1.

Estudo radiológico do membro superior
• Estudo radiológico da mão
Face PA Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: PA

RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 3º dedo.

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com os dedos em extensão. Face palmar da mão apoiada no chassi. Dedos ligeiramente afastados. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização - Não rotação da mão; - Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges distais; - Valores de exposição adequados.

Oblíqua anterior medial Chassi: 18x24cm ou 24X30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: oblíqua

RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 3ºdedo.

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em posição oblíqua de modo a que todos os dedos fiquem livre de sobreposição de perfil. Face interna da mão apoiada no chassi a formar um ângulo de 45º com o mesmo. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: - Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges distais; - Valores de exposição adequados; - Sobreposição ligeira das bases e cabeças dos metacarpos (2º ao 5º); - Espaços entre os 3º, 4º e 5º metacarpos reduzidos; - Abertura das articulações interfalângica e metacarpofalângica.
1

Perfil (interno ou externo) Chassi: 18x24cm 24X30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral ou RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 2ºdedo (perfil interno); na MCF do 5º dedo (perfil externo)

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Apoio do antebraço e braço. Mão em perfil estrito e dedos em extensão. - Colimar à região de interesse. Finalidade: pesquisa de corpos estranhos e desvios (fracturas) com deslocamento AP.

Nota: Quando se pretende estudar as articulações metacarpofalângicas e quando o doente não consegue fazer a extensão dos dedos devem realizar-se as incidências de face e oblíquas em AP. No caso de artrite reumatóide deve radiografar-se as 2 mãos em AP e em simultâneo para estudo comparativo.

Estudo radiológico do punho
Face PA Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter as apófises estilóides do rádio e do cúbito. Foco: fino Projecção: PA Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com os dedos ligeiramente flectidos. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização:
2

- Não rotação do punho (apófises bem visíveis, visualização das articulações) - Visualização do terço distal do antebraço, articulação do punho e apófises estilóides e bases do metacarpianos. - Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo)

3

Oblíqua medial anterior (OMA): lado medial e anterior do punho encostado ao chassi. .Visualização do 1/3 distal do antebraço.Não rotação da mão. Radiografa-se a mão não dominante. • Estudo da idade óssea Chassi: 18x24cm Face da mão e punho. articulação do punho e falanges distais. Projecção: lateral Posicionamento: .Mão em perfil estrito . Apoio do antebraço e braço a formar um ângulo de 90º.Valores de exposição adequados.Sobreposição do rádio e do cúbito . . 4 . .Doente sentado lateralmente à mesa.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: .Apófises estilóides quase sobrepostas e alinhadas .Mão a formar um ângulo de 45º com chassi.Colimar à região de interesse. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. . Critérios de boa realização . Marca-se a mão com os dedos voltados para cima. Mão em perfil estrito e dedos em extensão a formar um ângulo de 90º com o chassi.Perfil (interno ou medial) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir na apófise Foco: fino estilóide do rádio. .Oblíqua medial posterior (OMP): lado medial e posterior do punho encostado ao chassi. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas (as mediais são as mais usadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as apófises estilóides do rádio e do cúbito Projecção: oblíqua Posicionamento: .

Oblíqua anterior medial Posicionamento: . RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio.Idêntico para a face PA. Macrorradiografia Posicionamento: . Antebraço apoiado na mesa. Face com desvio cubital Posicionamento: . 4. 3.Doente sentado lateralmente à mesa. 4. . . Antebraço e mão em perfil estreito com os dedos em extensão. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. Mão em pronação com a face palmar apoiada no chassi e mão com desvio cubital. Face com desvio cubital Oblíqua anterior medial Perfil Macrorradiografia 1 4 2 3 1. . RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. contudo o foco encontra-se a uma distância de 50 cm da mesa onde está apoiado o antebraço e o chassi encontra-se por baixo da mesa sob um banco a uma distância de 50 cm da mesa e de 1m do foco. .Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização 5 . 2.• Estudo do escafóide 4 incidências Chassi: 18x24cm(:4) DFf: 1m Posto sem potter 1.Colimar à região de interesse.Perfil Posicionamento: . Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com a face medial apoiada no chassi. 2. 3.Doente sentado lateralmente à mesa.Doente sentado lateralmente à mesa. Face palmar a formar um ângulo de 60º com o chassi. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse.

Apoio da mão de modo a diminuir o ângulo da mão com o antebraço.- Escafoide no centro de colimação.Colimar à região de interesse.Mão em supinação com a face medial apoiada no chassi. Escafoide estritamente de perfil no perfil. • Estudo do túnel cárpico Chassi: Axiais 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: a incidir a meia distância entre as apófises estilóides do rádio e do cúbito: . • Estudo do pisiforme Oblíqua medial posterior Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na apófise Projecção: estilóide do cúbito. Braço e antebraço ao mesmo nível (plano horizontal).Angulado 25º caudo-cranianos na incidência axial infero-superior Posicionamento: . oblíqua Posicionamento: . Valores de exposição adequados. Mão em extensão máxima de modo a que a face palmar forme um ângulo de 70º com o chassi.Axial infero-superior – membro superior em extensão e mão em pronação. .Colimar à região de interesse. Face dorsal da mão a formar um ângulo de 30º a partir da posição de perfil. Face do escafoide ligeiramente afastada com desvio cubital. .Axial supero-inferior: doente em ortostatismo de costas para a mesa. . 6 .Angulado 5º crânio-caudal na incidência axial superoinferior .

O Túnel Cápico é constituído pela superfície palmar dos ossos do carpo e retináculos dos flexores. 7 .

8 .• Estudo radiológico do antebraço Face AP Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre as articulações do punho e do cotovelo.Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: . . . Braço e antebraço no mesmo plano. Projecção: lateral Posicionamento: .Valores de exposição adequados. Nota: Só em caso de extrema necessidade é que se faz em PA. . .Doente sentado lateralmente à mesa.Rádio e cúbito sobrepostos. Mão de perfil. pois nesta posição os ossos do antebraço sobrepõe-se. .Cotovelo de perfil. Critérios de boa realização: . Projecção: AP Posicionamento: .Rádio e cúbito livres de sobreposição. . .Visualização das articulações do punho e do cotovelo. Antebraço totalmente apoiado na mesa com a mão em supinação. .Visualização das articulações do punho e do cotovelo.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados. Cotovelo flectido a 90º.Doente sentado lateralmente à mesa (ou de frente).Cotovelo de face. Perfil interno Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as articulações do punho e do cotovelo.

Chassi: 18x24cm 24x30(:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil interno ou RC: perpendicular a incidir no epicôndilo lateral do úmero.Colimar à região de interesse.Cotovelo flectido a 90º. . colo e tuberosidade radial ligeiramente sobrepostos ao cúbito proximal.Não rotação dos epicôndilos. Critérios de boa realização: . braço e antebraço a 90º. .Articulação do cotovelo aberta. Braço de perfil.• Estudo radiológico do cotovelo Face AP Chassi: 18x24cm 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP ou RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha que une o epicôndilo medial e lateral do úmero.Apoiando o cotovelo e o antebraço.Apoiando o cotovelo.Articulação do cotovelo aberta. . Variantes da incidência da face Caso o doente não consiga fazer a extensão do membro superior existem 3 variantes: . Membro superior em extensão e com apoio do antebraço e braço.Apoiando o cotovelo e o braço. Mão em perfil estrito. 90º em abdução. .Tuberosidade radial projectada anteriormente.Doente sentado e virado para a mesa.Valores de exposição adequados.Sobreposição dos epicôndilos umerais. . .Olecrânio de perfil. 9 .Cabeça radial parcialmente sobreposta à apófise coronóide.Doente sentado lateralmente à mesa. Posicionamento: . . Colocar um apoio por baixo do punho para que o antebraço fique paralelo ao filme. . . . Mão em supinação ligeiramente elevada. .Cabeça. . Posicionamento: .Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: .

10 ..Valores de exposição adequados.

OPL (aproxima-se da face) . . Apoio do dorsal. . Critérios de boa realização: . .Colimar à região de interesse.Sobreposição do cúbito sobre a cabeça e colo do rádio. não é necessária grelha uma vez que se trata de uma articulação.Cabeça do rádio em diferentes perspectivas 11 .Valores de exposição adequados.Apófise coronóide de perfil.Lateral (OPL): membro superior em extensão e mão em supinação.Cabeça. .Visualização do olecrânio e fossa olecraneana.Medial (OPM): membro superior em extensão e mão em pronação. . Posicionamento: .Epicôndilo medial alongado. .Cotovelo flectido a 90º. Critérios de boa realização: OPM (aproxima-se do perfil) .Oblíquas posteriores Chassi: 18x24cm ou 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: oblíqua RC: perpendicular a incidir a nível do cotovelo.Valores de exposição adequados. Antebraço e mão a 45º com o chassi. . . colo e tuberosidade radial desprojectados do cúbito. . Observações: Imobilização.Abertura da articulação do cotovelo. Mão em supinação pronação máxima Mão de perfil Mão em pronação Mão em Nota: Em todas estas incidências o cotovelo está flectido a 90º. • Estudo da cabeça do rádio Chassi: 18x24cm 24x30cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral 4 incidências ou RC: perpendicular a incidir no epicôndilo lateral do úmero.

.Valores de exposição adequados (visualização de trabéculado ósseo e partes moles) 12 .

Colimar à região de interesse.Semi-axial infero-superior – apoio da face posterior do braço.Visualização das articulações do ombro e do cotovelo. RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo.Axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter entre a articulação do ombro e articulação do Foco: fino cotovelo. Mão em supinação.Semi-axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação.Cabeça do úmero e grande tuberosidade de perfil. . • Estudo radiológico do úmero Face AP Chassi: 18x43cm l. . Critérios de boa realização: . . . . . . Observações: apneia respiratória e imobilização.Cotovelo de face. (na prática é comum pedir-se ao doente para inclinar o ombro de forma a que o úmero fique direito) .Colimar à região de interesse. RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir a nível do olecrâneo.• Estudo do olecrâneo Chassi: 18x24cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: . Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. . 13 . Membro superior em extensão e em ligeira abdução.Pequena tuberosidade situada entre a cabeça umeral e grande tuberosidade.Valores de exposição adequados.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. . RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir a nível do olecrâneo. . Projecção: AP Posicionamento: .Visualização do olecrâneo desprojectado dos ossos do braço e antebraço.Axial infero-superior: apoio da face posterior do braço.Doente sentado ou em ortostatismo. . RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo.

Projecção: lateral Posicionamento: .Cotovelo de perfil. . Critérios de boa realização: . Mão apoiada no abdómen. Membro superior contralateral elevado com o antebraço flectido por cima da cabeça.Perfil interno: braço em ligeira abdução e flexão a 90º com o antebraço.Doente sentado ou em ortostatismo.Colimar à região de interesse. Mais indicado em doente imobilizado com gerdi.Colimar à região de interesse.Visualização do 1/3 proximal do úmero 14 .Visualização da articulação do ombro e cotovelo. Projecção: lateral Posicionamento: . . . Por exemplo: usamos o pulmão para ver o úmero. Palma da mão voltada para fora. Observações: Apneia respiratória ou Técnica per-respiratória (consiste na emissão de raio X durante a respiração para esbater as costelas) Nota: Para ver a cabeça do úmero angulamos de 5 a 10º no sentido caudocraniano. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral. .Valores de exposição adequados. Observações: apneia respiratória e imobilização Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a nível do bordo inferior da axila Foco: fino (a emergir no colo cirúrgico do úmero). Perfil Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter entre a articulação do ombro e articulação do Foco: fino cotovelo.. Chassi na transversal. .Perfil externo (mais usado): posição de sinaleiro. Braço em abdução a 90º com o corpo.Sobreposição dos epicôndilos.Lateral erecta: o braço que se pretende estudar encostada ao potter e ao doente.Pequena tuberosidade de perfil. . . Flexão a 90º do cotovelo com a mão no abdómen. Janela radiológica – utilização de uma estrutura de densidade menos para se ver outra. . • Estudo do úmero – 1/3 proximal (transtorácica) Projecção lateral Chassi: 24x30 l.

Face com a mão em rotação externa (supinação): Grande tuberosidade e cabeça de perfil.. . . Observações: Apneia respiratória 15 . Projecção: AP Posicionamento: .Grande tuberosidade de perfil .Face com mão em rotação interna (pronação máxima): Grande tuberosidade totalmente no centro do colo do úmero e a pequena tuberosidade de perfil.Colimar à região de interesse. Pequena tuberosidade no meio. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a nível do colo Foco: fino cirúrgico do úmero. .Valores de exposição adequados • Cabeça do úmero Face AP Chassi: 24x30 (:3) t.Face com a mão em rotação neutra (perfil): Grande tuberosidade quase em face em posição central.Não sobreposição das vértebras torácicas à região de interesse .

2. Falso perfil Chassi: 18x24cm na transversal.Colimar à região de interesse. úmero proximal .Cabeça do úmero de perfil . Estudo radiológico da cintura escapular • Estudo do ombro Face AP Chassi: 18x24cm ou 24x30cm (se queremos as 3 art. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . 16 .Idêntico ao perfil externo do úmero (posição de sinaleiro). região sub-acromial.Visualização da articulação do ombro.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Obliquar ligeiramente o doente (15º) no seu lado contralateral. . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir na apófise coracóide. Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .) na transversal. .Pequena tuberosidade de perfil e grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral. úmero proximal . Posicionamento: .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na apófise coracóide. região sub-acromial. Mão em supinação.Visualização da articulação do ombro.Doente em ortostatismo ou decúbito dorsal. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).

.Colimar à região de interesse. Cara voltada para o lado contrário. a incidir na apófise coracóide Posicionamento . 17 . proteger o cristalino.Espaço sub-acromial aberto . Membro superior em posição neutra.Supero-inferior: doente sentado. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP Dupla obliquidade RC: angulado 15º (no mínimo) crânio-caudais. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular angulado 45º Foco: fino médio-lateralmente Projecção: AP RC: perpendicular e horizontal a incidir na axila. .Infero-superior: braço em abdução a 90º com o chassi encostado ao ombro.Espaço articular entre o úmero e a cavidade glenóide bem aberto .Colimar à região de interesse Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização . Chassi curvo por baixo da axila. RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular. Braço em abdução a 90º.Colimar à região de interesse.Chassi: 18x24cm na t. . .Valores de exposição adequados Axiais Chassi: 18x24cm t. Observações: Apneia respiratória Incidência alternativa da face (em acamados ou doentes em cadeira de rodas) Chassi: 18x24cm t. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: . Obliquar ligeiramente o doente (3040º. varia consoante o tamanho do tórax) no seu lado contralateral.Doente em ortostatismo ou decúbito.Cavidade glenóide de perfil .

Valores de exposição adequados 18 . levando o membro ipsilateral e apoiando-o ao nível da cabeça.Colimar à região de interesse com posicionamento similar à face.Ombro de perfil. . gleno-umeral no centro de colimação.Cavidade glenoide e cabeça do úmero de perfil.Doente sentado ou em ortostatismo.Valores de exposição adequados • Incidência de Bloom-obata Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter. O membro superior contra lateral fica em extensão ao longo do corpo. Finalidade: ver a posição e o grau de luxação do ombro.Ombro desprojectado relativamente ao corpo. encostando a região axilar do lado ipsilateral ao potter. .Doente sentado de costas para a mesa de exames. . doentes com gerdy Critérios de boa realização .Úmero na vertical. . com grelha Foco: fino Projecção: Axial RC: perpendicular a articulação do ombro tangenciar a Posicionamento: . Assegurar que o doente fica estável. . gleno-umeral no centro de colimação.Colimar à região de interesse. Inclinação do corpo para trás. . de modo a projectar a sombra do ombro no chassi. .Sentado em decúbito dorsal ou ortostatismo . . Parte-se da posição de perfil.Art. Incidências alternativas às axiais • Perfil de Bernageau Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: Axial RC: angulado 30º incidir no acrómio crâneo-caudais a Posicionamento: .Colocar o chassi na face posterior do ombro . Apoio do chassi na mesa.Art. obliquar o lado contralateral 40º a 50º.Colimar à região de interesse Finalidade: perfil da glenóide Critérios de boa realização .Posicionamento: .

.Clavícula horizontalizada e desprojectada da grade costal. .PA: doente em ortostatismo ou em decúbito ventral.Valores de exposição adequados Face desdobrada (desprojectar a clavícula em relação às costelas) Chassi: 18x24cm ou 24x30cm t. . .Sobreposição do 1/3 medial à grade costal.AP: doente em posição lordótica ou decúbito dorsal. Braços ao longo do corpo. 19 . RC: angulado 20 a 30º crânio-caudal e emergir a meio da clavícula.PA: doente em decúbito ventral. .Visualização de toda a clavícula e das 2 articulações. RC: a incidir a meio da clavícula angulado caudo-claniano: . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização .0º a 15º se paciente em posição .Colimar à região de interesse. . . Elevação do mento de modo a encostar o tórax do doente ao potter. .Clavícula no centro de colimação.Colimar à região de interesse.Clavícula horizontalizada. . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Posicionamento: .Clavícula no centro de colimação. Posicionamento: . Braços ao longo do corpo. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização .Visualização de toda a clavícula.AP: doente em ortostatismo ou decúbito dorsal. Braços ao longo do corpo.• Estudo radiológico da clavícula Face Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: perpendicular a incidir a meio da clavícula.

Colimar à região central. Chassi no vertical encostado ao ombro. Observações: Apneia respiratória Nota: Deve fazer-se o exame sem e com esforço dinâmico amarrando pesos de 3Kg em cada punho. . Obliquar 20-25º o lado contralateral. . . Posicionamento: .Colimar à região de interesse Critérios de boa realização . perpendicular a incidir na incisura jugular (bi). . Abdução do braço (90 ou 120º).Visualização de toda a clavícula.Valores de exposição adequados Chassi: Axial/Tangencial (para doentes acamados) 24x30cm t.Doente em ortostatismo com os membros superiores ao longo do corpo. Observções: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 20 . • Estudo radiológico da omoplata Face AP Chassi: 18x24cm l. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular (uni). de modo a afastar a omoplata da grade costal. .Colimar à região de interesse. Projecção: AP em ortostatismo ou decúbito dorsal.Decúbito dorsal com os membros superiores em extensão ao longo do corpo. Posicionamento: . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 45º ascendentes em relação a vertical a incidir a meio da clavícula. DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente abaixo Foco: fino Doente da cabeça do úmero.Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da articulação acrómio-clavicular Face AP Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t. horizontalizada e desprojectada da grade costal.Clavícula no centro de colimação..

Não sobreposição do corpo da omoplata sobre as costelas . úmero proximal .Sobreposição dos bordos lateral e medial da omoplata . Perfil de Lamy ou em Y Chassi: 18x24cm na l.Doente em ortostatismo para uma projecção PA.Colimar à região de interesse. Obliquar o lado contralateral 70º-75º. Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço. Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Projecção: PA Posicionamento: .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com RC: angulado 15º (no mínimo) carnio-caudais a potter incidir no ângulo supero-interno da omoplata. . Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter o ângulo superior e inferior do bordo interno da Foco: fino omoplata. .Visualização da articulação escapulo-umeral.Clavícula projectada acima do ângulo superior da omoplata . Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero. Foco: fino Projecção: PA Posicionamento: . Perfil Chassi: 18x24cm na l. Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço. Observações: Apneia respiratória 21 .Omoplata de perfil . Obliquar o lado contralateral 70º-75º.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Doente em ortostatismo para uma projecção PA.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).. Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula.

