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A boa memorização é uma ferramenta de formação do caráter, aprimoramento das

virtudes e desenvolvimento pessoal: dependemos da memória para mudar


comportamentos, reformar hábitos e agir bem.

Os 4 tipos de leitura, por A.D. Sertillanges


https://www.youtube.com/watch?v=n6tKru61fPk

O clássico livro A Vida Intelectual, redigido originalmente em 1920 pelo padre, filósofo
e teólogo francês A.D. Sertillanges (Clermont-Ferrand, 1863 — Sallanches, 1948),
descreve 4 tipos principais de leitura:

1. Leituras Fundamentais. A leitura para nossa formação, para sermos alguém.


2. Leituras Ocasionais. A leitura em vista de uma tarefa ou para obtenção de uma
informação, como quando lemos os resultados de uma pesquisa no Google.
3. Leituras de Treinamento. A leitura como treinamento para o trabalho ou para
aquisição de uma nova habilidade.
4. Leituras Relaxantes. A leitura para distração e entretenimento.

Todos esses tipos de leitura podem ser proveitosos, mas dois deles são especialmente
importantes para o leitor do Mude.vc: as leituras fundamentais e as leituras de
treinamento.

O leitor do Mude.vc – você! – está interessado principalmente em tornar-se uma pessoa


melhor e em preparar-se para enfrentar os vários desafios do site e da vida, daí a maior
importância desses dois tipos de leitura.

Mas apenas ler não é suficiente, é preciso ser capaz de reter na memória o que lemos.
Por isso a memorização será o tema principal deste artigo.

Por que é tão difícil memorizar o que lemos e


aprendemos?
Todos nós gostaríamos que os conhecimentos adquiridos nas leituras estivessem sempre
disponíveis quando precisássemos deles. Mas nem sempre eles estão, não é mesmo?

Por que é tão difícil reter e memorizar aquilo que lemos? Vamos investigar.

Em primeiro lugar vamos entender uma sequência que define a nossa capacidade de
memorização:

1. A memória é fruto da atenção;


2. A atenção é fruto do interesse;
3. O interesse é fruto da necessidade.

Mas que necessidade? Talvez a necessidade de vencer uma dor; ou a necessidade de


superar um obstáculo; ou a necessidade de conquistar um bem desejado. Temos
muitas necessidades diferentes.
Seja como for, aí está a primeira razão para a nossa dificuldade de memorizar: a falta
de interesse genuíno naquilo que estamos tentando reter na memória.

Essa é a razão pela qual, por exemplo, esquecemos grande parte dos conhecimentos que,
à época do ensino fundamental ou médio, tínhamos de maneira tão clara na mente.

Se o nosso interesse por algo é apenas circunstancial – apenas para passar numa prova,
por exemplo –, o conhecimento retido na memória tenderá a ser esquecido tão logo
nosso objetivo tenha sido alcançado.

Por outro lado, se o nosso interesse por algo está ligado à uma necessidade mais
profunda, a memorização será mais fácil e talvez até aconteça sem nos darmos conta
dela.

Mas e se quisermos deliberadamente reter algo na memória? Como memorizar? Há um


procedimento que podemos seguir?

Vamos aprender o método de um grande mestre em breve, mas antes vamos conversar
um pouco sobre os diferentes tipos de memorização.

Os 2 tipos de memorização
Podemos falar em dois tipos básicos de memorização, cada um deles usado para
objetivos específicos:

1. A memorização de símbolos e formas


2. A memorização de princípios e regras

O primeiro tipo é o mais comum, é aquela memorização que todos nós conhecemos e
cujo objetivo é reter na memória um símbolo verbal que é uma cópia exata daquilo
que vimos num livro ou que aprendemos com alguém.

Pense na memorização de uma fórmula matemática ou de uma frase ou pequeno texto


que memorizamos com o intuito de usar numa prova ou teste. Precisamos memorizá-los
exatamente da maneira como são.

O segundo tipo é o que mais nos interessa aqui. É a memorização cujo objetivo não é
reter um símbolo verbal com exatidão, mas memorizar um princípio que nos parece
importante e que desejamos integrar à estrutura da nossa personalidade.

