflexão da cabeça.Não desdobramento do muro vertebral posterior . Posicionamento: . Plano médio sagital paralelo ao filme. Mastóides equidistantes do filme.Lateral em ortostatismo.Sobreposição da mandíbula e do occipital sobre C1 e C2 . Observações: apneia respiratória.Visualização de C1 a C7 e se possível C7-D1 . . Estudo radiológico da coluna vertebral • Estudo radiológico da coluna cervical Face AP Chassi: 18x24cm l.Não sobreposição da mandíbula às vértebras cervicais superiores .Colimar à região de interesse. não deglutir Nota: a angulação pretende tangenciar os discos e os espaços intervertebrais Critérios de boa realização: . Ombro encostado ao potter.7.Valores de exposição adequados 55 .Espaços intervertebrais abertos . Plano médio sagital perpendicular ao filme. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP (C3-C7) RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao nível do ponto mais proeminente da cartilagem tiroideia.5m Posto com RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do bordo superior da cartilagem tiroideia. DFf: 1. 2cm à frente das potter apófises espinhosas (o feixe longitudinal deve passar no Foco: fino ouvido externo) Projecção: lateral Posicionamento: .Ausência de rotação .Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x24cm l.Ortostatismo ou decúbito dorsal. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . .Visualização de C3 a D1 . Ombros descaídos.Ausência de rotação (apófises espinhosas alinhadas) .

Colimar à região de interesse. Mastóides equidistantes do filme. Ligeira deflexão da cabeça. Posicionamento: .Visualização de C1 a C7 . Projecção: AP Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória Finalidade: Estudo dos buracos de conjugação. . Plano médio sagital perpendicular ao filme. DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao potter nível do ponto mais proeminente da cartilagem Foco: fino tiroideia. Critérios de boa realização: . Rotação do corpo e cabeça de 45º.Boa visualização dos buracos de conjugação (circulares) .Ortostatismo ou decúbito dorsal.Não sobreposição da base do crânio a C1 .Ortostatismo ou decúbito dorsal. pelos quais emergem as raízes nervosas.Oblíquas (incidência em dupla obliquidade) Chassi: 18x24cm l. ajustar a rotação da cabeça e pedir ao doente para abrir a boca. delimitados pelas apófises transversas e articulações interapofisárias. . perpendicular ao filme. porque assim a língua repousa no chão da boca. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP com a boca aberta RC: perpendicular a incidir no centro da boca aberta.Fixar os dentes superiores com o occipital.Não sobreposição das mandíbulas às vértebras cervicais superiores . Linha que une a margem inferior das incisivas superiores sobreposta à base do crânio.Valores de exposição adequados OPD – buracos de conjugação esquerdos OPE – buracos de conjugação direitos Face AP (C1-C2) transoral ou transbucal ou incidência de boca aberta Chassi: 18x24cm l.Colimar à região de interesse. Nota: instrução do paciente para manter a boca aberta pronunciando o som “A”. . Critérios de boa realização: 56 .

assim como a apófise odontóide ou dente do áxis .Visualização de C1 a C2 e respectiva articulação.Sobreposição dos incisivos superiores com base do crânio .Valores de exposição adequados 57 ..Ausência de rotação .

Colimar à região de interesse. Ombro encostado ao potter.5 m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível de C4 Foco: fino (cartilagem tiroideia).Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e em hiperextensão Chassi: 18x24cm l.Visualização de C4 a D3 . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Plano médio sagital paralelo ao filme. . Braço e ombro contralaterais colocados para baixo e ligeiramente para trás. Ombros descaídos.Colimar à região de interesse.Hiperflexão: apófises espinhosas devem estar afastadas .Visualização de C1 a C7 . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . relação corpos-discos.Lateral em ortostatismo.Valores de exposição adequados • Transição cervico-dorsal Chassi: Perfil (posição de nadador) 18x24cm l. DFf: 1. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ao nível de D1 (ao nível da Foco: fino apófise espinhosa C7).Cabeças dos úmeros separadas verticalmente 58 . Finalidade: estudo flexibilidade da coluna. Braço e ombro ipsilateral colocados para cima e ligeiramente para a frente. Projecção: lateral Posicionamento: . Projecção: AP . Mão apoiada na cabeça.Ausência de rotação . Hiperflexão: queixo deprimido a tocar no tórax.Hiperextensão: queixo levantado e cabeça inclinada para trás ao máximo. Plano médio sagital paralelo ao filme. . .Lateral ou em ortostatismo ou decúbito lateral.Hiperextensão: apófises espinhosas devem estar próximas .Não desdobramento do muro vertebral posterior . alinhamento da coluna.

. raio aborda a curvatura pela sua concavidade então o raio é perpendicular. Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: 59 .DL: braços levantados a formarem ângulos rectos com o corpo e cotovelos flectidos.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x43cm l. Projecção: AP Posicionamento: . . Alinhar o plano médio sagital (tracção).Visualização de C7 a L1 .. Observações: Apneia expiratória (para obter uma melhor uniformização em termos de densidade e valores de exposição) Nota: coluna mais próxima.Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da coluna dorsal Face AP Chassi: 18x43cm l. Projecção: lateral Posicionamento: . Plano médio sagital paralelo ao filme. Braços ao longo do corpo.Colimar à região de interesse. 4cm para a frente Foco: fino do plano dorsal posterior. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 (8 a potter 10cm abaixo da incisura jugular) (meio da linha Foco: fino intermamilar). para combater a sobrexposição das vértebras dorsais superiores e a subexposição das vertebral dorsais inferiores. .Ortostatismo ou decúbito lateral. podemos usar um ecrã gradual com o + para cima e o – para baixo e/ou tirar partido do efeito anódico.Ortostatismo ou decúbito dorsal.Ortostatismo: Braços para a frente com as mãos em pronação forçada .Ausência de rotação (articulações esterno-claviculares equidistantes da coluna) .Apófises espinhosas alinhadas e centradas . Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 (2 dedos potter abaixo da axila no plano coronal).

Espaços intervertebrais abertos.- Visualização dos 2/3 inferiores da coluna dorsal. Não desdobramento do muro vertebral posterior. Ausência de rotação. Valores de exposição adequados. 60 .

DD: Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar. . devido à necessidade de aumentar os mA.Visualização de D12 a S1 .Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral.Colimar à região de interesse.Articulações sacro-ilíacas equidistantes da coluna . Projecção: AP/PA Posicionamento: . permitido também uma imagem mais homogénea. optimizando a visualização das primeiras vértebras lombares.Boa visualização de todas as vértebras lombares . Critérios de boa realização: .Sobreposição das apófises articulares direitas e esquerdas . Braços afastados do corpo.Ortostatismo: Apoio simétrico dos membros inferiores para evitar inflexões laterais . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo Foco: fino costal inferior e das cristas ilíacas. No perfil pode recorrer-se ao foco grosso. Colocar um apoio por baixo do corpo p diminuir a curvatura provocada pela anca. Projecção: Posicionamento: lateral .Ausência de rotação . PMS paralelo ao filme.Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 24x30cm l. Alinhar o plano médio sagital (tracção).• Estudo radiológico da coluna lombar Chassi: Face AP ou PA (AP é mais comudo) 24x30cm l. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . Braços ao longo do corpo. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo costal Foco: fino inferior e das cristas ilíacas. pois assim o diafragma sobe. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral).Colimar à região de interesse. Observações: Apneia respiratória Nota: A apneia pode ser expiratória.Não desdobramento do muro vertebral posterior 61 .Bom alinhamento das apófises espinhosas em relação aos corpos vertebrais – se não houver esclerose . .Ortostática ou decúbito dorsal. .

Em decúbito lateral colocar em posição fetal. .Hiperextensão: articulando a pelve.Colimar à região de interesse.Espaços intervertebrais abertos . Rotação do corpo de 45º. flectir o corpo ao máximo. 62 .Hiperflexão: articulando a pelve. OA – art. 5cm lateralmente ao PMS Foco: fino (para o lado levantado) Projecção: AP/PA Posicionamento: . espondilolitesis (deslizamento de uma vértebra sobre a outra). + afastadas OP – art. espondilolise (pode surgir associado à espondilolistesis. . DFf: 1m Posto com potter RC: centrado ao nível de L3..Articulações zigoapofisárias abertas .Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. Plano coronal alinhado com a linha média do potter.Boa visualização dos istmos lombares (zona entre a lâmina e o pedículo) . extensão do tronco ao máximo.Valores de exposição adequados Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e hiperextensão Chassi: 35x43cm l. Observações: Apneia expiratória Finalidade: estudo de lise ístmica Nota: Espondilartrose – Face+Perfil.Boa visualização dos “scotty dog” .Valores de exposição adequados Chassi: Oblíquas anteriores ou posteriores 18x43cm l. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: centrado ao nível de L3. patologia discal ou lombalgia – ortostatismo. Plano médio sagital paralelo ao filme. + proximas Critérios de boa realização: .Ortostática (AP ou PA) ou decúbito dorsal ou decúbito ventral. fractura no istmo lombar). . Projecção: lateral Posicionamento: . .Colimar à região de interesse.Boa visualização de D12 a S1 .

PMS paralelo ao filme. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente (2cm) Foco: fino abaixo das cristas ilíacas.Visualização de D12 a S1. Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo).Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. DFf: 1m Posto com RC: centrado ao nível de L3 potter Foco: fino Projecção: AP/PA Posicionamento: .Colimar à região de interesse Observações: Apneia respiratória 63 . Articulando a pelve.Arts. Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização: . . . Projecção: lateral Posicionamento: . da coluna inclinadas para a direita/esquerda.Coluna centrada no centro de colimação . . Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral). .Observações: apneia respiratória Finalidade: avaliar a flexibilidade da coluna em esforço. Braços ao longo do corpo. Braços afastados do corpo. sacro-iliacas equidistantes da coluna. fazer o paciente inclinar o ombro e corpo mantendo o apoio simétrico dos membros inferiores.Não desdobramento do muro vertebral posterior Chassi: • Face com desvios laterais (direito e esquerdo) 35x43cm l. Repetir o procedimento do lado oposto. .Valores de exposição adequados • Transição lombo-sagrada (L5-S1) Chassi: Perfil 18x24cm l.Ortostática ou decúbito. permite também ver se há cedências (espondilolitesis) Critérios de boa realização: .Art.Colimar à região de interesse.Ausência de rotação do tórax ou pelve . -Alinhamento das apófises espinhosas em relação ao corpo vertebral.

Colimar à região de interesse. Projecção: AP/PA Posicionamento: . Critérios de boa realização: .Não rotação e não desdobramento do muro vertebral posterior. . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 64 .Arts. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito). .Decúbito dorsal ou decúbito ventral. • Estudo radiológico do sacro Face Chassi: 24x30cm l. . . DFf: 1m Posto com RC: ângulo lombo-sagrado (determinado no perfil) ou 30 a 35º (padrão).Visualização desde L5 até ao promuntório sagrado. . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo).Ortostatismo ou decúbito. .Art.Espaço intervertebral aberto e no centro de colimação. sacro-iliacas equidistantes do centro da coluna. . . Linha paralela ao promontório sagrado mais linha perpendicular à margem supero-posterior ao sacro.Valores de exposição adequados Chassi: Face para L5-S1 18x24cm l. Projecção: AP/PA Posicionamento: . Braços ao longo do corpo. Extensão dos membros inferiores.Nota: Faz-se primeiro que a face para determinar o ângulo lombo-sagrado.Colimar à região de interesse. AP – caudo-craniano a meio da linha potter que une as EIAS.Espaço intervertebral aberto.Valores de exposição adequados. Foco: fino PA – crânio-caudal a meio da linha que une as EIAS. DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano (AP) potter centrado no PMS a incidir a meia distância da linha Foco: fino que une as EIAS e a SP. L5-S1 centrada. Braços ao longo do corpo.

