LEI N o 15.802, DE 11 DE SETEMBRO DE 2006.

Institui o Código Estadual de Proteção contra Incêndio, Explosão, Pânico e Desastres e dá outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS, nos termos do art. 10 da Constituição Estadual, decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1o Esta Lei institui, de conformidade com as atribuições do art. 144, § 5o, da Constituição Federal e do art. 125 da Constituição do Estado de Goiás, o Código Estadual de Proteção contra Incêndio, Explosão, Pânico e Desastres, estabelece normas de segurança contra incêndio, pânico e desastres, de observância obrigatória no território goiano, e dispõe sobre: I a definição de procedimentos técnicos, administrativos e

operacionais, para a realização de inspeções, bem como para a análise e aprovação de projetos de Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio, Explosão e Pânico em edificações e áreas de risco; II o planejamento e a execução de ações em situações de ameaça,

risco e dano e o desenvolvimento de atividades preventivas, preparatórias e de resposta a eventos adversos; III a fixação de exigências técnicas e administrativas para proteção

da vida, do patrimônio e meio ambiente; IV a adoção de caráter dinâmico na aplicação de normas e dos

procedimentos de segurança contra incêndio, pânico e desastres.

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Art. 2o Integram o Sistema de Segurança das Edificações e Áreas de Risco as instalações preventivas, as Normas Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (NTCBMGO), previstas no art. 4o desta Lei e os serviços de prevenção e combate a incêndio e desastres. Art. 3o Para efeito de inspeção, análise e aprovação de projetos das instalações preventivas de proteção contra incêndio, explosão, pânico e desastres, são consideradas edificações aquelas descritas na Tabela 1 do Anexo Único desta Lei, bem como a obra ou construção e os locais que por uso, ocupação, altura ou carga de incêndio podem gerar riscos ou danos às pessoas, ao patrimônio ou ao meio ambiente.

CAPÍTULO II DA COMPETÊNCIA

Seção I Da Proteção Contra Incêndio e Pânico Art. 4o Compete ao Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar aprovar as Normas Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (NTCBMGO), elaboradas conforme previsto nesta Lei, competindo aos órgãos próprios da corporação a inspeção, análise e aprovação de projetos de Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio, Explosão e Pânico nas edificações, e inspecionar estas quanto à execução dos projetos aprovados, bem como coordenar e executar as ações de defesa civil no âmbito do Estado, podendo o Comandante-Geral da Corporação expedir normas contendo:

I

a classificação das edificações, quanto à ocupação, carga de

incêndio, altura e área construída;

3

II

as exigências relacionadas a inspeções, análise e aprovação de

projetos das Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio, Explosão e Pânico nas edificações e áreas de risco; III IV as medidas de segurança contra incêndio, pânico e desastre; a obrigatoriedade do cumprimento das exigências estabelecidas

nesta Lei e nas NTCBMGO por parte das pessoas físicas e jurídicas responsáveis, a qualquer título, pelas edificações e sua administração. § 1o Nos casos de omissão desta Lei e das Normas Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (NTCBMGO), o Corpo de Bombeiros Militar - CBM -, ouvido o órgão técnico interno, poderá recorrer, para supri-la, a outras normas técnicas contra incêndio, pânico e desastres, relativas a edificações ou áreas de risco. § 2o Cabe ao órgão próprio do CBMGO, nas situações de desastres, de emergência e estado de calamidade pública, acionar os órgãos integrantes do Sistema Nacional de Defesa Civil, no intuito de prestar socorro às comunidades afetadas e restabelecer a normalidade. § 3o Cabem a cada Município, conforme legislação federal pertinente, o socorro imediato às vitimas e as demais ações de defesa civil, quando da ocorrência dos casos previstos no § 2o. § 4o Além das atribuições mencionadas no § 3º deste artigo, cabe a cada Município comunicar, imediatamente, ao órgão estadual de defesa civil a ocorrência de eventos adversos em sua região ou, se for o caso, acioná-lo em situações que superem a sua capacidade de resposta e de retorno à normalidade da região.

VI VII pela administração de condomínios residenciais ou comerciais. constituem exigências a ser cumpridas pelos prestadores de serviço e pelas pessoas físicas e jurídicas responsáveis. Considerar-se-á. pânico e desastres. 5o Esta Lei. V pelo uso ou pela ocupação das edificações. colocação ou manutenção das Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio. Parágrafo único. para todos os efeitos. construção. o termo vistoria como inspeção e vistoriador aquele que a realiza. Explosão e Pânico nas edificações. Explosão e Pânico nas edificações. ampliação.4 CAPÍTULO III DA APLICAÇÃO Art. as NTCBMGO e outras normas de segurança contra incêndio. CAPÍTULO IV DOS SISTEMAS DE PREVENÇÃO E RESPOSTA A DESASTRES E DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO . pela reforma. a qualquer título: I pela elaboração e execução dos projetos das Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio. aplicadas no âmbito do Estado pelo CBMGO. II III IV pelas edificações construídas ou em construção. pela administração das edificações. pelas ações de defesa civil em âmbito municipal e estadual.

os Planos Diretores. a importância do estudo e da pesquisa estabelecer critérios relacionados a estudos de avaliação de sobre eventos adversos que afetam suas comunidades ou regiões. respeitada a área de atuação de cada Unidade Bombeiro Militar. na coordenação e gestão das atividades de defesa civil em todo território estadual. ações preventivas e preparativas para emergências e desastres. de Contingência e os Plurianuais. preparação e socorro imediato às vítimas de desastres e à preservação do patrimônio e do meio ambiente. Art. nos Municípios. VII difundir. relacionados às ações de Defesa Civil. 6o O Sistema de Prevenção e Resposta a Desastres (SISPRED) será coordenado e gerenciado pelos órgãos que compõem a estrutura de execução do CBMGO. 7o É função do órgão de coordenação e gerenciamento de prevenção e resposta a desastres: I fomentar. IV auxiliar os órgãos de comando e direção de defesa civil do CBMGO. a necessidade destes se integrarem ao Sistema Nacional de Defesa Civil. em âmbito estadual. em todos os Municípios.5 Seção I Do Sistema de Prevenção e Resposta a Desastres Art. na esfera de suas atribuições. II desenvolver. VI risco. no intuito de minorar ou evitar a ocupação desordenada de áreas de risco. III elaborar. nas situações de prevenção. V desenvolver ações em conjunto com os Municípios. . principalmente aquelas relacionadas ao socorro imediato de comunidades afetadas por eventos adversos.

na esfera de suas atribuições. por meio de projetos de desenvolvimento científico e tecnológico. os serviços de segurança contra incêndio e pânico realizados pelos órgãos de execução do CBMGO. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás CBMGO -. nas situações de emergência ou estado de calamidade pública. 8o O Sistema de Segurança contra Incêndio e Pânico (SISCIP) será acionado pelos órgãos que compõem a estrutura de execução do CBMGO. Seção II Do Sistema de Segurança contra Incêndio e Pânico Art. em função da prevenção. pela regulação e execução das atividades inerentes ao sistema de segurança contra incêndio e pânico. III orientar. IX gerenciar ações de defesa civil. preparação e resposta aos desastres. inspeção e análise de projetos das Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio. é responsável pelo gerenciamento. II propor ao Conselho Técnico Normativo (CTN) a instituição e praticar os atos de gestão do Sistema de Segurança Contra alteração das NTCBMGO. com a finalidade de desenvolver as atividades de prevenção. 9o É função do órgão de gerenciamento e regulação contra incêndio e pânico: I Incêndio e Pânico.6 VIII implementar parcerias com organismos públicos e privados. nos casos de consultas ou recursos. bem como de inspeção destas. . Explosão e Pânico nas edificações. Parágrafo único. por intermédio de seus órgãos próprios. ainda em construção ou já concluídas. Art.

alarme de incêndio. Constituem também exigências para análise. 10. compartimentação vertical. conforme descrição no Anexo Único desta Lei. EXPLOSÃO E PÂNICO Art. principalmente daquelas decorrentes do surgimento de novas tecnologias. II III equipamentos. central de GLP. controle de materiais de acabamento. acondicionamento adequado das instalações e dos acesso para viatura. controle de fumaça. bem como para ocupação. CAPÍTULO V DAS INSTALAÇÕES PREVENTIVAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO.7 IV realizar análise. aprovação e execução dos projetos. . pesquisa e perícia das causas de ocorrência de incêndio e pânico. funcionamento ou uso das edificações. equipamentos e pessoal de socorro nas X dispositivo de detecção de incêndio. a previsão e/ou existência de: I edificações. compartimentação horizontal. IV V VI VII VIII IX brigada de incêndio.

XXVII . dispositivo e sistema de proteção contra descargas atmosféricas e eletricidade estática. XXV XXVI sistema de resfriamento ou de supressão automática. mangotinhos. elevador de emergência. saídas de emergência. controle de risco de incêndio. hidrantes.8 XI XII XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI XXII XXIII XXIV dispositivo de ancoragem de cabo (DAC). sistemas preventivos contra explosões. segurança estrutural contra incêndio e pânico. extintores. plano de intervenção de incêndio. sistema fixo de gases limpos e Dióxido de Carbono (CO2). iluminação de emergência. separação entre edificações. sistema de espuma. sinalização de emergência.

