1.

Estudo radiológico do membro superior
• Estudo radiológico da mão
Face PA Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: PA

RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 3º dedo.

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com os dedos em extensão. Face palmar da mão apoiada no chassi. Dedos ligeiramente afastados. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização - Não rotação da mão; - Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges distais; - Valores de exposição adequados.

Oblíqua anterior medial Chassi: 18x24cm ou 24X30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: oblíqua

RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 3ºdedo.

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em posição oblíqua de modo a que todos os dedos fiquem livre de sobreposição de perfil. Face interna da mão apoiada no chassi a formar um ângulo de 45º com o mesmo. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: - Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges distais; - Valores de exposição adequados; - Sobreposição ligeira das bases e cabeças dos metacarpos (2º ao 5º); - Espaços entre os 3º, 4º e 5º metacarpos reduzidos; - Abertura das articulações interfalângica e metacarpofalângica.
1

Perfil (interno ou externo) Chassi: 18x24cm 24X30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral ou RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 2ºdedo (perfil interno); na MCF do 5º dedo (perfil externo)

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Apoio do antebraço e braço. Mão em perfil estrito e dedos em extensão. - Colimar à região de interesse. Finalidade: pesquisa de corpos estranhos e desvios (fracturas) com deslocamento AP.

Nota: Quando se pretende estudar as articulações metacarpofalângicas e quando o doente não consegue fazer a extensão dos dedos devem realizar-se as incidências de face e oblíquas em AP. No caso de artrite reumatóide deve radiografar-se as 2 mãos em AP e em simultâneo para estudo comparativo.

Estudo radiológico do punho
Face PA Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter as apófises estilóides do rádio e do cúbito. Foco: fino Projecção: PA Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com os dedos ligeiramente flectidos. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização:
2

- Não rotação do punho (apófises bem visíveis, visualização das articulações) - Visualização do terço distal do antebraço, articulação do punho e apófises estilóides e bases do metacarpianos. - Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo)

3

. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Mão em perfil estrito e dedos em extensão a formar um ângulo de 90º com o chassi.Mão a formar um ângulo de 45º com chassi. .Não rotação da mão.Apófises estilóides quase sobrepostas e alinhadas . .Mão em perfil estrito . • Estudo da idade óssea Chassi: 18x24cm Face da mão e punho. Projecção: lateral Posicionamento: . Critérios de boa realização . 4 .Perfil (interno ou medial) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir na apófise Foco: fino estilóide do rádio. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas (as mediais são as mais usadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as apófises estilóides do rádio e do cúbito Projecção: oblíqua Posicionamento: .Doente sentado lateralmente à mesa. Apoio do antebraço e braço a formar um ângulo de 90º. Radiografa-se a mão não dominante.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados.Oblíqua medial anterior (OMA): lado medial e anterior do punho encostado ao chassi.Visualização do 1/3 distal do antebraço.Sobreposição do rádio e do cúbito . Marca-se a mão com os dedos voltados para cima. . articulação do punho e falanges distais.Oblíqua medial posterior (OMP): lado medial e posterior do punho encostado ao chassi.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . .

Critérios de boa realização 5 .Colimar à região de interesse. Face palmar a formar um ângulo de 60º com o chassi. . 2. 3.Doente sentado lateralmente à mesa. Oblíqua anterior medial Posicionamento: . Antebraço e mão em perfil estreito com os dedos em extensão. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. Antebraço apoiado na mesa. .Colimar à região de interesse. Macrorradiografia Posicionamento: .Colimar à região de interesse. Mão em pronação com a face medial apoiada no chassi.• Estudo do escafóide 4 incidências Chassi: 18x24cm(:4) DFf: 1m Posto sem potter 1.Perfil Posicionamento: .Colimar à região de interesse. Antebraço apoiado na mesa. .Doente sentado lateralmente à mesa. Face com desvio cubital Posicionamento: .Doente sentado lateralmente à mesa. contudo o foco encontra-se a uma distância de 50 cm da mesa onde está apoiado o antebraço e o chassi encontra-se por baixo da mesa sob um banco a uma distância de 50 cm da mesa e de 1m do foco. 2.Idêntico para a face PA. 3. Mão em pronação com a face palmar apoiada no chassi e mão com desvio cubital. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. 4. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. . 4. Face com desvio cubital Oblíqua anterior medial Perfil Macrorradiografia 1 4 2 3 1.

Braço e antebraço ao mesmo nível (plano horizontal).Axial supero-inferior: doente em ortostatismo de costas para a mesa.Axial infero-superior – membro superior em extensão e mão em pronação. . 6 .Angulado 5º crânio-caudal na incidência axial superoinferior . oblíqua Posicionamento: .Angulado 25º caudo-cranianos na incidência axial infero-superior Posicionamento: . . • Estudo do pisiforme Oblíqua medial posterior Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na apófise Projecção: estilóide do cúbito.Mão em supinação com a face medial apoiada no chassi.Colimar à região de interesse. • Estudo do túnel cárpico Chassi: Axiais 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: a incidir a meia distância entre as apófises estilóides do rádio e do cúbito: . Face do escafoide ligeiramente afastada com desvio cubital. Mão em extensão máxima de modo a que a face palmar forme um ângulo de 70º com o chassi.Colimar à região de interesse. . Apoio da mão de modo a diminuir o ângulo da mão com o antebraço. Escafoide estritamente de perfil no perfil.- Escafoide no centro de colimação. Face dorsal da mão a formar um ângulo de 30º a partir da posição de perfil. Valores de exposição adequados.

7 .O Túnel Cápico é constituído pela superfície palmar dos ossos do carpo e retináculos dos flexores.

• Estudo radiológico do antebraço Face AP Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre as articulações do punho e do cotovelo. Perfil interno Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as articulações do punho e do cotovelo. Braço e antebraço no mesmo plano. .Visualização das articulações do punho e do cotovelo. pois nesta posição os ossos do antebraço sobrepõe-se.Rádio e cúbito sobrepostos. Mão de perfil.Colimar à região de interesse. Projecção: lateral Posicionamento: . 8 . .Valores de exposição adequados. . . Cotovelo flectido a 90º.Cotovelo de perfil. Projecção: AP Posicionamento: .Valores de exposição adequados. . .Visualização das articulações do punho e do cotovelo. Nota: Só em caso de extrema necessidade é que se faz em PA.Cotovelo de face. .Doente sentado lateralmente à mesa (ou de frente). Critérios de boa realização: . . Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. Antebraço totalmente apoiado na mesa com a mão em supinação.Rádio e cúbito livres de sobreposição.Doente sentado lateralmente à mesa.

Cabeça.Articulação do cotovelo aberta.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . . . colo e tuberosidade radial ligeiramente sobrepostos ao cúbito proximal.Cabeça radial parcialmente sobreposta à apófise coronóide. Colocar um apoio por baixo do punho para que o antebraço fique paralelo ao filme. .Colimar à região de interesse.Cotovelo flectido a 90º.Apoiando o cotovelo e o antebraço. . . Chassi: 18x24cm 24x30(:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil interno ou RC: perpendicular a incidir no epicôndilo lateral do úmero. Membro superior em extensão e com apoio do antebraço e braço.• Estudo radiológico do cotovelo Face AP Chassi: 18x24cm 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP ou RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha que une o epicôndilo medial e lateral do úmero.Apoiando o cotovelo. . Posicionamento: . Mão em perfil estrito.Tuberosidade radial projectada anteriormente. Critérios de boa realização: . Posicionamento: .Não rotação dos epicôndilos. .Valores de exposição adequados. . Braço de perfil. . Mão em supinação ligeiramente elevada.Apoiando o cotovelo e o braço.Doente sentado lateralmente à mesa. . braço e antebraço a 90º.Doente sentado e virado para a mesa. . 9 . 90º em abdução.Olecrânio de perfil.Sobreposição dos epicôndilos umerais.Articulação do cotovelo aberta. . Variantes da incidência da face Caso o doente não consiga fazer a extensão do membro superior existem 3 variantes: .

10 .Valores de exposição adequados..

.Colimar à região de interesse. Mão em supinação pronação máxima Mão de perfil Mão em pronação Mão em Nota: Em todas estas incidências o cotovelo está flectido a 90º. Observações: Imobilização.Sobreposição do cúbito sobre a cabeça e colo do rádio. .Apófise coronóide de perfil.Epicôndilo medial alongado. Antebraço e mão a 45º com o chassi. • Estudo da cabeça do rádio Chassi: 18x24cm 24x30cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral 4 incidências ou RC: perpendicular a incidir no epicôndilo lateral do úmero. . Critérios de boa realização: .Abertura da articulação do cotovelo.Cabeça. Posicionamento: .Visualização do olecrânio e fossa olecraneana.Lateral (OPL): membro superior em extensão e mão em supinação. . . .Cabeça do rádio em diferentes perspectivas 11 .Valores de exposição adequados.Oblíquas posteriores Chassi: 18x24cm ou 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: oblíqua RC: perpendicular a incidir a nível do cotovelo. .Valores de exposição adequados. Apoio do dorsal. colo e tuberosidade radial desprojectados do cúbito. . não é necessária grelha uma vez que se trata de uma articulação.Cotovelo flectido a 90º. Critérios de boa realização: OPM (aproxima-se do perfil) . OPL (aproxima-se da face) . .Medial (OPM): membro superior em extensão e mão em pronação.

Valores de exposição adequados (visualização de trabéculado ósseo e partes moles) 12 ..

. Critérios de boa realização: . . RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir a nível do olecrâneo. . .Cabeça do úmero e grande tuberosidade de perfil. Projecção: AP Posicionamento: . . . RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo.Semi-axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação. RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo. Observações: apneia respiratória e imobilização. Membro superior em extensão e em ligeira abdução. Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. . . RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir a nível do olecrâneo. Mão em supinação.Pequena tuberosidade situada entre a cabeça umeral e grande tuberosidade.Colimar à região de interesse.Axial infero-superior: apoio da face posterior do braço.Semi-axial infero-superior – apoio da face posterior do braço.Colimar à região de interesse. 13 .Valores de exposição adequados.Cotovelo de face.Axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação. . DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter entre a articulação do ombro e articulação do Foco: fino cotovelo. (na prática é comum pedir-se ao doente para inclinar o ombro de forma a que o úmero fique direito) . • Estudo radiológico do úmero Face AP Chassi: 18x43cm l.• Estudo do olecrâneo Chassi: 18x24cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: .Visualização do olecrâneo desprojectado dos ossos do braço e antebraço. .Colimar à região de interesse.Doente sentado ou em ortostatismo. .Colimar à região de interesse.Visualização das articulações do ombro e do cotovelo.

Observações: apneia respiratória e imobilização Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse.Sobreposição dos epicôndilos. Projecção: lateral Posicionamento: . . Observações: Apneia respiratória ou Técnica per-respiratória (consiste na emissão de raio X durante a respiração para esbater as costelas) Nota: Para ver a cabeça do úmero angulamos de 5 a 10º no sentido caudocraniano..Doente sentado ou em ortostatismo. Por exemplo: usamos o pulmão para ver o úmero. Mais indicado em doente imobilizado com gerdi.Colimar à região de interesse. . . .Cotovelo de perfil. . Perfil Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter entre a articulação do ombro e articulação do Foco: fino cotovelo. Palma da mão voltada para fora.Visualização da articulação do ombro e cotovelo. Braço em abdução a 90º com o corpo. . Mão apoiada no abdómen. . Flexão a 90º do cotovelo com a mão no abdómen. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a nível do bordo inferior da axila Foco: fino (a emergir no colo cirúrgico do úmero).Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). . Janela radiológica – utilização de uma estrutura de densidade menos para se ver outra. • Estudo do úmero – 1/3 proximal (transtorácica) Projecção lateral Chassi: 24x30 l. Critérios de boa realização: .Valores de exposição adequados. Chassi na transversal.Visualização do 1/3 proximal do úmero 14 .Lateral erecta: o braço que se pretende estudar encostada ao potter e ao doente. Projecção: lateral Posicionamento: .Perfil interno: braço em ligeira abdução e flexão a 90º com o antebraço.Pequena tuberosidade de perfil.Grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral. .Perfil externo (mais usado): posição de sinaleiro. Membro superior contralateral elevado com o antebraço flectido por cima da cabeça.

Face com mão em rotação interna (pronação máxima): Grande tuberosidade totalmente no centro do colo do úmero e a pequena tuberosidade de perfil. .Não sobreposição das vértebras torácicas à região de interesse .Colimar à região de interesse. .Valores de exposição adequados • Cabeça do úmero Face AP Chassi: 24x30 (:3) t.. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a nível do colo Foco: fino cirúrgico do úmero.Grande tuberosidade de perfil . Pequena tuberosidade no meio. Projecção: AP Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória 15 .Face com a mão em rotação externa (supinação): Grande tuberosidade e cabeça de perfil.Face com a mão em rotação neutra (perfil): Grande tuberosidade quase em face em posição central. .

Cabeça do úmero de perfil . . úmero proximal . úmero proximal .) na transversal. Falso perfil Chassi: 18x24cm na transversal. Posicionamento: .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). .Visualização da articulação do ombro.2. região sub-acromial. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Doente em ortostatismo ou decúbito dorsal.Colimar à região de interesse. região sub-acromial. Mão em supinação. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir na apófise coracóide. Estudo radiológico da cintura escapular • Estudo do ombro Face AP Chassi: 18x24cm ou 24x30cm (se queremos as 3 art. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na apófise coracóide. .Visualização da articulação do ombro. Posicionamento: . 16 . Obliquar ligeiramente o doente (15º) no seu lado contralateral.Pequena tuberosidade de perfil e grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral.Idêntico ao perfil externo do úmero (posição de sinaleiro).

Colimar à região de interesse Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização . Obliquar ligeiramente o doente (3040º. .Valores de exposição adequados Axiais Chassi: 18x24cm t. Chassi curvo por baixo da axila.Chassi: 18x24cm na t. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: . Membro superior em posição neutra. proteger o cristalino. varia consoante o tamanho do tórax) no seu lado contralateral. .Espaço articular entre o úmero e a cavidade glenóide bem aberto . a incidir na apófise coracóide Posicionamento . Observações: Apneia respiratória Incidência alternativa da face (em acamados ou doentes em cadeira de rodas) Chassi: 18x24cm t.Infero-superior: braço em abdução a 90º com o chassi encostado ao ombro. Cara voltada para o lado contrário.Espaço sub-acromial aberto .Colimar à região de interesse. Braço em abdução a 90º. RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular.Supero-inferior: doente sentado. 17 .Colimar à região de interesse.Cavidade glenóide de perfil . DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular angulado 45º Foco: fino médio-lateralmente Projecção: AP RC: perpendicular e horizontal a incidir na axila. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP Dupla obliquidade RC: angulado 15º (no mínimo) crânio-caudais. .Doente em ortostatismo ou decúbito. .

Inclinação do corpo para trás. O membro superior contra lateral fica em extensão ao longo do corpo. Parte-se da posição de perfil. .Art.Colimar à região de interesse Finalidade: perfil da glenóide Critérios de boa realização .Art.Ombro desprojectado relativamente ao corpo. gleno-umeral no centro de colimação.Valores de exposição adequados • Incidência de Bloom-obata Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter. . gleno-umeral no centro de colimação. . obliquar o lado contralateral 40º a 50º. . Finalidade: ver a posição e o grau de luxação do ombro. com grelha Foco: fino Projecção: Axial RC: perpendicular a articulação do ombro tangenciar a Posicionamento: . Apoio do chassi na mesa. . de modo a projectar a sombra do ombro no chassi. Assegurar que o doente fica estável.Posicionamento: .Sentado em decúbito dorsal ou ortostatismo . . .Valores de exposição adequados 18 .Colimar à região de interesse.Doente sentado de costas para a mesa de exames. doentes com gerdy Critérios de boa realização .Ombro de perfil. .Doente sentado ou em ortostatismo.Cavidade glenoide e cabeça do úmero de perfil. Incidências alternativas às axiais • Perfil de Bernageau Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: Axial RC: angulado 30º incidir no acrómio crâneo-caudais a Posicionamento: . levando o membro ipsilateral e apoiando-o ao nível da cabeça.Colocar o chassi na face posterior do ombro . encostando a região axilar do lado ipsilateral ao potter.Úmero na vertical.Colimar à região de interesse com posicionamento similar à face.

PA: doente em ortostatismo ou em decúbito ventral. Posicionamento: .Valores de exposição adequados Face desdobrada (desprojectar a clavícula em relação às costelas) Chassi: 18x24cm ou 24x30cm t.• Estudo radiológico da clavícula Face Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t. . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Posicionamento: .Colimar à região de interesse. . Braços ao longo do corpo. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: perpendicular a incidir a meio da clavícula.PA: doente em decúbito ventral. RC: a incidir a meio da clavícula angulado caudo-claniano: . Braços ao longo do corpo. .AP: doente em ortostatismo ou decúbito dorsal. . . 19 . Braços ao longo do corpo.Clavícula no centro de colimação. Elevação do mento de modo a encostar o tórax do doente ao potter. . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização .AP: doente em posição lordótica ou decúbito dorsal.Sobreposição do 1/3 medial à grade costal. .Visualização de toda a clavícula e das 2 articulações.0º a 15º se paciente em posição .Clavícula horizontalizada e desprojectada da grade costal. . .Clavícula horizontalizada.Clavícula no centro de colimação. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização . RC: angulado 20 a 30º crânio-caudal e emergir a meio da clavícula.Visualização de toda a clavícula.Colimar à região de interesse.

.Valores de exposição adequados Chassi: Axial/Tangencial (para doentes acamados) 24x30cm t. . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular (uni).Doente em ortostatismo com os membros superiores ao longo do corpo. • Estudo radiológico da omoplata Face AP Chassi: 18x24cm l. horizontalizada e desprojectada da grade costal. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 45º ascendentes em relação a vertical a incidir a meio da clavícula. de modo a afastar a omoplata da grade costal.Colimar à região de interesse. Abdução do braço (90 ou 120º).Colimar à região de interesse Critérios de boa realização . .Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da articulação acrómio-clavicular Face AP Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t.Colimar à região central.Decúbito dorsal com os membros superiores em extensão ao longo do corpo.. . Observções: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 20 .Visualização de toda a clavícula. Chassi no vertical encostado ao ombro. . Posicionamento: . DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente abaixo Foco: fino Doente da cabeça do úmero.Clavícula no centro de colimação. Observações: Apneia respiratória Nota: Deve fazer-se o exame sem e com esforço dinâmico amarrando pesos de 3Kg em cada punho. Obliquar 20-25º o lado contralateral. Projecção: AP em ortostatismo ou decúbito dorsal. perpendicular a incidir na incisura jugular (bi). Posicionamento: .

DFf: 1m Posto com RC: angulado 15º (no mínimo) carnio-caudais a potter incidir no ângulo supero-interno da omoplata.. Obliquar o lado contralateral 70º-75º. Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço. Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero.Visualização da articulação escapulo-umeral. Obliquar o lado contralateral 70º-75º. Projecção: PA Posicionamento: .Sobreposição dos bordos lateral e medial da omoplata . DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter o ângulo superior e inferior do bordo interno da Foco: fino omoplata.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Perfil de Lamy ou em Y Chassi: 18x24cm na l. Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula.Não sobreposição do corpo da omoplata sobre as costelas . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . . Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula.Doente em ortostatismo para uma projecção PA.Colimar à região de interesse. Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço.Doente em ortostatismo para uma projecção PA. úmero proximal .Clavícula projectada acima do ângulo superior da omoplata . Perfil Chassi: 18x24cm na l. Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero. Observações: Apneia respiratória 21 .Omoplata de perfil . Foco: fino Projecção: PA Posicionamento: . .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Colimar à região de interesse.

