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Relato de experiência em estágio supervisionado de Educação Física na


escola
Experience report on supervised stage of Physical Education in school
Relato de una experiencia de pasantía supervisada de Educación Física en la escuela
*Graduado em Educação Física Licenciatura pela Universidade Tiradentes
Acadêmica do Curso de Bacharelado em Educação Física pela Universidade Tiradentes Carla Fabiane dos Santos Lemos*
Membro do Laboratório de Biociências da Motricidade Humana (LABIHM/Unit/CNPq) carla_fabiane.tec.alimentos@hotmail.com
Atualmente Bolsista Probic/Unit/Capes
**Graduada em Educação Física Licenciatura e Bacharelado pela Universidade Tiradentes
Dyna Rosy Alves De Oliveira**
dyninhaalves@ymail.com
Membro do Laboratório de Biociências da Motricidade Humana (LABIHM/Unit/CNPq)
***Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Sergipe Nara Michelle Moura Soares***
Graduado em Educação Física pela Universidade Federal de Sergipe narasoares963@hotmail.com
Docente da Universidade Tiradentes do Curso de Educação Física Luís Paulo de Souza Gomes****
****Mestre em Nutrição Humana pela Universidade Federal de Alagoas siulpaulo@yahoo.com.br
Graduado em Educação Física pela Universidade Tiradentes (Brasil)
Docente da Universidade Tiradentes do Curso de Educação Física

Resumo
O presente trabalho se caracteriza como um relato de experiência no Estágio Supervisionado de Educação Física na escola. Objetiva explanar as atividades desenvolvidas
durante o período do estágio, a fim de provocar reflexões e questionamento entre a teoria e prática. Foram adotados como metodologia, pesquisas de caracterização da parte
administrativa, pedagógica e física em uma Unidade de Ensino da rede publica, no período de Agosto a Novembro de 2015, na cidade de Aracaju. Esse relato teve como
procedimento à análise descritiva de forma concisa e crítica. Oportunizando a reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem e o poder de articular formas de ensino que tenha
como objetivo o desenvolvimento com base em uma construção da cidadania.
Unitermos: Trabalho pedagógico. Estágio. Escola.

Abstract
This work is characterized as an account of experience in the Supervised stage III school. Aims to explain the activities developed during the training period in order to
provoke reflection and questioning between theory and practice. The adopted methodology, research characterizing the administrative part, educational and physical observation and
conducted in a network of Teaching Unit publishes in the period from August to November 2015 in the city of Aracaju. This report had the procedure to descriptive analysis
concisely and critically. Opportunity to reflect on the process of teaching and learning and power to articulate ways of teaching that has as objective the development based on a
construction of citizenship.
Keywords: Pedagogical work. Stage. School.

Resumen
Este trabajo se caracteriza por ser un relato de experiencia de una pasantía supervisada Educación Física en la escuela. Tiene como objetivo explicar las actividades
desarrolladas durante el período de formación con el fin de provocar la reflexión y el debate entre la teoría y la práctica. Se adoptó como metodología, las investigaciones de
caracterización de la parte administrativa, pedagógica y física en una Unidad de Enseñanza de la red pública en el periodo de agosto a noviembre de 2015, en la ciudad de Aracaju.
Este informe tuvo como procedimiento el análisis descriptivo de forma concisa y crítica, proporcionando oportunidades para reflexionar sobre el proceso de enseñanza y aprendizaje
y el poder articular formas de enseñanza que tengan como objetivo el desarrollo basado en una construcción de ciudadanía.
Palabras clave: Trabajo pedagógico. Pasantía. Escuela.

Recepção: 03/05/2016 - Aceitação: 10/04/2014

1ª Revisão: 23/03/2017 - 2ª Revisão: 06/04/2017

Lecturas: Educación Física y Deportes, Revista Digital. Buenos Aires, Año 22, Nº 227, Abril de 2017. http://www.efdeportes.com/

1/1

Introdução

Este trabalho caracteriza-se por um relato da experiência em loco com a área de conhecimento na prática profissional em
Educação Física, intitulada de Estágio Supervisionado de Ensino, concentrando estudo na participação no processo de
conhecimento da realidade escolar e caracterização do campo de estágio (físico, administrativo e pedagógica) numa escola da Rede
Pública nas turmas do Ensino Médio.

