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CURSO DE FORMAÇÃO PARA SECRETÁRIOS MUNICIPAIS, COORDENADORES DA

ATENÇÃO BÁSICA, PROFISSIONAIS DE ATENÇÃO BÁSICA, PROFISSIONAIS DE


EDUCAÇÃO FÍSICA, EQUIPES MULTIPROFISSIONAIS DO NASF E GESTORES DO
PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE

FORTALEZA-CE
2014

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FICHA TÉCNICA
Todos os direitos desta edição reservados para:

ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ


Av. Antônio Justa, 3161 – Meireles – Fortaleza/CE
Endereço Eletrônico: www.esp.ce.gov.br
E-mail: esp@esp.ce.gov.br
Telefone: 85 3101.1409 / Fax: 85 3101.1404

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ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ

MISSÃO

“Promover a formação e educação permanente, pesquisa e extensão na área da Saúde, na busca de


inovação e produção tecnológica, a partir das necessidades sociais do SUS integrando ensino-
serviço-comunidade, formando redes colaborativas e fortalecendo o sistema saúde-escola.”

CID FERREIRA GOMES


Governador do Estado do Ceará

CIRO FERREIRA GOMES


Secretário da Saúde do Estado do Ceará

IVANA CRISTINA DE HOLANDA CUNHA BARRETO


Superintendente da Escola de Saúde Pública do Ceará

AMANDA CAVALCANTE FROTA


Supervisora do Centro de Extensão à Saúde/ESP-CE

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BREVE HISTÓRICO DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ

A Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP-CE), autarquia vinculada à Secretaria de Saúde


do Estado do Ceará (SESA-CE), foi criada através da lei estadual 12.140 de 22 de julho de 1993
para realizar programas de pós-graduação e educação permanente de alta relevância e impacto e
para desenvolver novos conhecimentos, métodos e instrumentos apropriados para a gestão e a
organização da atenção à saúde. Nos últimos anos a ESP-CE vem se consolidando como um centro
de reflexão crítica das políticas de saúde do Estado, de produção de conhecimentos estratégicos
para responder às principais necessidades do setor saúde e de desenvolvimento de recursos
humanos, contribuindo, assim, para a renovação das práticas profissionais, a reorganização dos
serviços e a reforma do sistema de saúde do Ceará.

Os programas educacionais da ESP-CE são direcionados para formar profissionais aptos a


lidarem com programas de saúde mais relevantes no contexto onde eles irão atuar, assegurando a
coerência entre o perfil do profissional/aluno e as necessidades da população e configurações do
sistema de saúde.

Deste modo, a construção do conhecimento pelo sujeito tem por base, de acordo com os
pressupostos filosóficos da ESP-CE, as dimensões políticas, econômicas, sociais e culturais do
espaço onde ele vive, baseando-se em um diálogo multipolar e permanente entre todos os
intervenientes no processo de ensino e aprendizagem, quer eles estejam dentro ou fora do espaço
físico escolar.

Assim, desde sua fundação, a ESP-CE desenvolve atividades no processo de capacitação e


educação continuada de gestores e técnicos para o Sistema Único de Saúde Estadual nas áreas de
gestão, atenção e vigilância da saúde. Como instituição de ensino superior, reconhecida pelo
Conselho de Educação do Ceará, a ESP-CE também tem contribuído na constituição de uma base
de conhecimentos sobre o setor saúde, e os tem disponibilizado sob a forma de cooperações com
municípios, com a SESA, com instituições de outros Estados e órgãos internacionais.

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COLEGIADO DA COORDENAÇÃO DO CURSO

Amanda Cavalcante Frota


Pedro Renan Santos Oliveira
Nara Albuquerque Goes
Anne Karoline Silva Félix
Juliana Eller Tovar
Max Cid Castelo Branco
SUPERVISÃO

Amanda Cavalcante Frota


ELABORAÇÃO DO MATERIAL DIDÁTICO

Pedro Renan Santos Oliveira


Nara Albuquerque Goes
Anne Karoline Silva Félix
Juliana Eller Tovar
Max Cid Castelo Branco
ASSESSORIA PEDAGÓGICA

Carmen Cemires Cavalcante Costa


José Batista Cisne Tomaz
Nara Albuquerque Goes

REVISÃO DO MANUAL

Nara Albuquerque Goes


Pedro Renan Santos Oliveira
Anne Karoline Silva Félix
Juliana Eller Tovar
Max Cid Castelo Branco

AGRADECIMENTOS

Carmen Cemires Cavalcante Costa


Assessora Técnica do Núcleo de Atenção Primária da Secretaria Estadual de Saúde do Ceará