5cm Foco: fino anterior à superfície posterior do sacro. . . .Apófise espinhosa de L5 alinhada e centrada com o sacro. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível das EIAS. DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 10 a 15º crânio-caudal centrado no Foco: fino PMS a incidir 5cm acima da sinfíse púbica. Chassi: Perfil 24x30cm l.Valores de exposição adequados. .Visualização de todo o sacro.Sacro de perfil. Braços ao longo do corpo. . . Extensão dos membros inferiores. Flexão das ancas e dos joelhos.Colimar à região de interesse. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Visualização de todo o sacro e no centro de colimação. Projecção: AP/PA Posicionamento: .Cóccix alinhado e no centro de colimação. 65 .Decúbito lateral.. Alinhar o sacro com a linha média da mesa.Valores de exposição adequados.Decúbito dorsal ou decúbito ventral. . Projecção: lateral Posicionamento: . • Estudo radiológico do cóccix Chassi: Face 18x24cm l.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados.

Estudo estático da região lombo-pélvica 66 .Colimar à região de interesse. Alinhar o cóccix com a linha média da mesa. . para estudo ósseo em situação de carga) Face Chassi: 35x43cm l. • Incidência de SEZE (incidência panorâmica da região lombar e pélvica. Flexão das ancas e dos joelhos. alinhado e no centro de colimação. apoio simétrico dos membros inferiores e rotação interna dos pés de 15º aproximadamente (para desdobrar os colos do fémur). Descalço.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . .Chassi: Perfil 18x24cm l. Observações: Apneia respiratória Finalidade: . Projecção: PA Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir 3 a 4cm acima do Foco: fino grande trocanter. Projecção: lateral Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular e horizontal a incidir a meio da Foco: fino linha que une as cristas ilíacas. . Braços ao longo do corpo.Decúbito lateral.Cóccix de perfil.Ortostatismo.

Estudo dos corpos vertebrais e discos . charneira lombo-sagrada e colo do fémur 67 .. coxo-femurais.Análise simultânea das articulações sacro-ilíacas.

Face + Perfil Telerradiografia de face (estudo de escleoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino RC: perpendicular a incidir a meio do chassi.Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos .Colimar à região de interesse.Protecção gonadal (até 16anos) .Boa visualização de toda a coluna de face e centrada com o centro de colimação .Distância foco-filme de 2m .Ortostatismo.Ausência de rotação . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem . Braços elevados a formar um ângulo de 90º com o corpo.• Estudo métrico da coluna Particularidades: .Grelha anti-difusora . Projecção: AP Posicionamento: . .Incluir na colimação parte das cristas íliacas Telerradiografia de perfil (estudo de cifoses e hiperlordoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir a meio do chassi.Apneia respiratória .Lateral em ortostatismo.Ausência de rotação .Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos 68 .Colimar à região de interesse. Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico).Boa visualização de toda a coluna de perfil e centrada no centro da colimação . Posicionamento: . Braços ao longo do corpo. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . . Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico).

. . Apoio do occipital. tumor na cabeça. PMS perpendicular ao filme. Flexão da cabeça de modo a que o POM fique perpendicular à mesa e paralelo ao raio central.Paciente sentado para uma projecção PA. Face PA (Steenhuis) Chassi: 24x30cm l. DFf: 1m Posto: potter v.Colimar de acordo com a região. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no nasion Posicionamento: .8. devemos recorrer a apoios para imobilizar a cabeça. S = 0º Finalidade: estudo standard. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. S= 0º Finalidade: Incidência de recurso quando o paciente não consegue fazer uma face PA para traumatizados ou acamados Janela radiológica: Órbitas para projectar os rochedos Nota: se o doente estiver instável. POM perpendicular à mesa e paralelo ao raio central.Paciente sentado para uma projecção AP. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no nasion Posicionamento: . Apoio frontonasal. DFf: 1m Posto: potter v.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Palmas das mãos apoiadas no potter. Estudo radiológico do crânio e do maciço facial • Estudo radiológico do crânio Face AP (Schuller II ou rochedos nas órbitas) Chassi: 24x30cm l. estudo da abobada craniana 69 . PMS perpendicular ao filme de forma a garantir a simetria do crânio.

Membro superior contralateral em extensão e ipsilateral encostado ao potter com o ombro relaxado.Visualização de todo o crânio desde o vertéx até à mandíbula.Nota: se cortarmos a mandíbula na faz mal.Colimar de acordo com a região. Posicionamento: . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir 4cm acima do tragus contralateral. PMS paralelo ao filme e perpendicular ao RC. . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular horizontal a incidir no meio do chassi. S = 90º Nota: incidência muito informativa Critérios de boa realização: . 70 . Alinhar o PMS.Bom estudo da sela turca Incidência de perfil nos traumatizados Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto: potter h. Flectir a cabeça e elevar o crânio com um apoio para não cortar a parte mais posterior do occipital. Perfil Chassi: 24x30cm t. Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica. POM paralelo ao chão. DFf: 1m Posto: potter v.Posição simétrica do crânio (linhas inominadas equidistantes da linha média) . lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. há patologias e que há aumento dos ossos (ex:acromegalia) Critérios de boa realização: .Boa visualização dos seios perinasais . porção petrosa do temporal) no centro das órbitas .Boa visualização das linhas inominadas (resultam de um tangenciamento do raio relativamente à asa do esfenoide) .Paciente sentado para uma projecção PA.Doente em decúbito dorsal. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Posicionamento: .Crânio de perfil *Tectos das órbitas sobrepostos *Apófises clinóides da sela turca sobrepostos *CAE sobrepostos .Rochedos (ouvidos.

Posicionamento: . POM perpendicular ao filme. .Paciente posicionado para uma projecção AP. angulado 25º crânio-caudal a emergir no nasion.Simetria do crânio .Boa visualização dos seios frontais e osso frontal Caldwell invertido (incidência para politraumatizados) Chassi: 18x24cm l. POM perpendicular ao filme. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º. .Colimar à região de interesse.Colimar de acordo com a região 71 .Paciente sentado para uma projecção PA.Colimar de acordo com a região. S = 90º Caldwell Chassi: 18x24cm l.Bordo superior dos rochedos sobreposto ao bordo inferior das órbitas . DFf: 1m Posto: potter v. Apoio do occipital. Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir no nasion. S = 0º Finalidade: estudo do osso frontal Nota: usa-se em caso de lesão nos seios Critérios de boa realização: . Apoio frontonasal.Visualização do chão da sela turca . Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.. DFf: 1m Posto: potter v. Posicionamento: . Foco: fino Projecção: PA RC: a formar um ângulo de -25º com o POM.

Simetria do crânio e não rotação . DFf: 1m Posto: potter h/v.7cm acima do nasion.Visualização do dorso da sela turca . Projecção: AP Posicionamento: .Côndilos da mandíbula de face . noutros é necessário dar mais angulação à ampola) Towne invertido Na impossibilidade de fazer flexão da cabeça. 72 . ATM .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º. POM perpendicular ao filme. +/. Raio central a formar um ângulo de 25º com o POM. Flexão máxima da cabeça de forma a que o mento fique encostado ao tórax (se possível).7 cm acima do nasion. Critérios de boa realização: .Todo o maciço facial é projectado para baixo para visualização do occipital e abóbada craniana . . Apoio do occipital.Paciente sentado para uma projecção AP. pesquisa de fracturas.Estudo das mastóides. RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir no centro Foco: fino da linha bi-auricular.Projecção da sela turca no buraco magno (só em alguns pacientes. Parte-se da incidência de Caldwell com RC angulado 25º cranianos a incidir na base do occipital a emergir +/.S = 0º Finalidade: estudo da região occipital.Observações: Apneia respiratória Towne (ou semi-axial) Chassi: 24x30 cm l.

DFf: 1m Posto: potter v.Simetria do crânio e não rotação .Estudo dos malares (trauma) .Nota: podemos colocar um apoio para a flexão da cabeça. na falha de Towne e Towne invertido. Critérios de boa realização: . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no acantion.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º.Seios maxilares totalmente livres da sobreposição dos rochedos Water modificado Em caso de pesquisa de fractura dos malares realizar duas incidências: * -40º Apoio mentonasal e raio central angulado 5º descendentes * -60º Apoio mentoniano e raio central angulado 10º descendentes 73 . Posicionamento: .Estudo dos ossos da face . Apoio do mento.Paciente sentado para uma projecção PA. Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM . desvio do septo nasal e pirâmide dos septos. Water Chassi: 18x24 cm l.Estudo da região nasal (trauma) . é uma incidência de último recurso pois causa muita disturção.S = 0º Finalidade: estudo dos ossos da face e dos seios.

Seios maxilares livres de sobreposição .Paciente sentado para uma projecção PA. DFf: 1m Posto: potter v. Apoio do mento com abertura da boca. Posicionamento: .Raio central: sempre a emergir no acantion.Seios esfenoidais projectados na boca .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º.Visualização de toda a pirâmide nasal. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no acantion. Foco: fino Projecção: AP Axiais – estudo da base do crânio 74 RC: perpendicular a incidir a meio da linha que une os tragus . Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM. DFf: 1m Posto: potter v. Blondeau Chassi: 18x24 cm l.Simetria do crânio e não rotação . Incidências axiais Chassi: 18x24 cm l.S = 0º Nota: usa-se a boca como janela radiológica para visualizar os seios esfenoidais Critérios de boa realização: . .

Projecção do arco da mandíbula: .Axial – sobre os seios frontais .Posicionamento: Paciente sentado para uma projecção AP.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -35º. Hiperextensão (contra-indicado em suspeita de traumatismo da cervical) da cabeça de modo a que o raio central faça um ângulo de 90º (hiperaxial). .Hiperaxial – à frente dos seios frontais . Apoio mentonasal.Colimar de acordo com a região Observações: apneia respiratória Nota: desaconselhado a pacientes que não conseguem fazer hiperextensão Distinção: * Subaxial: o arco da mandíbula fica abaixo dos seios frontais * Hirtz: o arco da mandíbula fica sobreposto aos seios frontais * Hiperaxial: O arco da mandíbula fica acima dos seios frontais Critérios de boa realização: . Apoio do vértex. arco da mandíbula e apófises zigomáticas (malares) .Estudo dos seios esfenoidais e etmoidais .S = 0º Indicações: pesquisa de corpos estranhos Artefactos: lentes de contacto Variantes no tipo de apoio: Fractura do mento – fazer apoio fronto-nasal com raio central angulado 35º crânio-caudal Apoio nasal (ângulo OM de -25º) – raio central angulado 10º crânio-caudal Apoio mentoniano (ângulo OM de -50º) – raio central angulado 15º caudocraniano Critérios de boa realização: . Projecção: PA Posicionamento: .Subaxial – sobre as células etmoidais anteriores Mahoney ou chão das órbitas Chassi: 18x24 cm t.Estudo das ATM. RC: perpendicular a emergir no meio da Foco: fino linha interpupilar. DFf: 1m Posto: potter v.Paciente sentado para uma projecção PA. 75º (Hirtz) ou 60º (subaxial) com o POM.Rochedos na metade inferior dos seios maxilares 75 . Raio central a formar um ângulo de -35º com o POM. .

Órbita no centro de colimação . DFf: 1m Posto: potter v.Paciente sentado para uma projecção PA.Paciente sentado para uma projecção PA.Sobreposição dos CAEs . Posicionamento: . PMS paralelo ao filme e perpendicular ao raio central.Visualização do chão das órbitas Perfil da órbita Chassi: 18x24 cm l. Rotação da 76 .S = 90º Finalidade: pesquisa de corpos estranhos na órbita ou diferença do chão da órbita Critérios de boa realização: . Radiografia de face e perfil estrito da órbita 4.Sobreposição dos tectos das órbitas . DFf: 1m Posto: potter v. .Simetria do crânio e não rotação .Crânio estritamente de perfil Método de Comberg (em desuso) Técnica: 1. lateral em ortostatismo ou decúbito lateral (em extrema urgência quando não há mais alternativa). Projecção: PA Posicionamento: . Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica.. Cabeça deflectida. RC: perpendicular a incidir no rebordo externo da Foco: fino órbita contralateral. Apoio mento-nasal de forma a colocar o POM a -35º. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir na órbita ipsilateral.Sobreposição das apófises clinóides anteriores e posteriores . Anestesia local 2.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. POM paralelo ao raio central. Cálculo exacto da localização do corpo estranho e factor de ampliação Finalidade: Pesquisa de corpos estranhos intra-oculares • Estudo radiológico do canal óptico Hartmann Chassi: 18x24 cm l. Colocação da lente de contacto de Comberg que contem uma agulha no centro para ter certeza que o paciente está bem posicionado 3.