Nesse caso a memorização exata do símbolo verbal é menos importante: o que


desejamos é reter na memória sua idéia central para que possamos usá-la como
elemento orientador da nossa conduta.

Vejamos juntos um exemplo deste segundo tipo de memorização.

A memorização de princípios e regras de vida


Leia o trecho abaixo, escrito no meu livro 55 Meditações e Broncas, que você pode
baixar gratuitamente aqui:

Primeiro acalmar-se, depois buscar a ordem e só então começ ar a agir. Com angústia,
impaciência e ansiedade não se trabalha nem se vive bem. Procura o teu centro e só
depois de estar nele começ a a fazer o que precisa ser feito. Toda inquietaç ão perturba
nossa razão e nos impede de fazer bem aquilo mesmo que nos inquieta.

Vamos supor que ao ler esse trecho você o considere importante e queira mantê-lo na
memória para que sirva como uma regra a ser seguida nos momentos de estresse.

Nesse caso a memorização do trecho com exatidão não é realmente importante. O nosso
conhecimento dele não será testado numa prova ou por alguém.

O que queremos é absorver a idéia central de que devemos sempre “procurar o nosso
centro” antes agir diante de uma situação de estresse, pois “com angústia, impaciência e
ansiedade não se trabalha nem se vive bem”.

A integração deste princípio ao nosso jeito de ser e de agir – “à estrutura da nossa


personalidade”, como dito acima – acontecerá apenas mediante a meditação e
ruminação frequente, tema que trataremos mais adiante neste artigo.

Vamos entrar agora no método de memorização que irá nos ajudar a reter o que
precisamos para o nosso desenvolvimento pessoal e para enfrentar com mais capacidade
os muitos e variados desafios da vida.

Depois da explicação teórica do método, voltaremos ao exemplo acima para mostrar


como podemos memorizá-lo usando o que aprendemos. Você vai se surpreender com a
elegância e eficiência deste método.

Como memorizar, o método de Santo Tomás de


Aquino
Antes de estudarmos o método de memorização que vamos aprender é importante
deixar claro que esse não é um método voltado para concursos públicos, vestibulares e
provas em geral.

O objetivo deste artigo é oferecer informações práticas e úteis para os interessados na


atividade intelectual como ferramenta de formação do caráter, aprimoramento das
virtudes e desenvolvimento pessoal.

Dito isso, vamos aprender agora o método de memorização ensinado por Santo Tomás
de Aquino (Roccasecca, 1225 — Fossanova, 1274) em seu Comentário sobre “A
memória e a reminiscência” de Aristóteles.

Santo Tomás propõe quatro passos, que vamos listar abaixo e explorar em seguida:

1. Ordenar o que queremos memorizar;


2. Aplicar profundamente a atenção àquilo que queremos memorizar;
3. Sobre isso meditar frequentemente;
4. Quando quisermos relembrar o que memorizamos, iniciar o processo buscando
na memória um dos pensamentos da cadeia de dependências entre as idéias e
todo o restante virá naturalmente.

Talvez você esteja achando complicado, certo? Mas não é. Vamos explorar com calma
cada uma dessas etapas.

1. Ordenar o que queremos memorizar

Ordenar o que queremos memorizar é necessário tanto para a memorização de símbolos


quanto para a memorização de princípios.

É muito difícil gravar em nós elementos avulsos e sem conexões e relações com outros
elementos. Eles se perdem facilmente.

Uma série ou encadeamento de informações, pelo contrário, forma um todo que é


geralmente mais interessante do que uma informação avulsa e cujo agrupamento natural
ou lógico torna a memorização mais simples.

Se penso, por exemplo, no número 320204360902 e tento memorizá-lo como um


simples número, ele se perderá facilmente depois de algum tempo.