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SUMÁRIO

Introdução..........................................................................................................................................06
Objetivo Geral do Curso ...................................................................................................................10
Competências....................................................................................................................................10
Estratégias de Ensino-Aprendizagem ................................................................................................10
Estrutura do Curso e Programação....................................................................................................13
Avaliação e Certificação....................................................................................................................14
Unidade I – Promoção da Saúde e Programa Academia da Saúde ...................................................15
Objetivos geral e de aprendizagem....................................................................................................15
Roteiro de Atividades .......................................................................................................................16
Unidade II - Territorialização e Processo de Trabalho na Saúde da Família no âmbito da Promoção
da Saúde..............................................................................................................................................17
Objetivos geral e de aprendizagem.....................................................................................................17
Roteiro de Atividades.........................................................................................................................17
Unidade III – Práticas de Promoção da Saúde no contexto da Saúde da Família e do
território..............................................................................................................................................21
Objetivos geral e de aprendizagem ...................................................................................................21
Roteiro de Atividades........................................................................................................................22
Leitura Complementar.......................................................................................................................24

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INTRODUÇÃO

A Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP-CE), autarquia vinculada à Secretaria de Saúde


do Estado (SESA-CE), foi criada através da lei estadual 12.140 de 22 de julho de 1993, para realizar
programas de pós-graduação e educação permanente de alta relevância e impacto e para
desenvolver novos conhecimentos, métodos e instrumentos apropriados para a gestão e a
organização da atenção à saúde. A autarquia é cadastrada como Instituição de Ensino Superior sob o
Parecer Nº 82/2000, de 09 de fevereiro de 2000 da Câmara Superior e Profissional do Conselho de
Educação do Ceará.
Os programas educacionais da ESP-CE estão direcionados para formar profissionais aptos a
lidarem com os problemas de saúde mais relevantes no contexto onde eles irão atuar, assegurando a
coerência entre o perfil do profissional/aluno e as necessidades da população e configurações do sistema
de saúde. Nesse sentido, a ESP-CE tem desenvolvido, em parceria com o Ministério da Saúde, a
formação dos profissionais do Programa de Valorização da Atenção Básica, do Programa Mais
Médicos e a Residência Integrada em Saúde. Essas iniciativas se configuram como importantes
estratégias de qualificação da Atenção Básica, compreendendo o seu relevante papel na reorientação
do modelo de atenção à saúde e para o fortalecimento da Estratégia de Saúde da Família no Ceará.
As mudanças no perfil de saúde da população, na qual prevalecem as doenças crônicas não
transmissíveis e elevados índices de sobrepeso e obesidade, ligados principalmente ao sedentarismo
têm requisitado formas inovadoras na organização e na oferta dos serviços de saúde. A Estratégia de
Saúde da Família como coordenadora do Cuidado e com atuação referenciada no território mostra-
se como cenário adequado para ampliação do escopo de ações no âmbito da promoção, prevenção e
controle de agravos em relação aos quadros epidemiológicos supracitados relacionados aos hábitos
de vida da população. Assim, como forma de intervenção contextualizada na situação de saúde
brasileira, na qual prevalecem as doenças crônicas não transmissíveis e elevados índices de
sobrepeso e obesidade, ligados principalmente ao sedentarismo, o Programa Academia da Saúde foi
instituído pela Portaria No. 719 de 07 de abril de 2011 com a finalidade de promover práticas
corporais e atividade física, segurança alimentar e nutricional, modos saudáveis de vida,
mobilização comunitária, por meio de ações culturalmente inseridas e adaptadas aos territórios
locais. Seu objetivo principal é contribuir para a promoção da saúde da população, através da
implantação de pólos com infraestrutura, equipamentos e quadro de pessoal qualificado.
O programa Academia da Saúde deve ter co-gestão da eq. de Saúde da Família do território