Colimar à região de interesse. Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 20º descendentes a emergir a meio da linha que une as 2 orbitas. Posicionamento: .Paciente sentado para uma projecção PA. Apoio fronto-nasal. . • Estudo radiológico da fenda esfenoidal Caldwell modificado Chassi: 18x24 cm t. Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica).Paciente sentado para uma projecção PA. mento. Rotação da cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma oval) de bordos bem definidos. DFf: 1m Posto: potter v. Critérios de boa realização: . Rheze Chassi: 18x24 cm l.Colimar à região de interesse. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir na órbita Posicionamento: . Apoio frontonasal de forma a colocar o POM a 0º. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica).cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). Estruturas visualizadas: Estudo bilateral das fendas esfenoidais. POM= -20º e PMS = 0º. . projectado centro do quadrante infero-externo da órbita. malar.Visualização simétrica da fenda esfenoidal 77 . Apoio do nariz. . Apoio do frontal. projectado no centro do quadrante infero-externo da órbita. DFf: 1m Posto: potter v. Canal óptico alongado. Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma circular) de bordos bem definidos.Colimar à região de interesse. nariz e malar.

Doente sentado para uma projecção PA. Rotação da cabeça para o lado oposto de forma a que o PMS fique a 15º. entre o canal óptico e a fissura orbital superior. 78 . RC: perpendicular a emergir no Foco: fino centro da órbita Projecção: PA Posicionamento: . Apoio nasal de forma a que o POM fique a -20º. Estruturas visualizadas: Visualização da fenda esfenoidal ao centro da órbita.Colimar à região de interesse.Projecção da porção petrosa debaixo do sulco supra-orbital Incidência de Brunetti (em desuso) Chassi: 18x24 cm l. DFf: 1m Posto: potter v.. . Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal.

Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Canal semi-circular externo visto de face Incidência de Chaussé III Chassi: 18x24 cm l.Colimar à região de interesse.Doente em decúbito dorsal. Rotação da cabeça para o lado oposto ao lado a radiografar. canal auditivo externo. Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita. caixa timpânico e assiculo.• Estudo radiológico do ouvido Incidência transorbitária de Guillén Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. Critérios de boa realização: . . Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita. canal semi-circular superior. o labirinto com o vestíbulo. Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme.S = 15º Objectivo: Desfiladeiro (ouvido) antro-aticotimpânico projectado para fora da órbita.Ouvido médio projectado na órbita . 79 . DFf: 1m Posto: potter v. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no ângulo superointerno da órbita homolateral. os canais semi-circulares superior e externo e canal auditivo interno. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Visualizam-se os ossículos do ouvido. Rotação da cabeça para o lado a radiografar de modo a colocar o raio central no ângulo supero-interno da órbita. a caixa do tímpano.Colimar à região de interesse. Posicionamento: . RC: perpendicular a incidir no ângulo Foco: fino externo da órbita. constituído pelo vestíbulo. Projecção: AP Posicionamento: .S = -15º Finalidade: Estudo do ouvido médio através da órbita (janela radiológica).Doente em decúbito dorsal. . Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme.

80 .

ATM no centro de colimação . Posicionamento: .S = 90º Finalidade: estudo das ATM Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto: potter v. .Incidência de Stenvers Chassi: 18x24 cm l. Flexão da cabeça de modo a que o POM fique paralelo ao chão. lateral em ortostatismo ou decúbito lateral.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º.Visualização do fundo do canal auditivo interno ligeiramente encurtado . RC: perpendicular a incidir a meio da Foco: fino linha orbitomeatal do lado ipsilateral. Projecção: AP Posicionamento: .Colimação adequada 81 .Paciente sentado para uma projecção PA. DFf: 1m Posto: potter v.Projecção de face dos canais semi-circulares superiores e externos . Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 25º crânio-caudal a emergir na ATM em estudo. Critérios de boa realização: .Decúbito dorsal. Deve ser feito o estudo bilateral com a boca aberta e fechada. Cabeça de perfil de modo que o plano médio sagital fique paralelo ao filme.S = 35º Finalidade: estudo do ouvido interno e células mastoideias. Rotação da cabeça para o lado oposto a radiografar de modo a colocar o raio central a meio da linha orbitomeatal.Visualização da cóclea e do vestibulo • Estudo radiológico das ATM Schuller I Chassi: 18x24 cm l. POM perpendicular ao filme.

. seios esfenoidais.Chassi: 18x24 cm 82 . Objectivo: Ver seios livres de sobreposição. seios maxilares Particularidades: . . . . seios etmoidais.Seios frontais. .• Estudo radiológico dos seios paranasais .Rigor no posicionamento. formação de pólipos.Ponderação na escolha dos valores de exposição – densidade radiográfica dos seios perinasais.Sempre que possível realizar em ortostatismo ou sentado.Patologia mais frequente é sinosite.Incidências em número suficiente para demonstrar todos os seios perinasais livres de sobreposição.

Perfil Incidências (raio central Objectivo Visualização de todos os seios perpendicular a incidir a meio da perinasais linha OM) Caldwell Visualização dos seios frontais de face e células etmoidais anteriores Water Visualização dos seios maxilares e frontais Visualização do seio esfenoidal Visualização dos seios frontais. etmoidais e seio esfenoidal Blondeau Hiperaxial 83 .

Nota: em algumas instituições podemos prescindir das incidências de Caldwell e Blondeau.Chassi: 18x24 cm 84 . • Estudo radiológico da sela turca .O melhor estudo é o perfil . Incidência de Water – sinusite ou pólipo? Procede-se à modificação do Water – faz-se a incidência de Water e inclinase a cabeça para um lado ou para outro. ou ambos para distinguir se é nível hidroaéreo ou pólipo.Aloja a hipófise (se a hipófise estiver aumentada pode levar a erosão da sela .Faz parte do osso esfenoidal .É limitada pelas apófises clinóides anterior e posteriormente .Constituída por: chão da sela e dorso .

Sem potter 85 . janela radiológica – turca buraco Caldwell magno) • Estudo radiológico dos ossos próprios do nariz .Chassi: 18x23 cm .Incidências Perfil (raio central 2.5cm acima e anteriormente ao CAE) Objectivo Visualização da sela turca Visualização do chão da sela turca Towne (raio central 30 a 35º Visualização do dorso da sela ou mais.

Paciente sentado para uma projecção PA. Palmas das mãos apoiadas no potter.Incidências Características Perfil dos ossos próprios Idêntico à incidência com o do nariz raio central a incidir na raiz do nariz Crosserez (não se usa) Posição como a incidência de Hirtz com o raio central tangente à raiz do nariz Water Visualização da pirâmide nasal. 86 . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir a meia distância entre o mento e as ATM’s no PMS. Boca fechada e em repouso. POM deve ficar perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Desvio do septo • Estudo radiológico da mandíbula Face PA Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. Posicionamento: . Apoio fronto-nasal.

ATM’s e condilos Aparelho especializado: Cefalostato Posicionamento: .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Radiografia panorâmica de toda a região maxilo-facial .Simetria das ATM’s ..Visualização de toda a mandíbula. 87 .Porção da cervical igual de cada lado e desobrepostos das ATM’s .Mandíbula no centro de colimação .Ramos e dentes superiores igualmente ampliados de cada lado . Critérios de boa realização: . PMS alinhado e centrado com a linha luminosa longitudinal.Mandíbula com formato ovalado e com a sinfise mandibular projectada ligeiramente abaixo dos ângulos mandibulares .Simetria da arcada dentária . desde os condilos até ao mento .Ausência de rotação – gonions ao mesmo nível e equidistantes do PMS Ortopantomografia . DFf: 1m Posto: potter v.Imagem no centro da película .Visualização dos espaços articulares .Visualização do trabeculado ósseo . Pedir ao doente para morder o objecto do aparelho para que não haja sobreposição dos dentes.S = 0º Critérios de boa realização: .Visualização desde as ATM’s até ao mento Oblíqua (Défillé) Chassi: 18x24 cm l.Boa visualização da arcada dentária e da inserção dos dentes na mandíbula .Doente em ortostatismo ou sentado com a coluna cervical rectilinizada. Feixe luminoso transversal a coincidir com a linha infraorbitomeatal.Visualização da arcada dentária desde a parte cortical à parte medular . a emergir no gonion homolateral. Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 25º caudo-craniano.Permite o estudo de toda a mandibyla.Permite a visualização de toda a arcada desntária .

Critérios de boa realização: .S = 90º Nota: em vez de angular a ampola. Sobreposição dos ramos direito e esquerdo da mandíbula. .Posicionamento: . Plano médio sagital paralelo ao filme.Porção mandibular em estudo horizontalizada. no centro de colimação e livre da sobreposição da porção mandibular contralateral.Cabeça de perfil com apoio do plano auricular. podemos rodar a cabeça. 88 .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º.

89 .

a emergir no nasion Angulado 25º caudais. a incidir no meio da linha biauricular Perpendicular a emergir no acantion Perpendicular a emergir no acantion Finalidade Estudo standard da abobada craniana Estudo standard da abobada craniana Todas as estruturas de perfil Estudo do frontal Estudo do occipital Estudo dos ossos da face e dos seios.Incidência Schuller II Rochedos nas órbitas Face AP do crânio Steenhuis Face PA do crânio Perfil do crânio Caldwell OM 0º S 0º RC Perpendicular a incidir no nasion Perpendicular a emergir no nasion Perpendicular. desvio do septo nasal e pirâmide nasal Ver os seios esfenoidais usando a boca como janela radiológica Arco da mandíbula abaixo dos seios frontais Arco da mandíbula sobreposto aos seios frontais Arco da mandíbula acima dos seios frontais Pesquisa de corpos estranhos Corpos estranhos ou chão da orbita Canal óptico projectado no quadrante infero externo da órbita (redondo) Canal óptico projectado no quadrante infero externo da órbita (oval) Estudo da fenda esfenoidal 90 Estudo da fenda esfenoidal 0º 0º 25º 0º 90º 0º Towne (AP) 25º 0º Crânio Water 50º 0º Blondeau -50º 0º Subaxial A x i a i s -60º 0º Perpendicular a meio da linha que une os tragus Hirtz -75º 0º Hiperaxial Mahoney Chão das orbitas Órbita Perfil da orbita -90º -35º 0º 0º 0º 90º Perpendicular a meio da linha interpupilar Perpendicular no rebordo externo da orbita contralateral Perpendicular na orbita ipsilateral Hartman Canal óptico Rheze -35º 35º 0º 35º Perpendicular a emergir na orbita Angulado 20º descendentes a emergir no canto da orbita Perpendicular a emergir no centro da orbita Fenda esfenoid al Caldwell modificado Brunetti -20º 0ç -20º 15º . 4 cm acima do tragus contralateral Angulado 25º caudais.

