1.

Estudo radiológico do membro superior
• Estudo radiológico da mão
Face PA Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: PA

RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 3º dedo.

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com os dedos em extensão. Face palmar da mão apoiada no chassi. Dedos ligeiramente afastados. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização - Não rotação da mão; - Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges distais; - Valores de exposição adequados.

Oblíqua anterior medial Chassi: 18x24cm ou 24X30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: oblíqua

RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 3ºdedo.

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em posição oblíqua de modo a que todos os dedos fiquem livre de sobreposição de perfil. Face interna da mão apoiada no chassi a formar um ângulo de 45º com o mesmo. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: - Visualização do 1/3 distal do antebraço, articulação do punho e falanges distais; - Valores de exposição adequados; - Sobreposição ligeira das bases e cabeças dos metacarpos (2º ao 5º); - Espaços entre os 3º, 4º e 5º metacarpos reduzidos; - Abertura das articulações interfalângica e metacarpofalângica.
1

Perfil (interno ou externo) Chassi: 18x24cm 24X30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral ou RC: perpendicular a incidir na articulação MCF do 2ºdedo (perfil interno); na MCF do 5º dedo (perfil externo)

Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Apoio do antebraço e braço. Mão em perfil estrito e dedos em extensão. - Colimar à região de interesse. Finalidade: pesquisa de corpos estranhos e desvios (fracturas) com deslocamento AP.

Nota: Quando se pretende estudar as articulações metacarpofalângicas e quando o doente não consegue fazer a extensão dos dedos devem realizar-se as incidências de face e oblíquas em AP. No caso de artrite reumatóide deve radiografar-se as 2 mãos em AP e em simultâneo para estudo comparativo.

Estudo radiológico do punho
Face PA Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter as apófises estilóides do rádio e do cúbito. Foco: fino Projecção: PA Posicionamento: - Doente sentado lateralmente à mesa. Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Antebraço apoiado na mesa. Mão em pronação com os dedos ligeiramente flectidos. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização:
2

- Não rotação do punho (apófises bem visíveis, visualização das articulações) - Visualização do terço distal do antebraço, articulação do punho e apófises estilóides e bases do metacarpianos. - Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo)

3

Membros inferiores afastados do feixe de radiação. Marca-se a mão com os dedos voltados para cima. articulação do punho e falanges distais. Projecção: lateral Posicionamento: .Oblíqua medial anterior (OMA): lado medial e anterior do punho encostado ao chassi.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas (as mediais são as mais usadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as apófises estilóides do rádio e do cúbito Projecção: oblíqua Posicionamento: .Doente sentado lateralmente à mesa. Mão em perfil estrito e dedos em extensão a formar um ângulo de 90º com o chassi. . . .Oblíqua medial posterior (OMP): lado medial e posterior do punho encostado ao chassi.Não rotação da mão. Apoio do antebraço e braço a formar um ângulo de 90º.Visualização do 1/3 distal do antebraço. .Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: .Sobreposição do rádio e do cúbito .Apófises estilóides quase sobrepostas e alinhadas . .Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados. • Estudo da idade óssea Chassi: 18x24cm Face da mão e punho.Mão em perfil estrito . . 4 . Critérios de boa realização .Mão a formar um ângulo de 45º com chassi.Perfil (interno ou medial) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir na apófise Foco: fino estilóide do rádio. Radiografa-se a mão não dominante.

Antebraço e mão em perfil estreito com os dedos em extensão. Antebraço apoiado na mesa. Face palmar a formar um ângulo de 60º com o chassi. Macrorradiografia Posicionamento: . . . Antebraço apoiado na mesa.Doente sentado lateralmente à mesa.Perfil Posicionamento: . .Colimar à região de interesse. Face com desvio cubital Oblíqua anterior medial Perfil Macrorradiografia 1 4 2 3 1. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. 3.Doente sentado lateralmente à mesa. contudo o foco encontra-se a uma distância de 50 cm da mesa onde está apoiado o antebraço e o chassi encontra-se por baixo da mesa sob um banco a uma distância de 50 cm da mesa e de 1m do foco. Mão em pronação com a face medial apoiada no chassi. 2. 3. Face com desvio cubital Posicionamento: .Colimar à região de interesse. 4.Doente sentado lateralmente à mesa. 2.Colimar à região de interesse. . Critérios de boa realização 5 . RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio.• Estudo do escafóide 4 incidências Chassi: 18x24cm(:4) DFf: 1m Posto sem potter 1. 4.Idêntico para a face PA. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio. Mão em pronação com a face palmar apoiada no chassi e mão com desvio cubital. Oblíqua anterior medial Posicionamento: .Colimar à região de interesse. RC: perpendicular a incidir na apófise estilóide do rádio.

Escafoide estritamente de perfil no perfil.Axial infero-superior – membro superior em extensão e mão em pronação. 6 . Mão em extensão máxima de modo a que a face palmar forme um ângulo de 70º com o chassi. .Mão em supinação com a face medial apoiada no chassi. Face do escafoide ligeiramente afastada com desvio cubital.- Escafoide no centro de colimação. Face dorsal da mão a formar um ângulo de 30º a partir da posição de perfil. oblíqua Posicionamento: .Angulado 25º caudo-cranianos na incidência axial infero-superior Posicionamento: . . . • Estudo do pisiforme Oblíqua medial posterior Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na apófise Projecção: estilóide do cúbito.Colimar à região de interesse.Axial supero-inferior: doente em ortostatismo de costas para a mesa.Angulado 5º crânio-caudal na incidência axial superoinferior .Colimar à região de interesse. Braço e antebraço ao mesmo nível (plano horizontal). • Estudo do túnel cárpico Chassi: Axiais 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: a incidir a meia distância entre as apófises estilóides do rádio e do cúbito: . Valores de exposição adequados. Apoio da mão de modo a diminuir o ângulo da mão com o antebraço.

7 .O Túnel Cápico é constituído pela superfície palmar dos ossos do carpo e retináculos dos flexores.

Critérios de boa realização: .Cotovelo de face. . Cotovelo flectido a 90º. Antebraço totalmente apoiado na mesa com a mão em supinação. .Cotovelo de perfil.Valores de exposição adequados. . Critérios de boa realização: . Projecção: AP Posicionamento: .Visualização das articulações do punho e do cotovelo. Mão de perfil.Rádio e cúbito livres de sobreposição. Braço e antebraço no mesmo plano.Colimar à região de interesse.• Estudo radiológico do antebraço Face AP Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre as articulações do punho e do cotovelo. Projecção: lateral Posicionamento: .Valores de exposição adequados. 8 . .Visualização das articulações do punho e do cotovelo. pois nesta posição os ossos do antebraço sobrepõe-se. Perfil interno Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino as articulações do punho e do cotovelo. . Nota: Só em caso de extrema necessidade é que se faz em PA.Rádio e cúbito sobrepostos. .Colimar à região de interesse. .Doente sentado lateralmente à mesa (ou de frente).Doente sentado lateralmente à mesa. .

Tuberosidade radial projectada anteriormente. .Articulação do cotovelo aberta. Posicionamento: . . . Membro superior em extensão e com apoio do antebraço e braço. 9 .Valores de exposição adequados. Posicionamento: . colo e tuberosidade radial ligeiramente sobrepostos ao cúbito proximal.Apoiando o cotovelo. .Doente sentado e virado para a mesa. Braço de perfil. Chassi: 18x24cm 24x30(:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil interno ou RC: perpendicular a incidir no epicôndilo lateral do úmero. Critérios de boa realização: .Cabeça radial parcialmente sobreposta à apófise coronóide. . .Apoiando o cotovelo e o antebraço. Mão em supinação ligeiramente elevada.Doente sentado lateralmente à mesa. . . Mão em perfil estrito. . Variantes da incidência da face Caso o doente não consiga fazer a extensão do membro superior existem 3 variantes: .Cabeça. braço e antebraço a 90º. .Articulação do cotovelo aberta.• Estudo radiológico do cotovelo Face AP Chassi: 18x24cm 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP ou RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha que une o epicôndilo medial e lateral do úmero. Colocar um apoio por baixo do punho para que o antebraço fique paralelo ao filme.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: .Cotovelo flectido a 90º. .Olecrânio de perfil.Colimar à região de interesse.Sobreposição dos epicôndilos umerais.Apoiando o cotovelo e o braço.Não rotação dos epicôndilos. 90º em abdução. .

. 10 .Valores de exposição adequados.

Medial (OPM): membro superior em extensão e mão em pronação. .Oblíquas posteriores Chassi: 18x24cm ou 24x30 (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: oblíqua RC: perpendicular a incidir a nível do cotovelo. .Cabeça do rádio em diferentes perspectivas 11 . Apoio do dorsal. não é necessária grelha uma vez que se trata de uma articulação. . . Posicionamento: . Mão em supinação pronação máxima Mão de perfil Mão em pronação Mão em Nota: Em todas estas incidências o cotovelo está flectido a 90º. Antebraço e mão a 45º com o chassi.Visualização do olecrânio e fossa olecraneana.Colimar à região de interesse.Sobreposição do cúbito sobre a cabeça e colo do rádio. .Apófise coronóide de perfil. Observações: Imobilização. .Valores de exposição adequados.Cabeça.Lateral (OPL): membro superior em extensão e mão em supinação. OPL (aproxima-se da face) .Epicôndilo medial alongado. colo e tuberosidade radial desprojectados do cúbito.Cotovelo flectido a 90º.Abertura da articulação do cotovelo. . Critérios de boa realização: .Valores de exposição adequados. • Estudo da cabeça do rádio Chassi: 18x24cm 24x30cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral 4 incidências ou RC: perpendicular a incidir no epicôndilo lateral do úmero. . . Critérios de boa realização: OPM (aproxima-se do perfil) .

.Valores de exposição adequados (visualização de trabéculado ósseo e partes moles) 12 .

Critérios de boa realização: . Projecção: AP Posicionamento: . . . . Membro superior em extensão e em ligeira abdução.• Estudo do olecrâneo Chassi: 18x24cm (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Axial infero-superior: apoio da face posterior do braço. 13 .Axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação. (na prática é comum pedir-se ao doente para inclinar o ombro de forma a que o úmero fique direito) . Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. .Semi-axial infero-superior – apoio da face posterior do braço.Semi-axial supero-inferior: apoio do antebraço e mão em supinação. RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo. Observações: apneia respiratória e imobilização. RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir a nível do olecrâneo.Colimar à região de interesse. .Colimar à região de interesse. . .Cotovelo de face.Doente sentado ou em ortostatismo. .Valores de exposição adequados.Visualização das articulações do ombro e do cotovelo. RC: perpendicular ao antebraço a incidir ao nível do olecrâneo. . • Estudo radiológico do úmero Face AP Chassi: 18x43cm l. RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir a nível do olecrâneo.Cabeça do úmero e grande tuberosidade de perfil. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter entre a articulação do ombro e articulação do Foco: fino cotovelo.Colimar à região de interesse. .Visualização do olecrâneo desprojectado dos ossos do braço e antebraço. Mão em supinação.Pequena tuberosidade situada entre a cabeça umeral e grande tuberosidade. .

DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a nível do bordo inferior da axila Foco: fino (a emergir no colo cirúrgico do úmero).Colimar à região de interesse. Projecção: lateral Posicionamento: .Lateral erecta: o braço que se pretende estudar encostada ao potter e ao doente. Observações: Apneia respiratória ou Técnica per-respiratória (consiste na emissão de raio X durante a respiração para esbater as costelas) Nota: Para ver a cabeça do úmero angulamos de 5 a 10º no sentido caudocraniano. Perfil Chassi: 18x43cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter entre a articulação do ombro e articulação do Foco: fino cotovelo. . . .Doente sentado ou em ortostatismo. Braço em abdução a 90º com o corpo.Visualização da articulação do ombro e cotovelo. Palma da mão voltada para fora.Perfil interno: braço em ligeira abdução e flexão a 90º com o antebraço. .Perfil externo (mais usado): posição de sinaleiro. .Cotovelo de perfil. . .Grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral. Observações: apneia respiratória e imobilização Critérios de boa realização: .Pequena tuberosidade de perfil. Projecção: lateral Posicionamento: . Mão apoiada no abdómen. Critérios de boa realização: . Membro superior contralateral elevado com o antebraço flectido por cima da cabeça. Janela radiológica – utilização de uma estrutura de densidade menos para se ver outra. . Mais indicado em doente imobilizado com gerdi.Colimar à região de interesse.Visualização do 1/3 proximal do úmero 14 . Chassi na transversal.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). ..Sobreposição dos epicôndilos.Valores de exposição adequados. Por exemplo: usamos o pulmão para ver o úmero. • Estudo do úmero – 1/3 proximal (transtorácica) Projecção lateral Chassi: 24x30 l. Flexão a 90º do cotovelo com a mão no abdómen.

.Face com a mão em rotação externa (supinação): Grande tuberosidade e cabeça de perfil. Pequena tuberosidade no meio.Grande tuberosidade de perfil . Observações: Apneia respiratória 15 .. . .Valores de exposição adequados • Cabeça do úmero Face AP Chassi: 24x30 (:3) t.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a nível do colo Foco: fino cirúrgico do úmero.Face com a mão em rotação neutra (perfil): Grande tuberosidade quase em face em posição central.Não sobreposição das vértebras torácicas à região de interesse . Projecção: AP Posicionamento: .Face com mão em rotação interna (pronação máxima): Grande tuberosidade totalmente no centro do colo do úmero e a pequena tuberosidade de perfil.

região sub-acromial.Colimar à região de interesse.Doente em ortostatismo ou decúbito dorsal.Visualização da articulação do ombro. Posicionamento: . úmero proximal . Mão em supinação. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). 16 . Estudo radiológico da cintura escapular • Estudo do ombro Face AP Chassi: 18x24cm ou 24x30cm (se queremos as 3 art.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Falso perfil Chassi: 18x24cm na transversal.) na transversal.Pequena tuberosidade de perfil e grande tuberosidade sobreposta com a cabeça umeral. Obliquar ligeiramente o doente (15º) no seu lado contralateral. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na apófise coracóide.2. .Colimar à região de interesse. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . . Posicionamento: .Idêntico ao perfil externo do úmero (posição de sinaleiro). DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir na apófise coracóide. úmero proximal . região sub-acromial.Visualização da articulação do ombro. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Cabeça do úmero de perfil .

Cara voltada para o lado contrário. 17 . Membro superior em posição neutra. RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular. . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP Dupla obliquidade RC: angulado 15º (no mínimo) crânio-caudais. a incidir na apófise coracóide Posicionamento . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Posicionamento: . Observações: Apneia respiratória Incidência alternativa da face (em acamados ou doentes em cadeira de rodas) Chassi: 18x24cm t.Espaço sub-acromial aberto . DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular angulado 45º Foco: fino médio-lateralmente Projecção: AP RC: perpendicular e horizontal a incidir na axila. . Obliquar ligeiramente o doente (3040º. . proteger o cristalino.Infero-superior: braço em abdução a 90º com o chassi encostado ao ombro.Colimar à região de interesse.Doente em ortostatismo ou decúbito. Braço em abdução a 90º. Chassi curvo por baixo da axila.Colimar à região de interesse Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização .Cavidade glenóide de perfil .Espaço articular entre o úmero e a cavidade glenóide bem aberto .Chassi: 18x24cm na t.Valores de exposição adequados Axiais Chassi: 18x24cm t.Supero-inferior: doente sentado.Colimar à região de interesse. varia consoante o tamanho do tórax) no seu lado contralateral. .

.Ombro de perfil. de modo a projectar a sombra do ombro no chassi. Incidências alternativas às axiais • Perfil de Bernageau Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: Axial RC: angulado 30º incidir no acrómio crâneo-caudais a Posicionamento: .Ombro desprojectado relativamente ao corpo. encostando a região axilar do lado ipsilateral ao potter.Cavidade glenoide e cabeça do úmero de perfil. . com grelha Foco: fino Projecção: Axial RC: perpendicular a articulação do ombro tangenciar a Posicionamento: . O membro superior contra lateral fica em extensão ao longo do corpo. Parte-se da posição de perfil. .Valores de exposição adequados • Incidência de Bloom-obata Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter. Assegurar que o doente fica estável.Sentado em decúbito dorsal ou ortostatismo . . Inclinação do corpo para trás. .Posicionamento: .Colimar à região de interesse Finalidade: perfil da glenóide Critérios de boa realização .Colimar à região de interesse com posicionamento similar à face. .Art.Doente sentado de costas para a mesa de exames. gleno-umeral no centro de colimação.Colimar à região de interesse. levando o membro ipsilateral e apoiando-o ao nível da cabeça. Finalidade: ver a posição e o grau de luxação do ombro. Apoio do chassi na mesa. . obliquar o lado contralateral 40º a 50º.Valores de exposição adequados 18 .Art.Colocar o chassi na face posterior do ombro .Úmero na vertical. gleno-umeral no centro de colimação. doentes com gerdy Critérios de boa realização .Doente sentado ou em ortostatismo. .

.• Estudo radiológico da clavícula Face Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t. . 19 . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: perpendicular a incidir a meio da clavícula.PA: doente em decúbito ventral. . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização . Posicionamento: . RC: angulado 20 a 30º crânio-caudal e emergir a meio da clavícula.PA: doente em ortostatismo ou em decúbito ventral. Braços ao longo do corpo.Colimar à região de interesse. Braços ao longo do corpo. .0º a 15º se paciente em posição . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização .Visualização de toda a clavícula.Clavícula horizontalizada e desprojectada da grade costal. Elevação do mento de modo a encostar o tórax do doente ao potter. .Valores de exposição adequados Face desdobrada (desprojectar a clavícula em relação às costelas) Chassi: 18x24cm ou 24x30cm t.Visualização de toda a clavícula e das 2 articulações. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Posicionamento: .AP: doente em posição lordótica ou decúbito dorsal.Clavícula no centro de colimação. Braços ao longo do corpo.Sobreposição do 1/3 medial à grade costal.AP: doente em ortostatismo ou decúbito dorsal. .Colimar à região de interesse.Clavícula no centro de colimação. RC: a incidir a meio da clavícula angulado caudo-claniano: . .Clavícula horizontalizada. . .

Posicionamento: . . horizontalizada e desprojectada da grade costal.Visualização de toda a clavícula. Projecção: AP em ortostatismo ou decúbito dorsal. .Colimar à região de interesse. . . Observações: Apneia respiratória Nota: Deve fazer-se o exame sem e com esforço dinâmico amarrando pesos de 3Kg em cada punho. Abdução do braço (90 ou 120º). Chassi no vertical encostado ao ombro. DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente abaixo Foco: fino Doente da cabeça do úmero. • Estudo radiológico da omoplata Face AP Chassi: 18x24cm l.Colimar à região central.Decúbito dorsal com os membros superiores em extensão ao longo do corpo. . Observções: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 20 . Obliquar 20-25º o lado contralateral.Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da articulação acrómio-clavicular Face AP Chassi: 18x24cm ou 18x43cm t.. de modo a afastar a omoplata da grade costal. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na articulação acrómio-clavicular (uni).Doente em ortostatismo com os membros superiores ao longo do corpo. perpendicular a incidir na incisura jugular (bi). Posicionamento: .Clavícula no centro de colimação.Colimar à região de interesse Critérios de boa realização .Valores de exposição adequados Chassi: Axial/Tangencial (para doentes acamados) 24x30cm t. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 45º ascendentes em relação a vertical a incidir a meio da clavícula.

. Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero. Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço. . Projecção: PA Posicionamento: . Obliquar o lado contralateral 70º-75º.Visualização da articulação escapulo-umeral. Perfil Chassi: 18x24cm na l.Omoplata de perfil . Flexão do cotovelo a 90º com o antebraço. Mão apoiada no abdómen para desprojectar a clavícula.Doente em ortostatismo para uma projecção PA.Sobreposição dos bordos lateral e medial da omoplata .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Observações: Apneia respiratória 21 . Avançar ou recuar o ombro para desprojectar o úmero.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com RC: angulado 15º (no mínimo) carnio-caudais a potter incidir no ângulo supero-interno da omoplata. Perfil de Lamy ou em Y Chassi: 18x24cm na l.Não sobreposição do corpo da omoplata sobre as costelas . Obliquar o lado contralateral 70º-75º. úmero proximal .Colimar à região de interesse..Clavícula projectada acima do ângulo superior da omoplata . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância entre potter o ângulo superior e inferior do bordo interno da Foco: fino omoplata. Foco: fino Projecção: PA Posicionamento: .Doente em ortostatismo para uma projecção PA.