Ortostatismo: rodar o doente 15-20º (quanto maior a espessura do tórax menor a necessidade de rodar o doente) para OAD.Lateral em ortostatismo: colocar os ombros e os braços o mais para trás possível.Decúbito ventral: rodar o doente 15-20º para OAD.Decúbito lateral esquerdo e direito: colocar os braços acima da cabeça mantendo os ombros para trás.Esterno projectado lateralmente à coluna livre da sua sobreposição. Estudo radiológico do Esqueleto Torácico • Estudo radiológico do esterno Oblíqua anterior direita (OAD) Chassi: 24x30cm na long.3. braço ipsilateral em extensão ao longo do corpo.Visualização de todo o esterno estritamente de perfil. . Perfil Chassi: 24x30cm na long. 22 . Projecção: lateral Posicionamento: .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Posicionamento: . . e o contralateral em flexão a 90º e mão apoiada na mesa. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a incisura jugular e apêndice xifóide. . . desde o manúbrio ao apêndice xifóide.Visualização do esterno em toda a sua totalidade.Esterno visualizado sobre a silhueta cardíaca .Esterno no centro da colimação. Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a incisura jugular e o apêndice xifóide. Alinhar o eixo longitudinal do esterno com a linha média da mesa.Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: . . .Chassi na vertical com os membros elevados ou a prender o chassi. . Observações: Apneia inspiratória Perfil nos politraumatizados .Colimar à região de interesse.

.Art. Oblíquas Chassi: 18x24cm na trans. Posicionamento: . • Estudo radiológico das articulações esterno-claviculares Face PA Chassi: 18x24cm na t. DFf: 0.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). RC: OP: perpendicular a incidir na articulação em estudo 23 . Observações: Apneia respiratória Nota: O esterno fica mais próximo do filme e a coluna com ampliação fica desfocada.Colimar à região de interesse. . os membros superiores ao longo do corpo para uma projecção PA. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a emergir na Foco: fino incisura jugular.Doente em ortostatismo ou decúbito ventral com os membros superiores ao longo do corpo. Projecção: PA Posicionamento: . Plesiorradiografia ou radiografia de contacto Chassi: 18x24cm na trans. . esterno-claviculares no centro de colimação. Observações: Apneia respiratória. .Colimar à região de interesse.Não rotação do corpo (equidistância das esterno-claviculares à apófise spinhosa). câmara de ionização central Critérios de boa realização: . .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).5m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir na apófise espinhosa da terceira vértebra dorsal.Ortostatismo. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: AO: perpendicular a incidir a 2cm lateralmente à apófise espinhosa D3.

Colimar à região de interesse. OPE = OAD – vemos a articulação direita Observações: Apneia respiratória Incidência de Kurzbauer pesquisa de luxações) Chassi: 18x24cm na long. . Apoio dos antebraços dos ombros e afastamento dos braços. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral (incidência axial as esterno-claviculares para RC: angulado 15º caudais a incidir articulação esterno-clavicular em estudo.Posicionamento: .PA: ortostatismo ou decúbito ventral. braços ao longo do corpo para as costelas inferiores. 24 . Afastamento dos ombros e braços acima da cabeça para as costelas superiores. . Aproximar o lado a radiografar 25º.OA: Ortostatismo PA ou decúbito ventral. esterno-clavicular em estudo aberta e vista de forma axial no centro de colimação. RC: bi: perpendicular a incidir ao nível de D6D7 Posicionamento: .Doente de decúbito lateral para o lado afectado. Membro superior ipisilateral flectido e elevado para cima da cabeça e membro contralateral em extensão para baixo. Alinhar o plano médio-sagital.OP: Ortostatismo AP ou decúbito dorsal.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Afastar o lado a radiografar 25º.Art. • Estudo radiológico da grade costal Face AP ou PA Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância ente a coluna e a margem lateral do tórax.Colimar de acordo com a região Critérios de boa realização: .AP: ortostatismo ou decúbito dorsal. . . Alinhar o plano médio-sagital. na Posicionamento: .

Obliquar o doente a 45º.Ausência de rotação da coluna (equidistância das clavículas às apófises espinhosas das vértebras) . Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: . .OPE=OAD – visualização dos arcos costais posteriores direitos e dos arcos costais anteriores e mediais esquerdos. RC: bi-perpendicular a incidir 2 cm lateralmente a partir do PSM. 25 .Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: .OP: ortostatismo ou decúbito dorsal.Colimar à região de interesse.Costelas livres de sobreposição . . Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo. Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo..OPD=OAE – visualização dos arcos costais posteriores esquerdos e dos arcos costais anteriores e mediais direitos. Obliquar o doente a 45º.OA: ortostatismo ou decúbito ventral.Visualização de todas as costelas . Posicionamento: .Valores de exposição adequados (visualização de o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância ente a coluna e a margem lateral do tórax. .

Lateral em ortostatismo. Encostar os ombros ao potter de modo a desprojectar as omoplatas dos campos pulmonares.Ausência de rotação: articulações esterno-claviculares equidistantes das apófises espinhosas . Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: . e as outras vão-se apagando progressivamente . .Ortostatismo em PA. Posicionamento: .Visualização de forma individualizada pelo menos as três primeiras vértebras dorsais. Perfil Esquerdo Chassi: 35x35 DFf: 1. 26 .Estudo radiológico do Sistema Cardio-Respiratório • Estudo radiológico do tórax Face PA Chassi: 35x35 (f) 35x43 (m) DFf: 1.Coluna centrada na película .Boa visualização de toda a trama bronco-vascular (os vasos de topo dão um exemplo de efeito de canto) até à periferia . Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: . senão é patológico) .Clavículas simétricas relativamente às apófises espinhosas.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 no Foco: grosso plano coronal (rebordo inferior da axila).Colimar à região de interesse.Deve-se incluir desde os vértices pulmonares até aos ângulos costofrénicos (estes ângulos devem ser agudos. ângulo inferior das omoplatas. Pernas ligeiramente afastadas. Normalmente faz-se o perfil esquerdo.4.80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: PA RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 no plano médio-sagital. Projecção: PA Posicionamento: . Braços flectidos e dorsos das mãos apoiados na cinta.Omoplatas afastadas dos campos pulmonares . .Inspiração correcta (8-10 espaços intercostais posteriores e 6-8 espaços intercostais anteriores). e horizontalizadas . Braços levantados e queixo levantado. Face anterior do tórax encostada ao potter.Ausência de rotação e de movimento.Colimar à região de interesse.

80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível do ângulo Foco: grosso Projecção: PA inferior da omoplata Posicionamento: . Braços elevados.Decúbito lateral direito ou esquerdo. . Observações: apneia inspiratória 27 . chassi encostado ao tórax (PA) ou dorso encostado ao potter. Braço ipsilateral afastado e braço contralateral elevado. Áreas potenciais de patologia: Face: ângulos costofrénicos. Doente sentado ou em decúbito dorsal com afastamento dos braços e de objectos susceptíveis de produzir artefactos . mediastino. vértices ou ápices pulmonares Face nos politraumatizados (tem a desvantagem de haver uma maior ampliação da silhueta cardíaca e maior exposição do cristalino) Chassi: 35x43 DFf: 1.80m Posto com potter Foco: grosso RC: perpendicular ao PMS a meio do Projecção: PA ou tórax AP Posicionamento: .Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Oblíquas anteriores Chassi: 35x43 DFf: 1. ápices pulmonares Perfil: não vemos.Colimar à região de interesse. Afastar o lado contralateral 45º.Ângulos costofrénicos alinhados e sobrepostos.Ortostatismo em PA.. .80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível do Foco: grosso Projecção: AP manúbrio do esterno Posicionamento: .Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Decúbito Lateral (alternativa à face) Chassi: 35x43 DFf: 1. Elevar o doente com um lençol ou cobertor. considerada zona cega.Sempre que possível realizar o exame com o doente sentado.

Incidência em PA RC: angulado 15-20º caudais a incidir na incisura jugular para desprojectar os ápices das clavículas.• Estudo da silhueta cardíaca .Colimação do Rx de tórax . Observações: apneia inspiratória • Chassi: 35x43cm DFf: 1.Doente em posição lordótica 28 .Utilização de contraste baritado com a finalidade de preencher o esófago para ver se existe compressão do mesmo . OAE) e só se realiza a ultima quando tivermos a certeza da qualidade das duas primeiras. Ortostatismo: RC angulado 15-20º cefálicos a incidir na incisura jugular. OAD.80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: PA Estudo das cisuras pulmonares RC: perpendicular a incidir a meio do tórax Posicionamento: . . .Valores de exposição mais elevados que para o tórax.OAD – 45º + contraste baritado. pois o coração é mais denso.Face PA + oblíqua + perfil . . DFf: 2m (para obter uma imagem do tamanho do coração o mais próximo do real possível) • Estudo dos ápices pulmonares Chassi: 24x30cm ou 18x43cm DFf: 1.OAE – 55 a 65º para desprojectar o esófago da coluna.80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP ou PA Incidência AP: / Lordótica: RC perpendicular a incidir na incisura jugular.As exposições fazem-se sequencialmente (face.

Caso seja impossível. quistos. .Caso seja impossível a posição ortostática. etc.Colimar à região de interesse Observações: técnica per-respiratória 29 . fistulas. tumores pulmonares.Colimar à região de interesse • Estudo do pneumotórax .Efectuar o perfil do lado afectado .Exame de risco .Incidências: Face + perfil + oblíquas • Estudo da traqueia Face AP Chassi: 24x30cm RC: perpendicular a incidir na DFf: 1m incisura jugular Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP Posicionamento: . efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado afectado para que o líquido desça) • Broncografia . Ligeira elevação do mento.PA . efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado oposto ao afectado. . Pedir ao doente para não deglutir. com os membros em extensão ao longo do corpo.Opacificação de produto de contraste positivo (iodo lipossolúvel.Doente em ortostatismo ou em decúbito dorsal.Preferencialmente posição ortostática .. cavernas tuberculosas.Preferencialmente posição ortostática . introduzido por intubação) para observação da árvore brônquica .Incidência em inspiração .Incidência em inspiração e expiração (a expiração mostra melhor o ar entre as pleuras devido ao colapso do pulmão) .Indicações: * Pesquisa de hemoptises e hepistaxis (sangue que sai pelo nariz) * Pesquisa de bronquiectasias * Pesquisa de pneumonia de tórax. para que o ar suba e fique encostado ao arco costal) • Estudo do derrame pleural .

Radiografia de perfil da região cervical alta. . .Doente em ortostatismo ou sentado em posição lateral com os membros superiores atrás das costas e descontraídos desprojectando as omoplatas. .Incidência pedida para o estudo da faringe.Critérios de boa realização: . 30 . Elevação ligeira do mento.RC a incidir ao nível do osso hioide.Paciente em ortostatismo e de perfil. .Incidência realizada em crianças.Valores de exposição adequados. . . .Visualização de toda a traqueia. .Apneia inspiratória ou per-inspiratória. .50m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre o Foco: grosso plano coronal médio e a incisura jugular. Projecção: AP Posicionamento: .Ar na traqueia. Perfil Chassi: 24x30cm DFf: 1. garantindo a deflexão da coluna.Ausência de rotação.Colimar à região de interesse Observações: Técnica per-inspiratória Cavum faríngeo .

ESTUDO RADIOLÓGICO DO MEMBRO INFERIOR • Estudo radiológico do pé Chassi: 24x30cm Face AP (:2) DFf: 1m Posto sem RC: angulado 10 a 15º de forma a abordar potter perpendicularmente a região tarso-metatarsiana. Pé centrado com o centro de colimação. .Não rotação do pé.Espaço entre os metatarsos (2º ao 4º) aberto e à mesma distância. . Dedos em extensão.Colimar à região de interesse. . Projecção: dorsoplantar Posicionamento: . Critérios de boa realização: . Oblíqua medial Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: dorsoplantar RC: perpendicular a incidir na base do 3º metatarsiano Posicionamento: .Valores de exposição adequados. . .Visualização das falanges e fileira distal do tarso até ao astrálago e dos metatarsianos. Chassi: 24x30cm Oblíqua lateral (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na base do 3º Projecção: metatarsiano dorsoplantar Posicionamento: 31 . Face medial do pé apoiada no chassi a formar um ângulo de 30 a 45º com o mesmo.5.Colimar à região de interesse. a Foco: fino incidir na base do 3º metatarsiano.Doente sentado na mesma posição que para a face.Doente sentado na mesa. Membro inferior ipsilateral flectido a nível do joelho com a face plantar do pé em apoio no chassi.

Doente em ortostatismo com os pés juntos mas ligeiramente afastados. Projecção: lateral Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Visualização do seio társico. . lateral 32 .Doente na mesma posição que para a face. de modo a formar um ângulo de 30º com o mesmo.Colimar à região de interesse. .Valores de exposição adequados. por exemplo para acamados): face medial do pé apoiada no chassi. Face lateral do pé apoiada no chassi. Pé em dorsiflexão a 90º. . Chassi: Perfil interno em carga 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular e horizontal a incidir na base do Projecção: 5 metatarso.Perfil externo: face lateral apoiada no chassi.Perfil interno (alternativa. Pé em dorsiflexão a 90º.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: .Visualização da tuberosidade do 5º metatarso (local frequente de fractura associada a entorse) .Visualização dos 5 metatarsos livres de sobreposição. Finalidade: estudo o pé diabético (faz-se face+perfil com uso de valores de exposição para partes moles para visualização de úlceras e gangrenas) Face bilateral em carga Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: angulado 10 a 15º a incidir no meio da linha Foco: fino que une a base dos dois primeiros metatarsos. . Projecção: dorsoplantar Posicionamento: . Pés em apoio no chassi. . .Doente em decúbito lateral.. Chassi: Perfil (interno ou externo) 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir no cuneiforme medial Foco: fino (perfil externo) ou lateral (perfil interno). .

Doente em ortostatismo com o chassi entre os dois pés.Ortostatismo. Ligeira flexão dos joelhos e apoio dos dedos no chassi.Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização . . • Chassi: Axiais para estudo dos sesamóides 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: perpendicular a tangenciar os ossos sesamóides.Boa visualização dos ossos sesamóides. Axial em decúbito ventral Posicionamento: .Colimar à região e interesse Axial em decúbito dorsal Posicionamento: .Valores de exposição adequados. Extensão do tornozelo e flexão forçada dos dedos com uma ligadura. livres de sobreposição de qualquer porção do 1º metatarso. Incidência de Guntz (posição ortostática) Posicionamento: . Extensão máxima do tornozelo.Colimar à região de interesse. Face medial do pé a radiografar encostada ao chassi.Decúbito ventral. Extensão dos tornozelos. Apoio radiotransparente nos dedos dos pés. .Doente em decúbito dorsal. Membro inferior em extensão. 33 . Chassi na região posterior do tornozelo.Colimar à região de interesse. Finalidade: estudo das arcadas dos pés. . Chassi colocado verticalmente (pode-se usar o apoio usado em perfil interno em carga). . de modo a ficar apoiado no metatarso. .Posicionamento: .

na incidência com angulação de 10º a articulação do tornozelo e a articulação tíbioperonial distal. sem sobreposição da tíbia e do peróneo) Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP Posicionamento: 34 .Visualização de 1/3 distal do tornozelo até ao calcaneo. Pé apoiado sobre o chassi. astrágalo-calcaneana em diferentes posições.Doente em decúbito dorsal. .Quando a dorsiflexão a 90º e a rotação do pé a 45º estão comprimidos. devem estar aberta.Colimar à região de interesse. Membro inferior em extensão. Posicionamento: .• Estudo radiológico da articulação astrágalo-calcaneana Incidência de Broden (4 incidências) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: angulado a 10º. Rotação interna da perna e do pé a 45º com o chassi. a incidir no maléolo plantodorsal lateral. . . Dorsiflexão a 90º.Valores de exposição adequados. respectivamente. Pé morto ou decepado (visualização de todo o pé. . 20º.Visualização da art.Dorsiflexão a 90º: perna e pé a formarem um ângulo de 90º . Critérios de boa realização: . Nota: . 30º e 40º cefálicos em Projecção: direcção à articulação.Dorsiflexão do pé a 90º.

(2) 40º a 45º caudais a incidir no calcâneo. Com a ampola na frente do doente centra-se o raio central na base do 3º metatarsiano com uma angulação de 15º posteriores para a primeira exposição. Critérios de boa realização: .Mais usada em decúbito dorsal. Dorsiflexão forçada do pé com uma ligadura.Colimar à região de interesse. em direcção à parte posterior do calcâneo.Decúbito lateral.. Chassi na face posterior do tornozelo. Posicionamento: . faz-se avançar o membro inferior contralateral. Face lateral do pé encostada ao chassi. .Sem modificar a posição do pé.Doente em ortostatismo com o chassi debaixo do pé a examinar.Colimar à região de interesse. • Estudo do calcâneo (pesquisa de fracturas e esporões) Perfil externo Chassi: 18x24cm (:2) t. .Valores de exposição adequados.Coloca-se a ampola para trás e dirige-se o raio central para a face superior do calcaneo com uma angulação 25º anterior. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir no calcâneo. . sem sobreposição da tíbia e do peróneo . Alternativos: (1) angulado 45º a incidir na parte posterior do calcaneo.Visualização de todo o pé desde as falanges distais até ao calcaceo. a incidir no calcâneo. . Posicionamento alternativo: 35 . Finalidade: pesquisa de osteófitos e estudo de fracturas Axiais Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: angulado 30º a 40º cefálicos. Perna contralateral avançada em relação à outra. Membro inferior em extensão. Posicionamento: .

Calcaneo desprojectado e visto de forma axial.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Boa visualização da articulação tíbio-társica e do seu espaço articular. .Colimar à região de interesse. Colocar sacos de areia sob a articulação tibiotársica. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino a linha que une os dois maléolos.Visualização de todo o calcaneo desde a sua faceta posterior ate a faceta articular. . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil externo 36 RC: perpendicular maléolo medial.1. . . na longitudinal e na vertical. a incidir no . Membro inferior contralateral avançado em relação ao membro em estudo. Ampola na parte posterior do doente. Critérios de boa realização: . • Estudo radiológico do tornozelo Face AP Chassi: 18x24cm (:2) t.Doente em decúbito dorsal. Face plantar do pé apoiada no chassi.Visualização dos dois maléolos. Pé em dorsiflexão a 90º para abrir a articulação e em ligeira rotação interna (15º) para colocar os maléolos equidistantes do chassi.Doente em decúbito ventral. Critérios de boa realização: . Chassi: 18x24cm (:2) t. . Chassi apoiado na face plantar do pé.Calcaneo no centro de colimação.Sobreposição ligeira da articulação tíbio-peroneal distal. . 2. Membro inferior a radiografar em extensão. . Projecção: AP Posicionamento: .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Membros inferiores em extensão.Tornozelo alinhado e centrado com o centro de colimação. .Doente em ortostatismo.

