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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS 2º SEMESTRE

ACADÊMICOS:

 ALEXANDRA BRENDA SOUZA REIS - 14156323


 ALEXANDRE PINHEIRO MARTINS – 14764910
 ANA THEREZA DA SILVA SIQUEIRA – 15317801
 JOANA DARC SANTOS CIRILO – 13405130
 LANA FRANCISCA CÂNCIO GOMES – 14162423
 MARIZA FELIX SEIXAS - 1343172202

FRIGORÍFICO VACA VIÚVA

CASTANHAL/PA
2018
ACADÊMICOS:

 ALEXANDRA
 ALEXANDRE PINHEIRO MARTINS – 14764910
 ANA THEREZA DA SILVA SIQUEIRA – 15317801
 JOANA DARC SANTOS CIRILO – 13405130
 LANA FRANCISCA CÂNCIO GOMES – 14162423
 MARIZA FELIX SEIXAS - 1343172202

FRIGORÍFICO VACA VIÚVA

Trabalho apresentado ao Curso de Ciências Contábeis


da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, com
objetivo de obtermos à média simestral nas disciplinas
de Métodos Quantitativos, Direito Empresarial, Modelos
de Gestão, Responsabilidade Social e ambiental,
Legislação Social e Trabalhista, Seminário
Interdisciplinar III..

Orientador: João Scaff, Marcelo Silva de Jesus, Henry


tetsuj Nonaka, Luisa Maria Sarabia Cavenabhi, Natalia
Branco Lopes Krawczun, Suzi Bueno de Almeida, André
Machado, Emilia Yoko Okayama.

CASTANHAL/PA
2018
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO.........................................................................................................3
2 DESENVOLVIMENTO.............................................................................................4
2.1. DIREITO EMPRESARIAL................................................................................4
2.2. MÉTODOS QUANTITATIVOS.........................................................................8
2.3. MODELOS DE GESTÃO...............................................................................10
2.4. RESPONSABILIDADE SOCIAL E EMBIENTAL............................................13
2.5.. LEGISLAÇÃO SOCIAL E TRABALHISTA.....................................................14

3. CONCLUSÃO................................................................................................16

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS........................................................................17
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1. INTRODUÇÃO

Este trabalho possui o objetivo a compreensão das disciplinas


Métodos Quantitativos, Direito Empresarial, Modelos de Gestão, Responsabilidade
Social e ambiental, Legislação Social e Trabalhista, Seminário Interdisciplinar III.
A administração de uma empresa engloba, vários elementos que nos
permitem avaliarmos os funcionários com suas contribuições, juntamente verificar o
impacto sobre os resultados esperados, pois é um conjunto que torna forte a
necessidade de se conhecer os elementos que auxiliam ou dificultam os fazeres
diários dentro de uma empresa e a correlação junto aos usuários.
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2. DESENVOLVIMENTO

2.1. DIREITO EMPRESARIAL

A pessoa jurídica é uma entidade própria com a existência e o dever


jurídico, sujeito de direitos e obrigações juntamente com uma realidade autônoma.
Em relação a pessoa jurídica, onde compõem os direitos, obrigações
e deveres, se distingui das de mais pessoas físicas ou jurídicas. No entanto, a
responsabilidade legal de uma pessoa jurídica necessariamente não se dará a
qualquer um de seus componentes.
Porém, a pessoa jurídica se desencaminha das finalidades a que lhe
convém usufruindo de suas atribuições legais para obter fraudes, vindo a prejudicar
várias pessoas.
No entanto, em situações distintas o Poder Judiciário poderá vim a
desconsiderar a pessoa jurídica de suas personalidades para alavancar as
responsabilidades aos demais que a compõe.