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onde está implantado o Pólo e deve ter suas atividades conduzidas por um profissional de Ed. Física
a ser contratado pelo município e pela equipe NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família). Uma
das premissas do programa Academia da Saúde é a intersetorialidade, pois entende-se que diante o
conceito ampliado de Saúde proposto pela OMS, como bem estar bio-psico-social e espiritual, a
saúde torna-se objeto de diversas políticas públicas. Dessa forma, outros setores se integrarão com
às atividades do Programa Academia da Saúde a fim de construir práticas de promoção da saúde
junto à comunidade. Além disso, as atividades do programa academia da Saúde devem promover a
participação social e a articulação comunitária, integrando-se às atividades de promoção da saúde já
existentes no território.
A partir da compreensão das atividades a serem desenvolvidas pelo Programa Academia da
Saúde têm-se como público-alvo as equipes de referência da Estratégia de Saúde da Família
(médico, enfermeiro, dentista); equipes do Núcleo de Apoio à Saúde da Família; Agentes
Comunitários de Saúde; Profissionais de Educação Física; Gestores municipais; representantes do
controle social; profissionais representantes de outras políticas públicas. Os diferentes seguimentos
de participantes irão compor ao longo do curso grupos de trabalho para co-gestão e
desenvolvimento de ações do Programa Academia da Saúde no município, compreendendo que
atuação nesse programa deve se dá de forma interprofissional e intersetorial.
Com o objetivo de ofertar a qualificação a esses sujeitos envolvidos no desenvolvimento do
Programa Academia da Saúde no Estado do Ceará, a ESP-CE apresenta o presente curso teórico-
prático, com oferta de 915 vagas, distribuídas entre os municípios do Ceará que solicitaram o
programa junto ao MS. O curso terá carga-horária de 60 horas, organizadas da seguinte maneira: 32
horas presenciais divididos em dois encontros presenciais (16 horas para cada encontro), 16 horas
de atividade prática no cenário de prática do profissional e 12 horas de tutoria EaD.
Ressalta-se que a seleção dos municípios participantes do curso se deu em parceria com a
coordenadoria estadual do Programa Academia da Saúde do Núcleo de Atenção Primária da Secretaria
de Saúde do Ceará e foi pactuado na CIES (Comissão Integração Ensino e Serviço), a partir dos
seguintes critérios: solicitação do município junto ao MS de Polo do programa Academia da Saúde;
recebimento da 2ª parcela de implementação do Polo ou presença de programa similar no município; e
equipe NASF ou Residência Multiprofissional atuante no município.
Destaca-se ainda que para a construção do currículo do curso foram realizados encontros com a
coordenadoria estadual do Programa Academia da Saúde da Secretaria de Saúde do Ceará e com a
equipe do Centro de Desenvolvimento Educacional em Saúde- CEDES. O Manual do Aluno apresenta,

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então, o currículo, com as competências a serem desenvolvidas nesse curso, bem como os objetivos de
aprendizagem e as principais estratégias educacionais a serem utilizadas. Alem disso traz a programação
do curso e o Roteiro do trabalho de campo, bem como as sugestões de bibliografias complementares
pertinentes a temática do curso. Esse Material deve servir de guia aos participantes e de orientação para
avaliação do curso.

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OBJETIVO GERAL DO CURSO

Capacitar gestores e profissionais da Estratégia de Saúde da Família, do Núcleo de Apoio à


Saúde da Família, do Programa Academia da Saúde, das demais políticas públicas, assim como
atores do controle social, para o desenvolvimento do Programa Academia da Saúde na perspectiva
da Promoção da Saúde nos municípios.

COMPETÊNCIAS

Pretende-se que, ao longo deste módulo, os participantes desenvolvam as seguintes


competências:
• Fortalecimento da implantação do Programa Academia da Saúde no município.
• Desenvolvimento de uma gestão compartilhada do Programa Academia da Saúde com a
Atenção Primária a Saúde.
• Articulação intersetorial e comunitária para construção das ações do Programa Academia da
Saúde.
• Desenvolvimento de práticas em Promoção da Saúde e ambientes de convivência e
solidariedade no território no âmbito do programa Academia da Saúde, considerando a
intergeracionalidade e integralidade do Cuidado no território.

ESTRATÉGIAS DE ENSINO- APRENDIZAGEM

O presente curso apresenta atividades teóricas, sendo estas caracterizadas pelos momentos
presenciais; atividades práticas que se referem ao trabalho de campo, a ser explicitado mais a frente;
e por fim, atividades da tutoria Ead para acompanhamento do trabalho de campo dos participantes
do curso. As principais estratégias de ensino-aprendizagem a serem utilizadas são: exposições
dialogadas, trabalhos em grupo, painéis de práticas, debates e oficinas.
Dessa forma, destaca-se que os temas e conteúdos serão abordados a partir de uma
correlação indissociável entre teoria e pratica, onde cada conteúdo específico tratado em aula terá
como premissa a problematização da realidade vivenciada pelos participantes em seu cenário de
prática.

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a. Exposições dialogadas
As exposições dialogadas são métodos de ensino-aprendizagem que visam sistematizar as
dimensões acerca de um determinado tema a partir da problematização e interação com os
participantes. Nesse sentido, podem tanto introduzir um tema a ser aprofundado com outros
métodos de ensino-aprendizagem como podem sistematizar as discussões realizadas a partir da
aplicação de outros métodos.

b. Trabalhos em grupo
Os trabalhos em grupo, ao promoverem a interação entre os participantes, facilitam o
desenvolvimento de habilidades e atitudes importantes para a abordagem de determinado tema ou
problema sob distintos enfoques e visões contribuindo para a integração interdisciplinar e a
construção coletiva de grupos, saindo do âmbito personalista e deslocando para o impessoal e
coletivo.

