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Vitamina B6

RIOS, Jizah; VALE, Julliana do; REIS, Suzy, SÁ, Odara de.

RESUMO

Este trabalho tem por objetivo, estudar a vitamina B6 e suas evidencias, sua
biodisponibilidade, as funções e ação no organismo, sua absorção,
metabolismo e excreção, as fontes alimentares onde são encontrados, os
teores de vitamina B6 nos alimentos, os valores da ingestão dietética de
referência, e a ingestão inadequada que pode afetar o metabolismo de
aminoácidos e possivelmente também a ação dos hormônios esteróides.

Palavras Chaves: Vitamina B6, piridoxina, ingestão, biodisponibilidade.


INTRODUÇÃO

Vitamina B6 é o termo genérico empregado para determinar seis compostos


hidrossolúveis que apresentam qualitativamente a mesma atividade biológica.
As evidencias de que é um nutriente essencial foram demonstradas na década
de 1950, quando crianças que receberam uma fórmula infantil autoclavada e,
portanto com baixos teores de vitamina B6, apresentaram hiperirritabilidade e
convulsões. A suplementação com a respectiva vitamina extinguiu estes
sintomas. A vitamina B6 Existe nas formas piridoxina, piridoxal, piridoxamina,
piridoxina 5’fosfato, piridoxal 5’fosfato, piridoxamina 5’fosfato e ácido piridoxo.
A piridoxina é a forma mais utilizada para a fortificação de alimentos e
preparações medicamentosos. A ação da vitamina esta relacionada ao
metabolismo de aminoácidos como uma coenzima nas reações de trasaminase
(interconversão e catabolismo de aminoácidos e na síntese de aminoácidos
não – essenciais); na descarboxilação para gerar aminas biologicamente
ativas; e em outras reações do metabolismo. Age também como co-fator para
ação do glicogênio fosforilase e de outras enzimas. A deficiência da vitamina B 6
praticamente não existe, uma vez que esta vitamina está presente na maioria
dos alimentos. Entretanto, a ingestão inadequada pode afetar o metabolismo
de aminoácidos e possivelmente também a ação dos hormônios esteróides.
Algumas síndromes dependentes de vitamina B6 são relatadas em condições
especiais, como em erros inatos do metabolismo, nos quais o defeito estaria no
local de ligação da coenzima à enzima afetada. Do ponto de vista clínico a
deficiência em vitamina B6 é manifestada freqüentemente por mudanças no
sistema nervoso central. Eletroencefalograma anormais puderam ser
observados em estudos de depleção;hiperirritapilidade e apoplexia convulsiva
foram descritas em crianças; dermatite seborreica e eczema foram observadas
nas regiões da boca, nariz e ouvidos, bem como estomatite angular, glossite e
queilose. Na literatura, há cogitações quanto ao fornecimento de suplemento
da vitamina B6 no tratamento e prevenção de doenças coronárias, no
tratamento da TPM, da asma e da anemia falciforme.
FUNÇÃO