91 .

aticutimpâ nico projectado para fora da orbita Estudo do ouvido médio Estudo dinâmico das ATMs com a boca aberta e fechada Todos Fontais e esfenoidal Maxilares e frontais Esfenoidal Frontais. no nasion 30/35º caudais. 2. a emergir no gónion 92 Face PA Mandíbul a Oblíqua (defillé) 0º 0º 25º 90º .5cm acima do CAE 25º caudais.Incidência Transorbitária de Guillén Ouvido Chausse III OM 0º S -15º RC Perpendicular a incidir no ângulo supero-inferior da orbita ipsilateral Perpendicualr a incidis no ângulo externo da orbita Perpendicular a meio da linha orbito-meatal Angulado 25º a emergir na ATM em estudo 0º 15º Finalidade Estudo do ouvido médio tendo a orbita como janela radiológica Desfiladeiro antro. etmoidais e esfenoidal Stenvers 0º 35º ATM Sculler I Perfil Caldwell -25º 0º Seios Perinasai s Water Blondeau Hiperaxial Perfil Perpendicular. 7 cm acima do nasion Toda a sela Chão da sela Dorso da sela Pirâmide e septo nasal Sela turca Caldwell Towne Ossos próprios do nariz Perfil Water Perpendicular a emergira a meia distancia entre o mento e as ATMs no PMS Angulado 25º craniano.

de modo a que seja possivel visualizar os bordos laterais do músculo psoas e as apófises transversas da coluna lombar.Ponto de referência de estudos contrastados posteriores .Verificar a centragem .Alinhamento do PMS . Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão. Estudo radiológico do aparelho urinário Renovesical Chassi: 35x43 cm l.Valores de exposição adequados.Decúbito dorsal. . (exame prévio para certificar todos os critérios para exames específicos) • Exames contrastados Exames UIV – Urografia intravenosa Ureteropielografia retrógada endoscópica Cistografia Pielografia anterógrada percutânea Uretrocistografia miccional Cistoureterografia miccional seriada (CUMS) Finalidade Estudo dinâmico no sistema urinário (rim-bexiga).Ver se a preparação intestinal está adequada .Não rotação . Mulheres: ligeiramente abaixo dessa linha (2cm) Posicionamento: .9. por via endovenosa Estudo retrógado da árvore pielocalicial e ureteres Estudo da bexiga (via anterógrada ou via retrógada) Punção percutânea para estudo da árvore pielocalicial Estudo da bexiga e uretra Indicação: situação de refluxo.Bom enquadramento: * Superior: visualização dos pólos superiores dos rins * Inferior (mulher): bordo inferior da sínfise púbica * Inferior (homem): bordo superior da sínfise púbica . Estudo contrastado dos ureteres e bexiga 93 . Alinhamento do plano médio sagital (tracção). DFf: 1m Posto: potter h.Para ver se existem densidades de cálcio susceptíveis de prever cálculos. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir: Homens: a meio da linha que une as duas cristas ilíacas.Identificação da lateralidade .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Finalidade: .Verificar os valores de exposição .

Antes da execução do exame.Infecções do aparelho urinário Contra-indicações: .Já urinou? (tem que urinar antes da realização do exame) .É alérgico a algum medicamento ou alimento? .Urografia Intravenosa – UIV .Pesquisa de cálculos renais .Exame dinâmico e personalizado. história alérgica.Dieta rica em fibras e pobres em gorduras .Suspensão de líquidos gaseificados .Está grávida? . Indicações: .Recomendação de refeições leves nos dois dias anteriores ao exame.Administração de clisteres de limpeza intestinal.É diabético? Que medicação está a fazer? .Já fez alguma UIV? (informar o paciente.Tem asma ou bronquite? (boa forma de perceber se há historia alérgica) . 3 horas antes do exame) Produto de contraste usado: 94 .Está em jejum? (o máximo é um chá ou água. fazer um questionário prévio: . .Relativas: gravidez. 6 horas . insuficiência renal Preparação do paciente: . só se realiza caso o paciente esteja medicado e com o consentimento do medico radiologista) .Pacientes intolerantes ao iodo (alérgico ao marisco ou morangos): administrar corticóides.Tem problemas cardíacos? (aumenta o risco de reacção. de pelo menos. diminuindo assim a ansiedade o que vai diminuir o risco de reacção alérgica) .Absolutas: não existem .Pacientes com história alérgica: administrar anti-histamínicos nos três dias antecedentes ao exame .Jejum.Hipertensão renal .Traumatismo renal . .É insuficiente renal? .

o paciente pode regressar no dia seguinte para realizar uma renovesical simples de forma a verificar se ainda existem vestígios de contraste. ligeiramente mais penetrada (mais 2 ou 3 kV) Observações: Apneia respiratória Nota: em caso de insuficiência renal.5ml/Kg (crianças) .Esvaziamento da bexiga Cuidado: 95 . Raio central no rebordo costal inferior.20.Realiza-se com o paciente quase em ortostatismo.Chassis: 35x43cm. Per-miccional (normalmente só nos homens para estudo da uretra). 35x35cm .15 e 30 minutos – mais informação.Écrans: universais . a chegar aos ureteres) 5º Radiografia aos 5 minutos (35x43cm) – contraste na bexiga A partir daqui os protocolos variam: .Tri-iodado hidrossolúvel .Resíduo vesical (principalmente por hiperplasia da próstata e infecções urinárias na mulher) . normalmente o contraste está armazenado numa estufa) . logo após a administração do produto de contraste. Pós-miccional . menos dose de radiação Material: 3º e 4º .Temperatura: 37ºC (temperatura corporal e diminuição da viscosidade.35x35cm ou 24x30cm (só rins). de estiver algaliado não se faz.Marcadores de lateralidade e tempo (tempo radiológico – tempo de aquisição da imagem dentro do exame) Procedimento geral: 1º Renovesical simples – 35x43cm (avalia parametos de exposição..Fármacos: corticóides e anti-histamínicos . centragem e preparação intestinal) 2º Injecção do produto de contraste 3º Realizar uma radiografia após o término da injecção – nefrografia (fase nefrográfica). .Quantidade: 60 a 90ml (adultos) e 1.Injecção em bólus (com a mesma força e pressão) e em menos de meio minuto (para manter a homogeneidade) Material de consumo clínico: .40 minutos (normalmente usa-se quando há atrasos9 .Agulha e butterfly (18 e 19G) Questões ético-profissionais Material de consumo radiológico: .10. mais ou menos aos 30 segundos (visualizam-se os rins com maior densidade) 4º Radiografia aos 3 minutos (rins iluminados – contraste nos cálices.Refluxo (sob controlo radioscópico) .

Incidência em ortostatismo . em recurso. Faz-se logo após a nefrografia em caso de imagem suspeita de quistos Nota: rins em bolacha: 2 sistemas excretores. os ureteres podem unir-se ou não e esta união pode surgir a vários níveis (pelve renal ou uréter.Cólica aguda .Manobra de Valsava ou. 96 . os rins podem estar parcialmente unidos. durante uma UIV..Aneurisma da aorta . normalmente). realizam-se incidências obliquas. .Transplante renal – o rim está na pelve (normalmente na fossa ilíaca direita) .Pós – compressão ureteral . no caso de não se visualizar a união e para certificar se existe ou não. tossir .Este vai servir de janela radiológica para os rins .Massas abdominais .Compressão ureteral: *Tempo de compressão: 5 minutos (8 minutos no máximo) *Se o doente referir dor – aliviar compressão .Cirurgia recente . pode ser uni ou bilateral.Pós – trendlembrug a 15º .Gravidez .Incidência em DV .Litíase ureteral Manobras para visualização dos ureteres: Caso não se consiga visualizar. todas as porções dos ureteres: . no caso de ser unilateral pode levar a insuficiência renal no lado contralateral. má formação congénita.Administra-se um refrigerante com gás ou outros.Trendelemburg a 15º no mínimo (se a compressão estiver contraindicada). Contra indicações da compressão uretral: .Traumatismo abdominal .Doentes em hemodiálise – a injecção do produto de contraste deve ser feita no dia da diálise Manobras para visualização das cavidades pielocaliciais: Entre os 5 e os 10 minutos de uma UIV se não conseguirmos visualizar as cavidades pielocaliciais fazer: .Pós – miccional (só resulta se ainda houver contraste nos bacinetes) UIV com técnica de distensão gasosa .Realiza-se após a injecção de contraste Nefrotomografia Chassi: 24x30cm RC: no rebordo costal inferior Finalidade: Ver contornos renais e detecção de quistos renais (hipertensão). para distender o estômago .É mais usado em crianças.

DFf: 1m Posto: potter h.Doente em decúbito dorsal. DFf: 1m Posto: potter h. Nota: OPD – rim esquerdo de face. outro vê-se obliquado.Doente em decúbito dorsal. no plano médio sagital. vemos o rim obliquado Incidência de face verdadeira do rim Chassi: 24x30 cm l. Tracção para alinhar o plano médio sagital. * Duplicidade do sistema excretor: Quando os dois sistemas excretores não se unem (exemplo: 4 ureteres). Elevar o lado ipsilateral 20º. Tracção para alinhar o plano médio sagital. Elevar o lado contralateral 45º. OPE – rim direito de face. Finalidade: serve para desprojectar o gás do cólon dos rins. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no lado a radiografar Posicionamento: . RC: perpendicular a incidir no hipocôndrio do Foco: fino lado levantado Projecção: AP Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter h. • Estudo do rim Incidência para estudo do rim (neoplasias) Chassi: 24x30 cm t. Membros superiores ao longo do corpo. Foco: fino Projecção: AP Ph/ Incidência de face AP RC: perpendicular a meia distância entre o rebordo costal inferior e o apêndice xifoide. Tracção para alinhar o plano médio sagital.*Bifidez do sistema excretor: Quando existem dois sistemas excretores que se unem a certo ponto (exemplo: quatro rins). Membros superiores ao longo do corpo. Membros superiores ao longo do corpo. 97 . Fazemos estudo dos dois. Observações: Apneia respiratória Incidência oblíqua Chassi: 24x30 cm l. Posicionamento: . Um vê-se de face.Doente em decúbito dorsal.

divertículos) Cistografia Pode ser realizada no decorrer de uma UIV ou por via retrógada. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima no bordo superior da sínfise púbica.A per-miccional é realizada principalmente nos homens para estudos da uretra .Paciente em decúbito dorsal. Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão. Oblíquas posteriores direita e esquerda Posicionamento: . no plano médio coronal Per-miccional: Depende da situação clínica Pós-miccional: Realizada frequentemente. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica. permite ver resíduo mixional Nota: . Tracção para alinhar o plano médio sagital. Elevação de 45º do lado dir. as obliquas e a pós-miccional são sempre realizadas .• Estudo radiológico da bexiga (neoplasias.Perfil nas mulheres (raio central no plano médio coronal mais ou menos ao nível do grande trocanter) Dinâmica do exame: Preenchimento directo total da uretra e per-miccional. 98 .Paciente em decúbito dorsal. ou esq.OPD e OPE nos homens (raio central na sínfise púbica) .Paciente em posição lateral com flexão dos membros para conferir estabilidade Raio central perpendicular a incidir 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica.A face. Chassi: 24x30cm (trans. no PMS.O perfil só em realizado em situações pontuais. principalmente nas mulheres pela sobreposição do útero . 2 a 3cm para o lado levantado. Perfil (direita ou esquerda) Posicionamento: .Tipos de refluxo: *Activo: na fase miccional *Passivo: na fase de repleção Uretrografia Pode ser realizada no recurso de uma UIV ou por via retrógada Incidências preferenciais: .) ou 35x43cm no sentido long. Membros superiores ao longo do corpo. (refluxos) Distância foco-filme: 1m Posto: com potter Foco: fino Apneia: respiratória Face em repleção Posicionamento: .

Chassi: 35x43cm Distância foco-filme: 1m Foco: fino .Raio central perpendicular a incidir a meia distancia entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior Uretrocistografia miccional Exame não funcional da uretra e bexiga.Técnica: Radiografia simples Algaliação da uretra e injecção de contraste (diluído a 50%) Homens: Face AP em decúbito dorsal e OPE ou OPD Mulheres: Face AP em decúbito dorsal e de perfil Repleção máxima da bexiga Radiografia per-miccional (preferencial/) ou com esforço micccional Radiografia pós-miccional Chassi: 24x30cm ou 35x43cm (refluxo) Raio central perpendicular a incidir no bordo inferior da sínfise púbica. . Primeira radiografia simples e depois em várias fases de repleção. . Cateterização do uréter e injecção do produto de contraste (tri-iodado hidrossolúvel a 50% em soro fisiológico). A doente é colocada em posição ginecológica para introdução do citoscópio com fonte de luz. .Indicações: Insuficiência renal e na pesquisa de interrupções do uréter ( via anterógrada.Técnica: A doente vai urinar e veste uma bata hospitalar.Realizada mais frequentemente nas mulheres. Pode ser feito uni ou bilateral. no sentido do fluxo normal).Ureteropielografia Retrógada Endoscópica (UPRE) .Exame não funcional do sistema urinário. Indicações clínicas: traumatismo da uretra (comum no homem) . 99 .

introduz-se o contraste e vê-se por radioscopia.A colocação do cateter pode ser guiada por Eco ou Radioscopia.Técnica: 1º Radiografia simples 2º Algaliação da uretra 3º Face AP em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção e oblíquas posteriores direita ou esquerda. por vezes sem introdução de contraste.Pesquisa de refluxo vesico-ureteral. uroRM Angiografia – fim terapêutico. 100 . Serve para ver o cateter foi introduzido no local correcto. 35x43cm no sentido longitudinal nos adultos se houver repleção Raio central na sínfise púbica inicialmente. normalmente complementado com renovesical-simples TC – estudo global do aparelho urinário com introdução intravenosa de contraste.Descompressão renal por obstrução a jusante. depois vai subindo. . Cateter por via percutânea.. bacinete e cálices III – igual a II com ligeira dilatação IV e V – refluxo até à arvore pielocalicial com hidronefrose (dilatação exagerada e compensatória de todo o sistema excretor) Outros métodos de imagem: Ecografia – distinguir massas sólidas de liquidas.Graus de refluxo: I – apenas refluxo no uréter II – refluxo no ureter. . cateteriza-se a arvore pielocalicial.Pielografia anterógrada: Estudo por via anterógrada da árvore pielocalicial. estudo contrastado da vascularização renal Medicina nuclear – estudo funcional (fisiologia renal). . uroTC RM – mais caro. comunicação com o exterior) . . .CUMS (cistoureterografia miccional seriada) . . não usa radiação. 4º Radiografia per-miccional (para avaliar refluxo activo) e pós-miccional Chassi: 24x30cm no sentido longitudinal nas crianças.Doente em decúbito dorsal.Com controlo radioscópico seriado.Nota: usado para estudo de refluxo passivo nas crianças (refluxo aquando da distensão da bexiga) . cintigrafia renal Nefrostomia (-tomia. litíase. é introduzido cirurgicamente. Nota: tubo em J – forma usada para recanalizar os ureteres.

