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NORMA ABNT NBR

BRAS\ILEIRA /
16149

Primeira edição
01.03.2013·

Válida a partir de
01.03.2014

Sistemas fotovoltaicos (FV) - Características


da interface de conexão com a rede elétrica de
orfJ distribuição
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~
Q.
Photoyoltaic (PV) systems - Characteristics of the utility interface
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.(j) ICS 27.160 ISBN 978-85-07-04087-3
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~ ASSOCIAÇÃO Número de referência
(Il
Q. BRASILEIRA ABNT NBR 16149:2013
~
(Il DE NORMAS
Ci TÉCNICAS 12 páginas
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x
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©ABNT 2013
ABNT NBR 16149:2013

o
Cf)
Cf)

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"e ©ABNT 2013
Q) Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser
E reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por
o
Ü escrito da ABNT.
"O
(f)
Q)
:J ABNT
ai Av.Treze de Maio, 13 - 282 andar
20031-901 - Rio de Janeiro - RJ
~ Te!.: + 55 21 3974-2300'
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:J
li
Fax: + 55 21 3974-2346,
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Q) abnt@ abnt. org. br
o www.abnt.org.br
u:
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jj © ABNT 2013 - Todos os direitos reservados
ABNT NBR 16149:2013

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Sumário Página

Prefácio iv
1 Escopo ~ 1
2 Referências normativas 1
3 Termos e definições 1
4 Compatibilidade com a rede 3
4.1 Tensão, potência e frequência 3
4.2 Faixapperacional normal de tensão 3
4.3 Cintilação 3
4.4 Proteção de injeção de componente c.c, na rede elétrica 4
o
(/)
(/) 4.5 Faixa operacional normal de frequência 4
Q)
ti 4.6 Harmônicos e distorção de forma de onda 4
E
4.7 Fator de potência e ~nje.ção/demanda de potência reativa 4
4.7.1 Sistemas totovoltalcos com potência nominal menor ou igual a 3 kW 5
4.7.2 Sistemas fotovoltaicos com potência nominal maior que 3 kWe menor
ou igual a 6 kW 5
4.7.3 Sistemas fotovoltaicos com potência nominal maior que 6 kW 6
5 Segurança pessoal e proteção do sistema FV 6
5.1 Perda da tensão da rede i ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 6
5.2 Variações de tensão e trequência 7
>,.,
5.2.1 Variação de tensão ~ 7
I
5.2.2 Variação de Irequêncla 7
ro
"O 5.3 Proteção contra ilhamento ; 8

~ 5.4 Reconexão .........................•...................•::.:.........••.............................................................9
o
"O
ro 5.5 Aterramento ~~ 9

a. 5.6 Proteção contra curto-circuito 9
x
w
Q) 5.7 Isolação e seccionamento 9
~ 5.8 Religamento automático da rede : 9
o
"O
ro Controle externo 9
t 6
o
a.
E 6.1 Limitação de potência ativa 9
m 6.2 Comando de potência reativa 10
"e
Q) 6.3 Desconexão/reconexão do sistema fotovoltaico da rede 1O
E
o 7 Requisitos de suportabilidade a subtensões decorrentes de faltas na rede
Ü
o
(f) (fault ride through - FR1) 1O
Q)
:::l Bibliografia 12
ãi
I

o
>
'00
:::l Figuras
U I
><
Q) Figura 1 - Curva do FP em função da potência ativa de saída do inversor 5
o
(/)
:::l Figura 2 - Limites operacionais de injeção/demanda de potência reativa para sistemas
~
('i) com potência nominal superior a 6 kW 6
a.
'-
('i) Figura 3 - Curva de operação do sistema fotovoltaico em função da frequência
o.
E
Q)
da rede para a desconexão por variação de frequência 8
><
w
© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados iii


ABNT NBR 16149:2013

Figura 4 - Figura 4 - Requisitos de suportabilidade a subtensões decorrentes de faltas


na rede (fault ride through- FRT) ············ 10

Tabelas
Tabela 1 - Limite de distorção harmônica de corrente ·················· 4
Tabela 2 - Resposta às condições anormais de tensão ········· 7

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iv
ABNT NBR 16149:2013

Prefácio ./

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) éo Foro Nacional de Normalização. As Normas


Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são
elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos,
delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que
alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser
o
(/J considerada responsável pela i.dentificação de quaisquer direitos de patentes.
(/J
QJ
ti
E A ABNT NBR 16149 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03), pela Comissão
de Estudo de Sistemas de Conversão F0tovoltaicas de Energia Solar (CE-03:082.01). O seu 1º Projeto
circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 10, de 31.10.2011- a 29.12.2011, com o número
de 1º Projeto 03:082.01-001. O seu 2º Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 08,
de 24.08.2012 a 24.09.2012, com o número de 2º Projeto 03:082.01-001. O seu 3º Projeto
circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 11, de 09.11.2012 a 10.12.2012, com o número
de 3º Projeto 03:082.01-001. -

Esta Norma é prevista para entrar: em vigor 12 meses após sua publicação.
\

O Escopo desta Norma Brasileira ~m inglês é o seguinte:

B
rn . Scope
....J 1i
~ I. ..
o
"O
This Standard stabfishes ,specifíc recommendetionspor iriterfaceconnectíon between photovoltaic
-ê (PV) systems and distribution line$.Of electrical energy and establishes their requirements.
o
a.
~ ">';;0 \,d>_''i'_-

x ~~-~
UJ
QJ
Thís Standard appfies to photovoltaic (PV) systems that operate in parallel with distríbution fines
rn ot electrícal energy.
o
"O
rn
1::
o
a.
NOTE 1 Thís Standard does not contemplate electromagnetic compatibility and anti-islandíng testíng
E procedures.
ro
'13
a; NOTE 2 The requirements for connectíon photovoltaic (PV) systems to distribution fines may vary
E
o
when using a storage system power or control sígnals and command come from the electrícal Utilíty.
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a.
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© ABNT 2013 - Todos os direitos reservados v


Exemplar para uso exclusivo - Blue Sol Comercial, Importadora e Exportadora Ltda - 11.167.539/0001-56 (Pedido 426378 Impresso: 12/08/2013)

,.\

\
NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 16149:2013

. 7:# ~

Sistemas fotovoltaicos (FV) ;::r Características da interface de conexão
com a rede elétrica de distribuição

1 Escopo
Esta Norma estabelece as recomendações específicas para a interface de conexão entre os sistemas
fotovoltaicos e a rede de distribuição de energia elétrica e estabelece seus requisitos.

Esta Norma seaplica aos sistemas fotovoltaicos que operam em paralelo com a rede de distribuição.

o NOTA 1 Esta Norma não contempla J:ompatibilidadeeletromagnética e os procedimentos de ensaio


(j)
(j) de anti-ilhamento. .
~
o,
E NOTA 2 Os requisitos para ","'f'f"\n,~,,::;d sistemas fotovoltaicos rede podem variar quando é utilizado
um sistema de armazena I <de.n\en~3ralaou ...os ?inais de cont e comando são provenientes
da distribuidora.

2
:;#:,-: i.. . 1 .
Os documentos '!~elãcior:1ados a e~.plr sãe irrdispen~áveisi~' aplicação. deste docurnento.
Para referências 8âtadas,aplicqm-s~ somente<éJ,seâiçõescitadéi§. Para referências não datadas,
aplicam-se as ediçõres'mai§recent~sdoréferidoi.~o?umentO:(incluiQdo emendas).
z", :::\;<:/\<" 'r: ':<.>"+L:;:?<
IEC 60364-7-712, EIe;;Slf{sal installàt(8QSofbuildings. ;;-part 7-7,t2: Aif!9.uirements for special installations
or locations - Solar pHbtovoltaic (PV)'pc{l,fer suppfY ~ystems)í f>'1:
(IJ ~~7~ ~::f~J~;::~::·::;·::::::·.~":~E:::>, ..L :e::::;:· t:-? ti

"O
.:í IEC 61000-3-3, Electromagdetic corrIljatibility (9N1CL.~Part :3".'3: Li,r;it~-Limitation
ot voltage changes,
~ voltage fluctuations and flicKe.rln,publicd0"Y7vóttage 'supply $ystemsf 'for equipment with rated current
o
"O
(IJ ~ 16 A per phase and no~:sI.IJJªci7oconditi6tiaJ contiêction
15o, ""'" .....
>< IEC 61000-3-11 , Electrom~gneti~ ~6in~ajiQility(EMC)'7 Part 3-11 : Limits - Limitation ot voltage changes,
LU
(J)
voltage fluctuations and flicker in public low-voltage supply systems - Equipment witH rated current
~
o
"O
~ 75 A and subjet to conditional connection