.Chassi na vertical com os membros elevados ou a prender o chassi.Decúbito ventral: rodar o doente 15-20º para OAD. .Esterno visualizado sobre a silhueta cardíaca . e o contralateral em flexão a 90º e mão apoiada na mesa. . Projecção: lateral Posicionamento: .Esterno projectado lateralmente à coluna livre da sua sobreposição. Estudo radiológico do Esqueleto Torácico • Estudo radiológico do esterno Oblíqua anterior direita (OAD) Chassi: 24x30cm na long. Observações: Apneia inspiratória Perfil nos politraumatizados . Alinhar o eixo longitudinal do esterno com a linha média da mesa. Posicionamento: .3.Visualização de todo o esterno estritamente de perfil.Colimar à região de interesse. braço ipsilateral em extensão ao longo do corpo. Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: . . desde o manúbrio ao apêndice xifóide.Lateral em ortostatismo: colocar os ombros e os braços o mais para trás possível. Perfil Chassi: 24x30cm na long.Esterno no centro da colimação.Decúbito lateral esquerdo e direito: colocar os braços acima da cabeça mantendo os ombros para trás. . 22 .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a incisura jugular e o apêndice xifóide.Visualização do esterno em toda a sua totalidade. . .Ortostatismo: rodar o doente 15-20º (quanto maior a espessura do tórax menor a necessidade de rodar o doente) para OAD. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a incisura jugular e apêndice xifóide.

Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). .5m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir na apófise espinhosa da terceira vértebra dorsal. • Estudo radiológico das articulações esterno-claviculares Face PA Chassi: 18x24cm na t. os membros superiores ao longo do corpo para uma projecção PA. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a emergir na Foco: fino incisura jugular. Observações: Apneia respiratória Nota: O esterno fica mais próximo do filme e a coluna com ampliação fica desfocada.Colimar à região de interesse. . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: AO: perpendicular a incidir a 2cm lateralmente à apófise espinhosa D3. câmara de ionização central Critérios de boa realização: . . esterno-claviculares no centro de colimação.Ortostatismo. Oblíquas Chassi: 18x24cm na trans.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). RC: OP: perpendicular a incidir na articulação em estudo 23 .Não rotação do corpo (equidistância das esterno-claviculares à apófise spinhosa).Doente em ortostatismo ou decúbito ventral com os membros superiores ao longo do corpo. DFf: 0.Art. .. Projecção: PA Posicionamento: . Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória. Plesiorradiografia ou radiografia de contacto Chassi: 18x24cm na trans.

. . braços ao longo do corpo para as costelas inferiores. na Posicionamento: . Aproximar o lado a radiografar 25º.Colimar de acordo com a região Critérios de boa realização: . Apoio dos antebraços dos ombros e afastamento dos braços. Membro superior ipisilateral flectido e elevado para cima da cabeça e membro contralateral em extensão para baixo.AP: ortostatismo ou decúbito dorsal. Colimar à região de interesse.PA: ortostatismo ou decúbito ventral. . Afastamento dos ombros e braços acima da cabeça para as costelas superiores. . Afastar o lado a radiografar 25º.Art.OA: Ortostatismo PA ou decúbito ventral. • Estudo radiológico da grade costal Face AP ou PA Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância ente a coluna e a margem lateral do tórax. RC: bi: perpendicular a incidir ao nível de D6D7 Posicionamento: . Alinhar o plano médio-sagital. 24 .Doente de decúbito lateral para o lado afectado.Posicionamento: . OPE = OAD – vemos a articulação direita Observações: Apneia respiratória Incidência de Kurzbauer pesquisa de luxações) Chassi: 18x24cm na long. esterno-clavicular em estudo aberta e vista de forma axial no centro de colimação. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral (incidência axial as esterno-claviculares para RC: angulado 15º caudais a incidir articulação esterno-clavicular em estudo.OP: Ortostatismo AP ou decúbito dorsal. Alinhar o plano médio-sagital.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).

Visualização de todas as costelas .Valores de exposição adequados (visualização de o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância ente a coluna e a margem lateral do tórax. RC: bi-perpendicular a incidir 2 cm lateralmente a partir do PSM. Posicionamento: . Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo.. .Costelas livres de sobreposição . Obliquar o doente a 45º.OA: ortostatismo ou decúbito ventral. Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo.OPE=OAD – visualização dos arcos costais posteriores direitos e dos arcos costais anteriores e mediais esquerdos. Obliquar o doente a 45º.Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: . Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: .Ausência de rotação da coluna (equidistância das clavículas às apófises espinhosas das vértebras) . .OP: ortostatismo ou decúbito dorsal.OPD=OAE – visualização dos arcos costais posteriores esquerdos e dos arcos costais anteriores e mediais direitos.Colimar à região de interesse. 25 . .

Deve-se incluir desde os vértices pulmonares até aos ângulos costofrénicos (estes ângulos devem ser agudos. e horizontalizadas . Projecção: PA Posicionamento: .4.Coluna centrada na película . Posicionamento: . ângulo inferior das omoplatas. .Boa visualização de toda a trama bronco-vascular (os vasos de topo dão um exemplo de efeito de canto) até à periferia .Ortostatismo em PA.Inspiração correcta (8-10 espaços intercostais posteriores e 6-8 espaços intercostais anteriores). Perfil Esquerdo Chassi: 35x35 DFf: 1. Face anterior do tórax encostada ao potter.Lateral em ortostatismo. Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: .Omoplatas afastadas dos campos pulmonares . e as outras vão-se apagando progressivamente . senão é patológico) . .Colimar à região de interesse.Ausência de rotação e de movimento. Encostar os ombros ao potter de modo a desprojectar as omoplatas dos campos pulmonares. Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: .Visualização de forma individualizada pelo menos as três primeiras vértebras dorsais.Estudo radiológico do Sistema Cardio-Respiratório • Estudo radiológico do tórax Face PA Chassi: 35x35 (f) 35x43 (m) DFf: 1. Braços levantados e queixo levantado.80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: PA RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 no plano médio-sagital.Ausência de rotação: articulações esterno-claviculares equidistantes das apófises espinhosas .Clavículas simétricas relativamente às apófises espinhosas.Colimar à região de interesse. Normalmente faz-se o perfil esquerdo. Braços flectidos e dorsos das mãos apoiados na cinta. Pernas ligeiramente afastadas. 26 .80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 no Foco: grosso plano coronal (rebordo inferior da axila).

Braços elevados. Observações: apneia inspiratória 27 . vértices ou ápices pulmonares Face nos politraumatizados (tem a desvantagem de haver uma maior ampliação da silhueta cardíaca e maior exposição do cristalino) Chassi: 35x43 DFf: 1. considerada zona cega..80m Posto com potter Foco: grosso RC: perpendicular ao PMS a meio do Projecção: PA ou tórax AP Posicionamento: . . Elevar o doente com um lençol ou cobertor.Ortostatismo em PA.Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Oblíquas anteriores Chassi: 35x43 DFf: 1. Braço ipsilateral afastado e braço contralateral elevado. chassi encostado ao tórax (PA) ou dorso encostado ao potter.Colimar à região de interesse. mediastino.Decúbito lateral direito ou esquerdo.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível do ângulo Foco: grosso Projecção: PA inferior da omoplata Posicionamento: .Ângulos costofrénicos alinhados e sobrepostos. ápices pulmonares Perfil: não vemos.Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Decúbito Lateral (alternativa à face) Chassi: 35x43 DFf: 1. Afastar o lado contralateral 45º.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível do Foco: grosso Projecção: AP manúbrio do esterno Posicionamento: . Doente sentado ou em decúbito dorsal com afastamento dos braços e de objectos susceptíveis de produzir artefactos . Áreas potenciais de patologia: Face: ângulos costofrénicos.Sempre que possível realizar o exame com o doente sentado. .

80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP ou PA Incidência AP: / Lordótica: RC perpendicular a incidir na incisura jugular. Incidência em PA RC: angulado 15-20º caudais a incidir na incisura jugular para desprojectar os ápices das clavículas. OAD.OAD – 45º + contraste baritado. .Face PA + oblíqua + perfil .OAE – 55 a 65º para desprojectar o esófago da coluna. . . pois o coração é mais denso. DFf: 2m (para obter uma imagem do tamanho do coração o mais próximo do real possível) • Estudo dos ápices pulmonares Chassi: 24x30cm ou 18x43cm DFf: 1.Doente em posição lordótica 28 .Colimação do Rx de tórax . OAE) e só se realiza a ultima quando tivermos a certeza da qualidade das duas primeiras.Utilização de contraste baritado com a finalidade de preencher o esófago para ver se existe compressão do mesmo .Valores de exposição mais elevados que para o tórax.• Estudo da silhueta cardíaca .80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: PA Estudo das cisuras pulmonares RC: perpendicular a incidir a meio do tórax Posicionamento: .As exposições fazem-se sequencialmente (face. Observações: apneia inspiratória • Chassi: 35x43cm DFf: 1. Ortostatismo: RC angulado 15-20º cefálicos a incidir na incisura jugular.

Efectuar o perfil do lado afectado . Pedir ao doente para não deglutir.Preferencialmente posição ortostática .Incidência em inspiração e expiração (a expiração mostra melhor o ar entre as pleuras devido ao colapso do pulmão) . fistulas.Incidência em inspiração . efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado oposto ao afectado.Doente em ortostatismo ou em decúbito dorsal.. quistos.Preferencialmente posição ortostática . introduzido por intubação) para observação da árvore brônquica .Caso seja impossível a posição ortostática.Colimar à região de interesse Observações: técnica per-respiratória 29 .Indicações: * Pesquisa de hemoptises e hepistaxis (sangue que sai pelo nariz) * Pesquisa de bronquiectasias * Pesquisa de pneumonia de tórax.PA .Opacificação de produto de contraste positivo (iodo lipossolúvel.Incidências: Face + perfil + oblíquas • Estudo da traqueia Face AP Chassi: 24x30cm RC: perpendicular a incidir na DFf: 1m incisura jugular Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP Posicionamento: . com os membros em extensão ao longo do corpo. etc.Exame de risco . Ligeira elevação do mento. . . tumores pulmonares. para que o ar suba e fique encostado ao arco costal) • Estudo do derrame pleural .Caso seja impossível. efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado afectado para que o líquido desça) • Broncografia . cavernas tuberculosas.Colimar à região de interesse • Estudo do pneumotórax .

Critérios de boa realização: .Paciente em ortostatismo e de perfil. Perfil Chassi: 24x30cm DFf: 1.Ar na traqueia. .Colimar à região de interesse Observações: Técnica per-inspiratória Cavum faríngeo .Visualização de toda a traqueia. .Apneia inspiratória ou per-inspiratória.Valores de exposição adequados. 30 . . .Radiografia de perfil da região cervical alta. Projecção: AP Posicionamento: . Elevação ligeira do mento.RC a incidir ao nível do osso hioide.Doente em ortostatismo ou sentado em posição lateral com os membros superiores atrás das costas e descontraídos desprojectando as omoplatas.50m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre o Foco: grosso plano coronal médio e a incisura jugular. . .Incidência pedida para o estudo da faringe. . garantindo a deflexão da coluna. .Ausência de rotação. .Incidência realizada em crianças.

Critérios de boa realização: . .Valores de exposição adequados. Oblíqua medial Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: dorsoplantar RC: perpendicular a incidir na base do 3º metatarsiano Posicionamento: .Visualização das falanges e fileira distal do tarso até ao astrálago e dos metatarsianos. ESTUDO RADIOLÓGICO DO MEMBRO INFERIOR • Estudo radiológico do pé Chassi: 24x30cm Face AP (:2) DFf: 1m Posto sem RC: angulado 10 a 15º de forma a abordar potter perpendicularmente a região tarso-metatarsiana.5. Projecção: dorsoplantar Posicionamento: .Não rotação do pé. Pé centrado com o centro de colimação. Chassi: 24x30cm Oblíqua lateral (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na base do 3º Projecção: metatarsiano dorsoplantar Posicionamento: 31 . Membro inferior ipsilateral flectido a nível do joelho com a face plantar do pé em apoio no chassi. . Dedos em extensão. Face medial do pé apoiada no chassi a formar um ângulo de 30 a 45º com o mesmo.Colimar à região de interesse. . a Foco: fino incidir na base do 3º metatarsiano.Doente sentado na mesa.Espaço entre os metatarsos (2º ao 4º) aberto e à mesma distância. .Doente sentado na mesma posição que para a face. .Colimar à região de interesse.

. Pés em apoio no chassi. Chassi: Perfil interno em carga 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular e horizontal a incidir na base do Projecção: 5 metatarso.Valores de exposição adequados. Chassi: Perfil (interno ou externo) 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir no cuneiforme medial Foco: fino (perfil externo) ou lateral (perfil interno). . .Colimar à região de interesse. .Doente na mesma posição que para a face. . Projecção: dorsoplantar Posicionamento: . . Face lateral do pé apoiada no chassi. .Perfil interno (alternativa. lateral 32 . Projecção: lateral Posicionamento: .Visualização da tuberosidade do 5º metatarso (local frequente de fractura associada a entorse) .Perfil externo: face lateral apoiada no chassi.Visualização dos 5 metatarsos livres de sobreposição.Doente em ortostatismo com os pés juntos mas ligeiramente afastados. Pé em dorsiflexão a 90º. Pé em dorsiflexão a 90º. .Doente em decúbito lateral.Visualização do seio társico.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . Finalidade: estudo o pé diabético (faz-se face+perfil com uso de valores de exposição para partes moles para visualização de úlceras e gangrenas) Face bilateral em carga Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: angulado 10 a 15º a incidir no meio da linha Foco: fino que une a base dos dois primeiros metatarsos. de modo a formar um ângulo de 30º com o mesmo. por exemplo para acamados): face medial do pé apoiada no chassi.Colimar à região de interesse.

• Chassi: Axiais para estudo dos sesamóides 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: perpendicular a tangenciar os ossos sesamóides.Posicionamento: . 33 .Ortostatismo. Axial em decúbito ventral Posicionamento: . . Apoio radiotransparente nos dedos dos pés.Doente em decúbito dorsal. Extensão dos tornozelos.Doente em ortostatismo com o chassi entre os dois pés. Membro inferior em extensão. de modo a ficar apoiado no metatarso. Finalidade: estudo das arcadas dos pés. Extensão do tornozelo e flexão forçada dos dedos com uma ligadura. Chassi colocado verticalmente (pode-se usar o apoio usado em perfil interno em carga).Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. Extensão máxima do tornozelo.Colimar à região e interesse Axial em decúbito dorsal Posicionamento: . livres de sobreposição de qualquer porção do 1º metatarso. Critérios de boa realização . . .Decúbito ventral. Face medial do pé a radiografar encostada ao chassi.Boa visualização dos ossos sesamóides.Valores de exposição adequados. . . Ligeira flexão dos joelhos e apoio dos dedos no chassi. Chassi na região posterior do tornozelo. Incidência de Guntz (posição ortostática) Posicionamento: .Colimar à região de interesse.

.Valores de exposição adequados. Nota: . . Rotação interna da perna e do pé a 45º com o chassi.Dorsiflexão do pé a 90º. respectivamente. Critérios de boa realização: .Dorsiflexão a 90º: perna e pé a formarem um ângulo de 90º .Doente em decúbito dorsal. na incidência com angulação de 10º a articulação do tornozelo e a articulação tíbioperonial distal. Pé morto ou decepado (visualização de todo o pé. . Membro inferior em extensão.• Estudo radiológico da articulação astrágalo-calcaneana Incidência de Broden (4 incidências) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: angulado a 10º. sem sobreposição da tíbia e do peróneo) Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP Posicionamento: 34 . 20º. Posicionamento: . astrágalo-calcaneana em diferentes posições. 30º e 40º cefálicos em Projecção: direcção à articulação.Quando a dorsiflexão a 90º e a rotação do pé a 45º estão comprimidos. Pé apoiado sobre o chassi. devem estar aberta. . a incidir no maléolo plantodorsal lateral. Dorsiflexão a 90º.Visualização da art.Colimar à região de interesse.Visualização de 1/3 distal do tornozelo até ao calcaneo.

• Estudo do calcâneo (pesquisa de fracturas e esporões) Perfil externo Chassi: 18x24cm (:2) t. Chassi na face posterior do tornozelo. Face lateral do pé encostada ao chassi.Coloca-se a ampola para trás e dirige-se o raio central para a face superior do calcaneo com uma angulação 25º anterior. (2) 40º a 45º caudais a incidir no calcâneo. Posicionamento: . . Finalidade: pesquisa de osteófitos e estudo de fracturas Axiais Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: angulado 30º a 40º cefálicos. Dorsiflexão forçada do pé com uma ligadura. Com a ampola na frente do doente centra-se o raio central na base do 3º metatarsiano com uma angulação de 15º posteriores para a primeira exposição.Visualização de todo o pé desde as falanges distais até ao calcaceo. Posicionamento: .Doente em ortostatismo com o chassi debaixo do pé a examinar. Membro inferior em extensão. .Mais usada em decúbito dorsal. Posicionamento alternativo: 35 . Alternativos: (1) angulado 45º a incidir na parte posterior do calcaneo.Decúbito lateral.Colimar à região de interesse.Sem modificar a posição do pé. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir no calcâneo. . faz-se avançar o membro inferior contralateral. . sem sobreposição da tíbia e do peróneo .Valores de exposição adequados.. a incidir no calcâneo. Perna contralateral avançada em relação à outra. Critérios de boa realização: . em direcção à parte posterior do calcâneo.Colimar à região de interesse.

Projecção: AP Posicionamento: . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil externo 36 RC: perpendicular maléolo medial.Calcaneo no centro de colimação.Doente em ortostatismo. . . na longitudinal e na vertical.1.Calcaneo desprojectado e visto de forma axial. • Estudo radiológico do tornozelo Face AP Chassi: 18x24cm (:2) t. . . Chassi apoiado na face plantar do pé. Pé em dorsiflexão a 90º para abrir a articulação e em ligeira rotação interna (15º) para colocar os maléolos equidistantes do chassi. Face plantar do pé apoiada no chassi.Doente em decúbito ventral. Ampola na parte posterior do doente.Tornozelo alinhado e centrado com o centro de colimação. Membros inferiores em extensão. . Colocar sacos de areia sob a articulação tibiotársica.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino a linha que une os dois maléolos.Boa visualização da articulação tíbio-társica e do seu espaço articular. Critérios de boa realização: . Critérios de boa realização: . Membro inferior a radiografar em extensão. .Sobreposição ligeira da articulação tíbio-peroneal distal.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). .Visualização dos dois maléolos. a incidir no .Visualização de todo o calcaneo desde a sua faceta posterior ate a faceta articular. . Chassi: 18x24cm (:2) t. 2. Membro inferior contralateral avançado em relação ao membro em estudo.Doente em decúbito dorsal.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).

