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Biblioteca Nacional da França Iluminura catalã do século 14 mostra o personagem bíblico Jó atingido
Biblioteca Nacional da França
Iluminura
catalã do
século 14
mostra o
personagem
bíblico Jó
atingido pela
hanseníase
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
1 - 66
HANSENÍASE Coeficiente de Prevalência de Hanseníase por 10 mil hab. Regiões e Unidades Federadas. Brasil,
HANSENÍASE
Coeficiente de Prevalência de Hanseníase por 10 mil hab.
Regiões e Unidades Federadas. Brasil, 2000 a 2007#
Região
2000
2001
2002
2003
2004*
2005*
2006
2007#
N
8,73
7,87
8,73
11,44
9,03
8,12
5,88
4,73
Ne
6,92
5,04
6,55
6,73
4,43
4,57
3,09
2,52
Se
2,87
2,60
2,47
2,40
1,60
1,52
1,13
0,61
Sul
1,35
1,01
1,00
0,79
1,02
0,92
0,56
0,78
CO
9,83
10,44
8,99
8,75
7,61
7,57
6,69
2,67
Brasil
4,71
3,99
4,33
4,52
3,16
3,10
2,37
1,65
MS
22,40
22,27
18,19
18,10
3,70
3,26
1,69
2,51
* 2004, 2005* dado em revisão
# Dados provisórios
Sinan/SVS/MS, capturados 15/01/2008
http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/coeficiente_prev_hansen.pdf
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
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HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 3 - 66
HANSENÍASE
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É uma doença infecto- contagiosa, de evolução lenta, que se manifesta através de sinais e
É uma doença infecto-
contagiosa, de evolução lenta,
que se manifesta através de
sinais e sintomas
dermatoneurológicos: lesões
na pele e nos nervos
periféricos, principalmente,
nas face, mãos e pés.
HANSENÍASE
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AAGGEENNTTEE EETTIIOOLLÓÓGGIICCOO MYCOBACTERIUM LEPRAE ou BACILO de HANSEN Parasita intracelular obrigatório, com
AAGGEENNTTEE EETTIIOOLLÓÓGGIICCOO
MYCOBACTERIUM
LEPRAE ou
BACILO de
HANSEN
Parasita intracelular obrigatório, com afinidade por
células cutâneas e por células dos nervos periféricos
Tempo de multiplicação do bacilo é
lento em média de 11 a 16 dias
Tem alta infectividade e baixa patogenicidade
Fonte de infecção:
HOMEM (reservatório)
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MMOODDOO DDEE TTRRAANNSSMMIISSSSÃÃOO Vias aéreas, através de uma pessoa doente não tratada que o elimina
MMOODDOO DDEE TTRRAANNSSMMIISSSSÃÃOO
Vias aéreas, através de uma pessoa doente
não tratada que o elimina para o exterior,
por meio da fala, tosse, espirro,
contagiando pessoas susceptíveis
Período de incubação: 2 a 7 anos
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SSiinnaaiiss ee SSiinnttoommaass DDeerrmmaattoollóóggiiccooss Lesões de pele que se apresentam com diminuição ou
SSiinnaaiiss ee SSiinnttoommaass DDeerrmmaattoollóóggiiccooss
Lesões de pele que se apresentam com diminuição
ou ausência de sensibilidade
Manchas pigmentares
ou discrômicas
Placa
Infiltração
Nódulo (tubérculo)
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SSIINNTTOOMMAASS
SSIINNTTOOMMAASS
Entupimento constante no nariz, com um pouco de sangue e feridas Redução ou ausência de
Entupimento
constante no nariz,
com um pouco de
sangue e feridas
Redução ou ausência de
sensibilidade ao calor,
ao frio, à dor e ao tato
Partes do corpo
dormentes ou
amortecidas. Em
especial as regiões
cobertas
Manchas em qualquer
parte do corpo, que
podem ser pálidas,
esbranquiçadas ou
avermelhadas
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Aparecimento de caroços ou inchados no rosto, orelhas, cotovelos e mãos

Profª ROSA MARIA 8 - 66 Aparecimento de caroços ou inchados no rosto, orelhas, cotovelos e

HANSENÍASE

Profª ROSA MARIA 8 - 66 Aparecimento de caroços ou inchados no rosto, orelhas, cotovelos e
INDETERMINADA TUBERCULÓIDE HANSENÍASE BORDERLINE (ou DIMORFA) VIRCHOWIANA (ou LEPROMATOSA) HANSENÍASE Profª
INDETERMINADA
TUBERCULÓIDE
HANSENÍASE
BORDERLINE (ou
DIMORFA)
VIRCHOWIANA (ou
LEPROMATOSA)
HANSENÍASE
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FORMAS HANSENÍASE INDETERMINADA É considerada a forma inicial da doença. Em alguns casos pode resultar
FORMAS
HANSENÍASE INDETERMINADA
É considerada a forma inicial da doença.
