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CURSO ON-LINE – PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO

AULA 3
Fundamentos de projetos de obras civis: arquitetônicos.
Fundamentos de projetos especiais: ar-condicionado,
exaustão/ventilação, elevadores, esteiras/escadas rolantes.

4
33
18
21
70
Olá pessoal!

87
F:
Chegamos à nossa aula 3. Na aula de hoje estudaremos alguns equipamentos de

CP
presença frequente em nosso cotidiano, como elevadores, escadas e esteiras

,
rolantes, e ar condicionado. Assim, seu estudo se reveste de um caráter

im
or
ilustrativo. As questões de provas de concursos sobre os equipamentos

Am
eletromecânicos utilizados na construção civil são baseadas, em regra, em
manuais ou publicações de fabricantes renomados. Dessa forma, para a aula,

da
ru
foram utilizados materiais de fabricantes de equipamentos, buscando-se colocar
Ar
na aula os mesmos materiais utilizados pelas bancas, em especial o Cespe, para
el

elaborar suas questões recentes.


ni

Gostaria de reforçar e estimular novamente a utilização da excelente ferramenta


Da

oferecida pelo Ponto dos Concursos que é o Fórum de Dúvidas.


4
33
18

Aproveito para lembrar que no fim da aula os exercícios nela comentados estão
21

apresentados numa lista, para que o aluno, a seu critério, os resolva antes de ver o
70

gabarito e ler os comentários correspondentes.


87
F:

Então, vamos à aula!


CP

Marcelo Ribeiro.
,
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Am
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Da

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O conteúdo deste curso é de uso exclusivo de Daniel Arruda Amorim, CPF:87702118334, vedada, por quaisquer
meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação e distribuição, sujeitando-se os infratores à
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Primeiramente, vejamos os principais aspectos relacionados aos elevadores:

Desde 30 de dezembro de 1999, com a entrada em vigência da Norma Mercosul


NBR NM-207 para Elevadores Elétricos de Passageiros, uma série de
reformulações nos conceitos de projeto do produto e da concepção arquitetônica
dos edifícios se fizeram necessárias. Dentre estas, a proibição de fornecer

4
33
elevadores com sistema de operação de portas semi-automáticas de eixo vertical

18
representou um impacto significativo para o universo da construção civil no país

21
ao exigir a revisão no dimensionamento das áreas projetadas para as caixas dos

70
87
elevadores. Da mesma forma o projeto de edifício que dispensam a construção de

F:
casas de máquinas para elevadores se tornou uma alternativa para edifícios

CP
comerciais ou residenciais de pequeno e médio portes ou tráfego.

,
im
or
1. Normas

Am
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) emitiu as seguintes

da
normas sobre Elevadores Elétricos, Escadas Rolantes e Esteiras Rolantes:
ru
Ar
el
ni

1.1. Elevadores Elétricos - Terminologia


Da

Norma NBR-5666
4
33

Define os termos empregados em instalações de Elevadores Elétricos.


18
21
70
87

1.2. Elevadores Elétricos de Passageiros - Requisitos de segurança para


F:

construção e instalação
CP
,

Norma NBR NM-207


im
or

Editada em novembro de 1999 esta norma cancela e substitui a NBR-7192


Am

passando a ter vigência a partir de 30/12/1999. Trata de requisitos de segurança


da

relativos a elevadores elétricos de passageiros e estabelece as regras mínimas


ru

para instalação de elevadores nos edifícios/construções.


Ar
el
ni

1.3. Cálculo de Tráfego nos Elevadores - Procedimento


Da

Norma NBR-5665

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Fixa as condições mínimas que devem ser observadas no cálculo de tráfego das
instalações de elevadores de passageiros.

1.4. Projeto, Fabricação e Instalação de Escadas Rolantes e Esteiras

4
33
Rolantes - Procedimento

18
21
Norma NBR-NM 195

70
Fixa as condições mínimas a serem observadas na elaboração do projeto, na

87
F:
fabricação e na instalação de escadas e esteiras rolantes.

CP
Várias leis federais, estaduais ou municipais, em especial os códigos de obras,

,
im
fazem exigências adicionais, complementando as normas existentes e sempre

or
obedecendo pelo menos aos seus requisitos mínimos.

Am
da
ru
2. Esquema básico de funcionamento do elevador Ar
A cabina é montada sobre uma plataforma, em uma armação de aço constituída
el
ni

por duas longarinas fixadas em cabeçotes (superior e inferior). O conjunto


Da

cabina, armação e plataforma denomina-se carro.


4
33

O contrapeso consiste em uma armação metálica formada por duas longarinas e


18

dois cabeçotes, onde são fixados pesos (intermediários), de tal forma que o
21

conjunto tenha peso total igual ao do carro acrescido de40 a 50% da capacidade
70

licenciada.
87
F:

Tanto a cabina como o contrapeso deslizam pelas guias (trilhos de aço do tipo T),
CP

através de corrediças. As guias são fixadas em suportes de aço, os quais são


,
im

chumbados em vigas, de concreto ou de aço, na caixa.


or

O carro e o contrapeso são suspensos por cabos de aço ou novos elementos de


Am

tração que passam por polias, de tração e de desvio, instaladas na casa de


da

máquinas ou na parte superior da caixa.


ru
Ar

O movimento de subida e descida do carro e do contrapeso é proporcionado pela


el

máquina de tração, que imprime à polia a rotação necessária para garantir a


ni

velocidade especificada para o elevador. A aceleração e o retardamento ocorrem


Da

em função da variação de corrente elétrica no motor. A parada é possibilitada


pela ação de um freio instalado na máquina.

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Além desse freio normal, o elevador é dotado de um freio de segurança para


situações de emergência.

O freio de segurança é um dispositivo fixado na armação do carro ou do


contrapeso, destinado a pará-los, de maneira progressiva ou instantânea,
prendendo-os às guias quando acionado pelo limitador de velocidade. Sua

4
33
atuação é mecânica.

18
21
O limitador de velocidade, por sua vez, é um dispositivo montado no piso da

70
Casa de Máquinas ou no interior da caixa, constituído basicamente de polia, cabo

87
de aço e interruptor. Quando a velocidade do carro ultrapassa um limite

F:
CP
preestabelecido, o limitador aciona mecanicamente o freio de segurança e desliga
o motor do elevador.

,
im
or
Posicionamento dos componentes do elevador para projetos de edifícios com

Am
casa de máquinas:

da
ru
Ar
el
ni
Da
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F:
CP
,
im
or
Am
da
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Ar
el
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Da
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87
F:

Posicionamento dos componentes do elevador para projetos de edifícios sem


CP

casa de máquinas:
,
im

A construção de edifícios sem casa de máquinas para instalação de elevadores se


or

tornou possível para edifícios residenciais de médio porte e edifícios comerciais


Am

de pequeno porte e tráfego. Os equipamentos de tração passam a ser instalados


da

na parte extrema superior da caixa enquanto os dispositivos de comando se


ru

distribuem pela cabina, botoeiras de chamadas dos pavimentos e interior do


Ar

batente da porta do último pavimento.


el
ni

Nestas instalações o contrapeso está localizado normalmente ao lado, na caixa.


Da

O projeto de edifícios com elevadores que dispensam a construção de casa de


máquinas proporciona maior versatilidade para o projeto arquitetônico, a
possibilidade de ocupar o último pavimento com área de cobertura para os

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condôminos ou a construção de mais um pavimento tipo, observados os limites


de altura da edificação de acordo com os códigos de edificações locais. A
redução de custos e prazos de obra civil são fatores adicionais para a opção de
execução de projetos nesta modalidade.

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F:
CP
,
im
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Ar
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Da
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F:
CP
,
im
or
Am
da

3. Características fundamentais dos elevadores


ru
Ar

As características básicas que definem o elevador de passageiros são sua


el

velocidade nominal e a lotação da cabina. Após determinadas essas variáveis,


ni

tem-se por consequência definidos os equipamentos que comporão o elevador.


Da

A tabela abaixo mostra as combinações mais usuais e econômicas entre


velocidade e capacidade.

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87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
A determinação da velocidade e da capacidade dos elevadores de um edifício é
el

feita através do seu Cálculo de Tráfego.


ni

A grande maioria dos edifícios residenciais apresenta um fluxo de usuários que é


Da

bem atendido por elevadores com velocidade de 1,00 m/s e capacidade de 6 a 9


4
33

pessoas.
18
21

Em função disso, os principais fabricantes planejam a especificação dos


70

componentes dos elevadores destinados a trabalhar nessas faixas de velocidade e


87

capacidade, permitindo obter reduções não só nos processos construtivos da obra


F:

civil, mas também nos custos e prazos de fabricação.


CP
,
im
or

4. Tipos de acionamento
Am

Os motores das máquinas de tração dos elevadores podem ser acionados através
da
ru

de corrente alternada (CA) ou de corrente contínua (CC - fornecida por


Ar

conversores estáticos que substituem os motores geradores), sendo a energia


el

elétrica fornecida pela rede do edifício.


ni

A figura abaixo mostra a diferença básica entre os tipos de acionamento (2a, 2b e


Da

2c - corrente alternada; 2d - corrente contínua).

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Em 2a o elevador parte da velocidade zero (V0) diretamente para a sua


velocidade nominal (V1), invertendo o processo na frenagem. Chama-se
“corrente alternada - uma velocidade”.

NOTA 1: Utilizado no passado para acionamento de elevadores de passageiros,


sua aplicação se restringe hoje ao acionamento de equipamentos de transporte

4
33
vertical de cargas como monta-cargas. Este acionamento não proporciona

18
qualquer parâmetro de conforto e de consumo de energia exigidos pelo mercado.

21
Não apresenta também compatibilidade com os modernos recursos de hardware e

70
87
software dos sistemas de comando microprocessados.

F:
CP
Em 2b o elevador parte da mesma forma, mas antes da frenagem final reduz sua
velocidade a ¼ da velocidade nominal. (V2 - velocidade baixa). Chama-se

,
im
“corrente alternada - duas velocidades”.

or
Am
NOTA 2: Esta solução tem parâmetros de conforto e número de partidas por hora

da
que restringem sua aplicação a edifícios de pequeno e médio porte ou média

ru
intensidade de tráfego. Ar
Na figura 2c, temos acionamento por tensão e freqüência variáveis “VVVF”.
el

Através de um circuito transistorizado, a velocidade é controlada em função de


ni

um padrão desejado; o que permite obter aceleração (V0 para V1) e


Da

desaceleração (V1 para V0) suaves do carro, evitando-se assim o salto na


4
33

passagem da velocidade alta para zero ou vice-versa. Perfeitamente integrada aos


18

mais modernos recursos de hardware e software de comando, controle de


21

velocidade e despacho, permite operar em condições ideais e em todas as


70

velocidades, alcançando 10,00 m/s.


87
F:

É a solução tecnológica mais avançada para acionamento de equipamentos de


CP

transporte vertical, aliando alto grau de conforto à economia de energia. Supera


,
im

em até 60% a redução na demanda por energia quando comparada aos sistemas
or

de frenagem dinâmica (VVFD) aos quais veio substituir. Aplica-se a edifícios de


Am

pequeno, médio e grande porte ou qualquer intensidade de tráfego.


da

A diferença de 2c para 2d consiste no fato de que, neste último tipo, o controle da


ru
Ar

aceleração e desaceleração é possibilitado pela existência de conversores


estáticos (ou motogeradores), que fornecem a tensão variável (corrente contínua)
el
ni

ao motor de tração do elevador.


Da

NOTA 3 : Esta é hoje uma solução restrita que vem sendo substituída pela
aplicação de acionamento VVVF. Em edifícios construídos, que estejam
passando por modernização dos equipamentos de transporte vertical, ao substituir

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painéis de comando a relés, por painéis de comando micro processados, se


especificam conversores estáticos em substituição aos motores geradores,
permitindo, pela compatibilidade dos sistemas do novo hardware, o
aproveitamento das máquinas de tração originalmente instaladas. A instalação de
conversores estáticos em substituição a motores geradores proporciona economia

4
de energia, ao mesmo tempo que libera espaço nas áreas destinadas à casa de

33
18
máquinas.

21
À medida que passamos de um tipo de acionamento para outro (no sentido 2a -

70
87
2d, na figura), obtemos as seguintes vantagens principais, em doses crescentes:

F:
• Vida mais longa de vários componentes, menos afetados pelas solicitações

CP
decorrentes das partidas e frenagens (cabos de tração, engrenagens, polias,

,
im
sapatas de freio, contatos, etc.).

or
Am
• Nivelamento mais preciso do carro com o piso do andar independente da

da
carga transportada, ao realizar a frenagem com velocidade cada vez

ru
menor. Ar
• Menor sobrecarga térmica sobre o motor e menor perda de energia, pois
el

na passagem da alta para a baixa velocidade em CA (2V), toda a energia


ni
Da

cinética é transformada em calor.


4

• Menor consumo de energia elétrica em 2c.


33
18
21

Pelo volume crescente da especificação de acionamento por tensão e freqüência


70

variáveis, VVVF, a redução de custos aliada à economia proporcionada à


87

construção civil com a redução no dimensionamento das linhas adutoras de


F:

energia, chaves e cabeamento elétrico, faz com que as aplicações CA 2V se


CP

restrinjam cada vez mais em relação aos limites de velocidade e fluxo de tráfego.
,
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Ar
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F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

a) Limite de velocidade:
4
33

Cada tipo de acionamento dos acima descritos tem uma faixa de velocidade de
18

atuação, fora da qual o processo se torna técnica ou economicamente inviável:


21
70
87

Tipos de Acionamento Faixa de Velocidade (m/s)


F:

CA – 2V 0,75 – 1,00
CP

VVVF 0,75 – 10,00


CC 1,00 – 6,00
,
im
or

b) Fluxo de tráfego:
Am

Para elevadores CA 2V, quanto maior o número de partidas horárias do elevador,


da

maior a possibilidade de se ter sobrecarga térmica sobre o motor.


ru
Ar

Como o número de partidas horárias é função do fluxo de tráfego mais ou menos


el

intenso, o tipo de acionamento é, pois, função do fluxo de tráfego previsto para o


ni

edifício, sendo recomendada a especificação VVVF.


Da

5. Comandos

10 

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O sistema de Comando afeta sensivelmente o rendimento da instalação.

A finalidade do Comando é estabelecer a prioridade e o sentido de atendimento


às chamadas, de acordo com as características do edifício. Para isso são
instalados na casa de máquinas painéis de comando e de despacho que controlam
a partida, a parada, o sentido de movimento do carro, a seleção das chamadas e

4
33
outras funções correlatas.

18
21
Os comandos mais usuais são os descritos abaixo:

70
87
5.1 Comando automático coletivo

F:
CP
É o Comando automático caracterizado por existirem botões de chamada, um
para cada pavimento, instalados na cabina, e possuir um único botão de chamada

,
im
instalado em cada pavimento, todos ligados ao painel central, de tal maneira que

or
todas as chamadas fiquem nele registradas. O carro vai efetuando as paradas em

Am
ordem seqüencial independentemente da ordem em que as chamadas tenham sido

da
registradas e pros segue no sentido do movimento inicial atendendo a todas as
chamadas feitas. ru
Ar
el

Aplica-se a edifícios de poucos andares (de 2 até 3 pavimentos) e pouco


ni

movimento, em que o tráfego predominante seja entre andares, como


Da

estabelecimentos comerciais e industriais pequenos.


4
33
18
21

5.2 Comando automático coletivo seletivo na descida


70
87

É o Comando automático coletivo no qual as chamadas de pavimento somente


F:

são atendidas quando o elevador se movimenta em sentido descendente, a partir


CP

de chamada superior.
,
im

Aplica-se a edifícios em que o movimento principal é constituído pelo tráfego


or

entre o térreo e os demais pavimentos, sem que haja tráfego apreciável entre os
Am

próprios pavimentos. É, portanto, o sistema ideal para edifícios de apartamentos.


da
ru
Ar

5.3 Comando automático coletivo seletivo na subida e na descida


el
ni

É o Comando automático coletivo no qual existem nos pavimentos


Da

intermediários, dois botões, um de “subida” e um de “descida”, e um botão nos


pavimentos extremos. Neste sistema de comando as chamadas de pavimento para
subir são selecionadas separadamente das chamadas de pavimento para descer,

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sendo atendidas primeiramente todas as chamadas em um dos sentidos para


depois serem atendidas as de sentido oposto.

Aplica-se a edifícios onde o fluxo predominante seja entre os andares, tais como
escritórios em geral ou de uma única entidade, repartições públicas, etc. Em
edifícios residenciais se aplica ao pavimento térreo sempre que existirem

4
33
pavimentos inferiores de garagem.

18
21
70
87
5.4 Comando em grupo

F:
CP
É o comando automático para grupo de dois ou mais elevadores que operam em
conjunto e que tenham o mesmo número de paradas, entradas no mesmo hall,

,
im
somente um pavimento principal de acesso e a mesma destinação de uso

or
(exigências na NBR-5665). Todos os elevadores de passageiros ou todos de

Am
serviço, etc., não incluindo elevadores isolados.

da
ru
Nos mais simples, o comando, além de efetuar a seleção de chamadas de descida
Ar
ou chamadas de subida e descida, seleciona também qual o elevador deverá
el

atender a determinada chamada de pavimento. Estes sistemas são indicados para


ni

qualquer tipo de edifício, sempre com melhor rendimento para o fluxo de tráfego.
Da

Aplica-se nos casos em que não há divisão no hall de acesso entre os elevadores
4
33

social e de serviço e sempre que os elevadores estejam próximos, dispostos em


18

grupo (lado a lado ou frente a frente).


21
70

NOTA: Obedecendo a restrições de códigos de obras locais, a distância máxima


87

entre carros de um mesmo grupo tem seu limite fixado em 6m (cidade do Rio de
F:
CP

Janeiro).
,

Nos sistemas mais complexos, além das seleções acima descritas, o comando
im
or

determina, nas horas de pico, quais são as chamadas prioritárias (chamadas de


Am

pavimento principal, chamadas de descida, chamadas de subida, etc.). Além


disso, esses comandos têm extrema flexibilidade, adaptando-se às mais variadas
da
ru

situações de tráfego. São indicados para edifícios com grande fluxo de tráfego.
Ar

Importante: Nos casos de comando em grupo, é recomendada a instalação de


el

uma botoeira nos pavimentos para cada grupo de 3 elevadores.


ni
Da

5.5 Comando eletrônico

12 

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Possuindo um programa lógico que racionaliza o fluxo de tráfego dos elevadores


do edifício, o sistema eletrônico representa um salto qualitativo em termos de
tecnologia em transporte vertical e na utilização do elevador, minimizando
aglomerações no embarque e nas cabinas.

Em edifícios com o controle convencional de elevadores todas as entradas dos

4
33
carros devem ser visíveis e acessíveis de qualquer ponto do lobby ou da área de

18
embarque, o que influencia o layout do edifício e limita o projeto arquitetônico

21
desta área. Com o comando eletrônico cada passageiro considera apenas um

70
87
elevador, não tendo assim a necessidade de se ter todos os elevadores à vista

F:
simultaneamente.

CP
O usuário pressiona o botão correspondente ao seu andar de destino no terminal

,
im
eletrônico localizado na entrada do hall do edifício. O sistema designa ao

or
passageiro qual elevador ele deverá embarcar e o passageiro se desloca até o

Am
carro. A viagem a partir deste momento é completamente automática e uma vez

da
no piso de destino o número do andar é sinalizado no interior da cabina confi
ru
rmando a chegada. Ar
el

Importante: Na cabina não existem botões para registros de chamadas, pois as


ni

mesmas já foram registradas nos terminais instalados no hall.