o
o, IECrrS 61000-3-5, Electromagnetic compatibility (EMC) - Part 3-5: Limits - Limitation of voltage
E fluctuations and flicker in low-voltage power supply systems for equipment witH rated current greater
(ii tHan 75 A.
"2
<Il
E
o
o
(5
(/)
3 Termos e definições
<Il
:::J
õ5 Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
,
o
>
'üj 3.1
:::J
ti
><
fator de potência
<Il
o FP
(j)
:::J fator calculado dividindo-se a energia ativa pela raiz quadrada da soma dos quadrados da energia
(IJ
roo, ativa e da energia reatíva, obtidas em um período de tempo determinado e definido por:
ro
Q.
FP = EATlVA
E
<Il
JEATlVA2 + EREATlVA2
><
LU

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ABNT NBR 16149:2013

onde

EATIVA é a energia ativa expressa em quilowatt-hora (kWh);

EREATIVA é a energia reativa expressa em quilcvolt-ampêre-reativo-hora (kvarh).

3.2
gerador fotovoltaico
gerador que utiliza o efeito fotovoltaico para converter a luz do sol em eletricidade

NOTA Gerador fotovoltaico não inclui dispositivos de armazenamento de energia ou acondicionamento


de potência.-

o 3.3
C/)
C/)
interface de corrente contínua
~
a.
conexão entre o gerador fotovoltaico e a entrada do inversor sistema de condicionamento
E
de potência

3.4
distribuidora de energia
agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição
11;
de energia elétrica

3.5
subsistema de monitoração e controle da desconexão por segurança
subsistema que monitora os parámétros da rede elétrica e é responsável por desconectar o inversor
da rede em ccndições.fora dos limit~s operacionais

CI:l 3.6
U
~ distorção harmônica total
~
o THD
u
-ê composição das distorções-harrnônlcas individuais, que expressa o grau de desvio da onda em relação
o
a. ao padrão ideal, norrnalrnerite reterenciáda ao valor da componente fundamental e definida por:
x
W

~L
Q)

~ THD = ~=2 X~
o
u X1

o
a.
onde
E
Cii
"2 X1 é o valor eficaz da tensão ou corrente na frequência fundamental;
Q)

E
o. Xn é o valor eficaz da tensão ou corrente na frequência de ordem n.
o
o
(f)
Q) 3.7
::>
Cõ sistema FV
sistema fotovoltaico
~
'üj
::::J conjunto de elementos composto de gerador fotovoltaico, podendo incluir inversores, controladores
U
X de carga, dispositivos para controle, supervisão e proteção, armazenamento de energia elétrica,
Q)

o
C/)
fiação, fundação e estrutura de suporte
::>
~ NOTA O termo em inglês balance-of-system components (60S) refere-se ao sistema fotovoltaico,
CI:l
a.
não incluindo o gerador fotovoltaico.
ro
Ci
E
Q)
x
W

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ABNT NBR 16149:2013

.>
;

3.8
inversor
conversor estático de potência que converte a corrente contínua do gerador fotovoltaico em corrente
alternada apropriada para a utilização pela rede elétrica

NOTA Às vezes é denominado de subsistema de condicionamento de potência, sistema de conversão


de potência, conversor a semicondutor ou unidade de acondicionamento de potência,

3.9
inversor com função anti-ilhamento
inversor que deixa de fornecer energia à rede elétrica quando esta estiver fora das especificações
normais de operação de tensão e/ou frequência

NOTA A verificação desta função deve estar conforme a norma ABNT NBR IEC 62116.

3.10
ponto comum de conexão com
ponto de conexão entre o sistema fotovoltaico,
ª r~~e
a unidade consumidora e a rede elétrica

4 Compatibilidade com a r~de


A qualidade da energia forneciâa pelo sistema fotovoltaico às cargas em corrente alternada locais
e à rede elétrica é regida por práticas e normas referentes à tensão, cintilação, frequência, distorção
harmônica e fator de potência. o,
desvio dos padrões estabelecidos por essas normas caracteriza
uma condição anormal de operà~o, devendo o sistema fotovoltaico deve ser capaz de identificar esse
desvio e cessar o fornecimento de energia à rede,