Considerando a Função Social da Escola, esta trata da socialização e sistematização do conhecimento formal, contribuindo para
formação do cidadão com o objetivo de ensinar certas habilidades de forma qualitativa, como também promover
o desenvolvimento de capacidades cognitivas, operativas e sociais dos alunos por meio dos conteúdos escolares, mas ela não é o
único lugar onde isso acontece e nem é um mundo à parte (Penin, 2001).

Segundo Resende e Soares (1997) a função social da escola é um processo de transmissão, sistematização e assimilação do
conhecimento/habilidades produzidos historicamente pela humanidade, de modo a permitir que os seres humanos venham a
interagir e intervir na sociedade.

A partir disso a função social da escola é favorecer o acesso ao conhecimento, desempenhar práticas pedagógicas e educativas,
diferentes do que aprendemos no dia a dia, buscando assim estratégias de aprendizado para o desenvolvimento, a capacidade
intelectual e reflexiva dos alunos (André, 2001).

Partindo desse pressuposto, observa-se que a escola além de possibilitar o acesso ao saber, contribui na transmissão de valores
sociais para o desenvolvimento do aluno, no qual o prepara para a formação a fim de qualificar e orientar quanto ao conhecimento
pedagógico, mediante as experiências do aprendizado, fundamentos e princípios educacionais (Rangel et al, 2005).

A Educação Física, situada na escola, e inserida no Projeto Político Pedagógico, na educação básica tem funções e benefícios a
serem adquiridos através dos conteúdos da cultura corporal de movimento, como colaborador na formação do cidadão, que se
pretende ser participativo, solidário, critica e autônomo (Brasil, 1996 apud Rangel et al, 2005).“ Olhada pelas suas relações
interdisciplinares e a complexa rede de sentidos e significados que carrega, pode contribuir significativamente no estabelecimento
de valores que possibilitam diálogo fundamentado na troca de saberes” (Rangel et al, 2005, p. 35).

Enquanto componente curricular no ensino médio, a Educação Física vista em sua dimensão de teoria e prática, deve assegurar o
acesso dos alunos a todas às práticas da cultura corporal, contribuir para a criação de um estilo pessoal de exercê-las e propor
instrumentos para que sejam capazes de apreciá-las criticamente.

Partindo desse aspecto e seguindo a linha norteadora da Educação Física Licenciatura, enquanto componente curricular no
ensino médio, este relato de experiência de forma geral ocasiona reflexões no sentido de agregar teoria e prática, permitindo a
união entre o conhecimento adquirido com a realidade e a dinâmica do cotidiano da escola.

A prática educativa da Educação Física deve ir ao encontro dos objetivos definidos em cada proposta
pedagógica; sem perder a especificidade da área, os conteúdos e estratégias de avaliação devem levar o aluno a
refletir de maneira autônoma diante da cultura corporal de movimento (Rangel e Darido, 2005, p.61).

Apesar de a Educação Física ser justificada na escola pela LBD, percebe-se que a disciplina é marginalizada, discriminada,
desconsiderada, chegando muitas vezes a ser excluída dos projetos pedagógicos de algumas Instituições de Ensino. Isto ocorre
porque a Educação Física Escolar não esta sendo trabalhada de forma coerente, pelo fato das práticas e conteúdos não colaborarem
na educação integral dos indivíduos, e tem sido vista como componente curricular preocupado apenas em ensinar o saber fazer,
constituídos de habilidades e atividades motoras (André, 2001).

O presente trabalho tem por objetivo relatar a oportunidade de aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos, em situações da
prática profissional no Estágio Supervisionado, em uma escola pública da rede Estadual de Aracaju- SE, visando a possibilidade
do exercício de habilidades e competências, em uma visão crítica de sua área de atuação profissional.

Regência de classe

Caracterização do campo de estágio

O objetivo principal deste tópico é apresentar a análise crítica do processo de vivência em uma determinada
Instituição de Ensino, da Rede Estadual, situada na cidade de Aracaju do estado Sergipe, ano de fundação da escola
1987 pelo fundador Governador Antônio Carlos Valadares,a mesma possui 21 funcionários, 60 professores
juntamente com o comitê pedagógico, 4 professores de Educação Física, 1.172 alunos matriculados e 4 alunos com
necessidades educacionais especiais.