Radiografia simples em decúbito dorsal. membros em extensão e plano médio sagital alinhado.Exame feito em condições assépticas .Impotência funcional do pénis 101 . Estudo radiológico do aparelho reprodutor Aparelho reprodutor masculino Deferento-vesiculografia Chassi:18x24/24x3 0 l. .Colimar de acordo com a região Indicações: .Diagnóstico de tuberculose . Pode ser feito em conjunto ou separadamente Cavernosografia Chassi: 24x30 cm l. . 5minutos e 10minutos. .Radiografia simples . 1minuto.Priapismo (erecção constante) .Colimar de acordo com a região Indicações: .Introdução do produto de contraste iodado hidrossolúvel.Incisão no escroto e punção do canal deferente.Introdução do caverject – vai provocar a erecção do pénis. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na raiz do pénis (SP) Procedimento: .Diagnóstico etiológico (qual a causa) da esterilidade masculina Nota: estudo contrastado do canal deferente (deferentografia) e das vesículas (vesiculografia). DFf: 1m Posto: potter h.Tumores da via seminal .Tempos radiográficos: pós-injecção.Traumatismo do pénis .Doente em decúbito dorsal . 3minutos. . . . RC: perpendicular a incidir na raiz do Foco: fino pénis (SP) Projecção: AP Procedimento: .Radiografias de face e oblíquas posteriores (seguindo o trajecto do produto de contraste) .Injecção por agulha ou butterfly de produto de contraste diluído ou não. . DFf: 1m Posto: potter h.10.Pode haver necessidade de fazer incidências oblíquas posteriores.

pinças…) .Tumores. compressas. DFf: 1m Posto: potter h.Aquisição de várias radiografias em diferentes graus de repleção uterina.Radiografia de “esvaziamento” (depois de tirar o histeroscópio) .Incidências de face AP e oblíquas posteriores.Colimar de acordo com a região Indicações: .Hemorragias graves 102 . quistos .Obstruções tubárias .Consumo clínico (produto de contraste.Infertilidade Contra-indicações: .Anomalias congénitas .Gravidez .Infecções actuais ou recentes .Histeroscópio Equipamento: .Doença de Peyronie – deformação do pénis por calcificação dos corpos cavernosos Aparelho reprodutor feminino Histerosalpingografia Material: . com opacificação das trompas e passagem ao peritoneu (os ovários não estão em contacto directo com as trompas .DIU (dispositivo intra-uterino) .Mesa telecomandada com fluoroscopia Chassi: 24x30 cm l. para ver a reabsorção peritoneal (é indicativo da permeabilidade das trompas) .Pode haver necessidade de radiografia tardia.Radiografia simples (já com a paciente em posição ginecológica) . direita e esquerda .Cateterismo e pequena introdução de contraste sob controlo radioscópico (o contraste é introduzido através do histeroscópio) ..Massas pélvicas .Radiológico . Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na SP Procedimento: .

11. Estudo radiológico do aparelho digestivo
Estudos não contrastados
Incidência abdominal de face em decúbito dorsal Chassi: 35x43 cm l. DFf: 1m Posto: potter h. Foco: grosso Projecção: AP

RC: perpendicular a incidir a meia distância entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior, no PMS.

Procedimento: - Decúbito dorsal. Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão. Alinhamento do plano médio sagital. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Nota: - Permite um melhor detalhe anatómico - Deve incluir as hemicúpulas diafragmáticas - Queremos ver ar e calcificações - Não é obrigatório incluir a SP, mas as hemicúpulas é. Incidência abdominal simples de face em pé Finalidade: - Ver distribuição aérea e calcificações; níveis aéreos são normais no estômago e intestino grosso. - Ruptura de víscera oca (sinal de foice gasosa; mais facilmente identificado do lado direito) - Oclusões e sub-oclusãoes Chassi: 35x43 cm l. DFf: 1m Posto: potter v. RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: grosso entre as cristas ilíacas e o rebordo costal Projecção: AP/PA inferior, no PMS. Posicionamento: - Paciente em ortostatismo para uma projecção PA (preferencialmente). Plano médio sagital perpendicular ao chassi e plano coronal paralelo ao mesmo. Afastamento dos membros superiores. Pés ligeiramente afastados para dar maior estabilidade. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória (em alternativa para ver as hemicúpulas diafragmáticas em doentes muito altos – apneia inspiratória) Critérios de boa realização:
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- Bom enquadramento – visualização desde as cúpulas diafragmáticas até à sínfise púbica - Não rotação do corpo

Incidência de decúbito lateral (Alternativa à abdominal simples em pé caso o paciente não consiga levantarse ou o ortostatismo) Chassi: 35x43 cm t. DFf: 1m Posto: depende da ampola Foco: grosso Projecção: PA

RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no PMS.

Procedimento: - Paciente em decúbito lateral esquerdo ou direito. Elevar o corpo. Chassi encostado ao abdómen. Membros inferiores flectidos (maior estabilidade). Membros superiores: o do lado encostado a apoiar a cabeça, e o oposto a segurar o chassi. - Colimar de acordo com a região. Observações: Apneia inspiratória Tempos de espera: 5minutos Dependendo do objectivo: Ruptura – decúbito lateral esquerdo para não se confundir com a bolha gástrica Oclusão – é indiferente, decúbito lateral esquerdo ou direito Incidência tangencial Chassi: 35x43 cm t. DFf: 1m Posto: potter v. Foco: grosso Projecção: tangencial
(Incidência de necessidade)

RC: perpendicular e horizontal a incidir a meia distância entre o bordo anterior e o bordo posterior do abdómen, ao nível do rebordo costal inferior.

Procedimento: - Paciente em decúbito dorsal e encostado ao potter. Corpo elevado com um apoio rígido. Membros inferiores em extensão. Membros superiores o mais para cima possível. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Nota: só identifica a presença, ou não, de níveis hidroaéreos.
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Tempo de trânsito cólico Utilização de marcadores radiopacos Objectivos: ver se existe inércia cólica e visualização de todo o cólon; casos de obstipação Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal Preparação: - Paciente ingere 20 marcadores por dia durante 6 dias, sempre à mesma hora. O paciente deve manter a sua rotina normal e sem dietas. - No sétimo dia faz-se uma renovesical a abranger desde as cúpulas até à sínfise púbica.

Estudos contrastados

RC: perpendicular a inicidir a meio da linha que une as cristas ilíacas.

Estudo contrastado do esófago Normalmente encontra-se colapsado; Pode ser dividido em 3 porções em radiologia: 1/3 proximal (superior) – cervical 1/3 médio – torácico 1/3 distal (inferior) – abdominal Produto de contraste: - BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa, ou em suspensão - Gastrografina (iodado hidrossolúvel) – suspeita de perfuração ou fístula (excepto fístula traqueo-esofágica, porque o bário vai ter saída, devido ao reflexo de tosse ao nível da traqueia não tendo assim tendência para impactar; numa fistula para os brônquios, como o calibre é menor, e os brônquios não possuem mecanismos de refluxo, o bário não sai, logo vai impactar) 1. Estudo baritado standard Contraste: suspensão de bário A radiografia é fundamental para estudar o peristaltismo para verificar a distensibilidade esofágica. As incidências vão variar, desde o perfil, face e oblíquas. No entanto, todas devem ser realizadas em ortostatismo e decúbito dorsal. Perfil: mais útil na porção cervical do esófago. Permite detectar desvios antero-posteriores do esófago. Face: finalidade de evidenciar desvios laterais do esófago. Oblíquas posteriores: permitem o estudo de lesões esofágicas. O grau de rotação do corpo varia (aproximadamente 45º). RC perpendicular a incidir: - ao nível da cartilagem tiroideia – porção cervical - na incisura jugular – porção cervical e média - a meio do esterno – porção média e distal Notas: - Na porção cervical, pedimos ao doente para manter o contraste na boca até ao momento em que se vai realizar a aquisição, altura em que engole.
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aumenta a aderência à parede.Ampola epifrénica: surge como uma acumulação de contraste devido à contracção do diafragma (hiato esofágico). 3. pois vai activar a produção de saliva. Estudo em duplo contraste Finalidade: Pesquisa de tumores.. Tem a vantagem de não formar bolhas e de fornecer melhores imagens. à medida que esta é retirada. só tem interesse quando o estudo é feito em ortostatismo .Permite a distensão entre o espessamento das pregas por varizes e o causado por lesão da mucosa. é necessário também: . B) Em situações difíceis. É o mais desconfortável para o doente. administra-se contraste até que se evidencia o trajecto fistuloso. que se vai misturar com o contraste ajudando a sua progressão. deglute-se fraccionadamente de forma a obter uma boa aderência da mucosa esofágica.O esófago começa mais ou menos ao nível da cartilagem tiroideia .Varizes esofágicas: esta manobra provoca ingurgitação das pregas (pregas ficam mais enrugadas) . Manobra de Valsalva . e são obtidas as mesmas incidências do estudo em repleção (face. introduz-se a sonda até ao esófago terminal. Realizam-se as mesmas incidências que na anterior. Permite um estudo das pregas esofágicas com detecção precoce de varizes. ou em suspensão. 2. regra geral. erosões e neoplasias. Nota: pedimos para o paciente mastigar. Estudo em camada fina Produto de contraste: BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa.O perfil. o ar é introduzido por sonda. Técnicas: A) Ingestão de contraste baritado de elevada densidade seguindo-se a ingestão de um produto de contraste negativo de característica efervescente.Demonstrar o trajecto fistuloso . Após a mastigação da pasta. Estudo contrastado do estômago e duodeno 106 . e. .Lesões da mucosa: não se verifica variação das pregas Pesquisa de fístula traqueo-esofágica Não basta verificar a presença de contraste para diagnosticar uma fístula. Têm particular interesse pois permitem uma maior distensibilidade do esófago e um melhor estudo da mucosa (útil na pesquisa de tumores).Assegurar que a presença de contraste na árvore respiratória não foi causada por aspiração (disfunção da glote) Em caso de dúvida. .Utilizada na pesquisa de lesões vasculares. perfil e obliquas).

a incidência vai ser diferente. através de controlo radioscópico: 1.Quantidade de contraste: a necessária para encher o estômago (300 a 500ml) . Finalidade: estudo das pregas gástricas.Radiografias em ortostatismo. e por vezes.Consoante a porção do estômago a estudar. .Bolbo e arco duodenal: Face. assim.Colocar de perfil imagens de adição ou subtracção que se encontrem nas faces anterior e posterior e. A realização deste exame inclui uma avaliação funcional.Decúbito ventral: para que o fundo gástrico fique distendido e se possa demonstrar a totalidade da hérnia Diagnóstico diferencial entre ampola epifrénica e hérnia do hiato: . de 6 horas. .1 Estudo em camada fina com reduzida quantidade de contraste (muito demorado).Extensão da herniação gástrica .Aspecto do padrão mucoso da porção gástrica herniada Este estudo é efectuado em: . perfil ou OPD em repleção e em esvaziamento No fim do exame. corpo e antro: Face com e sem compressão. Interesse da compressão: . poder caracteriza-las Pesquisa de hérnia do hiato Deve determinar: . no mínimo.Presença de erosões e úlceras no estômago ou na porção herniada do estômago .Distinção entre úlcera e uma acumulação de bário nas pregas da mucosa Interesse da rotação do doente: .2 Estudo em repleção – pode ser útil a técnica de alta quilovoltagem para evidenciar lesão. perfil e oblíquas . no período de jejum (para evitar secreção gástrica). deve-se fazer uma imagem de conjunto de face do estômago e duodeno em repleção.Ortostatismo: pede-se ao doente que proceda a uma inspiração profunda.1. 1. Estudo gastro-duodenal standard Preparação: Jejum.Junção esófago-gástrica: Face e OPE ou OPD . será necessária compressão doseada. decúbito ventral e decúbito dorsal com compressão doseada (para ajudar progressão). Abstenção de fumar.Úlceras no interior de defeitos de repleção .Evidencia com maior facilidade imagens subtractivas e sua extensão .Desdobras estruturas . e imagens de conjunto de perfil e oblíquas (posterior e anterior) do estômago.Nichos ulcerosos e respectivas características . . há que proceder à aspiração nasogástrica. mantida quando o contraste atinge a porção inferior do esófago .Fundo.O grau da eventual estenose no 1/3 inferior do esófago .Manter expiração profunda Com a expiração: 107 . Se houver estase gástrica.

