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MATÉRIA: Direito Administrativo

PROFESSOR: Elisson Costa


AULA E DATA: 01 – 13.03.2010

I – Administração Pública

1 - Função administrativa
2 - Princípios

A - Constitucionais – artigo 37, caput, CF

L - egalidade – O administrador público só pode fazer o que a lei


determina.
I - mpessoalidade - Significa que o administrador público não pode
beneficiar e nem prejudicar pessoas determinadas.
Primeira vertente – Este princípio veda a promoção pessoal do
administrador público quando da inauguração de obras e serviços (proibição de
nomes e símbolos).

M - oralidade – Significa que o administrador público deve atuar dentro


de padrões éticos.

P - ublicidade – Significa a ampla divulgação dos atos da administração


pública. Exceção: Caso de segurança nacional e interesse público relevante.

E - ficiência – Emenda constitucional 19. O administrador público deve


buscar sempre o melhor resultado, que vise o interesse público.

B - Essenciais

1 - Legalidade – Toda conduta administrativa deve ser motivada,


fundamentada.
2 - Supremacia do Interesse público sobre o privado. Exemplo:
Desapropriação.

C - Outros – Lei 9784/99

1 - Razoabilidade e Proporcionalidade é quase a mesma coisa.


Significa que o administrador público deve atuar de forma compatível
com os fins que ele deseja atingir.

2 - Motivação – Significa que o administrador público deve explicitar as


razões de fato e as razões de direito que servem de fundamento para o ato.

3 – Autotutela – Súmula – 473, STF

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PROFESSOR: Elisson Costa
AULA E DATA: 01 – 13.03.2010

FUNÇÃO ADMINISTRATIVA

É a função pública do Estado realizada debaixo da lei na qualidade de


parte, sujeita de uma relação jurídica para cumprir as finalidades previstas no
ordenamento visando o bem comum. (Interesse público).

AUTOTUTELA

Ilegalidade – Gera: anulação – Efeito: Ex tunc – Quem pode anular


(Poder judiciário e Administração pública).

Ato discricionário – Pode ser anulado


É praticado com margem de liberdade dentro do limite da lei.

Ato vinculado – É vinculado de acordo com a lei.


Pode ser anulado se não for praticado de acordo com a lei.

Inoportunidade e Inconveniência (mérito) – Gera: Revogação – Efeito:


ex nunc – retroage

Quem pode revogar o ato administrativo (Só a administração).

Ato discricionário: Pode ser revogado

O ato vinculado: Não pode

Ato discricionário

É aquele praticado com margem de liberdade, outorgada pela lei, ao


administrador público para que ele dentro de critério de oportunidade e conveniência
possa escolher a alternativa mais adequada diante do caso concreto. Exemplo: Auto
de infração pode ser anulado e revogado.

Ato vinculado

É aquele que a lei disciplina exaustivamente como ele deve ser.


Exemplo: Licença.

Oportunidade e Conveniência = mérito do ato administrativo

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Poder Judiciário

Exerce controle limitado sobre os atos administrativos. (Controle de


legalidade)

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Exerce controle ilimitado. Controle de legalidade e controle de mérito.

Súmula 473 – STF

PODER ADMINISTRATIVO

1 – Poder normativo – É aquele de que dispõe o administrador público


para expedir atos que veiculam normas. Exemplo: Regulamentos, Decretos,
Resoluções, Portarias.

2 – Poder hierárquico – É aquele de que dispõe o administrador público


para distribuir e escalonar as funções de seus órgãos e agentes. Faculdades:
fiscalizar, delegar, avocar.

3 – Poder disciplinar – É aquele pelo qual o administrador pode punir


internamente a conduta funcional de seus servidores e demais pessoas sujeitas à
disciplina administrativa. (licitantes e contratados).

4 – Poder de Polícia – Artigo 78, caput, CTN

É aquele de que dispõe o administrador público para condicionar e


restringir o uso e o gozo de bens e atividades individuais em benefício da
coletividade ou do próprio Estado. Exemplo: Proibir alguém de fumar perante a lei
anti-fumo, rodízio de veículo, etc.

ATRIBUTOS / CARACTERÍSTICAS

Auto – executoriedade - É a possibilidade que o administrador público


tem de com seus próprios meios colocar em execução as suas decisões sem
necessidade de recorrer ao judiciário.

Discricionariedade - Margem de liberdade outorgada pela lei do


administrador público para que ele dentro do critério de oportunidade e conveniência
possa escolher a alternativa mais adequada diante do caso concreto.

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Coercibilidade - É a possibilidade da utilização de medidas coativas


diante da resistência do particular.

BENS PÚBLICOS – Artigo 98 à 102, CC

I - Conceito -
II - Classificação -

1 - Uso comum
2 - Uso especial
3 – Dominiais

III – Características

1 - Inalienabilidade
2 - Imprescritibilidade
3 - Impenhorabilidade