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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
PROGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
MODALIDADE A DISTÂNCIA

ABRIL/2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
PROGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e
Documentação – FACE
Departamento de Administração

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
MODALIDADE A DISTÂNCIA
Equipe da UnB de Adaptação do Projeto Pedagógico ao Modelo proposto pela Universidade
Aberta do Brasil:
Prof. Antonio Nascimento Júnior – ADM/UnB
Profª. Josivania Silva Farias – ADM/UnB
Profª. Olinda Maria Gomes Lesses – ADM/UnB
Prof. Francisco Antonio Coelho Junior – ADM/UnB
Profa Maria de Fátima Bruno-Faria – ADM/UnB
Prof. Eduardo Raupp de Vargas – ADM/UnB

ABRIL/2010

Presidente da República
Luiz Inácio Lula da Silva

Ministro da Educação
Fernando Haddad

Secretária da Educação Superior
Maria Paula Dallari Bucci

Universidade de Brasília
Reitor
Prof. José Geraldo de Sousa Júnior

Vice-Reitor
Prof. João Batista de Sousa

Decana de Graduação
Profª. Márcia Abrahão Moura

Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade, Ciência da Informação e
Documentação
Prof. Tomás de Aquino Guimarães

Chefe do Departamento de Administração
Prof. Eduardo Raupp de Vargas

Vice-chefe do Departamento de Administração e Coordenador do Curso de
Administração (noturno)
Prof. José Márcio Carvalho

Coordenação do Curso de Administração (noturno)
Profª. Catarina Cecília Odelius

Coordenação do Curso de Administração Piloto a Distância
Profª. Maria de Fátima Bruno de Faria

Coordenação do Curso de Bacharelado em Administração Pública a Distância
Prof. Francisco Antonio Coelho Junior

Coordenação de Especialização em Gestão Pública da Saúde
Profª. Doriana Daroit

Coordenação de Especialização em Gestão Pública
Prof. Luiz Fernando Macedo Bessa

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Sumário

Lista de Siglas e Abreviaturas------------------------------------------------------------- 5
1. Dados de Identificação do Curso------------------------------------------------------- 6
2. Introdução-------------------------------------------------------------------------------- 7
3. Caracterização da Universidade de Brasília----------------------------------------- 10
4. O Curso Bacharelado em Administração Pública na UnB------------------------- 12
4.1 Objetivo Geral do Curso------------------------------------------------------------- 12
4.2. Objetivos Específicos--------------------------------------------------------------- 12
4.3 - Diretrizes Metodológicas para Formação do Curso----------------------------- 13
4.4. Dimensões de Formação do Estudante em Administração Pública ------------- 15
4.5. Pólos de Atuação--------------------------------------------------------------------- 17
4.6. Atividades Acadêmicas Integradas ao Ensino------------------------------------- 18
4.6.1. Seminários Temáticos e Seminário Integrador-------------------------- 19
4.6.2. Atividades Complementares---------------------------------------------- 20
4.6. 3 Trabalho de Curso (TC)------------------------------------------------------------- 22
4.6.4 Atividades de Estágio não obrigatório---------------------------------- 23
4.7.Delimitação do Perfil do Egresso--------------------------------------------------- 24
4.8.Composição e Organização Curricular--------------------------------------------- 26
4.9.Carga Horária------------------------------------------------------------------------- 28
4.10. Matriz Curricular------------------------------------------------------------------- 29
4.11. Currículo do Curso----------------------------------------------------------------- 34
4.12. Conteúdo Programático das Disciplinas----------------------------------------- 37
5. Estrutura Administrativo-Pedagógica do Curso------------------------------------ 38
5.1. Foco em Equipes Multidisciplinares------------------------------------------- 40
5.2. Gestão do Curso------------------------------------------------------------------ 41
6. Infra-Estrutura e Gestão Acadêmico – Administrativa---------------------------- 42
6.1 Produção e Disponibilidade de Material Didático ----------------------------- 43
6.2. Seleção de Professores e Tutores de Disciplinas----------------------------- 43
6.2.1 Pré-Requisitos dos Tutores----------------------------------------------- 45
6.2.2 Atividades de Tutoria----------------------------------------------------------------- 46
6.3. Encontros Presenciais------------------------------------------------------------------------ 47
7. Avaliação Institucional e Sistema de Avaliação do Curso------------------------------------ 48
7.1. Sistema de Avaliação do Curso------------------------------------------------------------- 48
7.1.1. Avaliação de Aprendizagem--------------------------------------------------------- 50
8. Processo de Comunicação – Interação entre os Participantes--------------------------------- 52
Anexo I. Sugestão de Fluxo-------------------------------------------------------------------------- 54
Anexo II. Proposta de Sequenciamento de Oferta do Fluxo de Disciplinas por Módulo---- 55
Anexo III. Ementário---------------------------------------------------------------------------------- 58
Anexo IV. Lista de Docentes------------------------------------------------------------------------- 98
Anexo V. Regulamento Geral para Realização de Estágio Não-Obrigatório por alunos do
Departamento de Administração-------------------------------------------------------------------- 101

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Lista de Siglas e Abreviaturas

EaD = Educação a Distância.

UAB = Universidade Aberta do Brasil.

PNAP = Programa Nacional de Formação de Administradores Públicos, de âmbito Federal.

SEED = Secretaria de Educação a Distancia, vinculada ao MEC.

LFE = Linha de Formação Específica.

NTICs = Novas Tecnologias de Informação e de Comunicação

IPES = Instituições Públicas de Ensino Superior

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1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

a) Nome do Curso:
BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

b) Proponente:
Universidade de Brasília-UnB
Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e
Documentação – FACE
Departamento de Administração – ADM, no âmbito do Programa Nacional de Formação de
Administradores Públicos (PNAP) vinculado à Universidade Aberta do Brasil (UAB)

c) Público Alvo:
Concluintes do ensino médio, que estejam residindo nas regiões dos Municípios pólos de
Apoio Presencial do Curso de Administração Pública, selecionados por meio de processo
seletivo de ingresso na Universidade de Brasília (UnB).

d) Número de Vagas:
Serão ofertadas até 280 vagas, distribuídas nos Pólos de Apoio Presencial do Curso no
Distrito Federal e nos Estados do Acre e de São Paulo.

e) Forma de Ingresso:
Processo Seletivo Vestibular

f) Duração do Curso:
Mínimo de 8 e máximo de 16 semestres para integralização curricular.

g) Previsão para início das atividades:
Segundo Semestre de 2010.

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conseqüentemente. estadual e municipal. no âmbito do Fórum das Estatais pela Educação. Em linhas gerais o PNAP tem por objetivo formar profissionais com amplo conhecimento em administração pública. para a articulação e integração de um sistema nacional de educação superior a distância. visando sistematizar ações. desenvolvido numa perspectiva centrada no aluno. então. buscando atender à demanda pela formação superior de gestores públicos no Distrito Federal. programas. incluindo seus pólos estabelecidos nas Regiões Administrativas (Cidades Satélites de Santa Maria e Ceilândia) e nos Estados de São Paulo (Barretos) e Acre (Rio Branco e Cruzeiro do Sul). por meio da Secretaria de Educação a Distancia (SEED). que se torne referência em seus pólos de atuação. 2. como forma de participar do PNAP e. Objetivando a consecução e fomento dos cursos da UAB e. O curso de Bacharelado em Administração Pública a distância faz parte do Programa Nacional de Formação de Administradores Públicos (PNAP). que tem por objetivo ofertar. projetos. gratuitamente. formar quadros de gestores públicos que desenvolvam visão estratégica dos negócios públicos a partir do estudo sistemático e aprofundado da realidade do governo e de suas unidades administrativas. estimulou a oferta do curso de Administração Pública na modalidade a distância. de ampliar o número de beneficiários da formação superior 7 . em caráter experimental. atividades pertencentes às políticas públicas voltadas para ampliação e interiorização da oferta do ensino superior gratuito e de qualidade no Brasil. contribuir para a melhoria das atividades desempenhadas pelo Estado brasileiro. o Ministério de Educação. se propôs a ofertar o Curso de Bacharelado em Administração Pública na modalidade a distância (EaD). em 2005. INTRODUÇÃO O Projeto Universidade Aberta do Brasil (UAB) foi desenvolvido pelo Ministério da Educação. um curso de qualidade. administrando com competência e ética as organizações governamentais e não- governamentais. à sociedade. A Universidade de Brasília. de acordo com os instrumentos legais regulamentados pela UAB. expansão e interiorização da oferta de ensino superior público e a contínua formação de gestores públicos. capazes de atuar no âmbito federal. operacionalizado por intermédio das Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES). a democratização. também. São objetivos específicos: capacitar quadros de gestores para atuar na administração de macro (governo) e micro (unidades organizacionais) sistemas públicos.

os componentes curricu lares. de 20. Com base no Projeto Político e Curricular proposto pela Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (SEED/MEC). este projeto pedagógico foi estruturado considerando-se informações extraídas de legislações pertinentes.2005). módulo.07. Neste sentido. desde 2006. Este projeto contempla as diretrizes dadas pela SEED já adaptadas à filosofia acadêmica e pedagógica tanto da UnB quanto do Departamento de Administração. abrangendo o perfil do formando. além d o regime acadêmico d e oferta de outros asp ectos que tornem consisten te o referido projeto ped agógico . sua missão e colaborando com o desenvolvimento da sociedade brasileira. cumprindo. 1 Este projeto pedagógico considera o disposto no Artigo 2ºdas DCN. conforme sugerido pela SEED no âmbito do Programa. Este projeto pedagógico encontra-se pautado na observância aos dispositivos legais e dispositivos regimentares Institucionais. destacando-se.1996) DCN 1 . A filosofia do Departamento visa integrar seus cursos nas modalidades a distância e presencial. as competên cias e h ab ilid ad es. São apresentadas informações sobre o Curso e suas características específicas. na modalidade a distância. fluxo do Curso e número de créditos passíveis de serem cursados por módulo. SINAES – Dispositivos legais e orientações do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. 8 . O Departamento de Administração já tem experiência prévia na gestão de curso a distância.12. dentre eles: LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9. bem como das normas da Universidade de Brasília (UnB) e outros documentos úteis e necessários à compreensão e execução do mesmo. .394. tema e área. Bacharelado (Resolução CNE/ CES nº 4 de 13. tais como disciplinas obrigatórias e optativas. foi adotada a organização em disciplina. No âmbito da UnB este Curso será ofertado e gerenciado pelo Departamento de Administração.Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Administração. o sistema d e av aliação . com a oferta do Curso-Piloto de Administração de Empresas. assim. promovendo atividades de extensão e de pesquisa que complementem estas duas modalidades de ensino. Este projeto pedagógico apresenta a organização curricular do Curso de Bacharel em Administração Pública. o trabalho d e curso .gratuita e de qualidade. as ativ id ad es comp lemen tares.

PORTARIA NORMATIVA nº 002. Formas de avaliação do ensino e da aprendizagem. Dispõe sobre o procedimento de regularização e avaliação da educação superior na modalidade à distância. VIII. II. Cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do Curso. 2003 e 2007. geográfica e social.Regulamentado artigo 80 . VII. IX. contextualizados em relação às suas inserções institucionais. IV. Inclusão de trabalho de curso sob a modalidade monografia centrada em área teórica-prática ou de formação profissional. Formas de realização de ações pautadas na interdisciplinaridade. como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica. Este projeto pedagógico contempla os seguintes elementos: I. Objetivos gerais do Curso. III. V. Condições objetivas de oferta e a vocação do Curso.DECRETO 5622 de 2005. Concepção e composição das atividades complementares. DECRETO 5.773 de 2006 REFERENCIAIS DE QUALIDADE PARA EAD . X. VI. Modos de integração entre teoria e prática.Lei 9394 de 10 de Janeiro de 2007. 9 .Incentivo à pesquisa. publicados pelo Ministério da Educação / Secretaria de Educação a Distância. Modos de integração entre graduação e pós-graduação. política.

e pela preocupação constante com a qualidade dos serviços. com o objetivo de manter a Universidade de Brasília/UnB. pelo crescimento gradual.1 Diretrizes Estratégicas da UnB No Plano quinquenal 2006-2010 da UnB verificaram-se as seguintes diretrizes estratégicas: 3. quiçá. por meio da Lei n 3998. especialmente no que tange ao provimento de know- how de seus profissionais e ao grau de excelência de seus serviços prestados à população brasileira e. Originou -se como uma instituição destinada a criar. com início das atividades acadêmicas em 21 de abril de 1962. 3. prima. continuamente. a Universidade de Brasília tem muito a contribuir no desenvolvimento regional dos pólos aos quais ficará responsabilizada pela oferta e gerenciamento dos cursos. instituída pelo Decreto n° 500 de 15 de janeiro de 1962. ao longo de sua história. pela sintonia com seu ambiente.1. integrar e divulgar conhecimento. Mais do que simplesmente cumprir sua missão social. preservar e transmitir conhecimento. a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável. vivenciamos. Caracterização da Universidade de Brasília A Universidade de Brasília. Em face a isto. 3. formando cidadãos comprometidos com a ética. 10 .1. fundada em 1962. Pesquisa e Extensão. Organização Federal de Ensino. mundial. Missão da UnB: produzir. aprimorar. definitivamente incorporada aos alicerces da sociedade e os ben s da revolução cientifica e tecnológica as quais. Em 15 de Dezembro de 1961. participar e promover mudanças sociais e produtivas na busca permanente de novas fronteiras estratégicas para o Brasil. foi constituída a Fundação Universidade de Brasília.

Ademais. universalização do acesso.4. e contribuirá diretamente para que sua missão organizacional. Princípios e Valores da UnB: ética e respeito à diversidade. visão e objetivos institucionais desta Universidade. negócio. A intervenção na realidade social.1. quanto na excelência dos serviços prestados. não apenas restringindo-se ao Distrito Federal. 11 . política e econômica do País. contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do País. contribuir para a melhoria da gestão das atividades desempenhadas pelo Estado Brasileiro. 3. fundamentalmente. com fortes índices positivos de impacto das suas ações. além de maximizar a efetividade dos serviços prestados à população em geral atuando na capacitação e desenvolvimento dos diversos agentes sociais que interagem com esta Universidade. respeito à dignidade. à liberdade intelectual e às diferenças e preservação e valorização da vida. com ampla tradição acadêmica com foco na pesquisa. pela sintonia com seu ambiente e pela preocupação constante com a qualidade de seus serviços prestados. a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável. Visão da UnB: alcançar padrão de excelência acadêmica e ser referência nacional. tanto no que se refere à prestação de um relevante serviço à comunidade de dois estados brasileiros (Acre e São Paulo). a implantação do PNAP no âmbito da Universidade de Brasília tem importância estratégica no cumprimento da missão. que prima. visa expandir sua atuação em todo o território nacional. ensino e extensão. é uma das Organizações Federais de Ensino mais conceituadas em todo o Brasil. Para tal.2. como referência para a melhoria da gestão pública. A Universidade de Brasília. formando cidadãos comprometidos com a ética. cuja missão consiste em produzir. que já compõe o Sistema UAB. ao longo de sua história. verifica-se que a implementação do Programa Nacional de Formação em Administração Pública (PNAP) desenvolvido no âmbito da UnB irá agregar valor de maneira estratégica à necessidade de expansão do escopo de atuação da Universidade para outras regiões do Brasil.3. princípios e visão sejam atingidos.1. busca permanente de excelência. Negócio da UnB: conhecimento 3. além do Distrito Federal.1. é uma das características historicamente consolidadas desta Universidade. assim. integrar e divulgar conhecimento. Neste sentido. autonomia institucional com transparência e responsabilidade social. consolidando-a. 3. Tal intervenção visa. a UnB.

Objetivos Específicos I. Capacitar o estudante para enfrentar os desafios e as peculiaridades locais e regionais e do próprio mercado de trabalho. II. 4. de modo pró-ativo. 4. estadual e municipal. morais. implantar. estudar. administrando e gerenciando. interpretar. com competência. planejar. nas organizações governamentais e não governamentais. visando a transformação e o desenvolvimento da sociedade e do país. Oportunizar a conscientização do estudante para agir segundo princípios éticos.2.1 Objetivo Geral do Curso Formar profissionais com amplo conhecimento em temas concernentes à Administração Pública. humanístico e ético. III. considerando a função social que 12 . coordenar e controlar ações no campo da administração. democrático. IV. Propiciar formação integral do egresso de tal forma a permitir-lhe pesquisar. legais e cívicos. 4 – O CURSO BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA NA UnB Nesta Seção apresentamos os elementos que caracterizam o Curso de Bacharel em Administração Pública a distância na UnB. capazes de atuarem no âmbito federal. promovendo o Ser Humano como força de trabalho e capital intelectual. analisar. atuando pela consolidação da legislação profissional e normas éticas a que está sujeita a gestão pública. Formar profissionais capazes de ampliar os níveis de competitividade organizacional frente ao dinamismo das transformações no âmbito interno e externo às organizações.

a criação e a produção dos conhecimentos a serem trabalhados no Curso.Diretrizes Metodológicas para Formação do Curso A proposta metodológica adotada no Curso de Administração Pública adaptada à filosofia do Departamento de Administração da Universidade de Brasília considera as seguintes diretrizes e pressupostos: I. antecipando-se aos fatos ou adequando-se às novas tendências. 4º da Resolução n. VIII. Propiciar o desenvolvimento das competências e habilidades previstas no Art. Despertar no estudante o interesse de capacitar-se como gestor público empreendedor. concernentes aos temas em geral da área de administração pública. de forma que contemplem e integrem os tipos de saberes que hoje são reconhecidos como essenciais às sociedades do Século XXI: os 13 . Capacitar o estudante a tomar decisões. Preparar lideranças para a administração pública. VI. deve exercer por meio de formação teórica e empírica sólida complementada pela visão global das dimensões humanística e técnica. gerente e técnico preparado para enfrentar as mais diferentes situações de mercado e de necessidades da sociedade. estimulando a aplicação de métodos de pesquisa e de intervenção na gestão pública nacional.3 .1. IX. VII. que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração 4. atuando na capacitação de novos empreendedores e capacitando mão-de-obra já inserida no mercado para atuação na gestão pública. Preparar o estudante para atuar no planejamento de pesquisas empíricas. iniciativa e criatividade para interferir na realidade social. com liderança. Nortear a concepção. bem como a escolher estratégias ao lidar com adversidades e buscando estabelecer vantagens competitivas no mercado globalizado frente às mudanças impostas pelo ambiente. V. de 2 de fevereiro de 2004. científicas.