PERSONALIDADE JURÍDICA DESCONSIDERAÇÃO

A pessoa jurídica é um instrumento importante onde é reconhecido


por lei, para a manobra da atividade empresarial, com o objetivo de obter os direitos
e obrigações, desprovido das pessoas que a compõem.
Em relação aos seus patrimônios não poderá confundir com os das
pessoas físicas que as compõe, pois somente através do termo da autonomia
patrimonial, essa separação acontece de sua própria personalidade jurídica.
A pessoa jurídica possui a proteção patrimonial em diversas
circunstancias o mesmo utiliza o benefício para desviar-se de seus princípios e fins,
ocasionado as fraudes e abusos.
Através desses motivos, o objetivo de reprimir os abusos e desvios
que poderá ser ocasionado pelas pessoas jurídicas em razão da autonomia e
proteção patrimonial, pois foi elaborada a teoria da desconsideração da
personalidade jurídica.
A desconsideração da personalidade jurídica possibilita sujeitar o
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desmembramento entre os bens dos seus sócios e da empresa e para efeito de


determinar as obrigações.
No território nacional, antes da elaboração das normas que
abordassem sobre esse tema, os tribunais impuseram a teoria a casos de abuso de
direito e fraude, cometido pela mal-uso da personalidade jurídica, fundamentado
através da doutrina estrangeira e no art. 20 do Código Civil de 1916, onde
reconhecia a distinção entre a personalidade da sociedade e dos sócios.
O Código Civil a desconsideração da personalidade jurídica está
prevista no art. 50 do Código Civil, in verbis.
“Art. 50. Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade, ou pela
confusão patrimonial, pode o juiz decidir, a requerimento da parte, ou do Ministério Público quando
lhe couber intervir no processo, que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações
sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócio da pessoa jurídica”.

Como se vê no Código Civil, caso haja desvio dos fins que


determinam sua constituição em relação a pessoa jurídica, o fato dos sócios ou
administradores a utilizarem para alcançar objetivo diverso do societário, ou no caso
de haver confusão patrimonial em razão de abuso da personalidade jurídica, o
judiciário, a solicitação do interessado ou do Ministério Público, estará liberado, a
desconsiderar brevemente a personalidade jurídica a fim de tornar responsáveis
seus sócios.
O desvio de finalidade, ocorrerá sempre que a pessoa jurídica venha
não cumprir a finalidade a que se destina, ocasionando prejuízos a terceiros,
argumentando também como desvio de finalidade/desvio de função, o
descumprimento ao princípio da função social da empresa.

FALÊNCIA EMPRESARIAL

O Professor Ricardo Negrão, afirma que:


“Falência é um processo de execução coletiva, no qual todo o patrimônio de um empresário
declarado falido – pessoa física ou jurídica é arrecadado, visando pagamento da universalidade de
seus credores, de forma completa ou proporcional. É um processo judicial complexo que compreende
a arrecadação dos bens, sua administração e conservação, bem como a verificação e o acertamento
dos créditos, para posterior liquidação dos bens e rateio entre os credores. Compreende também a
punição de atos criminosos praticados pelo devedor falido”.

Para o decreto de falência, será necessário que o devedor seja um


empresário. Pois dessa forma, somente o empresário, pessoa jurídica ou pessoa
física, poderá ter a sua falência decretada (Lei 11.101/2005, art.1º).
6

Sempre que o devedor é legalmente empresário, a execução de seu


patrimônio se faz pela falência. Em outras expressões, quando o devedor analisa
sua atividade econômica de forma empresarial, identificada pela unificação dos
fatores de produção: capital de investimento, contratação trabalhista, obtenção de
insumos, compra de tecnologia, pois sendo incapaz de honrar seu compromisso no
vencimento, ou ficando presentes diversos fatos caracterizados pela Lei, o juiz
deverá estabelecer um procedimento de execução concursal destinado à satisfação
dos credores, no quão grande for possível.
Nessa situação, onde empresário seja uma pessoa jurídica, deverá
ser da espécie sociedade empresária. Onde, deve ser supresso, do âmbito de
aplicação da Lei de falência, todas as pessoas jurídicas que não sejam sociedades
empresárias, como as associações, as fundações, asas sociedades simples e as
cooperativas.
Importa dizer que, diversos empresários, por disposição legal, jamais
poderão ter a sua falência decretada. Sejam eles, nos termos do art.2º, inc. I da Lei
11.101/2005, as empresas públicas e as sociedades de economia mista.

