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Com “CORAGEM PARA MUDAR” o PS Braga

UM PS FORTE PARA VENCER O DESAFIO AUTÁRQUICO


- moção global de estratégia

No próximo dia 1 de Fevereiro decorrerão as eleições para a Comissão Política Concelhia de


Braga do PS.

Neste sufrágio, será eleita a comissão política concelhia do PS que irá coordenar o processo
das eleições autárquicas de 2021 na nossa cidade. Defendemos que o PS tem de apresentar
um candidato forte à Câmara Municipal, com notoriedade, inovador, comprometido com
propostas meritórias e ousadas para a vida na cidade e no concelho de Braga, e por isso
capaz de potenciar a abertura de um novo ciclo vitorioso na história dos socialistas
bracarenses.

Nas próximas eleições autárquicas, o PS Braga tem que demonstrar que está decididamente
voltado para o futuro e não mais prisioneiro das suas responsabilidades na gestão camarária
do passado, processo que já foi analisado e julgado eleitores, atendendo às boas e às menos
conseguidas realizações do nosso partido.

Nas próximas eleições autárquicas, o PS Braga tudo deve fazer para aumentar a liberdade e
aprofundar a Democracia local.

Defendemos a necessidade de o PS apresentar uma alternativa política forte, que se bata


para ganhar a Câmara da cidade, condição necessária para enfrentar e resolver os vários
problemas e estrangulamentos do concelho nos mais diversos sectores (mobilidade, cultura,
ambiente, social, económico e outros) que tanto preocupam os cidadãos Bracarenses e que
vão sendo adiados pelo atual executivo!

Se o PS não tiver, reconhecidamente, entre os seus militantes uma figura com estas
características, ou potencialidades, deverá procurar na sociedade um candidato que se
enquadre nos objetivos do PS para a Câmara de Braga.

Essa atitude de abertura enquadra-se no envolvimento que o PS sempre teve com a


sociedade, mas que hoje precisa de intensificar: atente-se que no concelho de Braga, com os
atuais dirigentes, o PS tem vindo a perder, sucessivamente, importância, credibilidade e
influência política nas eleições municipais.

Os bracarenses não aceitam, não merecem, ver adiada a possibilidade de terem um PS forte
nas autarquias locais e na Câmara Municipal!

Os bracarenses não aceitam mais um PS inanimado “amarrado à botija de oxigénio” e uma


câmara que não dá respostas aos seus anseios e problemas!

Temos de ganhar CORAGEM PARA MUDAR!

Perdeu-se tempo! Perdeu-se mais um ano para o trabalho necessário para


aproximar o Partido Socialista dos bracarenses!

Perdeu-se mais um ano para a necessária credibilização do PS Braga! Perderam-se


oportunidades para abrir o partido à sociedade, para atrair os melhores da nossa
área política – militantes ou simpatizantes – visando a construção de um movimento
transparente e plural de cidadania, cimentador de uma verdadeira alternativa ao
poder hoje instituído no nosso concelho.
O Partido Socialista de Braga deve continuar a assumir o melhor da sua ação à frente
dos destinos do município bracarense, no decurso de um longo período após a
Revolução de Abril. O Partido Socialista não pode ignorar, todavia, que nos últimos
atos eleitorais o progressivamente menor acolhimento das suas propostas, junto
dos eleitores bracarenses, denotou a rejeição de políticas e medidas governativas
tomadas pela gestão socialista do município, bem como algum cansaço face alguns
dos seus reincidentes protagonistas.

E justamente porque o Partido Socialista de Braga precisa de evidenciar propósitos de


abertura e renovação, a presente moção segue subscrita por um conjunto
diversificado de militantes, em termos profissionais e etários. A par de conhecidos e
empenhados militantes, outros mais recentes atestam e corporizam, com a sua
subscrição, a nossa vontade de renovação.