Adotar um enfoque pluralista integrativo no tratamento dos temas e conteúdos. II. VI. V. recusando posicionamentos unilaterais. nos seguintes aspectos: 14 . fundamentalmente. da curiosidade e da criatividade. considerando o aluno como um importante ator social que deve ser continuamente engajado e envolvido em suas rotinas aprendizes. com o objetivo de resolvê-los. baseadas. normativos ou doutrinários. também. III. Concretizar ações educacionais pedagógicas básicas para todos. VII. fundamentos teóricos e os princípios básicos dos campos de conhecimento. os contextos das realidades vividas pelos estudantes. técnicas. reforçando a qualidade do ensino e da aprendizagem. Nortear as atividades avaliativas da aprendizagem. as práticas e os fazeres deles decorrentes. o desenvolvimento de competências sociais e profissionais relacionadas ao convívio ético profissional e responsável. além de estimular o desenvolvimento do pensamento autônomo. Planejar ações acadêmicas e instrucionais voltadas ao cumprimento das diretrizes pedagógicas considerando as possibilidades e limitações do ensino a distância. sociais e políticas. e VIII. segundo uma concepção que resgate e valorize a avaliação enquanto informação e tomada de consciência de problemas e dificuldades. nos diferentes espaços de trabalho e. As diretrizes do Curso devem oportunizar formação que privilegie competências profissionais. as técnicas. prioritariamente. de modo a contribuir para a inclusão social e o exercício da cidadania em conformidade com as diretrizes curriculares nacionais e segundo as normas legais locais. com foco no desenvolvimento de visão sistêmica. com vistas a garantir a permanência do aluno desde o ingresso até sua formatura. pautado em premissas teóricas que otimizem a eqüidade de oportunidades e a atuação com foco na integralidade do aluno. IV. Promover permanente instrumentalização dos recursos humanos envolvidos no domínio dos códigos de informação e comunicação. Selecionar temas e conteúdos que reflitam. garantindo sua permanência (evitamento à evasão). nas esferas local e regional. bem como suas respectivas tecnologias.

4. 4. que a formação do cidadão e do gestor público requer. este Curso contempla sólida formação nas teorias administrativas e organizacionais. culturais e nas perspectivas da moral e da ética. a saber: I. Para tal. organizar. 15 . dirigir e controlar a ação e as políticas públicas nas diversas esferas de poder e de go verno. e  comportamentais . com foco na formação continuada e na aplicação dos conhecimentos adquiridos em questões relacionadas à agenda pública local. por meio de duas dimensões que envolvem competências a serem desenvolvidas nos alunos. O Curso tem ênfase em uma formação generalista. II. fundamentalmente. porém com enfoque multidisciplinar. condizente com as exigências que a gestão pública contemporânea impõe.  ético-humanístico e político-social. diz respeito aos suportes teórico-práticos que possibilitam uma compreensão da prática do administrador público e o desenvolvimento de competências para atuação em todas suas relações sociopolíticas. Dimensões de Formação do Estudante em Administração Pública A formação e o perfil do administrador público serão expressos. permitindo a construção de um perfil de administrador público moderno capacitado a planejar. Dimensão profissionalizante: que.  técnico-científico. Dimensão epistemológica: que diz respeito à escolha e aos recortes teórico - metodológicos das áreas e disciplinas ligadas ao currículo da Administração Pública com enfoque no desenvolvimento do conhecimento fenomenológico e científico de temas concernentes à área pública. e enfatiza o desenvolvimento de competências necessárias ao bom desempenho profissional do gestor público. condições fundamentais à formação do cidadão e do gestor público.postura ética e profissional. implicando a primeira.

o Curso oferece três linhas optativas de formação específica. sob a égide do conhecimento. deverão ser estudados de forma estratégica. da ética. assim. integrada e articulada. tais como a conduta e ética profissional e a problematização de questões metodológicas diversas (planejamento de pesquisas e de ações) serão tratados nas Disciplinas durante os Módulos. Estas linhas de formação permitirão ao egresso agregar competências e habilidades específicas para o exercício da gestão pública nas áreas específicas da saúde. pressuposto básico adotado pela filosofia do Departamento de Administração da Universidade de Brasília. de importante repercussão no cenário brasileiro. a saber:  Linha de formação em Gestão da Saúde.  Linha de formação em Gestão Municipal. assim. que parte da premissa básica que os conteúdos teóricos apresentados. da cidadania e da humanidade. com o Curso. sempre que relacionados a outras disciplinas afins. buscando-se facilitar o aprendizado e a construção da visão sistêmica por parte do aluno acerca do tema. Visa-se. assim. tática e gerencial. O desenvolvimento dos aspectos estruturais e organização do Curso de Administração Pública caracteriza-se pela observância da transversalidade. da administração municipal e gestão governamental. Busca -s. bem como a busca por inovações. atender as demandas sociais locais e nacionais assim como as demandas institucionais. que o aluno desenvolva competências que o permitam atuar nas atividades de nível operacional. Outro pressuposto acadêmico deste Curso é a busca pela formação de atitudes de reflexão crítica sobre a gestão pública brasileira ju nto ao aluno. visando. Temas transversais. de prospecção e criação de caminhos ou métodos próprios que possam suprir as necessidades da gestão pública brasileira.  Linha de formação em Gestão Governamental. prover ferramentas de atuação e construção de competências técnicas voltadas à ferramentas de planejamento e execução de ações junto à esfera pública. 16 . incentivando -se a interdisciplinaridade e construção integral do conhecimento. Para tal.

Os pólos em que haverá a oferta do Curso de Administração Pública pelo Departamento de Administração da Universidade de Brasília em parceria com a Universidade Aberta do Brasil e a CAPES. por exemplo) ocorrerá em pólos presenciais. prezando para que toda a infra-estrutura esteja preparada para a viabilização das atividades. especialmente no que se refere às atividades de tutoria presencial. cursos de extensão e outras atividades socioculturais. 17 . objeto deste projeto pedagógico. Os pólos de atuação presencial em que haverá oferta do Bacharelado em Administração Pública estão especificados no Quadro 1 a seguir. O Coordenador de pólo é importante agente social executor deste projeto pedagógico. encontram-se descritos a seguir. 4. zelando para que os equipamentos a serem utilizados estejam disponíveis e em condições de perfeito uso. enfim. a adesão do alunado ao sistema acadêmico da Universidade de Brasília. e deve ter conhecimento sobre o mesmo. bem como ser referência institucional para os alunos. A maioria das atividades acadêmicas didático-pedagógicas. que devem ser considerados pelos alunos como referência ao seu processo de ensino e de aprendizagem. Em cada pólo serão também desenvolvidos os encontros presenciais para realização das avaliações das disciplinas. além de contar com um Coordenador.5. Pólos de Atuação Um pólo tem como função principal prover a infra-estrutura de atendimento ao aluno e de estudo. além do material didático utilizado no Curso. especialmente as de natureza presencial (como a aplicação de provas de verificação de aprendizagem das Disciplinas. além da qualidade do processo de ensino e de aprendizagem. atentando para os calendários. Cada pólo proverá infra-estrutura material com um acervo mínimo para possibilitar acesso aos estudantes à bibliografia. promovendo. monitoramento e bom funcionamento dos processos administrativos e pedagógicos que se desenvolvem no âmbito de sua Unidade. que será o principal responsável pelo acompanhamento.

outros pólos poderão ser incluídos na oferta do Curso. Acre e São Paulo. reflexão. com uso de recursos 18 . de atuação profissional e de extensão. UAB e do próprio Departamento de Administração e demais Órgãos competentes da Universidade de Brasília. A utilização do método científico tanto para a proposição de problemas de pesquisa quanto para a prática na administração pública será enfatizada. e considerando os interesses do PNAP. Município Pólo Nº de vagas 80 1 PÓLO CEILÂNDIA / DF 40 2 PÓLO SANTA MARIA / DF 80 3 PÓLO RIO BRANCO / AC 40 4 PÓLO CRUZEIRO DO SUL / AC 40 5 PÓLO BARRETOS / SP 280 VAGAS TOTAL: 05 (CINCO) PÓLOS Quadro 1 – Descrição dos pó lo s do Curso de Bachare lado em Administra ção P ública Especificamente. este Curso será ofertado no âmbito de três unidades federativas: Distrito Federal.2). assim como lhes propiciem experiências e vivências de conteúdos relacionados à Administração em geral e à Administração Pública em particular. Atividades Acadêmicas Integradas ao Ensino Estas atividades buscarão envolver os discentes em práticas de pesquisa. Serão desenvolvidas atividades conjuntas entre discentes do Curso e professores do quadro permanente do Departamento de Administração da Universidade de Brasília. que se proponham a despertar interesses empíricos de investigação. Ao longo do desenvolvimento de ofertas do Curso. análise crítica e prospecção de soluções inovadoras. buscando integrar o uso de novas tecnologias de informação e comunicação (NTICs) junto aos discentes (ver Tópico 4.7. inseridos nos setores produtivos e de serviços. conforme Quadro 1. Este Curso prezará pela oferta de atividades complementares aos alunos.6. Serão contemplados 05 (cinco) Pólos de Apoio Presencial. 4. MEC.

também descritos a seguir. que será ofertado no Primeiro Módulo do Curso. voltadas ao entrosamento e estabelecimento de relações de confiança entre todos os atores sociais envolvidos no Curso. à análise crítica dos mesmos e a um processo de reflexão sobre questões ligadas à administração pública. professores. debates. com a formação integral do profissional da Administração Pública. incentivando sua formação na/pela pesquisa científica e instigando o estudante à observação acurada dos fatos. fundamentalmente. está prevista. além de um Seminário Integrador. também. conferências e palestras.6. Outras atividades que serão detalhadas correspondem à normatização do trabalho de curso e estágio supervisionado não obrigatório. a partir do sexto módulo. detalhados a seguir. podendo incluir modalidades diversas de trabalho: grupos de trabalho. 4. O seminário integrador visa desenvolver atividades de interação social e compartilhamento de experiências práticas. profissionais e conhecimentos entre alunos. Tais seminários visam. que contemplam a aula inaugural presencial do Curso. Pretende-se realizar diferentes atividades nesta Disciplina. além do seminário integrador. serão específicos 19 . dentre outras. a realização periódica de Seminários Temáticos. Contemplarã o estas atividades acadêmicas as atividades complementares e os seminários temáticos. tutores e demais atores sociais envolvidos com o Curso. a construção coletiva do conhecimento. na estrutura curricular do Curso. Quanto aos seminários temáticos os mesmos serão obrigatórios a todos os alunos até o quinto módulo do Curso e.1. oficinas. além de favorecer a aquisição de competências e habilidades por parte dos alunos.audiovisuais tais como web-conferences e fóruns de discussão sobre temas pertinentes à administração pública brasileira. a realização de webconferences com professores e/ou gestores públicos convidados. Os seminários temáticos serão precedidos de planejamento prévio específico. dentre outros. palestras e oficinas. a promoção de encontros. Os objetivos destes seminários consistem no desenvolvimento de competências técnicas por parte dos estudantes. Seminários Temáticos e Seminário Integrador Visando contribuir.

acerca dos temas abordados a partir do planejamento de atividades envolvendo a formulação de problemas e hipóteses de pesquisa.2. Serão feitos. dentre outras. por parte dos alunos. inclusive. Os me smos contemplarão temas diversificados. A orientação do debate dos trabalhos dos alunos deve ser feita por professor capacitado. Os professores incentivarão a problematização empírica. Tais seminários abordarão temas dos eixos de formação do aluno em Administração Pública. apresentados na Seção 4.à linha de formação específica (LFE) que o aluno optar (ver Anexo I). visando privilegiar a construção de conhecimentos e competências em metodologia científica aplicada a temas em Administração Pública. 4. primando pela aplicação de conhecimentos e competências em métodos de pesquisa por parte dos discentes. O aluno adquirirá competências para realizar pesquisas ao longo do Curso. de habilidades. planejamento e execução de pesquisas empíricas. encontros presenciais e poderão ser elaboradas outras Disciplinas afins que tratam de conteúdos em Metodologia Científica voltadas ao passo a passo necessário à elaboração. correspondem aos “componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento. conhecimentos e competências do aluno. Atividades Complementares As Atividades Complementares. Gestão da Saúde e Gestão Governamental). conforme o artigo 8° das Diretrizes Curriculares para Cursos de Graduação (Brasil. procedimentos de coleta de dados ou estratégias de intervenção empírica. Os seminários temáticos foram planejados como um dos elementos centrais ao processo de aprendizagem do estudante.6. por avaliação. porém de grande relevância para o estudo da Administração em geral e Administração Pública em particular.4 (a saber: Gestão Municipal. 2005). servindo de elemento motivador para o desenvolvimento de processos de pesquisa sobre e no cotidiano das práticas e procedimentos de administração pública. inclusive adquiridas fora do 20 . e tais conhecimentos em metodologia deverão ser aplicados na formulação de projeto(s) de pesquisa e no Trabalho de Curso. Durante os encontros presenciais deverá haver discussão teórica entre os alunos envolvidos.

da CAPES. abrangem cursos e palestras. 21 . Serão criados eventos de caráter mais permanente tais como a Semana do Administrador. cujos temas relacionem-se a atividades e práticas de gestão pública. avaliados e ratificados por docente s do Departamento. transversais. Serão adotados vários tipos de atividades complementares. Será incentivada a realização de fóruns de Gestão Público. de interdisciplinaridade. b) estágios não obrigatórios relacionados à área de Administração em geral e Administração Pública em particular. seminários. dentre outros considerados relevantes para a complementação da formação discente e. publicação de artigos em periódicos avaliados pelo QUALIS. Mesas-Redondas e outros eventos considerados relevantes para a complementação da formação discente e de interesse da comunidade local. opcionais. b em como da aprovação e regu lamen tação do Co legiado do Dep artamen to d e Admin istração da Un iv ersid ad e d e Brasília. c) participação em pesquisas e eventos científicos. mini-cursos. especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto com a comunidade”. O Departamento de Administração da UnB estabelecerá um regulamento específico das atividades complementares congruente com a legislação e com este Projeto Pedagógico do Curso. incluindo a prática de estudos e atividades independentes. A conversão em créditos somente será efetivada mediante apresentação de 2 Créd itos em ativ id ad es comp lemen tares dep endem de normatização d e critérios. de interesse da comunidade local. também. de acordo com critérios 3 de qualidade previamente definidos e determinados pelo Departamento do Curso. que corresponde a 270 h/aula). com base na avaliação da participação do aluno pelo coordenador da atividade. e dizem respeito à participação do Discente em eventos de natureza científica desde que apresentando trabalho (ou artigo completo ou resumo). ambiente escolar. 3 Estes critérios serão determinados posteriormente. Fórum de Gestão Pública. por meio do contato com empresas ou Órgão técnico especializado). e outros critérios que ainda serão definidos em Colegiado. Serão ofertadas as seguintes atividades complementares: a) ações de extensão que. mesas redondas e/ou visitas técnicas (atividade voluntariada em grupos sociais organizados com o objetivo de aprender por meio do acesso à realidade do mercado de trabalho. podem ser convertidas em créditos para integralização do currículo. a fim de valorizar a diversidade de opções de construção da aprendizagem. A participação em 2 atividades complementares poderá ser convertida em créditos até o total máximo de 9% dos créditos totais do Curso (18 cré ditos.

enriquecendo as fontes de pesquisa para alunos e. VII e VIII. Os TC´s aprovados integrarão o acervo do Curso e deverão ser disponibilizados aos alunos. O formato da defesa pública do TC será definido pelo Colegiado do Departamento de Administração. O TC deverá possibilitar ao aluno articular os conhecimentos adquiridos ao longo do Curso e analisar uma realidade empírica. profissionais que virão a consultar tal acervo. bem como dos procedimentos metodológicos de pesquisa científica. em encontro presencial. o acadêmico deverá estar mais embasado teoricamente para a formulação de sua monografia. o estudante deverá ser capaz de demonstrar domínio acerca do conteúdo/tema da monografia. de caráter obrigatório. 4. 2005). VI. As normas para elaboração do TC constarão de documento específico a ser disponibilizado aos alunos e aos docentes. de 2005 (BRASIL.certificado ou declaração devidamente reconhecida de participação na atividade. Com isto.6.3 Trabalho de Curso (TC) O Trabalho de Curso (TC). A avaliação do aluno será regulamentada pelo colegiado do Departamento de Administração. sendo cada aluno orientado por um docente que tenha afinidade ou mesmo investigue o tema a ser abordado. empregando o método científico e à luz de um referencial teórico necessariamente relacionado à Administração Pública. do TC será obrigatória. pode tomar a forma de “monografia. A opção neste Curso é pela monografia. porventura. No TC. Tal conversão está sujeita à aprovação em Departamento. que emitirá norma própria para tal fim. projeto de iniciação científica ou projeto de atividades centradas em áreas teórico-práticas e de formação profissional relacionadas com o curso”. O TC consiste de um trabalho individual. A defesa pública. de acordo com a Resolução CNE/CES 4. 22 . Espera-se que o acadêmico desenvolva competências relacionadas à aplicação do método científico no estudo de algum fenômeno de estudo ao longo dos Seminários Temáticos distribuídos nos Módulos V. com foco nos conteúdos de gestão pública estudados no Curso e aplicados à área da Linha de Formação Específica escolhida pelo acadêmico. ao longo dos Seminários Temáticos.