(\) Todos os parâmetros de qualidade de energia (tensão, cintilação, frequência, distorção harmônica
-o
:J e fator de potência) devem ser medidos na interface da rede/ponto de conexão comum, exceto quando
~ houver indicação de outro ponto.
o
-o
(\) I.~
t
o
a. 4.1 Tensão, potêncià e frequência
x
W
(J)
lU A tensão, a potência e a frequência do sistema fotovoltaico devem ser compatíveis com a rede
(5
-O elétrica local. Os valores nominais de frequência e tensão estão contidos nas seções pertinentes
(\)
t
O
do Procedimento de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) .
a.
E
4.2 Faixa operacional normal de tensão

Os sistemas fotovoltaicos conectados à rede normalmente não regulam tensão, e sim a corrente
injetada na rede. Portanto, a faixa operacional normal de tensão do sistema fotovoltaico é selecionada
como uma função de proteção, que responde às condições anormais da rede. O sistema fotovoltaico
deve operar dentro dos limites de variação de tensão definidos em 5.2.1.

o
> 4.3 Cintilação
'üi
:J
()
X
(J) A operação do sistema fotovoltaico não pode causar cintilação acima dos limites mencionados nas
o
(/J seções pertinentes das IEC 61000-3-3 (para sistemas com corrente inferior a 16 A), IEC 61000-3-11
:J
(\) (para sistemas com corrente superior a 16 A e inferior a 75 A) e IEC/TS 61000-3-5 (para sistemas
ro
a. com corrente superior a 75 A).
ro
"õ..
E
(J)
x
W

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ABNT NBR 16149:2013

- /'
4.4 Proteção de injeção de componente c.c. na rede elétrica
-
O sistema fotovoltaico deve parar de fornecer energia à rede em 1 s se a injeção de componente c.c.
na rede elétrica for superior a 0,5 % da corrente nominal "do inversor.

O sistema fotovoltaico com transformador com separação galvânica em 60 Hz não precisa ter proteções
adicionais para atender a este requisito.

4.5 Faixa operacional normal de frequência


c:;)
'<"""

~ O sistema fotovoltaico deve operar em sincronismo com a rede elétrica e dentro dos limites de variação
êO
o de frequência definidos em 5.2.2.
N
o
<fJ 4.6 Harmônicos e distorção de forma de onda
<fJ
~
o.
E É conveniente que a energia injetada pelo sisternaJotovoltaico tenha baixos níveis de distorção
harmônica de corrente para garantir que nenhum efeito adverso ocorra em outro equipamento
conectado à rede. Níveis aceitáveis de distorção harmônica de tensão e corrente dependem do tipo
das características da rede de distribuição, tipo de serviço, cargas conectadas e procedimentos
adotados para a rede.

A distorção harmônicátotal de corrente déve ser inferior a 5 em relação à corrente fundamental na


potência nominal do inversor. Cada harmônica individual deve estar limitada aos valores apresentados
na Tabela 1. r

Tabela 1 - Lfmite de distorçaoharmôhica dEfcorrente

eu
Harmônicas ímpares Limite de distorção
"O --~------r-----------------------~
::í 3° a 9° < 4,0 %
~ --~--~--r-------~~------------~
o
"O
eu
, 11~ a 15° < 2,0 %

~------~;~--~--~------~----------------------~
o. \ 17° a 21 ° < 1,5 %
x
W
(l) 23° a 33° <0,6%
~ ----------r-----------------------~
o
"O Harmônicas pares Limite de distorçâo
eu
t::
----------r-----------------------~
o
o. 2° a 8° < 1,0 %
E ----------r-----------------------~
10° a 32° <0,5%
ro
"2
Q)

E.
o 4.7 Fator de potência e injeção/demanda de potência reativa
Ü
o
(f) Quando a potência ativa injetada na rede for superior a 20 % da potência nominal do inversor,
Q)
:J o sistema fotovoltaico deve ser capaz de operar dentro das faixas de fator de potência definidas nas
ãi
, próximas subseções.
o
>
"êi)
:J
Li Após uma mudança na potência ativa, o sistema fotovoltaico deve ser capaz de ajustar a potência
x
Q) reativa de saída automaticamente, para corresponder ao FP predefinido.
o
<fJ
:J
~ Qualquer ponto operacional resultante destas definições/curvas deve ser atingido em, no máximo,
eu
o.
~ 10 s.
eu
"õ..
E
Q)
O inversor deve sair de fábrica com o FP igual a 1.
x
w
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ABNT NBR 16149:2013

\,
:t. '
Y'
4.7.1 Sistemas fotovoltaicos com potêncta nominal menor ou igual a 3 kW

FP igual a 1 ajustado em fábrica, com tolerância de trabalho na faixa de 0,98 indutivo até 0,98 capacitivo.