.calcaneana) e sulco calcaneal (só depressão do seio társico) abertos. Perna em extensão. Face lateral do pé encostada ao chassi.Colimar à região de interesse. . .OP interna: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão. .Valores de exposição adequados. Dorsiflexão do pé a 90º. Pé em rotação externa (45º) . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir no maléolo lateral Projecção: AP (OPI) ou medial (OPE). Apoio sob o joelho de forma a que o calcanhar fique apoiado. Posicionamento: . Estudo em stress Ligamento da face lateral 37 .OP externa: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão. Critérios de boa realização: .Posicionamento: .Decúbito lateral.OP interna: articulação tíbio-peroneal e traso-peronial abertas. Pé em rotação interna (45º) .Peróneo sobreposto à porção posterior da tíbia.Colimar à região de interesse. Oblíquas posteriores (interna e externa) Chassi: 18x24cm (:2) t.Sobreposição dos 2 maléolos.OP externa: articulação subtalar (astrálago. Nota: . Perna contralateral avançada em relação à outra.

Colimar à região de interesse. . Critérios de boa realização: . 38 .Visualização da art. região do médio pé (5º metartarsiano e navicular) Varo: stress com inversão do pé Valgo: stress com eversão do pé • Estudo radiológico da perna Face AP Chassi: 18x43m l. Ligeira rotação interna de modo a que os maléolos fiquem sobrepostos. do joelho até a art.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). .Calcâneo-fibular (calcâneo-peroneal) Locais de lesão: região maleolar (6cm). Critérios de boa realização: . ou 35x43(:2) l. Perna em extensão. Pé em dorsiflexão (90º) e em ligeira rotação interna (15º).Talo-fibular posterior . . . . ou 35x43(:2) l. tibio-tarsica. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a articulação do joelho e articulação do tornozelo.Doente em decúbito dorsal.Perna alinhada.Decúbito lateral.Talo-fibular anterior ..Tornozelo de face. Membro inferior a radiografar em extensão. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a articulação do joelho e articulação do tornozelo. do joelho até a art. Posicionamento: . Posicionamento: . Perna contralateral avançada em relação à outra. Face lateral da perna encostada ao chassi.Colimar à região de interesse. tibio-tarsica. Perfil externo Chassi: 18x43m l.Visualização da art. Dorsiflexão do pé a 90º.

Ligeira sobreposição da tíbia e do perónio proximalmente. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice da rótula.Rótula de face e sobreposta ao fémur.Visualização do espaço articular do joelho.Valores de exposição adequados. .Perna alinhada. Posicionamento: . Membro inferior a radiografar em extensão e em ligeira rotação interna a 15º. . . . 39 . • Estudo radiológico do joelho Face AP Chassi: 18x24cm l.Não rotação do joelho (equidistância da espinha intercondiliana até à margem).Doente em decúbito dorsal. .Sobreposição do perónio no 1/3 posterior da tíbia no 1/3 distal da perna.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: . . ..

DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: angulado 5 a 10º caudo-craniano a incidir 2cm posteriormente ao ápice de rótula.OPL: assemelha-se ao perfil. Critérios de boa realização: . .Perfil externo Chassi: 18x24cm l.OP: decúbito dorsal. . Nota: . rotação interna do membro inferior 45º (OAL) ou externa (OAM) .gavetos Ligamentos: Colaterais – medial e lateral – rotação interna e externa Cruzados – anterior (LCA) e posterior (LCP) – flexão e extensão Face (pressão): 40 . .Joelho flectido. .OPM: assemelha-se a uma face exagerada. Oblíquas (pesquisa de corpos livres intra-articulares e lesões de osteocondrite Chassi: 18x24cm dissecante) (:2) l.Rótula de perfil.OA: decúbito ventral. Articulação tíbio-peroneal aberta e rotula desviada medialmente. Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular. Posicionamento: . Flexão do joelho a 30º. DFf: 1m Posto com/sem RC: AO: perpendicular a incidir no centro da zona potter póplítea.Colimar à região de interesse.Ligeira sobreposição da tíbia e do peróneo proximal.Colimar à região de interesse. (caso haja dessobreposição horizontal é sinal de má rotação do joelho) .Sobreposição dos côndilos femurais. (caso contrário a angulação foi insuficiente) . . Tíbia e perónio subrepostos medialmente e rotula desviada lateralmente. rotação interna do membro (OPM) ou rotação externa (OPL) de 45º. Foco: fino Projecção: AP ou RC: OP: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice da rótula PA Posicionamento: . .Decúbito lateral. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra. Estudo em stress .Espaço articular aberto.Valores de exposição adequados.

e no joelho para fora. e no aspecto no aspecto posterior da perna no aspecto anterior da perna Finalidade: estudo da interlinha articular dos pratos tibiais. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir ao nível do ápice da rótula e a meia distância da espessura do joelho. e para fora .Doente em ortostatismo e descalço.Ligamento colateral lateral: aspecto lateral do medial da perna para dentro. Projecção: AP Posicionamento: .Doente em ortostatismo para uma projecção PA. Posicionamento: .Rotação externa ligeira e membro inferior em extensão ou flexão .LCP: aspecto posterior do joelho para fora.Colimar à região de interesse.LCA: aspecto anterior do joelho para dentro.Ligamento colateral medial: aspecto lateral aspecto medial da perna para fora . Perfil (pressão): . Pés com rotação interna de 5º a 10º. Posicionamento: . • Incidência de SCHUSS (posição de esquiador) Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 10º caudais a incidir a meia distância da linha que passa pelo cavado poplíteo. Estudo bilateral. Flexão dos joelhos a 45º . simétricos a apontar em frente e ligeiramente afastados.Colimar à região de interesse. patologias articulares • Face em carga Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter da linha que une os ápices da rótula ou Foco: fino ligeiramente abaixo.Colimar à região de interesse. Joelhos em carga do joelho para dentro. • Perfil em carga Chassi: 24x30 l. . e para dentro.. Critérios de boa realização: 41 .

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Joelhos alinhados; Arts. no centro de colimação; Espaço articular aberto; Valores de exposição adequados.

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• Estudo da rótula
Chassi: 18x24 ou Face PA 18x43 l. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: perpendicular a incidir no centro da Foco: fino zona poplítea. Projecção: PA Posicionamento: - Doente em decúbito ventral, membro inferior em extensão, com dorsiflexão do pé a 90º. Condilos alinhados. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: - Rótula de face no centro de colimação; - Valores de exposição adequados. Perfil Chassi: 18x24 na trans. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: perpendicular a incidir 2cm posteriores Foco: fino ao ápice rótula. Projecção: lateral Posicionamento: - Doente em decúbito lateral com a face externa apoiada na mesa. Membro contralateral avançado, fémur alinhado e ligeira flexão do joelho a 30º. - Colimar à região de interesse. Axiais Chassi: 18x24 ou 24x30 t. Finalidade: Desvios do alinhamento da rótula DFf: 1m relativamente ao fémur ou diferenças da rótula Posto com/sem (longitudinais) ou diferenças transversais (face e perfil) potter Foco: fino • Axiais de Ficat 30, 60 e 90º (mais usadas) Posicionamento: - Doente sentado com o joelho flectido de modo a que a perna forme um ângulo de 30, 60 ou 90º com o eixo longitudinal do fémur. Chassi apoiado verticalmente na coxa. - Colimar à região de interesse. RC: angulado caudo-craniano a tangenciar a rótula: - 15º se o ângulo da perna for 30º; - 20º se o ângulo da perna for 60º; - 25º se o ângulo da perna for 90º. Quanto maior a angulação maior é abertura

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Axial em decúbito ventral ou Sette Gard

Posicionamento: - Decúbito ventral. Membros inferiores flectidos ao máximo. - Colimar à região de interesse. RC: perpendicular ou tangenciar as rótulas. angulado 5º a

Axiais de Merchant

Posicionamento: - Doente em decúbito dorsal. Pernas pendentes fora da mesa de exames. Perna a 45º com o eixo longitudinal do fémur. Estudo bilateral. - Colimar à região de interesse. Nota: Se o chassi estiver nos pés aumentar a distância foco-filme para 2m para compensar a dintância foco-objecto; se o chassi estiver nas pernas aumentar a distãncia foco-filme para 1.50m. RC: angulado 60º crânio-caudal a incidir no ápice da rótula. Critérios de boa realização: - Rótula vista de forma axial e no centro de colimação; - Visualizarão do espaço retropatelar e dos condilos femurais; - Valores de exposição adequados.

• Estudo da fossa intercondiliana
Face PA Chassi: 18x24 l. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: PA

RC: perpendicular a incidir no centro da zona poplítea.

Posicionamento: - Parte-se da posição de decúbito ventral. Joelhos apoiados e flectidos. Eixo longitudinal do fémur a formar um ângulo de 70º com o plano do exame e de 20º com o raio central. - Colimar à região de interesse. Alternativas à “posição de gatas”: - Com um banco e perna flectida; - Com o joelho encostado ao potter.
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• Estudo do fémur (1/3 médio e distal) Face AP Chassi: 18x43 l. Posicionamento: .Joelho de face. . .Colimar à região de interesse. . Ligeira rotação interna do membro inferior (5º). (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art.Colimar à região de interesse. .Fémur alinhado. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: angulado 40º caudais a incidir no centro Foco: fino da região poplitea. Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior médio com 1/3 distal.Colimar à região de interesse.Decúbito dorsal. . . Face AP (alternativa) Chassi: curvo DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular à tíbia e a incidir na ápice da rótula.Decúbito dorsal.Valores de exposição adequados. Chassi curvo por baixo do joelho.Decúbito ventral. Fémur a formar um ângulo de 60º com o prolongamento do eixo da tíbia.Não rotação do joelho. do joelho) 45 . Critérios de boa realização: . Membro inferior em extensão.Face PA (alternativa) Chassi: 18x24 l. Ligeira flexão do joelho. . Coxas apoiadas na mesa. Projecção: PA Posicionamento: .Fossa intercondiliana aberta. elevar a perna de forma a formar um ângulo de 40º com o plano de exame (elevar a perna e apoiada num suporte).

.Decúbito lateral. coxo-femural) Chassi: 18x43 Perfil externo l. Membro inferior em extensão. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art. Ligeira rotação interna do membro inferior (15º) .Decúbito lateral. Perna do lado a radiografar flectida. do joelho) • Estudo radiológico do fémur (1/3 proximal e médio) Face AP Chassi: 18x43 l. Posicionamento: .Decúbito dorsal.Colimar à região de interesse. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art. Projecção: lateral . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio.Colimar à região de interesse. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra. . Projecção: AP Posicionamento: . DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio. (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art. Flexão do joelho de 30 a 45º.Colimar à região de interesse. Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular.Chassi: 18x43 l. coxo-femural) Critérios de boa realização: 46 . Rotação ligeira do corpo de 5º para trás. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil externo RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior médio com 1/3 distal.

coxo-femurais. • Estudo métrico dos membros inferiores Particularidades: .Grelha anti-difusora .Valores de exposição adequados.Avaliação de situações de encurtamento dos membros (chassi extralongo ou 35x43cm*) Nota: * o chassi 35x43cm (:3) é utilizado em estudos gonométricos do membro inferior. em que na mesma película se visualizam as art. Ligeira abdução dos membros inferiores e apoio simétrico dos mesmos.Fémur de face nas incidências de face. joelho e tornozelo.Fémur de perfil nas incidências de perfil.Protecção gonadal (até 16anos) . coxo-femural no estudo do 1/3 proximal e médio. .Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem . .Determinação de desajustes em varismo ou valgismo (chassi extralongo) .Distância foco-filme de 2m .Só se realiza a face Finalidade: .Apneia respiratória . Raio central: perpendicular a incidir a meio do chassi. uma vez que a perna contralateral é ligeiramente elevada. Posicionamento: Ortostatismo.. este estudos podem ser feitos caso os 2 membros inferiores não caibam no extralongo ou por protocolo da instituição. . 47 . Neta caso a DFf volta a ser de 1m. Estudo monopedálico: estudo unilateral. em que há apoio da perna a radiografar suportando o peso do corpo. Pés em posição anatómica.Visualização do fémur alinhado e de forma a incluir o joelho no estudo do 1/3 médio e distal e a incluir a art. Membros superiores ao longo do corpo.

.Visualização do 1/3 proximal do fémur. Posicionamento: . RC: bi: perpendicular a incidir a 1/2 distância da linha que une os dois colos femurais no PMS.Estudo bilateral (em crianças): decúbito dorsal. .Colimar à região de interesse. Com os joelhos flectidos. Posicionamento: . . . .Colimar à região de interesse.Sobreposição do grande trocanter ao colo do fémur. 48 .Valores de exposição adequados. Plantas dos pés em contacto (posição de rã). Membro ipsilateral flectido a 90º e o contralateral em extensão. .Valores de exposição adequados. . Estudo radiológico da cintura pélvica • Estudo radiológico da articulação coxo-femural Face AP Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bilat) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir 2. Falso perfil Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral RC: uni: perpendicular a incidir a nível do colo do fémur.Decúbito dorsal. Membros superiores ao longo do corpo. .5cm a meio e abaixo da linha que une as EIAS à sínfise púbica. . Obliquar o doente a 45º de modo afastar o lado oposto ao lado a radiografar.Grande trocanter de perfil.Estudo unilateral: decúbito lateral. Critérios de boa realização: . Critérios de boa realização: .Art.Pequeno trocanter projectado de forma a triangular no bordo medial do fémur. coxo-femural no centro de colimação. Membro inferior em rotação interna (15º).Colo do fémur desdobrado.1/3 proximal do fémur de perfil.6.Pequeno trocanter desprojectado do bordo medial do fémur. . .

Coxa a 90º como corpo. Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros para corrigir a anteversão fisiológica do colo do fémur (desdobrar o colo do fémur). . Nota: Em caso de visualização de prótese da anca. Chassi colocado entre as pernas (pode recorrer-se a chassi curvo) .Colo do fémur desdobrado.Alinhamento da apófise espinhosa de L5 com o centro do sacro e da sínfise púbica.Valores de exposição adequados. Chassi colocado verticalmente e apoiado na crista ilíaca.Grande trocanter de perfil. . axial Posicionamento: . . 49 . Critérios de boa realização: . • Estudo radiológico da bacia Face AP Chassi: 35x43 t. .Colimar à região de interesse. Projecção: AP Posicionamento: .Visualização de toda a pelve óssea.Simetria dos buracos obturadores e dos ilíacos. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. Critérios de boa realização: . onde não se faz o falso perfil.Decúbito dorsal. Flexão e elevação do membro inferior contralateral. .Chassi: 18x24 Axiais (uni) DFf: 1m Posto com potter RC: IS: perpendicular a incidir na região Foco: fino inguinal. no PMS. o RC deve incidir na síntese púbica e cortam-se as cristas ilíacas. Finalidade: serve como complemento à incidência de face em bloco. . .Supero-inferior (SI): decúbito dorsal.Infero-superior (IS): decúbito dorsal.Colimar à região de interesse. Projecção: SI: a incidir no colo do fémur.Colo do fémur no centro de colimação visto de forma axial. Membros inferiores em extensão.

Visualização do “U” radiológico de Calot (formado pelo sobreposição do acetábulo. * Outlet: 50 .Colimar à região de interesse.Decúbito dorsal. Critérios de boa realização: * Intet: . Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros.Colimar à região de interesse. Face em carga Chassi: 35x43 t.Sínfise púbica vista de forma axial.. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha que una as EIAS e a sínfise púbica.Asas do ilíaco abertas. . Finalidade: Estudo da báscula pélvica ou da articulação coxo-femural. .Valores de exposição adequados. Posicionamento: .Pequeno trocanter no bordo medial do fémur. . a cavidade forma uma espécie de lágrima). • Estudo da sínfise púbica e ramos isquiopúbicos Face Chassi: 35x43 t.Valores de exposição adequados. . projectado de forma triangular. . Membros inferiores em extensão.Ortostatismo.Outlet: raio central angulado 45º caudo-craniana . . Membros inferiores em extensão com rotação interna de 15 a 20º. no PMS. Membros superiores ao longo do corpo e ligeiramente abduzidos. Posicionamento: . no PMS.Inlet: raio central angulado 45º crânio-caudal . ou 24x30 (trauma da sínfise púbica) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado a incidir a meia distância da linha que una as EIAS e a sínfise púbica.Boa visualização do estreito pélvico. .

Asa do ilíaco desdobrada.Ramos isquio-púbicos desdobrados.Valores de exposição adequados. • Estudo radiológico (Hemiface da bacia) do acetábulo e buraco obturador Incidência Alar e Obturadora Chassi: 24x30(uni) ou 18x43(bi) DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica do lado Projecção: AP a radiografar. . .Valores de exposição adequados.Buraco obturador obliquado. Rodar o doente 45º (para desdobrar a asa do ilíaco) para o lado a radiografar.Ocorre frequentemente no sexo feminino. . . . tal como ao fazer a incidência obturadora direita.Incidência Obturadora: decúbito dorsal.Valores de exposição adequados.Incidência Alar: decúbito dorsal.Buraco obturador bem aberto e arredondado. obtemos a imagem relativa a uma obturadora esquerda.Asa do ilíaco quase de perfil.Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: * Alar: . .. * Obturadora: . Posicionamento: . . .Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior.Mais frequente das luxações. Nota: ao fazer o estudo bilateral ao fazer a incidência alar direita.Sínfise púbica de face. . .Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior. na imagem obtemos a alar esquerda. Rodar o doente 45º (para abrir o obturador e a asa do ilíaco) para o lado oposto a radiografar. . Estudo simultâneo. 51 . • Luxação congénita da anca .

.Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança. Flexão e abdução dos membros inferiores.A anca esquerda mais atingida (3:2).Pequeno trocanter ligeiramente desprojectado medialmente e grande trocanter sobreposto ao colo do fémur. .Parte-se da posição de face da bacia. de modo a que as plantas dos pés estejam em contacto. Abdução a 45º e extensão dos membros inferiores. Projecção: AP Posicionamento: .1/3 proximal do fémur de perfil. Rotação interna dos mesmos. 52 . no PMS.Incidência Face AP da bacia: . Luxação: separação total ou parcial de 2 estruturas que deveriam estar em contacto. .Alinhamento da apófise espinhosa L5 com o centro do sacro e sinfise púbica.Incidência Van Rosen Incidência de Lowestein (posição de rã) Chassi: 24x30 t. Critérios de boa realização: .Raça branca mais atingida do que a raça negra. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. . .Visualização de toda a cintura pélvica óssea. no PMS. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. Incidência de Van Rosen Chassi: 24x30 t. Diagnóstico: manifestações clínicas que apresenta e achados radiológicos característicos.Parte-se da posição de face da bacia.Incidência Lowestein (posição rã) . Projecção: AP Posicionamento: ..Valores de exposição adequados. . .

.Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança. 53 .

Oblíquas (as posteriores são as mais realizadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível das EIAS. Membros superiores em extensão ao longo do corpo.Decúbito dorsal. Membros inferiores em extensão. 2. Projecção: AP Posicionamento: . . .Colimar à região de interesse. Elevar o lado a radiografar 25 a 30º para oblíqua posterior.Articulações sacro-ilíacas centradas e alinhadas com o centro de colimação. Observações: Apneia respiratória OPD – articulação sacro-ilíaca esquerda OPE – articulação sacro-ilíaca direita 54 . Posicionamento: . pode manter-se a angulação da face para ver Foco: fino a articulação em toda a extensão.5cm potter medial.• Estudo radiológico das articulações sacro-ilíacas Face bilateral Chassi: 24x30 t. ou ao nível do tórax.Decúbito dorsal.Ausência de rotação (equidistância das apófises sacrais). . Finalidade: a angulação faz com que abordemos tangencialmente a articulação Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Espaços articulares sacro-ilíacos e L5-S1 bem visíveis. . Alinhar a articulação com o centro de colimação. . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 30 a 35º caudo-craniano a incidir a meia distância entre as EIAS e a sínfise púbica no PMS.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados.