c. Debate
Tem por objetivo promover a discussão a partir de vários pontos de vista sobre determinado
tema ou problema relevante pertinente a alguma área do conhecimento ou campo de práticas.
Exercita a capacidade de escuta e de discurso, favorecendo a uma compreensão ampla e dialética
sobre tal questão, ultrapassando o caráter individual e isolado na produção do conhecimento.

d. Painel de prática
Painel de prática corresponde a apresentação por convidados de experiências promissoras
relacionadas à temática do curso. Essa estratégia pretende promover a interação entre os
participantes e troca de experiências. Alem de fornecer subsídios teórico-práticos para o
fortalecimento das ações de promoção da saúde e do programa Academia da Saúde no município.

e. Oficina
A oficina possibilita troca e aquisição de conhecimentos, habilidades e atitudes a serem
desenvolvidas pelos participantes a partir de um conjunto de estratégias educacionais diversas
(estudo de caso, análise de documentos, estudo dirigido, pesquisas, dentre outros) que tem como
objetivo percorrer criticamente o processo, bem como a construção e elaboração de um determinado
produto a ser apresentado e discutido.

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e. Trabalho de Campo: Territorialização
A territorialização é uma estratégia que permite aos participantes a apreensão das diversas
dimensões de um determinado território, sendo um meio de diagnóstico e subsídio do planejamento
em saúde, colaborando assim para o planejamento e elaboração de ações de promoção de saúde e do
Programa Academia da Saúde no território. Compreendendo que o programa tem como premissa a
incorporação dos conhecimentos e práticas dos moradores relacionados à produção de vida na
comunidade, o fomento a participação popular e a articulação comunitária, a territorialização
mostra-se como estratégia importante para fortalecimento das ações do Programa Academia da
Saúde no território.
Utiliza-se aqui o conceito de território-vivo de Milton Santos, onde sua compreensão se dá
de forma ampliada, extrapolando a delimitação geográfica e incorporando os elementos políticos,
culturais, sociais, ambientais. Assim, pretende-se apreender o modo de vida da comunidade e o
processo saúde-doença-cuidado dos seus moradores, compreendendo como as pessoas vivem, se
relacionam, produzem, acessam os serviços de saúde e os espaços e equipamentos comunitários. O
objetivo do trabalho de Campo é, então, compreender o território a partir dos elementos
supracitados e realizar um mapeamento das diversas práticas de promoção de Saúde do território.
Para tal, os participantes, em grupo, realizarão: visitas a serviços e espaços comunitários;
conversas e encontros como moradores e profissionais atuantes no território; articulações
comunitárias; e elaboração de mapas dos territórios que representem os elementos supracitados e as
práticas de promoção da saúde identificadas. O Roteiro de Territorialização a ser utilizado pelos
participantes será apresentado mais adiante nesse Manual.

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ESTRUTURA DO CURSO

Unidades Carga Horária


I – Promoção da Saúde e Programa Academia da
12h (teórica)
Saúde
12h (teórica)
II - Territorialização e Processo de Trabalho na ESF no
16h (prática)
âmbito da Promoção da Saúde
TOTAL: 28h
8h (teórica)
III – Práticas de promoção da Saúde no contexto da
12 (tutoria Ead)
ESF e do território
TOTAL: 20h
Carga Horária Total 60 h

PROGRAMAÇÃO DO CURSO

MOMENTO PRESENCIAL 1
DIA/TURNO DIA 1 DIA 2
MANHA Exposição Dialogada: Programa Academia Exposição Dialogada: Promoção da Saúde e
da Saúde Intersetorialidade

TARDE Exposição Dialogada: Gestão e Exposição Dialogada: Território e Territorialização na


operacionalização do Programa Academia perspectiva da Promoção da Saúde
da Saúde Apresentação do Roteiro da atividade de dispersão
ATIVIDADE DISPERSÃO/TRABALHO DE CAMPO
(a ser realizada no próprio cenário de atuação do profissional)
DIA/TURNO DIA 3 DIA 4
Roteiro da atividade de dispersão será apresentado no momento presencial 1.

MOMENTO PRESENCIAL 2

DIA/TURNO DIA 5 DIA 6


MANHA Compartilhar as produções das atividades de Painel de práticas: Práticas Corporais e Atividades
dispersão (profissionais/gestores) Físicas; Alimentação saudável e Redução de Danos e
Educação e Saúde no território
(turma dividida em dois grupos) (turma dividida em dois grupos)
TARDE Exposição Dialogada: Processo de trabalho Painel de práticas: Práticas Integrativas e
da ESF na perspectiva da Promoção da Complementares; Práticas Artísticas e Culturais e
Saúde Mobilização Comunitária no território

(turma dividida em dois grupos)

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AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO

Ao final do curso, os alunos responderão a um instrumento com o objetivo de avaliar


diferentes aspectos do programa pedagógico, como o desenvolvimento das competências, o alcance
dos objetivos de aprendizagem, os métodos e estratégias educacionais, o desempenho do facilitador
e dos expositores, o acompanhamento ead da tutoria, o material didático, os recursos de
aprendizagem, a infraestrutura, dentre outros. Dessa forma, acreditamos ser possível avaliar se as
expectativas dos alunos e da IES foram correspondidas, permitindo, se necessário, ações corretivas
futuras.
Será utilizada ainda como critério de avaliação dos alunos a frequência em sala de aula/aula
de campo. De acordo com as normas didáticas estabelecidas, a frequência mínima deverá ser de
75% da carga horária total. A verificação da frequência será realizada por meio de listas de presença
em sala de aula. Além disso, será pré-requisito para aprovação e certificação do aluno no curso a
realização do trabalho de campo e apresentação do Mapa da Territorialização, bem como produtos
propostos para atividade da tutoria Ead.

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UNIDADE I:
Promoção da Saúde e Programa Academia da
Saúde

OBJETIVO GERAL

Compreender a Promoção da Saúde enquanto política e estratégia e o programa Academia da


Saúde, conhecendo suas diretrizes, estratégias de implantação e operacionalização nos municípios.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

 Conhecer a Política Nacional De Promoção da Saúde seus princípios e diretrizes.


 Conhecer a Política Nacional de Combate a Doenças Crônica Não transmissíveis, com
ênfase na Promoção da Saúde.
 Compreender os objetivos e estratégias do Programa Academia da Saúde;
 Diferenciar o programa academia da saúde de demais políticas relacionadas à promoção da
saúde e práticas corporais e atividades físicas no território;
 Compreender o processo de trabalho da ESF na perspectiva da Promoção da Saúde;
 Promover articulação intersetorial para a efetivação do Programa Academia da Saúde no
âmbito municipal;
 Construir estratégias de ampliação do acesso da população às políticas públicas de
promoção da saúde;
 Fomentar a relevância do programa Academia da Saúde diante da gestão e profissionais da
APS;
 Compreender o papel dos diversos atores envolvidos com o Programa Academia da Saúde.
 Articular o Programa Academia da Saúde com redes intersetorial e comunitária bem como
com a estratégia de Saúde da Família;
 Articular a Atenção Básica e a Vigilância em saúde para desenvolvimento das ações de
promoção da saúde do programa Academia da Saúde;
 Estabelecer instrumentos de gestão e indicadores complementares para o acompanhamento e
avaliação do impacto da implantação do Programa Academia da Saúde;
 Garantir o registro das atividades desenvolvidas no Programa;
 Utilizar o Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB) para envio de
informações das atividades ao Ministério da Saúde ou outro sistema de informação vigente,
observando-se os prazos determinados na Portaria no- 1.412/GM/MS, de 10 de julho de
2013;

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ROTEIRO DE ATIVIDADES

1. Exposição dialogada (4h):


Exposição sobre o “Programa Academia da Saúde”, com ênfase em sua constituição, objetivo e
diretrizes.

2. Exposição dialogada (4h):


Exposição sobre o “a gestão e operacionalização do programa Academia da Saúde”, com ênfase na
sua implantação, funcionamento, gestão e acompanhamento e monitoramento das ações do
programa.

3. Exposição dialogada (4h):


Exposição sobre “Promoção da Saúde e Intersetorialidade”, dialogando sobre o conceito de
promoção da saúde, as diretrizes da Política Nacional de promoção da Saúde, e a interface da
políticas de saúde com políticas e ações intersetoriais na promoção da Saúde.

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UNIDADE II:
Territorialização e Processo de trabalho na Saúde
da Família no âmbito da Promoção de Saúde

OBJETIVO GERAL

Compreender o território o processo de trabalho na Saúde da Família para construção e


fortalecimento das ações do Programa Academia da Saúde.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

 Realizar territorialização de atividades e práticas comunitárias de Promoção da Saúde;


 Compreender como práticas corporais e atividades físicas realizadas no território contribuem
para a Promoção da Saúde da comunidade;
 Promover mobilização comunitária com a constituição de redes sociais de apoio e ambientes
de convivência e solidariedade para Promoção da Saúde;
 Contribuir para ampliação e valorização da utilização dos espaços públicos de lazer do
território, como proposta de inclusão social, enfrentamento das violências e melhoria das
condições de saúde e qualidade de vida da população;
 Promover articulações intersetoriais com outros pontos de atenção da Rede de Atenção à
Saúde e outros equipamentos sociais como os da educação, cultura, assistência social,
esporte e lazer do território para construção e fortalecimento de práticas de Promoção da
Saúde;
 Fomentar a participação social para a promoção de práticas de Saúde e ambientes de
convivência e solidariedade no território;

ROTEIRO DE ATIVIDADES

1. Exposição dialogada e Oficina: “Território e Territorialização” (3h)

A exposição terá como objetivo discutir o conceito de território na saúde e compreender o processo
de territorialização como estratégia de apreensão do território em suas diversas dimensões para
diagnóstico e planejamento em saúde.