Aspectos estruturais

Disposto no capitulo IV da Implementação da Acessibilidade Arquitetônica e Urbanística, Seção IIDas


Condições Específicas:

Art. 20. Na ampliação ou reforma das edificações de uso púbico ou de uso coletivo, os desníveis
das áreas de circulação internas ou externas serão transpostos por meio de rampa ou equipamento
eletromecânico de deslocamento vertical, quando não for possível outro acesso mais cômodo para
pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, conforme estabelecido nas normas
técnicas de acessibilidade da ABNT.

Estrutura Física

No tocante a estrutura física da escola algumas implicações foram encontradas extremamente importantes para
local em questão, uma vez que o ambiente escolar é um espaço público no qual deve apresentar características
funcionais e arquitetônicas a fim de dar condições de acessibilidade a qualquer cidadão.

Quadro 1. Estrutura Física


Fonte: Dados Coletados em uma Escola estadual da cidade de Aracaju em 2015

No quesito 1.1 da utilização com segurança, a escola não está dentro dos paramentos exigidos pela lei, dentro das
normas da ABNT e em boas condições de conservação. Em relação ao auxilio do corrimão ao uso das rampas, a
escola não encontrasse equipada e em condições necessárias para sua utilização.

Banheiros adaptados a escola categoricamente não se enquadra nos requisitos desejáveis por lei, em virtude de
não ter a porta adequada para o acesso ao cadeirante. Conforme dispõe o Decreto n° 5.296 (2004), em seu Art. 22:

A construção, ampliação ou reforma de edificações de uso público ou de uso coletivo devem


dispor de sanitários acessíveis destinados ao uso por pessoa portadora de deficiência ou com
mobilidade reduzida.

4º Nas edificações de uso coletivo já existente, onde haja banheiros destinados ao uso público, os
sanitários preparados para o uso por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida
deverão estar localizados nos pavimentos acessíveis, ter entrada independente dos demais sanitários,
se houver, e obedecer as normas técnicas de acessibilidade da ABNT.

No uso dos bebedouros, a escola contempla em seu âmbito, boas condições de conservação. Porém, as portas não
possuem o tamanho padronizado para acesso de cadeirantes. A escola não se encontra nos critérios exigidos,
entretanto no item de conservação estavam adequadas. De acordo com o Decreto n° 5.296 (2004), deve haver a
implementação da acessibilidade arquitetônica e urbanística, e em condições especificas,

Art. 23. Os teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, casas de espetáculos, salas
de conferências e similares reservarão, pelo menos, dois por cento da lotação do estabelecimento
para pessoas em cadeira de rodas, distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade,
próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e a
obstrução das saídas, em conformidade com as normas técnicas de acessibilidade da ABNT.

Os espaços escolares não apresentam piso adequado a deficiente visual, como também não apresentam
sinalização em Braile. A escola justifica sua ausência devido a não presença de alunos cadeirantes e que apresente
tal necessidade de sinalizações em Braille. Porém a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº
9.394/96, no artigo 59, preconiza que os sistemas de ensino devem assegurar aos alunos currículo, métodos,
recursos e organização específicos para atender às suas necessidades.

A instituição escolar não possui sinalização e iluminação adequada para identificação de todos os espaços físicos
para alunos surdos, porém a escola não possui alunos com surdez, mas não foram realizadas adaptações de
sinalização.

As Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, Resolução CNE/CEB nº 2/2001, no
artigo 2º, determinam que: “Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas
organizarem-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as
condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.” (MEC/SEESP, 2001). Como também não
possui instalação de campainha luminosa para alunos surdos. Lembrando que de acordo com a Política Nacional de
Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2007), “[...] a educação especial direciona suas ações
para o atendimento às especificidades desses alunos no processo educacional e, no âmbito de uma atuação mais
ampla na escola, orienta a organização de redes de apoio, a formação continuada, a identificação de recursos,
serviços e o desenvolvimento de práticas colaborativas” (PNEE) Mas infelizmente não é o encontrado nas redes de
ensino, um atendimento às necessidades educacionais especiais dos alunos.

A Lei nº 10.436/02 reconhece a Língua Brasileira de Sinais – Libras como meio legal de
comunicação e expressão, determinando que sejam garantidas formas institucionalizadas de apoiar
seu uso e difusão, bem como a inclusão da disciplina de Libras como parte integrante do currículo
nos cursos de formação de professores e de fonoaudiologia.