OP interna: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão.Sobreposição dos 2 maléolos.Posicionamento: . Oblíquas posteriores (interna e externa) Chassi: 18x24cm (:2) t. . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir no maléolo lateral Projecção: AP (OPI) ou medial (OPE). Pé em rotação externa (45º) .Peróneo sobreposto à porção posterior da tíbia. Nota: .OP externa: articulação subtalar (astrálago. Perna em extensão.Decúbito lateral. . Estudo em stress Ligamento da face lateral 37 . Perna contralateral avançada em relação à outra. .OP externa: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão.calcaneana) e sulco calcaneal (só depressão do seio társico) abertos. Pé em rotação interna (45º) .Valores de exposição adequados. Critérios de boa realização: . Apoio sob o joelho de forma a que o calcanhar fique apoiado.OP interna: articulação tíbio-peroneal e traso-peronial abertas.Colimar à região de interesse. Face lateral do pé encostada ao chassi. .Colimar à região de interesse. Dorsiflexão do pé a 90º. Posicionamento: .

Tornozelo de face. Critérios de boa realização: . Face lateral da perna encostada ao chassi.Perna alinhada.Doente em decúbito dorsal. Pé em dorsiflexão (90º) e em ligeira rotação interna (15º). Dorsiflexão do pé a 90º. . Perna contralateral avançada em relação à outra. Ligeira rotação interna de modo a que os maléolos fiquem sobrepostos. Critérios de boa realização: . região do médio pé (5º metartarsiano e navicular) Varo: stress com inversão do pé Valgo: stress com eversão do pé • Estudo radiológico da perna Face AP Chassi: 18x43m l. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a articulação do joelho e articulação do tornozelo. 38 . ou 35x43(:2) l. Posicionamento: . .Talo-fibular anterior . ou 35x43(:2) l. . .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a articulação do joelho e articulação do tornozelo.Visualização da art. Posicionamento: . tibio-tarsica. Membro inferior a radiografar em extensão.Decúbito lateral. .Talo-fibular posterior .Colimar à região de interesse.Calcâneo-fibular (calcâneo-peroneal) Locais de lesão: região maleolar (6cm).. Perfil externo Chassi: 18x43m l. tibio-tarsica. Perna em extensão.Visualização da art. do joelho até a art.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). do joelho até a art.

Perna alinhada.Não rotação do joelho (equidistância da espinha intercondiliana até à margem).Doente em decúbito dorsal. Posicionamento: . .Ligeira sobreposição da tíbia e do perónio proximalmente.Sobreposição do perónio no 1/3 posterior da tíbia no 1/3 distal da perna. Critérios de boa realização: .Valores de exposição adequados. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Colimar à região de interesse. . DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice da rótula. . • Estudo radiológico do joelho Face AP Chassi: 18x24cm l. Membro inferior a radiografar em extensão e em ligeira rotação interna a 15º. .Rótula de face e sobreposta ao fémur.. . . 39 .Visualização do espaço articular do joelho.

Rótula de perfil.Espaço articular aberto. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra.OP: decúbito dorsal.gavetos Ligamentos: Colaterais – medial e lateral – rotação interna e externa Cruzados – anterior (LCA) e posterior (LCP) – flexão e extensão Face (pressão): 40 .Joelho flectido. rotação interna do membro inferior 45º (OAL) ou externa (OAM) . . . rotação interna do membro (OPM) ou rotação externa (OPL) de 45º. (caso haja dessobreposição horizontal é sinal de má rotação do joelho) .OPL: assemelha-se ao perfil.Colimar à região de interesse. Tíbia e perónio subrepostos medialmente e rotula desviada lateralmente. Oblíquas (pesquisa de corpos livres intra-articulares e lesões de osteocondrite Chassi: 18x24cm dissecante) (:2) l.Perfil externo Chassi: 18x24cm l. (caso contrário a angulação foi insuficiente) . Estudo em stress . Flexão do joelho a 30º. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: angulado 5 a 10º caudo-craniano a incidir 2cm posteriormente ao ápice de rótula. .OPM: assemelha-se a uma face exagerada. Critérios de boa realização: . Foco: fino Projecção: AP ou RC: OP: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice da rótula PA Posicionamento: .OA: decúbito ventral. DFf: 1m Posto com/sem RC: AO: perpendicular a incidir no centro da zona potter póplítea.Decúbito lateral.Sobreposição dos côndilos femurais.Valores de exposição adequados. .Colimar à região de interesse.Ligeira sobreposição da tíbia e do peróneo proximal. Nota: . . Articulação tíbio-peroneal aberta e rotula desviada medialmente. . Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular. Posicionamento: .

Posicionamento: .Doente em ortostatismo para uma projecção PA. Critérios de boa realização: 41 . Joelhos em carga do joelho para dentro.Ligamento colateral lateral: aspecto lateral do medial da perna para dentro. Projecção: AP Posicionamento: . Perfil (pressão): . Flexão dos joelhos a 45º .Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse.Ligamento colateral medial: aspecto lateral aspecto medial da perna para fora . patologias articulares • Face em carga Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter da linha que une os ápices da rótula ou Foco: fino ligeiramente abaixo. e no joelho para fora.LCA: aspecto anterior do joelho para dentro. Posicionamento: . e para dentro. • Perfil em carga Chassi: 24x30 l.Rotação externa ligeira e membro inferior em extensão ou flexão .Colimar à região de interesse.. e para fora . simétricos a apontar em frente e ligeiramente afastados. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir ao nível do ápice da rótula e a meia distância da espessura do joelho. Estudo bilateral. e no aspecto no aspecto posterior da perna no aspecto anterior da perna Finalidade: estudo da interlinha articular dos pratos tibiais. Pés com rotação interna de 5º a 10º. • Incidência de SCHUSS (posição de esquiador) Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 10º caudais a incidir a meia distância da linha que passa pelo cavado poplíteo.Doente em ortostatismo e descalço. .LCP: aspecto posterior do joelho para fora.

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Joelhos alinhados; Arts. no centro de colimação; Espaço articular aberto; Valores de exposição adequados.

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• Estudo da rótula
Chassi: 18x24 ou Face PA 18x43 l. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: perpendicular a incidir no centro da Foco: fino zona poplítea. Projecção: PA Posicionamento: - Doente em decúbito ventral, membro inferior em extensão, com dorsiflexão do pé a 90º. Condilos alinhados. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: - Rótula de face no centro de colimação; - Valores de exposição adequados. Perfil Chassi: 18x24 na trans. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: perpendicular a incidir 2cm posteriores Foco: fino ao ápice rótula. Projecção: lateral Posicionamento: - Doente em decúbito lateral com a face externa apoiada na mesa. Membro contralateral avançado, fémur alinhado e ligeira flexão do joelho a 30º. - Colimar à região de interesse. Axiais Chassi: 18x24 ou 24x30 t. Finalidade: Desvios do alinhamento da rótula DFf: 1m relativamente ao fémur ou diferenças da rótula Posto com/sem (longitudinais) ou diferenças transversais (face e perfil) potter Foco: fino • Axiais de Ficat 30, 60 e 90º (mais usadas) Posicionamento: - Doente sentado com o joelho flectido de modo a que a perna forme um ângulo de 30, 60 ou 90º com o eixo longitudinal do fémur. Chassi apoiado verticalmente na coxa. - Colimar à região de interesse. RC: angulado caudo-craniano a tangenciar a rótula: - 15º se o ângulo da perna for 30º; - 20º se o ângulo da perna for 60º; - 25º se o ângulo da perna for 90º. Quanto maior a angulação maior é abertura

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Axial em decúbito ventral ou Sette Gard

Posicionamento: - Decúbito ventral. Membros inferiores flectidos ao máximo. - Colimar à região de interesse. RC: perpendicular ou tangenciar as rótulas. angulado 5º a

Axiais de Merchant

Posicionamento: - Doente em decúbito dorsal. Pernas pendentes fora da mesa de exames. Perna a 45º com o eixo longitudinal do fémur. Estudo bilateral. - Colimar à região de interesse. Nota: Se o chassi estiver nos pés aumentar a distância foco-filme para 2m para compensar a dintância foco-objecto; se o chassi estiver nas pernas aumentar a distãncia foco-filme para 1.50m. RC: angulado 60º crânio-caudal a incidir no ápice da rótula. Critérios de boa realização: - Rótula vista de forma axial e no centro de colimação; - Visualizarão do espaço retropatelar e dos condilos femurais; - Valores de exposição adequados.

• Estudo da fossa intercondiliana
Face PA Chassi: 18x24 l. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: PA

RC: perpendicular a incidir no centro da zona poplítea.

Posicionamento: - Parte-se da posição de decúbito ventral. Joelhos apoiados e flectidos. Eixo longitudinal do fémur a formar um ângulo de 70º com o plano do exame e de 20º com o raio central. - Colimar à região de interesse. Alternativas à “posição de gatas”: - Com um banco e perna flectida; - Com o joelho encostado ao potter.
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DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior médio com 1/3 distal.Decúbito dorsal. Posicionamento: . Posicionamento: . (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art. Membro inferior em extensão.Valores de exposição adequados.Colimar à região de interesse. Ligeira flexão do joelho.Fémur alinhado.Colimar à região de interesse. Face AP (alternativa) Chassi: curvo DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular à tíbia e a incidir na ápice da rótula. . . .Decúbito dorsal. Coxas apoiadas na mesa. . DFf: 1m Posto com/sem potter RC: angulado 40º caudais a incidir no centro Foco: fino da região poplitea.Face PA (alternativa) Chassi: 18x24 l. • Estudo do fémur (1/3 médio e distal) Face AP Chassi: 18x43 l. do joelho) 45 .Não rotação do joelho. Fémur a formar um ângulo de 60º com o prolongamento do eixo da tíbia.Joelho de face.Colimar à região de interesse. . . Projecção: PA Posicionamento: .Decúbito ventral. Ligeira rotação interna do membro inferior (5º). Chassi curvo por baixo do joelho. . Critérios de boa realização: . elevar a perna de forma a formar um ângulo de 40º com o plano de exame (elevar a perna e apoiada num suporte).Fossa intercondiliana aberta.

Decúbito lateral. Ligeira rotação interna do membro inferior (15º) . (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio. do joelho) • Estudo radiológico do fémur (1/3 proximal e médio) Face AP Chassi: 18x43 l. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil externo RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior médio com 1/3 distal.Decúbito lateral. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art. Perna do lado a radiografar flectida.Chassi: 18x43 l. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra. Projecção: lateral . Membro inferior em extensão. Flexão do joelho de 30 a 45º. Projecção: AP Posicionamento: . Rotação ligeira do corpo de 5º para trás. coxo-femural) Chassi: 18x43 Perfil externo l. Posicionamento: . coxo-femural) Critérios de boa realização: 46 .Colimar à região de interesse.Decúbito dorsal.Colimar à região de interesse. . . Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular.

Raio central: perpendicular a incidir a meio do chassi. Estudo monopedálico: estudo unilateral. este estudos podem ser feitos caso os 2 membros inferiores não caibam no extralongo ou por protocolo da instituição.Só se realiza a face Finalidade: . . 47 . • Estudo métrico dos membros inferiores Particularidades: . . em que há apoio da perna a radiografar suportando o peso do corpo.Distância foco-filme de 2m . Posicionamento: Ortostatismo. Pés em posição anatómica. Ligeira abdução dos membros inferiores e apoio simétrico dos mesmos.Fémur de face nas incidências de face. . coxo-femurais.Protecção gonadal (até 16anos) .Apneia respiratória .Avaliação de situações de encurtamento dos membros (chassi extralongo ou 35x43cm*) Nota: * o chassi 35x43cm (:3) é utilizado em estudos gonométricos do membro inferior.Visualização do fémur alinhado e de forma a incluir o joelho no estudo do 1/3 médio e distal e a incluir a art. coxo-femural no estudo do 1/3 proximal e médio. uma vez que a perna contralateral é ligeiramente elevada. joelho e tornozelo.Fémur de perfil nas incidências de perfil.Grelha anti-difusora .Determinação de desajustes em varismo ou valgismo (chassi extralongo) .. em que na mesma película se visualizam as art.Valores de exposição adequados.Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem . Membros superiores ao longo do corpo. Neta caso a DFf volta a ser de 1m.

. . Plantas dos pés em contacto (posição de rã).Pequeno trocanter projectado de forma a triangular no bordo medial do fémur. Posicionamento: .5cm a meio e abaixo da linha que une as EIAS à sínfise púbica.Colimar à região de interesse. Obliquar o doente a 45º de modo afastar o lado oposto ao lado a radiografar.Valores de exposição adequados. Membros superiores ao longo do corpo. Estudo radiológico da cintura pélvica • Estudo radiológico da articulação coxo-femural Face AP Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bilat) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir 2. .Decúbito dorsal. . coxo-femural no centro de colimação. Falso perfil Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral RC: uni: perpendicular a incidir a nível do colo do fémur.Grande trocanter de perfil. Critérios de boa realização: . . . RC: bi: perpendicular a incidir a 1/2 distância da linha que une os dois colos femurais no PMS.1/3 proximal do fémur de perfil.Sobreposição do grande trocanter ao colo do fémur.Estudo unilateral: decúbito lateral. 48 . .6.Valores de exposição adequados.Art.Estudo bilateral (em crianças): decúbito dorsal.Colo do fémur desdobrado. Com os joelhos flectidos. .Pequeno trocanter desprojectado do bordo medial do fémur. Membro ipsilateral flectido a 90º e o contralateral em extensão.Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: . .Visualização do 1/3 proximal do fémur. . . Membro inferior em rotação interna (15º). Posicionamento: .

Flexão e elevação do membro inferior contralateral. Critérios de boa realização: . . . onde não se faz o falso perfil. 49 .Colimar à região de interesse. Projecção: AP Posicionamento: . Chassi colocado entre as pernas (pode recorrer-se a chassi curvo) .Colo do fémur no centro de colimação visto de forma axial. . Nota: Em caso de visualização de prótese da anca. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. Finalidade: serve como complemento à incidência de face em bloco. .Decúbito dorsal. Projecção: SI: a incidir no colo do fémur. • Estudo radiológico da bacia Face AP Chassi: 35x43 t.Valores de exposição adequados.Alinhamento da apófise espinhosa de L5 com o centro do sacro e da sínfise púbica. Chassi colocado verticalmente e apoiado na crista ilíaca.Chassi: 18x24 Axiais (uni) DFf: 1m Posto com potter RC: IS: perpendicular a incidir na região Foco: fino inguinal. no PMS. o RC deve incidir na síntese púbica e cortam-se as cristas ilíacas.Visualização de toda a pelve óssea. Coxa a 90º como corpo. . Critérios de boa realização: .Infero-superior (IS): decúbito dorsal.Simetria dos buracos obturadores e dos ilíacos.Grande trocanter de perfil.Colimar à região de interesse. Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros para corrigir a anteversão fisiológica do colo do fémur (desdobrar o colo do fémur). Membros inferiores em extensão.Supero-inferior (SI): decúbito dorsal. axial Posicionamento: . . .Colo do fémur desdobrado.

. Face em carga Chassi: 35x43 t. Membros inferiores em extensão com rotação interna de 15 a 20º.Outlet: raio central angulado 45º caudo-craniana . Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros. Membros inferiores em extensão.Colimar à região de interesse. .Sínfise púbica vista de forma axial. . a cavidade forma uma espécie de lágrima). no PMS. Finalidade: Estudo da báscula pélvica ou da articulação coxo-femural. .Asas do ilíaco abertas.Ortostatismo. projectado de forma triangular. . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha que una as EIAS e a sínfise púbica.Valores de exposição adequados.Visualização do “U” radiológico de Calot (formado pelo sobreposição do acetábulo.Pequeno trocanter no bordo medial do fémur.Valores de exposição adequados. Posicionamento: .Decúbito dorsal. • Estudo da sínfise púbica e ramos isquiopúbicos Face Chassi: 35x43 t. Membros superiores ao longo do corpo e ligeiramente abduzidos. . no PMS.Inlet: raio central angulado 45º crânio-caudal . Posicionamento: .Colimar à região de interesse. ou 24x30 (trauma da sínfise púbica) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado a incidir a meia distância da linha que una as EIAS e a sínfise púbica.. * Outlet: 50 . Critérios de boa realização: * Intet: . .Boa visualização do estreito pélvico.

* Obturadora: . .Asa do ilíaco desdobrada. Rodar o doente 45º (para abrir o obturador e a asa do ilíaco) para o lado oposto a radiografar.Incidência Alar: decúbito dorsal. Estudo simultâneo.Asa do ilíaco quase de perfil. Critérios de boa realização: * Alar: .Ramos isquio-púbicos desdobrados. . Rodar o doente 45º (para desdobrar a asa do ilíaco) para o lado a radiografar. . • Luxação congénita da anca . Nota: ao fazer o estudo bilateral ao fazer a incidência alar direita. Posicionamento: .Valores de exposição adequados.Sínfise púbica de face.Incidência Obturadora: decúbito dorsal.Buraco obturador obliquado.Buraco obturador bem aberto e arredondado.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados. . na imagem obtemos a alar esquerda. 51 . . .. . . • Estudo radiológico (Hemiface da bacia) do acetábulo e buraco obturador Incidência Alar e Obturadora Chassi: 24x30(uni) ou 18x43(bi) DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica do lado Projecção: AP a radiografar.Ocorre frequentemente no sexo feminino.Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior. .Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior.Valores de exposição adequados. .Mais frequente das luxações. . obtemos a imagem relativa a uma obturadora esquerda. tal como ao fazer a incidência obturadora direita.

no PMS.Alinhamento da apófise espinhosa L5 com o centro do sacro e sinfise púbica. Luxação: separação total ou parcial de 2 estruturas que deveriam estar em contacto.Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança.Visualização de toda a cintura pélvica óssea.Parte-se da posição de face da bacia. .Incidência Face AP da bacia: . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. de modo a que as plantas dos pés estejam em contacto. Rotação interna dos mesmos. .Pequeno trocanter ligeiramente desprojectado medialmente e grande trocanter sobreposto ao colo do fémur. .. Abdução a 45º e extensão dos membros inferiores.Raça branca mais atingida do que a raça negra. Flexão e abdução dos membros inferiores. . . Diagnóstico: manifestações clínicas que apresenta e achados radiológicos característicos. 52 . Projecção: AP Posicionamento: .1/3 proximal do fémur de perfil. .Incidência Van Rosen Incidência de Lowestein (posição de rã) Chassi: 24x30 t. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica.Parte-se da posição de face da bacia. no PMS. Incidência de Van Rosen Chassi: 24x30 t.Valores de exposição adequados. . Projecção: AP Posicionamento: . Critérios de boa realização: .A anca esquerda mais atingida (3:2).Incidência Lowestein (posição rã) .

53 .Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança..

Projecção: AP Posicionamento: . Membros inferiores em extensão.Articulações sacro-ilíacas centradas e alinhadas com o centro de colimação. Observações: Apneia respiratória OPD – articulação sacro-ilíaca esquerda OPE – articulação sacro-ilíaca direita 54 . ou ao nível do tórax.Decúbito dorsal.Valores de exposição adequados.Espaços articulares sacro-ilíacos e L5-S1 bem visíveis.Ausência de rotação (equidistância das apófises sacrais). .5cm potter medial. . Finalidade: a angulação faz com que abordemos tangencialmente a articulação Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . .Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. Posicionamento: . Membros superiores em extensão ao longo do corpo. pode manter-se a angulação da face para ver Foco: fino a articulação em toda a extensão. 2. . Alinhar a articulação com o centro de colimação.• Estudo radiológico das articulações sacro-ilíacas Face bilateral Chassi: 24x30 t. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 30 a 35º caudo-craniano a incidir a meia distância entre as EIAS e a sínfise púbica no PMS. Oblíquas (as posteriores são as mais realizadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível das EIAS. .Decúbito dorsal. Elevar o lado a radiografar 25 a 30º para oblíqua posterior.