Da
4
33

Obra civil relacionada aos elevadores


18
21

Abordaremos agora os principais requisitos e aspectos relacionados ao local


70

onde serão instalados os elevadores, ou seja, a obra civil relacionada a eles.


87
F:

1. Estrutura Civil
CP

1.1. Casa de Máquinas


,
im

É destinada à colocação das máquinas, painéis de comandos e despacho,


or
Am

limitador de velocidade e outros componentes da instalação.


da

O posicionamento ideal para a Casa de Máquinas é na parte superior do edifício,


ru

sobre a caixa do elevador.


Ar
el

Quando a Casa de Máquinas estiver situada em outro local do prédio (por


ni

exemplo: na parte inferior do edifício, ao lado do Poço), obrigatoriamente deverá


Da

ser construída uma casa de polias sobre a caixa.

As principais exigências da NBR NM-207 para a Casa de Máquinas são:

13 

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• A porta de acesso à Casa de Máquinas deve ser de material incombustível


e sua folha deve abrir para fora, estar provida de fechadura com chave
para a abertura pelo lado externo e abertura sem chave pelo lado interno.

• As máquinas, outros dispositivos do elevador e as polias devem ser

4
instaladas em recinto exclusivo contendo paredes sólidas, piso, teto e porta

33
de acesso com fechadura de segurança. Os pisos devem ser

18
antiderrapantes.

21
70
• Não devem ser usadas para outros fins que não sejam instalação de

87
F:
elevadores.

CP
• Não devem conter dutos, cabos ou dispositivos que não sejam

,
im
relacionados com elevadores.

or
• O acesso deve ser utilizável com segurança, sem necessidade de passar em

Am
lugar privado. As entradas devem ter altura mínima de 2,00m e largura

da
ru
mínima de 0,70m. Ar
• As escadas de acesso devem ser construídas de materiais incombustíveis e
el

antiderrapantes com inclinação máxima de 45º, largura mínima de 0,70m,


ni

possuindo no final um patamar coincidente com a porta de entrada, com


Da

dimensões suficientes para permitir a abertura para fora da porta da Casa


4
33

de Máquinas (a escada não pode ser do tipo “caracol”).


18

• Quando o desnível for inferior a 1,20m a inclinação pode ser de até 60º
21
70

com degraus de 0,25m de altura Máxima e 0,19m de profundidade


87

mínima.
F:
CP

• Devem ser providas de ganchos instalados no teto para levantamento de


,

equipamento pesado durante a montagem e manutenção do elevador.


im
or

• Altura mínima de 2,00m.


Am

• Quando a função do edifício exigir (ex.: moradias, hotéis, hospitais,


da
ru

escolas, bibliotecas, etc.) as paredes, pisos e tetos das casas de máquinas


Ar

devem absorver substancialmente os ruídos oriundos da operação dos


el

elevadores.
ni

• Devem ter ventilação natural cruzada ou forçada, com 1/10 de área de


Da

piso.

14 

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• Devem ser iluminadas, garantindo o mínimo de 200lx ao nível do piso e


possuir pelo menos uma tomada elétrica.

• Devem dispor de luz de emergência, independente e automática, com


autonomia mínima de 1 hora para garantir iluminação de pelo menos 10lx

4
sobre a máquina de tração.

33
18
• A temperatura da Casa de Máquinas deve ser mantida entre 5ºC e 40ºC.

21
70
Para possibilitar a entrada dos equipamentos, na maior parte dos casos é

87
necessário construir um alçapão no piso da Casa de Máquinas. Quando fechado,

F:
deve ser capaz de suportar uma carga de 1000 N em uma área de 0,20m X 0,20m.

CP
Sobre o alçapão e sobre cada máquina deve ser instalado um gancho, com

,
im
resistência suficiente para suportar a carga das máquinas durante as operações de

or
montagem e manutenção.

Am
O dimensionamento da Casa de Máquinas pode variar de prédio para prédio, de

da
acordo com o equipamento a ser instalado. A área da Casa de Máquinas sempre
ru
Ar
será maior que o dobro da área da caixa.
el

Sua altura mínima varia também de acordo em função das diferentes velocidades
ni

dos elevadores.
Da
4
33
18

1.2. Caixa
21
70

É o recinto formado por paredes verticais, fundo do poço e teto, onde se


87

movimentam o carro e o contrapeso.


F:
CP

As principais exigências da NBR NM-207 para a Caixa são:


,
im

• As paredes devem ser constituídas de material incombustível formando


or

uma superfície lisa. Se existirem saliências na direção do movimento do


Am

elevador, estas devem ser chanfradas a 60° ou mais com a horizontal.


da

• Quando houver distância superior a 11 m entre paradas consecutivas,


ru
Ar

devem existir portas de emergência na Caixa.


el

• Não pode existir na Caixa qualquer equipamento além do necessário para


ni
Da

o funcionamento do elevador.

• Na parte superior da Caixa deve existir abertura de ventilação, com área


igual a 1% da área da seção horizontal da Caixa, no mínimo.

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• Abaixo da soleira de cada pavimento deve existir uma aba com altura de
30 cm, no mínimo, sendo que a sua parte inferior deve continuar com uma
inclinação de 60° com a horizontal.

• Iluminação a cada 7 m ao longo do percurso.

4
33
NOTA: Soleiras com abas em chapas metálicas poderão ser fornecidas e

18
instaladas pelos fabricantes de elevadores.

21
70
Cuidado especial deve ser tomado com a prumada do edifício, pois, conforme

87
ilustrado na figura abaixo, as dimensões a serem consideradas para a Caixa serão

F:
os menores valores encontrados para as medidas “a” + “b” e “c” + “d” tiradas em

CP
todos os andares, a partir de uma mesma linha perpendicular após a concretagem

,
im
e retirada das formas de todos os pisos.

or
Quanto mais alto for o prédio, maior cuidado deverá existir por parte do

Am
construtor, pois a possibilidade de desvios aumenta com a altura. E aceitável um

da
desvio de 1,5cm de cada lado, considerando todo o percurso do elevador,
ru
Ar
acrescido do espaço livre superior e do espaço livre inferior (profundidade do
Poço).
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar

O espaço livre superior (distância entre o nível da parada extrema superior e o


teto da caixa) normalmente é maior do que o pé-direito da última parada. Varia
el

em função da velocidade do equipamento a ser instalado.


ni
Da

1.3. Poço

16 

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É o recinto situado abaixo do piso da parada extrema inferior, na projeção da


Caixa.

As principais exigências da NBR NM 207 para o Poço são:

• Deve existir acesso ao fundo do Poço.

4
33
• Entre os poços de elevadores adjacentes deve existir parede divisória, ou

18
21
proteção de chapa metálica ou tela de arame, de abertura de malha inferior

70
a 5 cm, com altura mínima de 2,50 m acima do nível do fundo do poço.

87
• Quando houver porta na parede divisória dos Poços de elevadores

F:
CP
adjacentes, essa porta deverá ter contato elétrico (idêntico das portas de

,
pavimento) que interrompa o circuito dos dois elevadores.

im
or
• Em cada Poço deve existir um ponto de luz, de forma a assegurar a

Am
iluminação mínima de 20 Ix no piso do poço, além de uma tomada

da
elétrica.

ru
Ar
• Não deve existir no poço qualquer equipamento que não faça parte do
el

elevador.
ni
Da

O poço deverá ser impermeável, fechado e aterrado, e nele não deverá existir
qualquer obstáculo que dificulte a instalação dos aparelhos do elevador (como
4
33

sapatas ou vigas que invadam o Poço, por exemplo).


18
21

A profundidade do poço é, também, variável de acordo com o equipamento a ser


70

instalado.
87
F:

Importante: Prevendo o projeto, a construção de recintos habitados ou locais por


CP

onde possam circular pessoas embaixo do poço do elevador, será necessária a


,

instalação de freio de segurança no contrapeso, ou a instalação de um pilar sólido


im

abaixo do para-choque do contrapeso, estendendo-se para abaixo até o solo


or
Am

firme, ocasionando a redução da área da cabina do elevador em relação à solução


normal.
da
ru
Ar
el

Dimensionamento das Caixas


ni

Cálculo da lotação da cabina em função da sua área útil


Da

A relação entre a lotação e a área útil da cabina é dada pela seguinte tabela:

17 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4

Importante:
33
18

a) A lotação da cabina é calculada à razão de 75 kg por pessoa.


21
70

b) O carro é dimensionado para receber carga uniformemente distribuída, em


87

carregamento gradual.
F:
CP

c) A NBR NM-207, prevendo a utilização da área da soleira da cabina, admite


,

uma variação de 0,08 m² para mais ou para menos, na área, para qualquer
im

capacidade.
or
Am
da
ru

O projeto de escadas e esteiras rolantes, componentes muito utilizados em


Ar

prédios comerciais ou de escritórios, deve obedecer a determinados critérios


el

de segurança e funcionalidade. Em relação ao planejamento desse projeto,


ni

julgue os itens abaixo.


Da

1. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009) Inclinações de


30° e 35° representam o padrão internacional para escadas rolantes,

18 

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entretanto a inclinação de 35° não é admissível no caso de desníveis


superiores a 6 metros.

Escadas e esteiras rolantes têm um importante papel no transporte de um grande


número de pessoas. O planejamento correto de escadas e esteiras rolantes em
shopping centers, centros de feiras comerciais, lojas, cinemas e instalações de

4
33
transporte público é essencial para garantir o fluxo ininterrupto de pessoas.

18
Transportar um grande número de pessoas de modo eficiente é uma das

21
principais prioridades do transporte público.

70
87
Escadas rolantes, esteiras rolantes e elevadores

F:
CP
No setor comercial, escadas e esteiras rolantes (assim como os elevadores),
asseguram um fluxo de tráfego ininterrupto.

,
im
or
Vantagens das escadas e esteiras rolantes:

Am

da
São convidativas, com seus degraus e pallets móveis;

ru
Ajudam a canalizar os fluxos de passageiros; Ar
• Exibem uma elevada capacidade de transporte;
• Estão sempre abertas e transportam as pessoas de modo contínuo;
el


ni

Asseguram que todos os andares sejam freqüentados de modo uniforme.


Da

Posicionamento de escadas ou esteiras rolantes em edifícios


4
33
18

Em termos básicos, é preciso facilitar o movimento de clientes no edifício para se


21

obter uma densidade otimizada de clientes. Deve-se evitar distâncias superiores a


70

50 metros, tanto em instalações comerciais como em prédios de escritórios. As


87

figuras abaixo exibem as disposições básicas das escadas rolantes.


F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

19 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
Escadas ou esteiras rolantes?
el
ni

Em princípio, as esteiras rolantes devem ser instaladas sempre que é preciso


Da

transportar carrinhos de compras ou bagagem.


4
33

Quantas escadas ou esteiras rolantes?


18
21

Para determinar os requisitos de transporte (pessoas por hora), é preciso levar em


70

conta os seguintes parâmetros:


87
F:

• Tipo do edifício (escritórios, shopping centers, cinemas, estações de


CP

metrô, aeroportos; tráfego em um só sentido, tráfego nos dois sentidos;


,
im

edifícios com uma só atividade ou várias atividades diferentes);


or

• Horários de pico de tráfego (horários de início e final de expediente dos


Am

escritórios);
da
ru

• Fator populacional com base na área útil;


Ar

• Taxa de rotatividade dos clientes por andar em lojas de departamentos;


el
ni

• Nível de conforto do transporte desejado em cada unidade (sem


Da

aglomeração, conveniente, com aglomeração).

20 

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Uma vez estipulados os requisitos de transporte, pode-se determinar então o


número de escadas ou esteiras rolantes necessárias. As capacidades teóricas de
transporte dependem da largura e da velocidade das escadas rolantes. A
capacidade efetiva de transporte situa-se entre 40 e 80% da capacidade teórica de
transporte, dependendo da densidade de usuários e da largura dos degraus. A

4
capacidade das esteiras rolantes é calculada de forma correspondente, levando

33
18
em conta o transporte dos carrinhos de compras ou bagagem.

21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Disposição das escadas e esteiras rolantes Ar
el
ni

Unidade isolada
Da
4

Utiliza-se a unidade isolada para conectar dois níveis. Ela é adequada para
33

edifícios nos quais o tráfego de passageiros flui principalmente em um só


18
21

sentido. É possível efetuar ajustes flexíveis em relação ao fluxo de tráfego (maior


70

pela manhã e menor à tarde, por exemplo).


87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni

Disposição contínua (tráfego em um só sentido)


Da

Utiliza-se essa disposição principalmente em lojas de departamentos menores,


para unir três níveis de vendas. Ela requer mais espaço que a disposição
interrompida.
21 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
Disposição interrompida (tráfego em um só sentido)

im
or
Embora relativamente inconveniente para o usuário, ela é vantajosa para o

Am
proprietário da loja de departamentos, pois devido à separação espacial entre os

da
sentidos de subida e descida, os clientes devem passar por mercadorias

ru
especialmente dispostas ao longo do percurso. Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or

Disposição paralela interrompida (tráfego nos dois sentidos)


Am

Essa disposição é utilizada principalmente em lojas de departamentos e edifícios


da

de transporte público com grandes volumes de tráfego. Quando há três ou mais


ru

escadas ou esteiras rolantes, existe a possibilidade de inverter o sentido do


Ar

movimento de acordo com o fluxo de tráfego.


el
ni
Da

22 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
Disposição cruzada e contínua (tráfego nos dois sentidos)

or
Am
Esse tipo de instalação é empregada freqüentemente pois permite que os clientes

da
subam até os andares superiores sem qualquer tempo de espera. Dependendo de

ru
como as escadas rolantes forem posicionadas, o projetista da loja poderá abrir a
Ar
visão para os pisos da loja, a fim de estimular o interesse dos clientes para os
el

produtos em exibição.
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru

Inclinação adequada
Ar

Escadas rolantes
el
ni

As inclinações de 30° e 35° representam o padrão internacional para escadas


Da

rolantes.

Inclinação de 30°

23 

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Essa inclinação proporciona o maior conforto de deslocamento e máxima


segurança para o usuário.

Inclinação de 35°

A escada rolante de 35° é a solução mais eficiente, pois requer menos espaço e

4
33
pode ser implementada de forma mais econômica. No entanto, essa inclinação dá

18
a sensação de ser muito íngreme em desníveis superiores a 5 metros –

21
particularmente no movimento de descida.

70
87
De acordo com a norma EN 115, a inclinação de 35° não é admissível no caso de

F:
desníveis superiores a 6 metros. Além disso, tal inclinação não é permitida nos

CP
países que adotam a norma ANSI americana.

,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21

Esteiras rolantes
70
87

Inclinações de 10°, 11° e 12° representam o padrão internacional comum para


F:

esteiras rolantes inclinadas. Os usuários consideram a inclinação de 10° como a


CP

de movimento mais confortável. Utiliza-se a inclinação de 12° sempre que o


,

espaço disponível é limitado. Em geral, é possível instalar esteiras rolantes


im
or

horizontais com inclinações entre 0° e 6°.


Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

24 

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Larguras ideais dos degraus, pallets e bandas de borracha

Escadas rolantes

4
As escadas rolantes são oferecidas com larguras de 600, 800 e 1000 mm para os

33
degraus. O degrau mais utilizado é o de 1000 mm, pois ele oferece um acesso

18
desimpedido à área dos pés, mesmo com bagagem ou sacolas de compras. As

21
70
outras duas larguras de degraus são empregadas em locais menos freqüentados

87
ou onde o espaço é limitado.

F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21

Esteiras rolantes
70
87

Os pallets estão disponíveis em larguras de 800 e 1000 mm para as esteiras


F:

rolantes inclinadas (de 10° a 12°). A largura mais utilizada é a de 1000 mm.
CP

Como as esteiras rolantes com essa largura de pallet são também adequadas para
,

o transporte de carrinhos de compras ou bagagem, elas são utilizadas


im
or

principalmente em shopping centers e estações de transporte público. Esteiras


Am

rolantes com uma largura de 1000 mm são normalmente recomendadas, já que os


pallets devem ser 400 mm mais largos que os carrinhos de compras, no caso de
da
ru

esteiras que aceitam tais carrinhos.


Ar
el
ni
Da

25 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
No caso de esteiras rolantes horizontais com inclinações entre 0° e 6°, os pallets

da
estão disponíveis no mercado nas larguras de 800, 1000, 1200 e 1400 mm. Nos

ru
aeroportos, há uma crescente tendência para o uso de esteiras com largura de
Ar
1200 ou 1400 mm, já que tal largura permite que os usuários ultrapassem
el

passageiros com carrinhos de bagagem. Existem também esteiras rolantes com


ni

bandas de borracha, especificamente para essa finalidade. As bandas estão


Da

disponíveis em larguras de 1000, 1200 e 1400 mm.


4
33

Caso várias escadas ou esteiras rolantes devam ser instaladas em uma disposição
18

contínua em edifícios, é recomendável selecionar a mesma largura de degrau,


21
70

pallet ou banda de borracha para todas as unidades, a fim de evitar


87

congestionamentos localizados.
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

26 

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Como vimos, a questão está certa porque as inclinações de 30° e 35° representam
o padrão internacional para escadas rolantes, entretanto a inclinação de 35° não é
admissível no caso de desníveis superiores a 6 metros.

Gabarito: Item CERTO.

4
33
18
21
2. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009) A velocidade de

70
funcionamento da escada rolante não pode servir como parâmetro para o

87
projeto, uma vez que, independentemente da inclinação, adota-se, sempre,

F:
0,5 m/s como o valor máximo de velocidade admissível.

CP
Pessoal, vamos continuar estudando as principais características das instalações

,
im
de escadas e esteiras rolantes.

or
Am
Velocidade ideal

da
Além de gerar um impacto considerável sobre a capacidade de transporte em
ru
Ar
potencial de escadas e esteiras rolantes, a velocidade afeta também os requisitos
de espaço.
el
ni

As tabelas abaixo resumem as diferentes configurações dos produtos de acordo


Da

com a velocidade.
4
33

0,5 m/s para o fluxo contínuo de clientes.


18
21

Esta é a velocidade ideal para escadas e esteiras rolantes do setor comercial.


70

A combinação de uma capacidade de transporte suficiente, segurança


87
F:

otimizada e requisitos mínimos de espaço converteu essa velocidade em


CP

padrão internacional para essa aplicação.


,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

0,6 ou 0,65 m/s para requisitos de transporte intermitente

Esta velocidade é recomendada para o desembarque intermitente de passageiros,


tal como ocorre em estações ferroviárias ou de metrô. Ela demonstrou ser
adequada também em centros de feiras comerciais. Percursos horizontais mais
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extensos e curvas de transição maiores são necessários em tais velocidades, a fim


de garantir uma segurança e um fator de carga otimizados para a escada ou
esteira rolante.

4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
A norma européia EN 115 e a Diretriz Européia para Maquinário (98/37/EC)

da
definem e regulam o projeto estrutural seguro e a instalação segura de escadas e

ru
esteiras rolantes em edifícios. Na América do Norte, é preciso observar as Ar
normas do Instituto Nacional Americano de Normas (ANSI). Para os países do
el

Mercosul se aplica a NM195.


ni
Da

Como vimos, a questão está errada porque a velocidade de funcionamento da


escada rolante é utilizada como parâmetro para o projeto, uma vez que, determina
4
33

características como a capacidade de transporte e os requisitos de espaço. O valor


18

máximo admitido é de 0,5 m/s, podendo, naturalmente, ser inferior a este valor.
21

Ainda, excepcionalmente, admitem-se velocidades de 0,6 ou 0,65 m/s no caso de


70
87

transporte intermitente.
F:

Gabarito: Item ERRADO.