Os instrumentos de 23 . 4. até o limite de 8 créditos. Em termos de sua organização. contará com a supervisão de membro do corpo docente do Curso e com a participação de técnico do campo de estágio. Para cada 480h de estágio (20h semanais por 6 meses) poderão ser computados 4 créditos. assim reforçando e consolidando as habilidades e desempenhos desejados pelo perfil do formando. Na estrutura do Curso o estágio não será obrigatório.4 Atividades de Estágio não obrigatório As atividades de estágio são regulamentadas por legislação específica (Lei 11788/2008) e. desde que atuando em atividades relacionadas à área de administração. Os alunos poderão estagiar em quaisquer áreas de organizações públicas. desenvolvido em ambiente de trabalho. O limite máximo quanto ao número de horas semanais é de 30 horas. de modo a assegurar o cumprimento dos objetivos do estágio e a congruência com a legislação relativa à Estágio e ao currículo do Curso. O estágio não-obrigatório contará créditos no histórico do estudante. (ii) deve proporcionar o exercício de competência técnica e o compromisso profissional com a realidade do país. O regulamento específico para a realização do estágio está apresentado no Anexo V.788. As características e objetivos do estágio são: (i) estágio é ato educativo escolar supervisionado. científico e de relacionamento humano. bem como o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho. O exercício do estágio deve permitir a aplicação prática de competências técnicas e comportamentais relacionadas à formação do discente. também.6. Os alunos poderão realizar estágio não-obrigatório a partir do 1º semestre de Curso. Recomenda-se que o estágio seja realizado em organizações públicas. como atividade complementar. a fim de se constituir em instrumento de integração. para acompanhamento. desde que o aluno solicite formalmente a concessão do crédito à área de estágio e sejam observadas todas as exigências previstas na Lei 11. e (iii) deve propiciar a contextualização curricular e a complementação do ensino e da aprendizagem. aperfeiçoamento técnico cultural. O estágio é atividade complementar à formação profissional e objetiva criar um espaço que permite ao aluno unir a teoria à pratica. nas normas gerais da UnB. de 16/10/2008. por normas internas da Universidade de Brasília. em termos de treinamento prático. privadas ou do terceiro setor. bem como deve servir à complementação da aprendizagem realizada pelo aluno. e poderá ser modificado pelo Colegiado do Departamento a qualquer momento. e neste Projeto.

designado por um dos coordenadores do ADM.7. de 16/10/2008.788.acompanhamento e avaliação dos estágios são os definidos por meio de normas gerais da UnB. de modo que alterações podem ser efetuadas a qualquer momento. e em conformidade com a Lei 11. b) número de estágios não-obrigatórios orientados pelo professor. O aluno será acompanhado por um professor orientador. em cumprimento ao Plano de Atividades. adaptando-se aos contextos de forma inovadora. as datas de realização de avaliações escolares ou acadêmicas. e consciente do impacto de suas ações sobre a sociedade e o ambiente. Para efetuar esta designação. 4. no início do período letivo. Assim. em organizações 24 . o coordenador irá considerar: a) compatibilidade entre a área em que o aluno irá realizar o estágio e a área de especialização do professor indicado. c) zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso celebrado entre as três partes (UnB/Aluno/Empresa). O professor orientador é responsável por: a) acompanhar e monitorar as atividades do estagiário. buscando uma distribuição eqüitativa dos alunos entre os professores do quadro efetivo da UnB. espera-se que o formando possa atuar. preconizando a excelência organizacional e o bem- estar das pessoas. principalmente. d) comunicar à parte concedente do estágio. com ética e responsabilidade. desde que aprovados neste Colegiado. b) aprovar o relatório semestral das atividades do aluno. Situações não previstas neste Projeto serão analisadas e decididas pelo Colegiado do Departamento de Administração. Delimitação do Perfil do Egresso O perfil do estudante formando neste Curso consiste em: Profissional capaz de produzir e aplicar conhecimentos relativos aos diversos campos de atuação da Administração Pública.

expressar-se e comunicar-se com clareza. 25 . o egresso do Curso de Administração Pública deverá estar apto a: I. II. demonstrando capacidade de planejamento. pró- atividade e criatividade. precisão. atuar e desenvolver atividades específicas da gestão nas organizações públicas. nas áreas funcionais da Administração. tomar decisões em um contexto diversificado da área pública. determinação e vontade política e administrativa. de diferentes portes e ramos de atividades. promover. empreender e promover transformações de forma interdisciplinar. formará profissionais com competências profissionais que lhes provenha condições plenas de atuação eficiente e eficaz. analisar. assim. que considere o ambiente interno e externo às diferentes organizações em que atue. efetivamente. liderar processos de mudança das desigualdades sócio-culturais e de exclusão econômica e social de âmbito local e regional. Essa atuação deve ser pautada por uma conduta responsável. tomada de decisão e trabalho em equipe. preocupados com a relevância social do produto de seus trabalhos. compreendendo a necessidade do contínuo aperfeiçoamento profissional e do desenvolvimento de competências profissionais. III. assertividade e capacidade de análise e de síntese. participando da modernização e inovação das estruturas e funcionamento do Serviço Público. na gestão de projetos ou como dirigente de unidades organizacionais. econômico e cultural onde está inserido e. O Curso de Bacharelado em Administração Pública à Distância. Mais especificamente. VI. interdependentes. crítico e analítico. raciocínio lógico. a educação continuada e formação contínua de servidores públicos. político. de forma sistêmica. do planejamento. visão sistêmica e estratégica para negociações. V. promovendo o estreitamento das relações entre Governo e Sociedade Civil tornando-os. da coordenação e do gerenciamento de políticas públicas. de gerenciamento. São competências fundamentais que também serão desenvolvidas: capacidade de análise e de síntese. públicas. em consonância com as diretrizes estabelecidas no PNAP e de acordo com a filosofia pedagógica adotada pelo Departamento de Administração da Universidade de Brasília. o meio social. bem como participar da elaboração. IV.

VII. introduzindo modificações nos processos organizacionais. XII.estar coletivo e promover processos democráticos participativos nos âmbitos estatal e federal. desenvolver formas de expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional. XI. VIII. e XIV. o processo da tomada de decisão. transferindo e generalizando conhecimentos e exercendo. agindo estrategicamente. XIII. 4. adequar os recursos materiais. IX.8 Composição e Organização Curricular A estrutura curricular do Curso contempla disciplinas cujos conteúdos revelam as inter-relações das dimensões da realidade público-privado. financeiros. elaborar. físicos e tecnológicos visando o bem. desenvolver a visão crítica acerca das implicações éticas do seu exercício profissional. com relevância. refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção de serviços públicos. atuando preventivamente. que possibilite a iniciativa e o desenvolvimento pleno dos cidadãos. nacional-internacional e das esferas federal. compreendendo sua posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento. crítico e analítico para operar com valores e formulações matemáticas presentes nas relações formais e causais entre fenômenos produtivos. inclusive nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais ou intergrupais. bem como realizar consultoria e auditoria e elaborar pareceres e perícias administrativas em organizações públicas. implementar e consolidar projetos. numa perspectiva histórica integrativa e contextualizada 26 . reconhecer e definir problemas equacionando soluções. administrativos e de controle em diferentes contextos organizacionais e sociais. X. estadual e municipal. em diferentes graus de complexidade. desenvolver os raciocínios lógico. desenvolver competências críticas para elaborar. implementar e consolidar projetos em organizações públicas.

econômicos e contábeis. Gestão de Pessoas no Setor Público. financeira e orçamentária. por meio das disciplinas: Teorias da Administração I e II. Tecnologia e Inovação. modelos matemáticos e estatísticos e aplicação de tecnologias que contribuam para a definição e utilização de estratégias e procedimentos inerentes à administração. envolvendo teorias da administração e das organizações e a administração de recursos humanos. planejamento estratégico e serviços. Ciência Política. Psicologia Organizacional. Teorias da Administração Pública. Economia Brasileira. Processos e Tomada de Decisão. Direito Administrativo. além de conteúdos transversais apresentados em outras disciplinas. Matemática Financeira e Análise de Investimentos. Planejamento e Programação na Administração Pública. Teoria das Finanças Públicas. e Políticas Públicas e Sociedade. Legislação Tributária e Comercial. filosóficos. Filosofia e Ética. contemplados nas disciplinas: Matemática para Administradores. Estatística Aplicada à Administração. Gestão de Operações e Logística I e II. materiais. 27 . e Gestão Ambiental e Sustentabilidade. ético-profissionais. Administração Estratégica. Orçamento Público. utilizando tecnologias inovadoras assim como atendendo aos seguintes campos interligados de formação. Auditoria e Controladoria. Sociologia Organizacional. matemática. comportamentais. Sistemas de Informação e Comunicação no Setor Público. sociológicos. psicológicos. o Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias – abrangendo pesquisa operacional. Elaboração e Gestão de Projetos. mercado e marketing. Relações Internacionais. Negociação e Arbitragem. conforme especificado nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os Cursos de Administração: o Conteúdos de Formação Básica – relacionados com estudos antropológicos. Macroeconomia. sistemas de informações. Contabilidade Pública. bem como os relacionados com as tecnologias de comunicação e informação e das ciências jurídicas por meio das disciplinas: Introdução à Economia. políticos. Instituições de Direito Público e Privado. Gestão da Regulação.de sua aplicabilidade no âmbito das organizações. produção e logística. o Conteúdos de Formação Profissional – relacionados a áreas específicas. Organização. Contabilidade Geral.

4. Está prevista. será ofertado um Curso de Extensão de Matemática Básica (60 horas / 04 créditos). 28 . II e III. atividades complementares e em disciplinas tais como: Informática para Administradores. com o reforço de conteúdos básicos para os estudos quantitativos. Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). II e III. Seminário Temático I. também. Para contribuir. Este Curso. abarcando estudos de caráter transversal e interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do formando. a oferta de outro Curso de Extensão ainda no período anterior à realização dos Módulos sobre ensino a distância (30 horas / 02 créditos). observados os limites estabelecidos nos exercícios e cenários apresentados no Parecer CNE/CES n°8/2007. II. práticas profissionais e outras atividades de pesquisa cientifica em Administração em geral e Administração Pública em particular e de produção de conhecimento. contudo reforça os estudos realizados no 2º grau. com limite mínimo de 08 (oito) e máximo de 16 (dezesseis) semestres para integralização.000 horas. Metodologia de Estudo e de Pesquisa em Administração. Este Curso visa propiciar conhecimentos necessários aos alunos sobre conteúdos básicos em Matemática. que não integra a matriz curricular. Seminário Temático I. contemplados nos seminários temáticos. de 18 de Junho de 2007. de extensão. como já mencionado.000 horas. Redação Oficial. As disciplinas Optativas integrarão conteúdos de formação descritos acima. III e IV das Linhas de Formação I. a fim de adaptar os alunos às características da educação a distância. também. o Conteúdos de Formação Complementar – atividades complementares. de acordo com as respectivas ementas e objetivos. Seminário Integrador. bem como às suas ferramentas e formas de usabilidade e navegabilidade no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). como conteúdo de nivelamento. Estes Cursos de Extensão terão seus créditos considerados como atividades complementares. a carga horária total do Curso contemplará 3. terá carga horária mínima de 3.9. Os limites de integralização do Curso serão determinados com base na carga horária total. Carga Horária Segundo a Resolução N° 2.

ofertadas nos Módulos I. II ou III. 29 . totalizando 2400 horas (160 créditos). Para obter o grau relativo ao seu curso. Análise e Prospecção de Problemas Nacionais e Licitação. 4. Importante ressaltar que houve adaptação do Projeto Pedagó gico do Curso disponibilizado pela CAPES à filosofia pedagógica e acadêmica adotada no Departamento de Administração da Universidade de Brasília. Matriz Curricular As disciplinas4 que integram a matriz curricular estão distribuídas em oito Módulos e são de natureza: 4. principalmente na oferta de atividades complementares aos alunos no empreendimento de ações que valorizem sua formação interdisciplinar e profissional.10. o total de créditos fixado e atender às demais exigências curriculares.. o aluno regular de graduação deve completar. Os cursos regulares de graduação são estruturados para dar seqüência e complementaridade adequadas às matérias dos currículos e flexibilidade à integralização curricular.1. Outro exemplo de adequação feita à realidade da Universidade de Brasília refere-se à alteração na denominação das disciplinas não obrigatórias. Este percentual de Disciplinas obrigatórias em relação ao total de disciplinas se deve às peculiaridades da lógica de oferta de cursos a distância prevista no PNAP. totalizando 330 horas (22 créditos) compreende: 60 horas relativas às disciplinas Informática para Administradores. Optativa – que.2. Contratos e Convênios. com aprovação. na forma definida pelo Conselho de Ensino. Pesquisa e Extensão.10. Obrigatória – que devem ser cursadas com aproveitamento para a conclusão do Curso. e 270 horas relativas às disciplinas que integram uma das linhas de formação específica do Curso e as seguintes disciplinas: Empreendedorismo Governamental. segundo Regimento da UnB. com um mínimo prefixado de horas. Gestão da Qualidade no Setor Público. Gestão de Redes de Cooperação na Esfera Pública. enquanto a CAPES refere -se a disciplinas eletivas. Redação Oficial ou Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). A matrícula em disciplina é condicionada à aprovação em disciplinas que são requisitos e à disponibilidade de vagas em turma.10. 4. na UnB são consideradas como disciplinas optativas. 4 Entende-se por disciplina o conjunto de estudos e de atividades correspondentes a um programa de ensino.

Uma vez que o regime acadêmico de oferta. de acordo com o Artigo 75 do Regimento Geral da UnB. um conjunto de Disciplinas será ofertado em cada um dos oito módulos do curso (ver Anexo II). O aluno é o responsável por seu processo de aprendizagem e pelo desenvolvimento de seu curso. correspondendo. os quais serão devidamente computados para efeito de integralização de 75% de freqüência mínima exigida regimentalmente pela Universidade. que lhe impõe o conceito SR (sem- rendimento). sua reprovação ou mesmo sua evasão. devendo ficar atento aos pré-requisitos que possam ser exigidos à sua continuação no Curso. assim. ou seja. segundo a ordem de prioridade e de apresentação das Disciplinas. Devem evitar. Findado o período de integralização. 1 (um) crédito a 15 (quinze) horas-aula”. Entretanto. o aluno estará desligado do Curso. Se a disciplina na qual o aluno foi reprovado for pré-requisito de alguma outra. o controle de freqüência em cursos a distância distingue -se em essência daquele feito nos presenciais. Segundo Regimento da Universidade de Brasília. automaticamente. o Curso perfará um total de 200 créditos. é “feito pelo sistema de créditos. Os alunos devem procurar seguir a seqüência de Disciplinas ofertadas em cada um dos módulos. O Curso está organizado no sistema modular. ele não conseguirá acompanhar o fluxo normal de disciplinas do Curso. O regimento da Universidade de Brasília também prevê a reprovação por ausência do aluno (ou por freqüência). A distribuição da carga horária par a integralização do currículo do Curso de Administração Pública está representada a seguir: 30 . de modo a não se prejudicar. Em caso de reprovação o aluno deverá cursar novamente a disciplina quando a mesma for re-ofertada. Assim. os programas de cada disciplina conterão as exigências de contatos e participações dos alunos. o aluno será automaticamente desligado do Curso quando for reprovado por 03 (três) vezes em uma mesma Disciplina e nas demais condições previstas em tal Regimento.

As Disciplinas optativas.400 80.0 7 VII.0 Carga Horária Total do Curso 200 3.0 6 VI. 8 Atividades complementares.0 I. Gestão da Qualidade no Setor Público. foram segmentadas entre aquelas que compõem o currículo básico e estão previstas no Projeto Político Pedagógico da CAPES/PNAP (Tópicos V e VI) e a quelas que não são consideradas como de formação básica (Tópico VIII). A carga horária determinada para estas atividades será homologada em reunião de Colegiado. Tabela 1 . Disciplinas Optativas 14 210 7. 6 Estas Disciplinas são: Seminários Temáticos nas Linhas de Formação Específica I.0 Atividades Complementares8 18 270 9. II. Conteúdos das Disciplinas Optativas5 10 150 05 Disciplinas Optativas 22 330 11. III e IV. Conteúdos de Formação Básica (FB) 56 840 28 II. Conteúdos de Formação Complementar (FC) 8 120 4. Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias (EQT) 12 180 06 V. 31 . Gestão de Redes de Cooperação na Esfera Pública. 7 Estas Disciplinas são: Empreendedorismo Governamental. nacionais e/ou internacionais. Conteúdos de Formação Complementar (FC) 20 300 10 IV.Resumo de Distribuição de Carga Horária Conteúdos Créditos Carga Horária % Disciplinas Obrigatórias 160 2. peculiaridade da lógica de oferta de cursos a distância prevista no PNAP. As disciplinas que integram a matriz curricular do Curso de Administração Pública da Universidade de Brasília estão especificadas na tabela a seguir: 5 Estas Disciplinas são: Língua Brasileira de Sinais. mas são fundamentais à complementação da aprendizagem por parte do estudante. Análise e Prospecção de Problemas Nacionais e Licitação. atividades decorrentes de publicação de artigos científicos.000 100 Para integralizar os créditos o aluno terá que perfazer no mínimo 14 créditos de Disciplinas Optativas descritas no Tópico VII. participação em atividades técnicas e outros tipos de atividades de conteúdo complementar poderão equivaler a créditos que serão concedidos aos alunos mediante devida comprovação e aprovação do colegiado. Contratos e Convênios. Conteúdos de Formação Profissional (FP) 62 930 31 III. Informática para Administradores e Redação Oficial. participação em eventos científicos.