4.7.2 Sistemas fotovoltaicos com potência nominal maior que 3 kWe menor ou igual a 6 kW

FP igual a 1 ajustado em fábrica, com tolerância de trabalhar na faixa de 0,98indutivo


até 0,98 capacitivo. O inversor deve apresentar, como opcional, a possibilidade de operar de acordo
com a curva da Figura 1 e com FP ajustável de 0,95 indutivo até 0,95 capacitivo.

m
:E
.....J

~
o
"O
~
oo..
x
W
(])

~
o
"O
m Figura 1 - Curva do FP em função da potência ativa de saída do inversor
1::
o
a.
E Dependendo da topologia, carregamento da rede e potência a ser injetada, o operador da rede
pode fornecer uma curva diferente, que deve ser implementada nos inversores por meio do ajuste
dos pontos A, B, e C da Figura 1.

A curva da Figura 1 só deve ser habilitada quando a tensão da rede ultrapassar a tensão de ativação,
valor ajustável entre 100 % e 110 % da tensão nominal da rede, com valor padrão em 104 % ajustado
em fábrica.
,
o
>
'w:J A curva-padrão só deve ser desabilitada quando a tensão da rede retroceder para um valor abaixo
TI
><
(])
da tensão de desativação, valor ajustável entre 90 % e 100 % da tensão nominal da rede, com valor
o
(I)
padrão em 100 % ajustado em fábrica.
:J
~
m
a.
m
o..
E
(])
x
w
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ABNT NBR 16149:2013

,/

4.7.3 Sistemas fotovoltaicos com potência nominal maior que 6 kW

O sistema fotovoltaico pode operar com duas possibilidades: (i) FP igual a 1 ajustado em fábrica,
com tolerância de trabalhar na faixa de 0,98 indutivo até' 0,98 capacitivo. O inversor deve apresentar,
como opcional, a possibilidade de operar de acordo com a curva da Figura 1 e com FP ajustável
de 0,90 indutivo até 0,90 capacitivo; ou (ii) controle da potência reativa (VAr), conforme Figura 2.

100%

/' <,
/' <,
/' <,
-,
o /
/
-, -,
C/) /
C/)
/ \
~
o. / \
/ \
E / \
I \
I \
I \
I \
I \
I \

<D Q/PN Q/PN


U(
..-o
o Figura 2 - Limites operacionais de injeção/demanda de potência reativa para sistemas
o
Õ3
C')
com potência
, ~ nominal superior a 6 kW.
L()
r-- '-
<D O tipo e os ajustes do controle do F~e injeção/demanda de potência reativa devem ser determinados
..-
"-:
..-, pelas condições da rede e definidos individualmente pelo operador da rede e fornecidos junto
eu com a permissão de acesso. Os tipos de controle podem ser: ~
'O
::í
~ a) Potência reativa fixa;
o
'O
eu
'§ b) Controle externo.
o.
x
lJ.J
(l)
eu
(;
'O 5 Segurança pessoal e proteção do sistema FV
eu
t
o
o. Esta Seção fornece informações e considerações para a operação segura e correta dos sistemas
E
fotovoltaicos conectados à rede elétrica.
(ii
"1:5
a; A função de proteção dos equipamentos pode ser executada por um dispositivo interno ou externo
E
o ao inversor.
o
(5
(J)
Ql Devem ser aplicados os códigos nacionais ou locais.
::J
õ5
o 5.1 Perda da tensão da rede
>
'fij
::J
13
x Para prevenir o ilharnento, um sistema fotovoltaico conectado à rede deve cessar o fornecimento
Ql

o de energia à rede, independentemente das cargas ligadas ou outros geradores, em um tempo-limite


C/)
::J especificado.
~
eu
o.
'-
eu A rede elétrica pode não estar energizada por várias razões. Por exemplo, a atuação de proteções
o..
E
contra faltas e a desconexão devido à manutenção.
Ql
X
lJ.J

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ABNT NBR 16149:2013

/'

Se o sistema possuir a tensão de entrada-ern d.e. safety extra-Iow voltage (SELV) e apresentar potência
acumulada, em um único ponto de conexão à rede de distribuição da distribuidora, abaixo de 1 kW,
então não há necessidade de desconexão mecânica (relé).