A vitamina B6 age como coenzima em mais de cem reações enzimáticas


envolvidas no metabolismo de aminoácidos, carboidratos, neurotransmissores
e lipídeos. Os compostos metabolicamente ativos são o PLP e PMP, sendo que
este último atua em menor proporção. O grupo carbonila é a porção reativa na
glicogênio fosforilase e na reciclagem dos receptores dos hormônios
esteróides. O PLP tem um papel bem definido no metabolismo lipídico, como
coenzima na descarboxilação da fosfatidilserina, levando à formação da
fosfatidiletanolamina e, posteriormente, à fosfatidilcolina. Há alguma evidência
de que esteja envolvido no metabolismo dos ácidos graxos poliinsaturados,
baseando-se na observação de que quando animais depletados em linoleato
são repletados, há grande formação de araquidonato se eles receberem
também suplementos de B6. A vitamina B6 está envolvida na conversão do
triptofano para niacina, no metabolismo do ácido fólico e da vitamina B12 (Ball,
1994; Driskell, 1984). Também regula a ação de hormônios esteróides como
progesterona e a testosterona. A enzima glicogênio fosforilase, responsável
pela liberação de glicose a partir do glicogênio, é dependente da vitamina B6.
Cerca de 80% da PLP do organismo está associada a esta enzima no músculo
(Bender, 1997). Nos diabéticos, há aumento da peroxidação lipídica nas células
devido à oxidação da glicose, o que provoca a geração de radicais superóxido.
Na literatura, há evidências de que a suplementação com vitamina B6 inibe o
desenvolvimento de complicações, como a neuropatia e a retinopatia, em
pacientes diabéticos. Um novo mecanismo bioquímico pelo qual a piridoxina e
a piridoxamina evitam o desenvolvimento de neuropatia nestes doentes foi
proposto por Jain e Lim (2001). Em estudos com eritrócitos humanos tratados
com glicose, os autores demonstraram que PL e PM podiam inibir a produção
dos radicais superóxido gerados a partir das altas concentrações de glicose,
diminuindo assim, a peroxidação lipídica, a glicosilação da hemoglobina e
promovendo, consequentemente, a normalização da atividade da bomba de
sódio e potássio. Reynolds (1998) citou trabalho onde foi declarado que a
deficiência de vitamina B6 em ratos prejudica os ossos dos animais (Dodds et
al., 1986 apud Reynolds, 1998). Citou ainda outro onde se verificou que os
teores de vitamina B6 estão diminuídos em humanos que tiveram seus quadris
fraturados em queda. É provável, afirmou Reynods (1998), que a vitamina B 6
possa modular os efeitos da vitamina K no metabolismo dos ossos. Pode ser
utilizado na supressão do câncer, na ação hormonal nuclear, no tratamento da
discinesia tardia, autismo, doenças genéticas e polimorfismos.
ABSORÇÃO, METABOLISMO E EXCREÇÃO

Humanos e outros mamíferos não sintetizam a vitamina B6 e, portanto,


precisam obtê-la de fontes alimentares ou da síntese bacteriana no intestino
grosso. A absorção de fonte alimentar se inicia com a hidrólise das formas
fosforiladas no lúmen intestinal, que posteriormente serão absorvidas por
difusão passiva. Dados com células CACO-2, entretanto, têm evidenciado a
existência de um sistema especializado, mediado por carreador, para a
absorção de piridoxina, que não é dependente de sódio, mas sim de pH ácido.
Porém, a identidade molecular desse sistema de absorção de vitamina B 6 e os
genes envolvidos estão ainda por serem elucidados. A maioria da piridoxina
ingerida é liberada para a circulação portal como piridoxal, após desfosforilação
na superfície serosa. Diferentemente de outras vitaminas do grupo B, não
parece haver limite para absorção da vitamina B6, visto que doses
extremamente altas são bem absorvidas. A maioria da vitamina B6 absorvida é
direcionada para o fígado, embora outros tecidos também possam absorver
compostos não fosforilados da circulação. No metabolismo, essa vitamina se
encontra como ésteres de fosfato. Os fosfatos de piridoxina e piridoxamina são
oxidados para piridoxal fosfato. Todos os tecidos possuem atividade de
piridoxina quinase, mas a piridoxina fosfato oxidase é encontrada apenas no
fígado, rins e cérebro com baixa atividade de eritrócitos. A piridoxina fosfato
oxidase é uma flovoproteína e é sensível à deficiência da vitamina B 6
(riboflavina). A piridoxina é rapidamente convertida para piridoxal fosfato no
fígado e em outros tecidos. O piridoxal fosfato não atravessa as membranas
celulares e o efluxo da vitamina na maioria dos tecidos é como piridoxal,
liberado do fígado ligado à albumina. Grande parte do piridoxal fosfato livre no
fígado é hidrolisado para piridoxal, que também é liberado e circula ligado à
albumina. O piridoxal livre que permanece no fígado é rapidamente oxidado
para ácido 4-piridóxico. Tecidos extra-hepáticos podem absorver tanto piridoxal
quanto piridoxal fosfato no plasma. O piridoxal livre pode deixar a célula ou
pode ser oxidado para ácido 4-piridóxico pelo aldeído desidrogenase (que está
presente em todos os tecidos) e também pelo aldeído oxidase hepática e renal.
O ácido 4-piridóxico é o principal produto de excreção da vitamina B6,
representando aproximadamente meta de dos compostos encontrados na
urina, e sua excreção reflete mais a ingestão recente do que as reservas dessa
vitamina nos tecidos. Pequenas quantidades de piridoxal e piridoxamina são
também excretadas na urina, embora grande parte da vitamina ativa que é
filtrada nos glomérulos possa ser reabsorvida nos túbulos renais. Em doses
muito elevadas de piridoxina, a maioria é excreta sem alterações na urina. A
vitamina B6 também pode ser excretada pelas fezes, porém em menor
proporção. Entretanto, a avaliação dessa rota de excreção é dificultada pela
possibilidade de síntese da vitamina pelo intestino grosso.