Lateral em ortostatismo: colocar os ombros e os braços o mais para trás possível. Perfil Chassi: 24x30cm na long. braço ipsilateral em extensão ao longo do corpo. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a incisura jugular e o apêndice xifóide. . Critérios de boa realização: . Observações: Apneia inspiratória Perfil nos politraumatizados .Esterno no centro da colimação. . 22 .Visualização do esterno em toda a sua totalidade. .Esterno visualizado sobre a silhueta cardíaca . e o contralateral em flexão a 90º e mão apoiada na mesa. Projecção: lateral Posicionamento: .Ortostatismo: rodar o doente 15-20º (quanto maior a espessura do tórax menor a necessidade de rodar o doente) para OAD.Visualização de todo o esterno estritamente de perfil. .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Decúbito lateral esquerdo e direito: colocar os braços acima da cabeça mantendo os ombros para trás. Alinhar o eixo longitudinal do esterno com a linha média da mesa. desde o manúbrio ao apêndice xifóide. .Chassi na vertical com os membros elevados ou a prender o chassi.Esterno projectado lateralmente à coluna livre da sua sobreposição. Estudo radiológico do Esqueleto Torácico • Estudo radiológico do esterno Oblíqua anterior direita (OAD) Chassi: 24x30cm na long.3. . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: fino entre a incisura jugular e apêndice xifóide. Posicionamento: .Decúbito ventral: rodar o doente 15-20º para OAD.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: . .

RC: OP: perpendicular a incidir na articulação em estudo 23 .Colimar à região de interesse. Observações: Apneia respiratória.Não rotação do corpo (equidistância das esterno-claviculares à apófise spinhosa). . Oblíquas Chassi: 18x24cm na trans.Doente em ortostatismo ou decúbito ventral com os membros superiores ao longo do corpo. . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a emergir na Foco: fino incisura jugular.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Colimar à região de interesse..5m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir na apófise espinhosa da terceira vértebra dorsal. Plesiorradiografia ou radiografia de contacto Chassi: 18x24cm na trans. DFf: 0.Ortostatismo. Observações: Apneia respiratória Nota: O esterno fica mais próximo do filme e a coluna com ampliação fica desfocada. . Projecção: PA Posicionamento: .Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: AO: perpendicular a incidir a 2cm lateralmente à apófise espinhosa D3. câmara de ionização central Critérios de boa realização: . esterno-claviculares no centro de colimação. • Estudo radiológico das articulações esterno-claviculares Face PA Chassi: 18x24cm na t. os membros superiores ao longo do corpo para uma projecção PA. Posicionamento: . .Art.

OA: Ortostatismo PA ou decúbito ventral. Alinhar o plano médio-sagital. OPE = OAD – vemos a articulação direita Observações: Apneia respiratória Incidência de Kurzbauer pesquisa de luxações) Chassi: 18x24cm na long. • Estudo radiológico da grade costal Face AP ou PA Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância ente a coluna e a margem lateral do tórax.AP: ortostatismo ou decúbito dorsal. Alinhar o plano médio-sagital. .Art. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral (incidência axial as esterno-claviculares para RC: angulado 15º caudais a incidir articulação esterno-clavicular em estudo. Apoio dos antebraços dos ombros e afastamento dos braços. 24 .Posicionamento: .Doente de decúbito lateral para o lado afectado. Aproximar o lado a radiografar 25º.PA: ortostatismo ou decúbito ventral. . Afastar o lado a radiografar 25º.Valores de exposição adequada (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). na Posicionamento: . . Membro superior ipisilateral flectido e elevado para cima da cabeça e membro contralateral em extensão para baixo. . Colimar à região de interesse.OP: Ortostatismo AP ou decúbito dorsal.Colimar de acordo com a região Critérios de boa realização: . RC: bi: perpendicular a incidir ao nível de D6D7 Posicionamento: . braços ao longo do corpo para as costelas inferiores. Afastamento dos ombros e braços acima da cabeça para as costelas superiores. esterno-clavicular em estudo aberta e vista de forma axial no centro de colimação.

. . Obliquar o doente a 45º. Posicionamento: .OPD=OAE – visualização dos arcos costais posteriores esquerdos e dos arcos costais anteriores e mediais direitos.Colimar à região de interesse.OPE=OAD – visualização dos arcos costais posteriores direitos e dos arcos costais anteriores e mediais esquerdos.OA: ortostatismo ou decúbito ventral. Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo.Ausência de rotação da coluna (equidistância das clavículas às apófises espinhosas das vértebras) . Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: .Costelas livres de sobreposição .Valores de exposição adequados (visualização de o trabéculado ósseo e partes moles) Oblíquas Chassi: 30x40 (uni) 35x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP ou PA RC: uni: perpendicular a incidir a meia distância ente a coluna e a margem lateral do tórax.OP: ortostatismo ou decúbito dorsal.Colimar à região de interesse Observações: Apneia expiratória para as costelas inferiores e inspiratória para as superiores Critérios de boa realização: . 25 . . RC: bi-perpendicular a incidir 2 cm lateralmente a partir do PSM.Visualização de todas as costelas . Braço ipsilateral acima da cabeça e antebraço contra lateral ao longo do corpo.. Obliquar o doente a 45º.

Ortostatismo em PA. Braços flectidos e dorsos das mãos apoiados na cinta.4. Face anterior do tórax encostada ao potter.Visualização de forma individualizada pelo menos as três primeiras vértebras dorsais.Clavículas simétricas relativamente às apófises espinhosas. e horizontalizadas .80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 no Foco: grosso plano coronal (rebordo inferior da axila).Colimar à região de interesse. Pernas ligeiramente afastadas. Encostar os ombros ao potter de modo a desprojectar as omoplatas dos campos pulmonares. Posicionamento: . e as outras vão-se apagando progressivamente .Boa visualização de toda a trama bronco-vascular (os vasos de topo dão um exemplo de efeito de canto) até à periferia . ângulo inferior das omoplatas.80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: PA RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 no plano médio-sagital. Normalmente faz-se o perfil esquerdo. Projecção: PA Posicionamento: . Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: . .Ausência de rotação e de movimento. 26 . senão é patológico) . Observações: Apneia inspiratória Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse.Lateral em ortostatismo.Coluna centrada na película .Ausência de rotação: articulações esterno-claviculares equidistantes das apófises espinhosas .Estudo radiológico do Sistema Cardio-Respiratório • Estudo radiológico do tórax Face PA Chassi: 35x35 (f) 35x43 (m) DFf: 1.Inspiração correcta (8-10 espaços intercostais posteriores e 6-8 espaços intercostais anteriores).Omoplatas afastadas dos campos pulmonares . Braços levantados e queixo levantado.Deve-se incluir desde os vértices pulmonares até aos ângulos costofrénicos (estes ângulos devem ser agudos. Perfil Esquerdo Chassi: 35x35 DFf: 1. .

. Elevar o doente com um lençol ou cobertor.Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Oblíquas anteriores Chassi: 35x43 DFf: 1. vértices ou ápices pulmonares Face nos politraumatizados (tem a desvantagem de haver uma maior ampliação da silhueta cardíaca e maior exposição do cristalino) Chassi: 35x43 DFf: 1. Observações: apneia inspiratória 27 . Áreas potenciais de patologia: Face: ângulos costofrénicos.Decúbito lateral direito ou esquerdo.Ortostatismo em PA.Colimar à região de interesse.Ângulos costofrénicos alinhados e sobrepostos. mediastino.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível do ângulo Foco: grosso Projecção: PA inferior da omoplata Posicionamento: . .Colimar à região de interesse Observações: apneia inspiratória Decúbito Lateral (alternativa à face) Chassi: 35x43 DFf: 1. Braços elevados. Doente sentado ou em decúbito dorsal com afastamento dos braços e de objectos susceptíveis de produzir artefactos .80m Posto com potter Foco: grosso RC: perpendicular ao PMS a meio do Projecção: PA ou tórax AP Posicionamento: . considerada zona cega. Afastar o lado contralateral 45º. chassi encostado ao tórax (PA) ou dorso encostado ao potter.Sempre que possível realizar o exame com o doente sentado.. ápices pulmonares Perfil: não vemos. Braço ipsilateral afastado e braço contralateral elevado.80m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível do Foco: grosso Projecção: AP manúbrio do esterno Posicionamento: .

Ortostatismo: RC angulado 15-20º cefálicos a incidir na incisura jugular.• Estudo da silhueta cardíaca .80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP ou PA Incidência AP: / Lordótica: RC perpendicular a incidir na incisura jugular.80m Posto com potter Foco: grosso Projecção: PA Estudo das cisuras pulmonares RC: perpendicular a incidir a meio do tórax Posicionamento: . OAE) e só se realiza a ultima quando tivermos a certeza da qualidade das duas primeiras. .Colimação do Rx de tórax . Incidência em PA RC: angulado 15-20º caudais a incidir na incisura jugular para desprojectar os ápices das clavículas. . Observações: apneia inspiratória • Chassi: 35x43cm DFf: 1.OAE – 55 a 65º para desprojectar o esófago da coluna. .OAD – 45º + contraste baritado.As exposições fazem-se sequencialmente (face. OAD.Utilização de contraste baritado com a finalidade de preencher o esófago para ver se existe compressão do mesmo .Valores de exposição mais elevados que para o tórax. pois o coração é mais denso. DFf: 2m (para obter uma imagem do tamanho do coração o mais próximo do real possível) • Estudo dos ápices pulmonares Chassi: 24x30cm ou 18x43cm DFf: 1.Doente em posição lordótica 28 .Face PA + oblíqua + perfil .

Ligeira elevação do mento. fistulas.Incidência em inspiração e expiração (a expiração mostra melhor o ar entre as pleuras devido ao colapso do pulmão) . introduzido por intubação) para observação da árvore brônquica . cavernas tuberculosas.Indicações: * Pesquisa de hemoptises e hepistaxis (sangue que sai pelo nariz) * Pesquisa de bronquiectasias * Pesquisa de pneumonia de tórax. etc.Efectuar o perfil do lado afectado .Colimar à região de interesse • Estudo do pneumotórax . Pedir ao doente para não deglutir. quistos.Caso seja impossível.Incidência em inspiração . .PA .Colimar à região de interesse Observações: técnica per-respiratória 29 . com os membros em extensão ao longo do corpo.Opacificação de produto de contraste positivo (iodo lipossolúvel.Preferencialmente posição ortostática . . efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado afectado para que o líquido desça) • Broncografia .Caso seja impossível a posição ortostática. tumores pulmonares.Preferencialmente posição ortostática . efectuar o decúbito lateral (apoiando o lado oposto ao afectado.. para que o ar suba e fique encostado ao arco costal) • Estudo do derrame pleural .Exame de risco .Incidências: Face + perfil + oblíquas • Estudo da traqueia Face AP Chassi: 24x30cm RC: perpendicular a incidir na DFf: 1m incisura jugular Posto com potter Foco: grosso Projecção: AP Posicionamento: .Doente em ortostatismo ou em decúbito dorsal.

30 . . Perfil Chassi: 24x30cm DFf: 1. .Colimar à região de interesse Observações: Técnica per-inspiratória Cavum faríngeo .50m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre o Foco: grosso plano coronal médio e a incisura jugular. garantindo a deflexão da coluna. Projecção: AP Posicionamento: . . Elevação ligeira do mento. . .RC a incidir ao nível do osso hioide.Incidência realizada em crianças.Ar na traqueia.Valores de exposição adequados.Radiografia de perfil da região cervical alta. .Ausência de rotação. .Critérios de boa realização: .Doente em ortostatismo ou sentado em posição lateral com os membros superiores atrás das costas e descontraídos desprojectando as omoplatas.Visualização de toda a traqueia.Incidência pedida para o estudo da faringe. .Paciente em ortostatismo e de perfil. .Apneia inspiratória ou per-inspiratória.

Oblíqua medial Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: dorsoplantar RC: perpendicular a incidir na base do 3º metatarsiano Posicionamento: .Espaço entre os metatarsos (2º ao 4º) aberto e à mesma distância.Não rotação do pé.Doente sentado na mesma posição que para a face. Dedos em extensão.Doente sentado na mesa.Colimar à região de interesse.5. a Foco: fino incidir na base do 3º metatarsiano. ESTUDO RADIOLÓGICO DO MEMBRO INFERIOR • Estudo radiológico do pé Chassi: 24x30cm Face AP (:2) DFf: 1m Posto sem RC: angulado 10 a 15º de forma a abordar potter perpendicularmente a região tarso-metatarsiana. Membro inferior ipsilateral flectido a nível do joelho com a face plantar do pé em apoio no chassi. Projecção: dorsoplantar Posicionamento: .Colimar à região de interesse. . Face medial do pé apoiada no chassi a formar um ângulo de 30 a 45º com o mesmo. . . Pé centrado com o centro de colimação. .Valores de exposição adequados. Chassi: 24x30cm Oblíqua lateral (:2) DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir na base do 3º Projecção: metatarsiano dorsoplantar Posicionamento: 31 .Visualização das falanges e fileira distal do tarso até ao astrálago e dos metatarsianos. . Critérios de boa realização: .

Perfil interno (alternativa. .Visualização da tuberosidade do 5º metatarso (local frequente de fractura associada a entorse) . . Face lateral do pé apoiada no chassi.Visualização do seio társico. Pés em apoio no chassi. Projecção: dorsoplantar Posicionamento: . Projecção: lateral Posicionamento: . . . Pé em dorsiflexão a 90º.Perfil externo: face lateral apoiada no chassi. Finalidade: estudo o pé diabético (faz-se face+perfil com uso de valores de exposição para partes moles para visualização de úlceras e gangrenas) Face bilateral em carga Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: angulado 10 a 15º a incidir no meio da linha Foco: fino que une a base dos dois primeiros metatarsos. Chassi: Perfil (interno ou externo) 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir no cuneiforme medial Foco: fino (perfil externo) ou lateral (perfil interno).Visualização dos 5 metatarsos livres de sobreposição. Chassi: Perfil interno em carga 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular e horizontal a incidir na base do Projecção: 5 metatarso..Doente na mesma posição que para a face.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados. por exemplo para acamados): face medial do pé apoiada no chassi. Pé em dorsiflexão a 90º. .Colimar à região de interesse Critérios de boa realização: . . .Doente em ortostatismo com os pés juntos mas ligeiramente afastados. lateral 32 .Colimar à região de interesse. de modo a formar um ângulo de 30º com o mesmo.Doente em decúbito lateral.

livres de sobreposição de qualquer porção do 1º metatarso. Extensão dos tornozelos. Critérios de boa realização . . Incidência de Guntz (posição ortostática) Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. Extensão do tornozelo e flexão forçada dos dedos com uma ligadura.Valores de exposição adequados.Doente em decúbito dorsal. Axial em decúbito ventral Posicionamento: . Extensão máxima do tornozelo.Boa visualização dos ossos sesamóides. . Chassi na região posterior do tornozelo. Face medial do pé a radiografar encostada ao chassi. 33 .Ortostatismo. . Apoio radiotransparente nos dedos dos pés.Doente em ortostatismo com o chassi entre os dois pés. de modo a ficar apoiado no metatarso. Ligeira flexão dos joelhos e apoio dos dedos no chassi. • Chassi: Axiais para estudo dos sesamóides 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: perpendicular a tangenciar os ossos sesamóides. .Decúbito ventral. Finalidade: estudo das arcadas dos pés. Chassi colocado verticalmente (pode-se usar o apoio usado em perfil interno em carga). . Membro inferior em extensão.Colimar à região e interesse Axial em decúbito dorsal Posicionamento: .Colimar à região de interesse.Posicionamento: .

Doente em decúbito dorsal. . respectivamente. Posicionamento: .• Estudo radiológico da articulação astrágalo-calcaneana Incidência de Broden (4 incidências) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: angulado a 10º. . . Membro inferior em extensão. Nota: . . Pé apoiado sobre o chassi. devem estar aberta. sem sobreposição da tíbia e do peróneo) Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP Posicionamento: 34 . astrágalo-calcaneana em diferentes posições.Colimar à região de interesse. na incidência com angulação de 10º a articulação do tornozelo e a articulação tíbioperonial distal. Critérios de boa realização: . 30º e 40º cefálicos em Projecção: direcção à articulação.Quando a dorsiflexão a 90º e a rotação do pé a 45º estão comprimidos.Visualização da art.Valores de exposição adequados.Dorsiflexão a 90º: perna e pé a formarem um ângulo de 90º . Pé morto ou decepado (visualização de todo o pé.Dorsiflexão do pé a 90º.Visualização de 1/3 distal do tornozelo até ao calcaneo. a incidir no maléolo plantodorsal lateral. Rotação interna da perna e do pé a 45º com o chassi. Dorsiflexão a 90º. 20º.

Posicionamento: .Coloca-se a ampola para trás e dirige-se o raio central para a face superior do calcaneo com uma angulação 25º anterior. Finalidade: pesquisa de osteófitos e estudo de fracturas Axiais Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: axial RC: angulado 30º a 40º cefálicos. Dorsiflexão forçada do pé com uma ligadura. Alternativos: (1) angulado 45º a incidir na parte posterior do calcaneo. . Chassi na face posterior do tornozelo.Mais usada em decúbito dorsal.Decúbito lateral. . a incidir no calcâneo.Doente em ortostatismo com o chassi debaixo do pé a examinar. Membro inferior em extensão.Valores de exposição adequados.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. Posicionamento: . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir no calcâneo.. em direcção à parte posterior do calcâneo. Perna contralateral avançada em relação à outra. Com a ampola na frente do doente centra-se o raio central na base do 3º metatarsiano com uma angulação de 15º posteriores para a primeira exposição. . sem sobreposição da tíbia e do peróneo . • Estudo do calcâneo (pesquisa de fracturas e esporões) Perfil externo Chassi: 18x24cm (:2) t. (2) 40º a 45º caudais a incidir no calcâneo.Sem modificar a posição do pé. faz-se avançar o membro inferior contralateral. Posicionamento alternativo: 35 . Critérios de boa realização: . Face lateral do pé encostada ao chassi. .Visualização de todo o pé desde as falanges distais até ao calcaceo.

. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil externo 36 RC: perpendicular maléolo medial.Doente em ortostatismo. Critérios de boa realização: . 2. . Membro inferior contralateral avançado em relação ao membro em estudo.Tornozelo alinhado e centrado com o centro de colimação. . a incidir no .Boa visualização da articulação tíbio-társica e do seu espaço articular. . Membros inferiores em extensão. Projecção: AP Posicionamento: .Doente em decúbito dorsal. na longitudinal e na vertical. .Visualização dos dois maléolos.Visualização de todo o calcaneo desde a sua faceta posterior ate a faceta articular.1. Colocar sacos de areia sob a articulação tibiotársica. .Colimar à região de interesse.Doente em decúbito ventral.Calcaneo no centro de colimação.Sobreposição ligeira da articulação tíbio-peroneal distal. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Critérios de boa realização: . Pé em dorsiflexão a 90º para abrir a articulação e em ligeira rotação interna (15º) para colocar os maléolos equidistantes do chassi. Ampola na parte posterior do doente.Calcaneo desprojectado e visto de forma axial. • Estudo radiológico do tornozelo Face AP Chassi: 18x24cm (:2) t. Membro inferior a radiografar em extensão. DFf: 1m Posto sem potter RC: perpendicular a incidir a meia distância entre Foco: fino a linha que une os dois maléolos. .Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles). Chassi: 18x24cm (:2) t. Face plantar do pé apoiada no chassi. Chassi apoiado na face plantar do pé.