5.2 Variações de tensão e frequência

As variações de tensão e de frequência e a desconexão completa do sistema fotovoltaico conectado


a uma rede elétrica, as quais representam um potencial para a formação de um ilhamento de geração
distribuída, são condições anormais de operação que podem surgir nessa rede e requerem uma
resposta do sistema fotovoltaico, de modo a garantir a segurança das equipes de manutenção
da rede e das pessoas em geral, bem como para evitar danos, tanto ao sistema fotovoltaico como
aos equipamentos conectados à rede.

o
(j) 5.2.1 Variação de tensão
(j)

~
o,
E Quando a tensão da rede sai da faixa d~ operação especifiçada f}a Tabela 2, o sistema fotovoltaico
deve parar de fornecer energia à rede. Isto se aplica a-qualquer slsterna, seja ele mono ou polifásico.

Todas as menções a respeito da tensão do sistema referem-se à tensão nominal da rede local.

o sistema fotovoltaico,deveperceber,".l'J~âcondição anormal qe tensão e atuar (cessar o fornecimento


à rede). As seguintes condições devem ser cumpridas, com tensões eficazes medidas no ponto comum
de conexão.

Tabela 2 - Rê~posta às condições anormais de tensão


,---------------~----~--~
Tensão no ponto comum de cone*~o (% ém relação àVnomi~fd) T~mpo máximo de desligamentoa
V < 80 % 0,4 S
~------------------------~
ro
"O
80 % ~ V ~ I 110 % Regime normal de operação
::í
110 % < V 0,2 s
~
o
"O a O tempo máximo de desli~arflento r,efere-seao tempo entre o evento anormal de tensão e a atuação do sistema
ro
15 fotovoltaico (cessar o forneitimento de energia para a rede). O sistema fotovoltaico deve permanecer conectado
o,
x à rede, a fim de monitorar os parámétros da rede e permitir a "reconexão" do sistema quando as condições normais
w
(I) forem restabelecidas.
~
o
"O
ro
o propósito de um tempo de atraso permitido é garantir que distúrbios de-curta duração não façam
t:: com que o sistema cesse o fornecimento de energia para a rede, evitando desconexões excessivas
o
o,
E e desnecessárias. A unidade não pode deixar de fornecer energia à rede se a tensão voltar para
a faixa de operação contínua dentro do tempo de desligamento especificado.

NOTA Recomenda-se que a queda de tensão entre os terminais do inversor e o ponto comum de conexão
seja levada em consideração.

5.2.2 Variação de frequência

§; Quando a trequência da rede assumir valores abaixo de 57,5 Hz, o sistema fotovoltaico deve cessar
'êij
:::J de fornecer energia
I
à rede elétrica em até 0,2 s. O sistema somente deve voltar a fornecer energia
TI
x
(I)
à rede quando a frequência retornar para 59,9 Hz, respeitando o tempo de reconexão descrito em 5.4.
o
(j)
:::J Quando a frequência da rede ultrapassar 60,5 Hz e permanecer abaixo de 62 Hz, o sistema fotovoltaico
~
ro
c, deve reduzir a potência ativa injetada na rede segundo a equação:
ro
Ci
E ~p = [frede - (fNOMINAL + 0,5)] x R
(I)
x
W

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,,
onde .~

L\P é a variação da potência ativa injetada, expressa em porcentagem, em relação à potência ativa
injetada no momento em que a frequência excede 60,5 Hz (PM);

'rede é a frequência da rede;

'nominal é a frequência nominal da rede;

R é a taxa de redução desejada da potência ativa injetada, expressa em porcentagem por Hertz, ajustada
em - 40 %/Hz. A resolução da medição de frequência deve ser $ 0,01 Hz.

Se, após iniciado o processo de redução da potência ativa, a frequência da rede reduzir, o sistema fotovoltaico
deve manter o menor valor de potência/ativa atingido (PM - t.PMáximo) durante o aumento da frequência.
o
!IJ O sistema fotovoltaico só deve aumentara potência ativa injetada quando a frequência da rede retornar para
!IJ

~ a faixa 60 Hz ± 0,05 Hz, por no mínimo 300 s. O gradiente de elevação da potência ativa injetada na rede deve
o,
E ser de até 20 % de PM por minuto.·" .