A escola da rede relatou que a instituição possui barreiras nas edificações para acessibilidade, assim como no
entorno e interior da escola, onde foi comprovado por meio das observações do espaço escolar. Nos espaços
destinados para educação Física, a instituição possui uma estrutura reservada não somente para a prática da
Educação Física escolar, mas também para a prática e as modalidades esportivas oferecidas, porém, a falta de
manutenção e barreiras existentes ao acesso a quadra impedem a disposição para a utilização do portador de
deficiência física.

A escola conta com um almoxarifado o qual são guardados os materiais mais utilizados pelos professores e os
demais como quimonos, tatames, entre outros são guardados em poder da coordenação o qual no momento não
foram disponibilizados.

Aspectos administrativos

No quesito administrativo a escola condiz com as necessidades do estabelecimento por meio dos mecanismos
legais, institucionais e organizações as quais se fazem indispensáveis para seu ambiente, conforme as indicações
apresentadas no quadro abaixo.

Quadro 2. Aspectos administrativo

Fonte: Dados Coletados em uma Escola estadual da cidade de Aracaju em 2015

A escola apresenta o Regimento Escolar, o conjunto de regras que norteiam e regulam a estrutura e o
funcionamento escolar, além de definir a organização administrativa, didática, pedagógica, disciplinar e estabelecer
direitos e deveres de todos que convivem no ambiente, devem estar presentes no regimento escolar, documento
obrigatório que deve ser encontrado e disponibilizado com facilidade nas escolas.

Realidade inexistente presenciada nos espaços escolares, onde é frequente a constatação de que tanto
profissionais da educação quanto pais e alunos desconhecem o regimento escolar do estabelecimento de ensino ao
qual estão vinculados, seja pela relação de trabalho, seja pela relação de estudo.

A administração escolar tem como objetivos essenciais planejar, organizar, dirigir e controlar os serviços
necessários à educação. Ela inclui, portanto, no seu âmbito de ação, a organização escolar (Santos, 1966).

Em seu sentido geral, podemos afirmar que a administração é a utilização racional de recursos para a realização
de fins determinados [...] os recursos [...] envolvem, por um lado, os elementos materiais e conceptuais que o
homem coloca entre si e a natureza para dominá-la em seu proveito; por outro, os esforços despendidos pelos
homens e que precisam ser coordenados com vistas a um propósito comum [...]. A administração pode ser vista,
assim, tanto na teoria como na prática, como dois amplos campos que se interpenetram: a "racionalização do
trabalho" e a "coordenação do esforço humano coletivo" ( Libâneo, 2003).

Na escola, os professores contratados são mediante concurso e a formação exigida é o nível superior e o perfil
buscado é de um profissional pró-ativo, de bom relacionamento pessoal, de acordo com as exigências do mercado
de trabalho. A escola não promove investimentos na formação continuada de seus professores quando ocorre é
fruto do investimento individual de cada professor.

Os problemas enfrentados na escola, conforme fomos informados, são as greves que ocorrem em virtude da faixa
salarial e as condições de melhorias do trabalho, no período desse estágio, os funcionários (merendeiras, serventes,
secretarias, entre outros) estavam em greve a 40 (quarenta) dias.

Aspectos pedagógicos

Se tratando dos aspectos pedagógicos a escola se enquadra nas exigências e os elementos caracterizadores para
um melhor funcionamento em todos os momentos do planejamento da escola, de execução e de avaliação, como
também aos níveis de ensino e as práticas ofertadas a educação física.

Quadro 3. Aspectos pedagogicos

Fonte: Dados Coletados em uma Escola estadual da cidade de Aracaju em 2015

O Projeto Político Pedagógico deve ser embasado nas leis da LDB (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996)
que intensifica a elaboração e autonomia da construção de projetos diferenciados de acordo com as necessidades de
cada instituição.

O artigo 12 da LDB reforça: "Os estabelecimentos de ensino respeitando as normas comuns e as do seu sistema
de ensino, terão a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica". Muitas das vezes o PPP não é
encontrado no ambiente escolar, a instituição de ensino confirmou a existência do documente, porém não nos
disponibilizaram, nem ao menos descreveram seus elementos caracterizadores. Ele não deve ser elaborado apenas
para cumprir uma determinação legal, muito menos ficar engavetado ou ausente do cotidiano escolar.