11. Os Projetos de Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio. 5C. 5F. 5J. 5H. com as NTCBMGO e com as de segurança contra incêndio e pânico aplicadas pelo CBMGO. os seus responsáveis. . reformadas. 5M. e em outras normas de segurança contra incêndio e pânico aplicadas no âmbito do Estado pelo CBMGO.4.1. do Anexo Único desta Lei.1. 5B. CAPÍTULO VI DOS PROJETOS DAS INSTALAÇÕES PREVENTIVAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO. § 1o Na elaboração dos Projetos de edificações novas. 5I. EXPLOSÃO E PÂNICO Art.2. projetos atualizados de acordo com esta Lei. 5F.4. As instalações previstas nos incisos do caput deste artigo deverão atender às Normas Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (NTCBMGO). 5F. explosão e pânico. 5D.9 Parágrafo único. nas NTCBMGO. 5E.2. § 3o Qualquer obra ou construção só poderá ser iniciada após aprovação pelo CBMGO dos projetos das instalações preventivas de proteção contra incêndio. 5G. 5H.2 . 5F. 5I. 5M.1.3. ampliadas.3. Explosão e Pânico nas edificações deverão ser elaborados e executados de acordo com as normas definidas nesta Lei.2. 5A.1. 5L. a qualquer título. modificadas ou com mudança de ocupação devem-se cumprir as exigências assinaladas com x nas tabelas 4. 5G. 5J. 5M.1. 5H.3. 5M. usadas. deverão apresentar ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado. em conseqüência dessas alterações.2. § 2o Antes de ocorrer qualquer modificação nas edificações ou em sua ocupação que possam alterar as condições de segurança contra incêndio ou pânico.2.1.

a partir da data de protocolo do requerimento mencionado no caput deste artigo. do patrimônio ou do meio ambiente. a inspeção acontecerá em decorrência de fatores naturais. 13. § 2 o Serão indeferidos os requerimentos para análise dos projetos quando nestes ou na documentação apresentada ao CBMGO for constatado o descumprimento das exigências previstas nesta Lei. a partir da data de protocolo do requerimento mencionado no caput deste artigo. O requerimento para análise dos projetos das instalações preventivas de proteção contra incêndio. § 2o Nas áreas de risco. A inspeção nas edificações ocorrerá a pedido do interessado em requerimento ou de ofício quando o CBMGO julgá-la necessária para garantir a incolumidade das pessoas. prorrogável por mais 10 (dez) dias. humanos ou mistos. prorrogável por mais 30 (trinta) dias. § 1o O Corpo de Bombeiros Militar tem o prazo de 10 (dez) dias para realizar inspeção nas edificações. CAPÍTULO VII DA INSPEÇÃO NAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO Art. 12.10 Art. explosão e pânico das edificações deverá ser acompanhado dos documentos exigidos pelas NTCBMGO. nas NTCBMGO e em outras normas de segurança contra incêndio e pânico aplicadas no âmbito do Estado pelo CBMGO. . § 1o O Corpo de Bombeiros Militar tem o prazo de 30 (trinta) dias para análise dos projetos.

§ 1o Verificado. a qualquer título. viabilidade e exeqüibilidade. 15. execução. a partir do cumprimento das exigências estabelecidas na inspeção mencionada no caput deste artigo.11 Art. se constatada qualquer irregularidade no projeto terá validade por até 1 (um) ano. será ele cassado pelo CBMGO. que causem riscos à incolumidade de pessoas ou danos ao patrimônio ou meio ambiente. nas NTCBMGO e em outras normas de segurança contra incêndio e pânico aplicadas pelo CBMGO. o CBMGO emitirá o Certificado de Conformidade (CERCON) à pessoa física ou jurídica responsável. A edificação só poderá ser liberada para fins de ocupação ou funcionamento após inspeção e emissão do Certificado de Conformidade (CERCON) pelo CBMGO. não se responsabilizando este pelo tipo e qualidade de material utilizado. estabelecendo prazo de até trinta dias para que ela seja cumprida e levará em conta os fatores de risco. prorrogável por mais 05 (cinco) dias. . fazendo dele constar o cumprimento das exigências estabelecidas nesta Lei. Art. § 2o O Corpo de Bombeiros Militar tem o prazo de 05 (cinco) dias para emissão do Certificado de Conformidade (CERCON). utilização e manutenção. a contar do dia da primeira ou na edificação. bem como por sua instalação. Na inspeção das edificações. pela edificação ou por sua administração. II após ser emitido. § 3o Descumprida alguma exigência. 14. na inspeção. o qual: I inspeção. o cumprimento das exigências. será elaborado pelo vistoriador o Relatório de Inspeção (RI). o vistoriador descrevê-la-á no RI. que tomará as providências previstas nesta Lei e nas NTCBMGO.

que dará recibo na outra via. o infrator e possibilitar a defesa deste. § 1o Uma via do auto de infração será entregue ao responsável. as infrações cometidas e as sanções administrativas correspondentes. ou em outras normas de segurança contra incêndio e pânico aplicadas pelo CBMGO. 16. Art. § 5o Os prazos para cumprimento das exigências feitas pelos vistoriadores serão contados a partir da data de emissão do RI. o vistoriador certificará a ocorrência na própria via do auto em seu poder. na esfera de suas atribuições. 17. entre outras informações. em até cento e vinte dias. Findos os prazos previstos nos §§ 3o e 4o do art. § 2o As incorreções ou omissões do auto não acarretarão sua nulidade. desde que se comprove a inviabilidade de seu cumprimento no prazo previsto. será lavrado no local onde foi verificado o descumprimento das exigências previstas nesta Lei. o responsável. mediante requerimento da parte interessada. CAPÍTULO VIII DA AUTUAÇÃO Art. Se houver recusa ou impossibilidade em assiná-lo. mencionará no auto. O vistoriador. pelo chefe do SECIP. Parágrafo único. 15. O auto de infração. pela edificação ou por sua administração será autuado. sempre que possível. nas NTCBMGO. quando deste constarem elementos suficientes para determinar a infração.12 § 4o O prazo fixado no parágrafo 3o poderá ser prorrogado. se não cumpridas as exigências estabelecidas no RI. a qualquer título. .

O interessado poderá. § 1o O procedimento administrativo será iniciado mediante portaria do Comandante da área onde se registrou o ilícito. por telegrama ou outro meio que assegure a certeza da ciência. . Em decorrência da abertura do referido procedimento administrativo. assim o recomendarem. a contar da juntada aos autos do comprovante de notificação. o autuado será notificado por ciência no processo. Art. via postal com aviso de recebimento (AR). CAPÍTULO IX DO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO Art. Parágrafo único. caso em que o autuado será notificado via carta registrada com aviso de recebimento (AR). 18. devidamente justificadas. na fase instrutória e antes da tomada de decisão. 19. devendo estar acompanhada do respectivo auto.13 § 3o O auto de infração só será lavrado nas dependências do Corpo de Bombeiros Militar quando as circunstâncias. § 3o Instaurado o procedimento. o autuado será notificado para apresentar sua defesa no prazo de quinze dias. a contar da juntada aos autos do documento que atesta a realização do ato de notificação. juntar documentos e pareceres. bem como aduzir alegações referentes à matéria objeto do procedimento. A competência para instauração do procedimento administrativo é do Comandante da área onde se registrou a infração. requerer diligências e perícias. § 2o O Comandante da área que determinar a instauração do procedimento administrativo será a autoridade competente para sua homologação. para apresentar suas razões de defesa no prazo de quinze dias.

Art. os prazos não se suspendem. o autuado tem os seguintes direitos: I ser tratado com urbanidade e respeito pelas autoridades e servidores. § 1o Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil seguinte. sendo obrigatória. Sem prejuízo de outros que lhe sejam assegurados. 20. 21. tem-se como termo o último dia do mês. § 2o Os prazos expressos em dias contam-se de modo contínuo. II ter ciência da tramitação do procedimento e vista do mesmo. § 4o Salvo motivo de força maior devidamente comprovado. os quais serão objeto de consideração pela autoridade julgadora. pessoalmente ou por procurador legitimamente constituído. excluindo-se da contagem o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. facultativamente. se o vencimento cair em dia em que não houver expediente na repartição ou este for encerrado antes da hora normal. por advogado legitimamente . IV constituído. obter cópias de documentos nele contidos e conhecer das decisões proferidas. fazer-se assistir. nesta hipótese. Se no mês do vencimento não houver o dia equivalente àquele do início do prazo. § 3o Os prazos fixados em meses ou anos contam-se de data a data. Os prazos começam a correr a partir da data da cientificação oficial. 22. Art. que o orientarão no cumprimento de suas obrigações para com o CBMGO.14 Art. a apresentação do instrumento de procuração. A defesa do autuado poderá ser feita por intermédio de seu procurador. III formular alegações e apresentar documentos antes da decisão.