NÍVEIS SÉRICOS

A concentração piridoxal fosfato do plasma pode ser alterada em algumas


condições: Com o aumento da atividade fosfatase alcalina, que causa redução
em sua concentração; na gestação, quando também ocorre diminuição;
aumento do piridoxal fosfato circulante em resposta ao exercício
moderadamente intenso. O catabolismo da homocisteína ocorre por meio da
transulfuração para a cisteína, envolve duas enzimas dependentes de piridoxal
fosfato e suas concentrações são influênciadas pela ingestão de vitamina B6,
folato e vitamina B12. Os valores de homocisteína diferem entre raça e sexo,
sendo que em indivíduos afro – descendentes apresentam concentrações mais
baixas de PLP plasmático e concentrações de homocisteína plasmática de
jejum semelhante à de indivíduos brancos. Porém, quando afros –
descendentes foram submetidos a uma sobrecarga de metionina, o aumento
nas concentrações de homocisteína no plasma foi significativamente menor, o
que indica que esses indivíduos catalisam a transufulração da homocisteína
para cisteína de um modo mais eficiente.

Tabela 1. Valores de Vitamina B6


VALORES ADEQUADOS
Vitamina B6 total no >40nmol (10µg)L
plasma
Piridoxal fosfato no >30nmol (7,5µg)L
plasma
Fonte: Bitsch et. al. In: Bender, D. A. & Bender, A. E5.
FONTE ALIMENTARES

Teores relativamente altos de vitamina B6 são encontrados em extratos de


levedura, trigo integral, fígado e carne bovina. Outras fontes importantes
incluem cereais integrais, castanhas e rins. Leite, ovos e frutas constituem
fontes com concentrações relativamente baixas (Ball, 1994; Driskell, 1984;
Kalsted, 1993). Há uma forma adicional de vitamina B6 que ocorre em plantas:
é a forma glicosídeo da piridoxina. Uma grande variedade de frutas, vegetais e
cerais em grãos contém a vitamina B6 nesta forma, variando de 5% a 75% do
total desta vitamina (Gregory III, 1998). A piridoxina é provavelmente o único
análogo da vitamina B6 que é encontrado na forma glicosídeo.
BIODISPONIBILIDADE

A maioria dos alimentos possui vitamina B6 e a absorção geralmente é alta.