Se, por outro lado, me concentro em memorizar esse número como uma série que
descreve fatos reais da minha vida a memorização se torna muito mais simples:

1. O número do edifício onde passei minha infância: 320


2. O número do apartamento onde morei neste edifício: 204
3. O número do edifício onde vivo atualmente: 360
4. O número do apartamento onde vivo atualmente: 902

Percebe como é bem mais fácil memorizar um conjunto aderente e relacionado de idéias
do que um elemento avulso? Por isso, evite tentar memorizar informações totalmente
separadas umas das outras: relacione-as.

“A verdadeira inteligência nunca se fixa senão nas relações”, disse Louis Lavelle.

Crie uma cadeia com os elementos a serem memorizados, associe-a com


acontecimentos reais ou fatos da sua vida social e tudo se tornará mais fácil. A união
faz a força.

2. Aplicar profundamente a atenção àquilo que queremos memorizar

Já dissemos que a memória é fruto da atenção, certo?

É inútil tentar memorizar sem a aplicação da atenção, e quanto mais fervorosa for a
atenção mais profundas serão as gravações dos símbolos e princípios em nós.

Por isso, se queremos reter na memória o que lemos ou ouvimos precisamos estar
completamente concentrados e presentes.
Sobre isso não há muito a ser dito, pois é fácil perceber o papel fundamental da atenção
no processo de memorização.

Se o tema da atenção, da concentração e do “viver no momento presente” é do seu


interesse, não deixe de ler o artigo A Atenção como “remédio” para a tristeza, o tédio e
a depressão. Há muitas reflexões úteis nele.

3. Sobre isso meditar frequentemente

A primeira coisa a ser dita sobre esse meditar necessário à memorização é que não
estamos falando daquela meditação que é própria das culturas do Oriente, especialmente
o Budismo e o Hinduísmo. Sobre essa espécie de meditação publicamos
recentemente esse maravilhoso artigo.

Aqui estamos falando da meditação que é própria da vida intelectual, que é também
conhecida como ruminação e que é usada há milênios por filósofos e sábios de todas as
culturas e épocas.

Essa meditação (ou ruminação) é a atividade de colocar diante de nós mesmos,


mentalmente, o símbolo ou o princípio que desejamos absorver e contemplá-lo com o
máximo de liberdade, interesse e amor.

“A vida apaga os rastros da vida”, disse A.D. Sertillanges, e por isso é necessário
“revigorar constantemente nossos pensamentos úteis e ruminar os fatos que queremos
manter à vista”.

Quanto mais meditamos sobre um princípio ou regra que desejamos seguir, mais
profundamente ele se enraíza em nós e mais nosso se torna.

Esse é o grande segredo para mudar nossos comportamentos, hábitos, crenças e


modelos de pensamento.

O filósofo brasileiro Mário Ferreira dos Santos (Tietê, 1907 — São Paulo, 1968)
escreveu em seu livro Curso de Integração Pessoal uma série de 20 regras importantes
sobre esse tipo de meditação.

Vejamos algumas delas.

10 regras importantes sobre a meditação, por Mário Ferreira dos Santos

Essas 10 pequenas regras ajudarão você a entender a dinâmica da prática da meditação


ou ruminação.

Elas são suficientes para orientar o seu início nessa disciplina espiritual que é cultivada
há milênios por alguns dos maiores gênios da humanidade. Leia cada uma delas com
grande atenção e calma:

1. Na meditaçaõ , nenhuma tensaõ é necessária. Ao contrário, é até prejudicial.


2. Ao iniciar a meditaçaõ , que deve ser feita em lugar reservado e ausente de
estranhos, pensar primeiramente que se está só, entregue ao seu próprio bem,
que, por sua vez, está imerso no Bem Supremo. Esse o cerca, esse o sustenta, e
esse o amparará.
3. Se a meditaçaõ for sobre uma única idéia, colocar sobre ela a máxima tensaõ
psiq́ uica (atenção). Se for através de idealizações (por encadeamento de idéias),
naõ se preocupar se pensamentos errantes e estranhos a perturbarem.
4. Se se manifestarem dificuldades muito grandes para nos fixarmos sobre vários
pensamentos, a soluçaõ é pensar em poucos, e sobre esses fazer a meditação.
5. Procurar estar sempre alegre; um leve sorriso deve pairar no rosto. Naõ abrigar
qualquer sentimento de hostilidade. Viver um momento de pleno amor.
6. Permanecer em silêncio, e se discorremos, os pensamentos devem ser
pronunciados apenas intimamente.
7. Os pensamentos errantes ou perturbadores devem ser recebidos com
tranquilidade e calma, e sobretudo com paciência. Eles acabaraõ por naõ mais
surgir, e obter-se-aõ a paz interior e a força mental desejada.
8. Nunca abandonar a prática da meditaçaõ , embora pareça difícil a princiṕ io.
Deve-se sempre fazê-la, porque só ela nos dará a solidez da tensaõ psiq́ uica e
sua força interior e mental. Ela contribui para a formaçaõ , naõ só de um espiŕ ito
forte, mas também de um corpo saõ .
9. Lembremo-nos que a dor aumenta segundo a atençaõ que a ela lhe dermos.
Também os pensamentos errantes ou contrários aumentaraõ de força, quanto
mais atençaõ lhes dermos.
10. Lembremo-nos que o mental é a maior força que existe. Confiemos no seu
poder, e trabalhemos para desenvolvê-lo, sempre com confiança nas meditações
que fizermos.

4. Relembrar o que memorizamos

Depois de ordenar o que queremos lembrar, aplicar nossa atenção àquilo e meditar
frequentemente sobre ele, queremos aprender agora como relembrar o que
memorizamos.

A.D. Sertillanges escreve assim:

Tratando-se de recobrar a lembrança […] o conselho é apoiar-nos mais uma vez sobre
este fato das dependência mútuas entre os pensamentos, entre as impressões, que serviu
de base à constituição da memória.

Tudo se encadeia, em maior ou menor grau, no cérebro, mesmo que não tenhamos
construído esse encadeamento deliberadamente.

Se o construímos através do processo de ordenação sugerido no primeiro passo deste


método, então tudo o que temos que fazer é recorrer à lembrança das relações de
dependência que estabelecemos.

Não devemos tentar relembrar ao acaso o que memorizamos organizadamente. Isso


seria perda de tempo e esforço desnecessário.

Devemos, em vez disso, proceder logicamente, buscando relembrar um dos elementos


da ordem que estabelecemos durante o processo de memorização e, a partir dele, trazer
da memória os elementos seguintes.
É o que Santo Tomás de Aquino chama de “puxar a corrente”. Trata-se de buscar
primeiro um dos elos da corrente – aquele que parece ser o mais próximo e dependente
do elo que estamos procurando – e depois puxa-se o resto, fazendo com que toda a
sequência nos apareça novamente.

Esse método é fascinante!

Que tal vermos um exemplo real com a memorização de um princípio útil? Vejamos.

Memorizando um novo princípio e regra de vida


Vamos retornar ao trecho escrito em meu livro 55 Meditações e Broncas que usamos no
início do artigo:

Primeiro acalmar-se, depois buscar a ordem e só então começ ar a agir. Com angústia,
impaciência e ansiedade não se trabalha nem se vive bem. Procura o teu centro e só
depois de estar nele começ a a fazer o que precisa ser feito. Toda inquietaç ão perturba
nossa razão e nos impede de fazer bem aquilo mesmo que nos inquieta.

O que faremos agora é memorizar esse princípio para que possamos lembrar dele
sempre que estejamos passando por alguma situação de inquietação ou estresse.

Seguindo o método de memorização que acabamos de estudar, poderíamos proceder


assim:

1. Ordenando o que quero memorizar

Diante de uma situação de estresse, devo lembrar que 1) “com angústia, impaciência e
ansiedade não se trabalha nem se vive bem”; que 2) essa inquietação “perturba a minha
razão e me impede de fazer bem aquilo mesmo que me inquieta”; e que, por isso, devo
3) primeiro me acalmar, depois “procurar o meu centro” (através de um breve exercício
respiratório, por exemplo) e só então começar a agir.

Em tempo: para sugestões práticas de como acalmar-se e acabar com a ansiedade leia o
artigo Como controlar a ansiedade em 7 passos práticos.