Obrigatória 20 Informática para Administradores 4 60 FC Geral Optativa 21 Instituições de Direito Público e Privado 4 60 FB Geral Obrigatória 22 Introdução à Economia 4 60 FB Geral Obrigatória 23 Legislação Tributária e Comercial 4 60 FB Geral Obrigatória 24 Macroeconomia 4 60 FB Geral Obrigatória 25 Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) 4 60 FC Geral Optativa Matemática Financeira e Análise de 26 4 60 EQT Geral Obrigatória Investimentos 27 Matemática para Administradores 4 60 EQT Geral Obrigatória Metodologia de Estudo e de Pesquisa em 28 4 60 FC Geral Obrigatória Administração 29 Negociação e Arbitragem 4 60 FP Geral Obrigatória 30 Orçamento Público 4 60 FP Pub. Obrigatória 32 Políticas Públicas e Sociedade 4 60 FB Pub. Processos e Tomada Decisão 4 60 FP Geral Obrigatória 32 . Obrigatória 31 Planejamento e Programação na Adm. Públ 4 60 FP Pub. Obrigatória 17 Gestão de Operações e Logística I 4 60 FP Geral Obrigatória 18 Gestão de Operações e Logística II 4 60 FP Geral Obrigatória 19 Gestão de Pessoas no Setor Público 4 60 FP Pub. Obrigatória 33 Organização.N° Disciplina Nº CR C. Conteúdo Natureza 1 Administração Estratégica 4 60 FP Geral Obrigatória 2 Auditoria e Controladoria 4 60 FB Pub. H. Obrigatória 3 Ciência Política 4 60 FB Pub. Obrigatória 7 Direito Empresarial 2 30 FB Geral Obrigatória 8 Economia Brasileira 4 60 FB Pub. Obrigatória 6 Direito Administrativo 4 60 FB Pub. Obrigatória 4 Contabilidade Geral 4 60 FB Geral Obrigatória 5 Contabilidade Pública 4 60 FB Pub. Obrigatória 9 Elaboração e Gestão de Projetos 4 60 FP Geral Obrigatória critério da 10 Optativas das IPES I 2 30 IPES Obrigatória critério da 11 Optativas das IPES II 4 60 IPES Obrigatória critério da 12 Optativas das IPES III 4 60 IPES Obrigatória 13 Estatística Aplicada à Administração 4 60 EQT Geral Obrigatória 14 Filosofia e Ética 4 60 FB Geral Obrigatória 15 Gestão Ambiental e Sustentabilidade 4 60 FC Geral Obrigatória 16 Gestão da Regulação 2 30 FP Pub.

Matriz Curricular do Curso de Bacharelado em Administração Pública 33 . Obrigatória 49 Teorias da Administração I 4 60 FP Geral Obrigatória 50 Teorias da Administração II 4 60 FP Geral Obrigatória 51 Teorias da Administração Pública 4 60 FP Pub. Obrigatória Total 182 2730 FB Conteúdos de Formação Básica FP Conteúdos de Formação Profissional FC Conteúdos de Formação Complementar EQT Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias Quadro 2 . 34 Psicologia Organizacional 4 60 FB Geral Obrigatória 35 Redação Oficial 4 60 FC Geral Optativa 36 Relações Internacionais 4 60 FC Geral Obrigatória 37 Seminário Integrador 2 30 FC Geral Obrigatória 38 Seminário Temático I 2 30 FC Pub. Optativa LFE III Seminário Temático IV na LFE I / LFE II/ 44 2 30 FC Pub. Obrigatória 40 Seminário Temático III 2 30 FC Pub. Obrigatória Setor Público 46 Sociologia Organizacional 4 60 FB Geral Obrigatória 47 Tecnologia e Inovação 4 60 FP Geral Obrigatória 48 Teoria das Finanças Públicas 4 60 FP Pub. Optativa III Seminário Temático III na LFE I / LFE II/ 43 2 30 FC Pub. Obrigatória 39 Seminário Temático II 2 30 FC Pub. Optativa III Seminário Temático II na LFE I / LFE II/ LFE 42 2 30 FC Pub. Optativa LFE III Sistemas de Informação e Comunicação no 45 4 60 FP Pub. Obrigatória Seminário Temático I na LFE I / LFE II/ LFE 41 2 30 FC Pub.

Psicologia Organizacional 4 60 Profissional e de Introdução à Economia 4 60 Outros Campos Seminário Integrador 2 30 de Saber aplicados à Ano 1 – Módulo 2 22 330 Administração e Teorias da Administração II 4 60 Complementar (60h/a) Ciência Política (60h/a) 4 60 Contabilidade Geral (60h/a) 4 60 Matemática para 4 60 Administradores(60h/a) Macroeconomia (60h/a) 4 60 Seminário Temático I (30h/a) 2 30 Total Créditos/Horas Ano 44 660 34 . Currículo do Curso Ano/Módulos Créditos Carga Horária Núcleos Ano 1 – Módulo 1 22 330 Filosofia e Ética 4 60 Teorias da Administração I 4 60 Metodologia de Estudo e de 4 60 Estudos de Pesquisa em Administração Formação Básica.4.11.

Instituições de Direito 4 60 Profissional e de Público e Privado Outros Campos Seminário Temático II 2 30 de Saber aplicados à Ano 2 – Módulo 4 22 330 Administração e Direito Administrativo 4 60 Complementar Estatística Aplicada à 4 60 Administração Sistemas de Informação e 4 60 Comunicação no Setor Público Organização. Processos e 4 60 Tomada de Decisão Teorias das Finanças Públicas 4 60 Seminário Temático III 2 30 Total Créditos/Horas Ano 44 660 35 . Ano/Módulos Créditos Carga Horária Núcleos Ano 2 – Módulo 3 22 330 Sociologia Organizacional 4 60 Teorias da Administração 4 60 Pública Economia Brasileira 4 60 Estudos de Contabilidade Pública 4 60 Formação Básica.

Gestão de Operações e Logística I 4 60 Profissional e de Gestão de Pessoas no Setor 4 60 Outros Campos Público de Saber Direito e Legislação Tributária 2 30 aplicados à Direito Empresarial 2 30 Administração e Seminário Temático I LFE I 2 30 Complementar Seminário Temático I LFE II 2 30 Seminário Temático I LFE III 2 30 Ano 3 – Módulo 6 24 360 Gestão de Operações e Logística II 4 60 Orçamento Público 4 60 Administração Estratégica 4 60 Elaboração e Gestão de 4 60 Projetos Optativa I 2 30 Seminário Temático II LFE I 2 30 Seminário Temático II LFE II 2 30 Seminário Temático II LFE III 2 30 Total Créditos/Horas Ano 50 750 36 . Ano/Módulos Créditos Carga Horária Núcleos Ano 3 – Módulo 5 26 390 Legislação Tributária e Comercial 4 60 Matemática Financeira e Análise 4 60 de Investimento Planejamento e Programação na 4 60 Estudos de Adm. Pública Formação Básica.

Conteúdo Programático das Disciplinas O Ementário das disciplinas encontra-se definido no Anexo III. 37 . Seminário Temático III LFE I 2 30 Profissional e de Seminário Temático III LFE 2 30 Outros Campos II de Saber Seminário Temático III LFE 2 30 aplicados à III Administração e Complementar Ano 4 – Módulo 8 9 22 330 Políticas Públicas e Sociedade 4 60 Gestão Ambiental e 4 60 Sustentabilidade Relações Internacionais 4 60 Optativa III 4 60 Seminário Temático IV LFE I 2 30 Seminário Temático IV LFE 2 30 II Seminário Temático IV LFE 2 30 III Total Créditos/Horas Ano 46 690 4.12. 9 O Trabalho de Curso deverá ser defendido no último semestre de curso do aluno. Ano/Módulos Créditos Carga Horária Núcleos Ano 4 – Módulo 7 24 360 Auditoria e Controladoria 4 60 Tecnologia e Inovação 4 60 Negociação e Arbitragem 4 60 Optativa II 4 60 Estudos de Gestão da Regulação 2 30 Formação Básica.

5. Estrutura Administrativo-Pedagógica do Curso O Curso de Administração Pública encontra -se delimitado em torno da seguinte estrutura administrativa – pedagógica : I. sob a supervisão de um 38 . III. ou na Instituição. prover suporte e avaliar os estudantes ao longo de sua caminhada. Coordenadores de Tutoria: serão professores responsáveis pelo planejamento pedagógico das Disciplinas. ou em áreas afins. IV. Recebem formação em EaD. acompanhamento e monitoramento do trabalho dos tutores. Tutores (presenciais e a distância) com formação mínima de bacharelado em Administração. Têm a função de acompanhar. Professores formadores: responsáveis pela oferta de determinada disciplina no Curso. com encontros presenciais de acordo com as atividades programadas ao longo das Disciplinas do Curso. Estudante: aluno regularmente matriculado no Curso e que irá estudar na modalidade a distância. II. antes de iniciarem suas atividades e ao longo do Curso. bem como pelo treinamento. atuando no Pólo de Apoio Presencial. apoiar.

de comunicação. de condução do processo de aprendizagem e de avaliação. visando o desenvolvimento de uma educação permanente pautada no cidadão compromissado com seu meio social circundante. proporcionando que o mesmo agregue conhecimentos instrumentais (“aprender a aprender”). Coordenador de tutoria. Assim organizada toda a dinâmica de funcionamento do Curso. A premissa básica de oferta deste Curso consiste no desenvolvimento de competências técnicas e profissionais ao aluno. Para tal. V. bem como pela equipe pedagógica e outros Órgãos competentes (como o Colegiado do Departamento de Administração da Universidade de Brasília). Equipe de apoio tecnológico e de logística: terá a função de oportunizar e viabilizar as ações planejadas pel a Coordenação de Curso. conhecimento atualizado em diversos campos da Administração em geral e Administração Pública em particular. função ocupada por professores e demais atores sociais do Curso de Administração da Universidade de Brasília. a execução do presente projeto pedagógico considerará os seguintes fatores:  A estrutura organizacional. bem como as condições de funcionamento e de adequação dos pólos de apoio presencial. dependerá do sistema de tutoria adotado pela Instituição e da disponibilidade ou não de profissionais formados em Administração ou áreas de saber afins nos municípios Pólos10. 10 Procurar-se-á estabelecer como critério a proporção de 25 alunos por tutor. composta pelos subsistemas de concepção. 39 . visa-se oferecer. de gestão. ao aluno. Quanto às funções específicas dos “tutores presenciais” e dos “tutores a distância”. quando necessário. Esta proporção pode vir a ser alterada em virtude de demandas específicas que possam surgir ao longo das Disciplinas. produção e distribuição dos materiais didáticos.

devendo se sustentar sobre o alicerce do trabalho colaborativo ou cooperativo. numa perspectiva heurística e construtivista. assistentes de administração e/ou pessoal técnico-administrativo. na construção de uma rede ou de uma “comunidade de aprendizagem”. quando necessário e possível. basicamente. coordenadores de pólo.  O trabalho cooperativo: estimular-se-á trabalhos de parcerias entre diferentes profissionais (autores. exige. A ação pedagógica desde Curso prevê a construção compartilhada de conhecimento. como qualquer aprendizagem. em que há o engajamento mútuo de todos atores sociais envolvidos nas ações de ensino e aprendizagem. necessidades e repertório de conhecimentos dos alunos. implicação consciente do estudante. Foco em Equipes Multidisciplinares As equipes multidisciplinares que atuarão no Curso estão compostas. intencionalidade e atitude favorável à EaD. web designer. Os materiais didáticos também devem estar adequados aos interesses. A capacitação dos profissionais envolvidos ocorrerá com a viabilização dos seguintes cursos: a. pelo corpo docente (demais integrantes da estrutura da Universidade de Brasília.1. 5. com diferentes modalidades. bem como destreza e conhecimento prévios necessários ao uso de novas tecnologias de informação e comunicação. A comunicação multimídia. preferencialmente professores do Departamento de Administração). com uso de diversos meios. inclusive com adaptações culturais de linguagem (termos específicos). sendo que estes últimos terão funções de apoio administrativo e funções técnicas voltadas à manutenção das tecnologias de informação e de comunicação utilizadas no Curso. tutores. que deverá ser plural e multidirecional. tecnólogos educacionais. com ampla interação social e diálogo.  A comunicação. designer instrucional. Produção dos Materiais Instrucionais (materiais disponibilizados 40 . orientadores). canais e vias de acesso.

estimulando a sua permanência no Curso) c. também. Os docentes capazes de desempenhar papéis sociais (serem tutores ou professores formadores. 5. por exemplo) constam do Anexo IV deste projeto pedagógico. d. Poderá ser mantido como oferta contínua. com material auto-instrucional e apoio pela internet para a equipe de gerenciamento e execução administrativa do Curso de Administração. diretamente pela Universidade Aberta do Brasil) b. incentivando a participação do aluno. logísticos e operacionais dos Cursos da UAB. Gestão do Curso A gestão do Curso estará sob a responsabilidade da Chefia do Departamento de Administração da Universidade de Brasília. Programa de Formação Continuada de Tutores (será dado um enfoque especial à necessidade de acompanhamento contínuo e ativo do aluno. provendo suporte à aprendizagem e. bem como sobre o Ambiente Virtual de Aprendizagem utilizado. 41 .2. Capacitação em Gestão de Educação a Distância – Curso para capacitação do pessoal técnico-administrativo e de coordenação para a gestão dos processos estratégicos. Formação de pessoal Técnico/Administrativo – Curso sobre a estrutura e o projeto pedagógico do Curso.

 criação de ambientes virtuais que fa voreçam o processo de estudo dos alunos. contando com o estabelecimento de uma rede comunicacional efetiva. Para tanto. que dêem suporte à 42 . acompanhamento e avaliação próprios. com equipe de suporte e apoio ao desenvolvimento das atividades acadêmicas e pedagógicas.  designação de Coordenador que se responsabilize pelo acompanhamento acadêmico e administrativo do Curso.  processos de orientação. Será feita a integração e articulação entre o trabalho dos distintos atores sociais envolvidos com o Curso. 6.  monitoramento do percurso do estudante. a orga nização de estrutura física e acadêmica nos Pólos será planejada com a garantia de:  provimento e manutenção de equipe multidisciplinar para orientação nas diferentes disciplinas/áreas do saber que compõem o Curso. Infra-Estrutura e Gestão Acadêmico - Administrativa Dentre os elementos imprescindíveis à execução e gerenciamento deste Curso estão:  a implementação de uma rede que garanta a comunicação entre os sujeitos do processo educativo.  a produção e organização de material didático apropriado à modalidade. que possibilite a interação ativa dos vários Pólos com a Coordenação de Curso ou mesmo entre eles.  manutenção dos núcleos tecnológicos nos Pólos.

Ha verá contato direto com os responsáveis pelo design instrucional do material didático junto à Coordenação e Diretorias da UAB. que estará à disposição dos estudantes nas bibliotecas e/ou salas destinadas para tal nos pólos. 6. abrangendo vídeos e recursos de multimídia. assim como emprego de NTICs como forma de estimular a participação dos alunos no Curso. 6. por meio da Secretaria de Educação a Distancia – SEED. com o objetivo de atingir o grau de excelência esperado no planejamento e execução do Curso. por exemplo) aos materiais didáticos poderão ser realizados caso seja verificada esta necessidade.1 Produção e Disponibilidade de Material Didático O conteúdo das disciplinas previstas na grade curricular foi desenvolvido pelo Ministério de Educação.  material complementar. O controle da distribuição do material didático será realizado por comissões da Universidade Aberta do Brasil e pela Coordenação do Curso na Universidade de Brasília. Seleção de Professores e Tutores de Disciplinas A Coordenação do Curso de Administração Pública a Distância do DF fará o recrutamento de professores e tutores de Disciplinas com os objetivos principais de 43 . Todos os atores sociais da estrutura pedagógica de EaD terão como função básica assistir ao aluno.2. O material didático de cada Disciplina em cada Módulo previsto para o Curso será impresso e inteiramente disponibilizado aos alunos. Possíveis complementos (como uma apostila de exercícios ou vídeo -aula. Ressalta-se que o material didático de estudo do aluno do Curso de Administração Pública a distância consistirá em:  material impresso. acompanhá-lo e motivá-lo à sua contínua aprendizagem. disponível nas bibliotecas e/ou salas destinadas para tal nos pólos. rede comunicacional prevista para o Curso.

Todo o apoio ao trabalho dos tutores será provido pela Coordenação do Curso de Administração Pública a distância. entre outros. procurando agir para evitar. A tutoria a distância11 atua a partir da instituição. assim. esclarecendo dúvidas em relação a conteúdos específicos. de acordo com o projeto pedagógico. de 06 de Fevereiro de 2006 e a Resolução 044/FNDE/2006. o material didático e o conteúdo específico dos conteúdos sob sua responsabilidade. Sua principal atribuição é o esclarecimento de dúvidas por meio de fóruns de discussão pela internet. acompanhar e facilitar a aprendizagem do Módulo/Conteúdo/Disciplina. fomentando o hábito da pesquisa. selecionar material de apoio e sustentação teórica aos conteúdos e. A tutoria presencial atende os estudantes nos pólos.implementar. a fim de auxiliar os estudantes no desenvolvimento de suas atividades individuais e em grupo. junto com os docentes. Este profissional deve conhecer o projeto pedagógico do Curso. O tutor a distância tem também a responsabilidade de promover espaços de construção coletiva de conhecimento. Cabe ressaltar que as funções atribuídas a tutores a 11 Funções especificadas no Referencial de Qualidade para o Ensino a Distância. mediando o processo pedagógico junto a estudantes geograficamente distantes. pelo telefone. em horários preestabelecidos. freqüentemente. seu comprometimento e envolvimento na atividade de tutoria presencial e a distância. do MEC. quando se aplicam. 44 .273. participação em videoconferências. Os tutores. receberão bolsas de estudo e pesquisa. aulas práticas em laboratórios e estágios supervisionados. A legislação que será considerada nos processos de recrutamento e seleção de tutores corresponderá à Lei Nº 11. ainda mais. seu papel deverá ser o de provedor de suporte à aprendizagem do aluno. de 05 de Junho de 2009. além do conhecimento dos temas nas Disciplinas. Os tutores devem ter experiência prévia comprovada em Magistério e podem ter formação em Administração ou em outros campos de saber afins. O tutor presencial deve manter-se em permanente comunicação tanto com os estudantes quanto com a equipe pedagógica do Curso. sua evasão. considerando a Resolução CD/FNDE Nº 26. estimulando. faz parte de suas atribuições participar dos processos avaliativos de ensino-aprendizagem. bem como ao uso das tecnologias disponíveis. tais como avaliações. O Curso prezará por um corpo de tutores com qualificação adequada e alinhada ao seu projeto pedagógico. de Agosto de 2007. e referenciados aos pólos descentralizados de apoio presencial. Será reforçado aos tutores que. Participa de momentos presenciais obrigatórios.