Não desdobramento do muro vertebral posterior .Não sobreposição da mandíbula às vértebras cervicais superiores .Visualização de C3 a D1 . Ligeira deflexão da cabeça.Visualização de C1 a C7 e se possível C7-D1 .Ortostatismo ou decúbito dorsal.Colimar à região de interesse.Espaços intervertebrais abertos .Lateral em ortostatismo.5m Posto com RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do bordo superior da cartilagem tiroideia. .Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x24cm l. Mastóides equidistantes do filme. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . Ombro encostado ao potter. Ligeira deflexão da cabeça. Observações: apneia respiratória.Sobreposição da mandíbula e do occipital sobre C1 e C2 . Estudo radiológico da coluna vertebral • Estudo radiológico da coluna cervical Face AP Chassi: 18x24cm l.Valores de exposição adequados 55 . não deglutir Nota: a angulação pretende tangenciar os discos e os espaços intervertebrais Critérios de boa realização: . DFf: 1. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP (C3-C7) RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao nível do ponto mais proeminente da cartilagem tiroideia.Ausência de rotação (apófises espinhosas alinhadas) . Plano médio sagital perpendicular ao filme. Plano médio sagital paralelo ao filme. Posicionamento: .7. . 2cm à frente das potter apófises espinhosas (o feixe longitudinal deve passar no Foco: fino ouvido externo) Projecção: lateral Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Ausência de rotação . Ombros descaídos.

DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao potter nível do ponto mais proeminente da cartilagem Foco: fino tiroideia.Ortostatismo ou decúbito dorsal.Fixar os dentes superiores com o occipital.Boa visualização dos buracos de conjugação (circulares) .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP com a boca aberta RC: perpendicular a incidir no centro da boca aberta. perpendicular ao filme.Valores de exposição adequados OPD – buracos de conjugação esquerdos OPE – buracos de conjugação direitos Face AP (C1-C2) transoral ou transbucal ou incidência de boca aberta Chassi: 18x24cm l.Não sobreposição da base do crânio a C1 . delimitados pelas apófises transversas e articulações interapofisárias. . pelos quais emergem as raízes nervosas.Oblíquas (incidência em dupla obliquidade) Chassi: 18x24cm l. Nota: instrução do paciente para manter a boca aberta pronunciando o som “A”. Posicionamento: . .Colimar à região de interesse. Plano médio sagital perpendicular ao filme. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Estudo dos buracos de conjugação. Projecção: AP Posicionamento: . Critérios de boa realização: 56 . Critérios de boa realização: . Rotação do corpo e cabeça de 45º. . Linha que une a margem inferior das incisivas superiores sobreposta à base do crânio. Mastóides equidistantes do filme. porque assim a língua repousa no chão da boca.Não sobreposição das mandíbulas às vértebras cervicais superiores . Ligeira deflexão da cabeça.Visualização de C1 a C7 .Ortostatismo ou decúbito dorsal. ajustar a rotação da cabeça e pedir ao doente para abrir a boca.

assim como a apófise odontóide ou dente do áxis .Sobreposição dos incisivos superiores com base do crânio .Ausência de rotação .Visualização de C1 a C2 e respectiva articulação.Valores de exposição adequados 57 ..

Braço e ombro contralaterais colocados para baixo e ligeiramente para trás.Ausência de rotação . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Visualização de C1 a C7 . DFf: 1. Hiperflexão: queixo deprimido a tocar no tórax.Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e em hiperextensão Chassi: 18x24cm l. . Mão apoiada na cabeça. .Hiperextensão: queixo levantado e cabeça inclinada para trás ao máximo. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: .Cabeças dos úmeros separadas verticalmente 58 . Ombro encostado ao potter.Não desdobramento do muro vertebral posterior .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ao nível de D1 (ao nível da Foco: fino apófise espinhosa C7).5 m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível de C4 Foco: fino (cartilagem tiroideia). Ombros descaídos. Plano médio sagital paralelo ao filme.Colimar à região de interesse. Braço e ombro ipsilateral colocados para cima e ligeiramente para a frente. Finalidade: estudo flexibilidade da coluna.Visualização de C4 a D3 . Projecção: lateral Posicionamento: .Hiperextensão: apófises espinhosas devem estar próximas .Hiperflexão: apófises espinhosas devem estar afastadas . . alinhamento da coluna. Plano médio sagital paralelo ao filme. Projecção: AP .Lateral em ortostatismo.Lateral ou em ortostatismo ou decúbito lateral. relação corpos-discos.Valores de exposição adequados • Transição cervico-dorsal Chassi: Perfil (posição de nadador) 18x24cm l.

4cm para a frente Foco: fino do plano dorsal posterior.Ortostatismo ou decúbito dorsal.Ausência de rotação (articulações esterno-claviculares equidistantes da coluna) . Projecção: AP Posicionamento: . Braços ao longo do corpo.DL: braços levantados a formarem ângulos rectos com o corpo e cotovelos flectidos. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 (2 dedos potter abaixo da axila no plano coronal). . podemos usar um ecrã gradual com o + para cima e o – para baixo e/ou tirar partido do efeito anódico. raio aborda a curvatura pela sua concavidade então o raio é perpendicular.Ortostatismo ou decúbito lateral. Alinhar o plano médio sagital (tracção).Colimar à região de interesse. Projecção: lateral Posicionamento: .Ortostatismo: Braços para a frente com as mãos em pronação forçada . .. para combater a sobrexposição das vértebras dorsais superiores e a subexposição das vertebral dorsais inferiores.Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da coluna dorsal Face AP Chassi: 18x43cm l.Visualização de C7 a L1 . Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: 59 . Critérios de boa realização: . Plano médio sagital paralelo ao filme.Colimar à região de interesse.Apófises espinhosas alinhadas e centradas .Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x43cm l. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 (8 a potter 10cm abaixo da incisura jugular) (meio da linha Foco: fino intermamilar). . Observações: Apneia expiratória (para obter uma melhor uniformização em termos de densidade e valores de exposição) Nota: coluna mais próxima.

Não desdobramento do muro vertebral posterior. Valores de exposição adequados. Espaços intervertebrais abertos. 60 .- Visualização dos 2/3 inferiores da coluna dorsal. Ausência de rotação.

Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. PMS paralelo ao filme.Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 24x30cm l.Sobreposição das apófises articulares direitas e esquerdas . No perfil pode recorrer-se ao foco grosso. Observações: Apneia respiratória Nota: A apneia pode ser expiratória. Braços afastados do corpo.Ortostatismo: Apoio simétrico dos membros inferiores para evitar inflexões laterais .Boa visualização de todas as vértebras lombares .Articulações sacro-ilíacas equidistantes da coluna . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . Colocar um apoio por baixo do corpo p diminuir a curvatura provocada pela anca.Colimar à região de interesse. permitido também uma imagem mais homogénea.Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: .Bom alinhamento das apófises espinhosas em relação aos corpos vertebrais – se não houver esclerose . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo Foco: fino costal inferior e das cristas ilíacas. pois assim o diafragma sobe. . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo costal Foco: fino inferior e das cristas ilíacas. Projecção: Posicionamento: lateral . .Não desdobramento do muro vertebral posterior 61 .• Estudo radiológico da coluna lombar Chassi: Face AP ou PA (AP é mais comudo) 24x30cm l.Ausência de rotação . .Visualização de D12 a S1 .DD: Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar. devido à necessidade de aumentar os mA. Projecção: AP/PA Posicionamento: . optimizando a visualização das primeiras vértebras lombares. Alinhar o plano médio sagital (tracção). Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral). Braços ao longo do corpo.Ortostática ou decúbito dorsal.

patologia discal ou lombalgia – ortostatismo.Colimar à região de interesse.Espaços intervertebrais abertos . OA – art. espondilolitesis (deslizamento de uma vértebra sobre a outra). 62 . .Hiperflexão: articulando a pelve. DFf: 1m Posto com potter RC: centrado ao nível de L3. .Hiperextensão: articulando a pelve. + proximas Critérios de boa realização: .Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral.Articulações zigoapofisárias abertas . 5cm lateralmente ao PMS Foco: fino (para o lado levantado) Projecção: AP/PA Posicionamento: . Rotação do corpo de 45º.Boa visualização dos istmos lombares (zona entre a lâmina e o pedículo) . Em decúbito lateral colocar em posição fetal. + afastadas OP – art.Colimar à região de interesse. fractura no istmo lombar).Boa visualização dos “scotty dog” . Plano médio sagital paralelo ao filme. Plano coronal alinhado com a linha média do potter. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: centrado ao nível de L3.Boa visualização de D12 a S1 .Valores de exposição adequados Chassi: Oblíquas anteriores ou posteriores 18x43cm l. extensão do tronco ao máximo.. . Projecção: lateral Posicionamento: . flectir o corpo ao máximo. .Valores de exposição adequados Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e hiperextensão Chassi: 35x43cm l.Ortostática (AP ou PA) ou decúbito dorsal ou decúbito ventral. espondilolise (pode surgir associado à espondilolistesis. Observações: Apneia expiratória Finalidade: estudo de lise ístmica Nota: Espondilartrose – Face+Perfil.

Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. da coluna inclinadas para a direita/esquerda. Projecção: lateral Posicionamento: . Repetir o procedimento do lado oposto.Não desdobramento do muro vertebral posterior Chassi: • Face com desvios laterais (direito e esquerdo) 35x43cm l. Articulando a pelve. . Braços ao longo do corpo. fazer o paciente inclinar o ombro e corpo mantendo o apoio simétrico dos membros inferiores. Braços afastados do corpo. -Alinhamento das apófises espinhosas em relação ao corpo vertebral. Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização: .Arts.Colimar à região de interesse. . permite também ver se há cedências (espondilolitesis) Critérios de boa realização: . Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo).Coluna centrada no centro de colimação . . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente (2cm) Foco: fino abaixo das cristas ilíacas.Valores de exposição adequados • Transição lombo-sagrada (L5-S1) Chassi: Perfil 18x24cm l. PMS paralelo ao filme. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral). DFf: 1m Posto com RC: centrado ao nível de L3 potter Foco: fino Projecção: AP/PA Posicionamento: . sacro-iliacas equidistantes da coluna.Colimar à região de interesse Observações: Apneia respiratória 63 .Visualização de D12 a S1.Ausência de rotação do tórax ou pelve .Ortostática ou decúbito.Observações: apneia respiratória Finalidade: avaliar a flexibilidade da coluna em esforço.Art. . .

Decúbito dorsal ou decúbito ventral.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano (AP) potter centrado no PMS a incidir a meia distância da linha Foco: fino que une as EIAS e a SP. . AP – caudo-craniano a meio da linha potter que une as EIAS. • Estudo radiológico do sacro Face Chassi: 24x30cm l.Espaço intervertebral aberto.Art. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito).Valores de exposição adequados.Não rotação e não desdobramento do muro vertebral posterior.Visualização desde L5 até ao promuntório sagrado.Nota: Faz-se primeiro que a face para determinar o ângulo lombo-sagrado. .Espaço intervertebral aberto e no centro de colimação.Valores de exposição adequados Chassi: Face para L5-S1 18x24cm l. . . Linha paralela ao promontório sagrado mais linha perpendicular à margem supero-posterior ao sacro.Arts.Colimar à região de interesse. Foco: fino PA – crânio-caudal a meio da linha que une as EIAS. . Critérios de boa realização: . Braços ao longo do corpo. . Projecção: AP/PA Posicionamento: . L5-S1 centrada. Braços ao longo do corpo. Extensão dos membros inferiores. sacro-iliacas equidistantes do centro da coluna. .Ortostatismo ou decúbito. . Projecção: AP/PA Posicionamento: . DFf: 1m Posto com RC: ângulo lombo-sagrado (determinado no perfil) ou 30 a 35º (padrão). Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 64 . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo).

Sacro de perfil.Visualização de todo o sacro.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . .Decúbito lateral. Flexão das ancas e dos joelhos. 5cm Foco: fino anterior à superfície posterior do sacro.. • Estudo radiológico do cóccix Chassi: Face 18x24cm l. Alinhar o sacro com a linha média da mesa.Cóccix alinhado e no centro de colimação.Valores de exposição adequados. 65 . Projecção: AP/PA Posicionamento: . Braços ao longo do corpo. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível das EIAS. .Visualização de todo o sacro e no centro de colimação. .Valores de exposição adequados.Valores de exposição adequados. . DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 10 a 15º crânio-caudal centrado no Foco: fino PMS a incidir 5cm acima da sinfíse púbica. . . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Apófise espinhosa de L5 alinhada e centrada com o sacro. Chassi: Perfil 24x30cm l. . Projecção: lateral Posicionamento: . Extensão dos membros inferiores.Decúbito dorsal ou decúbito ventral.

DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir 3 a 4cm acima do Foco: fino grande trocanter. Braços ao longo do corpo. Observações: Apneia respiratória Finalidade: . Descalço. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular e horizontal a incidir a meio da Foco: fino linha que une as cristas ilíacas. Projecção: lateral Posicionamento: . • Incidência de SEZE (incidência panorâmica da região lombar e pélvica. apoio simétrico dos membros inferiores e rotação interna dos pés de 15º aproximadamente (para desdobrar os colos do fémur). Alinhar o cóccix com a linha média da mesa. .Chassi: Perfil 18x24cm l.Ortostatismo. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Cóccix de perfil. para estudo ósseo em situação de carga) Face Chassi: 35x43cm l.Valores de exposição adequados. alinhado e no centro de colimação.Decúbito lateral. . Flexão das ancas e dos joelhos.Colimar à região de interesse.Estudo estático da região lombo-pélvica 66 .Colimar à região de interesse. Projecção: PA Posicionamento: . .

charneira lombo-sagrada e colo do fémur 67 . coxo-femurais.Estudo dos corpos vertebrais e discos .Análise simultânea das articulações sacro-ilíacas..

Ausência de rotação .Distância foco-filme de 2m . Braços elevados a formar um ângulo de 90º com o corpo.Grelha anti-difusora . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Incluir na colimação parte das cristas íliacas Telerradiografia de perfil (estudo de cifoses e hiperlordoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir a meio do chassi.Ortostatismo. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . .Face + Perfil Telerradiografia de face (estudo de escleoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino RC: perpendicular a incidir a meio do chassi.Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem . Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico).Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos .• Estudo métrico da coluna Particularidades: .Colimar à região de interesse. Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico). Posicionamento: .Lateral em ortostatismo. Projecção: AP Posicionamento: .Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos 68 .Apneia respiratória .Ausência de rotação .Protecção gonadal (até 16anos) . .Boa visualização de toda a coluna de face e centrada com o centro de colimação .Boa visualização de toda a coluna de perfil e centrada no centro da colimação .Colimar à região de interesse. Braços ao longo do corpo.

8. S = 0º Finalidade: estudo standard. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. DFf: 1m Posto: potter v. devemos recorrer a apoios para imobilizar a cabeça. Estudo radiológico do crânio e do maciço facial • Estudo radiológico do crânio Face AP (Schuller II ou rochedos nas órbitas) Chassi: 24x30cm l. tumor na cabeça. estudo da abobada craniana 69 . POM perpendicular à mesa e paralelo ao raio central.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no nasion Posicionamento: . . Apoio frontonasal. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no nasion Posicionamento: . Apoio do occipital. S= 0º Finalidade: Incidência de recurso quando o paciente não consegue fazer uma face PA para traumatizados ou acamados Janela radiológica: Órbitas para projectar os rochedos Nota: se o doente estiver instável. Palmas das mãos apoiadas no potter. Flexão da cabeça de modo a que o POM fique perpendicular à mesa e paralelo ao raio central.Colimar de acordo com a região. PMS perpendicular ao filme. .Paciente sentado para uma projecção PA. DFf: 1m Posto: potter v. PMS perpendicular ao filme de forma a garantir a simetria do crânio.Paciente sentado para uma projecção AP. Face PA (Steenhuis) Chassi: 24x30cm l.

Rochedos (ouvidos. há patologias e que há aumento dos ossos (ex:acromegalia) Critérios de boa realização: . Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica. 70 . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular horizontal a incidir no meio do chassi.Boa visualização das linhas inominadas (resultam de um tangenciamento do raio relativamente à asa do esfenoide) .Boa visualização dos seios perinasais .Posição simétrica do crânio (linhas inominadas equidistantes da linha média) . Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Doente em decúbito dorsal. Flectir a cabeça e elevar o crânio com um apoio para não cortar a parte mais posterior do occipital. porção petrosa do temporal) no centro das órbitas . Membro superior contralateral em extensão e ipsilateral encostado ao potter com o ombro relaxado. POM paralelo ao chão.Colimar de acordo com a região.Visualização de todo o crânio desde o vertéx até à mandíbula. Alinhar o PMS. Posicionamento: .Paciente sentado para uma projecção PA. PMS paralelo ao filme e perpendicular ao RC. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir 4cm acima do tragus contralateral. S = 90º Nota: incidência muito informativa Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto: potter v. . Perfil Chassi: 24x30cm t.Bom estudo da sela turca Incidência de perfil nos traumatizados Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto: potter h.Nota: se cortarmos a mandíbula na faz mal.Crânio de perfil *Tectos das órbitas sobrepostos *Apófises clinóides da sela turca sobrepostos *CAE sobrepostos . lateral em ortostatismo ou decúbito lateral.

Paciente sentado para uma projecção PA. . Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º.Bordo superior dos rochedos sobreposto ao bordo inferior das órbitas . Posicionamento: . Apoio frontonasal.Colimar à região de interesse.Visualização do chão da sela turca . Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. .Colimar de acordo com a região 71 . S = 90º Caldwell Chassi: 18x24cm l..Paciente posicionado para uma projecção AP. DFf: 1m Posto: potter v. angulado 25º crânio-caudal a emergir no nasion. Foco: fino Projecção: PA RC: a formar um ângulo de -25º com o POM. POM perpendicular ao filme. S = 0º Finalidade: estudo do osso frontal Nota: usa-se em caso de lesão nos seios Critérios de boa realização: .Simetria do crânio . Apoio do occipital. Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v.Colimar de acordo com a região. POM perpendicular ao filme. Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir no nasion.Boa visualização dos seios frontais e osso frontal Caldwell invertido (incidência para politraumatizados) Chassi: 18x24cm l.

Flexão máxima da cabeça de forma a que o mento fique encostado ao tórax (se possível).S = 0º Finalidade: estudo da região occipital.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º.Estudo das mastóides.7 cm acima do nasion. Raio central a formar um ângulo de 25º com o POM. POM perpendicular ao filme. +/. Projecção: AP Posicionamento: .Observações: Apneia respiratória Towne (ou semi-axial) Chassi: 24x30 cm l. pesquisa de fracturas. Parte-se da incidência de Caldwell com RC angulado 25º cranianos a incidir na base do occipital a emergir +/. 72 .Projecção da sela turca no buraco magno (só em alguns pacientes.Visualização do dorso da sela turca .Côndilos da mandíbula de face . DFf: 1m Posto: potter h/v. . RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir no centro Foco: fino da linha bi-auricular.Simetria do crânio e não rotação . noutros é necessário dar mais angulação à ampola) Towne invertido Na impossibilidade de fazer flexão da cabeça. Apoio do occipital.Todo o maciço facial é projectado para baixo para visualização do occipital e abóbada craniana . Critérios de boa realização: .7cm acima do nasion.Paciente sentado para uma projecção AP. ATM .