Maior dificuldade de execução técnica e de obtenção de boas imagens (estase gástrica. passando-se de seguida à obtenção de radiografias nas diversas incidências. Desvantagens do duplo contraste: .Por pouca quantidade de contraste para cobrir o trajecto da fístula .Melhor caracterização de alterações da mucosa na vizinhança de lesões orgânicas (diagnóstico diferencial de úlcera benigna e neoplasia ulcerada) . perfis e ortostatismo de face. Quantidade de bário: apenas o suficiente para barrar a mucosa gástrica. face à presença de ar e ao desconforto da distensão Fístulas: . seguem-se manobras para barrar o estômago – decúbito dorsal  decúbito lateral esquerdo  decúbito ventral (e vice versa).Porque o ar distende muito as estruturas.Hérnia mantém-se ou até aumenta (hérnia hiatal) Pesquisa de refluxo gastro-esofágico Deve determinar: .Mal visualizadas . Técnica: Ingestão de pequena quantidade de contraste positivo. erosões) . sobretudo nas formas infiltrantes .Maior acuidade no diagnóstico precoce de Ca do estômago. Estudo em duplo contraste Contraste positivo: sulfato de bário. Este estudo é efectuado em: . Nunca para o lado direito porque o contraste passa para o duodeno.Existência de refluxo gastro-esofágico e a facilidade com que se produz.. OP em decúbito.Estimativa mais fidedigna quanto à extensão das lesões neoplásicas. Posteriormente. Vantagens do duplo contraste: . se houver refluxo este evidencia-se.Menos bem tolerado por alguns doentes. PA. Decúbito dorsal. Introduz-se o contraste negativo. com alta densidade e alta viscosidade Contraste negativo: ar administrado por sonda ou produtos efervescentes (menos incómodo para o doente) que libertam dióxido de carbono no estômago. Incidências de face AP.Decúbito dorsal: para ver se há refluxo. ficando só uma fina camada Estudo contrastado esófago-gaastroduodenal Contraste: suspensão baritada 108 .Ampola epifrénica desaparece (normal) . pois as acumulações de contraste podem encobrir lesões. manda-se o doente tossir. Estas são para variar consoante a região a estudar. formação de bolhas intra-gástricas) . 2. má aderência do bário.Menor eficácia no diagnóstico de fístulas . empurrando o contraste para a mucosa.Mais preciso no diagnóstico de pequenas lesões (pólipos. Dá-se o contraste ao doente e depois água para limpar o esófago.

Repleção (300 a 500ml) . Modificadores do trânsito intestinal: Exemplos: medicamentos que aceleram o trânsito. Devem-se adquirir imagens faseadas com controlo radioscópico e com compressão. Trânsito intestinal Pode ser feito com pequena e grande quantidade de contraste. 1. Vão-se obtendo radiografias até ao preenchimento do cego. É um exame dinâmico e morfológico. .1.Maior distensão . A compressão abdominal é aconselhável na individualização das ansas e para esclarecimento de imagens duvidosas. no mínimo.Estudos possíveis: . Só termina com a chegada de contraste à válvula ileo-cecal. Trânsito intestinal com grande quantidade de contraste: Quantidade: 350 a 500ml. se necessário. de 6 horas. medicamentos que retardam o trânsito. 1. Ingestão do sulfato de bário (suspensão). No fim executa-se um estudo do íleo terminal e válvula íleo-cecal: face e rodar o paciente para OPE.Vantagens: . produtos hiperosmolares (gastrografina) misturados com bário.Impregnação mais rápida .Maior extensão de ansas 109 . Indicações: Doentes que não toleram a intubação naso-gástrica e estudo morfológico e da motilidade. com e sem compressão para conseguir a sua demonstração em repleção e em esvaziamento. O paciente espera (de preferência sempre a andar) até que o contraste atinja a última ansa do intestino delgado. Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal apenas para a radiografia final de conjunto. Os radiogramas em trendelemburg são indicados quando se verifica acentuada sobreposição das ansas na escavação pélvica.Em duplo contraste (contraste mais viscoso e em menor quantidade) – o esófago é estudado no fim Estudo contrastado do intestino delgado Preparação: Jejum.

.5ml de metilcelulose (vantagem de ter um efeito laxante) A metilcelulose lava o contraste positivo. impedindo a cobertura da mucosa.Desvantagens: .cerca de 1.Indicações: . Contra-indicações da enteroclise: .Estudo de pregas . Enteroclise com duplo contraste Introdução por meio de uma sonda naso-jejunal a jusante do ângulo de Treitz de: .Estudo da mucosa intestinal com maior eficácia na detecção de pequenas lesões (pólipos.Processo oclusivo. Desvantagens: .Má aderência do bário com lavagens do intestino pela metilcelulose.Em repleção Final – imagem de conjunto em decúbito ventral Vantagens: .Pesquisa de estenoses .A metilcelulose pode ultrapassar a coluna baritada.Contra-indicado em caso de oclusão intestinal 2. Enteroclise simples Preparação: Jejum 110 .Follow-up da doença de Crohn . mas tem fraco poder opacificante).150 a 300ml de contraste baritado .Melhor imagem .Sobreposição de ansas . ou perfuração intestinal (neste caso. carcinomas) .Estudo da função intestinal .Sobreposição de ansas dificulta menos a apreciação de imagens.Menor probabilidade de diluição e floculação do contraste . deixando apenas uma fina camada de bário aderente à mucosa intestinal e originando assim o duplo contraste. . 3.Com ampliações . Estudo do íleo terminal: . Técnica: Após a administração de metilcelulose obter imagens com e sem repleção. podem-se usar pequenas quantidades de gastrografina.

Opcional: conjunto do cólon após esvaziamento: face em decúbito ventral. colocada 2 a 3cm a jusante do ângulo de Treitz (flexura duodeno-jejunal). Vantagens: .Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e.Estudo do intestino delgado por meio de uma sonda naso-jejunal. Contraste: suspensão de bário muito diluída (até 2 litros da água) Quantidade: a necessária para completa repleção do cólon Indicações para uso do contraste iodado hidrossolúvel: .Aumento da acuidade diagnostica de lesões orgânicas Estudo contrastado do cólon 1. Finalidade: estudo exclusivamente morfológico do intestino delgado. 111 . evitando-se a sobreposição das haustras. depois novamente Trendelemburg. É indispensável o desdobramento dos vários segmentos cólicos mediante criteriosa escolha de posições e incidências. face em decúbito ventral .Seguidamente o doente é colocado em Trendelemburg.Maior distensão das ansas . . Técnica: Analgesia da glote.Sob controlo radioscópico segue-se a coluna baritada e obtêm-se radiografias individualizando os vários segmentos cólicos.Paciente em decúbito ventral ou decúbito lateral esquerdo. . Clister opaco Estudo retrógrado do cólon. .É introduzido o produto de contraste positivo através de uma cânula. . . utilizado em casos de extrema urgência. Estudo da mucosa e avaliação da capacidade funcional. .No fim faz-se uma imagem de conjunto do cólon.Fístula vesíco-cólica ou outras . Abertura do piloro – em OPE.Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego). Entubar com ou sem controlo radioscópico (decisão médica).Invaginação cólica na criança Técnica: . tendo sempre em conta possíveis excepções ao procedimento habitual.Administração do contraste com o débito desejado . No final. estudo do íleo. Aquisição de várias imagens. Administração de contraste – sulfato de bário de alta densidade.Suspeita de perfuração intestinal .

Cólon descendente: face com inclinação da mesa a 45º (para o ar subir).Ampola rectal: face. Insufla-se o contraste negativo até se conseguir uma adequada distensão cólica. com o doente em decúbito ventral ou perfil (esquerdo) com flexão dos joelhos. ulcerações.Características de benignidade ou malignidade dos pólipos . Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego). em ortostatismo e OPD (30 a 45º sempre) .Cólon sigmóide: face AP com angulação ascendente (ou PA com angulação descendente) ou oblíquas anteriores .Ângulo esplénico: ortostatismo (por causa do ar) em OPD (afastar a estrutura) em chassi 24x30cm . com o doente em decúbito ventral. depois novamente Trendelemburg. Clister com duplo contraste É o exame standard para estudo do cólon.Conjunto do cólon: face em decúbito ventral Pode ser feita ou não a prova de esvaziamento (defecografia). Quando a papa atinge o ângulo esplénico.Ângulo hepático: OPE em ortostatismo em chassi 24x30cm .Diminuem a sensação de desconforto abdominal . Introdução do contraste positivo através de uma cânula.Cólon transverso: face com inclinação da mesa a 45º ou decúbito ventral em chassi 35x43cm . pois: .Cego: Trendelemburg .Reduz os espasmos .Facilita o diagnóstico diferencial de estenoses (sua distensabilidade) Vantagens: Estudo da mucosa: . Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e. Preparação: Dieta e limpeza intestinal rigorosa.Pólipos inferiores a 1cm .Permite uma maior distensão cólica . Retira-se o excesso de contraste. Administração de laxantes. Aquisição de várias imagens. o doente é colocado em Trendelemburg. granulações da mucosa) – diagnóstico diferencial 112 . Jejum (6 horas). Contraste: Positivo – suspensão de bário (400 a 600ml) e negativo – ar A água da suspensão deve estar morna para reduzir os espasmos.Cólon ascendente: Trendelemburg (ar desce para o cego) ou decúbito ventral ou OPE ou OAD . Podem ser usadas medicações anti-espasmódicas por via endovenosa. oblíquas em decúbito ventral . Seguidamente. perfil (ver distância entre ampola rectal e o sacro – espaço pré-sagrado).2. Técnica: Executado sob controlo radioscópico.Doença inflamatória (erosões. Incidências habituais: . cessa-se a introdução de bário.

113 . Defecografia Técnica de estudo morfológico – dinâmico do ânus e recto. com aumento da pressão abdominal sem defecar e durante a defecação. incontinência.Diagnóstico de prolapso.Extensão das lesões (maior precisão do que o clister opaco) 3. O paciente é sentado num dispositivo próprio. Obtêm-se radiografias em três fases: repouso. Finalidade: . Pode-se fazer no seguimento de um estudo retrógrado. .Diagnóstico diferencial de estenoses . que possam interferir na defecação.Estudo de lesões funcionais da ampola rectal ou alterações da musculatura perineal.. Exame incómodo. rectocelo e discinésias (dificuldade na motilidade) do músculo puborectal. em posição de perfil.