O processo de falência é dividido em três passos, são elas: o pedido de


falência, a fase de falência e a reabilitação.

Primeiro passo: O pedido de falência

Primeiro passo é o pedido de falência é uma fase de conhecimento e


se dá início através de uma petição inicial onde contenha o pedido de falência e
terminará com a sentença declaratória de falência.
Os autorizados a pedir falência são: o devedor, o acionista do
devedor, os herdeiros, inventariante, cônjuge sobrevivente e ainda qualquer credor.
Assim, quando o pedido de falência surgir através de terceiros o devedor terá o
prazo de 10 dias para apresentar sua defesa.
O juízo competente é aquele onde encontra-se o estabelecimento do
devedor/devedores.
Quanto à autofalência o devedor deve fundamentar o seu pedido
seguindo o art. 105 da lei de falências.
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Segundo passo: Fase de falência

Segundo passo inaugura-se com a sentença declaratória. É nesta


fase que ocorre a realização do ativo onde há o levantamento dos bens e os direitos
do falido, onerando-os na forma de leilões ou vendas, para a satisfação do passivo.
O processo possui alguns órgãos de falência: o administrador
judicial, as assembleias dos credores e o comitê dos credores.
Onde o administrador judicial é escolhido pelo juiz para que ele
possa administrar a falência, onde faça a verificação dos créditos, o relatório inicial,
as contas mensais, e o relatório final.
A assembleia dos credores possui a competência para aprovar a
constituição do comitê de credores e eleger os seus membros; impor modalidades
extraordinárias de realização do ativo do falido; deliberar sobre assuntos de
interesse geral dos credores amparado através do Artigo 35 inciso II da Nova Lei
Falimentar).
O comitê dos credores é composto por um representante dos
credores trabalhistas; por um representante dos titulares de direitos reais de garantia
e privilégios especiais e por um dos demais com dois suplentes cada, eleitos pela
assembleia. A função mais importante é fiscalizar o administrador judicial amparado
através do Artigo 27 inciso I letra “A” da Nova Lei Falimentar.
“Os falidos” devem pagarem os credores onde respeite a
classificação dos créditos. Os credores chamados por edital devem apresentar seus
créditos. A ordenação dos créditos é feita de acordo com o privilégio dos créditos.
Assim “os falidos” não podem pagar fora de ordem. Essa ordem está amparado
através do Art. 83 da Lei de Falências.

Terceiro passo: Fase de reabilitação

Este passo começa após a extinção da falência desaparecendo


assim o status falimentar, em outras palavras, extingue as obrigações do devedor
falido.
O Art. 50 da Lei de Falências traz as hipóteses de recuperação
judicial.
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2.2 MÉTODOS QUANTITATIVOS

GRÁFICO – TRANSPORTE

GRÁFICO – ENERGIA ELETRICA

11
9
7
5
3
1 GRÁFICO –
ÁGUA

GRÁFICO – SALÁRIOS
9

12
11
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1

MEDIDAS DE POSIÇÃO

Média Salarial

R$ 450.000,00 + R$ 452.000,00 + R$ 452.000,00 + R$ 453.000,00 + R$ 453.000,00


+ R$ 454.500,00 + R$ 454.500,00 + R$ 456.700,00 + R$ 456.700,00 + R$
456.700,00 + R$ 457.000,00 + R$ 500.000,00
12

Média= R$ 458 008,333

Mediana

R$ 450.000,00
R$ 452.000,00
R$ 452.000,00 454.500,00 + 454.500,00 / 2 = 681.750,00
R$ 453.000,00
R$ 453.000,00
(R$ 454.500,00)
(R$ 454.500,00)
R$ 456.700,00
R$ 456.700,00
10

