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Biodiversidade Espécies arbóreas indígenas em Portugal Continental

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Biodiversidade

Espécies arbóreas indígenas em Portugal


Continental
A paisagem florestal nacional que conhecemos tem leves resquícios do que já foi. Para trás, muito para trás,
ficou um cenário que hoje apenas visitamos nas ilhas. Depois foram os Quercus, que compuseram o que
agora se designa como floresta autóctone. Mas, pela mão do homem, tudo mudou e hoje o passado convive
com novos visitantes, uns mais desejados que outros, uns mais nefastos que outros. Eis as espécies indígenas
do país.

José Alves
25 de Junho de 2017, 12:44
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Comentários

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1.
AnaBELA SAMPAIO

13.06.2019 20:42

Adorei o conteúdo! Obrigada a toda a equipa pela informação relevante. Gostaria de questionar se
têm o mesmo tipo de informação para as reais espécies autóctones?

Responder

2.
Luís F

Faro 27.06.2017 02:07

Extraordinárias ilustrações, muitos parabéns. Alguém sabe: 1) Se a ilustração é orginal do Público?


Nesse caso espero que seja colocado numa forma mais "permanente" nalgum lugar 2) Trás-os-
montes aparecem como zona mediterrânea. Seguramente algum erro?
Responder

1.
José Alves

28.06.2017 16:24

Antes de mais quero em meu nome e em nome da equipa de infografia, agradecer o interesse
no nosso jornal, e no nosso “Infograma” desta semana em particular. Quanto à questão que
coloca, queria apenas referir que todo o trabalho foi executado segundo o estilo do
PÚBLICO, que teve como fonte os dados e mapas disponibilizados pelo Instituto da
Conservação da Natureza e das Florestas. O mapa relativo à diversidade foi calculado
segundo a mesma fonte. Em qualquer altura pode ser consultado na galeria multimédia da
infografia em http://www.publico.pt/multimedia/infografias Com os melhores cumprimentos

3.
Maria Adriana Almeida

26.06.2017 22:40

Espalhem cartazes e panfletos com esta informação pelas ruas das cidades e das poucas aldeias que
restam em Portugal. As imagens são muito fortes e podem mobilizar a opinião pública. Antigamente
«as árvores morriam de pé».

Responder

4.
José Valdez

Lisbon, Portugal - Lisbon, Portugal 26.06.2017 22:24

Muito importante as técnicas da permacultura como por exemplo os valados nas curvas de nível para
haver infiltração de águas e não água a correr encosta abaixo e perdida, florestas alimentares cujas
arvores tenham frutos ou folhas para comer por exemplo quantas pessoas sabem que as folhas de tília
se podem usar em saladas como alfaces? Etc, etc.

Responder

5.
Domingos Xarepe
Estremoz - Estremoz 26.06.2017 22:21

Muito importante esta informação de um Portugal que foi,em termos florestais,devido á sua
diversidade um país europeu diferente e rico na sua paisagem geográfica. :::::::::::::::::: Temos que
voltar ao natural e os pinheiros e eucaliptos não têm futuro, a não ser os incêndios e os negócios que
advêm do mesmos..

Responder

6.
ahok

26.06.2017 14:20

Procurem na internet o artigo "As árvores falam umas com as outras" de Suzanne Simard. O mundo
da floresta que a esmagadora maioria das pessoas desconhece e a resposta está no subsolo. "Uma
floresta é muito mais do que vocês vêem", diz a ecologista. O cultivo intensivo e excessivamente
denso de monoculturas de árvores facilmente inflamáveis em climas mediterrânicos é uma aberração
com uma justificação: a ganância.

Responder

7.
ahok

26.06.2017 14:19

Procurem na internet o artigo "As árvores falam umas com as outras" de Suzanne Simard. O mundo
da floresta que a esmagadora maioria das pessoas desconhece e a resposta está no subsolo. "Uma
floresta é muito mais do que vocês vêem", diz a ecologista. O cultivo intensivo e excessivamente
denso de monoculturas de árvores facilmente inflamáveis em climas mediterrânicos é uma aberração
com uma justificação: a ganância.

Responder

8.
ahok

26.06.2017 14:18

Procurem na internet o artigo "As árvores falam umas com as outras" de Suzanne Simard. O mundo
da floresta que a esmagadora maioria das pessoas desconhece e a resposta está no subsolo. "Uma
floresta é muito mais do que vocês vêem", diz a ecologista. O cultivo intensivo e excessivamente
denso de monoculturas de árvores facilmente inflamáveis em climas mediterrânicos é uma aberração
com uma justificação: a ganância.

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