Método de opacificação indirecto de toda a árvore biliar mediante a injecção endovenosa. após a radiografia simples localizada ao hipocôndrio direito. chassi: 24x30cm. Colangiografia per-operatória .Limpeza intestinal prévia e jejum. Preparação: Limpeza intestinal prévia e jejum Objectivo: Estudo da permeabilidade das vias biliares para verificar a existência de cálculos.Decúbito ventral.Radiografias em decúbito em OPD. Dinâmica do exame: . Contraste: tri-iodado hidrossolúvel não-iónico diluído a 50% (dependendo do equipamento de radioscopia). rodar 20 a 40º.Método de opacificação directo das vias biliares por punção directa.Radiografia simples aos 10 minutos. Tempos radiográficos: .Por fim realizam-se cortes tomográficos.Realizado no bloco operatório com equipamento de arco em “C”. . Estudos contrastados Colecistocolangiografia endovenosa (desuso) . chassi: 35x43cm). .Pode ser localizada no hipocôndrio direito (raio central perpendicular a incidir na linha médio-clavicular ao nível da décima primeira costela. Obliqua Anterior Esquerda . . depois de 10 em 10 minutos até à opacificação máxima da árvore biliar (30 a 40 minutos).12.Radiograma simples seguindo-se de vários radiogramas em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção (decisão médica).Actualmente foi substituída pela ECO. Preparação: .Calcificações da vesícula biliar (“vesícula de porcelana”) . Esta incidência serve para desprojectar a vesícula do gás presente no cólon e/ou da sombra renal.Verificar a existência de densidades cálcicas – cálculos radiopacos . Eventualmente. muito lenta de contraste iodado hidrossólúvel. .Aerobilia Face PA . Estudo radiológico do tracto biliar Estudos não contrastados Radiografia abdominal simples Finalidade: . CPT e CPRE. chassi: 24x30cm no sentido transversal) ou à globalidade do abdómen (raio central perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no plano médio sagital. 114 .

(radiograma: imagem adquirida por radioscopia) 115 .podem ser realizadas oblíquas e perfil.

a colocação de prótese e a drenagem biliar. via endoscópica (o endoscópio é introduzido pela boa) . são realizadas exposições radiográficas em decúbito dorsal. diluído a 50% em soro fisiológico. Breve referência à colecistostomia 116 . Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel.Permite o estudo morfológico e a realização de procedimentos de intervenção. diluído a 50% em soro fisiológico Dinâmica do exame: .Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo Trendelemburg e antitrendelemburg. .Após a radiografia simples e punção dos ductos.Método de opacificação directo das vias biliares através da punção dos ductos biliares (guiada por ECO ou radioscopia – ductos dilatados). Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel não iónico diluído a 50% em soro fisiológico. Dinâmica do exame: .Método de opacificação directo das vias biliares através da introdução de produto de contraste por dreno. como a extracção de cálculos. Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) . .Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e antitrendelemburg.Método de opacificação das vias biliares e do sistema exócrino pancreático.Radiogramas com diferentes graus de repleção . através da caracterização da ampola de Vater. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel.Permite a demonstração do calibre e permeabilidade das vias biliares e a presença de cálculos. A colocação deste dreno surge sempre que se verifique ou suspeite de cálculos na árvore biliar e que não é possível a sua remoção cirúrgica.Técnica diagnostica e terapêutica.Colangiografia pós-operatória ou por dreno de Kehr (tubo em T) .Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e antitrendelemburg Colangiografia percutânea trans-hepática (CPT) .Radiografia simples centrada no hipocôndrio direito (fígado) ou região epigástrica (pâncreas) –consoante a informação clínica . .Radiografia simples . Nota: centragem ao nível do hipocôndrio direito (linha médio-clavicular – divide a clavícula a meio – ao nível do rebordo costal inferior. . Preparação: Jejum Tempos radioscópicos: .Face em decúbito ventral. demonstrando diferentes graus de repleção.Radiografia final de controlo sem o endoscópio .Radiografia em semi-repleção e repleção. .

Este procedimento permite a drenagem da bílis da vesícula biliar provocando uma descompressão da mesma e consequentemente uma melhoria do estado geral.Método de opacificação da vesícula biliar.O controlo é feito passado alguns dias por ECO e/ ou radioscopia.. . por punção directa guiada por ECO. 117 . .

Paralisia facial sem causa aparente . Estudo das Glândulas salivares Sialografia Estudo contrastado.Fase de preenchimento ou repleção: cinco minutos após a administração do ácido cítrico . Importante: Anotar em cada imagem a fase em que se radiografou e a quantidade de produto de contraste utilizado.Submandibular: canal de Wharton (nível do freio lingual) Fases primordiais da sialografia: . abre ao nível do freio da língua Parótidas – abrem ao nível do segundo molar superior Sublinguais – abrem em locais diferentes.Fase de esvaziamento Para cada fase deverão realizar-se duas incidências.13. Exemplo: parotidite (porque o contraste provoca chamada de líquidos.Não são muito utilizados.Quantidade – no máximo 2ml . pior imagem Iodados lipossolúveis: . são muitos canais Produtos de contraste: Iodados hidrossolúveis: .Conseguem-se maiores graus de repleção porque aderem melhor às paredes. o que pode agravar a inflamação) Localização: Relacionadas com a mandíbula.Massas palpáveis .Sialografia . de preferência com controlo radioscópico.Realização de radiografias simples: duas incidências por glândula a estudar .Broncografia Cateterização: . 118 .Processos inflamatórios em estado agudo.Vantagens: fácil introdução e esvaziamento . Indicações: .Secura da boca com etiologia desconhecida Contra-indicações: . logo fornecem melhores imagens .Desvantagem: muito viscosos .São os mais usados .Introdução do produto de contraste por cateterização (directa) dos canais principais das glândulas em estudo: .Permanecem mais tempo na glândula . Submandibular – ao nível dos gónions.Directa no canal Produtos de contraste – a cateterização .Calcificações .Parótida: canal de Stenon (nível do segundo molar superior) .

Valores de exposição adequados Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral. Critérios de boa realização: . Membros inferiores e superiores em extensão. dilatadores. Membros superiores em extensão.Seringa de 2ml. Colimar à região de interesse. .Enquadramento supero-inferior desde a ATM até ao gonion e lateralmente abrangendo toda a glândula . Colimar à região de interesse. Glândula submandibular Incidência da face tangencial Posicionamento: 119 . Puxar ombros para baixo. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa de exames. Apneia respiratória Raio central perpendicular a tangenciar a glândula parótida. Extensão da cabeça para afastas dos ombros.Material utilizado: Material de consumo clínico: . Plano médio sagital paralelo ao filme. Apneia respiratória Raio central angulado 25 a 30º caudo-craniano a incidir abaixo do gónion contralateral (3cm) de maneira a emergir no gónion ipsilateral. luvas esterilizadas. limão e foco de luz para que o médico faça a cateterização. gazes pequenas.Glândula no centro de colimação .Realizam-se duas incidências por glândula Chassi: 18x24cm Écrans de reforço: universais Foco: fino Ampola de contraste lipossolúvel Posto: potter horizontal Glândula parótida Incidência de face tangencial Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal. cateter em polietileno. Alinhar o plano médio sagital.

Plano médio sagital paralelo ao filme. perfil estrito. Alinhar o plano médio sagital. Extensão da cabeça para afastar dos ombros. Membros inferiores e superiores em extensão. Outras incidências complementares: Hirtz. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa. Apneia respiratória Raio central perpendicular a incidir a meia distância entre o gónion e o mento do lado contralateral e ligeiramente abaixo.Paciente em decúbito dorsal. Colimar à região de interesse. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions. Inclinação da cabeça para o lado a radiografar de 15 a 20º. Schuller II (em alternativa para o estudo de face da glândula parótida). 120 . Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral. Membros superiores em extensão. Apneia respiratória Raio central perpendicular a emergir a meia distância entre o gónion e o mento do lado ipsilateral. Colimar à região de interesse.

Adequada penetração das áreas densas. ficando o mamilo posicionado de perfil. A marcação da película é colocada do lado axilar do seio. O seio é “puxado” para a frente na direcção do centro do bucky. prolongamento axilar. As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal.Incidência crânio-caudal Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em pé ou sentada. . A cabeça roda para o lado contrário a radiografar.Compressão óptima do seio. alto contraste dos diversos tipos de tecidos e óptima resolução de imagem.Senologia Incidências fundamentais de um exame de rotina 1. O braço do lado a radiografar deve ser relaxado e o ombro afastado de zona a estudar. a data de execução do exame.Ausência de artefactos. . Depois de realizada a elevação do seio. Critérios de boa realização: . o limite superior do bucky é colocado ao nível do sulco infra mamário ou um pouco mais acima. de modo a fazer um ângulo de 90º com a parede torácica.Identificação da película com o nome do paciente. Estudo radiológico da mama . região externa. As zonas cegas (não exploradas) na incidência de face crânio-caudal: quadrantes superior do seio. o nome da incidência realizado e o lado radiografado. Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi.14. . 121 .

sobretudo a nível posterior do prolongamento axilar mamário.Músculo grande peitoral projectado oblíqua e posteriormente ao campo mamário.Bom contraste.Mamilo de perfil e fora do tecido mamário. O braço ipsilateral é colocado para a frente e a mão é apoiado na barra de suporte desse lado.Ausência de artefactos. ou seja. A paciente deve estar virada para a frente como na incidência crânio-caudal embora rode levemente o tórax para que o seio contralateral não interfira com o feixe. As zonas cegas na incidência oblíqua médio lateral: parte alta do quadrante supra-interno. com o peitoral próximo da vertical. ficando limite superior com o compressor abaixo da clavícula. A margem cubital da sua mão deve fazer deslizar o músculo peitoral.Visualização do sulco inframamário. devendo o técnico posicionar-se no lado oposto ao que está a radiografar. . A compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. . Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi. juntamente com a mama em sentido medial e mantêlo nessa posição em contacto com o bucky. Raio central entra no seio médio-lateralmente. de tal forma que o cavado axilar fique apoiado no ângulo superior do bucky. Cabe ao técnico escolher o valor do ângulo mais adequado palpando o peitoral e determinando a sua orientação. perpendicular ao músculo peitoral do paciente. . Critérios de boa realização: . O músculo peitoral. . A ampola e o bucky são simultaneamente angulados a 45º (30º a 60º). juntamente com a face lateral da mama adjacente é amplamente mobilizável no sentido medial.O fim do músculo grande peitoral deve ser ao nível do mamilo.Ausencia de pregas cutâneas. Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em ortostatismo ou sentada. antes do posicionamento.Boa exposição 122 . .Incidência oblíqua médio lateral Esta incidência tem a vantagem em relação ao perfil de englobar uma maior quantidade de tecido mamário. com o tórax largo e o peitoral horizontal. poderá ser melhor examinada com um ângulo de 60º com a vertical. terá como indicação uma inclinação de 30 a 45º com a vertical.2. . Uma paciente longilínea. e o seu limite inferior deve incluir o sulco intramamário. enquanto que uma paciente brevilínea. .

se a lesão se encontra nos quadrantes externos (perfil ML) . Objectivo: • Dissocia melhor os tecidos e reduza ainda mais a espessura da porção a estudar. • Diminui a área de exposição. Perfil a 90º Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: A paciente deve estar virada para a frente do aparelho.Encostando a zona medial do seio ao bucky. se a lesão se encontra nos quadrantes internos As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. Incidência em túnel Permite observar os quadrantes internos de ambas as mamas em simultâneo. Pode ser realizado se 2 formas. Incidências complementares 123456Perfil a 90º (médiolateral). Incidência localizada Utiliza-se um dispositivo de compressão pequeno.Encostando o musculo peitoral ao bucky. Prolongamento axilar 1. Em determinadas patologias poderá haver aumento dos gânglios axilares. consoante a localização de lesão a estudar: . 3. Densidade muito superior ao tecido mamário independentemente do tipo de tecido mamário. O braço do lado a radiografar é colocado para a frente e a mão é apoiada na barra de suporte desse lado. • Aumenta o contraste e a resolução espacial. Protecção: avental de chumbo na cintura Raio central perpendicular ao chassi. Macrorradiografia. 2. Podem ser executadas em qualquer incidência. Perfil invertido (lateromedial). Localizadas.Músculo grande peitoral: Triangular de base superior e vértice inferior projectado ao nível do mamilo posteriormente. Túnel. 123 .