6. c) Ter afinidade com a prática de educação a distância (conhecimento em tecnologias. conhecimento das especificidades e demandas da EaD. organizar pastas e arquivos no Windows Explorer. ressalta-se que o domínio do conteúdo é imprescindível. tanto para o tutor presencial quanto para o tutor a distância.2.1 Pré-Requisitos dos Tutores Os tutores devem apresentar as seguintes condições e competências: a) Ser graduado em Administração e/ou pós-graduado lato sensu e/ou stricto sensu em Administração ou em cursos de graduação e/ou pós-graduação com conteúdos similares ou afins. d) Ter habilidade e conhecimento para fazer edição de texto no word. Serão desenvolvidas ações voltadas à capacitação de tutores no domínio de conteúdo. blogs. no uso das mídias de comunicação e em fundamentos da educação a distância. utilizar serviços de e-mail. Esta condição fundamental deve estar aliada à necessidade de dinamismo.distância e a tutores presenciais são intercambiáveis em um modelo de educação a distância que privilegie forte mobilidade espacial de seu corpo de tutores. visão crítica e global em torno da busca por conhecimentos e habilidades aliadas às novas tecnologias de informação e comunicação. b) O candidato a tutor terá que atender aos pré-requisitos estabelecidos na Lei Federal nº 11. comunidades virtuais) e outras ações voltadas ao acompanhamento contínuo do processo de aprendizagem dos alunos. Em qualquer situação. e permanece como condição essencial para o exercício das suas atribuições. navegar na Internet (acessar sites. com o objetivo principal de evitar a evasão. 45 . valorizando -se o caráter interdisciplinar esperado no Curso. e outros). manipular planilhas eletrônicas no Excel.273 de 06/02/2006.

o tutor trata de questões de suma importância à efetivação do processo de aprendizagem a distancia por parte do aluno. Nesse sentido. 6. se realiza as tarefas e exercícios propostos.2 Atividades de Tutoria A tutoria no Curso de Administração Pública. em que nível cognitivo se encontra em relação ao perfil esperado. o tutor não deve ser concebido apenas como sendo um “facilitador” da aprendizagem. ou mesmo um motivador ou monitor. de acordo com a filosofia adotada pelo Departamento de Administração da Universidade de Brasília. conforme diretrizes estabelecidas pelo PNAP e. tem a função de realizar a mediação entre o estudante. sanar dúvidas apresentadas pelos membros da comun idade virtual diariamente. contribuir para o desenvolvimento da capacidade de organização das atividades 46 . e. da proposta metodológica e do processo de acompanhamento e avaliação de aprendizagem. da melhor forma de transmissão e incorporação pelo aluno do material didático a ser utilizado. No desenvolvimento do Curso. se consulta bibliografia de apoio. demonstrar repertório de competências que expressem o domínio total do conteúdo básico norteador do módulo. o tutor irá. o tutor será responsável pelo acompanhamento e avaliação do percurso de cada estudante sob sua orientação. o material didático de Curso e o ambiente virtual de aprendizagem. e) Apresentar condições para interagir no ambiente virtual. Na fase de planejamento da ação educacional previsto para este Curso. se ele relaciona-se com outros participantes do Curso para estudar ou mesmo se participa de organizações ligadas à sua formação profissionais ou a movimentos sociais locais. mas um agente importante de construção e compartilhamento de aprendizagem e de comprometimento por parte dos alunos. se é capaz de relacionar teoria-prática. estimular. a respeito dos conteúdos a serem trabalhados. sobretudo. quando busca orientação. também. neste processo de acompanhamento. responder a questões. tão importante. se reconstrói conhecimentos.2. junto aos professores formadores. Enfim. motivar e. Além disso. se constrói modelos mentais sobre o conhecimento de forma necessária à compreensão de sua realidade. o tutor deve participar da discussão. como estuda. quais dificuldades apresenta.

Por todas essas responsabilidades.acadêmicas e de aprendizagem. Encontros Presenciais Os encontros presenciais serão motivos de amplo planejamento. pelo menos. palestras. envolvendo os atores pedagógicos e administrativos dos subsistemas do Curso. Entre as atividades presenciais que ocorrerão incluem-se a realização de provas nas Disciplinas. visão sistêmica e capacidade de agir com dinamismo e próatividade. voltados à realização dos seminários temáticos.pedagógicos da educação a distância e da proposta teórico metodológica do Curso. visitas técnicas e integração social da comunidade acadêmica. aplicações de provas e outros eventos que a Coordenação do Curso julgar pertinente ou necessário. 47 . 6.3. tais como capacidade de análise e de síntese. torna-se imprescindível que o tutor tenha formação específica na área a ser contemplada na Disciplina em que atuará. Estimular-se-á o desenvolvimento de competências críticas por parte do aluno. avaliação do desempenho discente. Está prevista. a realização de 02 (dois) encontros presenciais por Módulo. defesa de Trabalho de Curso. em termos dos aspectos político . aulas presenciais. apresentação de resultados de pesquisas.

7.1. bem como a efetividade de recursos pedagógicos e demais procedimentos pedagógicos utilizados ao longo do Curso. que têm perspectiva de execução de 02 (dois) anos. d) os anuários estatísticos da UnB que foram criados em 1998 e outros. serão aplicados instrumentos ou medidas que permitam verificar a efetividade das ações instrucionais e de aprendizagem.pdf. durante a realização de cada Disciplina.br/avaliacao/Projeto_Avaliacao. c) pesquisas com egressos. 48 . acessado em 17. A avaliação terá caráter formativo. b) os objetivos institucionais planejados e consolidados nos Planos de Desenvolvimento Institucional Planos de Desenvolvimento Institucional (PDI’s). tais como 12: a) as diretrizes estratégicas da Universidade de Brasília (Missão. Valores. Serão investigadas variáveis tais como satisfação quanto às Disciplinas. por exemplo. 7. ao término.04. disponível em: http://www. Visão e outros). Para tanto.spl. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CURSO O processo de avaliação institucional da Universidade de Brasília ocorre de modo contínuo pela Comissão de Avaliação Permanente (CPA) e segue um conjunto de critérios ou procedimentos já estabelecidos.2009. Sistema de Avaliação do Curso A avaliação no Curso de Administração Pública tem por objetivo obter informações válidas e sistemáticas voltadas ao controle e aprimoramento das etapas do planejamento pedagógico a fim de garantir o alcance dos objetivos propostos para o Curso. A avaliação de impacto será feita ao 12 Estas informações foram extraídas do Projeto de Avaliação Institucional da UnB elaborado e divulgado em abril/2005 pela CPA/UnB.unb. quanto à sequenciação de conteúdo. sendo que a avaliação do PDI ocorre trimestralmente. e somativo. além de outras dimensões de avaliação como a avaliação dos Tutores e de Impacto do Curso. ambiente virtual de aprendizagem e quanto ao material didático (impresso e eletrônico) do Curso.

análise de textos e documentos diversos inerentes ao Curso e gerados pela Coordenação. controle e tomadas de decisão. também. Assim. Serão avaliadas. usabilidade. aplicabilidade e outros níveis de reação. Nota-se que a avaliação do impacto do Curso na sociedade local também é importante fator de análise de sua inserção no campo das administrações públicas regionais (locais. a avaliação da aprendizagem. municipais e estaduais).longo do Curso. ainda. a avaliação será operacionalizada neste Curso como atividade que tem por função básica subsidiar processos de gerenciamento. pressupõe não só análises e reflexões relativas a dimensões estruturais e organizacionais do Curso.Avaliação de dados quantitativos nos diversos registros internos que serão efetuados (relatórios diversos. numa abordagem didático-pedagógica como. . objetivando o aprimoramento e a busca por novos patamares de excelência. fidedignos e precisos a tal. qualidade e efetividade. visando monitorar o desempenho tanto de alunos quanto de tutores e demais atores sociais envolvidos. Os resultados das avaliações deverão ser utilizados com a função de monitorar e retroalimentar os subsistemas de EaD. Dentre os aspectos de maior significação para o processo de tomada de decisões relativas ao Curso destacam-se: a avaliação da proposta curricular. a avaliação do sistema comunicacional da EaD e a avaliação do impacto do Curso na formação de profissionais no campo da Administração Pública.Aplicação de Medidas Objetivas e Instrumentos válidos. A avaliação não será considerada como um fim em si mesma. dimensões relativas à satisfação dos alunos quanto ao papel desempenhado pelos tutores. Como instrumentos de avaliação serão utilizados: . 49 . pela Secretaria do Curso e pela plataforma tecnológica adotada para a oferta na modalidade a distância). Os instrumentos serão elaborados pela Coordenação do Curso e deverão apresentar consonância com o que se adotará em nível nacional para o Curso de Administração Pública segundo planejamento da SEED. a definição de dimensões relativas aos aspectos políticos do processo de formação de profissionais no campo da Administração Pública. mas fornecerá insumos para a melhoria contínua da qualidade oferecida no Curso. a avaliação da orientação provida aos alunos. Nesse sentido. além de sua percepção sobre a navegabilidade de telas das Disciplinas ao longo do Curso. a avaliação do material didático.

obtidas de sua prática e de sua experiência a partir dos referenciais teóricos trabalhados no Curso. A avaliação de aprendizagem neste Curso consiste na análise da capacidade de reflexão crítica do aluno a partir da aquisição de conhecimentos e habilidades em seu repetório. 7. Avaliação de Aprendizagem A aquisição e retenção dos conteúdos e de habilidades é de fundamental importância à construção de competências críticas esperadas no aluno ao término do Curso. As avaliações do estudante serão regidas pelos dispositivos legais institucionais em vigor nos Cursos de Graduação da UnB. Mais do que a capacidade de reproduzir ideias ou informações será considerada a capacidade de produzir. a partir de atividades realizadas a distância. e das instruções para este fim aprovadas em deliberações e respectivas resoluções do Conselho de Ensino. conforme Regimento Geral da UnB. é importante planejar e coordenar o processo de avaliação possibilitando analisar como se realiza não só o envolvimento do estudante no seu cotidiano mas.1. 50 . também. Todas as normas em vigor na UnB e aplicáveis ao Curso em questão serão consideradas no modus operandi da Secretaria de Administração Acadêmica (SAA). bem como analisar e posicionar-se criticamente frente às situações concretas vivenciadas na Administração Pública. re-significar e reconstruir conhecimentos. é fundamental. entre outras atribuições. exercícios e outras tarefas planejadas para o desenvolvimento da disciplina. como se realiza o surgimento de outras formas de conhecimento. registrar oficialmente as avaliações no Histórico Escolar do aluno. Por isso. que tem sob sua responsabilidade. a relação teoria-prática coloca-se como imperativo no tratamento dos conteúdos selecionados para este Curso de Administração Pública. participação nos fóruns de discussão.1. de modo que a relação intersubjetiva e dialógica entre estudante-tutor-estudante-estudante. do Conselho Universitário (CONSUNI) e demais conselhos superiores da Instituição. O estudante será avaliado em três situações distintas: durante a oferta das disciplinas. Nesse sentido. como pesquisas. mediada por textos. Pesquisa e Extensão (CEPE).

de 19/12/2005. Nessas situações de avaliação. 51 . e ao final do Curso. O critério de atribuição de nota à prova. ficarão a cargo do professor supervisor e/ou responsáveis pela Disciplina.622. os tutores e os professores formadores deverão observar. que estabelece obrigatoriedade e prevalência das avaliações presenciais sobre outras formas de avaliação. é importante destacar o disposto no Decreto 5. Neste ponto. sua participação nos encontros presenciais. se ele está acompanhando e compreendendo o conteúdo proposto em cada uma das disciplinas. 13 As provas das disciplinas sempre deverão ser realizadas de forma presencial. a partir da realização de provas 13 escritas. durante os encontros presenciais. se é capaz de posicionamentos crítico-reflexivos frente às abordagens trabalhadas e frente à sua prática profissional (dimensão cognitiva). seus métodos/estratégias de estudo. nos fóruns e nos bate-papos virtuais. na realização de estudos de caso e de pesquisa a partir de proposições temáticas relacionadas ao seu campo de formação profissional e em seu desempenho nos trabalhos acadêmicos e nas provas presenciais. entre outros fatores passíveis de avaliação. acompanhar e efetuar o registro da aprendizagem dos alunos com base nos seguintes aspectos: a produção escrita do estudante. com a elaboração de monografia como Trabalho de Curso (TC). apresentação de trabalhos e realização de outras tarefas propostas no encontro. bem como às demais atividades da disciplina.

é importante fazer uso efetivo das novas tecnologias de informação e de comunicação (TIC’s) junto aos alunos. serão utilizadas distintas ferramentas pedagógicas oriundas das novas tecnologias informacionais com o objetivo de apresentar. considerado como estudante-usuário. textos disponibilizados pelos professores das Disciplinas. que deverá sempre primar pela qualidade de sua intervenção adequada às necessidades do aluno) que lhe permita comprometer-se com seu processo de aprendizagem. evitando evasão. ferramentas estas que oportunizem o processo de comunicação e de aquisição de conhecimentos. como a capacidade de interpretação de uma dada questão e seu posicionamento frente ao mesmo. o material do Curso. por exemplo. especialmente os de Administração Pública. habilidades e competências pelo aluno. As ferramentas tecnológicas utilizadas nos processos de comunicação e de facilitação do processo de aprendizagem junto ao aluno são: a) Web Conference: ferramenta fundamental de comunicação síncrona (tempo real) e/ou assíncrona (aulas pré-gravadas. Para tal. PROCESSO DE COMUNICAÇÃO-INTERAÇÃO ENTRE OS PARTICIPANTES Em função de um dos pilares norteadores do ensino a distância. c) Biblioteca Digital: serão disponibilizados links de acesso a periódicos científicos da área de Administração. bem como de evitar que o aluno evada em virtude de falta de suporte à sua aprendizagem e transferência. por exemplo) visando estimular a participação efetiva do aluno. em seu Curso. provendo-lhe orientação a distância e o suporte necessário à aprendizagem. 8. enfatizando o desenvolvimento de competências críticas do aluno. de forma didática. a relatividade entre o espaço e tempo de aprendizagem pelo aluno. b) Fóruns de Discussão: serão identificados tópicos relevantes para compreensão dos assuntos investigados em cada Disciplina. bem como suporte psicossocial (na interação ativa com o tutor. segundo diretrizes do PNAP. que possam enriquecer os 52 . e da proposta do Curso de Bacharelado em Administração Pública.

maximizando seu processo de aprendizage m. professores formadores e tutores). permitindo-lhe um maior aprofundamento no conteúdo estudado bem como uma maior interação junto aos atores sociais envolvidos nas Disciplinas. O uso de novas ferramentas de comunicação e de informação propiciará ao aprendiz ter contato com novas e efetivas ferramentas pedagógicas. Cada turma terá acesso à estrutura de comunicação síncrona e assíncrona. notícias de eventos que podem ser disponibilizadas neste fórum. 53 . cursos. congressos. Até o aluno pode sugerir. Serão privilegiadas atividades assíncronas. Serão oferecidas condições para o engajamento ativo do aprendiz em seu processo de aprendizagem online. bem como será orientada pelo Tutor sobre a forma e os momentos de uso de cada uma delas. a troca de informações e de experiências entre os alunos. permitindo ao aluno maior flexibilidade de horários em sua participação dos fóruns e demais tarefas planejadas. eventos de extensão. com muita interação e conteúdos instrucionais ministrados por meio da observação orientada de distintos atores sociais envolvidos (como Coordenação de Curso. anais de congressos e outros. As possibilidades de uso destas ferramentas são muitas e garantirão maior riqueza e complementaridade nos conteúdos estudados ao longo do Curso. a partir do aval da Coordenação de Curso. e) Fóruns de Notícias : será criado um espaço virtual pela Coordenação de Curso que conterá informações sobre eventos científicos.materiais das Disciplinas. d) Conteúdos Interativos : serão criados fóruns sociais com o objetivo de propiciar a interação entre os alunos. Ressalta-se que haverá material impresso (apostilas das Disciplinas) totalmente disponível para os alunos.

ANEXO I : SUGESTÃO DE FLUXO 1º MÓDULO 2º MÓDULO 3º MÓDULO 4º MÓDULO 5º MÓDULO 6º MÓDULO 7º MÓDULO 8º MÓDULO Código de campo alterado 330 h/a 330 h/a 330 h/a 330 h/a 330 h/a 300 h/a 300 h/a 270 h/a Código de campo alterado Planejamento e Código de campo alterado Teorias da Adm. Pública Código de campo alterado Organização. Teorias das Auditoria e Políticas Públicas e Filosofia e Ética Ciência Política Programação na Orçamento Público Código de campo alterado Pública Finanças Públicas Controladoria Sociedade Código de campo alterado Adm. Teorias da Teorias da Sociologia Gestão de Pessoas Administração Negociação e Gestão Ambiental e Código de campo alterado Processos e Administração I Administração II Organizacional no Setor Público Estratégica Arbitragem Sustentabilidade Código de campo alterado Tomada Decisão Sistemas de Gestão de Gestão de Tecnologia e Introdução à Informação e Relações Macroeconomia Economia Brasileira Operações e Operações e Inovação Economia Comunicação no Internacionais Logística I Logística II Setor Público Matemática Psicologia Contabilidade Estatística Aplicada Elaboração e Contabilidade Geral Financeira e Análise Optativa II Optativa III Organizacional Pública à Administração Gestão de Projetos de Investimento Direito e Legislação Gestão da Metodologia de Instituições de Optativa I Matemática para Direito Tributária Regulação Estudo e de Pesquisa Direito Público e Administradores Administrativo _________________ em Administração Privado Direito Empresarial Seminário Temático Seminário Seminário Seminário Temático Seminário Seminário Temático Seminário Seminário Temático I I na Temático II na Temático III na IV na Integrador II Temático III LFE I LFE I LFE I LFE I Seminário Temático Seminário Seminário Seminário Temático I na Temático II na Temático III na IV na LFE II LFE II LFE II LFE II Seminário Seminário Seminário Temático Seminário Temático I Temático II na Temático III na IV na na LFE III LFE III LFE III LFE III 54 .