CP
,
im
or

3. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009) O número


Am

correto de degraus/pallets horizontais nas áreas de desembarque de escadas


da

rolantes e esteiras rolantes inclinadas depende do desnível, da inclinação e


ru

da velocidade nominal que esses tipos de transporte apresentem.


Ar
el

Requisitos de espaço
ni
Da

Percurso dos degraus e pallets

O número correto de degraus/pallets horizontais nas áreas de desembarque (ou


seja, o chamado percurso final dos degraus e pallets) de escadas rolantes e
esteiras rolantes inclinadas, de acordo com as normas ANSI, EN 115 e NM 195,
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depende do desnível, da inclinação e da velocidade nominal. Assim, a questão


está correta.

O percurso de degraus e pallets compatível com as normas está indicado nas duas
tabelas mostradas acima.

4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da

Área livre
ru
Ar

Para garantir uma utilização segura de escadas e esteiras rolantes, é preciso ter
el

uma área livre suficientemente extensa nos pontos de desembarque superior e


ni

inferior (veja, nas figuras abaixo, as dimensões mínimas de acordo com a norma
Da

EN 115). No caso de esteiras rolantes em que se prevê um elevado volume de


tráfego e que foram projetadas para transportar carrinhos de compras e bagagem,
a área livre deve ter uma extensão de ao menos 5 metros. Se os carrinhos forem

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encaixados uns nos outros quando transportados nas esteiras rolantes, a área livre
deverá ser adaptada de modo correspondente.

4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da

Vão livre superior


ru
Ar

O vão livre superior em qualquer ponto ao longo da faixa de degraus/pallets deve


el

ser de 2,3 m, no mínimo. De acordo com as normas ANSI, o vão deve ter 7 pés
ni

(2130 mm).
Da

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4
33
18
21
70
87
Vãos livres de segurança

F:
CP
O vão livre horizontal entre a borda externa do corrimão e as paredes (ou outros

,
im
obstáculos) deve ser sempre de 80 mm, no mínimo. Esse vão livre deve ser

or
mantido até uma altura de 2,1 m (no mínimo) acima da faixa de degraus/pallets.

Am
No caso de aberturas no piso e escadas ou esteiras rolantes dispostas de forma

da
cruzada, a distância horizontal entre o centro do corrimão e o obstáculo deve ser
de 0,5 m pelo menos. Caso as distâncias sejam menores, a parede deverá ser ru
Ar
uniforme, sem quaisquer detalhes projetando-se para fora da mesma. Proteções e
el

defletores especiais serão necessários se esse vão livre de segurança não for
ni
Da

observado. De acordo com as normas ANSI, é preciso observar uma distância de


102 mm entre o corrimão e as superfícies adjacentes.
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el

Barreiras de proteção, defletores de teto, proteções laterais


ni
Da

No caso de escadas e esteiras rolantes dispostas de forma cruzada ou com


aberturas no piso, existe o risco de compressão entre balaustradas e
escadas/esteiras rolantes adjacentes em movimento ou mesmo tetos e colunas. Se
a distância entre o centro do corrimão e o obstáculo for inferior a 0,5 m,
31 

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proteções laterais contra compressão ou defletores de teto deverão ser


providenciados. Dispositivos estruturais adequados devem ser instalados, a fim
de evitar que as pessoas tenham acesso às escadas ou esteiras rolantes pelas
laterais. Barreiras de proteção devem ser instaladas junto às balaustradas sempre
que necessário.

4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70

Parapeitos
87
F:

Deve-se instalar parapeitos junto aos acessos às escadas e esteiras rolantes. A


CP

distância entre os mesmos e o corrimão da escada/esteira rolante deve ser de 80


,
im

mm, no mínimo. Recomenda-se providenciar um suporte para a escada/esteira


or

rolante a uma distância mínima de 1000 mm em relação à borda do teto, para que
Am

a balaustrada não tenha que ser estendida (veja a figura abaixo).


da
ru
Ar
el
ni
Da

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
Modos de operação
el
ni

O modo de operação das escadas e esteiras rolantes pode ser adequado a cada
Da

aplicação específica. Há três modos de operação, essencialmente:


4
33

• operação contínua;
18
21

• operação intermitente; e
70
87

• operação contínua com redução de velocidade.


F:
CP
,
im

Principais componentes das escadas e esteiras rolantes


or
Am

Degraus:
da

São partes móveis da escada rolante, destinadas para o transporte dos


ru

passageiros.
Ar
el

Corrimãos:
ni
Da

São partes móveis da escada ou esteira rolante, que se movimentam


simultaneamente aos degraus ou pallets e servem de apoio aos passageiros.

Protetores de entrada de corrimãos:

33 

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Posicionados em cada uma das entradas, são componentes de segurança que


dificultam a entrada de corpos estranhos junto com os corrimãos.

Guarda-corpo (ou balaustrada):

É o conjunto estrutural compreendido acima dos degraus, dos dois lados da

4
33
escada ou da esteira rolante, com a função de proteger os passageiros limitando a

18
largura.

21
70
Fechamento lateral:

87
F:
É a proteção lateral da escada ou esteira rolante que impede a entrada de corpos

CP
estranhos.

,
im
Corte esquemático de uma escada rolante (parte superior):

or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

Pentes:

34 

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Componentes de segurança posicionados junto às entradas dos degraus ou


pallets, que entrosados com os degraus, minimizam a possibilidade de apreensão
de corpos estranhos.

Soleira (ou placa-pente):

4
33
Dispositivo de segurança eletromecânico destinado a garantir o desligamento da

18
escada ou esteira rolante em caso de impacto ou apreensão de corpo estranho nos

21
pentes.

70
87
Rodapés:

F:
CP
Localizados imediatamente ao lado dos degraus, limitam a área de utilização dos
degraus ou pallets.

,
im
or
Painéis de comando (ou quadro superior e inferior):

Am
Centrais de comando localizadas sob as plataformas, com a função de gerenciar

da
todas as operações de controle e segurança da escada ou da esteira rolante.
ru
Ar
Treliça:
el
ni

Estrutura da escada ou esteira rolante, dimensionada para suportar com segurança


Da

a todos os esforços estáticos e dinâmicos.


4
33
18
21

Corte esquemático de uma escada rolante (parte inferior)


70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

35 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33

Conjunto de acionamento:
18
21

Composto de Motor, Redutor e Freio, é responsável por todo o acionamento


70

mecânico da escada ou da esteira rolante.


87
F:

Corrente de acionamento principal (máquina):


CP

Responsável por transmitir o trabalho do conjunto acionamento e produzir o


,
im

movimento dos corrimãos e dos degraus ou pallets.


or
Am

Conjunto tensionador:
da

Localizado na parte interna no extremo inferior da escada ou da esteira rolante,


ru
Ar

permite manter o perfeito tensionamento das correntes acionadoras dos degraus


ou pallets, independentemente da variação de carga.
el
ni

Conjunto rolos da curva (guia frontal com rolos):


Da

Posicionado nas curvas dos extremos dos guarda-corpos, têm a função de reduzir
o atrito, melhorando o desempenho e aumentando a vida útil dos corrimãos.

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Conjunto propulsor do corrimão:

Por meio de fricção, transmite aos corrimãos o movimento, garantindo uma


velocidade constante.

4
33
Corte esquemático de uma esteira rolante.

18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70

Rolos de degraus/pallets:
87
F:

Responsáveis por absorver a carga dos degraus ou pallets e proporcionar um


CP

funcionamento silencioso e confortável.


,
im

Plataformas (superior e inferior):


or

São coberturas removíveis posicionadas nos extremos superior e inferior, que


Am

possibilitam o acesso à parte interna da escada ou esteira rolante.


da
ru

Pallets:
Ar

São partes móveis da esteira rolante, destinadas para o transporte dos passageiros
el
ni

e de carrinhos apropriados.
Da

Iluminação de soleira (opcional):

Tem a função de alertar o passageiro a chegada aos pentes da soleira.

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Iluminação de degraus (opcional para escadas rolantes):

De coloração verde, é emitida por entre os vãos dos degraus próximos às soleiras
e tem a função de aumentar a segurança, indicando o movimento dos degraus.

Corte esquemático de uma esteira rolante.

4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33

Gabarito: Item CERTO.


18
21
70
87

Os sistemas de ventilação e condicionamento de ar são recursos amplamente


F:

utilizados em todo tipo de edificação (prédios residenciais, de escritórios,


CP

centros comerciais etc.) para garantir o conforto térmico das pessoas que
,

ocupam esses prédios ou neles circulam. Acerca das características e dos


im
or

princípios de funcionamento dos diversos tipos de sistemas de


Am

condicionamento de ar, julgue os próximos itens.


da

4. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009) Os sistema de


ru

ventilação para condicionamento de ar do tipo fan-coil pode atender uma


Ar

grande quantidade de ambientes, sendo o ar insuflado e (ou) exaurido


el

através de um conjunto complexo de dutos interligados ou ramificados.


ni
Da

38 

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Atenção! Pessoal, é conveniente que façamos algumas observações


preliminares sobre essas questões de ar-condicionado da prova de 2009 do
TCU. Os diferentes tipos de sistemas de ar condicionado possuem
características principais, as quais veremos adiante, que as distinguem.
Contudo, cada sistema possui uma liberdade de projeto, podendo haver a

4
combinação de várias unidades de determinado equipamento, diferentes

33
18
arranjos na rede de dutos de ar, etc.

21
70
Assim, em virtude das inúmeras possibilidades de arranjos possíveis, devemos

87
ter cuidado ao fazermos afirmações categóricas. Foi justamente este cuidado

F:
que a banca não teve ao redigir as questões desta prova. Assim, houve muita

CP
polêmica durante a fase de recursos, sendo que muitos candidatos chegaram a

,
apresentar projetos cujos arranjos contrariavam o gabarito preliminar. Contudo,

im
a banca não aceitou os recursos e manteve o gabarito.

or
Am
da
ru
Sistemas de Ventilação Ar
Elementos Constituintes de Sistemas de Ventilação
el
ni

Sistemas de ventilação têm funções variadas:


Da

• promover a circulação de ar condicionado (resfriado ou aquecido) para


4
33

manter conforto humano em ambientes;


18
21

• remover ar contaminado de ambientes;


70
87

• remover, com auxílio de uma corrente de gás, particulado sólido gerado


F:

em processos industriais;
CP

• promover a filtragem de ar de ambientes críticos, etc.


,
im
or

Um sistema de ventilação é constituído do(s) ventilador(es), dos dutos aos quais


Am

os ventiladores estão conectados, e inúmeros elementos auxiliares que têm


da

função específica.
ru
Ar

Os dutos, de forma similar às tubulações de um sistema de bombeamento, têm a


el

função de conduzir, confinadamente, os gases de trabalho (muitas vezes o ar)


ni

entre as extremidades do sistema de ventilação.


Da

Um sistema de ventilação bem projetado é aquele que, minimizando custos de


investimento e operação, distribui/exaure o gás, de acordo com as especificações,
para/de vários ambientes ao qual está conectado, opera com perda de carga
39 

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reduzida e não gera ruído intenso e prejudicial à saúde dos indivíduos que
habitam sua área de atuação.

Uma lista dos elementos auxiliares de um sistema de ventilação compreenderia:

• ‘dampers’ de controle, as ‘válvulas’ dos sistemas de ventilação, podem ser

4
33
manuais ou automáticos, e são usados para controlar e ajustar a vazão do

18
gás de trabalho e mesmo isolar elementos do sistema de ventilação, como

21
é o caso dos ‘dampers’ corta-fogo;

70
87
• filtros, aplicados para remover pó, particulado sólido, contaminantes e

F:
odor do escoamento de gás;

CP
• serpentinas de aquecimento e resfriamento, utilizadas em sistemas de

,
im
condicionamento de ar e refrigeração para manter o ar na temperatura de

or
Am
conforto ou na temperatura especificada para o processo que ocorre no
ambiente condicionado;

da
ru
• abafadores de ruído, aplicados para reduzir o nível de ruído produzido
Ar
pelo ventilador;
el
ni

• caixas de mistura, utilizadas para misturar correntes gasosas diversas e


Da

garantir a especificação do gás insuflado no ambiente (por exemplo, o ar


4

de retorno de um ambiente condicionado e o ar externo são misturados na


33

caixa de mistura para garantir uma taxa de renovação especificada e


18
21

manter em nível baixo a concentração de contaminantes, CO2, etc);


70

• umificadores e desumidificadores, utilizados para controlar a umidade do


87
F:

ar insuflado em ambientes. Serpentinas de resfriamento são


CP

desumidificadores quando operam em temperaturas inferiores ao ponto de


,

orvalho, causando a condensação da umidade do gás ventilado sobre sua


im

superfície;
or
Am

• caixas de volume variável, utilizadas em sistemas de condicionamento de


da

ar, suprem uma vazão variável de ar condicionado ao ambiente em


ru

resposta a um sinal proveniente de um sensor de temperatura;


Ar

• difusores, instalados na extremidade dos dutos,são os elementos


el
ni

responsáveis por distribuir/remover adequadamente o ar dos ambientes


Da

condicionados;

• singularidades dos dutos, tais como cotovelos, junções, derivações, etc.


 
40 

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Alguns Exemplos de Sistemas de Ventilação

Há sistemas de ventilação simples, constituídos pelo ventilador somente (os


“circuladores de ar”, de teto, de coluna ou de mesa), os sistemas formados por
um único ventilador e duto de insuflamento ou exaustão, ou mesmo um
ventilador montado em um gabinete de dimensões reduzidas, onde há um filtro e

4
33
uma sepentina de resfriamento ou de aquecimento de ar (o chamado ‘fan-coil’), e

18
difusores nas extremidades de dutos de comprimento reduzido (ver esquema

21
abaixo).

70
87
Sistema de ventilação simples, unidade “fan-coil”:

F:
CP
,
Ar insuflado

im
or
Difusor

Am
da
Unidade

ru
'Fan-Coil' Ar
Vent. Exterior
el

Sala
ni

Serpentina
Da

de resfriamento
4
33

Filtro
18

Ar externo
Ar de retorno
21
70

Difusor Damper
87

 
F:

 
CP

 
,
im

Há sistemas de ventilação complexos, geralmente partes de sistemas centrais de


or
Am

condicionamento de ar, ou de exaustão. Nestes, a característica principal é a


grande quantidade de ambientes que são atendidos pelo ar insuflado e/ou
da
ru

exaurido através de um conjunto complexo de dutos, interligados, ramificados,


Ar

etc. Constituem-se, então, como grandes redes de escoamento (o termo em inglês


é “flow network”), com dutos de insuflamento principais, secundários e
el
ni

derivações, e dutos de retorno principais, secundários e derivações, todos eles


Da

conduzindo ar (geralmente) com a energia transferida por um ou mais


ventiladores, ligados em série/paralelo, através de vários elementos auxiliares
com funções específicas.

41 

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O CESPE considerou a questão errada. Assim, ele considerou que o sistema de


ventilação para condicionamento de ar do tipo fan-coil pode atender uma grande
quantidade de ambientes, porém o ar seria insuflado e (ou) exaurido através de
um conjunto simples de dutos. Não seria, no caso, um sistema complexo de dutos
interligados ou ramificados.

4
33
Contudo, nada impede que um sistema que utilize fan-coil possua um conjunto

18
de dutos interligados ou ramificados, sendo que isto ocorre em projetos de

21
edifícios de grande porte.

70
87
Gabarito: Item ERRADO.

F:
CP
,
im
5. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009) O sistema de

or
ventilação para condicionamento de ar de volume constante e temperatura

Am
variável consiste de um único ventilador, instalado de modo a propiciar a

da
circulação do ar por apenas um duto de insuflamento.

ru
Ar
Os sistemas de ventilação esquematizados nesta e na próxima questão são duas
el

montagens típicas de aplicações de condicionamento de ar, ilustrando a aplicação


ni

dos vários componentes: ventilador(es), dutos e elementos auxiliares.


Da

Volume constante e temperatura variável


4
33

O primeiro deles é um sistema de ventilação para condicionamento de ar de


18

volume constante e temperatura variável (o volume constante refere-se à vazão


21

de ar constante).
70
87

O exemplo tem somente um ventilador instalado (pode ser um conjunto em série


F:

e ainda ter ventilador de retorno), que circula o ar e mantém os ambientes com


CP

pressão ligeiramente superior à atmosférica para evitar infltrações, e vários


,

elementos auxiliares. Utiliza dutos de retorno, os quais, em conjunto com os


im
or

dutos de insuflamento, constituem um sistema em circuito ‘quase fechado’, pois


Am

‘dampers’ são utilizados para permitir que uma fração do ar circulante seja
da

renovado com ar fresco externo. Um sensor de temperatura no duto principal de


ru

insuflamento para os ambientes condicionados alimenta um controlador que atua


Ar

válvula(s) de controle de vazão da água gelada na serpentina de resfriamento.


el

Desta forma o ar frio (caso dominante no Brasil, onde as regiões que requerem
ni

aquecimento restrigem-se a estados do sul e alguns do sudeste) é insuflado nos


Da

ambientes (podem ser vários, como o conjunto de salas de um edifício, etc) com
a temperatura ajustada pela carga térmica instantânea.

42 

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Esquema de um sistema de ventilação para condicionamento de ar: volume


constante e temperatura variável:
 

Damper
Ar de Ar de

4
exaustão retorno

33
18
Abafador
de ruído

21
Damper

70
87
F:
Damper

Ar
Ar T
misturado Ventilador Ar para

CP
externo ambientes

,
im
Filtro Serpentina de Abafador
resfriamento de ruído
 

or
Am
A questão está errada porque o sistema de ventilação para condicionamento de ar
de volume constante e temperatura variável com circulação de ar por dutos de

da
ru
insuflamento e dutos de retorno. Ar
Gabarito: Item ERRADO.
el
ni
Da

6. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009) O sistema de


4
33

ventilação para condicionamento de ar de volume variável e temperatura


18

constante apresenta como principal limitação a incapacidade de controle


21

individualizado por ambiente condicionado.


70
87

Volume variável e temperatura constante


F:
CP

O segundo sistema de ventilação esquematizado é o de volume variável e


temperatura constante (vazão de ar variável e temperatura de insuflamento
,
im

constante).
or
Am

Utiliza as caixas VAV para insuflar o ar condicionado nos ambientes. Note que
este sistema permite um controle individualizado por ambiente condicionado. As
da
ru

variações da carga térmica são compensadas com a variação do volume do ar


Ar

insuflado com temperatura constante. O ‘damper’ na entrada da caixa VAV


el

realiza esta operação. Para manter a pressão e a temperatura do ar no duto


ni

principal constantes, a vazão de água gelada da serpentina de resfriamento e a


Da

rotação do ventilador são controladas. Um sistema como o mostrado pode ter


uma centena de VAVs e ambientes.