DFf: 1m Posto: potter v.Nota: podemos colocar um apoio para a flexão da cabeça. é uma incidência de último recurso pois causa muita disturção.Seios maxilares totalmente livres da sobreposição dos rochedos Water modificado Em caso de pesquisa de fractura dos malares realizar duas incidências: * -40º Apoio mentonasal e raio central angulado 5º descendentes * -60º Apoio mentoniano e raio central angulado 10º descendentes 73 . na falha de Towne e Towne invertido. Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM . Posicionamento: .Paciente sentado para uma projecção PA.Estudo dos ossos da face .Estudo da região nasal (trauma) .Estudo dos malares (trauma) . desvio do septo nasal e pirâmide dos septos. Apoio do mento. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no acantion.Simetria do crânio e não rotação . Critérios de boa realização: .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º. Water Chassi: 18x24 cm l.S = 0º Finalidade: estudo dos ossos da face e dos seios.

Incidências axiais Chassi: 18x24 cm l. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no acantion.Paciente sentado para uma projecção PA.Simetria do crânio e não rotação .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º. Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v. Foco: fino Projecção: AP Axiais – estudo da base do crânio 74 RC: perpendicular a incidir a meio da linha que une os tragus . Blondeau Chassi: 18x24 cm l. Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM.Seios maxilares livres de sobreposição .S = 0º Nota: usa-se a boca como janela radiológica para visualizar os seios esfenoidais Critérios de boa realização: .Visualização de toda a pirâmide nasal. . Apoio do mento com abertura da boca.Seios esfenoidais projectados na boca . DFf: 1m Posto: potter v.Raio central: sempre a emergir no acantion.

Raio central a formar um ângulo de -35º com o POM.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -35º. 75º (Hirtz) ou 60º (subaxial) com o POM.Colimar de acordo com a região Observações: apneia respiratória Nota: desaconselhado a pacientes que não conseguem fazer hiperextensão Distinção: * Subaxial: o arco da mandíbula fica abaixo dos seios frontais * Hirtz: o arco da mandíbula fica sobreposto aos seios frontais * Hiperaxial: O arco da mandíbula fica acima dos seios frontais Critérios de boa realização: . . RC: perpendicular a emergir no meio da Foco: fino linha interpupilar. Apoio mentonasal. DFf: 1m Posto: potter v.Rochedos na metade inferior dos seios maxilares 75 .Axial – sobre os seios frontais .Paciente sentado para uma projecção PA. Projecção: PA Posicionamento: .Estudo das ATM. Apoio do vértex.Posicionamento: Paciente sentado para uma projecção AP.Estudo dos seios esfenoidais e etmoidais . .Projecção do arco da mandíbula: .Hiperaxial – à frente dos seios frontais .S = 0º Indicações: pesquisa de corpos estranhos Artefactos: lentes de contacto Variantes no tipo de apoio: Fractura do mento – fazer apoio fronto-nasal com raio central angulado 35º crânio-caudal Apoio nasal (ângulo OM de -25º) – raio central angulado 10º crânio-caudal Apoio mentoniano (ângulo OM de -50º) – raio central angulado 15º caudocraniano Critérios de boa realização: . Hiperextensão (contra-indicado em suspeita de traumatismo da cervical) da cabeça de modo a que o raio central faça um ângulo de 90º (hiperaxial).Subaxial – sobre as células etmoidais anteriores Mahoney ou chão das órbitas Chassi: 18x24 cm t. arco da mandíbula e apófises zigomáticas (malares) .

Posicionamento: .Sobreposição dos tectos das órbitas .Paciente sentado para uma projecção PA.Crânio estritamente de perfil Método de Comberg (em desuso) Técnica: 1. DFf: 1m Posto: potter v. Radiografia de face e perfil estrito da órbita 4.Simetria do crânio e não rotação .Sobreposição das apófises clinóides anteriores e posteriores . RC: perpendicular a incidir no rebordo externo da Foco: fino órbita contralateral. Rotação da 76 . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir na órbita ipsilateral. . POM paralelo ao raio central. Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica.Paciente sentado para uma projecção PA. PMS paralelo ao filme e perpendicular ao raio central.S = 90º Finalidade: pesquisa de corpos estranhos na órbita ou diferença do chão da órbita Critérios de boa realização: . lateral em ortostatismo ou decúbito lateral (em extrema urgência quando não há mais alternativa).Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Visualização do chão das órbitas Perfil da órbita Chassi: 18x24 cm l.Órbita no centro de colimação .. Cabeça deflectida.Sobreposição dos CAEs . DFf: 1m Posto: potter v. Colocação da lente de contacto de Comberg que contem uma agulha no centro para ter certeza que o paciente está bem posicionado 3. Cálculo exacto da localização do corpo estranho e factor de ampliação Finalidade: Pesquisa de corpos estranhos intra-oculares • Estudo radiológico do canal óptico Hartmann Chassi: 18x24 cm l. Anestesia local 2. Apoio mento-nasal de forma a colocar o POM a -35º. Projecção: PA Posicionamento: .

Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir na órbita Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v. Estruturas visualizadas: Estudo bilateral das fendas esfenoidais.Paciente sentado para uma projecção PA. projectado centro do quadrante infero-externo da órbita. Posicionamento: . Apoio fronto-nasal. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica).Paciente sentado para uma projecção PA. projectado no centro do quadrante infero-externo da órbita.Colimar à região de interesse. Apoio frontonasal de forma a colocar o POM a 0º. nariz e malar. Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 20º descendentes a emergir a meio da linha que une as 2 orbitas. Apoio do nariz. • Estudo radiológico da fenda esfenoidal Caldwell modificado Chassi: 18x24 cm t.Colimar à região de interesse. . Rheze Chassi: 18x24 cm l. Canal óptico alongado. mento. . Apoio do frontal. Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma oval) de bordos bem definidos.cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º).Visualização simétrica da fenda esfenoidal 77 . Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica).Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto: potter v. POM= -20º e PMS = 0º. . malar. Rotação da cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). Critérios de boa realização: . Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma circular) de bordos bem definidos.

Colimar à região de interesse. RC: perpendicular a emergir no Foco: fino centro da órbita Projecção: PA Posicionamento: .. DFf: 1m Posto: potter v. 78 . Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal. Estruturas visualizadas: Visualização da fenda esfenoidal ao centro da órbita. Rotação da cabeça para o lado oposto de forma a que o PMS fique a 15º. . entre o canal óptico e a fissura orbital superior.Projecção da porção petrosa debaixo do sulco supra-orbital Incidência de Brunetti (em desuso) Chassi: 18x24 cm l. Apoio nasal de forma a que o POM fique a -20º.Doente sentado para uma projecção PA.

canal semi-circular superior.Canal semi-circular externo visto de face Incidência de Chaussé III Chassi: 18x24 cm l.Ouvido médio projectado na órbita .S = -15º Finalidade: Estudo do ouvido médio através da órbita (janela radiológica). o labirinto com o vestíbulo. Rotação da cabeça para o lado oposto ao lado a radiografar. caixa timpânico e assiculo. canal auditivo externo. Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita.Colimar à região de interesse. Projecção: AP Posicionamento: . Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. os canais semi-circulares superior e externo e canal auditivo interno. constituído pelo vestíbulo. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Posicionamento: . a caixa do tímpano. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no ângulo superointerno da órbita homolateral. Critérios de boa realização: . 79 .S = 15º Objectivo: Desfiladeiro (ouvido) antro-aticotimpânico projectado para fora da órbita. Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme. .• Estudo radiológico do ouvido Incidência transorbitária de Guillén Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme. DFf: 1m Posto: potter v.Doente em decúbito dorsal. Rotação da cabeça para o lado a radiografar de modo a colocar o raio central no ângulo supero-interno da órbita.Doente em decúbito dorsal. RC: perpendicular a incidir no ângulo Foco: fino externo da órbita. Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita.Colimar à região de interesse. . Visualizam-se os ossículos do ouvido.

80 .

. DFf: 1m Posto: potter v.S = 90º Finalidade: estudo das ATM Critérios de boa realização: .ATM no centro de colimação . Projecção: AP Posicionamento: . Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 25º crânio-caudal a emergir na ATM em estudo. Deve ser feito o estudo bilateral com a boca aberta e fechada.Paciente sentado para uma projecção PA. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. RC: perpendicular a incidir a meio da Foco: fino linha orbitomeatal do lado ipsilateral. DFf: 1m Posto: potter v. Posicionamento: .Projecção de face dos canais semi-circulares superiores e externos .Visualização da cóclea e do vestibulo • Estudo radiológico das ATM Schuller I Chassi: 18x24 cm l. Critérios de boa realização: .Visualização do fundo do canal auditivo interno ligeiramente encurtado . Flexão da cabeça de modo a que o POM fique paralelo ao chão.S = 35º Finalidade: estudo do ouvido interno e células mastoideias.Incidência de Stenvers Chassi: 18x24 cm l. Cabeça de perfil de modo que o plano médio sagital fique paralelo ao filme.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º. Rotação da cabeça para o lado oposto a radiografar de modo a colocar o raio central a meio da linha orbitomeatal.Decúbito dorsal.Colimação adequada 81 . POM perpendicular ao filme.

Ponderação na escolha dos valores de exposição – densidade radiográfica dos seios perinasais.Seios frontais. .Incidências em número suficiente para demonstrar todos os seios perinasais livres de sobreposição. .Patologia mais frequente é sinosite. seios maxilares Particularidades: . Objectivo: Ver seios livres de sobreposição. formação de pólipos.Chassi: 18x24 cm 82 .Sempre que possível realizar em ortostatismo ou sentado. . . seios etmoidais.Rigor no posicionamento.• Estudo radiológico dos seios paranasais . seios esfenoidais. .

Perfil Incidências (raio central Objectivo Visualização de todos os seios perpendicular a incidir a meio da perinasais linha OM) Caldwell Visualização dos seios frontais de face e células etmoidais anteriores Water Visualização dos seios maxilares e frontais Visualização do seio esfenoidal Visualização dos seios frontais. etmoidais e seio esfenoidal Blondeau Hiperaxial 83 .

Chassi: 18x24 cm 84 . Incidência de Water – sinusite ou pólipo? Procede-se à modificação do Water – faz-se a incidência de Water e inclinase a cabeça para um lado ou para outro.Faz parte do osso esfenoidal . • Estudo radiológico da sela turca .Aloja a hipófise (se a hipófise estiver aumentada pode levar a erosão da sela .É limitada pelas apófises clinóides anterior e posteriormente . ou ambos para distinguir se é nível hidroaéreo ou pólipo.O melhor estudo é o perfil .Constituída por: chão da sela e dorso .Nota: em algumas instituições podemos prescindir das incidências de Caldwell e Blondeau.

Incidências Perfil (raio central 2.5cm acima e anteriormente ao CAE) Objectivo Visualização da sela turca Visualização do chão da sela turca Towne (raio central 30 a 35º Visualização do dorso da sela ou mais.Chassi: 18x23 cm .Sem potter 85 . janela radiológica – turca buraco Caldwell magno) • Estudo radiológico dos ossos próprios do nariz .

Posicionamento: . 86 .Incidências Características Perfil dos ossos próprios Idêntico à incidência com o do nariz raio central a incidir na raiz do nariz Crosserez (não se usa) Posição como a incidência de Hirtz com o raio central tangente à raiz do nariz Water Visualização da pirâmide nasal. Apoio fronto-nasal.Paciente sentado para uma projecção PA. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir a meia distância entre o mento e as ATM’s no PMS. POM deve ficar perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Boca fechada e em repouso. Desvio do septo • Estudo radiológico da mandíbula Face PA Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. Palmas das mãos apoiadas no potter.

Simetria das ATM’s .Ramos e dentes superiores igualmente ampliados de cada lado . a emergir no gonion homolateral.Visualização dos espaços articulares .Permite a visualização de toda a arcada desntária .Visualização da arcada dentária desde a parte cortical à parte medular . Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 25º caudo-craniano.Mandíbula no centro de colimação .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Imagem no centro da película .Visualização desde as ATM’s até ao mento Oblíqua (Défillé) Chassi: 18x24 cm l.Visualização de toda a mandíbula. Critérios de boa realização: . Pedir ao doente para morder o objecto do aparelho para que não haja sobreposição dos dentes. DFf: 1m Posto: potter v.Ausência de rotação – gonions ao mesmo nível e equidistantes do PMS Ortopantomografia .Radiografia panorâmica de toda a região maxilo-facial . Feixe luminoso transversal a coincidir com a linha infraorbitomeatal.Porção da cervical igual de cada lado e desobrepostos das ATM’s .Doente em ortostatismo ou sentado com a coluna cervical rectilinizada.Simetria da arcada dentária . desde os condilos até ao mento . 87 .S = 0º Critérios de boa realização: .Permite o estudo de toda a mandibyla.Mandíbula com formato ovalado e com a sinfise mandibular projectada ligeiramente abaixo dos ângulos mandibulares . ATM’s e condilos Aparelho especializado: Cefalostato Posicionamento: .Visualização do trabeculado ósseo .Boa visualização da arcada dentária e da inserção dos dentes na mandíbula .. PMS alinhado e centrado com a linha luminosa longitudinal.

Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º. no centro de colimação e livre da sobreposição da porção mandibular contralateral.Cabeça de perfil com apoio do plano auricular. Critérios de boa realização: .Posicionamento: . . Sobreposição dos ramos direito e esquerdo da mandíbula. podemos rodar a cabeça. Plano médio sagital paralelo ao filme.Porção mandibular em estudo horizontalizada.S = 90º Nota: em vez de angular a ampola. 88 .

89 .

a incidir no meio da linha biauricular Perpendicular a emergir no acantion Perpendicular a emergir no acantion Finalidade Estudo standard da abobada craniana Estudo standard da abobada craniana Todas as estruturas de perfil Estudo do frontal Estudo do occipital Estudo dos ossos da face e dos seios. a emergir no nasion Angulado 25º caudais.Incidência Schuller II Rochedos nas órbitas Face AP do crânio Steenhuis Face PA do crânio Perfil do crânio Caldwell OM 0º S 0º RC Perpendicular a incidir no nasion Perpendicular a emergir no nasion Perpendicular. 4 cm acima do tragus contralateral Angulado 25º caudais. desvio do septo nasal e pirâmide nasal Ver os seios esfenoidais usando a boca como janela radiológica Arco da mandíbula abaixo dos seios frontais Arco da mandíbula sobreposto aos seios frontais Arco da mandíbula acima dos seios frontais Pesquisa de corpos estranhos Corpos estranhos ou chão da orbita Canal óptico projectado no quadrante infero externo da órbita (redondo) Canal óptico projectado no quadrante infero externo da órbita (oval) Estudo da fenda esfenoidal 90 Estudo da fenda esfenoidal 0º 0º 25º 0º 90º 0º Towne (AP) 25º 0º Crânio Water 50º 0º Blondeau -50º 0º Subaxial A x i a i s -60º 0º Perpendicular a meio da linha que une os tragus Hirtz -75º 0º Hiperaxial Mahoney Chão das orbitas Órbita Perfil da orbita -90º -35º 0º 0º 0º 90º Perpendicular a meio da linha interpupilar Perpendicular no rebordo externo da orbita contralateral Perpendicular na orbita ipsilateral Hartman Canal óptico Rheze -35º 35º 0º 35º Perpendicular a emergir na orbita Angulado 20º descendentes a emergir no canto da orbita Perpendicular a emergir no centro da orbita Fenda esfenoid al Caldwell modificado Brunetti -20º 0ç -20º 15º .

91 .

aticutimpâ nico projectado para fora da orbita Estudo do ouvido médio Estudo dinâmico das ATMs com a boca aberta e fechada Todos Fontais e esfenoidal Maxilares e frontais Esfenoidal Frontais. a emergir no gónion 92 Face PA Mandíbul a Oblíqua (defillé) 0º 0º 25º 90º . 7 cm acima do nasion Toda a sela Chão da sela Dorso da sela Pirâmide e septo nasal Sela turca Caldwell Towne Ossos próprios do nariz Perfil Water Perpendicular a emergira a meia distancia entre o mento e as ATMs no PMS Angulado 25º craniano. no nasion 30/35º caudais.5cm acima do CAE 25º caudais.Incidência Transorbitária de Guillén Ouvido Chausse III OM 0º S -15º RC Perpendicular a incidir no ângulo supero-inferior da orbita ipsilateral Perpendicualr a incidis no ângulo externo da orbita Perpendicular a meio da linha orbito-meatal Angulado 25º a emergir na ATM em estudo 0º 15º Finalidade Estudo do ouvido médio tendo a orbita como janela radiológica Desfiladeiro antro. etmoidais e esfenoidal Stenvers 0º 35º ATM Sculler I Perfil Caldwell -25º 0º Seios Perinasai s Water Blondeau Hiperaxial Perfil Perpendicular. 2.

Verificar a centragem .Bom enquadramento: * Superior: visualização dos pólos superiores dos rins * Inferior (mulher): bordo inferior da sínfise púbica * Inferior (homem): bordo superior da sínfise púbica . Estudo radiológico do aparelho urinário Renovesical Chassi: 35x43 cm l.Identificação da lateralidade . Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir: Homens: a meio da linha que une as duas cristas ilíacas. Finalidade: .Não rotação .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Ver se a preparação intestinal está adequada . Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão. Mulheres: ligeiramente abaixo dessa linha (2cm) Posicionamento: .Alinhamento do PMS . Alinhamento do plano médio sagital (tracção). .Decúbito dorsal. Estudo contrastado dos ureteres e bexiga 93 .Verificar os valores de exposição .Para ver se existem densidades de cálcio susceptíveis de prever cálculos.Ponto de referência de estudos contrastados posteriores .9. por via endovenosa Estudo retrógado da árvore pielocalicial e ureteres Estudo da bexiga (via anterógrada ou via retrógada) Punção percutânea para estudo da árvore pielocalicial Estudo da bexiga e uretra Indicação: situação de refluxo. (exame prévio para certificar todos os critérios para exames específicos) • Exames contrastados Exames UIV – Urografia intravenosa Ureteropielografia retrógada endoscópica Cistografia Pielografia anterógrada percutânea Uretrocistografia miccional Cistoureterografia miccional seriada (CUMS) Finalidade Estudo dinâmico no sistema urinário (rim-bexiga). de modo a que seja possivel visualizar os bordos laterais do músculo psoas e as apófises transversas da coluna lombar.Valores de exposição adequados. DFf: 1m Posto: potter h.

Está em jejum? (o máximo é um chá ou água. . insuficiência renal Preparação do paciente: .Absolutas: não existem . só se realiza caso o paciente esteja medicado e com o consentimento do medico radiologista) . 3 horas antes do exame) Produto de contraste usado: 94 .Exame dinâmico e personalizado.Urografia Intravenosa – UIV .Dieta rica em fibras e pobres em gorduras .É diabético? Que medicação está a fazer? .Hipertensão renal .Infecções do aparelho urinário Contra-indicações: .Recomendação de refeições leves nos dois dias anteriores ao exame.Pesquisa de cálculos renais .É insuficiente renal? . história alérgica. Antes da execução do exame.Está grávida? .Suspensão de líquidos gaseificados . Indicações: .Tem asma ou bronquite? (boa forma de perceber se há historia alérgica) .Jejum.Pacientes intolerantes ao iodo (alérgico ao marisco ou morangos): administrar corticóides. . de pelo menos.É alérgico a algum medicamento ou alimento? .Já urinou? (tem que urinar antes da realização do exame) .Relativas: gravidez.Traumatismo renal . fazer um questionário prévio: .Pacientes com história alérgica: administrar anti-histamínicos nos três dias antecedentes ao exame . 6 horas .Já fez alguma UIV? (informar o paciente. diminuindo assim a ansiedade o que vai diminuir o risco de reacção alérgica) .Tem problemas cardíacos? (aumenta o risco de reacção.Administração de clisteres de limpeza intestinal.