A ordem d e sequenciamen to d as d iscip lin as en co ntra-se proposta no An exo II. h averá a oferta contígu a d as mesmas em um prazo de tempo necessário à assimilação do con teúdo (2 a 4 semanas p ara cad a uma delas). Ressalta-se. 55 . Pro curar-se-á estab elecer o limite d e oferta d e duas d iscip lin as d e 60 horas (prev isão de 4 a 6 semanas d e realização ) ao mesmo tempo. ANEXO II – Proposta14 de Sequenciamento de Oferta do Fluxo de Disciplinas por Módulo 15 Módulo 1 (330h/a) Prioridade Disciplina 1ª Filosofia e Ética (60h/a) 2 Teorias da Administração I (60h/a) 3 Metodologia de Estudo e de Pesquisa em Administração (60h/a) 4ª Psicologia Organizacional (60h/a) 5ª Introdução à Economia (60h/a) 6ª Seminário Integrador (30h/a) Módulo 2 (330h/a) Prioridade Disciplina 7ª Teorias da Administração II (60h/a) 8ª Ciência Política (60h/a) 9ª Contabilidade Geral (60h/a) 10ª Matemática para Administradores(60h/a) 11ª Macroeconomia (60h/a) 12ª Seminário Temático I (30h/a) 14 Sujeito a alterações de acordo com a oferta disponibilizada pela CAPES/UaB. 15 Ressalta-se que a apresen tação d as d iscip lin as nos módulos será feita de modo seqü encial. O aluno somen te poderá cursar d iscip lin as do módulo subseqü ente quando as discip lin as qu e estão contid as no módu lo não tenh am qualquer tipo d e pré-requisito que o aluno ainda n ão tenh a cumprido (caso o aluno ainda não tenha obtido os créd itos nos pré-requ isito s) O aluno poderá cursar normalmen te d iscip lin as que n ão tenh am pré-requisito em módu los subsequen tes. que os alunos d everão procurar segu ir a sequência d as d iscip lin as ofertad as nos módulos. Já para as d iscip lin as com carga horária d e 30 horas. novamen te. de acordo com sua oferta.

Módulo 3 (330h/a) Prioridade Disciplina 13ª Sociologia Organizacional (60h/a) 14ª Teorias da Administração Pública (60h/a) 15ª Economia Brasileira (60h/a) 16ª Contabilidade Pública (60h/a) 17ª Instituições de Direito Público e Privado (60h/a) 18ª Seminário Temático II (30h/a) Módulo 4 (330h/a) Prioridade Disciplina 19ª Direito Administrativo (60h/a) 20ª Estatística Aplicada à Administração (60h/a) 21ª Sistemas de Informação e Comunicação no Setor Público (60h/a) 22ª Organização. Pública (60h/a) 29ª Gestão de Operações e Logística I (60h/a) 30ª Gestão de Pessoas no Setor Público (60h/a) 31ª Seminário Temático I LFE I (30h/a) 32ª Seminário Temático I LFE II (OPTATIVA) (30h/a) 33ª Seminário Temático I LFE III (OPTATIVA) (30h/a) 56 . Processos e Tomada Decisão (60h/a) 23ª Teorias das Finanças Públicas (60h/a) 24ª Seminário Temático III (30h/a) Módulo 5 (330h/a) Prioridade Disciplina 25ª Direito e Legislação Tributária (30h/a) 26ª Direito Empresarial (30h/a) 27ª Matemática Financeira e Análise de Investimento (60h/a) 28ª Planejamento e Programação na Adm.

Módulo 6 (300h/a) Prioridade Disciplina 34ª Gestão de Operações e Logística II (60h/a) 35ª Orçamento Público (60h/a) 36ª Administração Estratégica (60h/a) 37ª Elaboração e Gestão de Projetos (60h/a) 38ª Optativa da IPES I (30h/a) 39ª Seminário Temático II LFE I (30h/a) 40ª Seminário Temático II LFE II (OPTATIVA) (30h/a) 41ª Seminário Temático II LFE III (OPTATIVA) (30h/a) Módulo 7 (300h/a) Prioridade Disciplina 42ª Auditoria e Controladoria (60h/a) 43ª Tecnologia e Inovação (60h/a) 44ª Ne gociação e Arbitragem (60h/a) 45ª Optativa da IPES II (60h/a) 46ª Gestão da Regulação (30h/a) 47ª Seminário Temático III LFE I (30h/a) 48ª Seminário Temático III LFE II (OPTATIVA) (30h/a) 49ª Seminário Temático III LFE III (OPTATIVA) (30h/a) Módulo 8 (270h/a) Prioridade Disciplina 50ª Políticas Públicas e Sociedade (60h/a) 51ª Gestão Ambiental e Sustentabilidade (60h/a) 52ª Relações Internacionais (60h/a) 53ª Optativa da IPES III (60h/a) 54ª Seminário Temático IV LFE I (30h/a) 55ª Seminário Temático IV LFE II (OPTATIVA) (30h/a) 56ª Seminário Temático IV LFE III (OPTATIVA) (30h/a) 57 .

teoria da firma. 1999. HADOT. 1970. Convite à filosofia. teoria do consumidor. WEBER. 1994. O que é filosofia antiga? São Paulo: Loyola. PLATÃO. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Conceito de ética. Rio de Janeiro: Zahar. 2001. 2. Ética e responsabilidade. Karl-Otto. INTRODUÇÃO À ECONOMIA – 60 horas – 4 créditos Conceitos e princípios de economia. 58 . 1995. Max. demanda e oferta. Ética como problema teórico e como problema prático. Marilena. além de ser boa em si. Estudos de moral moderna. Pierre. São Paulo: Martin Claret. ed. Petrópolis: Vozes. Características gerais dos grandes períodos da história da filosofia. Noções de Microeconomia: mercado e preços. 2002. Textos básicos de Filosofia. São Paulo: Martin Claret. VASQUEZ. está disponível integralmente em sites da Internet). Textos básicos de Ética: de Platão a Foucault. Adolfo Sanchez. Ética e política. A ética protestante e o espírito do capitalismo. MARCONDES. Teorias morais. (NB: Esta obra. Danilo. Danilo. Filosofia e outras formas de conhecimento humano. Referências Complementares APEL. Referências Básicas CHAUI. Ética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. ANEXO III – EMENTÁRIO As ementas referentes aos módulos da estrutura curricular apresentada constituem-se de: MÓDULO 1 FILOSOFIA E ÉTICA – 60 horas – 4 créditos Ementa: Conceito de filosofia: filosofia como doutrina e como ato de pensar. Ética e “ética profissional”. 2007. Evolução do Pensamento Econômico. São Paulo: Ática. MARCONDES. 2000. A República.

rev. estrutura tributária e déficit público. MARCONI. 2004. Equipe de Professores da USP. Ciência. Stanley. São Paulo: Atlas. fontes de crescimento. N. AZEVEDO. MANKIW. Desenvolvimento Econômico. Marina de Andrade. financiamento e modelos.. Introdução à economia (Edição Compacta). Marco Antonio S. ROSSETTI. Referências Complementares 59 . Setor Público: funções econômicas. Manual de introdução à economia. Direito. Tradução de Helga Hoffmam. Introdução à economia. et al. José Paschoal. Maria Dolores Montoya. Rio de Janeiro: McGraw-Hill. FISCHER. Tipos de pesquisa. Diva Benevides. São Paulo: Atlas. SAMUELSON. Introdução à economia. Referências Complementares GREMAUD. O processo de pesquisa. José Paschoal. Noções de Macroeconomia: determinação da renda e do produto nacional. câmbio e estrutura de balança de pagamento. Paulo Furquim de. metodologia e pesquisa em administração. 2007. 7. William D. Tradução de Allan Vidigal Hastings. Begg.estrutura de mercado e eficiência. Rio de Janeiro: Elsevier. 2003. análise e interpretação de texto. Metodologia científica. METODOLOGIA DE ESTUDO E PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO – 60 horas – 4 créditos Métodos de estudo: orientação para a leitura. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. ampl. PINHO. Referências Básicas DORNBUSCH. Gregory. 2005. Eva Maria. ed. mercado de bens e serviços e lado monetário. 2004. O setor externo. Livro de Exercícios. Roberto Jarry. 2007. Ciências Humanas e Contábeis. Introdução à economia (Para Cursos de Administração. 2007. Instrumentos e técnicas de coleta e análise de dados. Referências Básicas LAKATOS. São Paulo: Atlas. de. Economia. NORDAUS. ROSSETTI. Amaury Patrick. VASCONCELLOS. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Atlas. 2006. ed. Paul A. Introdução à economia. 2003. DAVID. Estrutura e organização de trabalhos científicos. DIAZ. Rudiger. São Paulo: Atlas. RICHARDSON. 3.

Robert K. Métodos e técnicas de pesquisa social. Fazer universidade: uma proposta metodológica. Antônio Joaquim. São Paulo: Cortez. São Paulo: Atlas. Processo de liderança. 1982. MINAYO. 3. 5. São Paulo: Atlas. (Org.. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. TRIVIÑOS. Temas da psicologia na interface com os estudos organizacionais: motivação. Como fazer uma monografia. Referências Complementares BERGAMINI. Antonio Carlos. DEMO. Pesquisa em ciências humanas e sociais. Roberto. 2004. Psicologia aplicada à administração de empresas. 1987.. SALOMON.1997. Porto Alegre: Bookman. VERGARA. Porto Alegre: Artmed. rev. aprendizagem. SEVERINO.. 2007. Tensão e conflito. Estudo de caso: planejamento e métodos. 2002. Roberto. 2001. ed. 5. Psicologia. 2008. Antonio. LUCKESI. 2004. CODA. Maria Cecília de Souza. método e criatividade. ZANELLI. BASTOS. Jairo. 1986. Cecília W. BORGES. São Paulo: Atlas.CERVO. ed. 11. Metodologia do trabalho científico. percepção e grupos. 2. Amado Luis. Impacto dos diversos modos de organização do trabalho na vida e saúde das pessoas. YIN. São Paulo: Atlas. ed. 2007. Referências Básicas BERGAMINI. Carlos et al. e atualizada. Sylvia Constant. 23. Métodos de pesquisa em administração. 60 . ed. São Paulo: Cortez. S. ed. organizações e trabalho no Brasil. Pedro. Psicodinâmica da Vida Organizacional. Pesquisa social: teoria. ed. São Paulo: Martins Fontes. São Paulo: Cortez. 3. Metodologia para quem quer aprender. Cecília W. José C. CODA. GIL. BERVIAN. São Paulo: Atlas. Petrópolis: Vozes.). Antonio V. PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL – 60 horas – 4 créditos Contribuições das teorias psicológicas para o campo do estudo das organizações. São Paulo: Atlas. ed. Délcio Vieira. Augusto N. 1997. 2002.

2000. Idalberto. Psicologia social. SILVA. Administração: teorias e processos.. R. Referências Complementares BATEMAN. 1996. Wanderley. José C. CODO. ______. Teorias da administração. Introdução à Teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. São Paulo: Pioneira Thompson Learning. 7. São Paulo: Brasiliense. 1999. Silvia. 5. Antônio Cesar A. São Paulo: Pioneira. 2005. Reinaldo O. ed. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 3. Administração: introdução ao estudo. Referências Básicas MAXIMIANO. Rio de Janeiro: Elsevier. O indivíduo na organização: dimensões esquecidas. Thomas S. ed. o Administrador e seu papel na sociedade atual. 4. As organizações: conceitos e ambientes competitivos globalizados. Vol. São Paulo: McGraw-Hill. Novas tendências. Rio de Janeiro: Guanabara Dois. STONER. CHIAVENATO. Rio de Janeiro: Elsevier.. CARAVANTES. SEMINÁRIO INTEGRADOR – 30 horas – 2 créditos 61 . Geraldo R. TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO I – 60 horas – 4 créditos Introdução à Administração: mercado de trabalho.CHANLAT. 2005. Administração. São Paulo: Atlas. 5. 2006. Scott A. 2006. SNELL. Psicologia organizacional. FARIA. LANE. Funções administrativas e organizacionais. Administração: liderança e colaboração no mundo competitivo. 2003. Edgard H. 1982. da. SCHEIN. et al. conceito de administração. ed. Composição Organizacional e Processo Administrativo. Edward. 2007. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil. São Paulo: Atlas. formação e legislação profissional. 1986. F. James Arthur. ed. Jean-François. São Paulo: Pearson Prentice Hall. FREEMAN. Princípios da administração: o essencial em teoria geral da administração.

São Paulo: Ática. Dalmo de Abreu. Fundamentos teóricos das ciências políticas. ed. Economia e Sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Organização das unidades econômicas. Fatos contábeis e econômicos. Anthony. Atividades de Integração e interação entre os distintos atores sociais do Curso e alunos. 2007. 62 . São Paulo: Brasiliense. Apuração do resultado do exercício. São Paulo: Cultrix. tutores e demais atores sociais do curso. LEO MAAR. GIDDENS. Wolfgang. O que é política. 1992. Aspectos fundamentais da teoria contábil. 2004. Noberto. Representação e sistemas partidários. Estado. governo. Demonstrações contábeis. WEBER.Ementa: Atividades de Integração entre alunos. sociedade: para uma teoria geral da política. Exigências legais e finalidades de Contabilidade. Os brasileiros e a democracia. 20. professores. José Antônio Fernandes de. O que é participação política. Aula inaugural. CONTABILIDADE GERAL – 60 horas – 4 créditos Elementos de Contabilidade: definições. Aplicação. WEBER. Referências Complementares DALLARI. MÓDULO 2 CIÊNCIA POLÍTICA – 60 horas – 4 créditos Conceitos básicos em ciências políticas. MOISÉS. Rio de Janeiro: LCT. São Paulo: Editora da UNESP. Max. Para além da esquerda e da direita. 1996. 2001. 1998. Promoção de Palestras e Oficinas. Análise das informações contábeis. Balanço patrimonial e demonstração de resultado do exercício. Referências Básicas BOBBIO. MAGALHÃES. 1995. Ciência política. São Paulo: Paz e Terra. 2004. Formas de governo e regimes políticos. José Álvaro. Conferência com professores e/ou gestores públicos convidados. São Paulo: Brasiliense. Ciência e política: duas vocações. Método das Partidas Dobradas: registros e sistemas contábeis. Brasília: Vestcon. Max.

v. César Augusto Tibúrcio.org. Macroeconomia: teorias e aplicações à economia brasileira. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. Contabilidade básica. MACROECONOMIA – 60 horas – 4 créditos Fundamentos da análise macroeconômica. Gregory. Sérgio et al. et al. São Paulo: Atlas. N. 2006. MANKIW. Modelos macroeconômicos. Moeda. Inflação. Macroeconomia. SILVA.cpc. Paul. 1999. 2007. Contabilidade Nacional. 2009. 2007/2008. Carlos José Caetano. Rio de Janeiro: LTC. Gilberto. Política econômica. Referências Básicas BLANCHARD. 6. Problemas macroeconômicos. Roberto Arruda de Souza. São Paulo: Cengage Learnin.php>. CARVALHO. Referências Complementares COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS – PRONUNCIAMENTOS. Acesso em: 27 mar. WELLS. FISCHER. juros e renda. Rio de Janeiro:Campus. Fundamentos de economia: Macroeconomia. 1991. O papel do governo. Introdução à economia. ed. 5. Macroeconomia. Gregory. São Paulo: Makron. ed. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações (com Suplemento).Referências Básicas IUDICIBUS. Macroeconomia. São Paulo: Prentice Hall. 1. São Paulo: Atlas. São Paulo: Alínea. 2008. TRISTÃO. Olivier. KRUGMAN. MATEMÁTICA PARA ADMINISTRADORES – 60 horas – 4 créditos 63 . Rudiger. Introdução à economia. DORNBUSCH. 2007. MANKIW. N. Stanley. 2008. Disponível em: <http://www. José L. Economia Aberta. 2008. LIMA. Referências Complementares BACHA.br/pronunciamentosIndex. Determinantes da demanda e oferta agregada. Robin.

Teoria geral da administração. VANCONCELLOS. SALDANHA. 4. Referências Complementares MOTTA. Roland E. Referências Complementares LARSON. WHIPKEY. ed. São Paulo: Ática. São Paulo: Pioneira Thonsom. Referências Básicas MATIAS-PEREIRA. TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO II – 60 horas – 4 créditos Escolas e Evolução do Pensamento Administrativo. Derivadas. 2007. Rio de Janeiro: Editora Campus. Isabella F.. ed. Aplicação do conteúdo estudado em problemas administrativos. ______. WREN. Rio de Janeiro: Revan. Cálculo diferencial e integral. Sistema administrativo e mudança organizacional. Cálculo e suas múltiplas aplicações. Arídio et al. Rio de Janeiro: LTC. Referências Básicas BOULOS. Funções. 3. Mariângela. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Atlas.Teoria dos Conjuntos. Ana Paula Paes de. Introdução à gestão pública. Rio de Janeiro: Editora da FGV. ABRÃO. Kenneth L. Cálculo com aplicações. 2004. Idéias de administração: o pensamento moderno.. São Paulo: Makron Books. 2005. 2006. Clezio. Matrizes. São Paulo: Ática. 2007. 1998. Sistemas de equações lineares. Robert P. 1982. Limites. Fernando C. SILVA. Fernando Cesar Marra e. José. 2007. HOSTETLER. EDWARDS. Idéias de administração: o pensamento clássico. 2005.. Sistemas de informação na administração pública. 1999. PAULA. Bruce H. Manual de gestão pública contemporânea. Paulo. P. Gestão por função e gestão por processos. Daniel A. 2007. G. Por uma nova gestão pública: limites e potencialidades da experiência contemporânea.. WHIPKEY Mary Nell. Vol. Continuidade. Matemática básica para decisões administrativas. 64 . 1. SILVA. São Paulo: Atlas.