. Apoio sob o joelho de forma a que o calcanhar fique apoiado. Pé em rotação externa (45º) . . . Pé em rotação interna (45º) .calcaneana) e sulco calcaneal (só depressão do seio társico) abertos.Sobreposição dos 2 maléolos.Colimar à região de interesse.OP interna: articulação tíbio-peroneal e traso-peronial abertas.Colimar à região de interesse. Face lateral do pé encostada ao chassi.OP externa: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão. Perna contralateral avançada em relação à outra. .OP externa: articulação subtalar (astrálago.OP interna: decúbito dorsal e membro inferior a radiografar em extensão.Posicionamento: . Posicionamento: . Oblíquas posteriores (interna e externa) Chassi: 18x24cm (:2) t. Estudo em stress Ligamento da face lateral 37 .Valores de exposição adequados. Critérios de boa realização: . Perna em extensão. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir no maléolo lateral Projecção: AP (OPI) ou medial (OPE).Peróneo sobreposto à porção posterior da tíbia. Dorsiflexão do pé a 90º.Decúbito lateral. Nota: .

Colimar à região de interesse. . tibio-tarsica. .Decúbito lateral.Doente em decúbito dorsal.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Tornozelo de face. DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a articulação do joelho e articulação do tornozelo.Perna alinhada.Colimar à região de interesse. Posicionamento: . Pé em dorsiflexão (90º) e em ligeira rotação interna (15º). Critérios de boa realização: . 38 . . do joelho até a art. região do médio pé (5º metartarsiano e navicular) Varo: stress com inversão do pé Valgo: stress com eversão do pé • Estudo radiológico da perna Face AP Chassi: 18x43m l. Perna em extensão. Perna contralateral avançada em relação à outra. Membro inferior a radiografar em extensão.Visualização da art.. Posicionamento: . do joelho até a art.Calcâneo-fibular (calcâneo-peroneal) Locais de lesão: região maleolar (6cm). Critérios de boa realização: . . tibio-tarsica. Ligeira rotação interna de modo a que os maléolos fiquem sobrepostos. ou 35x43(:2) l. Dorsiflexão do pé a 90º.Talo-fibular posterior . DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir a meia distância entre a articulação do joelho e articulação do tornozelo.Visualização da art. Face lateral da perna encostada ao chassi. Perfil externo Chassi: 18x43m l. ou 35x43(:2) l. .Talo-fibular anterior .

. • Estudo radiológico do joelho Face AP Chassi: 18x24cm l. Membro inferior a radiografar em extensão e em ligeira rotação interna a 15º. .Perna alinhada.Valores de exposição adequados (visualização de todo o trabéculado ósseo e partes moles).Sobreposição do perónio no 1/3 posterior da tíbia no 1/3 distal da perna.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados.Visualização do espaço articular do joelho. . . . .Doente em decúbito dorsal.Ligeira sobreposição da tíbia e do perónio proximalmente.Não rotação do joelho (equidistância da espinha intercondiliana até à margem).Rótula de face e sobreposta ao fémur. 39 .. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice da rótula. . Critérios de boa realização: . Posicionamento: .

.gavetos Ligamentos: Colaterais – medial e lateral – rotação interna e externa Cruzados – anterior (LCA) e posterior (LCP) – flexão e extensão Face (pressão): 40 .OPM: assemelha-se a uma face exagerada.OA: decúbito ventral. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: lateral RC: angulado 5 a 10º caudo-craniano a incidir 2cm posteriormente ao ápice de rótula. Oblíquas (pesquisa de corpos livres intra-articulares e lesões de osteocondrite Chassi: 18x24cm dissecante) (:2) l. .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com/sem RC: AO: perpendicular a incidir no centro da zona potter póplítea. (caso contrário a angulação foi insuficiente) . Tíbia e perónio subrepostos medialmente e rotula desviada lateralmente. Critérios de boa realização: . Foco: fino Projecção: AP ou RC: OP: perpendicular a incidir 2cm abaixo do ápice da rótula PA Posicionamento: . . .Colimar à região de interesse.Perfil externo Chassi: 18x24cm l. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra. . Articulação tíbio-peroneal aberta e rotula desviada medialmente.Rótula de perfil.Ligeira sobreposição da tíbia e do peróneo proximal. (caso haja dessobreposição horizontal é sinal de má rotação do joelho) .OP: decúbito dorsal.OPL: assemelha-se ao perfil.Decúbito lateral. rotação interna do membro inferior 45º (OAL) ou externa (OAM) .Sobreposição dos côndilos femurais. Nota: .Valores de exposição adequados.Joelho flectido.Espaço articular aberto. Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular. Estudo em stress . Flexão do joelho a 30º. rotação interna do membro (OPM) ou rotação externa (OPL) de 45º. Posicionamento: . .

simétricos a apontar em frente e ligeiramente afastados.Ligamento colateral lateral: aspecto lateral do medial da perna para dentro. Projecção: AP Posicionamento: . .Rotação externa ligeira e membro inferior em extensão ou flexão . e no aspecto no aspecto posterior da perna no aspecto anterior da perna Finalidade: estudo da interlinha articular dos pratos tibiais. Posicionamento: .Colimar à região de interesse. Flexão dos joelhos a 45º . Pés com rotação interna de 5º a 10º..LCP: aspecto posterior do joelho para fora. Joelhos em carga do joelho para dentro. Critérios de boa realização: 41 .Doente em ortostatismo para uma projecção PA.LCA: aspecto anterior do joelho para dentro.Doente em ortostatismo e descalço. e no joelho para fora. Posicionamento: . Perfil (pressão): . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir ao nível do ápice da rótula e a meia distância da espessura do joelho.Colimar à região de interesse. e para fora . e para dentro. patologias articulares • Face em carga Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a meia distância potter da linha que une os ápices da rótula ou Foco: fino ligeiramente abaixo. Estudo bilateral.Colimar à região de interesse.Ligamento colateral medial: aspecto lateral aspecto medial da perna para fora . • Perfil em carga Chassi: 24x30 l. • Incidência de SCHUSS (posição de esquiador) Chassi: 35x35 ou maior DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 10º caudais a incidir a meia distância da linha que passa pelo cavado poplíteo.

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Joelhos alinhados; Arts. no centro de colimação; Espaço articular aberto; Valores de exposição adequados.

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• Estudo da rótula
Chassi: 18x24 ou Face PA 18x43 l. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: perpendicular a incidir no centro da Foco: fino zona poplítea. Projecção: PA Posicionamento: - Doente em decúbito ventral, membro inferior em extensão, com dorsiflexão do pé a 90º. Condilos alinhados. - Colimar à região de interesse. Critérios de boa realização: - Rótula de face no centro de colimação; - Valores de exposição adequados. Perfil Chassi: 18x24 na trans. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: perpendicular a incidir 2cm posteriores Foco: fino ao ápice rótula. Projecção: lateral Posicionamento: - Doente em decúbito lateral com a face externa apoiada na mesa. Membro contralateral avançado, fémur alinhado e ligeira flexão do joelho a 30º. - Colimar à região de interesse. Axiais Chassi: 18x24 ou 24x30 t. Finalidade: Desvios do alinhamento da rótula DFf: 1m relativamente ao fémur ou diferenças da rótula Posto com/sem (longitudinais) ou diferenças transversais (face e perfil) potter Foco: fino • Axiais de Ficat 30, 60 e 90º (mais usadas) Posicionamento: - Doente sentado com o joelho flectido de modo a que a perna forme um ângulo de 30, 60 ou 90º com o eixo longitudinal do fémur. Chassi apoiado verticalmente na coxa. - Colimar à região de interesse. RC: angulado caudo-craniano a tangenciar a rótula: - 15º se o ângulo da perna for 30º; - 20º se o ângulo da perna for 60º; - 25º se o ângulo da perna for 90º. Quanto maior a angulação maior é abertura

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Axial em decúbito ventral ou Sette Gard

Posicionamento: - Decúbito ventral. Membros inferiores flectidos ao máximo. - Colimar à região de interesse. RC: perpendicular ou tangenciar as rótulas. angulado 5º a

Axiais de Merchant

Posicionamento: - Doente em decúbito dorsal. Pernas pendentes fora da mesa de exames. Perna a 45º com o eixo longitudinal do fémur. Estudo bilateral. - Colimar à região de interesse. Nota: Se o chassi estiver nos pés aumentar a distância foco-filme para 2m para compensar a dintância foco-objecto; se o chassi estiver nas pernas aumentar a distãncia foco-filme para 1.50m. RC: angulado 60º crânio-caudal a incidir no ápice da rótula. Critérios de boa realização: - Rótula vista de forma axial e no centro de colimação; - Visualizarão do espaço retropatelar e dos condilos femurais; - Valores de exposição adequados.

• Estudo da fossa intercondiliana
Face PA Chassi: 18x24 l. DFf: 1m Posto com/sem potter Foco: fino Projecção: PA

RC: perpendicular a incidir no centro da zona poplítea.

Posicionamento: - Parte-se da posição de decúbito ventral. Joelhos apoiados e flectidos. Eixo longitudinal do fémur a formar um ângulo de 70º com o plano do exame e de 20º com o raio central. - Colimar à região de interesse. Alternativas à “posição de gatas”: - Com um banco e perna flectida; - Com o joelho encostado ao potter.
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Valores de exposição adequados. . Posicionamento: .Face PA (alternativa) Chassi: 18x24 l. .Fémur alinhado. . Fémur a formar um ângulo de 60º com o prolongamento do eixo da tíbia. Ligeira flexão do joelho. .Decúbito dorsal. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior médio com 1/3 distal. Ligeira rotação interna do membro inferior (5º). Posicionamento: . Critérios de boa realização: .Fossa intercondiliana aberta.Decúbito ventral. Face AP (alternativa) Chassi: curvo DFf: 1m Posto sem potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular à tíbia e a incidir na ápice da rótula. Chassi curvo por baixo do joelho. . .Colimar à região de interesse. Membro inferior em extensão.Não rotação do joelho. DFf: 1m Posto com/sem potter RC: angulado 40º caudais a incidir no centro Foco: fino da região poplitea. Projecção: PA Posicionamento: . Coxas apoiadas na mesa. • Estudo do fémur (1/3 médio e distal) Face AP Chassi: 18x43 l.Colimar à região de interesse.Decúbito dorsal. elevar a perna de forma a formar um ângulo de 40º com o plano de exame (elevar a perna e apoiada num suporte). do joelho) 45 . .Joelho de face.Colimar à região de interesse. (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art.

Chassi: 18x43 l. Ligeira rotação interna do membro inferior (15º) . Projecção: AP Posicionamento: . Projecção: lateral . . Perna do lado a radiografar flectida.Decúbito lateral. do joelho) • Estudo radiológico do fémur (1/3 proximal e médio) Face AP Chassi: 18x43 l. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. coxo-femural) Chassi: 18x43 Perfil externo l. Membro inferior em extensão. Posicionamento: . coxo-femural) Critérios de boa realização: 46 . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral Perfil externo RC: perpendicular a incidir na junção do 1/3 inferior médio com 1/3 distal. Alinhar o eixo longitudinal do fémur de forma a ficar perpendicular. .Decúbito dorsal.Decúbito lateral. Perna contralateral em flexão e avançada em relação à outra. Rotação ligeira do corpo de 5º para trás. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio. (Colocar a extremidade superir do chassi a incluir a art. DFf: 1m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular a incidir na junção de 1/3 Foco: fino proximal com 1/3 médio.Colimar à região de interesse. Flexão do joelho de 30 a 45º. (Colocar a extremidade inferior do chassi ligeiramente abaixo da art.

• Estudo métrico dos membros inferiores Particularidades: . coxo-femural no estudo do 1/3 proximal e médio.Grelha anti-difusora .Apneia respiratória . Membros superiores ao longo do corpo. Estudo monopedálico: estudo unilateral. Posicionamento: Ortostatismo. joelho e tornozelo.Valores de exposição adequados.Determinação de desajustes em varismo ou valgismo (chassi extralongo) .Protecção gonadal (até 16anos) . . este estudos podem ser feitos caso os 2 membros inferiores não caibam no extralongo ou por protocolo da instituição. uma vez que a perna contralateral é ligeiramente elevada. Pés em posição anatómica.Avaliação de situações de encurtamento dos membros (chassi extralongo ou 35x43cm*) Nota: * o chassi 35x43cm (:3) é utilizado em estudos gonométricos do membro inferior.Fémur de face nas incidências de face. em que na mesma película se visualizam as art.Fémur de perfil nas incidências de perfil. Ligeira abdução dos membros inferiores e apoio simétrico dos mesmos. Raio central: perpendicular a incidir a meio do chassi. .Visualização do fémur alinhado e de forma a incluir o joelho no estudo do 1/3 médio e distal e a incluir a art. Neta caso a DFf volta a ser de 1m.. em que há apoio da perna a radiografar suportando o peso do corpo. coxo-femurais.Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem . . 47 .Distância foco-filme de 2m .Só se realiza a face Finalidade: .

. . Falso perfil Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bi) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: lateral RC: uni: perpendicular a incidir a nível do colo do fémur.Visualização do 1/3 proximal do fémur.6. Posicionamento: .1/3 proximal do fémur de perfil.Art. Membros superiores ao longo do corpo.Pequeno trocanter projectado de forma a triangular no bordo medial do fémur. Membro ipsilateral flectido a 90º e o contralateral em extensão.Colimar à região de interesse. . Critérios de boa realização: . . . Obliquar o doente a 45º de modo afastar o lado oposto ao lado a radiografar.Colo do fémur desdobrado. .Colimar à região de interesse. . . Com os joelhos flectidos. Plantas dos pés em contacto (posição de rã).Decúbito dorsal. 48 . .Grande trocanter de perfil. coxo-femural no centro de colimação. RC: bi: perpendicular a incidir a 1/2 distância da linha que une os dois colos femurais no PMS. Membro inferior em rotação interna (15º).Valores de exposição adequados.Estudo unilateral: decúbito lateral.Sobreposição do grande trocanter ao colo do fémur.Estudo bilateral (em crianças): decúbito dorsal. .5cm a meio e abaixo da linha que une as EIAS à sínfise púbica. Estudo radiológico da cintura pélvica • Estudo radiológico da articulação coxo-femural Face AP Chassi: 18x24 (uni) ou 18x43 (bilat) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: perpendicular a incidir 2.Valores de exposição adequados. Critérios de boa realização: .Pequeno trocanter desprojectado do bordo medial do fémur. Posicionamento: . .

Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros para corrigir a anteversão fisiológica do colo do fémur (desdobrar o colo do fémur). onde não se faz o falso perfil. . .Supero-inferior (SI): decúbito dorsal.Colo do fémur desdobrado. Projecção: SI: a incidir no colo do fémur. • Estudo radiológico da bacia Face AP Chassi: 35x43 t. axial Posicionamento: .Decúbito dorsal. . . Finalidade: serve como complemento à incidência de face em bloco.Chassi: 18x24 Axiais (uni) DFf: 1m Posto com potter RC: IS: perpendicular a incidir na região Foco: fino inguinal. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. Coxa a 90º como corpo. .Infero-superior (IS): decúbito dorsal.Grande trocanter de perfil. no PMS. Nota: Em caso de visualização de prótese da anca.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. o RC deve incidir na síntese púbica e cortam-se as cristas ilíacas.Colo do fémur no centro de colimação visto de forma axial. Chassi colocado verticalmente e apoiado na crista ilíaca.Visualização de toda a pelve óssea. 49 .Valores de exposição adequados. . . Membros inferiores em extensão.Simetria dos buracos obturadores e dos ilíacos. Projecção: AP Posicionamento: . Chassi colocado entre as pernas (pode recorrer-se a chassi curvo) . Flexão e elevação do membro inferior contralateral. Critérios de boa realização: . Critérios de boa realização: .Alinhamento da apófise espinhosa de L5 com o centro do sacro e da sínfise púbica.

Membros inferiores em extensão.. Membros inferiores em extensão com rotação interna de 15 a 20º. . no PMS. • Estudo da sínfise púbica e ramos isquiopúbicos Face Chassi: 35x43 t.Decúbito dorsal. .Outlet: raio central angulado 45º caudo-craniana .Visualização do “U” radiológico de Calot (formado pelo sobreposição do acetábulo. DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir a meia distância da linha que una as EIAS e a sínfise púbica. Face em carga Chassi: 35x43 t.Colimar à região de interesse.Valores de exposição adequados. . projectado de forma triangular. . .Colimar à região de interesse. . Critérios de boa realização: * Intet: . Ligeira abdução dos membros e rotação interna de 15º dos membros.Ortostatismo.Inlet: raio central angulado 45º crânio-caudal . ou 24x30 (trauma da sínfise púbica) DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado a incidir a meia distância da linha que una as EIAS e a sínfise púbica. * Outlet: 50 . Finalidade: Estudo da báscula pélvica ou da articulação coxo-femural.Sínfise púbica vista de forma axial.Valores de exposição adequados.Asas do ilíaco abertas.Pequeno trocanter no bordo medial do fémur. a cavidade forma uma espécie de lágrima).Boa visualização do estreito pélvico. Membros superiores ao longo do corpo e ligeiramente abduzidos. Posicionamento: . no PMS. Posicionamento: . .

. na imagem obtemos a alar esquerda.Ramos isquio-púbicos desdobrados. .Incidência Obturadora: decúbito dorsal. tal como ao fazer a incidência obturadora direita. . . • Estudo radiológico (Hemiface da bacia) do acetábulo e buraco obturador Incidência Alar e Obturadora Chassi: 24x30(uni) ou 18x43(bi) DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica do lado Projecção: AP a radiografar. . Rodar o doente 45º (para abrir o obturador e a asa do ilíaco) para o lado oposto a radiografar. .Valores de exposição adequados. . .Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior.Valores de exposição adequados. . .Mais frequente das luxações. obtemos a imagem relativa a uma obturadora esquerda. Posicionamento: . Critérios de boa realização: * Alar: . Rodar o doente 45º (para desdobrar a asa do ilíaco) para o lado a radiografar. Nota: ao fazer o estudo bilateral ao fazer a incidência alar direita. Estudo simultâneo. • Luxação congénita da anca .Incidência Alar: decúbito dorsal. * Obturadora: .Asa do ilíaco desdobrada. 51 .Sínfise púbica de face.Colimar à região de interesse.Buraco obturador bem aberto e arredondado.Visualização da hemiface da bacia na totalidade desde as cristas ilíacas até ao ramo isquio-púbico inferior. .Buraco obturador obliquado.Valores de exposição adequados.Asa do ilíaco quase de perfil.Ocorre frequentemente no sexo feminino. .

no PMS. . Incidência de Van Rosen Chassi: 24x30 t. Flexão e abdução dos membros inferiores.Alinhamento da apófise espinhosa L5 com o centro do sacro e sinfise púbica. . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica. .Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança.Visualização de toda a cintura pélvica óssea. . Projecção: AP Posicionamento: . de modo a que as plantas dos pés estejam em contacto.1/3 proximal do fémur de perfil. Luxação: separação total ou parcial de 2 estruturas que deveriam estar em contacto. no PMS.Valores de exposição adequados.Pequeno trocanter ligeiramente desprojectado medialmente e grande trocanter sobreposto ao colo do fémur. .Incidência Face AP da bacia: . Rotação interna dos mesmos. 52 . Abdução a 45º e extensão dos membros inferiores. Projecção: AP Posicionamento: .Parte-se da posição de face da bacia.Incidência Van Rosen Incidência de Lowestein (posição de rã) Chassi: 24x30 t. Critérios de boa realização: .Raça branca mais atingida do que a raça negra. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meia distância da Foco: fino linha que una as EIAS e a sínfise púbica.A anca esquerda mais atingida (3:2). Diagnóstico: manifestações clínicas que apresenta e achados radiológicos característicos. ..Parte-se da posição de face da bacia. .Incidência Lowestein (posição rã) .

Colimar à região de interesse e protecção radiológica da criança. 53 ..

Espaços articulares sacro-ilíacos e L5-S1 bem visíveis.Colimar à região de interesse. pode manter-se a angulação da face para ver Foco: fino a articulação em toda a extensão.5cm potter medial.Decúbito dorsal. Elevar o lado a radiografar 25 a 30º para oblíqua posterior.Articulações sacro-ilíacas centradas e alinhadas com o centro de colimação. .Colimar à região de interesse. Membros superiores em extensão ao longo do corpo.Ausência de rotação (equidistância das apófises sacrais). . . Observações: Apneia respiratória OPD – articulação sacro-ilíaca esquerda OPE – articulação sacro-ilíaca direita 54 . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 30 a 35º caudo-craniano a incidir a meia distância entre as EIAS e a sínfise púbica no PMS. .Decúbito dorsal. Finalidade: a angulação faz com que abordemos tangencialmente a articulação Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Projecção: AP Posicionamento: .Valores de exposição adequados. 2. . Alinhar a articulação com o centro de colimação. ou ao nível do tórax.• Estudo radiológico das articulações sacro-ilíacas Face bilateral Chassi: 24x30 t. Membros inferiores em extensão. Posicionamento: . Oblíquas (as posteriores são as mais realizadas) Chassi: 18x24cm DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível das EIAS.