Quando a frequência da rede ultrapassar 62 Hz, o sistemafotovoltaico deve cessar de fornecer


energia à rede elétrica em até 0,2 s. O sistema somente deve voltar a fornecer energia à rede quando
a frequência retornar para 60,1 Hz, respeitando o tempo de reconexão descrito em 5.4. O gradiente
de elevação da potência ativa injetadana rede deve ser de até 20 % de PM por minuto.

A Figura 3 ilustra a curva de operação do sistema fotovoltaico em função da frequência da rede


para a desconexão por sobre/subfreqpência,

P/PM
[%]

(Il
-o
:J 100
~
o
-o
(Il

15o,
x
W
Q)

~
o
-o
(Il 40 -
1::
o
o,
E
ro
.~

O
Q)
E
o ~~~----~------~----------------------------~-----'F
57,5 60,1 60,5
Hz
62
o
(f)
Q)
~ Figura 3 - Curva de operação do sistema fotovoltaico em função da frequência
ai
da rede para a desconexão por variação de frequência
o
>
·üi
~ 5.3 Proteção contra ilhamento
U
x
Q)

o
!IJ
~ O sistema fotovoltaico deve cessar de fornecer energia à rede em até 2 s após a perda da rede
~ (ilhamento). .
(Il
o,
ro
Ci. NOTA Os procedimentos de ensaio de anti-ilhamento são objetos da ABNT NBR IEC 62116.
E
Q)
x
W

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\,

5.4 Reconexão

Depois de uma "desconexão" devido a uma condição anormal da rede, o sistema fotovoltaico não pode
retomar o fornecimento de energia à rede elétrica (reconexão) por um período de 20 s a 300 s após
a retomada das condições normais de tensão e frequência da rede. "

NOTA O tempo de atraso na reconexão depende das condições locais da rede.

5.5 Aterramento
O equipamento de interface com a rede deve estar aterrado em conformidade com a IEC 60364-7-712.

5.6 Proteção contra curto-circuito


o
(/)
O sistema fotovoltaico deve ter proteções contra curto-circuito na interface de conexão com a rede,
(/)

~ em conformidade com a IEC 60364-7-712.


Q.

E
5.7 Isolação e seccionamento
... . ....

Um método de isolação e seccionamento do equipamento de interface com a rede deve ser


disponibilizado em conformidade com a IEC 60364-7-712.

5.8 Religamentg'Yautomático<Ía rede

O sistema fotovoltaico deve ser capaz de suportar religamento automático fora de fase na pior condição
possível (em oposição de fase). r

6 Controle externo
ro O sistema fotovoltaico deve estar preparado para receber sinais de controle por telecomando.
"O
::í
Estes sinais devem permitir:
~
o
"O
ro a) o controle de potência ativaereativa gerada pelo sistema fotovoltaico;
15
Q.
X
W b) a desconexão do sistema fotovoltaico da rede.
Q)
ro
o
"O
Na ausência de um protocolo definido para os comandos de controle externos, os fabricantes
ro têm liberdade para escolhê-Io.
t::
o
Q.

E Após a definição de um protocolo de comunicação padrão através de resolução normativa,


ro os sistemas fotovoltaicos instalados após o prazo estabelecido em resolução normativa devem atender
Ti
(j; aos requisitos estabelecidos.
E
o
o"
(5 6.1 Limitação de potência ativa
(f)
Q)
::l O sistema fotovoltaico com potência nominal superior a 6 kW deve ser capaz de limitar a potência ativa

, injetada na rede por meio de telecomandos.
o
>
"Uj
::l Os valores de ajuste enviados por telecomando são expressos em porcentagem da potência nominal
TI
x
Q) do sistema, em passos de amplitude máxima de 10 %. Se o sistema estiver com um nível de potência
o
(/) ativa inferior ao requerido, então não pode reduzir ainda mais sua potência ativa de saída.
::l
~
ro
Q. A potência ativa limitada pelo comando externo deve ser atingida no máximo dentro de 1 min após
ro
a. o recebimento do sinal, com tolerância de ± 2,5 % da potência nominal do sistema, respeitando
E as limitações da potência de entrada do sistema fotovoltaico.
Q)
x
w
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-
6.2 Comando de potência reativa c/'/

o sistema fotovoltaico com potência nominal superior a 6 kW deve ser capaz de regular a potência
reativa injetada/demandada por meio de telecomandos, dentro dos limites estabelecidos na Seção 4.7.