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2. Oficina de Territorialização (1h)

A oficina será disparada a partir da exposição dialogada e discutirá metodologias de inserção


comunitária e territorialização. Nesse momento será debatido com o grupo o Roteiro do Trabalho de
campo e a elaboração de mapas acerca dos elementos apreendidos do território e das práticas de
promoção da saúde identificadas, que será produto dessa atividade. Alem disso deverão ser
divididos os grupos de trabalho para a Atividade de Campo- Territorialização.
A divisão dos grupos deve seguir os seguintes critérios:

- O grupo deve ser formado por participantes do mesmo município, e se possível, do mesmo
território de atuação;

- O grupo deverá ser composto de modo a garantir a diversidade dos segmentos de participantes;

- Se possível deve-se garantir a participação de um profissional de educação física em cada grupo;

3. Atividade de Campo: Territorialização (16h)

O trabalho de campo se refere ao Processo de Territorialização, já descrito anteriormente, e tem


como objetivo que os participantes apreendam o modo de vida da comunidade e seu processo saúde
doença-cuidado, identificando espaços e práticas de promoção da saúde no território. Ele deve ser
realizado em grupos, conforme dividido na Oficina de Territorialização. A atividade deve ocorrer no
município, cenários de prática dos participantes e seguir roteiro apresentado abaixo.

Roteiro de Territorialização

DIA/TURN DIA 1 DIA 2


O
MANHA Planejamento da atividade de Campo e Visitas, reuniões, conversas no território
divisão das tarefas entre os participantes
membros do grupo Mapear atividades e práticas de promoção da saúde
no território
Visitas, reuniões, conversas no território
Compartilhar visitas e informações apreendidas
Mapear atividades e práticas de promoção durante a atividade
da saúde no território

TARDE Visitas, reuniões, conversas no território Sistematização da Territorialização e Elaboração dos


Mapas dos territórios
Mapear atividades e práticas de promoção Planejamento da Apresentação da Atividade no 2º
da saúde no território Momento Presencial

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Para início da atividade de campo sugere-se que o grupo se reúna em algum espaço do cenário de prática/município
e realize um planejamento acerca da atividade, delimitando o território e locais a serem visitados para a territorialização
e a divisão de tarefas entre os participantes do grupo.

Para realização da Territorialização sugere-se para investigação e apreensão do território, as seguintes perguntas
geradoras:

- Quais as principais características sócio-ambientais desse território?


- Como se dá o modo de vida da comunidade?; Há relações de violência na comunidade?; E relações de
solidariedade?; Como se caracterizam os vínculos comunitários?; Há espaços de convivência comunitária?;
- Há espaços ou ações de fortalecimento da participação social no território?
- Quais são os principais hábitos de vida da população (saudáveis e danosos a saúde)?; A comunidade pratica
atividades físicas?;
- Sobre o processo saúde doença da comunidade: Que principais agravos relacionados à saúde percebe-se nesse
território?; Quais são os indicadores relacionados às doenças crônicas não transmissíveis da população desse
território?
- Que espaços físicos, equipamentos comunitários e políticas públicas existem nesse território?Que atividades eles
promovem? Como eles se articulam?
- Como a população se relaciona com esses espaços físicos e equipamentos comunitários existem nesse território?
- Que práticas ou espaços de cuidado/promoção da saúde existem no território (deve-se investigar práticas
direcionadas aos diversos segmentos da população: crianças, adolescentes, jovens, adultos, mulheres, idosos)?
- Que costumes e práticas culturais e artísticas é possível identificar no território?;
- Como a população acessa a UBS desse território? Como se dá a relação das eq. SF e NASF com a população?
- Que ações as eq. SF e NASF realizam na prevenção e acompanhamento de doenças crônicas não transmissíveis?
- Que atividades ou ações de promoção da Saúde as eq. SF e NASF realizam?
- Que atividades as eq. SF e NASF realizam no território (fora da UBAS)?
Para apreensão desses elementos do território, sugere-se que o grupo utilize das seguintes estratégias,
exemplificadas no cronograma supracitado: visitas aos espaços e equipamentos comunitários; conversas com moradores
e profissionais atuantes no território; conversa e/ou reuniões com gestores e/ou profissionais da ESF; estudo dos
principais indicadores relacionados às doenças crônicas não transmissíveis da população do território.
Para registro e sistematização das informações apreendidas durante o processo de territorialização sugere-se as
seguintes estratégias: elaboração de diário de campo (registro das principais percepções e sentimentos acerca da
atividade); registros fotográficos; cópias de agenda e programação de atividades identificadas no território e etc.
Ao final das visitas, conversas e investigações o grupo terá bastante material que caracterizam esse território.
Assim, cada grupo deverá sistematizar todas as informações percebidas durante a Territorialização e elaborar um Mapa
desse território, onde nele estejam representados os principais elementos que o caracterizam e as principais práticas de
promoção de saúde identificadas no território. Por fim, o grupo deverá planejar a forma de apresentação desse Mapa, a
ocorrer no segundo momento presencial do curso, e poderá utilizar de diversas estratégias criativas para tal.