§ 4o A notificação poderá ser efetuada por ciência no processo. via postal com aviso de recebimento. independentemente de seu comparecimento. II III comparecer. data.15 Art. 23. V informação de continuidade do procedimento. no mínimo. ônus e sanções. hora e local da ocorrência e em que o notificado deverá ou representado por procurador constituído. § 2o A notificação deverá conter: I identificação do notificado e da edificação ou área onde foram constatadas as infrações motivadoras do auto. recurso ao Comandante da área onde se registrou a infração. Art. . finalidade da notificação. 24. 23 caberá. em três dias úteis antes da data do comparecimento. a notificação do interessado para ciência da decisão. no prazo de cinco dias. IV informação de que o notificado deve comparecer pessoalmente. no ato de homologação do auto de infração. Da decisão de que trata o art. por telegrama ou outro meio que assegure a certeza da ciência do interessado. VI informação dos fatos e fundamentos legais pertinentes. § 3o A notificação deverá ocorrer. A autoridade competente que preside o procedimento determinará. § 1o Devem ser objeto de notificação os atos do procedimento de que resultem para o interessado imposição de deveres.

para o Conselho Técnico Deliberativo. o CTD encaminhará o procedimento ao setor competente para as providências pertinentes. § 4o Após decisão. recurso. cassação do certificado de conformidade ou de credencia- de proteção contra incêndio. que poderão ser aplicadas cumulativamente. CAPÍTULO X DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS Art. caberá. no prazo de cinco dias. retenção ou apreensão de bens ou produtos perigosos. a contar da ciência da decisão.CTD . embargo administrativo de obra ou construção. em última instância. sem prejuízo das de natureza civil ou penal: I II III IV mento. parcial ou total de atividade. § 3o O Conselho Técnico Deliberativo . V anulação de aprovação de projetos de instalações preventivas remoção.16 § 1o Acatado o recurso. VI multa. explosão e pânico nas edificações. 25. para proferir o julgamento. interdição temporária. .terá o prazo de dez dias. a contar do recebimento do recurso. o Comandante da área onde se registrou o ilícito designará outro vistoriador para realizar nova vistoria. § 2o Ratificada a decisão anterior. das NTCBMGO e de outras normas de segurança contra incêndio e pânico estão sujeitos às seguintes sanções administrativas. Os infratores das disposições desta Lei.

. exceto nas situações previstas nos incisos IV e V do caput deste artigo.00 (cem reais). § 4o A anulação de que trata o inciso V. as sanções previstas neste artigo poderão ser aplicadas no momento da autuação. do caput deste artigo.de R$ 200. o vistoriador verificará os fatores de risco e possíveis danos decorrentes das irregularidades. serão aplicadas multas nos seguintes valores: I .00 (duzentos reais). § 2o Na interdição temporária. do caput deste artigo. § 5o Quando for constatada. na vistoria. conforme sanções estabelecidas no art. quando a edificação a proteger for considerada de baixo risco.00 (cinqüenta reais). III . § 6o Aos infratores das disposições desta Lei. quando considerada de alto risco. observadas pelo CBMGO. ocorrerá quando for constatada qualquer irregularidade na aprovação do projeto. § 3o Para aplicação das sanções previstas nos incisos I. II.17 § 1o Como medida de segurança. II . qualquer irregularidade na edificação destinada a quaisquer eventos. quando considerada de risco médio.de R$ 100. III e IV. das NTCBMGO e de outras normas de segurança contra incêndio e pânico. o vistoriador levará em conta a viabilidade de execução das exigências a serem regularizadas pelo infrator.de R$ 50. 28. esta somente funcionará após sua regularização junto ao CBMGO.

na reincidência. § 8o Nos casos previstos nos incisos VI e VII do art. de 26 de dezembro de 1991.18 § 7o As multas com os valores estabelecidos no § 6o deste artigo serão aplicadas para os casos de edificações que possuam até 200 m² de área construída e acima dessa área construída. multa de mora de dois por cento ao mês ou fração.651. Art. 2o das Disposições Finais e Transitórias da Lei no 11. § 10 Os recursos oriundos da aplicação da pena de multa prevista no inciso VI do caput deste artigo deverão ser recolhidos à conta do Fundo Estadual de Segurança Pública e com destinação exclusiva na manutenção e reequipamento do Corpo de Bombeiros Militar. O não-pagamento da multa no prazo indicado nesta Lei sujeitará o infrator aos acréscimos de: I II juros de mora de um por cento ao mês ou fração. § 11 As edificações serão classificadas quanto ao risco.000. § 9o Os valores estabelecidos nos §§ 6o. esse valor será elevado para R$ 1.50 (cinqüenta centavos) para cada metro quadrado excedente. Art. . 28 desta Lei. a contar da data de publicação da decisão final do processo administrativo. para fins de aplicação de multas.00 (um mil reais). conforme estabelecido na Tabela 3 do Anexo Único desta Lei. 7o e 8o deste artigo serão atualizados anualmente. conforme o estabelecido no art. 26. serão acrescidos R$ 0.00 (quinhentos reais) e. será aplicada multa no valor de R$ 500. 27. A multa deverá ser paga no prazo de dez dias.

na forma da lei. construção ou modificação em edificações. As sanções previstas no art. Findo o prazo para pagamento da multa e. sem aprovação dos projetos das instalações preventivas de proteção contra incêndio. 25. sanção: embargo administrativo da obra ou construção e multa. II obra ou construção que possa provocar risco ou dano às pessoas. sanção: multa e. interdição parcial ou total da atividade. retenção ou apreensão. cassação do Certificado de Conformidade e multa. IV manter qualquer uso. 28. por edificação ou por sua administração. de acordo com os seguintes critérios: I iniciar obra. interdição temporária das atividades. atividade ou ocupação em edificação sem o Certificado de Conformidade e de Credenciamento ou estando este vencido. sanção: embargo administrativo da obra ou construção. ao meio ambiente e aos serviços públicos. e não comprovado o devido recolhimento. o processo administrativo será encaminhado à Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás. dos seus acréscimos. serão aplicadas às pessoas físicas e jurídicas responsáveis. na reincidência. a qualquer título. CAPÍTULO XI DA APLICAÇÃO DAS SANÇÕES Art. sanção: multa e. III não manter em condições de acesso ou uso as instalações preventivas de proteção contra incêndio. parcial ou total das atividades. às edificações adjacentes. cumulativamente à de multa. remoção.19 Parágrafo único. na reincidência. explosão e pânico nas edificações. V deixar de cumprir distâncias mínimas de segurança contra incêndio e pânico estabelecidas nas NTCBMGO e em outras normas de segurança contra . explosão e pânico pelo Corpo de Bombeiros Militar. interdição temporária. para inscrição do débito na dívida ativa do Estado e cobrança judicial. se for o caso.

venda ou recarga de extintores ou de outros equipamentos ou produtos de segurança contra incêndio e pânico em desacordo com esta Lei. inflamáveis ou outros produtos perigosos. interdição parcial ou total das atividades. X utilizar. sanção: multa e interdição temporária das atividades e. VI exercer. a empresa ou o prestador de serviço não credenciado pelo CBMGO. sanção: multa e. . em desacordo com as NTCBMGO. interdição total ou parcial das mesmas. sanção: multa e remoções. manutenção. venda ou recarga de extintores ou de outros equipamentos ou produtos de segurança contra incêndio e pânico. atividade comercial. XI permitir que seja ultrapassada a capacidade máxima de pessoas em edificações ou em locais destinados a reunião pública. manutenção. com as NTCBMGO ou outras normas aplicadas pelo CBMGO. na reincidência. estocar. na reincidência. sanção: multa. industrial ou de serviço de instalação. na reincidência. a empresa ou o prestador de serviço credenciado pelo CBMGO. na reincidência. retenção ou apreensão. sanção: multa e. IX utilizar ou destinar. industrial ou de serviço de instalação. com exigência de imediata regularização. cassação do Certificado de Credenciamento e/ou interdição total das atividades. de forma diversa de sua finalidade. quaisquer equipamentos de segurança contra incêndio e pânico instalados ou que fazem parte das edificações. sanção: multa e. armazenar ou permitir o uso de GLP. atividade comercial. em desacordo com o permitido pelo CBMGO. VII exercer. interdição total ou parcial das atividades. e. sanção: multa.20 incêndio e pânico aplicadas pelo Corpo de Bombeiros Militar. VIII deixar de afixar em local visível ao público o Certificado de Conformidade e de Credenciamento.

As multas serão aplicadas após exaurido o prazo para cumprimento das exigências. sanção: multa e apreensão. retenção ou apreensão. na reincidência. sanção: multa e. sanções: multa e. ou cassação do Certificado de Conformidade e de Credenciamento. . XVII deixar o responsável. sem que o interessado as tenha cumprido. interdição temporária das atividades. parcial ou total das atividades. parcial ou total das atividades. ou remoção. embargo administrativo da obra ou construção ou interdição temporária. XIV impedir ou dificultar acesso dos bombeiros militares responsáveis pela inspeção nas edificações. retenção ou apreensão. na reincidência. XIII obstruir total ou parcialmente saídas de emergências. Parágrafo único. na reincidência.21 XII realizar queima de fogos de artifício ou de qualquer outro produto perigoso. ao patrimônio ou ao meio ambiente. embargo administrativo de obra ou construção e/ou interdição temporária das atividades. ou remoção. embargo administrativo da obra ou construção ou interdição temporária. nas NTCBMGO e em outras normas de segurança contra incêndio e pânico aplicadas pelo CBMGO. sanção: multa e. ou cassação do Certificado de Conformidade e de Credenciamento. sanções: multa e. XV omitir ou prestar declaração que possa gerar situação de risco às pessoas. XVI não cumprir os prazos para execução de exigências definidas pelo CBMGO. na reincidência. a qualquer título. sanção: multa. pela edificação ou por sua administração de cumprir as exigências estabelecidas nesta Lei. sem inspeção e autorização pelo Corpo de Bombeiros Militar.