Entretanto, muito alimentos de origem vegetal contêm uma quantidade
significativa de vitamina B6 na forma glicosilada, principalmente como
piridoxina-5-β-D-glicosídio, que se acredeta ter metade da eficiência quando
comparada às demais formas disponíveis. Essa forma da vitamina pode ser
absorvida, mas a hidrólise imcompleta da ligação glicosídica é responsável
pela menor biodisponibilidade. Outro aspecto importante é a interação
metabólica entre o glicosídio e a piridoxina. A piridoxina-5-β-D-glicosídio atua
como inibidor transitório fraco da utilização metabólica da piridoxina ingerida,
provavelmente por uma inibição competitiva do transporte de piridoxina nos
tecidos. Produtos da reação do piridoxal com a lisina em proteínas que foram
superaquecidas também podem reduzir a biodisponobilidade da vitamina B 6. As
perdas da vitamina B6 são altas no cozimento e no processamento (enlatados)
de carnes e vegetais. A moagem do trigo para fabricação da farinha pode
resultar em perdas de 70 a 90% e o congelamento de vegetais, de 35 a 55%.
As carnes fornecem cerca de 40% das recomendações de B6. Estudos sobre a
biodisponibilidade da vitamina B6 realizados com seres humanos revelam
valores de alguns alimentos: noz (78%), banana (79%), brócolis (74%), couve-
flor (63%), suco de tomate (25%), espinafre (22%), suco de laranja (9,4%). Em
uma dieta mista, estima-se que a biodisponibilidade da vitamina B6 seja de
aproximadamente 75%, ao passo que alguns autores apresentam uma
variação em dietas norte-americanas da ordem de 61 a 81%.

Tabela 2. Conteúdos de Vitamina B6 em Alimentos


Alimentos Peso (g) Vitamina B6 (mg)
Bife de fígado 100 1,43
Banana 118 0,70
Salmão cozido 100 0,65
Frango cozido 100 0,63
Fígado de frango cozido 100 0,60
Batata assada com casca 122 0,42
10
Fonte: Hands, E. S .
RECOMENDAÇÕES

A maioria dos estudos sobre necessidades e recomendações de


ingestão de vitamina B6 baseia-se no desenvolvimento de anormalidade do
metabolismo do triptofano e da metionina durante a depleção e a normalização
durante a repleção, com a ingestão gradual da vitamina. Sabendo que a
principal função da vitamina B6 é atuar no metabolismo de aminoácidos, supõe-
se que a ingestão protéica afetará suas recomendações. Adultos mantidos com
dita deficiente em B6, desenvolveram anormalidades do metabolismo de
triptofano e metioninam ais rapidamente. Segunda RDAs para adultos forma
derivadas utilizando pontos de corte para indicadores bioquímicos que não
estavam devidamente ligados à insuficiência clínica ou fisiológica,
principalmente pela dificuldade dessa determinação. Entretanto, a ingestão
acima de 0,5 mg/dia não está relacionado a nenhuma sinal clínico de
deficiência e acredita-se que 1 mg/dia seja suficiente para a maioria dos
indivíduos adultos, podendo ser aumentada quando a ingestão protéica for
muito elevada. Há algumas tentativas de se estimar as recomendações de B 6
pelo tamanho das reservas totais do organismo e do turnover metabólico.
Estudos de curta duração, utilizando traçadores isotópicos, sugerem um
conteúdo corporal total de 160 a 600 µmol (40 a 150 mg), com meia-vida de 33
dias, sugerindo, portanto, recomendação mínima de 0,6 – 2,27 mg/dia. Porém,
cerca de 80% do total corporal da vitamina B 6 encontra-se na glicogênio
fosforilase do músculo esquelético, com um turnover relativamente lento.
Baseado em estudos com traçadores de meias – vidas mais longas, Couburn
sugeriu reservas totais de 250 mg ou 15 nmol (3,7 µg)/g de seu peso corporal,
com perda de 0,13% ao dia e recomendação mínima de 0,02µmol (5µg)/kg de
peso corporal – cerca de 350µg/dia para um adulto de 70 kg. Essa quantidade
é considerávelmente menor que a recomendação para normalizar o
metabolismo do triptofano e da metionina nos estudos de depleção/repleção, e
poderia refletir a diminuição de pequenas reservas associadas com o
metabolismo de aminoácidos, que apresentam turnover rápido, com as
reservas maiores e mais estáveis associadas com a glicogênio fosforilase.
Estimativas para crianças representam um problema e há necessidades de
mais pesquisas. O leite humano, que deve ser assumido como adequada à
nutrição infantil, fornece apenas 2,5 a 3 µg de vitamina B6/g de proteína, muito
menor que a recomendação para adultos, e não há razões para que crianças
tenham necessidades menores. Uma primeira aproximação para o
estabelecimento das necessidades de B6 para crianças surgiu dos estudos com
crianças que apresentavam convulsões como resultado de deficiência
provocada pelo superaquecimento do leite da fórmula infantil. Com a ingestão
de 60µg/ dia a incidência de convulsões foi de 0,3%. O fornecimento de
260µg/dia previne ou cura as convulsões, mas para normalizar o metabolismo
do triptofano há necessidade de 300µg/dia. Esta recomendação provavelmente
está superestimada, visto que a piridoxil-lisina, formada pelo aquecimento da
vitamina com proteínas, possuem uma atividade antivitamínica, e poderia,
portanto, resultar em uma recomendação aparente maior. As ingestões
recomendadas para a vitamina B6 estão listadas no quadro abaixo.