4. Macrorradiografia • Foco ultra-fino (0.1 mm) • Dispositivo que permite aumentar a DOF e diminuir a DFO • Utiliza-se em qualquer incidência • Não se utiliza grelha anti-difusora • Ar funciona como um filtro Objectivo: • Melhor visualização de microcalcificações agrupadas • Melhor definição de nódulos (contornos, conteúdo) • Melhor visualização de condensações mal definidas • Demonstração de uma lesão que apenas é observada numa incidência • Melhor visualização na galactografia, quando existem lesões que ocupam espaços intra-ductais

Mamografia masculina/pós-mastectomia
- Incidência obliqua médio-lateral A angulação depende do tipo de paciente (= à das mulheres)

Exame mamográfico a mamas com próteses
Localização das próteses: - Retro glandulares - Submusculares Incidências • Crânio-caudal e OML com a prótese luxada; • Crânio-caudal com perfil estrito com a prótese local A prótese terá de ser luxada porque devido à sua elevada densidade pode ocultar lesões malignas. Apenas serão luxadas as próteses retroglandulares. Técnica de Eklund Ligeira compressão sobre o seio e prótese, de seguida a prótese é luxada para trás durante a restante compressão. A compressão correcta à atingida, excluindo totalmente a prótese.

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- Galactografia Existem situações em que a radiografia convencional, entendida em termos de simples mamografia é insuficiente para assegurar o diagnóstico. Para o diagnóstico correcto de lesões quisticas, intraquisticas ou de corrimento mamilar para além dos exames de rotina (exame clínico e mamografia) é necessário lançar mão de outros métodos complementares. Quando existe escorrência mamilar o radiologista tenta a visualização retrógrada dos canais que determinam esse corrimento, injectando uma substância radiopaca no ducto atingido. Este exame designa-se por galactografia. O produto de contraste é administrado por via retrógrada. Para a realização deste exame é indispensável uma boa iluminação localizada à mama e mamilo em estudo, e ainda a preparação de todo o material a utilizar, de preferência sem a observação directa da doente. Material - Kit com dilatadores, uma agulha sem bisel, uma seringa. Os dilatadores usados são de menor para maior calibre, são rombos e não bicudos (para não perfurar o canal). - Contraste iodado hidrossolúvel (o lipossolúvel não pode ser utilizado porque se este entra em circulação pode causar embolia.). - Compressas, fixador e agua oxigenada. Neste exame não é possível muita compressão porque o contraste poderá sair com a compressão. Técnica • Assépsia da pele e do bucky • Marcação do poro a dilatar o poro • Cateterismo e injecção do contraste (1 a 3 cm3) A agulha da injecção de contraste é romba e ligada a um extensor que está ligado à seringa para ganhar espaço (aumenta a margem de manobra) Cuidado: ao injectar não entra bolha de ar pois vais prejudicar a imagem • Realizar 2 incidências (crânio-caudal e perfil estrito ou oblíqua, por vezes podemos ter de realizar as 3) com compressão moderada (para não sair contraste), aumentar 1 a 2 kV relativamente a mamografia simples; • Evacuação do contraste (tirar tamponamento e comprimir a mama) Antes da injecção de contraste realizar uma imagem de base. Indicações Corrimento de um canal galactofilo e quando não se sabem as causas. Contra-indicações Quando não há escorrência mamilar (porque não se sabe qual é o canal) Corrimento bilateral ou pluricanal (porque as imagens sobrepõem-se) Invaginação mamilar( perigo de perfuração) Existência em exame rádio-clinico de sinais bem evidentes de lesão maligna na mama onde se verifica o corrimento; Mama com sinais inflamatórias aparentes (mastites)

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- Quistografia gasosa Método útil para diagnostico de lesões do tipo quisticas e intraquisticas. A doença quistica é mais frequente lesão da mama (principalmente no período pré-menopausico). Traduz-se radiologicamente pelo aparecimento de opacidades nódulas (devido a alterações hormonais, que levam a uma alteração do tamanho da mama e podem provocar quistos). Imagem hipotransparente - opacidade mais elevada que o resto do tecido com forma de nódulo. Os quistos podem ser: sólidos, líquidos, semi-sólidos, semi-líquidos. Objectivo: • Definir paredes quisticas; • Fazer o exame citológico para pesquisa de células neoplásicas; • Mesmo efectuando um exame correcto rádio-clinico da mama, é muitas vezes impossível o diagnóstico de lesões intraquisticas, isto porque à palpação só se pode distinguir o nódulo quistico, não se podendo detectar a formação intracavitária. Actualmente este aspecto é ultrapassado com recurso à ECO; • As lesões malignas podem ser ocultadas por um quisto (anterior ou posteriormente). Técnica: • Esvaziamento completo do quisto com compressão localizada da mama. Se o liquido não for todo extraído, está criada uma das condições para se vir a verificar a recidiva do quisto (para ter a certeza que o liquido for extraído, o esvaziamento deveria ter controlo ecográfico); • Após aspiração do líquido, faz-se a repleção do quisto com ar (através de uma seringa, o ar aparece como uma imagem hipertransparente); • Duas incidências (crânio-caudal e perfil correcto); • Tem um fim diagnóstico e também terapêutico porque o ar ao ser introduzido no fármaco intracavitária, pois vai secar as paredes e geralmente não torna a ficar preenchido por liquido.

- Estereotaxia Esta técnica permite localizar lesões intramamárias não palpáveis, que baseia em 2 incidências anguladas (15º para cada lado), e a partir de um cálculo de coordenadas obtido de forma computorizada que permite guiar a agulha até à lesão (com grande certeza). A grande vantagem é sobretudo em lesões muito pequenas, nomeadamente pequenos agregados de microcalcificações. Pode ser feita de 2 formas: • Com um equipamento especifico que se liga ao mamográfo (mais utilizado); • Com uma mesa estereotaxica especial, onde a paciente fica em DV;

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O cirurgião para localizar a lesão. Se a lesão palpável.profundidade que a lesão está da superfície da pele • Quadrantes . interior ou exterior Em função da localização é introduzida uma agulha que contem no seu interior o arpão. • Biópsia por aspiração (sistema ABBI) Agulha com duplo lúmen que é inserida na mama apenas uma vez e permite a recolha de varias amostras. segura e precisa na recolha de amostras de tecido mamário e com menor custo.Core-Biopsy É uma alternativa à biopsia por excisão cirúrgica tradicional. e que consiste na obtenção de um aspirado de lesões mamárias. a aspiração é feita directamente pelo patologista. como por exemplo. Desvantagem: Para cada colheita de amostra tecidular é necessário uma nova inserção de agulha. Se estiver no local. Pode ser realizada com a orientação da ECO ou por estereotaxia (quando as lesões não são palpáveis). mediante uma agulha o mais fina possível.. para além de permitir uma rotação e sucção simultâneas. É um exame rápido e muito preciso.realizada com auxilio de esterotaxia.Localização pré-operatória Através da visualização dos mamogramas na incidência crânio-caudal e perfil. fixa-se à pele o arpão com adesivo e a doente segue para o bloco operatório. massas sólidas e densidades assimétricas. Se a lesão não for palpável . e é seguida por uma cânula cortante que corta uma amostra de tecido. Faz-se então um radiograma num plano para verificar se agulha se encontra na lesão. calcificações. guia-se pelo trajecto do arpão até a mesma. ou seja adquirese uma noção bidimensional da localização da lesão.Citologia aspirativa Exame complementar ligado a área da anatomia patológica. superior. Pode ser realizada por 2 formas: • Com uma pistola automática (microbiópsia) Munida de uma agulha chanfrada e inclinada que é impulsionada para penetrar numa lesão. uma seringa e um adaptador (punho de aspiração). retirando o tecido circundante e a lesão. referencia-se a lesão em relação ao mamilo e em relação à pele. Indicações: Categorias 4 e 5 BI-RADS. . retirando-se a agulha. A incidência: • Crânio-caudal – lesão anterior ou posterior • Perfil . 127 . com a finalidade de se proceder a estudo patológico.se a lesão é inferior. larga-se a referência metálica que se fixa aos tecidos. Seguidamente. .

Nesta situação. a mama vem para a radiologia e o radiologista coloca as referências metálicas através da observação das imagens. 128 .. e informa-se o cirurgião se a lesão foi extraída na totalidade.Radiografia da peça operatória Por razões de segurança manda-se a área de tecido mamário retirado para controlo radiográfico. Desta forma a anatomia patológica saberá exactamente o local das lesões (o que irá dizer que tipo de carcinoma que depois terá um diferente tipo de tratamento). Se a cirurgia optar pela mastectomia total. a localização de lesões são feitas à posteriori da cirurgia. A imagem obtida e a peça operatória com o arpão são enviadas para o laboratório de anatomia patológica para análise histológica especialmente na zona referencial ao arpão.

Coluna lombar AP/PA Posicionamento: . normalmente quando há alterações ao nível da coluna vertebral também há aqui) .O espaço entre o isquion e colo do fémur deve ser adequado . distal e lateral da área de scan devem estar bem localizadas .Elementos posteriores da coluna . Extremidade proximal do fémur Posicionamento: . estando sobre o centro do suporte e fixo .O antebraço deve estar rectilinizado e centrado com o campo de exame. com o cotovelo flectido a 90º .2.5cm de tecido mole para cada lado da coluna .FL perpendicular ai nível do grande trocanter .Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .Paciente em DD .FL perpendicular.As margens proximal.Membro inferior em estudo em rotação interna (15-30º).Suporte sob as pernas (ângulo de 60-90º) .Scan desde o meio de L5 a D12 (no entanto só faz a avaliação de L1-L4. .FL (feixe luminoso) centrado na linha média ao nível das cristas ilíacas . centrado entre as duas apófises estiloídes do punho Critérios de boa realização .Região trocantérica . paralelo ao eixo longitudinal da mesa) .Medida combinada (fémur total) Critérios de boa realização . Densitometria óssea Exames por DEXA 1.Lado a analisar é o esquerdo (não dominante) .Paciente sentado lateralmente a mesa.A área de scan sem presença de ar 3.Região intertrocantérica .Scan abrangendo todo de L2 (situação em que L1 é excluída da região de interesse pelo próprio equipamento) 2. Antebraço (punho – frequentemente pedido principalmente quando há artefactos nas outras regiões) Posicionamento.O antebraço está direito e centrado com o eixo longitudinal da mesa 129 .Colo do fémur .O lado esquerdo é o lado que é normalmente avaliado (não dominante) .Isquion n área de scan entre as 15 e as 40 linhas Analisam-se diferentes localizações nesta região .A linha média do corpo femural está paralela à margem lateral do scan . podendo L1 ser excluída por ser uma vértebra de transição) Critérios de boa realização: .5 a 10 linhas das cristas ilíacas .Triangulo de Ward’s (região rica em osso trabecular.14.

A avaliação de um só corpo vertebral não faz um diagnóstico correcto.L4 e L5 podem surgir sobrepostas ao osso ilíaco .Fim do scan cerca de 10 linhas abaixo de 33% do antebraço .Braços e mãos sobrepostos à frente da cabeça .Paciente em DL (se a mesa tiver arco em “C” o paciente fica em DD) . podemos excluir da avaliação a parte do arco posterior da vértebra.L1 e L2 podem surgir sobrepostas às costelas .FL perpendicular. ficando só com o corpo vertebral (rico em osso trabecular) .Inicio do scan desde o fim do carpo .Não podem existir artefactos na área de exame 4.Coluna lombar centrada na área a examinar e paralela à mesma . Corpo inteiro Posicionamento: .Inclui ambas as apófises espinhosas . Coluna lombar de perfil Posicionamento: .O exame só efeito quando é expressamente pedido 5. centrado ao nível da crista ilíaca Desvantagens . não é significativo (a densidade das vértebras lombares não é igual) ..Braços ao longo do corpo com as mãos em pronação .L3 é a única vértebra que pode ser analisada correctamente.Inicio do scan 5 a 8 linhas acima da cabeça e terminar 5 a 8 linhas abaixo dos pés .Todo o corpo deve ficar dentro da área de scan .Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .Feixe luminoso perpendicular 130 .Joelhos flectidos e sobrepostos .

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