43 

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Esquema de um sistema de ventilação para condicionamento de ar: volume


variável e temperatura constante:

Damper
Ar de Ar de Ventilador
exaustão retorno retorno

4
33
Abafador

18
de ruído
Damper

21
Serpentina de Abafador
resfriamento de ruído

70
Caixa
VAV
Damper

Ar

87
Ar misturado Ventilador Ar para
externo insuflamento ambientes T

F:
Damper Difusor

CP
Filtro
P
T

,
T

im
Caixa
VAV

or
 

Am
Neste sistema de volume variável e temperatura constante mostrado, dois

da
ru
ventiladores (um de retorno e outro de insuflamento) suprem a energia necessária Ar
para que o ar escoe na vazão desejada. Observe que a vazão é a mesma através
el

dos ventiladores, os quais, consequentemente, estão montados em série.


ni

Entretanto, as propriedades do ar não são necessariamente as mesmas para cada


Da

ventilador. Para um cálculo preciso das condições operacionais de cada


4

ventilador, as propriedades do ar na sucção de cada ventilador deverão ser


33

consideradas.
18
21

A questão está errada porque o sistema de ventilação para condicionamento de ar


70

de volume variável e temperatura constante apresenta como principal


87

característica a capacidade de controle individualizado por ambiente


F:

condicionado.
CP
,

Gabarito: Item ERRADO.


im
or
Am
da

(CESPE/CETURB-ES/Técnico em Manutenção Civil/2009) - Acerca dos


ru

serviços topográficos utilizados nas edificações, julgue os itens que se


Ar

seguem.
el

7. (CESPE/CETURB-ES/Técnico em Manutenção Civil/2009) A planta do


ni
Da

levantamento planialtimétrico do imóvel deve conter informações referentes


à topografia e aos acidentes físicos. Não é necessário apresentar informações
a respeito da vizinhança e dos logradouros.

44 

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A planta planialtimétrica ou topográfica tem por objetivo a representação de duas


dimensões, a primeira referente ao plano e a segunda à altitude. Desta forma, os
símbolos e cores convencionais são de duas ordens: planimétricos e altimétricos.

PLANIMETRIA

4
33
A representação planimétrica pode ser dividida em duas partes, de acordo com os

18
elementos que cobrem a superfície do solo, ou seja, físicos ou naturais e culturais

21
ou artificiais.

70
87
Os primeiros correspondem principalmente à hidrografia e vegetação, os

F:
segundos decorrem da ocupação humana, sistema viário, construções, limites

CP
políticos ou administrativos etc.

,
im
ALTIMETRIA

or
Am
A cor da representação da altimetria do terreno na carta é, em geral, o sépia. A

da
própria simbologia que representa o modelado terrestre (as curvas de nível) é

ru
impressa nessa cor. Ar
Dessa forma, temos que a planta do levantamento planialtimétrico deve conter os
el

elementos culturais ou artificiais, entendendo-se estes como os decorrentes da


ni
Da

ocupação humana, como construções vizinhas e sistema viário. Assim, a questão


está errada.
4
33
18

Gabarito: Item ERRADO.


21
70
87
F:

8. (CESPE/CETURB-ES/Técnico em Manutenção Civil/2009) Com


CP

referência à topografia do imóvel, é necessário demarcar os córregos ou


quaisquer outros cursos de água existentes no imóvel ou em sua divisa.
,
im
or

Esta questão cobra o conhecimento da mesma matéria da questão anterior e como


Am

dito naquele comentário, a representação planimétrica pode ser dividida em duas


da

partes, de acordo com os elementos que cobrem a superfície do solo, ou seja,


ru

físicos ou naturais e culturais ou artificiais. Assim, os cursos de água existentes


Ar

no imóvel ou em sua divisa devem ser contemplados no levantamento


el

planialtimétrico já que são elementos naturais existentes no imóvel, estando


ni

correta a questão.
Da

Gabarito: Item CERTO.

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9. (CESPE/CETURB-ES/Técnico em Manutenção Civil/2009) O terreno


necessita estar terraplenado até aproximadamente às cotas de nível
definidas para execução das fundações, sendo a limpeza realizada apenas
após a concretagem.

Essa questão é de resposta muito simples, porém chama a atenção para um

4
33
assunto importante. Não fica claro no enunciado se a limpeza citada é a remoção

18
do material escavado das fundações, mas essa é a hipótese mais provável uma

21
vez que segundo o texto, o terreno foi terraplenado, não existindo assim

70
87
vegetação ou entulhos a serem removidos. Sendo essa a situação questionada, a

F:
resposta é que como condição para a concretagem da fundação, deve-se remover

CP
o material oriundo da escavação e fazer a limpeza da área.

,
im
O assunto importante levantado na questão é a necessidade de executar a

or
terraplenagem do terreno antes das fundações. Em caso de grandes

Am
movimentações de terra isso parece óbvio, e realmente ninguém escava a

da
fundação com o terreno muito fora da cota de projeto. Contudo, em obras de
ru
menor porte, quando o terreno está apenas alguns centímetros fora da cota Ar
correta, há quem execute a fundação para somente depois acertar a cota do
el

terreno. Isso nunca deve ser feito porque após concretada a fundação, o trabalho
ni

de terraplenagem será muito dificultado e ao executar a fundação com o terreno


Da

fora da cota corre-se um risco enorme de errar a profundidade das fundações ou,
4
33

depois, as cotas de arrasamento da concretagem.


18
21

Gabarito: Item ERRADO.


70
87
F:

Julgue os próximos itens, que se referem à topografia.


CP
,

10. (CESPE/ANA/Analista/Engenharia Civil/2006) As poligonais destinam-


im

se a levantamentos de áreas grandes e são sempre fechadas.


or
Am

A questão trata dos métodos de levantamento topográfico. Dentre os principais


da

métodos, temos os seguintes:


ru
Ar

Irradiação: É usado quando se podem visar, de uma estação – sede da irradiação


el

– os limites do terreno. Este método é utilizado para levantamento de pequenas


ni

áreas ou como método auxiliar à Poligonação. Escolhe-se convenientemente um


Da

ponto, interna ou externamente à superfície a ser levantada, conforme a ilustração


a seguir.

46 

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4
33
18
21
70
87
Interseção: Método empregado para pequenas áreas e relativamente planas.

F:
CP
Consiste em determinar a posição de um ponto, tendo-se dois ângulos e uma
distância. Na imagem abaixo, C é o ponto a determinar e AB, uma reta de

,
im
comprimento conhecido. Medindo-se os ângulos , ao desenhar a planta,

or
determina-se o ponto C.

Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18

Levantamento à trena e bússola: Método que faz uso de trena e bússola para a
21

obtenção dos dados de uma determinada superfície.


70
87

Poligonação ou caminhamento: É um encadeamento de distâncias e ângulos


F:
CP

medidos entre pontos adjacentes formando linhas poligonais ou polígonos.


Caminhamento é uma série de linhas ligadas entre si, formando uma figura
,
im

fechada ou aberta, cujos lados e ângulos são medidos durante os trabalhos de


or

levantamento. Poligonação é a operação que consiste na medição sucessiva de


Am

ângulos e distâncias formando uma linha denominada linha poligonal, ou


da

simplesmente poligonal, destinada ao transporte de coordenadas. É o


ru

levantamento mais utilizado na prática e empregado para áreas relativamente


Ar

grandes e acidentadas.
el
ni

Poligonal aberta:
Da

47 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Poligonal fechada:

Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:

Dessa forma, a questão está errada porque as poligonais não são sempre
CP

fechadas, podendo ser também abertas.


,
im

Gabarito: Item ERRADO.


or
Am
da
ru

11. (CESPE/ABIN/Oficial Técnico de Inteligência/Área: Engenharia


Ar

Civil/2010) Para a realização de levantamentos topográficos expeditos, pode-


el

se usar uma bússola, uma trena e um clinômetro.


ni

Um levantamento expedido é um levantamento preliminar, sem maior precisão.


Da

Para tanto, a utilização de uma bússola, uma trena e um clinômetro é suficiente,


de forma que a questão está correta.

48 

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O clinômetro também é chamado de inclinômetro, ou nível angular. Ele é um


aparelho usado para medir o ângulo entre um plano inclinado e o plano
horizontal ou entre uma linha inclinada e o plano horizontal.

O clinômetro consiste em um sistema de pêndulo vertical e/ou de bolha de


nivelamento horizontal como referencial e uma escala graduada que mede o

4
33
ângulo do plano ou linha em graus ou em porcentagem de desnível.

18
21
Gabarito: Item CERTO.

70
87
F:
CP
12. (CESPE/ANA/Analista/Engenharia Civil/2006) Os estereoscópios são
instrumentos que servem para medir distâncias horizontais no campo em

,
im
situações de relevo acidentado.

or
Am
O estereoscópio é um instrumento destinado ao exame de pares de fotografias ou

da
imagens vistas de pontos diferentes resultando numa impressão mental de uma

ru
visão tridimensional. Na sua construção são utilizados espelhos, lentes e prismas.
Ar
É um instrumento e aparelho destinado a possibilitar a observação ou visão
el

estereoscópica.
ni
Da

Foto de um estereoscópio:
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da

Na engenharia civil, o estereoscópio é utilizado para visualizar as imagens


ru

registradas por meio da aerofotogrametria. A aerofotogrametria é uma técnica de


Ar

obtenção de informações e/ou dados quantitativos tendo como material base as


el

fotografias aéreas.
ni
Da

Para a realização das fotografias aéreas, uma aeronave equipada com câmeras
fotográficas métricas percorre o território fotografando-o verticalmente, seguindo
alguns preceitos técnicos como: ângulo máximo de cambagem 3º, sobreposição
frontal entre as fotos de 60%, sobreposição lateral da ordem de 30%.
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Ilustração dos recobrimentos:

4
33
18
21
70
87
F:
CP
A Fotogrametria é a ciência que permite executar medições precisas utilizando de
fotografias métricas. Embora apresente uma série de aplicações nos mais

,
im
diferentes campos e ramos da ciência, como na topografia, astronomia, medicina,

or
meteorologia e tantos outros, tem sua maior aplicação no mapeamento

Am
topográfico. Sua finalidade é determinar a forma, dimensões e posição dos

da
objetos contidos numa fotografia, através de medidas efetuadas sobre a mesma.
ru
Ar
Voo fotográfico:
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am

Dessa forma, a questão está errada porque os estereoscópios não são


da

instrumentos que servem para medir distâncias horizontais no campo em


ru

situações de relevo acidentado.


Ar
el
ni
Da

De acordo com as condições apresentadas na figura abaixo, que ilustra a


planta topográfica de um terreno, julgue os itens subseqüentes.

50 

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4
33
18
21
70
87
Gabarito: Item ERRADO.

F:
CP
13. (CESPE/ME/Engenheiro/2008) A superfície do terreno no trecho A-A é

,
im
mais íngreme que no trecho B-B.

or
Am
A figura da questão contempla a indicação de curvas de nível de um terreno. O
método, por excelência, para representar o relevo terrestre, é o das curvas de

da
nível, permitindo ao usuário, ter um valor aproximado da altitude em qualquer
ru
Ar
parte da carta topográfica.
el

A curva de nível constitui uma linha imaginária do terreno, em que todos os


ni

pontos de referida linha têm a mesma altitude, acima ou abaixo de uma


Da

determinada superfície da referência, geralmente o nível médio do mar.


4
33

Com a finalidade de ter a leitura facilitada, adota-se o sistema de apresentar


18

dentro de um mesmo intervalo altimétrico, determinadas curvas, mediante um


21
70

traço mais grosso. Tais curvas são chamadas "mestras", assim como as outras,
87

denominam-se "intermediárias". Existem ainda as curvas "auxiliares".


F:
CP

Principais características das curvas de nível:


,
im

a) As curvas de nível tendem a ser quase que paralelas entre si.


or
Am

b) Todos os pontos de uma curva de nível se encontram na mesma elevação.


da

c) Cada curva de nível fecha-se sempre sobre si mesma.


ru
Ar

d) As curvas de nível nunca se cruzam, podendo se tocar em saltos d'água ou


despenhadeiros.
el
ni

e) Em regra geral, as curvas de nível cruzam os cursos d'água em forma de "V",


Da

com o vértice apontando para a nascente.

Ilustração das curvas de nível:

51 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
De acordo com a figura da questão, percebemos que a diferença de cota entre
cada curva de nível é de 5 metros. Assim, o terreno representado na imagem é

da
ru
uma elevação que parte em sua parte externa da cota 90 até seu pico acima da
Ar
cota 110.
el

Para verificarmos a inclinação dos trechos indicados na figura, basta


ni

percebermos o espaçamento entre as curvas de nível em cada trecho. Quanto


Da

mais próximas as curvas, mais íngreme é o trecho. Dessa forma, vê-se que o
4
33

trecho A-A é mais curto que o trecho B-B, ou ainda que admitamos serem do
18

mesmo comprimento, o trecho A-A é cortado por cinco curvas e o trecho B-B
21

por três curvas, o que significa que o desnível do trecho A-A é maior do que o
70

desnível do trecho B-B, sendo mais íngreme.


87
F:

Gabarito: Item CERTO.


CP
,
im

Com base na figura abaixo, que ilustra parte de uma planta topográfica com
or

destaque para uma área relativa à residência a ser construída, julgue os


Am

itens que se seguem.


da
ru
Ar
el
ni
Da

52 

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33
18
21
70
87
14. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011)

F:
CP
Caso, no piso do andar térreo da construção a ser executada, haja cota igual
a 60 m, então, o serviço de terraplenagem para execução da construção se

,
im
restringirá aos serviços de cortes no terreno natural.

or
Am
Analisando a área a ser ocupado por construção (marcada na figura pelo
retângulo com hachuras), percebemos que ela perpassa áreas com cota que vão

da
ru
desde abaixo de 55 até acima de 65. Logo, para nivelarmos esta área na cotaAr
igual a 60 m serão necessários serviços de corte e aterro. Assim, a questão está
el

errada.
ni

Gabarito: Item ERRADO.


Da
4
33
18

15. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011)


21

Considerando-se a figura acima, é correto afirmar que, para a obtenção da


70
87

planta topográfica apresentada, bastou-se a realização de um levantamento


F:

planimétrico.
CP

Como há a representação das altitudes verificadas no terreno mediante curvas de


,
im

nível, o levantamento realizado foi, além de planimétrico, altimétrico. Assim, a


or

questão está errada.


Am

Gabarito: Item ERRADO.


da
ru
Ar
el

16. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011)


ni

Considerando-se que haja homogeneidade nas condições de solo e de


Da

vegetação em toda a região, é correto afirmar que o talude indicado pela


linha AB será o mais suscetível à erosão superficial em épocas de chuvas.

53 

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A declividade do terreno é tanto maior quanto maior for a proximidade das


curvas de nível. A proximidade destas significa que há uma maior alteração de
altitude em uma menor distância horizontal, o que representa uma maior
inclinação.

Considerando-se que, se todas as outras características forem uniformes, o talude

4
33
mais suscetível à erosão é o mais íngreme, e que o talude AB é menos íngrime do

18
que o talude no qual se encontra a área a ser ocupada por construção, a questão

21
está errada.

70
87
Gabarito: Item ERRADO.

F:
CP
,
im
17. (CESPE/ME/Engenheiro/2008) O desenho abaixo representa

or
esquematicamente a superfície do terreno ao longo da linha C-C.

Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

A superfície do terreno ao longo da linha C-C não possui a concavidade mostrada


4
33

na imagem. O desenho correto do trecho C-C seria o seguinte:


18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am

Gabarito: Item ERRADO.


da
ru
Ar
el

18. (CESPE/ME/Engenheiro/2008) Em plantas topográficas, a linha D-D é a


ni

representação usual de uma linha de transmissão de energia elétrica.


Da

O conteúdo de uma carta topográfica pode ser dividido em Informação


Geográfica e Informação Marginal.

A Informação Geográfica
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• Dentro dos limites da área mapeada, devendo conter informações plani-


altimétricas de classes de feições geográficas. Estas podem ser
subdivididas em:

i. elementos planimétricos;

4
33
ii. elementos hidrográficos;

18
21
iii. elementos hipsométricos;

70
iv. elementos de vegetação.

87
F:
A Informação Marginal

CP
,
• Conjunto de informações padronizadas, apresentadas por meio de notas

im
explicativas, legenda de símbolos e gráficos impressos nas margens de

or
Am
mapas e cartas.

da
ru
Sendo uma carta ou mapa a representação, numa simples folha de papel, da Ar
superfície terrestre, em dimensões reduzidas, é preciso associar os elementos
el

representáveis a símbolos e convenções.


ni
Da

As convenções cartográficas abrangem símbolos que, atendendo às exigências da


4

técnica, do desenho e da reprodução fotográfica, representam, de modo mais


33

expressivo, os diversos acidentes do terreno e objetos topográficos em geral. Elas


18

permitem ressaltar esses acidentes do terreno, de maneira proporcional à sua


21
70

importância, principalmente sob o ponto de vista das aplicações da carta.


87
F:

Outro aspecto importante é que, se o símbolo é indispensável é determinada em


CP

qualquer tipo de representação cartográfica, a sua variedade ou a sua quantidade


acha-se, sempre, em função da escala do mapa.
,
im
or

É necessário observar, com o máximo rigor, as dimensões e a forma


Am

característica de cada símbolo, a fim de se manter, sobretudo, a homogeneidade


da

que deve predominar em todos os trabalhos da mesma categoria.


ru
Ar

Quando a escala da carta permitir, os acidentes topográficos são representados de


acordo com a grandeza real e as particularidades de suas naturezas. O símbolo é,
el

ordinariamente, a representação mínima desses acidentes. A não ser o caso das


ni
Da

plantas em escala muito grande, em que suas dimensões reais são reduzidas à
escala (diminuindo e tornando mais simples a simbologia), à proporção que a
escala diminui aumenta a quantidade de símbolos.

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Então, se uma carta ou mapa é a representação dos aspectos naturais e artificiais


da superfície da Terra, toda essa representação só pode ser convencional, isto é,
através de pontos, círculos, traços, polígonos, cores, etc.

Deve-se considerar também outro fator, de caráter associativo, ou seja, relacionar


os elementos a símbolos que sugiram a aparência do assunto como este é visto

4
33
pelo observador, no terreno.

18
21
A posição de uma legenda é escolhida de modo a não causar dúvidas quanto ao

70
objeto a que se refere. Tratando-se de localidades, regiões, construções, obras

87
públicas e objetos congêneres, bem como acidentes orográficos isolados, o nome

F:
CP
deve ser lançado, sem cobrir outros detalhes importantes. As inscrições
marginais são lançadas paralelamente à borda sul da moldura da folha, exceto as

,
im
saídas de estradas laterais.

or
Am
Na questão, temos que a representação da linha D-D é de uma cerca. A

da
representação usual de uma linha de transmissão de energia elétrica é uma linha

ru
pontilhada acompanhada da indicação AT, para alta-tensão, ou BT para baixa-Ar
tensão, conforme detalhe a seguir:
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am

Abaixo, segue um exemplo de um mapa hipsométrico e os pontos de coleta de


da

dados, indo do nível do mar até 1200m:


ru
Ar
el
ni
Da

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am

Gabarito: Item ERRADO.


da
ru
Ar

Acerca dos sistemas de georreferenciamento, julgue os próximos itens.


el
ni

19. (CESPE/CETURB-ES/Analista de Planejamento/2009) Georreferenciar


Da

uma área consiste em tomar suas coordenadas conhecidas em determinado


sistema de referência.

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O levantamento planialtimétrico georreferenciado (georreferenciamento) tem por


finalidade promover a representação do relevo da superfície terrestre sobre um
plano topográfico através de coordenadas.