Em alguns casos pode resultar na cura ou
evoluir para outros tipos. Os principais
sintomas são a diminuição da
sensibilidade e o aparecimento de
manchas claras em qualquer local da pele
HANSENÍASE
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HANSENÍASE INDETERMINADA Mácula hipocrômica com distúrbio de sensibilidade HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 11 - 66
HANSENÍASE INDETERMINADA
Mácula hipocrômica
com distúrbio de
sensibilidade
HANSENÍASE
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FORMAS HANSENÍASE TUBERCULÓIDE Tanto a hanseníase tuberculóide como a hanseníase indeterminada apresenta grande
FORMAS
HANSENÍASE TUBERCULÓIDE
Tanto a hanseníase tuberculóide como a
hanseníase indeterminada apresenta grande
possibilidade de evoluir para a cura espontânea. As
lesões encontradas são poucas, mas há a
diminuição da sensibilidade e alterações nos
nervos próximos a elas, podendo comprometer,
inclusive, os sensitivo-motores. Pode se manifestar
em crianças que possuem contato íntimo e
prolongado com um portador do bacilo ou na forma
neural pura, não apresentando lesões cutâneas
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HANSENÍASE TUBERCULÓIDE Placa de limites precisos, com bordos micropapulosos e centro ligeiramente atrófico, toda
HANSENÍASE
TUBERCULÓIDE
Placa de limites
precisos, com bordos
micropapulosos e
centro ligeiramente
atrófico, toda ela com
distúrbio de
sensibilidade. Esta
forma não é contagiosa
e é de evolução benígna
HANSENÍASE
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HANSENÍASE TUBERCULÓIDE REACIONAL Placas eritematosas, de aparecimento abrupto com limites bem definidos e
HANSENÍASE
TUBERCULÓIDE
REACIONAL
Placas
eritematosas,
de
aparecimento
abrupto com
limites bem
definidos e
regulares. A
sensibilidade
está alterada;
porém, pode
ser normal na
face, devido à
intensa
irrigação
nervosa.
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HANSENÍASE TUBERCULÓIDE REACIONAL HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 15 - 66
HANSENÍASE TUBERCULÓIDE REACIONAL
HANSENÍASE
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FORMAS HANSENÍASE BORDERLINE (ou DIMORFA) Apresenta um grande número de lesões na pele, que se
FORMAS
HANSENÍASE BORDERLINE (ou DIMORFA)
Apresenta um grande número de lesões
na pele, que se assemelham tanto com
as da hanseníase tuberculóide como as
da hanseníase virchowiana, e lesões
neurais. A principal característica deste
tipo é a instabilidade imunológica,
podendo comprometer as capacidades
físicas do portador
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HANSENÍASE BORDERLINE (ou DIMORFA) HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 17 - 66
HANSENÍASE BORDERLINE (ou DIMORFA)
HANSENÍASE
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HANSENÍASE BORDERLINE (ou DIMORFA) TUBERCULÓIDE EM REAÇÃO Várias placas de aparecimento rápido (cerca de 03
HANSENÍASE BORDERLINE (ou DIMORFA)
TUBERCULÓIDE EM REAÇÃO
Várias placas
de
aparecimento
rápido (cerca
de 03
meses),
limites bem
definidos,
com
sensibilidade
alterada
HANSENÍASE
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FORMAS HANSENÍASE VIRCHOWIANA (ou LEPROMATOSA) Atinge pessoas pouco resistentes ao bacilo. Nesta forma clínica, o
FORMAS
HANSENÍASE VIRCHOWIANA (ou LEPROMATOSA)
Atinge pessoas pouco resistentes ao bacilo.