Ortostatismo ou decúbito dorsal.Colimar à região de interesse. 2cm à frente das potter apófises espinhosas (o feixe longitudinal deve passar no Foco: fino ouvido externo) Projecção: lateral Posicionamento: .Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x24cm l. Plano médio sagital paralelo ao filme. Ombro encostado ao potter.7. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP (C3-C7) RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao nível do ponto mais proeminente da cartilagem tiroideia.Sobreposição da mandíbula e do occipital sobre C1 e C2 . Ligeira deflexão da cabeça.Colimar à região de interesse.Espaços intervertebrais abertos .Não sobreposição da mandíbula às vértebras cervicais superiores .Visualização de C3 a D1 .Ausência de rotação (apófises espinhosas alinhadas) . Estudo radiológico da coluna vertebral • Estudo radiológico da coluna cervical Face AP Chassi: 18x24cm l. Ombros descaídos. . .Ausência de rotação . Posicionamento: . Mastóides equidistantes do filme.Valores de exposição adequados 55 . Observações: apneia respiratória. Ligeira deflexão da cabeça.5m Posto com RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do bordo superior da cartilagem tiroideia.Lateral em ortostatismo.Não desdobramento do muro vertebral posterior .Visualização de C1 a C7 e se possível C7-D1 . Plano médio sagital perpendicular ao filme. DFf: 1. não deglutir Nota: a angulação pretende tangenciar os discos e os espaços intervertebrais Critérios de boa realização: .

DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano a incidir ao potter nível do ponto mais proeminente da cartilagem Foco: fino tiroideia.Oblíquas (incidência em dupla obliquidade) Chassi: 18x24cm l. delimitados pelas apófises transversas e articulações interapofisárias. ajustar a rotação da cabeça e pedir ao doente para abrir a boca.Não sobreposição da base do crânio a C1 . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino Projecção: AP com a boca aberta RC: perpendicular a incidir no centro da boca aberta. . Nota: instrução do paciente para manter a boca aberta pronunciando o som “A”. porque assim a língua repousa no chão da boca.Boa visualização dos buracos de conjugação (circulares) . Ligeira deflexão da cabeça. Posicionamento: .Ortostatismo ou decúbito dorsal. Projecção: AP Posicionamento: .Visualização de C1 a C7 .Valores de exposição adequados OPD – buracos de conjugação esquerdos OPE – buracos de conjugação direitos Face AP (C1-C2) transoral ou transbucal ou incidência de boca aberta Chassi: 18x24cm l.Ortostatismo ou decúbito dorsal. Critérios de boa realização: . Mastóides equidistantes do filme.Colimar à região de interesse. Rotação do corpo e cabeça de 45º. Critérios de boa realização: 56 . perpendicular ao filme. Plano médio sagital perpendicular ao filme. . .Colimar à região de interesse. Linha que une a margem inferior das incisivas superiores sobreposta à base do crânio. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Estudo dos buracos de conjugação.Fixar os dentes superiores com o occipital. pelos quais emergem as raízes nervosas.Não sobreposição das mandíbulas às vértebras cervicais superiores .

.Visualização de C1 a C2 e respectiva articulação.Ausência de rotação .Valores de exposição adequados 57 .Sobreposição dos incisivos superiores com base do crânio . assim como a apófise odontóide ou dente do áxis .

Colimar à região de interesse. Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: .Hiperextensão: apófises espinhosas devem estar próximas .Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e em hiperextensão Chassi: 18x24cm l.Visualização de C4 a D3 . Hiperflexão: queixo deprimido a tocar no tórax.Hiperflexão: apófises espinhosas devem estar afastadas .Lateral ou em ortostatismo ou decúbito lateral. Plano médio sagital paralelo ao filme. Mão apoiada na cabeça.Hiperextensão: queixo levantado e cabeça inclinada para trás ao máximo.Visualização de C1 a C7 . . Ombro encostado ao potter. Projecção: lateral Posicionamento: .5 m Posto com Posicionamento: potter RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível de C4 Foco: fino (cartilagem tiroideia). Ombros descaídos.Ausência de rotação . Finalidade: estudo flexibilidade da coluna. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . alinhamento da coluna. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ao nível de D1 (ao nível da Foco: fino apófise espinhosa C7). Plano médio sagital paralelo ao filme.Cabeças dos úmeros separadas verticalmente 58 . . Braço e ombro ipsilateral colocados para cima e ligeiramente para a frente. Braço e ombro contralaterais colocados para baixo e ligeiramente para trás. DFf: 1. Projecção: AP .Colimar à região de interesse.Lateral em ortostatismo.Valores de exposição adequados • Transição cervico-dorsal Chassi: Perfil (posição de nadador) 18x24cm l.Não desdobramento do muro vertebral posterior . . relação corpos-discos.

Visualização de C7 a L1 . podemos usar um ecrã gradual com o + para cima e o – para baixo e/ou tirar partido do efeito anódico.Apófises espinhosas alinhadas e centradas . Braços ao longo do corpo.Colimar à região de interesse. .Ortostatismo: Braços para a frente com as mãos em pronação forçada . .Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 18x43cm l.DL: braços levantados a formarem ângulos rectos com o corpo e cotovelos flectidos. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir a nível de D6-D7 (2 dedos potter abaixo da axila no plano coronal).Ortostatismo ou decúbito dorsal. Observações: Apneia expiratória (para obter uma melhor uniformização em termos de densidade e valores de exposição) Nota: coluna mais próxima. 4cm para a frente Foco: fino do plano dorsal posterior. Projecção: lateral Posicionamento: . Alinhar o plano médio sagital (tracção).Ortostatismo ou decúbito lateral. Projecção: AP Posicionamento: . Plano médio sagital paralelo ao filme. Observações: Apneia expiratória ou técnica per-respiratória Critérios de boa realização: 59 . para combater a sobrexposição das vértebras dorsais superiores e a subexposição das vertebral dorsais inferiores. Critérios de boa realização: .. raio aborda a curvatura pela sua concavidade então o raio é perpendicular. .Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com RC: perpendicular a incidir ao nível de D6-D7 (8 a potter 10cm abaixo da incisura jugular) (meio da linha Foco: fino intermamilar).Ausência de rotação (articulações esterno-claviculares equidistantes da coluna) .Valores de exposição adequados • Estudo radiológico da coluna dorsal Face AP Chassi: 18x43cm l.

- Visualização dos 2/3 inferiores da coluna dorsal. Ausência de rotação. 60 . Valores de exposição adequados. Não desdobramento do muro vertebral posterior. Espaços intervertebrais abertos.

permitido também uma imagem mais homogénea. Colocar um apoio por baixo do corpo p diminuir a curvatura provocada pela anca. .Boa visualização de todas as vértebras lombares . Projecção: Posicionamento: lateral . Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral). . Observações: Apneia respiratória Nota: A apneia pode ser expiratória.Visualização de D12 a S1 .Sobreposição das apófises articulares direitas e esquerdas . Observações: Apneia expiratória Critérios de boa realização: . Critérios de boa realização: .• Estudo radiológico da coluna lombar Chassi: Face AP ou PA (AP é mais comudo) 24x30cm l. Alinhar o plano médio sagital (tracção). pois assim o diafragma sobe. Braços ao longo do corpo. Projecção: AP/PA Posicionamento: .Valores de exposição adequados Chassi: Perfil 24x30cm l. optimizando a visualização das primeiras vértebras lombares.Não desdobramento do muro vertebral posterior 61 .DD: Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar.Ortostática ou decúbito dorsal.Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral.Bom alinhamento das apófises espinhosas em relação aos corpos vertebrais – se não houver esclerose .Colimar à região de interesse. . No perfil pode recorrer-se ao foco grosso.Ortostatismo: Apoio simétrico dos membros inferiores para evitar inflexões laterais .Colimar à região de interesse.Articulações sacro-ilíacas equidistantes da coluna . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo Foco: fino costal inferior e das cristas ilíacas. devido à necessidade de aumentar os mA.Ausência de rotação . PMS paralelo ao filme. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a meio do rebordo costal Foco: fino inferior e das cristas ilíacas. Braços afastados do corpo.

Valores de exposição adequados Chassi: Oblíquas anteriores ou posteriores 18x43cm l. + proximas Critérios de boa realização: . . Plano médio sagital paralelo ao filme. patologia discal ou lombalgia – ortostatismo.Espaços intervertebrais abertos . Plano coronal alinhado com a linha média do potter. + afastadas OP – art. DFf: 1m Posto com potter RC: centrado ao nível de L3.Boa visualização dos “scotty dog” .Articulações zigoapofisárias abertas . 62 . .Colimar à região de interesse. extensão do tronco ao máximo. 5cm lateralmente ao PMS Foco: fino (para o lado levantado) Projecção: AP/PA Posicionamento: . DFf: 1m Posto com potter Foco: fino RC: centrado ao nível de L3.Boa visualização de D12 a S1 .Valores de exposição adequados Estudos dinâmicos • Perfil em Hiperflexão e hiperextensão Chassi: 35x43cm l. flectir o corpo ao máximo. Em decúbito lateral colocar em posição fetal.Boa visualização dos istmos lombares (zona entre a lâmina e o pedículo) . fractura no istmo lombar). .Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. Observações: Apneia expiratória Finalidade: estudo de lise ístmica Nota: Espondilartrose – Face+Perfil.Hiperflexão: articulando a pelve.Hiperextensão: articulando a pelve.Colimar à região de interesse. Projecção: lateral Posicionamento: . espondilolitesis (deslizamento de uma vértebra sobre a outra).Ortostática (AP ou PA) ou decúbito dorsal ou decúbito ventral. Rotação do corpo de 45º.. espondilolise (pode surgir associado à espondilolistesis. . OA – art.

Art.Não desdobramento do muro vertebral posterior Chassi: • Face com desvios laterais (direito e esquerdo) 35x43cm l. Observações: apneia respiratória Critérios de boa realização: . Braços ao longo do corpo.Coluna centrada no centro de colimação .Valores de exposição adequados • Transição lombo-sagrada (L5-S1) Chassi: Perfil 18x24cm l. . Projecção: lateral Posicionamento: . -Alinhamento das apófises espinhosas em relação ao corpo vertebral. permite também ver se há cedências (espondilolitesis) Critérios de boa realização: . . PMS paralelo ao filme. Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo). DFf: 1m Posto com RC: centrado ao nível de L3 potter Foco: fino Projecção: AP/PA Posicionamento: .Lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. . .Ortostática ou decúbito.Visualização de D12 a S1. da coluna inclinadas para a direita/esquerda.Arts. fazer o paciente inclinar o ombro e corpo mantendo o apoio simétrico dos membros inferiores. Braços afastados do corpo. Articulando a pelve. sacro-iliacas equidistantes da coluna.Observações: apneia respiratória Finalidade: avaliar a flexibilidade da coluna em esforço.Ausência de rotação do tórax ou pelve .Colimar à região de interesse. Repetir o procedimento do lado oposto. . Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito lateral).Colimar à região de interesse Observações: Apneia respiratória 63 . DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir ligeiramente (2cm) Foco: fino abaixo das cristas ilíacas.

Não rotação e não desdobramento do muro vertebral posterior.Nota: Faz-se primeiro que a face para determinar o ângulo lombo-sagrado. . .Ortostatismo ou decúbito. Extensão dos membros inferiores.Colimar à região de interesse. .Colimar à região de interesse. . DFf: 1m Posto com RC: angulado 15 a 20º caudo-craniano (AP) potter centrado no PMS a incidir a meia distância da linha Foco: fino que une as EIAS e a SP. Apoio simétrico dos membros inferiores (ortostatismo). Braços ao longo do corpo. sacro-iliacas equidistantes do centro da coluna.Decúbito dorsal ou decúbito ventral. Projecção: AP/PA Posicionamento: .Art. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: 64 . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . L5-S1 centrada. Flexão dos joelhos e ancas para reduzir a lordose lombar (decúbito).Espaço intervertebral aberto. • Estudo radiológico do sacro Face Chassi: 24x30cm l. AP – caudo-craniano a meio da linha potter que une as EIAS.Valores de exposição adequados.Arts. Braços ao longo do corpo.Valores de exposição adequados Chassi: Face para L5-S1 18x24cm l.Espaço intervertebral aberto e no centro de colimação. Foco: fino PA – crânio-caudal a meio da linha que une as EIAS. Projecção: AP/PA Posicionamento: . Critérios de boa realização: .Visualização desde L5 até ao promuntório sagrado. Linha paralela ao promontório sagrado mais linha perpendicular à margem supero-posterior ao sacro. . . . DFf: 1m Posto com RC: ângulo lombo-sagrado (determinado no perfil) ou 30 a 35º (padrão). .

Projecção: AP/PA Posicionamento: . Alinhar o sacro com a linha média da mesa. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Decúbito lateral. Braços ao longo do corpo.Visualização de todo o sacro e no centro de colimação. Projecção: lateral Posicionamento: . .Cóccix alinhado e no centro de colimação.Valores de exposição adequados. Flexão das ancas e dos joelhos. . Chassi: Perfil 24x30cm l.Valores de exposição adequados.Valores de exposição adequados. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir a nível das EIAS.Decúbito dorsal ou decúbito ventral.. . Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . . . Extensão dos membros inferiores.Visualização de todo o sacro.Colimar à região de interesse. DFf: 1m Posto com potter RC: angulado 10 a 15º crânio-caudal centrado no Foco: fino PMS a incidir 5cm acima da sinfíse púbica.Colimar à região de interesse. . . 65 .Sacro de perfil.Apófise espinhosa de L5 alinhada e centrada com o sacro. • Estudo radiológico do cóccix Chassi: Face 18x24cm l. 5cm Foco: fino anterior à superfície posterior do sacro.

Chassi: Perfil 18x24cm l.Colimar à região de interesse. Observações: Apneia respiratória Finalidade: .Colimar à região de interesse. Projecção: lateral Posicionamento: .Valores de exposição adequados. para estudo ósseo em situação de carga) Face Chassi: 35x43cm l. Flexão das ancas e dos joelhos. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . Alinhar o cóccix com a linha média da mesa.Ortostatismo. • Incidência de SEZE (incidência panorâmica da região lombar e pélvica. apoio simétrico dos membros inferiores e rotação interna dos pés de 15º aproximadamente (para desdobrar os colos do fémur). Braços ao longo do corpo.Cóccix de perfil. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular a incidir 3 a 4cm acima do Foco: fino grande trocanter. Descalço. alinhado e no centro de colimação. DFf: 1m Posto com potter RC: perpendicular e horizontal a incidir a meio da Foco: fino linha que une as cristas ilíacas.Decúbito lateral.Estudo estático da região lombo-pélvica 66 . Projecção: PA Posicionamento: . . . .

Estudo dos corpos vertebrais e discos .Análise simultânea das articulações sacro-ilíacas.. coxo-femurais. charneira lombo-sagrada e colo do fémur 67 .

Boa visualização de toda a coluna de perfil e centrada no centro da colimação .Lateral em ortostatismo.Ausência de rotação .Boa visualização de toda a coluna de face e centrada com o centro de colimação .Face + Perfil Telerradiografia de face (estudo de escleoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino RC: perpendicular a incidir a meio do chassi.Incluir na colimação parte das cristas íliacas Telerradiografia de perfil (estudo de cifoses e hiperlordoses) Chassi: extralongo DFf: 2m Com grelha Foco: fino Projecção: lateral RC: perpendicular a incidir a meio do chassi. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: . .Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos . Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico).Ausência de rotação .Não sobre-exposição e nem sub-exposição de nenhum dos segmentos 68 . Posicionamento: .Grelha anti-difusora . . Braços ao longo do corpo.Protecção gonadal (até 16anos) .Ortostatismo.Distância foco-filme de 2m .• Estudo métrico da coluna Particularidades: . Braços elevados a formar um ângulo de 90º com o corpo. Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Colimar à região de interesse. Projecção: AP Posicionamento: . Extensão dos membros inferiores (apoio simétrico).Filtros de compensação/ écrans graduais/ ou digitalização de imagem .Apneia respiratória .Colimar à região de interesse.

Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no nasion Posicionamento: .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Apoio do occipital. . . POM perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Flexão da cabeça de modo a que o POM fique perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no nasion Posicionamento: . devemos recorrer a apoios para imobilizar a cabeça. PMS perpendicular ao filme. DFf: 1m Posto: potter v.8. Face PA (Steenhuis) Chassi: 24x30cm l. Apoio frontonasal. Palmas das mãos apoiadas no potter.Paciente sentado para uma projecção PA. DFf: 1m Posto: potter v.Colimar de acordo com a região. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. PMS perpendicular ao filme de forma a garantir a simetria do crânio.Paciente sentado para uma projecção AP. estudo da abobada craniana 69 . S = 0º Finalidade: estudo standard. Estudo radiológico do crânio e do maciço facial • Estudo radiológico do crânio Face AP (Schuller II ou rochedos nas órbitas) Chassi: 24x30cm l. S= 0º Finalidade: Incidência de recurso quando o paciente não consegue fazer uma face PA para traumatizados ou acamados Janela radiológica: Órbitas para projectar os rochedos Nota: se o doente estiver instável. tumor na cabeça.

Posicionamento: .Boa visualização das linhas inominadas (resultam de um tangenciamento do raio relativamente à asa do esfenoide) . 70 . Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. PMS paralelo ao filme e perpendicular ao RC.Crânio de perfil *Tectos das órbitas sobrepostos *Apófises clinóides da sela turca sobrepostos *CAE sobrepostos . POM paralelo ao chão. Posicionamento: . DFf: 1m Posto: potter v.Paciente sentado para uma projecção PA.Rochedos (ouvidos. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular horizontal a incidir no meio do chassi. lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. Alinhar o PMS.Bom estudo da sela turca Incidência de perfil nos traumatizados Chassi: 24x30cm DFf: 1m Posto: potter h. Perfil Chassi: 24x30cm t.Doente em decúbito dorsal. porção petrosa do temporal) no centro das órbitas . S = 90º Nota: incidência muito informativa Critérios de boa realização: .Boa visualização dos seios perinasais .Visualização de todo o crânio desde o vertéx até à mandíbula. Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica.Colimar de acordo com a região. há patologias e que há aumento dos ossos (ex:acromegalia) Critérios de boa realização: . Membro superior contralateral em extensão e ipsilateral encostado ao potter com o ombro relaxado.Posição simétrica do crânio (linhas inominadas equidistantes da linha média) .Nota: se cortarmos a mandíbula na faz mal. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a incidir 4cm acima do tragus contralateral. Flectir a cabeça e elevar o crânio com um apoio para não cortar a parte mais posterior do occipital. .

Colimar de acordo com a região. Posicionamento: .Boa visualização dos seios frontais e osso frontal Caldwell invertido (incidência para politraumatizados) Chassi: 18x24cm l.Paciente sentado para uma projecção PA. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º. Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Foco: fino Projecção: AP RC: angulado 25º caudo-craniano a incidir no nasion. . angulado 25º crânio-caudal a emergir no nasion.Bordo superior dos rochedos sobreposto ao bordo inferior das órbitas . Apoio do occipital..Colimar à região de interesse. S = 90º Caldwell Chassi: 18x24cm l. POM perpendicular ao filme. S = 0º Finalidade: estudo do osso frontal Nota: usa-se em caso de lesão nos seios Critérios de boa realização: . . DFf: 1m Posto: potter v. DFf: 1m Posto: potter v.Simetria do crânio .Paciente posicionado para uma projecção AP.Colimar de acordo com a região 71 .Visualização do chão da sela turca . POM perpendicular ao filme. Posicionamento: . Foco: fino Projecção: PA RC: a formar um ângulo de -25º com o POM. Apoio frontonasal.