Georreferenciamento de uma imagem ou um mapa ou qualquer outra forma de


informação geográfica é tornar suas coordenadas conhecidas num dado sistema

4
33
de referência. Este processo inicia-se com a obtenção das coordenadas

18
(pertencentes ao sistema no qual se pretende georreferenciar) de pontos da

21
imagem ou do mapa a serem georreferenciados, conhecidos como pontos de

70
87
controle. Os pontos de controle são locais que oferecem uma feição física

F:
perfeitamente identificável, tais como intersecções de estradas e de rios, represas,

CP
pistas de aeroportos, edifícios proeminentes, topos de montanha, entre outros. A

,
obtenção das coordenadas dos pontos de controle pode ser realizada em campo (a

im
partir de levantamentos topográficos, GPS – Sistema de Posicionamento Global),

or
Am
ou ainda por meio de mesas digitalizadoras, ou outras imagens ou mapas
georreferenciados.

da
ru
No Brasil, a lei 10.267, de 28 de agosto de 2001, regulamentada pelo decreto
Ar
4.449 de 30 de outubro de 2002, alterado pelo decreto 5.570 de 31 de outubro de
el

2005, criou o Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (CNIR). A referida lei torna
ni

obrigatório o georreferenciamento do imóvel para inclusão da propriedade no


Da

CNIR, condição esta, necessária para que se realize qualquer alteração cartorial
4
33

da propriedade.
18
21

Atualmente, nos trabalhos de auditoria ou fiscalização de obras, os órgãos


70

públicos (Caixa Econômica Federal, Tribunais de Contas Estaduais,


87

Controladoria-Geral da União, Tribunal de Contas da União e outros) sempre


F:

utilizam o georreferenciamento das obras analisadas. Hoje não passa de folclore


CP

a história de que em determinado lugar se construiu uma obra com o dinheiro


,
im

para fazer várias e prestou-se contas com fotos diferentes da mesma obra.
or

Equipamentos utilizados no georreferenciamento:


Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
Usualmente, o levantamento planialtimétrico georreferenciado é realizado com a

,
utilização de duas metodologias, sendo uma com a utilização de uma estação

im
total e a outra com o GPS Geodésico.

or
Am
A estação total é um aparelho eletrônico que permite fazer leituras de distâncias e

da
ângulos a partir do deslocamento do feixe de luz, que atinge um prisma e é

ru
refletido de volta ao aparelho, tendo este um computador interno que armazena
Ar
todas as informações geradas no campo.
el
ni

Enquanto o GPS de precisão é um aparelho que capta por uma antena os sinais
Da

emitidos por satélites e os transforma em coordenadas, obtendo-se em tempo real


a posição exata de alguma entidade, seja ela homem, veículo, navio, míssil,
4
33

árvore, vértice, etc., tendo uma precisão de centímetros e até milímetros em


18

condições satisfatórias.
21
70

Assim, a questão está correta.


87
F:

Gabarito: Item CERTO.


CP
,
im
or

20. (CESPE/CETURB-ES/Analista de Planejamento/2009) Devido à


Am

imprecisão inerente ao funcionamento dos satélites responsáveis pelo


da

sistema GPS (global positioning system), recomenda-se sempre a não


ru

utilização desse sistema para a obtenção das coordenadas dos pontos de


Ar

controle de uma área a ser georreferenciada com fins de planejamento de


el

transportes.
ni
Da

Embora esta questão pareça óbvia, eu resolvi colocá-la porque ela aborda uma
lenda urbana que muita gente acredita ser real. Há muitas pessoas que acreditam
que o GPS não é preciso. Claro que isso decorre da falta de conhecimento sobre

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o funcionamento do sistema, sendo que as pessoas normalmente não sabem a


distinção das medidas relativas e absolutas tomadas por GPS.

Ainda, há a memória do tempo de guerra em meados dos anos 2000 quando o


departamento de defesa dos EUA impunha a chamada “disponibilidade seletiva”,
que consistia em um erro induzido ao sinal impossibilitando que aparelhos de uso

4
33
civil operassem com precisão inferior a 90 metros.

18
21
Existem diferentes receptores GPS, desde diversas marcas que comercializam

70
soluções "tudo-em-um", até os externos que são ligados por cabo ou ainda por

87
bluetooth. Geralmente categorizados em termos de demandas de uso em

F:
CP
Geodésicos, Topográficos e de Navegação.

,
A diferenciação entre essas categorias, que a princípio pode parecer meramente

im
or
de preço de aquisição é principalmente devido à precisão alcançada, ou seja a

Am
razão da igualdade entre o dado real do posicionamento, e o oferecido pelo

da
equipamento. Sendo os mais acurados, com valores na casa dos milímetros, os

ru
receptores Geodésicos são capazes de captar as duas frequências emitidas pelos
Ar
satélites (L1 e L2), possibilitando assim a eliminação dos efeitos da refração
el

ionosférica. Os topográficos, que tem características de trabalho semelhantes à


ni

categoria anterior, porém somente captam a frequência L1, também possuem


Da

elevada precisão, geralmente na casa dos centímetros.


4
33

Dessa forma, não há nenhuma contra-indicação do uso de GPS para realização de


18

georreferenciamento.
21
70

Gabarito: Item ERRADO.


87
F:
CP

Acerca do caderno de encargos, julgue o item abaixo.


,
im
or

21. (CESPE/UNIPAMPA/2009 - Cargo 4: Arquiteto e Urbanista) O caderno


Am

de encargos da edificação apresenta o objeto da incorporação e seus


da

acabamentos de forma sucinta, com emprego de terminologia adequada à


ru

apreciação pelos futuros adquirentes das construções, em estreita vinculação


Ar

com os desenhos de projeto.


el
ni
Da

Você sabe a diferença entre Caderno de Encargos e Memorial Descritivo?

60 

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No Memorial Descritivo, são definidos e descritos os métodos a serem usados na


execução dos serviços, assim como as características dos materiais a serem
empregados para tanto.

Um memorial descritivo, como o próprio nome diz, é um texto explicando o


projeto, os conceitos utilizados, normas adotadas, premissas, etc. Normalmente

4
33
tem o objetivo de explicitar, na forma de um texto, as informações mais

18
importantes e que constam do projeto completo e que, porém, devido ao volume

21
de informações ser grande, não são facilmente observáveis, principalmente para

70
87
uma pessoa sem a formação técnica.

F:
CP
O Caderno de Encargos tem um sentido mais amplo, englobando a descrição de
vários tipos de serviços, independentemente da obra que será executada,

,
im
determinando o padrão e as normas de execução, específicos a um órgão

or
contratante qualquer, para os serviços da construção civil.

Am
da
No Caderno de Encargos, encontram-se, inclusive, a especificação dos materiais

ru
básicos a serem aplicados. O mesmo deve seguir as orientações das normas Ar
técnicas de execução de serviços da ABNT.
el

O Caderno de Encargos pode ser definido como o conjunto de especificações,


ni

critérios, condições e procedimentos estabelecidos pelo contratante (ou


Da

proprietário) para a contratação, execução, fiscalização e controle de obras ou


4
33

serviços.
18
21

Analisando o item, observamos que a banca examinadora misturou os conceitos.


70
87

A definição apresentada se refere ao Memorial Descritivo, e não ao Caderno de


F:

Encargos.
CP

Gabarito: Item ERRADO.


,
im
or
Am

22. (CESPE/SERPRO/2004 - Cargo 6: Analista – Recursos Logísticos) O


da

caderno de encargos é o conjunto de especificações, critérios, condições e


ru

procedimentos estabelecidos pelo proprietário da obra para a contratação,


Ar

execução, fiscalização e controle de obras ou serviços.


el
ni

É exatamente essa a definição que acabamos de ver: Caderno de Encargos é o


Da

conjunto de especificações, critérios, condições e procedimentos estabelecidos


pelo contratante (ou proprietário) para a contratação, execução, fiscalização e
controle de obras ou serviços.

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Gabarito: Item CERTO.

23. (CESPE/TCEES/2004 - Cargo 3: Controlador de Recursos Públicos –


Área: Engenharia Civil) O caderno de encargos de uma construção é o

4
33
conjunto de especificações, critérios, condições e procedimentos

18
estabelecidos pelo construtor para a execução e fiscalização de obras ou

21
serviços.

70
87
O erro é que o Caderno de Encargos é o conjunto de especificações, critérios,

F:
condições e procedimentos estabelecidos pelo contratante (ou proprietário) para a

CP
contratação, execução, fiscalização e controle de obras ou serviços. Não é o

,
construtor que estabelece tais aspectos mas sim o contratante.

im
or
Gabarito: Item ERRADO.

Am
da
ru
Ar
24. (CESPE/ANA/2006 - Cargo 1: Analista Administrativo / Área 8:
Engenharia Civil) O memorial descritivo da obra é documento necessário
el
ni

para a montagem do orçamento, pois nele são caracterizados os métodos de


Da

execução e o padrão de acabamento da obra.


4
33

De fato o memorial descritivo da obra é documento necessário para a montagem


18

do orçamento, pois nele são caracterizados os métodos de execução e o padrão de


21

acabamento da obra.
70
87

Para ilustrar tal fato, segue um trecho de um Memorial Descritivo:


F:
CP

“(...)
,
im

6 – LOCAÇÃO: A obra será marcada rigorosamente de acordo com os projetos


or

e plantas aprovadas pelos órgãos municipais.


Am

7 – ESCAVAÇÕES: Devem ser executadas conforme projeto.


da
ru

8 – FUNDAÇÕES E ESTRUTURA: Serão executadas conforme projeto


Ar

estrutural.
el
ni

9 – PAREDES: Serão executadas em alvenaria de tijolos vazados, com espessura


Da

de 20 cm para paredes externas e entre economias, e 15 cm para as paredes


internas, com encunhamento realizado com tijolo maciço onde necessário.

10 – COBERTURA:

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A cobertura será realizada com telhas cerâmicas tipo colonial (ROMANA),


sobre estrutura de madeira assentada sobre a última laje. Os vazios de
iluminação/ventilação serão cobertos por telhas de policarbonato. No terraço
será executada uma camada de argamassa de regularização e correção de
declividade, para dar o necessário caimento de água até o ralo, com

4
impermeabilizante SIKA. Sobre esta camada será aplicado impermeabilizante

33
18
betuminoso SIKA em três demãos cruzadas. Na última etapa será executada

21
proteção mecânica composta por piso cerâmico assentado com argamassa

70
industrializada, respeitando uma declividade mínima de 1% para escoamento

87
das águas até o ralo.

F:
CP
11 – REVESTIMENTOS:

,
im
11.1 – PAREDES:

or
Am
As paredes externas serão chapiscadas com argamassa de cimento e areia

da
regular, com espessura de 7 mm, e receberão reboco desempenado e feltrado

ru
(massa única) de argamassa de cimento e areia média, com espessura final deAr
20 mm.
el

As paredes internas serão chapiscadas com argamassa de cimento e areia


ni

regular, com espessura de 7 mm e receberão emboço desempenado de


Da

argamassa de cimento e areia média, com espessura final de 20 mm. Nos locais
4
33

onde não for aplicado revestimento de azulejos, o acabamento será com reboco
18

feltrado de argamassa de cimento e areia fina.


21
70

As paredes dos banheiros, da cozinha e das áreas de serviço dos apartamentos


87

serão revestidas até o forro com azulejo INCEPA 25x33. A parede da pia do
F:

lavabo do salão de festas será revestida com azulejo INCEPA 25x33.”


CP
,

Conforme visto, o item está correto.


im
or

Gabarito: Item CERTO.


Am
da
ru

25. (CESPE/TCE-PE/Inspetor de Obras Públicas/2004) O programa de


Ar

necessidades constitui um documento que contém o levantamento das


el

informações necessárias à elaboração do projeto arquitetônico, incluindo a


ni

relação dos setores, suas ligações, as necessidades de áreas, as características


Da

gerais e os requisitos especiais, como as posturas municipais.

Pessoal, conforme já comentamos ao longo do curso, novamente cabe uma


observação muito importante sobre a fonte utilizada pelo CESPE para fazer
63 

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questões cobrando conhecimentos sobre conteúdo de projetos, em especial dos


projetos de arquitetura.

Na Administração Pública Federal, as práticas de projeto seguem as diretrizes


estabelecidas pela Secretaria de Estado da Administração e Patrimônio – SEAP.
A SEAP publica três manuais sobre obras públicas: Práticas de Projeto, Práticas

4
33
de Construção e Práticas de Manutenção. Os manuais estão disponíveis no sitio

18
www.comprasnet.gov.br.

21
70
As questões de concursos abordam, em regra, com relação a etapas de projetos,

87
os conceitos do manual do SEAP e da Lei 8.666/93. Com relação aos projetos de

F:
CP
arquitetura especificamente, são cobrados subsidiariamente os conceitos contidos
nas NBR 13.531 e NBR 13.532. Devemos tomar cuidado com isso porque a Lei

,
im
8.666/93 divide os projetos em Básico e Executivo, sendo que a NBR e a SEAP

or
dividem os projetos em mais etapas. Se o enunciado da questão não fizer menção

Am
à Lei 8.666/93 ou às NBR, devemos ficar atentos e lembrar o que diz a SEAP:

da
ru
A SEAP, no Manual de Projetos, dispõe da seguinte forma: Ar
ETAPAS DE PROJETO DE ARQUITETURA
el
ni

As atividades técnicas de elaboração de projetos de arquitetura de edificações


Da

deverão ser conduzidas em etapas sucessivas pelo contratante e pelo autor do


4

projeto, sendo, no mínimo, as seguintes:


33
18

• Levantamento de Dados - o Caderno de Encargos deverá definir quais os


21
70

itens fornecidos pelo contratante;


87

• Programa de Necessidades - a ser fornecido no Caderno de Encargos;


F:
CP

• Estudo de Viabilidade;
,
im

• Estudo Preliminar;
or
Am

• Anteprojeto;
da

• Projeto Legal;
ru
Ar

• Projeto Básico;
el
ni

• Projeto Executivo.
Da

Vejamos algumas definições:

64 

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Levantamento de dados: conjunto de observações e informações relativas ao


terreno onde se pretende implantar a obra, incluindo registros cadastrais, leis e
códigos municipais, estaduais e federais, serviços públicos, vizinhanças e
condições ambientais, bem como programas orçamentários de suporte do
empreendimento.

4
33
Programa de Necessidades: determinação da entidade a ser instalada na

18
edificação, de sua estrutura organizacional, de seus usuários, equipamentos e

21
fluxos de funcionamento, e relação dos espaços necessários para a realização das

70
87
atividades pertinentes à sua estrutura organizacional, seus leiautes, respectivos

F:
dimensionamento e características.

CP
Com base no conceito acima, o enunciado da questão reflete corretamente o

,
im
conteúdo do Programa de Necessidades.

or
Am
Gabarito: Item CERTO.

da
ru
Ar
26. (CESPE/TRE-GO/Analista Judiciário/Arquitetura/2008) O projeto de
el

edificações é composto, entre outros, pelo projeto arquitetônico que,


ni

definido pelas NBR 13.531 e NBR 13.532, é integrado pelas seguintes fases:
Da

estudo preliminar; anteprojeto ou projeto pré-executivo; projeto legal;


4

projeto básico (opcional); projeto executivo final. A respeito desse assunto,


33
18

assinale a opção correta.


21

a) As outras etapas do projeto de edificações são: execução da obra e


70
87

fiscalização.
F:
CP

Atenção! O enunciado da questão afirma que o projeto básico é opcional. Tal


afirmação consta das NBR 13531 e 13532 e se refere ao projeto básico de
,
im

arquitetura e não ao projeto básico citado na Lei 8.666/93.


or
Am

Nos termos da NBR 13531, temos as seguintes definições:


da
ru

Projeto básico (PB) (opcional): Etapa opcional destinada à concepção e à


Ar

representação das informações técnicas da edificação e de seus elementos,


el

instalações e componentes, ainda não completas ou definitivas, mas consideradas


ni

compatíveis com os projetos básicos das atividades técnicas necessárias e


Da

suficientes à licitação (contratação) dos serviços de obra correspondentes.

Projeto para execução (PE): Etapa destinada à concepção e à representação final


das informações técnicas da edificação e de seus elementos, instalações e
65 

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componentes, completas, definitivas, necessárias e suficientes à licitação


(contratação) e à execução dos serviços de obra correspondentes.

Atenção! Dessa forma, fica claro que o projeto básico da NBR 13531 não é o
projeto básico da Lei 8.666/93.

4
33
A SEAP, em seu Manual de Projetos adota a terminologia da NBR 13532 -

18
Elaboração de Projetos de Edificações - Arquitetura, no que diz respeito:

21
• À edificação: ambientes exteriores ou externos e interiores;

70
87
• Aos elementos da edificação: fundações, estruturas, coberturas, forros,

F:
CP
vedos verticais, como: fachadas, proteções, esquadrias, divisórias, muros,

,
paredes, portas e guarda corpos, revestimentos e acabamentos (exteriores

im
e interiores), impermeabilizações, equipamento para comunicação visual,

or
mobiliário (livres e incorporados, exteriores e interiores, incluindo

Am
elementos de paisagismo) e vegetação;

da
ru
• Às instalações prediais e seus componentes construtivos: elétricas,
Ar
mecânicas, hidráulicas e sanitárias, equipamentos de iluminação e
el

equipamentos sanitários.
ni
Da

Ainda, segundo a SEAP, os projetos de Arquitetura deverão também atender às


4

seguintes Normas e Práticas Complementares:


33
18

• Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de Edifícios Públicos


21

Federais;
70
87

• Normas da ABNT e do INMETRO: NBR 6492 - Representação de


F:

Projetos de Arquitetura, NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação


CP

em Desenho Técnico, NBR 13532 - Elaboração de Projetos de Edificações


,
im

– Arquitetura;
or

• Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e


Am

Municipais, inclusive normas de concessionárias de serviços públicos;


da
ru

• Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREA-CONFEA.


Ar
el

Por fim, todos os estudos e projetos deverão ser desenvolvidos de forma


ni

harmônica e consistente, observando a não interferência entre os elementos dos


Da

diversos sistemas da edificação, e atendendo às seguintes diretrizes gerais de


projeto:

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• Apreender as aspirações do Contratante em relação ao empreendimento, o


plano de desenvolvimento em que se insere, os incentivos e as restrições a
ele pertinentes;

• Considerar a área de influência do empreendimento, relacionada com a

4
população e a região a serem beneficiadas;

33
18
• Utilizar materiais e métodos construtivos adequados aos objetivos do

21
empreendimento e às condições do local de implantação;

70
87
• Adotar solução construtiva racional, elegendo, sempre que possível,

F:
sistemas de modulação e padronização compatíveis com as características

CP
do empreendimento;

,
im
• adotar soluções que ofereçam facilidades de operação e manutenção dos

or
Am
diversos componentes e sistemas da edificação;

da
• adotar soluções técnicas que considerem as disponibilidades econômicas e
financeiras para a implantação do empreendimento.
ru
Ar
el

Como vimos na questão anterior, as etapas de projetos de edificações não


ni

contemplam a execução da obra e a fiscalização. Desta forma, a questão está


Da

errada.
4
33

Gabarito: Item ERRADO.


18
21
70

b) O estudo preliminar e o anteprojeto são fases iniciais, de pouca influência


87

para a edificação final.