Nesta forma clínica, o doente apresenta baixa
imunidade, o que possibilita a multiplicação
do bacilo. Pode se manifestar a partir da
evolução da hanseníase indeterminada ou a
partir dela mesmo. Este tipo pode apresentar
deficiências funcionais, seqüelas tardias e
comprometimento dos órgãos internos.
HANSENÍASE
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Hanseníase Virchowiana com nódulos reacionais tipo Eritema Nodoso HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 20 - 66
Hanseníase Virchowiana com nódulos
reacionais tipo Eritema Nodoso
HANSENÍASE
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HANSENÍASE VIRCHOWIANA (ou LEPROMATOSA) Infiltração maciça da face. Lóbulos auriculares bem infiltrados.
HANSENÍASE VIRCHOWIANA (ou LEPROMATOSA)
Infiltração
maciça da
face.
Lóbulos
auriculares
bem
infiltrados.
Baciloscopia
nestes casos
sempre
positiva e
alta
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SSiinnaaiiss ee SSiinnttoommaass NNeeuurroollóóggiiccoo Lesões decorrentes de processos inflamatórios dos nervos
SSiinnaaiiss ee SSiinnttoommaass NNeeuurroollóóggiiccoo
Lesões decorrentes de processos
inflamatórios dos nervos periféricos
(neurites), manifestam-se através:
Dor e espessamento dos nervos periféricos
Perda de sensibilidade nas áreas inervadas por
esses nervos, principalmente nos olhos, mãos e pés
Perda da força muscular
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FFAACCEE - SSiinnaaiiss ee SSiinnttoommaass NNeeuurroollóóggiiccoo A maioria das deformidades e incapacidades que
FFAACCEE
-
SSiinnaaiiss ee SSiinnttoommaass NNeeuurroollóóggiiccoo
A maioria das deformidades e incapacidades que ocorrem
na face são decorrentes da ação direta do bacilo sobre as
estruturas desta região, com exceção do lagoftalmo e da
alteração da sensibilidade da córnea que são decorrentes
de uma lesão de nervo
Sabemos que um dos locais prediletos do bacilo é a
mucosa nasal, onde podem ser encontrados hansenomas
e infiltrações. O paciente tem obstrução, podendo ocorrer
um aumento da secreção nasal que se torna viscosa, com
mau odor e aderente à mucosa, em forma de crostas
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AAppaarreellhhoo vviissuuaall - SSiinnaaiiss ee SSiinnttoommaass NNeeuurroollóóggiiccoo O bulbo ocular apresenta
AAppaarreellhhoo vviissuuaall
-
SSiinnaaiiss ee SSiinnttoommaass NNeeuurroollóóggiiccoo
O bulbo ocular apresenta estruturas anexas que
têm como função manter saudável a sua
superfície em contato com o meio externo.
Estes anexos são as pálpebras, cílios,
supercílios, glândula e as vias lacrimais
A madrose superciliar é a queda dos pelos das
sobrancelhas por lesão dos bulbos pilosos.
Normalmente inicia-se pela parte lateral,
podendo acometer toda a sobrancelha
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Aparelho visual - Sinais e Sintomas Neurológico A madrose ciliar corresponde a queda dos cílios
Aparelho visual
-
Sinais e Sintomas Neurológico
A madrose ciliar corresponde a queda dos cílios
das bordas das pálpebras. Dá-se, como no caso
anterior, por ataque dos bacilos a estes bulbos.