2. Aplicando profundamente a atenção

Aqui não há muito a ser dito: trata-se de martelar a sequência acima palavra por palavra,
muitas vezes, com máxima concentração. Leia primeiro silenciosamente, depois
murmurando baixinho e depois, se possível, em voz alta.

3. Meditando frequentemente sobre isso

Procurar preferencialmente um lugar reservado e silencioso, relaxar, colocar um leve


sorriso no rosto e, gentil e lentamente, ir trazendo e colocando a sequência diante de
nós, pensando sobre ela muito calmamente, sem forçar o pensamento, contemplando-a
como quem contempla uma bela paisagem. Fazer isso com frequência, se possível
estabelecendo um horário fixo para as meditações.
4. Relembrando o que memorizei

Que parte da sequência posso lembrar para “puxar a corrente” e trazer novamente toda a
cadeia lógica que eu mesmo ordenei? Posso, talvez, me fazer uma pergunta simples:
“Estou estressado e inquieto, como devo proceder agora?”.

Se apliquei profundamente minha atenção à leitura ou expressão oral da sequência e se


meditei frequentemente sobre ela, lembrarei inevitavelmente do que devo fazer diante
da situação de estresse na qual me encontro e direi:

“Não posso agir bem se não me acalmar antes de entrar em ação, por isso devo agora
procurar o meu centro e só depois de estar nele começar a agir”.

E assim poderíamos facilmente integrar essa importante regra prática de vida ao nosso
“repertório de princípios para viver bem”.

Recapitulando: o método de memorização dos sábios e


filósofos
Fizemos uma longa jornada até aqui. Vamos fazer uma breve recapitulação do que
vimos.

Depois de falarmos sobre 4 tipos de leituras definidos por A.D. Sertillanges,


apresentamos a sequência que define a nossa capacidade de memorizar:

1. A memória é fruto da atenção;


2. A atenção é fruto do interesse;
3. O interesse é fruto da necessidade.

Em seguida falamos sobre os 2 tipos básicos de memorização:

1. A memorização de símbolos e formas


2. A memorização de princípios e regras

Destacamos entre os tipos acima a importância da memorização de princípios e regras


para os fins ligados à mudança de vida e desenvolvimento pessoal.

Se queremos mudar nosso comportamento, nossa mentalidade e nossas ações é na


memorização de novos princípios e regras de vida que devemos nos concentrar.

Recapitulando as 4 etapas de Santo Tomás de Aquino

Depois entramos no brilhante método de memorização proposto por Santo Tomás de


Aquino, composto pelas 4 etapas seguintes:

1. Ordenar o que queremos memorizar;


2. Aplicar profundamente a atenção àquilo que queremos memorizar;
3. Sobre isso meditar frequentemente;
4. Quando quisermos relembrar o que memorizamos, iniciar o processo buscando
na memória um dos pensamentos da cadeia de dependências entre as idéias e
todo o restante virá naturalmente.

Exploramos meticulosamente cada uma das etapas acima e, no final, vimos um exemplo
real de procedimento para memorização usando uma das meditação do livro 55
Meditações e Broncas.

Esse foi uma artigo bem diferente daqueles que costumamos publicar aqui no Mude.vc,
por isso sua opinião sobre ele é especialmente importante. Comente abaixo e nos diga
o que achou.

A prática desse método de memorização mudou minha vida de forma significativa nos
últimos 3 ou 4 anos.

Tenho praticado-o com regularidade e visto grandes benefícios: me tornei mais sereno,
contemplativo e muitos dos meus comportamentos e atitudes mudaram para melhor.

Eu realmente recomendo que você invista tempo na prática deste método, especialmente
na meditação frequente dos princípios e regras que você deseja seguir para viver
melhor.

Se você quer conhecer outras estratégias de produtividade além da memorização, baixe


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Um grande abraço e até o próximo artigo!

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André Valongueiro
André Valongueiro é coach, educador e escritor. Vive a vida nos seus próprios termos,
viajando o mundo enquanto trabalha 100% online. Aprendeu a arte de realizar sonhos
com paz e sem ansiedade e quer ajudar você a fazer o mesmo.

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