F:
CP

Vamos aproveitar essa questão para conceituar as fases de projetos, lembrando


,

que o Levantamento de Dados e o Programa de Necessidades já foram abordados


im

na questão anterior.
or
Am

Estudo Preliminar: consiste na definição gráfica da implantação e do partido


da

arquitetônico através de plantas, cortes e fachadas em escala livre,


ru

compreendendo:
Ar

• A implantação da edificação ou conjunto de edificações e seu


el
ni

relacionamento com o local escolhido, acessos, estacionamentos e outros,


Da

inclusive expansões possíveis;

• A explicitação do sistema construtivo e dos materiais empregados;

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• Os esquemas de zoneamento do conjunto de atividades, as circulações e


organização volumétrica;

• O número de edificações, suas destinações e locações aproximadas;

• O número de pavimentos;

4
33
• Os esquemas de infraestrutura de serviços;

18
21
• O atendimento ao Caderno de Encargos, normas e condições da legislação

70
87
e dos índices de ocupação do solo. O conceito será desenvolvido a partir

F:
da análise e consolidação do Programa de Necessidades e deverá

CP
caracterizar o organograma de espaços, atividades e fluxograma

,
operacional. Deverá ser apresentado o relatório técnico justificativo.

im
or
Anteprojeto: consiste na elaboração e representação técnica da solução

Am
apresentada e aprovada no Estudo Preliminar. Apresentará a concepção da

da
estrutura, das instalações em geral, e de todos os componentes do projeto
arquitetônicos.
ru
Ar
el

Deverão estar graficamente representados:


ni

• Discriminação em plantas, cortes e fachadas, em escalas não menores que


Da

1:100, de todos os pavimentos da edificação e seus espaços, com


4
33

indicação dos materiais de construção, acabamentos e dimensões,


18

principalmente de escadas, sanitários e locais especiais;


21
70

• Locação da edificação ou conjunto de edificações e seus acessos de


87

pedestres e veículos;
F:
CP

• Definição de todo o espaço externo e seu tratamento: muros, rampas,


,

escadas, estacionamentos, calçadas e outros, sempre com as dimensões e


im
or

locações relativas;
Am

• Indicação do movimento de terra, com demonstração de áreas de corte e


da

aterro;
ru
Ar

• Demonstrativo de compatibilidade dos Projetos Complementares, dos


el

quais ele será a base;


ni
Da

• Relatório técnico.

Projeto Legal: consiste na representação do conjunto de informações técnicas


necessárias à análise e aprovação, pelas autoridades competentes, da concepção

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da edificação, dos seus elementos e instalações, com base nas exigências legais
(municipais, estaduais e federais) e à obtenção do alvará ou das licenças e demais
documentos indispensáveis para as atividades da construção. Deverão ser
graficamente representadas as plantas, cortes e fachadas em escala não inferior a
1:100, com todas as descrições e justificativas de acordo com cada uma das

4
apresentações nas concessionárias de serviços, corpo de bombeiros e demais

33
18
órgãos do poder público local.

21
Projeto Básico: destina-se à representação do conjunto de informações técnicas

70
87
necessárias para a execução da obra, num detalhamento suficiente para o perfeito

F:
entendimento dos serviços e materiais a serem empregados no objeto de uma

CP
licitação, em todas suas atividades técnicas. O Projeto Básico deverá demonstrar

,
e assegurar a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental

im
do empreendimento e possibilitar a avaliação do custo da obra e a definição dos

or
Am
métodos de execução. O Projeto Básico conterá os mesmos elementos gráficos
do anteprojeto, bem como os itens descritos na Lei de Licitações e Contratos,

da
ru
com especial atenção para a obrigatoriedade de fornecimento do orçamento Ar
detalhado da construção dos serviços e obras, fundamentado em quantitativos de
serviços e fornecimentos perfeitamente especificados, e indicações necessárias à
el
ni

fixação dos prazos de execução.


Da

Projeto Executivo: consiste na representação completa do projeto de Arquitetura,


4
33

que deverá conter, de forma clara e precisa, todos os detalhes construtivos e


18

indicações necessárias à perfeita interpretação dos elementos para a execução dos


21

serviços e obras, incluindo o orçamento detalhado. O Projeto Executivo deverá


70

estar representado graficamente por desenhos de plantas, cortes, fachadas e


87

ampliações de áreas molhadas ou especiais, em escala conveniente, e em


F:
CP

tamanho de papel que permita fácil manuseio na obra. Os detalhes de elementos


da edificação e de seus componentes construtivos poderão ser apresentados em
,
im

cadernos anexos onde conste sua representação gráfica, de conformidade com a


or

Norma NBR 6492:1994 - Representação de Projetos de Arquitetura,


Am

especificações, critérios de execução, recebimento e medição, que poderão ser


da

padrões.
ru
Ar

Deverão estar graficamente representados:


el

a) a implantação do edifício, onde constem:


ni
Da

• A orientação da planta com a indicação do Norte verdadeiro ou magnético


e as geratrizes da implantação;

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• A representação do terreno, com as características planialtimétricas,


compreendendo medidas e ângulos dos lados e curvas de nível, e
localização de árvores, postes, hidrantes e outros elementos construídos,
existentes;

• As áreas de corte e aterro, com a localização e indicação da inclinação de

4
33
taludes e arrimos;

18
21
• Os RN do levantamento topográfico;

70
87
• Os eixos das paredes externas das edificações, cotados em relação à

F:
referência preestabelecida e bem identificada;

CP
• As cotas de nível do terrapleno das edificações e dos pontos significativos

,
im
das áreas externas (calçadas, acessos, patamares, rampas e outros);

or
Am
• A localização dos elementos externos, construídos, como

da
estacionamentos, construções auxiliares e outros.
ru
Ar
el

b) o edifício, compreendendo:
ni
Da

• Plantas de todos os pavimentos, com destino e medidas internas de todos


4
33

os compartimentos, espessura de paredes, material e tipo de acabamento, e


18

indicações de cortes, elevações, ampliações e detalhes;


21

• Dimensões e cotas relativas de todas as aberturas, vãos de portas e janelas,


70
87

altura dos peitorais e sentido de abertura;


F:
CP

• Escoamento das águas, a posição das calhas, condutores e beirais,


reservatórios, “domus”, rufos e demais e elementos, inclusive tipo de
,
im

impermeabilização, juntas de dilatação, aberturas e equipamentos, sempre


or

com indicação de material e demais informações necessárias;


Am
da

• Todas as elevações indicando aberturas e materiais de acabamento;


ru
Ar

• Cortes das edificações onde fique demonstrado o pé direito dos


compartimentos, alturas das paredes e barras impermeáveis, altura de
el
ni

platibandas, cotas de nível de escadas e patamares, cotas de piso acabado,


Da

tudo sempre com indicação clara dos respectivos materiais de execução e


acabamento;

70 

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• Impermeabilização de paredes e outros elementos de proteção contra a


umidade;

• Ampliações, se for o caso, de áreas molhadas ou especiais, com indicação


de equipamentos e aparelhos hidráulico-sanitários, indicando seu tipo e

4
detalhes necessários;

33
18
• Esquadrias, o material componente, o tipo de vidro, fechaduras, fechos,

21
dobradiças, o acabamento e o movimento das peças, sejam horizontais ou

70
verticais;

87
F:
• Todos os detalhes que se fizerem necessários para a perfeita compreensão

CP
da obra a executar, como coberturas, peças de concreto aparente, escadas,

,
im
bancadas, balcões e outros planos de trabalho, armários, divisórias,

or
equipamentos de segurança e todos os arremates necessários.

Am
da
ru
c) deverão ser apresentados ainda, o relatório técnico e os memoriais Ar
justificativos.
el
ni

Assim, é claro que o estudo preliminar e o anteprojeto não são de pouca


Da

influência para a edificação final, sendo na realidade fundamentais para o sucesso


4

da edificação.
33
18

Gabarito: Item ERRADO.


21
70
87
F:

c) O projeto executivo final só é concluído após os projetos especializados


CP

terem sido entregues.


,
im

Como visto no comentário da letra “b”, o projeto executivo consiste na


or

representação completa do projeto de Arquitetura, que deverá conter, de forma


Am

clara e precisa, todos os detalhes construtivos e indicações necessárias à perfeita


da

interpretação dos elementos para a execução dos serviços e obras.


ru
Ar

Assim, ficar claro que ele só é concluído após os projetos especializados terem
el

sido entregues. Até porque o projeto executivo é a última etapa do projeto de


ni

arquitetura, estando, assim, o enunciado correto.


Da

Gabarito: Item CERTO.

71 

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d) O projeto básico, quando é feito, ocorre obrigatoriamente após o projeto


legal estar aprovado.

A distinção das funções do projeto básico de arquitetura e do projeto legal é bem


clara, contudo o conteúdo de ambos possui muita semelhança. O projeto básico
contempla as informações do projeto legal e as complementa. De forma

4
33
resumida, o projeto básico é o projeto legal acrescido do orçamento da obra e das

18
informações necessárias à elaboração do cronograma físico-financeiro.

21
70
Dessa forma, o projeto básico não ocorre obrigatoriamente após o projeto legal

87
estar aprovado. Até mesmo porque não há uma linha divisória clara entre um

F:
CP
projeto e outro. Na realidade, quando se começa o projeto legal se está iniciando
também o projeto básico. Após submeter o projeto legal à aprovação, continua-se

,
im
o detalhamento do projeto de forma a concluir o projeto básico.

or
Am
Na questão, talvez o examinador tenha tentado confundir o candidato com

da
relação a um conceito trazido pela Lei 8.666/93, que diz o seguinte:

“Art. 7º. As licitações para a execução de obras e para a prestação de serviçosru


Ar
obedecerão ao disposto neste artigo e, em particular, à seguinte seqüência:
el
ni

I - projeto básico;
Da

II - projeto executivo;
4
33
18

III - execução das obras e serviços.


21
70

§ 1o A execução de cada etapa será obrigatoriamente precedida da conclusão e


87

aprovação, pela autoridade competente, dos trabalhos relativos às etapas


F:

anteriores, à exceção do projeto executivo, o qual poderá ser desenvolvido


CP

concomitantemente com a execução das obras e serviços, desde que também


,

autorizado pela Administração.”


im
or

Assim, perceba que a aprovação a que se refere à Lei 8.666/93 não tem nada a
Am

ver com aprovação do projeto legal.


da
ru

A Lei 8.666/93 trata dos casos em que a Administração contrata a execução de


Ar

projetos e obras, enquanto que a aprovação do projeto legal é solicitada pelo


el

particular junto aos órgãos de controle urbanístico, Corpo de Bombeiros,


ni

concessionários de serviços públicos, etc.


Da

Gabarito: Item ERRADO.

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O projeto básico constitui importante requisito para a execução de uma


edificação de caráter público, tanto por ser condicionante das condições
técnicas para a execução e utilização dessa edificação, quanto por ser
componente essencial para a sua fiscalização. Acerca do referido projeto,
julgue os itens seguintes.

4
33
27. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009) O projeto

18
básico deve conter informações que possibilitem o estudo e a dedução de

21
70
métodos construtivos, instalações provisórias e condições organizacionais

87
para a execução da obra.

F:
CP
Nesta questão, embora não esteja explícito, dada a contextualização feita no
comando agrupador das questões, o Cespe se refere à definição de projeto básico

,
im
da Lei 8.666/93.

or
Am
Nos termos da Lei de Licitações, temos o seguinte:

da
Art. 6° IX - Projeto Básico - conjunto de elementos necessários e suficientes, com
nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo deru
Ar
obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nas indicações dos
el

estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado


ni

tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a


Da

avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução,


4
33

devendo conter os seguintes elementos:


18
21

a) desenvolvimento da solução escolhida de forma a fornecer visão global da


70

obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza;


87
F:

b) soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma


CP

a minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de


,

elaboração do projeto executivo e de realização das obras e montagem;


im
or

c) identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a


Am

incorporar à obra, bem como suas especificações que assegurem os melhores


da

resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a


ru

sua execução;
Ar
el

d) informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos,


ni

instalações provisórias e condições organizacionais para a obra, sem frustrar o


Da

caráter competitivo para a sua execução;

73 

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e) subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra,


compreendendo a sua programação, a estratégia de suprimentos, as normas de
fiscalização e outros dados necessários em cada caso;

f) orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos


de serviços e fornecimentos propriamente avaliados;

4
33
18
X - Projeto Executivo - o conjunto dos elementos necessários e suficientes à

21
execução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da Associação

70
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

87
F:
Em função do texto legal, a determinação é de que o projeto básico deve conter

CP
informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos,

,
instalações provisórias e condições organizacionais para a execução da obra.

im
or
Logo, a questão está correta.

Am
Gabarito: Item CERTO.

da
ru
Ar
28. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009) O orçamento
el
ni

detalhado de um projeto básico deve traduzir, em termos quantitativos e


Da

financeiros, os serviços que serão contratados.


4
33

Conforme vimos na questão anterior, o art. 6° IX “f) orçamento detalhado do


18

custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos


21

propriamente avaliados” estabelece as características do orçamento constante do


70

projeto básico.
87
F:

Com base na definição, a questão está correta.


CP

Gabarito: Item CERTO.


,
im
or
Am

Julgue os itens a seguir com base na Lei n.º 8.666/1993 e suas alterações.
da
ru

29. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010) O projeto básico,


Ar

conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão


el

adequado para caracterizar a obra ou serviço objeto da licitação, deve ser


ni

elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares que
Da

assegurem a viabilidade técnica do empreendimento, sendo dispensada a


inclusão do tratamento do impacto ambiental do empreendimento.

Nos termos da Lei de Licitações, temos o seguinte:


74 

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Art. 6° IX - Projeto Básico - conjunto de elementos necessários e suficientes, com


nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de
obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nas indicações dos
estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado
tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a

4
avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução,

33
18
devendo conter os seguintes elementos: (grifei).

21
Logo, a questão está errada porque o tratamento do impacto ambiental do

70
87
empreendimento deve estar incluído no projeto básico.

F:
CP
Gabarito: Item ERRADO.

,
im
or
30. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010) Um projeto básico

Am
deve conter o orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado

da
em quantitativos de serviços e fornecimentos adequadamente avaliados.
ru
Ar
Como vimos, a Lei 8.666/93 em seu art. 6°, IX, f, dispõe que o projeto básico
el

deve conter o “orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em


ni

quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados”. Logo, a


Da

questão está correta.


4
33

Gabarito: Item CERTO.


18
21
70
87

31. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010) As obras e os serviços


F:

somente poderão ser licitados quando houver projeto básico e projeto


CP

executivo aprovados pela autoridade competente e disponível para exame


,

dos interessados em participar do processo licitatório.


im
or

Nos termos da Lei de Licitações, temos o seguinte:


Am
da

“Art. 7° As licitações para a execução de obras e para a prestação de serviços


ru

obedecerão ao disposto neste artigo e, em particular, à seguinte seqüência:


Ar

I - projeto básico;
el
ni

II - projeto executivo;
Da

III - execução das obras e serviços.

75 

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§ 1o A execução de cada etapa será obrigatoriamente precedida da conclusão e


aprovação, pela autoridade competente, dos trabalhos relativos às etapas
anteriores, à exceção do projeto executivo, o qual poderá ser desenvolvido
concomitantemente com a execução das obras e serviços, desde que também
autorizado pela Administração.

4
33
§ 2° As obras e os serviços somente poderão ser licitados quando:

18
21
I - houver projeto básico aprovado pela autoridade competente e disponível para

70
exame dos interessados em participar do processo licitatório;

87
F:
II - existir orçamento detalhado em planilhas que expressem a composição de

CP
todos os seus custos unitários;

,
im
III - houver previsão de recursos orçamentários que assegurem o pagamento das

or
obrigações decorrentes de obras ou serviços a serem executadas no exercício

Am
financeiro em curso, de acordo com o respectivo cronograma;

da
ru
IV - o produto dela esperado estiver contemplado nas metas estabelecidas noAr
Plano Plurianual de que trata o art. 165 da Constituição Federal, quando for o
el

caso.”
ni
Da

Ainda, temos o que segue:


4
33

“Art. 9° Não poderá participar, direta ou indiretamente, da licitação ou da


18

execução de obra ou serviço e do fornecimento de bens a eles necessários:


21
70

I - o autor do projeto, básico ou executivo, pessoa física ou jurídica;


87
F:

II - empresa, isoladamente ou em consórcio, responsável pela elaboração do


CP

projeto básico ou executivo ou da qual o autor do projeto seja dirigente, gerente,


acionista ou detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a
,
im

voto ou controlador, responsável técnico ou subcontratado;


or
Am

III - servidor ou dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsável pela


da

licitação.
ru
Ar

§ 1° É permitida a participação do autor do projeto ou da empresa a que se


refere o inciso II deste artigo, na licitação de obra ou serviço, ou na execução,
el

como consultor ou técnico, nas funções de fiscalização, supervisão ou


ni
Da

gerenciamento, exclusivamente a serviço da Administração interessada.

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§ 2° O disposto neste artigo não impede a licitação ou contratação de obra ou


serviço que inclua a elaboração de projeto executivo como encargo do
contratado ou pelo preço previamente fixado pela Administração.”

Como o projeto executivo não consta dos itens relacionados como obrigatórios
para a realização da licitação, sendo na realidade permitida sua elaboração como

4
33
encargo do contratado, ou seja, após a licitação, a questão está errada.

18
21
Gabarito: Item ERRADO.

70
87
F:
CP
De acordo com as definições da Lei 8.666/1993 que trata de licitações e
contratos da administração pública, julgue o próximo item.

,
im
or
32. (CESPE/ABIN/Oficial Técnico de Inteligência/Área: Engenharia

Am
Civil/2010) O projeto básico para a execução de um empreendimento deve

da
conter o desenvolvimento da solução escolhida, de forma a fornecer a visão

ru
global dessa obra. Assim, nessa etapa de projeto, não há a necessidade de se
Ar
identificar com clareza todos os elementos constitutivos da obra.
el

A questão está errada porque nos termos da Lei de Licitações o projeto básico
ni
Da

deve ter nível de precisão adequado para caracterizar a obra ou serviço de forma
a possibilitar a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo
4
33

de execução. Para tanto, é imprescindível que estejam identificados no projeto


18

todos os elementos constitutivos da obra com clareza.


21
70

Gabarito: Item ERRADO.


87
F:
CP

33. (CESPE/MCT/Analista em C&T Pleno B13/2008) A planta de situação


,
im

ou locação deve apresentar o partido arquitetônico como um todo, em seus


or

diversos aspectos. Pode conter informações específicas em função do tipo e


Am

porte do programa, assim como para a finalidade a que se destina. Deve


da

representar ainda construções existentes, demolições ou remoções futuras,


ru

áreas non aedificandi e restrições governamentais.


Ar
el

O Manual de Projetos – SEAP traz os seguintes conceitos:


ni
Da

Partido arquitetônico: intenção formal de configuração e resolução da edificação


a ser executada, baseada em condicionantes e determinantes obtidos pela análise
dos dados e do programa de intervenção pretendido. São fatores condicionantes e
determinantes, entre outros, o contexto onde a obra está inserida, a legislação
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regulamentadora, a complexidade e o rigor do programa de necessidades, a


representatividade a ser atendida, a disponibilidade financeira, os meios
construtivos disponíveis, os sistemas de modulação e padronização da construção
existentes.

Ainda, o partido arquitetônico deve obedecer às seguintes condições gerais:

4
33
18
• Apreender o objetivo da edificação e as atitudes e aspirações do

21
Contratante com relação ao empreendimento, o plano de desenvolvimento

70
em que se insere, os incentivos e as restrições pertinentes;

87
F:
• Conhecer a área de influência do empreendimento (local, regional ou

CP
nacional), relacionada à população e região a serem atendidas;

,
im
• Conhecer os materiais de construção e técnicas construtivas condizentes

or
Am
com a região;

da
• Determinar o tipo de construção e o método construtivo adequado aos

ru
materiais e à condição climática da região, elegendo uma modulação e
Ar
uma padronização de acordo com aquelas características.
el
ni

Assim, pela definição de Partido Arquitetônico, percebemos que a planta de


Da

situação contempla apenas uma parte de seus elementos.