R$ 456.700,00
R$ 457.000,00
R$ 500.000,00

Moda

R$ 456.700,00

2.3 MODELOS DE GESTÃO

A utilização de modelos de tomada de decisão permite aos


administradores entender a estrutura organizacional e as relações complexas
peculiar aos processos desenvolvidos nesse âmbito. Com tudo, existe a crescente
relevância no que corresponde a investigar e construir modelos, que possibilitem a
adequada finalidade de métodos e técnicas no processo de tomada de decisão
organizacional, visto que se constitui em recurso fundamental para o processo em
questão.
A organização que não possua informação para auxiliar as suas
decisões estratégicas, como sua gestão, encontrará em desvantagem em relação as
diversas organizações do mesmo segmento, com tudo não será possível analisar,
em um tempo mínimo, as alternativas de decisão, além de reproduzir
proveitosamente o resultado subsequente da decisão tomada.

Modelo processual

O modelo processual se torna fácil de entender através das fases e


os ciclos que contribuem nas atividades decisórias, visivelmente complexas e
dinâmicas. Fora elaborada, inicialmente, por Mintzberg, Raisinghani e Théorêt
11

(1976). Os primórdios deste modelo são: quais são as organizações que trabalham
nesse tipo de circunstância?; quais são as rotinas e procedimentos utilizados
usualmente?; quais são as informações disponíveis?; e quais são os procedimentos
padrões utilizados nesses casos? Neste modelo se concentra nas fases, nas
atividades e na dinâmica dos comportamentos decisórios (CHOO, 2003, p. 283). O
modelo possui um vasto número de elementos: três fases decisórias principais, três
rotinas de apoio às decisões e quatro grupos de fatores dinâmicos.

As três principais fases decisórias são

I – Identificação: reconhece a necessidade de tomar uma decisão


e desenvolve a compreensão das questões implicadas na decisão. Consiste em
rotinas de reconhecimento e rotinas de diagnóstico do problema;
II – Desenvolvimento: desenvolvimento de uma ou mais soluções
para um problema, crise ou oportunidade. Consiste na busca (memória, passiva,
armadilha, ativa) e rotinas de criação;
III – Seleção: avalia as alternativas e escolhe uma delas (CHOO,
2003, p. 283-287).

As três rotinas de apoio no modelo processual são

I – Rotinas de controle: guia o processo decisório e consistem em


planejamento, determinam os limites do espaço da decisão;
II – Rotinas de comunicação: reúne e distribuem a informação
como parte do processo decisório;
III – Rotinas políticas: importante nos processos estratégicos, pois
podem assumir a forma de barganha, de persuasão ou de cooptação (CHOO, 2003,
p. 283-287).

Os quatros grupos de fatores dinâmicos são

I – Interrupções: intervenções ambientais, tanto internas quanto


externas;
II – Adiantamento de prazos: diminuir o ritmo das atividades do
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processo decisório;
III – Feedback: surge quando os responsáveis guardam os
resultados de ações praticadas para serem usadas mais tarde; d) Ciclos de
compreensão: necessários para lidar com questões complexas;
IV – Ciclos de fracasso: ocorrem quando não se consegue chegar a
uma decisão (CHOO, 2003, p. 283-287).