Não podemos continuar a desperdiçar as oportunidades para, com clarividência,


realçarmos junto dos bracarenses a necessidade de ajustadas opções políticas na
gestão local, potenciadoras de um crescimento e engrandecimento do nosso
município. Este vem sendo gerido por uma coligação que não trouxe novas ideias,
que não faz, que nada de novo acrescenta, e que todos os dias procura apropriar-se,
sem pudor, das melhores marcas e obras que o Partido Socialista deixou aos
bracarenses.

São muitos, relembramos, os problemas que submergem a cidade e aos quais o atual
executivo camarário não sabe dar resposta.

A mobilidade automóvel dos bracarenses transformou-se num quase inferno.

O mau funcionamento – burocratizado – dos serviços da autarquia não propicia uma


resposta célere aos munícipes. No setor das obras e planeamento, fulcral na
governação municipal, a ineficiência na análise de projetos (ou na sua conceção,
quando competência dos serviços camarários) consome demasiados recursos e
energias aos munícipes.

A Educação, uma área central na governação de qualquer comunidade, não beneficia


das melhores condições para o seu funcionamento, devido a escassos recursos
humanos e ao insuficiente cuidado para com o parque escolar sob tutela municipal.

A atual gestão do município, afrontando a legítima expectativa dos bracarenses, tem


falhado na sua obrigação de salvaguardar relevante património municipal edificado,
propondo com ligeireza a sua alienação ou reconfiguração, apoiada em dados
financeiros que não se mostram claramente credibilizados! Subsiste, no entanto, uma
muito relevante questão. As elevadas responsabilidades financeiras que o estádio do
Braga impõe, ainda por muitos anos, aos cofres municipais deve merecer uma
ajustada reflexão do nosso partido. Atentos ao alargado afeto que o clube congrega
entre muitos eleitores, transversalmente em termos etários, e atentos aos serviços
que o clube também presta à comunidade em termos desportivos, designadamente
aos mais jovens, entendemos, todavia, que o PS deve mostrar-se aberto para o acerto
de deliberações que visem aliviar o custo desta despesa regular. Esta é uma das
magnas questões colocadas à gestão camarária, cuja solução, justificadamente, pode
ser colocada à apreciação de todos os eleitores bracarenses, sob a forma referendária.

O ambiente, questão maior da atualidade, tem merecido uma acrescida atenção dos
poderes públicos nos países desenvolvidos, designadamente na Europa. Em Braga, o
Partido Socialista deve comprometer-se com políticas amigas do ambiente. A
planificação urbana, particularmente na vertente construtiva e na rede viária bem
como na planificação de zonas ribeirinhas junto ao rio Cávado, deve assegurar maior
qualidade de vida aos bracarenses.

Para lá de novas soluções viárias que sirvam para minorar os congestionamentos de


trânsito que afogam crescentemente a cidade, devem, sobretudo, ser privilegiadas
soluções que, progressiva e crescentemente, favoreçam ou permitam a opção dos
bracarenses pelo transporte público (forçosamente com qualidade e mais regular, o
que hoje não se verifica) ou pela utilização dos designados meios de transporte
suave, como sejam a bicicleta e outros. A cidade de Braga aparece com alguma
frequência referenciada como apresentando elevados índices de poluição
atmosférica. É preciso iniciar a mudança. E são vários os casos conhecidos de cidades
onde a oferta de novos meios ou vias de transporte amigos do ambiente serviu para
conquistar um crescente número de utilizadores.

Queremos mudar o estado das coisas. Queremos unir os militantes e simpatizantes


em torno de um desígnio comum: o de consolidar o Partido Socialista como a força
hegemónica em Braga e protagonista dos grandes projetos estruturais do concelho.
Queremos transpor esse desígnio para os bracarenses, uni-los num sentimento
comum de apego e admiração pelo Partido Socialista. Queremos fazê-lo com todos,
deixar de parte os sectarismos e elevar a pluralidade, sinónimo de riqueza de ideias e
de um PS vivo.