4
33

Agora, extrapolando um pouco, saindo dos projetos de arquitetura e passando aos


18

projetos de edificação em geral, acho importante conhecer a Orientação Técnica


21

OT-IBR 001/2006 do Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas –


70

Ibraop que, na tabela abaixo, explicita os conteúdos técnicos para as obras de


87
F:

edificações, não esgotando ou limitando eventuais exigências de outros órgãos.


CP

Na tabela percebemos que o projeto arquitetônico é composto de diversos


,
im

desenhos, sendo um deles a planta de situação. Como consta na tabela, os


or

detalhes, a indicação dos elementos existentes, a demolir e a executar não


Am

compõem a planta de situação.


da

Dessa forma, a questão está errada.


ru
Ar
el
ni
Da

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

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Gabarito: Item ERRADO.

34. (CESPE/MCT/Analista em C&T Pleno B13/2008) Para licitações


públicas de obras de até 100 m2 as especificações técnicas dos materiais de

4
33
acabamento devem estar pormenorizadamente descritas sob a forma de

18
símbolos gráficos, letras e números nas pranchas de desenho.

21
70
Importante! Para responder essa questão é conveniente que tenhamos o

87
conhecimento do conceito de caderno de encargos trazido pela SEAP porque o

F:
enunciado da questão faz referência explícita às licitações públicas de obras.

CP
,
im
Caderno de Encargos: parte integrante do Edital de Licitação, que tem por

or
objetivo definir o objeto da Licitação e do sucessivo Contrato, bem como

Am
estabelecer os requisitos, condições e diretrizes técnicas e administrativas para a

da
sua execução.

ru
Ar
O Caderno de Encargos conterá o Programa de Necessidades, bem como as
el

informações e instruções complementares necessárias à elaboração do projeto


ni

dos serviços e obras objeto do contrato, como:


Da

• Descrição e abrangência dos serviços objeto da Licitação, localização e


4
33

plano ou programa de suporte do empreendimento;


18
21

• Plantas cadastrais do terreno ou da edificação pertinente ao objeto da


70

Licitação;
87
F:

• Prazo e cronograma de execução dos serviços, total e parcial, incluindo


CP

etapas ou metas previamente estabelecidas pelo Contratante;


,
im

• Programa de Necessidades e demais dados necessários à execução dos


or

serviços objeto da Licitação;


Am

• Definição do modelo de Garantia de Qualidade a ser adotado para os


da
ru

serviços, fornecimentos e produtos pertinentes ao objeto da Licitação;


Ar

• Informações específicas sobre os serviços objeto da Licitação e


el
ni

disposições complementares do Contratante;


Da

• Relação das Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de Edifícios


Públicos Federais aplicáveis aos serviços objeto da Licitação.

80 

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A Lei 8.666/93 e a SEAP não fazem distinção entre obras públicas em função de
sua área de construção. Dessa forma, não importa se a obra tem mais ou menos
área para que se estabeleçam os critérios exigidos para seus projetos. As obras,
com qualquer área, devem obedecer aos mesmos critérios, estando errada a
questão.

4
33
Gabarito: Item ERRADO.

18
21
70
87
35. (CESPE/CETURB-ES/Analista de Planejamento/2009) O anteprojeto

F:
deve ser acompanhado dos detalhes construtivos, das especificações de

CP
materiais e de acabamentos. Com esses dados, são preparados o orçamento,

,
o cronograma de obras, os projetos complementares e o estrutural.

im
or
Como citado anteriormente, nos termos do Manual de Projetos da SEAP, temos a

Am
seguinte definição:

da
ru
Anteprojeto: consiste na elaboração e representação técnica da solução Ar
apresentada e aprovada no Estudo Preliminar. Apresentará a concepção da
el

estrutura, das instalações em geral, e de todos os componentes do projeto


ni

arquitetônicos.
Da

Deverão estar graficamente representados:


4
33
18

• Discriminação em plantas, cortes e fachadas, em escalas não menores que


21

1:100, de todos os pavimentos da edificação e seus espaços, com


70

indicação dos materiais de construção, acabamentos e dimensões,


87

principalmente de escadas, sanitários e locais especiais;


F:
CP

• Locação da edificação ou conjunto de edificações e seus acessos de


,
im

pedestres e veículos;
or

• Definição de todo o espaço externo e seu tratamento: muros, rampas,


Am

escadas, estacionamentos, calçadas e outros, sempre com as dimensões e


da

locações relativas;
ru
Ar

• Indicação do movimento de terra, com demonstração de áreas de corte e


el

aterro;
ni
Da

• Demonstrativo de compatibilidade dos Projetos Complementares, dos


quais ele será a base;

• Relatório técnico.
81 

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Como vimos, os detalhes construtivos, as especificações de materiais, o


orçamento e o cronograma de obras constituem o projeto básico e não o
anteprojeto. Assim, a questão está errada.

Gabarito: Item ERRADO.

4
33
18
21
36. (CESPE/MPE-TO/Analista Ministerial – Engenharia Civil/2006) No

70
projeto básico de uma obra, não é necessário detalhar os materiais a serem

87
utilizados.

F:
CP
Importante! O conceito de projeto básico é muito cobrado em provas de
concurso, assim como o projeto executivo. Dessa forma, é muito importante ter

,
im
esses conceitos muito claros para a prova.

or
Am
da
Como vimos, o projeto básico contem os mesmos elementos gráficos do

ru
anteprojeto, bem como os itens descritos na Lei de Licitações e Contratos, com
Ar
especial atenção para o fornecimento do orçamento detalhado da construção dos
el

serviços e obras, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos


ni

perfeitamente especificados, e indicações necessárias à fixação dos prazos de


Da

execução.
4
33

Assim, o projeto básico detalha os materiais a serem utilizados, estando errada a


18

questão.
21
70

Gabarito: Item ERRADO.


87
F:
CP

37. (CESPE/MPE-TO/Analista Ministerial – Engenharia Civil/2006) O


,
im

projeto construído, ou as built, é condição para o recebimento definitivo de


or

uma obra.
Am
da

Super Importante! Esta questão trata de um assunto muito comum na prática


ru

de obras e projetos, que é o projeto “as built” ou “como construído”. Também


Ar

trata de um assunto IMPORTANTÍSSIMO para obras da Administração


el

Pública que é o seu recebimento (sobre o qual falaremos na próxima aula).


ni
Da

“AS BUILT” (Como Construído): conjunto de projetos que a construtora entrega


ao contratante, depois da obra terminada, indicando as diversas modificações.

A Lei 8.666/93 trata do recebimento de obras da seguinte forma:


82 

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“Art. 73. Executado o contrato, o seu objeto será recebido:

I - em se tratando de obras e serviços:

a) provisoriamente, pelo responsável por seu acompanhamento e fiscalização,


mediante termo circunstanciado, assinado pelas partes em até 15 (quinze) dias

4
33
da comunicação escrita do contratado;

18
21
b) definitivamente, por servidor ou comissão designada pela autoridade

70
competente, mediante termo circunstanciado, assinado pelas partes, após o

87
decurso do prazo de observação, ou vistoria que comprove a adequação do

F:
objeto aos termos contratuais, observado o disposto no art. 69 desta Lei;

CP
§ 2º O recebimento provisório ou definitivo não exclui a responsabilidade civil

,
im
pela solidez e segurança da obra ou do serviço, nem ético-profissional pela

or
perfeita execução do contrato, dentro dos limites estabelecidos pela lei ou pelo

Am
contrato.

da
ru
§ 3º O prazo a que se refere a alínea "b" do inciso I deste artigo não poderá ser
Ar
superior a 90 (noventa) dias, salvo em casos excepcionais, devidamente
el

justificados e previstos no edital.


ni
Da

§ 4º Na hipótese de o termo circunstanciado ou a verificação a que se refere este


artigo não serem, respectivamente, lavrado ou procedida dentro dos prazos
4
33

fixados, reputar-se-ão como realizados, desde que comunicados à Administração


18

nos 15 (quinze) dias anteriores à exaustão dos mesmos.”


21
70

A Lei 8.666/93 - LLC não trata do “as built”. Não há nenhuma menção na LLC
87

sobre este projeto. Dessa forma, em termos legais, não há previsão, em âmbito
F:
CP

federal, da existência de projeto “as built”, como condição para o recebimento


definitivo de uma obra.
,
im
or

Contudo, não há impedimento à sua exigência nos editais e respectivos contratos


Am

de obras.
da

Se o edital previr a entrega do “as built” como um dos serviços contratados, é


ru

natural que sua entrega seja condição para a conclusão do contrato. Contudo,
Ar

deve ficar clara a diferença entre previsão legal (que vale em todas as situações) e
el

previsão editalícia (que vale para aquela contratação especificamente).


ni
Da

Há várias questões de concursos cujos enunciados afirmam que o “as built” é


condição para o recebimento definitivo de uma obra e o gabarito definitivo é
sempre CERTO. Em regra, estas questões são um pouco antigas, sendo anteriores
a 2008.
83 

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A fundamentação para estas questões não é, nem nunca foi, a Lei 8.666/93, mas
sim a NBR 5675 – Recebimento de Serviços e Obras de Engenharia e
Arquitetura. Tal NBR foi publicada em 30/11/1980.

A NBR 5675 previa em seu Anexo – Relação de Documentos Necessários e


Exigíveis para Recebimento de Serviços e Obras de Engenharia e Arquitetura – o

4
33
seguinte:

18
21
“Item A-1.1.5 Cópia autenticada do projeto como construído, aprovado,

70
incluindo todos os projetos complementares da Edificação e/ou de cada edifício

87
e respectivo(s) memorial(is) descritivo(s) das discriminações técnicas,

F:
CP
atualizados.”

,
Contudo, mediante o Edital nº 01:2008, a ABNT tornou pública a proposta de

im
or
cancelamento da NBR 5675:1980 sob a justificativa de que “Esta Norma não é

Am
mais utilizada pelo setor”. A NBR 5675:1980 foi cancelada pela ABNT em

da
03/11/2008.

ru
Ar
A decisão da ABNT foi de que a NBR 5675 - de 1980, portanto de 30 anos atrás
el

- não trata de conteúdos de ordem técnica no âmbito do CB-02, mas sim de


ni

aspectos meramente processuais sobre documentações legais, nada mencionando


Da

sobre detalhes técnicos para recebimento de obras ou serviços.


4
33

Dessa forma, desde 03/11/2008, o gabarito desta questão é ERRADO.


18
21

Contudo, cabe novamente a observação de que o edital pode prever a entrega do


70

“as built” pelo contratado e, uma vez previsto no contrato, se tornaria uma
87
F:

condição para o recebimento definitivo da obra.


CP

Gabarito: Ver comentário.


,
im
or
Am

Os serviços e as obras da construção civil devem ser realizados observando-


da

se os detalhes dos projetos e as exigências do caderno de encargos, todos eles


ru

autenticados como elementos integrantes de um contrato. A respeito da


Ar

análise e interpretação de documentação técnica de serviços e obras de


el

engenharia civil, julgue os itens a seguir.


ni
Da

38. (CESPE/TCE-RN/Inspetor de Controle Externo/ Engenharia Civil/2009)


Em caso de divergência entre os desenhos do projeto arquitetônico e o
caderno de encargos, sempre devem prevalecer os desenhos.

84 

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Pessoal, vamos relembrar alguns conceitos da SEAP:

Caderno de Encargos: parte integrante do Edital de Licitação, que tem por


objetivo definir o objeto da Licitação e do sucessivo Contrato, bem como
estabelecer os requisitos, condições e diretrizes técnicas e administrativas para a
sua execução.

4
33
18
A elaboração dos desenhos e documentos de projeto deverá obedecer às

21
disposições definidas no Caderno de Encargos. De preferência, serão elaborados

70
através de tecnologia digital. Se apresentados na forma convencional, a

87
formatação e dimensões das linhas, símbolos e letras deverão permitir a posterior

F:
CP
conversão para a forma digital.

,
O Caderno de Encargos conterá o Programa de Necessidades, bem como as

im
or
informações e instruções complementares necessárias à elaboração do projeto

Am
dos serviços e obras objeto do contrato.

da
Assim, fica claro que “quem manda” na história é o caderno de encargos. O
ru
projeto arquitetônico, e os outros, respeitam o disposto no caderno de encargos, e
Ar
se dele divergem, estão errados. Dessa forma, a questão está errada.
el
ni

Gabarito: Item ERRADO.


Da
4
33
18

39. (CESPE/TCE-RN/Inspetor de Controle Externo/ Engenharia Civil/2009)


21

Em caso de divergência entre as especificações apresentadas nas embalagens


70

dos materiais e o conteúdo do caderno de encargos, deve sempre prevalecer


87

o caderno.
F:
CP

Como dissemos anteriormente, o caderno de encargos é soberano em caso de


,

divergências.
im
or

Gabarito: Item CERTO.


Am
da
ru
Ar

A comunicação entre os diferentes profissionais — arquitetos, engenheiros,


pedreiros, mestres de obras etc. — e o cliente é muito importante para a
el

execução de um projeto. Considerando que é necessário o estabelecimento


ni
Da

de algumas convenções e definições quanto ao conteúdo e à representação do


projeto de arquitetura, julgue o item a seguir.

85 

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40. (CESPE/TCE-PE/Inspetor de Obras Públicas/2004) Desenho projetivo é


o desenho resultante de projeções do objeto sobre um ou mais planos,
compreendendo um conjunto de vistas ortogonais que refletem a verdadeira
grandeza dos objetos projetados.

Nos desenhos projetivos, a representação de qualquer objeto ou figura será feita

4
33
por sua projeção sobre um plano. A figura abaixo mostra o desenho resultante da

18
projeção de uma forma retangular sobre um plano de projeção.

21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18

Os raios projetantes tangenciam o retângulo e atingem o plano de projeção


21

formando a projeção resultante. Como os raios projetantes, em relação ao plano


70

de projeção, são paralelos e perpendiculares, a projeção resultante representa a


87

forma e a verdadeira grandeza do retângulo projetado.


F:
CP

Este tipo de projeção é denominado Projeção Ortogonal, pois os raios projetantes


,

são perpendiculares ao plano de projeção.


im
or

Das projeções ortogonais surgem as seguintes conclusões:


Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

86 

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Toda superfície paralela a um plano de projeção se projeta neste plano


exatamente na sua forma e em sua verdadeira grandeza, conforme mostra a
imagem da esquerda na figura acima. A imagem central mostra que quando a
superfície é perpendicular ao plano de projeção, a projeção resultante é uma
linha.

4
33
As arestas resultantes das interseções de superfícies são representadas por linhas,

18
conforme a imagem da direita.

21
70
A figura abaixo mostra a aplicação das projeções ortogonais na representação das

87
superfícies que compõem, respectivamente, um cilindro, um paralelepípedo e um

F:
CP
prisma de base triangular.

,
Pode-se observar que as projeções resultantes são constituídas de figuras iguais.

im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im

Isto acontece porque a terceira dimensão de cada sólido não está representada
or

pela projeção ortogonal. Para resolver a representação de formas espaciais são


Am

utilizadas três projeções:


da
ru
Ar
el
ni
Da

87 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Para que o desenho resultante se transforme em uma linguagem gráfica, os

Am
planos de projeção horizontal e lateral têm os sentidos de rebatimento

da
convencionados, e sempre se rebatem sobre o plano vertical.

ru
Ar
Mantendo o sentido dos rebatimentos dos planos horizontal e lateral resultará
sempre nas mesmas posições relativas entre as vistas.
el
ni

O lado da peça que for projetado no plano vertical sempre será considerado como
Da

sendo a frente da peça. Assim, em função dos rebatimentos convencionados, o


4
33

lado superior da peça sempre será representado abaixo da vista de frente e o lado
18

esquerdo da peça aparecerá desenhado à direita da vista de frente.


21
70

A manutenção das mesmas posições relativas das vistas permite que a partir dos
87

desenhos bidimensionais, resultantes das projeções ortogonais, se visualize a


F:

forma espacial do objeto representado.


CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

Como visto, as projeções ortogonais constituem um desenho que é uma espécie


do gênero desenho projetivo. Há desenhos projetivos que não refletem a

88 

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verdadeira grandeza dos objetos projetados por não serem constituídos por
projeções ortogonais. Dessa forma, a questão está errada.

Gabarito: Item ERRADO.

4
33
18
Para projetar, o arquiteto deve ter domínio de desenho, saber elaborar um

21
programa de necessidades, ser criativo durante o processo de projeto e

70
realista ao avaliar a viabilidade técnico-financeira da construção proposta.

87
A respeito dos projetos de arquitetura, julgue os seguintes itens.

F:
CP
41. (CESPE/CETURB-ES/Analista de Planejamento/2009) O processo

,
projetual implica uma série de operações que resulta em um modelo do qual

im
será copiado um edifício. A gradação de representações de menor

or
Am
generalidade até aquelas de menor definição é válida para a maioria dos
processos projetuais.

da
ru
Esta questão usa termos complicados para falar de algo simples. Como já vimos,
Ar
o processo projetual (processo de representação, de execução dos projetos)
el

segue, em regra, uma lógica, uma sequência.


ni
Da

O processo projetual parte do Programa de Necessidades até chegar ao Projeto


4

Executivo. Assim, a lógica é começarmos com um menor grau de detalhamento e


33

irmos detalhando cada vez mais ao longo do processo.


18
21

Logo, a questão está errada porque o enunciado diz que o processo se inicia com
70

maior detalhamento e evolui para a generalidade (menor definição).


87
F:

Gabarito: Item ERRADO.


CP
,
im
or

42. (CESPE/CETURB-ES/Analista de Planejamento/2009) O desenho


Am

arquitetônico não é a representação ideal de um projeto, e sua desvantagem


da

maior é mostrar pedaços de um projeto que deve ter a visualização completa


ru
Ar

em uma imagem mental.


el

Esta questão está relacionada ao conceito de projeção comentado anteriormente.


ni
Da

"Projeto arquitetônico é uma proposta de solução para um particular problema de


organização do entorno humano, através de uma determinada forma construível,
bem como a descrição desta forma e as prescrições para sua execução." (Elvam
Silva, 1983)
89 

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Sendo assim, infere-se que existem dois planos coexistentes no projeto


arquitetônico: o plano da proposta propriamente dita (essência) que envolve a
categoria da criatividade ou soluciomática e o plano da comunicação (forma) que
se refere aos aspectos de representação da proposta ou da informação.

Conclui-se, então, que o projeto arquitetônico está num plano mental, e a

4
33
edificação num plano real.

18
21
Gabarito: Item CERTO.

70
87
F:
CP
43. (CESPE/TSE/Analista Judiciário/Engenharia Civil/ 2006) A norma
brasileira estabelece padrões que devem ser obedecidos para representar

,
im
graficamente os diversos componentes de uma obra, assim como as

or
informações a eles associadas. Desse modo, a observância de tais padrões

Am
contribui para a correta interpretação do desenho técnico. Acerca desse

da
assunto, assinale a opção correta.
ru
Ar
a) Para se representar linhas auxiliares e linhas de cota, deve-se usar linha
el

do tipo tracejada de espessura estreita.


ni
Da

Durante o desenho técnico de qualquer objeto um dos passos importantes é a sua


cotagem, pois é ela que especifica as dimensões e tolerâncias.
4
33
18

A cotagem é realizada utilizando quatro elementos básicos: a linha auxiliar, a


21

linha de cota, a cota e o limite da linha de cota.