As vezes, como conseqüência do processo
inflamatório, ocorre uma alteração da posição
destes bulbos, permitindo que os cílios cresçam
em direção à córnea (triquíase), o que pode
causar úlceras. Estas são agravadas quando há
perda da sensibilidade da córnea
HANSENÍASE
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Diagnóstico Clínico ANAMNESE AVALIAÇÃO DERMATOLÓGICA AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA DIAGNÓSTICO DOS ESTADOS REACIONAIS
Diagnóstico Clínico
ANAMNESE
AVALIAÇÃO DERMATOLÓGICA
AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA
DIAGNÓSTICO DOS ESTADOS REACIONAIS
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
CLASSIFICAÇÃO de GRAU de INCAPACIDADE FÍSICA
HANSENÍASE
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ANAMNESE HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 27 - 66
ANAMNESE
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
27 - 66
AVALIAÇÃO DERMATOLÓGICA PESQUISA DE SENSIBILIDADE HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 28 - 66
AVALIAÇÃO DERMATOLÓGICA
PESQUISA DE SENSIBILIDADE
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
28 - 66
PESQUISA DE SENSIBILIDADE Da córnea, com uso do fio dental Térmica com tubo de ensaio
PESQUISA DE SENSIBILIDADE
Da córnea, com
uso do fio dental
Térmica com
tubo de ensaio
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
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PESQUISA DE SENSIBILIDADE Tátil com algodão seco Protetora com uso de caneta esferográfica HANSENÍASE Profª
PESQUISA DE SENSIBILIDADE
Tátil com
algodão
seco
Protetora com
uso de caneta
esferográfica
HANSENÍASE
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AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA Identificação de neurites, incapacidades e deformidades Os principais nervos periféricos
AVALIAÇÃO
NEUROLÓGICA
Identificação de neurites,
incapacidades e deformidades
Os principais nervos periféricos
acometidos na hanseníase são:
FACE
trigêmeos e facial, podem causar
alteração na face, nos olhos e no nariz
radial, ulnar e mediano, q
ue podem
BRAÇOS
causar alterações nos braços e mãos
fibul
ar comum e ti
PERNAS
causar alterações
bial posterior, podem
nas pernas e pés
HANSENÍASE
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Palpação dos troncos nervosos periféricos Palpação do nervo radial Palpação do nervo ulnar HANSENÍASE
Palpação dos troncos nervosos periféricos
Palpação do
nervo radial
Palpação do
nervo ulnar
HANSENÍASE
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Palpação dos troncos nervosos periféricos Palpação do nervo mediano Palpação do nervo fibular Palpação do
Palpação dos troncos nervosos periféricos
Palpação do nervo mediano
Palpação do
nervo fibular
Palpação do nervo tibial posterior
HANSENÍASE
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Classificação para fins de tratamento PAUCIBACILARES (PB) menos de 5 lesões de pele e/ou apenas
Classificação para fins de tratamento
PAUCIBACILARES
(PB)
menos de 5 lesões
de pele e/ou apenas
um tronco nervoso
acometido
5 ou mais lesões
de pele e/ou mais
de um tronco
nervoso acometido
MULTIBACILARES
(MB)
HANSENÍASE
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34 - 66
TRATAMENTO Poliquimioterapia P Q T (Rifampicina, Dapsona e Clofazimina) é administrada através do esquema padrão
TRATAMENTO
Poliquimioterapia
P Q T
(Rifampicina, Dapsona e
Clofazimina) é administrada
através do esquema padrão de
acordo com a classificação
paucibacilar ou multibacilar
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TRATAMENTO Esquema Paucibacilar - PB Dapsona Dose mensal supervisionada Rifampicina Medicação diária
TRATAMENTO
Esquema Paucibacilar - PB
Dapsona
Dose mensal
supervisionada
Rifampicina
Medicação diária
auto-administrada
Dapsona
HANSENÍASE
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TRATAMENTO Esquema Multibacilar - MB Dapsona Dose mensal supervisionada Clofazimina Rifampicina Dapsona
TRATAMENTO
Esquema Multibacilar - MB
Dapsona
Dose mensal
supervisionada
Clofazimina
Rifampicina
Dapsona
Medicação diária
auto-administrada
Clofazimina
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
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TRATAMENTO Duração deve obedecer os prazos estabelecidos Casos paucibacilares 6 doses mensais supervisionadas de
TRATAMENTO
Duração deve obedecer os prazos estabelecidos
Casos
paucibacilares
6 doses mensais
supervisionadas de rifampicina,