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4. Apresentação e Debate dos produtos da Territorialização (4h)

Esse momento ocorrerá após trabalho de campo. Assim, cada grupo apresentará seu Mapa de
Territorialização elaborado a partir da atividade de campo. Os facilitadores convidados e os tutores
da ESP realizarão debate junto aos participantes do curso acerca dos principais elementos
percebidos nos Mapas apresentados.

5. Exposição Dialogada: “Processo de Trabalho na ESF no âmbito da Promoção da Saúde”


(4h)

A exposição tratará da organização do processo de trabalho na ESF, discutindo o papel das Eq. SF e
atuação do NASF enquanto equipe de Apoio no planejamento e execução de ações de Promoção da
Saúde no serviço e no território.

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UNIDADE III:
Práticas de Promoção da Saúde no território
OBJETIVO GERAL
Conhecer as diversas práticas de Promoção da Saúde e ambientes de convivência e solidarie-
dade no território no âmbito do programa Academia da Saúde, considerando a intergeracionalidade
e integralidade do Cuidado no território.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

 Compreender o conceito de Promoção da Saúde.


 Compreender o conceito de Alimentação adequada e saudável da PNAN.
 Compreender o conceito de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde.
 Compreender o conceito de Redução de Danos.
 Conhecer os 10 passos da Alimentação Saudável do Guia Alimentar da População Brasileira da
PNAN (Política Nacional de Alimentação e Nutrição).
 Conhecer a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares.
 Conhecer as diretrizes de Redução de Danos da Política Nacional de Atenção Integral ao usuário
de álcool e outras drogas e do Plano Nacional de Combate ao Crack.
 Promover a integração multiprofissional na construção e na execução das ações;
 Promover ações intersetoriais com outros pontos de atenção da Rede de Atenção à Saúde e
outros equipamentos sociais como os da educação, cultura, assistência social, esporte e lazer do
território;
 Estimular a realização de práticas corporais e atividades físicas no território na perspectiva
da Promoção da Saúde, de maneira compartilhada com as EqSF e NASF.
 Incentivar o diálogo com as manifestações culturais locais e o conhecimento popular na
construção de alternativas individuais e coletivas que favoreçam a promoção da saúde;
 Incentivar o reconhecimento de práticas artísticas e culturais no território na perspectiva da
Promoção da Saúde, de maneira compartilhada com a comunidade e rede intersetorial.
 Estimular a realização de práticas integrativas e complementares no território na perspectiva
da Promoção da Saúde, de maneira compartilhada com as EqSF e NASF e integrada com os
processos de Cuidado da comunidade.
 Fomentar a realização de atividades de redução de danos no território na perspectiva da
Promoção da Saúde, de maneira compartilhada com as EqSF e NASF.
 Incentivar a realização das atividades de promoção de alimentação saudável no território na
perspectiva da Promoção da Saúde, de maneira compartilhada com as EqSF e NASF.
 Favorecer a realização de ações de educação em Saúde para Promoção da Saúde e
prevenção de agravos em Saúde relacionados a Doenças Crônicas não transmissíveis.
 Fomentar a promoção da autonomia dos sujeitos sobre as escolhas de modos de vida mais
saudáveis.
 Valorizar as práticas de cuidado em Saúde e produção de vida desenvolvidas pela
comunidade no território.

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ROTEIRO DE ATIVIDADES

1. Painel de Práticas: “Práticas Corporais e Atividades Físicas; Alimentação saudável e


Redução de Danos e Educação e Saúde no território” (4h)

Nesse Painel de Práticas convidados relatarão experiências de atividades de promoção da Saúde


no âmbito das Práticas Corporais e Atividades Físicas, Alimentação saudável, Redução de Danos e
Educação em Saúde no território. Em seguida haverá debate com os participantes do curso a partir
dos principais elementos que emergem das experiências relatadas, contribuindo com subsídios
teórico-práticos para fortalecimento e construção de práticas de promoção da Saúde do Programa
Academia da Saúde nos diversos cenários de prática/municípios.