Parte-se da incidência de Caldwell com RC angulado 25º cranianos a incidir na base do occipital a emergir +/.7 cm acima do nasion. pesquisa de fracturas. RC: angulado 25º crânio-caudal a incidir no centro Foco: fino da linha bi-auricular. Projecção: AP Posicionamento: .Todo o maciço facial é projectado para baixo para visualização do occipital e abóbada craniana .Simetria do crânio e não rotação .Observações: Apneia respiratória Towne (ou semi-axial) Chassi: 24x30 cm l.Visualização do dorso da sela turca .Paciente sentado para uma projecção AP.S = 0º Finalidade: estudo da região occipital. noutros é necessário dar mais angulação à ampola) Towne invertido Na impossibilidade de fazer flexão da cabeça. Critérios de boa realização: . DFf: 1m Posto: potter h/v. Raio central a formar um ângulo de 25º com o POM.Estudo das mastóides.Projecção da sela turca no buraco magno (só em alguns pacientes. +/. . Apoio do occipital. Flexão máxima da cabeça de forma a que o mento fique encostado ao tórax (se possível). 72 .Côndilos da mandíbula de face . ATM .7cm acima do nasion. POM perpendicular ao filme.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º.

DFf: 1m Posto: potter v.Simetria do crânio e não rotação . Apoio do mento.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º.Nota: podemos colocar um apoio para a flexão da cabeça. Posicionamento: . Critérios de boa realização: . na falha de Towne e Towne invertido. Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM .Estudo dos malares (trauma) .Estudo dos ossos da face . desvio do septo nasal e pirâmide dos septos. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no acantion. é uma incidência de último recurso pois causa muita disturção.Paciente sentado para uma projecção PA.S = 0º Finalidade: estudo dos ossos da face e dos seios. Water Chassi: 18x24 cm l.Seios maxilares totalmente livres da sobreposição dos rochedos Water modificado Em caso de pesquisa de fractura dos malares realizar duas incidências: * -40º Apoio mentonasal e raio central angulado 5º descendentes * -60º Apoio mentoniano e raio central angulado 10º descendentes 73 .Estudo da região nasal (trauma) .

Apoio do mento com abertura da boca.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -50º. Raio central a formar um ângulo de -50º com o POM.S = 0º Nota: usa-se a boca como janela radiológica para visualizar os seios esfenoidais Critérios de boa realização: . Incidências axiais Chassi: 18x24 cm l.Paciente sentado para uma projecção PA. Posicionamento: . Blondeau Chassi: 18x24 cm l. DFf: 1m Posto: potter v.Visualização de toda a pirâmide nasal. Foco: fino Projecção: AP Axiais – estudo da base do crânio 74 RC: perpendicular a incidir a meio da linha que une os tragus .Seios maxilares livres de sobreposição .Seios esfenoidais projectados na boca . .Raio central: sempre a emergir no acantion.Simetria do crânio e não rotação . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir no acantion. DFf: 1m Posto: potter v.

Subaxial – sobre as células etmoidais anteriores Mahoney ou chão das órbitas Chassi: 18x24 cm t. .Estudo das ATM.Posicionamento: Paciente sentado para uma projecção AP.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -35º.Rochedos na metade inferior dos seios maxilares 75 .Colimar de acordo com a região Observações: apneia respiratória Nota: desaconselhado a pacientes que não conseguem fazer hiperextensão Distinção: * Subaxial: o arco da mandíbula fica abaixo dos seios frontais * Hirtz: o arco da mandíbula fica sobreposto aos seios frontais * Hiperaxial: O arco da mandíbula fica acima dos seios frontais Critérios de boa realização: .Axial – sobre os seios frontais .Projecção do arco da mandíbula: . Apoio do vértex. .Hiperaxial – à frente dos seios frontais . Projecção: PA Posicionamento: .Estudo dos seios esfenoidais e etmoidais .Paciente sentado para uma projecção PA. Hiperextensão (contra-indicado em suspeita de traumatismo da cervical) da cabeça de modo a que o raio central faça um ângulo de 90º (hiperaxial). DFf: 1m Posto: potter v. 75º (Hirtz) ou 60º (subaxial) com o POM. RC: perpendicular a emergir no meio da Foco: fino linha interpupilar. Raio central a formar um ângulo de -35º com o POM. arco da mandíbula e apófises zigomáticas (malares) .S = 0º Indicações: pesquisa de corpos estranhos Artefactos: lentes de contacto Variantes no tipo de apoio: Fractura do mento – fazer apoio fronto-nasal com raio central angulado 35º crânio-caudal Apoio nasal (ângulo OM de -25º) – raio central angulado 10º crânio-caudal Apoio mentoniano (ângulo OM de -50º) – raio central angulado 15º caudocraniano Critérios de boa realização: . Apoio mentonasal.

DFf: 1m Posto: potter v. DFf: 1m Posto: potter v. Apoio mento-nasal de forma a colocar o POM a -35º.Simetria do crânio e não rotação .Sobreposição dos tectos das órbitas ..Sobreposição dos CAEs .Paciente sentado para uma projecção PA. Posicionamento: . Anestesia local 2. Projecção: PA Posicionamento: . Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir na órbita ipsilateral. Cálculo exacto da localização do corpo estranho e factor de ampliação Finalidade: Pesquisa de corpos estranhos intra-oculares • Estudo radiológico do canal óptico Hartmann Chassi: 18x24 cm l.S = 90º Finalidade: pesquisa de corpos estranhos na órbita ou diferença do chão da órbita Critérios de boa realização: . . RC: perpendicular a incidir no rebordo externo da Foco: fino órbita contralateral.Órbita no centro de colimação . PMS paralelo ao filme e perpendicular ao raio central.Paciente sentado para uma projecção PA.Crânio estritamente de perfil Método de Comberg (em desuso) Técnica: 1.Visualização do chão das órbitas Perfil da órbita Chassi: 18x24 cm l.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. lateral em ortostatismo ou decúbito lateral (em extrema urgência quando não há mais alternativa).Sobreposição das apófises clinóides anteriores e posteriores . POM paralelo ao raio central. Colocação da lente de contacto de Comberg que contem uma agulha no centro para ter certeza que o paciente está bem posicionado 3. Cabeça deflectida. Rotação da 76 . Radiografia de face e perfil estrito da órbita 4. Apoio do plano auricular direito ou esquerdo consoante a informação clínica.

Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica).cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). DFf: 1m Posto: potter v.Visualização simétrica da fenda esfenoidal 77 . Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 20º descendentes a emergir a meio da linha que une as 2 orbitas. . mento. Posicionamento: . Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal. Rotação da cabeça para o lado ipsilateral (plano médio sagital a 35º). Critérios de boa realização: . projectado centro do quadrante infero-externo da órbita. • Estudo radiológico da fenda esfenoidal Caldwell modificado Chassi: 18x24 cm t. Apoio do nariz.Colimar à região de interesse.Colimar à região de interesse. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir na órbita Posicionamento: . nariz e malar. Observações: Apneia respiratória Finalidade: Visualizar o canal óptico através da órbita (janela radiológica). malar. . Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma oval) de bordos bem definidos. projectado no centro do quadrante infero-externo da órbita.Paciente sentado para uma projecção PA. Rheze Chassi: 18x24 cm l. Apoio do frontal. DFf: 1m Posto: potter v. Estruturas visualizadas: Estudo bilateral das fendas esfenoidais. Canal óptico alongado. Apoio frontonasal de forma a colocar o POM a 0º.Colimar à região de interesse. . POM= -20º e PMS = 0º.Paciente sentado para uma projecção PA. Apoio fronto-nasal. Estruturas visualizadas: Canal óptico (forma circular) de bordos bem definidos.

Apoio nasal de forma a que o POM fique a -20º.Doente sentado para uma projecção PA. RC: perpendicular a emergir no Foco: fino centro da órbita Projecção: PA Posicionamento: . 78 .Colimar à região de interesse. Rotação da cabeça para o lado oposto de forma a que o PMS fique a 15º. entre o canal óptico e a fissura orbital superior. . Finalidade: Estudo da fenda esfenoidal.. Estruturas visualizadas: Visualização da fenda esfenoidal ao centro da órbita. DFf: 1m Posto: potter v.Projecção da porção petrosa debaixo do sulco supra-orbital Incidência de Brunetti (em desuso) Chassi: 18x24 cm l.

. canal semi-circular superior. Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita.Doente em decúbito dorsal. Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme.Colimar à região de interesse. RC: perpendicular a incidir no ângulo Foco: fino externo da órbita. canal auditivo externo. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no ângulo superointerno da órbita homolateral. Cabeça flectida de modo a que o POM fique perpendicular ao filme. Visualizam-se os ossículos do ouvido. os canais semi-circulares superior e externo e canal auditivo interno. caixa timpânico e assiculo.S = -15º Finalidade: Estudo do ouvido médio através da órbita (janela radiológica). Colocar o feixe luminoso longitudinal na junção do 1/3 médio e do 1/3 externo da órbita.Colimar à região de interesse. .Doente em decúbito dorsal. o labirinto com o vestíbulo. DFf: 1m Posto: potter v. Projecção: AP Posicionamento: . constituído pelo vestíbulo.• Estudo radiológico do ouvido Incidência transorbitária de Guillén Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. 79 .S = 15º Objectivo: Desfiladeiro (ouvido) antro-aticotimpânico projectado para fora da órbita. Rotação da cabeça para o lado oposto ao lado a radiografar. a caixa do tímpano.Canal semi-circular externo visto de face Incidência de Chaussé III Chassi: 18x24 cm l. Rotação da cabeça para o lado a radiografar de modo a colocar o raio central no ângulo supero-interno da órbita. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. Critérios de boa realização: . Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Ouvido médio projectado na órbita . Posicionamento: .

80 .

Incidência de Stenvers Chassi: 18x24 cm l.Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = -25º. RC: perpendicular a incidir a meio da Foco: fino linha orbitomeatal do lado ipsilateral.Visualização do fundo do canal auditivo interno ligeiramente encurtado . DFf: 1m Posto: potter v. Deve ser feito o estudo bilateral com a boca aberta e fechada. Cabeça de perfil de modo que o plano médio sagital fique paralelo ao filme.Projecção de face dos canais semi-circulares superiores e externos . Flexão da cabeça de modo a que o POM fique paralelo ao chão. Observações: apneia respiratória Ângulos: OM = 0º. POM perpendicular ao filme.S = 90º Finalidade: estudo das ATM Critérios de boa realização: . . Posicionamento: . Rotação da cabeça para o lado oposto a radiografar de modo a colocar o raio central a meio da linha orbitomeatal.ATM no centro de colimação . Critérios de boa realização: .S = 35º Finalidade: estudo do ouvido interno e células mastoideias.Colimação adequada 81 . lateral em ortostatismo ou decúbito lateral. DFf: 1m Posto: potter v. Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 25º crânio-caudal a emergir na ATM em estudo.Decúbito dorsal.Visualização da cóclea e do vestibulo • Estudo radiológico das ATM Schuller I Chassi: 18x24 cm l. Projecção: AP Posicionamento: .Paciente sentado para uma projecção PA.

Sempre que possível realizar em ortostatismo ou sentado.Ponderação na escolha dos valores de exposição – densidade radiográfica dos seios perinasais. Objectivo: Ver seios livres de sobreposição. seios maxilares Particularidades: . seios esfenoidais. .Chassi: 18x24 cm 82 . .Incidências em número suficiente para demonstrar todos os seios perinasais livres de sobreposição. .Patologia mais frequente é sinosite. . .Rigor no posicionamento. seios etmoidais.Seios frontais. formação de pólipos.• Estudo radiológico dos seios paranasais .

etmoidais e seio esfenoidal Blondeau Hiperaxial 83 .Perfil Incidências (raio central Objectivo Visualização de todos os seios perpendicular a incidir a meio da perinasais linha OM) Caldwell Visualização dos seios frontais de face e células etmoidais anteriores Water Visualização dos seios maxilares e frontais Visualização do seio esfenoidal Visualização dos seios frontais.

O melhor estudo é o perfil .Constituída por: chão da sela e dorso . • Estudo radiológico da sela turca .Faz parte do osso esfenoidal . ou ambos para distinguir se é nível hidroaéreo ou pólipo.Nota: em algumas instituições podemos prescindir das incidências de Caldwell e Blondeau.É limitada pelas apófises clinóides anterior e posteriormente .Chassi: 18x24 cm 84 .Aloja a hipófise (se a hipófise estiver aumentada pode levar a erosão da sela . Incidência de Water – sinusite ou pólipo? Procede-se à modificação do Water – faz-se a incidência de Water e inclinase a cabeça para um lado ou para outro.

Incidências Perfil (raio central 2.Chassi: 18x23 cm .Sem potter 85 .5cm acima e anteriormente ao CAE) Objectivo Visualização da sela turca Visualização do chão da sela turca Towne (raio central 30 a 35º Visualização do dorso da sela ou mais. janela radiológica – turca buraco Caldwell magno) • Estudo radiológico dos ossos próprios do nariz .

Incidências Características Perfil dos ossos próprios Idêntico à incidência com o do nariz raio central a incidir na raiz do nariz Crosserez (não se usa) Posição como a incidência de Hirtz com o raio central tangente à raiz do nariz Water Visualização da pirâmide nasal. Palmas das mãos apoiadas no potter. Boca fechada e em repouso. POM deve ficar perpendicular à mesa e paralelo ao raio central. Apoio fronto-nasal. Posicionamento: . 86 .Paciente sentado para uma projecção PA. Desvio do septo • Estudo radiológico da mandíbula Face PA Chassi: 18x24 cm DFf: 1m Posto: potter v. Foco: fino Projecção: PA RC: perpendicular a emergir a meia distância entre o mento e as ATM’s no PMS.

desde os condilos até ao mento .Boa visualização da arcada dentária e da inserção dos dentes na mandíbula .S = 0º Critérios de boa realização: . 87 . Critérios de boa realização: ..Visualização desde as ATM’s até ao mento Oblíqua (Défillé) Chassi: 18x24 cm l. PMS alinhado e centrado com a linha luminosa longitudinal. Feixe luminoso transversal a coincidir com a linha infraorbitomeatal. Foco: fino Projecção: PA RC: angulado 25º caudo-craniano.Porção da cervical igual de cada lado e desobrepostos das ATM’s .Radiografia panorâmica de toda a região maxilo-facial . ATM’s e condilos Aparelho especializado: Cefalostato Posicionamento: .Permite o estudo de toda a mandibyla.Ramos e dentes superiores igualmente ampliados de cada lado .Permite a visualização de toda a arcada desntária .Visualização dos espaços articulares . Pedir ao doente para morder o objecto do aparelho para que não haja sobreposição dos dentes. DFf: 1m Posto: potter v.Simetria das ATM’s .Ausência de rotação – gonions ao mesmo nível e equidistantes do PMS Ortopantomografia .Doente em ortostatismo ou sentado com a coluna cervical rectilinizada.Visualização da arcada dentária desde a parte cortical à parte medular .Imagem no centro da película .Simetria da arcada dentária . a emergir no gonion homolateral.Mandíbula no centro de colimação .Mandíbula com formato ovalado e com a sinfise mandibular projectada ligeiramente abaixo dos ângulos mandibulares .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 0º.Visualização do trabeculado ósseo .Visualização de toda a mandíbula.

Posicionamento: .Cabeça de perfil com apoio do plano auricular. podemos rodar a cabeça. 88 . Plano médio sagital paralelo ao filme. no centro de colimação e livre da sobreposição da porção mandibular contralateral.Porção mandibular em estudo horizontalizada.S = 90º Nota: em vez de angular a ampola. Critérios de boa realização: .Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Ângulos: OM = 25º. . Sobreposição dos ramos direito e esquerdo da mandíbula.

89 .

a incidir no meio da linha biauricular Perpendicular a emergir no acantion Perpendicular a emergir no acantion Finalidade Estudo standard da abobada craniana Estudo standard da abobada craniana Todas as estruturas de perfil Estudo do frontal Estudo do occipital Estudo dos ossos da face e dos seios. a emergir no nasion Angulado 25º caudais. desvio do septo nasal e pirâmide nasal Ver os seios esfenoidais usando a boca como janela radiológica Arco da mandíbula abaixo dos seios frontais Arco da mandíbula sobreposto aos seios frontais Arco da mandíbula acima dos seios frontais Pesquisa de corpos estranhos Corpos estranhos ou chão da orbita Canal óptico projectado no quadrante infero externo da órbita (redondo) Canal óptico projectado no quadrante infero externo da órbita (oval) Estudo da fenda esfenoidal 90 Estudo da fenda esfenoidal 0º 0º 25º 0º 90º 0º Towne (AP) 25º 0º Crânio Water 50º 0º Blondeau -50º 0º Subaxial A x i a i s -60º 0º Perpendicular a meio da linha que une os tragus Hirtz -75º 0º Hiperaxial Mahoney Chão das orbitas Órbita Perfil da orbita -90º -35º 0º 0º 0º 90º Perpendicular a meio da linha interpupilar Perpendicular no rebordo externo da orbita contralateral Perpendicular na orbita ipsilateral Hartman Canal óptico Rheze -35º 35º 0º 35º Perpendicular a emergir na orbita Angulado 20º descendentes a emergir no canto da orbita Perpendicular a emergir no centro da orbita Fenda esfenoid al Caldwell modificado Brunetti -20º 0ç -20º 15º . 4 cm acima do tragus contralateral Angulado 25º caudais.Incidência Schuller II Rochedos nas órbitas Face AP do crânio Steenhuis Face PA do crânio Perfil do crânio Caldwell OM 0º S 0º RC Perpendicular a incidir no nasion Perpendicular a emergir no nasion Perpendicular.

91 .

etmoidais e esfenoidal Stenvers 0º 35º ATM Sculler I Perfil Caldwell -25º 0º Seios Perinasai s Water Blondeau Hiperaxial Perfil Perpendicular.aticutimpâ nico projectado para fora da orbita Estudo do ouvido médio Estudo dinâmico das ATMs com a boca aberta e fechada Todos Fontais e esfenoidal Maxilares e frontais Esfenoidal Frontais. a emergir no gónion 92 Face PA Mandíbul a Oblíqua (defillé) 0º 0º 25º 90º . 7 cm acima do nasion Toda a sela Chão da sela Dorso da sela Pirâmide e septo nasal Sela turca Caldwell Towne Ossos próprios do nariz Perfil Water Perpendicular a emergira a meia distancia entre o mento e as ATMs no PMS Angulado 25º craniano.Incidência Transorbitária de Guillén Ouvido Chausse III OM 0º S -15º RC Perpendicular a incidir no ângulo supero-inferior da orbita ipsilateral Perpendicualr a incidis no ângulo externo da orbita Perpendicular a meio da linha orbito-meatal Angulado 25º a emergir na ATM em estudo 0º 15º Finalidade Estudo do ouvido médio tendo a orbita como janela radiológica Desfiladeiro antro. 2.5cm acima do CAE 25º caudais. no nasion 30/35º caudais.

Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Critérios de boa realização: .Ponto de referência de estudos contrastados posteriores .Alinhamento do PMS . por via endovenosa Estudo retrógado da árvore pielocalicial e ureteres Estudo da bexiga (via anterógrada ou via retrógada) Punção percutânea para estudo da árvore pielocalicial Estudo da bexiga e uretra Indicação: situação de refluxo. (exame prévio para certificar todos os critérios para exames específicos) • Exames contrastados Exames UIV – Urografia intravenosa Ureteropielografia retrógada endoscópica Cistografia Pielografia anterógrada percutânea Uretrocistografia miccional Cistoureterografia miccional seriada (CUMS) Finalidade Estudo dinâmico no sistema urinário (rim-bexiga).Bom enquadramento: * Superior: visualização dos pólos superiores dos rins * Inferior (mulher): bordo inferior da sínfise púbica * Inferior (homem): bordo superior da sínfise púbica . Finalidade: . .Valores de exposição adequados. Estudo contrastado dos ureteres e bexiga 93 .Ver se a preparação intestinal está adequada . Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão.Verificar a centragem .Para ver se existem densidades de cálcio susceptíveis de prever cálculos.Não rotação . de modo a que seja possivel visualizar os bordos laterais do músculo psoas e as apófises transversas da coluna lombar. DFf: 1m Posto: potter h.Verificar os valores de exposição .Identificação da lateralidade .Decúbito dorsal. Alinhamento do plano médio sagital (tracção). Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir: Homens: a meio da linha que une as duas cristas ilíacas.9. Mulheres: ligeiramente abaixo dessa linha (2cm) Posicionamento: . Estudo radiológico do aparelho urinário Renovesical Chassi: 35x43 cm l.