Flavio da et al. http://portal. BRASIL. São Paulo. Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS). Estados e Municípios..br/portal/arquivos/pdf/Lei%208080. Patrimônio público. Róbison Gonçalves de. KOHAMA.320 comentada. Orçamento Público. São Paulo: Instituto de Saúde/ABRASCO. 1998.br. Receita e despesa pública. dos Municípios e do Distrito Federal. São Paulo. Contabilidade Pública: Integrando União. Lei nº 8. CASTRO. Sistema Único de Saúde. A Lei 4. Francisco Glauber Lima. Teixeira. 2007. Exercício financeiro. Planificação contábil. Contabilidade Pública: métodos e sistemas de escrituração. GANDRA E. dos Estados. Brasília: autor- editor.. de 19 de setembro de 1990. Brasília. MACHADO Jr. CRUZ. Aspectos fundamentais. 1986. Disponível em http://www. Demonstrações contábeis: balanços.saude. Relatórios RREO e RGF. Investigação da Saúde na Sociedade. Campo de aplicação da contabilidade pública.SEMINÁRIO TEMÁTICO I – 30 horas – 2 créditos Diagnóstico sobre o campo da Gestão Pública da Saúde (Seminário Temático I). Contabilidade orçamentária. Referências Básicas LIMA. Comentários à Lei nº 4. João. Helio. Guia Pedagógico sobre um novo enfoque do método epidemiológico.pdf. BREILH J.gov. São Paulo. São Paulo: Atlas. orçamentos e balanços da União. Referências: BRASIL. Contabilidade Pública: teoria e prática. 3ª ed.conass. 2007 MOTA. Lançamentos contábeis. Contabilidade Aplicada ao Setor Publico. James. variações patrimoniais. 1994. 2007. Atlas: 2008. J. Rio de Janeiro: IBAM .320: normas gerais de direito financeiro. MÓDULO 3 CONTABILIDADE PÚBLICA – 60 horas – 4 créditos Elementos de contabilidade geral. Diana Vaz de. Contabilização em empresas públicas. Atlas.080. Contabilidade Pública. 2006. CONASS. consolidação e prestação de contas. 2009. Referências Complementares ANGELICO. GIACOMONI. Atlas.org. 65 . São Paulo: Atlas. financeira e patrimonial.

Economia brasileira. Rosa Maria (Orgs. 2005. São Paulo: Atlas. BIELSCHOWSKY. Valmor. ECONOMIA BRASILEIRA – 60 horas – 4 créditos Evolução histórica da economia brasileira no período republicano. Fábio. 2003. 2004. São Paulo: Saraiva. ed. 2002. Temas emergentes na economia brasileira e a atualidade: o problema da distribuição de renda e indicadores socioeconômicos. Rio de Janeiro: Campus.). Economia brasileira contemporânea. José Márcio. Pensamento econômico brasileiro. VILLELA. 15. desemprego e informalidade. inflação. VASCONCELLOS. TONETO JÚNIOR. ed. São Paulo: Nobel. relações intersetoriais e regionais. 1997. 2003. Manual de Contabilidade Pública: um enfoque na contabilidade municipal. 2. Ricardo. Marco Antonio Sandoval de. 2006. 2005. Marcelo de Paiva. Economia brasileira contemporânea. Contabilidade Pública: uma Abordagem da Administração Financeira Pública. Roberto Bocaccio. A evolução recente da economia no Brasil: agricultura e indústria. São Paulo: Atlas. 2000. SLOMSKI. André (Orgs. A ordem do progresso: cem anos de política econômica Republicana (1889-1989). Contabilidade Governamental: um enfoque administrativo. Flávio Azevedo Marques de. Rio de Janeiro: Contraponto. GREMAUD. comércio exterior. Lino Martins. inserção periférica e acordos internacionais. 6. ed. Baer. Referências Básicas REGO. Amaury Patrick. Rudinei. Rio de Janeiro: Elsevier. São Paulo: Atlas. MARQUES. A economia brasileira. São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas. globalização. Formação econômica do brasil. 1990. 10. Amaury Patrick. ed. SILVA.). Rudinei. GIAMBIAGI. WERNER. Referências Complementares ABREU. INSTITUIÇÕES DE DIREITO PÚBLICO E PRIVADO – 60 horas – 4 créditos 66 . 4. tiragem. TONETO JÚNIOR.PISCITELLI . SAES. GREMAUD.

Formas de Estado. Organização formal e organização informal. 2008. formas de Governo e sistemas de Governo. São Paulo: Saraiva. Maria Sylvia Zanella. Pedro. Direito Constitucional Esquematizado. 2009. Teoria Geral do Estado. organização. MELLO. DI PIETRO. características e planejamento de mudanças. Direitos e Garantias Individuais. SILVA. Conceito de Estado. Sociologia das organizações. Poder legislativo: função. São Paulo: Atlas. atribuições e responsabilidade. valores e comportamento nas organizações. José Afonso da. Paulo. Reinaldo C. Referências Complementares BONAVIDES. organização. Alexandre de. Manual de Direito Administrativo. Rio de Janeiro: Lúmen Júris. Fontes do direito. Direitos fundamentais do Homem. Subdivisões. 2001. Princípios. Direito Administrativo. classificação e poder constituinte. organização. 2009. Poder Executivo: funções. São Paulo: Malheiros. São Paulo: Malheiros. Referências Básicas CARVALHO FILHO. José dos Santos. 2009. 2009. Supremacia da Constituição e controle de constitucionalidade. 2009. Celso Antônio Bandeira de. MARCONDES. Conceito de Constituição. Cultura organizacional: tipologia. Administração Direta e indireta. Papel social. socialização e formação da cultura. grupos e organização social. As Constituições brasileiras. Poder Judiciário: funções. 2009. garantias. Curso de Direito Administrativo. Direito Constitucional. MORAES. Estado Social de Direito e Estado Democrático de Direito. DIAS. Conceitos básicos: relação social. Reinaldo. Sociologia aplicada à administração. Organização do Estado Brasileiro: Forma de Estado. forma de Governo e sistema de Governo. Referências Básicas BERNARDES. São Paulo: Atlas.Noções de Direito. Referências Complementares 67 . 2009. Organização administrativa. Elementos de Estado: Estado de direito. Conceito de Administração pública. SOCIOLOGIA ORGANIZACIONAL – 60 horas – 4 créditos A Sociologia e seu objeto de estudos. Cyro. A constituição vigente. Atitudes. Curso de Direito Constitucional Positivo. São Paulo: Saraiva. Norma jurídica e outras normas sociais. estrutura e paradigmas de relacionamento. Direito público e direito privado. sua origem e formação. garantias. Poder e funções do Estado. Interação social: o indivíduo e a sociedade. LENZA. São Paulo: Malheiros. São Paulo: Atlas. Servidores públicos.

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SEMINÁRIO TEMÁTICO NA LFE I, LFE II ou LFE III – 30 horas – 2 créditos

GESTÃO PÚBLICA DA SAUDE II – 30 horas – 2 créditos
A Pesquisa no campo da Saúde. O Estado da Arte na Administração da Saúde. O
Projeto de Pesquisa na Saúde.
Referências:
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novo enfoque do método epidemiológico. São Paulo: Instituto de Saúde/ABRASCO, 1986.

SEMINÁRIO TEMÁTICO NA LFE I, LFE II ou LFE III – 30 horas – 2 créditos

GESTÃO MUNICIPAL II – 30 horas – 2 créditos
A Pesquisa no campo da gestão Municipal. O Estado da Arte na Administração da
Gestão Municipal. O Projeto de Pesquisa na Gestão Municipal.

Referências:
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SEMINÁRIO TEMÁTICO NA LFE I, LFE II ou LFE III – 30 horas – 2 créditos

GESTÃO GOVERNAMENTAL II – 30 horas – 2 créditos
A Pesquisa no campo da Gestão Governamental. O Estado da Arte na Administração
da Gestão Governamental. O Projeto de Pesquisa na Gestão Governamental.
Referências:
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Janeiro: Revan, 2004.

82

MÓDULO 7

AUDITORIA E CONTROLADORIA – 60 horas – 4 créditos

Probidade administrativa. Princípios e sistema de controle na administração pública. Controle
social e transparência no Brasil. Fiscalização orçamentária, financeira, contábil e patrimonial
do Estado. Organização e funcionamento do controle externo e interno na administração
pública Fluxo da gestão governamental (PPA, LDO, LOA). Conceitos de Auditoria
Governamental. Tipos de Auditoria Governamental. Controles da Administração Pública.
Elaboração de Relatório de Auditoria.

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auditoria governamental. São Paulo: Atlas, 2003

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SANTOS, Gerson dos. Manual de administração patrimonial. Florianópolis: Papa-livro,
2003.

SILVA, Lino Martins da. Contabilidade governamental. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

GESTÃO DA REGULAÇÃO – 30 horas – 2 créditos

Direito e Economia da Regulação e da Concorrência; O Poder Regulatório do Estado e
Concessão de Serviços Públicos; Políticas e Estrutura da Regulação no Brasil; Defesa do
Consumidor; Defesa da Concorrência. O marco regulatório brasileiro: legislação, órgãos e
entidades (nacionais, estaduais e municipais).

Referências Básicas
PINDICK, Robert. S.; RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia. 5. ed. São Paulo: Prentice
Hall, 2002.

83

MOLL, Luiza Helena. Agências de regulação do mercado. Porto Alegre: Editora UFRGS,
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Referências Complementares

ARAGÃO, Alexandre Santos de. A organização e controle social das agências reguladoras:
crítica aos anteprojetos de lei. Porto Alegre: ABAR, 2004.

CAMARGO, Ricardo A. L. Agências de regulação no ordenamento jurídico-econômico
brasileiro. Porto Alegre: Fabris, 2000.

SALGADO, Lucia H. A economia política da ação antitruste. São Paulo: Singular, 1997.

PINHEIRO, Armando Castelar; SADDI, Jairo. Direito, Economia e mercados . Rio de
Janeiro: Elsevier, 2005. Cap. 6 – Regulação dos Serviços Públicos.

NEGOCIAÇÃO E ARBITRAGEM – 60 horas – 4 créditos
Mediação e arbitragem: o marco regulatório brasileiro. Negociação: conceitos e princípios; o
conflito; o negociador; o objeto; o lugar; os modelos e estilos; desenvolvimento da
negociação; feedback. Arbitragem: retrospectiva histórica e o momento atual; conceito; a
convenção e os tipos de arbitragem; o árbitro; a sentença arbitral.

Referências Básicas
CARMONA, Carlos A. Arbitragem e processo: um comentário à Lei nº 9.307/96. São Paulo:
Atlas, 2004.

MARTINELLI, Dante P.; GHISI, Flávia A. Negociação: aplicações práticas de uma
abordagem sistêmica. São Paulo: Saraiva, 2006.

Referências Complementares
BURBRIDGE, R. Marc et al. Gestão de negociação. São Paulo: Saraiva, 2005.

CARVALHAL, Eugênio do et al. Negociação e administração de conflitos. Rio de Janeio:
FGV, 2006.

FALJONE, Ademar. Negociações sindicais: como negociar em tempos de globalização. São
Paulo: Makron Books, 1998.

HIRATA, Renato H. Estilos de negociação. São Paulo: Saraiva, 2007.

MAGRO, Maíra; BAETA, Zínia. Guia valor econômico de arbitragem. Rio de Janeiro:
Globo, 2004.

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redes comunitárias. São Paulo: Editora Unesp. 2005. Redes federativas e redes públicas de cooperação. Conceitos fundamentais: ciência. EGGERS. gênese e tipos de redes. GOLDSMITH. Referências Complementares 85 . Referências Básicas CORAL. 2008. 2006. Rio de Janeiro: Elsevier. LASTRES. José Eduardo.TECNOLOGIA E INOVAÇÃO – 60 horas – 4 créditos História da tecnologia. 2006. Tecnologia e inclusão social: a exclusão digital em debate. Gestão integrada da inovação: estratégia. Paulo Bastos. 2000. trabalho e tecnologia. Stephen. OPTATIVA DA IPES II – 60 horas – 4 créditos GESTÃO DE REDES DE COOPERAÇÃO NA ESFERA PÚBLICA .).). Novas tecnologias e suas implicações sociais. Aline França de (Orgs. Tecnologias convencionais e tecnologias sociais.60 horas – 4 créditos Conceito. Brasília: Editora UNB. Lúcia (Org. São Paulo: Atlas. Tecnologia e Inovação. (Orgs. (Esta é uma públicação da ENAP). Referências Complementares BRUNO. Willian (Org. 1986. Avaliação de projetos de P&D. Porto Alegre: Editora da UFRGS. Felipe (Orgs. Financiamento para a inovação no Brasil. Eliza.) Arranjos produtivos locais e as novas políticas de desenvolvimento industrial e tecnológico. ADDOR. Indicadores de Ciência. Complementaridade e Supletividade nas redes híbridas. Tecnologia e desenvolvimento social e solidário. As TICs em foco. Rio de Janeiro: UFRJ. Gestão da inovação tecnológica. Sidney. OGLIARI.) Inteligência organizacional e competitiva. ABREU. modelos de gestão e estruturas de redes públicas. LIANZA. André. São Paulo: Atlas. Gestão da Inovação: a economia da tecnologia no Brasil. Principais condicionantes do processo de inovação tecnológica. Helena Maria Martins. tecnologia e inovação. TIGRE. organização e desenvolvimento de produtos. Governar em rede: o novo formato do setor público. Referências Básicas CASSIOLATO. Mark.) Organização.). São Paulo: Editora Senac. TARAPANOFF. WARSCHAUER. 2006. Kira (Org. 2001.

BRASIL. LFE II ou LFE III – 30 horas – 2 créditos GESTÃO GOVERNAMENTAL III – 30 horas – 2 créditos Desenvolvimento de trabalho de campo na área temática: Gestão Governamental. LFE II ou LFE III – 30 horas – 2 créditos GESTÃO MUNICIPAL III – 30 horas – 2 créditos Desenvolvimento de trabalho de campo na área temática: Gestão Municipal. 2001.gov. 2007. São Paulo: Global Editora. Competência e autonomia dos municípios na nova Constituição. O município moderno. GIGLIO.saude. Porto Alegre: Forense. Sistema Único de Saúde.br/portal/arquivos/pdf/Lei%208080. 1998. Investigação da Saúde na Sociedade. 2004. LFE II ou LFE III – 30 horas – 2 créditos GESTÃO PÚBLICA DA SAUDE III – 30 horas – 2 créditos Desenvolvimento de trabalho de campo na área temática: Gestão Pública da Saúde. João Amato. GANDRA E. Helnon de Oliveira. Referências: FAMURS (orgs).). SCHLITHLER. MARTINS. SEMINÁRIO TEMÁTICO NA LFE I. Brasília. SEMINÁRIO TEMÁTICO NA LFE I. Goiânia: Editora MH. Assis M.br. Paulo Otávio Mussi (Orgs. de 19 de setembro de 1990. OUVERNEY. Lei nº 8. Curitiba: Juruá.CRUZ. Celso (org. 2008. Redes Sociais e Organizacionais em Administração. 2007. Disponível em http://www. Gestão de Redes: a estratégia de regionalização da política de saúde. AUGUSTO. FLEURY.pdf.conass. Sonia. São Paulo: Instituto de Saúde/ABRASCO.). Célia Regina Belizia. NETO. SEMINÁRIO TEMÁTICO NA LFE I. Redes de Desenvolvimento Comunitário: Iniciativas para a transformação social. Cooperativas em redes de autogestão do conhecimento. http://portal. Redes Entre Organizações. Rio de Janeiro: Editora FGV. 86 . Rio de Janeiro: FGV. São Paulo: Atlas. Guia Pedagógico sobre um novo enfoque do método epidemiológico. CONASS.080.. Junior Alisson Westarb. 2006. BREILH J. Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS). 2005. Tomas Sparano. 1986. Referências: BRASIL.org. CRUZIO.

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2009. a regionalização. São Paulo: Brasiliense. os nacionalismos e o terrorismo. SEITENFUS. MELO. Liberalismo. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Disponível em: <www.POLÍTICAS PÚBLICAS E SOCIEDADE – 60 horas – 4 créditos Introdução ao estudo das políticas públicas. 2009. mercado e esfera pública. Referências Complementares DAGNINO. Cátia W. Marcus André. estruturas institucionais e mídia.br>. Tipologias de Estados de Bem-estar Social. público e privado. 2008. Conceitos fundamentais: políticas públicas. (Orgs). O efeito da globalização para as políticas públicas. O que são relações internacionais. o meio ambiente. Porto Alegre: Livraria do Advogado. Petrópolis: Vozes. Tendências das políticas públicas no início do Século XXI. LUBAMBO. os conflitos étnicos e religiosos. público e governamental. Coletânea. 2006. Estado. 2.enap. Implementação e avaliação das políticas públicas. Temas como a globalização. 2002. Ricardo. Desenho institucional e participação política: experiências no Brasil contemporâneo. Histórico do Estado de Bem-estar Social. Denilson B. Referências Básicas RODRIGUES.. os direitos humanos. público e estatal. RELAÇÕES INTERNACIONAIS – 60 horas – 4 créditos Analisar as relações internacionais no período contemporâneo e verificar como se encontra estruturado o sistema internacional. Enrique. O Estado de Bem-estar Social. Eliane. Sociedade civil e espaços públicos no Brasil. Modelos de decisão e o papel dos atores políticos: parlamentos. FERRAREZI. tais como as organizações internacionais e não-governamentais. a formação da cidadania moderna e o desenvolvimento da democracia. Referências Básicas SARAVIA. 2005.gov. Eveline. vol.). A participação da sociedade na decisão e acompanhamento da execução das políticas públicas: a gestão democrática. partidos políticos.. grupos de interesse. (org. Manual das organizações internacionais. 88 . A formação da Agenda Pública. Políticas Públicas. A questão da decisão e da não- decisão. Brasília: ENAP. Acesso em: 9 abr. social democracia e políticas públicas. COÊLHO. a interdependência e aqueles que têm ocupado a agenda dos governos nos anos de 1990. Gilberto Marcos Antonio.

o ciclo orçamentário e as proposições de ações. ROMÃO. Ingo Louis. Edson. Petrópolis: Vozes.). Henry. RODRIGUES. AHLSTRAND. Planejamento Estratégico Municipal: empreendedorismo participativo nas cidades. 2004. OLIVEIRA. Salete (orgs. Dimensão subnacional e as relações internacionais. 2004. Rio de Janeiro: Brasport. Juiz de Fora: Esdeva. RESENDE. MINTZBERG. mitos. 2006. São Paulo: Unesp/Educ. Laislau. SOLONCA.Referências Complementares PASSETTI. 2002. DOWBOR. ed. 2005. características. empreendedor e intraempreendedor. Paulo Fagundes. Tullo. BANDEIRA. OPTATIVA DA IPES III – 60 horas – 4 créditos EMPREENDEDORISMO GOVERNAMENTAL – 60 horas – 4 créditos Fundamentos do Empreendedorismo – definição e origem. Como elaborar projetos? Guia Prático para Elaboração e Gestão de Projetos Sociais. habilidade inata ou comportamento aprendido. Santa Catarina: Biblioteca Universitária da Unisul. Cynthia. e empreendedor estratégico. Gestão Empreendedora – análise de cenários. Marcelo (orgs. 2007. São Paulo: Educ. 2002. Perfil e Comportamento Empreendedor – síndromes. Cidades em relações internacionais. gestão por resultados. Davi. São Paulo: Fundamento. Referências Básicas GERBER. Marcos. Safári de estratégia. Domingos. Referências Complementares ARMANI. 2. WANDERLEY. empreendedorismo privado x público. Denis Alcides. Luis Eduardo. Desafios da globalização.). 2006. 2. CASTOR. Empreender Fazendo a Diferença. São Paulo: Desatino. Wagner. Relações exteriores do Brasil. Joseph. LAMPEL. Prefeituras e Organizações Públicas. Bruce. Gestão por Resultados na Administração Pública. 2006. Octavio (orgs. XAVIER. MARIANO. Santa Catarina: Biblioteca Universitária da Unisul. VIGEVANI. Terrorismos. razões do empreendedorismo. 89 . ed. Gilberto (orgs. IANNI. HERMANN. Michael E. Paulo-Edgar. São Paulo: Fundação Perseu Abramo. VIZENTINI. Aprender a Empreender. casos de sucesso. 2000. Empreendedorismo e Estratégia. migração do Estado patrimonialista ao Estado empreendedor.). REZENDE. Porto Alegre: Tomo Editorial. Porto Alegre: Bookman. identificação de oportunidades.). 2009. 2008. Belmiro Valverde Jobim.