2. Painel de Práticas: Práticas Integrativas e Complementares; Práticas Artísticas e


Culturais e Mobilização Comunitária no território (4h)

Nesse Painel de Práticas convidados relatarão experiências de atividades de promoção da Saúde


no âmbito das Práticas Integrativas e Complementares; Práticas Artísticas e Culturais e Mobilização
Comunitária no território. Em seguida haverá debate com os participantes do curso a partir dos
principais elementos que emergem das experiências relatadas, contribuindo com subsídios teórico-
práticos para fortalecimento e construção de práticas de promoção da Saúde do Programa Academia
da Saúde nos diversos cenários de prática/municípios.

3. Acompanhamento tutorial de Atividade Ead (12h)

Essa atividade se refere ao acompanhamento Ead realizado pelos tutores da Escola de Saúde
Pública de atividades disparadas ao longo do curso. As atividades elaboradas pelos gestores ou
grupo de profissionais deverá ser postada na Plataforma Ead do curso, onde serão acompanhadas e
qualificadas pelos tutores da Escola de Saúde Pública do Ceará. A realização da atividade
corresponde a 12h da carga-horária do curso e deverá ser realizada no prazo pactuado pela
Coordenação do curso junto aos participantes.
Essas atividades se diferenciarão no que se refere aos gestores participantes do curso e demais
participantes.

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Para os gestores participantes do curso:
Para os gestores será solicitado a investigação de indicadores dos Sistemas de Vigilância do
município que possam avaliar o impacto das ações do Programa Academia da Saúde no estado de
saúde da população do município. Cita-se o SISAB (Sistema de Informação da Atenção Básica),
SISVAN (Sistema de Informação da Vigilância Alimentar e Nutricional), VIGITEL (Vigilância de
fatores de risco e proteção para doenças crônicas), dentre outros.
A atividade visa contribuir para o gestor utilizar o Sistema de Informação em Saúde para a
Atenção Básica (SISAB) para envio de informações das atividades ao Ministério da Saúde ou outro
sistema de informação vigente, observando-se os prazos determinados na Portaria no-
1.412/GM/MS, de 10 de julho de 2013.
Além disso solicita-se que os gestores participantes do curso estabeleça instrumentos de gestão e
indicadores complementares para o acompanhamento e avaliação do impacto da implantação do
Programa Academia da Saúde.

Para os demais participantes do curso (profissionais da ESF, NASF, ACS, e. físicos,


profissionais de outras políticas públicas e representante do controle social)

A atividade dos demais participantes do curso deverá ser realizada por grupo, correspondente, aos
mesmos grupos da Atividade de Campo- Territorialização e corresponde a dois produtos.
1. A partir do material e elementos apreendidos na Atividade de Campo- Territorialização,
o grupo deve discutir a partir desse material acerca das principais vulnerabilidades e
potencialidades identificadas no território e perceber que possíveis ações de promoção
da saúde os profissionais da ESF e demais políticas públicas poderão fortalecer e/ou
construir junto à comunidade, compondo o escopo de atividades do Programa Academia
da Saúde nesse território. Trata-se de um exercício de planejamento de atividades do
programa Academia da Saúde no território. Esse Planejamento de possíveis atividades
deve ser registrado pela equipe e enviado à Tutoria ESP através da Plataforma Ead.
2. O grupo deverá elaborar uma proposta de instrumento para registro das atividades
desenvolvidas no Programa, que deverá ser enviado à Tutoria ESP através da Plataforma
Ead.

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Leitura Complementar

BRASIL, Ministério da Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde – documento para


discussão. Brasília, 2002.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Política Nacional de Promoção


da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. (Série B. Textos Básicos de Saúde). Disponível em:
<http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pactovolume7.pdf>.

BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diretrizes do NASF: Núcleo de


Apoio à Saúde da Família. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 160p. (Série B. Textos Básicos de
Saúde) (Cadernos de Atenção Básica; n. 27). Disponível em: <http://
bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2010/prt4279_30_12_2010.html>.

BRASIL. Ministério da Saúde. A vigilância, o controle e a prevenção das doenças crônicas não-
transmissíveis: DCNT no contexto do Sistema Único de Saúde brasileiro. Brasília: Organização
Pan-Americana da Saúde, 2005.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Básica. Departamento de Atenção Básica.


Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília: Ministério da Saúde, 2011c.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de


Situação de Saúde. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não
transmissíveis (DCNT) no Brasil 2011-2022. Brasília: Ministério da Saúde, 2011e. (Série B. Textos
Básicos de Saúde).

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Implantação e Implementação do Programa Academia


da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 55 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Obesidade. Caderno de Atenção Básica, n. 12. Série A, Normas e Manuais Técnicos. Brasília:
Ministério da Saúde, 2006. Disponível em:
<http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/doc_obesidade.pdf>.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação Geral da Política de


Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação
saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. Disponível em:
<http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/05_1109_M.pdf>.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.


Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC-SUS / Ministério da
Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. - Brasília: Ministério da
Saúde, 2006. 92 p. - (Série B. Textos Básicos de Saúde). Disponível em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnpic.pdf.

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