70
87

Ilustração dos elementos da cotagem:


F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el

As linhas dos elementos de cotagem devem ser estreitas e contínuas.


ni
Da

A linha auxiliar deve ser prolongada ligeiramente além da respectiva linha de


cota e um pequeno espaço deve ser deixado entre ela e o ponto cotado.

90 

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As linhas auxiliares devem ser perpendiculares ao elemento dimensionado,


porém, se necessário, ela pode ser desenhada obliquamente.

Deve-se evitar, sempre que possível, cruzar as linhas do elemento de cotagem


com outras linhas.

4
33
A linha de cota não deve ser interrompida, ainda que o elemento seja.

18
As linhas de centro e de contorno não devem ser usadas como linhas de cota,

21
70
porém, podem ser usadas como linha auxiliar. Caso se utilize a linha de centro

87
como linha auxiliar, ela somente deve ser representada como linha contínua após

F:
sair do contorno do objeto.

CP
Os limites da linha de cota devem ser feitos de uma das três formas mostradas

,
im
abaixo.

or
Am
da
ru
Ar
el
ni

Tanto a linha de cota quanto os seus limites devem ser apresentados


Da

preferencialmente na parte interna, porém quando o espaço interno for pequeno


4

pode-se fazer a representação na parte externa à cota.


33
18

As cotas (número) podem ser apresentadas acima da linha de cota ou a


21

interrompendo, caso seja utilizada esta última forma as cotas serão apresentadas
70
87

sempre na horizontal.
F:
CP

A questão está errada porque as linhas dos elementos de cotagem devem ser
contínuas.
,
im
or

Gabarito: Item ERRADO.


Am
da
ru

b) Na representação de elementos aquém do plano de corte, deve-se usar


Ar

linha do tipo tracejada de espessura larga.


el

Tabela com tipos e espessuras das linhas em desenho técnico:


ni
Da

91 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el

A questão está errada porque na representação de elementos aquém do plano de


ni
Da

corte, costuma-se usar linha do tipo tracejada de espessura estreita, e não de


espessura larga.
4
33
18

Gabarito: Item ERRADO.


21
70
87
F:

c) Para se representar arestas invisíveis, deve-se usar linhas do tipo


CP

tracejado de espessura estreita.


,
im

Conforme a tabela apresentada no item anterior, a questão está correta.


or
Am

Gabarito: Item CERTO.


da
ru
Ar

d) Na representação de elementos em vista, deve-se usar linha do tipo


contínua e de espessura larga 1.
el
ni

Conforme a tabela apresentada, na representação de elementos em vista, deve-se


Da

usar linha do tipo contínua e de espessura estreita, estando errada a questão.

Gabarito: Item ERRADO.

92 

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4
33
18
21
Colegas, chegamos ao final de nossa aula 3.

70
87
Aguardo vocês para nosso próximo encontro.

F:
CP
Bons estudos!

,
im
Marcelo Ribeiro

or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da
4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

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LISTA DE QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA

O projeto de escadas e esteiras rolantes, componentes muito utilizados em


prédios comerciais ou de escritórios, deve obedecer a determinados critérios de
segurança e funcionalidade. Em relação ao planejamento desse projeto, julgue os

4
itens abaixo.

33
18
1. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009 – Item 136)

21
Inclinações de 30° e 35° representam o padrão internacional para escadas

70
rolantes, entretanto a inclinação de 35° não é admissível no caso de desníveis

87
F:
superiores a 6 metros.

CP
2. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009 – Item 137) A

,
im
velocidade de funcionamento da escada rolante não pode servir como parâmetro

or
para o projeto, uma vez que, independentemente da inclinação, adota-se, sempre,

Am
0,5 m/s como o valor máximo de velocidade admissível.

da
3. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009 – Item 138) O número
ru
Ar
correto de degraus/pallets horizontais nas áreas de desembarque de escadas
rolantes e esteiras rolantes inclinadas depende do desnível, da inclinação e da
el

velocidade nominal que esses tipos de transporte apresentem.


ni
Da

Os sistemas de ventilação e condicionamento de ar são recursos amplamente


4
33

utilizados em todo tipo de edificação (prédios residenciais, de escritórios, centros


18

comerciais etc.) para garantir o conforto térmico das pessoas que ocupam esses
21

prédios ou neles circulam. Acerca das características e dos princípios de


70

funcionamento dos diversos tipos de sistemas de condicionamento de ar, julgue


87

os próximos itens.
F:
CP

4. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009 – Item 139) Os


,

sistema de ventilação para condicionamento de ar do tipo fan-coil pode atender


im
or

uma grande quantidade de ambientes, sendo o ar insuflado e (ou) exaurido


Am

através de um conjunto complexo de dutos interligados ou ramificados.


da

5. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009 – Item 140) O sistema


ru

de ventilação para condicionamento de ar de volume constante e temperatura


Ar

variável consiste de um único ventilador, instalado de modo a propiciar a


el

circulação do ar por apenas um duto de insuflamento.


ni
Da

6. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009 – Item 141) O sistema


de ventilação para condicionamento de ar de volume variável e temperatura
constante apresenta como principal limitação a incapacidade de controle
individualizado por ambiente condicionado.
94 

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(CESPE/CETURB-ES/Técnico em Manutenção Civil/2009) - Acerca dos


serviços topográficos utilizados nas edificações, julgue os itens que se seguem.

7. (CESPE/CETURB-ES/Técnico em Manutenção Civil/2009 - Item 73) A planta


do levantamento planialtimétrico do imóvel deve conter informações referentes à
topografia e aos acidentes físicos. Não é necessário apresentar informações a

4
33
respeito da vizinhança e dos logradouros.

18
21
8. (CESPE/CETURB-ES/Técnico em Manutenção Civil/2009 - Item 74) Com

70
referência à topografia do imóvel, é necessário demarcar os córregos ou

87
quaisquer outros cursos de água existentes no imóvel ou em sua divisa.

F:
CP
9. (CESPE/CETURB-ES/Técnico em Manutenção Civil/2009 - Item 75) O

,
terreno necessita estar terraplenado até aproximadamente às cotas de nível

im
or
definidas para execução das fundações, sendo a limpeza realizada apenas após a

Am
concretagem.

da
10. (CESPE/ANA/Analista/Engenharia Civil/2006 - Item 80) As poligonais
destinam-se a levantamentos de áreas grandes e são sempre fechadas. ru
Ar
el

11. (CESPE/ABIN/Oficial Técnico de Inteligência/Área: Engenharia Civil/2010


ni

– Item 60) Para a realização de levantamentos topográficos expeditos, pode-se


Da

usar uma bússola, uma trena e um clinômetro.


4
33

12. (CESPE/ANA/Analista/Engenharia Civil/2006 - Item 81) Os estereoscópios


18

são instrumentos que servem para medir distâncias horizontais no campo em


21

situações de relevo acidentado.


70
87

De acordo com as condições apresentadas na figura abaixo, que ilustra a planta


F:
CP

topográfica de um terreno, julgue os itens subsequentes.


,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

13. (CESPE/ME/Engenheiro/2008 – Item 56) A superfície do terreno no trecho


A-A é mais íngreme que no trecho B-B.

95 

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4
33
18
21
70
87
F:
CP
,
im
or
14. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011 –

Am
Item 67) Caso, no piso do andar térreo da construção a ser executada, haja cota

da
igual a 60 m, então, o serviço de terraplenagem para execução da construção se
restringirá aos serviços de cortes no terreno natural.
ru
Ar
el

15. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011 –


ni

Item 68) Considerando-se a figura acima, é correto afirmar que, para a obtenção
Da

da planta topográfica apresentada, bastou-se a realização de um levantamento


4

planimétrico.
33
18

16. (CESPE/STM/Analista Judiciário/Especialidade Engenharia Civil/2011 –


21

Item 69) Considerando-se que haja homogeneidade nas condições de solo e de


70
87

vegetação em toda a região, é correto afirmar que o talude indicado pela linha
F:

AB será o mais suscetível à erosão superficial em épocas de chuvas.


CP

17. (CESPE/ME/Engenheiro/2008 – Item 57) O desenho abaixo representa


,
im

esquematicamente a superfície do terreno ao longo da linha C-C.


or
Am

18. (CESPE/ME/Engenheiro/2008 – Item 58) Em plantas topográficas, a linha D-


D é a representação usual de uma linha de transmissão de energia elétrica.
da
ru

19. (CESPE/CETURB-ES/Analista de Planejamento/2009 - Item 88)


Ar

Georreferenciar uma área consiste em tomar suas coordenadas conhecidas em


el

determinado sistema de referência.


ni
Da

20. (CESPE/CETURB-ES/Analista de Planejamento/2009 - Item 89) Devido à


imprecisão inerente ao funcionamento dos satélites responsáveis pelo sistema
GPS (global positioning system), recomenda-se sempre a não utilização desse

96 

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sistema para a obtenção das coordenadas dos pontos de controle de uma área a
ser georreferenciada com fins de planejamento de transportes.

Acerca do caderno de encargos, julgue o item abaixo.

21. (CESPE/UNIPAMPA/2009 - Cargo 4: Arquiteto e Urbanista - Item 97) O

4
33
caderno de encargos da edificação apresenta o objeto da incorporação e seus

18
acabamentos de forma sucinta, com emprego de terminologia adequada à

21
apreciação pelos futuros adquirentes das construções, em estreita vinculação com

70
os desenhos de projeto.

87
F:
22 - (CESPE/SERPRO/2004 - Cargo 6: Analista – Recursos Logísticos - Item

CP
114) O caderno de encargos é o conjunto de especificações, critérios, condições e

,
procedimentos estabelecidos pelo proprietário da obra para a contratação,

im
or
execução, fiscalização e controle de obras ou serviços.

Am
23 - (CESPE/TCEES/2004 - Cargo 3: Controlador de Recursos Públicos – Área:

da
Engenharia Civil – Item 86) O caderno de encargos de uma construção é o
conjunto de especificações, critérios, condições e procedimentos estabelecidos ru
Ar
pelo construtor para a execução e fiscalização de obras ou serviços.
el
ni

24. (CESPE/ANA/2006 - Cargo 1: Analista Administrativo / Área 8: Engenharia


Da

Civil – Item 118) O memorial descritivo da obra é documento necessário para a


4

montagem do orçamento, pois nele são caracterizados os métodos de execução e


33
18

o padrão de acabamento da obra.


21

25. (CESPE/TCE-PE/Inspetor de Obras Públicas/2004 – Item 106) O programa


70
87

de necessidades constitui um documento que contém o levantamento das


F:

informações necessárias à elaboração do projeto arquitetônico, incluindo a


CP

relação dos setores, suas ligações, as necessidades de áreas, as características


,

gerais e os requisitos especiais, como as posturas municipais.


im
or

26. (CESPE/TRE-GO/Analista Judiciário/Arquitetura/2008 – Item 75) O projeto


Am

de edificações é composto, entre outros, pelo projeto arquitetônico que, definido


da

pelas NBR 13.531 e NBR 13.532, é integrado pelas seguintes fases: estudo
ru

preliminar; anteprojeto ou projeto pré-executivo; projeto legal; projeto básico


Ar

(opcional); projeto executivo final. A respeito desse assunto, assinale a opção


el

correta.
ni
Da

a) As outras etapas do projeto de edificações são: execução da obra e


fiscalização.

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b) O estudo preliminar e o anteprojeto são fases iniciais, de pouca influência para


a edificação final.

c) O projeto executivo final só é concluído após os projetos especializados terem


sido entregues.

4
33
d) O projeto básico, quando é feito, ocorre obrigatoriamente após o projeto legal

18
estar aprovado.

21
70
O projeto básico constitui importante requisito para a execução de uma

87
edificação de caráter público, tanto por ser condicionante das condições técnicas

F:
para a execução e utilização dessa edificação, quanto por ser componente

CP
essencial para a sua fiscalização. Acerca do referido projeto, julgue os itens

,
seguintes.

im
or
27. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009 – Item 174) O

Am
projeto básico deve conter informações que possibilitem o estudo e a dedução de

da
métodos construtivos, instalações provisórias e condições organizacionais para a
execução da obra. ru
Ar
el

28. (CESPE/TCU/AUFC/Auditoria de Obras Públicas/2009 – Item 175) O


ni

orçamento detalhado de um projeto básico deve traduzir, em termos quantitativos


Da

e financeiros, os serviços que serão contratados.


4
33

Julgue os itens a seguir com base na Lei n.º 8.666/1993 e suas alterações.
18
21

29. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010 – Item 132) O projeto


70

básico, conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão


87

adequado para caracterizar a obra ou serviço objeto da licitação, deve ser


F:
CP

elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares que
assegurem a viabilidade técnica do empreendimento, sendo dispensada a inclusão
,
im

do tratamento do impacto ambiental do empreendimento.


or
Am

30. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010 – Item 133) Um projeto


básico deve conter o orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado
da
ru

em quantitativos de serviços e fornecimentos adequadamente avaliados.


Ar

31. (CESPE/MPU/Analista de Engenharia Civil/2010 – Item 134) As obras e os


el

serviços somente poderão ser licitados quando houver projeto básico e projeto
ni

executivo aprovados pela autoridade competente e disponível para exame dos


Da

interessados em participar do processo licitatório.

De acordo com as definições da Lei 8.666/1993 que trata de licitações e contratos


da administração pública, julgue o próximo item.
98 

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32. (CESPE/ABIN/Oficial Técnico de Inteligência/Área: Engenharia Civil/2010


– Item 122) O projeto básico para a execução de um empreendimento deve
conter o desenvolvimento da solução escolhida, de forma a fornecer a visão
global dessa obra. Assim, nessa etapa de projeto, não há a necessidade de se
identificar com clareza todos os elementos constitutivos da obra.

4
33
33. (CESPE/MCT/Analista em C&T Pleno B13/2008 – Item 114) A planta de

18
situação ou locação deve apresentar o partido arquitetônico como um todo, em

21
seus diversos aspectos. Pode conter informações específicas em função do tipo e

70
87
porte do programa, assim como para a finalidade a que se destina. Deve

F:
representar ainda construções existentes, demolições ou remoções futuras, áreas

CP
non aedificandi e restrições governamentais.

,
im
34. (CESPE/MCT/Analista em C&T Pleno B13/2008 – Item 115) Para licitações

or
públicas de obras de até 100 m2 as especificações técnicas dos materiais de

Am
acabamento devem estar pormenorizadamente descritas sob a forma de símbolos

da
gráficos, letras e números nas pranchas de desenho.
ru
Ar
35. (CESPE/CETURB-ES/Analista de Planejamento/2009 - Item 53) O
el

anteprojeto deve ser acompanhado dos detalhes construtivos, das especificações


ni

de materiais e de acabamentos. Com esses dados, são preparados o orçamento, o


Da

cronograma de obras, os projetos complementares e o estrutural.


4
33

36. (CESPE/MPE-TO/Analista Ministerial – Engenharia Civil/2006 – Item 61)


18

No projeto básico de uma obra, não é necessário detalhar os materiais a serem


21

utilizados.
70
87

37. (CESPE/MPE-TO/Analista Ministerial – Engenharia Civil/2006 – Item 62) O


F:

projeto construído, ou as built, é condição para o recebimento definitivo de uma


CP

obra.
,
im

38. (CESPE/TCE-RN/Inspetor de Controle Externo/ Engenharia Civil/2009 –


or
Am

Item 53) Em caso de divergência entre os desenhos do projeto arquitetônico e o


caderno de encargos, sempre devem prevalecer os desenhos.
da
ru

39. (CESPE/TCE-RN/Inspetor de Controle Externo/ Engenharia Civil/2009 –


Ar

Item 55) Em caso de divergência entre as especificações apresentadas nas


el

embalagens dos materiais e o conteúdo do caderno de encargos, deve sempre


ni

prevalecer o caderno.
Da

40. (CESPE/TCE-PE/Inspetor de Obras Públicas/2004 – Item 107) Desenho


projetivo é o desenho resultante de projeções do objeto sobre um ou mais planos,

99 

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CURSO ON-LINE – PROFESSOR: MARCELO RIBEIRO

compreendendo um conjunto de vistas ortogonais que refletem a verdadeira


grandeza dos objetos projetados.

41. (CESPE/CETURB-ES/Analista de Planejamento/2009 - Item 51) O processo


projetual implica uma série de operações que resulta em um modelo do qual será
copiado um edifício. A gradação de representações de menor generalidade até

4
33
aquelas de menor definição é válida para a maioria dos processos projetuais.

18
21
42. (CESPE/CETURB-ES/Analista de Planejamento/2009 - Item 52) O desenho

70
arquitetônico não é a representação ideal de um projeto, e sua desvantagem maior

87
é mostrar pedaços de um projeto que deve ter a visualização completa em uma

F:
CP
imagem mental.

,
43. (CESPE/TSE/Analista Judiciário/Engenharia Civil/2006 – Item 51) A norma

im
or
brasileira estabelece padrões que devem ser obedecidos para representar

Am
graficamente os diversos componentes de uma obra, assim como as informações

da
a eles associadas. Desse modo, a observância de tais padrões contribui para a

ru
correta interpretação do desenho técnico. Acerca desse assunto, assinale a opção
Ar
correta.
el

a) Para se representar linhas auxiliares e linhas de cota, deve-se usar linha do tipo
ni

tracejada de espessura estreita.


Da
4

b) Na representação de elementos aquém do plano de corte, deve-se usar linha do


33
18

tipo tracejada de espessura larga.


21

c) Para se representar arestas invisíveis, deve-se usar linhas do tipo tracejado de


70
87

espessura estreita.
F:
CP

d) Na representação de elementos em vista, deve-se usar linha do tipo contínua e


de espessura larga 1.
,
im
or
Am
da
ru
Ar
el
ni
Da

100 

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

ASENSI, Isquierdo (1990). Geometria Descriptiva. Madrid.

MACHADO, Ardevan (1986). Geometria Descritiva. São Paulo: Projeto Editores


Associados, 26° ed. 306 p.

4
33
PRÍNCIPE Jr. Geometria Descritiva. V. 1 e 2.

18
21
TATON, René e FLOCON Albert (1979). A Perspectiva. São Paulo: Difusão

70
Européia do Livro, 135p.

87
F:
Manual de Obras Públicas – Edificações. Práticas da SEAP. Secretaria de Estado

CP
da Administração e do Patrimônio.

,
im
Manual de Obras Públicas – Projetos. Práticas da SEAP. Secretaria de Estado da

or
Am
Administração e do Patrimônio.

da
YAZIGI, Walid. A Técnica de Edificar. Editora Pini, São Paulo.

ru
Ar
AZEREDO, Hélio Alves. O edifício e seu Acabamento. Prática de Construção
Civil.
el
ni

Sistemas de Ventilação: Constituição e Classificação, Critérios para


Da

Dimensionamento, Cálculo da Perda de Carga, Métodos de Dimensionamento e


4
33

Geração de Ruído. Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual


18

de Campinas. Disponível em www.fem.unicamp.br/~em712/sisflu10.doc


21
70

Manual do Proprietário – Escadas e Esteiras Rolantes. Atlas Schindler. 2007.


87
F:

Guia de Planejamento – Projetos de Escadas e Esteiras Rolantes. Atlas Schindler.


CP

2008.
,
im

Manual de Transporte Vertical em Edifícios. Elevadores de Passageiros, Escadas


or

Rolantes, Obra Civil e Cálculo de Tráfego. Atlas Schindler. 2008.


Am

 
da
ru
Ar
el
ni
Da

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