Relatos da experiência de campo da pesquisa em Gestão Municipal. 2007. São Paulo: Instituto de Saúde/ABRASCO. “A grande dicotomia: público/privado”. Brasília. LFE II ou LFE III – 30 horas – 2 créditos GESTÃO MUNICIPAL IV – 30 horas – 2 créditos Fechamento do trabalho de campo na área temática: Gestão Municipal.conass.pdf. Cap. 1987.gov.saude. sociedade: por uma teoria geral da política. LFE II ou LFE III – 30 horas – 2 créditos GESTÃO PÚBLICA DA SAUDE IV – 30 horas – 2 créditos Fechamento do trabalho de campo na área temática: Gestão Pública da Saúde.). Referências: BOBBIO. Norberto. 1986.org. SEMINÁRIO TEMÁTICO NA LFE I. O município moderno. Disponível em http://www. 1998. Orlando A. SEMINÁRIO TEMÁTICO NA LFE I. Rio de Janeiro: Revan. GANDRA E. 90 . Guia Pedagógico sobre um novo enfoque do método epidemiológico. Relatos da experiência de campo da pesquisa em Gestão Governamental. governo. Principais Conclusões. Referências: FAMURS (orgs).br/portal/arquivos/pdf/Lei%208080. Referências: BRASIL. http://portal. Porto Alegre: Forense. LFE II ou LFE III – 30 horas – 2 créditos GESTÃO GOVERNAMENTAL IV – 30 horas – 2 créditos Fechamento do trabalho de campo na área temática: Gestão Governamental. Investigação da Saúde na Sociedade. Goiânia: Editora MH. BRASIL. 2005. Celso (org. Lei nº 8. Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS).. GIGLIO.SEMINÁRIO TEMÁTICO IV NA LFE I. SANTOS JUNIOR.br.080. Sistema Único de Saúde. Competência e autonomia dos municípios na nova Constituição. Principais Conclusões. Governança democrática e poder local. CONASS. Relatos da experiência de campo da pesquisa em Gestão Pública da Saúde. Estado. Principais Conclusões. 1. Marco Aurélio Nogueira. de 19 de setembro de 1990. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 2004. Trad. BREILH J.

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Jane Price. São Paulo: Fundamento. Planejamento Estratégico Municipal: empreendedorismo participativo nas cidades. Rio de Janeiro: Campus. Administração de tecnologia da informação. Empreender Fazendo a Diferença. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) – 60 horas – 4 créditos Ver disponibilidade no âmbito da UaB/UnB Empreendedorismo Governamental Fundamentos do Empreendedorismo – definição e origem. Rio de Janeiro: LTC Editora.. casos de sucesso. Referências Básicas GERBER. características. Rio de Janeiro: LTC Editora.. 2003. habilidade inata ou comportamento aprendido. mitos. REZENDE. Richard E. 2003. LAUDON. o ciclo orçamentário e as proposições de ações. identificação de oportunidades. Sistemas de informação: uma abordagem gerencial. Belmiro Valverde Jobim. Kenneth C. Efraim. 2004. e empreendedor estratégico. RAINER Jr. James A. LAUDON. Ralph M. São Paulo: Saraiva. Denis Alcides. São Paulo: Atlas. ed. R. GORDON. ed. 11. TURBAN. 1998. empreendedor e intraempreendedor. 2007. Michael E. Judith R. razões do empreendedorismo. migração do Estado patrimonialista ao Estado empreendedor. 2006. Rio de Janeiro: Brasport. 2. Sistemas de informação com Internet. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da Internet. operacionais. Referências Complementares GORDON. Gestão Empreendedora – análise de cenários. REBOUÇAS DE OLIVEIRA. 92 . Kelly. táticas. 2006. gestão por resultados. Perfil e Comportamento Empreendedor – síndromes. Djalma de Pinho. Sistemas de informações gerenciais: estratégicas. POTTER.. empreendedorismo privado x público. CASTOR.STAIR. Princípios de Sistemas de Informação: uma abordagem gerencial. O’BRIEN. Steven R. Prefeituras e Organizações Públicas. 1999. Rio de Janeiro: LTC Editora.

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Paulo Otávio Mussi (Orgs. LASTRES. Rio de Janeiro: Editora FGV. Tomas Sparano. gênese e tipos de redes. (Orgs. Gestão de Redes: a estratégia de regionalização da política de saúde. Administração de operações em serviços. Cooperativas em redes de autogestão do conhecimento. 2004. Temas em destaque: desigualdades sociais e pobreza. 1999. Complementaridade e Supletividade nas redes híbridas. São Paulo: Futura. São Paulo: Atlas. EGGERS. 2006. Rio de Janeiro: UFRJ. SCHMENNER.LOVELOCK Christopher. 2006. caracterização. José Eduardo. Sonia. Rio de Janeiro: FGV. Célia Regina Belizia. 2008. o Sistema Único de Saúde e dilemas na sua implementação. análise e prospecção. FLEURY. Políticas públicas para abordagem dos Problemas Nacionais: interdependência e interfaces entre Poderes e níveis de governo. Roger W. 2000. Redes Entre Organizações. Serviços: marketing e gestão. OUVERNEY. Educação para a Cidadania: 94 . Helena Maria Martins. redes comunitárias. a Reforma Sanitária. Referências Básicas CASSIOLATO. Redes federativas e redes públicas de cooperação. São Paulo: Saraiva. Willian (Org.). GOLDSMITH. NETO. Assis M. Redes de Desenvolvimento Comunitário: Iniciativas para a transformação social.) Arranjos produtivos locais e as novas políticas de desenvolvimento industrial e tecnológico. SCHLITHLER. AUGUSTO. WRIGHT Lauren. Junior Alisson Westarb. Análise e Prospecção de Problemas Nacionais Problemas Nacionais contemporâneos: métodos de identificação. 2001. modelos de gestão e estruturas de redes públicas. Curitiba: Juruá. CRUZIO. São Paulo: Editora Unesp. Gestão de Redes de Cooperação na Esfera Pública Conceito. a questão ambiental e da Amazônia e seu caráter estratégico. Stephen. 2007. Governar em rede: o novo formato do setor público. MARTINS. 2006. (Esta é uma públicação da ENAP). João Amato. Redes Sociais e Organizacionais em Administração. São Paulo: Global Editora. Helnon de Oliveira. Referências Complementares CRUZ.).

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Potenciação. GASPARINI. IUPERJ. JUSTEN FILHO. Lei de Responsabilidade Fiscal comentada. São Paulo: Malheiros. São Paulo. Radiação. Atlas. Produtos Notáveis. 2008. dispensa e inexigibilidade. Maria Lúcia Werneck. Eficácia nas licitações e contratos. pregão eletrônico e presencial. Frações. 2008. controle. Carlos Pinto Coelho. Délcio Balestero Aleixo. 2009. participantes. Curso de direito administrativo. Contratos e Convênios Licitação: aspectos gerais. execução. Proporção e Porcentagem. formalização. Direito administrativo. 2009. Razão. objeto. São Paulo: Saraiva. MEIRELLES. Referências Complementares CRUZ. Rio de janeiro: Revan. 2006. 96 . princípios constitucionais. Flávio da (Coord). 1998. Belo Horizonte: Del Rey. fases. Diógenes. MELLO. São Paulo: Malheiros. Referências Básicas DI PIETRO. Licitação. Marçal. Equações de 1º e 2º graus. José Emmanuel Burle Filho. São Paulo: Saraiva. MOTTA. 2008. Maria Sylvia Zanella. Aplicações. Hely Lopes. São Paulo: Atlas.VIANNA. Contratos: formalização. inexecução. ed. Curso de direito administrativo. 2008. controle. espécies. Convênios: aspectos gerais. Direito administrativo brasileiro. Logaritmo e Exponencial. Atualização de Eurico de Andrade Azevedo. Direito administrativo. A Americanização (perversa) da Seguridade Social no Brasil. Celso Antônio Bandeira de. controle. Inequações de 1º grau. 5. extinção. CURSO DE EXTENSÃO DE NIVELAMENTO MATEMÁTICA BÁSICA – 60 horas – 4 créditos Conjuntos e Relações. direitos e deveres. modalidades. revogação e invalidação. alteração.

Jean E. José Carlos. 1988. Louis. ed. BEZERRA. 4.Referências Básicas LEITHOLD. São Paulo: Scipione. 2. ed. São Paulo: Harbra. 15. INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Ver disponibilidade no âmbito da UaB/UnB 97 . Teoria Elementar dos conjuntos. Matemática para Economia e Administração. ed. Referências Complementares WEBER. São Paulo: Nobel. Novo Bezerra: Matemática (2º Grau).. Volume Único.1974. ALENCAR FILHO Edgar de. PUTNOKI. Manoel J. 1986. 1996. São Paulo: Harper & Row do Brasil. Matemática Aplicada à Economia e Adminstração.

ANEXO IV .LISTA DE DOCENTES Nº NOME CLASSE CAT. REG. DIURNO NOTURNO 01 Aldery Silveira Júnior ASSISTENTE-3 MESTRE DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 02 Antonio Nascimento Junior ASSISTENTE -01 MESTRE DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 03 Carlos Alberto Muller Lima Torres ASSISTENTE -04 MESTRE TEMPO PARCIAL X 04 Carlos Rosano Peña ADJUNTO-02 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 05 Catarina Cecília Odelius ADJUNTO -03 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 06 Christiana Soares de Freitas ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 07 Daniel Bin ASSISTENTE -01 MESTRE DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 08 Danielle Sandi Pinheiro ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 09 Débora Dorneles Barem AUXILIAR-01 GRADUADO TEMPO PARCIAL X 10 Domingos Sávio Spezia ASSISTENTE -03 MESTRE TEMPO PARCIAL X 11 Doriana Daroit ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 12 Eduardo Raupp de Vargas ADJUNTO -01 MESTRE DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 13 Evaldo César Calvalcante Rodrigues ASSISTENTE -03 MESTRE DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 14 Francisco Antonio Coelho Junior ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 15 Francy Soares Bogosian ADJUNTO -04 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 16 Geraldo Sardinha Almeida ADJUNTO -02 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 17 Gisela Demo Fiúza ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 18 Guillermo José Asper Y Valdez ADJUNTO -03 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 19 Janann Joslim Medeiros ADJUNTO -02 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 20 João Paulo Machado Peixoto ASSISTENTE -04 MESTRE DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 21 Jorge Fernando Valente de Pinho ADJUNTO -01 MESTRE DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 22 José Márcio Carvalho ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 23 Josivânia Silva Farias ASSISTENTE -03 MESTRE DEDICAÇÃO EXCLUSIVA Licença doutorado 24 Juliana Barreiros Porto ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 25 Luiz Fernando Macedo Bessa ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 26 Luiz Fernando Terra Tallarico ADJUNTO -02 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA Licença saúde 27 Luiz Severino Macedo de Oliveira ADJUNTO -04 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 28 Marcus Vinícius Soares Siqueira ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 98 .

Maria de Fátima Bruno Faria – Coordenadora EaD Profa. Eduardo Raupp de Vargas – Chefe do ADM Prof. Francisco Antonio Coelho Junior – Coordenador EaD Pública 99 . Janann Joslin Medeiros – Coordenadora do curso Gestão de Políticas Públicas Profa. 29 Maria de Fátima Bruno de Faria ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 30 Olinda Maria Gomes Lesses ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 31 Oscar Henrique Carvalho de Velloso Viana ASSISTENTE -04 MESTRE TEMPO PARCIAL X 32 Pedro Paulo Murce Meneses ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 33 Rafael Barreiros Porto ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 34 Rildo Ribeiro dos Santos ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA x 35 Ricardo Corrêa Gomes ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 36 Roque Magno de Oliveira ASSISTENTE -02 MESTRE DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 37 Solange Alfinito ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 38 Tomás de Aquino Guimarães ADJUNTO -04 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X 39 Vinicius Andrade Brei ADJUNTO -01 DOUTOR DEDICAÇÃO EXCLUSIVA X Professores responsáveis pela Gestão e Coordenação do ADM Prof. Juliana Barreiros Porto – coordenadora – Diurno Prof. Catarina Cecília Odelius – Coordenadora .Noturno Profa. José Márcio – Subchefe e Coordenador Profa.

Nascimento Copeira Jeane marques da Rocha Estagiária Juliane Silva Duarte Estagiária Katiane Gercy Barreto dos Santos Assistente Administrativo Leonardo Ferreira da Silva Assistente Administrativo Luiz Carlos A.Relação dos funcionários da Secretaria do ADM Aline dos Santos Silva Estagiária Erlene Agapito Moreira Ferreira Secretária Filipe do Rego Barros da luz Estagiário Glaucia Regina S. Martins Assistente Administrativo Wallace Miranda Bastos Assistente Administrativo 100 . de Melo Secretário Olivia Fernanda Rocha de Oliveira Administradora Roberto Goldberg Assistente Administrativo Tarciano Arruda Carvalho Assistente Administrativo Vanderlea Roque C.

b) número de estágios não-obrigatórios orientados pelo professor. designado por um dos coordenadores do ADM. até o limite de 8 créditos. de 19 de Março de 2009. 3 Os alunos poderão realizar estágio não-obrigatório a partir do 3º semestre de curso. nas normas gerais da UnB. de 16/10/2008. 11. 2. bem como as recomendações feitas pela Diretoria de Acompanhamento e Integração Acadêmica da – DAIA-UnB. 101 . privadas ou do terceiro setor.788 de 26 de setembro de 2008 e normas da UnB pertinentes ao assunto. 4 Os alunos poderão estagiar em quaisquer áreas de organizações públicas.788. desde que atuando em atividades relacionadas à área de administração. 2. como atividade complementar. 2 O estágio não-obrigatório contará créditos no histórico do estudante. buscando uma distribuição eqüitativa dos alunos entre os professores do quadro efetivo da UnB.1 Para efetuar esta designação. e neste regulamento. 5. por meio do MEMO CIRCULAR/DAIA nº002. 1 Os Projetos Pedagógicos dos cursos ofertados pelo ADM passam a admitir a modalidade de estágio curricular não-obrigatório. que dispõe sobre estágio curricular de estudantes. ANEXO V – REGULAMENTO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO NÃO- OBRIGATÓRIO POR ALUNOS DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO O presente Regulamento tem o intuito de estabelecer normas gerais para cumprimento da Lei nº.2 O limite máximo quanto ao número de horas semanais é 30 horas.788 de 26 de setembro de 2008. 11.1 Para cada 480h de estágio (20h semanais por 6 meses) poderão ser computados 4 créditos. de 21 de outubro de 2008 e MEMOCIRCULAR/DAIA/N° 003/2009. desde que o aluno solicite formalmente a concessão do crédito à área de estágio e sejam observadas todas as exigências previstas na Lei 11. especificamente sobre a realização de estágio curricular não-obrigatório por alunos dos cursos ofertados no Departamento de Administração – ADM-UnB. o coordenador irá considerar: a) compatibilidade entre a área em que o aluno irá realizar o estágio e a área de especialização do professor indicado. 5 O aluno será acompanhado por um professor orientador. em conformidade com a Lei nº.

2 O professor orientador é responsável por: a) acompanhar as atividades do estagiário. e) comunicar à parte concedente do estágio. c) aprovar o relatório semestral das atividades do aluno. 7 Situações não previstas neste regulamento serão analisadas e decididas pelo colegiado e.5. no início do período letivo. 102 . desde que aprovados no colegiado. 6 Os instrumentos de acompanhamento e avaliação dos estágios são os definidos por meio de normas gerais da UnB. alterações a este regulamento podem ser efetuadas a qualquer momento. em cumprimento ao Plano de Atividades.788. b) aprovar o Plano de Atividades do aluno. e em conformidade com a Lei 11. de 16/10/2008. as datas de realização de avaliações escolares ou acadêmicas. d) zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso celebrado entre as três partes (UnB/Aluno/Empresa).