Absolutas: não existem .Hipertensão renal .Está em jejum? (o máximo é um chá ou água.Relativas: gravidez.Já urinou? (tem que urinar antes da realização do exame) . 6 horas .Tem asma ou bronquite? (boa forma de perceber se há historia alérgica) . diminuindo assim a ansiedade o que vai diminuir o risco de reacção alérgica) .Suspensão de líquidos gaseificados .É alérgico a algum medicamento ou alimento? . só se realiza caso o paciente esteja medicado e com o consentimento do medico radiologista) .Urografia Intravenosa – UIV . insuficiência renal Preparação do paciente: .Pacientes intolerantes ao iodo (alérgico ao marisco ou morangos): administrar corticóides.Tem problemas cardíacos? (aumenta o risco de reacção. fazer um questionário prévio: . 3 horas antes do exame) Produto de contraste usado: 94 .Infecções do aparelho urinário Contra-indicações: .Administração de clisteres de limpeza intestinal. história alérgica.Já fez alguma UIV? (informar o paciente. de pelo menos.Traumatismo renal . Indicações: .É insuficiente renal? .Exame dinâmico e personalizado.Recomendação de refeições leves nos dois dias anteriores ao exame. . Antes da execução do exame.Jejum.É diabético? Que medicação está a fazer? .Está grávida? . .Pacientes com história alérgica: administrar anti-histamínicos nos três dias antecedentes ao exame .Pesquisa de cálculos renais .Dieta rica em fibras e pobres em gorduras .

Per-miccional (normalmente só nos homens para estudo da uretra).10. logo após a administração do produto de contraste. Pós-miccional .Injecção em bólus (com a mesma força e pressão) e em menos de meio minuto (para manter a homogeneidade) Material de consumo clínico: .Esvaziamento da bexiga Cuidado: 95 .Écrans: universais . Raio central no rebordo costal inferior.Tri-iodado hidrossolúvel .20.15 e 30 minutos – mais informação.Marcadores de lateralidade e tempo (tempo radiológico – tempo de aquisição da imagem dentro do exame) Procedimento geral: 1º Renovesical simples – 35x43cm (avalia parametos de exposição.5ml/Kg (crianças) ..Quantidade: 60 a 90ml (adultos) e 1. a chegar aos ureteres) 5º Radiografia aos 5 minutos (35x43cm) – contraste na bexiga A partir daqui os protocolos variam: . ligeiramente mais penetrada (mais 2 ou 3 kV) Observações: Apneia respiratória Nota: em caso de insuficiência renal.Agulha e butterfly (18 e 19G) Questões ético-profissionais Material de consumo radiológico: .Refluxo (sob controlo radioscópico) . mais ou menos aos 30 segundos (visualizam-se os rins com maior densidade) 4º Radiografia aos 3 minutos (rins iluminados – contraste nos cálices.Resíduo vesical (principalmente por hiperplasia da próstata e infecções urinárias na mulher) . 35x35cm . . centragem e preparação intestinal) 2º Injecção do produto de contraste 3º Realizar uma radiografia após o término da injecção – nefrografia (fase nefrográfica).Chassis: 35x43cm. menos dose de radiação Material: 3º e 4º .Fármacos: corticóides e anti-histamínicos . o paciente pode regressar no dia seguinte para realizar uma renovesical simples de forma a verificar se ainda existem vestígios de contraste.40 minutos (normalmente usa-se quando há atrasos9 .Temperatura: 37ºC (temperatura corporal e diminuição da viscosidade. de estiver algaliado não se faz.Realiza-se com o paciente quase em ortostatismo.35x35cm ou 24x30cm (só rins). normalmente o contraste está armazenado numa estufa) .

Aneurisma da aorta . Faz-se logo após a nefrografia em caso de imagem suspeita de quistos Nota: rins em bolacha: 2 sistemas excretores.Litíase ureteral Manobras para visualização dos ureteres: Caso não se consiga visualizar.É mais usado em crianças.Pós – miccional (só resulta se ainda houver contraste nos bacinetes) UIV com técnica de distensão gasosa .Cirurgia recente . para distender o estômago .Massas abdominais .Doentes em hemodiálise – a injecção do produto de contraste deve ser feita no dia da diálise Manobras para visualização das cavidades pielocaliciais: Entre os 5 e os 10 minutos de uma UIV se não conseguirmos visualizar as cavidades pielocaliciais fazer: . no caso de não se visualizar a união e para certificar se existe ou não. normalmente). 96 . má formação congénita.Trendelemburg a 15º no mínimo (se a compressão estiver contraindicada).Realiza-se após a injecção de contraste Nefrotomografia Chassi: 24x30cm RC: no rebordo costal inferior Finalidade: Ver contornos renais e detecção de quistos renais (hipertensão). todas as porções dos ureteres: . os ureteres podem unir-se ou não e esta união pode surgir a vários níveis (pelve renal ou uréter.Este vai servir de janela radiológica para os rins .Administra-se um refrigerante com gás ou outros.Pós – trendlembrug a 15º . . durante uma UIV.. os rins podem estar parcialmente unidos.Traumatismo abdominal . pode ser uni ou bilateral.Incidência em DV .Manobra de Valsava ou.Gravidez . tossir . no caso de ser unilateral pode levar a insuficiência renal no lado contralateral.Pós – compressão ureteral .Transplante renal – o rim está na pelve (normalmente na fossa ilíaca direita) . Contra indicações da compressão uretral: . realizam-se incidências obliquas.Compressão ureteral: *Tempo de compressão: 5 minutos (8 minutos no máximo) *Se o doente referir dor – aliviar compressão .Incidência em ortostatismo . em recurso.Cólica aguda .

Membros superiores ao longo do corpo. Tracção para alinhar o plano médio sagital. no plano médio sagital. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir no lado a radiografar Posicionamento: . Finalidade: serve para desprojectar o gás do cólon dos rins.*Bifidez do sistema excretor: Quando existem dois sistemas excretores que se unem a certo ponto (exemplo: quatro rins). Nota: OPD – rim esquerdo de face. DFf: 1m Posto: potter h. Membros superiores ao longo do corpo. Membros superiores ao longo do corpo. Elevar o lado ipsilateral 20º. Posicionamento: . Elevar o lado contralateral 45º. Tracção para alinhar o plano médio sagital. Um vê-se de face.Doente em decúbito dorsal. 97 . DFf: 1m Posto: potter h. Foco: fino Projecção: AP Ph/ Incidência de face AP RC: perpendicular a meia distância entre o rebordo costal inferior e o apêndice xifoide. DFf: 1m Posto: potter h. • Estudo do rim Incidência para estudo do rim (neoplasias) Chassi: 24x30 cm t. Tracção para alinhar o plano médio sagital. Fazemos estudo dos dois.Doente em decúbito dorsal. Observações: Apneia respiratória Incidência oblíqua Chassi: 24x30 cm l. RC: perpendicular a incidir no hipocôndrio do Foco: fino lado levantado Projecção: AP Posicionamento: . vemos o rim obliquado Incidência de face verdadeira do rim Chassi: 24x30 cm l.Doente em decúbito dorsal. OPE – rim direito de face. outro vê-se obliquado. * Duplicidade do sistema excretor: Quando os dois sistemas excretores não se unem (exemplo: 4 ureteres).

Chassi: 24x30cm (trans. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica.) ou 35x43cm no sentido long. Membros superiores ao longo do corpo.OPD e OPE nos homens (raio central na sínfise púbica) . principalmente nas mulheres pela sobreposição do útero . divertículos) Cistografia Pode ser realizada no decorrer de uma UIV ou por via retrógada. 2 a 3cm para o lado levantado.Paciente em decúbito dorsal.• Estudo radiológico da bexiga (neoplasias. Raio central perpendicular a incidir ao 4cm acima no bordo superior da sínfise púbica.A face.A per-miccional é realizada principalmente nos homens para estudos da uretra . no PMS. (refluxos) Distância foco-filme: 1m Posto: com potter Foco: fino Apneia: respiratória Face em repleção Posicionamento: . Elevação de 45º do lado dir. Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão.Perfil nas mulheres (raio central no plano médio coronal mais ou menos ao nível do grande trocanter) Dinâmica do exame: Preenchimento directo total da uretra e per-miccional. Oblíquas posteriores direita e esquerda Posicionamento: . Perfil (direita ou esquerda) Posicionamento: .Paciente em decúbito dorsal. permite ver resíduo mixional Nota: . no plano médio coronal Per-miccional: Depende da situação clínica Pós-miccional: Realizada frequentemente.Tipos de refluxo: *Activo: na fase miccional *Passivo: na fase de repleção Uretrografia Pode ser realizada no recurso de uma UIV ou por via retrógada Incidências preferenciais: . Tracção para alinhar o plano médio sagital. ou esq. 98 . as obliquas e a pós-miccional são sempre realizadas .Paciente em posição lateral com flexão dos membros para conferir estabilidade Raio central perpendicular a incidir 4cm acima do bordo superior da sínfise púbica.O perfil só em realizado em situações pontuais.

Primeira radiografia simples e depois em várias fases de repleção. . .Técnica: A doente vai urinar e veste uma bata hospitalar. A doente é colocada em posição ginecológica para introdução do citoscópio com fonte de luz. Cateterização do uréter e injecção do produto de contraste (tri-iodado hidrossolúvel a 50% em soro fisiológico).Raio central perpendicular a incidir a meia distancia entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior Uretrocistografia miccional Exame não funcional da uretra e bexiga. . Pode ser feito uni ou bilateral.Realizada mais frequentemente nas mulheres. Indicações clínicas: traumatismo da uretra (comum no homem) . 99 .Ureteropielografia Retrógada Endoscópica (UPRE) .Técnica: Radiografia simples Algaliação da uretra e injecção de contraste (diluído a 50%) Homens: Face AP em decúbito dorsal e OPE ou OPD Mulheres: Face AP em decúbito dorsal e de perfil Repleção máxima da bexiga Radiografia per-miccional (preferencial/) ou com esforço micccional Radiografia pós-miccional Chassi: 24x30cm ou 35x43cm (refluxo) Raio central perpendicular a incidir no bordo inferior da sínfise púbica. Chassi: 35x43cm Distância foco-filme: 1m Foco: fino . no sentido do fluxo normal).Indicações: Insuficiência renal e na pesquisa de interrupções do uréter ( via anterógrada.Exame não funcional do sistema urinário.

Graus de refluxo: I – apenas refluxo no uréter II – refluxo no ureter. depois vai subindo. Cateter por via percutânea. 4º Radiografia per-miccional (para avaliar refluxo activo) e pós-miccional Chassi: 24x30cm no sentido longitudinal nas crianças.Doente em decúbito dorsal.A colocação do cateter pode ser guiada por Eco ou Radioscopia. uroRM Angiografia – fim terapêutico. normalmente complementado com renovesical-simples TC – estudo global do aparelho urinário com introdução intravenosa de contraste. bacinete e cálices III – igual a II com ligeira dilatação IV e V – refluxo até à arvore pielocalicial com hidronefrose (dilatação exagerada e compensatória de todo o sistema excretor) Outros métodos de imagem: Ecografia – distinguir massas sólidas de liquidas. . . é introduzido cirurgicamente. 35x43cm no sentido longitudinal nos adultos se houver repleção Raio central na sínfise púbica inicialmente. por vezes sem introdução de contraste. não usa radiação.CUMS (cistoureterografia miccional seriada) . introduz-se o contraste e vê-se por radioscopia.Pesquisa de refluxo vesico-ureteral. .Pielografia anterógrada: Estudo por via anterógrada da árvore pielocalicial. 100 .Descompressão renal por obstrução a jusante.Técnica: 1º Radiografia simples 2º Algaliação da uretra 3º Face AP em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção e oblíquas posteriores direita ou esquerda. estudo contrastado da vascularização renal Medicina nuclear – estudo funcional (fisiologia renal). . Serve para ver o cateter foi introduzido no local correcto. .Com controlo radioscópico seriado. comunicação com o exterior) . cintigrafia renal Nefrostomia (-tomia. cateteriza-se a arvore pielocalicial.. Nota: tubo em J – forma usada para recanalizar os ureteres. . litíase.Nota: usado para estudo de refluxo passivo nas crianças (refluxo aquando da distensão da bexiga) . uroTC RM – mais caro.

RC: perpendicular a incidir na raiz do Foco: fino pénis (SP) Projecção: AP Procedimento: .Pode haver necessidade de fazer incidências oblíquas posteriores.Incisão no escroto e punção do canal deferente.Tempos radiográficos: pós-injecção.Introdução do caverject – vai provocar a erecção do pénis. Estudo radiológico do aparelho reprodutor Aparelho reprodutor masculino Deferento-vesiculografia Chassi:18x24/24x3 0 l. Pode ser feito em conjunto ou separadamente Cavernosografia Chassi: 24x30 cm l. .Injecção por agulha ou butterfly de produto de contraste diluído ou não. .Diagnóstico de tuberculose . .Tumores da via seminal . 5minutos e 10minutos.10. DFf: 1m Posto: potter h.Exame feito em condições assépticas . .Diagnóstico etiológico (qual a causa) da esterilidade masculina Nota: estudo contrastado do canal deferente (deferentografia) e das vesículas (vesiculografia). membros em extensão e plano médio sagital alinhado.Radiografia simples em decúbito dorsal.Introdução do produto de contraste iodado hidrossolúvel. 3minutos.Doente em decúbito dorsal .Priapismo (erecção constante) .Radiografia simples .Impotência funcional do pénis 101 .Colimar de acordo com a região Indicações: . .Traumatismo do pénis . .Colimar de acordo com a região Indicações: . 1minuto. DFf: 1m Posto: potter h. Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na raiz do pénis (SP) Procedimento: .Radiografias de face e oblíquas posteriores (seguindo o trajecto do produto de contraste) . .

Infecções actuais ou recentes .Tumores.Anomalias congénitas . Foco: fino Projecção: AP RC: perpendicular a incidir na SP Procedimento: .Hemorragias graves 102 .Radiológico .Radiografia de “esvaziamento” (depois de tirar o histeroscópio) .Mesa telecomandada com fluoroscopia Chassi: 24x30 cm l. DFf: 1m Posto: potter h.Radiografia simples (já com a paciente em posição ginecológica) . compressas. pinças…) .Cateterismo e pequena introdução de contraste sob controlo radioscópico (o contraste é introduzido através do histeroscópio) .Massas pélvicas .Infertilidade Contra-indicações: .Histeroscópio Equipamento: . quistos . direita e esquerda .Incidências de face AP e oblíquas posteriores.Pode haver necessidade de radiografia tardia.Consumo clínico (produto de contraste.Gravidez ..Colimar de acordo com a região Indicações: .Doença de Peyronie – deformação do pénis por calcificação dos corpos cavernosos Aparelho reprodutor feminino Histerosalpingografia Material: . com opacificação das trompas e passagem ao peritoneu (os ovários não estão em contacto directo com as trompas .DIU (dispositivo intra-uterino) .Aquisição de várias radiografias em diferentes graus de repleção uterina.Obstruções tubárias . para ver a reabsorção peritoneal (é indicativo da permeabilidade das trompas) .

11. Estudo radiológico do aparelho digestivo
Estudos não contrastados
Incidência abdominal de face em decúbito dorsal Chassi: 35x43 cm l. DFf: 1m Posto: potter h. Foco: grosso Projecção: AP

RC: perpendicular a incidir a meia distância entre as cristas ilíacas e o rebordo costal inferior, no PMS.

Procedimento: - Decúbito dorsal. Membros superiores ao longo do corpo e membros inferiores em extensão. Alinhamento do plano médio sagital. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Nota: - Permite um melhor detalhe anatómico - Deve incluir as hemicúpulas diafragmáticas - Queremos ver ar e calcificações - Não é obrigatório incluir a SP, mas as hemicúpulas é. Incidência abdominal simples de face em pé Finalidade: - Ver distribuição aérea e calcificações; níveis aéreos são normais no estômago e intestino grosso. - Ruptura de víscera oca (sinal de foice gasosa; mais facilmente identificado do lado direito) - Oclusões e sub-oclusãoes Chassi: 35x43 cm l. DFf: 1m Posto: potter v. RC: perpendicular a incidir a meia distância Foco: grosso entre as cristas ilíacas e o rebordo costal Projecção: AP/PA inferior, no PMS. Posicionamento: - Paciente em ortostatismo para uma projecção PA (preferencialmente). Plano médio sagital perpendicular ao chassi e plano coronal paralelo ao mesmo. Afastamento dos membros superiores. Pés ligeiramente afastados para dar maior estabilidade. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória (em alternativa para ver as hemicúpulas diafragmáticas em doentes muito altos – apneia inspiratória) Critérios de boa realização:
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- Bom enquadramento – visualização desde as cúpulas diafragmáticas até à sínfise púbica - Não rotação do corpo

Incidência de decúbito lateral (Alternativa à abdominal simples em pé caso o paciente não consiga levantarse ou o ortostatismo) Chassi: 35x43 cm t. DFf: 1m Posto: depende da ampola Foco: grosso Projecção: PA

RC: perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no PMS.

Procedimento: - Paciente em decúbito lateral esquerdo ou direito. Elevar o corpo. Chassi encostado ao abdómen. Membros inferiores flectidos (maior estabilidade). Membros superiores: o do lado encostado a apoiar a cabeça, e o oposto a segurar o chassi. - Colimar de acordo com a região. Observações: Apneia inspiratória Tempos de espera: 5minutos Dependendo do objectivo: Ruptura – decúbito lateral esquerdo para não se confundir com a bolha gástrica Oclusão – é indiferente, decúbito lateral esquerdo ou direito Incidência tangencial Chassi: 35x43 cm t. DFf: 1m Posto: potter v. Foco: grosso Projecção: tangencial
(Incidência de necessidade)

RC: perpendicular e horizontal a incidir a meia distância entre o bordo anterior e o bordo posterior do abdómen, ao nível do rebordo costal inferior.

Procedimento: - Paciente em decúbito dorsal e encostado ao potter. Corpo elevado com um apoio rígido. Membros inferiores em extensão. Membros superiores o mais para cima possível. - Colimar de acordo com a região Observações: Apneia respiratória Nota: só identifica a presença, ou não, de níveis hidroaéreos.
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Tempo de trânsito cólico Utilização de marcadores radiopacos Objectivos: ver se existe inércia cólica e visualização de todo o cólon; casos de obstipação Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal Preparação: - Paciente ingere 20 marcadores por dia durante 6 dias, sempre à mesma hora. O paciente deve manter a sua rotina normal e sem dietas. - No sétimo dia faz-se uma renovesical a abranger desde as cúpulas até à sínfise púbica.

Estudos contrastados

RC: perpendicular a inicidir a meio da linha que une as cristas ilíacas.