A potência reativa exigida pelo telecomando deve ser atingida no máximo dentro de 10 s após
o recebimento do sinal, com tolerância de ± 2,5 % da potência nominal do sistema.

6.3 Desconexão/reconexão do sistema fotovoltaico da rede

o sistema fotovoltaico deve ser capaz de desconectar-se/reconectar-se da rede elétrica por meio
de telecomandos.

A desconexão/reconexão deve ser realizada em no máximo 1 min após o recebimento do telecomando.


o
(f)
(f)

~ NOTA Com relação ao inversor, devido à sua natureza de interliqação, somente pode ser desconectado
o-
E por completo da rede elétrica em casos de serviço ou manutenção por meio da abertura de um dispositivo
de seccionamento adequado. Durante o restante do tempo, injetando ou não energia na rede, os circuitos
de controle do inversor devem continuar conectados à rede para monitorar as suas condições. Desta forma,
quando se utilizar a frase "cessar o fornecimento à rede" aoIonqo desta Norma, deve-se ter em mente
que o inversor não fica totalmente desconectado da rede, apenas deixa de fornecer energia, por exemplo,
durante um desligamento devido à sobretensão.

7 Requisitos de suportabilidade a subtensões decorrentes de faltas na rede


(fault ride through - FR7)
Para evitar a desconexão indevida dà-{ede em casos de afundamento de tensão, o sistema fotovoltaico
com potência nominal maior ou igual a 6 kW deve continuar satlsfazendo os requisitos representados
graficamente na Figura 4.
C'O
'B
....J
Tensão
~ [p.u.]
o
"'O
C'O
t 110 %
o
o- Operação
>< normal
w 100 %
Q)

~ O sistema fotovoltaico
o
'O
- não pode se desconectar
-ê 80%
o
o-
E O sistema fotovoltaico
C'O • pode se desconectar
"e
Q)
E
o
o 40%
o
(f)
Q)
::J

o
>
'êij
::J
U
x
Q)

o
(f)
o 200 300 Tempo
::J [ms]
C'O
roo-
•...
C'O Figura 4 - Figura 4 - Requisitos de suportabilidade a subtensões decorrentes de faltas
ã.
E na rede (fault ride through - FR7)
Q)
><
w
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- /"
Na área quadriculada, o sistema totovoltaico não pode se desconectar da rede, porem é permitido
cessar o fornecimento de energia. ,/

Se a tensão retornar para a faixa de operação normal (- 20 % a + 10 % da tensão nominal), o


sistema fotovoltaico deve retornar a injetar a potência ativa e reativa de antes da falta, com tolerância
de ± 10 % da potência nominal do sistema fotovoltaico, dentro de 200 ms.

Se a tensão for restaurada, mas permanecer na faixa entre 80 % e 90% da tensão nominal, é permitida
uma redução da potência injetada com base na corrente máxima do inversor.

ocn
cn
~
Q.

ro
"O
::J
~
o
"O
ro
15
Q.
x
W
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o
Q.

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E
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- ..Bibfiografia
'":~~/

[1] ABNT NBR IEC 62116, Procedimento de ensaio de anti-lIhamento para inversores de sistemas
fotovoltaicos conectados à rede elétrica

[2] IEC 60038, IEC standard voltages

ç;)
~ [3] IEC 60364-5-55, Electrícal installations of buíldings - Part 5-55: Selection and erection of electrical
o
~ equipment - Gther equipment
co
o
N
.,....
o [4] IEC 61727, Photovoltaic (PV) systems - Characteristics of the utility interface
fi
C/)
C/)

~
o,
[5] IECrTS 61836, Solar photovoltaic energy systems - Terms, definitions and symbols
E
so
r-,
(")

so [6] CIGRE 123:1992, Equipment prodüCing harmonics and conditíons governing their connectíon
~ to the main power supply .
"""
o
:52
"O
Q)
o, [7] ANEEL, PRODIST - Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico
co Nacional
LI(
~
o
o [8] CEI 0-21, Reference technical rules for the connection of actíve and passive users to the LV
o
Õi
(") electrical Utilíties J
io
r-,
~ "
.,....
.,.... [9] VDE-AR-N 4105,Generatorscbnnected to the low-voltage distributíon network - Technical
.,....
requirements for the connection to and parallel operation with low-voltage disttibution networks
ro
"O
::í
ro
'-
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ro
~c,
x
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Q)

~
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