Plano médio sagital paralelo ao filme.7. Observações: apneia respiratória. Mastóides equidistantes do filme.5m Posto com RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do bordo superior da cartilagem tiroideia.Ortostatismo ou decúbito dorsal. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . Plano médio sagital perpendicular ao filme. Ombros descaídos.Ausência de rotação (apófises espinhosas alinhadas) .Espaços intervertebrais abertos . DFf: 1. Ligeira deflexão da cabeça.Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x24cm l. não deglutir Nota: a angulação pretende tangenciar os discos e os espaços intervertebrais Critérios de boa realização: . Ligeira deflexão da cabeça. Estudo radiológico da coluna vertebral • Estudo radiológico da coluna cervical Face AP Chassi: 18x24cm l.Colimar à região de interesse. Ombro encostado ao potter.Colimar à região de interesse.Visualização de C1 a C7 e se possível C7-D1 .Valores de exposição adequados 55 .Visualização de C3 a D1 .Não desdobramento do muro vertebral posterior .Lateral em ortostatismo.Não sobreposição da mandíbula às vértebras cervicais superiores . Posicionamento: . .Ausência de rotação .Sobreposição da mandíbula e do occipital sobre C1 e C2 . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP (C3-C7) RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao nível do ponto mais proeminente da cartilagem tiroideia. . 2cm à frente das potter apófises espinhosas (o feixe longitudinal deve passar no Foco: fino ouvido externo) Projecção: lateral Posicionamento: .

DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao potter nível do ponto mais proeminente da cartilagem Foco: fino tiroideia.Não sobreposição das mandíbulas às vértebras cervicais superiores .Visualização de C1 a C7 .Ortostatismo ou decúbito dorsal. Linha que une a margem inferior das incisivas superiores sobreposta à base do crânio.Boa visualização dos buracos de conjugação (circulares) . Projecção: AP Posicionamento: .Ortostatismo ou decúbito dorsal.Fixar os dentes superiores com o occipital. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP com a boca aberta RC: perpendicular a incidir no centro da boca aberta.Oblíquas (incidência em dupla obliquidade) Chassi: 18x24cm l. ajustar a rotação da cabeça e pedir ao doente para abrir a boca. . pelos quais emergem as raízes nervosas.Colimar à região de interesse. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Estudo dos buracos de conjugação.Valores de exposição adequados OPD – buracos de conjugação esquerdos OPE – buracos de conjugação direitos Face AP (C1-C2) transoral ou transbucal ou incidência de boca aberta Chassi: 18x24cm l. Rotação do corpo e cabeça de 45º.Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: .Não sobreposição da base do crânio a C1 . . Mastóides equidistantes do filme. perpendicular ao filme. . Posicionamento: . Plano médio sagital perpendicular ao filme. delimitados pelas apófises transversas e articulações interapofisárias. Nota: instrução do paciente para manter a boca aberta pronunciando o som “A”. Ligeira deflexão da cabeça. Critérios de boa realização: 56 . porque assim a língua repousa no chão da boca.

Valores de exposição adequados 57 ..Ausência de rotação .Sobreposição dos incisivos superiores com base do crânio . assim como a apófise odontóide ou dente do áxis .Visualização de C1 a C2 e respectiva articulação.

Braço e ombro contralaterais colocados para baixo e ligeiramente para trás.Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e em hiperextensão Chassi: 18x24cm l.Ausência de rotação . Hiperflexão: queixo deprimido a tocar no tórax.Lateral em ortostatismo. Mão apoiada na cabeça.Visualização de C4 a D3 .Colimar à região de interesse. alinhamento da coluna.Cabeças dos úmeros separadas verticalmente 58 . Plano médio sagital paralelo ao filme. Ombro encostado ao potter.Hiperextensão: apófises espinhosas devem estar próximas .Lateral ou em ortostatismo ou decúbito lateral. .Hiperextensão: queixo levantado e cabeça inclinada para trás ao máximo. Braço e ombro ipsilateral colocados para cima e ligeiramente para a frente.Valores de exposição adequados • Transição cervico-dorsal Chassi: Perfil (posição de nadador) 18x24cm l.Hiperflexão: apófises espinhosas devem estar afastadas . .Não desdobramento do muro vertebral posterior . . Plano médio sagital paralelo ao filme. Projecção: AP . Ombros descaídos. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ao nível de D1 (ao nível da Foco: fino apófise espinhosa C7). Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Visualização de C1 a C7 . Projecção: lateral Posicionamento: . Finalidade: estudo flexibilidade da coluna. relação corpos-discos.Colimar à região de interesse.5 m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível de C4 Foco: fino (cartilagem tiroideia). Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . DFf: 1.

.Visualização de C7 a L1 .Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x43cm l. raio aborda a curvatura pela sua concavidade então o raio é perpendicular.Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da coluna dorsal Face AP Chassi: 18x43cm l. 4cm para a frente Foco: fino do plano dorsal posterior..Colimar à região de interesse. Projecção: lateral Posicionamento: . Plano médio sagital paralelo ao filme. podemos usar um ecrã gradual com o + para cima e o – para baixo e/ou tirar partido do efeito anódico. Observações: Apneia expiratória (para obter uma melhor uniformização em termos de densidade e valores de exposição) Nota: coluna mais próxima. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 (2 dedos potter abaixo da axila no plano coronal).DL: braços levantados a formarem ângulos rectos com o corpo e cotovelos flectidos.Ortostatismo ou decúbito dorsal.Ortostatismo: Braços para a frente com as mãos em pronação forçada . . Projecção: AP Posicionamento: .Apófises espinhosas alinhadas e centradas . Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: 59 .Ortostatismo ou decúbito lateral. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 (8 a potter 10cm abaixo da incisura jugular) (meio da linha Foco: fino intermamilar). Braços ao longo do corpo. para combater a sobrexposição das vértebras dorsais superiores e a subexposição das vertebral dorsais inferiores. . Alinhar o plano médio sagital (tracção).Ausência de rotação (articulações esterno-claviculares equidistantes da coluna) . Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse.

- Visualização dos 2/3 inferiores da coluna dorsal. Valores de exposição adequados. Espaços intervertebrais abertos. 60 . Não desdobramento do muro vertebral posterior. Ausência de rotação.

Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . PMS paralelo ao filme. Alinhar o plano médio sagital (tracção). Braços ao longo do corpo.Não desdobramento do muro vertebral posterior 61 .Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. Observações: Apneia respiratória Nota: A apneia pode ser expiratória. No perfil pode recorrer-se ao foco grosso. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo costal Foco: fino inferior e das cristas ilíacas. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral). devido à necessidade de aumentar os mA.Boa visualização de todas as vértebras lombares .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo Foco: fino costal inferior e das cristas ilíacas. .Ortostatismo: Apoio simétrico dos membros inferiores para evitar inflexões laterais . permitido também uma imagem mais homogénea.Sobreposição das apófises articulares direitas e esquerdas . Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse.Visualização de D12 a S1 . pois assim o diafragma sobe.Bom alinhamento das apófises espinhosas em relação aos corpos vertebrais – se não houver esclerose .Ausência de rotação .• Estudo radiológico da coluna lombar Chassi: Face AP ou PA (AP é mais comudo) 24x30cm l. . Projecção: AP/PA Posicionamento: .DD: Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar. Braços afastados do corpo.Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 24x30cm l. Colocar um apoio por baixo do corpo p diminuir a curvatura provocada pela anca.Articulações sacro-ilíacas equidistantes da coluna . optimizando a visualização das primeiras vértebras lombares.Ortostática ou decúbito dorsal. Projecção: Posicionamento: lateral . .

62 . fractura no istmo lombar). Em decúbito lateral colocar em posição fetal. + proximas Critérios de boa realização: .Boa visualização de D12 a S1 . 5cm lateralmente ao PMS Foco: fino (para o lado levantado) Projecção: AP/PA Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter RC: centrado ao nível de L3. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: centrado ao nível de L3. espondilolise (pode surgir associado à espondilolistesis. + afastadas OP – art.. . . Observações: Apneia expiratória Finalidade: estudo de lise ístmica Nota: Espondilartrose – Face+Perfil. extensão do tronco ao máximo.Valores de exposição adequados Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e hiperextensão Chassi: 35x43cm l. OA – art. patologia discal ou lombalgia – ortostatismo. Plano médio sagital paralelo ao filme. Plano coronal alinhado com a linha média do potter. .Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados Chassi: Oblíquas anteriores ou posteriores 18x43cm l. . espondilolitesis (deslizamento de uma vértebra sobre a outra). flectir o corpo ao máximo.Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral.Articulações zigoapofisárias abertas .Hiperflexão: articulando a pelve.Boa visualização dos istmos lombares (zona entre a lâmina e o pedículo) .Ortostática (AP ou PA) ou decúbito dorsal ou decúbito ventral.Espaços intervertebrais abertos .Colimar à região de interesse. Projecção: lateral Posicionamento: .Boa visualização dos “scotty dog” .Hiperextensão: articulando a pelve. Rotação do corpo de 45º.

. . sacro-iliacas equidistantes da coluna. Articulando a pelve.Visualização de D12 a S1.Colimar à região de interesse Observações: Apneia respiratória 63 .Ortostática ou decúbito.Coluna centrada no centro de colimação .Arts. permite também ver se há cedências (espondilolitesis) Critérios de boa realização: .Art. . -Alinhamento das apófises espinhosas em relação ao corpo vertebral.Colimar à região de interesse. fazer o paciente inclinar o ombro e corpo mantendo o apoio simétrico dos membros inferiores. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral). Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização: . Braços ao longo do corpo. da coluna inclinadas para a direita/esquerda. Braços afastados do corpo. PMS paralelo ao filme.Não desdobramento do muro vertebral posterior Chassi: • Face com desvios laterais (direito e esquerdo) 35x43cm l. Repetir o procedimento do lado oposto.Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente (2cm) Foco: fino abaixo das cristas ilíacas. DFf: 1m Posto com RC: centrado ao nível de L3 potter Foco: fino Projecção: AP/PA Posicionamento: . .Valores de exposição adequados • Transição lombo-sagrada (L5-S1) Chassi: Perfil 18x24cm l. Projecção: lateral Posicionamento: .Ausência de rotação do tórax ou pelve .Observações: apneia respiratória Finalidade: avaliar a flexibilidade da coluna em esforço. . Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo).

Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo).Colimar à região de interesse. . Projecção: AP/PA Posicionamento: .Valores de exposição adequados Chassi: Face para L5-S1 18x24cm l. Braços ao longo do corpo.Ortostatismo ou decúbito.Valores de exposição adequados. DFf: 1m Posto com RC: ângulo lombo-sagrado (determinado no perfil) ou 30 a 35º (padrão). . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 64 . • Estudo radiológico do sacro Face Chassi: 24x30cm l.Espaço intervertebral aberto. Linha paralela ao promontório sagrado mais linha perpendicular à margem supero-posterior ao sacro. Projecção: AP/PA Posicionamento: . Foco: fino PA – crânio-caudal a meio da linha que une as EIAS. .Não rotação e não desdobramento do muro vertebral posterior. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Nota: Faz-se primeiro que a face para determinar o ângulo lombo-sagrado. Braços ao longo do corpo. . . DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano (AP) potter centrado no PMS a incidir a meia distância da linha Foco: fino que une as EIAS e a SP. AP – caudo-craniano a meio da linha potter que une as EIAS. sacro-iliacas equidistantes do centro da coluna. .Colimar à região de interesse.Visualização desde L5 até ao promuntório sagrado. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito).Espaço intervertebral aberto e no centro de colimação. Critérios de boa realização: .Art.Decúbito dorsal ou decúbito ventral. . . L5-S1 centrada. Extensão dos membros inferiores.Arts.

Sacro de perfil.Colimar à região de interesse. Braços ao longo do corpo. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Cóccix alinhado e no centro de colimação. Extensão dos membros inferiores. Chassi: Perfil 24x30cm l. . Projecção: lateral Posicionamento: . . Flexão das ancas e dos joelhos. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível das EIAS. Alinhar o sacro com a linha média da mesa. • Estudo radiológico do cóccix Chassi: Face 18x24cm l. . 5cm Foco: fino anterior à superfície posterior do sacro.Visualização de todo o sacro e no centro de colimação. .Valores de exposição adequados..Visualização de todo o sacro.Decúbito dorsal ou decúbito ventral. .Valores de exposição adequados. Projecção: AP/PA Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. 65 . DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 10 a 15º crânio-caudal centrado no Foco: fino PMS a incidir 5cm acima da sinfíse púbica.Valores de exposição adequados. . .Decúbito lateral.Apófise espinhosa de L5 alinhada e centrada com o sacro.

Colimar à região de interesse. Alinhar o cóccix com a linha média da mesa. Observações: Apneia respiratória Finalidade: .Cóccix de perfil. Descalço. alinhado e no centro de colimação. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular e horizontal a incidir a meio da Foco: fino linha que une as cristas ilíacas. .Colimar à região de interesse.Estudo estático da região lombo-pélvica 66 . apoio simétrico dos membros inferiores e rotação interna dos pés de 15º aproximadamente (para desdobrar os colos do fémur).Chassi: Perfil 18x24cm l. Projecção: lateral Posicionamento: . Flexão das ancas e dos joelhos. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir 3 a 4cm acima do Foco: fino grande trocanter. • Incidência de SEZE (incidência panorâmica da região lombar e pélvica. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . para estudo ósseo em situação de carga) Face Chassi: 35x43cm l.Decúbito lateral. .Valores de exposição adequados. Braços ao longo do corpo. Projecção: PA Posicionamento: .Ortostatismo. .

coxo-femurais..Estudo dos corpos vertebrais e discos .Análise simultânea das articulações sacro-ilíacas. charneira lombo-sagrada e colo do fémur 67 .

Boa visualização de toda a coluna de face e centrada com o centro de colimação . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. Braços ao longo do corpo.Incluir na colimação parte das cristas íliacas Telerradiografia de perfil (estudo de cifoses e hiperlordoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir a meio do chassi.Face + Perfil Telerradiografia de face (estudo de escleoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino RC: perpendicular a incidir a meio do chassi.Grelha anti-difusora . Braços elevados a formar um ângulo de 90º com o corpo.Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos . Posicionamento: .Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos 68 .Apneia respiratória .Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem .Ausência de rotação .Lateral em ortostatismo. .Ortostatismo. . Projecção: AP Posicionamento: . Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico).Ausência de rotação .Distância foco-filme de 2m . Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico).Colimar à região de interesse.• Estudo métrico da coluna Particularidades: .Protecção gonadal (até 16anos) .Boa visualização de toda a coluna de perfil e centrada no centro da colimação .

Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. DFf: 1m Posto: potter v. DFf: 1m Posto: potter v. Apoio frontonasal. . Flexão da cabeça de modo a que o POM fique perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Palmas das mãos apoiadas no potter.8. estudo da abobada craniana 69 .Paciente sentado para uma projecção AP. S= 0º Finalidade: Incidência de recurso quando o paciente não consegue fazer uma face PA para traumatizados ou acamados Janela radiológica: Órbitas para projectar os rochedos Nota: se o doente estiver instável. PMS perpendicular ao filme de forma a garantir a simetria do crânio.Paciente sentado para uma projecção PA. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no nasion Posicionamento: . . Apoio do occipital. PMS perpendicular ao filme. POM perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Estudo radiológico do crânio e do maciço facial • Estudo radiológico do crânio Face AP (Schuller II ou rochedos nas órbitas) Chassi: 24x30cm l.Colimar de acordo com a região. S = 0º Finalidade: estudo standard. tumor na cabeça. devemos recorrer a apoios para imobilizar a cabeça. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no nasion Posicionamento: . Face PA (Steenhuis) Chassi: 24x30cm l. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.

Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica.Nota: se cortarmos a mandíbula na faz mal.Bom estudo da sela turca Incidência de perfil nos traumatizados Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto: potter h. 70 . Alinhar o PMS. Posicionamento: .Posição simétrica do crânio (linhas inominadas equidistantes da linha média) . lateral em ortostatismo ou decúbito lateral.Paciente sentado para uma projecção PA. Membro superior contralateral em extensão e ipsilateral encostado ao potter com o ombro relaxado. Flectir a cabeça e elevar o crânio com um apoio para não cortar a parte mais posterior do occipital.Colimar de acordo com a região.Visualização de todo o crânio desde o vertéx até à mandíbula. PMS paralelo ao filme e perpendicular ao RC.Boa visualização das linhas inominadas (resultam de um tangenciamento do raio relativamente à asa do esfenoide) . Perfil Chassi: 24x30cm t.Rochedos (ouvidos. porção petrosa do temporal) no centro das órbitas . DFf: 1m Posto: potter v. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir 4cm acima do tragus contralateral. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular horizontal a incidir no meio do chassi.Boa visualização dos seios perinasais . S = 90º Nota: incidência muito informativa Critérios de boa realização: . Posicionamento: . POM paralelo ao chão. há patologias e que há aumento dos ossos (ex:acromegalia) Critérios de boa realização: .Doente em decúbito dorsal. .Crânio de perfil *Tectos das órbitas sobrepostos *Apófises clinóides da sela turca sobrepostos *CAE sobrepostos .

POM perpendicular ao filme. angulado 25º crânio-caudal a emergir no nasion. Apoio do occipital. S = 0º Finalidade: estudo do osso frontal Nota: usa-se em caso de lesão nos seios Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse..Boa visualização dos seios frontais e osso frontal Caldwell invertido (incidência para politraumatizados) Chassi: 18x24cm l. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Colimar de acordo com a região 71 . Foco: fino Projecção: PA RC: a formar um ângulo de -25º com o POM. .Paciente sentado para uma projecção PA. Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º. Apoio frontonasal. S = 90º Caldwell Chassi: 18x24cm l. .Paciente posicionado para uma projecção AP. Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v.Simetria do crânio . POM perpendicular ao filme. DFf: 1m Posto: potter v. Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir no nasion.Colimar de acordo com a região.Bordo superior dos rochedos sobreposto ao bordo inferior das órbitas .Visualização do chão da sela turca .

+/. Flexão máxima da cabeça de forma a que o mento fique encostado ao tórax (se possível).Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º.Observações: Apneia respiratória Towne (ou semi-axial) Chassi: 24x30 cm l. pesquisa de fracturas.7 cm acima do nasion.Estudo das mastóides. Critérios de boa realização: .Projecção da sela turca no buraco magno (só em alguns pacientes. Projecção: AP Posicionamento: . RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir no centro Foco: fino da linha bi-auricular.Simetria do crânio e não rotação .Todo o maciço facial é projectado para baixo para visualização do occipital e abóbada craniana . 72 . . DFf: 1m Posto: potter h/v. Apoio do occipital.Paciente sentado para uma projecção AP. Parte-se da incidência de Caldwell com RC angulado 25º cranianos a incidir na base do occipital a emergir +/.Côndilos da mandíbula de face .7cm acima do nasion.S = 0º Finalidade: estudo da região occipital. POM perpendicular ao filme. noutros é necessário dar mais angulação à ampola) Towne invertido Na impossibilidade de fazer flexão da cabeça. Raio central a formar um ângulo de 25º com o POM.Visualização do dorso da sela turca . ATM .