A proposta pedagógica é muito mais que isso, é o ápice da educação, é a ponte que liga escola e sociedade,
propondo meios para desconstruir paradigmas e concepções pré-formadas, tentando restaurar princípios e
construindo novos conhecimentos.

As instituições de ensino possuem Educação Física como componente curricular obrigatório. E essa escola
oferece Educação Física Escolar para os ensinos Fundamental maior e médio, acontecendo no mesmo horário em
que o aluno estuda. O planejamento da disciplina é elaborado de acordo com as séries, com a necessidade de ser
trabalhada em cada faixa etária.

O direito ao desporto é um direito constitucional às crianças e jovens, além de ser regulamentada e estabelecida
pela LDB, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996). De acordo com a Carta Internacional da
Educação Física e do Esporte da UNESCO (2003),
Artigo 1. A prática da educação física e do esporte é um direito fundamental de todos: Todo ser
humano tem o direito fundamental de acesso à educação física e ao esporte, que são essenciais para
o pleno desenvolvimento da sua personalidade. A liberdade de desenvolver aptidões físicas,
intelectuais e morais, por meio da educação física e do esporte, deve ser garantido dentro do sistema
educacional, assim como em outros aspectos da vida social. (21 de Novembro de 1978).

Como consequência do não cumprimento da lei há um grande prejuízo de conhecimento por parte dos alunos que
se estende aos profissionais da área que sofrem com o mercado de trabalho reduzido.

Conclusão

O Estágio Supervisionado de Ensino da Educação Física é significante, pois possibilita um conhecimento preciso e verdadeiro
onde viabiliza utilizar nos dias futuros como profissionais de Educação Física tudo aquilo que é aprendido no decorrer do estágio,
tendo em vista o que realmente é necessário utilizar dentro de uma sala de aula e na quadra poliesportiva, e como também nos
limites estabelecidos para a Educação Física com o propósito de ajudar aos alunos a progredirem na vida de forma positiva.

A partir dos dados mencionados, o estágio, atende as expectativas quanto à diversidade de opções de equipamentos e espaços
que o ambiente escolar tem a oferecer, dessa maneira oportuniza a sedimentação de conhecimentos, a interação com a professora
efetiva da instituição de ensino e a atenção disciplinar aos alunos. Tendo como base total as observações e intervenções, o estágio
proporciona uma experiência enriquecedora que certamente irá fazer parte do nosso futuro profissional, tendo assim uma visão
mais realista da vida diária escolar.

A importância do planejamento de ensino é notória durante todo o período de estágio no ambiente escolar, onde dessa maneira
tem-se um controle melhor e correto nas atividades elaboradas surgindo aulas aplicadas com sucesso sendo possível proporcionar
aos alunos o desenvolvimento do conhecimento da disciplina de Educação Física quanto componente curricular no ensino médio
através dos conhecimentos teóricos e a práticos.

Bibliografia

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Paulo.

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que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000 (Acesso em 20/10/2015
às 22:48hs).

Brasil, Ministério de Educação e do Desporto. (1996). Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: MEC.

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Libâneo, J. C., de Oliveira, J. F., & Toschi, M. S. (2003). Educação escolar: políticas, estrutura e organização. Cortez.

Penin, S. T. D. S., Vieira, S. L., & Machado, M. A. M. L. (2001). Progestão: como articular a função social da escola com
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17.
Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Documento elaborado pelo Grupo de
Trabalho nomeado pela Portaria Ministerial nº 555, de 5 de junho de 2007, prorrogada pela Portaria nº 948, de 09 de
outubro de 2007. MEC/SEESP.

Rangel, I.,& Darido, S. (2005). Educação Física na Escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro.

Rangel, I. C. A., Sanches Neto, L., Darido, S., Gaspari, T., & Galvão, Z. (2005). O ensino reflexivo como perspectiva
metodológica. S.C Darido, I.C.A. Rangel, (Coords.). Educação Física na escola: implicações para a prática pedagógica.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 103-121.

Resende, H. G., & Soares, A. J. G. (1997). Elementos constitutivos de uma proposta curricular para o ensino-aprendizagem
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Santos, T. M. (1966). Noções de Administração Escolar. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

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