CEPIP Art. exercerão seu mandato por um período de 2 (dois) anos. principalmente para adequação aos novos procedimentos de segurança contra incêndio e pânico que possam surgir em decorrência de evoluções tecnológicas. 29.CEPIP. Compete ao Conselho Técnico Normativo . constituído por três oficiais da Corporação e presidido por oficial superior.CTN) .analisar as propostas de elaboração e alteração das NTCBMGO. para um mandato de 2 (dois) anos. . para a constituição da Comissão de Estudos de Prevenção contra Incêndio e Pânico . após homologação do Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar. Parágrafo único. com a finalidade precípua de estudar e analisar as normas de segurança contra incêndio e pânico. O Corpo de Bombeiros Militar poderá firmar parceria com o Conselho Regional de Engenharia. DELIBERAÇÃO COLETIVA. bem como propor alteração nas NTCBMGO. Seção II Do Conselho Técnico Normativo Art. Arquitetura e Agronomia CREA e com outros órgãos afins.CONSULTIVOS E RECURSAIS Seção I Da Comissão de Estudos de Prevenção Contra Incêndio e Pânico .a qual será presidida por oficial superior do CBMGO e composta por representantes da Corporação e das entidades e dos órgãos parceiros. 30. Os órgãos e entidade parceiros indicarão seus representantes para comporem a CEPIP e. Parágrafo único. O Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar nomeará os membros do Conselho Técnico Normativo. permitida uma recondução.22 CAPÍTULO XII DOS ÓRGÃOS DE ESTUDOS.

31.23 Seção III Do Conselho Técnico Deliberativo Art. pelo seu funcionamento. o responsável. II tomar as providências cabíveis para a adequação da edificação às utilizá-las segundo a finalidade para qual foram aprovadas ou exigências desta Lei e das NTCBMGO. 32. § 1o Caberá ao Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar a nomeação dos membros do Conselho Técnico Deliberativo (CTD). pânico e desastres. O Conselho Técnico Deliberativo (CTD) será composto por três oficiais e presidido por oficial superior. a qualquer título. III manter em condições de funcionamento as instalações preventivas de proteção contra incêndio. uso ou ocupação é obrigado a: I liberadas pelo CBMGO. e atuar em outras áreas de segurança contra incêndio. Nas edificações construídas. pânico e desastres. designados para um mandato de 2 (dois) anos. explosão e pânico. a critério do Comandante-Geral do CBMGO. . § 2o O Conselho Técnico Deliberativo poderá requisitar apoio técnico quando da análise e julgamento de procedimentos administrativos e em outras situações que necessitem de parecer na área da segurança contra incêndio. CAPITULO XIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. se for o caso. § 3o Compete ao Conselho Técnico Deliberativo (CTD) analisar e julgar recursos previstos nesta Lei e.

34. As edificações construídas anteriormente à vigência desta Lei e não autorizadas pelo CBMGO deverão. 33. cada diretoria. Os órgãos ou empresas concessionárias de serviços públicos de abastecimento de água nos Municípios deverão providenciar a instalação de hidrantes. Art. poderá ser utilizada água armazenada em reservatórios privativos de edificações particulares ou públicas. e demais normas de segurança contra incêndio e pânico aplicadas pelo CBMGO e dos órgãos oficiais de certificação ou fiscalização. cumprir as exigências definidas nas NTCBMGO específicas. Sempre que o Corpo de Bombeiros Militar julgar necessário. Parágrafo único. devendo. Art. nos casos de atendimento a sinistros. subgrupamento ou OBM que tenha o Serviço de Segurança contra Incêndio e Pânico ou Serviço de Prevenção e Resposta a Desastres. após. Será considerada Unidade Bombeiro Militar. serão adotadas as definições das NTCBMGO. 36. Art. das NTCBMGO. Para efeito de aplicação desta Lei e de outras normas aplicáveis à segurança contra incêndio e pânico no âmbito do Estado pelo CBMGO. encaminhar relatórios de consumo do líquido ao responsável e/ou proprietário da edificação de onde foi retirada a água e à empresa ou órgão responsável pelo abastecimento de água no Município. Art. para fins de regularização. 37. Art.24 Parágrafo único. A instalação de hidrantes em logradouros públicos e em condomínios obedecerá as NTCBMGO específicas. gerência. grupamento. Os equipamentos de segurança contra incêndio e pânico somente poderão ser instalados nas edificações quando satisfizerem as exigências desta Lei. . para efeito desta Lei. 35.

111. 38. 41. a esta Lei as normas processuais da Lei no 13. de 18 de janeiro de 2001. ao receber o relatório de consumo do Corpo de Bombeiros Militar. em Goiânia. 4º desta Lei. as Normas Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás . 118o da República.800.25 Parágrafo único.a que se refere o art.O de 15-9-2006) ANEXO ÚNICO TABELA 1 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO A OCUPAÇÃO OU USO Grupo Ocupação/Uso Divisão Descrição Tipificação .NTCBMGO . Fica revogada a Lei nº 12. Aplicam-se. Art. Art. dentro do prazo de 90 (noventa) dias. Art. 39. expedirá. de 22 de setembro de 1993. contado da vigência desta Lei. Art. O Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar. O órgão ou a empresa concessionário de serviços públicos de abastecimento de água no Município. Esta Lei entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após a sua publicação. em ato próprio. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS. subsidiariamente. providenciará os meios necessários para que não seja lançado na nota fiscal relativa a consumo de água das edificações particulares ou públicas o volume d água consumido pelas guarnições de Bombeiros Militares. 11 de setembro de 2006. nas situações previstas neste artigo. ALCIDES RODRIGUES FILHO José Paulo Félix de Souza Loureiro (D. 40.

conventos. pré-universitários e assemelhados. galerias comerciais. mercados e outros. A Residencial A-2 Habitação multifamiliar A-3 Habitação coletiva B-1 B Serviço de Hospedagem B-2 Hotel e assemelhado Hotel residencial Comércio com baixa carga de incêndio Comércio com média e alta carga de incêndio Shoppings centers Local para prestação de serviço profissional ou condução de negócios Agência bancária C-1 C Comercial C-2 C-3 D-1 D Serviço profissional D-2 D-3 Serviço de reparação (exceto os classificados em G-4) Laboratório D-4 E-1 Escola em geral E-2 E Educacional e cultura física E-3 Escola especial Espaço para cultura física E-4 E-5 E-6 Centro de treinamento profissional Pré-escola Escola para portadores de deficiências . pousadas.26 A-1 Habitação unifamiliar Condomínios de casas térreas ou assobradadas isoladas e assemelhados. artigos hospitalares e outros. escolas religiosas e assemelhados. pensões. dança. instituições financeiras (que não estejam incluídas em D-2). escolas maternais. hotéis residenciais) e assemelhados. Escolas para excepcionais. musculação e outros) esportes coletivos (tênis. Condomínios de casas térreas ou assobradadas não isoladas. albergues. de cultura estrangeira. Armarinhos. Escolas profissionais em geral Creches. Pensionatos. magazines. Edifícios de lojas de departamentos. residências geriátricas com capacidade máxima de 16 leitos e assemelhados. ginásticas (artística. centros profissionais e assemelhados. alojamentos. casas de cômodos e divisão A3 com mais de 16 leitos e assemelhados. edifícios de apartamentos em geral e condomínios verticais e assemelhados. Lavanderias. sauna. supermercados em geral. Escolas de artes e artesanato. internatos. pintura de letreiros e outros. de cultura geral. laboratórios químicos. chaveiros. casas de fisioterapia e assemelhados. reparação e manutenção de aparelhos eletrodomésticos. Laboratórios de análises clínicas sem internação. louças. Centro de compras em geral. deficientes visuais e auditivos e assemelhados. jardins-de-infância e assemelhados. Agências bancárias e assemelhados. Hotéis. motéis. mosteiros. Locais de ensino e/ou práticas de artes marciais. repartições públicas. Hotéis e assemelhados com cozinha própria nos apartamentos (incluem-se apart-hotéis. hospedarias. Escolas de primeiro. futebol e outros que não estejam incluídos em F-3). assistência técnica. Escritórios administrativos ou técnicos. segundo e terceiro graus. cabeleireiros. fotográficos e assemelhados. cursos supletivos. de línguas. artigos de metal.

abrigos geriátricos. Estádios. cemitérios. sem abastecimento (exceto veículos de carga e coletivos) Postos de abastecimento de combustível e serviço. bingo. garagens (exceto veículos de carga e coletivos) Oficinas de conserto de veículos. boliche e assemelhados. estações de transbordo em geral e assemelhados. sinagogas. aeroportos. retificadoras de motores Abrigos para aeronaves com ou sem abastecimento de combustível Hospitais. galerias de arte. necrotérios. bilhares. Teatros em geral.27 F-1 Local onde há objeto de valor inestimável Local religioso e velório Museus. mesquitas. autódromos. Garagens automáticas F-2 F-3 Centro esportivo e de exibição Estação e terminal de passageiro Arte cênica e auditório Clubes sociais e de Diversão Construção provisória Local para refeição Recreação pública F-4 Local de Reunião de Público F F-5 F-6 F-7 F-8 F-9 F-10 Exposição de objetos e animais Garagem sem acesso de público e sem abastecimento de combustível Garagem com acesso de público e sem abastecimento de combustível Local dotado de abastecimento de combustível Serviço de conservação. Todos sem celas G G-3 G-4 G-5 Serviço de saúde e institucional Hangares Hospital veterinário e assemelhados Local onde pessoas requerem cuidados especiais por limitações físicas ou mentais H H-1 H-2 . templos. reformatórios. auditórios em geral e assemelhados. ginásios e piscinas com arquibancadas. lanchonetes. orfanatos. hospitais psiquiátricos. capelas. máquinas agrícolas e rodoviárias. clubes em geral. refeitórios. sambódromos. tiro ao alvo. salões de baile. centro de documentos históricos. cantinas e assemelhados. aquários. metrô. planetários e assemelhados em edificações permanentes. óperas. instalados em edificações permanentes. parques recreativos e assemelhados. álcool e assemelhados. arenas em geral. show-room. bibliotecas e assemelhados. Salões e salas de exposição de objetos e animais. cinemas. pista de patinação e assemelhados. restaurantes dançantes. auditórios de estúdios de rádio e televisão. borracharias (sem recauchutagem). rodeios. heliponto. Igrejas. oficinas e garagens de veículos de carga e coletivos. Boates. Jardim zoológico. manutenção e reparos G-1 G-2 Serviço automotivo e assemelhados Garagens coletivas sem automação. bares. crematórios. cafés. Circos e assemelhados Restaurantes. em geral. tratamento de dependentes de drogas. salas de funerais e assemelhados. Estações rodoferroviárias. clínicas e consultórios veterinários e assemelhados (inclui-se alojamento com ou sem adestramento) Asilos. clubes sociais.