S = 0º Finalidade: estudo dos ossos da face e dos seios. Water Chassi: 18x24 cm l. na falha de Towne e Towne invertido.Estudo da região nasal (trauma) .Estudo dos malares (trauma) .Paciente sentado para uma projecção PA. Apoio do mento. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no acantion. Critérios de boa realização: .Estudo dos ossos da face . desvio do septo nasal e pirâmide dos septos. é uma incidência de último recurso pois causa muita disturção. Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM . Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v.Simetria do crânio e não rotação .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º.Seios maxilares totalmente livres da sobreposição dos rochedos Water modificado Em caso de pesquisa de fractura dos malares realizar duas incidências: * -40º Apoio mentonasal e raio central angulado 5º descendentes * -60º Apoio mentoniano e raio central angulado 10º descendentes 73 .Nota: podemos colocar um apoio para a flexão da cabeça.

Incidências axiais Chassi: 18x24 cm l.Visualização de toda a pirâmide nasal.Paciente sentado para uma projecção PA.Seios esfenoidais projectados na boca . Blondeau Chassi: 18x24 cm l.Raio central: sempre a emergir no acantion. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no acantion.S = 0º Nota: usa-se a boca como janela radiológica para visualizar os seios esfenoidais Critérios de boa realização: . Apoio do mento com abertura da boca. DFf: 1m Posto: potter v. Posicionamento: .Simetria do crânio e não rotação . Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM. Foco: fino Projecção: AP Axiais – estudo da base do crânio 74 RC: perpendicular a incidir a meio da linha que une os tragus .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º. DFf: 1m Posto: potter v.Seios maxilares livres de sobreposição . .

. Apoio do vértex.Hiperaxial – à frente dos seios frontais .Rochedos na metade inferior dos seios maxilares 75 . Raio central a formar um ângulo de -35º com o POM. .Estudo das ATM.S = 0º Indicações: pesquisa de corpos estranhos Artefactos: lentes de contacto Variantes no tipo de apoio: Fractura do mento – fazer apoio fronto-nasal com raio central angulado 35º crânio-caudal Apoio nasal (ângulo OM de -25º) – raio central angulado 10º crânio-caudal Apoio mentoniano (ângulo OM de -50º) – raio central angulado 15º caudocraniano Critérios de boa realização: .Paciente sentado para uma projecção PA. Projecção: PA Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v. Apoio mentonasal.Subaxial – sobre as células etmoidais anteriores Mahoney ou chão das órbitas Chassi: 18x24 cm t. RC: perpendicular a emergir no meio da Foco: fino linha interpupilar.Estudo dos seios esfenoidais e etmoidais . 75º (Hirtz) ou 60º (subaxial) com o POM. arco da mandíbula e apófises zigomáticas (malares) .Axial – sobre os seios frontais .Projecção do arco da mandíbula: .Colimar de acordo com a região Observações: apneia respiratória Nota: desaconselhado a pacientes que não conseguem fazer hiperextensão Distinção: * Subaxial: o arco da mandíbula fica abaixo dos seios frontais * Hirtz: o arco da mandíbula fica sobreposto aos seios frontais * Hiperaxial: O arco da mandíbula fica acima dos seios frontais Critérios de boa realização: .Posicionamento: Paciente sentado para uma projecção AP.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -35º. Hiperextensão (contra-indicado em suspeita de traumatismo da cervical) da cabeça de modo a que o raio central faça um ângulo de 90º (hiperaxial).

Sobreposição dos tectos das órbitas . DFf: 1m Posto: potter v. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir na órbita ipsilateral. Cabeça deflectida. Projecção: PA Posicionamento: ..Paciente sentado para uma projecção PA. lateral em ortostatismo ou decúbito lateral (em extrema urgência quando não há mais alternativa). Cálculo exacto da localização do corpo estranho e factor de ampliação Finalidade: Pesquisa de corpos estranhos intra-oculares • Estudo radiológico do canal óptico Hartmann Chassi: 18x24 cm l.Crânio estritamente de perfil Método de Comberg (em desuso) Técnica: 1.Paciente sentado para uma projecção PA. Anestesia local 2.Sobreposição dos CAEs . . Posicionamento: . Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica.S = 90º Finalidade: pesquisa de corpos estranhos na órbita ou diferença do chão da órbita Critérios de boa realização: .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. POM paralelo ao raio central. Colocação da lente de contacto de Comberg que contem uma agulha no centro para ter certeza que o paciente está bem posicionado 3. DFf: 1m Posto: potter v.Sobreposição das apófises clinóides anteriores e posteriores . Radiografia de face e perfil estrito da órbita 4.Visualização do chão das órbitas Perfil da órbita Chassi: 18x24 cm l. RC: perpendicular a incidir no rebordo externo da Foco: fino órbita contralateral. Apoio mento-nasal de forma a colocar o POM a -35º.Simetria do crânio e não rotação . PMS paralelo ao filme e perpendicular ao raio central. Rotação da 76 .Órbita no centro de colimação .

Apoio fronto-nasal. Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma oval) de bordos bem definidos. projectado no centro do quadrante infero-externo da órbita. Apoio do frontal. Rheze Chassi: 18x24 cm l. DFf: 1m Posto: potter v. nariz e malar.Colimar à região de interesse. malar.Colimar à região de interesse. Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal.cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). Canal óptico alongado. Apoio do nariz. DFf: 1m Posto: potter v. Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 20º descendentes a emergir a meio da linha que une as 2 orbitas. mento. Posicionamento: . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir na órbita Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica). Estruturas visualizadas: Estudo bilateral das fendas esfenoidais. Critérios de boa realização: . Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma circular) de bordos bem definidos. . . projectado centro do quadrante infero-externo da órbita.Paciente sentado para uma projecção PA.Colimar à região de interesse. . • Estudo radiológico da fenda esfenoidal Caldwell modificado Chassi: 18x24 cm t.Paciente sentado para uma projecção PA. Rotação da cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica). Apoio frontonasal de forma a colocar o POM a 0º. POM= -20º e PMS = 0º.Visualização simétrica da fenda esfenoidal 77 .

Rotação da cabeça para o lado oposto de forma a que o PMS fique a 15º. Estruturas visualizadas: Visualização da fenda esfenoidal ao centro da órbita. RC: perpendicular a emergir no Foco: fino centro da órbita Projecção: PA Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v. 78 .Projecção da porção petrosa debaixo do sulco supra-orbital Incidência de Brunetti (em desuso) Chassi: 18x24 cm l. entre o canal óptico e a fissura orbital superior. Apoio nasal de forma a que o POM fique a -20º.Colimar à região de interesse. .. Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal.Doente sentado para uma projecção PA.

Projecção: AP Posicionamento: . .Ouvido médio projectado na órbita . Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no ângulo superointerno da órbita homolateral.• Estudo radiológico do ouvido Incidência transorbitária de Guillén Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. caixa timpânico e assiculo.S = -15º Finalidade: Estudo do ouvido médio através da órbita (janela radiológica). 79 . canal auditivo externo.Doente em decúbito dorsal. os canais semi-circulares superior e externo e canal auditivo interno. RC: perpendicular a incidir no ângulo Foco: fino externo da órbita.Canal semi-circular externo visto de face Incidência de Chaussé III Chassi: 18x24 cm l. Rotação da cabeça para o lado oposto ao lado a radiografar. . Posicionamento: . Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita. constituído pelo vestíbulo.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto: potter v.Doente em decúbito dorsal. Rotação da cabeça para o lado a radiografar de modo a colocar o raio central no ângulo supero-interno da órbita.Colimar à região de interesse. o labirinto com o vestíbulo. Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme.S = 15º Objectivo: Desfiladeiro (ouvido) antro-aticotimpânico projectado para fora da órbita. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme. canal semi-circular superior. Visualizam-se os ossículos do ouvido. a caixa do tímpano. Critérios de boa realização: .

80 .

Cabeça de perfil de modo que o plano médio sagital fique paralelo ao filme.S = 35º Finalidade: estudo do ouvido interno e células mastoideias. DFf: 1m Posto: potter v.Visualização da cóclea e do vestibulo • Estudo radiológico das ATM Schuller I Chassi: 18x24 cm l. Projecção: AP Posicionamento: .ATM no centro de colimação . Deve ser feito o estudo bilateral com a boca aberta e fechada. RC: perpendicular a incidir a meio da Foco: fino linha orbitomeatal do lado ipsilateral.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º.S = 90º Finalidade: estudo das ATM Critérios de boa realização: .Paciente sentado para uma projecção PA. POM perpendicular ao filme. .Colimação adequada 81 . Rotação da cabeça para o lado oposto a radiografar de modo a colocar o raio central a meio da linha orbitomeatal. Flexão da cabeça de modo a que o POM fique paralelo ao chão.Incidência de Stenvers Chassi: 18x24 cm l.Visualização do fundo do canal auditivo interno ligeiramente encurtado . lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 25º crânio-caudal a emergir na ATM em estudo.Decúbito dorsal. Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v. Critérios de boa realização: .Projecção de face dos canais semi-circulares superiores e externos .

Incidências em número suficiente para demonstrar todos os seios perinasais livres de sobreposição. . formação de pólipos.Patologia mais frequente é sinosite.Rigor no posicionamento.• Estudo radiológico dos seios paranasais . . Objectivo: Ver seios livres de sobreposição.Ponderação na escolha dos valores de exposição – densidade radiográfica dos seios perinasais. .Sempre que possível realizar em ortostatismo ou sentado.Seios frontais.Chassi: 18x24 cm 82 . . seios maxilares Particularidades: . seios esfenoidais. seios etmoidais. .

etmoidais e seio esfenoidal Blondeau Hiperaxial 83 .Perfil Incidências (raio central Objectivo Visualização de todos os seios perpendicular a incidir a meio da perinasais linha OM) Caldwell Visualização dos seios frontais de face e células etmoidais anteriores Water Visualização dos seios maxilares e frontais Visualização do seio esfenoidal Visualização dos seios frontais.

Aloja a hipófise (se a hipófise estiver aumentada pode levar a erosão da sela . ou ambos para distinguir se é nível hidroaéreo ou pólipo.Faz parte do osso esfenoidal .O melhor estudo é o perfil . • Estudo radiológico da sela turca .Nota: em algumas instituições podemos prescindir das incidências de Caldwell e Blondeau.Constituída por: chão da sela e dorso .Chassi: 18x24 cm 84 . Incidência de Water – sinusite ou pólipo? Procede-se à modificação do Water – faz-se a incidência de Water e inclinase a cabeça para um lado ou para outro.É limitada pelas apófises clinóides anterior e posteriormente .

janela radiológica – turca buraco Caldwell magno) • Estudo radiológico dos ossos próprios do nariz .5cm acima e anteriormente ao CAE) Objectivo Visualização da sela turca Visualização do chão da sela turca Towne (raio central 30 a 35º Visualização do dorso da sela ou mais.Incidências Perfil (raio central 2.Chassi: 18x23 cm .Sem potter 85 .

Apoio fronto-nasal. Boca fechada e em repouso. 86 .Incidências Características Perfil dos ossos próprios Idêntico à incidência com o do nariz raio central a incidir na raiz do nariz Crosserez (não se usa) Posição como a incidência de Hirtz com o raio central tangente à raiz do nariz Water Visualização da pirâmide nasal. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir a meia distância entre o mento e as ATM’s no PMS.Paciente sentado para uma projecção PA. Desvio do septo • Estudo radiológico da mandíbula Face PA Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. POM deve ficar perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Palmas das mãos apoiadas no potter. Posicionamento: .

Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 25º caudo-craniano. Pedir ao doente para morder o objecto do aparelho para que não haja sobreposição dos dentes.Visualização do trabeculado ósseo .Boa visualização da arcada dentária e da inserção dos dentes na mandíbula . a emergir no gonion homolateral. 87 .Visualização dos espaços articulares . Feixe luminoso transversal a coincidir com a linha infraorbitomeatal.S = 0º Critérios de boa realização: .Permite a visualização de toda a arcada desntária .Mandíbula no centro de colimação .Visualização de toda a mandíbula. ATM’s e condilos Aparelho especializado: Cefalostato Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v.Imagem no centro da película .Mandíbula com formato ovalado e com a sinfise mandibular projectada ligeiramente abaixo dos ângulos mandibulares . desde os condilos até ao mento . Critérios de boa realização: .Radiografia panorâmica de toda a região maxilo-facial .Ausência de rotação – gonions ao mesmo nível e equidistantes do PMS Ortopantomografia .Porção da cervical igual de cada lado e desobrepostos das ATM’s .Doente em ortostatismo ou sentado com a coluna cervical rectilinizada..Simetria das ATM’s .Ramos e dentes superiores igualmente ampliados de cada lado .Visualização da arcada dentária desde a parte cortical à parte medular . PMS alinhado e centrado com a linha luminosa longitudinal.Simetria da arcada dentária .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Visualização desde as ATM’s até ao mento Oblíqua (Défillé) Chassi: 18x24 cm l.Permite o estudo de toda a mandibyla.

Posicionamento: . .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º. Sobreposição dos ramos direito e esquerdo da mandíbula.Cabeça de perfil com apoio do plano auricular. 88 . no centro de colimação e livre da sobreposição da porção mandibular contralateral. podemos rodar a cabeça. Critérios de boa realização: . Plano médio sagital paralelo ao filme.S = 90º Nota: em vez de angular a ampola.Porção mandibular em estudo horizontalizada.

89 .

a emergir no nasion Angulado 25º caudais. desvio do septo nasal e pirâmide nasal Ver os seios esfenoidais usando a boca como janela radiológica Arco da mandíbula abaixo dos seios frontais Arco da mandíbula sobreposto aos seios frontais Arco da mandíbula acima dos seios frontais Pesquisa de corpos estranhos Corpos estranhos ou chão da orbita Canal óptico projectado no quadrante infero externo da órbita (redondo) Canal óptico projectado no quadrante infero externo da órbita (oval) Estudo da fenda esfenoidal 90 Estudo da fenda esfenoidal 0º 0º 25º 0º 90º 0º Towne (AP) 25º 0º Crânio Water 50º 0º Blondeau -50º 0º Subaxial A x i a i s -60º 0º Perpendicular a meio da linha que une os tragus Hirtz -75º 0º Hiperaxial Mahoney Chão das orbitas Órbita Perfil da orbita -90º -35º 0º 0º 0º 90º Perpendicular a meio da linha interpupilar Perpendicular no rebordo externo da orbita contralateral Perpendicular na orbita ipsilateral Hartman Canal óptico Rheze -35º 35º 0º 35º Perpendicular a emergir na orbita Angulado 20º descendentes a emergir no canto da orbita Perpendicular a emergir no centro da orbita Fenda esfenoid al Caldwell modificado Brunetti -20º 0ç -20º 15º . a incidir no meio da linha biauricular Perpendicular a emergir no acantion Perpendicular a emergir no acantion Finalidade Estudo standard da abobada craniana Estudo standard da abobada craniana Todas as estruturas de perfil Estudo do frontal Estudo do occipital Estudo dos ossos da face e dos seios. 4 cm acima do tragus contralateral Angulado 25º caudais.Incidência Schuller II Rochedos nas órbitas Face AP do crânio Steenhuis Face PA do crânio Perfil do crânio Caldwell OM 0º S 0º RC Perpendicular a incidir no nasion Perpendicular a emergir no nasion Perpendicular.

91 .

aticutimpâ nico projectado para fora da orbita Estudo do ouvido médio Estudo dinâmico das ATMs com a boca aberta e fechada Todos Fontais e esfenoidal Maxilares e frontais Esfenoidal Frontais. etmoidais e esfenoidal Stenvers 0º 35º ATM Sculler I Perfil Caldwell -25º 0º Seios Perinasai s Water Blondeau Hiperaxial Perfil Perpendicular. no nasion 30/35º caudais.5cm acima do CAE 25º caudais. a emergir no gónion 92 Face PA Mandíbul a Oblíqua (defillé) 0º 0º 25º 90º . 2. 7 cm acima do nasion Toda a sela Chão da sela Dorso da sela Pirâmide e septo nasal Sela turca Caldwell Towne Ossos próprios do nariz Perfil Water Perpendicular a emergira a meia distancia entre o mento e as ATMs no PMS Angulado 25º craniano.Incidência Transorbitária de Guillén Ouvido Chausse III OM 0º S -15º RC Perpendicular a incidir no ângulo supero-inferior da orbita ipsilateral Perpendicualr a incidis no ângulo externo da orbita Perpendicular a meio da linha orbito-meatal Angulado 25º a emergir na ATM em estudo 0º 15º Finalidade Estudo do ouvido médio tendo a orbita como janela radiológica Desfiladeiro antro.

Mulheres: ligeiramente abaixo dessa linha (2cm) Posicionamento: .Verificar os valores de exposição .9.Valores de exposição adequados. (exame prévio para certificar todos os critérios para exames específicos) • Exames contrastados Exames UIV – Urografia intravenosa Ureteropielografia retrógada endoscópica Cistografia Pielografia anterógrada percutânea Uretrocistografia miccional Cistoureterografia miccional seriada (CUMS) Finalidade Estudo dinâmico no sistema urinário (rim-bexiga). Finalidade: .Não rotação .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . .Identificação da lateralidade . de modo a que seja possivel visualizar os bordos laterais do músculo psoas e as apófises transversas da coluna lombar. Alinhamento do plano médio sagital (tracção).Verificar a centragem .Alinhamento do PMS .Ponto de referência de estudos contrastados posteriores . Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão.Para ver se existem densidades de cálcio susceptíveis de prever cálculos.Ver se a preparação intestinal está adequada . por via endovenosa Estudo retrógado da árvore pielocalicial e ureteres Estudo da bexiga (via anterógrada ou via retrógada) Punção percutânea para estudo da árvore pielocalicial Estudo da bexiga e uretra Indicação: situação de refluxo. Estudo radiológico do aparelho urinário Renovesical Chassi: 35x43 cm l.Bom enquadramento: * Superior: visualização dos pólos superiores dos rins * Inferior (mulher): bordo inferior da sínfise púbica * Inferior (homem): bordo superior da sínfise púbica . Estudo contrastado dos ureteres e bexiga 93 . Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir: Homens: a meio da linha que une as duas cristas ilíacas. DFf: 1m Posto: potter h.Decúbito dorsal.

Já urinou? (tem que urinar antes da realização do exame) . .Administração de clisteres de limpeza intestinal. diminuindo assim a ansiedade o que vai diminuir o risco de reacção alérgica) .Já fez alguma UIV? (informar o paciente.É diabético? Que medicação está a fazer? .Tem asma ou bronquite? (boa forma de perceber se há historia alérgica) . só se realiza caso o paciente esteja medicado e com o consentimento do medico radiologista) . 6 horas .Pesquisa de cálculos renais . fazer um questionário prévio: .Relativas: gravidez.Traumatismo renal .Absolutas: não existem .Tem problemas cardíacos? (aumenta o risco de reacção.Hipertensão renal .Dieta rica em fibras e pobres em gorduras .Urografia Intravenosa – UIV .Pacientes com história alérgica: administrar anti-histamínicos nos três dias antecedentes ao exame . insuficiência renal Preparação do paciente: .Suspensão de líquidos gaseificados .Exame dinâmico e personalizado. 3 horas antes do exame) Produto de contraste usado: 94 .Jejum.É alérgico a algum medicamento ou alimento? . Antes da execução do exame.Está grávida? .Está em jejum? (o máximo é um chá ou água.Pacientes intolerantes ao iodo (alérgico ao marisco ou morangos): administrar corticóides. de pelo menos.Recomendação de refeições leves nos dois dias anteriores ao exame.Infecções do aparelho urinário Contra-indicações: . . Indicações: . história alérgica.É insuficiente renal? .