Injecção em bólus (com a mesma força e pressão) e em menos de meio minuto (para manter a homogeneidade) Material de consumo clínico: .Écrans: universais . o paciente pode regressar no dia seguinte para realizar uma renovesical simples de forma a verificar se ainda existem vestígios de contraste. menos dose de radiação Material: 3º e 4º .. centragem e preparação intestinal) 2º Injecção do produto de contraste 3º Realizar uma radiografia após o término da injecção – nefrografia (fase nefrográfica).20.Marcadores de lateralidade e tempo (tempo radiológico – tempo de aquisição da imagem dentro do exame) Procedimento geral: 1º Renovesical simples – 35x43cm (avalia parametos de exposição. Pós-miccional . mais ou menos aos 30 segundos (visualizam-se os rins com maior densidade) 4º Radiografia aos 3 minutos (rins iluminados – contraste nos cálices. ligeiramente mais penetrada (mais 2 ou 3 kV) Observações: Apneia respiratória Nota: em caso de insuficiência renal.35x35cm ou 24x30cm (só rins). a chegar aos ureteres) 5º Radiografia aos 5 minutos (35x43cm) – contraste na bexiga A partir daqui os protocolos variam: . Raio central no rebordo costal inferior.Fármacos: corticóides e anti-histamínicos .Resíduo vesical (principalmente por hiperplasia da próstata e infecções urinárias na mulher) .Refluxo (sob controlo radioscópico) . de estiver algaliado não se faz. Per-miccional (normalmente só nos homens para estudo da uretra).Agulha e butterfly (18 e 19G) Questões ético-profissionais Material de consumo radiológico: .Esvaziamento da bexiga Cuidado: 95 .15 e 30 minutos – mais informação. 35x35cm .Chassis: 35x43cm.Realiza-se com o paciente quase em ortostatismo. logo após a administração do produto de contraste.40 minutos (normalmente usa-se quando há atrasos9 .Tri-iodado hidrossolúvel .10. .Quantidade: 60 a 90ml (adultos) e 1. normalmente o contraste está armazenado numa estufa) .Temperatura: 37ºC (temperatura corporal e diminuição da viscosidade.5ml/Kg (crianças) .

Aneurisma da aorta . Contra indicações da compressão uretral: .Gravidez . no caso de ser unilateral pode levar a insuficiência renal no lado contralateral.Cólica aguda .Traumatismo abdominal .Doentes em hemodiálise – a injecção do produto de contraste deve ser feita no dia da diálise Manobras para visualização das cavidades pielocaliciais: Entre os 5 e os 10 minutos de uma UIV se não conseguirmos visualizar as cavidades pielocaliciais fazer: .Compressão ureteral: *Tempo de compressão: 5 minutos (8 minutos no máximo) *Se o doente referir dor – aliviar compressão . no caso de não se visualizar a união e para certificar se existe ou não.Incidência em ortostatismo .Massas abdominais . normalmente).Transplante renal – o rim está na pelve (normalmente na fossa ilíaca direita) .Litíase ureteral Manobras para visualização dos ureteres: Caso não se consiga visualizar. .Pós – miccional (só resulta se ainda houver contraste nos bacinetes) UIV com técnica de distensão gasosa . 96 . realizam-se incidências obliquas.Pós – compressão ureteral . má formação congénita. todas as porções dos ureteres: .Administra-se um refrigerante com gás ou outros. tossir . os rins podem estar parcialmente unidos. Faz-se logo após a nefrografia em caso de imagem suspeita de quistos Nota: rins em bolacha: 2 sistemas excretores. pode ser uni ou bilateral. para distender o estômago .Realiza-se após a injecção de contraste Nefrotomografia Chassi: 24x30cm RC: no rebordo costal inferior Finalidade: Ver contornos renais e detecção de quistos renais (hipertensão). os ureteres podem unir-se ou não e esta união pode surgir a vários níveis (pelve renal ou uréter.Trendelemburg a 15º no mínimo (se a compressão estiver contraindicada)..Pós – trendlembrug a 15º .Este vai servir de janela radiológica para os rins .É mais usado em crianças.Manobra de Valsava ou.Incidência em DV .Cirurgia recente . em recurso. durante uma UIV.

OPE – rim direito de face.Doente em decúbito dorsal. 97 . • Estudo do rim Incidência para estudo do rim (neoplasias) Chassi: 24x30 cm t. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no lado a radiografar Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória Incidência oblíqua Chassi: 24x30 cm l. Um vê-se de face. Posicionamento: . Tracção para alinhar o plano médio sagital. Membros superiores ao longo do corpo.Doente em decúbito dorsal. Elevar o lado contralateral 45º. outro vê-se obliquado. Membros superiores ao longo do corpo. DFf: 1m Posto: potter h. Tracção para alinhar o plano médio sagital. * Duplicidade do sistema excretor: Quando os dois sistemas excretores não se unem (exemplo: 4 ureteres). RC: perpendicular a incidir no hipocôndrio do Foco: fino lado levantado Projecção: AP Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter h.Doente em decúbito dorsal. Nota: OPD – rim esquerdo de face. Fazemos estudo dos dois. Tracção para alinhar o plano médio sagital. no plano médio sagital. Foco: fino Projecção: AP Ph/ Incidência de face AP RC: perpendicular a meia distância entre o rebordo costal inferior e o apêndice xifoide.*Bifidez do sistema excretor: Quando existem dois sistemas excretores que se unem a certo ponto (exemplo: quatro rins). vemos o rim obliquado Incidência de face verdadeira do rim Chassi: 24x30 cm l. Membros superiores ao longo do corpo. Finalidade: serve para desprojectar o gás do cólon dos rins. DFf: 1m Posto: potter h. Elevar o lado ipsilateral 20º.

Membros superiores ao longo do corpo. Chassi: 24x30cm (trans.A face.• Estudo radiológico da bexiga (neoplasias.Perfil nas mulheres (raio central no plano médio coronal mais ou menos ao nível do grande trocanter) Dinâmica do exame: Preenchimento directo total da uretra e per-miccional. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica. no plano médio coronal Per-miccional: Depende da situação clínica Pós-miccional: Realizada frequentemente.Paciente em decúbito dorsal. (refluxos) Distância foco-filme: 1m Posto: com potter Foco: fino Apneia: respiratória Face em repleção Posicionamento: .OPD e OPE nos homens (raio central na sínfise púbica) . ou esq. as obliquas e a pós-miccional são sempre realizadas .Tipos de refluxo: *Activo: na fase miccional *Passivo: na fase de repleção Uretrografia Pode ser realizada no recurso de uma UIV ou por via retrógada Incidências preferenciais: . Tracção para alinhar o plano médio sagital.) ou 35x43cm no sentido long.O perfil só em realizado em situações pontuais. divertículos) Cistografia Pode ser realizada no decorrer de uma UIV ou por via retrógada. Perfil (direita ou esquerda) Posicionamento: . Oblíquas posteriores direita e esquerda Posicionamento: .A per-miccional é realizada principalmente nos homens para estudos da uretra .Paciente em posição lateral com flexão dos membros para conferir estabilidade Raio central perpendicular a incidir 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima no bordo superior da sínfise púbica. 2 a 3cm para o lado levantado. Elevação de 45º do lado dir. principalmente nas mulheres pela sobreposição do útero . no PMS. permite ver resíduo mixional Nota: . 98 .Paciente em decúbito dorsal. Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão.

A doente é colocada em posição ginecológica para introdução do citoscópio com fonte de luz. Primeira radiografia simples e depois em várias fases de repleção. 99 . . no sentido do fluxo normal). Cateterização do uréter e injecção do produto de contraste (tri-iodado hidrossolúvel a 50% em soro fisiológico). .Técnica: Radiografia simples Algaliação da uretra e injecção de contraste (diluído a 50%) Homens: Face AP em decúbito dorsal e OPE ou OPD Mulheres: Face AP em decúbito dorsal e de perfil Repleção máxima da bexiga Radiografia per-miccional (preferencial/) ou com esforço micccional Radiografia pós-miccional Chassi: 24x30cm ou 35x43cm (refluxo) Raio central perpendicular a incidir no bordo inferior da sínfise púbica. Indicações clínicas: traumatismo da uretra (comum no homem) .Exame não funcional do sistema urinário.Raio central perpendicular a incidir a meia distancia entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior Uretrocistografia miccional Exame não funcional da uretra e bexiga.Realizada mais frequentemente nas mulheres. .Técnica: A doente vai urinar e veste uma bata hospitalar. Chassi: 35x43cm Distância foco-filme: 1m Foco: fino .Indicações: Insuficiência renal e na pesquisa de interrupções do uréter ( via anterógrada.Ureteropielografia Retrógada Endoscópica (UPRE) . Pode ser feito uni ou bilateral.

Serve para ver o cateter foi introduzido no local correcto.. 35x43cm no sentido longitudinal nos adultos se houver repleção Raio central na sínfise púbica inicialmente. . é introduzido cirurgicamente. bacinete e cálices III – igual a II com ligeira dilatação IV e V – refluxo até à arvore pielocalicial com hidronefrose (dilatação exagerada e compensatória de todo o sistema excretor) Outros métodos de imagem: Ecografia – distinguir massas sólidas de liquidas.Descompressão renal por obstrução a jusante. não usa radiação.Doente em decúbito dorsal. normalmente complementado com renovesical-simples TC – estudo global do aparelho urinário com introdução intravenosa de contraste.Com controlo radioscópico seriado. uroTC RM – mais caro. 4º Radiografia per-miccional (para avaliar refluxo activo) e pós-miccional Chassi: 24x30cm no sentido longitudinal nas crianças. 100 . cintigrafia renal Nefrostomia (-tomia. . .Graus de refluxo: I – apenas refluxo no uréter II – refluxo no ureter. introduz-se o contraste e vê-se por radioscopia. Cateter por via percutânea.A colocação do cateter pode ser guiada por Eco ou Radioscopia.Técnica: 1º Radiografia simples 2º Algaliação da uretra 3º Face AP em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção e oblíquas posteriores direita ou esquerda. depois vai subindo. Nota: tubo em J – forma usada para recanalizar os ureteres. litíase. .Pielografia anterógrada: Estudo por via anterógrada da árvore pielocalicial.Nota: usado para estudo de refluxo passivo nas crianças (refluxo aquando da distensão da bexiga) .CUMS (cistoureterografia miccional seriada) . estudo contrastado da vascularização renal Medicina nuclear – estudo funcional (fisiologia renal). uroRM Angiografia – fim terapêutico. por vezes sem introdução de contraste. cateteriza-se a arvore pielocalicial. .Pesquisa de refluxo vesico-ureteral. . comunicação com o exterior) .

.Diagnóstico etiológico (qual a causa) da esterilidade masculina Nota: estudo contrastado do canal deferente (deferentografia) e das vesículas (vesiculografia). Pode ser feito em conjunto ou separadamente Cavernosografia Chassi: 24x30 cm l.Introdução do produto de contraste iodado hidrossolúvel.Injecção por agulha ou butterfly de produto de contraste diluído ou não. . membros em extensão e plano médio sagital alinhado. 5minutos e 10minutos.Diagnóstico de tuberculose . RC: perpendicular a incidir na raiz do Foco: fino pénis (SP) Projecção: AP Procedimento: .Colimar de acordo com a região Indicações: .Priapismo (erecção constante) .Radiografia simples em decúbito dorsal.Colimar de acordo com a região Indicações: .Radiografias de face e oblíquas posteriores (seguindo o trajecto do produto de contraste) .Incisão no escroto e punção do canal deferente. . .Traumatismo do pénis .10.Doente em decúbito dorsal . .Impotência funcional do pénis 101 .Radiografia simples .Tumores da via seminal .Introdução do caverject – vai provocar a erecção do pénis. DFf: 1m Posto: potter h. 3minutos. DFf: 1m Posto: potter h. Estudo radiológico do aparelho reprodutor Aparelho reprodutor masculino Deferento-vesiculografia Chassi:18x24/24x3 0 l.Pode haver necessidade de fazer incidências oblíquas posteriores. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na raiz do pénis (SP) Procedimento: . . . 1minuto.Tempos radiográficos: pós-injecção.Exame feito em condições assépticas .

Histeroscópio Equipamento: .Hemorragias graves 102 . compressas.Aquisição de várias radiografias em diferentes graus de repleção uterina.Infertilidade Contra-indicações: .Gravidez .Doença de Peyronie – deformação do pénis por calcificação dos corpos cavernosos Aparelho reprodutor feminino Histerosalpingografia Material: .Mesa telecomandada com fluoroscopia Chassi: 24x30 cm l.Consumo clínico (produto de contraste.Radiografia simples (já com a paciente em posição ginecológica) .Radiológico .Tumores. direita e esquerda . Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na SP Procedimento: .Massas pélvicas .Radiografia de “esvaziamento” (depois de tirar o histeroscópio) . para ver a reabsorção peritoneal (é indicativo da permeabilidade das trompas) . quistos . com opacificação das trompas e passagem ao peritoneu (os ovários não estão em contacto directo com as trompas .Pode haver necessidade de radiografia tardia.Infecções actuais ou recentes . DFf: 1m Posto: potter h.Obstruções tubárias .Anomalias congénitas .. pinças…) .Incidências de face AP e oblíquas posteriores.Colimar de acordo com a região Indicações: .DIU (dispositivo intra-uterino) .Cateterismo e pequena introdução de contraste sob controlo radioscópico (o contraste é introduzido através do histeroscópio) .

11. Estudo radiológico do aparelho digestivo
Estudos não contrastados
Incidência abdominal de face em decúbito dorsal Chassi: 35x43 cm l. DFf: 1m Posto: potter h. Foco: grosso Projecção: AP

RC: perpendicular a incidir a meia distância entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior, no PMS.

Procedimento: - Decúbito dorsal. Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão. Alinhamento do plano médio sagital. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Nota: - Permite um melhor detalhe anatómico - Deve incluir as hemicúpulas diafragmáticas - Queremos ver ar e calcificações - Não é obrigatório incluir a SP, mas as hemicúpulas é. Incidência abdominal simples de face em pé Finalidade: - Ver distribuição aérea e calcificações; níveis aéreos são normais no estômago e intestino grosso. - Ruptura de víscera oca (sinal de foice gasosa; mais facilmente identificado do lado direito) - Oclusões e sub-oclusãoes Chassi: 35x43 cm l. DFf: 1m Posto: potter v. RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: grosso entre as cristas ilíacas e o rebordo costal Projecção: AP/PA inferior, no PMS. Posicionamento: - Paciente em ortostatismo para uma projecção PA (preferencialmente). Plano médio sagital perpendicular ao chassi e plano coronal paralelo ao mesmo. Afastamento dos membros superiores. Pés ligeiramente afastados para dar maior estabilidade. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória (em alternativa para ver as hemicúpulas diafragmáticas em doentes muito altos – apneia inspiratória) Critérios de boa realização:
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- Bom enquadramento – visualização desde as cúpulas diafragmáticas até à sínfise púbica - Não rotação do corpo

Incidência de decúbito lateral (Alternativa à abdominal simples em pé caso o paciente não consiga levantarse ou o ortostatismo) Chassi: 35x43 cm t. DFf: 1m Posto: depende da ampola Foco: grosso Projecção: PA

RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no PMS.

Procedimento: - Paciente em decúbito lateral esquerdo ou direito. Elevar o corpo. Chassi encostado ao abdómen. Membros inferiores flectidos (maior estabilidade). Membros superiores: o do lado encostado a apoiar a cabeça, e o oposto a segurar o chassi. - Colimar de acordo com a região. Observações: Apneia inspiratória Tempos de espera: 5minutos Dependendo do objectivo: Ruptura – decúbito lateral esquerdo para não se confundir com a bolha gástrica Oclusão – é indiferente, decúbito lateral esquerdo ou direito Incidência tangencial Chassi: 35x43 cm t. DFf: 1m Posto: potter v. Foco: grosso Projecção: tangencial
(Incidência de necessidade)

RC: perpendicular e horizontal a incidir a meia distância entre o bordo anterior e o bordo posterior do abdómen, ao nível do rebordo costal inferior.

Procedimento: - Paciente em decúbito dorsal e encostado ao potter. Corpo elevado com um apoio rígido. Membros inferiores em extensão. Membros superiores o mais para cima possível. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Nota: só identifica a presença, ou não, de níveis hidroaéreos.
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Tempo de trânsito cólico Utilização de marcadores radiopacos Objectivos: ver se existe inércia cólica e visualização de todo o cólon; casos de obstipação Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal Preparação: - Paciente ingere 20 marcadores por dia durante 6 dias, sempre à mesma hora. O paciente deve manter a sua rotina normal e sem dietas. - No sétimo dia faz-se uma renovesical a abranger desde as cúpulas até à sínfise púbica.

Estudos contrastados

RC: perpendicular a inicidir a meio da linha que une as cristas ilíacas.