GESTÃO DA QUALIDADE SUA IMPORTÂNCIA

Usufruir de uma gestão de qualidade deixou de ser um objeto


opcional e fez-se obrigatório, principalmente a quem quer adquirir clientes novos.
Vivenciamos na era conectada, a cada dia mais transações são realizadas por
intermédio da internet e os clientes ficaram mais exigentes. Com o processo global,
as entidades trabalhistas deslocaram a receber mais cobranças e a combater o
espaço em mercados cada vez mais lotado.
Em frente a esse campo, conservar uma gestão de qualidade
incorporado nas empresas poderá redirecionar o curso, aprimorando o que não está
propiciando resultados satisfatórios.
Uma das principais ações para este processo é a organização das
informações contínuas geradas pela empresa. Em outras palavras, a compreensão
de administrar os dados da empresa para obter resultados satisfatórios dentro e fora
do ambiente corporativo.
As indústrias do Século XXI possuem o objetivo não apenas
produzir, porém produzir na forma competitiva. Ou seja, atingir a maior eficiência
com o mínimo de quantidade necessária de recursos.
Hoje em dia a geração tecnológica é um dos principais partidários na
caçada destes objetivos, pois recursos de gestão, como a Manufatura Enxuta,
também conhecida como Lean Manufacturing, são de grande contribuição para este
propósito.
Aos que não compreendem, se trata de uma de gestão que busca
diminuir os gastos dentro da indústria. As principais características estão:

 Redução de estoques / evitar o excesso de produção;


 Diminuição de tempos de espera (evitar setups de máquina longos);
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 Combate à movimentação excessiva de materiais;


 Prevenir defeitos.

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA

É a técnica de administração de pessoas, onde se valoriza a


capacidade de tomada de decisões e resolver os problemas, melhorando a
motivação junto com a satisfação no ambiente de trabalho, onde contribua para o
maior desenvolvimento e a competitividade das organizações.
Nesta metodologia se permiti os diálogos dos colaboradores em
razão ao processo da administração da empresa, onde haja uma forma organizada e
responsável, onde venha contribuir com seus conhecimentos e experiências,
buscando sempre agregar mais valores às funções e pessoas dos quais participa.
Na administração participativa consiste em difundir decisões que
afetam a unidade, não exclusivamente aos clientes/usuários, juntamente os
colaboradores empregatícios, os fornecedores, e posteriormente os distribuidores da
organização. A objetivo da mesma, é construir uma organização participativa em
diversas áreas.
A liderança, a autonomia a disciplina são principais características
da administração participativa. As entidades que abordam esse método, os
indivíduos são altos responsáveis pelo seu desempenho e comportamento.

2.4 RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL

Promover e incentivar mudanças nos setores florestal e agrícola,


com o objetivo a preservação e a utilização sustentáveis dos recursos naturais e a
geração de benefícios sociais.
Se tornar uma empresa com respeito e credibilidade nacional e
internacional, por gerar transformações socioambientais, conceituada pelo seu
posicionamento independente, pela transparência e pela gestão.
Ética e transparência, Pensar como o cliente, Time comprometido,
dividir o sucesso, Sustentabilidade
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GOVERNANÇA CORPORATIVA

A responsabilidade social corporativa passa a ser considerada um


elemento importante para o crescimento dos negócios e para constituir as relações
benéficas das empresas com as chamadas partes interessadas “stakeholdwers”.
As entidades são conduzidas a adquirir novas atitudes perante das
questões relacionadas à qualidade e a ética da relação empresas/sociedade.
Essas questões estão provocando, medicações nas dinâmicas de
mercado e no padrão de competitividade e concorrência, ao modelo das
preocupações relacionadas ao meio ambiente.
O pensamento em sustentabilidade não se restringe ao meio
ambiente em questão, com tufo como responsabilidade social não é delimitada às
práticas ou investimentos em projetos sociais. No entanto, a responsabilidade social
corporativa significa agir e entender em resposta a essa nova demanda da
população, que é a de que o valor adquirido por uma entidade se reproduza em
vantagens não somente para seus acionistas, porem que tenha também uma
expectativa positiva para a equipe dos afetados por suas operações, em especial o
meio ambiente e a comunidade (seus próprios colaborados e o restante da
sociedade), onde respeite sua cultura e haja de forma ética e transparente.

A responsabilidade social corporativa representa o acordo com a


ideia de organização de um conjunto de pessoas que se relacionam com a
sociedade. Possui o princípio de que as organizações tenham sua origem e suas
intenções essenciais nas pessoas, as quais se organizam e se dispõem em diversos
grupos de interesses, com peculiaridades e distintos tipos de relação. Contempla o
impacto da ação da empresa em sua tríplice dimensão: econômica, social e
ambiental, tendo como meta principal a consecução do desenvolvimento
sustentável.