10. logo após a administração do produto de contraste.Tri-iodado hidrossolúvel . ..Temperatura: 37ºC (temperatura corporal e diminuição da viscosidade. centragem e preparação intestinal) 2º Injecção do produto de contraste 3º Realizar uma radiografia após o término da injecção – nefrografia (fase nefrográfica).5ml/Kg (crianças) .Chassis: 35x43cm.40 minutos (normalmente usa-se quando há atrasos9 .Esvaziamento da bexiga Cuidado: 95 . de estiver algaliado não se faz.Quantidade: 60 a 90ml (adultos) e 1.20.Injecção em bólus (com a mesma força e pressão) e em menos de meio minuto (para manter a homogeneidade) Material de consumo clínico: .Fármacos: corticóides e anti-histamínicos .35x35cm ou 24x30cm (só rins). ligeiramente mais penetrada (mais 2 ou 3 kV) Observações: Apneia respiratória Nota: em caso de insuficiência renal. Per-miccional (normalmente só nos homens para estudo da uretra).15 e 30 minutos – mais informação.Resíduo vesical (principalmente por hiperplasia da próstata e infecções urinárias na mulher) . normalmente o contraste está armazenado numa estufa) . 35x35cm . Pós-miccional . menos dose de radiação Material: 3º e 4º .Realiza-se com o paciente quase em ortostatismo. o paciente pode regressar no dia seguinte para realizar uma renovesical simples de forma a verificar se ainda existem vestígios de contraste.Refluxo (sob controlo radioscópico) .Agulha e butterfly (18 e 19G) Questões ético-profissionais Material de consumo radiológico: .Marcadores de lateralidade e tempo (tempo radiológico – tempo de aquisição da imagem dentro do exame) Procedimento geral: 1º Renovesical simples – 35x43cm (avalia parametos de exposição. Raio central no rebordo costal inferior.Écrans: universais . a chegar aos ureteres) 5º Radiografia aos 5 minutos (35x43cm) – contraste na bexiga A partir daqui os protocolos variam: . mais ou menos aos 30 segundos (visualizam-se os rins com maior densidade) 4º Radiografia aos 3 minutos (rins iluminados – contraste nos cálices.

Cólica aguda .Realiza-se após a injecção de contraste Nefrotomografia Chassi: 24x30cm RC: no rebordo costal inferior Finalidade: Ver contornos renais e detecção de quistos renais (hipertensão). os ureteres podem unir-se ou não e esta união pode surgir a vários níveis (pelve renal ou uréter.Este vai servir de janela radiológica para os rins .Pós – miccional (só resulta se ainda houver contraste nos bacinetes) UIV com técnica de distensão gasosa .É mais usado em crianças. tossir .Pós – compressão ureteral .Gravidez . realizam-se incidências obliquas.Transplante renal – o rim está na pelve (normalmente na fossa ilíaca direita) . má formação congénita. 96 .Incidência em ortostatismo . .Cirurgia recente .Incidência em DV . em recurso.Compressão ureteral: *Tempo de compressão: 5 minutos (8 minutos no máximo) *Se o doente referir dor – aliviar compressão . durante uma UIV. para distender o estômago .Litíase ureteral Manobras para visualização dos ureteres: Caso não se consiga visualizar. todas as porções dos ureteres: . os rins podem estar parcialmente unidos. pode ser uni ou bilateral.. Contra indicações da compressão uretral: .Aneurisma da aorta .Massas abdominais . no caso de não se visualizar a união e para certificar se existe ou não.Traumatismo abdominal . no caso de ser unilateral pode levar a insuficiência renal no lado contralateral.Administra-se um refrigerante com gás ou outros.Trendelemburg a 15º no mínimo (se a compressão estiver contraindicada).Doentes em hemodiálise – a injecção do produto de contraste deve ser feita no dia da diálise Manobras para visualização das cavidades pielocaliciais: Entre os 5 e os 10 minutos de uma UIV se não conseguirmos visualizar as cavidades pielocaliciais fazer: . normalmente).Pós – trendlembrug a 15º .Manobra de Valsava ou. Faz-se logo após a nefrografia em caso de imagem suspeita de quistos Nota: rins em bolacha: 2 sistemas excretores.

Tracção para alinhar o plano médio sagital.*Bifidez do sistema excretor: Quando existem dois sistemas excretores que se unem a certo ponto (exemplo: quatro rins).Doente em decúbito dorsal. 97 . DFf: 1m Posto: potter h. Elevar o lado ipsilateral 20º. Membros superiores ao longo do corpo. • Estudo do rim Incidência para estudo do rim (neoplasias) Chassi: 24x30 cm t. DFf: 1m Posto: potter h. Tracção para alinhar o plano médio sagital. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no lado a radiografar Posicionamento: . Membros superiores ao longo do corpo. Fazemos estudo dos dois. no plano médio sagital. Posicionamento: . Tracção para alinhar o plano médio sagital. outro vê-se obliquado. Finalidade: serve para desprojectar o gás do cólon dos rins. Um vê-se de face. OPE – rim direito de face. Membros superiores ao longo do corpo. Elevar o lado contralateral 45º. * Duplicidade do sistema excretor: Quando os dois sistemas excretores não se unem (exemplo: 4 ureteres). vemos o rim obliquado Incidência de face verdadeira do rim Chassi: 24x30 cm l. DFf: 1m Posto: potter h. RC: perpendicular a incidir no hipocôndrio do Foco: fino lado levantado Projecção: AP Posicionamento: . Foco: fino Projecção: AP Ph/ Incidência de face AP RC: perpendicular a meia distância entre o rebordo costal inferior e o apêndice xifoide. Observações: Apneia respiratória Incidência oblíqua Chassi: 24x30 cm l. Nota: OPD – rim esquerdo de face.Doente em decúbito dorsal.Doente em decúbito dorsal.

A face. divertículos) Cistografia Pode ser realizada no decorrer de uma UIV ou por via retrógada. permite ver resíduo mixional Nota: .A per-miccional é realizada principalmente nos homens para estudos da uretra .• Estudo radiológico da bexiga (neoplasias. Oblíquas posteriores direita e esquerda Posicionamento: . 2 a 3cm para o lado levantado.Paciente em decúbito dorsal. no plano médio coronal Per-miccional: Depende da situação clínica Pós-miccional: Realizada frequentemente. Membros superiores ao longo do corpo.Tipos de refluxo: *Activo: na fase miccional *Passivo: na fase de repleção Uretrografia Pode ser realizada no recurso de uma UIV ou por via retrógada Incidências preferenciais: . as obliquas e a pós-miccional são sempre realizadas . Chassi: 24x30cm (trans.Perfil nas mulheres (raio central no plano médio coronal mais ou menos ao nível do grande trocanter) Dinâmica do exame: Preenchimento directo total da uretra e per-miccional. 98 . Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão. no PMS. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica.Paciente em posição lateral com flexão dos membros para conferir estabilidade Raio central perpendicular a incidir 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica. Tracção para alinhar o plano médio sagital.O perfil só em realizado em situações pontuais. ou esq.) ou 35x43cm no sentido long.OPD e OPE nos homens (raio central na sínfise púbica) . Perfil (direita ou esquerda) Posicionamento: . (refluxos) Distância foco-filme: 1m Posto: com potter Foco: fino Apneia: respiratória Face em repleção Posicionamento: . Elevação de 45º do lado dir. principalmente nas mulheres pela sobreposição do útero . Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima no bordo superior da sínfise púbica.Paciente em decúbito dorsal.

Indicações: Insuficiência renal e na pesquisa de interrupções do uréter ( via anterógrada. Primeira radiografia simples e depois em várias fases de repleção.Realizada mais frequentemente nas mulheres. . Pode ser feito uni ou bilateral.Técnica: Radiografia simples Algaliação da uretra e injecção de contraste (diluído a 50%) Homens: Face AP em decúbito dorsal e OPE ou OPD Mulheres: Face AP em decúbito dorsal e de perfil Repleção máxima da bexiga Radiografia per-miccional (preferencial/) ou com esforço micccional Radiografia pós-miccional Chassi: 24x30cm ou 35x43cm (refluxo) Raio central perpendicular a incidir no bordo inferior da sínfise púbica. no sentido do fluxo normal). A doente é colocada em posição ginecológica para introdução do citoscópio com fonte de luz. Indicações clínicas: traumatismo da uretra (comum no homem) . .Exame não funcional do sistema urinário.Raio central perpendicular a incidir a meia distancia entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior Uretrocistografia miccional Exame não funcional da uretra e bexiga. 99 .Ureteropielografia Retrógada Endoscópica (UPRE) . Chassi: 35x43cm Distância foco-filme: 1m Foco: fino . Cateterização do uréter e injecção do produto de contraste (tri-iodado hidrossolúvel a 50% em soro fisiológico).Técnica: A doente vai urinar e veste uma bata hospitalar. .

introduz-se o contraste e vê-se por radioscopia. . Serve para ver o cateter foi introduzido no local correcto. . cintigrafia renal Nefrostomia (-tomia.Graus de refluxo: I – apenas refluxo no uréter II – refluxo no ureter. estudo contrastado da vascularização renal Medicina nuclear – estudo funcional (fisiologia renal).Doente em decúbito dorsal. normalmente complementado com renovesical-simples TC – estudo global do aparelho urinário com introdução intravenosa de contraste. . é introduzido cirurgicamente. uroRM Angiografia – fim terapêutico.Descompressão renal por obstrução a jusante.Pielografia anterógrada: Estudo por via anterógrada da árvore pielocalicial. cateteriza-se a arvore pielocalicial.Com controlo radioscópico seriado. .. por vezes sem introdução de contraste. litíase.A colocação do cateter pode ser guiada por Eco ou Radioscopia.Técnica: 1º Radiografia simples 2º Algaliação da uretra 3º Face AP em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção e oblíquas posteriores direita ou esquerda. comunicação com o exterior) . Cateter por via percutânea.CUMS (cistoureterografia miccional seriada) . depois vai subindo. uroTC RM – mais caro.Nota: usado para estudo de refluxo passivo nas crianças (refluxo aquando da distensão da bexiga) . não usa radiação. Nota: tubo em J – forma usada para recanalizar os ureteres. . bacinete e cálices III – igual a II com ligeira dilatação IV e V – refluxo até à arvore pielocalicial com hidronefrose (dilatação exagerada e compensatória de todo o sistema excretor) Outros métodos de imagem: Ecografia – distinguir massas sólidas de liquidas. 4º Radiografia per-miccional (para avaliar refluxo activo) e pós-miccional Chassi: 24x30cm no sentido longitudinal nas crianças. . 100 . 35x43cm no sentido longitudinal nos adultos se houver repleção Raio central na sínfise púbica inicialmente.Pesquisa de refluxo vesico-ureteral.

. 5minutos e 10minutos.Radiografias de face e oblíquas posteriores (seguindo o trajecto do produto de contraste) .Pode haver necessidade de fazer incidências oblíquas posteriores.Introdução do produto de contraste iodado hidrossolúvel.Diagnóstico etiológico (qual a causa) da esterilidade masculina Nota: estudo contrastado do canal deferente (deferentografia) e das vesículas (vesiculografia). .Introdução do caverject – vai provocar a erecção do pénis. RC: perpendicular a incidir na raiz do Foco: fino pénis (SP) Projecção: AP Procedimento: .Colimar de acordo com a região Indicações: . Pode ser feito em conjunto ou separadamente Cavernosografia Chassi: 24x30 cm l.Radiografia simples .Colimar de acordo com a região Indicações: .Injecção por agulha ou butterfly de produto de contraste diluído ou não. .Radiografia simples em decúbito dorsal. 1minuto. membros em extensão e plano médio sagital alinhado. .Diagnóstico de tuberculose .Exame feito em condições assépticas .Doente em decúbito dorsal . 3minutos. DFf: 1m Posto: potter h.Traumatismo do pénis . .Tempos radiográficos: pós-injecção.10. .Impotência funcional do pénis 101 . Estudo radiológico do aparelho reprodutor Aparelho reprodutor masculino Deferento-vesiculografia Chassi:18x24/24x3 0 l.Incisão no escroto e punção do canal deferente. . DFf: 1m Posto: potter h. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na raiz do pénis (SP) Procedimento: .Tumores da via seminal .Priapismo (erecção constante) .

Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na SP Procedimento: . DFf: 1m Posto: potter h. com opacificação das trompas e passagem ao peritoneu (os ovários não estão em contacto directo com as trompas .Cateterismo e pequena introdução de contraste sob controlo radioscópico (o contraste é introduzido através do histeroscópio) .Mesa telecomandada com fluoroscopia Chassi: 24x30 cm l.Radiografia de “esvaziamento” (depois de tirar o histeroscópio) .Infecções actuais ou recentes .Anomalias congénitas .Massas pélvicas .Radiológico .Consumo clínico (produto de contraste. para ver a reabsorção peritoneal (é indicativo da permeabilidade das trompas) .Doença de Peyronie – deformação do pénis por calcificação dos corpos cavernosos Aparelho reprodutor feminino Histerosalpingografia Material: .Hemorragias graves 102 .Colimar de acordo com a região Indicações: .Aquisição de várias radiografias em diferentes graus de repleção uterina. direita e esquerda . quistos .Histeroscópio Equipamento: .Pode haver necessidade de radiografia tardia.Gravidez .Radiografia simples (já com a paciente em posição ginecológica) . pinças…) .DIU (dispositivo intra-uterino) .Obstruções tubárias .Tumores.. compressas.Incidências de face AP e oblíquas posteriores.Infertilidade Contra-indicações: .

11. Estudo radiológico do aparelho digestivo
Estudos não contrastados
Incidência abdominal de face em decúbito dorsal Chassi: 35x43 cm l. DFf: 1m Posto: potter h. Foco: grosso Projecção: AP

RC: perpendicular a incidir a meia distância entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior, no PMS.

Procedimento: - Decúbito dorsal. Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão. Alinhamento do plano médio sagital. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Nota: - Permite um melhor detalhe anatómico - Deve incluir as hemicúpulas diafragmáticas - Queremos ver ar e calcificações - Não é obrigatório incluir a SP, mas as hemicúpulas é. Incidência abdominal simples de face em pé Finalidade: - Ver distribuição aérea e calcificações; níveis aéreos são normais no estômago e intestino grosso. - Ruptura de víscera oca (sinal de foice gasosa; mais facilmente identificado do lado direito) - Oclusões e sub-oclusãoes Chassi: 35x43 cm l. DFf: 1m Posto: potter v. RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: grosso entre as cristas ilíacas e o rebordo costal Projecção: AP/PA inferior, no PMS. Posicionamento: - Paciente em ortostatismo para uma projecção PA (preferencialmente). Plano médio sagital perpendicular ao chassi e plano coronal paralelo ao mesmo. Afastamento dos membros superiores. Pés ligeiramente afastados para dar maior estabilidade. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória (em alternativa para ver as hemicúpulas diafragmáticas em doentes muito altos – apneia inspiratória) Critérios de boa realização:
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- Bom enquadramento – visualização desde as cúpulas diafragmáticas até à sínfise púbica - Não rotação do corpo

Incidência de decúbito lateral (Alternativa à abdominal simples em pé caso o paciente não consiga levantarse ou o ortostatismo) Chassi: 35x43 cm t. DFf: 1m Posto: depende da ampola Foco: grosso Projecção: PA

RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no PMS.

Procedimento: - Paciente em decúbito lateral esquerdo ou direito. Elevar o corpo. Chassi encostado ao abdómen. Membros inferiores flectidos (maior estabilidade). Membros superiores: o do lado encostado a apoiar a cabeça, e o oposto a segurar o chassi. - Colimar de acordo com a região. Observações: Apneia inspiratória Tempos de espera: 5minutos Dependendo do objectivo: Ruptura – decúbito lateral esquerdo para não se confundir com a bolha gástrica Oclusão – é indiferente, decúbito lateral esquerdo ou direito Incidência tangencial Chassi: 35x43 cm t. DFf: 1m Posto: potter v. Foco: grosso Projecção: tangencial
(Incidência de necessidade)

RC: perpendicular e horizontal a incidir a meia distância entre o bordo anterior e o bordo posterior do abdómen, ao nível do rebordo costal inferior.

Procedimento: - Paciente em decúbito dorsal e encostado ao potter. Corpo elevado com um apoio rígido. Membros inferiores em extensão. Membros superiores o mais para cima possível. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Nota: só identifica a presença, ou não, de níveis hidroaéreos.
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Tempo de trânsito cólico Utilização de marcadores radiopacos Objectivos: ver se existe inércia cólica e visualização de todo o cólon; casos de obstipação Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal Preparação: - Paciente ingere 20 marcadores por dia durante 6 dias, sempre à mesma hora. O paciente deve manter a sua rotina normal e sem dietas. - No sétimo dia faz-se uma renovesical a abranger desde as cúpulas até à sínfise púbica.

Estudos contrastados

RC: perpendicular a inicidir a meio da linha que une as cristas ilíacas.