tomadas em até 9 meses
De 12 doses mensais
supervisionadas de rifampicina,
tomadas em até 18 meses
Casos
multibacilares
Paucibalilares: 3 meses
Se houver interrupção
da medicação
Multibacilares: 6 meses
HANSENÍASE
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38 - 66
EFEITOS COLATERAIS DA MEDICAÇÃO CUTÂNEA: rubor da face, pescoço, prurido e rasch cutâneo generalizado, resecamento
EFEITOS COLATERAIS DA MEDICAÇÃO
CUTÂNEA: rubor da face, pescoço, prurido e
rasch cutâneo generalizado, resecamento da pele
GASTROINTESTINAIS
HEPÁTICOS
SÍNDROME PSUDOGRIPAL
DERMATITES ESFOLIATIVAS
ICTERÍCIA LEVE
É importante diferenciar um caso
reacional da doença com recidiva
HANSENÍASE
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EFEITOS COLATERAIS DA MEDICAÇÃO A coloração avermelhada da urina não deve ser confundida com hematúria
EFEITOS COLATERAIS DA MEDICAÇÃO
A coloração avermelhada da urina não
deve ser confundida com hematúria
A secreção pulmonar avermelhada não
deve ser confundida com escarros
hemoptóicos
A pigmentação conjuntival não deve
ser confundida com icterícia
HANSENÍASE
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40 - 66
ATIVIDADES DE CONTROLE Divulgar informações da doença para a população em geral Reduzir a sua
ATIVIDADES DE CONTROLE
Divulgar informações da doença para a
população em geral
Reduzir a sua prevalência a menos de um
caso por 10 mil habitantes
Busca de portadores não tratados anteriormente
Detecção precoce (para prevenção da incapacidade e
deformidades e para controlar os focos da infecção)
Acompanhamento de casos para evitar abandono
devido a efeitos colaterais dos medicamentos e
estados reacionais da doença
Investigação epidemiológica (exame de contatos)
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
41 - 66
ATIVIDADES DE CONTROLE Exames das pessoas que demandam espontaneamente os serviços Exames de grupos específicos
ATIVIDADES DE CONTROLE
Exames das pessoas que demandam
espontaneamente os serviços
Exames de grupos específicos (prisões,
quartéis, escolas e etc.)
Intensivar a busca ativa através de exames de
contato para diagnóstico e tratamento precoce
nos casos positivos, nos casos negativos
orientação sobre a doença e a vacina BCG
Faltosos devem ser identificados e feito visita familiar
Educação em saúde
Fazer previsão de medicamentos
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
42 - 66
SITUAÇÕES ESPECIAIS HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 43 - 66
SITUAÇÕES ESPECIAIS
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
43 - 66
AUTO CUIDADOS COM OS OLHOS Inspeção dos olhos Inspeção da pálpebra superior HANSENÍASE Profª ROSA
AUTO CUIDADOS COM OS OLHOS
Inspeção dos olhos
Inspeção da
pálpebra superior
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
44 - 66
AUTO CUIDADOS COM OS OLHOS HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 45 - 66
AUTO CUIDADOS COM OS OLHOS
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
45 - 66
AUTO CUIDADOS COM OS OLHOS Técnica de aplicação de colírio Retirada manual dos cílios HANSENÍASE
AUTO CUIDADOS COM OS OLHOS
Técnica de aplicação de colírio
Retirada manual dos cílios
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
46 - 66
HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 47 - 66
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
47 - 66
Logoftalmo inicial sem ectrópio HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 48 - 66
Logoftalmo inicial sem ectrópio
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
48 - 66
Logoftalmo avançado com ectrópio HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 49 - 66
Logoftalmo avançado com ectrópio
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
49 - 66
HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 50 - 66
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
50 - 66
HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 51 - 66
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
51 - 66
AUTO CUIDADOS COM O NARIZ Higiene do nariz Lubrificação do nariz HANSENÍASE Profª ROSA MARIA
AUTO CUIDADOS COM O NARIZ
Higiene do nariz
Lubrificação do nariz
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
52 - 66
AUTO CUIDADOS COM AS MÃOS Hidratação e lubrificação da pele São usadas para compensar as
AUTO CUIDADOS COM AS MÃOS
Hidratação e lubrificação da pele
São usadas para compensar as funções
sudorípara e sebácea danificadas
Utiliza-se água na temperatura ambiente.