O PRIMADO DO PENSAR E AGIR DEMOCRÁTICOS

São três, reiteramos, os princípios fundamentais que corporizam o compromisso


eleitoral da candidatura “CORAGEM PARA MUDAR” para o PS/Braga.

O primeiro consiste em reforçar a democracia interna do Partido, condição


necessária para uma maior e melhor comunicação da sua mensagem, tornando-o um
espaço de intervenção e participação de todos os militantes e simpatizantes.
Acreditamos que só com o envolvimento ativo destes será possível construir um
partido forte, grande, renovado e aberto à sociedade!

O Partido Socialista deve posicionar-se como uma instituição indispensável, e


insubstituível, na participação e definição de políticas para o concelho, para o país e
para a Europa. Para tal, o Partido tem de assumir-se como um centro de discussão e
maturação de novas ideias e soluções para os desafios que se colocam em cada
momento à sociedade. Essas novas ideias tenderão a exigir novas políticas, que o
partido terá de saber incorporar na sua ação quotidiana.

Para uma maior integração e participação dos militantes e simpatizantes do PS,


defendemos a criação de centros de intervenção temáticos permanentes, que se
constituam como um think tank mobilizador, que poderá constituir-se na base das
linhas gerais de orientação política e das iniciativas locais a serem levadas a cabo
pelo partido. Não pode ser ignorado também o relevante papel que as novas
tecnologias podem aportar nestas reflexões, atendendo à democratização da
participação dos cidadãos e eleitores interessados que as mesmas potenciam.

O segundo princípio tem por base a afirmação do partido como instituição


autónoma em relação aos diferentes órgãos da administração pública. O Partido
Socialista é um partido charneira que não se esgota na ação autárquica e local, deve
assumir uma dimensão mais abrangente, regional, nacional e europeia, o que exige
a participação de todos e a discussão contínua. Defendemos que o Partido Socialista,
na sua reflexão e ação, não se pode acantonar ou esgotar nas responsabilidades
governativas, não deve desligar-se do que sentem e vivem os portugueses, e em
particular – o que mais nos preocupa – os bracarenses.

O Partido deve ter um papel determinante na ação autárquica, na AM e nas


freguesias. É decisivo articular mais e melhor a ação dos seus eleitos com a definição
de políticas internas. Queremos um PS com representantes ativos e interventivos
nas AM, AF e Câmara. E por isso mesmo, proporcionaremos aos nossos
representantes nos vários órgãos autárquicos as condições necessárias para que
exerçam o seu trabalho com a finalidade de serem permanentemente os portadores
das justas ambições dos cidadãos e das instituições mais representativas da
comunidade.

A secção de Braga do PS deve empenhar-se por fazer uma maior ligação aos jovens
nas escolas e debater com eles os princípios e valores do PS.

O terceiro princípio assenta no nosso propósito de promover o envolvimento dos


bracarenses, que se reveem nos ideais do socialismo democrático e da social-
democracia, na intervenção com o PS (envolvimento que não existe atualmente).

Urge organizar a base de apoio popular do PS através da recolha de indicadores


reveladores da realidade atual do concelho, resultante do diálogo e ação
participativa permanentes junto dos vários organismos, instituições e associações
da sociedade bracarense, tendo como base de suporte os camaradas que integram
os seus órgãos sociais.

Queremos que o Partido volte a liderar o processo de construção de uma cidade na


qual as mulheres e os homens usufruam mais do seu território, nos planos cultural,
económico, ambiental e de lazer, num quadro de solidariedade social.
Tal só poderá ser feito com os bracarenses, ao lado dos bracarenses e para os
bracarenses. Alcançaremos esse desígnio integrando todos, dos mais aos menos
jovens, no esforço de construção de um PS atrativo aberto e interventivo. Por isso,

Com CORAGEM PARA MUDAR


VAMOS CREDIBILIZAR O PS BRAGA
COM TODOS, JUNTOS,
POR UM PS FORTE E ABERTO À SOCIEDADE!