Estudo contrastado do esófago Normalmente encontra-se colapsado; Pode ser dividido em 3 porções em radiologia: 1/3 proximal (superior) – cervical 1/3 médio – torácico 1/3 distal (inferior) – abdominal Produto de contraste: - BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa, ou em suspensão - Gastrografina (iodado hidrossolúvel) – suspeita de perfuração ou fístula (excepto fístula traqueo-esofágica, porque o bário vai ter saída, devido ao reflexo de tosse ao nível da traqueia não tendo assim tendência para impactar; numa fistula para os brônquios, como o calibre é menor, e os brônquios não possuem mecanismos de refluxo, o bário não sai, logo vai impactar) 1. Estudo baritado standard Contraste: suspensão de bário A radiografia é fundamental para estudar o peristaltismo para verificar a distensibilidade esofágica. As incidências vão variar, desde o perfil, face e oblíquas. No entanto, todas devem ser realizadas em ortostatismo e decúbito dorsal. Perfil: mais útil na porção cervical do esófago. Permite detectar desvios antero-posteriores do esófago. Face: finalidade de evidenciar desvios laterais do esófago. Oblíquas posteriores: permitem o estudo de lesões esofágicas. O grau de rotação do corpo varia (aproximadamente 45º). RC perpendicular a incidir: - ao nível da cartilagem tiroideia – porção cervical - na incisura jugular – porção cervical e média - a meio do esterno – porção média e distal Notas: - Na porção cervical, pedimos ao doente para manter o contraste na boca até ao momento em que se vai realizar a aquisição, altura em que engole.
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3. Nota: pedimos para o paciente mastigar. pois vai activar a produção de saliva. que se vai misturar com o contraste ajudando a sua progressão. Após a mastigação da pasta.Lesões da mucosa: não se verifica variação das pregas Pesquisa de fístula traqueo-esofágica Não basta verificar a presença de contraste para diagnosticar uma fístula. deglute-se fraccionadamente de forma a obter uma boa aderência da mucosa esofágica.Demonstrar o trajecto fistuloso . Manobra de Valsalva ..O perfil. Realizam-se as mesmas incidências que na anterior.Varizes esofágicas: esta manobra provoca ingurgitação das pregas (pregas ficam mais enrugadas) . Estudo em camada fina Produto de contraste: BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa.Utilizada na pesquisa de lesões vasculares. ou em suspensão. e.O esófago começa mais ou menos ao nível da cartilagem tiroideia . . é necessário também: . Técnicas: A) Ingestão de contraste baritado de elevada densidade seguindo-se a ingestão de um produto de contraste negativo de característica efervescente. É o mais desconfortável para o doente.Permite a distensão entre o espessamento das pregas por varizes e o causado por lesão da mucosa. e são obtidas as mesmas incidências do estudo em repleção (face. 2. administra-se contraste até que se evidencia o trajecto fistuloso. erosões e neoplasias. só tem interesse quando o estudo é feito em ortostatismo . Estudo em duplo contraste Finalidade: Pesquisa de tumores. B) Em situações difíceis. Tem a vantagem de não formar bolhas e de fornecer melhores imagens. Têm particular interesse pois permitem uma maior distensibilidade do esófago e um melhor estudo da mucosa (útil na pesquisa de tumores). perfil e obliquas).Assegurar que a presença de contraste na árvore respiratória não foi causada por aspiração (disfunção da glote) Em caso de dúvida. Estudo contrastado do estômago e duodeno 106 . regra geral. . o ar é introduzido por sonda. introduz-se a sonda até ao esófago terminal. aumenta a aderência à parede. Permite um estudo das pregas esofágicas com detecção precoce de varizes.Ampola epifrénica: surge como uma acumulação de contraste devido à contracção do diafragma (hiato esofágico). à medida que esta é retirada.

há que proceder à aspiração nasogástrica.Bolbo e arco duodenal: Face. perfil e oblíquas . . .O grau da eventual estenose no 1/3 inferior do esófago . deve-se fazer uma imagem de conjunto de face do estômago e duodeno em repleção. perfil ou OPD em repleção e em esvaziamento No fim do exame. A realização deste exame inclui uma avaliação funcional. através de controlo radioscópico: 1.Colocar de perfil imagens de adição ou subtracção que se encontrem nas faces anterior e posterior e. decúbito ventral e decúbito dorsal com compressão doseada (para ajudar progressão). Abstenção de fumar.1.Aspecto do padrão mucoso da porção gástrica herniada Este estudo é efectuado em: .Presença de erosões e úlceras no estômago ou na porção herniada do estômago . assim.Manter expiração profunda Com a expiração: 107 .2 Estudo em repleção – pode ser útil a técnica de alta quilovoltagem para evidenciar lesão. e imagens de conjunto de perfil e oblíquas (posterior e anterior) do estômago. 1.Consoante a porção do estômago a estudar. a incidência vai ser diferente.Úlceras no interior de defeitos de repleção . no período de jejum (para evitar secreção gástrica). será necessária compressão doseada. . Se houver estase gástrica. poder caracteriza-las Pesquisa de hérnia do hiato Deve determinar: .Evidencia com maior facilidade imagens subtractivas e sua extensão .1 Estudo em camada fina com reduzida quantidade de contraste (muito demorado).Distinção entre úlcera e uma acumulação de bário nas pregas da mucosa Interesse da rotação do doente: .Decúbito ventral: para que o fundo gástrico fique distendido e se possa demonstrar a totalidade da hérnia Diagnóstico diferencial entre ampola epifrénica e hérnia do hiato: . no mínimo.Fundo. e por vezes. corpo e antro: Face com e sem compressão.Desdobras estruturas .Extensão da herniação gástrica . Interesse da compressão: . mantida quando o contraste atinge a porção inferior do esófago .Nichos ulcerosos e respectivas características .Radiografias em ortostatismo.Junção esófago-gástrica: Face e OPE ou OPD .Ortostatismo: pede-se ao doente que proceda a uma inspiração profunda. Estudo gastro-duodenal standard Preparação: Jejum.Quantidade de contraste: a necessária para encher o estômago (300 a 500ml) . Finalidade: estudo das pregas gástricas. de 6 horas.

Decúbito dorsal.Ampola epifrénica desaparece (normal) .Mal visualizadas .Por pouca quantidade de contraste para cobrir o trajecto da fístula . erosões) . Vantagens do duplo contraste: . pois as acumulações de contraste podem encobrir lesões. perfis e ortostatismo de face.Hérnia mantém-se ou até aumenta (hérnia hiatal) Pesquisa de refluxo gastro-esofágico Deve determinar: . 2.Maior dificuldade de execução técnica e de obtenção de boas imagens (estase gástrica.Existência de refluxo gastro-esofágico e a facilidade com que se produz.Melhor caracterização de alterações da mucosa na vizinhança de lesões orgânicas (diagnóstico diferencial de úlcera benigna e neoplasia ulcerada) .Porque o ar distende muito as estruturas. OP em decúbito..Mais preciso no diagnóstico de pequenas lesões (pólipos. empurrando o contraste para a mucosa. passando-se de seguida à obtenção de radiografias nas diversas incidências. face à presença de ar e ao desconforto da distensão Fístulas: . Este estudo é efectuado em: . seguem-se manobras para barrar o estômago – decúbito dorsal  decúbito lateral esquerdo  decúbito ventral (e vice versa). com alta densidade e alta viscosidade Contraste negativo: ar administrado por sonda ou produtos efervescentes (menos incómodo para o doente) que libertam dióxido de carbono no estômago. formação de bolhas intra-gástricas) . Estas são para variar consoante a região a estudar. Técnica: Ingestão de pequena quantidade de contraste positivo. Incidências de face AP.Estimativa mais fidedigna quanto à extensão das lesões neoplásicas. Introduz-se o contraste negativo. sobretudo nas formas infiltrantes .Menos bem tolerado por alguns doentes. se houver refluxo este evidencia-se. Posteriormente.Menor eficácia no diagnóstico de fístulas .Decúbito dorsal: para ver se há refluxo. Estudo em duplo contraste Contraste positivo: sulfato de bário. Quantidade de bário: apenas o suficiente para barrar a mucosa gástrica. PA. ficando só uma fina camada Estudo contrastado esófago-gaastroduodenal Contraste: suspensão baritada 108 . Nunca para o lado direito porque o contraste passa para o duodeno. má aderência do bário.Maior acuidade no diagnóstico precoce de Ca do estômago. manda-se o doente tossir. Desvantagens do duplo contraste: . Dá-se o contraste ao doente e depois água para limpar o esófago.

No fim executa-se um estudo do íleo terminal e válvula íleo-cecal: face e rodar o paciente para OPE.Vantagens: . medicamentos que retardam o trânsito.Repleção (300 a 500ml) . O paciente espera (de preferência sempre a andar) até que o contraste atinja a última ansa do intestino delgado. Ingestão do sulfato de bário (suspensão). Trânsito intestinal com grande quantidade de contraste: Quantidade: 350 a 500ml.Estudos possíveis: . Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal apenas para a radiografia final de conjunto. Os radiogramas em trendelemburg são indicados quando se verifica acentuada sobreposição das ansas na escavação pélvica. se necessário.1. produtos hiperosmolares (gastrografina) misturados com bário. Indicações: Doentes que não toleram a intubação naso-gástrica e estudo morfológico e da motilidade. A compressão abdominal é aconselhável na individualização das ansas e para esclarecimento de imagens duvidosas. no mínimo. Só termina com a chegada de contraste à válvula ileo-cecal. 1. de 6 horas. . Vão-se obtendo radiografias até ao preenchimento do cego. Modificadores do trânsito intestinal: Exemplos: medicamentos que aceleram o trânsito.Maior distensão .Maior extensão de ansas 109 .Impregnação mais rápida . 1. É um exame dinâmico e morfológico.Em duplo contraste (contraste mais viscoso e em menor quantidade) – o esófago é estudado no fim Estudo contrastado do intestino delgado Preparação: Jejum. Devem-se adquirir imagens faseadas com controlo radioscópico e com compressão. com e sem compressão para conseguir a sua demonstração em repleção e em esvaziamento. Trânsito intestinal Pode ser feito com pequena e grande quantidade de contraste.

deixando apenas uma fina camada de bário aderente à mucosa intestinal e originando assim o duplo contraste.5ml de metilcelulose (vantagem de ter um efeito laxante) A metilcelulose lava o contraste positivo. ou perfuração intestinal (neste caso. Enteroclise simples Preparação: Jejum 110 .Follow-up da doença de Crohn . 3.150 a 300ml de contraste baritado .Desvantagens: . Estudo do íleo terminal: . Técnica: Após a administração de metilcelulose obter imagens com e sem repleção.Estudo da função intestinal . carcinomas) .A metilcelulose pode ultrapassar a coluna baritada.Má aderência do bário com lavagens do intestino pela metilcelulose.Pesquisa de estenoses .Contra-indicado em caso de oclusão intestinal 2. impedindo a cobertura da mucosa.cerca de 1.Sobreposição de ansas dificulta menos a apreciação de imagens.Sobreposição de ansas .Com ampliações .Melhor imagem .. Contra-indicações da enteroclise: .Estudo da mucosa intestinal com maior eficácia na detecção de pequenas lesões (pólipos.Processo oclusivo.Em repleção Final – imagem de conjunto em decúbito ventral Vantagens: . podem-se usar pequenas quantidades de gastrografina. Desvantagens: .Indicações: . . Enteroclise com duplo contraste Introdução por meio de uma sonda naso-jejunal a jusante do ângulo de Treitz de: . mas tem fraco poder opacificante).Menor probabilidade de diluição e floculação do contraste .Estudo de pregas .

Administração do contraste com o débito desejado .Sob controlo radioscópico segue-se a coluna baritada e obtêm-se radiografias individualizando os vários segmentos cólicos. Finalidade: estudo exclusivamente morfológico do intestino delgado.Maior distensão das ansas . tendo sempre em conta possíveis excepções ao procedimento habitual. face em decúbito ventral .Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego). Clister opaco Estudo retrógrado do cólon. . No final. . Aquisição de várias imagens. depois novamente Trendelemburg.Estudo do intestino delgado por meio de uma sonda naso-jejunal. Técnica: Analgesia da glote.Suspeita de perfuração intestinal . Contraste: suspensão de bário muito diluída (até 2 litros da água) Quantidade: a necessária para completa repleção do cólon Indicações para uso do contraste iodado hidrossolúvel: . .Opcional: conjunto do cólon após esvaziamento: face em decúbito ventral.Seguidamente o doente é colocado em Trendelemburg.Fístula vesíco-cólica ou outras . Abertura do piloro – em OPE.É introduzido o produto de contraste positivo através de uma cânula.Paciente em decúbito ventral ou decúbito lateral esquerdo.Aumento da acuidade diagnostica de lesões orgânicas Estudo contrastado do cólon 1. Estudo da mucosa e avaliação da capacidade funcional.Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e. evitando-se a sobreposição das haustras. Administração de contraste – sulfato de bário de alta densidade. Vantagens: . colocada 2 a 3cm a jusante do ângulo de Treitz (flexura duodeno-jejunal). . utilizado em casos de extrema urgência. É indispensável o desdobramento dos vários segmentos cólicos mediante criteriosa escolha de posições e incidências. .No fim faz-se uma imagem de conjunto do cólon.Invaginação cólica na criança Técnica: . Entubar com ou sem controlo radioscópico (decisão médica). 111 . estudo do íleo. .

2. Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e.Cólon sigmóide: face AP com angulação ascendente (ou PA com angulação descendente) ou oblíquas anteriores .Cólon descendente: face com inclinação da mesa a 45º (para o ar subir). Preparação: Dieta e limpeza intestinal rigorosa. Introdução do contraste positivo através de uma cânula.Cego: Trendelemburg .Doença inflamatória (erosões.Pólipos inferiores a 1cm .Diminuem a sensação de desconforto abdominal . pois: .Facilita o diagnóstico diferencial de estenoses (sua distensabilidade) Vantagens: Estudo da mucosa: . Aquisição de várias imagens.Ampola rectal: face.Cólon ascendente: Trendelemburg (ar desce para o cego) ou decúbito ventral ou OPE ou OAD . Insufla-se o contraste negativo até se conseguir uma adequada distensão cólica.Permite uma maior distensão cólica . Técnica: Executado sob controlo radioscópico. em ortostatismo e OPD (30 a 45º sempre) . Quando a papa atinge o ângulo esplénico. oblíquas em decúbito ventral .Ângulo hepático: OPE em ortostatismo em chassi 24x30cm .Reduz os espasmos . Incidências habituais: . granulações da mucosa) – diagnóstico diferencial 112 . o doente é colocado em Trendelemburg. perfil (ver distância entre ampola rectal e o sacro – espaço pré-sagrado).Cólon transverso: face com inclinação da mesa a 45º ou decúbito ventral em chassi 35x43cm .Conjunto do cólon: face em decúbito ventral Pode ser feita ou não a prova de esvaziamento (defecografia).Características de benignidade ou malignidade dos pólipos . Seguidamente. Contraste: Positivo – suspensão de bário (400 a 600ml) e negativo – ar A água da suspensão deve estar morna para reduzir os espasmos. Administração de laxantes. com o doente em decúbito ventral ou perfil (esquerdo) com flexão dos joelhos. Clister com duplo contraste É o exame standard para estudo do cólon. ulcerações. Retira-se o excesso de contraste. Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego). Jejum (6 horas). cessa-se a introdução de bário. com o doente em decúbito ventral. depois novamente Trendelemburg. Podem ser usadas medicações anti-espasmódicas por via endovenosa.Ângulo esplénico: ortostatismo (por causa do ar) em OPD (afastar a estrutura) em chassi 24x30cm .

. . com aumento da pressão abdominal sem defecar e durante a defecação. Obtêm-se radiografias em três fases: repouso. em posição de perfil. Defecografia Técnica de estudo morfológico – dinâmico do ânus e recto. incontinência.Diagnóstico diferencial de estenoses .Estudo de lesões funcionais da ampola rectal ou alterações da musculatura perineal. 113 . rectocelo e discinésias (dificuldade na motilidade) do músculo puborectal. que possam interferir na defecação. Finalidade: .Diagnóstico de prolapso.Extensão das lesões (maior precisão do que o clister opaco) 3. Pode-se fazer no seguimento de um estudo retrógrado. Exame incómodo. O paciente é sentado num dispositivo próprio.

.Por fim realizam-se cortes tomográficos. Esta incidência serve para desprojectar a vesícula do gás presente no cólon e/ou da sombra renal. Eventualmente. Preparação: . .Radiograma simples seguindo-se de vários radiogramas em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção (decisão médica).Limpeza intestinal prévia e jejum.Radiografias em decúbito em OPD. CPT e CPRE.Actualmente foi substituída pela ECO.Decúbito ventral. Tempos radiográficos: . depois de 10 em 10 minutos até à opacificação máxima da árvore biliar (30 a 40 minutos). chassi: 35x43cm).Calcificações da vesícula biliar (“vesícula de porcelana”) . Dinâmica do exame: .Verificar a existência de densidades cálcicas – cálculos radiopacos . 114 .12. Estudos contrastados Colecistocolangiografia endovenosa (desuso) . Preparação: Limpeza intestinal prévia e jejum Objectivo: Estudo da permeabilidade das vias biliares para verificar a existência de cálculos. muito lenta de contraste iodado hidrossólúvel. Contraste: tri-iodado hidrossolúvel não-iónico diluído a 50% (dependendo do equipamento de radioscopia). após a radiografia simples localizada ao hipocôndrio direito.Realizado no bloco operatório com equipamento de arco em “C”.Aerobilia Face PA .Método de opacificação directo das vias biliares por punção directa. Obliqua Anterior Esquerda .Pode ser localizada no hipocôndrio direito (raio central perpendicular a incidir na linha médio-clavicular ao nível da décima primeira costela. rodar 20 a 40º.Método de opacificação indirecto de toda a árvore biliar mediante a injecção endovenosa.Radiografia simples aos 10 minutos. Colangiografia per-operatória . . . chassi: 24x30cm. chassi: 24x30cm no sentido transversal) ou à globalidade do abdómen (raio central perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no plano médio sagital. Estudo radiológico do tracto biliar Estudos não contrastados Radiografia abdominal simples Finalidade: .

podem ser realizadas oblíquas e perfil. (radiograma: imagem adquirida por radioscopia) 115 .

. diluído a 50% em soro fisiológico Dinâmica do exame: .Método de opacificação directo das vias biliares através da introdução de produto de contraste por dreno. Nota: centragem ao nível do hipocôndrio direito (linha médio-clavicular – divide a clavícula a meio – ao nível do rebordo costal inferior.Permite o estudo morfológico e a realização de procedimentos de intervenção.Método de opacificação directo das vias biliares através da punção dos ductos biliares (guiada por ECO ou radioscopia – ductos dilatados).Método de opacificação das vias biliares e do sistema exócrino pancreático. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel não iónico diluído a 50% em soro fisiológico. através da caracterização da ampola de Vater.Permite a demonstração do calibre e permeabilidade das vias biliares e a presença de cálculos. .Radiografia simples . .Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e antitrendelemburg Colangiografia percutânea trans-hepática (CPT) . Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) . são realizadas exposições radiográficas em decúbito dorsal. diluído a 50% em soro fisiológico.Radiografia em semi-repleção e repleção.Após a radiografia simples e punção dos ductos. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo Trendelemburg e antitrendelemburg. demonstrando diferentes graus de repleção.Técnica diagnostica e terapêutica. via endoscópica (o endoscópio é introduzido pela boa) .Face em decúbito ventral. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e antitrendelemburg. .Colangiografia pós-operatória ou por dreno de Kehr (tubo em T) .Radiogramas com diferentes graus de repleção . Dinâmica do exame: . A colocação deste dreno surge sempre que se verifique ou suspeite de cálculos na árvore biliar e que não é possível a sua remoção cirúrgica. a colocação de prótese e a drenagem biliar.Radiografia final de controlo sem o endoscópio . como a extracção de cálculos.Radiografia simples centrada no hipocôndrio direito (fígado) ou região epigástrica (pâncreas) –consoante a informação clínica . Breve referência à colecistostomia 116 . Preparação: Jejum Tempos radioscópicos: . .

117 .Método de opacificação da vesícula biliar.. por punção directa guiada por ECO. .O controlo é feito passado alguns dias por ECO e/ ou radioscopia. .Este procedimento permite a drenagem da bílis da vesícula biliar provocando uma descompressão da mesma e consequentemente uma melhoria do estado geral.