Estudo contrastado do esófago Normalmente encontra-se colapsado; Pode ser dividido em 3 porções em radiologia: 1/3 proximal (superior) – cervical 1/3 médio – torácico 1/3 distal (inferior) – abdominal Produto de contraste: - BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa, ou em suspensão - Gastrografina (iodado hidrossolúvel) – suspeita de perfuração ou fístula (excepto fístula traqueo-esofágica, porque o bário vai ter saída, devido ao reflexo de tosse ao nível da traqueia não tendo assim tendência para impactar; numa fistula para os brônquios, como o calibre é menor, e os brônquios não possuem mecanismos de refluxo, o bário não sai, logo vai impactar) 1. Estudo baritado standard Contraste: suspensão de bário A radiografia é fundamental para estudar o peristaltismo para verificar a distensibilidade esofágica. As incidências vão variar, desde o perfil, face e oblíquas. No entanto, todas devem ser realizadas em ortostatismo e decúbito dorsal. Perfil: mais útil na porção cervical do esófago. Permite detectar desvios antero-posteriores do esófago. Face: finalidade de evidenciar desvios laterais do esófago. Oblíquas posteriores: permitem o estudo de lesões esofágicas. O grau de rotação do corpo varia (aproximadamente 45º). RC perpendicular a incidir: - ao nível da cartilagem tiroideia – porção cervical - na incisura jugular – porção cervical e média - a meio do esterno – porção média e distal Notas: - Na porção cervical, pedimos ao doente para manter o contraste na boca até ao momento em que se vai realizar a aquisição, altura em que engole.
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Demonstrar o trajecto fistuloso . deglute-se fraccionadamente de forma a obter uma boa aderência da mucosa esofágica. 3. que se vai misturar com o contraste ajudando a sua progressão.Utilizada na pesquisa de lesões vasculares.Assegurar que a presença de contraste na árvore respiratória não foi causada por aspiração (disfunção da glote) Em caso de dúvida. Estudo contrastado do estômago e duodeno 106 . Estudo em camada fina Produto de contraste: BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa.O esófago começa mais ou menos ao nível da cartilagem tiroideia . e são obtidas as mesmas incidências do estudo em repleção (face. aumenta a aderência à parede. . . Realizam-se as mesmas incidências que na anterior. pois vai activar a produção de saliva. Manobra de Valsalva . à medida que esta é retirada. erosões e neoplasias.Varizes esofágicas: esta manobra provoca ingurgitação das pregas (pregas ficam mais enrugadas) . É o mais desconfortável para o doente. é necessário também: . Permite um estudo das pregas esofágicas com detecção precoce de varizes. Tem a vantagem de não formar bolhas e de fornecer melhores imagens. administra-se contraste até que se evidencia o trajecto fistuloso. 2.Permite a distensão entre o espessamento das pregas por varizes e o causado por lesão da mucosa.. regra geral. ou em suspensão. Estudo em duplo contraste Finalidade: Pesquisa de tumores. B) Em situações difíceis. introduz-se a sonda até ao esófago terminal. Após a mastigação da pasta. Nota: pedimos para o paciente mastigar. e. Têm particular interesse pois permitem uma maior distensibilidade do esófago e um melhor estudo da mucosa (útil na pesquisa de tumores).Lesões da mucosa: não se verifica variação das pregas Pesquisa de fístula traqueo-esofágica Não basta verificar a presença de contraste para diagnosticar uma fístula.Ampola epifrénica: surge como uma acumulação de contraste devido à contracção do diafragma (hiato esofágico). só tem interesse quando o estudo é feito em ortostatismo . perfil e obliquas).O perfil. Técnicas: A) Ingestão de contraste baritado de elevada densidade seguindo-se a ingestão de um produto de contraste negativo de característica efervescente. o ar é introduzido por sonda.

perfil ou OPD em repleção e em esvaziamento No fim do exame. deve-se fazer uma imagem de conjunto de face do estômago e duodeno em repleção.Aspecto do padrão mucoso da porção gástrica herniada Este estudo é efectuado em: . decúbito ventral e decúbito dorsal com compressão doseada (para ajudar progressão). mantida quando o contraste atinge a porção inferior do esófago .Quantidade de contraste: a necessária para encher o estômago (300 a 500ml) .Evidencia com maior facilidade imagens subtractivas e sua extensão .Fundo. será necessária compressão doseada.Manter expiração profunda Com a expiração: 107 . e imagens de conjunto de perfil e oblíquas (posterior e anterior) do estômago.Ortostatismo: pede-se ao doente que proceda a uma inspiração profunda. . corpo e antro: Face com e sem compressão.Radiografias em ortostatismo.Extensão da herniação gástrica . . de 6 horas. assim. Se houver estase gástrica. A realização deste exame inclui uma avaliação funcional.Junção esófago-gástrica: Face e OPE ou OPD .O grau da eventual estenose no 1/3 inferior do esófago . 1.Úlceras no interior de defeitos de repleção . perfil e oblíquas . .1.1 Estudo em camada fina com reduzida quantidade de contraste (muito demorado). há que proceder à aspiração nasogástrica. poder caracteriza-las Pesquisa de hérnia do hiato Deve determinar: .Decúbito ventral: para que o fundo gástrico fique distendido e se possa demonstrar a totalidade da hérnia Diagnóstico diferencial entre ampola epifrénica e hérnia do hiato: .Distinção entre úlcera e uma acumulação de bário nas pregas da mucosa Interesse da rotação do doente: . Finalidade: estudo das pregas gástricas. através de controlo radioscópico: 1.Presença de erosões e úlceras no estômago ou na porção herniada do estômago .Desdobras estruturas . a incidência vai ser diferente.Bolbo e arco duodenal: Face.Colocar de perfil imagens de adição ou subtracção que se encontrem nas faces anterior e posterior e. no período de jejum (para evitar secreção gástrica).Nichos ulcerosos e respectivas características . e por vezes.Consoante a porção do estômago a estudar. Interesse da compressão: .2 Estudo em repleção – pode ser útil a técnica de alta quilovoltagem para evidenciar lesão. Estudo gastro-duodenal standard Preparação: Jejum. no mínimo. Abstenção de fumar.

má aderência do bário. 2. ficando só uma fina camada Estudo contrastado esófago-gaastroduodenal Contraste: suspensão baritada 108 . Desvantagens do duplo contraste: .Maior dificuldade de execução técnica e de obtenção de boas imagens (estase gástrica. Nunca para o lado direito porque o contraste passa para o duodeno.Menos bem tolerado por alguns doentes. Este estudo é efectuado em: . sobretudo nas formas infiltrantes . face à presença de ar e ao desconforto da distensão Fístulas: . Estudo em duplo contraste Contraste positivo: sulfato de bário.Mal visualizadas .Hérnia mantém-se ou até aumenta (hérnia hiatal) Pesquisa de refluxo gastro-esofágico Deve determinar: .Porque o ar distende muito as estruturas.. manda-se o doente tossir.Ampola epifrénica desaparece (normal) . Técnica: Ingestão de pequena quantidade de contraste positivo. Quantidade de bário: apenas o suficiente para barrar a mucosa gástrica.Menor eficácia no diagnóstico de fístulas .Existência de refluxo gastro-esofágico e a facilidade com que se produz. perfis e ortostatismo de face. erosões) .Por pouca quantidade de contraste para cobrir o trajecto da fístula . Vantagens do duplo contraste: . com alta densidade e alta viscosidade Contraste negativo: ar administrado por sonda ou produtos efervescentes (menos incómodo para o doente) que libertam dióxido de carbono no estômago. Dá-se o contraste ao doente e depois água para limpar o esófago.Mais preciso no diagnóstico de pequenas lesões (pólipos. OP em decúbito. seguem-se manobras para barrar o estômago – decúbito dorsal  decúbito lateral esquerdo  decúbito ventral (e vice versa). PA. Incidências de face AP. empurrando o contraste para a mucosa. Posteriormente.Melhor caracterização de alterações da mucosa na vizinhança de lesões orgânicas (diagnóstico diferencial de úlcera benigna e neoplasia ulcerada) . Estas são para variar consoante a região a estudar. Decúbito dorsal. se houver refluxo este evidencia-se. passando-se de seguida à obtenção de radiografias nas diversas incidências.Estimativa mais fidedigna quanto à extensão das lesões neoplásicas.Maior acuidade no diagnóstico precoce de Ca do estômago. Introduz-se o contraste negativo. pois as acumulações de contraste podem encobrir lesões.Decúbito dorsal: para ver se há refluxo. formação de bolhas intra-gástricas) .

Trânsito intestinal Pode ser feito com pequena e grande quantidade de contraste. 1.Em duplo contraste (contraste mais viscoso e em menor quantidade) – o esófago é estudado no fim Estudo contrastado do intestino delgado Preparação: Jejum. medicamentos que retardam o trânsito.1. Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal apenas para a radiografia final de conjunto. se necessário. Vão-se obtendo radiografias até ao preenchimento do cego. 1.Maior extensão de ansas 109 . Trânsito intestinal com grande quantidade de contraste: Quantidade: 350 a 500ml. . É um exame dinâmico e morfológico. No fim executa-se um estudo do íleo terminal e válvula íleo-cecal: face e rodar o paciente para OPE. O paciente espera (de preferência sempre a andar) até que o contraste atinja a última ansa do intestino delgado. com e sem compressão para conseguir a sua demonstração em repleção e em esvaziamento.Impregnação mais rápida .Vantagens: . Ingestão do sulfato de bário (suspensão). Modificadores do trânsito intestinal: Exemplos: medicamentos que aceleram o trânsito. Indicações: Doentes que não toleram a intubação naso-gástrica e estudo morfológico e da motilidade. produtos hiperosmolares (gastrografina) misturados com bário. Os radiogramas em trendelemburg são indicados quando se verifica acentuada sobreposição das ansas na escavação pélvica. A compressão abdominal é aconselhável na individualização das ansas e para esclarecimento de imagens duvidosas.Estudos possíveis: . Devem-se adquirir imagens faseadas com controlo radioscópico e com compressão.Maior distensão . Só termina com a chegada de contraste à válvula ileo-cecal. de 6 horas.Repleção (300 a 500ml) . no mínimo.

Desvantagens: .Contra-indicado em caso de oclusão intestinal 2.Follow-up da doença de Crohn . 3.Estudo da função intestinal . Enteroclise simples Preparação: Jejum 110 . mas tem fraco poder opacificante). Contra-indicações da enteroclise: . .Melhor imagem .Má aderência do bário com lavagens do intestino pela metilcelulose..5ml de metilcelulose (vantagem de ter um efeito laxante) A metilcelulose lava o contraste positivo.Indicações: . carcinomas) . ou perfuração intestinal (neste caso.Estudo da mucosa intestinal com maior eficácia na detecção de pequenas lesões (pólipos.Sobreposição de ansas .A metilcelulose pode ultrapassar a coluna baritada. Estudo do íleo terminal: .cerca de 1. impedindo a cobertura da mucosa. Desvantagens: .Sobreposição de ansas dificulta menos a apreciação de imagens. podem-se usar pequenas quantidades de gastrografina.Menor probabilidade de diluição e floculação do contraste . deixando apenas uma fina camada de bário aderente à mucosa intestinal e originando assim o duplo contraste. Técnica: Após a administração de metilcelulose obter imagens com e sem repleção.150 a 300ml de contraste baritado .Estudo de pregas .Em repleção Final – imagem de conjunto em decúbito ventral Vantagens: .Com ampliações . Enteroclise com duplo contraste Introdução por meio de uma sonda naso-jejunal a jusante do ângulo de Treitz de: .Pesquisa de estenoses .Processo oclusivo.

Clister opaco Estudo retrógrado do cólon. face em decúbito ventral . . Entubar com ou sem controlo radioscópico (decisão médica).Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego).Invaginação cólica na criança Técnica: . 111 . . Técnica: Analgesia da glote. Abertura do piloro – em OPE.Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e.Administração do contraste com o débito desejado . colocada 2 a 3cm a jusante do ângulo de Treitz (flexura duodeno-jejunal). Aquisição de várias imagens. . Contraste: suspensão de bário muito diluída (até 2 litros da água) Quantidade: a necessária para completa repleção do cólon Indicações para uso do contraste iodado hidrossolúvel: .É introduzido o produto de contraste positivo através de uma cânula. tendo sempre em conta possíveis excepções ao procedimento habitual.Aumento da acuidade diagnostica de lesões orgânicas Estudo contrastado do cólon 1.Fístula vesíco-cólica ou outras . É indispensável o desdobramento dos vários segmentos cólicos mediante criteriosa escolha de posições e incidências. .Estudo do intestino delgado por meio de uma sonda naso-jejunal. utilizado em casos de extrema urgência. estudo do íleo.Opcional: conjunto do cólon após esvaziamento: face em decúbito ventral. evitando-se a sobreposição das haustras. Vantagens: .Seguidamente o doente é colocado em Trendelemburg.Sob controlo radioscópico segue-se a coluna baritada e obtêm-se radiografias individualizando os vários segmentos cólicos. depois novamente Trendelemburg. Estudo da mucosa e avaliação da capacidade funcional. Administração de contraste – sulfato de bário de alta densidade.Suspeita de perfuração intestinal .Maior distensão das ansas . .Paciente em decúbito ventral ou decúbito lateral esquerdo. Finalidade: estudo exclusivamente morfológico do intestino delgado. No final.No fim faz-se uma imagem de conjunto do cólon. .

Ampola rectal: face. Retira-se o excesso de contraste. ulcerações. em ortostatismo e OPD (30 a 45º sempre) . Podem ser usadas medicações anti-espasmódicas por via endovenosa. Aquisição de várias imagens.Permite uma maior distensão cólica . o doente é colocado em Trendelemburg. Administração de laxantes.Ângulo hepático: OPE em ortostatismo em chassi 24x30cm .Doença inflamatória (erosões. Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e. oblíquas em decúbito ventral .Conjunto do cólon: face em decúbito ventral Pode ser feita ou não a prova de esvaziamento (defecografia).Cólon ascendente: Trendelemburg (ar desce para o cego) ou decúbito ventral ou OPE ou OAD . granulações da mucosa) – diagnóstico diferencial 112 .Cólon sigmóide: face AP com angulação ascendente (ou PA com angulação descendente) ou oblíquas anteriores . Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego).Ângulo esplénico: ortostatismo (por causa do ar) em OPD (afastar a estrutura) em chassi 24x30cm . Incidências habituais: . depois novamente Trendelemburg. perfil (ver distância entre ampola rectal e o sacro – espaço pré-sagrado).Pólipos inferiores a 1cm .Reduz os espasmos . com o doente em decúbito ventral ou perfil (esquerdo) com flexão dos joelhos.2. Quando a papa atinge o ângulo esplénico. Insufla-se o contraste negativo até se conseguir uma adequada distensão cólica. Técnica: Executado sob controlo radioscópico.Cego: Trendelemburg .Cólon transverso: face com inclinação da mesa a 45º ou decúbito ventral em chassi 35x43cm .Características de benignidade ou malignidade dos pólipos . Contraste: Positivo – suspensão de bário (400 a 600ml) e negativo – ar A água da suspensão deve estar morna para reduzir os espasmos. com o doente em decúbito ventral. Clister com duplo contraste É o exame standard para estudo do cólon. Seguidamente.Diminuem a sensação de desconforto abdominal . pois: . Introdução do contraste positivo através de uma cânula.Facilita o diagnóstico diferencial de estenoses (sua distensabilidade) Vantagens: Estudo da mucosa: . Jejum (6 horas). cessa-se a introdução de bário.Cólon descendente: face com inclinação da mesa a 45º (para o ar subir). Preparação: Dieta e limpeza intestinal rigorosa.

Extensão das lesões (maior precisão do que o clister opaco) 3. Finalidade: . Pode-se fazer no seguimento de um estudo retrógrado. . Defecografia Técnica de estudo morfológico – dinâmico do ânus e recto.Diagnóstico diferencial de estenoses . com aumento da pressão abdominal sem defecar e durante a defecação. Exame incómodo. em posição de perfil.. 113 .Diagnóstico de prolapso. que possam interferir na defecação. incontinência.Estudo de lesões funcionais da ampola rectal ou alterações da musculatura perineal. O paciente é sentado num dispositivo próprio. rectocelo e discinésias (dificuldade na motilidade) do músculo puborectal. Obtêm-se radiografias em três fases: repouso.

. depois de 10 em 10 minutos até à opacificação máxima da árvore biliar (30 a 40 minutos). Tempos radiográficos: .Limpeza intestinal prévia e jejum. 114 .12. . muito lenta de contraste iodado hidrossólúvel. Estudo radiológico do tracto biliar Estudos não contrastados Radiografia abdominal simples Finalidade: .Método de opacificação directo das vias biliares por punção directa.Radiografia simples aos 10 minutos.Por fim realizam-se cortes tomográficos.Radiograma simples seguindo-se de vários radiogramas em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção (decisão médica).Decúbito ventral.Método de opacificação indirecto de toda a árvore biliar mediante a injecção endovenosa. CPT e CPRE.Pode ser localizada no hipocôndrio direito (raio central perpendicular a incidir na linha médio-clavicular ao nível da décima primeira costela.Radiografias em decúbito em OPD. chassi: 24x30cm. Contraste: tri-iodado hidrossolúvel não-iónico diluído a 50% (dependendo do equipamento de radioscopia). Colangiografia per-operatória . Preparação: .Actualmente foi substituída pela ECO. após a radiografia simples localizada ao hipocôndrio direito. chassi: 35x43cm).Realizado no bloco operatório com equipamento de arco em “C”. Esta incidência serve para desprojectar a vesícula do gás presente no cólon e/ou da sombra renal. rodar 20 a 40º. Preparação: Limpeza intestinal prévia e jejum Objectivo: Estudo da permeabilidade das vias biliares para verificar a existência de cálculos.Aerobilia Face PA .Calcificações da vesícula biliar (“vesícula de porcelana”) . . Eventualmente. Obliqua Anterior Esquerda .Verificar a existência de densidades cálcicas – cálculos radiopacos . Estudos contrastados Colecistocolangiografia endovenosa (desuso) . . Dinâmica do exame: . chassi: 24x30cm no sentido transversal) ou à globalidade do abdómen (raio central perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no plano médio sagital.

(radiograma: imagem adquirida por radioscopia) 115 .podem ser realizadas oblíquas e perfil.

Radiografia em semi-repleção e repleção.Radiografia simples . Nota: centragem ao nível do hipocôndrio direito (linha médio-clavicular – divide a clavícula a meio – ao nível do rebordo costal inferior. Preparação: Jejum Tempos radioscópicos: .Face em decúbito ventral.Método de opacificação das vias biliares e do sistema exócrino pancreático.Radiografia simples centrada no hipocôndrio direito (fígado) ou região epigástrica (pâncreas) –consoante a informação clínica . Dinâmica do exame: . . através da caracterização da ampola de Vater. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel. Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) . . demonstrando diferentes graus de repleção. como a extracção de cálculos.Método de opacificação directo das vias biliares através da introdução de produto de contraste por dreno. .Método de opacificação directo das vias biliares através da punção dos ductos biliares (guiada por ECO ou radioscopia – ductos dilatados). diluído a 50% em soro fisiológico.Radiogramas com diferentes graus de repleção .Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e antitrendelemburg.Colangiografia pós-operatória ou por dreno de Kehr (tubo em T) . diluído a 50% em soro fisiológico Dinâmica do exame: . Breve referência à colecistostomia 116 . são realizadas exposições radiográficas em decúbito dorsal. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel. . A colocação deste dreno surge sempre que se verifique ou suspeite de cálculos na árvore biliar e que não é possível a sua remoção cirúrgica.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo Trendelemburg e antitrendelemburg.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e antitrendelemburg Colangiografia percutânea trans-hepática (CPT) .Após a radiografia simples e punção dos ductos.Permite o estudo morfológico e a realização de procedimentos de intervenção. via endoscópica (o endoscópio é introduzido pela boa) . a colocação de prótese e a drenagem biliar. . Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel não iónico diluído a 50% em soro fisiológico.Permite a demonstração do calibre e permeabilidade das vias biliares e a presença de cálculos.Técnica diagnostica e terapêutica.Radiografia final de controlo sem o endoscópio .

Método de opacificação da vesícula biliar. . . 117 .Este procedimento permite a drenagem da bílis da vesícula biliar provocando uma descompressão da mesma e consequentemente uma melhoria do estado geral..O controlo é feito passado alguns dias por ECO e/ ou radioscopia. por punção directa guiada por ECO.