máquinas) Locais onde as atividades exercidas e os materiais utilizados apresentam médio potencial de incêndio. postos policiais. aparelhos de rádio e som. clínicas com internação. tribunais. móveis. cartórios. ambulatórios e postos de atendimento de urgência. Todos com celas Clínicas médicas. armas.200MJ/m Locais onde há alto risco de incêndio. Edificações do Executivo. alimentos marcenarias. jóias. automóveis. espuma sintética. pedras. Edificações sem processo industrial que armazenem tijolos. borracha e assemelhados. ferramentas. Legislativo e Judiciário. fábricas de caixas e assemelhados. metais e outros materiais incombustíveis. manicômios. bebidas destiladas. delegacias. 2 300MJ/m suco de frutas. consultórios em geral. quartéis. sabão. refinarias. metais. Todos sem embalagem Depósitos com carga de incêndio até 300MJ/m Depósitos com carga de incêndio entre 300 e 2 1. esculturas de pedra. gesso. Todos sem internação H-4 Repartições públicas e assemelhados H-5 Local onde a liberdade das pessoas sofre restrições H-6 Clínica e consultório médico e odontológico I-1 Atividades que manipulem materiais com baixo Locais onde as atividades risco de incêndio.200MJ/m Depósitos onde a carga de incêndio ultrapassa 1. potencial de incêndio. materiais oxidantes. postos de saúde e puericultura e assemelhados com internação. reformatórios. centrais de polícia. artigos de Locais onde a carga de metal. cimentos. ceras. instrumentos musicais.200 MJ/m² I Indústria I-2 Atividades que manipulam materiais com médio risco de incêndio. casa de saúde. prontos-socorros. penitenciárias. postos de bombeiros e assemelhados. unidades de hemodiálise. ambulatórios e assemelhados. destilarias. exercidas e os materiais onde os processos não envolvem a utilização utilizados apresentam baixo intensiva de materiais combustíveis (aço.200MJ/m² Comércio em geral de fogos de artifício e assemelhados 2 I-3 J-1 Depósitos de material incombustível J-2 J Depósito J-3 Todo tipo de Depósito Todo tipo de Depósito J-4 Todo tipo de Depósito L Explosivos L-1 Comércio . presídios) e instituições assemelhadas. areias. serralheria. louças. incêndio não chega a fotogravuras. tais como: artigos de vidro.28 H-3 Hospital e assemelhado Hospitais. Hospitais psiquiátricos. Locais com carga de incêndio entre 300 e 2 1. relógios. Locais com carga de incêndio superior a 1. tais como fábricas em geral. tintas. elevadores de grãos. atividades industriais que envolvam líquidos e gases inflamáveis. Fabricação de explosivos. prisões em geral (casa de detenção.

centrais de transmissão ou de distribuição de energia e assemelhados. TABELA 2 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À ALTURA Tipo I II Denominação Edificação Térrea Edificação Baixa Altura (H) Um pavimento H 6. centros de comunicação.00 m . manipulação. Área aberta destinada a armazenamento de containers M-2 Tanques ou Parques de Tanques M-3 Central de comunicação e energia Propriedade em transformação M Especial M-4 M-5 Processamento de lixo M-6 Terra Selvagem M-7 Pátio de containers Quando não houver previsão de classificação na tabela 1. será adotada a tipificação mais próxima para a sua destinação. armazenamento e distribuição de líquidos ou gases combustíveis e inflamáveis. destinado a transporte de passageiros ou cargas diversas. parque florestal e assemelhados. Central telefônica. reciclagem ou armazenamento de material recusado/descartado. Floresta.29 L-2 L-3 M-1 Indústria Depósito Túnel Indústria de material explosivo Depósito de material explosivo Túnel rodoferroviário. ocupação ou uso. Edificação destinada a produção. reserva ecológica. Locais em construção ou demolição e assemelhados Propriedade destinada a processamento.

30 III IV Edificação de Média Altura Edificação Medianamente Alta 6.00 V Edificação Alta NOTAS GENÉRICAS: a Acima de 30. as alturas poderão ser tomadas de forma independente. c Para o dimensionamento das saídas de emergências. em níveis diferentes.00 m Na mensuração da altura das edificações e no cálculo da área a ser protegida pelas Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico deverão ser também observadas as tabelas 6 e 7 do anexo único desta Lei. b Para implementação das instalações de segurança contra incêndio e pânico nas edificações que tiverem saídas para mais de uma via pública. prevalecerá a de maior altura.00 30.00 m < H m 12. TABELA 3 CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES QUANTO À CARGA DE INCÊNDIO Risco Baixo Carga de Incêndio MJ/m² Até 300MJ/m² . em função de cada uma das saídas.00 m < H m 12.

200MJ/m² Alto Acima de 1.200MJ/m² TABELA 4 EXIGÊNCIAS PARA EDIFICAÇÕES COM ÁREA CONSTRUÍDA MENOR OU IGUAL A 750 m2 E .31 Médio Entre 300 e 1.

deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. ver tabelas específicas. NOTAS GENÉRICAS: a b Para o grupo M. TABELA 5A EDIFICAÇÕES DO GRUPO A COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12. Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviços. dispositivo de ancoragem de cabo. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. F3. A Divisão L1 (Explosivos) está limitada à edificação térrea até 100 m2 (observar NTCBMGO especifica). D.00 m Instalações Preventivas de Proteção contra A. Os subsolos das edificações devem ser compartimentados com PCF P-90 em relação aos demais pisos contíguos. hidrante de coluna público. X X1 X X F B C F2. c d Quanto às Divisões L2 e L3. 4 Luminárias a prova de explosão. e Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. Incêndio e Pânico EeG (IPCIP) Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Sinalização de Emergência Extintores NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 Somente para as edificações com altura superior a 6m. previstas nas NTCBMGO. F4.32 ALTURA INFERIOR OU IGUAL A 12. F1 e F5 F6.00 m .Para edificação com lotação superior a 50 pessoas ou altura superior a 6 m. só haverá análise mediante o Conselho Técnico Deliberativo. F7 e F8 H1 e H4 H2 e H3 H5 H IeJ L1 L X X X² X X X X1 X X X X X3 X X X X X1 X X X X X1 X X X X X1 X X X X X1 X X X X1 X X X X X4 X X 3 .

NOTAS GENÉRICAS: a O pavimento superior da unidade duplex do último piso da edificação não será computado para a altura da edificação. d As exigências estabelecidas nesta tabela para as edificações pertencentes ao grupo A1 aplicam-se às áreas e edificações de uso comum. que deve ficar numa portaria com vigilância humana 24 horas e tenha uma fonte autônoma. Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso ao condomínio. c Além das instalações de segurança assinaladas na tabela.00 m2. brigada de incêndio.200 m² ou altura superior a 10 m. previstas nas NTCBMGO.500. . hidrante de coluna público. desde que cada apartamento possua um ramal ligado à central. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. com duração mínima de 60 min. 3 Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. A-2 e A-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H 6 6<H 12 12 < H 23 23 < H 30 Acima de 30 X2 X X2 X X2 X X2 X X X X2 X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X1 X X X X X³ X X X X X Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. dispositivo de ancoragem de cabo. devendo atender a exigências de acordo com a sua tipificação. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. b O sistema de alarme pode ser substituído pelo sistema de interfone.33 Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 GRUPO A RESIDENCIAL A-1.

34 TABELA 5B EDIFICAÇÕES DO GRUPO B COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência X4 X4 X X X X X X X X GRUPO B SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM B-1 e B-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H 6 6<H 12 12 < H 23 23 < H 30 Acima de 30 X7 X X 1 X7 X X 1 X7 X X 1 X7 X X 2 3 X7 X X 2 3 X7 X X X X X X X X X X X X X X X .

00 m2 ou número de pavimentos superior a dois. Os detectores de incêndio devem se instalados em todos os quartos. dispositivo de ancoragem de cabo.35 Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 X X X 6 X4. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. previstas nas NTCBMGO. 7 Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.500. . NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. hidrante de coluna público. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. 3 Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. detecção de incêndio.5 X X X 6 X5 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Pode ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática. Pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e sistema de resfriamento ou de supressão automática. Exigido para o portão de acesso da edificação. sistema de resfriamento ou de supressão automática. brigada de incêndio. 4 5 6 Estão isentos os motéis que não possuam corredores internos de serviço. sistema de proteção contra descargas atmosféricas.