Fase de esvaziamento Para cada fase deverão realizar-se duas incidências. Submandibular – ao nível dos gónions. Estudo das Glândulas salivares Sialografia Estudo contrastado.Fase de preenchimento ou repleção: cinco minutos após a administração do ácido cítrico .Submandibular: canal de Wharton (nível do freio lingual) Fases primordiais da sialografia: . pior imagem Iodados lipossolúveis: .Vantagens: fácil introdução e esvaziamento .Permanecem mais tempo na glândula .Sialografia .Parótida: canal de Stenon (nível do segundo molar superior) .Directa no canal Produtos de contraste – a cateterização .Desvantagem: muito viscosos . são muitos canais Produtos de contraste: Iodados hidrossolúveis: .Quantidade – no máximo 2ml .Paralisia facial sem causa aparente . Importante: Anotar em cada imagem a fase em que se radiografou e a quantidade de produto de contraste utilizado.Introdução do produto de contraste por cateterização (directa) dos canais principais das glândulas em estudo: . Exemplo: parotidite (porque o contraste provoca chamada de líquidos.Broncografia Cateterização: .Massas palpáveis .Realização de radiografias simples: duas incidências por glândula a estudar .Conseguem-se maiores graus de repleção porque aderem melhor às paredes.Processos inflamatórios em estado agudo. abre ao nível do freio da língua Parótidas – abrem ao nível do segundo molar superior Sublinguais – abrem em locais diferentes.São os mais usados . logo fornecem melhores imagens .13. o que pode agravar a inflamação) Localização: Relacionadas com a mandíbula. de preferência com controlo radioscópico.Calcificações . Indicações: .Secura da boca com etiologia desconhecida Contra-indicações: . 118 .Não são muito utilizados.

Critérios de boa realização: . Extensão da cabeça para afastas dos ombros. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions. Apneia respiratória Raio central perpendicular a tangenciar a glândula parótida. Puxar ombros para baixo. cateter em polietileno. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa de exames.Glândula no centro de colimação . luvas esterilizadas. Alinhar o plano médio sagital.Realizam-se duas incidências por glândula Chassi: 18x24cm Écrans de reforço: universais Foco: fino Ampola de contraste lipossolúvel Posto: potter horizontal Glândula parótida Incidência de face tangencial Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal.Valores de exposição adequados Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral. Plano médio sagital paralelo ao filme. dilatadores. Membros inferiores e superiores em extensão. .Enquadramento supero-inferior desde a ATM até ao gonion e lateralmente abrangendo toda a glândula . Colimar à região de interesse. Glândula submandibular Incidência da face tangencial Posicionamento: 119 . Apneia respiratória Raio central angulado 25 a 30º caudo-craniano a incidir abaixo do gónion contralateral (3cm) de maneira a emergir no gónion ipsilateral.Seringa de 2ml. limão e foco de luz para que o médico faça a cateterização. Colimar à região de interesse. gazes pequenas. Membros superiores em extensão.Material utilizado: Material de consumo clínico: .

Inclinação da cabeça para o lado a radiografar de 15 a 20º. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa. Membros superiores em extensão. Apneia respiratória Raio central perpendicular a incidir a meia distância entre o gónion e o mento do lado contralateral e ligeiramente abaixo. Outras incidências complementares: Hirtz. Membros inferiores e superiores em extensão. Plano médio sagital paralelo ao filme. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions. Colimar à região de interesse. Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral. Alinhar o plano médio sagital.Paciente em decúbito dorsal. Schuller II (em alternativa para o estudo de face da glândula parótida). 120 . Extensão da cabeça para afastar dos ombros. perfil estrito. Colimar à região de interesse. Apneia respiratória Raio central perpendicular a emergir a meia distância entre o gónion e o mento do lado ipsilateral.

A cabeça roda para o lado contrário a radiografar. Depois de realizada a elevação do seio. o limite superior do bucky é colocado ao nível do sulco infra mamário ou um pouco mais acima. ficando o mamilo posicionado de perfil. A marcação da película é colocada do lado axilar do seio. alto contraste dos diversos tipos de tecidos e óptima resolução de imagem. .Ausência de artefactos. Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi. . O seio é “puxado” para a frente na direcção do centro do bucky.Senologia Incidências fundamentais de um exame de rotina 1. As zonas cegas (não exploradas) na incidência de face crânio-caudal: quadrantes superior do seio. O braço do lado a radiografar deve ser relaxado e o ombro afastado de zona a estudar.Adequada penetração das áreas densas. a data de execução do exame. . de modo a fazer um ângulo de 90º com a parede torácica. As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. 121 . prolongamento axilar.Incidência crânio-caudal Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em pé ou sentada. Critérios de boa realização: . o nome da incidência realizado e o lado radiografado.Identificação da película com o nome do paciente.Compressão óptima do seio. Estudo radiológico da mama . região externa.14.

devendo o técnico posicionar-se no lado oposto ao que está a radiografar. de tal forma que o cavado axilar fique apoiado no ângulo superior do bucky.Boa exposição 122 . ficando limite superior com o compressor abaixo da clavícula. com o tórax largo e o peitoral horizontal. terá como indicação uma inclinação de 30 a 45º com a vertical. Uma paciente longilínea. . sobretudo a nível posterior do prolongamento axilar mamário. A margem cubital da sua mão deve fazer deslizar o músculo peitoral. Raio central entra no seio médio-lateralmente. enquanto que uma paciente brevilínea. . juntamente com a face lateral da mama adjacente é amplamente mobilizável no sentido medial. Critérios de boa realização: . poderá ser melhor examinada com um ângulo de 60º com a vertical.2. O músculo peitoral. Cabe ao técnico escolher o valor do ângulo mais adequado palpando o peitoral e determinando a sua orientação. e o seu limite inferior deve incluir o sulco intramamário.Visualização do sulco inframamário.O fim do músculo grande peitoral deve ser ao nível do mamilo. . A compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. juntamente com a mama em sentido medial e mantêlo nessa posição em contacto com o bucky. Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi. As zonas cegas na incidência oblíqua médio lateral: parte alta do quadrante supra-interno. O braço ipsilateral é colocado para a frente e a mão é apoiado na barra de suporte desse lado.Incidência oblíqua médio lateral Esta incidência tem a vantagem em relação ao perfil de englobar uma maior quantidade de tecido mamário. . A paciente deve estar virada para a frente como na incidência crânio-caudal embora rode levemente o tórax para que o seio contralateral não interfira com o feixe.Músculo grande peitoral projectado oblíqua e posteriormente ao campo mamário.Mamilo de perfil e fora do tecido mamário. A ampola e o bucky são simultaneamente angulados a 45º (30º a 60º). . antes do posicionamento.Bom contraste. Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em ortostatismo ou sentada.Ausência de artefactos.Ausencia de pregas cutâneas. . . ou seja. perpendicular ao músculo peitoral do paciente. com o peitoral próximo da vertical.

se a lesão se encontra nos quadrantes internos As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. O braço do lado a radiografar é colocado para a frente e a mão é apoiada na barra de suporte desse lado. Podem ser executadas em qualquer incidência. Macrorradiografia. • Diminui a área de exposição. Perfil invertido (lateromedial). 123 . Protecção: avental de chumbo na cintura Raio central perpendicular ao chassi. Incidência localizada Utiliza-se um dispositivo de compressão pequeno. consoante a localização de lesão a estudar: . se a lesão se encontra nos quadrantes externos (perfil ML) .Encostando o musculo peitoral ao bucky. Densidade muito superior ao tecido mamário independentemente do tipo de tecido mamário. 2. • Aumenta o contraste e a resolução espacial.Músculo grande peitoral: Triangular de base superior e vértice inferior projectado ao nível do mamilo posteriormente. Prolongamento axilar 1. Perfil a 90º Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: A paciente deve estar virada para a frente do aparelho. Incidência em túnel Permite observar os quadrantes internos de ambas as mamas em simultâneo. Incidências complementares 123456Perfil a 90º (médiolateral). Pode ser realizado se 2 formas. Objectivo: • Dissocia melhor os tecidos e reduza ainda mais a espessura da porção a estudar. Em determinadas patologias poderá haver aumento dos gânglios axilares. Localizadas. 3. Túnel.Encostando a zona medial do seio ao bucky.

4. Macrorradiografia • Foco ultra-fino (0.1 mm) • Dispositivo que permite aumentar a DOF e diminuir a DFO • Utiliza-se em qualquer incidência • Não se utiliza grelha anti-difusora • Ar funciona como um filtro Objectivo: • Melhor visualização de microcalcificações agrupadas • Melhor definição de nódulos (contornos, conteúdo) • Melhor visualização de condensações mal definidas • Demonstração de uma lesão que apenas é observada numa incidência • Melhor visualização na galactografia, quando existem lesões que ocupam espaços intra-ductais

Mamografia masculina/pós-mastectomia
- Incidência obliqua médio-lateral A angulação depende do tipo de paciente (= à das mulheres)

Exame mamográfico a mamas com próteses
Localização das próteses: - Retro glandulares - Submusculares Incidências • Crânio-caudal e OML com a prótese luxada; • Crânio-caudal com perfil estrito com a prótese local A prótese terá de ser luxada porque devido à sua elevada densidade pode ocultar lesões malignas. Apenas serão luxadas as próteses retroglandulares. Técnica de Eklund Ligeira compressão sobre o seio e prótese, de seguida a prótese é luxada para trás durante a restante compressão. A compressão correcta à atingida, excluindo totalmente a prótese.

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- Galactografia Existem situações em que a radiografia convencional, entendida em termos de simples mamografia é insuficiente para assegurar o diagnóstico. Para o diagnóstico correcto de lesões quisticas, intraquisticas ou de corrimento mamilar para além dos exames de rotina (exame clínico e mamografia) é necessário lançar mão de outros métodos complementares. Quando existe escorrência mamilar o radiologista tenta a visualização retrógrada dos canais que determinam esse corrimento, injectando uma substância radiopaca no ducto atingido. Este exame designa-se por galactografia. O produto de contraste é administrado por via retrógrada. Para a realização deste exame é indispensável uma boa iluminação localizada à mama e mamilo em estudo, e ainda a preparação de todo o material a utilizar, de preferência sem a observação directa da doente. Material - Kit com dilatadores, uma agulha sem bisel, uma seringa. Os dilatadores usados são de menor para maior calibre, são rombos e não bicudos (para não perfurar o canal). - Contraste iodado hidrossolúvel (o lipossolúvel não pode ser utilizado porque se este entra em circulação pode causar embolia.). - Compressas, fixador e agua oxigenada. Neste exame não é possível muita compressão porque o contraste poderá sair com a compressão. Técnica • Assépsia da pele e do bucky • Marcação do poro a dilatar o poro • Cateterismo e injecção do contraste (1 a 3 cm3) A agulha da injecção de contraste é romba e ligada a um extensor que está ligado à seringa para ganhar espaço (aumenta a margem de manobra) Cuidado: ao injectar não entra bolha de ar pois vais prejudicar a imagem • Realizar 2 incidências (crânio-caudal e perfil estrito ou oblíqua, por vezes podemos ter de realizar as 3) com compressão moderada (para não sair contraste), aumentar 1 a 2 kV relativamente a mamografia simples; • Evacuação do contraste (tirar tamponamento e comprimir a mama) Antes da injecção de contraste realizar uma imagem de base. Indicações Corrimento de um canal galactofilo e quando não se sabem as causas. Contra-indicações Quando não há escorrência mamilar (porque não se sabe qual é o canal) Corrimento bilateral ou pluricanal (porque as imagens sobrepõem-se) Invaginação mamilar( perigo de perfuração) Existência em exame rádio-clinico de sinais bem evidentes de lesão maligna na mama onde se verifica o corrimento; Mama com sinais inflamatórias aparentes (mastites)

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- Quistografia gasosa Método útil para diagnostico de lesões do tipo quisticas e intraquisticas. A doença quistica é mais frequente lesão da mama (principalmente no período pré-menopausico). Traduz-se radiologicamente pelo aparecimento de opacidades nódulas (devido a alterações hormonais, que levam a uma alteração do tamanho da mama e podem provocar quistos). Imagem hipotransparente - opacidade mais elevada que o resto do tecido com forma de nódulo. Os quistos podem ser: sólidos, líquidos, semi-sólidos, semi-líquidos. Objectivo: • Definir paredes quisticas; • Fazer o exame citológico para pesquisa de células neoplásicas; • Mesmo efectuando um exame correcto rádio-clinico da mama, é muitas vezes impossível o diagnóstico de lesões intraquisticas, isto porque à palpação só se pode distinguir o nódulo quistico, não se podendo detectar a formação intracavitária. Actualmente este aspecto é ultrapassado com recurso à ECO; • As lesões malignas podem ser ocultadas por um quisto (anterior ou posteriormente). Técnica: • Esvaziamento completo do quisto com compressão localizada da mama. Se o liquido não for todo extraído, está criada uma das condições para se vir a verificar a recidiva do quisto (para ter a certeza que o liquido for extraído, o esvaziamento deveria ter controlo ecográfico); • Após aspiração do líquido, faz-se a repleção do quisto com ar (através de uma seringa, o ar aparece como uma imagem hipertransparente); • Duas incidências (crânio-caudal e perfil correcto); • Tem um fim diagnóstico e também terapêutico porque o ar ao ser introduzido no fármaco intracavitária, pois vai secar as paredes e geralmente não torna a ficar preenchido por liquido.

- Estereotaxia Esta técnica permite localizar lesões intramamárias não palpáveis, que baseia em 2 incidências anguladas (15º para cada lado), e a partir de um cálculo de coordenadas obtido de forma computorizada que permite guiar a agulha até à lesão (com grande certeza). A grande vantagem é sobretudo em lesões muito pequenas, nomeadamente pequenos agregados de microcalcificações. Pode ser feita de 2 formas: • Com um equipamento especifico que se liga ao mamográfo (mais utilizado); • Com uma mesa estereotaxica especial, onde a paciente fica em DV;

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para além de permitir uma rotação e sucção simultâneas. Se a lesão não for palpável . ou seja adquirese uma noção bidimensional da localização da lesão. 127 . interior ou exterior Em função da localização é introduzida uma agulha que contem no seu interior o arpão. Indicações: Categorias 4 e 5 BI-RADS. Pode ser realizada com a orientação da ECO ou por estereotaxia (quando as lesões não são palpáveis). retirando o tecido circundante e a lesão.Citologia aspirativa Exame complementar ligado a área da anatomia patológica. • Biópsia por aspiração (sistema ABBI) Agulha com duplo lúmen que é inserida na mama apenas uma vez e permite a recolha de varias amostras. com a finalidade de se proceder a estudo patológico. massas sólidas e densidades assimétricas.profundidade que a lesão está da superfície da pele • Quadrantes . e que consiste na obtenção de um aspirado de lesões mamárias. retirando-se a agulha. .. referencia-se a lesão em relação ao mamilo e em relação à pele. calcificações. larga-se a referência metálica que se fixa aos tecidos. Faz-se então um radiograma num plano para verificar se agulha se encontra na lesão. Seguidamente. O cirurgião para localizar a lesão. Se estiver no local. Desvantagem: Para cada colheita de amostra tecidular é necessário uma nova inserção de agulha.realizada com auxilio de esterotaxia. guia-se pelo trajecto do arpão até a mesma. Se a lesão palpável. A incidência: • Crânio-caudal – lesão anterior ou posterior • Perfil . a aspiração é feita directamente pelo patologista. e é seguida por uma cânula cortante que corta uma amostra de tecido. como por exemplo. .se a lesão é inferior. uma seringa e um adaptador (punho de aspiração). É um exame rápido e muito preciso. segura e precisa na recolha de amostras de tecido mamário e com menor custo. Pode ser realizada por 2 formas: • Com uma pistola automática (microbiópsia) Munida de uma agulha chanfrada e inclinada que é impulsionada para penetrar numa lesão. superior.Core-Biopsy É uma alternativa à biopsia por excisão cirúrgica tradicional. mediante uma agulha o mais fina possível. fixa-se à pele o arpão com adesivo e a doente segue para o bloco operatório.Localização pré-operatória Através da visualização dos mamogramas na incidência crânio-caudal e perfil.

Radiografia da peça operatória Por razões de segurança manda-se a área de tecido mamário retirado para controlo radiográfico. a mama vem para a radiologia e o radiologista coloca as referências metálicas através da observação das imagens. 128 . a localização de lesões são feitas à posteriori da cirurgia. e informa-se o cirurgião se a lesão foi extraída na totalidade. Nesta situação. A imagem obtida e a peça operatória com o arpão são enviadas para o laboratório de anatomia patológica para análise histológica especialmente na zona referencial ao arpão. Se a cirurgia optar pela mastectomia total.. Desta forma a anatomia patológica saberá exactamente o local das lesões (o que irá dizer que tipo de carcinoma que depois terá um diferente tipo de tratamento).

Medida combinada (fémur total) Critérios de boa realização . normalmente quando há alterações ao nível da coluna vertebral também há aqui) .FL perpendicular. centrado entre as duas apófises estiloídes do punho Critérios de boa realização .2.Triangulo de Ward’s (região rica em osso trabecular.Scan desde o meio de L5 a D12 (no entanto só faz a avaliação de L1-L4. Extremidade proximal do fémur Posicionamento: .FL (feixe luminoso) centrado na linha média ao nível das cristas ilíacas .Região trocantérica .Membro inferior em estudo em rotação interna (15-30º).FL perpendicular ai nível do grande trocanter . com o cotovelo flectido a 90º . . estando sobre o centro do suporte e fixo . podendo L1 ser excluída por ser uma vértebra de transição) Critérios de boa realização: .Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa . Densitometria óssea Exames por DEXA 1.Colo do fémur .5 a 10 linhas das cristas ilíacas . Coluna lombar AP/PA Posicionamento: .Suporte sob as pernas (ângulo de 60-90º) .Isquion n área de scan entre as 15 e as 40 linhas Analisam-se diferentes localizações nesta região .Paciente em DD .O espaço entre o isquion e colo do fémur deve ser adequado . Antebraço (punho – frequentemente pedido principalmente quando há artefactos nas outras regiões) Posicionamento.O antebraço está direito e centrado com o eixo longitudinal da mesa 129 .5cm de tecido mole para cada lado da coluna .Elementos posteriores da coluna .O lado esquerdo é o lado que é normalmente avaliado (não dominante) .14. distal e lateral da área de scan devem estar bem localizadas .Paciente sentado lateralmente a mesa.O antebraço deve estar rectilinizado e centrado com o campo de exame.As margens proximal.A linha média do corpo femural está paralela à margem lateral do scan . paralelo ao eixo longitudinal da mesa) .Lado a analisar é o esquerdo (não dominante) .A área de scan sem presença de ar 3.Scan abrangendo todo de L2 (situação em que L1 é excluída da região de interesse pelo próprio equipamento) 2.Região intertrocantérica .

Coluna lombar de perfil Posicionamento: .Braços e mãos sobrepostos à frente da cabeça .Inicio do scan desde o fim do carpo .Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .L1 e L2 podem surgir sobrepostas às costelas .FL perpendicular..Todo o corpo deve ficar dentro da área de scan .L3 é a única vértebra que pode ser analisada correctamente.Paciente em DL (se a mesa tiver arco em “C” o paciente fica em DD) . centrado ao nível da crista ilíaca Desvantagens .Braços ao longo do corpo com as mãos em pronação .Inclui ambas as apófises espinhosas . Corpo inteiro Posicionamento: .A avaliação de um só corpo vertebral não faz um diagnóstico correcto.Coluna lombar centrada na área a examinar e paralela à mesma .O exame só efeito quando é expressamente pedido 5.L4 e L5 podem surgir sobrepostas ao osso ilíaco .Fim do scan cerca de 10 linhas abaixo de 33% do antebraço .Não podem existir artefactos na área de exame 4.Inicio do scan 5 a 8 linhas acima da cabeça e terminar 5 a 8 linhas abaixo dos pés . ficando só com o corpo vertebral (rico em osso trabecular) . não é significativo (a densidade das vértebras lombares não é igual) .Joelhos flectidos e sobrepostos . podemos excluir da avaliação a parte do arco posterior da vértebra.Feixe luminoso perpendicular 130 .

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