Estudo contrastado do esófago Normalmente encontra-se colapsado; Pode ser dividido em 3 porções em radiologia: 1/3 proximal (superior) – cervical 1/3 médio – torácico 1/3 distal (inferior) – abdominal Produto de contraste: - BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa, ou em suspensão - Gastrografina (iodado hidrossolúvel) – suspeita de perfuração ou fístula (excepto fístula traqueo-esofágica, porque o bário vai ter saída, devido ao reflexo de tosse ao nível da traqueia não tendo assim tendência para impactar; numa fistula para os brônquios, como o calibre é menor, e os brônquios não possuem mecanismos de refluxo, o bário não sai, logo vai impactar) 1. Estudo baritado standard Contraste: suspensão de bário A radiografia é fundamental para estudar o peristaltismo para verificar a distensibilidade esofágica. As incidências vão variar, desde o perfil, face e oblíquas. No entanto, todas devem ser realizadas em ortostatismo e decúbito dorsal. Perfil: mais útil na porção cervical do esófago. Permite detectar desvios antero-posteriores do esófago. Face: finalidade de evidenciar desvios laterais do esófago. Oblíquas posteriores: permitem o estudo de lesões esofágicas. O grau de rotação do corpo varia (aproximadamente 45º). RC perpendicular a incidir: - ao nível da cartilagem tiroideia – porção cervical - na incisura jugular – porção cervical e média - a meio do esterno – porção média e distal Notas: - Na porção cervical, pedimos ao doente para manter o contraste na boca até ao momento em que se vai realizar a aquisição, altura em que engole.
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só tem interesse quando o estudo é feito em ortostatismo . . Nota: pedimos para o paciente mastigar. deglute-se fraccionadamente de forma a obter uma boa aderência da mucosa esofágica.O esófago começa mais ou menos ao nível da cartilagem tiroideia . Tem a vantagem de não formar bolhas e de fornecer melhores imagens.. que se vai misturar com o contraste ajudando a sua progressão. Realizam-se as mesmas incidências que na anterior.Assegurar que a presença de contraste na árvore respiratória não foi causada por aspiração (disfunção da glote) Em caso de dúvida. o ar é introduzido por sonda. É o mais desconfortável para o doente.Varizes esofágicas: esta manobra provoca ingurgitação das pregas (pregas ficam mais enrugadas) . perfil e obliquas). erosões e neoplasias. . Estudo contrastado do estômago e duodeno 106 .Utilizada na pesquisa de lesões vasculares. B) Em situações difíceis. é necessário também: . Estudo em camada fina Produto de contraste: BaSO4 – pasta baritada para estudo da mucosa.Ampola epifrénica: surge como uma acumulação de contraste devido à contracção do diafragma (hiato esofágico). introduz-se a sonda até ao esófago terminal. regra geral. administra-se contraste até que se evidencia o trajecto fistuloso. 3. Permite um estudo das pregas esofágicas com detecção precoce de varizes. aumenta a aderência à parede.Demonstrar o trajecto fistuloso . e. 2. Técnicas: A) Ingestão de contraste baritado de elevada densidade seguindo-se a ingestão de um produto de contraste negativo de característica efervescente. pois vai activar a produção de saliva. Têm particular interesse pois permitem uma maior distensibilidade do esófago e um melhor estudo da mucosa (útil na pesquisa de tumores). à medida que esta é retirada.O perfil. e são obtidas as mesmas incidências do estudo em repleção (face.Lesões da mucosa: não se verifica variação das pregas Pesquisa de fístula traqueo-esofágica Não basta verificar a presença de contraste para diagnosticar uma fístula. Manobra de Valsalva . Estudo em duplo contraste Finalidade: Pesquisa de tumores. Após a mastigação da pasta.Permite a distensão entre o espessamento das pregas por varizes e o causado por lesão da mucosa. ou em suspensão.

Decúbito ventral: para que o fundo gástrico fique distendido e se possa demonstrar a totalidade da hérnia Diagnóstico diferencial entre ampola epifrénica e hérnia do hiato: .Manter expiração profunda Com a expiração: 107 .Bolbo e arco duodenal: Face. Abstenção de fumar. de 6 horas.Fundo. será necessária compressão doseada.1. Finalidade: estudo das pregas gástricas. Estudo gastro-duodenal standard Preparação: Jejum. 1. Interesse da compressão: .Junção esófago-gástrica: Face e OPE ou OPD .Desdobras estruturas .Evidencia com maior facilidade imagens subtractivas e sua extensão .Quantidade de contraste: a necessária para encher o estômago (300 a 500ml) . através de controlo radioscópico: 1. a incidência vai ser diferente.2 Estudo em repleção – pode ser útil a técnica de alta quilovoltagem para evidenciar lesão. assim. decúbito ventral e decúbito dorsal com compressão doseada (para ajudar progressão). . há que proceder à aspiração nasogástrica. perfil ou OPD em repleção e em esvaziamento No fim do exame. mantida quando o contraste atinge a porção inferior do esófago . corpo e antro: Face com e sem compressão.Presença de erosões e úlceras no estômago ou na porção herniada do estômago . no período de jejum (para evitar secreção gástrica).Consoante a porção do estômago a estudar. . e imagens de conjunto de perfil e oblíquas (posterior e anterior) do estômago.Nichos ulcerosos e respectivas características .Radiografias em ortostatismo.Aspecto do padrão mucoso da porção gástrica herniada Este estudo é efectuado em: .Extensão da herniação gástrica . perfil e oblíquas .O grau da eventual estenose no 1/3 inferior do esófago . deve-se fazer uma imagem de conjunto de face do estômago e duodeno em repleção.Úlceras no interior de defeitos de repleção . poder caracteriza-las Pesquisa de hérnia do hiato Deve determinar: . A realização deste exame inclui uma avaliação funcional. Se houver estase gástrica.Distinção entre úlcera e uma acumulação de bário nas pregas da mucosa Interesse da rotação do doente: .Ortostatismo: pede-se ao doente que proceda a uma inspiração profunda.Colocar de perfil imagens de adição ou subtracção que se encontrem nas faces anterior e posterior e. . no mínimo.1 Estudo em camada fina com reduzida quantidade de contraste (muito demorado). e por vezes.

Por pouca quantidade de contraste para cobrir o trajecto da fístula . seguem-se manobras para barrar o estômago – decúbito dorsal  decúbito lateral esquerdo  decúbito ventral (e vice versa).Menor eficácia no diagnóstico de fístulas . Técnica: Ingestão de pequena quantidade de contraste positivo. pois as acumulações de contraste podem encobrir lesões.Maior acuidade no diagnóstico precoce de Ca do estômago. PA. Desvantagens do duplo contraste: . Nunca para o lado direito porque o contraste passa para o duodeno. Posteriormente.Hérnia mantém-se ou até aumenta (hérnia hiatal) Pesquisa de refluxo gastro-esofágico Deve determinar: . ficando só uma fina camada Estudo contrastado esófago-gaastroduodenal Contraste: suspensão baritada 108 . Estas são para variar consoante a região a estudar. formação de bolhas intra-gástricas) . Dá-se o contraste ao doente e depois água para limpar o esófago. com alta densidade e alta viscosidade Contraste negativo: ar administrado por sonda ou produtos efervescentes (menos incómodo para o doente) que libertam dióxido de carbono no estômago. passando-se de seguida à obtenção de radiografias nas diversas incidências. empurrando o contraste para a mucosa. 2. se houver refluxo este evidencia-se. OP em decúbito. Vantagens do duplo contraste: . face à presença de ar e ao desconforto da distensão Fístulas: .Ampola epifrénica desaparece (normal) .Porque o ar distende muito as estruturas. erosões) . Estudo em duplo contraste Contraste positivo: sulfato de bário.Existência de refluxo gastro-esofágico e a facilidade com que se produz. Este estudo é efectuado em: .Melhor caracterização de alterações da mucosa na vizinhança de lesões orgânicas (diagnóstico diferencial de úlcera benigna e neoplasia ulcerada) . má aderência do bário..Menos bem tolerado por alguns doentes. manda-se o doente tossir.Maior dificuldade de execução técnica e de obtenção de boas imagens (estase gástrica. perfis e ortostatismo de face. Introduz-se o contraste negativo. Incidências de face AP. Quantidade de bário: apenas o suficiente para barrar a mucosa gástrica.Decúbito dorsal: para ver se há refluxo.Estimativa mais fidedigna quanto à extensão das lesões neoplásicas. sobretudo nas formas infiltrantes . Decúbito dorsal.Mal visualizadas .Mais preciso no diagnóstico de pequenas lesões (pólipos.

com e sem compressão para conseguir a sua demonstração em repleção e em esvaziamento.Maior distensão . se necessário.Vantagens: . medicamentos que retardam o trânsito. Trânsito intestinal Pode ser feito com pequena e grande quantidade de contraste. É um exame dinâmico e morfológico.Impregnação mais rápida . Os radiogramas em trendelemburg são indicados quando se verifica acentuada sobreposição das ansas na escavação pélvica. Modificadores do trânsito intestinal: Exemplos: medicamentos que aceleram o trânsito. Ingestão do sulfato de bário (suspensão). Devem-se adquirir imagens faseadas com controlo radioscópico e com compressão. Trânsito intestinal com grande quantidade de contraste: Quantidade: 350 a 500ml. 1. produtos hiperosmolares (gastrografina) misturados com bário.Maior extensão de ansas 109 .Estudos possíveis: . . A compressão abdominal é aconselhável na individualização das ansas e para esclarecimento de imagens duvidosas.1.Repleção (300 a 500ml) . Chassi: 35x43cm no sentido longitudinal apenas para a radiografia final de conjunto.Em duplo contraste (contraste mais viscoso e em menor quantidade) – o esófago é estudado no fim Estudo contrastado do intestino delgado Preparação: Jejum. Só termina com a chegada de contraste à válvula ileo-cecal. no mínimo. Indicações: Doentes que não toleram a intubação naso-gástrica e estudo morfológico e da motilidade. Vão-se obtendo radiografias até ao preenchimento do cego. O paciente espera (de preferência sempre a andar) até que o contraste atinja a última ansa do intestino delgado. de 6 horas. No fim executa-se um estudo do íleo terminal e válvula íleo-cecal: face e rodar o paciente para OPE. 1.

5ml de metilcelulose (vantagem de ter um efeito laxante) A metilcelulose lava o contraste positivo. impedindo a cobertura da mucosa.Sobreposição de ansas .Desvantagens: . carcinomas) .A metilcelulose pode ultrapassar a coluna baritada. Desvantagens: . Enteroclise simples Preparação: Jejum 110 .Melhor imagem . mas tem fraco poder opacificante).Estudo de pregas .Menor probabilidade de diluição e floculação do contraste . Estudo do íleo terminal: .Follow-up da doença de Crohn . Técnica: Após a administração de metilcelulose obter imagens com e sem repleção..cerca de 1.Indicações: .Com ampliações . deixando apenas uma fina camada de bário aderente à mucosa intestinal e originando assim o duplo contraste. Contra-indicações da enteroclise: .Contra-indicado em caso de oclusão intestinal 2.Em repleção Final – imagem de conjunto em decúbito ventral Vantagens: .150 a 300ml de contraste baritado . Enteroclise com duplo contraste Introdução por meio de uma sonda naso-jejunal a jusante do ângulo de Treitz de: . . 3.Estudo da função intestinal . podem-se usar pequenas quantidades de gastrografina.Pesquisa de estenoses .Má aderência do bário com lavagens do intestino pela metilcelulose.Sobreposição de ansas dificulta menos a apreciação de imagens.Processo oclusivo.Estudo da mucosa intestinal com maior eficácia na detecção de pequenas lesões (pólipos. ou perfuração intestinal (neste caso.

No fim faz-se uma imagem de conjunto do cólon.Opcional: conjunto do cólon após esvaziamento: face em decúbito ventral.É introduzido o produto de contraste positivo através de uma cânula. Aquisição de várias imagens. depois novamente Trendelemburg.Seguidamente o doente é colocado em Trendelemburg. . 111 . . .Fístula vesíco-cólica ou outras .Suspeita de perfuração intestinal .Sob controlo radioscópico segue-se a coluna baritada e obtêm-se radiografias individualizando os vários segmentos cólicos. Técnica: Analgesia da glote. Vantagens: . Administração de contraste – sulfato de bário de alta densidade. No final. Entubar com ou sem controlo radioscópico (decisão médica).Paciente em decúbito ventral ou decúbito lateral esquerdo.Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e. É indispensável o desdobramento dos vários segmentos cólicos mediante criteriosa escolha de posições e incidências. . tendo sempre em conta possíveis excepções ao procedimento habitual.Invaginação cólica na criança Técnica: . face em decúbito ventral . colocada 2 a 3cm a jusante do ângulo de Treitz (flexura duodeno-jejunal). Finalidade: estudo exclusivamente morfológico do intestino delgado. . estudo do íleo. evitando-se a sobreposição das haustras.Aumento da acuidade diagnostica de lesões orgânicas Estudo contrastado do cólon 1.Estudo do intestino delgado por meio de uma sonda naso-jejunal.Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego). Estudo da mucosa e avaliação da capacidade funcional. Clister opaco Estudo retrógrado do cólon. Contraste: suspensão de bário muito diluída (até 2 litros da água) Quantidade: a necessária para completa repleção do cólon Indicações para uso do contraste iodado hidrossolúvel: . .Maior distensão das ansas . utilizado em casos de extrema urgência. Abertura do piloro – em OPE.Administração do contraste com o débito desejado .

Contraste: Positivo – suspensão de bário (400 a 600ml) e negativo – ar A água da suspensão deve estar morna para reduzir os espasmos. oblíquas em decúbito ventral . com o doente em decúbito ventral. Incidências habituais: . Clister com duplo contraste É o exame standard para estudo do cólon. Administração de laxantes. Roda-se para OPD ou decúbito lateral direito até que atinja o ângulo hepático e. cessa-se a introdução de bário. Retira-se o excesso de contraste.2. Seguidamente.Cego: Trendelemburg .Cólon transverso: face com inclinação da mesa a 45º ou decúbito ventral em chassi 35x43cm .Cólon sigmóide: face AP com angulação ascendente (ou PA com angulação descendente) ou oblíquas anteriores .Conjunto do cólon: face em decúbito ventral Pode ser feita ou não a prova de esvaziamento (defecografia).Ângulo hepático: OPE em ortostatismo em chassi 24x30cm . Preparação: Dieta e limpeza intestinal rigorosa.Pólipos inferiores a 1cm . perfil (ver distância entre ampola rectal e o sacro – espaço pré-sagrado).Facilita o diagnóstico diferencial de estenoses (sua distensabilidade) Vantagens: Estudo da mucosa: . em ortostatismo e OPD (30 a 45º sempre) .Características de benignidade ou malignidade dos pólipos . Quando a papa atinge o ângulo esplénico.Doença inflamatória (erosões. Insufla-se o contraste negativo até se conseguir uma adequada distensão cólica.Diminuem a sensação de desconforto abdominal .Ampola rectal: face. Coloca-se posteriormente o doente em ortostatismo (a papa atinge o cólon ascendente e finalmente o cego).Cólon descendente: face com inclinação da mesa a 45º (para o ar subir). Podem ser usadas medicações anti-espasmódicas por via endovenosa. com o doente em decúbito ventral ou perfil (esquerdo) com flexão dos joelhos. Jejum (6 horas).Cólon ascendente: Trendelemburg (ar desce para o cego) ou decúbito ventral ou OPE ou OAD . ulcerações. Aquisição de várias imagens. granulações da mucosa) – diagnóstico diferencial 112 .Permite uma maior distensão cólica . Técnica: Executado sob controlo radioscópico. pois: .Reduz os espasmos . o doente é colocado em Trendelemburg.Ângulo esplénico: ortostatismo (por causa do ar) em OPD (afastar a estrutura) em chassi 24x30cm . Introdução do contraste positivo através de uma cânula. depois novamente Trendelemburg.

Finalidade: . Defecografia Técnica de estudo morfológico – dinâmico do ânus e recto. em posição de perfil. rectocelo e discinésias (dificuldade na motilidade) do músculo puborectal.Extensão das lesões (maior precisão do que o clister opaco) 3. incontinência..Estudo de lesões funcionais da ampola rectal ou alterações da musculatura perineal. O paciente é sentado num dispositivo próprio. Obtêm-se radiografias em três fases: repouso. com aumento da pressão abdominal sem defecar e durante a defecação. 113 . que possam interferir na defecação. Pode-se fazer no seguimento de um estudo retrógrado. Exame incómodo.Diagnóstico de prolapso.Diagnóstico diferencial de estenoses . .

chassi: 24x30cm no sentido transversal) ou à globalidade do abdómen (raio central perpendicular e horizontal a incidir ao nível do rebordo costal inferior no plano médio sagital. Colangiografia per-operatória . rodar 20 a 40º.Método de opacificação directo das vias biliares por punção directa.Método de opacificação indirecto de toda a árvore biliar mediante a injecção endovenosa. Preparação: Limpeza intestinal prévia e jejum Objectivo: Estudo da permeabilidade das vias biliares para verificar a existência de cálculos. 114 .Por fim realizam-se cortes tomográficos.Realizado no bloco operatório com equipamento de arco em “C”. . chassi: 24x30cm.Calcificações da vesícula biliar (“vesícula de porcelana”) . Tempos radiográficos: .Aerobilia Face PA .Actualmente foi substituída pela ECO. Preparação: .Limpeza intestinal prévia e jejum. chassi: 35x43cm).Radiografias em decúbito em OPD. Contraste: tri-iodado hidrossolúvel não-iónico diluído a 50% (dependendo do equipamento de radioscopia).Radiografia simples aos 10 minutos.Decúbito ventral.Verificar a existência de densidades cálcicas – cálculos radiopacos .Pode ser localizada no hipocôndrio direito (raio central perpendicular a incidir na linha médio-clavicular ao nível da décima primeira costela. . Dinâmica do exame: . CPT e CPRE. Estudo radiológico do tracto biliar Estudos não contrastados Radiografia abdominal simples Finalidade: .Radiograma simples seguindo-se de vários radiogramas em decúbito dorsal com diferentes graus de repleção (decisão médica).12. . Eventualmente. Estudos contrastados Colecistocolangiografia endovenosa (desuso) . após a radiografia simples localizada ao hipocôndrio direito. Esta incidência serve para desprojectar a vesícula do gás presente no cólon e/ou da sombra renal. depois de 10 em 10 minutos até à opacificação máxima da árvore biliar (30 a 40 minutos). . Obliqua Anterior Esquerda . muito lenta de contraste iodado hidrossólúvel.

(radiograma: imagem adquirida por radioscopia) 115 .podem ser realizadas oblíquas e perfil.

Face em decúbito ventral.Radiografia final de controlo sem o endoscópio .Permite a demonstração do calibre e permeabilidade das vias biliares e a presença de cálculos. . Nota: centragem ao nível do hipocôndrio direito (linha médio-clavicular – divide a clavícula a meio – ao nível do rebordo costal inferior.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e antitrendelemburg.Método de opacificação directo das vias biliares através da introdução de produto de contraste por dreno. . A colocação deste dreno surge sempre que se verifique ou suspeite de cálculos na árvore biliar e que não é possível a sua remoção cirúrgica.Método de opacificação das vias biliares e do sistema exócrino pancreático. . são realizadas exposições radiográficas em decúbito dorsal. Dinâmica do exame: . através da caracterização da ampola de Vater. como a extracção de cálculos. Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) . demonstrando diferentes graus de repleção.Radiogramas com diferentes graus de repleção . diluído a 50% em soro fisiológico Dinâmica do exame: .Método de opacificação directo das vias biliares através da punção dos ductos biliares (guiada por ECO ou radioscopia – ductos dilatados).Radiografia simples centrada no hipocôndrio direito (fígado) ou região epigástrica (pâncreas) –consoante a informação clínica . Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel.Após a radiografia simples e punção dos ductos. diluído a 50% em soro fisiológico.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo Trendelemburg e antitrendelemburg. . Preparação: Jejum Tempos radioscópicos: .Permite o estudo morfológico e a realização de procedimentos de intervenção.Poderão ser realizadas incidências OP e mesmo em Trendelemburg e antitrendelemburg Colangiografia percutânea trans-hepática (CPT) . via endoscópica (o endoscópio é introduzido pela boa) .Radiografia em semi-repleção e repleção.Radiografia simples . .Colangiografia pós-operatória ou por dreno de Kehr (tubo em T) . Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel não iónico diluído a 50% em soro fisiológico. Contraste: Tri-iodado hidrossolúvel. a colocação de prótese e a drenagem biliar.Técnica diagnostica e terapêutica. Breve referência à colecistostomia 116 .

. por punção directa guiada por ECO. .Este procedimento permite a drenagem da bílis da vesícula biliar provocando uma descompressão da mesma e consequentemente uma melhoria do estado geral.Método de opacificação da vesícula biliar.O controlo é feito passado alguns dias por ECO e/ ou radioscopia. . 117 .