Para lubrificar: vaselina, óleo mineral ou
vegetal e creme. Deve-se evitar o uso de
gorduras que atraiam insetos e roedores
OBJETIVO
Melhorar as condições da pele
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
53 - 66
AUTO CUIDADOS COM AS MÃOS Indicação Pele seca e hiperqueratósica - Feridas e ulcerações -
AUTO CUIDADOS COM AS MÃOS
Indicação
Pele seca e hiperqueratósica
- Feridas e ulcerações
- Sinais de infecção profunda
- Micoses nos espaços interdigitais
Contra-
indicação
- Mergulhar mão e antebraço na água
por 10 a 15 min
Técnica
- Retirar o excesso de água e enxugar
entre os dedos
- Aplicar substância oleosa
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
54 - 66
AUTO CUIDADOS COM AS MÃOS É importante hidratar e lubrificar as mãos antes de iniciar
AUTO CUIDADOS COM AS MÃOS
É importante hidratar e lubrificar as mãos antes de iniciar os exercícios
Hidratação da mãos
Adaptação de instrumentos
de trabalho
HANSENÍASE
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55 - 66
AUTO CUIDADOS COM AS MÃOS Adaptação de instrumentos orientar o paciente a não fumar HANSENÍASE
AUTO CUIDADOS COM AS MÃOS
Adaptação de instrumentos
orientar o paciente a não fumar
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
56 - 66
AUTO CUIDADOS COM OS PÉS Hidratação dos pés Lubrificação do membros inferiores HANSENÍASE Profª ROSA
AUTO CUIDADOS COM OS PÉS
Hidratação
dos pés
Lubrificação do
membros inferiores
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
57 - 66
Remoção de calos Inspeção dos AUTO CUIDADOS COM OS PÉS calçados HANSENÍASE Profª ROSA MARIA
Remoção de calos
Inspeção
dos
AUTO CUIDADOS
COM OS PÉS
calçados
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
58 - 66
Com relação aos aspectos sociais Continuar o trabalho, estudo, atividades sociais na família e comunidade
Com relação aos aspectos sociais
Continuar o trabalho,
estudo, atividades sociais
na família e comunidade
Informar ao profissional se houver
dificuldade na continuidade dessas
atividades por causa da hanseníase
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
59 - 66
Com relação aos aspectos físicos Fazer auto inspeção e avaliação diária dos: olhos, nariz, pele,
Com relação aos aspectos físicos
Fazer auto inspeção e avaliação diária
dos: olhos, nariz, pele, mãos e pés
Fazer inspeção diária do calçado
Utilizar proteção nas atividades de vida diária
Realizar procedimentos indicados
Informar ao profissional se não
houver melhora do quadro
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
60 - 66
Não desista do tratamento, que é longo, mas eficaz se não for interrompido. A primeira
Não desista do tratamento, que é longo, mas
eficaz se não for interrompido. A primeira dose
do medicamento é quase uma garantia de que a
doença não será mais transmitida
Convença os familiares e pessoas próximas ao
doente a procurarem uma unidade básica de
saúde para avaliação, quando for diagnosticado
um caso de hanseníase na família
Não fuja dos portadores de hanseníase, uma
doença estigmatizante, mas que tem cura,
desde que devidamente tratada
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
61 - 66
HANSENÍASE Profª ROSA MARIA 62 - 66
HANSENÍASE
Profª ROSA MARIA
62 - 66