Tabela 3. Recomendações Nutricionais de Vitamina B6


Idade mg/dia
Lactentes 0 a 6 meses 0.1
7 a 12 meses 0.3
Crianças 1 a 3 anos 0.5
4 a 8 anos 0.6
Homens 9 a 13 anos 1.0
14 a 50 anos 1.3
51 a 70 anos 1.7
> 70 anos 1.7
Mulheres 9 a 13 anos 1.0
14 a 18 anos 1.2
19 a 50 anos 1.3
>50 anos 1.5
Gravidez 1.9
Lactação 2.0
Fonte: Dietary Reference Intakes: Recommended Intakes
for Individuals Vitamins, Food and Nutrition Board,
Institute of Medicine, National Academies, 2004
DICAS NUTRICIONAIS

Sorvete de Banana

Ingredientes

1 xícar de banana amassada


1 colher de chá de suco de limão
4 colheres de sopa de açúcar
1/2 colher de chá de sal
1 ovo batido
1/2 xícara de leite
1 colher de chá de essência de baunilha
1 xícara de creme de leite

Modo de Preparo

Bata no liquidificador as bananas, o suco de limão, o açúcar e o sal. Junte o


ovo o leite, a baunilha. Bata separadamente o creme de leite até firmar misture
tudo com cuidado e coloque no congelador. Mexa de vez em quando.
DEFICIÊNCIA E EXCESSO

A deficiência clínica em B6 é rara. A vitamina é bem distribuída nos


alimentos e flora bacteriana intestinal sintetiza relativamente grandes
quantidades, que parecem ser absorvidas e, portanto, disponíveis. Entretanto,
uma proporção significativa de indivíduos em populações desenvolvidas
apresenta evidências bioquímicas de estado nutricional inadequado em relação
à B6. A privação da vitamina B6 leva a anormalidades metabólicas que resultam
de produção insuficiente de PLP. Estas se manifestam clinicamente como
alterações dermatológicas e neurológicas na maioria das espécies. Os seres
humanos exibem sintomas de fraqueza, insônia, neuropatias periféricas,
queilose, glossite, estomatite, dermatite seborréica, anemia microcítica (devido
à síntese diminuída de hemoglobina), convulsões, depressão e confusão. Em
vista a ampla distribuição da vitamina nos alimentos, os casos de deficiência da
vitamina B6 são relativamente raros. Entretanto a deficiência pode ser
precipitada por medicações (por exemplo, a droga antituberculínica, ionizada)
que interfere o metabolismo as vitamina. O excesso pode causar ataxia e
neuropatia sensorial.
CONCLUSÃO

A vitamina B6 é notável por sua variedade de funções. Assim, apesar da


deficiência desse nutriente ser rara, sua importância é inegável. No entanto,
após o seu descobrimento, ainda pairam dúvidas concernentes ao seu
metabolismo, necessidades diárias. Os reais efeitos da ingestão da forma
glicosídeo dos teores de vitamina B 6 no organismo precisam ainda ser
determinados. São necessários ainda maiores esclarecimentos quanto sua
aplicação terapêutica da vitamina B6, já que a literatura menciona seus efeitos
tóxicos e por outro lado, há aqueles que acreditam em seus benefícios em
doses maiores no tratamento de certas enfermidades.

REFERÊNCIAS

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