2.5 LEGISLAÇÃO SOCIAL E TRABALHISTA

No nosso país, nos termos do Art. 4º da CLT, se considera serviço


efetivo o período em que o funcionário esteja à disposição do empregador,
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esperando ou cumprindo ordens, salvo disposição especial expressamente


consignada.
Se condiz à jornada de trabalho o tempo em que o funcionário se
dispõe ao empregador no centro do trabalho, em horas in itinere, havendo ou não a
prática de prestação de trabalho.
O período usado pelo funcionário na troca de uniforme é classificado
como hora extra, havendo em vista que implica tempo à disposição do empregador.
Se registra depois que os funcionários adentram na entidade, não dispõem mais de
ampla liberdade de locomoção, ficando contíguo, para a saída do estabelecimento, à
autorização prévia do empregador. Mesmo que, não recebam ordem ou façam
qualquer atividade, até o período contratual diário, os funcionários estão
à disposição da empresa, para qualquer eventualidade que apareça dentro do
estabelecimento, estando retidos as regras de conduta impostos por tal condição,
sujeitos ao poder hierárquico do empregador.
Em relação ao propenso em instrumentos coletivos que estabelecem
que o tempo gasto na troca de uniforme não será considerado como hora extra, que
não pode prevalecer, no que não se pode perder de vista que o limite máximo de
tolerância exigido na lei é de 10 minutos diários não podendo ser aumentado, ainda
que por meio de negociação coletiva, consoante assevera OJ 372 da SDI-1/TST: "A
partir da vigência da Lei 10.243, de 27.06.2001, que acrescentou o parágrafo 1o. ao
Art. 58 da CLT, não mais prevalece cláusula prevista em convenção ou acordo
coletivo que estabelece o limite de 5 minutos que antecedem e sucedem a jornada
de trabalho para fins de apuração das horas extras".
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3. CONCLUSÃO

Nós seres humanos passamos boa parte de nossas vidas


trabalhando em organizações que precisam de funcionários para operar e chegar ao
sucesso. As pessoas acreditam nas organizações que trabalham para alcançar seus
objetivos pessoais e individuais. Crescer em vida e obtiver sucesso traduz sempre a
crescer dentro de organizações. As organizações possuem incríveis variedades.
Eles podem ser lojas, indústrias, instituições financeiras, hospitais, universidades,
organizações que oferecem serviços, elas podem ser de grande, médio ou pequeno
em termos de tamanho, podem serem público e privado na sua propriedade. Quase
tudo o que a empresa necessita ocorre nas organizações.
Ao afirmar um contrato individual de trabalho, funcionários e
empregadores contraem direitos e responsabilidades, onde as duas partes devem
cumprir completamente as suas obrigações e deveres. Ao empregador é exigido o
notório respeito e garantia aos direitos dos trabalhadores, em especial quanto aos
direitos fundamentais inseridos na relação de emprego. Ao funcionário, são
designadas atribuições, as quais os mesmos deverão cumpri-las da melhor maneira
possível, sem que seja ocasionado, conscientemente, danos ao empregador. Pois,
em face das normas constitucionais de cunho econômico, liberal e social, há de ser
analisado o elo entre direitos e obrigações assumidas nas relações de emprego
entre as partes envolvidas, e sua importância para o crescimento econômico e
sustentabilidade do ramo empresarial.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 8ª Edição.


Editorial Prentice Hall. México, 1999.

MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do trabalho. 24. Ed. São Paulo: Altas, 2008.

MARTINS FILHO, Ives Gandra da Silva. Manual de direito e processo do


trabalho. 19. Ed. São Paulo: Saraiva.

MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Eficácia das normas constitucionais e


direitos sociais. 1. Ed. 3. T. São Paulo: Malheiros, 2011, p. 12.

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