00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) GRUPO C COMERCIAL C-1. C-2 e C-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H 6 6<H 12 12 < H 23 23 < H 30 Acima de 30 Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos X7 X X1 X7 X X1 X7 X X1 X7 X X² X3 X7 X X2 X3 X X X X X4 X X X X X7 X X X X X X X X X X X X X X X5 X X4 X 8 X X X5 X X4 X 8 X X X5 X X4 X X X X X X X5 X X4 X X X X X X X 6 X X X 6 .36 TABELA 5C EDIFICAÇÕES DO GRUPO C COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.

NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. 7 Recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento. 8 . Exigido para o portão de acesso a edificação. 4 O sistema de detecção de incêndios será exigido somente para as áreas de depósitos superiores a 750m². exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.Somente para edificações de divisão C-3 (shopping Centers). sistema de resfriamento ou de supressão automática. 3 Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. Para edificações com área total construída igual ou superior a 1500. brigada de incêndio. . hidrante de coluna público.000 m².37 Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 Pode ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática. 6 superior a dois. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. detecção de incêndio. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. X X Pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e sistema de resfriamento ou de supressão automática. previstas nas NTCBMGO.00 m2 ou número de pavimentos 5 .Para edificações com área total construída igual ou superior a 5. dispositivo de ancoragem de cabo.

38 TABELA 5D EDIFICAÇÕES DO GRUPO D COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12. D-3 e D-4 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H 6 6<H 12 12 < H 23 23 < H 30 Acima de 30 X6 X X1 X6 X X1 X6 X X1 X3 X6 X X2 X3 X X X6 X X2 X3 X X X6 X X X X X X4 X X X X X X X X X X X X X X X X X .00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática Controle de Fumaça X4 X X X X5 X X X5 X X X X X X X X X X X X GRUPO D SERVIÇOS PROFISSIONAIS D-1. D-2.

NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. previstas nas NTCBMGO. dispositivo de ancoragem de cabo.00 m2 ou número de pavimentos superior a dois. sistema de resfriamento ou de supressão automática. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. 4 5 Somente para edificações acima de 60 m. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.39 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 Pode ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática. Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. brigada de incêndio. Exigido para o portão de acesso à edificação. 3 Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. 6 Recomendado para as vias de acesso e faixa de estacionamento. hidrante de coluna público. Pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e sistema de resfriamento ou de supressão automática. detecção de incêndio. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. .500.

E-2. E-5 e E-6 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H 6 6<H 12 12 < H 23 23 < H 30 Acima de 30 X4 X X4 X X4 X X4 X X1 X X X4 X X1 X X X4 X X2 X X X X X X3 X X X X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X . E-4.40 TABELA 5E EDIFICAÇÕES DO GRUPO E COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Sinalização de Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X X X X X X GRUPO E EDUCACIONAL E CULTURAL E-1. E-3.

41

NOTAS ESPECÍFICAS: 1 A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de

instalações; 2 Poderá ser substituído por controle de fumaça, detecção de incêndio, sistema de resfriamento ou de

supressão; automática, exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações; 3 Para edificações com área total construída igual ou superior a 1.500,00 m2 ou número de pavimentos

superior a dois; 4 Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso da

edificação.

NOTAS GENÉRICAS: a Edificações destinadas a escolas que possuam alojamentos ou dormitórios, devendo ser protegidas pelo

sistema de detecção de fumaça nos quartos; b c Os locais destinados a laboratórios devem ter proteção em função dos produtos utilizados. Além das instalações de segurança assinaladas na tabela, deverão ser observadas as demais exigências

referentes a central de GLP, sistema de proteção contra descargas atmosféricas, hidrante de coluna público, dispositivo de ancoragem de cabo, brigada de incêndio, previstas nas NTCBMGO.

42

TABELA 5F.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-1 E F-2 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12,00 m
Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) GRUPO F F-1 LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-2

Classificação quanto à altura (em metros) Classificação quanto à altura (em metros)

Térrea H

6

6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H 12 23 30 de 30

6

6 < H 12 < H 23 < H Acima 12 23 30 de 30

Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Alarme de Incêndio Detecção de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática

X7

X7

X7

X7

X7

X7

X7

X7

X7

X7

X7

X7

X X5

X X5

X X5

X X6 X2

X X6 X2 X X X4 X X X X X X

X X6 X2 X X X4 X X X X X X

X X5

X X5

X X5

X X6 X1

X X6 X1 X X X4 X X

X X6 X2 X X X4 X X X X X X

X X X4 X X8 X X X X

X X X4 X X8 X X X X

X X X4 X X X X X X

X X X4 X X X X X X

X X X4 X

X X X4 X

X X X4 X X

X X X4 X X

X X X3

X X X3

X X X

X X X

X X X

X

43

NOTAS ESPECÍFICAS: 1 A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de

instalações; 2 Pode ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática quando houver aberturas

entre pavimentos, exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações; 3 Para edificações com área total construída igual ou superior a 1.500,00 m2 ou número de pavimentos

superior a dois; 4 5 6 Somente para locais com público igual ou superior a 1.000 pessoas; Poderá ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática; Poderá ser substituído por sistema de detecção de incêndio e sistema de resfriamento ou supressão

automática; 7 Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso da

edificação. 8 Para edificações com área total construída igual ou superior a 5.000 m².

NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela, deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP, sistema de proteção contra descargas atmosféricas, hidrante de coluna público, dispositivo de ancoragem de cabo, brigada de incêndio, previstas nas NTCBMGO.

44 TABELA 5F.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO F F-3 e F-9 LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-4 Classificação quanto à altura (em Classificação quanto à altura (em Instalações Preventivas de metros) metros) Proteção contra Incêndio e 12 < 23 < 12 < 23 < Acim Pânico H 6<H Acima 6<H H H H H a de Térrea Térrea H 6 (IPCIP) 6 12 de 30 12 23 30 23 30 30 Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X5 X X5 X X5 X X5 X X1 X X X² X X X X² X X X X² X X X X X X X X² X X X X X X5 X X1 X X X² X X X X X X5 X X1 X X X² X X X X X X X X4 X X6 X X X3 X X X4 X X6 X X X3 X X X4 X X X X X X5 X X5 X X5 X X5 X X1 X X X4 X X X X X X5 X X1 X X X4 X X X X X X X X5 X X1 X X X4 X X X X X X X X X X3 X X X3 .2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-3. F-9 E F-4 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.

00 m2 ou número de pavimentos superior a dois. c Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. bem como dos sistemas de segurança contra incêndio e pânico existentes no local. .45 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.000 pessoas ou mais. dispositivo de ancoragem de cabo. Exigido para o portão de acesso da edificação.000 m². exceto para a divisão F-9. 6 Para edificações com área total construída igual ou superior a 5. é obrigatória. previstas nas NTCBMGO. a explanação ao público da localização das saídas de emergência. 4 5 Somente para locais de público com 1. Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. b Nos locais de concentração de público. antes do início de cada evento. Para edificações com área total construída igual ou superior a 1.000 pessoas. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. 2 3 Somente para a divisão F-3 com público igual ou superior a 1.500. brigada de incêndio. NOTAS GENÉRICAS: a Os locais de comércio ou atividades distintas das divisões F3 e F4 terão as medidas de proteção conforme suas respectivas ocupações. hidrante de coluna público.

00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática GRUPO F F-5 e F-6 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H 6 X7 X X3 6< H 12 X7 X X3 12 < H 23 X7 X X1 X2 X X X4 X X X5 X X X 6 LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-8 Classificação quanto à altura (em metros) 6 12 < 23 < 6<H Acima H H 12 de 30 23 30 X7 X X3 X7 X X1 X2 X X X4 X X X X4 X X8 X X X5 X X X5 X X X4 X X X X X X X X4 X X X X X X7 X X X2 X X X4 X X X X X X X X7 X X X X X X4 X X X X X X X 23 < Acim H a de Térrea H 30 30 X7 X X X2 X X X4 X X X X X X X X7 X X X X X X4 X X X X X X X X7 X X3 X7 X X3 X7 X X3 X X X4 X X X5 X X X 6 X X X4 X X X X X X 6 X X X4 X X X X X X 6 .3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-5. F-6 E F-8 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.46 TABELA 5F.

cozinhas. Exigido para o portão de acesso da edificação. é obrigatória. pisos técnicos. antes do início de cada evento. previstas nas NTCBMGO. sistema de proteção contra descargas atmosféricas.000 m². brigada de incêndio.500. 8 Para edificações com área total construída igual ou superior a 5. 3 4 5 Poderá ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. escritórios. . a explanação ao público da localização das saídas de emergência. 6 Para os locais onde haja carga de incêndio como depósitos.000 pessoas. sistema de resfriamento ou de supressão automática. Somente para locais com público igual ou superior a 1. 7 Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. detecção de incêndio. hidrante de coluna público. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. casa de máquinas etc. bem como dos sistemas de segurança contra incêndio e pânico existentes no local. exceto para a divisão F-8. NOTAS GENÉRICAS: a Nos locais de concentração de público. dispositivo de ancoragem de cabo. b Além das instalações de segurança assinaladas na tabela.00 m2 ou número de pavimentos superior a dois. Para edificações com área total construída igual ou superior a 1.47 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 Pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e de resfriamento ou supressão automática. Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. E nos locais de reunião onde houver teto ou forro falso com revestimento combustível.

4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO F-7 E F-10 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.48 TABELA 5F.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X X X X X X X 4 GRUPO F F-7 LOCAIS DE REUNIÃO DE PÚBLICO F-10 Classificação quanto à altura (em metros) 12 < 6<H H 12 23 X5 X X1 X5 X X1 X2 23 < Acima H de 30 30 X5 X X X2 X X X3 X X X X X X X5 X X X X X X3 X X X X X X Classificação quanto à altura (em metros) Térre H a X5 X5 6 12 < 6<H H 12 23 23 < Acima H Térrea H de 30 6 30 X5 X X1 X5 X X1 X X X3 X X X X3 X X3 X3 X3 X3 X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X X X3 X X X X X X X X X 4 X X X X X .