Permanecem mais tempo na glândula .São os mais usados . Submandibular – ao nível dos gónions. Importante: Anotar em cada imagem a fase em que se radiografou e a quantidade de produto de contraste utilizado.Introdução do produto de contraste por cateterização (directa) dos canais principais das glândulas em estudo: .Processos inflamatórios em estado agudo.Quantidade – no máximo 2ml .Sialografia . 118 .Vantagens: fácil introdução e esvaziamento .Paralisia facial sem causa aparente .Desvantagem: muito viscosos . logo fornecem melhores imagens .Conseguem-se maiores graus de repleção porque aderem melhor às paredes.Fase de esvaziamento Para cada fase deverão realizar-se duas incidências.Broncografia Cateterização: .Directa no canal Produtos de contraste – a cateterização . de preferência com controlo radioscópico.13. o que pode agravar a inflamação) Localização: Relacionadas com a mandíbula.Realização de radiografias simples: duas incidências por glândula a estudar . são muitos canais Produtos de contraste: Iodados hidrossolúveis: .Fase de preenchimento ou repleção: cinco minutos após a administração do ácido cítrico .Secura da boca com etiologia desconhecida Contra-indicações: . abre ao nível do freio da língua Parótidas – abrem ao nível do segundo molar superior Sublinguais – abrem em locais diferentes.Parótida: canal de Stenon (nível do segundo molar superior) . Estudo das Glândulas salivares Sialografia Estudo contrastado.Não são muito utilizados. pior imagem Iodados lipossolúveis: .Calcificações .Massas palpáveis .Submandibular: canal de Wharton (nível do freio lingual) Fases primordiais da sialografia: . Indicações: . Exemplo: parotidite (porque o contraste provoca chamada de líquidos.

Apneia respiratória Raio central perpendicular a tangenciar a glândula parótida.Glândula no centro de colimação . Glândula submandibular Incidência da face tangencial Posicionamento: 119 . Plano médio sagital paralelo ao filme. Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral. luvas esterilizadas. Membros inferiores e superiores em extensão. limão e foco de luz para que o médico faça a cateterização. Membros superiores em extensão. Apneia respiratória Raio central angulado 25 a 30º caudo-craniano a incidir abaixo do gónion contralateral (3cm) de maneira a emergir no gónion ipsilateral. Extensão da cabeça para afastas dos ombros. cateter em polietileno. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa de exames. dilatadores.Material utilizado: Material de consumo clínico: .Seringa de 2ml.Realizam-se duas incidências por glândula Chassi: 18x24cm Écrans de reforço: universais Foco: fino Ampola de contraste lipossolúvel Posto: potter horizontal Glândula parótida Incidência de face tangencial Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal. Alinhar o plano médio sagital. Critérios de boa realização: . Puxar ombros para baixo. Colimar à região de interesse.Enquadramento supero-inferior desde a ATM até ao gonion e lateralmente abrangendo toda a glândula . . Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions. gazes pequenas.

Outras incidências complementares: Hirtz. Inclinação da cabeça para o lado a radiografar de 15 a 20º. perfil estrito. Apneia respiratória Raio central perpendicular a incidir a meia distância entre o gónion e o mento do lado contralateral e ligeiramente abaixo. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa. Membros superiores em extensão.Paciente em decúbito dorsal. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions. Colimar à região de interesse. Apneia respiratória Raio central perpendicular a emergir a meia distância entre o gónion e o mento do lado ipsilateral. 120 . Membros inferiores e superiores em extensão. Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral. Plano médio sagital paralelo ao filme. Extensão da cabeça para afastar dos ombros. Alinhar o plano médio sagital. Schuller II (em alternativa para o estudo de face da glândula parótida). Colimar à região de interesse.

Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi. Estudo radiológico da mama . o nome da incidência realizado e o lado radiografado.Identificação da película com o nome do paciente. o limite superior do bucky é colocado ao nível do sulco infra mamário ou um pouco mais acima. O braço do lado a radiografar deve ser relaxado e o ombro afastado de zona a estudar. A marcação da película é colocada do lado axilar do seio. 121 . . ficando o mamilo posicionado de perfil. Depois de realizada a elevação do seio. região externa.Ausência de artefactos.Incidência crânio-caudal Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em pé ou sentada. Critérios de boa realização: .Adequada penetração das áreas densas. prolongamento axilar.Compressão óptima do seio. a data de execução do exame.Senologia Incidências fundamentais de um exame de rotina 1. A cabeça roda para o lado contrário a radiografar. . O seio é “puxado” para a frente na direcção do centro do bucky.14. alto contraste dos diversos tipos de tecidos e óptima resolução de imagem. As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. de modo a fazer um ângulo de 90º com a parede torácica. As zonas cegas (não exploradas) na incidência de face crânio-caudal: quadrantes superior do seio. .

Boa exposição 122 . Uma paciente longilínea.2. devendo o técnico posicionar-se no lado oposto ao que está a radiografar. . .Mamilo de perfil e fora do tecido mamário.Ausencia de pregas cutâneas.Músculo grande peitoral projectado oblíqua e posteriormente ao campo mamário. e o seu limite inferior deve incluir o sulco intramamário. As zonas cegas na incidência oblíqua médio lateral: parte alta do quadrante supra-interno. ficando limite superior com o compressor abaixo da clavícula. A ampola e o bucky são simultaneamente angulados a 45º (30º a 60º). com o tórax largo e o peitoral horizontal. . Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi. . Critérios de boa realização: .Incidência oblíqua médio lateral Esta incidência tem a vantagem em relação ao perfil de englobar uma maior quantidade de tecido mamário. . com o peitoral próximo da vertical. ou seja. O braço ipsilateral é colocado para a frente e a mão é apoiado na barra de suporte desse lado. de tal forma que o cavado axilar fique apoiado no ângulo superior do bucky. A paciente deve estar virada para a frente como na incidência crânio-caudal embora rode levemente o tórax para que o seio contralateral não interfira com o feixe. juntamente com a mama em sentido medial e mantêlo nessa posição em contacto com o bucky. sobretudo a nível posterior do prolongamento axilar mamário.O fim do músculo grande peitoral deve ser ao nível do mamilo. Raio central entra no seio médio-lateralmente.Visualização do sulco inframamário. enquanto que uma paciente brevilínea. . juntamente com a face lateral da mama adjacente é amplamente mobilizável no sentido medial. A margem cubital da sua mão deve fazer deslizar o músculo peitoral. poderá ser melhor examinada com um ângulo de 60º com a vertical. O músculo peitoral. terá como indicação uma inclinação de 30 a 45º com a vertical. Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em ortostatismo ou sentada. perpendicular ao músculo peitoral do paciente. antes do posicionamento.Bom contraste. . Cabe ao técnico escolher o valor do ângulo mais adequado palpando o peitoral e determinando a sua orientação.Ausência de artefactos. A compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal.

Incidência em túnel Permite observar os quadrantes internos de ambas as mamas em simultâneo.Encostando o musculo peitoral ao bucky. Incidência localizada Utiliza-se um dispositivo de compressão pequeno. Macrorradiografia. 2.Encostando a zona medial do seio ao bucky. Prolongamento axilar 1. Perfil a 90º Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: A paciente deve estar virada para a frente do aparelho. Densidade muito superior ao tecido mamário independentemente do tipo de tecido mamário. • Diminui a área de exposição. Em determinadas patologias poderá haver aumento dos gânglios axilares. Pode ser realizado se 2 formas. 123 . O braço do lado a radiografar é colocado para a frente e a mão é apoiada na barra de suporte desse lado. • Aumenta o contraste e a resolução espacial. Incidências complementares 123456Perfil a 90º (médiolateral). Túnel.Músculo grande peitoral: Triangular de base superior e vértice inferior projectado ao nível do mamilo posteriormente. Podem ser executadas em qualquer incidência. Perfil invertido (lateromedial). consoante a localização de lesão a estudar: . Protecção: avental de chumbo na cintura Raio central perpendicular ao chassi. se a lesão se encontra nos quadrantes internos As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. se a lesão se encontra nos quadrantes externos (perfil ML) . Localizadas. Objectivo: • Dissocia melhor os tecidos e reduza ainda mais a espessura da porção a estudar. 3.

4. Macrorradiografia • Foco ultra-fino (0.1 mm) • Dispositivo que permite aumentar a DOF e diminuir a DFO • Utiliza-se em qualquer incidência • Não se utiliza grelha anti-difusora • Ar funciona como um filtro Objectivo: • Melhor visualização de microcalcificações agrupadas • Melhor definição de nódulos (contornos, conteúdo) • Melhor visualização de condensações mal definidas • Demonstração de uma lesão que apenas é observada numa incidência • Melhor visualização na galactografia, quando existem lesões que ocupam espaços intra-ductais

Mamografia masculina/pós-mastectomia
- Incidência obliqua médio-lateral A angulação depende do tipo de paciente (= à das mulheres)

Exame mamográfico a mamas com próteses
Localização das próteses: - Retro glandulares - Submusculares Incidências • Crânio-caudal e OML com a prótese luxada; • Crânio-caudal com perfil estrito com a prótese local A prótese terá de ser luxada porque devido à sua elevada densidade pode ocultar lesões malignas. Apenas serão luxadas as próteses retroglandulares. Técnica de Eklund Ligeira compressão sobre o seio e prótese, de seguida a prótese é luxada para trás durante a restante compressão. A compressão correcta à atingida, excluindo totalmente a prótese.

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- Galactografia Existem situações em que a radiografia convencional, entendida em termos de simples mamografia é insuficiente para assegurar o diagnóstico. Para o diagnóstico correcto de lesões quisticas, intraquisticas ou de corrimento mamilar para além dos exames de rotina (exame clínico e mamografia) é necessário lançar mão de outros métodos complementares. Quando existe escorrência mamilar o radiologista tenta a visualização retrógrada dos canais que determinam esse corrimento, injectando uma substância radiopaca no ducto atingido. Este exame designa-se por galactografia. O produto de contraste é administrado por via retrógrada. Para a realização deste exame é indispensável uma boa iluminação localizada à mama e mamilo em estudo, e ainda a preparação de todo o material a utilizar, de preferência sem a observação directa da doente. Material - Kit com dilatadores, uma agulha sem bisel, uma seringa. Os dilatadores usados são de menor para maior calibre, são rombos e não bicudos (para não perfurar o canal). - Contraste iodado hidrossolúvel (o lipossolúvel não pode ser utilizado porque se este entra em circulação pode causar embolia.). - Compressas, fixador e agua oxigenada. Neste exame não é possível muita compressão porque o contraste poderá sair com a compressão. Técnica • Assépsia da pele e do bucky • Marcação do poro a dilatar o poro • Cateterismo e injecção do contraste (1 a 3 cm3) A agulha da injecção de contraste é romba e ligada a um extensor que está ligado à seringa para ganhar espaço (aumenta a margem de manobra) Cuidado: ao injectar não entra bolha de ar pois vais prejudicar a imagem • Realizar 2 incidências (crânio-caudal e perfil estrito ou oblíqua, por vezes podemos ter de realizar as 3) com compressão moderada (para não sair contraste), aumentar 1 a 2 kV relativamente a mamografia simples; • Evacuação do contraste (tirar tamponamento e comprimir a mama) Antes da injecção de contraste realizar uma imagem de base. Indicações Corrimento de um canal galactofilo e quando não se sabem as causas. Contra-indicações Quando não há escorrência mamilar (porque não se sabe qual é o canal) Corrimento bilateral ou pluricanal (porque as imagens sobrepõem-se) Invaginação mamilar( perigo de perfuração) Existência em exame rádio-clinico de sinais bem evidentes de lesão maligna na mama onde se verifica o corrimento; Mama com sinais inflamatórias aparentes (mastites)

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- Quistografia gasosa Método útil para diagnostico de lesões do tipo quisticas e intraquisticas. A doença quistica é mais frequente lesão da mama (principalmente no período pré-menopausico). Traduz-se radiologicamente pelo aparecimento de opacidades nódulas (devido a alterações hormonais, que levam a uma alteração do tamanho da mama e podem provocar quistos). Imagem hipotransparente - opacidade mais elevada que o resto do tecido com forma de nódulo. Os quistos podem ser: sólidos, líquidos, semi-sólidos, semi-líquidos. Objectivo: • Definir paredes quisticas; • Fazer o exame citológico para pesquisa de células neoplásicas; • Mesmo efectuando um exame correcto rádio-clinico da mama, é muitas vezes impossível o diagnóstico de lesões intraquisticas, isto porque à palpação só se pode distinguir o nódulo quistico, não se podendo detectar a formação intracavitária. Actualmente este aspecto é ultrapassado com recurso à ECO; • As lesões malignas podem ser ocultadas por um quisto (anterior ou posteriormente). Técnica: • Esvaziamento completo do quisto com compressão localizada da mama. Se o liquido não for todo extraído, está criada uma das condições para se vir a verificar a recidiva do quisto (para ter a certeza que o liquido for extraído, o esvaziamento deveria ter controlo ecográfico); • Após aspiração do líquido, faz-se a repleção do quisto com ar (através de uma seringa, o ar aparece como uma imagem hipertransparente); • Duas incidências (crânio-caudal e perfil correcto); • Tem um fim diagnóstico e também terapêutico porque o ar ao ser introduzido no fármaco intracavitária, pois vai secar as paredes e geralmente não torna a ficar preenchido por liquido.

- Estereotaxia Esta técnica permite localizar lesões intramamárias não palpáveis, que baseia em 2 incidências anguladas (15º para cada lado), e a partir de um cálculo de coordenadas obtido de forma computorizada que permite guiar a agulha até à lesão (com grande certeza). A grande vantagem é sobretudo em lesões muito pequenas, nomeadamente pequenos agregados de microcalcificações. Pode ser feita de 2 formas: • Com um equipamento especifico que se liga ao mamográfo (mais utilizado); • Com uma mesa estereotaxica especial, onde a paciente fica em DV;

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a aspiração é feita directamente pelo patologista. superior. ou seja adquirese uma noção bidimensional da localização da lesão. retirando-se a agulha. mediante uma agulha o mais fina possível. larga-se a referência metálica que se fixa aos tecidos. massas sólidas e densidades assimétricas. 127 . retirando o tecido circundante e a lesão. A incidência: • Crânio-caudal – lesão anterior ou posterior • Perfil . uma seringa e um adaptador (punho de aspiração).. Se estiver no local.Core-Biopsy É uma alternativa à biopsia por excisão cirúrgica tradicional. Indicações: Categorias 4 e 5 BI-RADS. para além de permitir uma rotação e sucção simultâneas.Citologia aspirativa Exame complementar ligado a área da anatomia patológica.profundidade que a lesão está da superfície da pele • Quadrantes . como por exemplo.realizada com auxilio de esterotaxia. interior ou exterior Em função da localização é introduzida uma agulha que contem no seu interior o arpão. . É um exame rápido e muito preciso. O cirurgião para localizar a lesão. Desvantagem: Para cada colheita de amostra tecidular é necessário uma nova inserção de agulha. e é seguida por uma cânula cortante que corta uma amostra de tecido.se a lesão é inferior. Seguidamente. guia-se pelo trajecto do arpão até a mesma.Localização pré-operatória Através da visualização dos mamogramas na incidência crânio-caudal e perfil. segura e precisa na recolha de amostras de tecido mamário e com menor custo. calcificações. Se a lesão não for palpável . . • Biópsia por aspiração (sistema ABBI) Agulha com duplo lúmen que é inserida na mama apenas uma vez e permite a recolha de varias amostras. Faz-se então um radiograma num plano para verificar se agulha se encontra na lesão. Se a lesão palpável. com a finalidade de se proceder a estudo patológico. Pode ser realizada com a orientação da ECO ou por estereotaxia (quando as lesões não são palpáveis). fixa-se à pele o arpão com adesivo e a doente segue para o bloco operatório. Pode ser realizada por 2 formas: • Com uma pistola automática (microbiópsia) Munida de uma agulha chanfrada e inclinada que é impulsionada para penetrar numa lesão. referencia-se a lesão em relação ao mamilo e em relação à pele. e que consiste na obtenção de um aspirado de lesões mamárias.

e informa-se o cirurgião se a lesão foi extraída na totalidade. a localização de lesões são feitas à posteriori da cirurgia.Radiografia da peça operatória Por razões de segurança manda-se a área de tecido mamário retirado para controlo radiográfico. A imagem obtida e a peça operatória com o arpão são enviadas para o laboratório de anatomia patológica para análise histológica especialmente na zona referencial ao arpão. Nesta situação. Desta forma a anatomia patológica saberá exactamente o local das lesões (o que irá dizer que tipo de carcinoma que depois terá um diferente tipo de tratamento).. 128 . Se a cirurgia optar pela mastectomia total. a mama vem para a radiologia e o radiologista coloca as referências metálicas através da observação das imagens.

Região trocantérica .As margens proximal.Isquion n área de scan entre as 15 e as 40 linhas Analisam-se diferentes localizações nesta região .5 a 10 linhas das cristas ilíacas .14. com o cotovelo flectido a 90º . Coluna lombar AP/PA Posicionamento: .Scan desde o meio de L5 a D12 (no entanto só faz a avaliação de L1-L4. Extremidade proximal do fémur Posicionamento: .Medida combinada (fémur total) Critérios de boa realização . podendo L1 ser excluída por ser uma vértebra de transição) Critérios de boa realização: .Membro inferior em estudo em rotação interna (15-30º). Antebraço (punho – frequentemente pedido principalmente quando há artefactos nas outras regiões) Posicionamento.Scan abrangendo todo de L2 (situação em que L1 é excluída da região de interesse pelo próprio equipamento) 2.O lado esquerdo é o lado que é normalmente avaliado (não dominante) .Região intertrocantérica .FL perpendicular.Colo do fémur .A linha média do corpo femural está paralela à margem lateral do scan .O antebraço está direito e centrado com o eixo longitudinal da mesa 129 . estando sobre o centro do suporte e fixo . .Lado a analisar é o esquerdo (não dominante) . centrado entre as duas apófises estiloídes do punho Critérios de boa realização .Triangulo de Ward’s (região rica em osso trabecular.Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .FL perpendicular ai nível do grande trocanter .O antebraço deve estar rectilinizado e centrado com o campo de exame.O espaço entre o isquion e colo do fémur deve ser adequado .Paciente sentado lateralmente a mesa. paralelo ao eixo longitudinal da mesa) .A área de scan sem presença de ar 3.FL (feixe luminoso) centrado na linha média ao nível das cristas ilíacas . normalmente quando há alterações ao nível da coluna vertebral também há aqui) . distal e lateral da área de scan devem estar bem localizadas .Elementos posteriores da coluna . Densitometria óssea Exames por DEXA 1.Paciente em DD .2.5cm de tecido mole para cada lado da coluna .Suporte sob as pernas (ângulo de 60-90º) .

centrado ao nível da crista ilíaca Desvantagens .Braços e mãos sobrepostos à frente da cabeça .Todo o corpo deve ficar dentro da área de scan .Não podem existir artefactos na área de exame 4.Feixe luminoso perpendicular 130 . podemos excluir da avaliação a parte do arco posterior da vértebra.Joelhos flectidos e sobrepostos .O exame só efeito quando é expressamente pedido 5.L1 e L2 podem surgir sobrepostas às costelas .Fim do scan cerca de 10 linhas abaixo de 33% do antebraço .L3 é a única vértebra que pode ser analisada correctamente. não é significativo (a densidade das vértebras lombares não é igual) . Corpo inteiro Posicionamento: .Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .L4 e L5 podem surgir sobrepostas ao osso ilíaco .Paciente em DL (se a mesa tiver arco em “C” o paciente fica em DD) .Braços ao longo do corpo com as mãos em pronação . Coluna lombar de perfil Posicionamento: .Coluna lombar centrada na área a examinar e paralela à mesma .Inicio do scan desde o fim do carpo ..A avaliação de um só corpo vertebral não faz um diagnóstico correcto.FL perpendicular. ficando só com o corpo vertebral (rico em osso trabecular) .Inicio do scan 5 a 8 linhas acima da cabeça e terminar 5 a 8 linhas abaixo dos pés .Inclui ambas as apófises espinhosas .

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