Estudo das Glândulas salivares Sialografia Estudo contrastado. Indicações: .Quantidade – no máximo 2ml .Fase de preenchimento ou repleção: cinco minutos após a administração do ácido cítrico .Não são muito utilizados.Calcificações . são muitos canais Produtos de contraste: Iodados hidrossolúveis: . pior imagem Iodados lipossolúveis: . Importante: Anotar em cada imagem a fase em que se radiografou e a quantidade de produto de contraste utilizado. Exemplo: parotidite (porque o contraste provoca chamada de líquidos.Parótida: canal de Stenon (nível do segundo molar superior) .Directa no canal Produtos de contraste – a cateterização .Desvantagem: muito viscosos .Processos inflamatórios em estado agudo.Introdução do produto de contraste por cateterização (directa) dos canais principais das glândulas em estudo: . de preferência com controlo radioscópico.São os mais usados .Realização de radiografias simples: duas incidências por glândula a estudar . 118 .Paralisia facial sem causa aparente .Permanecem mais tempo na glândula . abre ao nível do freio da língua Parótidas – abrem ao nível do segundo molar superior Sublinguais – abrem em locais diferentes. Submandibular – ao nível dos gónions.Conseguem-se maiores graus de repleção porque aderem melhor às paredes.Submandibular: canal de Wharton (nível do freio lingual) Fases primordiais da sialografia: . logo fornecem melhores imagens .13.Broncografia Cateterização: .Secura da boca com etiologia desconhecida Contra-indicações: .Vantagens: fácil introdução e esvaziamento . o que pode agravar a inflamação) Localização: Relacionadas com a mandíbula.Sialografia .Massas palpáveis .Fase de esvaziamento Para cada fase deverão realizar-se duas incidências.

Colimar à região de interesse.Material utilizado: Material de consumo clínico: . cateter em polietileno. luvas esterilizadas. Puxar ombros para baixo.Valores de exposição adequados Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral. limão e foco de luz para que o médico faça a cateterização. Alinhar o plano médio sagital.Seringa de 2ml. Membros inferiores e superiores em extensão. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa de exames.Realizam-se duas incidências por glândula Chassi: 18x24cm Écrans de reforço: universais Foco: fino Ampola de contraste lipossolúvel Posto: potter horizontal Glândula parótida Incidência de face tangencial Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal. Critérios de boa realização: .Glândula no centro de colimação . Plano médio sagital paralelo ao filme. dilatadores.Enquadramento supero-inferior desde a ATM até ao gonion e lateralmente abrangendo toda a glândula . Glândula submandibular Incidência da face tangencial Posicionamento: 119 . Apneia respiratória Raio central angulado 25 a 30º caudo-craniano a incidir abaixo do gónion contralateral (3cm) de maneira a emergir no gónion ipsilateral. Extensão da cabeça para afastas dos ombros. Membros superiores em extensão. Colimar à região de interesse. Apneia respiratória Raio central perpendicular a tangenciar a glândula parótida. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions. gazes pequenas. .

Colimar à região de interesse. 120 . Outras incidências complementares: Hirtz. Incidência oblíqua ou Défillé Posicionamento: Paciente em decúbito dorsal com rotação do corpo para o lado ipsilateral. Inclinação da cabeça para o lado a radiografar de 15 a 20º. Cabeça ajustada de forma a que haja sobreposição dos gónions. Schuller II (em alternativa para o estudo de face da glândula parótida). Apneia respiratória Raio central perpendicular a incidir a meia distância entre o gónion e o mento do lado contralateral e ligeiramente abaixo.Paciente em decúbito dorsal. Plano médio sagital paralelo ao filme. Membros superiores em extensão. Colimar à região de interesse. perfil estrito. Extensão da cabeça de modo a que o corpo da mandíbula fique perpendicular à mesa. Apneia respiratória Raio central perpendicular a emergir a meia distância entre o gónion e o mento do lado ipsilateral. Alinhar o plano médio sagital. Extensão da cabeça para afastar dos ombros. Membros inferiores e superiores em extensão.

Adequada penetração das áreas densas. ficando o mamilo posicionado de perfil.Ausência de artefactos.Identificação da película com o nome do paciente. Critérios de boa realização: . As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. o limite superior do bucky é colocado ao nível do sulco infra mamário ou um pouco mais acima. .14. A cabeça roda para o lado contrário a radiografar. alto contraste dos diversos tipos de tecidos e óptima resolução de imagem.Incidência crânio-caudal Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em pé ou sentada. prolongamento axilar. Estudo radiológico da mama . A marcação da película é colocada do lado axilar do seio. de modo a fazer um ângulo de 90º com a parede torácica. As zonas cegas (não exploradas) na incidência de face crânio-caudal: quadrantes superior do seio. O braço do lado a radiografar deve ser relaxado e o ombro afastado de zona a estudar.Senologia Incidências fundamentais de um exame de rotina 1. região externa.Compressão óptima do seio. 121 . O seio é “puxado” para a frente na direcção do centro do bucky. . . Depois de realizada a elevação do seio. o nome da incidência realizado e o lado radiografado. Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi. a data de execução do exame.

. A paciente deve estar virada para a frente como na incidência crânio-caudal embora rode levemente o tórax para que o seio contralateral não interfira com o feixe. Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: Doente em ortostatismo ou sentada. poderá ser melhor examinada com um ângulo de 60º com a vertical. As zonas cegas na incidência oblíqua médio lateral: parte alta do quadrante supra-interno.Incidência oblíqua médio lateral Esta incidência tem a vantagem em relação ao perfil de englobar uma maior quantidade de tecido mamário. perpendicular ao músculo peitoral do paciente.Músculo grande peitoral projectado oblíqua e posteriormente ao campo mamário. . . com o peitoral próximo da vertical. Critérios de boa realização: . sobretudo a nível posterior do prolongamento axilar mamário. e o seu limite inferior deve incluir o sulco intramamário. juntamente com a mama em sentido medial e mantêlo nessa posição em contacto com o bucky.Visualização do sulco inframamário.Boa exposição 122 . A margem cubital da sua mão deve fazer deslizar o músculo peitoral.Ausencia de pregas cutâneas. Protecção: avental de chumbo na cinta Apneia respiratória Raio central perpendicular ao chassi. .2. O braço ipsilateral é colocado para a frente e a mão é apoiado na barra de suporte desse lado. Cabe ao técnico escolher o valor do ângulo mais adequado palpando o peitoral e determinando a sua orientação. ficando limite superior com o compressor abaixo da clavícula. . antes do posicionamento. de tal forma que o cavado axilar fique apoiado no ângulo superior do bucky.O fim do músculo grande peitoral deve ser ao nível do mamilo. ou seja. . devendo o técnico posicionar-se no lado oposto ao que está a radiografar. terá como indicação uma inclinação de 30 a 45º com a vertical.Mamilo de perfil e fora do tecido mamário. Uma paciente longilínea. com o tórax largo e o peitoral horizontal. Raio central entra no seio médio-lateralmente. . enquanto que uma paciente brevilínea.Ausência de artefactos. A ampola e o bucky são simultaneamente angulados a 45º (30º a 60º). O músculo peitoral.Bom contraste. juntamente com a face lateral da mama adjacente é amplamente mobilizável no sentido medial. A compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal.

se a lesão se encontra nos quadrantes internos As pregas cutâneas do seio são suavizadas e a compressão é aplicada progressivamente até se atingir a compressão ideal. Incidência em túnel Permite observar os quadrantes internos de ambas as mamas em simultâneo. Túnel. Perfil a 90º Chassi: 18x24cm ou 24x30cm Posicionamento: A paciente deve estar virada para a frente do aparelho.Encostando a zona medial do seio ao bucky. Densidade muito superior ao tecido mamário independentemente do tipo de tecido mamário. • Diminui a área de exposição. Incidências complementares 123456Perfil a 90º (médiolateral). 123 . Incidência localizada Utiliza-se um dispositivo de compressão pequeno. Protecção: avental de chumbo na cintura Raio central perpendicular ao chassi. Pode ser realizado se 2 formas. consoante a localização de lesão a estudar: . 3. • Aumenta o contraste e a resolução espacial. Prolongamento axilar 1. se a lesão se encontra nos quadrantes externos (perfil ML) . Podem ser executadas em qualquer incidência. O braço do lado a radiografar é colocado para a frente e a mão é apoiada na barra de suporte desse lado. Objectivo: • Dissocia melhor os tecidos e reduza ainda mais a espessura da porção a estudar. Em determinadas patologias poderá haver aumento dos gânglios axilares.Encostando o musculo peitoral ao bucky. Perfil invertido (lateromedial). Localizadas. Macrorradiografia. 2.Músculo grande peitoral: Triangular de base superior e vértice inferior projectado ao nível do mamilo posteriormente.

4. Macrorradiografia • Foco ultra-fino (0.1 mm) • Dispositivo que permite aumentar a DOF e diminuir a DFO • Utiliza-se em qualquer incidência • Não se utiliza grelha anti-difusora • Ar funciona como um filtro Objectivo: • Melhor visualização de microcalcificações agrupadas • Melhor definição de nódulos (contornos, conteúdo) • Melhor visualização de condensações mal definidas • Demonstração de uma lesão que apenas é observada numa incidência • Melhor visualização na galactografia, quando existem lesões que ocupam espaços intra-ductais

Mamografia masculina/pós-mastectomia
- Incidência obliqua médio-lateral A angulação depende do tipo de paciente (= à das mulheres)

Exame mamográfico a mamas com próteses
Localização das próteses: - Retro glandulares - Submusculares Incidências • Crânio-caudal e OML com a prótese luxada; • Crânio-caudal com perfil estrito com a prótese local A prótese terá de ser luxada porque devido à sua elevada densidade pode ocultar lesões malignas. Apenas serão luxadas as próteses retroglandulares. Técnica de Eklund Ligeira compressão sobre o seio e prótese, de seguida a prótese é luxada para trás durante a restante compressão. A compressão correcta à atingida, excluindo totalmente a prótese.

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- Galactografia Existem situações em que a radiografia convencional, entendida em termos de simples mamografia é insuficiente para assegurar o diagnóstico. Para o diagnóstico correcto de lesões quisticas, intraquisticas ou de corrimento mamilar para além dos exames de rotina (exame clínico e mamografia) é necessário lançar mão de outros métodos complementares. Quando existe escorrência mamilar o radiologista tenta a visualização retrógrada dos canais que determinam esse corrimento, injectando uma substância radiopaca no ducto atingido. Este exame designa-se por galactografia. O produto de contraste é administrado por via retrógrada. Para a realização deste exame é indispensável uma boa iluminação localizada à mama e mamilo em estudo, e ainda a preparação de todo o material a utilizar, de preferência sem a observação directa da doente. Material - Kit com dilatadores, uma agulha sem bisel, uma seringa. Os dilatadores usados são de menor para maior calibre, são rombos e não bicudos (para não perfurar o canal). - Contraste iodado hidrossolúvel (o lipossolúvel não pode ser utilizado porque se este entra em circulação pode causar embolia.). - Compressas, fixador e agua oxigenada. Neste exame não é possível muita compressão porque o contraste poderá sair com a compressão. Técnica • Assépsia da pele e do bucky • Marcação do poro a dilatar o poro • Cateterismo e injecção do contraste (1 a 3 cm3) A agulha da injecção de contraste é romba e ligada a um extensor que está ligado à seringa para ganhar espaço (aumenta a margem de manobra) Cuidado: ao injectar não entra bolha de ar pois vais prejudicar a imagem • Realizar 2 incidências (crânio-caudal e perfil estrito ou oblíqua, por vezes podemos ter de realizar as 3) com compressão moderada (para não sair contraste), aumentar 1 a 2 kV relativamente a mamografia simples; • Evacuação do contraste (tirar tamponamento e comprimir a mama) Antes da injecção de contraste realizar uma imagem de base. Indicações Corrimento de um canal galactofilo e quando não se sabem as causas. Contra-indicações Quando não há escorrência mamilar (porque não se sabe qual é o canal) Corrimento bilateral ou pluricanal (porque as imagens sobrepõem-se) Invaginação mamilar( perigo de perfuração) Existência em exame rádio-clinico de sinais bem evidentes de lesão maligna na mama onde se verifica o corrimento; Mama com sinais inflamatórias aparentes (mastites)

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- Quistografia gasosa Método útil para diagnostico de lesões do tipo quisticas e intraquisticas. A doença quistica é mais frequente lesão da mama (principalmente no período pré-menopausico). Traduz-se radiologicamente pelo aparecimento de opacidades nódulas (devido a alterações hormonais, que levam a uma alteração do tamanho da mama e podem provocar quistos). Imagem hipotransparente - opacidade mais elevada que o resto do tecido com forma de nódulo. Os quistos podem ser: sólidos, líquidos, semi-sólidos, semi-líquidos. Objectivo: • Definir paredes quisticas; • Fazer o exame citológico para pesquisa de células neoplásicas; • Mesmo efectuando um exame correcto rádio-clinico da mama, é muitas vezes impossível o diagnóstico de lesões intraquisticas, isto porque à palpação só se pode distinguir o nódulo quistico, não se podendo detectar a formação intracavitária. Actualmente este aspecto é ultrapassado com recurso à ECO; • As lesões malignas podem ser ocultadas por um quisto (anterior ou posteriormente). Técnica: • Esvaziamento completo do quisto com compressão localizada da mama. Se o liquido não for todo extraído, está criada uma das condições para se vir a verificar a recidiva do quisto (para ter a certeza que o liquido for extraído, o esvaziamento deveria ter controlo ecográfico); • Após aspiração do líquido, faz-se a repleção do quisto com ar (através de uma seringa, o ar aparece como uma imagem hipertransparente); • Duas incidências (crânio-caudal e perfil correcto); • Tem um fim diagnóstico e também terapêutico porque o ar ao ser introduzido no fármaco intracavitária, pois vai secar as paredes e geralmente não torna a ficar preenchido por liquido.

- Estereotaxia Esta técnica permite localizar lesões intramamárias não palpáveis, que baseia em 2 incidências anguladas (15º para cada lado), e a partir de um cálculo de coordenadas obtido de forma computorizada que permite guiar a agulha até à lesão (com grande certeza). A grande vantagem é sobretudo em lesões muito pequenas, nomeadamente pequenos agregados de microcalcificações. Pode ser feita de 2 formas: • Com um equipamento especifico que se liga ao mamográfo (mais utilizado); • Com uma mesa estereotaxica especial, onde a paciente fica em DV;

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Core-Biopsy É uma alternativa à biopsia por excisão cirúrgica tradicional. uma seringa e um adaptador (punho de aspiração).Citologia aspirativa Exame complementar ligado a área da anatomia patológica.. Seguidamente.se a lesão é inferior. . interior ou exterior Em função da localização é introduzida uma agulha que contem no seu interior o arpão. a aspiração é feita directamente pelo patologista. Se a lesão não for palpável .Localização pré-operatória Através da visualização dos mamogramas na incidência crânio-caudal e perfil. referencia-se a lesão em relação ao mamilo e em relação à pele.profundidade que a lesão está da superfície da pele • Quadrantes . . Pode ser realizada por 2 formas: • Com uma pistola automática (microbiópsia) Munida de uma agulha chanfrada e inclinada que é impulsionada para penetrar numa lesão. O cirurgião para localizar a lesão. Se a lesão palpável. segura e precisa na recolha de amostras de tecido mamário e com menor custo. • Biópsia por aspiração (sistema ABBI) Agulha com duplo lúmen que é inserida na mama apenas uma vez e permite a recolha de varias amostras. Desvantagem: Para cada colheita de amostra tecidular é necessário uma nova inserção de agulha. retirando o tecido circundante e a lesão. fixa-se à pele o arpão com adesivo e a doente segue para o bloco operatório. calcificações. retirando-se a agulha. Se estiver no local. guia-se pelo trajecto do arpão até a mesma. A incidência: • Crânio-caudal – lesão anterior ou posterior • Perfil . e que consiste na obtenção de um aspirado de lesões mamárias. ou seja adquirese uma noção bidimensional da localização da lesão. É um exame rápido e muito preciso. e é seguida por uma cânula cortante que corta uma amostra de tecido. larga-se a referência metálica que se fixa aos tecidos. para além de permitir uma rotação e sucção simultâneas. Faz-se então um radiograma num plano para verificar se agulha se encontra na lesão. mediante uma agulha o mais fina possível. Indicações: Categorias 4 e 5 BI-RADS. 127 . Pode ser realizada com a orientação da ECO ou por estereotaxia (quando as lesões não são palpáveis). superior. massas sólidas e densidades assimétricas. com a finalidade de se proceder a estudo patológico. como por exemplo.realizada com auxilio de esterotaxia.

. 128 . Se a cirurgia optar pela mastectomia total. Desta forma a anatomia patológica saberá exactamente o local das lesões (o que irá dizer que tipo de carcinoma que depois terá um diferente tipo de tratamento). e informa-se o cirurgião se a lesão foi extraída na totalidade. a localização de lesões são feitas à posteriori da cirurgia. Nesta situação. a mama vem para a radiologia e o radiologista coloca as referências metálicas através da observação das imagens. A imagem obtida e a peça operatória com o arpão são enviadas para o laboratório de anatomia patológica para análise histológica especialmente na zona referencial ao arpão.Radiografia da peça operatória Por razões de segurança manda-se a área de tecido mamário retirado para controlo radiográfico.

Coluna lombar AP/PA Posicionamento: .Paciente em DD .Scan abrangendo todo de L2 (situação em que L1 é excluída da região de interesse pelo próprio equipamento) 2. Extremidade proximal do fémur Posicionamento: .Paciente sentado lateralmente a mesa. paralelo ao eixo longitudinal da mesa) . podendo L1 ser excluída por ser uma vértebra de transição) Critérios de boa realização: .5 a 10 linhas das cristas ilíacas . .As margens proximal.2.FL perpendicular ai nível do grande trocanter .O antebraço está direito e centrado com o eixo longitudinal da mesa 129 .Região trocantérica . com o cotovelo flectido a 90º .O espaço entre o isquion e colo do fémur deve ser adequado . centrado entre as duas apófises estiloídes do punho Critérios de boa realização .FL (feixe luminoso) centrado na linha média ao nível das cristas ilíacas .O antebraço deve estar rectilinizado e centrado com o campo de exame.Colo do fémur .14.Membro inferior em estudo em rotação interna (15-30º).FL perpendicular.5cm de tecido mole para cada lado da coluna .Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .Lado a analisar é o esquerdo (não dominante) .Suporte sob as pernas (ângulo de 60-90º) .Região intertrocantérica .Elementos posteriores da coluna . Antebraço (punho – frequentemente pedido principalmente quando há artefactos nas outras regiões) Posicionamento.Medida combinada (fémur total) Critérios de boa realização .Isquion n área de scan entre as 15 e as 40 linhas Analisam-se diferentes localizações nesta região .O lado esquerdo é o lado que é normalmente avaliado (não dominante) .Triangulo de Ward’s (região rica em osso trabecular. normalmente quando há alterações ao nível da coluna vertebral também há aqui) .A área de scan sem presença de ar 3.Scan desde o meio de L5 a D12 (no entanto só faz a avaliação de L1-L4. estando sobre o centro do suporte e fixo .A linha média do corpo femural está paralela à margem lateral do scan . Densitometria óssea Exames por DEXA 1. distal e lateral da área de scan devem estar bem localizadas .

Braços e mãos sobrepostos à frente da cabeça .Fim do scan cerca de 10 linhas abaixo de 33% do antebraço ..Paciente em DD centrado com o eixo longitudinal da mesa .L4 e L5 podem surgir sobrepostas ao osso ilíaco .A avaliação de um só corpo vertebral não faz um diagnóstico correcto.Inicio do scan 5 a 8 linhas acima da cabeça e terminar 5 a 8 linhas abaixo dos pés .Paciente em DL (se a mesa tiver arco em “C” o paciente fica em DD) .L1 e L2 podem surgir sobrepostas às costelas .Joelhos flectidos e sobrepostos .Braços ao longo do corpo com as mãos em pronação . centrado ao nível da crista ilíaca Desvantagens .Feixe luminoso perpendicular 130 .L3 é a única vértebra que pode ser analisada correctamente. não é significativo (a densidade das vértebras lombares não é igual) .Inicio do scan desde o fim do carpo .O exame só efeito quando é expressamente pedido 5. podemos excluir da avaliação a parte do arco posterior da vértebra.Inclui ambas as apófises espinhosas . ficando só com o corpo vertebral (rico em osso trabecular) .Não podem existir artefactos na área de exame 4.Coluna lombar centrada na área a examinar e paralela à mesma . Coluna lombar de perfil Posicionamento: . Corpo inteiro Posicionamento: .Todo o corpo deve ficar dentro da área de scan .FL perpendicular.

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