é obrigatória.500. .000 pessoas ou mais.49 NOTAS ESPECÍFÍCAS: 1 Pode ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática. bem como dos sistemas de segurança contra incêndio e pânico existentes no local. a explanação ao público da localização das saídas de emergência. 5 Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso da edificação. será submetida a Conselho Técnico Deliberativo para definição das medidas de segurança contra incêndio e pânico a serem adotadas nas edificações. antes do início de cada evento. com altura superior a 5 metros. NOTAS GENÉRICAS: a A Divisão F-7. b Nos locais de concentração de público. dispositivo de ancoragem de cabo. exceto para as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.00 m2 ou número de pavimentos superior a dois. 2 Pode ser substituído por sistema de detecção de incêndio e de resfriamento ou de supressão automática. Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. 3 4 Somente para locais de público com 1. hidrante de coluna público. brigada de incêndio. previstas nas NTCBMGO. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. c Além das instalações de segurança assinaladas na tabela.

00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X X X3 X X X3 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X4 X X X4 X X X4 X X X4 X X GRUPO G SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-1 e G-2 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H 6 6<H 12 12 < H 23 23 < H 30 Acima de 30 X5 X X5 X X5 X X5 X X5 X X1 X4 X X X5 X X1 X4 X X X X2 X X X X .1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-1 E G-2 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.50 TABELA 5G.

2 3 Deve haver pelo menos um acionador manual. NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. previstas nas NTCBMGO. brigada de incêndio. hidrante de coluna público. por pavimento. Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. . dispositivo de ancoragem de cabo. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. Exigido para o portão de acesso da edificação. no máximo a 5 m da saída de emergência.51 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.00 m2 ou número de pavimentos superior a dois.500. 4 5 Recomendado. sistema de proteção contra descargas atmosféricas.

G-4 E G-5 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.52 TABELA 5G.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X X X5 X X X5 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X3 X X X X3 X X X X X2 X X X X X X X5 X X X5 X2 X X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X GRUPO G G-3 SERVIÇOS AUTOMOTIVOS E ASSEMELHADOS G-4 e G-5 Classificação quanto à altura (em metros) Classificação quanto à altura (em metros) H 6 X4 12 < 6<H H 12 23 X4 X4 23 < Acima H Térrea H de 30 30 X4 X4 X4 X4 12 < 6<H H 12 23 X4 X4 23 < Acima H de 30 30 X4 X4 Térrea 6 X4 X X X X X X X X X X X X X1 X1 X1 X1 X3 X X X X1 X3 X X X X1 X3 X X X X X2 X X X X .2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO G-3.

hidrante de coluna público. por pavimento. brigada de incêndio.500. dispositivo de ancoragem de cabo. previstas nas NTCBMGO. 5 Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. .00 m2 ou número de pavimentos superior a dois. no máximo a 5 m da saída de emergência. 4 Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Deverá haver pelo menos um acionador manual. A compartimentação vertical será considerada para as fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. Exigido para o portão de acesso da edificação. NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela.53 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 3 Pode ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática.

8 2.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-1 E H-2 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.8 2 2 2 2 X X X 5 X X X X X X X X X X X X X X X 5 X X X 5 X X X X X X X X X X X X Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X X .00 m Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H H-1 SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-2 Classificação quanto à altura (em metros) 6<H 12 12 < H 23 < H Acima 23 30 de 30 Instalações Preventivas Classificação quanto à altura (em metros) de Proteção contra Incêndio e Pânico 6 < H 12 < H 23 < H Acima (IPCIP) Térrea H 6 12 23 30 de 30 Térrea H 6 Acesso de Viatura na Edificação X 4 X 4 X 4 X 4 X 4 X 4 X 4 X 4 X 4 X 4 X 4 X 4 Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos X X X X X X X X X X X X X 3 X X X 3 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 6 X 6 X 6 X 6 X X X X X X X X X X X X 5 2 X X X X X X 1.7 X X X 1 X X X 1 X X X 1 X X X 1 X X X 1 X 2 X 2 X 2 2.54 TABELA 5H.

4 Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. hidrante de coluna público. Para edificações com área total construída igual ou superior a 5. 6 7 8 Somente para locais com público acima de 200 pessoas. detecção de incêndio. Para edificações com área total construída igual ou superior a 5.00 m2 ou número de pavimentos superior a dois.500. 5 Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. brigada de incêndio. dispositivo de ancoragem de cabo.000 m². deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.55 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 3 Os detectores serão exigidos nos quartos. sistema de resfriamento ou de supressão automática.00 m2. NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. Exigido para o portão de acesso da edificação. . Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. previstas nas NTCBMGO. sistema de proteção contra descargas atmosféricas.000.

56 TABELA 5H.6 X X X X X X X1 X2 X X X X X X X1 X2 X X X X X X X1 X2 X X X X X X X1 X2 X X X X .00 m Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H H-3 SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-4 Classificação quanto à altura (em Classificação quanto à altura (em Instalações Preventivas metros) metros) de Proteção contra 12 < 12 < 23 < Incêndio e Pânico H 6<H 23 < H Acima de Térre 6<H Acima Térrea H 6 H H H (IPCIP) 6 12 30 30 a 12 de 30 23 23 30 Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Plano de Intervenção de Incêndio Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X2.6 X X X X X X X4 X5 X4 X5 X4 X5 X4 X X X3 X X4 X X X X X4 X X X X X X8 X X X X8 X X X X8 X X X3 X X8 X X X3 X X8 X X X X X8 X X X X8 X X X6 X8 X X X6 X X X X X X X X X X X X X X X X X X4 X5 X4 X5 X4 X5 X4 X7 X4 X7 X4 X7 X X X X X X X1 X2.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-3 E H-4 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.

500.00 m2 ou número de pavimentos superior a dois. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações. dispositivo de ancoragem de cabo. detecção de incêndio sistema de resfriamento ou de supressão automática. previstas nas NTCBMGO. Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça. automática. 8 NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. Acionadores manuais serão obrigatórios nos corredores. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. . Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. hidrante de coluna público. brigada de incêndio.000. 4 Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. Exigido para o portão de acesso da edificação.00 m2. 5 6 Poderá ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática. 7 Poderá ser substituído por sistema de detecção de incêndio e sistema de resfriamento ou supressão Para edificações com área total construída igual ou superior a 5.57 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 3 Os detectores serão exigidos nos quartos.

3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO H-5 E H-6 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.58 TABELA 5H.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO H H-5 SERVIÇOS DE SAÚDE E INSTITUCIONAL H-6 Classificação quanto à altura (em metros) Classificação Quanto à altura (em metros) Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática Térrea H 6 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H 12 23 30 de 30 6 Acim 6 < H 12 < H 23 < H a de 12 23 30 30 X3 X3 X3 X3 X3 X3 X3 X3 X3 X3 X3 X3 X X X X X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 X X X X1 X X X X X X X X1 X X X X X X X X1 X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X5 X X X X X X X X7 X X X X7 X X X X X X X6 X X X6 X X X X X X X X X X X X X X X X X .

devendo ser previsto detecção em todos os quartos. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. Exigido para o portão de acesso da edificação.00 m2 ou número de pavimentos superior a dois. Somente para edificações acima de 60 m. detecção de incêndio e sistema de resfriamento ou de supressão automática. . a edificação será enquadrada como H-3.59 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 Somente para os hospitais psiquiátricos e assemelhados. brigada de incêndio. 4 5 6 Caso haja internação na divisão H-6 (clínica). deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. hidrante de coluna público. previstas nas NTCBMGO. Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. 3 Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento.000 m². NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. dispositivo de ancoragem de cabo. 2 Pode ser substituído por sistema de controle de fumaça.500. 7 Para edificações com área total construída igual ou superior a 5. exceto as compartimentações das fachadas e selagens dos shafts e dutos de instalações.

60 TABELA 5I.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão I-1 Classificação quanto à altura (em metros) 12 < 6<H H 12 23 X2 X2 GRUPO I INDUSTRIAL I-2 Classificação quanto à altura (em metros) 12 < 6<H H 12 23 23 < H 30 Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico Térre H (IPCIP) a 6 23 < Acima H H Térrea de 30 6 30 X2 X2 Acima de 30 Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X2 X2 X X X X X X X X X1 X X1 X X1 X X X1 X X X X X1 X X X X X1 X X1 X X1 X X1 X X X1 X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X4 X X X4 X X X X4 X X X X X X X X X X X X X X4 X X X3 X X X3 X4 X X X X X X X X X X X X X X X X X4 X X X X4 X X X X4 X X X X X X X X X X X X .1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-1 E I-2 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.

brigada de incêndio. hidrante de coluna público.000. dispositivo de ancoragem de cabo. previstas nas NTCBMGO.61 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 Pode ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática e detecção de incêndio. condomínio industrial. Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. 3 superior a dois. Exigido para o portão de acesso ao Para edificações com área total construída igual ou superior a 1.00 m2. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. . 4 NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP.500.00 m2 ou número de pavimentos Para edificações com área total construída igual ou superior a 5.

62 TABELA 5I.2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO I-3 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos X² X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X +-X X GRUPO I INDUSTRIAL I-3 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H 6 6<H 12 12 < H 23 23 < H 30 Acima de 30 X X X X X X X X X X X X X 1 X 1 X 1 X 1 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X X .

NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela.dispositivo de ancoragem de cabo.500 m².63 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 Pode ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. hidrante de coluna público. brigada de incêndio. previstas nas NTCBMGO. 2 Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. .

1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-1 E J-2 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.64 TABELA 5J.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) J-1 Classificação quanto à altura (em metros) 12 < 6<H H 12 23 X3 X3 GRUPO J DEPÓSITO J-2 Classificação Quanto à altura (em Metros) 12 < 23 < Acim 6<H H H a de 12 23 30 30 X3 X3 X3 X3 Térrea H X3 X3 6 23 < Acima Térrea H H de 30 30 X3 X3 X3 X3 6 Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X X X X X X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X X X2 X X X X X X X X X X X1 X1 X1 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X5 X X X X5 X X X X X X X X X X X X X X X X X X .

previstas nas NTCBMGO. 5 Para edificações com área total construída igual ou superior a 5. .65 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 3 Pode ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática. Somente para shafts e dutos de instalações e fachadas. hidrante de coluna público. brigada de incêndio. NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. 4 superior a dois. dispositivo de ancoragem de cabo. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP.00 m2 ou número de pavimentos da edificação. Exigido para o portão de acesso Para edificações com área total construída igual ou superior a 1500. Recomendado para as vias de acesso e faixas de estacionamento. sistema de proteção contra descargas atmosféricas.000 m².

66 TABELA 5J.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão GRUPO J J-3 DEPÓSITO J-4 Instalações Preventivas Classificação quanto à altura (em metros) Classificação quanto à altura (em metros) de Proteção contra Incêndio e Pânico 6 < H 12 < H 23 < H Acima 6 < H 12 < H 23 < H Acima Térrea H 6 Térrea H 6 (IPCIP) 12 23 30 de 30 12 23 30 de 30 Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Controle de Fumaça Plano de Intervenção de Incêndio X2 X2 X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 X1 X1 X1 X X X1 X1 X1 X1 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos X X X X X X X X X X X X X X3 X X X X3 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X³ X X X X³ X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática X X X X .2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO J-3 E J-4 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.

000.00 m2 ou número de pavimentos superior a dois.500. sistema de proteção contra descargas atmosféricas.67 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 2 3 Pode ser substituído por sistema de resfriamento ou de supressão automática. hidrante de coluna público. previstas nas NTCBMGO. Para edificações com área total construída igual ou superior a 1. NOTA GENÉRICA: Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. Para edificações com área total construída igual ou superior a 5. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP.00 m2. dispositivo de ancoragem de cabo. brigada de incêndio. .

sistema de proteção contra descargas atmosféricas. dispositivo de ancoragem de cabo. As Instalações Preventivas de Proteção e Supressão Contra Incêndio e Pânico (IPCIP). As divisões L-2 e L-3 deverão ser analisadas pelo Conselho Técnico Deliberativo.68 TABELA 5L GRUPO L Divisão EXPLOSIVOS L-1 (COMÉRCIO) Classificação quanto à altura (em metros) Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio.Vide Tabela 4. d Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. será conforme NTCBMGO específicas. + . quanto a ocupação e carga de incêndio da Divisão L1. Explosão e Pânico (IPCIP) Térrea H 6 6<H 12 NOTAS GENÉRICAS: a b c Será permitida somente edificação com área até 100 m² . L2 e L3. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. hidrante de coluna público. previstas nas NTCBMGO.

3 Deve ser ligado a sistema automático de acionamento (ex. reserva. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. com guarda-corpo em ambos os lados) com largura mínima de 1. brigada de incêndio. . deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. 4 Rede de hidrante seca. detector de incêndio). c Além das instalações de segurança assinaladas na tabela.). previstas nas NTCBMGO. 2 A brigada de incêndio é constituída por pessoal treinado da companhia de tráfego ou administradora da via. NOTAS GENÉRICAS: a Todos os túneis em paralelo devem ter interligação conforme as NTCBMGO de Proteção Contra Incêndio em Túnel . mangueiras etc. hidrante de coluna público.69 TABELA 5M. 5 Rede de hidrante completa (bomba.00 m. além das exigências acima. dispositivo de ancoragem de cabo. b Os túneis com extensão superior a 1000m devem ser submetidos à análise em Conselho Técnico Deliberativo.1 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-1 Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Saídas de emergência nas edificações Controle de fumaça em espaços comuns e amplos Plano de Intervenção de incêndio Sistema de Iluminação de Emergência Sistema de Comunicação Sistema Circuito de TV Sistema de proteção por extintores Sistema de hidrantes e de mangotinhos X X4 X X5 X X GRUPO M ESPECIAIS M-1 TÚNEL Extensão em metros (m) Até 200 De 200 a 500 De 500 a 1000 Acima de 1000 X X1 X X1 X X1 X3 X X X X X1 X3 X X X X X X5 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 Considerar saídas como sendo passarelas laterais (corredores de circulação.

240kg 3 Líquidos acima 3 de 20 m ou gases acima de 6.240kg Líquidos até 20 m ou gases até 6.240kg Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Resfriamento Espuma X X X X X X X X X X X X 1.3 X X X X X X 3 X X X X X X X X X 2 X X X X X X X X 2 .2 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-2 (QUALQUER ÁREA E ALTURA) Grupo de ocupação e uso Divisão M-2 GRUPO M ESPECIAIS Líquidos e gases combustíveis e Inflamáveis Produtos acondicionados Tanques ou Cilindros Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) Líquidos acima de 20 Líquidos até 20 m³ ou 3 m ou gases acima de gases até 6.70 TABELA 5 M.240kg 6.

previstas nas NTCBMGO. Luminárias a prova de explosão. dispositivo de ancoragem de cabo.71 NOTAS ESPECÍFICAS: 1 Somente quando a área construída for superior a 750 m².3 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-3 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12.00 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) M-3 GRUPO M ESPECIAIS Centrais de Comunicação e Energia Classificação Quanto à altura (em metros) Térrea H 6 6<H 12 12 < H 23 23 < H 30 Acima de 30 . deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. brigada de incêndio. 2 3 Somente para líquidos inflamáveis e combustíveis. conforme NTCBMGO específica. NOTAS GENÉRICAS: a b deverão ser verificadas as exigências constantes nas NTCBMGO específicas. Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. hidrante de coluna público. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. TABELA 5M.

b Além das instalações de segurança assinaladas na tabela. previstas nas NTCBMGO. sistema de proteção contra descargas atmosféricas. hidrante de coluna público.72 Acesso de Viatura na Edificação Segurança Estrutural contra Incêndio e Pânico Compartimentação Horizontal Compartimentação Vertical Controle de Materiais de Acabamento Saídas de Emergência Plano de Intervenção de Incêndio Iluminação de Emergência Detecção de Incêndio Alarme de Incêndio Sinalização de Emergência Extintores Hidrante e Mangotinhos Sistema de Resfriamento ou de Supressão Automática NOTAS ESPECÍFICAS: 1 X2 X X X2 X X X2 X X X2 X X X X2 X X X X X X X X X X X X X1 X2 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X1 X X X X X X X X X X X X O sistema de resfriamento ou de supressão automática para a divisão M-3 pode ser substituído por sistema de gases. deverão ser observadas as demais exigências referentes a central de GLP. . brigada de incêndio. dispositivo de ancoragem de cabo. 2 Recomendado. através de supressão total do ambiente. NOTAS GENÉRICAS: a .Para as subestações elétricas devem-se observar também os critérios das NTCBMGO de Proteção Contra Incêndio em Subestações Elétricas .

M-6 e M-7 Classificação quanto à altura (em metros) Térrea H 6 6<H 12 12 < H 23 23 < H 30 Acima de 30 .73 TABELA 5M. M-5.4 EDIFICAÇÕES DE DIVISÃO M-4 E M-5 COM ÁREA CONSTRUÍDA SUPERIOR A 750 m2 OU ALTURA SUPERIOR A 12 m Grupo de ocupação e uso Divisão Instalações Preventivas de Proteção contra Incêndio e Pânico (IPCIP) GRUPO M ESPECIAIS M-4.

exclusivamente. III IV mezaninos cuja área não ultrapasse a 1/3 (um terço) da área do pavimento onde se situa. . barriletes.74 Saídas de Emergência Sinalização de Emergência Extintores X X X X X X X X X X X X X X X X X X TABELA 6 ÁREA A SER DESCONSIDERADA NA MENSURAÇÃO DA ALTURA DA EDIFICAÇÃO I os subsolos destinados exclusivamente a estacionamento de veículos. II pavimentos superiores destinados. o pavimento superior da unidade "duplex" do último piso da edificação. vestiários e instalações sanitárias ou respectivas dependências sem aproveitamento para quaisquer atividades ou permanência humana. a áticos. reservatórios de água e assemelhados. casas de máquinas.

75 TABELA 7 .

piscinas. desde que não tenham área superior a 4 m2. destinadas apenas à circulação de pessoas ou mercadorias. com laterais abertas. tanques e outras instalações. com largura máxima de 3 (três) metros. destinados a proteção de utensílios. desde que não sejam utilizadas para outros fins. V VI VII as coberturas de bombas de combustível. IV passagens cobertas. reservatórios de água.76 ÁREA NÃO COMPUTADA DA EDIFICAÇÃO PARA FINS DE DETERMINAÇÃO DAS INSTALAÇÕES PREVENTIVAS DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO I telheiros com laterais abertas. caixas d água. II III platibandas. . beirais de telhado até um metro de projeção.

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